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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rock das aranhas

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MensagemAssunto: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptySex 04 Jan 2019, 14:37

Rock das aranhas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyDom 06 Jan 2019, 05:21



Aranha Cavalo
Sabe aquela enxurrada de informação que você acaba recebendo de vez em quando? Foi o que aconteceu comigo nos últimos momentos antes de chegar na Ilha Aracne.  Primeiro responsável por isso foi o que menos me passou informação, o número cinco, mesmo preso e, provavelmente, com vários companheiros mortos, continuou afirmando que o número zero sabia de tudo que havia acontecido e que já estava preparado para nos enfrentar. Não só isso, afirmou que me mataria... desagradável. Não consigo imaginar quando qualquer pessoa teria tido tempo para informar o chefe do grupo pirata, mas era uma boa considerar aquilo como uma verdade. Ninguém se deu mal no futuro por ser precavido contra um grupo de piratas lunáticos, pelo menos... não por ter sido precavido. O segundo responsável pela fonte de informações foi o agente Crow. Ele começou já informando que ele era sim um agente do governo mundial e que também era o responsável pela missão. O que mostrava que eu estava certo e que isso era realmente estranho, Said alguns dias atrás havia me dito que não era possível um agente mandando em navios da marinha e ele era de uma família de marinheiros, deveria ser acostumado com esse tipo de situação se fosse comum. Não bastando esse caso estranho do agente, ele ainda me informou muita coisa dos números, aparentemente já haviam pelo menos quatro mortos. Um preso conosco, que era o número cinco que estava com a gente, e um preso em outro lugar. Dois estavam provavelmente entrando na Grand Line e dois estariam com o número zero na ilha que estávamos parando. O que só aumentava o ponto de prestar atenção em tudo graças as falas do número cinco. Passando para depois informar sobre a ilha, que possuiria aranhas por toda sua extensão pelo que falou e que elas eram de alguma forma controladas por uma mulher chamada Sapphira. Como será que alguém controla toda uma... legião? Enxame? Sei lá o que de aranhas. Não teria como domar tudo, provavelmente domou a “mãe” e depois as filhas a seguiram porque sim? Duvido que seja algo assim, mas também não consigo imaginar o que ela fez. Quero pelo menos domar uma para ver se consigo aplicar o que aprendi a pouco tempo. Crow ainda continuou e informou que havia uma outra parte que a tal Sapphira não controlava. E que nós teríamos que ir para uma parte onde ela não controlava... maravilha né. Por causa disso, ele informou que nossa primeira tarefa na ilha seria achar pessoas que poderiam trabalhar conosco e que para isso poderíamos oferecer várias coisas diferentes. Aquela missão tomava uma proporção diferente do habitual na minha cabeça. A terceira fonte de informação foi a própria chegada na ilha. Quando desci acabei vendo um homem loiro e uma aranha do tamanho de um cavalo, a aranha literalmente tinha uma cela. Isso fez a minha mente mudar um pouco tudo que eu tinha imaginado. Eu sou até “acostumado” com monstros marinhos por ter pescado a minha vida toda. Mas animais em geral eu sou acostumado com eles mais normais. Quando Crow informou “uma ilha infestada por aranhas de todos os tipos” tinha imaginado algo como várias espécies de aranhas diferentes. Mas ali estava uma maior do que eu. E Sapphira controlava todo um exército disso? Aquilo me fez perceber que os piratas chamados de Os Números poderiam nem ser o maior problema meu ali. Eu não poderia de forma alguma desagradar essa mulher. Seria melhor que ela nem soubesse de minha existência na ilha.

- Você diria que na estalagem tem pessoas corajosas? Vamos precisar. - Falaria com um sorriso meio irônico olhando para a aranha do homem. - Desculpa minha falta de educação. - Diria estendendo a mão. - Meu nome é Calros Lazo. - Falaria ao perceber que ele era um dos homens de Sapphira. - Eu não sou ninguém aqui nesse navio. Basicamente todos eles possuem uma patente maior do que a minha. Então sobre a manutenção e custos disso acho melhor falar com eles. - Falaria sem apontar para ninguém no navio, só apontaria o dedão na direção do navio. - Já eu adoraria saber onde fica a estalagem. - Falaria por fim e então iria ouvir a resposta. - E mais uma pergunta minha. As aranhas aqui, são todas desse tamanho? - Diria fazendo uma pequena pausa e continuaria. - Ou tem algumas de tamanho mais... normal. - Ouvindo novamente a resposta eu agradeceria e partiria na direção da estalagem.

Se alguém do navio perguntasse eu falaria que estava indo na estalagem procurar por pessoas como Crow havia mandado. No meio do caminho eu retiraria meus pesos. Eu já percebi que ali não seria lugar de me deixar mais lerdo. Sapphira controla as aranhas, mas vai que a mesma não impede que as aranhas comam pessoas lerdas por aí. E durante todo o caminho eu olharia bem a minha volta, a vegetação que tinha, o estilo das casas, alguma informação extra que poderia retirar do local. Por exemplo, eles não tinham quartel general, mas gostavam da marinha? Ou seria melhor eu mudar de roupa antes de entrar na estalagem? Se tivesse esse tipo de sinal de alguma forma, talvez pela forma que as pessoas me olhassem na rua, acabaria desistindo da ideia de ir diretamente a estalagem e procuraria primeiro alguma loja de roupas por perto. Havia acabado de pegar dinheiro e dois itens diferentes de se ver com um pirata. Precisava pelo menos ter certeza de que eram uteis, duvido que ele andava com uma concha, duas na verdade, as duas eram meio diferentes de conchas normais, mas duvido que ele andava com elas por aí à toa.

Caso eu não percebesse nenhum sinal de inimizade enquanto andava e chegasse na taverna sem problemas, iria olhar bem o povo por ali. Quantos eram, tinham cara de que entrariam na floresta para nos ajudar? Me olharam de forma torta por causa do uniforme da marinha? Se tudo estivesse “ok”, iria me aproximar do maior grupo por ali e perguntar de forma simples. - Olá, poderiam me dizer se estão interessados numa excursão pela parte mais sombria da ilha? - Não saberia dizer onde era, mas Crown havia dito “Infelizmente nossa missão nos levará à parte incivilizada”, então só poderia deduzir que era algo tipo o outro lado da ilha ou o lado onde humano claramente evitaria.

Caso eu percebesse algum sinal de inimizade, iria procurar por algum tipo de loja de roupas naquele local. Qualquer coisa minimamente parecida com isso. Entrando iria perguntar logo em sequência. - Com licença. Possui roupas do meu tamanho? - Provavelmente sim, não me atentaria muito ao conjunto em si, pegaria qualquer coisa azul ou vermelha e pagaria em sequência. Se não achasse, iria me ater em outros pensamentos. Crow falou que perdão pelos crimes poderia ser ofertado. Iria até a estalagem e ao entrar já procuraria quem demonstrou ter o maior repudio pelo meu uniforme. Iria até a pessoa e perguntaria. - Com licença, algum problema? - Se a pessoa me xingasse por ser da marinha ou já começasse a demonstrar algum sinal de vontade de violência recuaria alguns passos. - Calma. Eu não quero brigar. Na verdade, se você for um procurado, gostaria de ofertar a chance de perdão pelos seus crimes. - Diria e depois aumentando a voz para todos na taverna ouvirem. - Todos que tiverem qualquer tipo de crime cometido podem ser perdoados. Estamos num recrutamento de emergência para uma missão na ilha.

Não andaria de forma alguma pela ilha desatento. Os minions dos piratas estavam por perto. A qualquer sinal de algum grupo se aproximando de mim com alguma intenção diferente da normal, simplesmente sairia correndo, sem pensar que poderia lutar com vários ao mesmo tempo. Não sei se o que o número cinco disse era verdade, mas não poderia me dar ao luxo de ser cercado à toa na ilha.

Se enquanto saísse do navio, para ir para a estalagem, algum marinheiro fosse comigo, talvez Yumi, iria indicar que seria uma boa nós fugirmos caso fosse necessário. Caso fosse algum superior, acabaria ouvindo qualquer ordem dada pelo mesmo.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyQua 09 Jan 2019, 03:31

 

- Todos os tipos de pessoas passam por Arcne, certamente você irá encontrar algumas corajosas por aqui. – Respondia o loiro com um sorriso ainda no rosto, que não desaparecia nem mesmo quando escutava que Carlos Lazo não era nada mais que um simples marinheiro sem poder de decisão algum. – Sem problemas, para chegar na estalagem basta seguir reto por três quarteirões, dobrar a esquerda, mais dois quarteirões, direita duas vezes. Não tem como perder. Se chama “A Teia”.

Ele já voltava sua atenção para os outros que estavam a desembarcar também, mas o ruivo ainda tinha mais uma pergunta, e essa fazia com que o homem gargalhasse. – Garagaragaragaragara!! Não, não meu caro. Aracne é uma ilha com tantas espécies diferentes que é impossível de se contar. No passado ela era inabitável por conta disso, mas graças à Sapphira, conseguimos civilizar uma boa área da ilha. Aqui você vai encontrar diversas aranhas de tamanhos pequenos, comuns. Elas andam livremente, mas não atacam as pessoas, desde que não sejam atacadas primeiro é claro. Agora para aranhas como essa aqui, você tem que ir na parte selvagem e capturar uma por conta própria e depois tentar doma-la. E conseguir isso é algo raro aqui na cidade.

Ao dizer isso o homem o sorriso simpático de antes se tornava em um sorriso presunçoso, cehio de orgulho. Aquela “aranha cavalo” dele era um símbolo de seu status no local. No entanto, esse sorriso presunçoso não durava muito. Mesmo sendo dia, ocorria de repente, um enorme clarão no céu que cegava a todos presentes, e antes mesmo que pudessem recuperar suas visões “CAAAAABOOOOOOOOOOMMMMMM” o som de trovão seguia, mas não um trovão comum. Era o maior já escutado por qualquer um, e cada pessoa sentia seu corpo vibrar, seus tímpanos doerem, seus corações dispararem.

“SSCCRREEEEEEEEEEEAAAACCCHH!!!”
Gritava a aranha de volta, mas não era em desafio, e sim em puro medo. Ela se encolhia no chão e parecia em pânico. O grito dela não era solitário, dos confins da ilha era possível ouvir centenas, ou talvez milhares de gritos como esse que ressoavam por todo o local fazendo com que todos sentissem um pequeno pavor crescendo dentro de si. Felizmente, após alguns segundos os gritos morriam.

Esse episódio parecia ter deixado todos tensos. A medida que Calros avançava pela cidade saindo do porto e se dirigindo para a estalagem, ele podia perceber que as pessoas tinham olhares assustados e podia ouvir algumas especulando o que tinha ocorrido. As construções eram feitas de pedra em sua maioria, mas as ruas eram mais arborizadas do que em outras cidades em outras ilhas, e se ele prestasse atenção, veria diversas aranhas pequenas, com o tamanho máximo de uma tarântula, andando tanto pelas pedras quanto pelas arvores. Haviam também lojas assim como haviam becos sujos com lixo, no geral uma cidade quase normal.

Ele não notava um olhar particularmente hostil por parte das pessoas, talvez alguns de curiosidade, mas nada que o fizesse querer mudar de roupa, isso é, até o ponto em que percebia estar sendo seguido por alguém que vestia um manto e um capuz, tendo um arco e flechas consigo. A pessoa começara a segui-lo assim que ele dobrou a primeira esquina a direita. A estalagem não estava longe, mas uma segunda pessoa vestida de forma similar aparecia pela frente vindo ao seu encontro e interrompendo seu caminho.

As duas trabalhavam em sincronia perfeita, se aproximando dele bem no momento em que ele passava em frente a um beco e o separando do restante dos cidadãos, ao mesmo tempo em que o forçavam a parar. Os outros pedestres até notavam a movimentação, mas apenas se afastavam com cuidado para não se envolverem naquela confusão, que se Calros estivesse a mais tempo na ilha, descobriria não ser tão incomum.

Se vendo naquela posição o marinheiro logo disparava um - Calma. Eu não quero brigar. Na verdade, se você for um procurado, gostaria de ofertar a chance de perdão pelos seus crimes. – E tal frase de fato fazia com que um deles, a pessoa com o arco e flechas hesitasse por um segundo. No entanto, a pessoa que chegara pela frente não hesitava e até mesmo acelerava o pressionando a entrar dentro do beco. Em suas mãos Calros podia ver duas adagas, e um líquido verde parecia ter sido derramado sobre as lâminas. - Todos que tiverem qualquer tipo de crime cometido podem ser perdoados. Estamos num recrutamento de emergência para uma missão na ilha.

O ruivo ainda tentava insistir, mas o assassino a sua frente não freava e com um salto para frente, ele usava as adagas como se fossem tesouras, dobrando os braços e inclinando as armas para trás ao lado do corpo, e depois esticando os braços. O alvo do ataque, o pescoço do ruivo.

A pessoa com arco e flecha parecia se decidir e sacava uma flecha a puxando e começando a mirar contra o ruivo. Na sua lateral (de Calros), a entrada para o beco onde diversas sacolas de lixo, aranhas, pedaços de madeira e até mesmo algumas barras de ferro estavam presentes.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyQui 24 Jan 2019, 01:46



Mas já?

Posts em aracne - 2/30
O homem foi bem-educado e simples no começo, me passando as respostas que eu queria. Depois até cheguei a notar certo orgulho em sua voz por causa da aranha que ele tinha como montaria, mas, bem, acho que eu também ficaria orgulhoso por ter uma dessas como animal de estimação. Acabei ficando com vontade de domar uma, mas sinceramente, não acredito que isso fosse possível, não consigo me ver domando algo desse tamanho agora, talvez se eu tentasse domar uma aranha menor primeiro, num futuro, quem sabe, voltaria nessa ilha e domaria uma grande. Talvez até mesmo com alguma desculpa como construir um quartel general aqui, seria um futuro legal, Sapphira um dia acabaria morrendo, não sei qual a idade dela, mas a marinha está aí a muito tempo. Seria uma boa um quartel general aqui para proteger a população quando isso ocorresse, Nimura ele se apresentou na aventura anterior falou que a ilha era inabitável antes de Sapphira. Claro que antes eu precisava virar um sargento, depois um tenente, depois um capitão... até lá já espero ter prendido Himeriko, poderia assim me concentrar em simplesmente ajudar o povo por aí. No meio do meu devaneio, acabou ocorrendo um clarão com um estranho barulho. Não saberia dizer o que foi aquilo, mas pela reação de todos da ilha acabou ficando claro que não era algo normal. A aranha guinchou de medo e depois enquanto andava pela ilha percebia pela rua a apreensão de todos sobre o que havia ocorrido. Talvez pelo medo ou talvez por realmente não importar eu ser marinheiro, mas andar pela rua estava sendo bem tranquilo. Até eu perceber que estava sendo seguido.

Não deu tempo de fazer muita coisa após perceber isso, eram duas pessoas que estavam em uma ótima sincronia. Me pararam e por mais que eu falasse sobre só estar ali recrutando pessoas acabei percebendo que não adiantaria. A pessoa com arco e flechas até parecia mais tentada a me ouvir, mas a outra não me daria essa chance ou tempo. Isso me fez pensar que provavelmente não eram do grupo dos números. Acho que a pessoa de arco nem cogitaria me ouvir se fossem. As adagas do ser que me atacava estavam claramente envenenadas. Não saberia que tipo de veneno era, apesar de ter 99% de chance de ser algum veneno de aranha, mas não iria tentar descobrir levando um corte no pescoço. Naquele instante precisava pensar rápido sobre lutar ou não, talvez correr para o beco não adiantasse se o arqueiro fosse bom de mira, ele poderia me acertar enquanto corresse para lá, mas eu preferia acreditar naquele momento que ele não queria me matar. Iria então me esquivar para baixo, permitindo-me até mesmo simplesmente cair no chão se percebesse que simplesmente abaixar não fosse rápido o suficiente. Se fosse rápido o suficiente tentaria acertar os braços do ser de forma lateral, não importava a força, não seria um soco, iria simplesmente dar algo como um tapa forte, priorizando a velocidade, na região dos cotovelos para fazer o mesmo se desequilibrar e soltar as adagas ao ter os braços empurrados para o lado. O tapa viria do braço que estivesse mais próximo do beco e assim jogaria os braços do inimigo para o lado contrário ao beco, na direção do centro da rua. Tentava assim aproveitar o impulso para que eu mesmo me guiasse para o beco e o inimigo para o lado oposto. Se eu não fosse rápido o suficiente para me esquivar abaixando e assim tivesse que me deixar cair no chão. Mal sentindo o contato do chão já iria tentar realizar uma rasteira no mesmo, não importava que estivesse meio desengonçado, o momento não era propício para uma luta contra armas envenenadas. Independente de qual desses movimentos eu fizesse, iria soltar em algum momento mais oportuno, talvez enquanto as adagas ainda estivessem vindo em minha direção. - Eu já falei que não quero lutar. - Talvez o arqueiro acabasse parando o amigo ao invés de jogar uma flecha que mirasse a minha cabeça.

Caso conseguisse dar a rasteira ou acertar o braço, iria tentar dar um salto para o beco já me agachando perto do lixo. Iria pegar uma das sacolas e atirar a mesma na direção do arqueiro, não queria necessariamente acertar, só desviar a atenção dele para que não fosse alvejado caso ele reagisse tentando me atirar uma de suas flechas. Iria pegar um dos pedaços de ferro e olharia para a continuação do beco. Se ele tivesse saída, sairia correndo e viraria na direção da floresta. Acho que o arqueiro terá mais dificuldade de me acertar na floresta, pois as árvores seriam mais propensas a fazer ele me errar do que correr na cidade onde as ruas seriam bem livres. Ao mesmo tempo, não poderia adentrar muito a mata, não queria me perder ou ir para a parte não civilizada da ilha, além de não saber o tamanho das aranhas que teriam por ali. Iria passar poucas árvores e então me esconderia em uma para verificar se estavam me seguindo ou não. Se na corrida do beco ou para as árvores eu acabasse sendo acertado por uma flecha, tentaria passar a mão na mesma para verificar se havia presença de veneno na mesma. Talvez a mesma tivesse acertado a minha mochila e por isso teria que verificar se acabou estragando algo importante, nesse caso, antes de pegar na flecha, pegaria algumas folhas nas árvores antes e as usaria entre meus dedos e a flecha, para a mesma não ter contato comigo. Se tivesse acertado algo e eu percebesse que o veneno era tanto que o líquido havia pingado por outro item, usaria as folhas como método para segurar o item e jogaria o mesmo no chão, onde jogaria terra por cima dele e limparia depois, provavelmente me livrando do veneno desse jeito.

Caso o beco fosse fechado, teria acabado de me prender em uma armadilha perfeita para eles. - Poderia saber por que estou sendo atacado? - Perguntaria com o pedaço de ferro já em minhas mãos. Se não obtivesse resposta, chutaria o lixo na direção do arqueiro novamente, precisava me livrar daquele arco se quisesse escapar. Com o pedaço de ferro tentaria me aproximar rápido do arqueiro e tentaria acertar seu arco com o ferro para quebrar o arco no meio ou pelo menos arrebentar sua corda. Caso eu obtivesse resposta, teria que pensar no que fazer depois dela.

Caso desde o começo o meu ataque em tapa falhasse, iria então com meus dois pés apoiados no chão saltar abaixado na direção do beco, para iniciar minha fuga dita como se eu conseguisse, ainda jogaria lixo na direção do arqueiro, mas agora teria que correr mais atento ao ser das adagas que poderia estar vindo em minha direção mais fácil dado que eu não consegui fazer o mesmo se desequilibrar. Caso eu percebesse que o mesmo iria me alcançar, iria simplesmente virar novamente e encará-lo. Iria tentar me esquivar de qualquer ataque do mesmo num movimento descendente para depois subir com um uppercut mirando em seu queixo ou em seu plexo solar, dependendo de quão rápido eu e ele estivéssemos, pois dependeria da distância que estávamos enquanto esquivava.

Caso desde o começo a rasteira falhasse, como estaria meio de lado por errar meu golpe, iria tentar virar o meu pé e já apoiá-lo no chão, virando meu corpo junto e assim deixando a mochila apontada para o céu. Me posicionaria em posição de dar um “tiro” de corrida, onde iria mirar no arqueiro, tentaria dar um tiro de corrida na direção do mesmo e agarrá-lo na altura da cintura e assim retirar a sustentação do mesmo do chão, ou no mínimo fazer o mesmo soltar seu arco. Se notasse que o mesmo era muito leve, iria continuar carregando o mesmo pela cintura e iria me virar para o meu outro adversário. - Já falei que não quero lutar. Pare agora ou terei que machucar seu amigo?

Caso eu não conseguisse me desviar e fosse acertado pelas adagas venenosas ou fosse acertado por alguma flecha que percebesse ter veneno, não teria muita escolha naquele momento, não saberia se o veneno era de aranha, apesar de ser o mais óbvio. Precisava verificar se algum deles tinha o antídoto.
No caso de ter sido a própria adaga que me acertou, colocaria a mão esquerda no ferimento rapidamente, para verificar se o corte era profundo ou não. Iria mover meu tapa olho com a outra mão, colocando-o virado para cima, assim aumentando meu campo de visão. - Mas que merda hein. Eu só queria andar em paz por aqui e chamar pessoas. - Comentaria para fazê-los perceberem que não queria luta ali, mas que eles não estavam deixando muita escolha. Enquanto falasse, iria tentar acertar um chute/empurrão com a sola do pé na pessoa das adagas. Se o ferimento não fosse muito profundo e eu tivesse acertado o chute, soltaria o machucado e já acertaria um soco no braço da pessoa para que esta soltasse as adagas, com a outra mão seguraria o braço que havia acertado e torcendo-o tentaria forçar a pessoa a virar e encarar a pessoa com o arco e flecha. - Me dê o antidoto agora. - Tentaria soar o mais amedrontador possível, não sei o que o veneno faz, precisava agir rápido. Se o arqueiro não me falasse mais nada, iria começar a procurar com a mão livre nos bolsos do próprio ser das adagas. A qualquer instante que visse algum menor movimento da pessoa das adagas, torceria um pouco mais o braço dela. Se o ferimento fosse muito profundo e assim não pudesse soltar minha mão do pescoço para não sangrar até a morte. Enquanto pressionava o meu próprio pescoço, iria tentar acertar um chute/empurrão na barriga do homem da adaga que havia acabado de me acertar e em sequência viraria um pouco para o arqueiro, onde iria tentar simplesmente me impulsionar no mesmo e empurrá-lo com o ombro para tentar derrubá-lo.

No caso de ter sido uma flecha, iria primeiro observar a região se tinha algum tipo de coloração diferente. Ao contrário de ser acertado pelas adagas que miravam meu pescoço, a flecha provavelmente seria em uma região que eu conseguia ver graças a mochila em minhas costas. Ainda precisaria partir na direção deles por causa do antídoto, mas antes, iria com cuidado quebrar a flecha próxima da ponta, para que a mesma não ficasse pendurada em mim e acabasse sendo usada por eles na eventual luta. Caso eu fosse acertado enquanto fugia do beco ou seja, é possível fugir por ele, iria tentar dar a volta no quarteirão para pegar eles de forma desprevenida. Iria tentar dar a volta pelo lado que me fizesse ir para as costas do ser com as adagas. Obviamente, quando fosse chegar nas ruas, não iria simplesmente entrar correndo, iria parar na esquina da construção e olhar para ver se encontrava o mesmo.

Independente da forma que tivesse sido acertado, se o veneno fosse tão forte que em algum momento eu já sentisse efeitos básicos percorrendo meu corpo, não poderia me dar por vencido, independentemente de ser um pequeno corte no pescoço ou uma flechada, iria retirar um dos antídotos que possuía na minha mochila e o tomaria imediatamente. O veneno deles poderia ser diferente de veneno de aranhas, mas não custava tentar.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyTer 29 Jan 2019, 18:17


Calros mal tinha tempo para pensar. Sendo atacada de forma tão direta e mortífera, ele se abaixava se esquivando do ataque e aplicando um empurrão nos braços do inimigo o desequilibrando momentaneamente. Aproveitando o momento ele recuava para o beco e sentia um ardor em sua bochecha direita. Era uma flecha que passara ali raspando e abrira um corte.

Como o beco era sem saída, ele pecava uma das sacolas de lixo e arremessava contra a arqueira, que por sua vez atirava mais uma vez atravessando a sacola e errando o ruivo por poucos milímetros. O assassino com as adagas já tinha se recuperado e avançava aplicando primeiro um golpe com a mão esquerda visando o peito do ruivo que se abaixava rapidamente mais uma vez e se levantava aplicando um soco no queixo do homem.

No entanto no mesmo momento em que o soco conectava, ele sentia uma dor pesada na região abaixo das costelas. A segunda adaga do homem havia penetrado aquela região. Devido o soco, o assassino tombava de costas e fazia um rolamento para trás para tentar se erguer. Ao mesmo tempo Calros podia ver uma flecha armada no arco, prestes a ser disparada e perfura-lo.

Mas então “CABOOOM!!” outro som alto era escutado, não tão alto quanto o trovão de mais cedo, mas ainda assim alto o suficiente, e junto com ele vinha o tremor da terra. A flecha que foi solta errou o alvo, e logo várias pessoas na rua começaram a gritar e correr de um lado para o outro, desesperadas. “KYYYYYYYYAAAAAAAAA!!!!”

A pessoa com o arco e flecha se apoiava na parede para manter o equilíbrio enquanto seu parceiro não conseguia se levantar devido os tremores. - Mas que merda hein. Eu só queria andar em paz por aqui e chamar pessoas. - Dizia Lazo.

O tremor também não permitia que ele atacasse o inimigo por um instante e quando finalmente passava a pessoa com arco e flecha estava olhando para outro lado, fora do beco. Um som gultural vinha de lá como se algum monstro tivesse surgido, e sem pensar duas vezes a mulher dava as costas e saía correndo.

- Hey hey o que você ta fazendo?? – Falava pela primeira vez o assassino com a adaga, pela voz o marinheiro conseguiu identificar que era um homem.  Nesse momento de distração o ruivo avançava e tentava acertar um chute no homem que rolava para o lado e se erguia rapidamente se colocando em posição de combate com as adas a frente. No entanto o barulho de coisas sendo destruídas e de gritaria não cessava e o assassino começava a recuar aos poucos, claramente pretendendo fugir.

Apesar do veneno começar a agir no rapaz, os efeitos eram sutis inicialmente e só piorariam com o tempo.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptySeg 04 Fev 2019, 03:10



Envenenado \o/

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Bom, o plano inicial deu mais ou menos certo, eu consegui me esquivar, consegui acertar o braço do ser desequilibrando ele um pouco e consegui ir para o beco. Tudo ótimo, até o beco não ter saída e eu sentir que a arqueira atirou uma flecha na minha direção errando por pouco. Joguei o que podia nela e o resultado foi ela me erando por pouco. O outro com as adagas já havia se levantado e apesar de tê-lo acertado, o mesmo acabou acertando a maldita adaga envenenada em um corte em minha barriga. O homem caiu e já vi a arqueira pronta para me acertar mais uma vez. Porém por causa de uma grande explosão a mesma me errou por completo, pessoas começaram a gritar na rua de desespero por causa da explosão. Não fazia a mínima ideia do que diabos estava causando tudo aquilo, mas agora eu precisava me concentrar em conseguir um antídoto do maldito homem que me acertara. A mulher começara a fugir após um som que parecia ser de um monstro por perto... ótimo... o que poderia ser pior que estar envenenado e ter um monstro por perto? O ser das adagas demonstrou ser um homem pela voz e vi que o mesmo estava planejando fugir após ter tentado acertar um chute no mesmo. Não sei se ele ia fugir de mim ou do monstro que tinha por perto, mas independente disso, não poderia deixar. Eu preciso do antidoto desse veneno da adaga dele.

Sabendo que ele está mais para fugir que para lutar no momento, tentaria ir até o mesmo rapidamente, sem me preocupar com o tal monstro no momento. O veneno estava fraco ainda, mas não saberia dizer se o mesmo não pioraria rápido. Iria pegar a sacola de lixo que joguei na arqueira e jogaria no mesmo. Não poderia simplesmente atingi-lo sem pensar muito, se ele estivesse com o antídoto ali agora eu poderia destruir o recipiente do mesmo sem querer. Precisava imobilizar ele. Iria avançar no homem de forma rápida, não sei se faria diferença ser acertado de novo, o veneno agiria mais rápido? Ou será que o mesmo tem a sua própria velocidade e continuaria agindo no próprio tempo? Não poderia arriscar ser acertado à toa. Enquanto avançasse, se o homem fizesse algum movimento com as adagas para me acertar de forma de estocada, desviaria pulando para um dos lados dele e mal sentindo o contato dos meus pés com o chão já saltaria na direção do mesmo novamente. Onde tentaria acertar um cruzado na bochecha dele. Se o mesmo me atacasse com algum movimento horizontal lateral, iria tentar me desviar com um pulo também, o pulo iria ser na direção oposta ao golpe do mesmo, se o golpe viesse de ambos os lados, por afinal, ele usar as duas adagas em direções opostas, daria uma cambalhota para frente e tentaria acertar um soco naquela região íntima de todo homem que eu imagino que faria o mesmo cair no chão sem muitas dificuldades. Se o mesmo executasse um golpe vertical, seja o mesmo descendente ou ascendente, tentaria desviar deixando meu corpo mais ou menos de lado, onde o meu avanço ficaria mais lento por um mísero instante, aproveitando a deixa tentaria segurar ambos os braços dele, ou seja, tentaria desviar de forma que eu ficasse cara a cara com ele, e caso conseguisse daria uma cabeçada em seu nariz.

Caso eu fosse acertado, tentaria segurar a maldita adaga do homem enquanto ela me acertava, para ver se o mesmo a soltasse. No pior dos casos perguntaria para o médico do navio se tinha como analisar o veneno da adaga e descobrir o antídoto.

No caso de eu acertar o meu golpe planejado, tentaria em sequência golpear os braços do mesmo, queria que ele soltasse aquelas malditas adagas envenenadas dele. Conseguindo ou não, iria perguntar, já abrindo as minhas mãos com clara intenção de agarrar ele ou algum objeto que estivesse com ele. - E então, você tem o antídoto dessa porcaria de veneno que você me acertou? - Se ele se mostrasse desesperado por causa do monstro que se aproximava. - Bom, não preciso temer a morte por algum tipo de monstro já que já estou envenenado, não é? - Diria, mostrando que não estava para brincar ali, resolver um problema ignorando outro não adiantaria muito, queria simplesmente me curar em paz e seguir com a minha vida saindo de perto daquele barulho estranho que causava confusão... Se é que isso era certo. Precisava garantir a segurança dos cidadãos de qualquer forma. Tentaria localizar se o homem teria algum tipo de bolsa, pochete, mochila, ou qualquer outro meio que me fosse visível de guardar itens. Se sim, tentaria puxar esse item para mim simplesmente retirando dele. Se conseguisse olharia para a direção do barulho do monstro e correria na direção oposta. Já abrindo a bolsa para ver se havia algo parecido com algum tipo de antídoto. Se eu não conseguisse visualizar nada do tipo, tentaria segurar os braços do mesmo, para impedir que ele pegasse suas adagas de volta ou que ele tentasse utiliza-las novamente.

Se o homem começasse a simplesmente correr para longe enquanto eu partia em sua direção, iria partir na direção dele atrás como nunca. Se nessa corrida visse que ele possuía algum tipo de mochila, tentaria segurar a mesma pelas costas, fazendo ou o mesmo desistir dela ou ter que parar para me enfrentar novamente. Se eu conseguisse a mochila veria se era possível arranjar um antídoto desta forma.

A qualquer momento que eu percebesse que o veneno ficara mais forte e que eu não tinha muito tempo antes do mesmo me paralisar, ou que a dor do mesmo aumentasse de forma exponencial, acabaria por me distanciar do homem e tomaria um dos antídotos que eu mesmo tenho, não saberia se era eficaz, o veneno dele me causara um pouco de dor e sempre imaginara o veneno de uma aranha com algo mais paralisante, lembrando das presas dela em suas teias, mas era melhor prevenir.

A qualquer momento que o barulho do tal monstro fosse maior do que o normal. Algo como ele estivesse se aproximando da minha direção, iria acabar cedendo a curiosidade e olharia na direção do tal monstro. Duvido que fosse uma aranha, os habitantes estariam acostumados a elas imagino... Ao ter o vislumbre do mesmo acabaria decidindo o que fazer em seguida...


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyTer 05 Fev 2019, 02:39


O assassino queria sair daquela confusão em que se metera. O que parecia um trabalho simples agora saía completamente do controle e aqueles sons apenas serviam para reforçar sua ideia de que precisava recuar assim como a vadia da sua parceira fizera ao deixa-lo para trás. Mas será que o marinheiro a sua frente permitiria que isso ocorresse?

Pelo visto não. Primeiro foi um saco de lixo, o cara obviamente gostava de atirar lixo nas pessoas, e usando a mão esquerda ele defletiu o objeto para a lateral, e assim como esperado logo em seguida veio o marinheiro. Sem pensar duas vezes o assassino aplicou um golpe segurando a adaga de forma invertida vindo de baixo para cima mas o oponente era ágil e se esquivava para o lado aproveitando a chance de segurar seu braço. Tolo.

Girando o corpo levemente, a adaga segurada pela mão esquerda avançava em uma estocada contra a barriga macia do adversário pretendendo ceifar sua vida, mas mais uma vez o homem escapava ao soltar o braço agarrado e saltar para a própria esquerda, contra-atacando com um golpe certeiro na bochecha do assassino o fazendo recuar dois passos.

Outro soco seguiu, mas errou a marca e ao invés o marinheiro teve seu braço cortado por uma das adagas, mas um terceiro soco fez com que o assassino recuasse ainda mais e se visse contra uma parede que tremia. O fato era que ele acreditava ser capaz de lidar com aquele verme se tivesse tempo suficiente, mas pelos sons, parecia que não tinha, e ele não estava afim de ficar ali parado esperando para descobrir que monstruosidade estava destruindo a cidade e fazendo tudo tremer.

Calros dizia algo e o assassino percebia finalmente a melhor forma de escapar dali. Dar ao ruivo o que ele queria. – Certo, parece que esse é o seu dia de sorte. – Disse enquanto pegava de dentro do sobretudo um frasco com um líquido transparente dentro. – Boa sorte. – E com essas palavras o homem jogava o frasco para cima e para dentro do beco, enquanto ele mesmo disparava na direção oposta, a da saída.


"SCREEEEEEEEEEEEEEEEEEECH!!!"
Um som absurdamente alto que machucava os ouvidos de ambos era escutado. Parecia que o monstro havia sido machucado, ou talvez estivesse apenas furioso.

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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyTer 05 Fev 2019, 14:09



Qual monstro que é?

Posts em aracne - 4/30
O homem estava irritado com o fato de eu não o deixar em paz. Como se ele tivesse algum tipo de direito a ficar irritado quando eu estava de boa na minha até ele me importunar. Numa série de ataques de minha parte, acabei sendo cortado mais uma vez, porém o homem acabou por jogar o que imagino ser o antídoto para cima enquanto corria na outra direção... bem, o maldito ainda é inteligente. Enquanto o frasco estava no ar acabei por ouvir um barulho ridiculamente alto que me fazia questionar por um instante o que havia acontecido com o tal monstro.

Andaria e pularia na direção do frasco, para tentar pegar o mesmo ainda no ar. Se eu não conseguisse eu olharia o frasco no chão e veria se o mesmo se quebrou. Se ele quebrou tentaria pegar as partes sem derramar mais do líquido e acabaria por beber o conteúdo que conseguisse salvar. Se eu conseguisse pegar o frasco no ar, ou ele não tivesse quebrado, não beberia sem pensar, ao contrário do caso que quebra. O maldito foi esperto. Retiraria a tampa e sentiria o cheiro. O líquido com certeza não era o mesmo do que estava nas adagas, o das adagas era verde, esse era transparente. Infelizmente eu não era perito em venenos, mas eu tenho um livro de toxicologia na mochila, poderia olhar mais tarde se conseguisse ir para um lugar tranquilo. Obviamente, independente do momento, se o veneno começasse a mostrar me afetar mais significativamente iria beber sem pensar.

Após esse conflito momentâneo resolvido, iria olhar na direção do barulho do tal monstro. Pelo que pareceu pelo último som que ouvira, o monstro havia sido atingido por algo. Ou seja, uma luta estava ocorrendo? Olharia na direção, qual era o tipo de monstro que estava por ali? Iria me aproximar aos poucos se não conseguisse ver de onde estava, não queria me meter exatamente na confusão que existia, só queria garantir que não havia nenhum civil em perigo desnecessário por ali. Me aproximaria olhando bem os arredores, não queria ser pego ali de forma desprevenida. Quando chegasse em um ponto onde era possível ver o tal monstro, olharia bem para o mesmo e para o que quer que tenha feito o barulho ensurdecedor, ele estava lutando com alguma coisa? Alguma coisa havia o machucado? Havia algum civil por perto machucado que o povo não ajudou enquanto corriam de medo?

Se não houvesse nenhum civil, e de fato fosse um monstro, não iria mais me preocupar com aquela situação toda, não acho que poderia fazer algo contra um ser monstruoso. Precisava ter noção da minha própria força, não estava me dando bem nem contra um humano usando adagas, imagina um monstro. Iria recuar e aos poucos voltaria para o navio. No caminho iria olhar sempre por algum sinal das duas figuras que me atacaram. Não queria cair em outro ataque surpresa. Caso visse a imagem de qualquer um deles. Já beberia o líquido transparente, caso não tivesse bebido anteriormente, não podia deixar o veneno fazendo efeito enquanto uma outra luta começasse. Se a pessoa em questão nem tivesse me visto por estar preocupada ainda com o tal monstro. Iria tentar chegar por trás dela e apesar de nunca ter feito algo do tipo, iria tentar aproveitar que tinha um conhecimento do corpo humano e tentaria dar aquele famoso golpe com força que faz as pessoas desmaiarem. Se a pessoa tivesse me visto, já iria me atentar a outros detalhes. Os dois estavam juntos de novo? O homem não parecia feliz com a arqueira que havia fugido antes, talvez foi procura-la para reclamar. Talvez estivessem brigando e poderia me aproveitar disso para tenta prendê-los. Se estivesse sozinho e já me notasse, já assumiria a posição de defesa. Se fosse o homem, imagino que ele não iria querer lutar ainda, já estava me achando meio louco provavelmente. - Bem, obrigado pelo antídoto, posso saber por que me atacou antes? - E se ele retirasse as adagas para me atacar. Iria olhar a minha volta se havia algum tipo de objeto que poderia usar contra ele. Se fosse a arqueira, eu falaria. - Você pareceu mais sensata... por que me atacaram do nada? - Mesmo perguntando, já estaria preparado para pular para o meu lado esquerdo em qualquer tentativa dela de puxar uma flecha.

Caso houvesse um civil, ou mais, a situação seria mais preocupante. Onde ele estava? O monstro estava por perto? O monstro estava ameaçando civis ou a preocupação dele era outra? O civil estava desacordado? Visivelmente ferido? Eram quantos civis na situação? Precisava reunir todas as informações antes de começar a agir de forma errada.


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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyQua 06 Fev 2019, 15:23


Com aquele movimento, o assassino conseguia o espaço para fugir enquanto Calros saltava em direção ao frasco tentando evitar que esse se quebrasse ao cair no chão. Pegando o objeto, ele abria e cheirava sentindo um odor distinto, mas ainda assim não tomava já que não tinha certeza que aquele era realmente o antídoto.

Saindo do beco ele olhava em volta para tentar descobrir o que estava acontecendo e não demorava muito para descobrir. A maioria das casas entre o porto e o local em que ele estava haviam sido destruídas. Pessoas fugiam na direção oposta, para o fundo da cidade e até mesmo dentro da mata já que a causa de toda destruição era um caranguejo gigante que lutava contra duas aranhas gigantes, o que parecia ser um mink touro, e um tipo de gosma que as vezes tomava as feições humanas.

Uma casa desabava e fazia poeira subir de forma que apenas as sombras daqueles seres ficavam visíveis após o breve momento em que o ruivo as viu claramente. E era nesse momento que do meio da poeira ele via o Agente Crow, a Tenente Li, Yumi e o navegador que era carregado por Yumi e pela Tenente aparentemente bem ferido.

– Calros!! Corre!! – Gritou Yumi sem parar ou perguntar o que ele estava fazendo ali.

- É muito azar, os deuses estão contra nós, um monstro atrás do outro... – A tenente corria e falava ao mesmo tempo como se estivesse em crise, afinal de contas não havia muito tempo que eles passaram por uma emboscada naval, escaparam de um Coelho Gigante dos Mares, e agora haviam sido pegos no fogo cruzado daquelas aberrações que lutavam no porto. Por pouco escaparam com suas vidas intactas.

Mas que pesadelo era esse? E seria possível realizar a missão e confrontar os Números, pegar o tesouro e escapar daquela ilha em meio a toda essa confusão?



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MensagemAssunto: Re: Rock das aranhas   Rock das aranhas EmptyQua 06 Fev 2019, 21:09



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Consegui pegar o frasco no ar, o cheiro do mesmo não me lembrou nada específico. Após isso, poderia me concentrar em descobrir qual era o monstro. Bem, várias casas destruídas, claramente não poderia enfrentar o que quer que fosse. E não demorou para ver o que era. Ou melhor: eram. Duas aranhas gigantes, apesar de assustadoras é claro, não era necessariamente o que me assustava, já imaginava que chegariam a tamanhos absurdos. Mas havia também um caranguejo gigante, deve existir alguma fonte muito estranha nessa ilha que causa esse crescimento absurdo em animais e os dois poderiam estar brigando por isso... Só que a coisa estranha não acabava por ali. Além disso havia um homem touro e um... homem gosma? Gosma humana? Caramba grand line. O que diabos é isso tudo? Não tive tempo real de pensar no que era aquilo tudo. Não cheguei a ver ninguém precisando de ajuda. Mas vi os poucos conhecidos que chegaram comigo surgindo. Yumi gritou para eu correr atrás deles.

Bem, não tinha porque não ouvir esse aviso. Sairia correndo atrás de meus companheiros. Se precisassem de ajuda com o nosso navegador acabaria ajudando. O veneno ainda me afetava e eu sabia que precisava agir rápido quanto a isso ou só seria pior, mas não queria confiar por completo neles ainda.

Quando finalmente chegássemos onde quer que fosse que o agente estivesse correndo na frente, iria olhar para Yumi, ele era um médico legista apesar de não aparentar ter idade para isso. Não era a área dele, mas talvez já me ajudasse. - Yumi... eu fui atacado por um grupo aleatório na rua. Eles tinham um veneno verde derramado sobre suas lâminas. Consegui esse líquido, que torço para ser o antídoto... - Falando isso, iria lembrar que eu mesmo tinha dois antídotos de veneno de aranha comigo. Retiraria os mesmos de minha mochila e compararia com o que peguei do homem. Se o cheiro e a cor fossem a mesma, não hesitaria e acabaria por beber o antídoto que consegui do homem das adagas. Se não fossem, continuaria falando normal com Yumi. -Você pelo cheiro, ou algum outro experimento, saberia me dizer se é seguro beber isso? - Se ele me olhasse de forma meio estranha por causa de se lembrar do livro que eu tinha em minha mochila, apesar de não saber se ele realmente sabe que estou com isso na mochila. - Eu não teria tempo de olhar página por página do livro para descobrir se isso aqui é outro veneno ou não. Preciso me tratar rápido. Eu sinto o veneno atacando o meu corpo aos poucos. - Falaria até mesmo mostrando os cortes que sofri pelo meu corpo. - Se você conseguir descobrir algo deste antídoto, podemos até sintetizar mais, já que pelo visto tem um grupo que não gosta de marinheiros a solta por aí. - Se alguém ouvisse a minha história toda e acabasse pedindo mais detalhes. - Não tem muito o que falar. Eu estava andando na rua tranquilo, sem chamar atenção eu acho. E um homem e uma mulher me cercaram, ele com duas adagas e a mulher com um arco e flecha. As adagas dele estavam embebidas de veneno. - Iria explicando. - Ela parecia mais sensata e não via motivo para me atacar. Mas o homem estava com sangue nos olhos e me atacava de qualquer forma. - Continuaria. - E eu demorei a descobrir que era um homem e uma mulher, eles estavam com mantos e capuzes e por isso não vi o rosto deles. - Se me indagassem sobre eles serem do grupo dos Números. - Bom... eu sinceramente não sei. Se o que o número cinco disse for verdade. - Falaria já lembrando do discursinho fajuto dele no navio. - Então o número zero realmente sabe que estamos aqui e do que aconteceu, faria mais sentido eles não hesitarem me atacando e imagino que não seriam só dois e sim mais. Além de duvidar que um daqueles loucos fosse hesitar de me atacar igual a menina fez.

Se infelizmente Yumi não soubesse se era seguro ou não tomar aquilo, e o outro médico da marinha não estivesse por ali, iria respirar fundo por um instante pensando no que poderia fazer. Os antídotos eram diferentes, se é que o que eu tinha era um antídoto. Infelizmente o veneno iria me consumir aos poucos até a minha morte e isso eu não poderia, principalmente com o navegador machucado. Torceria pelo melhor e beberia o antídoto, torcendo para que ele guardasse pro caso de ser atingido pela própria lâmina. Não sentindo nada de ruim no momento. - E então Yumi, como posso te ajudar a tratar o nosso navegador. - Perguntaria já me aproximando do homem para ver o que ele tinha. - E o que vocês estavam fazendo exatamente? Para acabarem no meio daquela confusão? - Essa seria uma pergunta mais genérica, adoraria ouvir a resposta de qualquer um deles.

Se Yumi não soubesse, mas o médico estivesse por onde quer que nós tivéssemos corrido. Iria repetir o que havia contado, torcendo para que a resposta nesse caso fosse mais positiva. - Eu posso beber ele de uma vez? Ou acredita que precisará guardar para tentar fazer mais? - Seria um caso pior, não sei por quanto tempo poderia ficar a mercê do veneno desse cara. Se a resposta fosse negativa. Acabaria repetindo as mesmas ações e falas para o caso onde o médico não estivesse. No máximo modificando a fala para. - E então... - Não sabia o nome do médico, mas iria me aproximando do navegador. - Como posso ajudar a trata-lo?

Após o tratamento do navegador, pediria para que eu mesmo fosse tratado um pouco. - Poderia me ajudar? - Falaria tanto para Yumi, quanto para o médico. - Ainda não consigo me tratar. - Diria olhando para os cortes que recebi, era necessário que eles fossem limpos e que a minha pele fosse costurada... pelo menos imagino que só isso. Eu já tinha uma noção, mas não confiava em minhas mãos o suficiente para executar aquilo ainda. Se eles falassem que não era possível para eles fazerem aquilo no momento e nem por um bom tempo, eu acabaria tentando fazer aquilo por conta própria. Olharia se havia um kit médico onde quer que estivéssemos e se tivesse tentaria limpar a ferida em volta do corte de minha barriga. Eu só possuía noção do que fazer se alguém estivesse morrendo em minha frente e como funcionava o corpo humano... consigo imaginar que preciso costurar a minha pele, a famosa sutura... iria respirar fundo por um instante, retiraria a minha corda da mochila e morderia a mesma. Ok... pegaria a linha de costura médica e a agulha médica e começaria. Iria cruzando a linha em formato de X, tentando não reclamar da dor. Não sei se era a forma correta e sinceramente agora eu até conseguia me imaginar aprendendo a costurar e aprendendo a fazer suturas. Os dois entraram na lista de prioridades em minha mente a cada fisgada que sentisse na pele por causa da agulha. Quando eu acabasse, iria olhar quão porco o serviço ficou. Esperava que não tivesse ficado muito ruim, acabaria colocando um esparadrapo por cima disso. Ainda teria o corte do braço. Sinceramente não conseguia me ver suturando porcamente um braço só usando uma mão. Iria simplesmente colocar um esparadrapo, esse braço teria que ficar para quando os outros médicos ficassem livres para cuidar de mim. E existia a chance de não termos um kit médico por ali e esse ser o motivo até do porquê de eles (ou dele, se só Yumi estivesse por ali) não poderem cuidar de mim. Nesse caso seria mais interessante. Veria se os meus cortes estavam sangrando muito. Se estivessem, teria que diminuir como pudesse, no braço poderia simplesmente rasgar um pouco da camisa para amarrar no machucado. Mas com a barriga era mais complexo. Provavelmente mesmo com a camisa toda amarrada ainda seria meio fraco o nó e acabaria se soltando, então só faria isso se o sangramento fosse fraco, assim mesmo com o nó se desfazendo com o tempo já seria o suficiente. Se o sangramento fosse forte, pegaria a poronga, tinha que ter uma forma de ligar a mesma, meu plano ali era que queimar o ferimento para parar de sangrar muito.

Com tudo isso feito, viraria para o agente Crow. - Senhor. - Falar isso para um ser diminuto era meio estranho. - Qual é o nosso próximo passo? Tentar descobrir onde os números estão? Descobrir quem me atacou? Ou já partiremos em busca do tesouro? - Indagaria, e se ele perguntasse porque não sugeri continuar procurando por capangas para irmos até o tesouro. - Não acho que conseguiremos achar aliados na ilha após aquela destruição em massa que ocorreu na cidade. Provavelmente o povo só vai continuar fugindo e não vão querer ir para o meio da floresta onde aranhas daquele tamanho podem ser normais. - Diria, apesar de até mesmo duvidar um pouco disso, aquele tamanho era muito acima do normal, não deveria haver muitas delas.


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