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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyTer 11 Dez 2018, 14:54

Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Kryn Nerelin. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyQui 13 Dez 2018, 19:21



Um Toque de Morte.


“Três elementos combinam para criar uma vida: um coração, uma alma e um corpo. Mas a alma e o corpo deixados para trás quando o coração está perdido? Quando a alma deixa o corpo, o seu vaso, a vida dá lugar à morte."


Até que gostava da escuridão daquele local, me lembrava a morte, pois não há nada nela é fria e escura, foi quando eu escutei aquela voz pela primeira vez na minha cabeça, foi quando meu corpo ficou vazio, minha alma foi levada. “– Bom parece que ninguém tem uma ideia concreta de onde estamos.” Jogaria minhas palavras ao ar, sabendo que Elisabeth deveria estar mais perdida que eu, mas a anja, quem sabe a cabecinha dela não lembre de algo a mais. Logo podia ver onde eu estava, aquilo literalmente me deixou bem curioso. “Mas o que será que são esses ovos, de que tipo de animal é?” Pensaria comigo enquanto observaria calmamente para ver se havia algo escrito nos potes, me aproximaria bem do vidro e olharia detalhadamente. “– Ariel, sabe o que é isso? De que animal isso pertence?” No caso dela saber eu a ouviria atentamente, mas independente dela saber ou não, eu pegaria um e guardaria na minha mochila. “Pode ser que me sirva para algo no futuro.” Enquanto olharia para Lisa e logo perguntaria se ela encontrou alguma coisa diferente. “– Hey gata!!! Achou algo diferente, tipo, bem estranho isso.” Então aguardaria sua resposta antes de começar a mexer no livro, a qual tinha uma capa com um título bem estranho. “Wanna Play a Game?!”

Tiraria as poeiras, ou teias de aranha do livro antes de qualquer coisa, apesar de eu sentir um certo receio de mexer, então olharia para os olhos da anja. Sim, eu esperaria que ela me dissesse alguma coisa, nem que seja num simples olhar. “Mas quem eu estou enganando, não entendo.” Ainda tinha uma esperança de que algo saísse da boca da menina, por fim ela não falando nada eu então abriria o livro e começaria a ler o mesmo. Leria com atenção, ou pelo menos as coisas que me chamasse atenção sendo figuras, pois talvez eu não tenha muito tempo. Após passar e ler as figuras que me chamasse atenção eu voltaria para ler com calma e se possível até guardar o livro comigo também na mochila. Tendo alguma identificação sobre os ovos nos potes, tentaria identificar também, no caso de não contaria as meninas o que tinha visto no livro. “– Bom vim até aqui atrás de um oponente para conseguir ir até um tesouro e até agora nada.” Então olharia para a celestial com muita calma perguntaria a mesma. “– Tem certeza que estamos no lugar certo?” Daria um pequeno sorriso e na sequência começaria a vasculhar mais o local caso o livro não diga nada que possa me levar ao passo seguinte.

Ficaria atento para não ser pego de surpresa, tanto por pessoas como por animais, já que há vários ovos guardado, olharia sempre para os lados e sempre ficaria numa posição que alguém possa ver algo atrás de mim e eu olhando para que ninguém ataque as meninas pelas costas. Me esquivaria se fosse preciso, não havendo espaço sacaria minha espada e bloquearia se necessário. No caso de ser algum tipo de animal, tentaria me afastar no mesmo ou se possível matar com a minha espada. “Vai saber se é venenoso.” Pensaria comigo. Se alguma armadilha fosse ativada ao tocar no livro, sendo possível pularia em caso de buraco abrindo no chão, usando minha acrobacia. Algo arremessado eu me esquivaria rapidamente, algo caído do alto eu também me esquivaria. “Caramba sabia que ia da merda, mexer nisso.” No caso de nada acontecer então continuaria procurando coisas, quem sabe não encontrava algo de valor enquanto iria conversando com Ariel.

“– Sei que sua memória anda meio apagada, mas me diz aí lembra do seus pais?” Quando eu fazia essa pergunta logo me vinha um flashback na cabeça, lembrava dos meus sendo levado pelo governo mundial. Talvez ninguém notasse, mas naquele momento meu olho transmitia o mais puro fogo infernal, de alguém que vendeu sua alma. Enquanto minha mãe fazia de tudo para me esconder eu não faço ideia o que seja o exercito Revolucionário e qual seja a guerra deles contra o Governo, mas espero que eles saibam dos meus pais. “O Exercito abandonou meus mais no meio da guerra?” Sentia o mais puro rancor eu queria queimar tudo, tudo que me faz mal. Naquele tempo há uns 10 anos eu voltei da guerra despedaçado, agora eu tenho juntado as peças da minha vida de novo, talvez eu tenha um novo propósito a minha vida. Sabe o que era é pior em minha cabeça é que eu não consigo sentir raiva, apenas saudade, como isso pode ser um plano divino? É por isso que perdi minha fé e hoje só tenho maldade.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyDom 16 Dez 2018, 02:41










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:16:00





Assim que o trio entrara no porão da casa e vira que realmente não havia nenhum rastro do homem que Ariel tinha descrito para Kryn o pirata foi o primeiro a se pronunciar, não dizendo mais que o óbvio, parecia que queria somente quebrar o silêncio fúnebre que parecia pairar ali desde que adentraram o cômodo. Nerelin encontrou alguns ovos, mas estes eram diferente de tudo que já havia visto, eram ovais, como o usual, mas sua parte vertical era muito maior que a parte horizontal. Depois de observá-los em busca de informações adicionais e nada encontrar, o moreno ao virar-se viu Elizabeth, ou Lisa, encarando-o com um sorriso na face, e Ariel olhava fixamente para os ovos que Nerelin encontrou, mas ao ser questionada por este se sabia algo sobre os mesmos, não deu resposta alguma, continuou vidrada. Kryn em seguida perguntou para sua mulher se havia encontrado algo que fugisse ao usual, mas a rosada somente negou com a cabeça.

Depois de abrir e folhear o livro com o título de “Wanna Play a Game?!”, Kryn percebeu que aquilo lhe seria inútil no momento, já que não haviam quaisquer imagens, somente textos imensos, que o pirata não conseguia compreender uma palavra sequer. O moreno olhou novamente para a celestial e viu uma cena inusitada, a pequena anja caíra sentada com a mão esquerda na boca e com uma expressão de surpresa. - Cuidado vocês dois. Minha mente me enganou, a imagem mudou, o homem já sabe que estamos aqui. – O aviso dela fez com que Elizabeth aumentasse sua guarda, mas não tivera muito efeito em Kryn, já que a guarda deste estivera alta desde que entraram no porão.

De repente, os três sentiram suas cinturas serem agarradas por algo de textura muito dura e em seguida foram arremessador com uma força assustadora, tanto que foram parar perto da porta de entrada, no andar superior. - Parece que alguns insetos estão a fim de testar minha paciência. – Surgiu uma voz vinda do porão, indo na direção do trio, Elizabeth e Ariel foram para fora da casa, onde havia uma multidão, o que não deveria ser surpresa, já que estavam perto do Theatro Chords, a principal edificação da ilha, além de que em pouco tempo escureceria, e era à noite que o Theatro tinha a maior audiência. Nerelim que fora deixado mais à frente fora capaz de ver uma cabeleira vermelha surgir aos poucos, mas os sons que seus ouvidos captavam não era de passos, o que era de certa forma estranha, mas entendeu assim que a silhueta do homem surgiu totalmente.

Os olhos de Ariel e Elizabeth se arregalaram quando o viram, o ruivo estava no ar, mas não estava flutuando, pois o que dava sustentação eram garras de aranhas que saíam de suas costas, o produto que as formava era quase que de metal, de tão duro que era. - Vocês invadiram meu porão, mexeram em minhas coisas, a morte é a punição de vocês. – A população já conhecia a forma do homem, então não estranharam aquela forma, mesmo que alguns não se sentissem à vontade. - Ele tem a pista Kryn, derrote-o que conseguirá o caminho para o tesouro. – O que a celestial disse era parte da verdade, mas era necessário fazer isso para motivar o espadachim a lutar com o homem-aranha, visto que sua forma poderia dar muito trabalho ao mesmo. Quando menos esperava, Nerelim viu um vulto de relance e por conta dos reflexos e sua habilidade em esquiva girou seu corpo e uma das garras do ruivo passou a milímetros de sua pele, e ao errar, a garra balançou e derrubou um líquido esverdeado, o que assustou a pequena anja. - Isso é veneno. Tome cuidado Kryn. – O pirata poderia estranhar a estranha mudança em Ariel, já que de repente começara a falar mais, dando dicas, que mesmo que pudessem não ser necessárias, eram algo que poderia demonstrar que começava a confiar no mesmo, apesar de que isso não era necessariamente uma coisa boa. - Se não prestar atenção vai morrer logo, pirralho! – Disse o ruivo com uma expressão de raiva no rosto.
Considerações:
 

Legenda:
 

Ruivo:
 


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Última edição por Raiden Fuji em Sex 21 Dez 2018, 03:03, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptySeg 17 Dez 2018, 18:13



O Diabo.


“Estava escuro, tão escuro. Tudo doía, ah sim a alma dele está queimando, ela gritou e gritou. A queima não parou. Então através da dor agonizante, a voz do diabo me fez entender o que aconteceu.”

Não conseguia nenhuma informação de momento para ovos e o livro me parecia inútil, pois não entendia sequer uma única palavra. “Caramba quem escreveu isso ...” Me sentia bem perdido naquele porão, na verdade me sentia perdido desde que cheguei nessa ilha, mal via a hora para pôr a mão na grana e sair de rolê. Então olhava para aquela pequena garota que sempre se mostrou tão frágil finalmente falava algo que preste, pois até que fim o inimigo iria aparecer. Apesar de tentar estar atento, manteria minha calma. “Mas o que é isso!!” Sentia algo me agarrando e não fazia ideia do que fazer, estava completamente surpreso com aquilo, meus olhos abririam mais do que o normal, enquanto olharia aquela sua forma um tanto diferente para mim. Enquanto me levantava pensaria comigo com um suspiro um pouco abalado e suando um pouco. “Isso foi um sonho louco. Um dos piores pesadelos de todos os tempos.” Mas quando eu olhava novamente lá estava aquele homem com um formato de aranha então a voz infernal vinha na minha cabeça. “Posso lhe assegurar Kryn, o que aconteceu não foi um sonho.” Ouvia as palavras daquela criatura que para mim era infernal atentamente, sua ameaça de morte, realmente parecia uma pessoa bem cruel, assim como eu, não perde tempo e tenta executar seus oponentes, só que ele tinha algo que eu não tinha, poderes.

Com um tom de voz agressivo eu responderia o mesmo sobre a morte ser a nossa punição, então diria: “– A é eu ia lhe dizer a mesma coisa, só que de outro jeito.” Eu estava sim um pouco assustado, mas ao mesmo tempo com um sorriso sinistro e diabólico no rosto, pois esse seria um adversário que valeria a pena. Não poderia morrer aqui e deixar o meu corpo para algum demônio e estava decidido a por um fim a isso. Herói? Não de jeito nenhum, isso era apenas vingança, algo que iria me alimentar a cada vez mais, então eu precisava muito disso. “Mande ele para mim, vou adorar recebe-lo aqui em baixo, no fim ele é culpado!!! Vai por mim.” A voz infernava minha cabeça enquanto eu ainda estava me preparando, então recebia informações da pequena garota “– Veneno!! Isso é mal, mas que cara fraco, precisa disso.”  Estava nessa merda de ilha obcecado por um tesouro, seria um ouro de tolo? Não sabia mais o que fazer, teria apenas que seguir em frente e fazer o meu melhor para sair vivo dessa situação. “– O que mais você sabe Ariel que ainda não me contou.” Sentia-me confuso, como se a garota sempre soubesse, só que esse tempo todo estava escondendo, só que eu tinha coisas mais importantes para me preocupar. Manteria sempre atento e me esquivando, de possíveis golpes ou dos venenos tomando o máximo cuidado para não me acertar.

“– Morrer Logo? Eu já morri uma vez. Não há nada, apenas escuridão. Então eu ouvi uma voz me perguntando se eu queria uma segunda chance, eu queria uma chance para punir os que me machucaram, se eu queria vingar minha própria morte? Eu respondi que sim, mas do que tudo.” Faria uma pausa em meio a um sorriso macabro e continuaria. “– Não era Deus ou o bom samaritano, era o Diabo!! Em troca ele levou minha alma. Mas o Sargento da marinha e todos naquele banco em Toroa Island estão mortos do jeito mais cruel que possa imaginar, como por exemplo .... empalados por uma espada.” Seguraria bem firme as minhas duas espadas, enquanto analisaria atentamente meu oponente, não só eu como todos ali teriam que ter a atenção redobrada.

As portas do inferno se abriram, onde carniçais que me perseguem não me alcançarão, mas a matilha caça na penumbra é verdade e eu tenho medo de perder aquelas garotas na escuridão. Precisava ser analítico e frio, cada detalhe naquele combate era importante. “– Elisabeth, cuidado com os venenos e de olho para não cair na teia da aranha. Ariel fale mais o que você sabe.” Iria me esquivando para os lados na investida do meu oponente, mas não confiaria apenas nos meus instintos de esquiva ficaria atento para cortar alguma teia que tentasse me segurar ou um golpe vindo direto para que não caia veneno em mim usaria minha espada para tirar da trajetória para não ser pego pelo veneno enquanto perguntaria. “– Interessante o que é que te move a matar?” Se fosse preciso usaria as duas espadas para não ser atingido perfurado ou pelo veneno do mesmo, fazendo uma espécie de X e movendo para o lado rapidamente enquanto na sequência tanto me mover para não ficar parado para um próximo golpe, tendo a possibilidade de mês esquivar do mesmo.

Em caso de o mesmo golpear na altura do peito para cima me abaixaria rapidamente, usando algumas de suas patas de aranha, usaria minhas espadas para ambos os lados para não ser atingindo. Ou usaria minha acrobacia para ir me esquivando dos golpes do ruivo. Vendo uma oportunidade golpearia o mesmo com um corte na altura da boca do inimigo. Me focaria em não ser atingido pelo veneno, teria que tentar algo diferente nesse combate mais ainda não sabia o que fazer. Tendo espaço caço não seja possível me abaixar iria pulando para trás, deixando sempre a espada na frente do meu corpo, tomando um certo cuidado para também não ser pego de surpresa. “Como vou sair dessa.” Meus pensamentos ainda eram um pouco confusos perante ao meu adversário primeira vez que enfrentava um demônio que tinha a capacidade de se transformar em aranha. “– Achei maneiro, estilo diferente, as pessoas sempre dizem, Não, Não, não eu não mereço morrer!!! HaHaHa. Eu apenas encaro com calma e luto contra os meus pesadelos, mas me diz aí você sente medo?”


Em casos de golpe na altura da cintura para baixo eu pularia rapidamente tentando acertá-lo na cabeça, logo na sequência viraria um mortal para trás me esquivando, já caindo no chão com as duas espadas em X na minha frente. “– Você é o que? Um homem da lei, que veio chorar pelos meus crimes contra a humanidade?” Continuaria na defensiva esperando uma oportunidade, focado em não ser pego por uma teia ou por veneno então usaria o máximo para isso, acrobacia e esquiva, tentaria ser ágil para me esquivar. Se ele viesse para cima então correria enquanto o mesmo estivesse nas minhas costas, usaria um pouco da minha luta de rua para acertá-lo na cabeça, assim que caísse de pé me colocaria em posição de defesa novamente ficando atento a possíveis golpes do adversário me esquivando para os lados ou para trás, necessário usando minhas espadas para não ser acertado.

No caso de o mesmo tentar usar uma de suas garras para me acertar tentaria me esquivar para o lado e com uma das minhas espadas cortar bem na dobra da garra da mesma. “– Ahhhhhhh!” Talvez fosse o jeito ir tirando uma por uma, enquanto faria o corte com uma a outra eu deixaria em uma posição de defesa para caso me ataque com outra garra, para um bloqueio ou apenas desviar o ataque do mesmo para dar tempo de mim me afastar com minha acrobacia e esquiva. Ficaria em posição de combate encarando meu adversário. “Vai ser uma parada dura, muito dura ... hahah que anja maldita.”

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptySeg 17 Dez 2018, 22:32










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
Localização: Tuntz Tuntz Island
Horário:16:00




Distraído com seu demônio interior, Kryn só conseguiu perceber o perigo que a garra do ruivo lhe trazia graças ao comentário de Ariel, mas o comentário feito pelo mesmo acabou por fazer algmas veias saltarem na testa outro pirata. - Quem você acha que está chamando de covarde, seu pivete? – Mas o moreno o ignorou completamente e pediu por outras informações do ruivo. - A única coisa que vem à minha mente é o nome dele. Gael O’Kelly, o Octopus. – Mas o que a celestial disse também foi escutado por Gael, que de imediato entendeu o que estava acontecendo. - Parece que essa pirralha consegue descobrir sobre a vida dos outros. Ele deve ser a primeira a morrer. – Com a fala do usuário da fruta da aranha, a pequena anja arregalou os olhos e pequenas lágrimas fizeram menção de sair, a sede de sangue de O’Kelly demonstrava fizera um pequeno flashback a deixar imóvel.

Vendo a situação nada boa para Ariel, Elisabeth logo agiu e se pôs na frente da menina, olhando seriamente para o ruivo, e imediatamente Nerelin disse para a rosada tomar cuidado com a movimentação do outro pirata e principalmente com o veneno que o mesmo produzia, a mesma acenou a cabeça, concordando com as ordens de seu amado. Vendo a proteção que ambos faziam para a celestial, Gael se irritou e utilizando as garras, saltou para frente e utilizou de imediato duas delas para fazer uma estocada na direção de Kryn, que já estava atento com a movimentação do Octopus, por isso teve sucesso em saltar para sua destra e utilizou uma de suas espadas para desviar a outra garra.

- Interessante o que é que te move a matar? – Disparou Nerelin logo após escapar dos golpes do ruivo. Que estava pronto para utilizar suas garras para avançar novamente, passando por cima do moreno, mas teve de subitamente se interromper para pôr uma de suas garras na frente do rosto, a sorte é que seu instinto funcionou depressa, pois caso contrário, um pedaço de seu rosto faltaria, pois um golpe horizontal veio com muita força, e só não o arrastou pelo fato de suas garras também são incrivelmente fortes. Após o bloqueio de surpresa, gael lançou Kryn para trás, mas o mesmo aterrissou bem no solo, e o ruivo olhou para o mesmo. - Por que tenho a sensação de que esse garoto está se divertindo com a luta, isso não parece normal. – Pensou o pirata, poderia ser que o mesmo tinha um bom motivo para querer encerrar a luta rapidamente?

Sem perceber, ambos já tinham ido para fora da casa, e as pessoas ao redor se afastaram o máximo que conseguiram, pois não queriam se arriscar a serem acertadas pelas garras de Gael. - Você não sabe? – Falou o “Octopus” parando momentaneamente seus movimentos. - Eu achei que eles estavam aqui pelos ovos, então... – O’Kelly teve de interromper sua linha de raciocínio por um grito. O mesmo partira de Elisabeth, que fora subitamente atacada por Ariel, que tinha os olhos arregalados, e respirava fortemente, diversas lágrimas caiam de seu rosto, e a mesma havia derrubado a rosada e a enforcava. - Pare com isso… Ariel… Você… não é assim... – Disse a ex-nobre olhando com ternura para a celestial, que aos poucos recobrava sua consciência, enquanto que Lisa perdia a sua. Gael parara para ver o que ocorria, mas Nerelin não fizera o mesmo e aproveitando a brecha se lançara em uma investida que tinha como objetivo a face do ruivo, e como o mesmo ainda estava destraído, fora acertado por uma estocada, mas não o pegara de cheio, a cabeça do mesmo se movera levemente para sua destra, e Kryn acertou a bochecha esquerda do usuário.

- Parece que não posso mesmo me descuidar, você realmente é uma cobra ardilosa, como pensei. Não terei mais piedade de você, pirralho. – Em seguida fora a vez de Kryn se pronunciar. - Achei maneiro, estilo diferente, as pessoas sempre dizem, Não, Não, não eu não mereço morrer!!! HaHaHa. Eu apenas encaro com calma e luto contra os meus pesadelos, mas me diz aí você sente medo? – Riu o moreno. Dito isso, Gael desceu para o chão pela primeira vez, e ficou numa posição de quatro apoios, depois disso, suas garras se recolheram por suas costas, e quatro braços extras surgiram em seu corpo. - Vou para valer agora. – Em seguida, o ruivo, em uma velocidade estupenda, chegou em frente a Nerelin, e utilizado dois braços, segurou os dois do moreno, e com os outros quatro, acetou quatro socos, um na cara, um no abdome, um na costela do lado direito e o último no peito. Com o último soco desferido, o Octopus largou os braços de Kryn, fazendo-o ser lançado por 3 metros de distância. - Vamos lá garoto. Esperava mais de você. – Falou O’Kelly, pondo-se de volta em quatro apoios, oito no caso.[/color]

Nesse momento, Ariel retomou sua consciência e viu suas mãos em volta do pescoço de Elizabeth, e ficou assustada. - Lisa? Lisa, acorda. Por favor!! – Dizia a celestial, com muitas lágrimas caindo de seu rosto, mas algum tempo depois, a rosada começou a tossir, voltando a respirar, mas ainda não havia acordado, a anja ficou levemente aliviada com isso, pois não suportaria ter a matado, já que era grata a mesma por ter a ajudado, e ainda a ajudar a derrotar o Octopus, por falar nisso, a mesma olhou para a luta de Kryn, e viu que o mesmo estava caído, enquanto Gael em sua nova forma se dirigia lentamente na direção do moreno. - Levanta Kryn, você não pode deixar ele te matar. Vamos lá!! – Gritou a celestial, tentando animar Nerelin.
Ferimentos:
 

Legenda:
 


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Última edição por Raiden Fuji em Sex 21 Dez 2018, 03:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyTer 18 Dez 2018, 00:19



O Inferno.


"O inferno é a incapacidade de sermos diferentes da criatura segundo a qual ordinariamente nos comportamos."

Ariel realmente parecia saber bastante sobre o ruivo, que dizia coisas estranhas como ela conseguisse descobrir sobre a vida dos outros. “Mas que porra é essa, só eu que não tenho poderes aqui?” Bom, mas isso também tornava as coisas interessantes eu perdia uma grande oportunidade enquanto a dona aranha estava imóvel isso era um erro a qual eu não me permitia. “Preciso ficar mais esperto.” Ele era rápido e forte, o que seria um desafio enorme para mim. “– HAHAHAH, estava na hora de algo aparecer, mas me diga como é o tesouro?” Suas garras quase me arrancaram o rosto, isso não era nada bom, não queria chegar aos pedaços no inferno. Enquanto me movimentava, mas sentia-me fraco perante ao meu adversário e me perguntava porquê? Por que eu ainda sou fraco? Eram perguntas que minha cabeça se recusava a aceitar. “Espero que você não seja passado para trás!!!” Aquela voz surgia eu sabia quem era e o que ele queria. “Você não vai me decepcionar não é moleque, nós temos um contrato.” No fundo ele tinha razão. “Desde Micqueot eu venho banhando as cidades em sangue pelo nosso acordo.” As coisas estavam ficando cada vez mais complicadas então responderia meu adversário. “– Estou aqui por causa da garota, não sei de nada, meu alvo costuma ser civis, marinheiros e agentes. Só que eu tenho um contrato para cumprir então decidi aceitar qualquer vingança. Ariel me trouxe aqui, não sei o que você fez.”  

Eu também esperava mais de mim, mal acreditava que o oponente havia me derrubado tão facilmente, acho que me acostumei tanto a matar civis que desmereci meu oponente. Ver Elisabeth também quase morrendo me fazia sentir uma dor muito grande no coração, pois era tudo que eu amava nessa vida, mesmo sabendo quem eu sou, o que eu faço, por que eu faço ela não merecia sofrer. Ela escolheu seguir-me nesse caminho, mesmo sabendo que no meu coração só tem maldade, vingança, sadismo. Seria o fim do cavaleiro infernal. “Se a ama, levante e lute eu ainda também estou aqui, não quero você ainda se juntando com sua alma.” Tudo que tenho no momento uma mulher e o espirito diabólico, meus pais foram levados pelo governo e os revolucionários aparentemente a qual eles ajudavam nada fizeram. Conheci pessoas incríveis a qual juramos sobre uma bandeira, onde está eles agora, Asken, Helves e Bruce eu me aprofundo cada vez mais no inferno. “Não entende o segredo e continua indo, mas diz que não tem medo? Eu o diabo continuo aqui sorrindo sua alma queima pra pagar os seus pecados, o ódio reina e ele selou um contrato vai vagar renegado, vai buscar por vingança, você precisa ver a Rosa e encontrar a sua Esperança” Ele tem razão ainda tenho minha rosa, Elisabeth a qual jurei fazer o meu melhor, ouvia alguma voz gritando meu nome então como o rugido de uma besta eu gritava acordando para esse combate “– Eu vou sair desse buraco igual um verme maldito estou voltando do inferno pra carregar você comigo!!!”

Então me colocaria de pé novamente, tomando o máximo de cuidado com o meu adversário. Esquivaria se fosse possível pulando para trás enquanto observava o mesmo e as coisas em minha volta e diria ao mesmo. “– Não sei nada sobre essa ilha, sobre o que está acontecendo vim parar aqui pelo acaso do destino.” Manteria minha guarda de pé e ainda completaria. “– Já que não me respondeu o que te move a matar eu te direi no meu caso. Sabe qual é a melhor parte quando se mata alguém? A expressão do rosto!!! Não é a expressão quando se sentem ameaçados, é quando eles sentem a lâmina da espada entrar, é uma surpresa não conseguem acreditar no que está acontecendo com eles. As pessoas não conseguem entender e eu não tenho muitas respostas para dar, nada do que eu disser fara alguém dormir melhor a noite. Quando meus pais ainda estavam comigo, eu não fui surrado, molestado, mamãe não batia em mim, meu pai não me estuprou. Eu sou que sou é única explicação que eu posso dar. Não existe mistério eu faço o que faço porque eu gosto, por que eu quero fazer. Talvez minha mente é tão perversa quanto à morte. Eu posso sentir o ódio me possuir de dentro para fora, e é a melhor sensação.” Estava animado novamente para o combate, deixava esse ódio me possuir mesmo perante aos meus machucados, sabia que estava doendo pelos meus descuidos, mas as coisas tinham que ser diferentes, precisava arrumar um jeito de superar meu oponente.

Iria ficar atento aos golpes que pudessem ser direcionados a ele por aquele pirata. Iria correr ao máximo de sua velocidade na direção do meu oponente, já que não era possível que Ariel também pudesse me atacar naquele momento igual fez com a Beth, antes que conseguisse começar a correr, e iria fazê-lo com o braço direito flexionado para trás e o esquerdo na frente de forma que, ao oponente entrar no alcance que daria se ela estivesse esticando a espada do braço direito. Saltaria tentando usar de toda a velocidade conseguida para ir num altura acima do oponente, ou ao menos de sua cabeça, e girando o corpo puxando a espada no início do salto iria tentar enquanto saltava girar de forma a ser um mortal conjunto a um golpe. Impulsionando-se tanto para o salto quanto para girá-lo entorno de si mesmo no ar , pelo impulso do puxão que daria com as espadas e mesmo da rotação que forçaria com sua cintura e braços tentaria no instante em que começava a virar-se de cabeça para baixo girar ambas as armas junto a ele de forma a quem se aproximasse ser cortado pela lâmina, iria tentar mirá-las quando estivesse na altura da cabeça do oponente e mesmo estivesse de cabeça para baixo girando com as suas Scimitar e Dadao, direcionar esse giro conjunto de forma a lâmina tentar decapitar os oponente que estivessem em seu alcance, o golpe seria muito semelhante a ele ser uma hélice de helicóptero de cabeça para baixo com as lâminas sendo usadas para decapitar os seus adversários, a diferença é que, Kryn, usaria de suas habilidades acrobatas, para caso percebesse um desequilíbrio pelo golpe ou por algum tranco, iria tentar girar o corpo de forma a precaver-se de uma queda desajeitada de forma a cair de pé ou mesmo realizando um rolamento para amortecer a queda segurando as espadas com ambas mãos fazendo um X na frente do meu corpo, tentando já bloquear em caso de um não sucesso. Como o pescoço é uma área onde eu gostava de ouvir o barulho do corte, era prazeroso além de todo o sangue que poderia escorrer.

Não tendo sucesso nesse ataque então teria que ficar na defensiva. “– Vaso ruim de quebrar!!!” Caso alguma de suas garras entrasse em seu caminho iria tentar uma estocada rápida com a espada puxando-a para cima tentando envolver com a lâmina e arrancá-la fora com um movimento horizontal, aproveitando do alcance de sua espada. Também fazendo isso tiraria a mesma de cima de mim ou próxima no momento que faria isso já estaria esperto movimentando a minha outra espada para atacar outras possíveis garras, ou vendo uma oportunidade a mesma enquanto a movo para cima tirando o foco de mim com a outra espada arranco ela fora, com um corte certeiro e forte de cima para baixo e na sequencia começaria a dar alguns pulos para trás, pois não queria perder meu oponente de vista para não ser pego de surpresa.

Se fosse bloqueado iria tentar girar as espadas de forma a forçar as garras do oponente, de forma a não ter como haver resistência do oponente, um ponto de brecha e então entrar com a lâmina pela brecha enquanto vou deslizando a minhas espadas até o ponto fraco ou menos resistente da garra.

Se o oponente esquivasse iria simplesmente mudar a direção do golpe com velocidade, ainda aproveitando do fato de ser duas espadas para conseguir pegá-lo no golpe mesmo que ele avançasse em sua direção após esquivar-se. Caso conseguisse acertar meu oponente então diria. “– Agora o combate está ficando interessante!!! Podia me falar mais sobre o ouro haha para eu saber se isso tudo vale a pena, estou tão perdido nessa ilha, acho que sou o único que não faz a mínima ideia do que está acontecendo.”

Mas no caso, de não o acertar de maneira nenhuma olharia manteria-se atento.
Estaria o tempo inteiro prestando atenção para golpes que pudessem ser realizados contra ele, iria tentar se esquivar das seguintes formas sempre que notasse algum golpe que pudesse acertá-lo . Em golpes horizontais iria tentar flexionar os joelhos para passar por baixo e continuar correndo saindo para o lado pelo qual o golpe já tivesse passado levantando-se novamente e tentando aproveitar da brecha criada pelo movimento para fazer o planejado anteriormente para a situação. Se não fosse possível abaixar-se iria tentar saltar se notasse que não teria que ser algo muito alto de forma a deixá-la muito vulnerável. Em golpes em vertical/tiros e estocada iria tentar apoiar-se em um dos pés puxando o corpo para o lado pelo qual o oponente tinha a mão predominante para fazer o golpe, de forma a ficar do lado de sua guarda, e logo em seguida apoiando-se nos dois pés (rapidamente tudo isso obviamente) continuaria a avançar ou golpear. Em golpes em diagonal iria tentar impulsionar-se no sentido que o golpe estivesse sendo aplicado, de forma a sair da sua área de alcance ou mesmo rondar o oponente para que um dos lados do mesmo fique aberto. O golpe alcançando a altura de suas pernas ela tentaria dar um breve salto em uma investida para o lado de forma a passar por cima do golpe e avançar, assim como se estivesse alto demais quando lhe alcançasse tentaria se abaixar como no primeiro caso de golpes em horizontal. Golpes corporais sem uma direção certa, como troncos iria tentar sair da reta do mesmo, tirando o corpo da frente sempre atenta para o que o oponente fosse fazer tentando ter reações mais rápidas pois sabia que a velocidade sempre surpreende o oponente e encurta seu tempo de reação.

Além de tudo isso em minhas esquivas, focadas também para não ser acertado pelo veneno do mesmo, eu não conseguindo nada, pegaria algo no chão para usar de escudo para não ser envenenado sendo até mesmo algum civil inocente que estiver próximo. Ou falhando nas esquivas usaria alguma construção para me esconder das garras e veneno do meu adversário, enquanto planejava minha próxima investida. “Droga, preciso ser mais assertivo. Usar o mal contra o mal.” analisaria a situação de maneira calma apesar de toda a dor e da situação.


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyTer 18 Dez 2018, 02:31










- Kryn Nerelin -
Clima: 20ºC
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Depois de ter sido derrubado por Gael, quase um filme se passara por sua cabeça, seu demônio interior o dissera bastante coisa, se aproveitara de seu espírito enfraquecido ao ver sua amada ferida para instigá-lo a batalhar pelo acordou que tinham, e saindo de um espírito fragilizado para uma fúria bestial, Kryn se pronunciava. - Eu vou sair desse buraco igual um verme maldito estou voltando do inferno pra carregar você comigo!!! – Com a frase de Nerelin, o Octopus parou sua caminhada enquanto via o moreno levantar-se, este dizia que estava na ilha pelo destino pois não sabia nada da ilha, mas o que o mesmo falou a seguir o fez paralisar no lugar. - Já que não me respondeu o que te move a matar eu te direi no meu caso. Sabe qual é a melhor parte quando se mata alguém? A expressão do rosto!!! Não é a expressão quando se sentem ameaçados, é quando eles sentem a lâmina da espada entrar, é uma surpresa não conseguem acreditar no que está acontecendo com eles. As pessoas não conseguem entender e eu não tenho muitas respostas para dar, nada do que eu disser fara alguém dormir melhor a noite. Quando meus pais ainda estavam comigo, eu não fui surrado, molestado, mamãe não batia em mim, meu pai não me estuprou. Eu sou que sou é única explicação que eu posso dar. Não existe mistério eu faço o que faço porque eu gosto, por que eu quero fazer. Talvez minha mente é tão perversa quanto à morte. Eu posso sentir o ódio me possuir de dentro para fora, e é a melhor sensação – Os olhos de O’Kelly se arregalaram e a boca se escancarou, a surpresa fora tanta, que o mesmo retornara à sua forma anterior. - Eu poderia não matá-lo aqui, já que você parece não ter nada a ver com o que quero proteger, mas não posso deixar você escapar daqui depois do que disse, você é o demônio em pessoa. – Disse com uma expressão fechada, as veias saltadas à testa e os olhos num fogo que poderiam lembrar Kryn do inferno.

Nerelin parecia ter ignorado completamente o que fora dito pelo ruivo, estava focado no que deveria fazer para conseguir superar seus poderes e enfim derrotá-lo. Kryn tomou uma posição com suas espadas, onde seu braço direito estava mais atrás, e o esquerdo à frente, em seguida começou a correr na direção de Gael, que fez o mesmo, mas com uma boa distância entre eles, o usuário da akuma da aranha utilizou três de suas 8 garras para fazer uma estocada no moreno, que conseguiu desviar delas facilmente por todas focarem num único ponto, depois de saltar para a direita, Kryn continuou correndo e saltou de forma que queria fazer uma espécie de golpe com giro, mas não contava que as garras voltassem tão rapidamente, elas acertaram suas costas, e o lançaram na direção de seu dono, que sem dó acertou um poderoso soco na boca do estômago de Kryn, que perdeu todo o fôlego antes de ser arremessado no chão, o que aumentou o impacto no corpo do moreno.

Mesmo sendo acertado tão forte, Kryn não parecia estar abalado, tanto que soltou uma frase que irritou Gael, achando que o moreno estava zombando de si. - Agora o combate está ficando interessante!!! Podia me falar mais sobre o ouro haha para eu saber se isso tudo vale a pena, estou tão perdido nessa ilha, acho que sou o único que não faz a mínima ideia do que está acontecendo. – Mas uma parte do comentário tirou sua raiva. - Que ouro? Do que diabos está falando moleque? – Era possível que Nerelin ficasse louco em descobrir que o ouro que esperava receber por derrotar o ruivo não estava em posse do mesmo, mas aquele não seria o momento certo para que o fizesse, pois sem esperar, O’Kelly imediatamente utilizou novamente 3 garras, mas dessa vez, aumentou a velocidade destas, e fez uma emboscada, fazendo uma delas vir da direita para a esquerda num movimento de perfuração, assim como outra garra, mas com o lado oposto, e a última fez uma estocada, mas a última garra vinha depois, e o plano funcionou perfeitamente, Kryn teve de saltar para trás para não ser acertar pelas garras perfurantes, mas a última num veloz movimento o perfurou na barriga, à esquerda do umbigo e abaixo das costelas do lado esquerdo.

De imediato o moreno cuspiu sangue, e o Octopus puxou-o até si, sem retirar sua garra. - Parece que as coisas não saíram do jeito que você imaginava, não é mesmo? – Zombou o ruivo, mas sua face logo deu lugar a uma expressão de dor e raiva, desviando o olhar, ambos puderam ver que Elizabeth, já recuperada, arrancara um das garras de Gael. - Solte-o, ou eu vou te destruir agora. – A voz de Danmartin estava repleta de ódio, e qualquer um poderia sentir isso, o que fez com que O’Kelly sorrisse com desprezo para a rosada. - Como se você pudesse fazer isso. – Desligando-se por um segundo de sua guarda, Kryn tinha a oportunidade para conseguir praticamente aniquilar seu adversário, será que conseguiria, ou a derrota mostraria seus dentes para o pirata.
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Última edição por Raiden Fuji em Sex 21 Dez 2018, 03:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyTer 18 Dez 2018, 15:37



O Monstro.


Quem luta com monstros deve velar por que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro. E se tu olhares, durante muito tempo, para um abismo, o abismo também olha para dentro de ti.

Me deixar vivo parece que já não estava mais nos planos do meu adversário, isso era algo que eu encararia como uma coisa comum. Até porque eu sou o monstro que carrega a cruz, meu golpe parecia não ter saído tão bem como eu havia planejado e no fim ainda acabaria por ser acertado pelo animal peçonhento. Encarava aquele combate como algo interessante e não tiraria o sorriso do meu rosto, não importa o que aconteça eu teria que encarar essa situação feliz, pois eu me sentia assim. “Ele pode negar, mas no fim está fazendo a mesma coisa que eu.” Pensaria enquanto sentia a imensa dor das garras do meu oponente parece que eu literalmente cai na teia da aranha. “– Se não tem ouro, por que estou lutando?” Não sabia a resposta, mas alguém sabia lá no fundo sabia. “Por Vingança!!!” Era simplesmente isso, não havia nada, ouro, glória, heroísmo, no fim era apenas vingança e a vontade de alimentar o que está me consumindo. “Eu não posso desistir, nunca, tenho que continuar seguindo, ainda não conheci tanto assim da Grand Line e ainda não tenho a resposta do que aconteceu com os meus pais, estão mortos? Presos? Foragidos?” São tantas perguntas na minha cabeça.

Estava preso na garra do meu oponente, podia sentir o gosto de sangue na minha boca. “É mais prazeroso quando isso acontece com meus oponentes hahaha.” Pensava enquanto ainda teria que planejar o que fazer, Elisabeth chamava a atenção do tal O’Kelly e arrancava umas das patas do bicho, achava isso tão engraçado. A excitação da incerteza, a adrenalina que enchia meu corpo enquanto posicionava-se esperando o ataque de um inimigo que não consegue ver, que não consegue bloquear, impossível de se esquivar. Meu coração batia rápido, cada vez mais rápido a cada investida que aquela aranha dava de forma a balançar a balança do destino. A tensão aumentava, a necessidade de ser melhor no combate fazia meu sangue pulsar mais rápido em conjunto com a emoção na qual sou tão viciado. Eu adorava lutas e matança, ver meus inimigos sofrerem, mas quem estava sofrendo agora era eu, preso numa garra, sangrando e ferido. “Será que sou tão incapaz assim de não conseguir nenhum pouco chegar próximo ao meu inimigo.” O monstro não via, mas um sorriso malicioso aparecia no meu rosto enquanto já planejava meu golpe, era tudo ou nada e aquilo apenas aumentava minha empolgação para o combate. “Parece ter algo em mente garoto, tente a sorte, se falhar pelo menos tentou.”

Então tentaria usar esse momento de distração criado por Elisabeth. Avançava com a minha espada sendo segurada pela mão direita, ou a mais próxima do ponto que quero acertar supostamente em direção a meu adversário... Só que não. Observava os movimentos de Elisabeth e de Ariel, meu alvo era no pescoço do meu oponente um corte rápido e seco entre o pescoço e o ombro do homem, do lado mais próximo que estivesse. Não pararia ali, continuaria com a mão oposta à que usei cortaria a garra que me prende, esperava que os golpes dessem vantagem para outro ataque. No mesmo momento que faria o velho sinal já conhecido por Elisabeth para ataca-lo, já que meu golpe também chamaria a atenção do meu inimigo. “– Vai-lá gatona.” Assim que caísse se possível retiraria a garra do meu corpo. “– Ahhhhhhhhhhh maldito inseto.” Diria enquanto tiraria sem ficar parado, iria fazendo isso em movimento, para não ser acertado pela dona aranha.

Com Lisa atacando o mesmo iria aproveitar para atacar também um ataque combinado, evitando golpes a longa distância que pudessem ser efetuados em sua direção com as possibilidades seguintes, e caso este não mirasse em mim, mas sim em alguma direção próxima eu iria procurar passar por esta, como um reflexo se impulsionando para a direção contrária antes de continuar e caso não desse tentando efetuar um salto com um mortal para dar uma maior força no salto pela movimentação do corpo e então continuar até onde ele estivesse, mesmo com ferimento, já pode fazer isso com ferimentos piores. Alcançando uma distância mais considerável do spider-man, que fosse alcançada por uma investida mais forte minha e de Beth, iria flexionar os joelhos aproveitando o pouco impulso da disparada já que eu teria dificuldade para correr e saltar em direção a ele girando o corpo em um golpe em horizontal segurando mais acima do cabo para somente a parte cortante da espada se dirigisse ao oponente e não tivesse a opção dele segurar no cabo da espada. Eu iria tentar engatar entre as garras do lado mais distante dele com a lâmina de sua espada, não mirando nos braços, mas entre eles. Aproveitando tanto do giro rápido obtido pelo impulso dela após a corrida, iria tentar neste movimento rápido feito para evitar possíveis esquivas, e em horizontal exatamente para dificultar ainda mais e no caso dele se afastar poder esticar mais com o cabo da arma para não deixá-lo fugir para trás, e sendo o golpe em uma altura considerável do corpo da criatura para evitar que conseguisse sair facilmente com um salto iria ao sentir uma resistência contra minha espada tentar usar da mesma para mudar a direção do golpe, abaixando os braços para tentar mudar a direção da lâmina da arma de forma a, pelo giro, ela descer em uma alavanca como uma tentativa de decepar uma garra central enquanto ampliava um corte por entre as costelas do O’Kelly. Aproveitando de descer a espada, para tentar controlar meu próprio giro se necessário e manter seu equilíbrio iria abaixar a espada até o chão. Caso O homem conseguisse de alguma forma se esquivar, iria descer a espada em uma vertical para tentar parar seu movimento da mesma forma citada anteriormente só que com uma maior força e tentando bloquear a continuidade de seu salto tentando achar uma resistência no chão ou em alguma 'parede'.

“– Mas você é bem chatinho em hahaha.”
Ela falaria simultaneamente a seus movimentos enquanto ainda encarava os movimentos de seu oponente. Caso ele avançasse em sua direção iria ainda aproveitar da sua posição atual, com a espada mirada no chão e o corpo ligeiramente abaixado para seus movimentos evasivos. Caso ele tentasse algum movimento de golpe em vertical/diagonal iria tentar se impulsionar o corpo para o lado que fizesse o golpe de modo a sair dele já com a vista do flanco do oponente, já puxando sua espada no processo para cima de forma a tentar "desengatar" caso ficasse preso no chão ou algo do gênero, e avançaria em um arranque na direção do mesmo mas... Mas não iria concluir o arranque, era apenas para se aproximarem e alarmá-lo, em vez de continuar o avanço pela machucado e por estratégia eu apoiaria meu seu pé direito enquanto interrompia o avanço e puxando as espadas de baixo para cima tentava fazer um golpe em arco tentando pegar a parte interna mais próxima do monstro e afundar rasgando o músculo da área sem parar e ainda tentando pegar parte do braço mais baixo. O golpe era feito enquanto eu girava o corpo, girando em cima do pé que usava como apoio abaixando o corpo e subindo-o junto do movimento. Sem parar o giro, ela iria completá-lo puxando a espada de forma a girar junto a descer do outro lado do mesmo mirando no pescoço do O’Kelly, afim de decapitá-lo naquele mesmo movimento. Em momento algum daria espaço para a criatura respirar, caso este se afastasse em uma esquiva iria se impulsionar na direção do mesmo e emendar com o próximo golpe planejado o mais rápido que pudesse aproveitando do momento que o mesmo tivesse se distraído para fazer a primeira esquiva.

Entretanto caso o golpe fosse em horizontal, ela iria usar de suas habilidades de acrobata em conjunto de sua esquiva para inclinar o corpo para trás tentando fazê-lo passar acima de mim, mas sem dar tempo do seu oponente se recuperar após o golpe iria já girar o corpo no sentido contrário em que ele fizesse o golpe para assim já poder recuperar sua postura natural e toda a força de seu corpo. Com este giro puxaria minha espada naquele sentido subindo-a e tentando perfurar o flanco, de guarda possivelmente aberta diante do golpe horizontal já que seria algo sequêncial ao mesmo, e tentando rasgá-lo até a outra extremidade com o giro, mas antes de terminar entretanto iria se limitar a parar o golpe e puxá-lo para cima tentando engatar um dos braços do mesmo e girando a foice com as duas mãos em um arco para o lado tentando decepá-lo ou abrir um grande corte no músculo da criatura. Caso fosse um golpe horizontal em uma altura que não desse para ela inclinar o corpo para trás e se esquivar, iria rapidamente se impulsionar para trás tentando sair da reta de alcance do golpe do golpe, e tentaria assim que o golpe passasse por ela avançar na direção da aranha puxando a espada e tentando o mesmo golpe.

Após a sequência de golpes sendo bem-sucedidos ou não iria se impulsionar para trás de forma a tomar uma ligeira distância do pirata e manter-se atenta para possíveis golpes dele, tentaria analisar o que ele já tivesse feito contra mim antes para se prevenir analisando também a situação das pessoas já que enquanto estaria fazendo tudo isso provavelmente Elisabeth também o atacaria. O seu adversário avançando em sua direção iria tentar esquivar-se girando o corpo em cima de um dos pés de forma ao golpe passar direto isto em caso de diagonais ou verticais, ou mesmo a longa distância que tivesse um foco só para o lado oposto de que este viesse, ou simplesmente para a direita se mantivesse em um foco central. Em golpes horizontais iria tentar inclinar o corpo para trás ou dar um leve salto para trás precedido de um impulso para a lateral para que não fosse pressionada para alguma direção sem saida, sempre tentando sair para o outro lado.

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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyTer 18 Dez 2018, 20:37










- Kryn Nerelin -
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Aproveitando a distração causada por Elizabeth, que Kryn tinha a intenção de aproveitar, o mesmo tinha um plano a seguir em sua mente, e com a aprovação do demônio que o acompanhava a tempos, o pôs em prática. Ainda estava levantado no ar pela garra que lhe trespassara, gael tinha virado seu corpo levemente para olhar sua nova oponente, mas esqueceu-se de Nerelin, e esse foi um erro fatal, utilizando a Dadao que tinha em sua mão esquerda fez um corte diagonal da base do pescoço até o esterno, no centro do peito. Com o corte, O’Kelly voltou a encarar o moreno, com uma expressão raivosa. - Como se atreve? Seu... – O ruivo teve de se interromper, pois enquanto focava no espadachim, Elizabeth o acertou novamente, cortando a parte de trás de ambas as coxas do usuário da fruta da aranha. - Vocês estão se achando demais. – Proferiu irritado, e com um movimento, lançou Nerelin ao chão, e sacou duas pistolas, que usou para disparar na direção da rosada, que conseguiu desviar das primeiras, mas foi atingida nos dois ombros e no abdome, fazendo um sorriso zombeteiro aparecer na face de Gael.

- Tão fácil assim? – Riu o ruivo, mas não viu que Kryn levantava-se e fez um sinal para a gatuna, que imediatamente sacou dois sais, e com ambas apontando para baixo, avançou rapidamente, e o moreno levantou-se com um filete de sangue escorrendo pelo canto da boca. Por conta de um projétil, Elizabeth teve de se afastar, e quando a mesma estava pronta para avançar novamente, percebeu que Nerelin estava da mesma forma, e acenando para o mesmo, avançaram ao mesmo tempo. Com o gesto de Lisa, O’Kelly percebeu que o pirata já havia se levantado e partia para o ataque novamente. - Mas que moleque insistente. – Reclamou mentalmente o ruivo. Utilizando o máximo que seu corpo permitia para avançar, Kryn tentou fazer alguns movimentos complexos, aproveitando que todas as garras do Homem-aranha estavam focadas em sua amada, mas acabou por não ter tanta sorte assim, no meio do movimento, uma fisgada nas costas atrapalhou seu movimento e o deixou vulnerável, e Gael não o perdoou, acertou-lhe um potente gancho com a mão destra, enviando Nerelin alguns metros para trás cuspindo uma boa quantidade de sangue.

Vendo todo o sangue que saia da boca de seu amado, Elizabeth se irritou e aumentou a velocidade dos golpes de seus sais, mas não era o suficiente para vencer o ruivo, que atirara na rosada novamente, acertando desta vez suas pernas, o que a impedia de continuar o combatendo, mas Kryn já estava de pé novamente, parecia começar a sentir alguns efeitos negativos em seu corpo, mas ainda não era suficiente para o impedir de lutar. Sem ser percebido, o moreno avançou rapidamente e fez um enorme talho diagonal nas costas de O’Kelly, que rugiu de dor e virou-se rapidamente na direção de Nerelin, mas este fizera dois pequenos saltos que o tiraram de perto do ruivo, que realizou alguns disparos na direção do moreno, mas como o ruivo estava furioso, Kryn nem precisou fazer muito esforço para esquivar dos projéteis, focando somente em avançar novamente contra o usuário, que se irritava ainda mais por seguir errando os disparos, mas de repente lembrou-se de suas garras, e parou de atirar e fez duas garras avançaram em uma estocada, mas o espadachim se moveu para o espaço entre elas e avançou rapidamente, chegou a dar uma vacilada no meio da corrida, proveniente da dor que sentia na barriga, mas não parou, correndo com dificuldade, teve de rolar para a esquerda para desviar de um golpe vertical de cima para baixo de outra garra, e ao fim do rolamento, percebeu que estava próximo do homem-aranha, e com um salto, se lançou na direção do ruivo, girou seu corpo durante o voo e ao finalizar este, trouxe sua cimitarra velozmente em um golpe horizontal da direita para a esquerda, utilizando ambas as mãos para dar mais potência ao golpe, que logo foi bloqueado por uma garra, mas foi aí que toda a movimentação se mostrou efetiva, a garra foi cortada no meio, trazendo uma grande dor a Gael, que em seguida foi acertado por um profundo corte na parte superior de seu peito, que começou a sangrar bastante e o fez cair de joelhos, sem forças para que as garras o sustentassem no ar.

Assim que terminou o giro e aterrissou no chão, Kryn viu O’Kelly olhar para si furiosamente e começou a disparar contra o mesmo furiosamente, mas o moreno se afastou com diversos saltos, mas um projétil acertou sua mão esquerda, o que o faria perder um pouco da força no membro, mas pôde parar de esquivar pois novamente o ruivo estava de joelhos, pois Elizabeth acertou as costas do mesmo com três kunais bem-lançadas. - Pivetes irritantes. - Amaldiçoou  Gael, irritado por sofrer tantos ferimentos. - Agora não tem mais volta. Vou destruir vocês! – Vociferou o ruivo, com a testa franzida, e em seguida novamente voltou à sua forma octópode.

- Qual é o plano, amor? – Perguntou Elizabeth a Kryn, que não chegou a perceber a mesma se esgueirando até si. A rosada olhava com seriedade para O’Kelly, pois estava bastante ferida pelos projéteis que foram disparados em sua direção, então sabia que subestimá-lo era um erro, e esperava as ordens de Nerelin para agir, mas qual era o plano do moreno?
Ferimentos:
 

Legenda:
 

Cortes em Gael:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança   Cap. 1 - Renascendo, Espirito de Vingança EmptyQui 20 Dez 2018, 16:36



A Escolha.


"Tudo o que você faz na vida, cada escolha que faz, tem uma conseqüência. Quando faz coisas sem pensar não está escolhendo nada, está sendo escolhido."

Gael se demonstrava ser alguém bem irritadinho, enquanto quem deveria estar a flor de nervos era eu, pois estava levando a pior no combate, mas encarava toda aquela situação calmamente, sempre tentando observar o meu adversário. “Não sei o que fazer, foi um bom corte, mas não me parece o suficiente.” Meu objetivo era sempre atacar e lutar, por que no fundo eu não tinha medo, terror, desespero tudo que eu tinha era um coração de um guerreiro que foi forjado nas mais profundezas do inferno. “Tenho que dar um jeito de acertar o ponto fraco desse camarada.” Um gancho, o gosto amargo do sangue na boca, o cheiro da derrota, a cada segundo olhava a luz no fim do túnel se apagando, parece que não importa o que eu tentasse o destino daria um jeito de fazer ser errado. “Maldito foi o dia em que eu trilhei esse caminho, o dia em que nasci. Abandonado por Deus, que me tirou tudo, meus pais, minha casa, minha felicidade, minha humanidade.” Respiraria fundo enquanto ainda podia sentir o duro golpe do oponente, o sabor da fraqueza escorrendo pela minha boca. “Uma vez um homem me disse, nada dura para sempre, a dor, tristeza, sorrisos, felicidade, dinheiro, nada!!!” Levemente sentia que ele estava certo, com esse pensamento tentei fingir que isso era passageiro e continuei investindo no meu oponente.

Um bom ataque até, apesar dos ferimentos e da dor que sentia, plano? Eu não tinha um plano minha vontade era de gritar corre o mais rápido que poder. Só que eu não podia fazer isso, não, nós tínhamos uma promessa e eu tinha que a cumprir. “Precisamos atacar juntos, mas agora com oito braços ele tem um múltiplo ataque bem forte, aparentemente.” Minha vontade mesmo era de queimar aquilo tudo, queimar meu adversário, aqueles malditos ovos a qual não consegui nem ao menos sequer pegar um. Aparentemente as coisas daqui para frente seria assim cada vez pior, seria praticamente só eu e Elisabeth, por uma fração de segundos, muito rápido eu me perguntaria como será que está Asken, Helves, Aya e Bruce. “O tempo é curto para lamentar as escolhas erradas” Meu plano era sobreviver, sair vivo, seguir a diante meter o pé dessa ilha. “A sua ganância por um ouro lhe colocou aqui meu jovem.” Ele tinha razão tudo isso por um tesouro que talvez eu nem encontre. Mesmo com minha mão machucada tentaria segurar bem firme a minha espada, cuspia sangue. “Preciso de um médico.”

Realmente era algo que eu achava impressionante a quantidade de braços que o filho da puta tinha, até invejava nesse ponto. “Pff, e eu que, por um momento, vamos tentar ser pelo menos mais eu mesmo nessa investida.” Então já começava a concentrar o sangue na minha boca, sem engolir e sem cuspir. Enquanto desenvolvia rapidamente uma linha de raciocínio, procurando a melhor forma de acabar com aquele combate, minhas mãos trabalhavam em conjunto, com a mão machucada pelo disparto tentaria fazer o melhor para segurar a espada. Mas não sendo possível a guardaria na bainha e ficaria apenas com uma mesma. Então daria aquela piscada de olhar básica para a gatona, esperar o próximo movimento que seria após ele vim para cima de mim, como de costume piscaria primeiro com olho direito. “Vamos lá confie em mim hahaha.”

O tempo todo, estaria bastante atento à movimentação à minha volta, tanto de meu inimigo, Ariel, da minha mulher. O faria de modo a esquivar de quaisquer ataques — sendo eles reais ou aparentes, procuraria esquivar-me com uma passada rápida para o lado oposto ao do golpe, e, em um único movimento, procuraria contra golpeá-lo, acertando-o na parte mais exposta de seu corpo. Daria preferência ao tórax ou ao pescoço, procurando incapacitá-lo ou matá-lo apenas com a cortada ou a estocada. Qual das duas faria dependeria de meu posicionamento, sendo a estocada para caso estivesse mais perto e a cortada para caso estivesse em uma maior distância. Na hipótese, entretanto, de não ser possível esquivar-me, apesar de minha boa agilidade, procuraria utilizar a curva externa da scimitar para desviar o golpe. Bloquear não seria uma opção sensata, até pelos meus ferimentos, eu poderia não ser a pessoa mais inteligente do mundo, mas também não era a mais idiota do planeta, já que meus braços ainda estavam fadigados, além dos outros ferimentos. A curvatura natural de minha lâmina poderia, desde que usada corretamente, desviar bem golpes das garras, o que era outro bom motivo para tê-la escolhido como arma. Para realizar o desvio, procuraria posicionar minha lâmina de modo que a garra adversária raspasse na curva. Desse modo, o leve desvio de trajeto faria com que o movimento prosseguisse, mas abrisse a guarda do adversário e, assim, teria a oportunidade de contra-ataque. Poderia fazê-lo com a própria Scimitar, caso me fosse mais conveniente, ou, caso não fosse, com um bom chute ou soco em seu pescoço, queixo ou partes íntimas. Seriam os três alvos que poderiam mais facilmente incapacitá-lo, levando-o ao nocaute. A boca do estômago seria a minha quarta opção, mas, se realizar tal golpe fosse me expor a um contra-ataque ou me fizesse ter de mirar outro local que não esses quatro, apenas procuraria saltar para longe em seguida, esquivando-me totalmente.

A todo instante estaria esperando por um ataque de Gael, vindo de frente. E, caso isso realmente ocorresse, preparar ia-me para o mais rapidamente possível, esquivar-me de seu golpe e, se possível, contra-atacar. Uma vez que o pirata até então não havia demonstrado aptidão em me matar ele aparentemente não iria desistir, ainda continuaria com o sangue acumulando em minha boca. Entretanto eu também estava preparado para um possível disparo em minha direção, usando arma de fogo para lançar algum projétil. Por isso mesmo, caso qualquer coisa viesse em minha direção, procuraria esquivar-me da melhor maneira possível, podendo saltar, caso o que fora atirado viesse muito baixo e fosse largo o bastante para impossibilitar uma esquiva lateral; agachar, caso o que fora atirado viesse mais alto e fosse também largo demais para que eu esquivasse apenas indo para um lado; ou ainda simplesmente ir para algum lado, nas outras situações. O importante era que meus sentidos todos estavam totalmente focados em garantir a minha sobrevivência. “Desgraçado, vem, vamos ver no que vai dar.”

A verdade é que estava poupando esforços, pois eu queria estar correndo com tudo para cima dele, mas não podia então estava na defensiva, o provocaria fazendo um movimento com as mãos para que ele venha para cima. “Merda esse arrombado é bem forte.” Meus ataques agora seriam mais concentrados, não podia me dar ao luxo de errar muito de novo. Se ele viesse para o combate assim como eu esperava então já dava a piscada para Elisabeth a segunda era para a mesma já estar pronta para atacar também, mas estaria bem focado na dona aranha, assim que ele chegasse bem próximo para me golpear, eu cuspiria todo o sangue acumulado na minha boca, na direção do rosto dele, focando seus olhos, mesmo que não saia como eu queria, o simples movimento de ter que levantar uma das mãos para impedir, também seria a minha oportunidade de distração assim como para minha amada atacar pelas costa, então daria uma estocada rápida na direção do seu toráx, ou pescoço. Tentaria fincar minha espada rapidamente e tira-la já dando movimentos para trás, me colocando em defesa. “– Beba do meu sangue animal.” Ainda esperto para usar algumas das esquivas já descrita, então se Beth conseguisse se aproximar pelas costas do mesmo para golpeá-lo, era hora de atacar também. Tínhamos que ir levando o boi bandido nesse joguinho de provocação para que sempre um possa aproveitar um bom momento.

Então assim que me aproximasse do mesmo desferia um chute, na perda do mesmo, com o intuito de derrubá-lo, mas caso o mesmo esquive tirando a perna então continuaria o giro e aplicaria o chute no alto, não dando tempo para uma reação. Porém ainda consiga defender o movimento, com o braço, com a minha mão segurando a espada daria uma estocada na perna do mesmo, levando em consideração que chutaria com a perna oposta a qual estaria segurando a minha espada, ficaria a mesma no joelho do meu adversário, para tirar o apoio do mesmo e um possível contra-ataque do mesmo com mais força. Enquanto ele também estivesse defendendo meu golpe era a oportunidade para a rosada cravar suas adagas nas costas do bicho e com isso dar me oportunidade de tentar passar a lâmina novamente no pescoço de Gael. “– Morre Diabo!!!!!!” Mesmo assim estaria atento a tudo e tentando estar preparado para qualquer coisa, antes de eu chutar ele se transformar, cancelaria e não chutaria, apenas usava aquele momento criado como distração para a gostosa da minha mulher e viraria um mortal para trás já me esquivando de um possível golpe com as garras assim que caísse olharia ela tendo sucesso ou não eu vendo uma oportunidade de distração daria uma estocada rápida no mesmo.

Chute, sequencia após esquiva em baixo.:
 

Ainda caso o O’Kelly vier para cima de mim com seus oito braços e tentar algum golpe na região da minha cintura para cima, usaria de minha acrobacia e luta de rua, já fazendo uma abertura zero e aplicando um gancho nas partes intimas do mesmo. “– Assim que eu luto, jogando sujo!!! Quebrando nozes.” Voltaria a ficar de pé rapidamente (Como a gif) E usaria dos meus dedos para furar os olhos do mesmo, ficando todos rapidamente, e logo na sequencia aplicaria um corte rápido no pescoço do pirata com toda minha força possível, tentando fazer a espada atravessar o pescoço, não possível  cortar a cabeça do mesmo com um corte na lateral do pescoço, daria uma estocada no gogó do mesma com o mesmo propósito com intuito de fazer a espada sair pelo o outro lado tentaria força com as duas mãos se fosse preciso. Enquanto pediria para Elisabeth também cravar adagadas no mesmo. “– Vamos furar esse desgraçado inteiro.” Se isso acontecesse eu me divertiria muito enquanto iria furando o meu adversário.

Quebra Nozes:
 

No caso dele tentar um golpe na altura do peito para baixo, arriscaria não só me esquivar como um mortal para frente levando meu pé na cabeça do mesmo, assim que caísse de pé no chão, já tentaria aproveitar para cravar a espada na barriga do mesmo de maneira bem rápida, então começaria a furá-lo várias vezes, o quanto fosse possível. Assim meu golpe não surtindo efeito no mesmo, cairia de pé e usaria algumas das esquivas já citada acima.

Mortal para frente com chute:
 

No caso de não vencer ficaria em posição de defesa e usaria as esquivas citada lá em cima. “Bom vamos nessa, seu desgraçado de merda.” Olharia as coisas a meu redor para ver se encontrava algo favorável para ser usado no combate ou até mesmo, para um possível plano de fuga. Mas no caso de der certo eu precisaria de médico, só que antes disso voltaria até onde nós estávamos e pegaria um daqueles ovos.

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