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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptyQui 20 Dez 2018, 14:23

Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!


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Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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Fran B. Air

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptyQui 20 Dez 2018, 15:40

Mais Um Começo! O Aprendizado Continua!
Eu acabei aprendendo muitas coisas nos últimos dias, isso graças a ter passado na biblioteca J.J. Library e com isso, encontrado Lupin, tudo começou com uma mera leitura e terminou com uma organização do governo inteira destruída, além das armas que forjei para comemorar a vitória, mas aquelas armas só me levaram a ter mais ideias, ideias das quais precisaria de mais conhecimento para executar, mesmo tendo aprendido muito sobre física e química, ainda não é o suficiente, na verdade, não chega nem perto disso, afinal, como dizem, conhecimento não tem limites. Tendo depositado a Kunai e a Ninjaken de cinco metros no navio, olharia ao meu redor para ver quem estava lá, já esperando que ao menos Yue, minha médica fiel e companheira desde Loguetown, Jeanne, minha consultora e ex-revolucionária sádica, por quem eu tinha uma queda e Boujin, o navegador que jurou lealdade a mim, até mesmo me bajulando ao me chamar de Ria-Sama, coisa que só não levanta mais ainda meu ego, porque minha grandiosidade transcende tais limites.

Além dos dois que eu conhecia já a algum tempo, também haviam quatro ex-escravas que foram compradas por Rimuru e libertadas por nós, sendo que não conheci todas ainda, apenas Kathie Ashburn, uma parente direta de um ferreiro lendário, de nome Bedros Ashburn, embora ela não goste muito de seu parente, pelo qual eu colocaria a mão no fogo a qualquer momento se fosse para defender seus ideais.

“Onde eles estão? Yue? Boujin? Preciso ver se está tudo bem com eles... Ainda quero voltar naquela biblioteca, preciso de mais conhecimento se quiser fazer os projetos que tenho em mente... Além disso, já me afastei por dois dias... Um a mais do que tínhamos combinado, vamos ver...”

- YUE, BOUJIN, TEM ALGUÉM AÍ? QUERO LHES APRESENTAR ALGUÉM... –

Gritaria na esperança de que escutassem, enquanto ao mesmo tempo andaria pelo convés do navio olhando para os lados, isso tudo se já não estivessem próximos de mim, se não, continuaria gritando por seus nomes a cada cômodo que adentrasse em nossa escuna, sendo que se os encontrasse, diria empolgada, enquanto apontaria para Lupin, se o mesmo ainda estivesse comigo, dando um grande sorriso ao falar sobre o ex-bibliotecário e dono da J.J. Library, também conhecido como Mordomo, por aparentemente ter um grande prazer em servir às pessoas.

- Esse é o Lupin, eu tive um ou dois probleminhas e acabei conhecendo-o no processo... Esse homem é bastante prestativo e forte, além do que, estava sobre ameaça do governo, queriam levar ele para Ennies Lobby... Já ouviram falar? É onde o governo faz os seus julgamentos malucos e sem nexo... Como ele já era procurado mesmo e teria que ficar fugindo, decidi convida-lo para se juntar com a gente... Bem, digam olá para nosso mais novo companheiro bibliotecário, Lupin! –

“Pensando bem, estou cheia de fome, eu sei que ainda tem comida no navio, tinha suprimentos de quando o roubamos, uma pena que Rimuru não esteja aqui, ele faz uma sopa deliciosa, mas Lupin também não fica muito para trás... Antes de sairmos, acho que ele poderia preparar algo para comermos...”

- Ei, Lupin, acha que consegue fazer mais daquela sopa de antes? Tenho quase certeza de que temos todos os ingredientes na cozinha, é só ir lá e fazer. Faça comida para gente, confio em você! –

Diria animada, balançando a cabeça e dando um sorrio com os olhos fechados, só de imaginar mais uma vez o sabor de meu prato favorito em minha língua, de modo que se o Mordomo concordasse, daria um leve tapa em suas costas, talvez o empurrando um pouco na direção da cozinha, o que apenas ressaltaria a fome que estaria sentindo no momento, levando em conta que já fazia um bom tempo que eu não comia, ainda mais porque passei a tarde toda forjando as armas das quais consegui inspiração em meus combates de ontem. Se Lupin concordasse com meu pedido e adentrasse o lugar, iria logo em seguida, deixando meus pertences próximos da mesa que ficava na cozinha, se a mesma ainda estivesse lá, deixando tudo escorado em qualquer parede próxima, incluindo minha bela foice, forjada por mim mesma.

“Acho que preciso fazer uma outra foice, eu amo essa, mas já está bem desgastada... Acho que depois de ler alguns livros na biblioteca, vou dar um pulo naquela ferraria mais uma vez, onde o dono deixou que eu forjasse aquelas armas e essa katana que vou carregar comigo... Pensando bem, ainda não dei um nome para essa bela espada, que tal... Akatana? Está ai, gostei, vai ser...”


- Akatana... -

Diria em voz alta, com o tom meio distraído assim que terminasse o pensamento, se tudo ocorresse conforme o solicitado, me sentaria à mesa, juntamente com todos os outros que também quisessem se alimentar, no caso de haver alguém, com isso, começaria a brincar com os talheres na mesa durante o aguardo, se tivesse algum, com o intuito de evitar o tédio, olharia para Lupin, se o mesmo estivesse no local e perguntaria calmamente, mas ainda demonstrando algum interesse.

“Hum, eu chamei Lupin para se juntar a mim, mas sequer perguntei sobre seus antecedentes, não me importo se ele tiver feito coisas erradas no passado ou pretende fazer, mas é melhor saber de tudo, não sou muito fã de trabalhar às escuras...”

- Ei, Lupin, me diga, você não falou muito sobre seu passado, eu sei mais sobre o passado de seu falecido pai pirata, do que de você... Então me diga, o que o levou a se tornar um bibliotecário? –

Me manteria atenta, com um leve sorriso, variando conforme sua história fosse contada para um aspecto mais triste, no caso do mordomo começar a contar sobre algo mais traumático que havia ocorrido com o mesmo no passado. Assim que Lupin terminasse de falar sobre seu passado, isso se o mesmo concordasse em compartilhá-lo comigo, mantendo meu contato visual, acompanhado por um semblante alegre e curioso, o perguntaria com minha doce voz, demonstrando ainda mais minha curiosidade para com o mesmo.

“Esse apelido dele, do qual todos o chamam, de onde é a origem disso? Se fosse eu o dando um apelido, daria de bibliotecário e não de mordomo.”

- Então... Uma coisa que sempre quis entender, as pessoas te chamam de mordomo porque você gosta de servir a todos mesmo ou você trabalhou como mordomo ou alguma coisa parecida? De onde veio esse apelido, afinal? –

- Entendo, nossa, mas que fome... –

- UUUUUHM. -


O responderia com tais palavras, independente de sua resposta, dando uma risada se a resposta fosse engraçada, isso tudo, pouco antes que meu estômago roncasse apenas por imaginar a comida na boca, talvez já até sentindo o cheiro da preparação, o que provavelmente demonstraria ainda mais da fome que sentia, independentemente de sua resposta, com ele querendo me explicar seu passado ou não, voltaria a brincar com o que quer que estivesse na mesa, enquanto aguardaria que a comida ficasse pronta, sendo que assim que ficasse, pegaria os talheres, que tivessem e agradeceria pela comia, pouco antes de começar a devorar tudo que me fosse servido, como se não tivesse amanhã.

- OBRIGADA PELA COMIDA! –


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- MAIS, POR FAVOR. –


Sempre que acabasse de comer o alimento do recipiente no qual me fosse servida a comida, o seguraria levantando no alto e pediria por mais para o mordomo, algo que provavelmente faria com que ele me servisse instantaneamente, mas é claro que havia a chance de que ele não o fizesse, se esse fosse o caso, eu mesma me levantaria e encheria novamente o recipiente, repetindo o processo até que me desse por satisfeita, nem que dez repetidas ou mais fossem necessárias para que eu finalmente me saciasse.

- Hunpf... Ah, isso aqui estava muito bom, obrigada, Lupin! –

Colocaria as mãos sobre o abdômen que estaria provavelmente estufado e agradeceria ao mordomo, isso se eu realmente tivesse comido de sua comida. Com isso, me levantaria devagar, indo mais uma vez até meus pertences, dos quais pegaria, colocando minha mochila, com a espada e a foice mais uma vez em minhas costas, começaria a andar na direção do convés, mas antes de passar pela porta, olharia para Lupin com o rosto virado de lado, por cima de meu ombro, então diria empolgada, sendo que faria isso tendo me alimentado ou não, dando uma risada ao final por achar graça de minha fala.

- Lupin, enquanto forjava aquelas armas, algumas ideias vieram em minha cabeça, mas para isso, vou precisar reunir mais algumas informações, aqueles livros de química e física que você me conseguiu, estavam ótimos, consegui aprender com muita facilidade sobre tudo que queria, mas agora preciso de mais conhecimento sobre duas coisas, Criação de Explosivos e Costura, obter conhecimento sobre esses tópicos vai ser fundamental para fazer as armas que imaginei... Vamos na biblioteca mais uma vez, deve estar uma bagunça lá, mas você pode me ajudar a encontrar os livros que procuro... Então, você vem? E também, sabe se Bedros Ashburn chegou a escrever sobre esses assuntos? Você deve estar pensando que eu sou tarada por ele, pelo tanto de vezes que menciono seu nome, mas não sou não. RIAHAHAHA. –

“É um pouco complexo de se imaginar, mas tive uma ideia meio estranha para uso próprio, quer dizer, guarda-chuvas são tecnicamente foices que se abrem em 360.º, ou seja, uma foice com uma lâmina circular, talvez eu consiga recriar isso futuramente, mas sem o conhecimento em costura seria impossível, fora que talvez um mecanismo onde o guarda-chuva dispare alguma munição explosiva me parece uma ideia interessante, ao menos não custa tentar, pelo que entendo de física, seria totalmente plausível criar algo assim com algum sistema de conversão de energia elástica de molas em energia cinética, causando o lançamento do projétil explosivo... Com algum conhecimento a mais, tenho certeza de que posso colocar essa ideia em uso.”

Com essas palavras, escutaria o que ele tivesse a me responder, então balançaria a mão direita para qualquer um que estivesse no lugar e não fosse o mordomo, sendo que com esse movimento, olharia diretamente nos olhos de cada um e me despediria, já que mais uma vez sairia para resolver o que precisava, por nada mais que interesse próprio, na verdade, não necessariamente próprio, já que alguns dos projetos pretendidos seriam feitos também para os outros membros da tripulação.

- Até depois, vou resolver mais algumas coisas, volto logo... Vamos sair mais uma vez, Lupin! –

Dito isso, iria para o convés olhando as horas em meu relógio de pulso, até que me lembraria das armas que havia forjado recentemente e guardado naquele lugar. Na hora que forjei, estava no sentimento, fazendo algo mais para liberar o estresse, do que para realmente usar, fora que não seria viável fazer uso de uma Ninjaken gigante em meus combates, o que me levaria a olhar para as armas, então para Lupin, mais uma vez para as armas e outra para Lupin, me levando logo depois a encostar o indicador em minha bochecha direita e dizer o que pensava para ele, estando levemente frustrada e fazendo aspas com os dedos quando dissesse a palavra “aceito”, se ele ainda estivesse me acompanhando.

- Não podemos deixar essas armas aqui, vamos vende-las, acho que podemos fazer isso em um banco, como você é morador aqui da ilha e era o dono da J.J. Library, deve saber onde tem um, me mostre o caminho, pelo que ouvi algumas vezes em um bar que frequentava mais nova, existe um banco para piratas em baixo de cada banco, algo “aceito” pelo governo e pela sociedade, apesar de ser meio que ilegal... É um jeito de eles lucrarem mais, controlando até mesmo o tráfico... Você sabe me dizer onde teria uma das entradas para esse banco, pelo jeito, ficam em túneis... Se souber de algum lugar onde pessoas suspeitas frequentam, podemos conseguir informações e achar o tal banco no subsolo. –

“Parando para pensar, que monopólio enorme é o desse banco, quer dizer, eles controlam o dinheiro depositado nele, o sistema de entregas e o mercado à distância... Será que não existe uma empresa nesse mundo que possa concorrer com eles? O que é isso? Onde está o livre comércio e a concorrência desse mundo?”

- Me ajude aqui com essa Ninjaken gigante... Eu realmente exagerei na dose. RIAAHAHAHAH. -

Ditas essas palavras, com uma leve gargalhada, deixaria que Lupin pegasse a Ninjaken que ele havia trazido, pegando a Kunai para levar até o banco, sendo que o ajudaria se fosse necessário ou eu mesma a pegaria, colocando aquele objeto enorme envolto em um pano sobre meu ombro e levando na direção que me fosse apontada por ele sobre o banco. Caso Lupin não soubesse, abordaria qualquer um que estivesse no caminho e parecesse ser um bandido, pirata ou qualquer coisa do tipo ou até mesmo um comerciante, levando em conta que eles geralmente possuem bastante informações sobre essas coisas e perguntaria, demonstrando um certo esforço para falar se estivesse com a ninjaken, mas em qualquer situação, aparentando estar com grande dúvida e pressa.

- Oi! Saberia me informar em qual direção fica o banco? No caso, aquele que piratas podem usar, o que fica no subsolo... –

Perguntaria para qualquer um que passasse, sempre que achasse que meu caminho não estivesse correto, até que achasse o bendito túnel que levasse ao banco, quando o fizesse, faria um sinal para que o Mordomo viesse comigo, isso se ele estivesse me acompanhando, ao abrir passagem para que pudéssemos adentrar o lugar. Independentemente de como fosse, seguiria até que encontrasse o banco, onde adentraria carregando as armas e as deixaria para que fossem vendidas, levando em conta que o banco poderia cuidar de tal serviço, recebendo o dinheiro que fossem me pagar, ao me aproximar de quem fosse me atender, até mesmo enfrentando uma fila ou fazendo qualquer cadastro que me fosse requisitado, ao dizer mantendo minha postura confiante e determinada.

- Olá! eu sou Fanalis B. Ria, gostaria de vender essas duas armas, na verdade, você teria um papel e caneta? Queria também entregar um bilhete ao comprador. –

Com isso, pegaria o papel e a caneta, então escreveria um bilhete, o deixando dentro do pano que envolvia a Ninjaken, logo depois entregaria as armas e pegaria o dinheiro, deixando que ficassem com a taxa solicitada, que não esperava que fosse maior que vinte e cinco porcento do real valor do produto. Com tudo feito, sorriria para quem me atendesse, já me despedindo e logo depois, olharia para Lupin e diria animada, levando em conta que jamais havia vendido uma de minhas obras primas inestimáveis.

- Obrigada, até logo. -


- Gostei de vender isso, Fanalis B. Ria, "A Ferreira", seria uma alcunha legal, não seria? RIAHAHAHA. Pena que todos já me conhecem como "A Ruiva", aquela que irá se tornar a rainha dos piratas, bem vamos para a biblioteca. –

“Vender armas pode se tornar lucrativo e o melhor, meus bebês não vão ficar parados por aí sem serem utilizados.”

Feita a venda, andaria na direção da biblioteca, onde havia conhecido Lupin, com o rapaz me acompanhando ou não, de modo que assim que estivesse lá, olharia para os lados, vendo como estaria a situação da biblioteca depois de tudo que aconteceu naquele lugar. Então, voltaria meu olhar para Lupin, tentando o consolar por ver seu lugar no estado que estava, se ainda estivesse uma bagunça, ainda mais depois de tudo que aconteceu, onde eu causei grande parte dos danos.

- Sinto muito pelo que aconteceu aqui... Vamos ver, preciso achar um livro sobre criação de explosivos e outro sobre costura, se for escrito pelo Bedros Ashburn, é melhor ainda... –

“Aquele Bedros... Nunca me canso de ler palavras escritas por ele...”

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Com isso, começaria a procurar pelos livros, com ou sem a ajuda de Lupin, de modo que caso encontrasse o que procurava, os pegaria e me sentaria em algum lugar, de preferência em alguma cadeira adjacente a alguma mesa das que haviam na biblioteca, se não, no chão mesmo e começaria a ler, dando início aos meus estudos, com a leitura do livro sobre criação de projeteis, levando o tempo que fosse necessário para acabar.

Kurikara Tenshou (Ninjaken lv 2 com 5m de comprimento e 8 de dano):
 

Zabaniyya (Kunai lv 2 com 8 de dano):
 

Bilhete:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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Convidado, consistência é o segredo! Só vai!


Última edição por Fanalis B. Ria em Sex 28 Dez 2018, 01:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptyQui 27 Dez 2018, 16:24




Fanalis B. Ria

Alvorada

Gaivotas eram a maior fonte provedora de som, seus gralhares típicos eram inconfundíveis, a água marinha se chocando com o casco de madeira da escuna também emitia um som familiar, o qual era reconhecido facilmente pelos tímpanos acostumados à vida em alto mar, bem como a morte das ondas nas rochas usadas para a construção do porto, o dia estava calmo e nublado, como sempre, apesar de que uma brisa suave e agradável pairava no ar, distribuindo carinhos e beijos a quem estivesse a seu alcance. Poucos ruídos “não-naturais” eram perceptíveis, o cochichar de pescadores e comerciantes ao fundo era mínimo, e o estalar da madeira ao andar era corriqueiro, mas não acontecia sem que alguém se mexesse, o clima daquele dia em específico estava favorecendo ao relaxamento, merecido graças às suas últimas atitudes, enfrentar a organização governamental lhe causaram bons ferimentos, que apesar de não estarem expostos, a incomodavam profundamente com dores constantes e latentes, nada que a grande rainha dos piratas não pudesse aguentar.

Sua voz cessava o silêncio monótono da embarcação, para a surpresa de seu companheiro, apesar de que os barris de madeira até emitiam um certo barulho, o balançar lerdo do barco fazia-os mover-se de um lado para o outro, indo para frente e trás, isso até chamava uma certa atenção do mordomo, que acompanhava a trajetória repetitiva e cíclica dos barris, movendo seus olhos conforme seus movimentos. A voz de Akeno “Yue” caia de paraquedas aos seus ouvidos, era bom ter uma voz familiar para se apoiar.
- Ria?!

Como ela estava na parte de dentro do navio e, obviamente, distante de sua posição, sua voz vinha de maneira abafada e baixa, mas sua aproximação era anunciada pelas passadas, que podiam ser claramente ouvidas, ao pisar no convés da escuna um sorriso brotava no rosto da loira, que preocupada lançava, de relance, um olhar ao rosto novo que se fazia presente, e depois a sua pessoa, aproximando-se rapidamente e a analisando, enquanto dizia:
- Está machucada? Precisa de algum cuidado? - Perguntava a médica.

Silenciosamente o navegador encarava a situação, ele havia aparecido um pouco depois de Yue e seus olhos haviam percebido isso, apesar de ele estar ali para a cumprimentar, sua intenção parecia ter mudado, já que os olhos do mesmo iam de encontro ao outro homem presente.
- Se foi sua escolha trazer esse homem a bordo Ria-sama, não irei a confrontar. - Mesmo que sua fala tenha sido feita com tranquilidade, os olhos do tribal, desconfiados, continuavam sobre o referido. - Mas é realmente bom tê-la novamente conosco.

Sua frase introdutória fazia com que um sorriso tímido surgisse na face de seu novo companheiro, que tentava disfarçar a alegria de ter sido elogiado, apesar de estar desconcertado ele não deixava que isso o atrapalhasse, buscando apoiar a grande arma que portava em uma parede.

- Muito prazer Lupin, sou Akeno. - Disse a médica, esticando seu braço para cumprimentar o mais novo tripulante.

- Muito prazer senhorita Akeno, é um prazer estar aqui, espero não incomodar e poder ajudar como posso. - Respondeu o bibliotecário a altura, apertando a mão da jovem que o acolhia.

- Você é bem educado, não imagino o motivo de estarem querendo lhe levar para um lugar tão horrível quanto Enies Lobby. - Ponderava Akeno.

- Sorte que conheceu nossa grande capitã Ria-sama. - Completava Boujin, de braços cruzados, não perdendo a pose.

- Vocês tem razão, dei sorte de ter conhecido a senhorita Ria, sou grato pelo acolhimento também, sei que não deve ser fácil, me farei útil como puder, tanto em combate quanto fora dele.

- Sei quem vai gostar dele. - Comentou Yue a você, com um curto sorriso ao final de sua frase.

Ao que aparenta, Lupin parece ter sido bem recebido, mesmo com suas dúvidas seus outros seguidores não aparentam querer discutir ou questionar sua decisão, visto que o bibliotecário não oferecia qualquer tipo de resistência e era uma pessoa bem amigável, sua aquisição aos piratas da ruiva pode ser mais benéfica que maléfica. Diante da situação atual, calma e propícia ao relaxamento, seu estômago viu a oportunidade perfeita para um bom lanche e você não discutiria com ele.
- Será um prazer. - Respondia o rapaz ao seu pedido.

Os passos do jovem eram um pouco lentos, ele parava para analisar cada local que pudesse, claro, sem invadir a privacidade de ninguém, mantendo suas mãos sempre fora do contato de qualquer pertence o qual não fosse o seu, tirando a mochila das costas o mordomo a colocou perto da parede, indo em seguida para o fogão e dispensa, vendo o que poderia usar para fazer uma sopa, pegando os ingredientes de um por um o jovem começou, o cheiro espalhava-se por toda a embarcação, o calor vindo da cozinha era algo agradável e que contrastava com o clima, mantendo todos ali perto felizes, teriam comida e também estavam aquecidos. Enquanto o barulho dos alimentos sendo cozidos, cortados e temperados ressoava pela escuna, você permanecia inerte, pensando em assuntos nada condizentes com o estado atual das coisas, não que isso acontecesse raramente, podia até se dizer que o quadro havia se agravado durante sua busca por se tornar a rainha dos piratas.
- A katana? - Questionou o mordomo, que mesmo cozinhando estava atento a sua volta. - O que isso quer dizer senhorita Ria? Poderia eu saber? Seria outra arma sonhada pela senhorita? - O rapaz sorridente conversava com você em meio a sua tarefa, que não parecia perder o ritmo, mesmo falando ele era capaz de cortar legumes, enquanto regulava o fogo e temperava a carne, se ele era capaz de prestar atenção em tantas coisas ao mesmo tempo, no campo de batalha poderia ser que fosse um formidável oponente.

Na mesa também estavam presentes os dois tripulantes os quais foram lhe receber, ambos ansiosos pela comida, apesar de estarem em silêncio, o prato fundo já lhes havia sido entregue pelo bibliotecário, assim como os talheres, garfo, faca, e colher de sopa, ele era realmente prestativo e sempre parecia ver se podia ajudar com mais algo.
- Como lhe disse antes senhorita Ria, meu pai deixou aquele lugar, eu me senti na obrigação de tomar conta dele, queria mostrar que podia o orgulhar… - Ressentimento pesava nas palavras do rapaz. - Mas eu sempre gostei de livros, então aquilo foi mais que um presente, apenas tive o trabalho de sair coletando vários livros por aí, quando “inaugurei” a biblioteca tinha apenas uns 12 anos, claro, quem cuidava das finanças e da burocracia era minha mãe, eu apenas organizava os livros e limpava, mas com o passar do tempo fui pegando o gosto, até assumir por completo o dever de manter a J.J. aberta. - Apesar de palavras simples, Lupin conseguia expressar bem seus sentimentos através das mesmas. - Mordomo. - Ria ele ao pronunciar seu apelido. - Antes me chamavam de pinguim, eu era baixinho e sempre andei com roupas parecidas com essas, então o apelido caia bem, só que na adolescência cresci bastante então não podiam mais usar o apelido antigo, não lembro quando mudaram para mordomo, mas ele veio pois sempre servi da melhor forma possível todos os clientes, nunca levantei a mão para ninguém. - Um riso vinha. - Afinal, luto com minhas pernas.

Suas palavras de fome fizeram o encarregado do serviço perceber a urgência de uma boa refeição, voltando sua atenção para a panela que chiava e soltava o vapor pela abertura da tampa, somente pelo cheiro a comida já parecia estar deliciosa, alguns minutos a mais de espera e a comida foi posta aos pratos, servindo um por um o mordomo entregou-lhe a sopa, que era de carne ao invés de frango, levando a panela para o fogão o mordomo esperou pela avaliação do prato, a médica e o navegador não atacaram como você, que devorou o prato em poucos segundos, a fumaça ainda saía enquanto a sopa descia por sua garganta, mostrando que aquilo pouco lhe afetava, o gosto mais uma vez era delicioso e muito agradável a seu paladar, apesar de que Rimuru poderia superar aquela culinária, e a cada vez que seu prato era levantado o mesmo era enchido, prontamente o bibliotecário respondia a seu pedido até que houve um momento em que não cabia mais comida alguma em sua barriga.
- Agradeço o elogio senhorita Ria, é um prazer poder a agradar.

- Mas é verdade, está muito bom.
- Completava Akeno, ainda em seu primeiro prato.

O seguidor tribal terminava sua segunda repetição, e, embora desconfiado, teve de concordar com sua companheira, acenando com a cabeça para o cozinheiro.

- Agradeço a vocês também. - Com uma reverência o jovem demonstrava seu agradecimento aos três elogiadores. - Há mais na panela, sintam-se livres para comer. - Alertou o mordomo para a dupla, antes de começar a lhe seguir.

Enquanto se dirigia ao deck Lupin acompanhou, sempre proativo e prestativo a suas palavras, com passos lentos e um pouco atrás, nunca a ultrapassando, o máximo que se aproximava era até seu lado.
- Nunca pensaria algo disso. - Respondia seu acompanhante, com uma risada ao final do comentário. - Infelizmente não lembro de ter lido algo do tipo, não escrito por Ashburn, criação de explosivos e costura… - Coçando o queixo o jovem levantava seus braços. - Se minha mãe estivesse aqui poderia ensinar sobre costura, mas se não me engano há alguns livros do tipo numa seção de moda, agora explosivos… Esse eu precisaria verificar o estoque, se é que ainda existe algum. - Uma risada tentava camuflar a tristeza do jovem, dizer tais palavras deveria ser mais doloroso do que parecia.

Sua despedida ecoou pelo barco e a dupla que antes os receberam agora despediam-se.
- Mal ficaram, esses dias tem sido bem movimentados não? - Perguntava ironicamente a loira.

- Ficaremos a espera de sua volta Ria-sama.

Dando as costas e pegando os utensílios necessários a dupla, senhora e serviçal, partiu, o mordomo com a grande espada no ombro, e você com a menor na mochila.
- Eu não sei onde o banco pirata fica nunca precisei ir nele, mas sei das entradas, uma fica próxima daqui, ficarei feliz em guiá-la até lá.

Mantendo-se próximo e um pouco mais a frente Lupin a guiou, vocês passaram pela a área comercial e entraram no que parecia ser uma feira de peixes, haviam algumas barracas de legumes e frutas, mas na maioria dos quiosques estavam sendo vendidos peixes, até que seu guia parou em frente de um quiosque de carnes, indo por sua lateral e puxando um barril que estava no canto, debaixo deste havia um alçapão que fora aberto pelo próprio.
- Primeiro as damas. - Disse seu companheiro liberando espaço para sua passagem.

Uma escada, feita de pedra, de 5 degraus dava acesso a um túnel escuro e mal iluminado, seguindo por ele a dupla acabaria encontrando o tão falado banco clandestino, uma grande bancada, dividida entre 5 caches, cada um com um atendente protegido por uma vidraça (que provavelmente era a prova de balas), a qual somente tinha um pequeno espaço para entregas e recebimento de dinheiro, um dos caches estava livre e foi para ele que você se dirigiu.
- Fanalis B. Ria, han? Não poderei receber isso no momento, poderia me seguir? Siga até a porta metálica e iremos resolver isso, han.

Ouvindo as instruções e obedecendo a elas, a dupla passaria pela porta e então seguiria por um corredor até uma sala, na qual havia uma baixa mesa negra, onde deveriam ser depositados os itens, cuidadosamente o mordomo seguiu as ordens do homem o qual havia os acompanhado, que era o atendente de antes, sua grande ninjaken e a kunai começaram a ser observadas pelo homem, cuidadosamente.
- Han… - Disse o homem após uma longa e minuciosa análise. - Está tudo de acordo senhora Fanalis. - Um papel lhe fora entregue por ele, juntamente com uma caneta. - Pode escrever o que quiser. Devo alertar que uma taxa de 25% do preço será cobrada, não se preocupe han, a taxa somente será reivindicada assim que o produto for vendido, então o preço será retirado do valor que seria recebido pela senhora, han.

Com a entrega das armas feita, e a escrita do bilhete, a dupla pode se retirar, no fundo ainda pode ser visto o homem tentando levantar a grande espada, o esforço o qual ele fazia era colossal, não conseguindo de forma alguma erguer a arma, caso olhasse para a cena por mais tempo poderia ser visto ele pedindo ajuda de dois seguranças, que com dificuldade levantariam a espada e a deslocariam para o depósito, a pergunta seria, para que criar algo assim?

Novamente saindo na feira, agora que haviam se livrado do peso extra podiam agir com um pouco mais de liberdade.
- Não acho que “a ruiva” seja uma alcunha ruim senhorita Ria, as possibilidades de interpretação abrem bons leques. - Comentou o mordomo, continuando a segui-la.

Não demorou muito até que chegassem na biblioteca J.J. Library, a qual se encontrava em pedaços, livros rasgados e espalhados por aí, poucas prateleiras mostravam-se de pé e inteiras, a maioria estava arqueada, em pedaços ou já no chão, Lupin encarava tudo aquilo com muito pesar, sem dizer uma palavra sequer, adentrando o local sem olhar muito para o todo, indo diretamente até sua bancada, uma das poucas coisas ainda de pé, dela o bibliotecário tira um livro e começa a ler.
- Parece que não há nenhum livro de Ashburn, ou de qualquer outro autor, sobre criação de explosivos, sinto muitíssimo senhorita Ria, vou procurar pelos destroços, posso acabar encontrando algo.

Dentro daquela construção o ranger da madeira era o maior barulho que podia ser escutado, e era praticamente o único, o vento passando por frestas também causava um barulho recorrente, não demorou muito para que seu companheiro voltasse até sua pessoa com um livro em mãos, e junto ele trouxe também uma cadeira limpa e em bom estado.
- O livro de explosivos foi… - O jovem acaba rindo. - Explodido, encontrei algumas páginas rasgadas, pisadas e outras totalmente destruídas foi perda total, sinto muito. - O silêncio momentâneo foi logo interrompido por ele mesmo. - Aqui, esse é de costura, sei que não era o que queria, sinto muito já não poder oferecer muito.

Lupin arrumou a cadeira para você, e após lhe entregar o livro se retirou, e foi novamente verificar os destroços, ele não falava mais nada, o único som que ele fazia, ou causava, era quando ele movia a madeira, e esse nem mesmo era algo que incomodava, já que o mordomo fazia essa tarefa de forma calma e suave, impedindo que sons altos fossem emitidos. O livro que estava em suas mãos havia sido escrito por uma mulher chamada Penélope Laerte, nele ela ensina como tricotar, emendar tecidos, consertar rasgos, usar máquinas de costura e até como criar cotas de malha, esse último assunto é abordado de forma superficial, mas bem descrito, claro que você só saberia disso lendo, que o que foi feito.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Akeno "Yue":
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptySex 28 Dez 2018, 01:15

Aprimoramentos! A Separação De Ria!
Sem perceber o tempo passando, acabei lendo o livro sobre costura inteiro, de onde tirei muita informação e graças a minha capacidade intelectual avançada, acabei aprendendo tudo que queria sobre o assunto, de modo que possa aplicar habilmente em qualquer arma que forjar futuramente, pelo menos, era o que imaginava. Fecharia o livro com força, ainda me mantendo sentada, o deixando sobre meu colo e pensando comigo mesma em relação ao que havia aprendido naquela leitura, isso, enquanto olharia para cima, após sussurrar o nome da autora comigo mesma.


- Penélope Laerte... –

“Interessante essa escrita dela, assim como os outros autores que li até agora, não se compara com o Ashburn, mas mesmo assim... Lupin deve ter escolhido a dedo esse livro antes de me entregar... Tudo está bem claro agora, não preciso ficar me limitando às forjas, posso mesclar minhas criações com tecidos e obter ótimos resultados também, tudo depende da minha criatividade...”

Com isso, deixaria o livro sobre qualquer superfície próxima, seja alguma mesa, estante ou a própria cadeira onde estava sentada, então me dirigiria até Lupin, se o mesmo ainda estivesse à vista, se não, andaria um pouco pelo lugar, tomando cuidado com as coisas que estavam jogadas no chão, alisando com as mãos meus belos e longos cabelos ruivos, de modo que, independentemente de se eu o achasse ou não, diria normalmente ou gritando se ainda não tivesse o visto, o importante seria que achasse que o mesmo pudesse me escutar, mas sem demonstrar nenhum receio ou insegurança em meu tom.

- Lupin? E então, encontrou algum livro sobre a criação de explosivos? Tudo bem se não tiver achado nada... Ah sim! se tiver algum livro sobre toxicologia, pegue e o guarde com você, acho que vou precisar de um mais tarde...  –

“Onde mais eu posso encontrar informações sobre isso? Se aqui na J.J. Library não tiver nada, então, vou ter que aprender com alguém, mas quem poderia me ensinar o que eu preciso saber em pouco tempo? Talvez alguém que mecha com fogos de artifício ou algum construtor que mecha com dinamites... Eu sei que aqui na ilha tem minas, pelo que Nana me disse outro dia, pensando nela, que saudade daquela jornalista... Onde será que ela foi? De toda forma, n~~ao adianta ficarmos aqui, já se passou um bom tempo.”

Se Lupin tivesse ficado a mostra, o escutaria atentamente, enquanto manteria o contato fixo em seus olhos, com um curto sorriso, demonstrando que me interessaria bastante pelo que ele tivesse a me falar, sendo que se ele tivesse encontrado algum, eu sorriria para ele, pegaria o livro e o guardaria na mochila para ler mais tarde. No momento que ele terminasse, olharia para meu relógio, tentando ter alguma noção de que horas seriam, então independente do horário, olharia mais uma vez para o Mordomo e falaria algumas palavras, demonstrando empolgação para com a situação.

- Ei, Lupin, vamos voltar naquela ferraria de novo? Eu tive uma ideia quando estava lendo o livro e gostaria de colocar em prática... –

“Não gosto muito desse sapato que estou usando, por que não fazer uma bota decente com o conhecimento que consegui? Não é mesmo? Talvez alguma bota que eu possa usar para lutar ou qualquer coisa do tipo...”

Com o rapaz me acompanhando ou não, pegaria meus pertences e mais uma vez partiria da J.J. Library, deixando aquela enorme biblioteca com um teto de mais de quinze metros de altura para trás. Andaria com um sorriso no rosto, mantendo minha foice e minha katana nas costas, sendo que logo depois de sair da biblioteca, pegaria o óculos de sol em minha mochila e o colocaria, mas não nos olhos, os deixaria sobre a cabeça, servindo como uma espécie de tiara para manter minha franja para trás, o que faria com que minha testa ficasse exposta, seguindo o mesmo caminha que já havia feito antes, ao rumar na direção da ferraria, da qual utilizei para forjar algumas armas.

Ao chegar na loja, a adentraria batendo palmas para que minha presença fosse notada pelo dono do lugar, então, se ele ou outra pessoa viesse me atender, levantaria o indicador para cima, olhando diretamente para ele e começaria a falar o que teria em mente naquele momento, considerando o que havia pensado durante a leitura do livro de costura, estaria empolgada com o que ocorreria a seguir, ainda mais, por que uma de minhas grandes paixões é fazer armas e eu nunca tinha feito alguma que usasse de tecidos antes, sendo que riria durante o diálogo, isso, graças à piada feita por mim, levando em conta que não fazia nem vinte e quatro horas que eu tinha passado por ali.

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- Oi! Velhote, voltei... Quanto tempo, não é mesmo? Riaahahaha. Eu tive uma ideia de arma aqui enquanto lia um livro e queria colocar em prática, vou precisar de um pouco de aço e tecido apenas, será que poderia fazer isso para mim por 150.000 B$, além de me deixar usar sua ferraria como da última vez? –

“Vai ser sensacional fazer esse par de botas!”

- Vai querer ajudar de novo Lupin? E você, velhote? -


Falaria para o velho e para Lupin, se eles estivessem comigo e se a pessoa que me atendesse aceitasse o valor proposto ou quisesse algum valor próximo, sendo que, o pagaria de bom grado, de modo que, após pagar, pegaria emprestado de seus equipamentos e começaria a manusear o tecido que me fosse dado, além de forjar as peças de aço necessárias, para que assim consiga chegar no formato final e almejado das botas, demorando o tempo que levasse no processo. Quando acabasse, passaria o braço na testa para limpar possíveis manchas e suor residual pelo árduo trabalho que fosse feito no lugar, enquanto diria para quem estivesse em minha presença, sorrindo e empolgada ao olhar para meu feito.

- Nossa, deu trabalho, mas finalmente acabei, olha só para elas, duas botas perfeitas, vou fazer bom proveito das duas. –

Se as botas já estivessem em temperatura ambiente e secas, de modo que o aço aquecido não me queimasse, retiraria os sapatos que vieram com as roupas que usava e calçaria as botas longas recém forjadas por cima da meia calça preta que usava naquele momento. Feito isso, olharia para as botas, enquanto viraria meus pés para os lados, de modo que possa observar bem como elas ficariam em mim, então desviaria meu olhar para Lupin, o questionando com um tom um tanto quanto sensual e logo depois completando ao olhar para o homem e dizer algumas palavras.

“Eu amei, independente da opinião dele, mas, por que não provocar? Não é mesmo?”

- E então, Lupin, o que achou? Estou bonita? –

- Escuta, velhote, pode ficar com esses sapatos antigos meus, se quiser vender ou jogar fora, você é quem sabe, não gostava muito deles... –

Após falar isso para o homem ou quem quer que estivesse cuidando da loja, testaria a bota ao fazer algumas acrobacias, segurando minha foice nas costas, de modo que ela não escapasse e dando três mortais para trás, dois para frente, uma estrelinha para esquerda e outra para direita, utilizando apenas a mão direita para tocar no chão em alguns movimentos, de modo que com a esquerda, manteria a foice segura, de modo que não caísse. Se tivesse conseguido fazer todos os movimentos com êxito, coisa que muito provavelmente ocorreria, dada minha grandiosidade em relação a tudo que tento fazer e minha maestria com esses tipos de movimentos, falaria esbanjando alegria, enquanto olharia para as botas mais uma vez.

- É, gostei mesmo delas, vão servir perfeitamente para os combates nos quais a gente se meter, bem, de toda forma, obrigada, talvez eu volte aqui mais tarde para fazer mais armas ou quem sabe comprar alguns equipamentos para o meu navio, de modo que não precise mais ficar vindo aqui... –

“Pensando bem, nós passamos muito tempo no mar, talvez se eu comprasse algumas coisas, eu poderia usar para forjar armas lá... Mas se bem que não tem muito espaço lá para tudo... Será que aqui eles conhecem alguém ou trabalham com reforma de navios? Pensando bem a tripulação está aumentando e qualquer espaço é bem-vindo!”

- Escuta, na verdade, eu estava pensando e estou precisando de uma reforma em meu navio, é uma escuna bem básica, acho que é possível ampliar seu espaço tranquilamente e, além disso, colocar uma forja para que eu possa usar quando estiver em alto mar... Vamos ver, mais umas três salas e uma forja completa... Estimo que 2.300.000 B$ sejam suficientes para cobrir as despesas... O que acha, vocês trabalham com isso ou conhecem alguém para se juntarem e fazerem o serviço? –

Faria a proposta levemente séria, ainda mais porque era uma negociação e talvez o homem não fosse de acordo com a minha proposta, é claro que se ele quisesse mais, me faria de difícil, o encarando e balançando a cabeça para os lados, na expectativa de que ele desistisse, mas se não quisesse aceitar o valor, eu toparia subir desde que fosse até 2.500.000 B$, qualquer coisa a mais seria abusiva para mim. Caso eles trabalhassem com esse tipo de serviço e aceitassem a oferta, eu sorriria e olharia para Lupin ao colocar a mão direita sobre o ombro esquerdo do rapaz e dizer animada, fazendo até mesmo uma piada ao balançar o braço esquerdo, fazendo o sinal de como se estivesse tocando um violino, embora não passasse de uma piada.

- Ainda bem que ele aceitou, vou poder trabalhar duro no navio, além de tocar uma como sempre... RIAAHAHAHA... Escuta Lupin, eu confio em você, acha que pode cuidar disso para mim, levar ele até o navio, avisar os outros que estiverem lá e supervisionar tudo? Enquanto isso, vou ir atrás de aprender sobre criação de explosivos... Posso contar com você? –

Se tudo desse certo, em relação ao homem aceitar minha proposta e Lupin acatar com minhas ordens, como uma líder nata que consegue dizer exatamente o que fazer e como fazer, ainda mais considerando minha personalidade respeitável, imponente e sagaz, eu sorriria, dando um leve tapa sobre o ombro de Lupin, ao subir e descer a mão que estivesse sobre o ombro do jovem rapaz. Após esse leve tapa, daria a quantia necessária e andaria para a saída do lugar, colocando a mão esquerda na cintura e levantando o indicador da mão direita, então viraria levemente o rosto para trás, esboçando um sorriso sádico, com isso, me despediria com uma voz levemente sádica e daria uma gargalhada mais sádica ainda, saindo do lugar logo em seguida.

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- Me espere no navio, Lupin, não devo demorar... Estou indo no Hell’s Beer, vou pegar informações e... Ah! vocês sabem... RIAHAHAHA. –

“Aquele bar é como minha segunda memória, levando em conta que todas as informações da cidade acabam passando por lá de uma forma ou de outra, devo conseguir o que quero por lá, fora que eles servem umas bebidas ótimas...”

Andaria pelas ruas da cidade, seguindo pelas escadarias de sempre, aparentemente colocadas estrategicamente para que de alguma forma os desavisados acabassem topando com aquele bar, hora ou outra. Não me importaria nem um pouco de chamar atenção, gostaria apenas de conseguir as informações e ir tomar um banho em algum lugar, considerando a sujeira que é para forjar qualquer coisa.

Se chegasse no bar, o adentraria, observando quem estivesse lá, tentando checar o movimento, então me dirigiria para o mesmo lugar que havia sentado da última vez, no balcão ou próximo dele, caso estivesse ocupado, com isso, esperaria que alguém viesse me atender, de modo que se fosse a garçonete de antes, me faria de difícil, fingindo que não me lembrava dela, mesmo sabendo que ela se lembraria de mim, dada minha presença marcante e descomunal. De toda forma, independentemente de quem viesse ver meu pedido, dirias as mesmas palavras, com um tom doce e gentil, sem me importar, caso outras pessoas por perto escutassem.

- Olá! Poderia me servir um Bloody Mary e algumas cerejas? Coloque quatro dentro dá bebida e algumas separadamente por favor. –

Daria mais uma olhada ao redor enquanto estivesse esperando que a pessoa me atendesse, então voltaria a olhar para a garçonete ou barman, com isso, quando viesse trazer o meu pedido, sorriria, daria um gole na bebida e mais uma vez diria algumas palavras, dessa vez, a questionando, até com uma voz levemente alta, na esperança de que alguém que entendesse do assunto se aproximasse, coisa que acharia improvável, de toda forma, perguntaria normalmente, como se não fosse nada demais.

"Vamos ver..."

- Então... Estou procurando alguém que possa me ensinar sobre explosivos, sabe de alguém? De repente que trabalhe na parte industrial ou nas minas da ilha... -

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptySex 28 Dez 2018, 15:47




Fanalis B. Ria

A ruiva e o mordomo! Todas as ruas levam a Hell’s beer!

Assim que a leitura terminou era necessário algum tempo para processar e absorver todas as informações contidas no livro, as quais eram passadas para seu subconsciente de forma gradativa, fechar os olhos era como sentir os impulsos nervosos sendo transmitidos pelo seu cérebro, se uma meditação profunda fosse possível, os estalos, como de um curto elétrico, seriam escutados e esse som viria de dentro de sua cabeça, claro, na hipérbole da cena tudo isso seria possível. Os livros pelo menos eram todos de boa qualidade, Lupin tinha um ótimo acervo em sua biblioteca, que mesmo posta abaixo ainda mostrava sua serventia, era de certa forma, intrigante o modo de como o bibliotecário encontrava os livros mesmo em meio aquele caos, e mesmo que eles estivessem por debaixo de detritos o jovem os encontrava.

- Infelizmente não achei livro algum sobre tal assunto senhorita Ria. - Respondeu ele em tom de tristeza. - Curiosamente estou com um de toxicologia aqui comigo, ainda bem que ele ainda tem serventia. - Completou com um sorriso.

O mordomo tinha alguns pedaços de madeira em mãos, assim que sua fala terminara ele entregaria-lhe o livro de toxicologia e arremessaria para longe todo resto que segurava, levantando logo em seguida.
- Esse lugar vai ser vendido pela minha mãe, ela não gostava desse trabalho. - Uma risada completava o comentário.

15:05, o horário marcado em seu relógio de pulso, por sorte seu costume em ler os ponteiros já era grande o suficiente para, em apenas uma jogada de olhar, perceber exatamente que horas eram, e aquele era hora de ir atrás dos Smiths, ou do Smith, no caso.
- Estarei sempre a seu lado senhorita. - Respondeu prontamente seu companheiro.

Outra vez partindo, a dupla não demorou muito para encontrar a ferraria dos Smiths, da primeira vez sua falta de atenção pode ter a privado de um fato interessante, na frente do estabelecimento havia uma placa de madeira pendurada por correntes, e naquela placa havia o desenho de uma bigorna e um martelo forjando um trevo de quatro folhas, algo naquilo era cômico a você. Ao entrarem no local Thomas, o ferreiro, continuava martelando a grande placa de ferro, a qual agora havia ganhado uma melhor forma e estava claro que aquilo era um broquel para um gigante, já que a placa tinha quase a mesma altura do mordomo ao seu lado, novamente o sino, ativado pela placa de pressão, avisava sua chegada, não satisfeita com isso suas palmas ansiosas chamavam a atenção do homem que estava em trabalho, ao percebê-los ele pegou um balde de água e começou a passar por cima do grande escudo, o cobrindo com um pano ao final e indo atendê-los.
- Ho ho! A dupla voltou, é um prazer os ver jovens. - Começou o homem, apoiando seu braço direito sobre a bancada, enquanto o outro segurava o martelo apoiado em seu ombro. - Claro que poderá usar minha forja, tenho um pouco de couro ali no canto, não costumo usar então fique a vontade garota.

O careca liberou a entrada assim que pegou o dinheiro.
- E você garoto? Não é do tipo ferreiro?

Lupin timidamente sorriu.
- Não senhor, estou aqui apenas para auxiliar minha senhorita.

E então outra vez o trabalho começou, dessa vez era algo mais fácil, então o bibliotecário não precisou correr de um lado para o outro como da última vez, mesmo assim era um árduo exercício, mas sem o cansaço não haveria uma tarefa bem feita, essa é a vida de um ferreiro, Thomas observou tudo, tentando dar conselhos sempre que possível. Passaram-se, no máximo, uma hora e seu produto já estava pronto, a parte mais difícil do trabalho foi com certeza a costura do couro na sola metálica, por sorte que estava realizando tal serviço era a própria Fanalis B. Ria.
- Ficaram perfeitas, e a senhorita está sempre bela. - Respondeu o seu fiel seguidor após a analisar por inteira, era difícil dizer se sua provocação havia dado certo ou errado.

- Ho ho! Elas estão em ótimo estado, quem sabe finjo que comprei para minha filha, ho ho! - A risada do homem era algo interessante, ele passava a mão na careca enquanto gargalhava.

Após trajar seu novo par de calçados e “amaciar” a sola dos pés, uma bateria de testes começou a ser executada, acrobaticamente, giros, piruetas e mortais, todos os movimentos eram executados com maestria, até uma das botas voar e ser aparada por Lupin, as botas estavam um pouco frouxas e o ferreiro com um sorriso pediu sua licença.
- Ho ho! Farei um ajuste, por conta da casa. - Assim que terminara ele voltou com o par de calçados, ele havia adicionado algumas fivelas nas botas, para que as mesmas fossem melhor fixadas a sua perna e esse acidente pudesse ser evitado.

Feito os testes outra vez agora sua mobilidade estava 100%, o par não mais tinha perigo de ativar sua habilidade secreta e voar por aí, seu novo presente estava perfeito agora.
- Ho ho! Foi um prazer revê-los, os Smiths sempre estarão aqui para atender, é só aparecer. - Disse Thomas, antes de você virar para ele uma outra vez e fazer seu segundo comentário. - Ho ho! Que coisa impressionante, um trabalho megalomaníaco diria, mas posso sim buscar ajuda para essa reforma, o problema é que não sei se sua escuna aguentaria uma forja dentro dela. - Massageando o bigode o homem continuou. - Então não posso prometer nada, só os quartos seriam 1.000.000 berries, caso possa fazer uma forja farei, e tentarei a manter dentro de seu orçamento de 2.300.000.

Lupin estava prestando atenção na discussão portanto se surpreendeu ao receber seu toque.
- Tocar uma? - O rapaz franziu o cenho, indagando que tipo de piada seria aquela. - Claro senhorita Ria, agradeço o voto de confiança, espero não a desapontar e fazer tudo correr da melhor forma possível. - Respondeu, antes do seu último comentário. - Estarei a sua espera. - Afirmou o mordomo com sua partida.

Antes de fechar a porta, foi possível ouvir Lupin pedindo para o ferreiro conseguir logo a ajuda necessária para começar a reforma, assim que a mesma chegasse eles partiriam. Sua caminhada não durou por muito tempo, mesmo que não soubesse o caminho para Hell’s Beer uma hora ou outra você apareceria no bar, naquela cidade, todas as ruas levam a ele, subindo ou descendo, seguindo reto ou em zig e zag, sempre o final era o bar, que estava do mesmo jeito de antes, bastante movimentado por piratas e foras da lei, apesar de que agora haviam menos pessoas do que da última vez talvez por causa do horário, não que fosse cedo demais para beber.
- Pensei que não estaria mais aqui. - Era a mesma garota da última vez, analisando-a com o olhar. - Certo. - Continuou ela no mesmo tom sério, como se não estivesse surpresa com sua presença ou pessoa, saindo logo em seguida em busca de seu pedido, realizando novamente a mistura a sua frente e colocando a bebida no copo transparente e cristalino de vidro, e trazendo as cerejas logo em seguida, as preparando da forma que você havia requerido, quatro dentro e algumas fora (cerca de 10, no total). - Obrigada, pelo que fez. - Disse ela antes de seu primeiro gole.

O mesmo banco, a mesma garçonete, o mesmo bar, quase o mesmo movimento e pessoas, aquele dia estava bem agradável, mesmo na Wonderful Land, marcada pela falsidade de seu nome.
- Sim conheço uma pessoa assim, chamam ele de “Old King”, Lupin saberia dele, afinal eles já conversaram bastante, ele é um minerador famoso, ou melhor, era, ele ainda deve viver no sul, próximo às indústrias, infelizmente não sei que casa é a certa, então é só seguir para o sul, geralmente falam que a casa dele é a mais óbvia. - Entregue todas as informações, a jovem daria um suspiro, deixando, propositalmente, o silêncio preencher um espaço entre ambas, até que ela voltasse a falar. - Lorellei, esse é meu nome, da última vez saiu sem ele e ajudou uma pessoa importante, acho uma recompensa a altura. - Uma pausa na fala a fez pegar uma caneca vazia e começar a limpar, esperando algum pedido ou comentário seu.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

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Boujin:
 

Thomas:
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptySab 29 Dez 2018, 10:55

Aprendendo Sobre Os Tóxicos! Quem É Old King?
Sem me preocupar com o que a garota ou os outros no bar pensariam, pegaria todas as cerejas e as colocaria na boca, sentindo o doce sabor dos frutos, então, olhando fixamente para a garçonete, passaria o polegar por cima dos lábios, dando um sorriso sensual. Com isso, pegaria a bebida e viraria em uma golada só, então, ainda mantendo meus olhos na garota, a perguntaria com a voz tão sensual, quanto meu semblante naquele momento, onde eu tentaria seduzir a garota para ver se ela jogava no meu time, dando um leve sorriso sádico ao final de minha fala, enquanto daria o dinheiro referente ao valor à bebida e às cerejas.

“É meio estranho ela saber tanto sobre o Mordomo, mas por ser uma garçonete aqui, deve saber das coisas, vou considerar que ela simplesmente sabe sobre o que anda acontecendo por aí... Tenho outras preocupações no momento.”

- Então... Lorellei, não é? Que horas você acaba seu serviço? Tem planos para depois dele? No caso, planos que não incluam uma bela e charmosa ruiva? –

“Vamos ver se ela me dá alguma moral com isso, não é todo dia que conheço uma garçonete tão bonita... E não sei porque, geralmente sinto uma leve atração por garotas sérias e/ou sádicas, como aquela maluca da Jeanne...”

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- Certo, eu vou voltar depois... –

Diria sorrindo e esbanjando alegria, independentemente de sua resposta, não seria alguma negação que faria com que eu me abalasse, se ela não me aceitasse, o azar seria dela, estaria perdendo de conhecer a pessoa mais incrível que já viu na vida e se fosse uma resposta positiva, tudo bem também! Eu nem sequer sabia se voltaria lá novamente, de toda forma. Pegaria meus pertences, mais uma vez passando o polegar sobre os lábios para limpar qualquer resíduo da doce bebida ou das cerejas que teria comido, então andaria até a saída do lugar.


Eu sabia que o Sol nasce de um lado e se pões do outro, sendo um, o oeste e o outro, leste, além disso, os lados restantes seriam o sul e o norte, mas não tinha certeza de qual era qual lado, então, assim que saísse do bar, colocaria o braço esquerdo sobre o abdômen e o cotovelo direito sobre esse braço, além da mão direita apoiando meu queixo, demonstrando claramente que estaria pensando, para qualquer um que me observasse.

“Vamos ver, acho que o Sol nasce no oeste e se põe no leste, se não me engano, ao apontar meu braço direito para o lado que ele nasce e o esquerdo para onde ele se põe, o norte estará a minha frente e o sul atrás... Mas não tenho certeza... Quer saber, melhor perguntar alguém logo, antes que eu acabe me perdendo por aí e lutando contra um bando de agentes de novo...”

- RIAAHAHAHA. –

Daria uma gargalhada ao lembrar o quão aleatório havia sido os últimos dias, onde tinha ido fazer uma breve leitura na biblioteca e acabei dando de cara com toda uma situação onde o dono da biblioteca estava sendo escoltado para Ennies Lobby, por um bando de agentes que não conseguiam manter seus planos em segredo e acabavam falando todos para mim, sem se preocupar com o amanhã, de modo que, todos morreram.

Olharia para os lados e andaria, procurando por qualquer pessoa que pudesse me dar informações, assim que avistasse alguém, me aproximaria levantando a palma de minha mão, algo que poderia demonstrar que eu não representaria ameaça naquele momento, mesmo levando uma katana e uma foice gigante em minhas costas, chegando perto, mantendo meu sorriso e ficando de frente para pessoa, levantaria meu indicador direito, deixando o polegar apontado para o lado e começaria a questionar a pessoa tranquilamente, tentando não assustar a pessoa, embora estivesse claramente empolgada com minha voz, por saber que logo chegaria no lugar.

- Olá! Eu sou Fanalis B. Ria, estou querendo chegar no sul da ilha, aparentemente é lá que mora um tal de Oldo Kingo ou coisa parecida, a casa dele fica próxima da região industrial da ilha e pelo jeito é bem incomum e se destaca do resto, qual caminho posso tomar para chegar lá? E sabe me informar algo sobre esse tal de Oldo Kingo? –

“Pensando agora, esse cara... Seria um rei ou coisa parecida? Oldo Kingo... Rei Antigo... Minerador... Minérios são bem antigos, será que isso teria relação com esse apelido dele? Os apelidos do pessoal dessa ilha são um pior do que o outro, Mordomo... Old King... Acho que só chegando lá e conferindo, se não, não dá para saber...”

- Muito obrigada! Tenha um bom dia! –

Agradeceria com a pessoa sabendo ou não, sempre mantendo um leve sorriso no rosto, ainda mais se fosse uma bela garota, mas se a pessoa não soubesse, me dirigiria até a próxima e assim sucessivamente, até que alguém me informasse como eu poderia tomar a direção para o sul e quem sabe até, me acompanhar até onde fica a casa do homem indicado pela garçonete para me ensinar sobre criação de explosivos.

Assim que descobrisse o caminho, com ou sem companhia, partiria na direção indicada, caminhando tranquilamente pelas escadas, ruas, estradas ou o que quer que fosse que fizesse o caminho até a casa do sujeito. Chegando no lugar que me fosse informado, procuraria por alguma casa que se destacasse do resto do cenário que constituísse o sul da ilha, mas se não percebesse nada muito aparente, mais uma vez, andaria procurando por qualquer pessoa que estivesse no local, me aproximaria mantendo contato visual e a questionaria sobre a residência, fechando levemente os olhos e apontando com os punhos cerrados, deixando apenas os polegares de fora, e variando a posição de meus braços ao apontar com os polegares para os lados, para frente e para trás algumas vezes, sempre com uma voz amigável, como se não quisesse causar encrenca para a pessoa.

- E aí! Tudo bem? Estou procurando por uma casa incomum por aqui, dizem que pertence a um tal de Old King, sabe algo sobre essa casa? Onde ela está? Na verdade, se souber me dizer alguma coisa em relação a esse minerador, também me seria bastante útil... –

“Quanto mais coisas eu aprender sobre esse cara, melhor... Até onde eu sei, ele pode ser mais um agente maluco disfarçado, tentando pegar o Mordomo ou coisa do tipo... Ainda mais porque aquele pessoal do bar é bastante subornável e movido a dinheiro...”

- Certo... Até mais! –

Me despediria da pessoa normalmente, mais uma vez, do mesmo modo em caso de resposta positiva ou negativa, mas no primeiro caso, acenaria com a cabeça durante o diálogo, mostrando que estaria entendendo o que me fosse passado, mas em caso de resposta negativa, andaria até que visse outra pessoa, para me aproximar dela e fazer a mesma pergunta que fora feita, até que conseguisse alguém que pudesse me dar as respostas que estaria procurando.

Caso alguém me informasse onde estaria a bendita casa ou se eu a visse por mim mesma, ao perceber a construção que supostamente se destacaria das outras, me aproximaria do lugar e como sempre, sem me importar com quem me visse ou algo do tipo, já que independentemente do que ocorresse, eu saberia lidar com a situação da melhor forma possível, considerando quem eu sou. Caso não visse ninguém e a porta estivesse fechada, bateria na mesma com o punho direito fechado e esperaria alguns segundos até que alguém viesse me atender, se ninguém viesse ou fizesse sinal de que viria logo, eu abriria a porta e adentraria a casa, agora, se ninguém viesse e a porta estivesse trancada, me sentaria com as costas viradas para ela e começaria a ler sobre toxicologia, enquanto esperaria para ver se alguém chegaria na casa nas próximas horas, de modo que se acabasse o livro, ficaria mais um tempo esperando, mas tirando um cochilo de frente para a casa, isso, se eu tivesse a encontrado.

Se eu me encontrasse com algum morador da casa, seja o Old King ou qualquer outra pessoa, já estando dentro da construção ou não, sorriria para a pessoa e apontaria para seu rosto com o indicador direito ao dizer algumas palavras, mostrando claramente o que eu queria com o King, sempre com grande convicção de minhas palavras, algo que possa parecer repetitivo, mas importante de se destacar, dada a pessoa que sou. No final de minha fala, daria uma gargalhada ao falar sobre explodir a ilha, algo que não teria passado pela minha cabeça até o momento, mas que também não faria, levando em conta que tem várias pessoas legais morando aqui.


- Olá! Eu sou Fanalis B. Ria, você deve ser ou pelo menos conhecer o Old King... Ouvi dizer que essa pessoa é uma grande mineradora e que pode me ajudar ao me ensinar algo sobre criação de explosivos... É claro que eu não estou aqui para melhorar minha mineração, não faço isso, mas quero ter uma ideia melhor sobre como criar armas explosivas, já tenho algum conhecimento sobre aplicações de pólvora, considerando que sei criar armas de fogo e coisas parecidas, mas quanto mais, melhor, não é mesmo? Também não é como se eu fosse explodir essa ilha... Tem como explodir essa ilha? RIAAHAHAHA. –

“Imagina só se eu conseguisse explodir uma ilha, mas que graça teria? Explodir apenas meus inimigos já seria de grande ajuda, de toda forma...”

Se a pessoa me informasse que não era aquele que eu procurava, olharia para os lados, como se estivesse procurando por algo, então mais uma vez, voltaria meu olhar para a pessoa e a questionaria sobre onde estaria o minerador, sempre atenta para caso percebesse qualquer tipo de atuação por parte da pessoa, como alguma mentira ou coisa parecida, ou seja, qualquer tentativa de omitir a localização do Old King.

- Onde está o Old King? Poderia me levar até ele? -

“Imagino como é essa pessoa... Talvez um homem alto e musculoso com uma picareta... Talvez seja algo assim...”

- Então... Enquanto conversamos, você não teria nada para comer? Estou cheia de fome... Na verdade, onde fica seu banheiro? Preciso usar um banheiro também, posso usar enquanto você prepara um café ou algo do tipo para gente. –

“Ainda não me limpei desde que fiz essas botas, preciso cuidar de minha higiene, apesar de não me importar com as aparências ou como os outros me vejam, se tem uma coisa que eu não gosto, é de me sentir suja por muito tempo.”

Questionaria a pessoa normalmente, sobre comida e um banheiro, sendo que se me fosse indicado algum banheiro, andaria na direção do mesmo e sem me incomodar com qualquer julgamento, deixaria minhas coisas em algum canto do banheiro, retiraria minhas roupas, iria até o chuveiro, se tivesse algum e tomaria um bom banho, tentando tirar todas as impurezas de meu corpo durante o mesmo, com isso, me secaria, pegaria meus pertences e voltaria para onde estivesse conversando anteriormente com a pessoa que tivesse me atendido, me sentando em qualquer móvel apropriado que encontrasse.

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“Qualquer dia desses, preciso comprar uma toalha, sempre que vou à casa dos outros, acabo tomando um banho, isso já está virando hábito, mas eles deviam agradecer por ter alguém como eu tomando banho em suas residências.”

- Onde estávamos? Ah! Sim! Em relação à criação de explosivos, eu sei que pode levar algum tempo, mas vou precisar que alguém me ensine sobre isso mais para frente, se precisar de alguma coisa em troca desse aprendizado, eu posso providenciar, sou uma grande pirata, sabe? E tenho ótimos companheiros, sem falar que eu sou eu e tudo que eu quero, eu consigo, então é só dizer o que você quer em troca... Se é que tem algo, de repente, você fica feliz em transmitir seus conhecimentos... RIAHAHAHA. –

“Ficar feliz em transmitir conhecimentos... Que incentivo é esse? Mas vai que cola...”

Diria com minha gentil e doce voz, mas rindo ao final de minha fala ao escutar minhas próprias palavras, já que se tinha uma coisa que eu sabia nessa vida, era que não existia almoço grátis e se eu quisesse que esse homem me ensinasse alguma coisa sobre o que ele sabia, muito provavelmente, teria que fazer ou dar algo em troca do aprendizado. Mesmo sendo algo estranho de se imaginar, até porque, as pessoas deviam ficar felizes em apenas me ajudar durante essa fantástica jornada, onde um dia serei a Rainha dos Piratas.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptyTer 01 Jan 2019, 19:42




Fanalis B. Ria

Uma pedra do meio do caminho? Sua princesa está em outro castelo?!

Ao fundo a cantoria de beberrões começava, risadas e grunhidos, se pensar por um lado aquilo deveria acontecer todos os dias, então era apenas mais um dia começando, os garçons iam até as mesas, às vezes de braços vazios, outras vezes com bebidas, ou então petiscos, em mãos, era engraçado que apenas homens saíam dos balcões para atender, as poucas garçonetes ficavam atrás do balcão, preparando as comidas e bebidas, talvez isso fosse para prevenir assédio.

A conversa entre as duas continuou, mais do que normalmente seria a interação entre um atendente e um cliente, mas ninguém questionava isso, aquele local era um bar, feito para esquecer e criar ressacas, não uma loja de perfumaria. Um sorriso de canto mostrou que sua atendente havia achado graça em seu comentário, ou quem sabe ela só havia descoberto quais eram suas intenções com a conversa, já que elas ficaram bem claras em sua última fala, mesmo assim ela manteve sua postura e logo voltou ao rosto “pokerface”.
- Não gosto de ruivas, são impulsivas demais. E sim, já tenho planos para hoje Fanalis. - Pela primeira vez seria possível ver a garçonete ter uma reação mais extrema, suas bochechas rosaram por poucos segundos, aparentemente seus pensamentos estavam em outro lugar, ela se recompôs rapidamente.

Sua bebida já havia terminado no meio da conversa e as cerejas haviam acabado a mais tempo, isso foi impercepitível por sua pessoa, Lorellei era distração o suficiente para deixá-la inerte a todo o ambiente a sua volta, em seu copo apenas uma pequena quantidade da bebida havia restado, uma tão insignificante que foi consumida em apenas um gole seu, agora sem nada para fazer era hora de partir, claro que o pagamento pelo que foi consumido devia ser feito, mas ao movimentar sua mão até o bolso, a garçonete gesticulou com a dela.
- Essa foi por minha conta. - Disse Lorellei.

Com essa calorosa despedida você retirou-se do bar, suas informações haviam sido coletadas e agora o necessário era encontrar o tal “Old King”, mesmo assim aquela situação era algo complicado visto que seguir direções não era seu forte, ainda mais numa cidade onde as ruas não são retas e sim um amontoado de corredores e escadas, era difícil se localizar numa cidade daquelas, viver ali deveria ser sinônimo de ser um navegador exemplar, como o movimento na cidade ainda estava fraco era difícil encontrar alguém para pedir informações e mesmo encontrando sua aproximação fazia todos correrem de medo, talvez achando que seriam assaltados, ninguém pode julgá-los, a cidade é perigosa. Após descer e subir tanto, coincidentemente, você se depara com a J.J. Library ainda no mesmo estado de antes, porém havia algo estranho, marinheiros estavam lá, alguns dentro e outros fora, cercando o perímetro. e o que parecia ser o superior pregava algo na frente do local, era um papel, talvez nele estivesse marcada a demolição daquele local, quem sabe? Uma coisa era certa, agora não era o momento de ir lá verificar isso.

Finalmente você acabou achando alguém que podia responder sua pergunta, ou que pelo menos teve coragem de ficar para o fazer, um garoto que lia um livro, mas havia algo diferente nele, ele era cego, uma venda negra cobria os olhos e com os dedos ele tateava a página do livro, que estava em branco, para você.
- Fanalis B. Ria? Que belo nome. Sou Tenshi, prazer. - Cumprimentava-lhe o garoto, de cabeça baixa. - Old King? Ah! Sei quem ele é, mas ele não está na cidade, nem na ilha, parece que ele partiu para uma exploração talvez para a próxima ilha. - Uma pausa na fala do jovem o fez levantar a cabeça a “encarando”. - Você gosta dos livros dele? Ele é um ótimo explorador. - Ele possuía uma certa animação em seu rosto. - Está sempre em busca de aventuras, ruínas, tesouros e coisas parecidas, ele é engraçado.

O jovem falava de uma forma gentil e agradável, seu tom de voz manso o tornava em um ótimo contador de histórias, e mesmo numa conversa casual ele se destacava por possuir tal dicção diferenciada, ele se encontrava sentado no último degrau de uma escadaria a qual você estaria subindo, encostando suas costas na parede, seu corpo estava de lado, seu corpo mantia-se na mesma altura do garoto, você ainda podia subir alguns degraus até chegar na área plana, um corredor que levaria para um lugar que sabe se lá qual era.
- Você sabe sobre a J.J. ? Eu fico preocupado com Lupin, ele encomendava livros especialmente para mim, tomara que ele esteja bem. - Sorria entristecido o pequeno, massageando o livro que tinha em mãos.

Especialmente ali era tudo totalmente calmo, não haviam sons graves ou agudos, ao fundo dava para ouvir-se crianças brincando, mulheres conversando, roupas sendo batidas, sons tão básicos e calmos que criavam uma atmosfera um tanto quanto agradável, o jovial leitor saiu de sua posição, afastando um pouco seu corpo e cedendo lugar para você, que certamente aproveitou aquela companhia e o silêncio para ler seu livro sobre toxicologia, esse também escrito por Raymmond Alkan, aparentemente o bibliotecário gostava bastante desse autor e não era para menos, suas lições esquematizadas e didáticas eram de grande ajuda, ainda mais com as ilustrações e linguagem de fácil entendimento, era bem provável que Alkan fosse um professor, e com muitos anos de trabalho, pois ter uma escrita a qual atinge o leitor de tal maneira só pode ser fruto de anos lecionando, o mais importante de tudo isso era que a leitura era tão agradável que fluía calmamente e ao acabar o livro o sentimento de querer mais era a única coisa que restava.
- Você está lendo sobre o que? - Perguntou o companheiro de leitura.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Akeno "Yue":
 

Boujin:
 

Thomas:
 

Lorellei:
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptyQua 02 Jan 2019, 16:03

Uma Pessoa Cega?! As Descobertas!
Enquanto escutava o homem cego, falando sobre aquele que eu procurava, focaria bem minha atenção na venda que cobria seus olhos, ainda mais porque era algo bastante incomum de se ver, não é todo dia que posso ter a oportunidade de conversar com alguém como ele. Esse com certeza já era um forte motivo para me manter naquele lugar, ainda mais porque eu não estava com pressa, eu sabia que Will poderia aguentar algum tempo na prisão, até que eu me preparasse para ir o resgatar, além disso, não faltava muito para conseguir tudo que queria, de toda forma, com a conversa do homem, ficaria pensativa.


“Se esse Old King foi para a próxima ilha, talvez eu perca muito tempo indo até lá, mas, ao mesmo tempo, poderia ser um tempo bem investido, quer dizer, qual o melhor jeito de invadir e sair de uma prisão, que não, explodindo as paredes? Só espero que eu não acabe explodindo meu companheiro junto...”

- RIAHAAHAHAHA. –

Riria comigo mesma ao imaginar a morte daquele que queria salvar, mas logo cessaria o riso e com o questionamento do homem em relação a Lupin, olharia para cima, relembrando das feições do Mordomo. Com isso, mais uma vez olharia para o cego, por mais que ele provavelmente não soubesse que tipo de movimentos eu estaria fazendo, então, começaria a falar em um tom amável sobre o antigo dono da J.J. Library.

- Sim, eu conheço Lupin, o ajudei recentemente e ele se tornou meu companheiro... –

“Imagino que tipo de relação teria esse cego e o Mordomo, não parece ser algo que acabe com a encomenda de alguns livros em braile... Aqui está tão tranquilo, me dá até vontade de ler...”

Lia o livro sem parar, me mantendo bastante focada em absorver todo o conhecimento sobre como criar, manusear, misturar, aplicar e fazer antídotos dos mais variados tipos. Continuando até que fosse interrompida pelo cego mais uma vez, mas dessa vez, sem desviar meus olhos do livro, mantendo minha leitura focada, o responderia normalmente, embora, ao final de minha resposta, fizesse algumas perguntas para ele, tentando descobrir mais sobre a próxima ilha, Old King e sua relação com Lupin.

- É um livro sobre toxicologia, aparentemente seu autor é um tal de Raymmond Alkan, estou gostando dele... Só tem uma coisa me incomodando agora... Me diga, Senhor Cego, se você é tão cego assim, como sabe que eu estou lendo um livro? Suponho que possa ter escutado o papel se mexendo, mas como teve um chute tão preciso? Eu poderia estar anotando algo ou simplesmente folheando um jornal... As possibilidades são infinitas, entende? –

“O que esse cara está tramando? Será que ele é mesmo cego?”

Sorriria sem desviar o olhar da leitura, continuando lá sentada, enquanto leria o livro que me fora dado, sem cessar pelo comentário do homem, de toda forma, eu queria acabar a leitura antes de iniciar qualquer luta maluca e aleatória no meio da rua, por nada. Até o momento, o homem não tinha feito nada para quebrar minha confiança, então não tinha porque desconfiar dele, ainda mais levando em conta que seus outros sentidos provavelmente haviam se desenvolvido mais em relação a sua visão, talvez tivesse simplesmente escutado um som claramente identificável como um livro ou sentido o cheiro da biblioteca, sendo exalado pelo que eu segurava. Ainda focada na leitura, diria mais algumas palavras normalmente, independente do que o cego tivesse me respondido.

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- Então, Sr. Cego!? Eu tenho algumas perguntas... Quem exatamente é você? Como ficou cego? Até onde se estende sua relação com Lupin? O que sabe me dizer sobre Old King e a próxima ilha? –

Escutaria atentamente a resposta do homem, mas sem me desconcentrar da leitura que fazia naquele instante, meu foco principal seria aprender sobre toxicologia, embora também quisesse conhecer mais sobre o cego aleatório que havia cruzado meu caminho. É claro que sempre existiria a chance de ele tentar algo, mas estaria esperta para me afastar no menor sinal de que algo estranho seria feito pelo homem, sendo que pularia do lugar em que estivesse para longe, dando alguns mortais em pleno ar e caindo no chão, o encarando logo em seguida para tentar descobrir qual era a dele.

“Tenho que ver apenas sobre esse Log Pose, já estou a um bom tempo na ilha, então já deve estar quase se adequando a próxima... Acho que vou levar para o Boujin dar uma olhada, ele deve saber me dizer se ainda falta muito.”

Me manteria lendo o livro até que o finalizasse e após compreender sobre todo o assunto do qual se tratava, me levantaria, ficando de frente para o homem cego, caso o mesmo ainda estivesse no local, feito isso, sorriria e o questionaria normalmente sobre o que pretendia fazer dali em diante, pelo menos até que percebesse o que teria dito, levando em conta a cegueira do homem, com isso, colocaria a língua para fora, tocando meu rosto com o punho fechado e sorrindo logo em seguida. Ele parecia ser o tipo de homem que sabia das coisas, talvez pudesse me ajudar, não que eu precise de ajuda, considerando quem eu sou, mas qualquer é sempre bom ter mais companhia.

- Me diga... Gostaria de vir comigo até a próxima ilha? Talvez queira falar com Lupin... Acho que eu não tinha dito ainda, mas a verdade é que eu sou uma pirata, eu vim falar com você porque foi o único que fugiu de mim, o que é bem estranho, tudo bem que estou carregando uma foice de quase dois metros por aí, mas sou uma ruiva maravilhosa e gente boa, não tem porque alguém sentir medo... É só olhar para mim... Ah... RIAAHAHAHA. Eu me esqueci, foi mal... Mas, o que me diz? –

“Espero que ele não fuja depois de saber sobre isso, tudo bem que eu sou uma pirata, mas não é por isso que preciso sair por aí matando e saqueando todo mundo, não me interesso por coisas tão fúteis, estou muito acima disso, fora que piratas são livres para fazerem o que bem entenderem, pelo menos, eu penso assim.”

- Vamos lá! Antes, eu só quero passar rapidamente no Hell’s Beer e beber algo, chegando no navio, preciso tomar um banho. –

“Estava pensando em me lavar na casa daquele minerador, mas não tem porque ir lá se ele sequer está, acho que é mais fácil fazer isso no navio mesmo...”

Diria empolgada, caso o homem tivesse optado por me acompanhar, então, levando todos os meus pertences, o ajudaria a se levantar e colocaria a mão em seu ombro, o guiando, isso se ele precisasse de ajuda, se fizesse algum gesto de que não precisaria e eu percebesse que ele realmente conseguiria, deixaria que ele me seguisse por conta, na hipótese de que ele não quisesse, eu me despediria e sairia andando na direção ao Hell’s Beer, gostaria de uma bebida antes de ir.

- Até logo! –

No caminho, caso estivesse sendo acompanhada pelo homem recém conhecido, olharia para ele, analisando sua postura e como andaria, dadas as suas condições físicas como um portador de deficiência, então, sorriria, mantendo meu olhar e andar seguindo pelo caminho, até que não resistiria ao silêncio e mais uma vez o questionaria com minha doce e gentil voz, sem esperar nada em troca, além de alguma conversa.


- Tenshi... Não é isso? Você gosta de beber? Eu não gosto tanto, mas já fui tantas vezes naquele bar, que acabei me familiarizando com o ambiente... Até que é divertido, fora que eu gosto de tomar um bom vinho antes de partir em uma viagem como essa... E lá eu conheci essa garçonete... Não sei se você já ouviu falar dela, seu nome é Lorellei, ela me dispensou, mas é como dizem, sempre gostamos mais daquilo que não podemos ter, não é mesmo? –

Escutaria se ele quisesse agregar algo na conversa, isso se ele estivesse me acompanhando, se não, apenas andaria pela cidade, sem me importar com as pessoas que tivessem medo de mim, eu sabia que minha enorme presença poderia causar algum certo receio, ainda mais porque não é todo mundo que apresenta tanta confiança em cada simples gesto, assim como eu, que sei exatamente o que estou fazendo, em cada momento de minha vida.

Chegando ao bar, já esperando que estivesse aberto, com o mesmo arranjo e com algum movimento, como sempre, o adentraria, já andando na direção do balcão se houvesse algum lugar nele, de preferência, o lugar onde costumava me sentar, se não, me sentaria no local mais próximo disponível e deixaria minhas coisas encostadas em algum canto, próximas de mim por uma questão de conforto. Caso alguém viesse me atender, faria meu pedido calmamente, se não, chamaria alguém fazendo um gesto com a mão direita ao mexer meus dedos suavemente, sem demonstrar nenhuma ansiedade ou insatisfação, apenas olharia para a pessoa com um suave sorriso de lado e diria o que queria, completando ao falar com Tenshi e mais uma vez com quem me atendesse, no caso em que Tenshi tivesse me acompanhado até o bar.

- Me traga uma garrafa de vinho, por favor! Você vai querer algo, Tenshi? Pode trazer o que ele quiser também... –

“Nada como uma boa bebida, antes de ir para próxima ilha...”

- Oi! Me diga, o que sabe sobre a próxima ilha dessa rota? –

Arquearia uma das sobrancelhas e perguntaria para a pessoa que estivesse me atendendo, isso, no momento em que ela me trouxesse o pedido, em um tom de dúvida, onde com meus olhos cor de rubi, encararia a pessoa na esperança de que me desse algo de útil sobre o lugar para onde iria. De acordo com o que me fosse falado, assentiria com a cabeça, demonstrando que estaria compreendendo aquilo que estivesse me sendo passado, então, quando a pessoa acabasse, abriria a garrafa com os dentes mesmo, removendo a rolha, para logo depois a pegar e deixar sobre o móvel mais próximo, então, daria uma boa golada diretamente da garrafa, eu provavelmente já estaria imunda por ter forjado aquelas magnificas botas, não teria porque apresentar qualquer modo naquela situação. Com isso diria algumas palavras, enquanto olharia para a garrafa, estaria falando comigo mesma, mas muito provavelmente, daria para notar minha empolgação que não seria pouca nesse momento.

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- Bem, acho que vou para a próxima ilha mesmo... Tenho um vivre card do Rimuru comigo, basta pedir para que alguém fique e avise ele, o Urso e os outros sobre minha saída... Não devo demorar mais do que alguns dias lá, nada que interfira em nossa aventura, qualquer coisa, eles podem me acompanhar também. –

Dito isso, daria mais uma golada da garrafa, a fecharia e a depositaria com cuidado em minha mochila, então me levantaria, pegando mais uma vez meus pertences, olharia para quem tivesse me atendido, mais uma vez fazendo um sinal, se a pessoa já não estivesse próxima, já colocando a mão em meu bolso para pegar o dinheiro, enquanto questionaria sobre quanto teria ficado o valor e me despediria da pessoa a pagando.

- Quanto é? Muito obrigada! Até logo! –

“Melhor eu ir logo, quanto mais cedo partirmos, mais cedo posso voltar a me reencontrar com os outros...”

- Vamos lá. –

Diria animada para Tenshi se ele ainda estivesse me acompanhando, então sairia andando na direção do porto e onde o navio estava atracado, sendo que ajudaria o rapaz cego, se ele precisasse de ajuda, o guiando novamente, no caminho, daria uma olhada no relógio para saber que horas eram precisamente, talvez fosse útil saber do horário já que logo partiria da ilha. Quando chegasse no navio, mais uma vez checaria quem estava lá, olharia de cômodo em cômodo até que encontrasse alguém, assim que achasse alguma pessoa lá, me aproximaria com um sorriso no rosto, embora dessa vez falasse um pouco mais séria do que o normal, já que a situação não seria das melhores e teria que deixar alguém para trás para que informasse aos outros sobre a situação, já me encaminhando para a mesa da cozinha, onde costumávamos fazer nossas reuniões.

- Oi! Voltei, reúna todos que estiverem no navio, tenho algo para falar. –

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptySab 05 Jan 2019, 15:31




Fanalis B. Ria

Chegando em casa! Viagem ao centro da próxima ilha!

Toda a vez que sua voz tomava conta do som o jovem silenciava-se, preferindo escutar o que era dito por você ao invés de tentar interromper sua fala no meio do caminho.
- É bom saber que ele está se saindo bem.

O cego ao seu lado parecia genuinamente uma pessoa privada de visão, suas ações, falas e comportamentos levavam a crer que sim, mas não para você, até onde a cegueira dele podia ir? Essa era a pergunta que lhe pairava sobre a cabeça.
- É como você acabou de dizer, ouvi o papel do livro mexer, folhas de papel emitem um som característico quando são viradas, com um jornal isso não aconteceria já que o papel é maior e acaba fazendo mais barulho, um bloco de anotações é menor, portanto, faz menos além de o barulho da folha no aro também ser diferente, e num caderno seria possível o barulho do plástico amassando. - O jovem deu uma pausa na fala, ele não parecia chateado em ter que lhe explicar isso, na verdade um pequeno sorriso ainda era mantido em seu rosto. - E quanto a anotações, eu poderia ter ouvido o barulho do lápis ou caneta, o que não aconteceu, sei de tudo isso por causa que minha mãe é administradora, então ela fica o dia todo puxando agendas, anotando coisas em folhas, cadernos ou em blocos, é fácil para mim distinguir esse tipo de coisa.

Ao final da conversa, seu livro já chegava ao fim, e sem mais nada o que fazer com ele você o fechou e o guardou em sua mochila, o cego permanecia em uma espécie de transe, enquanto lia movimentava-se para a frente e para trás, como se estivesse em uma cadeira de embalo, talvez fizesse isso para não se sentir entediado ou fosse apenas costume próprio.
- Como disse sou Tenshi, não sou ninguém importante, apenas mais um morador de Wonderful land, nasci cego e minha relação com Lupin é apenas... Comercial? Ele foi o único bibliotecário que não me expulsou de seu estabelecimento ou se negou a vender algum livro para mim, também me ajudou quando alguns garotos da minha escola vinheram bater em mim, ele é um cara legal. - Sua última pergunta fez o garoto se silenciar por alguns momentos, ele tirou esse tempo para bolar uma resposta boa o suficiente. - Minha mãe vive falando que os tritões de lá são maus, comem crianças e matam inocentes, ela me alerta sobre todos eles na verdade, fico pensando se tritões são realmente tão maus assim… De qualquer forma, “Old king” já conversou sobre ir numa expedição para lá porque poderia haver alguma relíquia ou tesouro pela ilha, ele falou sobre uma sereia que poderia estar de guarda por causa de um grande tesouro submarino também. - Uma risada do jovem preencheu a rua em que estavam. - Ele sempre acha um motivo para ir numa ilha.

Sua fala começou novamente e causava no cego várias expressões diferentes, ele não respondia nada, mas suas caretas eram de certa forma uma resposta.
- Uau, uma pirata, provavelmente se a visse teria corrido. - Ele comentava, rindo. - E mesmo que quisesse ir com vocês, não poderia, não tenho nem 16 anos e minha mãe ia me matar, nada contra você ser pirata. - Um pouco de nervosismo saiu na voz do garoto. - Nunca esperei ouvir que o senhor Lupin se tornou um pirata.

E assim você acabou partindo para o encontro com a bebida, Tenshi se despediu com um sorriso e um aceno, momentos depois de sua partida um clarão rompeu o céu, e um estalo preencheu por um breve momento a cidade, um trovão, rápido e de potência grandiosa, havia caído em outra ilha, mas isso não era motivo de comemoração, pois a próxima ilha podia ser a sua, após a passagem rápida do clarão o bar fora encontrado, agora mais movimentado que antes, porém incrivelmente mais silencioso, pessoas comentavam sobre o trovão de agora pouco, outros cochichavam sobre assuntos do submundo, mas o que mais importava era a bebida, que estava ali a ser servida pela tal Lorellei e companhia, como tudo estava movimentado não haviam homens na bancada do bar, estavam ocupados servindo as mesas, apenas as garçonetes ainda permaneciam atrás do “muro” de madeira.
- Trarei um bom. - Respondeu a garçonete que estava a lhe atender, não demorou muito para que ela voltasse com uma garrafa de vinho tinto. - É um mais novo, os velhos são muito velhos. - Comentou ela com um sorriso enquanto colocava um papel dobrado na mesa. - Lorellei. - Foi o que ela disse antes de voltar a seus deveres.

Abrindo o papel você não veria fotos, mensagens quentes ou um encontro sendo marcado, aquele papel era novo e era uma recompensa, terminando de o abrir seria possível ver a foto de alguém já conhecido, Lupin! Dead or Alive e o carimbo do governo, era tudo verdadeiro e aquele era um poster de procurado legítimo.
- Agora ele é tido como um pirata, ruiva. - A ríspida voz de Lorellei surgia a sua frente, ela estava mais séria que o comum. - O que você irá fazer a respeito?

Independente de sua resposta a garçonete não acalmaria os ânimos perante sua presença.
- São 10.000 pelo vinho, pague e saía. - O desgosto em sua voz era quase palpável, e a mulher logo saí de vista, indo ao encontro de outros clientes sem nem deixar espaço para qualquer explicação sua após isso, o cartaz e o vinho agora eram seus.

O caminho até as docas foi fácil, graças a Lupin já haveriam locais onde você sabia para onde ir, chegando no barco o primeiro a lhe recepcionar foi o próprio mordomo.
- Senhorita Ria, os carpinteiros vinheram e infelizmente não puderam fazer a forja, levaria tempo demais e o barco não suportaria, eles cobraram apenas 1.200.000 pelo processo todo. - Uma pausa foi feita para a escutar. - Claro, chamarei todos, e quase ia me esquecendo, devolveram as armas, a Ninjaken e a Kunai, disseram que não poderiam vender aquilo já que faltaram algumas assinaturas suas em alguns papéis.

O fiel mordomo seguiu a missão dada, logo indo atrás de todos os presentes e os levando um por uma até seu encontro, no final todos estavam na mesa da cozinha enquanto Lupin servia alguns queijos e carnes em cubos, eram petiscos para aproveitar a reunião, claro que o bibliotecário acabava por comer alguns que havia separado para si, as vezes “Yue” roubava alguns queijos dele.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Akeno "Yue":
 

Boujin:
 

”Thomas”:
 

Lorellei:
 

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MensagemAssunto: Re: Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?!   Doce Como Mel! A Ruiva Humilde?! EmptySab 05 Jan 2019, 23:07

O Plano De Ria! A Partida Se Aproxima!
Arregalaria meus olhos ao ver aquela forte luz incidindo nos céus e escutar aquele som estrondeante, meu andar pararia por alguns segundos, enquanto tentava entender o que estaria acontecendo. Quer dizer, para quem viveu uma pacata vida no East Blue até poucos dias atrás, não era nada tão comum assim de se ver tão repentinamente. Com o fim daquele estranho evento, me manteria parada por alguns instantes, tentando entender o que estaria acontecendo e esperando que algo mais ocorresse.

“Mas o que? O que diabos foi esse raio? Nunca tinha visto nada assim... Não me pareceu que caiu aqui na ilha... Foi em alto mar? Ou será que em alguma ilha próxima daqui? Não entendo muito de clima, mas sei que raios não se formam do nada, é necessária uma certa carga elétrica pelo choque de nuvens, ao menos pelo que eu sei de física... Mas nem adianta tentar entender, depois eu penso nisso.”


Continuei andando, até que chegava no bar, vendo algum movimento e me dirigindo ao lugar de sempre. Chegando lá, olhava para a garota que se queixava para com a minha pessoa, ela realmente parecia não gostar e ainda por cima ter algum desprezo por piratas, o que seria estranho, considerando que Lorellei trabalhava em um bar e o que mais fazia era conviver com esse tipo de pessoas. O que poderia deduzir, seria que ela tinha algum carinho especial pelo Mordomo e que gostaria que ele tivesse uma boa vida, independentemente do que ocorresse.

“Hum, parando para pensar, ela não me deu bola antes e agora está agindo toda nervosa... Da última vez, disse algo sobre Ruivas serem impulsivas, mas não faz o menos sentido alguém me dispensar, ainda mais, levando em conta minha estonteante beleza e charme, a não ser que ela gostasse de outra pe... Ela gosta do Lupin!?”

Olharia para a garota fixamente dos pés até a cabeça, estaria com os olhos arregalados e boquiaberta, espantada por ter percebido algo que estaria em baixo de meu nariz o tempo todo. Nesse processo, a imagem de Lupin com a garota por quem eu tinha atração começaria a se formar em minha cabeça, o que me levaria a fechar os olhos com força e balançar a cabeça em sinal de negação, como se quisesse que aquelas imagens saíssem, que nem sequer fosse verdade. Mas não demoraria muito para que eu parasse com o movimento e mais uma vez voltasse a olhar para a garota, dessa vez com um leve sorriso no rosto e conformada com a situação, dando até mesmo com os ombros para cima.

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“Ela não era bem o meu tipo mesmo... Ainda acho bem estranho ela ter me dispensado assim, quer dizer, eu não me dispensaria e tenho certeza que qualquer outro também não o faria... Ou ela tem sérios problemas mentais, ou está realmente apaixonada... De toda forma, paciência, se tem uma coisa que eu sei, é que ela gosta do Mordomo.”

- Lorellei, não se preocupe, ele vai vir comigo por algum tempo, mas vou cuidar bem dele e logo ele vai voltar em você em segurança, antes até mesmo do que você imagina, pode confiar em mim, vai dar tudo certo e isso era o que ele queria! –

Diria para Lorellei de maneira amigável, pouco antes de pegar o cartaz de procurado que me fora dado e sair do bar, ainda com um sorriso no rosto e os olhos levemente fechados, não me importava muito de se ela ficasse preocupada, mas ao menos, queria que a garota soubesse que ficaria tudo bem com seu provável amado. Foi então que parti até o barco, onde Lupin me passou os ocorridos enquanto estive fora, o que me levaria a analisar o navio e averiguar as mudanças que haviam sido feitas, além das armas devolvidas.

“Então eles não fizeram todo o serviço... Espero que na próxima ilha dê certo de conseguirmos resolver tudo, deve ter faltado mão de obra qualificada, quer dizer, eu mesma sei que é fisicamente possível colocar pelo menos uma sala e esse navio é perfeitamente capaz de suportar o peso de uma forja... O empuxo causado pela madeira me parece perfeitamente capaz de aguentar esse peso extra e não tem como eu estar errada... Os Smith deveriam ter dado alguma desculpa melhor, depois eu vejo alguém para resolver isso, já entrei em um navio pirata menor que esse e com uma forja completa, tenho certeza de que é possível. Pelo menos, não fugiu do orçamento que imaginei... Agora essas armas, banco maldito, só podia ser do governo mesmo, para nem sequer conseguir me dar todos os papéis necessários... Pelo menos me devolveram elas, depois eu dou um jeito de vende-las... Esse sistema de entregas é caro, cobra uma taxa ridícula e frete ainda, talvez vender diretamente valha mais a pena.”

Indo até à cozinha, me sentaria, deixando meus pertences em algum lugar próximo a mim e esperando que todos que estavam lá no navio fossem reunidos, assim que Lupin o fazia, olharia para cada um, então para o relógio com o intuito de saber que horas eram, com isso começaria a falar um pouco mais séria e estando mais focada em Lupin, sobre o que havia presenciado nos dias que havia ficado fora, contando toda a história, pelo menos resumidamente e o que me levaria a tomar a atitude que tomaria logo a seguir.

- Como vocês estão? Está tudo bem? Saibam que eu estou legal, foi mal por ter ficado meio ausente nos últimos dias, apesar de ter passado aqui ao menos uma vez... -

- Primeiro, Lupin, eu vi alguns marinheiros na J.J. Library, o que estavam fazendo lá? Vai saber... Talvez apenas interditando o lugar, talvez leiloando, talvez tentando demolir, são muitas possibilidades, achei que devia o avisar. Além disso, aqui, pegue isso, Lorellei me entregou esse cartaz, agora você é oficialmente um pirata... Só não sei se isso é bom ou ruim, eu acho bom... RIAAHAHAHA. –

No processo de entregar o cartaz, daria uma olhada para saber qual seria a recompensa pela cabeça do rapaz, ainda mais porque até onde eu sabia, pelo cartaz que tinha visto em Loguetown, minha recompensa era de 62.000.000 B$ e seria um pouco estranho ter algum companheiro com uma recompensa maior que a minha, por mais que eu ficasse feliz por ele por ser reconhecido de alguma forma. No final de minha fala, daria uma risada por saber que quase ninguém gostaria de ser um pirata, embora Lupin parecesse ser indiferente com isso.

Depois disso, levantaria meu braço direito, o aproximando ao máximo de Boujin, no braço, logo ao lado de meu relógio com um belo rosto de urso panda, estava nosso Log Pose, o que aparentemente, pelo que havia sido me passado, seria a única coisa que poderíamos confiar enquanto estivéssemos na Grand Line para navegar com êxito nessas aguas, considerando que bússolas ficam malucas nesses mares, não era inusitado que o mantivesse comigo, apesar de confiar nos outros, eu não confio nas intempéries externas e eu sei que sou a pessoa mais indicada para proteger o instrumento, levando em conta minhas habilidades. Mostrando o objeto, apontaria para ele, olhando para Boujin e o questionaria sobre aquilo, sem esconder minha empolgação para caso possamos sair de lá.

- O que acha? Já estamos aqui a algum tempo, será que falta muito para esse Log Pose se ajustar ou será que ele está ajustado? Eu nem sei usar isso, só sei que não fica quieto desde que a gente chegou... –

“Será que precisa fazer mais alguma coisa, além de ficar com o Log Pose na ilha, talvez ir em algum lugar específico... Essa Grand Line é maluca mesmo...”

- Acontece que eu escutei sobre um homem, seu nome é Old King, pelo que eu entendi, ele pode me ensinar sobre algo que gostaria de aprender... Criação de Explosivos, uma coisa que poderia utilizar para incrementar minhas armas de um jeito bem legal, pensei nisso enquanto forjava aquelas armas que o banco devolveu e essas botas lindas aqui. Pelo jeito esse homem sabe sobre o que quero saber e é o melhor na área, levando em conta que ele trabalhava nas minas da ilha, com explosivos e sabe-se lá mais o quê... Quem sabe eu não faça uma para você depois, Yue ou para você dar para ela, Lupin... Riahaha. –

“Não pensem que eu não vi esse flerte maluco com queijo, não sou tão distraída quanto pareço, no máximo, sou uma sonhadora... Uma sonhadora realista, melhor dizendo, já que vou conseguir realizar todos os meus sonhos.”

Levantaria meu pé direito para mostrar minhas botas durante minha fala, desde sua criação, achava que tinham ficado lindas e queria que os outros as vissem também, talvez gostassem delas tanto quanto eu, além de dar mais uma risada ao insinuar o possível casal que estava se formando em minha frente, não que eu me importasse de uma maneira ruim, já que Yue era minha melhor amiga e Lupin parecia ser uma pessoa legal. Com isso, meus olhos brilhariam ao lembrar do que o garoto cego havia falado, então olhando para cima, já imaginando a imagem de uma bela sereia ruiva de olhos verdes como esmeraldas, cantando em cima de uma pedra, enquanto penteia seus cabelos quase tão longos como os meus, começaria a falar estando levemente avoada em meus pensamentos.

- Vocês já ouviram falar sobre sereias? Eu já vi um tritão uma vez em Conomi Island, mas nunca vi uma, aparentemente na próxima ilha tem uma sereia e o melhor, ela cuida de um tesouro pelo jeito... Talvez seja só uma lenda, mas eu sempre quis ver uma sereia, eu queria ser uma, na verdade, mas ver já é alguma coisa... Se a gente achar ela, ela é minha ein, só avisando. Puff. Hahaha. –

Terminaria minha fala apontando fechando levemente meu semblante e apontando para Boujin, mas rindo logo em seguida, como se estivesse fazendo uma piada, apesar de que minhas intenções com a possível sereia, seriam bastante verdadeiras. Então, finalizaria com mais algumas palavras, explicando o que faríamos a seguir, voltando a ter uma voz mais séria, com uma postura mais voltada para a de uma líder ou nesse caso, da capitã do navio.

- Alguém precisaria ficar aqui para avisar os outros que vamos fazer uma rápida saída até a próxima ilha e voltamos em seguida usando o vivre card, mas eu não posso deixar Lupin andando aleatoriamente pela ilha, considerando todos os marinheiros que estão o procurando... Não podemos ir para alto mar sem uma médica, se alguém passar mal, vamos precisar da Yue e sem um navegador como Boujin, seria loucura... Então, vamos fazer o seguinte, não deve demorar muito até que Rimuru, Emma, Jeanne, Urso, Auster ou qualquer um dos outros retorne ao navio, vamos descansar e esperar que alguém volte, só assim poderemos dar o aviso e partir. Eu vou tomar um banho, me ajeitar e subir para o meu quarto, onde quer que seja, já que agora que mudaram tudo, não sei mais de nada... Hahaha. Alguém tem algo a acrescentar? Qualquer coisa é só dizer... –

- Bem... Melhor eu ir, se precisarem de algo, não hesitem em me chamar! –


Então, me levantaria, caso estivesse sentada, já pegando meus pertences e me dirigindo até o banheiro, onde deixaria todas as minhas coisas em algum lugar e tomaria um bom e refrescante banho, se tudo estivesse se dado como eu imaginava. Após tomar esse banho, me secaria com qualquer pano ou toalha que encontrasse ou da melhor maneira possível, nem que tivesse que usar alguma de minhas roupas, então me vestiria, pegando minhas coisas e andaria na direção de meu quarto, colocando tudo em algum lugar mais uma vez e me deitando na cama que tinha vindo juntamente com o navio, isso se a mesma estivesse lá. Caso conseguisse me deitar, olharia um pouco para o teto, com os braços cruzados apoiando minha cabeça e as pernas também cruzadas, mantendo a direita sobre a esquerda, enquanto, pouco antes de fechar os olhos e tentar dormir um pouco no navio pela primeira vez na vida.

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