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 Everybody Ye Ye Ye

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MensagemAssunto: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptyDom Dez 23, 2018 3:14 am

Relembrando a primeira mensagem :

Everybody Ye Ye Ye

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Asger e Henry Meursault. A qual não possui narrador definido.


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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptySab Jan 05, 2019 12:30 pm

Gado D++

Asger parecia intrigado com tudo que acontecia e sua forma de pensar o levava a crer que as coisas não eram bem como ele queria, porém outra coisa o incomodava naquela hora, era basicamente o fato de ela carregar uma pistola. A moça o respondia de forma indireta explicando o motivo, e não explicando ao mesmo tempo. - Eu? Há, digamos que preciso de meios alternativos além de minha maneira de luta, por que eu não posso correr muito bem.- Naquele momento ela abaixava a barra da calça, ela mostrava um pedaço de sua coxa, exibindo escamas, sim era a cauda de uma Sirena, por isso que um lugar como aquele era horrível para ela lutar. - Sou versada, em outro tipo de luta, mas quando a coisa aperta, às vezes preciso de algum meio de atrasar as pessoas, no entanto eu luto com as técnicas me ensinadas na ilha, Merman Combat, eu estou aqui apenas em busca do meu irmão, e nada mais, essa arma é um meio de conseguir fugir dos mal intencionados.- Depois de todo o papo ela se retirava do local, indo para cima novamente, eles então discutiam sobre tudo que tinham em mente sobre o que fazer.

Asger como sempre desconfiado, Henry, um pouco desconfiado mas sempre gado um pouco mais tranquilo, os dois tinham apenas uma coisa pra fazer ali, esperar a história começar. Asger ia contando as horas na mente, eram um total de 6 horas até que a mulher voltasse, já Henry tinha passado seu tempo perdido em outros pensamentos distintos, coisas que sua cabeça lhe levava a programar. Depois de todo esse tempo, o barulho vindo do alto se fazia grande aparentemente pessoas sendo jogadas, barulhos de tiro, a confusão tinha começado antes de a cela ser aberta, a mulher vinha em velocidade mas agora estava junta de um outro ser, era um homem de cabelos igualmente negros, que se vestia apenas com uma tanga de texugo naquele momento, provavelmente coisa dos guardas, e era um Sireno também, ele mostrava escamas azul escuras quase negras, e carregava um grande barril nas costas, água? Provavelmente sim, algo para o modo como deveria lutar. - VAMOS!! Eles me descobriram antes da hora, sabem que estava aqui pra buscar ele.- Falava a mulher que começava a abrir o cadeado e tinha certo desespero. O seu irmão no entanto ficava afastado das grades, e parecia sempre preparado para qualquer ataque.

No momento que eles saiam ela começava a se mover para frente mas Asger tinha planos diferente ele partia tentando agarra a moça para a levantar violentamente do chão, coisa essa que era claramente pressentida por ela. A moça colocava os braços na frente não deixando que ele a pegasse como desejava, ele ainda a levantava do chão, mas não demorava muito para que sentisse um queimor enorme pelo corpo, era um choque elétrico… Sim ela tinha usado o que deveria ser sua habilidade de cauda, e aquilo, mesmo com a resistência do tritão o deixava um pouco dolorido, e fazia que seus músculos contraissem, porém o objetivo era maior, sabem como o choque é potencializado pela água? Então… O seu irmão usando do Merman Combat, rapidamente soltava uma enorme quantidade de água que atingia o rosto de Asger, o molhando da cabeça aos pés, o choque intensificado, o fazia quase soltar a mulher, que voltava a falar. - Vamos começar uma briga interna agora? Está querendo ser preso de novo por acaso? Te garanto se começarmos a brigar aqui não vai ser rápido, e independente do vencedor, todos perdem, imagino que tenha neurônios pra pensar nisso.- Comentava ela já no chão tocando o pulso onde o tritão tinha apertado. - Olha todos aqui estão com problemas, agora vamos correr. - Falava o sireno naquele momento. Ele estava certo pois, logo depois dos primeiros passos, eles davam de frente com 3 dos guardas comuns, ops eram 4, um deles estava tapando as escadas.

Naquela hora o combate estava para começar e os guardas vinham falando. - Acharam que iam escapar peixinhos?- Dizia o sem dois dentes da frente, e o ao lado dele falava. - Tem um humano ali chef- Sim, eram 3 peixes e um humano, essa deveria ser a frase correta, com toda certeza. - Beleza, beleza, peixes e humanos…- Era um cara que estava de mãos nuas também, apenas o da direita carregava um chicote, e Asger não lembrava de ter visto ele em momento algum, provavelmente fazia turno em outra área, ou nem descia para lá. O jogo tinha começado, era hora de lutar.
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Meursault
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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptyDom Jan 06, 2019 2:11 am



A Canção da Espada




O desentendimento entre Asger e os supostos irmãos poderia ser algo preocupante, como uma fagulha em um cômodo lotado de barris de óleo, mas Henry era incapaz de encarar a situação com seriedade. Gargalharia ao ver a descarga elétrica percorrer o corpo do tritão e ignoraria todas as ameaças feitas, já que, perante os seus ouvidos, pareciam palavras vazias. As três figuras poderiam se achar amedrontadoras, mas Meursault enxergava a intimidação e os movimentos feitos como uma peça de comédia e se regozijava com tal pensamento. - Bravo! - Diria com entusiasmo em meio aos risos, ignorando a preocupação de Envy, as maneiras soturnas de seu irmão recém-liberto e a austeridade de Asger, simplesmente aplaudiria toda aquela confusão, de forma debochada, como costumava fazer na maioria das vezes.

A diversão existente na cena em questão já era satisfatória para o navegador, mas a visão dos quatro guardas roubava toda a sua atenção e o deixava ainda mais empolgado. Meursault ansiava por aquilo, nada o fazia se sentir tão vivo quanto arriscar sua vida em um festim de violência e brutalidade. Henry ainda se lembrava da primeira vez que lutou até ceifar a vida de um homem, recordava da sensação de êxtase. Era jovem e idiota, por um momento se sentiu invencível e inabalável, acreditou que podia ter o mundo em suas mãos e conquistar tudo que desejasse. Todos os homens sentiam isso em algum ponto da vida e aqueles que não sentissem não poderiam ser considerados homens de verdade, alguns chamavam o sentimento pulsante de canção da espada, outros de festim de sangue e alguns simplesmente de júbilo do combate, mas os nomes não importavam nem um pouco para uma criatura sedenta por conflito. O navegador já não era tão jovem como na primeira vez em que sentiu o êxtase do combate, embora talvez ainda fosse idiota, mas achava o momento mágico e, quando as coisas se desenrolavam da forma que planejava, se sentia insuperável como se estivesse derrotando um homem pela primeira vez.

A violência era a principal amante de Meursault e, toda vez que a via, corria direto para os seus calorosos braços. O homem escutaria as provocações dos guardas e, quando sua existência fosse mencionada, faria uma reverência, se curvando como se estivesse diante de alguém da mais alta nobreza. A atitude era um ato de escárnio, mas Henry não se surpreenderia se sua mensagem não fosse compreendida. Com as apresentações feitas, parecia ser o momento oportuno para avançar e dizimar a pequena guarnição antes que ela fosse reforçada por mais homens. Meursault não era exatamente o tipo de homem que seguia planos, mas lembrava de Asger dizer que ele era o responsável pelo flanco direito e não custava nada colaborar com os esquemas do tritão. O navegador avançaria, na maior velocidade possível, de forma súbita, tentaria diminuir ao máximo a distância existente entre si mesmo e os inimigos antes de sofrer ou desferir o primeiro golpe. Prestaria atenção, principalmente, no homem que portava o chicote durante o seu avanço e guiaria seus passos pela parede direta, já que assim só poderia receber golpes vindos da esquerda ou frontais.

Durante o avanço, Henry ficaria atento a qualquer tentativa de golpe inimigo. Se sofresse com uma investida vinda de sua esquerda, sendo ela horizontal ou diagonal, se abaixaria ou saltaria, dependendo da altura do golpe, e continuaria seu avanço logo em seguida, até ter alcance suficiente para desferir um golpe. Se fosse alvo de algum golpe frontal ou vertical, como uma estocada, um golpe ascendente ou descendente, simplesmente se afastaria da parede que estaria localizada a sua direita, levando seu corpo para a esquerda, visando evitar a trajetória do golpe, após isso, voltaria a se guiar pela parede. Tomaria um cuidado especial se notasse outras celas, continuaria avançando junto a parede e as grades, mas ficaria atento para não ser agarrado, tentando se esquivar de qualquer mão que aparecesse para agarrar o seu corpo.

Meursault não pararia de avançar mesmo que fosse atingido, a dor era sua velha companheira e ele acreditava que seu ímpeto fosse capaz de superar qualquer sofrimento vindouro, ao menos por um momento. Assim que tivesse a oportunidade de desferir um golpe dentro do alcance apropriado, saltaria em direção ao guarda que estivesse mais próximo, aproveitando toda a velocidade que havia adquirido durante a corrida, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Henry esperava que o golpe fosse brutal o suficiente para cortar a linha inimiga e derrubar sua vítima, gerando assim caos naquele pequeno campo de batalha. O navegador saberia que encontraria o chão, tendo ou não sucesso em seu golpe, então ficaria pronto para se recompor da forma mais veloz possível. Antes de se levantar, apoiaria ambas as palmas e perna esquerda no chão, ainda agachado, e giraria seu corpo com rapidez, executando uma rasteira com a perna direita, que visava desequilibrar os inimigos próximos, assim teria tempo de se levantar sem sofrer uma saraivada de golpes, tendo em vista que os outros também avançariam.

Quando tivesse a oportunidade, Henry se levantaria e, nesse momento, observaria quais guardas ainda estavam de pé. Procuraria o alvo mais apropriado e executaria um chute ascendente com a perna esquerda, que visaria atingir o oponente na altura das costelas. Se visse um guarda deitado que ainda não tivesse sido finalizado, daria vários pisões na cabeça do mesmo, até que este perdesse a consciência. Meursault ficaria atento para eventuais golpes desferidos após o seu salto, acreditava que o chicote era uma arma ineficaz a curta distância, então preferiria evitar socos e chutes, golpes horizontais ou diagonais vindos da esquerda ou direita seriam evitados por meio de agachamentos ou saltos, dependendo da altura, se fosse um golpe que não pudesse ser evitado por salto ou agachamento, saltaria para trás, tentando evitar o alcance do acerto. Golpes frontais, ascendentes, descendentes ou diretos seriam evitados por meio de um salto para trás, tentando sempre evitar seu alcance, se o salto para trás fosse impossível, Henry jogaria o corpo para esquerda ou para direita, tentando evitar o golpe.

Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptyDom Jan 06, 2019 2:33 am




IV – The first step to our Freedom



Um verdadeiro revés, algo do qual não esperava e fora surpreendido com as palavras daquela mulher, não haviam características sobressalentes nela que destacasse que não era humana, aquela informação me fazia arder por dentro de emoção e não conseguia conter os risos em minha mente, a gargalhada por trás de ver algo que para mim era tão belo quanto o pôr do sol, uma sirena disfarçada daquela maneira era uma verdadeira miragem diante dos meus olhos. A nossa raça mostrava-se superior tanto em força física como intelectual, disfarçar em meio a tanto humanos daquela maneira, os seres marinhos eram a maior raça universal!

O tempo passava e um barulho começava a vir do alto, uma verdadeira confusão que havia dado o seu início antes que o esperado, a garota tinha seus planos complicados e descia com o seu irmão, um sireno de escamas azuis com um grande barril em suas costas, ele vestia uma roupa peculiar, mas do qual imaginava ser obra dos guardas, humanos adoravam humilhar as outras raças. O sentimento de vingança subia do meu peito até a minha cabeça, aquela vontade de esmagar os crânios daqueles homens por fazerem homens como nós passarem por uma coisa dessas, mas eu não tirava o meu foco, tinha que ter certeza de que não seríamos traídos. Ao agarrar a garota, ela tinha me feito outra surpresa, além do seu Merman Combat e a ajuda de seu irmão, usava a habilidade para me eletrocutar, mostrando que a sua espécie também era ainda mais sensacional. Percebia que seus pulsos doíam depois de tê-la levantado levemente do chão, mas antes que pudesse falar alguma coisa, homens apareciam descendo da escada, primeiramente conseguia ver três, mas ao olhar direito enxergava quatro, um ficava na escada enquanto os outros no corredor. Dentre eles, apenas um não havia lembranças, provavelmente vindo dos andares superiores e carregando um chicote com ele, os humanos tentavam nos provocar.

- Humanos sempre tolos como imaginava serem. Envy, não é qualquer um que consegue me causar dor, gostei do que vi, espero que tenha mais disso para nossos inimigos. – Minha mente começava a trabalhar em possibilidades, os homens não aparentavam serem nada especiais, mas nunca deveria julgar um livro pela capa, não mais. - Manteremos a formação anterior, fique perto do seu irmão. Garoto, como se chama? – Não tiraria os meus olhos daqueles a nossa frente, estava certo de que a luta começaria nos primeiros passos, então tentava ser rápido em minhas palavras e mais ágil em meus reflexos. - Henry, nós atacaremos. – Respiraria fundo com os olhos focados e dobraria os meus joelhos, pronto para partir em direção aos meus inimigos, esperaria que Meursault tivesse o primeiro passo para frente, seguindo pela esquerda em um tempo levemente atrasado que o dele. Investiria com toda a minha velocidade para frente, as mãos levemente abertas e a cabeça erguida com os olhos fixos para não perder os meus inimigos da minha frente.

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Queria atrair os dois e deixar que Henry tivesse mais liberdade, por isso esperaria seu primeiro movimento para que não chegasse a atrapalhá-lo e arruinar devido a não saber como ele lutava além de histórias. - É esse peixe que trará a morte a vocês. Venham! – Gritaria para chamar a atenção deles ao estar em movimentação e quando estivessem dentro do meu alcance, ergueria os meus dois punhos para cima, tentando chamar a atenção para eles e forçar uma esquiva dos mesmos, mas essa não era a intenção do golpe, pois ao começar a descê-los como se fosse dar uma marretada forte na cabeça do homem mais à esquerda, estenderia toda a minha envergadura para as laterais com os braços, tentando acertá-los se os mesmos se esquivassem para algum dos lados ou jogá-los mais para trás. Independente do resultado, não recuaria, queria mantê-los a minha frente e não deixar que passassem, formar a linha de frente era essencial para o sucesso da atiradora. Para isso, tentaria golpear novamente o mais à esquerda, tentando encurtar a distância enquanto manteria a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para facilitar uma melhor aproximação e combinação de meus golpes, procurando iniciar uma sequência curta de um jab com a mão esquerda e emendando com um direto de direita, ambos em direção ao seu rosto sem uma região específica, sem esperar pelo resultado e tentando não hesitar, mudaria de alvo para o que estaria a direita da posição inicial deste, tentando aproximar rapidamente dele e aproveitar do meu tamanho para ter essa facilidade de aproximação, onde tentaria golpear primeiramente em seu plexo solar com a palma da mão esquerda e seguir com um direto em seu maxilar, tentando sempre me manter próximo a eles, onde poderia ter uma melhor vantagem devido ao tamanho e peso.

Não sairia do caminho de seus golpes, tentando comprimir os músculos para receber melhor o impacto e ter uma rápida reação do mesmo, procurando contra-atacá-lo com uma sequência rápida de golpes esperando ter uma noção rápida do tempo que ele me acertou o golpe e o tempo que demoraria para retomar a postura de defesa, tentando encaixar três socos, primeiramente acertá-lo com um gancho em seu estômago, tentando retirar o seu fôlego nesse primeiro golpe e prosseguindo com um direto em seguida, indo em direção ao seu crânio independente da região e com um último golpe onde jogaria o meu peso para cima deste, tentando acertá-lo com uma cotovelada vertical de cima para baixo. Outra sequência que utilizaria em casos como esse, seria tentar surpreendê-lo com um cuspe na direção de seus olhos, onde a minha mão esquerda tentaria agarrá-lo pelas vestes, tentando puxá-lo para mais perto e com a mão direita, socá-lo em diversas regiões do seu corpo, ou, se o segundo inimigo estivesse muito próximo, tentar jogar contra ele, em meio a que eles se encontrariam e com isso, tentaria avançar para cima dos dois, jogando a minha cabeça para frente e tentando acertá-los com uma cabeçada em meio ao peito do primeiro que estivesse na frente.

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Não queria deixar ninguém passar por mim, por isso, se notasse alguém conseguindo passar para correr até Envy e seu irmão, tentaria dar passos rápidos de recuo, tentando alcançá-lo e empurrá-lo, procurando desequilibrá-lo e fazê-lo se chocar contra o chão ou alguma das paredes e consequentemente tentando agarrá-lo se acontecesse, uma mão em sua costa e a outra agarrando seus cabelos ou cabeça, tentando batê-la contra o chão. Se notasse o outro se aproximando rápido demais, tentaria levantá-lo acima de cima cabeça de forma rápida, procurando jogá-lo na direção do seu colega. Também não podia deixar que Henry fosse pego de costas, por isso, ao notar que alguém estaria indo tentar acertá-lo por trás, ignoraria o que estava fazendo para tentar alcançar o meliante, tentando agarrá-lo pelas vestes ou socar com a parte de trás da mão para que perdesse o equilíbrio e não acertasse o meu companheiro, se notasse que seria impossível chegar tão rápido a ponto de parar seu golpe, gritaria. - Henry! Atrás! – E torceria para que saísse do golpe através de suas movimentações.

Respiraria fundo antes de cada golpe, expirando após dá-los para que saíssem com mais força e tentando me levantar se viesse ao chão, aplicando um “knock-up” para que tivesse mais velocidade nisso, procurando lutar contra a gravidade e ter um impulso forte o bastante para estar em pé. Prestaria atenção também no que os sirenos tivessem a dizer, como pedidos para que saísse da frente para executar um tiro ou que estivesse chegando homens a nossas costas, onde olharia em um tempo oportuno para tentar raciocinar uma melhor tática para lutar com tantos inimigos. Aproveitaria que haviam outros presos por ali e se tivesse uma oportunidade para empurrar algum dos guardas até as grades, executaria, esperando que eles entendessem e agarrassem o homem pelas grades, o que facilitaria nosso trabalho de fuga.



Spoiler:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptyDom Jan 06, 2019 5:28 pm

Voadora, com os dois pés.

Naquele momento, Henry sabia o que estava a sua frente ele sentia que a guerra estava chegando, por mais que o momento ali fosse muito mais um caos momentâneo. O tritão sentia um certo momento de felicidade quando notava que aquela era uma de sua espécie, aparentemente inteligente, porem não era hora para discutirem muito. Asger naquela hora dava algumas poucas palavras pra a mulher antes de iniciar sua investida.

Henry partia primeiro correndo com velocidade em direção ao inimigo pela direita, assim que estava no alcance do chicote ele rapidamente via o movimento baixo na altura de suas pernas o fazendo saltar por cima, em seguida um golpe pela lateral, de maneira vertical, ele rapidamente movia-se pro lado, nada parava ele naquela hora, pois ele estava para completar um feito incrível na sua história.

Quando dentro do Alcance possível ele rapidamente saltava com os dois pés no inimigo da direita com o chicote, era uma aniquilação total, aquele golpe por si só se mostrava um artifício completo. O inimigo no chão apesar de sua queda vir em conjunto, ele estaria com certeza melhor que o cara ali. Os outros dois pensavam em tentar ajudar mas isso não durava quando o enorme cinzento corria.

Asger não tinha dado tempo nem mesmo de que eles pensassem, avançando em alta velocidade, de modo a parecer que ele ia realmente atacar eles com uma investida, ambos começavam a correr e assim que os dois primeiros passavam, Henry aproveitava para passar uma rasteira no terceiro que poderia ter causado algum problema visto que ele não parecia focar apenas o tritão, talvez viesse a virar pra cima dele.

Enquanto isso o grandalhão corria com ímpeto e assim que se aproximava deles, saltava. O pulo e o formato das mãos fazia crer que seria um soco martelo duplo, no entanto, o que ele realmente fazia era inchar muito, aumentando seu tamanho e esmagando os dois possíveis guardas. Assim que os homens levantavam depois de tudo aquilo, o rapaz preparava para socar eles.

Mantinha uma postura de destro, e começava a desferir alguns Jabs, que iam de encontro ao queixo do inimigo, e claro um direito forte que no fim apagava completamente o inimigo da esquerda. Quanto ao da direita, bem. Uma rajada de água vinha com toda a força em direção a ele, aparentemente tinha sido lançada pela moça Envy e seu irmão, uma combinação de Merman Combat.

Henry que se levantava rapidamente via seu primeiro inimigo que tomou a voadora acabar por se erguer também, ele não esperava muito já subindo com um chute poderoso nas costelas do homem. Ele caia novamente e o outro que ainda estava pra se levantar, de forma impiedosa o humano por sua vez pisava com força sobre a cabeça dele, desmaiando de vez.

Os quatro inimigos ali, tinham sido derrotados de vez, estavam em estado deplorável, a moça seguia correndo e falando. -Vamos em frente, temos que subir as escadas, estamos perto da saída.- Falava ela apontando para cima, e começando a correr junto do irmão em direção a saida, o problema é que lá em cima a coisa estava complicada. Primeiro assim que eles subissem veriam o caos generalizado.

Tinham inimigos por o lugar, lutando contra o que deveriam ser diversos ex prisioneiros, 10 ou talvez mais por ali por cima, mas o problema principal era o que vinha no centro. lá estava o líder daquele grupo, um Caçador de Recompensas, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], trajando suas roupas vermelhas, seu quepe de capitão, com músculos extremamente grandes, ele não estava sozinho tendo entidades, tão assustadoras quanto ao seu lado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que usava em sua mão direita o que pareciam garras de metal, e cobria seu rosto com uma máscara, seu corpo era extremamente definido, e parecia ser tão forte quanto o do meio, mesmo sem uma musculatura gigante como a dele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], uma montanha gigante de músculos sobre pernas, usando luvas em suas mãos o que já lhe revelava um pouco sobre o estilo de comabate. Ele parecia estar pronto para golpear, mantendo um jogo de pés de boxeador.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptySeg Jan 07, 2019 1:38 am



Danse Macabre




A expectativa de um combate havia deixado Meursault empolgado, ansiava por aquilo com avidez, como um homem que percorre o deserto deseja água, mas aquela contenda estava longe de ser algo digno de seu esforço. Os guardas que protegiam a passagem não podiam ser chamados de homens, eram simplesmente criaturas inúteis que não serviam nem para apanhar. Aquilo não havia sido um conflito, havia sido um massacre e não existia graça ou beleza em sucessos que não exigiam nenhum empenho, por mais violentos que fossem. Henry esperava encontrar um oásis, mas acabou se deparando com uma mísera gota d'água. - Você me libertou para isso? - Indagaria, não se importando em deixar sua frustração transparecer, mas não esperaria nenhuma resposta de Envy. O navegador gostava da liberdade, como todo ser humano, e apreciava a chance da fuga, mas esperava encontrar um pouco mais de diversão na sua jornada. Os homens que havia acabado de derrotar eram tão insignificantes que uma figura sádica como Meursault não fazia questão de findar aquelas existências, fazer com que permanecessem vivos era uma perspectiva muito mais cruel.

O homem simplesmente subiria as escadas, um tanto quanto irritado pela falta de resistência de seus oponentes e, para a sua surpresa, as cortinas de seu destino haviam se aberto, revelando um novo ato. Não era uma cena de comédia, como Asger interagindo com os sirenos, mas o caos em sua mais bela forma, algo verdadeiramente admirável. Henry ficou encantado com toda aquela desordem, perturbação e violência, desejou ser capaz de desenhar e pintar, para poder retratar aquela cena em uma tela e jamais se esquecer do momento, mas seus devaneios cessaram quando seus olhos encontraram a figura mascarada. Apenas um em cada quatro ou cinco homens era um guerreiro, os outros eram apenas lutadores relutantes, e entre os guerreiros, apenas um em cada vinte realmente amava o combate. Meursault era um desses homens e reconhecia o portador da garra como um igual. O homem se destacava dos demais, parecia ser mais forte que todos os outros e esse simples pensamento faria o sangue de Henry ferver e pulsar com mais força. Meursault começaria a avançar em direção ao detentor de longas madeixas loiras, o mais rápido que fosse capaz. Não faria isso para alcançar a liberdade, para colaborar com o plano de Asger ou ajudar a fuga de Envy, faria simplesmente por desejar uma boa luta. Era um homem que sempre lutava para conseguir o que desejava, sem se importar com as consequências.

Ao avançar, Henry tentaria se aproximar de seu oponente pelo flanco esquerdo do homem, evitando qualquer outro conflito que não fosse de seu interesse. Tendo sucesso em reduzir a distância existente entre si mesmo e o seu alvo, Meursault desferiria o primeiro golpe. Um chute ascendente com a perna direita, embalado pela velocidade da corrida que acabaria de realizar, o destino do golpe era o joelho esquerdo do homem mascarado. O navegador planejava que o peito do seu pé se chocasse com a lateral externa do joelho do inimigo, tinha esperanças de que o golpe, se fosse forte o suficiente, poderia debilitar a movimentação de seu inimigo durante o combate. Caso obtivesse sucesso total ou parcial em sua empreitada, manteria sua postura, com o pé esquerdo sustentando seu corpo, e desferiria um chute em sequência, com o pé direito. O pé em questão recuaria brevemente, mas não tocaria o chão, ascenderia novamente, com toda a força que Meursault fosse capaz de empregar, buscando as costelas de seu adversário. Com sorte o homem quebraria ou trincaria um ou dois ossos, mas isso não era o suficiente. Se as coisas ocorressem como o planejado até este ponto, Henry desferiria seu último golpe, finalmente levaria o pé direito de encontro ao chão e giraria seu corpo bruscamente para a direita, durante o movimento, levantaria  novamente o seu pé direito e inclinaria o mesmo para a esquerda, fazendo com que seu calcanhar estivesse pronto para se chocar contra a cabeça de seu alvo. O intuito do movimento era fazer com que seu calcanhar se chocasse com a orelha direita do homem mascarado, atordoando o mesmo e removendo a sua máscara. Parecia algo cortês de se fazer, ao menos para Henry.

Apesar de ser imprudente, Meursault não era tolo e sabia muito bem que seu adversário poderia evitar seus golpes e contra-atacar, ou até mesmo atacar antes de sofrer uma ofensiva, então ficaria sempre atento para tentar evitar os golpes que eventualmente fossem desferidos contra ele. A garra indicava que seu inimigo era destro, mas não se deixaria iludir pelas aparências, não observaria apenas o objeto metálico e sim todo o corpo de seu oponente, ficando atento para chutes efetuados com ambas as pernas e socos desferidos com a outra mão. Se fosse alvejado por um golpe abaixo da linha do joelho, sendo este golpe horizontal ou diagonal, saltaria, deixando o golpe passar sem tocá-lo, e aproveitaria o impulso para fazer com que seu joelho esquerdo acertasse o estômago do homem mascarado, esperava que tal ofensiva fosse capaz de tirar o fôlego de seu oponente por um instante, diminuindo a pressão de outros ataques. Se fosse alvo de  um golpe que visasse a parte superior de seu corpo, acima da linha do peito, de forma horizontal ou diagonal, se agacharia, evitando desta forma o golpe, e levantaria após sua passagem, quando levantasse, faria sua perna esquerda ascender, mirando nas partes íntimas de seu oponente. Se o golpe acertasse, torceria para a dor paralisar o homem por alguns instantes, assim seria capaz de se afastar e evitaria sofrer com uma enxurrada de golpes.

Na hipótese de ser alvejado por golpes frontais, como estocadas com a garra, cortes, socos ou chutes ascendentes, descendentes, verticais ou diagonais, Henry saltaria para trás, em uma tentativa de aumentar a distância entre os dois e assim escapar do alcance do golpe. Após realizar o recuo, se notasse que o braço da garra estava estendido, Meursault tentaria chutar o braço do oponente, levando o bico de seu pé direito até o antebraço direito do oponente. Tinha esperanças de que o impacto fosse forte o suficiente para desarmar o homem, mas geralmente não era tão sortudo assim. Se, em qualquer momento, Henry fosse capaz de arrancar a máscara de seu adversário, o provocaria. - Agora entendi a razão de esconder sua face, me perdoe pela grosseria. - Faria a zombaria mesmo se não existisse nada de errado com rosto de seu oponente, já que o calor do combate o deixaria de bom humor.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptySeg Jan 07, 2019 2:24 am




V – A wild Street Fighter Characters appears



Foi uma pequena amostra de nossa força nesse avanço, começando com Henry atacando e acertando com um sucesso o primeiro, desviando habilmente dos golpes do homem e uma voadora de dois pés sensacional para deixar o primeiro caído, seguidamente com o meu avanço não dando tempo para que eles pensassem, dominando aquele combate e acabando com aqueles humanos antes que sequer pudessem pensar em atacarem. Envy e seu irmão tinham se mostrado atentos ao combate, derrotando também o seu e fazendo com que a passagem foi bem mais fácil para o andar acima, o que nos provocava uma grande animação por ter sido fácil demais, se continuasse naquele ritmo seria uma maravilha. Meursault gostava da liberdade, só que um combate como aquele não havia dado nem para o cheiro do que sua sede por sangue queria. Infelizmente, a facilidade não parecia vir tão cedo, pois assim que estávamos depois das escadas, apareciam três entidades, um homem de aparência robusta e grandiosa, seus músculos definidos através de suas roupas vermelhas e um quepe preto, seu olhar era dominado por ódio, seus outros companheiros eram bem parecidos com o primeiro, mas com menos músculos e contendo peculiaridades próprias, um com garras e o outro possuidor de um estilo de combate utilizador de suas mãos.

Notaria que Meursault já havia escolhido o seu inimigo, o qual também me deixava uma escolha a fazer e baseado em quem parecia ser o mais forte, me aprontaria, estralando os dedos das minhas mãos ao apertar com a outra, sorrindo por estar em um combate daquela maneira. - O de vermelho é meu. Envy e irmão, cuide do outro. – Mexeria a cabeça para a direção que o terceiro homem estava, me preparando para enfrentar aquele homem e agiria da mesma forma que anterior, começando com um avanço, desta vez, iniciaria ao mesmo tempo que Henry, tentando ser tão rápido quanto ele partindo em toda a velocidade que pudesse para o grandalhão de vermelho. Meu primeiro movimento surgiria quando ele entrasse em meu alcance, começando com um direto de direita reto em direção ao seu maxilar, procurando inclinar todo o meu corpo para frente enquanto que a minha mão esquerda teria recuado para trás e independente do resultado do golpe, inclinaria todo o meu corpo para trás, puxando a minha mão esquerda curvada em “V” na direção de seu queixo, tentando acertar um gancho vertical.

Humanos são desprezíveis e fracos, mas como todo ser, um é mais forte que o outro e não há probabilidade definitiva para saber quando enfrentará alguém mais forte que você, por isso, não abaixaria a guarda, procurando voltar a postura de destro no momento em que o golpe fosse efetuado, procurando tentar me esquivar de um possível contra-ataque, tentando dar dois passos rápidos para trás e tentando atacar novamente após este se viesse, procurando acertar um direto em seu tronco para tentar desestabilizá-lo, procurando manter um movimento de pernas, dando alguns passos para a lateral e tentando encontrar um ângulo que pudesse acertar as suas costas, tentando golpeá-lo abaixo das costelas com um gancho de esquerda. Esperando que o mesmo virasse para trás para tentar me golpear, onde daria novamente dois passos para trás de recuo e voltando com o cotovelo em seu maxilar. Tendo sucesso nesse golpe, não pararia, continuando com uma sequência de ganchos em seu abdômen, partindo novamente para a área superior do golpe e tentando acertá-lo com a palma aberta em seu plexo solar, partindo com um gancho horizontal direcionado ao seu maxilar com a mão livre do golpe, escolhendo-a conforme fosse avançando na sequência e tentando golpear o máximo de vezes possível.

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Em caso de perceber que seria acertado independente do movimento, comprimiria os músculos, tentando enrijecer ao máximo a musculatura da área para absorver o impacto do golpe, procurando também me posicionar diante do golpe, tentando fazê-lo acertar os meus braços ou pernas, colocando-os na frente se fosse possível e mantendo a guarda alta para se visse uma combinação, tentando absorver os golpes sem fechar os olhos e manter ele sempre a minha vista, virando-me com ele. Após a primeira troca de socos, não recuaria diante dos resultados, tentando manter uma agressividade sobre o meu inimigo, começando uma nova sequência de golpes, partindo com um chute frontal na direção do seu tronco, procurando acertá-lo em meio ao seu peito, seria um golpe rápido tentando ser o mais forte que pudesse sem perder a velocidade e ter uma chance de ser agarrado. Ao ter minha perna novamente ao chão, avançaria, procurando utilizar a minha mão esquerda para efetuar um jab rápido em direção ao seu maxilar, direcionando a direita para um cruzado, procurando acertá-lo com um jab novamente e avançando com um salto em sua direção, puxando com toda a força o meu braço direito para trás e movimentando ele todo para frente para acertar um direto em sua frente em meio ao salto.

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Este inimigo era superior aos outros e sabia disso apenas por olhá-lo, então tinha que me concentrar o máximo que podia neste, onde apenas teria minha atenção voltada para outro companheiro se me fosse pedida, tentando ajudá-lo ao recuar do meu inimigo para me direcionar ao que estava enfrentando, tentando utilizar o mesmo golpe inicial que tentava com o de vermelho. Procuraria utilizar o mesmo estilo de respiração e levantamento anteriores, sabendo que eram necessários para um melhor resultado em combate, procurando sempre me manter atento para não ser pego por trás, tentando recuar para a direção mais propícia. Uma outra coisa que não queria deixar acontecer seria recuar de mais e ficar de costas para a parede, tentando olhar para onde estava andando e me movimentar conforme tivesse as costas viradas para a área mais livre do corredor.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptySex Jan 11, 2019 5:42 pm

Voadora, com os dois pés.

Para Mersault aqueles de pouca força ou vontade não lhe eram interessantes como um todo, afinal para o homem que queria ser livre, aqueles eram obstáculos que sequer valiam o seu tempo e o mesmo também aplicava-se para Asger que desprezava profundamente os humanos que ali estavam se colocando entre ele e o seu ideal. Já em um primeiro momento como a voz ativa, teria selecionado o seu oponente, que era o homem de vermelho anunciando a todos e naquele momento, poderia ver o ódio na face do humano que já parecia completamente consumido por ele, já dando alguns passos na sua direção. Como alguém de um gosto mais peculiar, aos olhos do humano, parecia muito mais atratívo o mascarado, já que para ele tratava-se obviamente do homem mais forte que poderia enfrentar ali.

Envy e seu irmão, portanto pareceram não se importar com a escolha que havia sido tomada por eles e prontamente haviam avançado contra o único oponente que não era da escolha da dupla prisioneira, com uma combinação entre o golpe de água e a eletricidade já combinados que lhe abriam a iniciativa, havia começado a partir deles o que logo se tornaria o cenário de combate para a fuga, a primeira batalha que talvez fosse digna, de muitas que poderiam vir. Mersault avançaria contra o mascarado rapidamente correndo aplicando-lhe um chute ascendente contra o homem, na plena esperança de que o golpe poderia ser decisivo, preparava-se plenamente contra possíveis ataques e para possíveis esquivas do rapaz, tinha plenamente toda a sequência de golpes que ali aplicaria, mas havia cometido um erro que poderia se mostrar fatal muito rapidamente. O mascarado como reação defensiva para o golpe do humano, teria colocado a sua garra posicionada para que pudesse bloquear e ainda que o bloqueio não encaixasse completamente, devido a disparidade de força que havia entre os dois, o chute havia encaixado, mas não sem antes que a garra pudesse também penetrar sua perna, lhe causando uma dor imensa, que não teria o impedido em um primeiro momento de atordoar o seu oponente por alguns instantes.

Enquanto isso, o tritão avançou contra o que para ele era a maior das ameaças, com um golpe de direita no maxilar de forma curvada em um formato de V contra o homem, que pouco pareceu importar-se com a defensiva naquele momento, já que com a esquerda quase que se simultâneo o homem teria lhe golpeado de modo que seus golpes teriam efetivamente acertado em timings quase idênticos, o homem curvou o seu rosto, mas não cairia ali, e para Asger? O soco daquele maldito humano havia doído, ele poderia ter sentido algo que talvez pela sua resistência houvesse tempo que não sentira, e vendo como seu oponente também pouco havia se abalado, talvez ele pudesse enxergar ali o que a muito não tinha, um oponente digno. O humano, recuperou-se primeiro e já tentaria ali encaixar a sua própria sequência, mas o sábio marinho teria certamente já tomado as suas próprias precauções e com isso, com dois passos para trás, teria feito o primeiro dos socos do homem, passar direto e com isso, sua guarda ficou aberta, abrindo espaço para que um golpe em seu tronco o fizesse cuspir um pouco da saliva que havia em sua boca, na direção do tritão, o homem ali havia se desestabilizado por tempo o suficiente para que a sequência do homem-peixe começasse, quando este encaixou mais um golpe nas costelas, o que parecia quase encaminhar a vitória para ele….

Quase. O humano havia levado aquele golpe e fosse apenas pela sua resistência, fosse pelo calor de batalha, ele teria subido com um poderoso gancho contra Asguer que quebrou a sua sequência, antes que ele pudesse finalizar o seu oponente, o forçando a recuar alguns passos, de fato o maldito tinha um soco bom, que quase o deixaria atordoado, a batalha parecia enquanto ambos aproveitaram para que pudessem se recuperar, ter apenas o inicio ali e com isso, se fosse de seu desejo, poderia acompanhar um pouco de como Mersault de sairia naquele combate.

Voltando o foco para o humano, ainda que a troca tivesse sido bem menos intensa, poderia ver ali uma pequena rachadura abrir-se na mascara do homem com quem lutava, revelando parte de seu olho, dando espaço para que a zombaria deste pudesse acontecer, sobre o motivo de o homem usar máscara, seu oponente no entanto não ficaria parado, com uma estranha acrobacia, teria saltado na direção de uma das grades que ali haviam onde se seguraria de lado com a mão esquerda, enquanto ainda continha na mão direita a sua garra, havia uma grande força física do homem, para que pudesse sustentar todo o seu peso daquela forma e o que diabos ele pensava ao fazer aquilo? Ainda era um mistério, mas parecia que ali revelaria-se algo ameaçador, como encararia aquilo, o humano teria de decidir.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptySex Jan 11, 2019 9:19 pm




VI – A formidable enemy



Hoje o dia estava atípico do normal, em duas vezes num tempo mais curto que imaginava ser possível três pessoas conseguiram superar minha resistência, que provado a muito tempo, era mais forte que o comum. Não diria que isso gerava uma raiva dentro de mim, mas era um incômodo maior do que gostaria, não havia subestimado meu inimigo, pois sabia das consequências de tal ato, penso eu, que se tivesse feito, talvez tivesse ido ao chão após um soco daquele humano imundo capaz de fazer meu corpo doer, ele pagará por isso. Tendo um leve tempo antes de iniciar uma nova trocação, daria uma rápida olhada no estado dos meus companheiros, tentando ver como eles se saiam e como meus inimigos também estava, claramente sem dispensar uma certa atenção especial ao homem de vermelho.

Retornando ao combate após aquela rápida olhada, trocaria de base, mudando para de canhoto dessa vez, tentando confundir o meu inimigo, talvez gerar um pensamento do qual mostrasse que estaria a usar um ponto mais fraco dos meus golpes devido a ter começado a luta. Iniciaria a nova trocação me aproximando do meu inimigo, procuraria manter uma distância de um metro e não iniciando com um soco como da última vez, dessa vez esperaria pelo seu primeiro golpe e assim que ele viesse, tentaria estudar o mais rápido que pudesse, procurando o momento exato para retirar a área que seria atingida do meu corpo rapidamente, dando passos, abaixando a cabeça ou o tronco ou o que precisasse para que não viesse a ser atingido, mas também procurando contrair os meus músculos se percebesse que não teria velocidade o suficiente para escapar do golpe, tentando combater a sua força com toda a minha resistência. Assim que fosse efetuado, independente do resultado, partiria para cima com toda a minha força, procurando diminuir a distância bruscamente, procurando segurar os seus ombros, puxando-o para perto de mim e tentando dar uma cabeçada forte nele.

Era possível ficar meio atordoado com o golpe, mas procuraria resistir ao máximo para que conseguisse continuar a sequência sem ser interrompida, onde tentaria passar o seu membro superior direto abaixo do meu antebraço, tentando espremê-lo entre o antebraço e minha costela enquanto que minha mão estaria posicionada em seu braço para tentar segurá-lo firme, com a mão disponível, procuraria efetuar diversos socos direcionados ao seu maxilar. Percebendo uma fraqueza ou algum atordoamento relacionado a ele, procuraria rapidamente divergir entre os socos e o agarre para passar as minhas duas mãos atrás de sua nuca e puxar com toda a minha força na direção do meu joelho que se levantaria para o golpe, tentando acertá-lo diretamente nele diversas vezes até que caísse ao chão. Se em meio ao agarre ele estivesse prestes a se soltar, tentaria colocar a minha perna mais próxima da dele para que com a mão, em vez de golpear, empurrasse-o e tentando cair por cima do mesmo. Aplicando uma queda sobre o meu inimigo, apelaria para o Ground N’ Pound, procurando estar por cima do vermelho onde focaria em aplicar diversos socos em seu crânio, procurando atingi-lo sempre que tivesse uma abertura em sua guarda, lateralmente em sua cabeça pelas têmporas, a sua testa e também utilizando o cotovelo para ter maior efetividade. Meus pés estariam posicionados acima da altura de seu abdômen para que tivesse maior dificuldade para se levantar ou conseguir sair daquela posição.

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As coisas poderiam fugir do esperado, pois também estaria preparado para se isso acontecesse, procurando manter uma distância de seus golpes, tentando calculá-los em meio ao tempo que normalmente estavam para vir ou a divergência dentre eles, tentando manter o meu corpo longe dos mesmos, dando largos passos para trás ou para os lados, movimentando o meu torso e afastando a minha cabeça dependendo de como estivessem vindo. Também não pouparia esforços para se tivesse que rolar para o lado, tentando fazer da maneira mais precisa e no tempo certo possível. Em meio a esses ataques, tentaria contragolpear contra ele, tentando explorar alguma abertura em seu ataque e aplicar um soco de qualquer maneira na região mais exposta, de preferência em seu tronco ou cabeça, mas também não deixaria de jogar sujo acertando as suas genitálias se estivesse próximo. Em dificuldades relacionadas ao chão onde acabasse estando por baixo, procuraria manter a minha guarda alta, tentando golpeá-lo em meio ao intervalo dos seus golpes e consequentemente tentar girar o meu corpo para que saísse daquela posição. Se o meu inimigo estivesse firme e não demonstrasse fraquezas na luta agarrada, seguraria a respiração o máximo que pudesse, tentando ativar a vantagem da minha espécie e inchar todo o meu corpo, apenas incharia tamanho o suficiente que o forçasse a sair de perto de mim e ainda conseguisse lutar mesmo que com a respiração presa.

Encaixando algum soco que o interrompesse, partiria para o ataque, tentando apresentar uma sequência variada de socos alternados, tentando golpear tanto as suas costelas com ambas as mãos em ganchos como aplicando jabs, cruzados e procurando finalizar com um uppercut vertical com o máximo de força que conseguisse ter em meio ao golpe. Manteria a mesma tática de respiração e levantamento dos momentos anteriores, expirando e inspirando nos golpes, levantando com um “Knock-up” e tudo o que mais pudesse, tentando me manter com os reflexos apurados para as lutas que acontecia ao redor, tentando me desviar de algum golpe que tentasse me acertar pelas laterais vinda dos outros inimigos.



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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptySex Jan 11, 2019 10:53 pm



Bosta de Bode




Uma luta era algo similar a uma dança, Meursault sabia bem disso, dois corpos se aproximando, se afastando, se provocando, convidando a outra parte a fazer um movimento e esboçando uma resposta logo em seguida. Era algo bonito de se ver, quer fosse um espetáculo ensaiado arduamente por meses na sua noite de estreia em um palco de um teatro luxuoso que recebia os membros da mais alta nobreza, quer fossem dois bêbados que mal conseguiam se manter em pé trocando socos em um beco sujo e asqueroso. Apesar da grande proximidade, dois fatores consideráveis distanciavam ambas as praticas, um deles era o fato dos movimentos de uma dança serem coisas delicadas, ensaiadas e precisas, que contrastavam com o caos presente em um combate. Em uma dança, aqueles que fossem disciplinados e persistentes prosperariam, em um combate, seriam os homens dispostos a fazer tudo para sobreviver que obteriam mais sucesso, abraçando a selvageria existente em seus interiores e seguindo seus instintos. A outra diferença ocorria no fim de ambas as praticas, na dança existia a tensão da incerteza, o júbilo dos aplausos ou o enorme sentimento de fracasso que acompanharia as vaias, no combate, por outro lado, existia a certeza, a certeza dos jorros de sangue derramados e a superioridade do vencedor perante o derrotado. Henry nunca havia sido um bom dançarino, ou ao menos razoável, então se deleitava com o sangue e suor derramado na troca de golpes com a figura mascarada. Havia aprendido a amar aquilo em que era bom e, nesse momento, provavelmente era o homem mais feliz daquela prisão.

Ao ver seu adversário agarrado nas grades que cercavam o local, Meursault viraria em sua direção e abriria os braços, em provocação, deixando o peito aberto, como se fizesse um convite para que o homem atacasse. - Você é uma vergonha! - Gritaria, de forma que qualquer ser presente pudesse ouvir. - É um covarde! Uma bosta de bode! - O navegador não acreditaria nas palavras que proferiria, na verdade, até admirava seu oponente, já que este fora capaz de trocar golpes como um homem em vez de sucumbir como um rato, como fizeram aqueles que guarneceram as escadas. A verdade simplesmente não importava, Henry estava tomado pelo júbilo do combate e se sentia invencível, um guerreiro incapaz de falhar, mesmo depois de ter sido atingido. Queria violência, violência e reputação, queria que todos os homens soubessem quem ele era e quem derrotaria. - Você se esconde atrás de sua máscara como uma criança catarrenta se esconde atrás da mãe! - O homem daria um ou dois passos em direção ao inimigo, ainda de braços abertos. - E as putas mais raquíticas dos bordéis mais baratos já me arranharam com mais força! - Assim que acabasse de rosnar, Meursault bateria o pé golpeado pela garra no chão, com selvageria.

Não era verdade, é claro. Parecia que um demônio havia saído do abismo mais profundo do inferno e usado suas garras monstruosas para rasgar pele e carne. Meursault sentia sua perna latejar devido a dor e conseguia notar o líquido escarlate vazando pelos seus ferimentos, tirando o calor e a cor de seu corpo, aos poucos. Não se desesperava, não gostava daquilo, obviamente, mas sabia que a dor fazia parte do caminho de um guerreiro, sabia mais que isso, sabia que a reputação era a espada e a armadura de um homem que vive de sua força. Esse era o motivo dos seus insultos, sabia que não podia alcançar seu oponente enquanto este estivesse agarrado nas grades, então esperava fazer com que ele viesse até o seu alcance. Um homem que escutasse tais insultos sem reagir não poderia ter o respeito de seus subordinados e, para a sua sorte, Henry tinha uma plateia consideravelmente grande.

O homem continuaria de braços abertos, fazendo um claro convite para a figura mascarada, esperando que ela soltasse a grade e saltasse para a sua perdição. Nenhum homem podia mudar  sua trajetória no ar, a não ser que tivesse asas, Meursault sabia bem disso e não via um par de asas em seu inimigo. Aguardaria até que o seu oponente avançasse, esperando que isso ocorresse durante ou após os insultos. Quando notasse que a figura havia abandonado as grades e vinha ao seu encontro, apoiaria o pé ferido firmemente no chão. Quando um homem atacava, esperava uma defesa de seu oponente, mas o homem mascarado não encontraria isso, se depararia com outro ataque, não seria um choque de espada contra escudo, mas um choque de espadas. Uma aposta mortal.

Meursault fitaria seu adversário e, ao ver seu avanço, não se moveria, continuaria parado com os braços abertos, notando se o avanço seria feito pelo chão ao pelo ar. Observaria os passos do homem mascarado e, conforme o homem se aproximasse, se sentiria cada vez mais vivo. Havia apostado todas as suas fichas em um único movimento e a tensão existente nisso não fazia com que o medo o dominasse, pelo contrário, se empolgava cada vez mais com o inevitável encontro e o seu desenrolar. Henry deixaria a garra do inimigo se aproximar e, assim que ela apresentasse algum risco, desviaria, fazendo o menor movimento possível. Meursault simplesmente cairia para um dos lados visando evitar as lâminas, o que fosse mais oportuno. Deixaria que a gravidade levasse rapidamente seu corpo em direção ao chão, escapando assim do golpe, mas manteria sua perna ferida firme como apoio. No meio da queda, usaria sua outra perna para golpear o abdômen de seu oponente, com toda força que possuísse. Esperava desviar da garra e levar o peito de seu pé ao encontro do tronco do inimigo com violência, de forma rápida, selvagem e brutal. Apostaria tudo nesse único golpe, pois sabia que um movimento como esse seria capaz de definir o rumo da batalha.

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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptyDom Jan 13, 2019 6:06 pm

Golpe Baixo.


O ferimento havia feito com que Mersault pudesse se revoltar, afinal a sua ofensiva havia não só sido quase que completamente anulada, como o homem havia golpeado o seu golpe e com isso o ferimento que ele teria era muito maior em relação ao seu oponente, que havia recuado em um movimento estranho, estava se prendendo a grade? O que diabos o homem pretendia com aquilo?  A dor começaria a ficar muito mais intensa em sua perna de modo  que talvez apoiá-la fosse um problema, Mersault provocava o homem das mais diversas maneiras, mas sobre o seu olho, agora exposto pela máscara seria possível vê-lo com um olhar sério, como se esperasse uma falha para que assim pudesse atacar, ou talvez fosse outra coisa...

Enquanto isso o tritão e a própria encarnação do ódio tinham um combate um pouco mais intenso, onde Asger esperaria pela iniciativa do oponente, esperava que um combate de resistência conta força pudesse lhe dar um resultado positivo, seu oponente até então havia se mostrado como um boxeador ou algo do tipo, talvez para alguém com tanto ódio de humanos, tivesse fé demais na honestidade do combate daquele que poderia ser o seu captor, ainda com seu semblante enraivecido o homem parecia mais besta do que homem, e naquele momento teria dado um forte pisão no pé do tritão, enquanto jogou o próprio corpo em uma postura abaixada, lhe dando uma forte cotovelada na boca do estômago, que naquele momento o teria feito perder o ar e perder um pouco do equilíbrio e ter de dar um passo para trás, naquele momento no entanto era onde o humano havia aberto uma certa brecha e com isso, conseguiria encaixar uma joelhada no homem era levemente atordoado, mas graças a sua resistência o homem era capaz  de segurá-lo e com isso, o teria puxado de modo que o homem peixe naquele momento teria caído para trás, enquanto o humano recuou um pouco, cuspindo no chão um pouco de sangue que o ferimento havia lhe causado. Ambos os lados sairiam sem muitos ferimentos, eram  resistentes a um nivel pareado e eram capazes de causar danos de forma similar um ao outro, era de fato um grande oponente para Asger que... Talvez fosse honesto demais e esperasse o mesmo do homem, que não lutava de forma tão previsível quanto ele havia pensado, havia uma malicia em seu modo de combater.

A espera do loiro, parecia finalmente começar a fazer algum sentido para o rapaz humano, pois a imagem do mascarado havia começado a ficar levemente embaçada por um momento e o seu equilíbrio pareceu um pouco afetado, como se estivesse tonto. O homem, parecia esperá-lo e frente ao tanto que ele havia sido provocado, naquele momento só poderia rir, era um riso abafado pela máscara em um primeiro momento, e era nesse momento que ele perceberia, havia algo naquela garra? Algum tipo de veneno ou substância? Não parecia que o homem estaria naquela posição, segurando a grade sem que houvesse um plano por trás daquilo, parecia uma própria guerra fria onde um esperou o outro avançar, mas nenhum deles deixaria a sua posição de vantagem, ainda.

Envy e seu irmão, ainda que parecessem estar se virando bem, contra o moreno, tinham dificuldades para que pudessem se manter o acertando, sua defesa parecia boa, mesmo contra dois oponentes... Talvez não fossem os oponentes mais efetivos para o homem, que  entre seus bloqueios era capaz de encaixar alguns golpes, em menor número, na situação em que estavam, em combates intensos, ter um dos irmãos caídos era um grande sinal de perigo.




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MensagemAssunto: Re: Everybody Ye Ye Ye   Everybody Ye Ye Ye - Página 2 EmptyQua Jan 16, 2019 12:40 pm




VII – Fuck This!



Uma das coisas estranhas daquele combate estava sendo agir de uma maneira diferente da qual havia planejado, a única coisa que havia conseguido realizar era lhe dar uma joelhada forte e as minhas sequências haviam desaparecido. O meu inimigo, claramente nada honesto do jeito que suspeitava, me acertava golpes duros dos quais minha resistência claramente conseguia combater os golpes, apenas saindo com fracas dores, tinha certeza que era forte o bastante para continuar a fazer aquilo o dia todo, mas não era meu objetivo me cansar com um único combate. - Tique taque... Tique Taque... O Apocalipse chegou. – Diria de forma lenta, provocando o meu inimigo e tentando fazer com que ele viesse para cima mais uma vez.

Claramente não jogaria limpo, ao ver seu avanço contra mim, esperaria até ele estar dentro do meu alcance, contando os segundos ou milésimos dele juntando saliva em minha boca, ao perceber seu golpe, daria passos rápidos para a direção contrária deste, mas antes de dar esses passos cuspiria no rosto do meu inimigo, procurando apenas distraí-lo a ponto de desviar a sua atenção sem necessariamente acertá-lo. Conseguindo essa distração, usaria toda a extensão do meu braço direito para vir em um gancho direcionado ao seu maxilar com toda força que conseguisse, procurando ser firme e preciso em meu golpe. Continuaria golpeando-o se acertasse com uma sequência de socos variados como a primeira em meu combate, utilizando ganchos, cruzados e diretos direcionados a variadas partes de seu corpo, dentre elas: Costelas, abdômen, pescoço e rosto. Em meio dessa sequência, tentaria dar pisões em seu pé para que forçasse ele a abrir a sua guarda ou coisa parecida, tentando também dar chutes baixos na altura de sua panturrilha na tentativa de fazê-lo se desequilibrar.

Ficaria atento aos meus outros inimigos e também para os meus aliados, percebendo uma aproximação vinda de Meursault, tentaria me aproximar o máximo que pudesse do meu inimigo para tentar retirar a sua atenção, procurando esquivar ou resistir a um de seus golpes sem necessariamente retirar essa aproximação e percebendo uma abertura, tentaria agarrá-lo, no peito, prendendo-o pelas costas através de um agarrão em seus ombros passando meus braços por debaixo dos deles ou qualquer outra forma que fizesse-o não conseguir se esquivar do golpe.

Usufruiria da mesma tática de queda se viesse ao chão contra o meu inimigo, tentando aplicar mordidas, dedo no olho ou qualquer outro golpe sujo que me desse uma vantagem sobre o meu inimigo. Utilizando a mesma estratégia de respiração e levantamento se viesse ao chão com ele longe a mim. A batalha estava custando mais tempo do que o que queria e estava pretendendo acabar com aquilo o mais rápido que pudesse.


Objetivos:
 

Histórico:
 

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