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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Everybody Ye Ye Ye

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MensagemAssunto: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyDom 23 Dez 2018 - 4:14

Relembrando a primeira mensagem :

Everybody Ye Ye Ye

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Asger e Henry Meursault. A qual não possui narrador definido.


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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyQua 16 Jan 2019 - 13:40




VII – Fuck This!



Uma das coisas estranhas daquele combate estava sendo agir de uma maneira diferente da qual havia planejado, a única coisa que havia conseguido realizar era lhe dar uma joelhada forte e as minhas sequências haviam desaparecido. O meu inimigo, claramente nada honesto do jeito que suspeitava, me acertava golpes duros dos quais minha resistência claramente conseguia combater os golpes, apenas saindo com fracas dores, tinha certeza que era forte o bastante para continuar a fazer aquilo o dia todo, mas não era meu objetivo me cansar com um único combate. - Tique taque... Tique Taque... O Apocalipse chegou. – Diria de forma lenta, provocando o meu inimigo e tentando fazer com que ele viesse para cima mais uma vez.

Claramente não jogaria limpo, ao ver seu avanço contra mim, esperaria até ele estar dentro do meu alcance, contando os segundos ou milésimos dele juntando saliva em minha boca, ao perceber seu golpe, daria passos rápidos para a direção contrária deste, mas antes de dar esses passos cuspiria no rosto do meu inimigo, procurando apenas distraí-lo a ponto de desviar a sua atenção sem necessariamente acertá-lo. Conseguindo essa distração, usaria toda a extensão do meu braço direito para vir em um gancho direcionado ao seu maxilar com toda força que conseguisse, procurando ser firme e preciso em meu golpe. Continuaria golpeando-o se acertasse com uma sequência de socos variados como a primeira em meu combate, utilizando ganchos, cruzados e diretos direcionados a variadas partes de seu corpo, dentre elas: Costelas, abdômen, pescoço e rosto. Em meio dessa sequência, tentaria dar pisões em seu pé para que forçasse ele a abrir a sua guarda ou coisa parecida, tentando também dar chutes baixos na altura de sua panturrilha na tentativa de fazê-lo se desequilibrar.

Ficaria atento aos meus outros inimigos e também para os meus aliados, percebendo uma aproximação vinda de Meursault, tentaria me aproximar o máximo que pudesse do meu inimigo para tentar retirar a sua atenção, procurando esquivar ou resistir a um de seus golpes sem necessariamente retirar essa aproximação e percebendo uma abertura, tentaria agarrá-lo, no peito, prendendo-o pelas costas através de um agarrão em seus ombros passando meus braços por debaixo dos deles ou qualquer outra forma que fizesse-o não conseguir se esquivar do golpe.

Usufruiria da mesma tática de queda se viesse ao chão contra o meu inimigo, tentando aplicar mordidas, dedo no olho ou qualquer outro golpe sujo que me desse uma vantagem sobre o meu inimigo. Utilizando a mesma estratégia de respiração e levantamento se viesse ao chão com ele longe a mim. A batalha estava custando mais tempo do que o que queria e estava pretendendo acabar com aquilo o mais rápido que pudesse.


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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptySeg 21 Jan 2019 - 22:37

Golpe Baixo.

Apesar da forma como o homem acabava o colocando em uma situação que não era das mais confortáveis para o tritão poderia ter abalado talvez algum homem de devoção mais fraca, ou mesmo menos confiante na supremacia tritã mas, não cairia, não ali. O homem poderia ser forte, mas frente a grande resistência do tritão, não havia até então causado dano significativo em seu oponente também, mas havia o visto sofrer mais do que a si mesmo com os golpes até então. Com seu intelecto que gostaria de mostrar como superior, Asger teria provocado o seu oponente, para alguém que parecia consumido por uma constante cólera, parecia ali ser a oportunidade para fazê-lo agora ter um gostinho do próprio jogo.

O homem teria avançado com ambos os braços erguidos, como se quisesse aplicar uma espécie de Lariat, era completamente previsível, no entanto, quando aproximou-se o homem teria abaixado a sua postura e teria dado um giro no que poderia ter sido a oportunidade perfeita para ele fazer com que as costas de sua mão acertassem o rosto do tritão...Se não fosse o cuspe que teria vindo em sua direção e feito com que seu movimento fosse torto, permitindo que por milésimos de segundo a brecha acontecesse, um gancho seria aplicado contra o maxilar do homem que pareceu levemente atordoado por um segundo e com isso, seguiu com mais dois socos na costela do homem que parecia com intensidade sentir aquilo, mas não parecia que seu oponente simplesmente o deixaria atacar, aproveitando-se da postura mais alta em relação ao tritão o homem juntaria ambos os punhos como uma marreta e teria descido contra as costas do titã dos mares e esse golpe ele sentiria, com intensidade o suficiente para que por um momento sua sequência fosse interrompida, mas não era o suficiente para que ele parasse ali. Com um pisão de pé assegurou que mais outro golpe se conecta-se no homem que acabou por cuspir um pouco de saliva e mais outro golpe teria vindo do homem, na direção das costas do tritão este segundo colocaria o grande homem abaixo e o faria sentir um pouco mais pelo mesmo ponto ter sido acertado duas vezes. Tinha a certeza de que não era um ferimento grave, sua resistência lhe conferia isso, mas ser jogado contra o chão era a pior das dores, pois ali teria o seu orgulho afetado.

O homem daria alguns passos para trás, se recuperando dos golpes, dando grandes puxões de ar, cuspiria no chão, ao próprio lado, não na direção do tritão e com isso sua postura teria arqueado levemente suas pernas para frente, enquanto seu corpo pendia para trás, com sua mão esquerda aberta em formato de palma, e a direita recuada com o punho fechado, como se esperasse o avanço do tritão.

Asger agora caído, poderia observar Mersault o rapaz parecia não estar naquele momento em suas plenas condições de equilíbrio, pois parecia bambear e o seu oponente naquele momento parecia estar preparando-se pois flexionava suas pernas contra a grade ao qual segurava-se, como se estivesse pronto para realizar uma investida que talvez no estado do humano fosse mortal, o olhar exposto do mascarado não parecia o de alguém que gostaria de ter feito prisioneiros, mas de quem queria ceifar uma vida, estava agora caído, seu amigo estava em uma posição desfavorável em relação ao seu atual oponente que parecia que aguentaria quase tanto quanto ele em uma batalha e virar as costas poderia ser a ele perigoso, pois um terceiro golpe na mesma região, certamente lhe causaria mais do que uma queda, mas isso o colocava em um dilema, poderia o humano se defender sozinho do mascarado?

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptySex 25 Jan 2019 - 20:06




VIII – Decisions and decisions. What is the answer?
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Os tritões sempre se mostraram uma raça forte e batalhadora, enfrentando qualquer diversidade que viessem a encontrar, encontrando caminhos para superar os racismos e quaisquer outros tipos de “doenças” que os humanos causavam em suas vidas, é mais que claro, que essa raça, é mais forte que todas as outras e apenas devido a um desequilíbrio de classe social, estamos abaixo deles, mas isso não se mostrará hoje. A nossa luta estava demorando mais do que imaginava que duraria, o homem se mostrando um verdadeiro filho de uma mãe que presta serviços sexuais mostrando-se também um pouco inteligente independente da fúria em seus olhos, acertando-me duas vezes em minhas costas o que acabava por me levar ao chão. Em contrapartida, meus golpes tinham se tornado cada vez mais efetivos nele, uma sequência bem calibrada, acertando-o e desviando de seus golpes, mostrando que a minha inteligência estava prevalecendo a dele.

Sorriria, não porque estava gostando do combate e sim para causar intimidação em meu inimigo, mostrando que seus golpes sequer haviam feito cócegas, movendo os meus braços e pernas para começar a me levantar lentamente. – Há..há...há... – Mantendo a voz em progressão de volume. – HÁHÁHÁ! – A cada momento que fosse me levantando, daria uma gargalhada cada vez mais alta, meu orgulho jamais seria ferido por um mero humano, batalhas tem seu alto e baixo, ás vezes estamos no chão e ás vezes estamos no pé, são coisas do acaso, não há desonra nisso. Todo homem primeiro há de cair para se levantar mais forte, como diz um ditado popular: “Aquilo que não nos mata, nos torna mais forte.” E é um desses dos quais eu também aplico para as quedas.

Preocupação com companheiros?! Não me faça tolo. Eu me importo com os meus companheiros sim, mas para alcançar o topo eu devo fazer a seleção de apenas os melhores, se Henry é capaz de trilhar esse caminho comigo, é ele quem deve se mostrar o suficiente, é ele quem deve se salvar. Trago comigo um leve amargo relacionado aos meus antigos companheiros, nunca fora fácil vê-los mortos devido as nossas derrotas, mas para o meu objetivo, apenas os fortes prevaleceram, se este é o momento de decidir se ele estará ao meu lado ou não? Ele que fará sua escolha.

Passaria a mão em minhas vestes apenas para limpar um pouco do pó que deveria ter se acumulado durante a minha queda, mantendo os meus olhos fixos em meu inimigo, estava pronto para outra rodada de golpes, tal qual queria que fosse a última. – E aqui vem ele. O tempo acabou. – Antes que terminasse de bater em minhas roupas, um dos meus pés se moveria para trás e o outro para frente, começaria um avanço rápido á toda velocidade possível, meu objetivo era encurtar a distância no menor tempo possível e não pararia quando estivesse próximo dele, com o braço direito estendido, procurando não me importar como sendo um golpe previsível.

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O golpe viria com toda a força disponível em meus músculos, seguiria de um segundo da mesma forma do primeiro, um gancho de esquerda diretamente mirado em seu rosto procurando apenas acertá-lo, mesmo se o mesmo bloqueasse ou desviasse. Jogando todo o meu corpo para trás para desviar de um possível contra-ataque, moveria a minha perna para frente, esta que viria com todo impulso do meu corpo para a direita, tentando acertá-lo em sua costela esquerda com toda a máxima força que conseguisse ter. Aquela parte de seu corpo havia sido o meu foco desde o começo da luta e se as minhas costas estavam doendo após dois golpes, as suas costelas deveriam estar o triplo ou mais. Independente do resultado, continuaria avançando para cima dele, era um ataque desenfreado e tentando ser imprevisível nos meus estilos de combate. Os próximos golpes viriam em uma sequência de jabs e cruzados, todos a altura do maxilar e costelas, procurando divergir entre pontos em sua guarda onde poderia acabar achando alguma brecha. Aproveitaria em alguma brecha através de sua guarda para disparar um cuspe da mesma forma que antes mesmo podendo ser previsível, era uma tática que varia a pena.

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Em meio a esses golpes, não pouparia qualquer esforço para tentar passar meus dedos em seu olho ou qualquer região de alta sensibilidade como o nariz, tentando passar aquela poeira que antes eu passei a mão para acumular e transformá-la em algum meio a atrapalhar o meu inimigo, seja um simples espirro devido a inspiração de poeira ou uma ardência nos olhos. Em questão de defesas, procuraria sempre expor a área menos acertada em todo o meu corpo, procurando sempre um ponto mais resistente dele, por exemplo, um soco de cruzado que já acertou meu rosto, eu tentaria usar a outra parte dele para resistir ao golpe. Claro, apenas resistiria se não fosse inevitável esquivar de seus golpes, tentando ser ágil com a cabeça e com os pés, tentando retirar o meu grandioso corpo da frente de seus golpes e tentando mexê-los para trás e para os lados, abaixando a cabeça, levantando, inclinando e o que mais fosse preciso. Também utilizaria os meios anteriores para me levantar e respirar, tentando sempre bater com o máximo de força que conseguisse.

Se em algum momento, o meu inimigo viesse ao chão, tentaria agarrá-lo por trás, cruzando as minhas pernas em sua cintura e passando os meus braços sobre o seu pescoço, começando o famoso mata leão, tentando apertar cada vez mais conforme ele tentasse se mexer, ajustando a postura toda vez que uma brecha surgisse ou coisa parecida, tentando enforca-lo até mesmo depois dele parar de se mexer, nesse caso, eu tentaria torcer o pescoço como um jacaré executa a sua manobra, tentando quebrar o mesmo com toda a força que conseguisse para me certificar de que estivesse morto e continuasse daquele jeito.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyDom 3 Fev 2019 - 21:36

Perto do Clímax. Dois Contra Um.


Naquele momento Henry voava por cima do tritão o último golpe do homem com as garras era certeiro e jogava ele longe. O humano caia desmaiado no chão, e as coisas iam piorar para aquele rapaz… Pois agora ele não tinha de lidar apenas com o principal líder que para ele já era bem problemático por si só, Henry diferente do que Mersault poderia esperar não mostrava no momento em que era mais necessário muito mais do que uma distração para o oponente, de certo modo talvez para um humano aquele fosse o limite. O tritão avançou com velocidade contra o humano, como um trem  prestes a atropelar o seu inimigo, apesar de ser um golpe previsível, era difícil parar uma grande massa como a sua e não parecia que seu oponente era  bom em esquivar.

Como se aceitasse o desafio a ele proposto o homem teria jogado levemente o corpo para trás e com toda a força e velocidade que tinha, teria jogado o corpo a frente de modo a socar com força o rosto de Asger o impacto do soco era grande, mas diferente do que era esperado como resultado para sua ação, aquilo não era o suficiente para pará-lo, ainda que levemente atordoado o golpe dele encaixou no humano que era atirado para trás com intensidade, era uma aposta que se pagava muito bem, o humano batia contra a parede com violência e parecia aquela a oportunidade perfeita para que o tritão aplicasse uma sequência finalizadora, ou ao menos essa era a ideia que tinha, se seu oponente fosse um só e enquanto recuperava-se o mascarado teria avançado contra Asger, sem que ele pudesse esperar por isso, a investida que havia derrubado antes seu companheiro, agora era realizada contra ele, ainda que não fosse tão bom em desviar era suficientemente efetivo em oferecer-lhe uma parte mais resistente para acertar e com isso uma perfuração muito superficial ocorria pelo ataque da garra do homem que agora posicionava-se ás costas de Asger, a aparição de mais um oponente teria dado tempo para que o humano se recuperasse, no entanto ele demonstrava sinais de cansaço, de dor ao enquanto se movimentava de volta para próximo de seu nêmesis estralar o pescoço e cuspir no chão, o que era visível agora como sangue, o que pareceu um sorriso surgiu no seu rosto, mas era muito melhor descrito como um rosnado a mostrar os dentes que agora deixavam com que escorresse sangue por entre eles.

Asger agora tinha um oponente à sua frente e outro às suas costas, não era um único problema mas dois, o mascarado parecia esperar pacientemente pelo momento que o seu entorpecente pudesse agir, mesmo um golpe leve deveria já ter tido algum efeito visível, esperava o homem mas... Nada acontecia? Seria o tritão capaz de ser resistente ao ponto de inutilizar sua tática? Se olhasse para trás, poderia ver o rapaz de olho levemente arregalado, enquanto abaixou sua postura como a de um gato usando de seus quatro membros, como se preparasse uma nova e veloz investida, seu estilo de luta era muito mais rápido, não parecia que ele seria capaz de causar-lhe dano a menos que conseguisse a brecha para atacar diversas vezes um mesmo ponto, o que pareceu uma vez resolvido, agora apresentou uma maior dificuldade.

Poderia analisar que o combate que se dava com a dupla, parecia ter mudado os  mares, já que a dupla novamente começava a ter alguma vantagem, seu oponente estava cansando, o mais inteiro naquela situação seria sem dúvidas Asger, que se utilizasse bem da oportunidade que tinha a sua frente poderia muito bem ser capaz de transformar a dificuldade em glória.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptySeg 4 Fev 2019 - 22:17




IX – Two against one. A unfair and fun battle.



A cada vez o destino vai mostrando cada vez mais dificuldades para nós, principalmente para mim, um inimigo formidável que está ficando cada vez mais fraco conforme meus golpes se encaixam, estava quase finalizando e colocando-o a morte quando o mascarado me surpreende e me interrompe, infelizmente não concluindo o meu serviço naquele exato momento. O pior de tudo era que um dos meus companheiros havia caído, Meursault fraquejou e agora estava desmaiado e a luta se tornava uma injusta, dois contra um, mas quem é que disse que eu não gostava daqueles números?! Provar a minha força diante daqueles dois e mostrar a todos que o Apocalipse estava chegando para acabar com tudo! Independente de quão empolgado estava por enfrentar e ter uma oportunidade de mostrar toda aquela minha força, sabia pela minha experiência que não poderia sequer abaixar a guarda um momento, um estava a minha frente e o outro as minhas costas. – Sirenos! Prestem atenção com o mascarado também! – Alertaria-os, não sabia se ele ficaria apenas batalhando contra mim ou também divergiria seus alvos para os irmãos também.

Olharia para o mascarado e perceberia que ele estava prestes a vir em uma investida forte e poderia esperar que viria antes do ataque do capitão. Não descartando o ataque do de boina primeiro, torceria para que o mascarado viesse primeiro, tentaria contar os segundos que ele estaria a vir na minha direção, procurando medir uma certa velocidade e usar dessa velocidade para que minha reação fosse a mais precisa e rápida possível, moveria dois passos a frente se houvesse tempo, procurando usar a minha mão esquerda com a palma aberta para mirar um golpe em sua cabeça, procurando usar do seu impulso até mim como força para o meu golpe. Em meio a esse golpe e passos, eu procuraria sair da direção de suas garras, tentando esquivar movimentando e inclinando o meu corpo para a direção mais propícia e que tivesse alcance para dar o golpe. Em seguida, não abaixando a guarda, viraria rapidamente em 180º movimentando primeiro a minha cabeça sobre o meu ombro para que não perdesse a visão de meus inimigos, estaria esperando por um golpe o que rapidamente tentaria mover o meu corpo para uma área mais resistente a ser acertada, deixando que ele me golpeasse da forma que desejasse, mas em contra-ataque, tentaria rapidamente segurar um de seus membros superiores onde com a mão livre tentaria socar em seu maxilar algumas vezes com o punho fechado e a maior força que conseguisse ter. Após dois ou três golpes ou percebendo um segundo avanço do mascarado, pararia o golpe e tentaria segurar o homem, tentando usar toda a minha força para conseguir levantá-lo do chão através de um giro de 360º e contaria novamente os segundos do homem até mim e baseando na contagem anterior se tivesse tido uma para que o golpe fosse mais preciso e conseguisse acertar o capitão contra o mascarado.

Tendo uma abertura contra aqueles dois, avançaria antes que eles pudessem se reorganizar e atacaria nas áreas mais livres que pudesse em seu corpo, tentando encaixar golpes através de sua guarda ou em partes do tórax onde a sua guarda estivesse mais alta e não fosse possível pará-los. Se as lâminas fossem em meu caminho para interromper os meus golpes, procuraria passar as minhas mãos para um agarre em sua nuca como um golpe de Clinch e puxaria a sua cabeça contra o meu joelho do qual se levantaria para tentar acertar o mais forte possível, divergindo entre as pernas. Se algum golpe se encaixasse, o empurraria e tentaria continuar esse mesmo avanço com um dash para frente, tentando encontrar a parede mais próxima e carrega-lo em meus ombros até a mesma e colidi-lo com ela.

Como disse anteriormente, torcia para que eles viessem um de cada vez, mas por serem um grupo, poderiam ser mais organizados e não poderia subestimá-los, por isso, usaria uma das minhas técnicas de raça que não costumava usar sempre. Ao notar um ataque em conjunto de ambos, independente das direções que viessem, seguraria todo o ar em meus pulmões após dar uma grande inspirada, procuraria aumentar o meu tamanho e peso o máximo que pudesse, tentando triplicar o meu tamanho para que ocupasse uma grande parte do ambiente e interromper os seus ataques. Com isso em mente, procuraria me inclinar para trás e depois com toda a velocidade para frente, tentando rolar igual uma bola para cima dos meus inimigos e surpreendê-los daquela maneira.

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Novamente sempre estaria a respirar da maneira de antes, inspirando antes de cada golpe e expirando ao dá-lo, procurando concentrar as minhas defesas em áreas que haviam maiores resistências, procurando exibi-las e fazer com que acertassem para que provocassem o menor dano possível. Ao cair em algum momento, me levantaria com um “Knock-up” para que tivesse maior velocidade ou rolaria pelo chão dependendo do momento. Nessas áreas, contra o mascarado eu sempre tentaria divergir entre cada uma, não deixando que a mesma área fosse exposta, pois cortes em uma única área poderia acabar enfraquecendo bem mais do que espalhados por todo o meu corpo.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyQua 6 Fev 2019 - 2:25

Asger ao ver a interrupção do mascarado avisava aos sirenos, afinal era preocupante imaginar que ele pudesse atrapalhar ambas as lutas. A sirena, no entanto, acenava com a cabeça mostrando que teria cuidado para com isso. No entanto, nenhum momento de distração era dado, no momento que ele terminava de falar a investida do mascarado vinha rápida em direção a ele, o grandalhão se colocava pronto, contando na mente o tempo que ele levaria para chegar até ele, era uma contagem plenamente precisa. Ele se preparava para parar ele com um golpe de palma aberta, mas no exato momento que ele dava os dois passo e desferia o ataque mirado perfeitamente no rosto do mascarado, apenas via ele indo para o chão rapidamente, mas não pela força de seu golpe, ele literalmente esquiva pelo piso, deslizando com o corpo abaixado (Como se fosse um carrinho do futebol) passando entre as pernas do brutamonte e com as duas garras arranhando as pernas dele.

O golpe nem era sentido direito pôr o tritão, apenas arranhava levemente a pele, problema que não era grande, se não fosse por um possível efeito a mais do veneno, por enquanto nada acontecia, mas se outras doses fossem sendo administradas em um futuro poderiam causar problemas, mas nem mesmo deixava Asger tonto por enquanto. O garoto da garrinha levantava rapidamente e agora se posicionava ao lado do da boina, ele teria aberto a mão da posição privilegiada? Não, ele saltava pra cima enquanto pousava nas mãos do grandão que fazia uma posição para lançar ele muito alto. Ele conseguia voar alto o suficiente para passar voando por cima do baiacu e cair de pé do outro lado, descendo após um 360 estiloso no ar. Era um acrobata nato, mas isso não era claramente o foco principal.

Asger tinha virado 180 graus de modo que ele ficava pronto para receber ataques de ambos os lados, e não demorava pra isso, o da boina rapidamente corria para cima dele, ele vinha com vontade, e tentava socar com toda a força diretamente no plexo solar do peixe. Que naquele momento já preparado, movia o ombro para frente do golpe e recebia ele com tudo aquela pancada, mas num lugar menos doloroso. Aproveitando o momento ele segurava o braço do inimigo e rapidamente socava o queixo dele com força. Mas não tinha tempo pra brincar muito nisso, visto que o garra-man já vinha avançando com tudo, e usando toda a força que podia para levantar o grandão ele o pegava, começando um giro de 360 graus onde ele rapidamente o lançava medindo medianamente a velocidade do loiro, que por pouco não tomava o golpe.

O mascarado no momento exato do ataque vendo o seu chefe voando, escorregava por baixo dele no momento exato, ele não tinha tempo de atacar Asger, mas, ainda assim, desviava do ataque, era claramente muito habilidoso em sua esquiva. O da boina em voo caia ao chão do barco um pouco mais a frente onde ele começava a se levantar e recompor. Vendo, no entanto, o mascarado que ainda estava se recompondo, mesmo sem danos, o tritão rapidamente partia para cima do mesmo para realizar seus ataques, ele via uma oportunidade dando um forte soco no peito dele, que acertava em cheio, jogando o garra-man no chão. Ele estava pronto para continuar com uma sequência, no entanto, o grandão já estava de pé e rapidamente se aproximava, não só isso o da garra dessa vez levantava com um kip-up jogando os pés pra cima e pousando já de pé.

Ambos estavam ali prontos para atacar de uma vez só, mas nosso baiacu não deixava barato, vendo os ataques prontos para pegá-lo, ele puxava o ar e rapidamente preparava para quebrar eles completamente, inflando muito e aumentando tanto seu tamanho como massa, os golpes que antes poderiam ter sido fatais eram jogados pra trás quando ele começava a girar, rolando rápido com toda aquela massa, Asger conseguia derrubar os dois, e não só eles, vários minions que estavam vindo correndo por ali, eram acertados por aquela enorme criatura inflada com uma rotação veloz. A luta estava difícil, mas a criatividade do tritão o fazia ser capaz de lidar bem com a desvantagem. Naquele momento o boina-man, tirava algo do seu cinto. Era um comprimido, remédios? Talvez.

Ele até agora pouco tinha falado, mas depois de rapidamente ingerir sua pilula ele começava a se pronunciar. -Não achei que fosse encontrar alguém que me fizesse usar meus truques, mas acho que você merece peixinho, vou te mostrar todo o meu melhor, não espere mais misericórdia, não terei nenhuma depois disso.- As pupinas do homem dilatavam naquela hora após essa frase, e ele parecia se focar no cinto, ele tinha alguma coisa naquele apetrecho, coisas que ele pretendia usar. As coisas não tinham falhado completamente até agora mas, o tritão precisava ficar ainda mais cuidadoso quanto a os dois, que agora se mostravam mais preocupados, e aparentemente pareciam planejar se sincronizar aina melhor que antes. O Loiro tinha parado ao lado do boina-man, e ambos iam começar uma sequência nova, com certeza, problemática. Agora cabia apenas ao homem-peixe decidir como lidar com os problemas que isso pudesse lhe gerar.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptySab 9 Fev 2019 - 10:52




X – More technique, more careful.


A batalha estava durando bem mais do que o previsto, tenho certeza que se não houvesse tomado cuidado em todas as trocações até o momento isso estaria em um estado muito pior. Os humanos estavam sendo inteligentes e trabalhando em grupo, Henry ainda estava desmaiado e o pior de tudo era que o de boina ingeria um comprimido e parecia ter ficado ainda mais concentrado e com raiva do que antes, seu olhar de ódio estava dez vezes pior e não tinha noção do que poderia ser aquele medicamento. Argh! Tenho que terminar com isso logo, independente da força desses humanos, um tritão nunca vai recuar diante de um combate desses, temos que mostrar a nossa força!

Meu corpo grande se tornava um alvo fácil e o elemento surpresa do golpe havia sido perdido depois que utilizado uma vez, tinha me tornado mais frágil ao mostrar aquilo e infelizmente haveria um tempo para que eu pudesse fazer novamente a habilidade, soltaria a respiração levemente para que meu corpo fosse diminuindo gradativamente, mas rápido o suficiente para que fosse antes de algum golpe de meu inimigo. Minha postura se assemelharia mais ao de um carateca, o Kokutsu Dachi, como é chamado. Havia trabalhado mais com golpes simples do meu estilo de combate e um estilo mais puxado para o lado de rua até então, mas sentia que naquele momento eu havia de ser mais técnico, mais preciso. – Misericórdia?! HAHAHA! Só pode estar brincando!

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Deixaria com que viessem em minha direção, estava pronto para defender de seus golpes, não seria previsível e me inovaria novamente, invés de dar dois passos a frente, daria apenas um e recuaria um mais longo para trás quando eles estivessem próximos, tentando surpreendê-los de uma forma diferente da anterior, contaria em minha mente novamente os segundos que ele estaria vindo na minha direção tentando achar a velocidade que estavam e também “medir” se eles estavam mais rápido ou lentos que anteriormente. Minha experiência em combate me lembrava que golpes parecidos quando utilizados mais do que duas vezes sempre se tornam previsíveis e fracos, por isso, minha ideia era mudar de maneira para acertá-los toda vez.

Em sua aproximação, meu primeiro golpe seria um contra-ataque imediato, procurando me esquivar levemente do golpe do homem de boina, saindo de sua trajetória com um passo para o lado ou um mexer de cabeça veloz para que me desse tempo de contra-atacá-lo, enquanto que para o mascarado, procuraria novamente mover uma área não acertada para que ele acertasse e desse de frente com a minha resistência visto que a probabilidade dele me acertar eram bem mais altas ao desviar do primeiro e vice-versa. O golpe sairia na postura do Ryutoken, um forte golpe direcionado ao plexo solar do homem de boina, tentando retirar o seu fôlego naquele momento, para dar continuidade, aplicaria uma cotovelada usando a postura do Hiji para ter maior efetividade tentando ser preciso para acertá-lo em sua costela, não interromperia a sequência se houvesse errado, o golpe continuaria independente do ângulo/direção.

Daria um empurrão no homem de boina para ganhar impulso e partir em direção ao mascarado, das últimas vezes ele que sempre venho na minha direção e agora isso seria o contrário, direcionaria a minha ofensiva a toda velocidade independente da distância, se estivesse perto o suficiente, tentaria uma investida com o ombro logo de cara tentando atropelá-lo, visto que o homem era tão alto como eu, não deveria ser uma dificuldade tão grande. Me viraria se houvesse errado. Ao estar próximo dele, meu primeiro golpe seria com a palma aberta, usando a postura do Shuto para bater com a parte lateral da mão oposta ao polegar direcionado ao seu pescoço, independente do resultado, daria um passo rápido para frente, conseguindo uma melhor postura para um giro e aplicaria um ângulo de 360º sobre mim mesmo, girando com a perna esquerda parada enquanto que a direita se levantaria para dar uma inclinação na altura da cabeça do homem, meu tronco se inclinaria para trás para obter um melhor ângulo da perna e girar com mais eficiência, tentaria acertá-lo com o calcanhar diretamente em seu maxilar.

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Novamente trocando de alvo prevendo um avanço do de boina, também correria em sua direção, desta vez, ergueria todo o meu peso com um salto para cima, tentando trazer meu joelho na altura do seu plexo solar na postura do Hiza, meus braços iriam para trás para melhor equilíbrio e salto. Os meus golpes estariam sempre tentando entrar em melhor sincronia, tentando conhecer bem o tempo de cada e o conhecimento de meu corpo para me lembrar quando que eu poderia encaixá-los em menor tempo possível sem perder a postura, usaria dos conhecimentos em anatomia para tentar acertá-los nas melhores regiões possíveis e de forma mais precisa. Após cada golpe, daria um grito expirando o ar para que toda a força acumulada dentro de mim soltasse junto com o golpe, inspirando novamente o ar antes de dar o próximo golpe para que pudesse realizar o mesmo.

Minhas táticas defensivas continuaria sendo a mesma, como dessa vez queria ser mais ofensivo, elas ficariam mais passivas do que anteriormente, mas não diferindo muito de antes, sempre tentando colocar a área não acertada e mais resistente no lugar de uma área mais frágil ou que já tenha sido acertada, dessa vez, não parando para fazer isso se percebesse que interromperia o meu golpe, tentando acertá-lo com toda a minha força e abusar da minha resistência mais do que estava antes, podendo até ser mesmo mais descuidado. Se perdesse o equilíbrio e/ou caísse, procuraria utilizar um “Kip-up” rápido ou um rolamento seguido de um giro para me levantar da melhor forma possível


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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyDom 10 Fev 2019 - 20:01

Após a sua última investida o rapaz percebia que não dava para brincar naquelas situações, ele precisava fazer as coisas serem mais complicadas, levadas a sério. Ele começava a desinchar e aos poucos assumia a postura de Karatê, mostrando uma maior seriedade adotada dali pra frente, ele dessa vez não fazia como antes, ele dava apenas um passo a frente e afastava novamente assim que via os dois chegando próximos dele, porem havia ali mais um problema, os inimigos estavam mais sincronizados, correndo em ziguezague e passando um pelo outro.

Asger calculava o tempo plenamente, observando como eles estavam se aproximando e isso o dava uma certa vantagem tática, mas, ainda assim, ia ser difícil se defender, ele no momento que via o primeiro golpe do grandão esquivava de uma única vez, no entanto o segundo soco vinha a cavalo, sim, a demora entre os socos diminuía drasticamente. No entanto era tempo suficiente para que o tritão movesse seu corpo a ponto de o grandalhão acertar um ponto mais limpo. Assim não sentia tanto o golpe, após isso ele desferia rapidamente um soco no plexo solar do inimigo mas enquanto isso acontecia, girando por debaixo das pernas dos dois o da mascara novamente cortava no mesmo lugar agora abrindo uma ferida maior nas pernas do grandão.

O veneno que até agora não tinha possuído efeito passava realmente a fazer naquela hora, não um efeito forte, apenas uma pequena tontura no cinzento, que via as coisas também mais embaçadas. Mas nada exagerado, apenas leves pontos na vista. Porem sua resistência o permitia simplesmente ignorar a dor, e continuar com seu próximo movimento, mudando sua postura para agora executar uma cotovelada, que era dolorosa pra o boina-man. No entanto, assim que atingido o cara de boina parecia agora estranhamente não sentir dor. Aparentemente algo envolvendo a droga que ele consumiu, e nesse momento, ele socava com toda a força o peito de Asger, o golpe aparentemente tinha o dobro da potência que ele havia administrado antes.

De cara a pancada machucava, porem não chegava a desestabilizar o cinzento, mas era certo que a partir dali, tomar socos seguidos do cara seriam um problema. Seguindo o plano ele empurrava um dos inimigos para trás se impulsionando para o mascarado, que aparentemente não tinha problemas para esquivar, girando no chão assim que via o golpe. Novamente o tritão girava naquele momento e avançava tentando atacar com outra postura de soco, que era igualmente desviada pelo homem que afastava dois passos pra trás e investia novamente contra ele. As garras atingiam o peitoral do tritão fazendo um corte em forma de X nele.

Aquele corte não era fundo, mas, ainda assim, estava em uma zona onde muitos golpes haviam acertado e a resistência estava diminuída, ele sentia os cortes mas isso não o impedia de aplicar um golpe certeiro. Girando com tudo que tinha ele acertava com o calcanhar no maxilar do mascarado, porém ele era atingido por trás com um golpe do boina-man, um que vinha bem no ouvido, era um ataque de palma aberta que doía ao impacto, mas principalmente, ele desnorteava, pois o contato com o ouvido fazia com que o alto som doesse as orelhas de  Asger, mesmo sendo resistente, o som ainda pode prejudicar ele como a qualquer outro.

No entanto, ele estava pronto para a troca de inimigos e rapidamente aplicava uma joelhada no plexo solar do inimigo. Aquele golpe tinha sido doloroso, mas o grandão não sentia, por conta de seja lá o que porra ele tomou. E naquele momento se afastando dois passos para trás, ele tirava mais duas bolas do cinto. Uma ele jogava para frente, que explodia embaixo dos pés de Asger, era Fumaça, sim isso mesmo uma fumaça vermelha que aparentemente cobria muito do local. E enquanto isso ele segurava a outra na mão mas o que seria ela? Bem, para descobrir o tritão teria de experimentar.

A fumaça era rápida e cobria tudo, então a luta ia ser na escuridão. E enquanto isso os irmãos sirenos lidavam com o boxeador a luta estava acirrada e mais inimigos cercavam eles também. Eles estavam sempre usando o Merman Combat mas ainda com ele as coisas seguiam mais e mais complicadas, era um momento tenso de se observar em tudo que se sucedia. Ataques de socos e com a água eram efetivos, e seguravam bem seu inimigo.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyDom 10 Fev 2019 - 23:21




XI – Some scratches will not make difference at the end of the battle



O tempo estava começando a se tornar mais lento, minha visão tinha alguns pontos embaçados e desconfiava de alguma coisa daquele mascarado, seus cortes não foram profundos e os golpes do de boina sequer foram tão eficazes a ponto de perfurar a minha resistência. Havia estado em diversas batalhas e muitas delas não eram consideradas justas, por ser um mundo em que a honra não fala. – O veneno é a arma do covarde. – Desconfiava bastante que poderia ser aquilo constatando os fatos, já estive envenenado outras vezes, apesar que a sensação era como estar levemente embriagado, só que a cerveja ou qualquer outro tipo de bebida alcoólicas não fazia presença em meus lábios há um grande tempo.

Não o julgava por usar um tipo de arma como aquelas, numa batalha tudo está valendo e havia aprendido isso pelas ruas em que já estive, então, foda-se o que ele está usando. Sentia que meu corpo não aguentaria muitos cortes como aqueles devido ao veneno se acumular cada vez mais, o zumbido em minhas orelhas também não havia sido nada agradável, o homem de boina havia claramente ficado mais forte, não estava sentindo as dores dos meus golpes, mas será que ainda não estavam os afetando? Já havia acertado diversas vezes o homem e creio que até eu mesmo cairia com mais alguns daqueles, os golpes tinham sido duros e precisos, em áreas que provavelmente teriam acabado com muitos homens em apenas um golpe.

O campo havia sido tomado por uma completa nuvem de fumaça vermelha quando o boina havia tacado a mesma no chão, embora ele também tinha uma outra bola em sua mão, o que me deixava bem desconfiado sobre o que poderia ser aquilo, por que sacar as duas ao mesmo tempo e lançar apenas uma? Tomado pela cegueira devido a fumaça, tentaria diminuir a minha frequência cardíaca e meus batimentos de forma a tentar respirar menos daquela fumaça, tentaria dar alguns passos para trás tentando me afastar um pouco da minha posição anterior, não sabia se eles estariam me vendo, mas estaria atento a minha audição, tentando ouvir os seus passos e por onde eles estariam vindo, não sabia se eles conseguiam me enxergar devido aos seus apetrechos e não poderia abaixar a guarda.

Me manteria na defensiva nesses momentos, não haviam alternativas a não ser tentar sair daquela fumaça para enxergar a situação melhor, por isso, daria passos lentos para trás de maneira a não revelar tanto da minha posição e não acabar me chocando de costas em uma parede sem percebê-la. Meus movimentos seriam simples, ao perceber alguma movimentação inimiga, percebendo por onde ele estaria a vir ou supor que estaria, tentaria saltar para o lado contrário do meu inimigo, procurando realizar um dash o mais rápido possível para que conseguisse me esquivar antes mesmo que ele me atacasse, tentando estender o meu braço contra o vento se o outro inimigo estivesse a minha espera e acertá-lo em meio. Caso conseguisse ver os seus movimentos em minha direção, tentaria me esquivar de forma mais simples, movendo o meu corpo para uma direção propícia e tentando contra-atacá-lo com um forte golpe frontal de direita na postura do Seiken.

Se conseguisse acertá-lo independente da forma, tentaria continuar a minha sequência segurando o membro superior do meu alvo ou seus ombros, de maneira a tentar socá-lo em regiões que havia acertado antes independente da forma que fosse, com socos ou chutes e tentando não soltá-lo, se o segundo viesse a tentar me acertar, me moveria de forma a que ficasse atrás do primeiro e que o segundo não tivesse um bom ângulo para conseguir me acertar, invés de soltá-lo, continua a tentar golpeá-lo enquanto tivesse alguma oportunidade. Mas se não houvesse alternativa a não ser soltá-lo, faria questão que fosse empurrando-o contra o seu parceiro e ao invés de apenas deixa-lo ir, correria atrás de ambos, com o ombro pronto para a minha investida e tentando atropelar ambos ao mesmo tempo.

Estaria feliz se saísse daquela fumaça vermelha, por isso, procuraria tentar me localizar em meio ao ambiente e tudo o que estava ao meu redor, não respirando forte para não inspirar daquela substância desconhecida. Uma das minhas suspeitas também seria que aquilo poderia ser um gás e a segunda bola algum tipo de explosivo, por isso, se notasse alguma chama se acendendo ou luz em meio a aquela fumaça, tentaria me jogar contra a parede mais distante, uma cobertura mais próxima e escapar da zona de explosão que seria a mesma. Se notasse que algum dos meus inimigos havia fraquejado, estivesse caído, tentaria fazer o máximo para me aproximar dele e jogar todo o peso do meu corpo sobre o seu crânio e/ou pescoço para tentar esmagá-lo com os meus trezentos quilos e setenta quilos de pura força tritânica.

Todas as minhas funções padrões para melhor execução em golpes continuaria em vigor, assim como se acabasse caindo, igualmente das outras vezes, para tentar melhor resistir aos golpes, tentaria me esquivar colocando os braços em frente ou perna ou qualquer outro tipo de parte mais resistente do corpo no lugar e tentar deixar os lugares mais afetados escondidos. Caso notasse que os irmãos haviam conseguido derrotar aquela outra ameaça, gritaria bem alto para eles. – Necessito de suas ajudas aqui! – Pedir ajuda não era um sinal de fraqueza e sim uma vantagem para cima daqueles humanos, eles estavam se unindo para se tornarem mais fortes e isso era o que faltava para nós tritões também, estarmos todos juntos e mostrarmos a nossa superioridade.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyTer 12 Fev 2019 - 1:33

Ver o cara do veneno fazia o tritão verbalizar algo sobre aquilo ser coisa de covarde, uma espécie de provocação, apesar de o mascarado simplesmente ignorar. Naquele momento tinham coisas piores para se preocupar como a fumaça que acabava com todo o campo de visão do tritão e claramente seria um problema, ele começava a evitar inspirar ar, ao menos evitar que sugasse muito. Ele mantinha uma postura mais defensiva naquela hora e se preparava para o pior e ele vinha.

Naquele exato momento o boinaman socava com tudo no meio do peito do garoto, que ainda estava se localizando, mas espera, não… Era um golpe de mão aberta, o que ele tinha na mão era um explosivo, a bolinha explodia acabando com a mão do boinaman que ficava sem o couro completo da palma, a mão descascava, e não apenas isso. A explosão danificava também a zona que já tinha sido machucada do tritão, a pele largava e a queimadura tinha sido dura e se espalhado por ali. Era o primeiro golpe que o fazia fastar pra trás com a força.

Era aparentemente um monte de pólvora socada dentro de uma bolinha, comprimida e usada para atacar, o dedo mindinho do inimigo tinha voado para longe com aquele golpe. Mas sim, o pior que o garoto pensou era real, era uma bomba, mas não ouve chama ou luz, o impacto com o calor da fumaça foi suficiente para explodir apenas naquele contato, claro que com potência menor que se fosse acendida antes, mas o inimigo não podia arriscar que aquilo falhasse.

A dor agora realmente seria forte no peito do baiacu, porém ainda em tempo ele esquivava do golpe daquele homem e dava um soco em posição de Seiken, suficiente para finalmente derrubar seu inimigo, o golpe atingia com força o plexo solar dele mais uma vez, que rolava para a parte de baixo onde os minions estavam por ali. O combate contra o grandalhão tinha acabado, mas não sem receber aquele dano massivo.

Os sirenos tinham aberto uma brecha para que eles pudessem correr dali, e o mascarado ainda estava de pé mas a garota chamava. - Vem, aqui tem uma saída por ali, se corrermos por aqui podemos chegar lá. Lutar contra eles só atrasa nossos planos, nos vingamos desses filhos da puta outra hora- o boxeador estava ainda de pé também, mas cuidava de outros prisioneiros naquela hora e tinha ido socorrer o chefe que tinha perdido o dedo na batalha, para que ele não acabasse morto pela queda também.

O mascarado saltava para cima de Asger, porém a mesma técnica era suficiente, para esquivar e golpear o garraman na barriga, o jogando pra trás, ele não estava derrotado e o humano ainda estava ali no chão, carregar ele? Bem era uma possibilidade, ou ele tentaria continuar a luta? Todas essas coisas poderiam se passar na cabeça dele naquela hora, além do mais e se o mascarado tivesse mais truques? Ele poderia seguir eles, mas qualquer decisão que ele tomasse agora poderia falhar ou dar muito certo. Cabia apenas a ele saber o que fazer.

Os outros prisioneiros estavam em maus lençóis, mas Asger não devia nada a eles, entretanto era algo que se ele deixasse pra trás ele, com certeza, teria inimigos, afinal, aparentemente ninguém tinha sido morto, e mais uma informação importante surgia de uma figura nova, que estava agora ao lado do boxeador com o chefe caido, eram as palavras. - Merda, a droga ainda não está bem-feita, o efeito reverso atingiu ele cedo demais, e ele já estava machucado demais, deu apenas para mais alguns segundos de luta antes de ele desmaiar.- aparentemente o motivo de ele ter realizado aquele ataque suicida era que a droga tinha parado de fazer o efeito e a dor voltado toda de uma vez.

O peito de Asger estava todo queimado e dolorido agora, o veneno o deixando tonto e alguns outros machucados pelo corpo que precisariam ser tratados, a queimadura fazia o formato da palma de uma mão gigante, era algo bem diferente, e que deveria ser visto por um médico o mais rápido possível. E eventualmente podia gerar uma cicatriz.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 3 EmptyQua 13 Fev 2019 - 0:14




XII – The battle is over. See you later.


Era claro que o combate tinha ido para um caminho muito mais perigoso do que parecia que iria quando começamos, uma troca de golpes fortes se tornou alto bem mais extenso, o veneno entrou no meio e agora explosivos também foram implementados. O cansaço tinha tomado conta de todos os corpos, a dor referente a ter sido acertado em cheio pela pólvora do homem era grande, sentia um grande formigamento, ardência e a vontade de gritar pela dor exaurida ali. Minha expressão facial não poderia ser diferente da de quem está sentindo dor, apertando os dentes para sustentar daquela maneira, minha resistência havia fraquejado após tantos golpes e por fim ainda tinha uma explosão da qual feria meu corpo mais do que queria. Meus inimigos também haviam sofrido, o homem de boina tinha sido ferido pela própria explosão, perdendo alguns dedos de sua mão e o mascarado havia sido acertado por duros golpes, a batalha para mim tinha o seu fim por ali, não tinha necessidade de continuar para apenas nos ferirmos mais, a morte era algo divertido de ver acontecer, mas, como um homem disse uma vez: “Descansar hoje para que possamos lutar amanhã.”

Os sirenos concordavam com a minha opinião mostrando a mesma linha de pensamento em suas falas. – Nós iremos! Deixamos isso tudo para trás e se aparecerem em nossa frente novamente... Mostraremos a eles o que nossa raça é capaz de fazer! Isso é apenas o início! – Não pouparia esforços para levantar a minha voz o mais alto que pudesse ser ouvida, me apoiaria em minhas próprias pernas, estendendo os meus braços a frente ou para o lado para que tivesse mais equilíbrio devido ao veneno estar em meu sangue, ainda cansado de tudo, andaria até Henry, não devia nada para ele, estaria a fazer um favor para leva-lo dali. O homem tinha fracassado em seu primeiro combate ao meu lado, não devia favores para ele e a única coisa que nos ligava éramos odiar humanos e termos dividido uma cela, mas, companheiros nunca ficam para trás, havia de mostrar isso para também inspirar que outros me seguissem, por isso, agarrá-lo-ia com todas as minhas forças restantes, colocando-o sobre meu ombro direito como se carregasse uma caixa e apertaria o passo para seguir junto aos sirenos.

Empurraria quem estivesse em meu caminho, de preferência tentando derrubá-lo e pisar sobre o seu corpo para depositar todo o meu peso e possivelmente mata-lo, apenas não faria isso se percebesse que o mesmo era da mesma raça que a minha, onde o alertaria para seguir comigo. – Hey! Você! Venha comigo! Junte-se a nossa fuga, unidos somos mais fortes! – Muitas vezes a desconfiança é o melhor amigo do homem, vivemos em um mundo perigoso e é difícil confiar em uma pessoa de cara, não se deixa a chave de sua casa na mão de um estranho. – Confie em mim nesses instantes, estaremos seguros logo e você poderá seguir o caminho que desejar, a única coisa que posso garantir através dessas simples palavras é a sua segurança, se você viu a nossa luta contra aqueles humanos, pode ver que estamos em um nível superior a eles em todos os quesitos. – E por fim, concluiria com um aceno de cabeço se o mesmo concordasse, infelizmente, desistiria da negociação se ele recusasse, estava sem tempo para estar fazendo aquilo naquele tempo.

Olharia para os sirenos, deixando que guiassem o caminho por causa que a moça estava trabalhando ali de guarda antes de traí-los, uma coisa da qual me questionava era que não havíamos nos apresentados. – Envy! Guie o caminho! Aliás, qual o seu nome, Sireno? – Estaria a deixar a formação em um triângulo, com os dois nas pontas e eu mais atrás no centro deixando que abrissem caminho a minha frente, estaria tomando cuidado com possíveis guardas que estivessem tentando barrar a nossa passagem. Para isso, tentaria abusar de saltos e jogos de corpo para sair dos seus golpes, tentando contra-atacá-los com a arte dos chutes, procurando acertar chutes frontais em seu peito, cabeça ou parte mais fácil de ser acertada, para se derrubasse, abusar do meu peso e depositá-lo totalmente em cima do corpo do homem.

Prezaria pela segurança do carregado o máximo que pudesse, tentando mantê-lo intacto de outros golpes, tentando rodá-lo ou jogar o meu corpo para frente para que ele não viesse a ser acertado. “Meursault me fará mil favores depois que sairmos dessa. Se não, lhe corto a cabeça.” Pensaria em meio ao caminho por estar realizando tudo aquilo. Caso conseguíssemos sair, olharia todo ao meu redor, procurando ajustar a minha vista com a iluminação do ambiente e tentando me adequar dentro dos conhecimentos geográficos que havia em minha mente por ter estado em Las Camp, se ainda estivéssemos lá, procurando encontrar em minha memórias, referências daquela ilha e aplica-la ao ambiente. Se conseguisse reconhecer alguma localidade ao redor, procurar um lugar seguro era a primeira coisa da qual tínhamos que fazer, então tentaria lembrar de algum estabelecimento abandonado do qual ficava perto de uma loja de medicamentos ou um ambiente que tivesse uma rápida maneira de fugir de possíveis inimigos.

- Temos que encontrar um lugar seguro primeiro, procuraremos um médico para nos tratarmos depois e por fim, devemos ir atrás de suprimentos. – Caso lembrasse de algum lugar, avisaria aos meus companheiros, apontando a direção da qual deveríamos seguir, procurando achar uma rota para tal lugar que fosse mais escondida através dos becos, esgoto ou qualquer outro tipo. – Nós devemos ir por ali, conheço um lugar seguro ou que, pelo menos, era seguro antes de eu ser preso. – E então guiaria o grupo, tentando manter a mesma formação anterior, mas, desta vez, com eu no centro. – Fiquemos em um triângulo, vocês dois cuidarão da retaguarda e eu cuido da frente, avisarei qualquer coisa estranha. – E como dito em minha fala, estaria atento a qualquer inimigo, movimentação ou pessoa que percebesse em minha frente, procurando me esconder de qualquer um, alertando os meus companheiros com um gesto de mão de pare e depois indicando para qual direção deveríamos nos mover ou, se tivesse que tomar uma decisão mais rápida, me movimentaria primeiro e depois puxaria os dois sirenos para perto de mim, de maneira a nos escondermos melhor.

Conseguindo um teto sobre a nossa cabeça, respiraria profundo, colocando Henry deitado em um canto seco e mais quente e depois procurando observar os meus ferimentos, tentando ver como estavam, senti-los com o meu tato e também a dor, olharia para os dois sirenos e/ou alguém que tivesse se juntado a nós e tentaria motivá-los. – Fico feliz que todos nós estejamos aqui. Agradeço pela participação de todos e esse é só o começo para que os humanos estejam beijando as nossas botas futuramente. – Daria uma pausa leve, respirando e expirando. – Nosso próximo passo é encontrar alguém com conhecimento e suprimentos médicos, precisamos cuidar de nossos ferimentos o mais rápido possível. Sofri um pouco do veneno do homem mascarado e creio que Henry também tenha sofrido. Vocês sabem algum médico pela região? – Esperaria uma resposta, se alguém respondesse que sim, pediria mais informações. – O quanto você confia nele? O tratamento é caro? Ele fica muito longe? – E se fosse uma outra pessoa além dos sirenos, perguntaria. – Qual é o seu nome? – Por fim, respiraria mais uma vez.

- Façamos o seguinte: descansaremos meia hora para recompor as nossas energias, vocês procurarão por suprimentos, comida, água ou qualquer outra coisa que achem necessário. Eu irei atrás do médico. – Tendo informações ou não, teria que me aprontar, mas, antes disso deveria descansar, por isso, me sentaria em algum canto esperando.



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