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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Everybody Ye Ye Ye

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MensagemAssunto: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyDom 23 Dez 2018, 04:14

Relembrando a primeira mensagem :

Everybody Ye Ye Ye

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Asger e Henry Meursault. A qual não possui narrador definido.


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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyQua 13 Fev 2019, 00:14




XII – The battle is over. See you later.


Era claro que o combate tinha ido para um caminho muito mais perigoso do que parecia que iria quando começamos, uma troca de golpes fortes se tornou alto bem mais extenso, o veneno entrou no meio e agora explosivos também foram implementados. O cansaço tinha tomado conta de todos os corpos, a dor referente a ter sido acertado em cheio pela pólvora do homem era grande, sentia um grande formigamento, ardência e a vontade de gritar pela dor exaurida ali. Minha expressão facial não poderia ser diferente da de quem está sentindo dor, apertando os dentes para sustentar daquela maneira, minha resistência havia fraquejado após tantos golpes e por fim ainda tinha uma explosão da qual feria meu corpo mais do que queria. Meus inimigos também haviam sofrido, o homem de boina tinha sido ferido pela própria explosão, perdendo alguns dedos de sua mão e o mascarado havia sido acertado por duros golpes, a batalha para mim tinha o seu fim por ali, não tinha necessidade de continuar para apenas nos ferirmos mais, a morte era algo divertido de ver acontecer, mas, como um homem disse uma vez: “Descansar hoje para que possamos lutar amanhã.”

Os sirenos concordavam com a minha opinião mostrando a mesma linha de pensamento em suas falas. – Nós iremos! Deixamos isso tudo para trás e se aparecerem em nossa frente novamente... Mostraremos a eles o que nossa raça é capaz de fazer! Isso é apenas o início! – Não pouparia esforços para levantar a minha voz o mais alto que pudesse ser ouvida, me apoiaria em minhas próprias pernas, estendendo os meus braços a frente ou para o lado para que tivesse mais equilíbrio devido ao veneno estar em meu sangue, ainda cansado de tudo, andaria até Henry, não devia nada para ele, estaria a fazer um favor para leva-lo dali. O homem tinha fracassado em seu primeiro combate ao meu lado, não devia favores para ele e a única coisa que nos ligava éramos odiar humanos e termos dividido uma cela, mas, companheiros nunca ficam para trás, havia de mostrar isso para também inspirar que outros me seguissem, por isso, agarrá-lo-ia com todas as minhas forças restantes, colocando-o sobre meu ombro direito como se carregasse uma caixa e apertaria o passo para seguir junto aos sirenos.

Empurraria quem estivesse em meu caminho, de preferência tentando derrubá-lo e pisar sobre o seu corpo para depositar todo o meu peso e possivelmente mata-lo, apenas não faria isso se percebesse que o mesmo era da mesma raça que a minha, onde o alertaria para seguir comigo. – Hey! Você! Venha comigo! Junte-se a nossa fuga, unidos somos mais fortes! – Muitas vezes a desconfiança é o melhor amigo do homem, vivemos em um mundo perigoso e é difícil confiar em uma pessoa de cara, não se deixa a chave de sua casa na mão de um estranho. – Confie em mim nesses instantes, estaremos seguros logo e você poderá seguir o caminho que desejar, a única coisa que posso garantir através dessas simples palavras é a sua segurança, se você viu a nossa luta contra aqueles humanos, pode ver que estamos em um nível superior a eles em todos os quesitos. – E por fim, concluiria com um aceno de cabeço se o mesmo concordasse, infelizmente, desistiria da negociação se ele recusasse, estava sem tempo para estar fazendo aquilo naquele tempo.

Olharia para os sirenos, deixando que guiassem o caminho por causa que a moça estava trabalhando ali de guarda antes de traí-los, uma coisa da qual me questionava era que não havíamos nos apresentados. – Envy! Guie o caminho! Aliás, qual o seu nome, Sireno? – Estaria a deixar a formação em um triângulo, com os dois nas pontas e eu mais atrás no centro deixando que abrissem caminho a minha frente, estaria tomando cuidado com possíveis guardas que estivessem tentando barrar a nossa passagem. Para isso, tentaria abusar de saltos e jogos de corpo para sair dos seus golpes, tentando contra-atacá-los com a arte dos chutes, procurando acertar chutes frontais em seu peito, cabeça ou parte mais fácil de ser acertada, para se derrubasse, abusar do meu peso e depositá-lo totalmente em cima do corpo do homem.

Prezaria pela segurança do carregado o máximo que pudesse, tentando mantê-lo intacto de outros golpes, tentando rodá-lo ou jogar o meu corpo para frente para que ele não viesse a ser acertado. “Meursault me fará mil favores depois que sairmos dessa. Se não, lhe corto a cabeça.” Pensaria em meio ao caminho por estar realizando tudo aquilo. Caso conseguíssemos sair, olharia todo ao meu redor, procurando ajustar a minha vista com a iluminação do ambiente e tentando me adequar dentro dos conhecimentos geográficos que havia em minha mente por ter estado em Las Camp, se ainda estivéssemos lá, procurando encontrar em minha memórias, referências daquela ilha e aplica-la ao ambiente. Se conseguisse reconhecer alguma localidade ao redor, procurar um lugar seguro era a primeira coisa da qual tínhamos que fazer, então tentaria lembrar de algum estabelecimento abandonado do qual ficava perto de uma loja de medicamentos ou um ambiente que tivesse uma rápida maneira de fugir de possíveis inimigos.

- Temos que encontrar um lugar seguro primeiro, procuraremos um médico para nos tratarmos depois e por fim, devemos ir atrás de suprimentos. – Caso lembrasse de algum lugar, avisaria aos meus companheiros, apontando a direção da qual deveríamos seguir, procurando achar uma rota para tal lugar que fosse mais escondida através dos becos, esgoto ou qualquer outro tipo. – Nós devemos ir por ali, conheço um lugar seguro ou que, pelo menos, era seguro antes de eu ser preso. – E então guiaria o grupo, tentando manter a mesma formação anterior, mas, desta vez, com eu no centro. – Fiquemos em um triângulo, vocês dois cuidarão da retaguarda e eu cuido da frente, avisarei qualquer coisa estranha. – E como dito em minha fala, estaria atento a qualquer inimigo, movimentação ou pessoa que percebesse em minha frente, procurando me esconder de qualquer um, alertando os meus companheiros com um gesto de mão de pare e depois indicando para qual direção deveríamos nos mover ou, se tivesse que tomar uma decisão mais rápida, me movimentaria primeiro e depois puxaria os dois sirenos para perto de mim, de maneira a nos escondermos melhor.

Conseguindo um teto sobre a nossa cabeça, respiraria profundo, colocando Henry deitado em um canto seco e mais quente e depois procurando observar os meus ferimentos, tentando ver como estavam, senti-los com o meu tato e também a dor, olharia para os dois sirenos e/ou alguém que tivesse se juntado a nós e tentaria motivá-los. – Fico feliz que todos nós estejamos aqui. Agradeço pela participação de todos e esse é só o começo para que os humanos estejam beijando as nossas botas futuramente. – Daria uma pausa leve, respirando e expirando. – Nosso próximo passo é encontrar alguém com conhecimento e suprimentos médicos, precisamos cuidar de nossos ferimentos o mais rápido possível. Sofri um pouco do veneno do homem mascarado e creio que Henry também tenha sofrido. Vocês sabem algum médico pela região? – Esperaria uma resposta, se alguém respondesse que sim, pediria mais informações. – O quanto você confia nele? O tratamento é caro? Ele fica muito longe? – E se fosse uma outra pessoa além dos sirenos, perguntaria. – Qual é o seu nome? – Por fim, respiraria mais uma vez.

- Façamos o seguinte: descansaremos meia hora para recompor as nossas energias, vocês procurarão por suprimentos, comida, água ou qualquer outra coisa que achem necessário. Eu irei atrás do médico. – Tendo informações ou não, teria que me aprontar, mas, antes disso deveria descansar, por isso, me sentaria em algum canto esperando.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyQua 13 Fev 2019, 01:46

Lutar outro dia, era a escolha do Tritão, ele sentia naquela hora toda a dor que a explosão tinha causado. E naquele exato momento começava a se preparar para ir embora, verbalizando concordância com a ideia. Naquele momento, ele tinha tomado uma decisão difícil, apesar de tudo, ele escolhia levar o humano consigo, não tinha dívidas com ele, mas, decidia não deixar ele pra trás mesmo assim, colocando ele nas costas e começando a seguir junto dos sirenos. O caminho era um tanto difícil, mesmo ali era como caminhar em terreno rochoso, como se tivessem pisando em uma zona de caverna, e de fato, pelo som dos passos, ainda estavam no subsolo.

Asger era implacável em sua movimentação, sempre que algum homem aparecia em seu caminho ele o derrubava sem dó, e rapidamente pisava por cima, colocando o peso de seu corpo para trabalhar. Logo ele deixava que Envy o guiasse e escolhia também questionar qual o nome do irmão da jovem garota, e a resposta surgia rapidamente. -Eu me chamo Saulo, é um prazer.- falava ele sem desviar muito o foco afinal, inimigos ainda podiam surgir em meio a jornada, eram quase 5 minutos de corrida, sendo que todos eles já estavam cansados, tuneis e mais tuneis, até finalmente poderem ver a saída.

Assim que chegava la fora, o tritão liderava colocando em pauta os planos que pra sua surpresa seriam mais “faceis” de se realizar. Pois Saulo era um médico. - Saulo, é bom com medicina, ele aprendeu quando eramos mais novos, ainda na ilha dos tritões. Eu tenho uma casa onde estou me escondendo nesses tempos podemos ir para lá.- Asger sem perder a postura, ordenava que eles mantivessem a formação estavam agora nas docas, mais especificamente na zona afastada e se embrenhavam pelos becos assim que seus pés tocavam a parte urbana da cidade, até finalmente chegarem para o lugar esperado. Eram quase mais 10 minutos carregando o garoto, porém não tinham sido seguidos, e estavam finalmente em um lugar tecnicamente seguro.

A jovem ouvia o que o tritão tinha a expressar sobre conseguirem suprimentos, e ela tinha uma ideia sobre tal coisa, que se fazia, ela ia repassar agora o que tinha em mente. -Bem, eu não tenho os suprimentos mas sei onde conseguir eles, há um armazém aqui perto e podemos roubar comida nele, e voltar aqui sem sermos descobertos, mas precisamos talvez apagar alguns guardas. Porem tem algo que precisamos comprar, apesar de termos meu irmão pra nos tratar, não há um Kit médico aqui, eu tenho apenas um analgésico que dá pra tomarmos e amenizar a dor.- comentava ela sobre a possibilidade de eles primeiro se tratarem, antes de procurar comida, ela acreditava ser algo de maior valor de certo modo.

Henry estava mal claramente, e mesmo desmaiado soltava alguns grunhidos de dor casualmente, já os dois sirenos aparentemente tinham machucados menores, a moça estava com um corte no braço e um talho na cauda, mais especificamente onde ficaria uma panturrilha humana, e o irmão dela, com um corte fundo no peito, mas que ele conseguia tratar se tivesse os recursos. Ela então explicava melhor sobre onde conseguirem o kit médico. - Tem um homem aqui na cidade, que fica ao norte daqui, ele fica na zona mais obscura e ele trafica coisas diversas, drogas, fármacos, e remédios em geral, com ele não tem erro, temos aqui já bandagens, linha de sutura e agulha, além de que temos algodão, precisamos de alcool também.- ela falava essas coisas e anotava uma pequena lista e entregava a Asger. - nós vamos fazer o seguinte, como Henry não tem ferimentos abertos porem ele quebrou as costelas com o que temos aqui podemos ir improvisando algo nele, e esperamos sua volta com as coisas e te tratamos.- era isso que pontuava o irmão, eles esperavam a resposta de Asger, poderia tanto ser um outro plano como algo diferente, mas tinham de ter passado essas informações.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptySex 15 Fev 2019, 23:28




XIII – It’s not time to stop.


Tudo havia ficado favorável para nós, havíamos um grande espaço de tempo para a nossa fuga e consegui agarrar Henry e carrega-lo junto a mim, saíamos sem maiores problemas, alguns humanos foram esmagados durante o caminho e isso para mim era um grande prazer de ter feito, tão frágeis! HAHAHA! Envy revelava uma boa surpresa, seu irmão, Saulo, era um médico e tínhamos um lugar para estarmos, logo, tínhamos adiantado duas partes daquele primeiro plano básico e simples. Em um lugar relativamente seguro, eles não tinham suprimentos médicos, em contraponto, tínhamos onde achar suprimentos de ambos os tipos, a descrição do homem era mais relacionada ao que ele estava acostumado a fazer e não a si mesmo o que teria me ajudado a adiantar essa parte, mas, como ainda estávamos em um tempo de descanso, daria alguns segundos antes de concordar com a parte de Saulo, pensando sobre o assunto. – Você está certo, Saulo. Devemos mantê-lo aqui, cuidem dele e eu busco os suprimentos médicos. Envy, qual é o nome desse ser e como ele se parece? – E antes de eu continuar a perguntar, esperaria a sua resposta. – Ok. Vocês acham que são capazes de entrarem e roubarem os suprimentos sem mim? Adiantaria um pouco do nosso tempo. Sinto muito, Envy, mas não confio neste local, simplesmente por você já ter estado aqui antes e eles podem ter te seguido outro tempo. Por enquanto, deve bastar, mas, teremos que ir para um outro mais seguro depois.

Com a conversa tendo um fim, bateria nos meus bolsos procurando pela quantia monetária, sacaria em um lugar mais distante dos três de maneira que não vissem o que eu estava fazendo e começaria a dar uma contagem rápida do dinheiro. Tinha as informações necessárias para começar a busca pelo homem, começaria me despedindo dos sirenos e tentando sair pela porta que daria de cara para o beco mais próximo e então me moveria o mais rápido que pudesse, tentando não abaixar a minha adrenalina para que a dor não viesse por inteiro. Olharia para os dois lados sempre que estaria a me movimentar, andaria pelos becos mais escuros e pelas ruas mais vazias, tentando sempre estar gravando o rosto das pessoas que eu via ou que me viam, se acabasse estando perto de uma loja de roupas, adentraria na maior velocidade que conseguisse encontrar, seria direto. – Um sobretudo longo e preto, para já, qualidade baixa ou média. – A minha aparência poderia ser intimidante para alguns, mas, demonstraria a minha impaciência naquele momento, se ele me ficasse encarando e não começasse a se mover ou recusasse a vender devido a minha raça, o empurraria para trás, começaria minha busca rápida pelo o que estava procurando, se conseguisse achar, deixaria a quantia referente aquilo direto no balcão e sairia sem dizer nada, apenas colocando o sobretudo em meu corpo e partindo. Caso achasse uma mochila grande, também compraria e pagaria o devido valor.

Tendo uma nova vestimenta, poderia começar a me movimentar mais livremente pelas ruas mais cheias, então aproveitaria para procurar por uma loja de materiais ou um ferreiro, onde adentraria o estabelecimento a procura dos mais diversos materiais, tinha uma lista em minha mente. – Um martelo, uma bigorna, uma morsa, uma lixa, um par de luvas de couro e também irei querer quatro lingotes de ferro. – Novamente, calcularia todo o valor e pagaria a quantia exata que fosse me proposta, nada excedente.

Como não podia confiar em ninguém, tinha que confiar em meu instinto de direção e conhecimento da ilha, estávamos em Las Camp e havia passado muito tempo ali para saber onde ficava o norte da ilha, procurando por pontos de referência e caminhando tentando não esbarrar em ninguém para não causar problemas, ao ver algum marinheiro ou pessoal do governo, tentaria me desviar do caminho deles sem que eles percebessem, procurando entrar em alguma loja, algum beco ou qualquer outro lugar do qual pudesse me esconder. Estando no norte da ilha, não sabia bem um local onde procurar pelo homem, por isso, avistaria o beco mais próximo e adentraria, tentaria procurar por um homem que estivesse se escondendo em meio a ali e me aproximaria, tentando aproveitar da escuridão para que a minha aparência não fosse revelada, estando coberto com o capuz do sobretudo se tivesse adquirido. – Com licença, você conhece o *diria o nome do homem se Envy tivesse revelado*? – Caso contrário, apenas perguntaria. – Estou a procura de um barato do bom, o que me tem aí?

Se ele fizesse de desentendido, sorriria, tentando mostrar os meus dentes como o ponto branco em meio a escuridão. – Amigo, nenhum de nós dois somos bobos, conhecemos quem vive por essa região e que está disposto a vender alguns fármacos por um preço bacana. – E caso o mesmo continuasse com esse mesmo comportamento, daria um passo a frente e tirando o capuz. – Acredito que tenha seus motivos para não revelar, mas, como pode ver, eu tenho uma característica especial, sou um tritão. Não tem motivos para eu estar do lado dos “mocinhos”. – Os humanos eram cada vez mais tolos que imaginava, algumas vezes, o simples fato de ser um tritão causaria uma repulsão em grande parte deles, em outros, geraria aspectos diferentes de subestimação. – Você deve estar me fazendo passar por um tolo. Acha que eu não sei que é um dos olheiros ou vendedores deles? Um beco escuro, em meio a essa cidade grande, não fazendo nada. Há. Vamos lá. –  Diria se o homem continuasse com esse mesmo comportamento.

Por fim, se não desse certo o meu diálogo, apenas viraria de costas, colocando o capuz novamente e dando passos lentos para que ele processasse a informação, apenas pararia se ele me pedisse para tal, caso contrário, continuaria andando até o beco mais próximo e repetiria o mesmo procedimento. Mas, se o homem, por fim, concordasse em me mostrar onde estava esse traficante, seguiria ele indo até ele. Se fosse me pedido uma lista do que eu queria, diria. – Vou querer um kit médico completo, contendo, pelo menos, morfina, analgésicos, bandagens, linha e agulha de sutura e pomada para queimadura. O pagamento será feito em verdinhas ao vivo. – Retiraria apenas uma quantidade de cerca de quinhentos mil berries do bolso para mostrar que estava falando sério e esperaria que ele pegasse o que havia pedido, pagaria a quantia da qual fosse proposta se não fosse um valor absurdo acima do que havia em mente. – Isso não vale por tudo, se fosse para pagar um absurdo desses, iria em uma farmácia. – Daria de costas para repetir o mesmo procedimento do beco, não me importando em sair e virar no próximo beco que encontrasse, isso se ele tivesse proposto um preço absurdo, caso contrário, apenas sairia dali com os medicamentos e a quantia a menos, colocaria tudo na mochila ou dentro do bolso do sobretudo ou da minha própria veste.

E por fim, voltaria andando com os mesmos movimentos para me esconder, tentando usar o sobretudo para esconder a minha aparência e chegar a localização de Envy, onde entregaria tudo para Saulo e esperaria o meu tratamento.


Objetivos:
 

Lista de Compras:
 

Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptySab 16 Fev 2019, 11:45

Ele naquela hora prestava atenção em tudo que as jovens tinham a dizer, era fascinante mais a pergunta que se mostrava naquele momento era sobre a aparência do homem. Ele queria mais detalhes para poder se guiar nas suas escolhas, no entanto, mesmo assim era complicado ter muitas informações naquele momento. Envy tentava explicar as coisas o melhor que podia mas tinham informações demais para que eles entendessem. - Bem, ele é careca, e musculoso, só da pra dizer isso acho, o nome é Altis, mas pra chegar até ele você só precisa encontrar o beco, chegar perto da porta e dizer “Vim aqui padre… Por que pequei” ele era algo assim antigamente e vão te deixar entrar, não se preocupe, siga seus instintos e vai dar certo. Porem essa senha é apenas pra caso você tenha problemas de encontrar o local- dizia a moça olhando com certa seriedade diante da situação, ele esperava que ela também compreendesse outra coisa que para ele aquele lugar não é seguro, e que precisariam sair dali, no entanto ela também tinha algo a dizer sobre isso. -Eles sabem onde acreditam que eu moro, não onde é esse lugar, mas se fala de segurança, enquanto em Las Camp, não estamos seguros, eles tem redes de contato por todo lugar, onde formos, tem olhos deles nos vigiando, hotéis, faculdades, nada é seguro Asger, não aqui nessa ilha, enquanto estivermos nesse lugar seremos perseguidos, temos que sair dessa ilha. A verdade é essa.- ela dizia apenas isso sobre o caso que era abordado, e ela estava certa, uma rede de caçadores grande como aquela, devia ter algo na manga, eles pareciam ser uma organização bem maior do que realmente demonstraram ali.

Talvez em outro lugar tivessem chefes maiores que eles, que controlassem aquela pequena facção como marionetes, o boinaman e garra-man serem apenas pequenos bonecos doidos e soltos por aí. Um pouco afastado dos 3 principais, o tritão decidia contar seu dinheiro, ele olhava vendo que tinha cinco milhões com ele, suficiente para fazer as compras que ele desejava, a primeira coisa que ele fazia após isso é seguir pelas vielas da cidade, os becos era obscuros e a noite estava fria, as feridas em seu corpo mesmo com os analgésicos, ainda doíam. Ele, no entanto, ia atento a tudo em sua volta, ele procurava uma loja, e ele realmente encontrava, mas não era apenas uma loja única, chamava-se “De tudo um pouco” era um lugar que já se encontrava dentro dos limites mais estranhos da cidade, a porta estava aberta e era grande, como se fosse um portão de uns 4 seculos de idade se fossem realmente observar. O balcão era igualmente velho, e a forma que tudo estava espalhado dentro dela era que dava o maior charme, haviam prateleiras, mas as coisas estavam misturadas por elas. O homem que cuidava da loja era interessante, ele possuía cabelos negros de um lado, brancos do outro, olhos de cores diferentes, um amarelo e outro vermelho, e uma expressão estranha no rosto. Havia uma mascara de gás que ficava presa na parte do seu pescoço como se estivesse pronto pra fazer um ataque com uma bomba de gás a qualquer hora.

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O garoto via Asger adentrar na loja naquele momento e logo perguntava. -O que deseja senhor?- falava ele olhando para o enorme baiacu. Asger já tinha visualizado um sobretudo preto ali, ele apenas falava qual a roupa que queria pegando ela, e eventualmente vendo uma mochila grande ali a pegava também, e pagava pelos dois, 125.000 até aí. Porem ele notava que ali tinham materiais de forja aos quais ele poderia usar. Ele descrevia tudo que queria para o rapaz que ia pegando as coisas. Tudo aquilo dava 325.000 somando um total de 450.000 gastos na loja, ele apenas pegava tudo, organizava e partia do local, enquanto o garoto via suas costas se afastando se despedia. - Obrigado senhor, volte sempre. Temos de tudo aqui.- falava o homem que não parecia ter tido qualquer susto com a aparencia do tritão, o que isso significava? Era muito simples, ele já estava nas vielas das trevas, dentro do submundo, mais apenas na beirada, perto do mercado negro. Mais algum tempo se passava e finalmente ele chegava ao beco esperado, sim, era muito facil perceber, pois naquele lugar tinha muco espalhado pelas paredes, e não tinha saída, apenas uma porta. Lá ele se aproximava e questionava sobre a existência do homem que procurava, o guarda abria levemente a porta, onde ele podia ver melhor o que estava ali dentro, na verdade ele podia ver os dois guardas primeiro. Um era um rapaz um pouco mal encarado, vestido com uma roupa preta de detalhes azuis, cabelos negros e uma espada na lateral esquerda. Já a garota era aparentemente não humana, orelhas de gato, ou talvez de uma raposa, seja como fosse, ela tinha pelos e deveria ser alguma outra especie, provavelmente uma mink.

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Os dois abriam a porta com cautela e mandavam que o garoto seguisse pelo corredor, era um corredor bem longo e estreito, que seria ruim para o tritão se locomover corretamente. Ele caminhava e finalmente chegava até o careca descrito que tinha consigo os farmacos que ele tanto precisava. O homem olhava pra ele que explicava quais os itens que ele queria, o careca reunia tudo que ele falava e então jogava em cima duma mesa falando. - Seguinte, eu estou aqui a negócios difíceis, e são itens de consumo comum, que eventualmente vão te ser uteis mas, eu coloquei minha cabeça em risco para trazer isso aqui.- falva ele convicto do que estava se passando ali, ele tinha um ponto que era muito bom, porém que não o colocava com o vendedor número 1, na verdade o traria problemas de certos pontos de vista. - Seguinte menor… Cobro 800.000 por tudo, e você ainda pode levar duas de morfina de graça.- falava o homem naquele momento. Que tinha uma proposta de preço abusiva de certo modo, se ele estava comprando apenas um kit com básico. O tritão não aceitava aquilo e fazia suas palavras em barganha sobre a proposta dele. Que respondia apenas sendo um tanto rápido sem rodeios.

Ele olhava nos olhos do tritão arqueando as sobrancelhas, e então começava a falar. - Seguinte menor… Isso aqui não é nenhuma farmácia, se tu tá aqui, é por que tu não quer ser registrado em lugar nenhum, tá fugindo de algo. Eu cobro pelos materiais e por minha discrição, de ser alguém que não vai te colocar numa cova, se você pudesse ir em qualquer farmácia, tu ia tá lá.- falava com olhar claramente serio, e então falava sua ultima proposta para o tritão. - Aí vão os 650.000 ou nada. Se não aceitar isso, procure sua farmacia.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptySab 16 Fev 2019, 13:55




XIV – Luckily for you, I do not have the time or energy to spend.


Estava noite ao sair, era um alívio poder me camuflar mais facilmente em meio a escuridão que se formava quando apenas a lua estava no céu, encontrar uma loja que precisava não era das maiores dificuldades, mas, era estranha e com certeza me lembraria disto em um futuro próximo, suas prateleiras desorganizadas, o ambiente todo parecendo uma grande decoração de halloween e o mais estranho, era o atendente “fantasiado”. Para minha alegria, havia tudo o que planejava comprar, adquirindo todos aqueles itens e guardando-os em minha bolsa, com tudo pronto, partira dali. O ser humano mal havia estranhado minha aparência, talvez por ele ser estranho e estar acostumado com o preconceito que os humanos têm com qualquer coisa que não siga o seu padrão, não tem dois olhos castanhos? Estranhos! Um cabelo da mesma cor?! Estranho! Uma pele mais escura! Estranho, errado. Ah... Tão tolos!

Assim como Envy havia me dito, Altis me atendia após passar por um lugar estranho, o portão denunciava que algo acontecia ali e os guardas estavam bem mais preparados do que qualquer boca de fumo que pudesse se encontrar, não me surpreenderia que a marinha era paga para desviar os olhares daquela região. Com ele, conseguia tudo o que queria, mas, seu preço era abusivo como suspeitara desde o início em meus pensamentos, pagaria mais caro pelo preço daqueles medicamentos do que várias ferramentas de forja e outras coisas, respiraria fundo, tinha conseguido fazê-lo abaixar o preço em 150.000 berries, só que ainda não era um preço agradável a se pagar, algo que seria bastante incômodo e dolorido no bolso por não ter muito dinheiro.

O ponto de discrição que ele levantava era algo sério e um bom ponto para ser levantado, felizmente para ele, não estava com muito tempo e corria um risco dos meus ferimentos piorarem conforme não fossem tratado adequadamente, conseguia sentir isso através das dores que até mesmo superavam os efeitos dos analgésicos que foram me dados. Suspiraria, decepcionado por não ter conseguido um preço baixo e no fim, gasto um milhão de berries em simples compras. – Está certo. Mantenha a discrição que farei o mesmo. – Teria certeza de apenas retirar os 650 mil berries do meu bolso e nada mais, tentando não mostrar para aqueles traficantes que havia uma quantia maior do que aquela para não me tornar um alvo, querendo ou não, estava em desvantagem numérica e os ferimentos acabariam impactando em uma luta. Pegaria os medicamentos guardando-os na mochila e partiria dali, novamente, sem falar um único A ou olhar para trás, apenas saindo por onde havia vindo.

Mantendo-me com o capuz em minha cabeça, utilizaria das mesmas estratégias para tentar passar despercebido por qualquer homem da lei ou pessoa que pudesse me denunciar, mas, caso olhasse para trás e visse um rosto familiar, rapidamente entraria na rua mais a direita. Para ter certeza que estava sendo seguido, repetiria o mesmo procedimento mais duas vezes o que levaria eu para o ponto inicial, se em todas, a pessoa continuasse no meu encalço, começaria uma corrida para longe, tentando sair o mais rápido possível de seu ponto de vista, tentando jogar coisas para trás e dificultar que me alcançasse, as dores provavelmente me incomodariam bastante, principalmente os cortes na perna, mas, tentaria resistir a todas as dores que viessem.

Chegando ao local em que Envy estava, começaria a me pronunciar. – Consegui os remédios, estão todos comigo e algumas coisas extra para mim. – Se tivesse sido seguido, também alertaria. – Me seguiram até aqui, tentei despistá-los, mas foi em vão. Preparem-se. – Mas, caso não tivesse sido ou percebido, olharia para Saulo, onde me sentaria em uma cadeira próxima ou no chão, colocando a mochila ao meu lado e abrindo-a. – Está tudo aqui. Por favor, comece seu tratamento. – E tentaria aguentar possíveis dores que viessem do tratamento e dos medicamentos, torcendo para que tudo passasse o mais rápido possível. Após o término, estava na hora de nós descansarmos um pouco, sabia que estávamos possivelmente em perigo, os olheiros e tudo mais que Envy havia comentado anteriormente. – Vamos descansar e revezar, eu fico com o primeiro turno e vocês podem dormir. Antes do sol nascer, sairemos em busca de um navio, devemos sair dessa ilha o mais rápido que der. – Esperaria que tivéssemos ideias ou que todos estivessem de acordo, após ISS, me posicionaria no ponto mais alto dali, de maneira a olhar tudo ao meu redor e ficar com os olhos atentos para isso. Se tivéssemos sido seguidos, esperaria a primeira ação deles ou alguma ideia dos meus companheiros.




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Última edição por Achiles em Dom 17 Fev 2019, 07:24, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptySab 16 Fev 2019, 16:21

Asger aceitava a proposta do homem, que apenas estendia a mão para apertar a dele e pegava o dinheiro, que era tirado do bolso do rapaz de forma que gerava meticulosamente a quantidade necessária de dinheiro que ia tirar. Entregando para o homem tal coisa, ele seguia em ritmo para o local onde havia deixado seus possíveis companheiros. Ele aos poucos se esgueirava por as escuras vielas sujas do mundo sombrio que era aquele lugar. Ninguém o seguia ou ao menos não por hora, e finalmente estava na casa, ao adentrar ele entregava o kit para a moça que o pegava deixando em cima da mesa.

Saulo naquele momento levantava e então pegava tudo que ia precisar, e então falava. - Sente nessa cadeira e começarei, vai ser um pouco doloroso, mas logo estará bom de novo.- falava ele puxando a cadeira e colocando pouco a frente da mesa mas virada em sentido oposto da mesma. Ele começava limpando os ferimentos abertos usando alcool que ainda restava ali, e eventualmente passando uma espécie de pasta triturada por cima dos ferimentos, exceto a queimadura que ele deixava pra tratar mais a frente. Ele pegava algum tipo de pomada que estava dentre os itens e cobria toda a região com ela.

Depois ele pegava uma compressa e entregava ao tritão falando. -Segure isso sobre seu peito.- falava ele continuando todo o tratamento, parte a parte ele ia ajustando as coisas em volta do rapaz. E quando todos os ferimentos estavam tratados ele então partia para fazer agora o resto do tratamento de Henry. Naquele momento Asger comentava sobre seus planos de turnos para que dormissem alternando entre alguém que vigiasse.

Os dois irmãos apenas concordavam com a cabeça dando sua aprovação para o caso, tudo tinha se concretizado naquela hora. Mas a Sirena parecia ainda ter algo para falar com Asger, ela se aproximava dele e ainda não confiava completamente no baiacu, porém tinha uma coisa que era impossível escapar de contar, e isso, teria de ser dito, ela sabia com o que estava lidando e por conta dessa ideia era preciso que o homem ali ou estivesse dentro ou estivesse fora, antes de qualquer coisa.

Ela então tomava folego e começava a falar. - Asger, você precisa saber mais algumas coisas sobre esses homens, eles não são apenas um grupo avulso de caçadores. Deve ter notado varias coisas estranhas quando lutou certo? Uso de aparatos, coisas científicas e similares certo?- dizia ela esperando a primeira reação dele e a resposta antes de continuar, assim que ele respondesse ela então tomaria um gole de Vodka de seu cantil.

Ela após beber alguma coisa começaria a ser mais direta sobre o assunto. -Vocês bem… Não estavam lá pra serem vendidos como escravos, iam se tornar cobaias em experimentos, eles capturam especimes raros para vender eles a um cientista. É uma organização que tem membros em todos os lugares, piratas, revolucionários, marines, agentes, caçadores… Eles se chamam casa do sol nascente.- falava naquele momento com um olhar um pouco perdido, ela evitava olhar diretamente pra ele naquela hora e não falava nada por enquanto esperando a reação do tritão sobre o assunto, fosse isso mostrar interesse ou não por ele.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyDom 17 Fev 2019, 07:55




XV – New Discovers


Saulo sabia o que estava fazendo, pelo menos, era o que parecia, sou vivo há muito tempo e muitas batalhas foram difíceis, ferimentos foram causados e o meu corpo acostumado com eles, tanto que sinto que minha pele fica mais resistente a cada batalha, não é atoa que os tritões são os seres mais incríveis que existem, e eu, o mais capaz para reunir todos e acabar com a supremacia da raça humana sobre todos. O tratamento era dolorido como imaginava, mas, me esforçava ao máximo para que resistisse a cada pontada e dor que era me causado, ao fim do tratamento, começava a comentar sobre os planos de turnos, ambos concordavam e ficava feliz por estarem seguindo ao que havia proposto.

Envy tinha alguma coisa para falar, antes que eu mesmo precisasse perguntar o que já estava em minha cabeça, ela respondia como em uma espécie de sintonia. – Nunca havia visto eles utilizando essas ferramentas por aqui, eram armas diferentes, fui surpreendido e não gosto de ser surpreendido. Aquela droga que o homem ingeriu, ele mesmo disse que não havia estado completa, eles estão tentando superar o nível de força de nós, a raça tritã e sirena. – A minha primeira mentalidade era essa, haviam outras suposições, só que na minha mente, não via outro motivo por estarem buscando tanto poder de forma suicida como que eles estavam fazendo, o homem de boina sequer hesitou ao explodir o seu corpo junto a mim para me causar o máximo de dano, eu não morri e ele ficou sem o braço, acredito que o verei de novo, algo me diz isso, quando acontecer, estarei melhor preparado.

A sirena estava incomodada por estar me dizendo isso, era como se estivesse tudo pesando em sua cabeça e tinha medo de que descobrissem que estava contando isso, nós já estávamos marcados de morte por termos escapado de lá, era óbvio, então, para que ter medo de divulgar? – Casa do sol nascente? Eu imaginava que o mundo estava caindo aos pedaços, mas, estão começando experimentos suicidas dessa forma de uma maneira tão óbvia? Eles são espertos para caralho, ninguém vai se importar em ver um tritão ou sireno sumindo, para os humanos, nós somos como lixo que apenas são úteis para algum tipo de serviço. – Por algum motivo, em minha mente passava-se a imagem do vendedor da loja, era um homem estranho, peculiar, de fato. Não podia negar que era estranho a maneira da qual me olhava e que não havia se surpreendido por ter um tritão gigante entrando em sua loja e não se comportar de maneira diferente, era suspeito, mas, não queria tirar conclusões precipitadas. – Eu comprei umas coisas para mim e tinha um homem. Cabelo negro de um lado, branco do outro, olhos de cores diferentes, um vermelho e outro amarelo, uma cicatriz no rosto e uma máscara de gás presa em seu pescoço como se tivesse prestes a usar a qualquer momento. Era humano, pelo menos, parecia ser. Ele não se surpreendeu quando eu estive lá dentro, é estranho e suspeito, a reação normal dos humanos quando costumam nos ver são nos xingar de asquerosos, não quererem vender para nós e todos os outros tipos de agressão verbal. Você reconhece ele?

Achava necessário comentar isso com ela, pois Envy tinha maior conhecimento da área e ela poderia reconhecer alguém que estivesse envolvido no meio, esperaria pela sua reação e então começaria a vasculhar a minha mochila, retiraria tudo o que havia carregado dentro dela colocando-os na mesa, organizando por tipo de item e então começando a avaliar o produto de forma mais minuciosa, tentando encontrar algo que poderia ter sido implantado ali dentro, não sabia do que eram capazes, então poderia ter algum tipo de explosivo, jamais subestimar seus inimigos, não poderia ficar apenas esperando-os aparecerem visualmente. Se houvesse qualquer tipo de material estranho, retiraria e o jogaria no chão, pisando em cima dele e depositando todo o peso do meu corpo para que viesse a se quebrar, se não quebrasse, tentaria jogá-lo longe por uma janela. Caso fosse um explosivo, correria até a janela mais próxima e então jogaria ele com toda a força que conseguisse achar e dane-se se caísse sobre uma casa humana.

Esperaria ela responder a minha pergunta anterior antes de começar a falar mais sobre isso. – E como é o modus operandi deles? Onde está localizado a maior força deles? Em qual grupo? – E esperar que eu achava que essas merdas só aconteciam com gente da Grand Line, estão dispostos a começarem a arruinar os blues também. Tritões estão sendo prejudicados, sirenos estão amarrados, tenho certeza disso e muito de nós estão sendo mortos. Devemos ir atrás dessa organização, algumas bases deles e destruí-los por aqui, mostrar um marco da nossa revolução para alcançar a supremacia tritã!

Me manteria atento a qualquer coisa que estivesse acontecendo ao redor, seja um espirro, uma tosse, uma fala, qualquer tipo de ação que acontecesse, me moveria rapidamente em passos pesados, só que na tentativa de não fazer muito barulho para verificar, olhando pela janela ou canto mais visível possível para que conseguisse descobrir quem era que emitia tal som. Estava desconfiado a todo momento, não era do tipo paranoico, mas, naquelas circunstâncias, paranoia era o sistema de defesa mais eficaz, embora gaste mais energias por sempre estar ativo. Por fim, terminaria com uma última pergunta: - Como você sabe de tudo isso? – Respiraria fundo e esperaria a resposta.




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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyDom 17 Fev 2019, 10:56

Asger não estava assim tão surpreso com a história, porém ele sentia sim uma certa estranheza, principalmente expondo o que sentiu quando viu aqueles apetrechos que dificultaram seu combate… Ele expressava de certo modo seu interesse no assunto, a questionando mais sobre a ideia, apesar de constatar também o quão próximo o mundo estava da ruína. Porem mesmo com tudo isso, ele ainda não entendia muito bem o motivo da garota ter escondido um tanto isso. Ela segurava na parte onde se encontrava o seu cotovelo direito, usando a mão esquerda pra fazer suporte a isso, e nesse momento ela respirava fundo e começava falando o que entendia deles. - Bom, primeiro de tudo, o vendedor. Eu já o vi sim, ele trabalha numa loja aqui perto, ele é um tanto quanto calmo quanto em relação a diferenças, pelo que sei ele sofria ataques na loja dele antigamente por conta de sua aparência. Então ele instalou um dispositivo que solta gás na parte de cima da loja dele pra se vierem ele simplesmente desmaiar todo mundo, por isso ele tá sempre com a mascara pendurada. Ele é meio famoso dentro das histórias entre quem anda pelo submundo.- falava ela aliviando um pouco a tensão, por que contar primeiro a segunda historia era simplesmente algo muito mais fácil pra ela, afinal, ela não gostava de pensar na casa do sol nascente, e nem nas coisas relacionadas.

Então após essa fala sobre o garoto ela começaria a explicar mais detalhadamente, pós a pergunta do tritão. Existia uma coisa que ainda a incomodava mas mantinha apenas em pensamentos. - Eles tem enormes bases espalhadas por todo o globo, em maioria pelo subsolo, como aquela que estávamos, a maior que tenho conhecimento é em Lavenia. Mas não tenho plena certeza de ser a base principal deles, apenas sei que lá foi onde meu pai foi capturado.- Sim ela devia lutar contra esses homens a algum tempo, e saber que os poderes estavam desequilibrados a seculos, mesmo que todos acreditassem no governo mundial, e muitos fossem apenas civis completamente cegos para a verdade. A discriminação contra os tritões era mais que real, ela era constante, era algo sórdido vindo das pessoas, e a cada palavra dela isso apenas ia ficando mais e mais claro. - Eles tem membros infiltrados nos grupos e tendem a usar toda a informação que conseguem, e usam ela a seu favor, para promoverem maiores ganhos. Eles operam muito na região de Sabaody, capturando tritões e sirenos que sobem a superfície.- ela falava aquilo com peso no coração de saber que seus semelhantes estavam nesse jogo de lucros, onde o que importa é apenas a ascensão monetária de uma série de caçadores.

Mas essa história estava ainda no começo, pois não eram apenas os homens-peixe que eram alvos desses caras, muitos mais eram procurados por eles para fins diversos, eles eram uma ameaça pra tudo. - Eles não caçam apenas tritões, eles capturam minks também, e qualquer humano que achem peculiar, tudo que é diferente, eles simplesmente pegam pra si e testam coisas neles. Além do mais… Eles criam supersoldados com recém-nascidos. Sabe aquela droga que você viu o chefe daqueles caçadores ingerindo? Ela é uma pilula fraca que estão tentando desenvolver para adultos como ele.- comentava ela, tirando algo do bolso, eram duas fotos, uma que mostrava algum tipo de planta de uma máquina estranha, e na outra um líquido verde que era produzido em uma máquina similar à da planta. -Eles estão tentando fazer os efeitos de supersoldado, naqueles que não foram submetidos ao processo desde bebês, ela remove parte da dor e concede aumento de força. Mas de forma geral eles administram esse soro verde no sangue de crianças recém-nascidas, fazem uma espécie de lavagem cerebral, e além disso… treinam eles até que sejam plenamente dependentes do soro, eu vi muitas vezes homens gigantescos andando com tubos nas costas que corriam direto pro sangue deles. Tritões, que estavam sobre completa lavagem cerebral que esses homens fazem, inclusive nosso pai está sem consciência própria. - comentava ela claramente emocionada com o que contava, a tristeza era notavel no olhar dela, e demonstrava o nivel do problema, e com razão, até por que isso envolvia ela mais do que gostaria.

O tritão escutava tudo até questionar finalmente a pergunta que mais precisava ter resposta, que era simples, como ela sabia disso tudo no fim das contas, não por uma desconfiança infundada, mas em principal, curiosidade. - Eu descobri essas coisas quando estávamos em Dawn Island, eu e meu irmão invadimos um laboratório deles, conseguimos roubar alguns arquivos na época, e bastante informação, saímos de imediato da ilha e daquele blue, porém. Porem meu irmão foi capturado em Wars Island, quando transitamos para o North, ele foi pego por aqueles caçadores, que o trouxeram até aqui. Provavelmente para esconder ele melhor, e deixar ele longe da zona de captura. Assim, descobrimos muito sobre eles, e bem, já fazem 5 anos que estamos assim em fuga pra todo lado.- era a finalização dela. Mostrando o quanto tinham sido perseguidos por tempos e tempos, nunca em paz, nunca bem de verdade, sempre distantes e tristes, a vida de um sireno não é facil.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyDom 17 Fev 2019, 12:08




XVI – Fuck this humans!


Das primeiras informações que saiam da boca de Envy, o homem de cabelo diferenciado era alguém que tinha sofrido preconceito parecido com o dos tritões, pegava a me pensar se eu tivesse sido agressivo, talvez estivesse desmaiado nesse momento, ele era um homem esperto, tinha que admitir. Malditos fossem aqueles homens que seu domínio se estendia até Sabaody, os tritões e sirenos sendo capturados apenas para tomar um ar me deixava com uma raiva crescendo por dentro, tentava manter minha feição a mais calma possível, tentando não mostrar para eles a minha reação emoção.

Minha mão fecharia, pronto para soltar qualquer coisa que estivesse a minha frente, a sua história estava me enraivecendo, os humanos estarem usando os tritões, fazendo lavagem cerebral e submetendo-os abaixo dele era algo que estava mexendo com a minha cabeça, me lembrava do meu tempo jovem onde tudo o que eu queria era matá-los e essa raiva estava voltando, sentia meu coração acelerar mais e minha feição começar a mudar mais para um cenho franzido, estava irritado. Por fim, a última pergunta era o que revelava mais sobre eles, a fuga por cinco anos daqueles imprestáveis, ela já havia conseguido capturar arquivos de um laboratório então ela entendia um pouco de como funcionavam, a maior riqueza é o conhecimento e Envy estava mostrando que tinha bastante relacionado a esse assunto. – Esses humanos pagarão por cada coisa que estão fazendo e que fizeram a vocês. – Não deixaria a raiva sobrepor o meu juízo. – Nós devemos persegui-los também, contra-atacar, começar a forçar a base deles a ruir em algum dos lados até que nós consigamos cortar a cabeça chefe.

Era o meu desejo naquele momento, a supremacia tritã não poderia ser parada e era uma ótima oportunidade para conseguir poder, os recursos dos quais estavam se desenvolvendo também me interessavam, era tecnologia, algo que em muitos lugares não tem e que claramente dá uma vantagem grande para aquele que a têm. – Precisamos de mais pessoas para o nosso grupo, nós não seremos o suficiente. Eles são dezenas e nós somos apenas quatro unidades, se Henry estiver na conta, pois dependendo do estado dele, parece que não levantará cedo. – Começava a raciocinar em voz alta, tentando ver se eles estavam me entendendo. – Primeiro de tudo, precisamos de recursos, comida e água é o essencial para que possamos sobreviver do lado de fora. O segundo, é teto sobre a nossa cabeça, devemos sair dessa ilha e para isso precisamos de um barco, esse será o nosso teto. O terceiro, é arrumar informações sobre uma base próxima deles, você disse que eles tem uma rede global, seriam tolos se não colocassem na ilha mais próxima para sair para a Grand Line. – Era algo que eu faria se estivesse no comando de toda essa operação, colocar em diversos pontos específicos espalhados no mapa, mas, montar bases em pontos mais primordiais, ilhas com grande riqueza, marítimas ou que estivessem perto das entradas de lugares importantes, formar uma barreira e criar uma armadilha, uma rede para pesca onde precisam apenas a nadar/andar até ela, literalmente como um pescador.

- Melhorando o plano anterior: Amanhã nós iremos no armazém que vocês disseram, precisamos da comida e recurso, depois, precisamos também aprender a melhorar nossas armas, nossos punhos são resistentes, mas, uma luva, manopla ou qualquer outra proteção e dano ajudariam em qualquer combate. – Continuaria os meus pensamentos, lembrando do meu velho pai que me ensinara algumas coisas relacionadas a forja, só que eu ainda estava longe de ser chamado de um ferreiro, não tinha sequer um conhecimento tão apurado na área e estava em busca do mesmo. Torçamos para que até o fim destes primeiros planos, nós consigamos o que queremos e tenhamos passado a tarde praticando o nosso conhecimento. A noite, roubaremos um barco, escolheremos um que o vigia esteja sonolento e as pessoas que tiverem em seu interior estejam dormindo ou não tenha ninguém. – Esperaria ver se eles concordavam comigo antes de continuar a pedir explicações sobre a história de Envy, tinha que ter certeza de estar tomando uma decisão em grupo.

- Com isso finalizado, aqueles tritões que vocês falaram, como que eram suas armaduras, você saberia onde estão essas plantas ou um nome? Os que sofriam lavagem cerebral tinham emoções? Conseguiam lembrar de algum parente próximo? – Esperaria suas respostas para perguntar mais. – Você sabe o nome daqueles que enfrentamos ou de alguém que comanda alguma base por aqui de perto? Ou por onde que eles costumam estar vindo, que lado da ilha eles vem? – E esperaria mais uma vez que me respondesse, estando atento da mesma forma que antes. Me sentiria melhor conforme o enjoo e a tontura estivessem passando, tentaria mexer rapidamente a minha cabeça para os lados e provocar um arroto para ter certeza disso.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyDom 17 Fev 2019, 13:37

Ouvir aquelas coisas deixava o tritão profundamente irritado, apesar do seu autocontrole era claro o sentimento que o preenchia, sendo exprimido de uma maneira mais contida verbalmente, onde ele dizia com todas as palavras que aqueles homens precisavam pagar por isso. A garota, no entanto, apenas comentava sobre a situação difícil que seria lidar com eles. -A questão é muito maior que números, claro que os números são importantes, mas tem de se ter muito poder, eles tem pessoas realmente muito poderosas. Nosso pai não seria derrubado por um qualquer acredite, ele era um dos homens mais poderosos que conhecemos. Então a jornada é longa, hoje enfrentamos homens de qualidade inferior, mas logo precisaremos de algo grande.- O assunto dava-se por encerrado por enquanto, a garota apesar de não expressar verbalmente duvidava que Henry fosse os ajudar, não só por a causa ser algo distante, mas por o modo como ele estava ali, se tornar um peso constante para todos, ao menos não enquanto ele não se recuperasse. E pra piorar, o rapaz era um humano… Não era uma questão preconceituosa em relação ao seu poder, mas a sua fidelidade a causa que eles carregavam a 5 anos.

Mas ainda tinham outras coisas a se tratar que não eram sobre o sol nascente, ou ao menos, não exatamente sobre o caso e sim sobre as vidas de cada um ali, água, comida, todas essas coisas eram importantes. Os recursos que eles tinham ali era suficiente para passar por um dia, porem isso era o problema no fim. - Concordo, o que temos aqui é suficiente para passar essa noite e até a metade do dia de amanhã, mais especificamente o almoço, depois disso teremos de conseguir recursos, mas temos um problema. Ficar aqui na ilha não é nossa melhor escolha, o melhor seria partirmos daqui o mais rápido possível.- comentava ela sobre a possibilidade de pegar tais recursos, no entanto ela concordava que a invasão do armazém ainda iria ter de ocorrer de algum modo, afinal eles poderiam precisar de mais alguma coisa enquanto na cidade. O tritão demonstrava o interesse sobre tal assunto, falando que eles deveriam ir amanhã para tal negócio. -Sim, amanhã poderemos invadir logo cedo, tem uma coisa importante para discutirmos ainda, que são as informações do lugar como um todo, mas isso antes de sairmos será passado.- nesse momento Saulo tinha terminado o tratamento de Henry e se aproximava da moça.

Ele trazia o kit e começava a tratar de Envy que também tinha alguns ferimentos pelo corpo, era o cuidado que todos tinham que ter antes de poderem fazer alguma coisa realmente insensata. -Sim, eles tinham lapsos de consciência talvez, eles raramente falavam de algo que fizesse sentido complexo, mas eles em si pareciam ter alguma memória, ao menos os que pareciam ter sido submetidos aos experimentos após adultos. Os mais jovens, acho que talvez pegos recém-nascidos, eles não traziam isso, eram plenamente como máquinas, porém entendiam nossa língua, sabiam o que estávamos dizendo.- eram todas informações importantes dessa história, até o momento que Saulo terminava o serviço e vinha a resposta para a próxima questão que tinha sido estabelecida por Asger, que era sobre a provável organização. -Aqui na ilha aqueles homens que vimos, são caçadores de Recompensa, todos bem-conceituados. No entanto, de nomes só tenho do meu contratante, o mascarado, que usava garras de metal, e nem é o nome em si, apenas como ele é chamado, dizem que é Vento Celeste, o da boina eu soube seus feitos mas nunca falei com ele, e todos evitam citar seu nome, mas logo saberemos, ele acumula fama a cada dia.- era tudo que ela sabia sobre a organização que a ilha continha. Até por ser um polo menos, e eventualmente ela estar ali a algum tempo, mas apenas dentro do lugar, sem poder se aprofundar em espionagem das partes periféricas.

Por fim todos estavam finalmente tratados e então a moça dava as últimas palavras antes de ir dormir, era algo útil para o garoto. -Vou deitar um pouco por agora, estou cansada e o dia vai ser longo amanhã, se precisar de algo mais pra forja, aqui por trás tem um ferreiro, ele é de confiança, caso deseje comprar algo ou tentar usar a forja. Ele é um amigo então nem se preocupe. De todo modo boa noite Asger, logo mais sairemos desse lugar.- falava ela sorrindo e bocejando logo em seguida enquanto partia até o quarto, ela estava realmente muito cansada para se manter acordada por hora.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 4 EmptyTer 19 Fev 2019, 23:50




XVII – Wait


Os homens eram poderosos e era algo mais do que óbvio perceber isso ao ver o estilo dos quais haviam lutado contra mim, a forma que seus recursos tinham se apresentado e a maneira que estavam agindo, ás escuras e sem que ninguém os conhecesse que continuasse por tanto tempo não estando preso ou sendo uma cobaia. As nossas provisões estavam para acabar recentemente e precisávamos invadir aquele depósito de uma maneira rápida para que possamos fugir daquela ilha o mais rápido possível, era claro que todos estavam mais calmos e não se desesperavam, tinha curiosidade sobre como era a planta do local e Envy havia dito que passaria mais informações antes de sairmos, acenaria com a cabeça um “entendido”.

Eles se lembravam de algo, bem leve, mas se lembravam. Existia um ser em cada um deles e um pensamento, pensava se alguma vez acabasse por topar com eles novamente, não conseguiria reaver essas lembranças e fazer que a lavagem cerebral se virasse contra eles, os mais jovens não eram possíveis de fazer tal ato por terem passado a infância toda nessa máquina e não ter lembranças fortes para que possam sair desse transe. Os nomes estavam escondidos e apenas tínhamos a alcunha do homem mascarado. “Vento Celeste”, justo, o homem era rápido, quero saber logo quais os nomes daqueles que lutamos mais cedo, quanto mais nomes, mais informações conseguiremos adquirir. Envy comentava sobre o ferreiro e que ele estava logo atrás, pensava mais sobre como estava sendo a noite e o horário que poderia ser e imaginava que o homem a essa hora estaria dormindo e acabaria sendo um empecilho se fosse atrás de um aprendizado a essa hora, preferia ir de tarde quando estivéssemos escondidos para que possa passar o tempo fazendo algo e conseguir aproveitar melhor o tempo. – Agradeço Envy, bom descanso. Deixarei para ir no ferreiro amanhã de tarde enquanto estivermos escondidos após o roubo, quando tudo der certo.

Assim que ela saísse da minha vista, olharia para Saulo. – Você também está cansado, vá descansar que eu cuido das coisas por aqui, daqui algumas horas eu chamo vocês. – A partir desse tempo, começaria a agir como um cronômetro em minha mente, tentando perceber conforme o tempo ia passando e quanto tempo daria para conseguir dormir até que o sol nascesse, passando em minha mente o horário de costume que o sol nascia e tentando fazer aquela matemática simples para saber quantas horas restavam e como daria para dividir os turnos de forma igualitária. Sistematicamente, me posicionaria no local mais alto para que pudesse observar o lugar de uma maneira mais sentinela e não deixar que nada passasse sem que eu conseguisse ver.

Manteria a minha atenção a todo momento, um único barulho e começaria a desconfiar até ter certeza do que era, investigando de onde estava vindo aquele problema, tentando me esquivar se viesse algum ataque para ver qual era a ameaça antes de tomar qualquer decisão. Se percebesse que era um ataque, gritaria bem alto para alertar os meus companheiros. – INVASÃO! – Torcendo para que ouvissem da melhor forma possível. A cada trinta minutos, começaria uma ronda, tentando caminhar lentamente por tudo para observar melhor sobre onde estava andando e ver se tinha algo fora do local da última vez que vi. Também me certificaria de deixar todas as portas e janelas trancadas para que não tivessem facilidade para entrarem, tentando entender melhor sobre o sistema de trancas que a porta estaria usando. Outra coisa da qual tentaria melhor perceber seriam rotas de fugas e por onde seria a mais rápida, tentando realizar um cronômetro secundário para ver quanto tempo conseguiria fazer aquele trajeto e assim achando a rota mais rápida e segura.

Quando desse meu horário, primeiro acordaria Envy, tocando levemente em seu ombro para que não acordasse em susto. – Peço perdão, mas o seu horário de vigia é agora. – Daria algum tempo para que conseguisse se levantar, não retirando a minha atenção a todo momento sobre tudo, quando viesse a se levantar, comentaria sobre a rota de fuga, passando todas as informações que havia obtido para ela. Após isso, me deitaria e respiraria fundo para que o meu corpo pudesse se acostumar com a cama, fechando os olhos com a barriga para cima e tentando encontrar o sono da forma mais rápida possível e descansar o máximo de tempo. Ao ser chamado, me levantaria e tentaria ver o motivo, se fosse para começar a nos preparamos para o roubo, começaria então a aprontar as minhas coisas, tentando arrumar corretamente a mochila para que não incomodasse em meio ao caminho, me pondo perto de uma mesa, começaria as perguntas. – Como começaremos o roubo? O que devemos saber e como é o local? – E esperaria a sua resposta.


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