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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyTer 11 Dez 2018, 14:54

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Kryn Nerelin. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyQui 10 Jan 2019, 21:48



Trevas.


Paramos de procurar monstros embaixo da nossa cama quando percebemos que eles estão dentro de nós.

Não sabia o que era aquele clarão que me ajudou a encontrar um local sossegado para trabalhar, mas minha mente acreditava que era algo talvez divino ou o destino. “ Shazam!!!!!” Com a minha mais nova criação em mãos me sentia muito feliz, o trabalho duro de um ferreiro, queria senti-la, ouvi-la ... sim, o doce som da lâmina passando sobre o pescoço dos meus adversários, era a minha primeira criação e eu me sentia muito orgulhoso por isso. “Nada como um duro trabalho bem focado, de alguém obcecado. Queria que meu pai pudesse ver isso, acho que ele iria ficar bastante orgulhoso, ainda não sou um ferreiro como ele, mas estou no caminho certo.” Havia até me esquecido dos trabalhadores que choravam a morte de O’Kelly, então de princípio faria uma expressão de surpresa e na sequência com muita calma eu responderia os dois rapazes. “- Olha, OK!!, vamos lá, se vocês acham isso realmente necessário.” Então faria um gesto com os braços de fazer o que né. “Eu vou matá-los, cortá-los, quero ouvir cada grito de dor vindo deles.” Por mais humano que eu seja, eu tinha esse meu lado um desejo insano pelo combate, pela luta e por matanças. “Isso vai ser divertido.” Mas eu era um homem de palavra então não lutaria ali. “- Ok vamos lá para fora, para não sujar e nem causar problemas para o senhor Hiromi.”

Então caminharia para fora do estabelecimento já bem focado, analisaria as coisas ao meu redor, olharia para meus oponentes para ver se já conseguia perceber tipo de arma que o mesmo usa para combate. Também iria olhando todo o cenário em minha volta para caso de uma necessidade, de usar o mesmo, ou quem sabe fazer uma fuga. Então olharia nos olhos da Elisabeth, colocaria aquele sorriso bem sínico no meu rosto, ela sabe, essa minha expressão facial. “De merda me ajude”. Não teria vergonha nenhuma disso, nem me sentiria mal, pelo contrário eu me sentia é muito bem. “Sou um Pirata, sou desonesto por natureza, regras, foram feitas para os otários.” Ao chegar no local então ficaria frente a frente com os dois trabalhadores e antes de começar o combate então diria. “- Bom, acho que já devem me conhecer, sou Kryn Nerellin, um pirata.” Faria uma pausa com um sorriso diabólico no rosto, pois naquele momento meus pensamentos já se envolviam com todas as possibilidades de morte possível para aqueles homens. “- Gael foi um grande adversário, mas não me levem a mal, não foi nada pessoal .... foi apenas ..... vingança ... chicos!!!!” Diria mantendo meu sorriso demoníaco. “Você é o monstro que se esconde debaixo da cama ... é o mais puro significado da palavra .... Mal.”  

Então me posicionaria já ansioso para estreia minha nova espada, seria um dois contra um então isso me proporcionaria um bom divertimento. Manteria meus olhos bem focado em cada um dos meus adversários, analisando toda aquela situação calmamente. Assim que o combate fosse iniciado de vez enquanto eu seguraria bem firme minhas duas espadas eu partiria para cima dos meus oponentes, tentando fazer o possível para não ser acertado por eles. “Preciso ser ágil e preciso para me esquivar desses caras.” Então ficaria atento aos golpes dos meus adversários, em caso de algum golpe vindo na altura da minha cabeça eu me esquivaria para baixo ao mesmo tempo que tentaria dar uma cortada na perna do alvo, ao mesmo tempo que já estaria preparado para me esquivar do golpe do segundo oponente, que sendo na minha direção do chão, usaria minha acrobacia para saltar me esquivando para o alto e passando a espada no pescoço do mesmo, numa tentativa de um golpe certeiro. “- Olha como sangra ....” Diria sendo possível ver o sangue do meu segundo oponente escorrendo e assim que caísse no chão já partiria para cima do oponente, com a perna possivelmente ferida com minha espada, dando uma estocada na altura do peito com a espada da mão esquerda e com a da mão direita, faria um corte tentando cortar as duas canelas do mesmo. “Quero ver você sofrer .... implorar por sua vida ... rezar para Deus por misericórdia.”      

Mas caso o primeiro golpe seja na altura da cintura para baixo, eu pularia por cima do meu oponente já atacando o outro com as duas espadas em um golpe de X, fazendo um corte de cada vez. Não sendo efetivo já cairia no chão chutando o mesmo com uma rasteira, me virando para o outro adversário, partindo para cima, em zig zag, me esquivando do possível golpe do mesmo ao mesmo tempo que aplicaria uma estocado no peito do rapaz. Usaria um corpo dele como escudo para um possível golpe do outro, enquanto falaria. “- Morto pelo próprio amigo .... que fim trágico.” Para isso eu após a estocada o mesmo bloqueando eu o seguraria bem firme e jogaria meu corpo para trás dele, deixando a arma do seu colega perfurar o corpo dele. Após isso largaria o mesmo e então partiria para cima do outro adversário com um corte de baixo para cima com a espada da mão esquerda, assim que o mesmo bloqueasse ou esquivasse era o momento certo para um corte no pescoço com a arma na mão direita.  Após derrubar os dois no chão então falaria em tom bem calmo, mas ao mesmo tempo sério. “ - Os barões não são seus mestres ... O medo é!!! E o Caos libertaram vocês!! MHUAUAUAHAHAU.”

Após vencer o combate então me aproximaria das garotas novamente, então olharia para elas e diria a um tom com calma. “ - O que mais temos para fazer por aqui?” Então ouviria as garotas atentamente, se ninguém tivesse nenhuma ideia então surgiria para a gente ir andando pela cidade para que possamos encontrar algo interessante, ainda estava preocupado com o que Ariel tinha me falado mais cedo. Precisava melhorar minhas habilidades. “ - Essa ilha é bem religiosa não é?” Perguntaria jogando minhas palavras ao ar, para qualquer uma delas que quisesse responder. “ Nós não precisamos de Deuses.” Então andaria pelas ruas de Tuntz Tuntz, procurando coisas interessantes para fazer ou aprender, pois nesse combate com Gael, uma coisa que tinha na minha cabeça é que eu realmente tinha muito que aprender.
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Raiden Fuji
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Raiden Fuji

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptySex 11 Jan 2019, 03:40










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:16:00





Querendo arrumar alguma cobaia para que pudesse testar a espada que havia acabado de forjar, Kryn aceitou facilmente a proposta feita pelos dois trabalhadores, que tinham se cegado de repente por conta de um estranho clarão que surgiu no céu, às costas do ferreiro, que não entendera ou sequer sabia o motivo do clarão, somente se aproveitara do fato. Nerelin estava animado com a oportunidade, e para não deixá-la passar em branco, queria fazer com que aqueles homens pagassem por tê-lo incomodado, e o pagamento seria com sangue e gritos de dor, afinal, o que mais bastaria para o espadachim, alguém que fora ao inferno e voltara após vender sua própria alma ao diabo, apenas para descobrir o que ocorrera com seus pais. Não querendo incomodar Grishilde, que o ajudara mais do que devia, o moreno dissera aos mesmos para irem lutar do lado de fora, para não dar problemas ao dono da loja, Hiromi.

Antes mesmo de saírem da loja, a face dos dois homens era de puro ódio, e como acreditavam que Kryn tinha vencido Gael de forma covarde, também pensavam em matá-lo da mesma forma, então antes mesmo do espadachim dizer qualquer coisa, atacaram o mesmo quando os três estavam do lado de fora, o primeiro, mais magro, fez um golpe horizontal com uma pequena adaga na direção do pescoço de Nerelin, o mesmo abaixou-se e tentou acertar a perna do que havia atacado-o, mas ocorreu uma coincidência, o segundo oponente, tinha a intenção de atacá-lo logo depois do mesmo ter-se abaixado, e o ataque feito com uma katana que mirava o tronco do pirata foi bloqueado pela nova espada forjada por Kryn, que fizera um bloqueio perfeito, mas por conta do mesmo não ser tão acostumado quanto a esquiva, seu golpe fora desviado, mas ao menos não fora acertado.

Depois da falha no ataque surpresa, os dois trabalhadores se afastaram de Nerelin, que não parecia preocupado em ser acertado, ainda que estivesse atento aos homens que o atacavam. O segundo homem dessa vez correu até o pirata, sendo seguido de perto por seu companheiro, o que liderava o avanço era ligeiramente menor que o de trás, e isso deu uma perfeita chance ao espadachim, que saltou por cima do menor, evitando uma estocada na sua cintura, e ainda no ar, fez um golpe em X no maior dos dois, talhando completamente seu torso. Sangrando bastante por conta dos golpes sofridos, o trabalhador pôs a mão nas feridas, sentindo uma dor imensa, mas não se comparava ao ódio que sentia ao ver o moreno atacar seu amigo, Kryn avançou em zigue-zague na direção do mais baixo, que aterrorizado com a aparente derrota que teriam, não percebeu um movimento bastante rápido feito pelo espadachim, que perfurou-o no centro do peito, trazendo-lhe muita dor, da mesma forma que o outro trabalhador, apesar de que, sua feria era mais grave.

Espantado por ver seu colega ter tido uma ferida tão grave, o ódio do outro oponente de Nerelin cresceu de uma forma estrondosa, e tomado pelo sentimento, atacou o pirata sem um plano em mente, o que causou uma tragédia, em seu ponto de vista ao menos. Por estar cego pelo ódio, não viu o espadachim utilizar seu colega como um escudo humano, só percebeu depois de cortar a garganta do mesmo, voltando a si, e vendo o que havia feito, arregalou os olhos e se desesperou, segurando a cabeça com ambas as mãos. - N-n-não p-pode ser! – As lágrimas eram facilmente vistas em seus olhos, e sem se comover com a cena, Kryn cortou a garganta do homem que restava, acabando de vez com o combate, logo dizendo uma frase, que parecia estranha para a médica e para Ariel também. - Os barões não são seus mestres... O medo é!!! E o Caos libertaram vocês!! MHUAUAUAHAHAU.

Como o combate finalmente havia se encerrado, o moreno se voltou para as mulheres que o acompanhavam, e perguntou-lhes o que mais podiam fazer por ali, já que não deviam demorar muito até zarpar daquela ilha. - A ilha é bem baseada em coisas de músicas, não sei se tem interesse, mas podemos dar uma volta no centro da ilha, você pode achar alguma coisa interessante. – Comentou timidamente a médica, e levou-os de volta pelo mesmo longo caminho que pegaram. O centro da ilha estava bastante cheio, como era de costume para a mesma, as pessoas ao passar, olhavam para Kryn com cara feia, mas ninguém chegou a fazer nada, até que um homem, acompanhado de sua mulher e um filho de 9 anos, parou os quatro. - Você, seu verme, parado ai. Como uma escória como você tem coragem de pisar no mesmo chão que nós? Respirar o mesmo ar? É muita audácia. – Disse o homem, olhando com nojo para o pirata, e as mulheres que andavam com ele.

Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptySex 11 Jan 2019, 15:33



História de Terror.


O que há de característico no terror pânico é que ele não está claramente consciente dos seus motivos; mais os pressupõe do que os conhece e, se necessário, fornece o próprio temor como motivo do temor.

Só quando eles entenderem o caos estarão livres para viver nesse mundo, pois o pouco tempo que tenho andado por essas terras, percebo que há muitos lugares bem nobre, como igreja, teatro, etc. “Barões .... Seus gritos darão voz ao Caos.” Enquanto olhava aquele homem chorando após utilizar o colega dele como escudo apenas pensava comigo. “A dor fez mais uma vítima. MHUAHAHUHAHAUH” então no momento que passava minha lâmina sobre a garganta do mesmo. “A morte sessará sua agonia.” Muitos ali poderiam não entender minhas palavras, mas aqueles que um dia sofreu nas mãos dos nobres e do governo mundial, entenderia. No momento não teria muito o que fazer, única coisa era oferecer a redenção e vender o Caos e o medo, para que o mundo veja a minha mensagem. “Essa mensagem será espalhada, através de muito sangue.” Mas no fim estava bem contente por conseguir finalizar aquele combate de maneira bem rápida, tive o prazer de vê-los sofrendo e isso era algo muito bom.

Música? Isso até que me chamava um pouco a atenção, eu até que gostaria de aprender a cantar, pois eu gostava, mas só não sabia. “Tenho uma bela voz, mas não sei cantar, é algo bom de se pensar.” A nobre médica ainda aparenta um pouco tímida, a cidade parecia estar lotada de pessoas, diferente da outra vez, onde havia várias pessoas fugindo. “Parece que as coisas normalizaram por aqui.” Até que era surpreendido por um homem, acompanhado por sua talvez esposa e criança, então olhava para ele e ouvia o que o mesmo tinha a dizer. “- Escória !!! MWUAHAUHAUHAHU É tá bom !!!” Responderia o mesmo, eu não ligaria muito e manteria minha calma durante todo o tempo, analisaria toda a situação em que eu me encontrava naquele momento. Então continuaria olhando para o mesmo com a mesma calma que eu estava mantendo. “O garoto parece eu quando tinha 9 anos, é deve estar aprendendo.” Se eu estava surpreso antes por vir um Homem-Aranha onde eu estava, nada podia comparar-se ao meu rosto quando percebi o olhar dele para as garotas.

Com cuidado, tentaria me aproximar, sem fazer nenhum movimento brusco. Eu ainda sentia dores em meu corpo, mas estavam bem mais leves. Se conseguisse me aproxima, faria uma rápida sessão de perguntas, para testar até que ponto aquele cara sabia sobre mim. “- Me pergunto, o que o Senhor sabe sobre minha pessoa? Que devo ter matado marines, civis, mas não sei a quantidade exata.” Minha voz era totalmente fria e seca. A voz de alguém que não tinha a menor piedade nem compaixão. Independentemente de como, enxergariam as coisas, mas devido à minha criação a minha sinceridade era extrema, daria tal resposta ao homem. Entretanto, após o término de minha frase, lentamente deixava um resquício de sorriso aparecer. Talvez eu fosse interpretado como um psicopata por aquele ser, mas eu não ligava. No momento, tudo que eu precisava era usá-lo. “O governo pode ter me tirado tudo, mas eu sou a cria da dor.” Minha mente rapidamente vinha lembranças tristes, tentaria. Se, entretanto, ainda não houvesse conseguido se aproximar, tentaria novamente, mostrando as mãos limpas. Independentemente de conseguir ou não então eu diria: “- Você por acaso sabe onde ou o que eles fizeram com meus pais? Preciso encontrá-los.”

Essa fala seria um padrão, pois precisava descobrir tanto o que as pessoas sabiam de mim além de quem sabe finalmente saber o que realmente aconteceu com meus pais, para que minha estratégia fosse totalmente efetiva. Mas o que viria a seguir era o principal. Sabendo que as pessoas me viam como um assassino, bem como que meu comportamento se assemelhava ao de um. Não somente isso, mas eu também analisaria todo o local em que me encontrava, mas minhas palavras são muitas sinceras. Isso é algo que eu fazia muito bem, pois no fundo eu não conseguia mentir, mas mesmo sendo a mais pura honestidade, ainda seria um plano. “Pessoas são muito inteligentes, mas ainda são controladas. E provavelmente sempre há alguém mais inteligente, cada ser humano tem aquilo que move... O que me move .... muitas coisas.” Aos poucos minha mente moldava, não mudava, mas eu começaria a tentar fazer algo que não costumo fazer a mostrar o meu lado da história mesmo ele sendo errado.

“- Rapaz, escute. Vou te contar uma história, de um garoto do North Blue. E, como deve imaginar esse garoto sou eu, odeio o Governo, tanto quanto você parece me odiar, se não mais. Meus pais acreditavam na humanidade, eram amigos do povo!!! Aqueles que ajudavam os que precisavam, tiravam deles se necessário e davam para os mais necessitados. Mas um dia ouvi barulhos em minha casa, porta quebrando, meus pais gritando ... gritava por ajuda. Minha mãe veio correndo em meu quarto, me pegou e me colocou em um esconderijo secreto que havia na casa .... Eu podia ouvir os gritos deles ... A mando dos Nobres, eles estavam lá para levarem meus pais .... Depois que não podia ouvir mais os gritos, esperei um pouco quando sai ... não havia mais ninguém lá, tudo que me restou foi a solidão e os gritos de dor que carrego comigo até hoje. Um dia revelarei a fraqueza do Governo Mundial.” Colocaria um pequeno sorriso após minha fala e concluiria em minha mente. “O Sofrimento está apenas começando.” O maior motivo para que aquelas pessoas mudassem pelo menos um pouco não era o meu pedido em si, mas a verdade em que consistia minhas palavras. Eu podia ser o monstro que se esconde de baixo da cama, mas todo mundo tem seu lado mal na história. “Aguarde, o mundo entrar em caos. Não escapei do inferno para assistir esse mundo continuar do jeito que está.”

Sugeriria as garotas, procurar um local onde eu possa aprender a cantar. Minha mente alternava entre aprender novas coisas e conseguir tesouros. Sentia o dever de roubar, mas ao mesmo tempo precisava melhorar minhas coisas e minhas habilidades. Se fosse possível, precisaria melhorar minha impulsão para combate, como uma corrida, pois isso poderia me ajudar bastante em um combate. Meu ódio borbulhava dentro de mim, fazendo com que meu sangue fervesse em busca de vingança. Eu era uma pessoa paciente e, se fosse preciso, aguardaria quantos anos fossem para fazer da vida desses homens que estão ligados ao governo mundial um inferno. Outra coisa que me fazia pensar bastante é aprender um pouco mais sobre animais, depois de sair bastante ferido contra um homem que se tornava uma aranha, vai se saber mais o que tipo de homem animal poderia surgir em meu caminho. “Preciso conhecer mais sobre o demônio que estava dentro daquele Gael.” Pensando nisso meus planos mudavam completamente para minha jornada. Então me viraria para as meninas e então perguntaria. “ - Sabe onde eu posso aprender, ou alguém que possa me ensinar Zoologia.” Faria uma pausa e na sequencia perguntaria para a médica. “ - Acha que no meu estado atual eu posso aprender corrida ou devo esperar um pouco mais, já não sinto tanto os ferimentos.” Aguardaria as respostas.

Mesmo contando com uma provável ajuda do pessoal, eu não era doido de ficar desatento. Eu estava no coração do acampamento inimigo e, apesar de improvável, era perfeitamente possível que algum inimigo estivesse nos observando. Então me manteria atento a todos os possíveis detalhes. Coisas em minha volta, lugares onde possa ter pessoas escondidas, mas estava decidido a mudar meus planos, agora que eu tinha isso na minha cabeça dificilmente eu mudaria. “Preciso estar extremamente preparado para o inimigo.” Ainda queria ter um animal de estimação, só que isso ainda poderia esperar, então seguiria as mulheres caso soubesse de algo, pois acredito que procurar por si só seria mais difícil e durante o caminho iria conversando com Ariel. “ - O que você sabe sobre aquele poder do Gael? O que era aquilo? Pode me falar um pouco mais?” Então iria andando e ouvindo atentamente.

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyTer 15 Jan 2019, 20:52










- Kryn Nerelin -
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Horário:16:00




As coisas se desenrolaram de uma forma estranha após o grito do homem que deliberadamente ofendia Kryn, que e fato não se incomodava em ser chamado de tal maneira, achava hilário na verdade, ainda mais não sabendo o que levara o homem a dizer tal coisa para si. Mas antes de dizer qualquer coisa, Nerelin ficou surpreso ao ver que o filho do homem que o insultara parecia-se bastante consigo quando tinha a mesma idade do menino, 9 anos, percebendo o fato, acabou por encarar o pequeno por tempo demais, fazendo com que o mesmo ficasse choroso, e o pai do mesmo ficou ainda mais irritado, mas não chegou a dizer mais nada.

Sem saber o que se passava na mente de ambos os homens, o pirata foi andando na direção do civil, que sentiu um certo medo apossar-se de seu corpo, embora o ódio que sentia pelo ser à sua frente fosse maior. Assim que estavam próximos o bastante, sem conseguir segurar sua língua, disse ao homem perto de si que o assustou bastante, a face do mesmo demonstrava terror puro. - Me pergunto, o que o Senhor sabe sobre minha pessoa? Que devo ter matado marines, civis, mas não sei a quantidade exata. – Sem reação e também sem movimentos, o pirata poderia continuar falando sem se importar com o homem à sua frente, mas lembrou-se do que ocorrera com seus pais quando ainda era pequeno, e acreditando que o mesmo conhecia a fundo sua vida, perguntou ao mesmo. - Você por acaso sabe onde ou o que eles fizeram com meus pais? Preciso encontrá-los.

Com a pergunta de Nerelin, o homem começou a rir, obviamente nunca ouvira falar do pirata. - Mas que ridículo, você quer me dizer que procura por seus pais. – Zombou o mesmo antes de concluir o que queria dizer. - Você seu maldito, matou um homem no meio das ruas de nosso país, por quê deveria acreditar no que disse? Pra mim você é um demônio na pele de um humano. – Rosnou o mesmo, antes de se virar e sair andando, ao menos era o que parecia, já que o mesmo se escondeu para seguir o plano que tinha, junto de sua esposa e seu filho, que não teriam participação, embora soubessem o que o mesmo planejava.

Como não tinha mais o homem em suas vistas, Kryn sugeriu a suas companheiras sobre um local onde pudesse aprender a cantar. - Isso é o que mais têm. – Disse a médica com um leve sorriso, continuando a andar em frente, para indicar o caminho ao moreno, que estava perdido em diversos pensamentos enquanto somente seguia as outras, sem prestar atenção se falavam sobre algo ou até sobre coisas que lhe interessavam, quando definiu algo que poderia querer. Pediu se alguém poderia ensinar-lhe sobre Zoologia, ou então se devia aprender corrida, mas a morena rapidamente negou com a cabeça, sem mudar o caminho que seguia, em linha reta. - Me desculpe, mas aqui não temos nada sobre corrida ou zoologia, aqui é tudo relacionado à música, é muito difícil encontrar alguma coisa que não é ligado à música, então me desculpe – Disse Grishilde, com a cabeça baixa.

Dando-se conta de finalmente aumentar a guarda por estar em território inimigo, Kryn fez com que Elizabeth e Ariel fizessem o mesmo, já que não sabiam se o moreno havia percebido algum inimigo, quando o mesmo de repente perguntou à celestial. - O que você sabe sobre aquele poder do Gael? O que era aquilo? Pode me falar um pouco mais? – Um pouco surpresa com a pergunta que fizera com que todos parasse e abaixassem a guarda, exceto Nerelin, a pequena anja começou a formular uma resposta. - Ah sim, isso é um poder bastante conhecido na Grand Line, se chama... – Mas a mesma teve de se interromper, pois alguém havia lhes atacado, a Kryn na verdade, mas como sua guarda estava alta, conseguiu perceber a tempo de não ser acertado pela pequena adaga que passava à sua direita. Com o fim do golpe mal sucedido, puderam ver a identidade do atacante, que era o homem de antes, que discutira com o espadachim. - Parado bastardo, agora eu vou te matar, e essas crias do demônio também. – Rosnou o mesmo um pouco alterado, mas sem um motivo aparente para o quarteto.




Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyQua 16 Jan 2019, 23:17



Assassino.


Mata-se um homem, é-se um assassino. Matam-se milhões de homens, é-se um conquistador. Mata-se a todos, é-se um Deus.


Não conseguia compreender aquele homem, ele parecia não acreditar no que eu estava falando, isso era algo muito estranho. Enquanto ele falava sobre o homem que matei no meio da rua, logo o responderia com um tom calmo. “- Se vai listar os crimes que cometi, cuidado para não morrer de falta de ar.” Bom era claro que ele tinha uma raiva muito do grande de mim, mas ao mesmo tempo tenta agir igual eu, não faz sentido. “Isso por que ele nem sabe do garotinho.” Bom meus planos pareciam que iria em partes por água abaixo, pelo que a médica havia falado, mas eu não me desanimaria. “Não vou desistir de aprender corrida e zoologia.” Colocaria minha mão no queixo enquanto pensaria. “Não deve ser impossível encontrar alguém por aí que possa me ajudar, talvez algum viajante.”  No fim era o que eu planejava, talvez encontrar algum pitara ou pessoa ali próximo do porto ou navio que chegasse ali, pudesse me ajudar, pois não fazia mínima ideia de onde procurar por pessoas, pois mesmo eu gostando de lutas, no momento que eu não quero confusão, a todo instante surge algo ou alguém novo para o combate. “Esse é o seu destino, lutar e matar até o fim dos tempos.”

Eu olhava para aquele homem, mantendo muita calma, só que ao mesmo tempo atento aos seus movimentos. “- Você está só procurando sua agonia.” Colocaria um pequeno sorriso no rosto e depois completaria. “- Imagina se morrer agora? Vai deixar sua família desamparada?” Respiraria fundo e logo na sequência voltaria a falar. “- Deveria procurar proteger seu filho e sua esposa e não procurar a morte para eles.” Pensava um pouco, não que eu tivesse dó, mas era o que eu pensava de verdade, sem contar que ele estava atrapalhando nos meus planos na busca de conhecimento, o mesmo já interrompeu o que a celestial tinha a falar e me deixou na curiosidade. “Parece que o destino está contra meus planos.” Parecia até uma piada de mal gosto, mas eu tinha que dá um jeito de sair dessa situação. “ - Olha façamos o seguinte, vá embora!!! Hoje à noite jante com sua esposa e seu filho, de um lindo beijo nela, depois coloque a criança na cama e lhe conte uma linda história.” Sentia um pouco de emoção vindo das minhas falas, lembrando do passado, daquilo que me foi arrancado e se me deixava levar por essa emoção deixando cair até uma lágrima dos meus olhos. “ - E aproveite por ter uma ...... família .........” limparia a lagrima dos meus olhos e continuaria minha busca pelo que procurava. “ - Eli, fique esperta com ele.” Pois o mesmo podia atacar novamente.

Se durante o tempo em que eu estivesse me preparando eu ouvisse a aproximação de alguém, imediatamente sacaria minhas espadas e a colocaria em posição de defesa, já observando atentamente os movimentos da pessoa. No momento em que estivesse próximo, daria uma rápida estocada, mirando bem no coração. Mas no momento em que desse a estocada eu já colocaria a segunda em posição, para, caso notasse uma esquiva de meu oponente, pudesse atacá-lo novamente a tempo. Uma vez que eu matasse o adversário, ou derrubasse o mesmo voltaria a seguir meu caminho. Entretanto, caso primeiro golpe, como o esperado, iria logo na sequência fazer um corte diagonal, no peito do oponente assim que o mesmo caísse no chão apenas o deixaria ali caído. “ - Sua doença é o que me sustenta.” Mas o principal não era isso. Eu ficaria bem atento à fala das pessoas o tempo todo, para que eu pudesse quem sabe ouvir algo que pudesse me ajudar. Eu não havia tirado, nem por um segundo, o meu objetivo principal de minha mente. “Preciso melhorar e buscar ainda mais conhecimento, para seguir adiante aqui na Grand Line.” Então também logo pediria para Ariel, continuar explicando o que ela estava falando sobre o Gael.  

Eu não estava para brincadeiras e não queria perder tempo, estava na busca por conhecimento e poder. “O que eu busco tem um preço alto ... mas vale bastante.” Dando tudo certo caminharia até o porto da cidade, de volta ao início, meu coração batia acelerado e não era por medo ou qualquer coisa do tipo, não. Foi aqui o fim do bando, aqui foi a última vez que vi Helves e Asken. “Tuntz Tuntz me recebeu de braços aberto e com uma empunhada nas costas.” Mas eu não sentia raiva e nem nada do tipo, mas é que eu estava sendo abandonado mais uma vez é uma sensação muito ruim de que você não é bom o suficiente. No momento eu não me permitiria falhar, então olharia para os navios quem sabe algum navio pirata chegando na ilha. “Vai ser complicado isso.” Até porque eu também era um pirata, tudo bem que eu não tenho um bando, é apenas eu e Elisabeth. Isso era a verdade, eu sentia que quando tudo acabar Ariel irá embora, algo que eu já aceitava como certo, antes de me aproximar para conversar gostaria de observar os piratas e sua tripulação.

Conversaria um pouco com Elisabeth, olharia nos olhos dela e então falaria suavemente. “ - O que acha? Perigoso? HAHAH” No caso de encontrar com alguma tripulação, mas no caso de encontrar nada então apenas falaria. “ - Aqui é o começo do fim.” Daria um leve sorriso para ela, então logo na sequencia daria um abraço na garota e sussurraria no ouvido dela. “ - Nunca vou te abandonar!!!!” Após o abraço apenas diria que precisava achar pessoas para conseguir minhas informações. Se Ariel ainda não terminou de falar sobre o poder do Gael então diria a mesma. “ - Agora é a hora, o que estava falando mesmo, sobre o poder do Gael.” Aguardaria a mesma e ouviria atentamente.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptySex 25 Jan 2019, 00:01



  Chegando ao porto da cidade com sua companheira Elisabeth. Logo que chegaram no porto da ilha perceberam uma perturbação, um animal selvagem estava solto e avançava na direção justamente do protagonista e sua companheira. Não era um simples animal, era um leão extremamente grande chegando a quase dois metros de altura sobre suas patas, além disso ele tinha seis pernas, quatro traseiras e duas dianteiras, que ele poderia usar livremente para atacar apoiado sobre as patas de trás.

  - Pegem esse animal! - Gritava um homem grande que corria atras da fera. - Ele vai matar aquelaa criançaa! - Obviamente ele estava falando de Kryn e a ex-nobre de Micqueot.

  O leão agia mais por instinto e parecia estar fugindo, ele não iria atacar ninguém a não ser que estivesse no seu caminho, o que infelizmente aconteceu por uma ironia do destino, patas grandes e velozes já estavam armadas e logo começaria a briga... ou seria um massacre.

  O homem que corria atrás estava apenas vestido de calça e exibia um tronco muito musculoso em suas mãos estavam um chicote, que ele pretendia usar para dominar a fera solta. Elizabeth, com os olhos arregalados e com suas armas na mãos estava pronta para uma evasão.

  A população a volta saia do caminho e corriam para o mais longe possível, apenas dois homens, marinheiros por sinal, pareciam estar correndo na direção de Nerelin para tentar proteger o pirata, até então parece que ele não foi reconhecido no calor do momento.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyDom 27 Jan 2019, 00:31



A Fera.


"Eu vago pelas ruas de Tuntz Tuntz em nome de um deus justo, mas sem a graça ou a justiça de um deus."

Olhava claramente o porto da cidade e me deparava com um animal completamente diferente, ou melhor exótico. “Uau parece que andaram aprontando por aqui.” Eu não me importava nem um pouco se a criança iria morrer ou não. “Só os fortes sobrevivem, se ela não é capaz de sobreviver, tem que ser erradicado desse mundo.” Mas Elisabeth mostrava uma certa preocupação com a mesma isso meio que deixava o assassino meio que com coração na mão. “- Vejamos o que eu posso fazer.” Diria a um tom bem calmo, apesar de toda a situação que estava acontecendo ali, era hora de mostrar meus instintos. Era uma boa oportunidade também, mas no fundo eu e aquele animal éramos parecidos. “Que tipo de monstro mataria uma criancinha hahahhahaahah aé, você empalou uma e não tem muito tempo.” O Diabo estava certo, eu ainda não esqueci o que eu fiz, mas também não me importava com o que eu tinha feito, por que eu mato por prazer.

Aprendizado Pericia Corria
.

Ao completar a conversa com Elisabeth, Kryn posicionaria, concentrando, mas de uma maneira rápida até onde a tal criança estava. Enquanto observava mais pessoas correndo, então olhava como as pessoas corriam, meus braços funcionariam como um pêndulo, para não ir muito para frente e me atrapalhar, aquela fera será meu professor por incrível que pareça, eu sentia seu desespero. “Eu sinto o seu medo.” A corrida poderia me ajudar muito em batalha, durante aquele longo percurso forçava meus músculos da perna enquanto fazia o movimento de passadas, a empolgação de chegar naquela criança antes da fera era algo muito bacana, mesmo agora olhando nos olhos dela eu sentindo que ela não está ali para fazer mal. “ - Vou até o meu limite.” Independente das outras pessoas, de tudo que acontecia ali naquele momento eu olhava os passos do animal, mesmo sendo diferente queria entender sua impulsão o que fazia. “Preciso entender minha impulsão.” O jeito que eu dobrava minha perna para os movimentos de corrida, durante um curto tempo me empolgava. Assim que chegava na criança e a colocava para o lado eu olhava no rosto do animal. “ - Só tenho a agradecer aberração.” Com isso finalizaria meu treinamento de corrida.

Fim Treino Corrida.


Após o termino da corrida me posicionaria ao lado ou um pouco atrás animal, encarando aqueles que vinham em sua direção enquanto dizia com um sorriso diabólico. “- Brutalidade, gosto disso.” Estava preparado para qualquer coisa, ou para qualquer ataque até mesmo da fera, então diria para o homem do chicote. “- As correntes!!! Precisam ser quebradas.” As minhas intenções piratas eram boas e ao mesmo tempo cruel, poderia dizer que seria 50% para cada lado, independente se o animal fosse me atacar também, pensaria. “Destrua os, para quebrar suas algemas.” Se aquela fera quisesse realmente ficar livre teria que provar que merece ser livre. Bom caso eu fosse o primeiro alvo minhas esquivas estariam prontas, uma mordida no meu ombro ou cabeça eu usaria minha espada para bloquear, deixando o mesmo morder, enquanto usaria rapidamente minha acrobacia para passar por baixo do animal. Depois ficaria em pé, em posição de defesa. Mas caso seja uma mordida na perna eu pularia o animal me esquivando e correria em direção da multidão, para tirar o foco de mim enquanto observaria o caos na cidade. Mas caso ataque seja com as garras do peito para cima usaria a espada para bloquear e desviar o golpe do mesmo enquanto me esquivava. Iria pulando para trás em caso de golpes da cintura para baixo, ficaria sempre atento.  

Se eu tivesse de boa não sendo atacado iria próximo a Elisabeth, Ariel e a médica então diria para as mesmas que precisávamos sair dali. “- Precisamos sair daqui e aproveitar a confusão para quem sabe roubar algumas coisas, vamos.” Essa era a parte ruim do meu ponto de vista não pretendia me envolver naquele combate, pois o mesmo precisava encontrar o seu próprio caminho de liberdade e lutar por ela, eu só precisava aproveitar toda a confusão. “Quem sabe se reforçar um pouco.” Pois ainda precisava comprar roupas novas, mas não queria gastar o dinheiro que já consegui, queria conseguir dinheiro para gastar e manter o que eu já tinha. Ou quem sabe roubar as novas roupas, para mim e Elisabeth ficar com uma aparência um pouco diferente, até porque ela não passa impressão nenhuma de pirata. Então sairia correndo com aquelas mulheres, enquanto iria observando as coisas atentamente. Meu foco seria locais simples ou quem sabe alguma loja que tivesse roupa de piratas enquanto a marinha se ocupava com o leão. “Marinha!!! É tah bom MWHUAHUAHUA.”

No caminho voltava a pedir para Ariel me explicar o poder de Gael, homem que podia se transformar em várias formas de aranha aquilo era muito estranho e novo para mim. “ - Então Ariel o que sabe sobre o poder de Gael, você não terminou de falar.” Ouviria a mesma atentamente, enquanto ainda procuraria alguma coisa para roubar ou pelo menos que me seja interessante, pessoas, objetos e tudo mais.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyQua 30 Jan 2019, 06:50



   Após conversar com seus demônios interiores Kryn precisava tomar uma decisão e por uma fraqueza, ou por algo interior que lhe de ainda mais força, ver a reação de Elizabeth fez com que ele tomasse a decisão de tentar salvar a criança e pensando em como adquirir maior velocidade ele busca uma corrida mais eficiente, entretanto percebe que em nada a sua velocidade melhorou.

  Os soldados nesse momento também alcançavam a localização da criança e o tempo que o pirata havia ganho parecia ser o suficiente para a Marinha tirar a pequena vítima do lugar, entretanto o leão não deixou de atacar o protagonista com uma poderosa patada de direita para esquerda. Claro que o Nerelin não era bobo e sabia ue isso poderia acontecer e preparou um bloqueio.

  BANG!!!

  O choque entre pata e espada podia ser ouvido por todos no porto. Embora o movimento do bloqueio tivesse sido bom o leão de fato disputava em força com o pirata e ganhava no requisito, a força era realmente imensa. Kryn se viu ser empurrado quase cinco metros para o lado com os pés arrastando no chão deixando uma pequena trilha. Os braços do pirata ainda formigavam diante da força do impacto quando o leão se preparava para um novo ataque.




  Entretanto após ouvir o som acima demonstrado, o pirata observa o chicote sendo enrolado na sua pata esquerda traseira e ser puxado perdendo o equilíbrio. Então um som abafado de um disparo chega aos ouvidos do pirata, era um dardo que atingia o pescoço da fera e logo ela se acalmava e dormiria.

  - Obrigado! - Disse o homem do chicote se aproximando do pirata enquanto outros colocavam o animal no navio dentro de uma jaula. - Aquela criança poderia ter morrido, sinto que lhe devo um favor.

  Mas não muito distante um apito suava e um bando de marinheiros apareciam no local. Não era coincidência, pois os atos de certa pessoa haviam chamado a atenção e agora que havia sido reconhecido não poderia andar mais de maneira tranquila pela ilha.

  - PREDAM AQUELE HOMEM! - Dizia o marinheiro a frente. - Ele é um infame pirata, há uma bela recompensa por ele.

  Elizabeth e Ariel já estavam do lado de Nerelin, mas foi a primeira que tomou a frente fazendo uma proposta para o homem do chicote.

  - O senhor poderia nos dar uma carona? - Disse ela com um sorriso, Kryn sabia que prisão para ela estava fora de cogitação e os números não eram bons. - Seria uma boa maneira de retribuir.

  - Minha lista nessa ilha acabou. - Disse a celestial. - Talvez seja melhor ir mesmo.

  - OK! - Disse o homem correndo para o seu navio. - Mas corram. - E se virando para a tripulação do seu barco, uma caravela, o homem gritou. - Vamos sair agora. RÁPIDO!!

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyQui 31 Jan 2019, 16:14



O Navio.


"Os que se encantam com a prática sem a ciência são como os timoneiros que entram no navio sem timão nem bússola, nunca tendo certeza do seu destino."

Dividia força com um leão imenso, sentia a força do mesmo sendo jogado, colocaria um sorriso no rosto, enquanto diria: “- Essa dor!!! É um presente!!!” Enquanto podia ouvir o barulho cruel do chicote. “A dor lhe será útil, mais tarde!!!” O animal era colocado para dormir, enquanto eu me levantaria e bateria minhas mãos, limpando um pouco de poeira enquanto diria a um tom bem calmo. “- Isso foi divertido!!!” Enquanto o homem do chicote falava comigo eu o ouvia atentamente. “- É poderia sim ....” Eu nem sabia o que pedir, sou o tipo de pessoa que faz o que faz sem um motivo, apenas faço por que quero fazer. Quando ouvia a voz da marinha sendo reconhecido como pirata, isso me divertiria um pouco. “Queria ver a cara deles, quando eu roubar suas esperanças” Enquanto esperava para mais um combate Beth tomava a frente e pedia uma carona e aparentemente todos ali concordavam em ir embora. “Os fracos estão condenados ... afundados em poços de desespero.” Ouvia isso, mesmo tendo em minha mente a louca vontade de seguir isso, não seguia os pensamentos perversos da minha mente, então embarcaria para finalmente sair dessa ilha. “Esse lugar poderia estar em chamas .... passando e queimando tudo e a todos.”

Faria movimentos rápido, logo subiria a bordo do navio, certificava de não estar esquecendo nada, se fosse preciso ajudaria a celestial que era a menorzinha a subir no navio, estenderia minha mão enquanto falaria. “- Ae, pintora de rodapé, quer uma ajuda?” Logo a puxaria para cima com toda minha força. Olharia para a cidade enquanto me preocuparia com disparos e logo procuraria deixar as garotas em algum lugar seguro, fazendo movimentos a qual eu também me esquivasse de possíveis tiros. Mas caso não tendo nenhum disparo, apenas olharia para os marinheiros a distância com um sorriso diabólico no rosto. “Carnificina ... Resume minha passagem por Tuntz Tuntz Island.” lembrava um pouco de tudo que eu havia passado na ilha, cada batalha, cada corte que minha espada deu, cada pessoa que eu tive o imenso prazer de trazer a dor. “Vocês serão afundados em poços de desespero.” tiraria o sorriso do rosto e daria uma boa olhada no navio em minha volta, analisaria as coisas atentamente e logo na sequência procuraria o dono do mesmo.

“- Qual é seu nome? Me chamo Kryn Nerellin, vim do North Blue.” Aguardaria o mesmo responder, na sequencia então continuaria a dialogar. “- Sou um pirata e ferreiro e você o que faz da vida?”  Então diria ao mesmo que era muito interessante, sendo algo que nunca vi na vida então completaria perguntando. “- Mas o que isso faz exatamente.” Assim ouvira a explicação do mesmo, após isso questionaria sobre o nosso destino. “- Para onde estamos indo exatamente?” Seria finalmente uma nova ilha, pois Tuntz Tuntz havia me dado muitos trabalhos, confusões, cicatrizes, foi bem divertido. Na sequência terminaria minha conversa com a Celestial me aproximaria da mesma com passos calmo e falaria com a mesma calmamente, usando minha voz encantadora, com um tom de voz bem calmo. “- Ei anãzinha, você ainda não terminou de falar sobre os poderes do Gael.” Pois eu ainda queria muito saber sobre a habilidade do mesmo, tinha a estranha capacidade de se transformar em diversas formas de aranha, era como se fosse metade animal e ao mesmo tempo conseguia ser humano. “Preciso de conhecimento, para não ser pego de surpresa novamente pelos outros inimigos.” Única coisa que ela tinha dito é que o poder dele vinha de algo, mas devido a tanto Caos ela acabou não terminando de falar.

Com isso focaria e prestaria atenção no que a celestial tinha a dizer sobre esse misterioso poder, após ouvir o que ela havia dito então responderia a mesma. “- Interessante informação ... Muda um pouco minha visão sobre meus oponentes que me faz ter mais cuidado daqui para frente.” Respiraria bem fundo enquanto olharia a mesma nos olhos, pensando em algumas coisas, importantes, até por que essa anja só me trouxe problemas e até agora nada de tesouro. “- Ariel” Dessa vez falaria firme, chamando a mesma pelo nome então a questionaria com a mesma firmeza olhando a mesma diretamente nos olhos. “- E o Tesouro? Além de que preciso saber mais sobre o próximo alvo.” aguardaria a resposta daquela pequena moça, encarando a mesma, havia dito que sabia sobre o ouro, mas ao mesmo tempo não parecia saber de nada e isso me incomodava bastante. “Ouro de tolo .. Se não haver tesouro, acho que será melhor eu dar um jeito .......” Pensaria comigo mesmo.

Na sequência caminharia lentamente até Elisabeth então encostaria a cabeça sobre o ombro da mesma. “- Cansado!!” Respiraria fundo e continuaria falando. “- Acabei não conseguindo comprar suas vestimentas ...” Daria mais uma respirada só que de frustação e na sequência então tentaria honestamente pensar positivo e transmitir o mesmo para Lisa. “- Mas com certeza na próxima ilha conseguiremos.” Me afastaria um pouco e então com um pouco de seriedade perguntaria se a mesma estava bem, pois é de extrema importância para mim e ouviria o que tinha a dizer.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptySex 01 Fev 2019, 21:56



   Após o embate com o leão, a marinha chegando e todo o barulho causado, a oferta de uma carona parecia um belo presente enviado pelos deuses ao ouvido do pirata que rapidamente se movimentava junto com Elizabeth e claro, Ariel, que para sua surpresa parecia mais rápida e com um leve salto e a ajuda de suas pequenas asas conseguia subir rapidamente no barco.

  - Pintora de rodapé? - A aninha agora tinha veias saltando no seu lindo rosto. - Por acaso quer entrar na minha lista? Pessoas morreram e imploraram por suas vidas por bem menos que isso!

  Logo então com o barco já em movimento o ferreiro procura o homem do chicote, afinal foi ele que ofereceu a carona para ele, o pirata sabia que precisava dialogar para também entender a real situação que estava vivendo.

  - HUAHUAHUAHUAHUAHUA! - Dava uma estranha risada o homem. - Sou o capitão Peg At Udo, prazer. - O humor parecia bem melhor agora que estavam com o navio em movimento. - Então pirata, nós somos traficante de animais raros. Pegamos algumas espécies e vendemos aos nobres deste mundo. Aos olhos da marinha, somos piratas como você, entretanto ainda não conseguiram nos registrar, se aquele leão tivesse atingido aquela criança talvez nesse momento estivessem fazendo meu cartaz. HUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUAHUA.

  Então um homem chegava com uma espécie de bússola, com o ponteiro fixo em uma direção, havia uma inscrição na engenhoca escrito Jingle Bell. O homem parecia o navegador e explicava para o capitão que nesse momento mudariam de rota dentro da Grand Line e era o mais próximo que estavam daquela ilha a anos, era a chance de pegar uma ave cantora típica da ilha. Peg então acenou positivamente e viu que Nerelin já tinha a resposta a sua pergunta de "para onde estavam indo"?

  Elizabeth era conduzida por um outro homem para um quarto onde os "visitantes" ficariam alojados, ela acenou para Kryn que estava tudo bem. Então nesse momento ele foi até a celestial para descobrir mais sobre os estranhos poderes do Gael.

  - Akuma no Mi! - Disse ela lentamente. - Uma fruta lendária que pode dar diversos tipos de poderes, entretanto nenhuma é igual a outra. Não conheço muito mais do que você sobre os poderes, mas ouvi dizer que não há limite para a imaginação.

  Assim que Ariel terminasse a sua fala o pirata começava armazenar informação que era vital para a sua sobrevivência. Pessoas com estranhos poderes era algo inacreditável e isso poderia realmente mudar o rumo das lutas. Na Grand Line parecia não haver limites para a força dos adversários que o pirata encontraria pela frente.

  - Ainda estamos longe do próximo alvo. - Ariel voltava a falar com tranquilidade angelical em sua voz. - Entretanto aquilo que é seu será. O ouro que vai ganhar vai compensar todo o esforço. Isso posso te prometer.

  Após a conversa com a celestial, o pirata começaria a andar para procurar Elizabeth quando um homem entra no seu caminho.

  - Ei garoto! - Ele chamava a atenção do ferreiro. - O capitão disse para te ajudar. Ele percebeu que você é mais desengonçado que velha dançando lambada enquanto tenta correr e como sou o homem mais rápido aqui e possuo a melhor técnica de corrida, ele pediu para eu te dar umas aulas. O que acha?

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 3 EmptyTer 05 Fev 2019, 19:46



A Viagem.


"A sabedoria não nos é dada. É preciso descobri-la por nós mesmos, depois de uma viagem que ninguém nos pode poupar ou fazer por nós."

A pintora de rodapé parecia não gostar muito de ser chamada assim, mas isso não importava muito a nanica teria que aceitar. Até porque não era culpa minha ela ser pequena, mas era divertida quando ela fica brava assim. As coisas pareciam terem ficado melhor, o clima parecia bem melhor. A verdade é que a gente nunca vai ter certeza quanto ao amanhã, mas podemos ser sempre gratos pelo hoje, pelo que aprendemos e pelo que recebemos! Seja grato! E eu já agradeci hoje? “Não há de que, pois, foi nosso acordo não se lembra?” É cada um tem a divindade que merece e a minha era lá de baixo, mas no fim o que importa é que sai vivo mais uma vez e as pessoas que são importantes para mim também. “É mais uma viagem, para onde os ventos vão me levar, quais serão os próximos desafios.” O homem se apresentava e eu nem conseguia entender o nome dele, arregalaria meus olhos enquanto responderia em um tom um pouco alto e assustado. “- Capitão Pega a Mãe de Quem!!!!!!!” Eu coçava a minha cabeça enquanto pensava. “Será que o Udo sabe disso? Ou será que o corno sabe? Vish talvez ele vive navegando correndo do touro.” Balançaria minha cabeça, caso ele falasse algo apenas responderia a um tom bem calmo. “- Desculpe-me é que eu não tinha entendido.”

Quando ele falava sobre seu trabalho eu sentia algo queimando dentro de mim, mas eu não queria pôr para fora, ainda. A palavra nobre, ou melhor saber que ele trabalha para os nobres do mundo, fazia eu sentir um ódio muito grande, era como se o fogo do inferno passasse pelos meus olhos e queria queimar tudo, tudo que me faz mal, sem piedade ou rancor. “Desgraçado, mas tudo ao seu tempo, tenho certeza que irá me encontrar no futuro.” Então eu me intrometia educadamente na conversa. “- Com licença, mas onde é que fica essa ave cantora e como ela é?” Ouvia atentamente os homens ali em cima do navio e na sequencia responderia ao mesmo. “- Ah verdade é que eu e Elisabeth não temos um destino, nosso objetivo é conhecer o mundo por ai, ficar rico e ser feliz, conhecer pessoas, suas histórias e além de fazer nossa própria história, fugindo da marinha ... roubando ... quem sabe um dia até deixar um legado.” Fazia uma pausa então com toda sinceridade do mundo algo que eu queria esconder, pois não queria falar de alvos ou de assassinato, mas eu não conseguia mentir. “- Estou atrás de uma pessoa, pois eu cumpro vinganças .... não me importo qual seja e contra quem seja, se sou capaz de cumpri-la eu vingarei todos.” Faria uma outra pausa, enquanto a seriedade tomava conta do meu olhar e logo chamava a nanica. “- O anã de jardim, cade você? Eles querem saber para onde estamos indo.” Esperava que a pirralha dissesse algo, caso contrário abriria os dois braços como fazer o que. “Mas que porra é essa!!”

Ariel falava de uma fruta que era capaz de dar diversos poderes então eu ficava um pouco surpreso com isso e logo falava a um tom mais alto. “ - Caramba !! Que legal” voltava a minha postura e olhava para Ariel e começa a falar. “ - O carcereira de Gaiola, então Gael comeu uma dessas frutas ... meu próximo adversário também tem poderes vindo de algo assim?” Bom deixando isso um pouco de lado e focando no que realmente importava então me aproximaria bem de Ariel e olhando nos olhos da mesma a encarando com toda honestidade. “ - Será bom ganhar esse ouro e também lhe ajudar o porteira de maquete.” Colocaria um sorriso irônico no rosto. Não sabia muito o que esperar do tesouro, mas como eu já iniciei essa caçada não quero terminar de mãos vazias, até por que tem me custado muito tempo, além de muito trabalho. “Ahhh será que meu próximo adversário, também é cheio dos poderes.” Isso me preocupava e muito, pois passei muito apuro nas mãos de Gael eu literalmente vi a morte, quase encontrei minha alma.

Pericia corria

editarei e colocarei

fim pericia corrida

Após um duro treinamento de corrida, então iria falar com Elisabeth, saber como ela está suas vontades e animação, além de olhar um pouco as coisas ao meu redor. “ - Saímos vivos mais uma vez, está tudo bem com você?” Tinha meu sentimento de culpa não consegui sua roupa de pirata, porém não desanimaria. “ - Bom prometo que na próxima ilha lhe conseguirei uma linda roupa de pirata.” Pois eu havia tirado de todo o conforto da nobreza para seguir essa louca viagem, sem destino, buscando ser minha rainha do crime, pois a mesma tem arriscado muito sua vida ao meu lado. “ - Ei Lisa ... amo você.” Queria dizer mais coisas, por tudo que passamos, por que essas palavras eu venho dizendo desde os blues, desde quando assumimos essa loucura que chamamos de relacionamento. Só que ao mesmo tempo que queria dizer mais coisas as palavras não surgia em minha cabeça era como se algo apagasse. Então faria uma pequena força, não pensaria em nada apenas deixaria as palavras saírem. “ - Lisa, você é uma pessoa especial. Alguém que mudou minha vida simplesmente por estar nela. Alguém que me faz rir. Alguém que acredita que realmente tem algo bom em mim. Quando estou pra baixo e o mundo parece escuro e vazio, só sua presença é o suficiente para me por pra cima e faz com que o mundo escuro e vazio fique bem claro.” Daria um pequeno sorriso para a mesma.

Procuraria alguma coisa para comer, pediria se fosse necessário e também perguntaria ao capitão. “ - Ainda falta muito tempo de viagem?” Enquanto olharia o mar e se havia alguma coisa próxima, aguardaria a resposta do mesmo e depois procuraria um local para sentar e descansar. “O que será que me aguarda daqui para frente.” Pensaria comigo mesmo.

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