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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyTer 11 Dez 2018, 14:54

Relembrando a primeira mensagem :

Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Kryn Nerelin. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyQui 20 Dez 2018, 16:36



A Escolha.


"Tudo o que você faz na vida, cada escolha que faz, tem uma conseqüência. Quando faz coisas sem pensar não está escolhendo nada, está sendo escolhido."

Gael se demonstrava ser alguém bem irritadinho, enquanto quem deveria estar a flor de nervos era eu, pois estava levando a pior no combate, mas encarava toda aquela situação calmamente, sempre tentando observar o meu adversário. “Não sei o que fazer, foi um bom corte, mas não me parece o suficiente.” Meu objetivo era sempre atacar e lutar, por que no fundo eu não tinha medo, terror, desespero tudo que eu tinha era um coração de um guerreiro que foi forjado nas mais profundezas do inferno. “Tenho que dar um jeito de acertar o ponto fraco desse camarada.” Um gancho, o gosto amargo do sangue na boca, o cheiro da derrota, a cada segundo olhava a luz no fim do túnel se apagando, parece que não importa o que eu tentasse o destino daria um jeito de fazer ser errado. “Maldito foi o dia em que eu trilhei esse caminho, o dia em que nasci. Abandonado por Deus, que me tirou tudo, meus pais, minha casa, minha felicidade, minha humanidade.” Respiraria fundo enquanto ainda podia sentir o duro golpe do oponente, o sabor da fraqueza escorrendo pela minha boca. “Uma vez um homem me disse, nada dura para sempre, a dor, tristeza, sorrisos, felicidade, dinheiro, nada!!!” Levemente sentia que ele estava certo, com esse pensamento tentei fingir que isso era passageiro e continuei investindo no meu oponente.

Um bom ataque até, apesar dos ferimentos e da dor que sentia, plano? Eu não tinha um plano minha vontade era de gritar corre o mais rápido que poder. Só que eu não podia fazer isso, não, nós tínhamos uma promessa e eu tinha que a cumprir. “Precisamos atacar juntos, mas agora com oito braços ele tem um múltiplo ataque bem forte, aparentemente.” Minha vontade mesmo era de queimar aquilo tudo, queimar meu adversário, aqueles malditos ovos a qual não consegui nem ao menos sequer pegar um. Aparentemente as coisas daqui para frente seria assim cada vez pior, seria praticamente só eu e Elisabeth, por uma fração de segundos, muito rápido eu me perguntaria como será que está Asken, Helves, Aya e Bruce. “O tempo é curto para lamentar as escolhas erradas” Meu plano era sobreviver, sair vivo, seguir a diante meter o pé dessa ilha. “A sua ganância por um ouro lhe colocou aqui meu jovem.” Ele tinha razão tudo isso por um tesouro que talvez eu nem encontre. Mesmo com minha mão machucada tentaria segurar bem firme a minha espada, cuspia sangue. “Preciso de um médico.”

Realmente era algo que eu achava impressionante a quantidade de braços que o filho da puta tinha, até invejava nesse ponto. “Pff, e eu que, por um momento, vamos tentar ser pelo menos mais eu mesmo nessa investida.” Então já começava a concentrar o sangue na minha boca, sem engolir e sem cuspir. Enquanto desenvolvia rapidamente uma linha de raciocínio, procurando a melhor forma de acabar com aquele combate, minhas mãos trabalhavam em conjunto, com a mão machucada pelo disparto tentaria fazer o melhor para segurar a espada. Mas não sendo possível a guardaria na bainha e ficaria apenas com uma mesma. Então daria aquela piscada de olhar básica para a gatona, esperar o próximo movimento que seria após ele vim para cima de mim, como de costume piscaria primeiro com olho direito. “Vamos lá confie em mim hahaha.”

O tempo todo, estaria bastante atento à movimentação à minha volta, tanto de meu inimigo, Ariel, da minha mulher. O faria de modo a esquivar de quaisquer ataques — sendo eles reais ou aparentes, procuraria esquivar-me com uma passada rápida para o lado oposto ao do golpe, e, em um único movimento, procuraria contra golpeá-lo, acertando-o na parte mais exposta de seu corpo. Daria preferência ao tórax ou ao pescoço, procurando incapacitá-lo ou matá-lo apenas com a cortada ou a estocada. Qual das duas faria dependeria de meu posicionamento, sendo a estocada para caso estivesse mais perto e a cortada para caso estivesse em uma maior distância. Na hipótese, entretanto, de não ser possível esquivar-me, apesar de minha boa agilidade, procuraria utilizar a curva externa da scimitar para desviar o golpe. Bloquear não seria uma opção sensata, até pelos meus ferimentos, eu poderia não ser a pessoa mais inteligente do mundo, mas também não era a mais idiota do planeta, já que meus braços ainda estavam fadigados, além dos outros ferimentos. A curvatura natural de minha lâmina poderia, desde que usada corretamente, desviar bem golpes das garras, o que era outro bom motivo para tê-la escolhido como arma. Para realizar o desvio, procuraria posicionar minha lâmina de modo que a garra adversária raspasse na curva. Desse modo, o leve desvio de trajeto faria com que o movimento prosseguisse, mas abrisse a guarda do adversário e, assim, teria a oportunidade de contra-ataque. Poderia fazê-lo com a própria Scimitar, caso me fosse mais conveniente, ou, caso não fosse, com um bom chute ou soco em seu pescoço, queixo ou partes íntimas. Seriam os três alvos que poderiam mais facilmente incapacitá-lo, levando-o ao nocaute. A boca do estômago seria a minha quarta opção, mas, se realizar tal golpe fosse me expor a um contra-ataque ou me fizesse ter de mirar outro local que não esses quatro, apenas procuraria saltar para longe em seguida, esquivando-me totalmente.

A todo instante estaria esperando por um ataque de Gael, vindo de frente. E, caso isso realmente ocorresse, preparar ia-me para o mais rapidamente possível, esquivar-me de seu golpe e, se possível, contra-atacar. Uma vez que o pirata até então não havia demonstrado aptidão em me matar ele aparentemente não iria desistir, ainda continuaria com o sangue acumulando em minha boca. Entretanto eu também estava preparado para um possível disparo em minha direção, usando arma de fogo para lançar algum projétil. Por isso mesmo, caso qualquer coisa viesse em minha direção, procuraria esquivar-me da melhor maneira possível, podendo saltar, caso o que fora atirado viesse muito baixo e fosse largo o bastante para impossibilitar uma esquiva lateral; agachar, caso o que fora atirado viesse mais alto e fosse também largo demais para que eu esquivasse apenas indo para um lado; ou ainda simplesmente ir para algum lado, nas outras situações. O importante era que meus sentidos todos estavam totalmente focados em garantir a minha sobrevivência. “Desgraçado, vem, vamos ver no que vai dar.”

A verdade é que estava poupando esforços, pois eu queria estar correndo com tudo para cima dele, mas não podia então estava na defensiva, o provocaria fazendo um movimento com as mãos para que ele venha para cima. “Merda esse arrombado é bem forte.” Meus ataques agora seriam mais concentrados, não podia me dar ao luxo de errar muito de novo. Se ele viesse para o combate assim como eu esperava então já dava a piscada para Elisabeth a segunda era para a mesma já estar pronta para atacar também, mas estaria bem focado na dona aranha, assim que ele chegasse bem próximo para me golpear, eu cuspiria todo o sangue acumulado na minha boca, na direção do rosto dele, focando seus olhos, mesmo que não saia como eu queria, o simples movimento de ter que levantar uma das mãos para impedir, também seria a minha oportunidade de distração assim como para minha amada atacar pelas costa, então daria uma estocada rápida na direção do seu toráx, ou pescoço. Tentaria fincar minha espada rapidamente e tira-la já dando movimentos para trás, me colocando em defesa. “– Beba do meu sangue animal.” Ainda esperto para usar algumas das esquivas já descrita, então se Beth conseguisse se aproximar pelas costas do mesmo para golpeá-lo, era hora de atacar também. Tínhamos que ir levando o boi bandido nesse joguinho de provocação para que sempre um possa aproveitar um bom momento.

Então assim que me aproximasse do mesmo desferia um chute, na perda do mesmo, com o intuito de derrubá-lo, mas caso o mesmo esquive tirando a perna então continuaria o giro e aplicaria o chute no alto, não dando tempo para uma reação. Porém ainda consiga defender o movimento, com o braço, com a minha mão segurando a espada daria uma estocada na perna do mesmo, levando em consideração que chutaria com a perna oposta a qual estaria segurando a minha espada, ficaria a mesma no joelho do meu adversário, para tirar o apoio do mesmo e um possível contra-ataque do mesmo com mais força. Enquanto ele também estivesse defendendo meu golpe era a oportunidade para a rosada cravar suas adagas nas costas do bicho e com isso dar me oportunidade de tentar passar a lâmina novamente no pescoço de Gael. “– Morre Diabo!!!!!!” Mesmo assim estaria atento a tudo e tentando estar preparado para qualquer coisa, antes de eu chutar ele se transformar, cancelaria e não chutaria, apenas usava aquele momento criado como distração para a gostosa da minha mulher e viraria um mortal para trás já me esquivando de um possível golpe com as garras assim que caísse olharia ela tendo sucesso ou não eu vendo uma oportunidade de distração daria uma estocada rápida no mesmo.

Chute, sequencia após esquiva em baixo.:
 

Ainda caso o O’Kelly vier para cima de mim com seus oito braços e tentar algum golpe na região da minha cintura para cima, usaria de minha acrobacia e luta de rua, já fazendo uma abertura zero e aplicando um gancho nas partes intimas do mesmo. “– Assim que eu luto, jogando sujo!!! Quebrando nozes.” Voltaria a ficar de pé rapidamente (Como a gif) E usaria dos meus dedos para furar os olhos do mesmo, ficando todos rapidamente, e logo na sequencia aplicaria um corte rápido no pescoço do pirata com toda minha força possível, tentando fazer a espada atravessar o pescoço, não possível  cortar a cabeça do mesmo com um corte na lateral do pescoço, daria uma estocada no gogó do mesma com o mesmo propósito com intuito de fazer a espada sair pelo o outro lado tentaria força com as duas mãos se fosse preciso. Enquanto pediria para Elisabeth também cravar adagadas no mesmo. “– Vamos furar esse desgraçado inteiro.” Se isso acontecesse eu me divertiria muito enquanto iria furando o meu adversário.

Quebra Nozes:
 

No caso dele tentar um golpe na altura do peito para baixo, arriscaria não só me esquivar como um mortal para frente levando meu pé na cabeça do mesmo, assim que caísse de pé no chão, já tentaria aproveitar para cravar a espada na barriga do mesmo de maneira bem rápida, então começaria a furá-lo várias vezes, o quanto fosse possível. Assim meu golpe não surtindo efeito no mesmo, cairia de pé e usaria algumas das esquivas já citada acima.

Mortal para frente com chute:
 

No caso de não vencer ficaria em posição de defesa e usaria as esquivas citada lá em cima. “Bom vamos nessa, seu desgraçado de merda.” Olharia as coisas a meu redor para ver se encontrava algo favorável para ser usado no combate ou até mesmo, para um possível plano de fuga. Mas no caso de der certo eu precisaria de médico, só que antes disso voltaria até onde nós estávamos e pegaria um daqueles ovos.

Histórico:
 

Informações:
 

Ficha:
 
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Raiden Fuji
Narrador
Narrador
Raiden Fuji

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptySex 21 Dez 2018, 03:00










- Kryn Nerelin -
Clima: 19ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island - Na rua do Theatro Chords
Horário:16:10





No atual momento, a situação era tensa na rua que dava acesso ao Theatro Chords, tanto que boa parte das pessoas que assistiam o embate entre os dois piratas havia saído do local, sendo que a maioria saía pelo fato de que o sangue derramado e a aparência de Gael assustava a muitos do que estavam ali. Depois de tomar a forma de oito membros, sendo deles seis braços e duas pernas, O’Kelly, o pirata Octópode, se lançou em velocidade na direção de Kryn e Elizabeth, que havia se movido até o lado de seu marido enquanto seu adversário se transformava. Em sua ofensiva, o Homem-Aranha focava seus ataques em Kryn, que era quem havia lhe acertado mais vezes e lhe dado os piores ferimentos. - Você será o primeiro a cair, moleque! – Anunciou o ruivo, e naquele momento, Nerelin tinha dado sorte, pois na nova forma do akumado, sua velocidade tinha aumentado, mas os movimentos que o mesmo teria de fazer para esquivas, eram menos complexos.

Assim que Gael chegou perto de Kryn e tinha chance de acertá-lo, o moreno cuspiu uma boa quantidade de sangue, que estava acumulado em sua boca, e como o ruivo estava desprevenido, o líquido vermelho acertou seu olhos, e para não desperdiçar a brecha, Elizabeth foi para as costas de O’Kelly e com seu sai, junto de Nerelin que sacou sua cimitarra com a mão direita, já que a esquerda havia sido acertada com um projétil e não conseguia segurar sua Dadao, perfuraram o tronco do akumado inúmeras vezes, tanto que quando se afastaram, o mesmo caiu de bruços no chão, e Elizabeth gritou animada achando que a derrota do mesmo havia sido decretada, e assim também fora feito com Ariel, que comemorava bastante após os vários sustos que havia levado naquela luta, e o espadachim para zombar ainda mais de seu oponente, disse-lhe. - Beba do meu sangue animal.

Mas as coisas não eram tão fáceis assim, Gael não estava morto, mas estava extremamente irritado. - Mas que merda, como eles estão me vencendo, isso não deveria acontecer. – Pensou o mesmo com ódio dos que lutavam contra si. - Isso aconteceu por que você é fraco – Disse uma voz desconhecida ao aranha em sua mente. - Quem é você? – Perguntou o mesmo, assutado, pois jamais ouvira tal voz, e a mesma lhe lembrava ódio, frieza, mortes, chacinas e diversos tipos de sofrimento. - Eu sou o demônio que mora na fruta que você comeu para ganhar seus poderes. Deixe que eu assuma seu corpo e dê cabo dessas crianças. – O ruivo estava desacreditado das palavras que escutava, mas ao ouvir a última sentença, abriu um sorriso animalesco e disse quase que feliz. - Com toda certeza! – No instante seguinte, Gael perdeu a consciência e o demônio da Fruta da Aranha tomou posse de seu corpo.

Tendo o demônio com o controle do corpo, que estava deitado, o homem-aranha levantou-se rapidamente, sobre os olhares desacreditados de Elizabeth e Ariel, que tinham a certeza que o O’Kelly estava derrotado, de certa forma estavam certas, mas erradas também. - Argh! – Exclamou a Celestial e abaixou-se com as mãos sobre a cabeça. Nesse momento, a rosada olhou para a pequena anja, e a distração custou-lhe caro, o ruivo possuído avançou extremamente rápido na direção da mesma, que virou-se muito tarde, somente para ser acertada por seis socos simultâneos em seu tórax, que a lançaram na direção da entrada da casa, destruída naquele momento.

Depois de acertar Elizabeth, o demônio virou-se para Kryn e começou uma sequência de socos rápidos, mas nenhum chegou a acertá-lo de verdade, somente dois de raspão nas costelas do lado direito e esquerdo, o que incomodava Nerelin, mas não era o suficiente para derrubá-lo. Vendo que aquela abordagem não funcionaria, o ruivo deixou o espadachim afastar-se, para avançar no mesmo novamente, e depois de alcançá-lo usou quatro braços para acertá-lo com cruzados dos dois lados, mirando em suas costelas, acreditava que se acertasse seria o fim da luta, e estava certo, mas Kryn escapou com um movimento ousado, deu um mortal para frente e tentou acertar seu calcanhar no topo da cabeça do demônio, que usou as duas mãos restantes pondo-as uma sobre a outra por sobre sua cabeça, protegendo-se do chute do moreno, que em seguida caiu no chão com leveza, e sem dar tempo para o possuído se recuperar, sacou rapidamente sua espada com a mão direta, e perfurou o tronco de Gael oito vezes, mas na primeira perfuração, teve o seu peito direito atingido por um disparo, parecia que cairia, mas não o fez, continuou a perfurá-lo e depois do oitavo movimento, viu o brilho nos olhos do homem se apagar, e o mesmo voltar a ser um humano normal, com dois braços e duas pernas apenas.

Com o fim do combate, as pessoas começaram a correr dali, já que não imaginavam que aquilo resultaria em uma morte, todas corriam para o Theatro Chords. No campo de batalha, o cadáver de O’Kelly caiu de bruços no chão, e Nerelin de costas, com a respiração rápida, parecia que ter dois ferimentos nada simples estavam cobrando-lhe o preço, Ariel caiu sentada bastante satisfeita, enquanto que Elizabeth correu até seu marido. - Você está bem meu amor? Imagino que não. – Dizia com algumas lágrimas caindo de seus belos olhos azuis. A rosada levantou-se em seguida e perguntou bem alto para Ariel. - Ariel, você sabe se têm algum médico por aqui para tratar de Kryn? Ele não está bem. – Por sua pergunta era fácil de se dizer que estava muito preocupada com o moreno. - Não consigo ver nada em minha mente. – Vamos ter que procurar com um andando mesmo.[/color] – Elizabeth arregalou os olhos levemente, e em seguida foi até Nerelin e levantou-o, pondo um de seus braços por ao redor de seu pescoço. - Vamos atrás de um médico, meu amor. – Disse a mesma com um belo sorriso para Kryn, que finalmente conseguia perceber que perdia muito sangue através do ferimento em seu peito, começando a sentir seus membros levemente gélidos.
Ferimentos:
 

Legenda:
 



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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptySex 21 Dez 2018, 19:24



Pesadelo.


"O que a história conta não passa do longo sonho, do pesadelo espesso e confuso da humanidade."

Exaustão, dor, muitas coisas passavam pelo meu corpo naquele momento, eu não conseguia esconder esse sentimento de sofrimento. “Vingança concluída !!!!!” Em contraparte sentia um peso a menos, objetivo concluído em partes, mas ainda não tinha nenhuma informação sobre o tesouro, falaria com muita dificuldade. “– Finish!!! Vingança concluída.” Cuspiria um pouco de sangue no chão, bom olharia para a minha garota e a responderia calmamente com um leve sorriso no rosto. “– Não estou lá essas coisas não.” Um duro adversário, demônio infernal, que voltou para o lugar de onde nunca deveria ter saído. Enquanto estava sendo carregado por Elisabeth, sentia um pouco o seu corpo, mesmo com toda a dificuldade ainda me animava sentir novamente aquela pele macia, bem cuidada, vindo de uma família nobre. Toda aquela ternura me consolava, me transmitia um sentimento de amor que me consolava apesar de toda aquela dor que passava sobre meu corpo. “– A ... mor ...!!” Suspiraria com muita dificuldade então depois concluiria. “– Não podemos .... sair sem nada ....” Então com muito todas as dificuldades concluiriam. “– Vamos ....... levar um daqueles ovos.” Quem sabe algum daqueles ovos me serviria futuramente para conseguir alguma grana.

Apesar de os meus ferimentos, era algo da minha personalidade, quando colocava algo na minha cabeça já era e para piorar eu não conseguia esconder isso precisava ser sincero. “Aquela aranha estava preocupada demais com esses ovos, talvez eu consiga algo com isso, ou possa ser uma moeda de troca, para algum tesouro ou passaporte para uma nova aventura.” Pensava enquanto iria sendo carregado, por Elisabeth era algo confortável ao mesmo tempo que me fazia pensar o quanto eu precisava ficar mais forte. Conseguindo então pedia para a mesma guardar na minha mochila, mas se estivesse com muita dificuldade pediria para me deixar descansando um pouco ali no chão enquanto a mesma iria buscar um daqueles ovos para guardar na minha mochila. “– Esperarei aqui, seja rápida, pegue apenas um dos ovos e aquele livro também, quem sabe a gente não decifra ele hahaha se for possível, mas tome cuidado.” Enquanto estivesse deitado, olharia um pouco para o alto, enquanto respiraria bem devagar, enquanto pensaria em algumas coisas. “Talvez eu precise melhorar minhas armas, me preparar melhor para continuar no meu circulo de vingança.”  

Conseguindo ou não o que eu queria na sequência era hora de procurar um médico então andaria com cuidado, esperava que Ariel soubesse de algo. “– Então Anja, está feliz? Sua vingança foi concluída.” Queria pelo menos olhar um sorriso no rosto da pequena garota, depois pouparia minhas energias para que possamos conversar depois, o foco era achar algum médico e teria que contar com a Beth para isso. Meus passos seriam cuidadosos, mesmo com toda a dificuldade do mundo eu ainda assim tentaria analisar as coisas ao meu redor durante o caminho, olharia calmamente quem sabe não conseguia ver algum local que pudesse me ajudar. “Um médico!!! Necessito disso.” Caso as mulheres encontrem algum lugar apenas aceitaria, deixaria minhas coisas sobre cuidados da rosada, deitaria na cama e aguardaria os cuidados do médico, talvez alguns daqueles ferimentos poderiam ser cicatrizes que eu levaria comigo para sempre o mais importante para mim naquele breve momento era a importância de ter vencido aquele combate.

Não achando nenhum DR. Sugeria brevemente para que procurasse em alguma taverna se havia alguém com alguma habilidade medicinal que pudesse ajudar, ou quem sabe por mais irônico que pareça dentro da igreja. “– Não podemos ser orgulhosos nes.... nessas horas.” Também não me importaria muito em ter que pagar para cuidar dos meus ferimentos. “Será que Asken deixou o navio no porto?” Pensaria comigo, talvez arrumar um navegador não fosse algo muito difícil. “Bom ou quem sabe se aliar a algum bando pirata que tenha Log Pose, apenas para seguir viagem.” Mas antes disso eu precisava muito me equipar, fazer coisas para não passar por essa dificuldade ou até pior na próxima ilha, onde em minha mente com toda certeza do mundo os adversários serão ainda mais perigosos.

Caso consiga um médico apenas aceitaria o tratamento, em caso de anestesiado ou não tentaria descansar e dormir durante os cuidados do mesmo;

- Sonho -


Noite após noite, eles vêm em meu encalçado. O pior que o inferno tem a oferecer: Os que surgem com a noite, as piras negras, a corja da estripação, a cavalaria aérea Mai Lai, os buchos gordos enxameiam como uma tempestade de pus ...

Eu o fugitivo corro ... Ah como corro, pois, sabe que naqueles tuneis encharcados de sangue, estende a única rota para a salvação: A derradeira milha que segue até a luz, ao fim a qual os portões irão barrar seu caminho. E Noite ......... Após Noite.

Estraçalham, Rasgam, Golpeiam, Destroçam e Amputam. Esmagam, violentam e Esmigalham até que sobre apenas um pequeno pedaço da sua alma para que ela não desapareça completamente, eles me castigam por meus pecados e quando sinto que acabou eles reconstituem a minha alma, para que tudo recomece novamente e assim eu sofra noite, após noite. É assim que é o inferno, uma tortura a qual não tem fim.

Aqui eu sei que no inferno não tem “Departamento de Reclamações” , toda a noite eu tento fugir da matilha e alcançar os portões .... Toda noite eu fracasso. É nesse momento que eu abro os meus olhos, vejo quanto tempo passou, além de saber que na próxima noite tudo recomeçará novamente, todo o sofrimento.


- Fim do Sonho –


Abriria meus olhos bem assustados. “– Nãooooooo.” olharia se ainda estaria sendo tratado pelo médico ou por alguém, se havia algum curativo feito ou se ainda estava sangrando e sendo arrastado para o inferno de vez. Se Elisabeth estivesse próximo então perguntaria para a mesma. “ – O que aconteceu?” Eu não vendo ela, vendo outra pessoas perguntaria. “ – Quem é você? Está tudo bem?” Ele dizendo que era algum médico e me ajudou então deitaria novamente e me acalmaria e o agradeceria. “ – Obrigado.” Tentaria olhar um pouco as coisas ao meu lado.

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptySab 22 Dez 2018, 11:22










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:16:00





Logo depois de Elizabeth abraçá-lo, Kryn confirmou o que a rosada imaginava de seu estado, não estava nada bem, o que era óbvio, já que tinha uma perfuração no tronco e um projétil em seu peito direito. - A ... mor ...!! – Chamou o moreno com certa dificuldade, isso fez a ex-nobre parar a caminhada que faria para procurar um médico, tendo toda a atenção da azulada, Nerelin continuou a falar. - Não podemos .... sair sem nada .... Vamos ....... levar um daqueles ovos. - As palavras ditas de forma baixa, entraram com firmeza na mente da gatuna, que de imediato, como se estivesse em transe, deixou-o no chão, sentado próximo de Ariel, enquanto a mesma iria na direção da casa buscar os ovos e o livro que lá havia, sendo este lembrado por Kryn antes da mesma sair.

Enquanto via sua esposa ir atrás dos itens que pedira, o espadachim virara-se para Ariel e perguntou para a mesma. - Então Anja, está feliz? Sua vingança foi concluída. – A celestial abriu um grande sorriso, naquele momento, não tinha nenhuma desconfiança de Kryn e Lisa. - Claro que si... – Dizia a mesma até pôr as mãos na testa e balançar o seu pequeno corpo em uma dor agoniante. - AHHH!! – Gritava a mesma por vários segundos, mas Nerelin nada podia fazer, já que seu estado era tão ruim quanto o da menina. De repente, Ariel ficou quieta e desabou no chão, o moreno olhou para a casa onde Elizabeth estava, mas, de repente, sentiu as forças que tinha lhe abandonarem e desmaiou ali mesmo.




Assustado pelo terror que habitava seus sonhos noite por noite, Kryn acordou com os olhos arregalados e a boca escancarada em um grito de pânico. - Nãooooooo – Com o fim do grito, o moreno sentou-se onde estava deitado, em uma maca simples, com um cobertor sobre si, a sua direita, havia uma mesinha de metal com alguns itens médicos, do lado esquerdo, o braço de Nerelin estava conectado com um equipamento de soro através de um cateter perto de seu bíceps. Ao vasculhar o restante da sala, só viu paredes brancas sem nenhuma janela, poderia até estar em uma prisão, mas tal argumento fora quebrado ao ver a porta da sala, que ficava de frente para sua maca, abrir-se e de lá entraram Elizabeth, Ariel, e uma médica.

- Guarde suas desculpas para quando você já estiver totalmente recuperado. Como você está se sentindo? – Perguntou a mesma ao chegar do lado do apoio do soro. - Devia tomar mais cuidado nas brigas que se envolve, se continuar assim, uma hora não vai conseguir sobreviver. – Avisou a médica. Logo em seguida a mesma suspirou. - Vocês me parecem ser piratas, não sei o porquê – Dizia para a médica, que sentia o olhar desconfiado de Elizabeth. - Que tal me contar sobre a motivação de vocês para saírem aos mares assim? – A mesma parecia uma criança sonhadora, e isso pareceu fazer com que Lisa abaixasse a guarda. - Eu sempre quis sair em aventuras, mas meu pai sempre me controlou, ele que me fez me formar como médica, mesmo que eu adore minha profissão, eu ainda sempre quis sair dessa ilha, conhecer coisas novas, esse lugar é sempre igual, dia após dia, não aguento mais. – Parecia que a mesma estava desabafando, por mais que parecesse ter uma vida fácil e boa, por trás de tudo parecia que a mesma não era tão simples assim. - Por quê não começa, amor? – Sugeriu Elizabeth, fazendo com que todos direcionassem seus olhares para Kryn. - Estamos esperando – Disse a médica animada.
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptySab 22 Dez 2018, 19:53



Seja Livre.


"Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir."

Ao acordar olhava todas aquelas paredes brancas de inicio a primeira coisa que eu pensava era. “Finalmente cheguei aos portões!!! Alcancei a Luz!!” Respirava como se estivesse aliviado, mas no primeiro piscar de olhos podia sentir o frio da realidade. Então podia ouvir uma voz de tom feminino, balançaria minha cabeça meio que para despertar de vez. “Onde é que eu estou?” Olharia com um olhar inocente, meio atrapalhado ainda. “Isso é um hospital? Médica?” Então colocaria minha expressão casual e manteria a calma, com um tom de voz suave eu também não poderia deixar a moça no vácuo então a respondia. “– Não tenho muitas desculpas para dar.” Colocaria um leve sorriso no rosto, enquanto olharia para a mesma. “– Apenas gratidão, muito obrigado!!!” Logo na sequência olharia para as outras pessoas enquanto ainda ficaria atento ao que a mulher estaria me dizendo. “Parece que todos estão bem, isso é ótimo.” Então a estranho doutora tocou no assunto de pirataria, no fundo, eu queria demonstrar ser uma boa pessoa, fingir que não sabia de nada para que cada um seguisse seu lado de maneira feliz, mas era algo mais forte do que eu, não conseguia mentir então as palavras que saiam da minha boca era as mais sinceras possíveis. “– Sim, eu e Elisabeth somos piratas.” Faria uma pausa em meio as minhas palavras, enquanto colocaria um leve sorriso de felicidade no rosto. “É isso que eu sou, um pirata, quem diria, qualquer dia gostaria de ver meu cartaz por aí, talvez de uma animada.”

Meu pensamento era cortado pela pergunta da Médica, ao mesmo tempo por um desabafo de alguém que buscava um pouquinho daquilo que eu sempre quis buscar, conhecer o mundo por aí. “Isso mexe com meu coração, que nem foi com a Elisabeth, quando no começo minha busca era pelo Exercito Revolucionário, hoje me sinto tão longe deles, mas ainda eles me devem uma resposta sobre os meus pais.” Logo ouvia a voz da Lisa e da mulher de cabelos azul, levantaria minhas mãos enquanto falaria a um tom um pouco animado. “– Calma, Calma, Calma Santa não cobra não!!! Muita calma nessa hora!!” Balançaria minha cabeça levemente, fazendo meu cabelo balançar um pouco, enquanto sentia um pouco de dor ainda no corpo, tentaria me mover levemente, para me ajeitar na maca. Daria uma respirada bem fundo, então olharia firmemente para as garotas, tentaria controlar meu tom de voz de maneira bem suave, a todo momento mesmo que minhas emoções estivessem lá em cima, transmitindo o máximo de calma possível. “– Bom meu nome é Kryn Nerellin, nasci em Micqueot Island no North Blue, nossas motivações? São muitas para falar um pouco sobre ela, sendo honesto, precisa saber quem sou eu.” Queria que ela soubesse com quem estava conversando, pois ela havia cuidado de meus ferimentos era justo.

“– Eu sempre quis conhecer o mundo por aí, assim como Elisabeth, ah vários lugares únicos, nossa vida é tão curta para não aproveitar, não é?” Colocaria um sorriso forçado no rosto naquele momento, mesmo não sendo espontâneo eu me sentia feliz por contar um pouco sobre as coisas. “– Minha história começa quando ainda era jovem, muito jovem para conhecer as coisas ..... Numa noite fria, meus pais pelo que me contaram havia ligação com Exército Revolucionário, minha mãe uma artista e meu pai um ferreiro. Nessa mesma noite fria, alguns homens ligados ao governo mundial atacaram minha casa, minha mãe me escondeu e eles foram levados ... Não sei se eles foram presos, ou se estão mortos.” Aquele momento passava na minha cabeça como se ainda fosse hoje, sentia como se os flashs na minha cabeça fosse bem real naquele instante. “– Bom mas o tempo passou, crescido nas ruas frias da ilha do vinho, um dia decidi roubar uma loja, para sobreviver. Foi quando conheci algumas pessoas que poderiam me levar até o os Amigo do povo.” Nesse momento começava a lembrar de quando conheci Elisabeth e decidi sair de vez nessa viagem maluca, traçando um caminho sem volta, cortando, mutilando e roubando.

“– Durante o que seria a minha missão, eu conheci Elisabeth, seus olhos trazia uma tristeza muito grande, mesmo assim eu decidi conhece-la para conseguir entrar numa festa de gala dos nobres.” Colocaria um sorriso bobo no rosto, enquanto lembrava dela sozinha em uma varanda observando as pessoas dançando. “- Então foi quando ela surgiu, veio o brilho nos olhos do demônio e sua voz de anjo fez meu coração bater de novo. O monstro que vaga nas trevas sempre carrega uma cruz, ela estancou minhas feridas para tentar arrastá-lo para a luz e com isso a esperança veio com a vontade de ser melhor. Conversando com ela a mesma disse que se sentia mal, pois estaria sendo obrigada a se casar com uma pessoa que não gostava, apenas por status de nobreza, foi quando eu então disse que se ela não quer se casar não case. Mas ela disse que as coisas não eram tão fáceis assim, então eu falei, claro que é, venha comigo e conheça o mundo, veja como ele pode ser maravilhoso, se não pode mudar eu serei a mudança que você precisa.” São boas lembranças a cada palavra eu sentia aquele dia como se ainda fosse hoje, parar para pensar já passamos por tantas coisas, que eu mal conseguia acreditar que já havia um tempo, que estava tão longe de Micqueot.

“– Bom dali, decidimos roubar uma joalheria, para usar a joia como passagem para irmos para Toroa Island, lá nos divertimos bastante, conhecemos pessoas Asken, Helves, Bruce, então fomos roubar um banco. HAHAHAHAHAHA foi muito doido, tomamos run num navio e decidimos ser um bando, mas o destino quis que cada um seguisse seu caminho e o bando se desfez, talvez eles estejam por algum canto daqui de Tuntz Tuntz. Mas a motivação vem de a cada ilha a sensação de ser tudo novo, novas pessoas, novas histórias, novos adversários e novos desafios. Novos tesouros para ser encontrado, novas vingança para ser selada.” Daria uma pequena risada, por que no fundo era verdade, a cada ilha possui uma nova história para se viver, mas a vida era muito curta para não conhecer essas histórias ou aventuras. “Quem diria que já passei por tanta coisa, ainda estou aqui para vivenciar tudo de novo, olho para trás e não me arrependo de nada, tudo que foi feito.”

Esticaria minha mão para a médica de cabelos azuis, então com um sorriso no rosto eu falaria. “– Qual é o seu nome?”  Assim que a mesma respondesse logo olharia nos seus olhos então diria para a mesma. “— Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para acreditar, fazer e principalmente viver.” Faria uma pausa enquanto olharia para a mesma e logo na sequência, antes mesmo que ela possa dizer alguma coisa, então continuaria falando. “— Não precisa se formar, será a melhor médica do mundo, mas para isso precisa conhecer o mundo, vou te apresentar algo que eu chamo de liberdade. Mesmo que o seu “Pai” crie as regras de um jogo, tudo depende de você, como joga. O mesmo se aplica à vida. Afie suas próprias armas! Viva suas próprias regras! Faça a realidade aceitar suas regras! Se você pode fazer isso, a felicidade é sua!” Manteria minha mão esticada para a mesma, como um convite para uma dança, mas naquele momento essa dança seria apenas um conforto, algo que eu aprendi, o mundo precisa ser livre, as pessoas têm que ser livres, caso ela pegue minha mão como o esperado. Então a abraçaria, um abraço bem forte, com isso concluiria meu raciocino então diria a mesma sussurrando em seu ouvido. “— As regras não estão lá para nós, elas estão lá para a “pessoa que as criou” a felicidade, o futuro que estão vinculados por essas mentiras, impedem que elas atinjam todo o seu potencial. Então, se houver um futuro que deseja, lute por isso! Lute por isso e mantenha sua própria felicidade. Não deixe que nada entre em seu caminho e veja como a realidade muda” após o abraço olharia em seus olhos e colocaria um leve sorriso no rosto enquanto a encararia. “– Se quiser eu posso dar um pequeno empurrão para mudar ela, no momento eu não tenho um navio, mas pretendo seguir viagem, antes preciso fazer alguns preparos, saber mais sobre um ouro aí. Se tudo der certo pode seguir com a gente, até achar seu próprio caminho ou ficar se achar que o caminho está certo.” Todas as minhas palavras eram as mais sinceras possíveis, não sou um revolucionário, amigo do povo, mas eu era amigo da liberdade, sempre lutarei por ela e ajudarei as pessoas a alcançarem ela também.

Como eu olharia para Elisabeth no paragrafo abaixo:
 
Logo após tudo isso uma coisa me viria na cabeça, Elisabeth estava ali então rapidamente eu a olharia com um olhar de culpa e diria. “ – E ... E .... E. ... Li .... Elisabeth!!!” levaria a uma das mãos em meu rosto e falaria de maneira bem calma. “ – Não é nada do que está pensando !!!” Bom logo tentaria disfarça com uma verdade, pois precisávamos comer, além de que eu ainda precisava saber mais sobre o tesouro então olharia para as mulheres e diria. “ – Que tal tomarmos um café em alguma taverna aqui próximo em ???” Deixaria a pergunta no ar para tirar talvez algum clima pesado vindo de Beth. “ – Conseguiu pegar um daqueles ovos amor ahaha e o livro?” Perguntaria a mesma e ficaria aguardando a resposta.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyTer 25 Dez 2018, 01:03










- Kryn Nerelin -
Clima: 16ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:08:30





Depois da ser selecionado para começar a contar suas histórias, Kryn não teve opção, e antes que deixasse três mulheres furiosas consigo, começou a falar, primeiro apresentou-se corretamente para a médica, dizendo-lhe seu nome e de onde vinha e em seguida contou uma das suas motivações, junto com as de Elizabeth, que inflou as bochechas por acreditas que o moreno diria tudo sobre a mesma, mas mal começou realmente sua história e teve de dizer uma parte que ainda parecia ter efeito sobre o espadachim moreno. - Minha história começa quando ainda era jovem, muito jovem para conhecer as coisas ..... Numa noite fria, meus pais pelo que me contaram havia ligação com Exército Revolucionário, minha mãe uma artista e meu pai um ferreiro. Nessa mesma noite fria, alguns homens ligados ao governo mundial atacaram minha casa, minha mãe me escondeu e eles foram levados ... Não sei se eles foram presos, ou se estão mortos. – Com a história de como perdera o contato com os pais, a médica pôs as mãos sobre a boca, enquanto seus olhos estavam arregalados pela parte triste da história do pirata, da mesma forma que Ariel o fizera, pois ainda não tivera tempo de ouvir as histórias de Nerelim, somente o fazendo junto da médica de cabelos preto azulados.

Ainda abaladas, as duas continuaram a ouvir a história hipnotizante que o espadachim lhes contava, sendo que novamente um momento fora destacado dos outros, que acontecera quando Kryn conheceu Lisa. - Então foi quando ela surgiu, veio o brilho nos olhos do demônio e sua voz de anjo fez meu coração bater de novo. O monstro que vaga nas trevas sempre carrega uma cruz, ela estancou minhas feridas para tentar arrastá-lo para a luz e com isso a esperança veio com a vontade de ser melhor. Conversando com ela a mesma disse que se sentia mal, pois estaria sendo obrigada a se casar com uma pessoa que não gostava, apenas por status de nobreza, foi quando eu então disse que se ela não quer se casar não case. Mas ela disse que as coisas não eram tão fáceis assim, então eu falei, claro que é, venha comigo e conheça o mundo, veja como ele pode ser maravilhoso, se não pode mudar eu serei a mudança que você precisa – A rosada corou fortemente com aquela história, pondo as mãos sobre o rosto, corada de vergonha, e só faltava que as duas garotas que apareceram na ilha musical babarem por conta da forma fofa como Nerelin contara.

Depois acelerara rapidamente a história para que não ocupasse todo o tempo que a médica pudesse ficar ali, então explicou comode forma bem resumida que assaltaram uma joalheria, foram para outra ilha, onde conheceram novos companheiros, roubaram um barco e decidiram de repente em formar um bando, que se desfizera quando estavam em Tuntz Tuntz Island. Naquele momento, Nerelin parecia sofrer de um mal terrível, chamado Nostalgia, que poderia trazer uma melancolia para o mesmo, que por sorte não sentira o efeito, e logo voltara a falar, perguntar o nome da médica, que lhe dissera que chamava-se Grishilde Van Leeuwen. Em seguida, o pirata começou a dar-lhe uma espécie de sermão enquanto puxava-a para um abraço entre suas falas. - Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto, hoje é o dia certo para acreditar, fazer e principalmente viver. Não precisa se formar, será a melhor médica do mundo, mas para isso precisa conhecer o mundo, vou te apresentar algo que eu chamo de liberdade. Mesmo que o seu “Pai” crie as regras de um jogo, tudo depende de você, como joga. O mesmo se aplica à vida. Afie suas próprias armas! Viva suas próprias regras! Faça a realidade aceitar suas regras! Se você pode fazer isso, a felicidade é sua! – Vendo aquela cena, Elizabeth encheu-se de ciúmes, mesmo sabendo que Kryn jamais a magoaria, não podia evitar o sentimento, coisa que acabou por assustar Ariel, enquanto que Nerelin continuava a falar com Grishilde, que derrubava cada vez mais lágrimas pelas palavras de incentivo do moreno, quando de repente escutaram um pigarro, e olhando devagar para trás, sentiram uma enorme intenção assassina direcionada a ambos.

O primeiro a perceber a rosada daquela foram fora Kryn, que com os olhos arregalados, se dirigiu à mesma. - E ... E .... E. ... Li .... Elisabeth!!! Não é nada do que está pensando!!!] – Mas a mesma, com seu ciúme assassino, olhou de forma até que séria para o moreno. - Não estou pensando nada, estou vendo, meu amor. – Disse a mesma fazendo uma expressão que por fora parecia calma, mas por dentro queria matar Nerelin. Do outro lado, Grishilde estava bastante assustada com o comportamento da rosada, já que não tinha quaisquer intenções maliciosas com o moreno, somente estava feliz por ter alguém que a apoiasse em suas decisões, e que estivesse disposto a ajudá-la em algo.


Com o convite feito por Kryn para irem ao café, os 4 se dirigiram a uma padaria, que ficava a duas quadras para a direita do hospital, ao adentrarem o estabelecimento, viram de cara algumas mesas com cadeiras, e quando foram se sentar, Elizabeth disse. - Ariel e Kryn podem ficar sentados, que eu e Grishilde vamos comprar as coisas – Como se fosse uma ordem, todos obedeceram a rosada sem discussão, ainda mais Van Leeuwen, que estava assustada com a gatuna, pelo incidente mais cedo. - Não precisa ficar tão acanhada, e também peço desculpas pelo que aconteceu mais cedo. – Disse Lisa, envergonhada por seu comportamento no hospital, depois do que disse a rosada, a médica acabou por abrir um sorriso curto, e ambas logo aceleraram para pegar logo o café da manhã para todos.

Alguns minutos depois, as duas voltaram para a mesa carregando alguns pratos, contendo comidas típicas para se alimentar no café da manhã, pão, café, queijo, presunto, bolos, etc. - Quais são seus planos daqui para frente Kryn? – Perguntou Ariel com sua voz fofa, depois de algum tempo que a comida havia chegado na mesa. - Enquanto você estava desmaiado descobri algumas coisas sobre o tesouro, mas posso esperar se você quiser. – Tornou a dizer a celestial, abaixando a cabeça levemente enquanto esperava a resposta de Nerelin, e tanto Elizabeth quanto Grishilde paravam também esperando uma resposta do espadachim.
Ferimentos:
 

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyQui 27 Dez 2018, 23:38



Ouro.


"A alegria e a tristeza são duas prisões; uma de ouro e outra de ferro, mas feitas igualmente para nos prender e impedir de seguir a nossa verdadeira natureza."

Elisabeth me pedia para ficar sentado, então pensaria comigo que ela ainda estava preocupada com os meus ferimentos. Que de fato aos poucos eu iria me sentindo cada vez melhor. “Que bom que estou me recuperando.” Sentia um grande alivio com isso. Assim que olhava o que tinha para comer meus olhos se arregalavam. “– Uaaaauuuuu isso parece estar muito bom.” Então pegaria um pão para comer, colocando presunto e queijo e morderia o mesmo. “Nada como um bom café da manhã para começar o dia.” Enquanto comia prestaria atenção no que Ariel falava, então engolia o pão e a responderia, mantendo um tom de voz bem suave. “– Meus planos atuais, é me preparar melhor eu estava muito mal preparado para esse combate e esses ferimentos são a prova disso.” Colocaria um pequeno sorriso forçado e então diria a um tom mais alegre. “– Mas no fim deu tudo certo, não é?” Então tomaria o que tivesse para beber sendo café, suco, chá ou água. Após dar uma golada na bebida, voltaria a minha expressão casual e continuaria falando. “– Bom eu tenho martelo, bigorna, luva de raspa e material então preciso forjar uma espada melhor.” De fato, isso era bem importante.

“Não sei ao certo ao que isso tudo vai me levar, pois também preciso de mais informações das coisas, como nesse combate as coisas foram muito vagas até a hora de conhecer meu oponente.” Então meu pensamento seria interrompido, mediante ao que a pequena havia falado sobre o tesouro, logo responderia a mesma. “– Bom, o que é que você descobriu?” Acharia melhor já saber de uma vez, pois assim talvez eu poderia me preparar melhor e não ser pego com tanta surpresa. “– Com as suas informações novas pode ser que eu consiga me preparar melhor, pois entrei nisso tudo por um tesouro, não é?” Então ouviria atentamente a pintora de rodapé, cada palavra que sairia de sua boquinha. Independente da informação sendo útil ou não, agradeceria a celestial, de maneira simbólica e guardaria o que foi dito comigo. “Bom isso é algo que preciso analisar melhor, ou como disse para a guria, preciso estar melhor preparado.” Após terminar de tomar meu café então me levantaria, com um pouco de dificuldade olharia para a minha mochila então pensaria comigo mesmo. “Ficar deitado aqui não resolve nada.”

“– Ei Ariel e Grishilde Van Leeuwen, alguma de vocês sabe onde eu posso forjar uma espada?” Após perguntar algo ficava na minha mente, o nome da médica me incomodava um pouco, não algo que me fazia sentir raiva, mas sim uma curiosidade, então perguntaria a mesma. “– Ei Médica, sua família é nobre?” Se ela dissesse que sim a primeira coisa que vinha na minha cabeça era. “Agora entendo por que o pai dela é um babaca.” Mas no caso dela falar que não. “– Peço desculpa, é que seu sobre nome com esse Van no meio me fez pensar isso.” Diria como sempre a verdade sobre o que eu pensava. Me concentraria no que procurava, então alguma das duas sabendo sobre algum local a onde eu pudesse trabalhar em forjar a minha espada pediria para me levar e enquanto seguiria iria olhando atentamente o caminho. Porém se nenhuma das duas garotas soubesse apenas diria. “– Então vamos procurar por aí.” Pegaria minha mochila e sairia andando por Tuntz Tuntz olhando as coisas, em busca de algum local para eu forjar a minha nova espada, andaria atentamente já que sou um fora da lei. “ Hmm vamos ver.” Pensaria enquanto olhava as coisas ao meu redor.

Chegando ao local acompanhando ou por conseguir procurar então olharia bem as coisas do mesmo e começaria a entrar bem devagar caso a porta esteja aberta, estando fechada eu bateria. “– Oh de casa!!” No caso de ser atendido por alguém então eu me apresentaria. “– Olá muito prazer me chamo Kryn Nerellin.” Ouviria o que teria a dizer e na sequência iria diretamente ao objetivo. “ – Desculpe-me incomodar, eu sou um ferreiro, tenho materiais, meu próprio martelo e bigorna. Tenho minha luva, porém precisaria da sua ajuda para forjar uma espada, pois preciso levar a um local com alta temperatura, poderia me ajudar?” Aguardaria a resposta do mesmo, animadamente.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptySab 29 Dez 2018, 01:21










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:16:00





Kryn estava aproveitando bastante o café da manhã que tomava com Elizabeth, Ariel e Grishilde, até a pergunta da celestial vir à tona, onde o moreno percebera que tinha de melhorar para o futuro, se preparar melhor, pois poderia pegar um adversário muito superior ao que Gael era, e se isso realmente ocorresse, além de que queria forjar uma espada para si, então deveria procurar um local, já que no momento tinha inclusive os materiais que precisava para fazer a confecção de sua nova arma. E Nerelin também chegou a perguntar se com o que a anja descobrira conseguiria de fato achar o tesouro, pois realizara o pedido da mesma por conta do tesouro, mas em seus pensamentos, o espadachim duvidava, pois todas as informações que recebera da mesma até o momento eram imprecisas, inclusive a aparência de Gael, o homem que precisava ser morto para desbloquear o acesso de Ariel ao tesouro.

Sem esperar outra fala da celestial, Kryn perguntou à sua parceira e à médica se conheciam alguma forja para que o mesmo pudesse fazer seu trabalho, Elizabeth negou com a cabeça, mas a morena tombou a cabeça para a direita e pôs um dedo no queixo, parando para pensar se realmente sabia, e em poucos segundos deu sua resposta a Nerelin. - Ah, sei sim. Vamos lá? – Perguntou a Van Leuween, que em seguida teve de responder a uma pergunta incomum. - Ei Médica, sua família é nobre? – Com espanto demonstrado claramente em sua face, a morena respondeu ao pirata. - É sim, mas como soube? – Questionou a mesma, espantada pelo espadachim descobrir isso sendo que se conheceram em pouquíssimo tempo. - Peço desculpa, é que seu sobre nome com esse Van no meio me fez pensar isso. – Explicou o espadachim, o que fez a médica entender como o mesmo tinha adivinhado a origem de sua família. - Não precisa se preocupar, só fiquei surpresa mesmo. – Disse a mesma com uma pose fofa, e atrás da mesma, Elizabeth ainda estava emburrada pelo ciúme.

Em seguida, a médica os fez andar um pouco pela ilha, já que o lugar onde iam era bem longe do hospital, na verdade, iam para um lugar que ficava próximo do Santuário Crouch e dos Instrumentos Fish, já que a área rochosa escondia uma pequena mina rica em minerais, o lugar perfeito para existir algumas forjas, o lugar era escondido de boa parte das pessoas, mas Grishile tinha um amigo que trabalhava lá, por isso, sabia da existência do local. Depois de uma hora andando, chegaram ao local das forjas, já que não podiam ficar perto dos locais turísticos, o caminho até lá era bastante tortuoso, em parte para fazer os curiosos desistirem de ir até lá.

A mina ficava em uma clareira de pedras, onde ao norte ficava a própria, ao leste e ao oeste, cada um abrigava uma forja, ambas eram pequenas, e se assemelhavam a estabelecimentos familiares. - Ei Hiromi. Tenho um amigo que precisa forjar uma espada, ele pode trabalhar aqui pra fazê-la? – Perguntou a morena, e de costas para todos, o ferreiro chamado Hiromi respondeu. - Se ele tiver os materiais, claro que sim, – A resposta do mesmo fez a médica sorrir, mas alguns dos outros trabalhadores, viraram em curiosidade, e se espantaram por verem Kryn ali, já que toda a ilha já sabia do embate entre o moreno e o homem-aranha. Mas para a infelicidade do mesmo, os trabalhadores gostavam de Gael, e ficaram furiosos com sua morte, dois deles, mais exaltados, correram até Nerelin, e acertaram um soco em seu estômago ao mesmo tempo, arremessando-o para trás, sem muito dano, apenas o susto de ser acertado abruptamente.

- Você matou Gael, seu maldito, agora nós vamos matá-lo. – Disseram ambos, e os outros trabalhadores gritaram, em concordância a ambos que socaram o espadachim. - Parem os dois. Não quero lutas aqui, se lutarem e morrerem, não me responsabilizarei por isso. – Disse Hiromi, virando-se para os dois, irritado com a atitude de ambos. - Ele matou nosso amigo, não vamos deixar isso barato. – Gritou um deles para seu patrão. - Está bem, quem quiser lutar, fique à vontade, mas será demitido depois. – Ameaçou o mesmo. A ameaça fez efeito, pois fora os dois, todos voltaram a seus trabalhos. - Não me importo, se eu matar esse moleque terá valido à pena. – Riu o outro trabalhador rebelde.
Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyTer 01 Jan 2019, 21:14



Trabalho.


"Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele."


Como eu imaginava a médica também vinha de uma família nobre isso me explicava o comportamento doentio do pai dela, ao mesmo tempo que pensava nas coisas que tinha que fazer e como fazer. “Como vai ser a espada que quero fazer.” Enquanto caminhávamos para o local, pensava comigo. “Caramba onde fica isso? Deve ser perto de Narnia, acho que o cavalo de Waka Waka fugiu de lá ... não é possível.” Para um cara que acabou de receber os cuidados médico esse caminho parecia uma pequena tortura, mas eu precisava suportar isso pois eu tinha a necessidade de forjar uma nova arma, pois as minhas já estavam um pouco ultrapassadas. Ao chegar ao local olharia com bastante atenção e me parecia “perfeito” para fazer o que eu queria isso me animava muito. “- Muito prazer Hiromi, muito obrigado e sim usarei meus próprios materiais.” Mas para a minha surpresa Gael parecia ser bem popular por aqui. “Parece que a dona aranha tinha alguns filhos espalhados por aí.” O dono do estabelecimento não parecia ter tanta autoridade assim, parecia que realmente o cara iria vir para cima de mim, no fundo eu adoro lutas, violência, matança desnecessária eu era um sádico e ver o sofrimento alheio das pessoas me enchia de prazer.  Queria contornar essa situação como um estrategista, mas eu não conseguia mentir.

“- Gael!!! Ah sim foi um adversário bem forte.” faria uma pequena pausa e na sequência completaria. “- Ops!!!! O Falecido Gael.” Parecia que era mais de um revoltado isso era bem ruim, pois assim não conseguiria forjar a minha espada e eu precisaria muito dela no momento. “- Isso não vai levar a nada, não se pode prender a raiva e nem ao ódio.” Havia dois ainda que estavam dispostos ao combate minha cabeça revirava, minha mão até tremia, pois eu estava doido, mas doido pelo combate, queria muito meter a espada naqueles caras, porém não queria perder a oportunidade de forjar uma nova espada. “- Hiromi, não há nada que se pode fazer para impedir isso?” Perguntaria ao dono do estabelecimento, mas caso não conseguindo nada então tentaria falar com os dois. “- Bom aqui não é o lugar para isso, podemos marcar para que vocês possam tentar expor sua raiva mais tarde fora desse estabelecimento.” Pois meu intuito principal era forjar minha espada, então me seguraria ao máximo para não fazer nada ali dentro. Caso continuem falando e vindo para cima, então diria a um tom bem calmo. “- Está como mede de resolver lá fora?” Até que seria interessante a proposta para um duelo lá fora, após forjar minha espada. “Será um bom teste para minha nova lâmina, assim poderei ver se acertei na mão.”

“MWHAHAAHHAHAH parecem bons adversários, para sanear ... almas para colher MWHAHAHAHAHA” De fato, apesar de serem trabalhadores eu não posso me dar ao luxo e tenho que tomar cuidado, não achar que esse combate será fácil. Só que ambos ainda insistindo em lutar ali dentro do local de trabalho, eu manteria minha calma, daria um pequeno suspiro e diria a um tom de voz bem simples e tranquilo. “- Gael ficaria decepcionado vendo que seus amigos estão se acovardando.” Balançaria a cabeça num sentido de negativo enquanto voltaria a dizer. “- Com certeza ele toparia esperar a forja e aceitaria resolver lá fora sem medo, é ele foi um grande homem e um grande adversário.” Aguardaria o que os outros dois tinha a dizer enquanto colocaria minha mochila no chão, porém me manteria bem atento a todos os movimentos dos inimigos estando pronto para me esquivar e no momento sem revidar os oponentes, em caso de golpes na altura da minha cabeça eu apenas abaixaria e movimentaria para o lado, mas sendo um golpe na altura da minha perna eu pularia já levando meu corpo para trás, meu objetivo de momento não era ter nenhum combate. “Vai ser difícil.” Pensava comigo, ainda tinha que tomar cuidado com os ferimentos.

Conseguindo convencer meus adversários para um combate mais tarde isso me animaria muito pois agora era hora de pensar no que fazer. Até por que uma espada até pode ser simplesmente forjada, mas a arma de um guerreiro deve ser pensada, deve ter um nome, pois assim que ela nasce, para servir seu propósito na terra. “Eu morri para poder viver, revivi pra poder morrer de novo. Remoi tudo que eu vivi só pra ver quem viveu por mim, e eu só vi quem havia me deixado morto. Então do sangue que escorreu, essa espada irá nascer para viver por mim, vai vagar renegado, vai buscar por vingança, ela precisará cortar seus inimigos para encontrar a esperança.” Pensava nos pequenos detalhes, lâmina formato, tudo baseado na ênfase que estava dando aquela amaldiçoada espada que hoje seria forjada. Nela eu pensaria em pôr o mais puro sentimento, de vingança, desordem, que ela por inteira seja um instrumento de guerras, ódio e matança, alimente o monstro que vaga nas trevas. Bom mas deixaria o resto para o momento da forja, somente em caso de eu realmente poder então me preparar para trabalhar eu procuraria um cantinho, deixaria minha mochila no chão, bem próxima de mim. “Vamos começar a brincadeira.”

Então pegaria minha luva de raspa, logo na sequencia separaria o material que seria usado, então pegaria a bigorna e o martelo, deixaria tudo organizado bem próximo de mim e ficaria no aguardo, olharia as coisas a minha volta. Não me importaria se as garotas ou o dono do local estivesse próximo para me ver trabalhar. Estaria bem calmo, respiraria bem fundo. “Vamos nessa.”

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyQua 02 Jan 2019, 03:09










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:16:00





Kryn parecia surpreso pelo fato de Gael ser bastante conhecido e adorado pelos trabalhadores da forja onde estava para forjar sua própria espada, aproveitando o fato de que tinha os materiais necessários e a autorização do dono do estabelecimento, mas fora impedido por dois dos trabalhadores, que preferiram perder o próprio emprego somente para poder lutar com o mesmo, que tinha em mente um plano para poder trabalhar em paz, e somente após lutar com sujeitos sem sorte que chamaram-no para uma batalha, justo um assassino nato, lutar e matar era um grande prazer para Nerelin, e provavelmente mostraria aos mesmos, mas não naquele momento.

- Gael!!! Ah sim foi um adversário bem forte. - Disse o moreno, que fazia com que os mesmos começassem a pensar que não fora um assassinato a sangre frio, mas uma bela luta, já que não sabiam como o ruivo morrera, somente que estava morto, mas logo em seguida, a frase dita por Kryn deixou-os ainda mais irritados. - Ops!!!! O Falecido Gael. - A raiva dos trabalhadores era tanta que quase partiram para cima, mas novamente uma frase do espadachim os parou, pois ainda queria lutar ali dentro. - Gael ficaria decepcionado vendo que seus amigos estão se acovardando

Os dois estavam chocados, não sabiam se ficavam ainda mais irritados ou se era alguma fala para ludibriá-los. - Com certeza ele toparia esperar a forja e aceitaria resolver lá fora sem medo, é ele foi um grande homem e um grande adversário. - Um deles acreditou que Nerelin estava fazendo elogios ao O’Kelly, mas o outro se irritou ainda mais. - Não adiante seu malandro, eu já sei que isso é apenas uma desculpinha para nos enganar, mas não cairei nessa. - Rugiu o mesmo, trazendo o outro trabalhador junto consigo, que começaram a tentar golpes na direção do moreno, que ferido, esquivava-se como podia, até que os três chegaram ao lado de fora. - Agora suas esperanças se foram. Vamos destruir você agora. - Dizia o mesmo que percebera a “verdade” por trás das palavras de Kryn, só que houve um problema.

Mas antes que ambos pudessem fazer alguma coisa, um clarão surgiu às costas do espadachim, era um grande raio branco, que por conta de sua cor esplendosamente branca, acabou atordoando os dois trabalhadores, que olhavam fixamente para o mesmo. Aproveitando-se da brecha adquirida, Nerelin foi para dentro da loja e encontrou um local apropriado onde poderia trabalhar em paz, visto a ameaça feita por Hiromi.




Poucas horas depois, a lâmina estava pronta para seu uso, e Kryn, bastante desgastado pelo trabalho ininterrupto, finalmente podia descansar, porém, os dois que antes o incomodaram, já tinham recobrado a consciência e agora voltavam a atormentar o espadachim que agora tinha bons bonecos para testar sua nova lâmina. - Agora nós vamos acabar com você, maldito. Vamos lá pra fora se tem coragem. - Praticamente berrou o outro trabalhador.



Ferimentos:
 

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança - Página 2 EmptyQui 10 Jan 2019, 21:48



Trevas.


Paramos de procurar monstros embaixo da nossa cama quando percebemos que eles estão dentro de nós.

Não sabia o que era aquele clarão que me ajudou a encontrar um local sossegado para trabalhar, mas minha mente acreditava que era algo talvez divino ou o destino. “ Shazam!!!!!” Com a minha mais nova criação em mãos me sentia muito feliz, o trabalho duro de um ferreiro, queria senti-la, ouvi-la ... sim, o doce som da lâmina passando sobre o pescoço dos meus adversários, era a minha primeira criação e eu me sentia muito orgulhoso por isso. “Nada como um duro trabalho bem focado, de alguém obcecado. Queria que meu pai pudesse ver isso, acho que ele iria ficar bastante orgulhoso, ainda não sou um ferreiro como ele, mas estou no caminho certo.” Havia até me esquecido dos trabalhadores que choravam a morte de O’Kelly, então de princípio faria uma expressão de surpresa e na sequência com muita calma eu responderia os dois rapazes. “- Olha, OK!!, vamos lá, se vocês acham isso realmente necessário.” Então faria um gesto com os braços de fazer o que né. “Eu vou matá-los, cortá-los, quero ouvir cada grito de dor vindo deles.” Por mais humano que eu seja, eu tinha esse meu lado um desejo insano pelo combate, pela luta e por matanças. “Isso vai ser divertido.” Mas eu era um homem de palavra então não lutaria ali. “- Ok vamos lá para fora, para não sujar e nem causar problemas para o senhor Hiromi.”

Então caminharia para fora do estabelecimento já bem focado, analisaria as coisas ao meu redor, olharia para meus oponentes para ver se já conseguia perceber tipo de arma que o mesmo usa para combate. Também iria olhando todo o cenário em minha volta para caso de uma necessidade, de usar o mesmo, ou quem sabe fazer uma fuga. Então olharia nos olhos da Elisabeth, colocaria aquele sorriso bem sínico no meu rosto, ela sabe, essa minha expressão facial. “De merda me ajude”. Não teria vergonha nenhuma disso, nem me sentiria mal, pelo contrário eu me sentia é muito bem. “Sou um Pirata, sou desonesto por natureza, regras, foram feitas para os otários.” Ao chegar no local então ficaria frente a frente com os dois trabalhadores e antes de começar o combate então diria. “- Bom, acho que já devem me conhecer, sou Kryn Nerellin, um pirata.” Faria uma pausa com um sorriso diabólico no rosto, pois naquele momento meus pensamentos já se envolviam com todas as possibilidades de morte possível para aqueles homens. “- Gael foi um grande adversário, mas não me levem a mal, não foi nada pessoal .... foi apenas ..... vingança ... chicos!!!!” Diria mantendo meu sorriso demoníaco. “Você é o monstro que se esconde debaixo da cama ... é o mais puro significado da palavra .... Mal.”  

Então me posicionaria já ansioso para estreia minha nova espada, seria um dois contra um então isso me proporcionaria um bom divertimento. Manteria meus olhos bem focado em cada um dos meus adversários, analisando toda aquela situação calmamente. Assim que o combate fosse iniciado de vez enquanto eu seguraria bem firme minhas duas espadas eu partiria para cima dos meus oponentes, tentando fazer o possível para não ser acertado por eles. “Preciso ser ágil e preciso para me esquivar desses caras.” Então ficaria atento aos golpes dos meus adversários, em caso de algum golpe vindo na altura da minha cabeça eu me esquivaria para baixo ao mesmo tempo que tentaria dar uma cortada na perna do alvo, ao mesmo tempo que já estaria preparado para me esquivar do golpe do segundo oponente, que sendo na minha direção do chão, usaria minha acrobacia para saltar me esquivando para o alto e passando a espada no pescoço do mesmo, numa tentativa de um golpe certeiro. “- Olha como sangra ....” Diria sendo possível ver o sangue do meu segundo oponente escorrendo e assim que caísse no chão já partiria para cima do oponente, com a perna possivelmente ferida com minha espada, dando uma estocada na altura do peito com a espada da mão esquerda e com a da mão direita, faria um corte tentando cortar as duas canelas do mesmo. “Quero ver você sofrer .... implorar por sua vida ... rezar para Deus por misericórdia.”      

Mas caso o primeiro golpe seja na altura da cintura para baixo, eu pularia por cima do meu oponente já atacando o outro com as duas espadas em um golpe de X, fazendo um corte de cada vez. Não sendo efetivo já cairia no chão chutando o mesmo com uma rasteira, me virando para o outro adversário, partindo para cima, em zig zag, me esquivando do possível golpe do mesmo ao mesmo tempo que aplicaria uma estocado no peito do rapaz. Usaria um corpo dele como escudo para um possível golpe do outro, enquanto falaria. “- Morto pelo próprio amigo .... que fim trágico.” Para isso eu após a estocada o mesmo bloqueando eu o seguraria bem firme e jogaria meu corpo para trás dele, deixando a arma do seu colega perfurar o corpo dele. Após isso largaria o mesmo e então partiria para cima do outro adversário com um corte de baixo para cima com a espada da mão esquerda, assim que o mesmo bloqueasse ou esquivasse era o momento certo para um corte no pescoço com a arma na mão direita.  Após derrubar os dois no chão então falaria em tom bem calmo, mas ao mesmo tempo sério. “ - Os barões não são seus mestres ... O medo é!!! E o Caos libertaram vocês!! MHUAUAUAHAHAU.”

Após vencer o combate então me aproximaria das garotas novamente, então olharia para elas e diria a um tom com calma. “ - O que mais temos para fazer por aqui?” Então ouviria as garotas atentamente, se ninguém tivesse nenhuma ideia então surgiria para a gente ir andando pela cidade para que possamos encontrar algo interessante, ainda estava preocupado com o que Ariel tinha me falado mais cedo. Precisava melhorar minhas habilidades. “ - Essa ilha é bem religiosa não é?” Perguntaria jogando minhas palavras ao ar, para qualquer uma delas que quisesse responder. “ Nós não precisamos de Deuses.” Então andaria pelas ruas de Tuntz Tuntz, procurando coisas interessantes para fazer ou aprender, pois nesse combate com Gael, uma coisa que tinha na minha cabeça é que eu realmente tinha muito que aprender.

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