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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Art. 1 - Departure

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MensagemAssunto: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptyTer 11 Dez 2018, 14:54

Art. 1 - Departure

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Helves. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptyQui 13 Dez 2018, 23:04



걸음 걸음마다 맘을 가다듬지만

Acordar tão cedo não era algo comum para Helves, seu irmão sabia bem disso, pois era ele quem a acordava normalmente. Só que agora ela não estava mais com ele, uma separação complicada e que nem mesmo houve tempo para conversar sobre isto. "Espero mesmo que Asken esteja bem, por isso preciso checar o porto ao menos uma vez antes de partir." A missão ainda era um problema desconhecido, tendo de ir ao encontro de Lennis uma segunda vez para escutar sobre o que faria. "Gostei do descanso, mas imagino que será apenas isto. Mesmo que eu queira mais algum tempo livre, não sei se conseguirei por conta da tal missão." Passeando pelo novo ambiente, Helves eventualmente chegava até a sala do Major, entrando quando fosse autorizada e assim recebia a próxima missão. "Apoiar um grupo revolucionário... Axell, parece tudo bem até aqui." O problema ali era esse Axell não estar na mesma ilha, precisando viajar até o sujeito assim que possível. Um pequeno papel seria usado para encontrar o homem da missão, algo bem estranho na visão da celestial, percebendo apenas após a explicação o quão útil uma coisinha tão pequena era. – Certo. – Era uma missão bem simples em que tudo estava pronto, faltava apenas a hora passar. Nesse tempo ela teria como cuidar das coisas do lado de fora do esconderijo, além de aprender um pouco sobre as coisas mais importantes naquele trabalho.

Antes de sair da sala do Major ela ainda tinha algumas coisas importantes para discutir com ele, coisas que não poderiam ser deixadas para mais tarde. – Senhor... Como deve saber eu fazia parte de um bando pirata e meus companheiros estão na ilha, mas eu ainda não tive qualquer contato com eles. Kryn apareceu assim que finalizei a missão de ontem, só que não seria interessante ir atrás dele. – Com bastante calma as palavras da celestial iam sendo lançadas, explicando as coisas até chegar em seu ponto final. – As coisas podem ter ficado complicadas no porto, talvez por isso Kryn não esteja lá e provavelmente Asken também não... Se chegou neste nível, Asken protegeria Aya até o fim e daria algum jeito para deixa-la segura até que eu consiga encontrar ela. Se o senhor souber de algo, me diga... Terem fechado o acesso ao porto foi o que me impediu de ir até lá, se algo realmente aconteceu com o meu irmão eu precisarei encontrar Aya. – E ai estava, o principal ponto daquela conversa. – Se Aya estiver sozinha, não poderei abandonar ela em lugar algum. Neste caso... Eu poderia trazer minha companheira para este lugar? – Dito isto, Helves observaria bem as ações de Lennis e escutaria qualquer coisa que o mesmo pudesse dizer, esperando alguma ajuda do homem. Com ou sem a autorização dele, Helves esperava encontrar a sirena no porto e talvez Asken. – Entendo... Fora isto, existe algum lugar onde posso encontrar livros neste prédio? Estou querendo aprender algumas coisas. – Sorria e mais uma vez ficava quieta para escutar. Ao fim de tudo a pirata sairia da sala do Major, andando rapidamente para fora do prédio sem pensar muito.

Continuar com aquele disfarce poderia ser muita atenção no momento. "É hora de voltar a ser uma pirata." A peruca retirada e colocada dentro da maleta, arrumando o cabelo brevemente para assim subir o capuz e andar novamente escondendo o rosto. As vestes eram as mesmas, por conta disso Helves já imaginava a necessidade de comprar roupas novas. "O porto é mais importante do que as roupas agora." A velocidade iria aumentar enquanto seguiria o caminho feito anteriormente para chegar até aquele local, passando por todos os pontos mais discretos da cidade, querendo alcançar seu objetivo rápido e com bastante segurança. "Ele realmente não pode ter sido preso... Kryn não abandonaria Asken, não faz sentido eu ter encontrado ele naquele lugar. Isso só fica pior, não queria mesmo me envolver em nada agora que as coisas estão andando para o meu lado." Ter finalmente encontrado um caminho era bom para ela. Uma garota que nunca havia seguido realmente a própria vida, acompanhando seu irmão por ai sem preocupar-se muito com nada. "Ser livre é bom e ruim,  já estava ficando louca... Agora tudo se resolverá, estou seguindo um bom caminho e ajudarei muitas pessoas. Roubar os outros não é só o que eu posso fazer como pirata." Sem pausas na corrida. Helves correria em velocidade máxima, observando os arredores em uma simples tentativa de gravar tudo que era importante ou interessante.

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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptySab 15 Dez 2018, 17:27


Narração
Clima: Outono // Sensação térmica atual: agradável
Localização: Tuntz Tuntz Island - 4ª rota
Manhã

Helves
A jovem celestial aceitou a estranha missão que o major havia lhe passado e percebeu que não havia muito o que fazer em relação a mesma no momento. Na verdade, aquilo tudo nem tinham tanta importância no momento perto de alguns questionamentos sobre seus amigos. Helves acabou falando algumas coisas sobre seu passado querendo chegar no ponto principal, que era a sereia companheira de seu irmão. Ao falar dela parou por um tempo e viu Lennis anotando algumas coisas em um papel antes de começar a falar. - Claro que pode. - Respondeu o mesmo num tom calmo e amistoso que se manteria por toda a conversa. - Só peço que tenha cuidado para não trazer nenhum marinheiro junto. Não precisamos chamar atenção por aqui. - Falou o mesmo terminando de anotar algumas coisas no papel. - Saberia me informar se a sua amiga deseja entrar para nossa causa? Ou só vamos dar uma ajuda por agora? - Perguntou o mesmo enquanto parava de anotar e olhava para Helves, seu rosto não transmitia exatamente seus pensamentos, mas era claro que ele já planejava algum tipo de missão para a nova recruta se fosse o caso. Após a resposta, a jovem perguntou se haveria algum local por ali que ela poderia pegar livros para aprender. - Nós temos sim alguns livros por aqui, mas eles... - O homem parou por um tempo para lembrar os livros. - Ignorando os livros que ensinam ou falam sobre música, porque estes são a maioria. Diria que temos livros mais históricos, alguns poucos eu diria que serviriam para cozinhar, um ou outro poderiam te ensinar algo de estratégia. Mas, o que você deseja aprender? Eu poderia providenciar para você se não for nada muito difícil. - Falou o mesmo com a mão já preparada para anotar a resposta. Com a segunda resposta dada, Helves estava livre para fazer o que queria.

Trocando seu visual para algo mais apropriado para a situação, a agora pirata começou a andar na rua enquanto pensava em tudo que acontecera com ela nos últimos tempos. Pela primeira vez trilhando seu próprio caminho. Talvez fosse comprar roupas depois de resolver a situação que encontrasse no porto. As ruas estavam calmas apesar da agitação do povo para o trabalho, não havia nenhum tipo de tensão nas ruas e assim a celestial conseguia andar tranquilamente pelos tortuosos caminhos enquanto se aproximava do porto. Enquanto se aproximava foi sentindo que a tensão no ar estava aumentando. Talvez fosse a mudança do cheiro ou talvez algo no ar já denunciasse. Quando finalmente chegou no porto, sem ter visto nada realmente importante até lá, acabou se deparando com tudo numa estranha paz, era uma paz diferente da paz que sentira nas ruas da cidade. Havia um pouco de sangue no chão espalhado em diferentes pontos do porto. Nada que fosse realmente chamativo, pelo menos não para a população que ali estava, que ignorava os traços do sangue e trabalhavam calmos em seu dia a dia. A maioria carregava ou descarregava barcos que estavam se preparando para partir ou que haviam acabado de chegar. Foi quando a mesma ouviu um par de homens comentando sobre um pirata que havia sido preso ali a pouco tempo. - Ele resistiu por um tempo. Falaram que ele até conseguiu salvar uma sereia que estava com ele. - Falou o primeiro como se contasse uma história sobrenatural. - Uma sereia? Por aqui? Por favor né. - Respondeu o segundo em um claro tom de deboche. - É VERDADE! - Afirmou bem alto o primeiro enquanto continuavam a andar, e assim conseguiu ouvir a ultima frase dita pelo mesmo já mais baixa. - Falaram que ele a jogou no mar antes de ser pego, agora a mesma já deve estar longe.


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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptyDom 16 Dez 2018, 06:20



다 말하려 해도 다하지 못한 건

A conversa com Lennis se desenvolvia de um modo bem diferente do imaginado pro Helves, deixando-a feliz e até animada de ter um major a sua disposição. – Ela só segue o ritmo, se tornou pirata por não ter para onde ir... Então não posso afirmar se seguirá a causa... Eu preferia que ela apenas ficasse tranquila e pudesse encontrar um lugar seguro, somente assim minha mente ficaria tranquila. – Ter que carregar uma sirena tão inocente por ai não era a ideia da celestial. Ela entendia muito bem que Aya precisava de ajuda e no momento não existia um lar para sua companheira, mas ainda não conseguia enxergar a doce sereia lhe acompanhando em missões perigosas pelo mundo. "Ir com Asken também não é o melhor para ela, achar um lugar seguro parece a opção mais interessante aqui." Provavelmente era mesmo, ainda que ela não soubesse exatamente onde seria este local seguro o bastante para deixar sua amiga para trás. Olhando para os outros, algo bem comum dela. Por conta disso ela já estava quase esquecendo de seu aprendizado, conseguindo pensar nisso apenas pela ajuda que Lennis poderia dar. "Ele é bem útil, espero encontrar outros superiores legais como ele..." Estar tão bem em pouco tempo só a fazia sorrir ainda mais, conseguindo afirmar com certeza que aquele era o seu lugar. – Agora que precisarei enfrentar pessoas com palavras, não só usando armas, preciso aprender a usar coisas fora a força. – Como explicar algo que nem mesmo ela entendia direito. A falta de conhecimento era algo estranho, nem mesmo vivendo alguns anos na terra a fez conhecer boa parte de tudo aquilo que importava. – Vejamos... Quero aprender a atuar, fazer as pessoas acharem que sou outra pessoa mesmo com o meu rosto. Emoções? Acho que é isso, simular emoções e realmente me tornar alguém diferente. – A primeira estava ali, faltava a segunda ideia que ela estava tendo a algum tempo. – Também tenho interesse em disfarces, como escolher as roupas corretas e encaixar elas de um modo que ninguém conseguirá reconhecer-me. Senti falta disso na última missão, queria me esconder para nunca ser reconhecida, mas achei bem fraca a minha noção disso. – Concluía sorrindo, imaginando se havia passado a ideia do que estava querendo. – Por hora estarei indo lá, quando voltar poderei aprender essas coisas. – Deste modo ela escutaria qualquer palavra do superior e seguiria o rumo definido.

Ontem mesmo ela havia passado no meio de uma cidade muito agitada e festiva por conta do evento angelical, algo estranho e nunca visto antes pela celestial. "Toda aquela agitação e festa desapareceu, imagino o motivo disso." Não era o mesmo, mas ainda estava melhor do que Yakira e Toroa. "Muito melhor." O caminho ao porto era bem fácil, algo tão tranquilo que parecia errado. Ter tanta facilidade até soava estranho, mas Helves aceitou aquilo e permaneceu indo ao porto sem ligar muito para isto. "Sangue." Então a ideia de Asken realmente havia sido levada para a frente, deixando bem claro que a coisa não tinha terminado muito bem para um dos lados. "E algo me diz que foi para o nosso." Toda a paz e pessoas trabalhando não conseguia enganar a garota, pois ela tinha noção do que havia acontecido ali, só estava meio perdida em relação aos fatos reais e onde seu irmão estava. Um pirata. Foi ai que começou a conversa entre algumas pessoas pro lá e Helves imediatamente aproximou-se o bastante para escutar. "Então ele realmente perdeu... Não acredito, Asken realmente vai até o limite quando começa uma luta, mas isso é horrível... Fico feliz dele ter conseguido salvar ela, se a tivesse arrastado junto para a prisão eu teria de matar meu irmão idiota." A questão agora se voltava para alguns outros detalhes deixados de lado por aqueles estranhos. "Onde está o nosso barco? E por qual motivo só falam de um pirata, todos os outros abandonaram Asken?" A história completa era importante, só que o acesso a ela seria meio complicado, pois somente quem estava lá na hora da luta saberia exatamente quem e quantos foram capturados. "Não terei tempo para isto, preciso ser breve aqui." Com alguns pensamentos já formados, ela começaria a caminhar pelo porto procurando com os olhos a escuna comprada em Toroa. "Foi o nosso primeiro barco, preciso encontrar isso... É necessário ao menos saber se ainda está por aqui, Aya não teria fugido se houvesse algum lugar seguro por perto." Encontrar a embarcação nem importava tanto assim, ela só levaria a celestial até um ponto onde poderia finalmente pensar em achar a sirena por perto.

A procura seria bem longa se fosse necessário, passando o tempo que fosse preciso para ver se Aya realmente havia escapado da ilha ou ainda estava por perto. "Ela sabe que eu ainda estou aqui, não escaparia só por causa da prisão de Asken." Questionar nos arredores seria bem inútil. Ninguém poderia lhe dizer onde ela estava, nem mesmo se o barco havia sido levado por quem tinha capturado o negro. "Estou começando a achar que não terei muito sucesso por aqui, essas pessoas não vão me ajudar e tudo está só me incomodando." Se em algum tempo não houvesse resultado algum nas buscas, Helves iria partir para o mais arriscado, que seria basicamente caminhar até a ultima parte de terra antes de chegar na água e observar ali por alguns segundos. "Sei que está viva." Com ou sem movimentos na água ela faria o mais idiota possível, saltando ao mar sem importar-se com qualquer coisa acontecendo pelo porto. "Vamos, me dê uma resposta." Nadando de olhos abertos, procurando com bastante cuidado movimentos de algum animal ou até mesmo de algo com aparência humanoide. "Como eu posso achar alguém que não quer ser encontrada?" Nadando, subindo para respirar e novamente descendo para procurar pela companheira perdida, indo até mesmo para longe do porto, em qualquer canto mais isolado da ilha onde se poderia chegar em terra e não houvessem pessoas por perto. – AYA!!! – Gritaria quando estivesse fora da água ou ao menos subisse para respirar e houvesse a esperança de chamar por alguém. – Estou aqui, preciso venha até mim. – Diria já quase desistindo. O triste semblante mostrado refletia exatamente a como ela estava sentindo-se, percebendo naquele instante que havia perdido de vista todas as pessoas que amava. – Vamos lá... Eu preciso ao menos saber que estão bem... – Murmuraria cerrando os punhos, voltando até a terra se necessário para sentar-se e observar o mar enquanto decidiria o que fazer tendo ou não Aya de volta para sua vida.

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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptySeg 17 Dez 2018, 23:43


Narração
Clima: Outono // Sensação térmica atual: agradável
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Manhã

Helves
Ao ouvir a resumida informação Helves acabou se perguntando o que exatamente teria acontecido por ali. No final decidiu procurar pelo navio de seus amigos por não acreditar que fosse possível que os outros piratas tivessem simplesmente abandonado Asken. Enquanto andava no porto a procura do barco ouvia o barulho do mar e o povo trabalhando, era difícil de acreditar que ali houve algum tipo de luta a pouco tempo. A mesma foi andando olhando não somente as embarcações, como o mar em si, procurando por sinais de algum ser vivo se movendo perto da superfície d'água. Acabou não encontrando nada mesmo após uma longa caminhada por todo o porto, o desespero ia batendo na jovem celestial que começava a se perguntar sobre simplesmente perder todos que conhecia. A jovem acabou se aproximando da borda da terra e enquanto fazia isso, vários começaram a notar que uma jovem ia se aproximando da água aos poucos e um ou outro até pensaram em perguntar se estava tudo bem e a jovem precisava de ajuda, porém não o fizeram a tempo.

Helves abriu os olhos embaixo d'água e viu somente azul por todos os lados, havia um peixe aqui ou lá, porém a maioria não arriscava se aproximar muito do porto por serem presas fáceis. A jovem começou a nadar por ali procurando pela sereia. Ela não poderia ter ido muito longe. Poderia? A jovem poderia começar a se perguntar se um dia voltaria a ver Aya, voltando para respirar e mergulhando novamente poderia se perguntar muita coisa porém aceitou com o tempo que não havia muita coisa para se fazer por lá e começou a nadar para uma direção mais afastada da civilização. Quando deu por si a jovem estava na região da floresta, com as lindas folhas de outono caindo no chão. Gritando pelo nome da amiga não ouviu nenhum sinal em resposta. Sem ter o que fazer, saiu do mar, o vento frio fazia a situação ficar bem triste. Foi então que ouviu um barulho de água sendo espalhada por perto. E ouviu um grito, não era um grito de medo ou dor, era um grito mais controlado. - Helves! - Era claramente a voz de Aya. O grito vinha do lado da floresta de alguma forma, provavelmente a mesma havia entrado em algum dos rios da proximidade, assim a jovem sereia acabou aparecendo a sua frente, sã e salva.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptyQua 19 Dez 2018, 13:44



할 말이 없어서 그런 게 아니야

Tanta procura e nenhum resultado. Helves já estava sentindo que realmente havia perdido sua companheira sem poder deixa-la em algum local seguro, imaginando se Aya estava bem nadando pela perigosa Grand Line. "Droga... Como eu posso ter perdido os dois ao mesmo tempo, eu ia partir, mas avisaria antes. Essa é a pior situação que imaginei." Sem barco, Aya ou Asken por perto a celestial ficava triste e não conseguia parar de pensar nisso nem mesmo por um segundo. Os gritos não alcançavam ninguém, ao menos foi isso que ela pensou quando não teve resposta nem mesmo em movimentações por perto. Sentir o vento frio em sua pele ao sair do mar foi o limite para Helves. Sentando lentamente, abraçando os joelhos e enfiando o rosto entre eles, querendo se esconder de tudo e todos enquanto estava em seu momento de fraqueza. Se não havia ninguém por perto, ela poderia chorar e se expor ao nada. "Merda, merda... MERDA! Seguir aquelas pessoas foi um erro, acabei perdendo ela por causa da minha idiotice." Algumas lágrimas até escorriam pelo rosto da garota, caindo na calça já molhada pela água do mar. Toda a situação parecia horrível, isso foi somente pelo tempo em que ela ficou ali sem saber o que fazer ou para onde ir.

Um grito ao longe acordou Helves daquele estado, fazendo-a levantar a cabeça para ver de onde estava vindo tal grito, pois ele claramente havia chamado por seu nome. – Aya?! – Bradou ao nada, querendo alguma resposta pela voz, mas acabou recebendo o barulho da água e sua companheira surgindo da floresta sem ferimentos. "Ela realmente me esperou..." Nem mesmo a celestial imaginou algo assim, pois o perigo era enorme e ela tinha de escapar mesmo não querendo. Em um impulso de felicidade, Helves apenas levantou-se e avançou na direção da sirena, abraçando ela bem firme enquanto colocava o rosto no ombro dela com as lágrimas ainda caindo. – Achei que tinha te perdido... – Esta era a segunda vez que a garota havia chorado na frente de Aya, percebendo o quão fraca poderia ser na fraca dela em situações do tipo. – Sinto muito por te deixar para trás, sei que errei... – O abraço permaneceria, mas a garota acabaria por morder levemente o pescoço da sirena, deixando as lágrimas escorrerem já que não importava por ambas estarem molhadas. – Me conte tudo, eu quero saber exatamente o que aconteceu... – Deste modo a celestial carregaria Aya até um dos rios na floresta, sentando na borda deste com a sirena na sua frente para ter uma conversa direta.

Com cuidado ela enxugava as lágrimas, tentando se recuperar de tudo com um sorriso de canto em seus lábios, observando a companheira de modo especial. – Não achei que deixaria você me ver chorando outra vez, tentei muito, mas parece que sou um pouco fraca quando é algo que lhe envolve. – Sorrindo de forma mais empolgada, puxava a sirena em mais um abraço. Helves aproveitava disso para ficar naquela posição, deixando que a sirena ficasse meio que sentando em suas pernas enquanto a celestial estaria segurando ela. – Agora me deixe saber tudo o que aconteceu, fiquei preocupada quando vi o bloqueio que fizeram no porto... Não conseguir ir até vocês por isso e por algumas outras coisas. – Se tornar uma revolucionária não era algo exatamente bom e que ela gostaria de espalhar por ai, pois é uma situação estranha e secreta. Helves não queria que todos soubessem sobre isto, então apenas deixou de lado e continuou com aquele momento interessante com Aya. "Quando eu retornar até a base posso conversar com ela sobre isto, por hora é melhor deixar assim." Levar a companheira até um local seguro seria bom antes de tudo, cuidando de sua segurança e já preparando a sirena para a noticia de que achar Asken não era uma opção.

Helves escutaria cada palavra dita por Aya, sorrindo e mordendo a sirena algumas vezes no pescoço e braços, também fazendo isto em si mesma com mordidas em seus próprios braços. "Se ele foi capturado, normalmente não gostaria de ser resgatado... Mesmo que estivesse querendo, eu não tenho como abandonar o meu caminho. Finalmente estou fazendo algo que aprecio, foi realmente a hora correta para nos separarmos." Quando as coisas estivessem mais calmas na cabeça da celestial e as roupas já não fossem um grande peso, Helves finalmente se levantaria, carregando Aya se ela quisesse assim. – Sei que consegue andar, quer ser carregada nas costas ou ir andando? Sei que não gosta de usar roupas, mas a cidade pode estranhar e talvez seja hora de comprarmos algo para você nesses casos. – Assim ela iria carregando ou apenas andando ao lado de sua companheira, pronta para segurar esta caso fosse cair. A floresta era a melhor opção para evitar encontrar as pessoas do porto, pois eles sabiam exatamente o que havia ocorrido e isso seria perigoso. – Vamos evitar o porto, as pessoas que trabalham lá sabem de tudo aquilo que aconteceu, um deles até mesmo te viu ser jogada no mar. – De modo suave ela diria isto, sabendo que Aya concordaria para a própria segurança.

Em algum ponto da floresta, Helves procuraria entrar na cidade de um ponto mais isolado, levando Aya até a primeira loja de roupas que conseguisse encontrar no caminho e não estivesse cheia de gente, além de ter roupas interessantes. "A qualidade delas deve ser boa, roupas medianas servem apenas para quem realmente não tem dinheiro." Todo o dinheiro roubado do banco estava nas mãos dela, dividir seria bom, mas não houve tempo e agora que todos tinham se separado não existia motivo para fazer isto. "Vejamos." Com calma ela observaria as roupas, focando em procurar coisas especificas, mas também dando atenção para a sirena. – Escolha algo que goste e usaria, se estiver dentro do quanto podemos pagar eu comprarei para você. – Com isto dito, Helves finalmente focava mais na sua compra do que em Aya, olhando algumas vezes para ela ou carregando-a pela loja. No total ela teria escolhido 3 conjuntos, sendo estes em cores diferentes, além de uma capa preta e 3 máscaras. Tudo seria de boa qualidade, procurando os melhores e que estivessem com um bom preço, principalmente as máscaras, que precisavam ser resistentes para não quebrar facilmente.

Helves tomaria cuidado para quem fosse lhe atender não olhar muito para o rosto dela, pois a garota não queria ser reconhecida por comprar tais coisas. De qualquer modo a celestial iria pagar assim que lhe fosse pedido o dinheiro, pagando também por aquilo que Aya tivesse escolhido. Após tudo ser comprado e guardado dentro da maleta ela finalmente poderia sair de lá, indo até outra loja se necessário para comprar um kit de maquiagem, kit de pincéis e alguns batons. Pagando por tudo quando fosse pedido e logo guardando na maleta se houvesse espaço, caso contrário colocaria nos bolsos da roupa. A próxima compra seria em uma joalheria, procurando por algo que fosse uma pulseira e ao mesmo tempo um anel. Quando encontrado, normalmente a quantia necessária seria entregue e por fim a garota começaria a andar para fora do local. A última seria uma mochila preta grande, pegando-a e pagando rapidamente para guardar tudo que pudesse lá dentro.

Deste modo o fim das compras chegaria e Helves começaria a andar para a floresta, procurando tomar cuidado com qualquer um seguindo-a, escondendo-se se necessário e caso realmente exista um perseguidor ela apenas começaria a carregar Aya, pegando-a como uma princesa e iniciaria a corrida mais veloz que pudesse para despistas o perseguidor. Helves só retornaria até a base revolucionária se conseguisse perceber que estava segura e ninguém havia seguido ela até ali, até mesmo trocando para uma das roupas que estava usando se preciso e fazendo Aya vestir uma delas para parecer outra pessoa. O importante era conseguir chegar na base e ir ao encontro de Lennis com a sirena, procurando conversar com o Major. – Senhor. Esta aqui é a minha companheira, a encontrei e por hora gostaria apenas que me ajudassem a proteger ela e desse um lugar para ela dormir. O restante eu converso com ela mais tarde, pode ser? – A celestial perguntaria isto e após uma confirmar qual era a resposta, partiria para outro assunto. – Os aprendizados... Eu já posso fazer? – Ao fim de tudo ela sairia do local, procurando um canto isolado e sem ninguém para sentar-se e ficar com Aya alguns minutos. – Precisamos conversar. – A jovem pirata dizia isto, ficando quieta sem falar nada por algum tempo, pois precisava pensar e escutar qualquer coisa que sua companheira tinha para dizer.


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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptySex 21 Dez 2018, 03:15


Narração
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Manhã

Helves
A alegria de ambas era muito acima do normal, Aya começou a chorar junto de Helves, era um choro diferente, como se ela se sentisse finalmente segura depois de tudo que havia passado. A sereia parecia tremer no começo de seu abraço com a jovem celestial, porém com o tempo e a mordida, foi se acalmando. Helves foi levando a sereia para o rio mais próximo enquanto pedia para que a sereia explicasse tudo.

- Foi horrível, estávamos cercados. - Ela começou lembrando-se da situação que esteve mais cedo. - Asken me segurou e começou a correr enquanto fazia o que podia para desviar dos marinheiros. - Continuou e nesse momento a jovem revolucionária chegava em um dos muitos rios da ilha, podendo sentar-se e deixar a mesma seguir com a história de maneira mais apropriada. Antes que a sereia continuasse Helves contou que não imaginava que choraria de novo na frente de sua amiga. - Eles eram muitos. Asken sabia disso. Não tinha como vencermos. - Durante a narrativa a celestial foi mordendo não somente ela mesma como a própria sereia, que parecia acostumada e segura com tal gesto. - Ele me jogou no mar mesmo eu querendo ajudar e ele mandou que eu te achasse. - Ela parou por um instante, como se lembrasse da cena onde o mesmo a jogava na água. - Ele mandou eu obedecê-lo e acabei fazendo isso enquanto atiravam na minha direção. - O medo que a mesma deveria ter sentido era visível. - Eu fugi descendo, porém depois de um tempo eu cheguei a ver que ele e Oz foram presos. Eu queria seguir o navio... mas eu me lembrei das ordens de Asken. Mas o porto estava muito perigoso, alguns marinheiros tentaram me seguir mar a dentro. - A história acabava por ali, mas a sereia ainda não estava calma o suficiente para irem para a cidade e as roupas da celestial muito menos. Assim, ali passaram um tempo, só as duas, relaxando e deixando o tempo passar.

Quando Helves achou que estavam bem o suficiente, perguntou se a sereia queria ir andando. A mesma desejava ser carregada, assim a jovem celestial sentiu o peso de Aya que parecia aproveitar o contato com a nova revolucionária que preferira guardar tal segredo por um tempo. Querendo evitar contato com portos pela história toda até então, Helves acabou andando na direção central da ilha enquanto podia e foi bem simples pois o evento parecia ter recomeçado. Provavelmente estava muito cedo anteriormente. Era possível ver pessoas vestidas de anjo por vários locais da cidade. Aya chamava atenção, mesmo com a jovem de cabelo verde fazendo o que podia para não chamar a atenção. Porém isso só durou até a primeira loja de roupa que parecia boa o suficiente para o que a mesma desejava. Entrou e deleitou-se com o grande acervo de roupas que havia por lá. Apesar de grande, boa parte era branco por causa do evento. Mas isso não foi um empecilho real e assim a mesma pode deleitar-se em suas compras. Helves gastou um bom tempo fazendo compras, eram muitos itens que a mesma desejava, conseguindo achar tudo em uma boa qualidade, principalmente a joia que lhe encantava muito por parecer valer mais do que realmente pagara. Não teve muito problema em esconder seu rosto, Aya já ajudava bastante nesse trabalho de forma natural. Talvez por causa do evento, porém a jovem conseguira voltar para a base revolucionária sem problemas.

A base agora já estava bem mais agitada do que antes, a maioria dos revolucionários já haviam acordado e a maioria notou a chegada de Helves e Aya. A celestial a levou diretamente para Lennis em sua sala.  O mesmo olhou, pela primeira vez com uma expressão verdadeira em seu rosto, de forma surpresa para a pirata/revolucionária e a companheira sereia que já estava no colo da mesma havia um bom tempo. - Não temos problemas com isso... - Falou ele ainda num tom surpreso, porém parando por um tempo acabou arrumando o tom de voz. - Você poderia ter avisado que sua amiga era uma sereia... teríamos nos preparado melhor. - E ao ouvir a outra pergunta, o mesmo fez um sinal para a mesma esperar um instante. O mesmo foi até a porta e olhou para fora como se procurasse por alguém. Em seguida voltou e sentou-se. - Sim... a pessoa que é boa com disfarces não está no momento, mas existe uma senhora ali fora, ela se chama María... tem um sobrenome longo, mas chame-a de María. Ela é ótima atuando, era uma atriz famosa em suas peças onde atuava como vampira antes de entrar na causa. Ela aceitou te ensinar. - Explicou o mesmo. - Infelizmente, o mestre dos disfarces estará ocupado até a hora da partida já que o mesmo já saiu. Mas podemos cuidar de outros assuntos depois do seu treino. A não ser que queira aprender depois. - Com as respostas, Helves saiu do cômodo com Aya e ambas foram para um canto sossegado, onde Aya logo perguntou. - Helves... quem é esse povo? Entrou para "a causa"?


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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptySeg 24 Dez 2018, 00:37



다 볼 수 있지만 두 눈을 감은 건

Toda a história era contada sem grandiosos detalhes, Helves não estava exatamente procurando por eles, mas entendia tudo e acabava por aceitar aquele fim mesmo querendo entender para onde Kryn havia ido no meio disso. "Poderei ouvir isso dele algum dia, não vou incomodar Aya sobre este problema novamente." A sirena não parecia muito bem após ter escapado e deixado o negro para trás, provando que a celestial estava correta em deixar isto para mais tarde. Novamente anjos surgiam, deixando a cidade um pouco mais movimentada que o normal naquele horário. As compras levavam algum tempo, conseguindo pegar tudo o que queria e retornar até a base com o auxilio do evento. "Sorte nossa isso ainda estar acontecendo, assim tenho mais chances de voltar em segurança." Com uma recepção bem maior do que imaginava, Helves finalmente percebeu ter cometido um pequeno erro, mesmo que fosse apenas dentro da base revolucionária, poderia existir pessoas infiltradas e ela teria entregue rapidamente quem era para todos. Sem a peruca seria um alvo mais fácil, só que não era a única garota de cabelo verde no mundo e estes estavam para dentro das vestes, escondidos pela blusa vermelha cobrindo a cabeça. Somente o rosto poderia ser visto e no momento eles já conheciam aquele rosto, nada que poderia trazer futuros problemas. "Estou aprendendo... Vai melhorar com o tempo." Pensou enquanto ia ao encontro do Major, imaginando se tudo estava pronto para os aprendizados.

As palavras do homem não eram um problema no momento, Helves sabia ter errado e não existia uma razão para discutir isto. Por hora tudo estava definido e o aprendizado seria feito logo em seguida, algo muito mais rápido do que pensava. – Entendo. Quando as coisas estiverem terminadas retornarei, por hora eu agradeço. – Com um breve sorriso ela saia da sala e seguia até onde poderia conversar melhor com sua companheira, tendo toda a tranquilidade para isto já que ninguém escutaria as coisas por ali. "Ela ficará desapontada? Sinto que estou abandonando Asken sem pensar muito, talvez nada funcione como espero e este caminho não funcionará... Preciso ao menos explicar isto para ela, talvez eu consiga deixar as coisas tranquilas entre nós." A causa era algo bem mais complexo e chato de explicar, tornando a conversa inicial um pouco irritante. – Talvez você conheça os revolucionários, eles são um grupo opositor ao governo mundial. – Iniciava da forma mais simples possível, deixando bem claro que ela também não tinha um conhecimento completo sobre eles, apenas entendia por qual motivo lutavam. – Aprendi pouco sobre este grupo no passado, mas ao menos sei que o objetivo conhecido deles é acabar com o governo mundial... Esta seria a causa em que eu entrei, no momento sou uma revolucionária. – Completava o inicio da conversa com isto, partindo da parte mais básica para a real conversa e aquela que poderia trazer Aya para mais perto ou apenas afastar ela.

O dia anterior não foi complicado apenas para vocês... Quando sai a última vez do barco, acabei seguindo alguns agentes do governo que encontrei no caminho, sendo levada até uma cabana onde eles estavam indo. O problema é que outros apareceram por trás, por isso fui cercada e não tive muitas opções a não ser lutar. – Na realidade existiam outras opções, Helves apenas não as levou muito seriamente e agiu sem pensar tanto no caso, tudo isto devido ao tempo que tinha naquele momento. – Fui capturada, estavam planejando me vender por conta da minha raça e eu tinha aceitado isto. Foi após alguns desabafos que me deram uma missão, algo que envolvia o governo mundial. Obviamente aceitei, imaginando que aquelas pessoas eram apenas agentes corruptos querendo estragar algo de seu próprio grupo. – E poderiam realmente ser isto, talvez fossem agentes realmente querendo algo dela e houvessem revolucionários no meio deles, coisa que a levou até os revolucionários de algum forma, mas não é isto que a levou até eles. – Só que na verdade eles eram da revolução e por conta de toda a raiva causada pela minha captura, acabei ajudando eles na missão e isso me deixou muito feliz. Não só descobri que o exército revolucionário poderia ser uma opção para mim, como encontrei algo onde poderia fazer as coisas que me deixavam feliz e ajudar os outros sem receber nada em troca... Por isso estou aqui e você também, não existia outro lugar para onde traria alguém que possui uma raça tão rara quanto a minha até outro local. Somente aqui poderiam lhe proteger, então espero que entenda tudo que falei e vou falar agora. – Mais uma pausa necessária, parando alguns momentos para respirar, fechar os olhos e realmente pensar se estava fazendo tudo corretamente.

Explicar que já planejava se afastar para alguém não parecia muito interessante na mente de Helves. "É... Sei que eles já conheciam minha visão dentro do grupo, talvez até imaginavam que um dia eu sairia e mesmo assim não consigo pensar em uma reação dela." Aya era a pessoa mais doce que Helves já tinha conhecido até o momento, no momento atual ela provavelmente era a única que entenderia e poderia apoiar a celestial mais do que Asken.– Sei que todos sabiam o quão deslocada eu estava no bando... Não sou uma pirata, nunca fui. Acho que meu coração é muito suave, não consigo ferir pessoas sem nenhum motivo, ou matar elas como Kryn e Asken faziam. Roubar também está fora do meu padrão normal de pensamentos, tudo isto teria me levado até a marinha ou o governo se Asken nunca aparecesse em minha vida. – O negro foi parte fundamental em quem a garota é hoje, provavelmente sem ele ela não houvesse sobrevivido aos humanos. – Garanto que se não fosse pelo sequestro de ontem eu ainda pensaria que o governo é um grupo justo e respeitável... Só que aquilo me fez ver tudo por outros olhos, entendi todas as mensagens que meu irmão havia me dado e agora consigo enxergar a imagem completa. Algo que nunca aceitei, hoje parece tão simples. – E sempre foi, ela era apenas muito inocente para isto. – Só que agora eu não só encontrei o meu lugar, como também achei uma razão para lutar. Antes era apenas uma forma de ajudar meu irmão, ajudar vocês e me manter por perto das pessoas que eu tanto amo, mas agora sei que ajudar todas as raças que são desrespeitadas pelo mundo e tratadas como monstros podem ser mais do que isto, que serem vendidas por ai não é nada legal. Derrubar todos que estão tentando nos capturar e ajudar quem precisa, não parece algo bom para você? – A pergunta surgia do nada, só que ela não estava realmente procurando uma resposta no momento.

Até pensei em falar para todos sobre isto, só não existiu tempo e eu ainda não tinha nenhum rumo definido. – A revolução nunca foi uma opção real até aquele momento. – Sei que não é o melhor momento para isto, mas realmente estou abandonando o bando. – Ainda que partir parecia a única opção, Helves sentia-se mal por fazer algo assim com todos. – Com Asken sendo preso, imagino que o bando realmente não continuaria... Resgata-lo é algo complicado, pois se nem mesmo ele conseguiu lidar com tudo as coisas não dariam certo para o resto de nós. Até mesmo Kryn está desaparecido. – O espadachim era uma preocupação para mais tarde. – Sinto dizer isso, mas não planejo tentar resgatar meu irmão agora. Possuo uma missão importante, preciso viajar para outra ilha e partirei mais tarde... Fui ao porto para avisar vocês já sabendo que algo havia acontecido, com as confirmações acabei tentando encontrar você, que seria a única pessoa que Asken não deixaria correr perigo. – Helves sabia que o restante conseguia tomar conta de si mesmo, já a sirena tinha alguns problemas com isso e normalmente era a celestial que dava conta do trabalho de cuidar dela. – Sua segurança sempre foi nossa maior preocupação... Imagino que comigo as coisas vão ser mais calmas, farei o possível para arrumar um lugar seguro onde você conseguirá viver sem problemas. Então aguente ao menos por enquanto esta vida complicada que vou levar, sei que é difícil, mas a prisão de meu irmão provavelmente foi algo que ele já esperava. – A confiança de que Aya aceitaria sua decisão era grande, fazendo a celestial olhar no fundo dos olhos dela, segurando suas mãos na esperança de realmente encontrar a resposta esperada.

A reação era a parte mais importante. Helves buscava algo positivo, mas mesmo não tendo algo do tipo, iria puxar a sirena em um abraço forte enquanto sussurraria algo para ela. – Preciso de você viva Aya, sua segurança é o mais importante no momento. Asken pensou o mesmo, por isso te fez fugir. – A celestial diria isto da forma mais suave possível, acariciando os cabelos de sua companheira, terminando com uma mordida leve pescoço da mesma. "Pode não ser o que ela quer, mas é exatamente isto que ela precisa... Aya só nos seguiu por não ter um lugar para retornar, agora eu vou encontrar este lugar e tudo será resolvido. Deixa-la me seguir vai apenas prolongar o sofrimento, pois ela não foi feita para os campos de batalha." Helves estava mais tranquila de conseguir explicar tudo, acalmando o coração que já não aguentava o aperto de ter que esconder tudo dos companheiros, precisando liberar essas coisas. O momento e o local seriam aproveitados o tempo necessário para a sirena estar calma, somente assim as coisas seriam levadas até María. – Meu aprendizado com a María precisa começar, está tudo bem irmos até lá? Não gostaria de deixar você sozinha, sabe como sou... – Pensar nos outros sempre. Poucas coisas tinham mudado na garota, aquela não havia sido uma delas.

' Perícia Atuação '


Ao completar a conversa com Aya, Helves a pegaria em seus braços, carregando-a até onde a tal senhora estava. María seria a professora da celestial naquele aprendizado, algo que ela nunca esperou encontrar tão fácil. Professores não são simples de alcançar quando se tem uma recompensa por sua cabeça, imaginar que só por fazer parte de um grupo grandioso traria alguém assim fazia dela uma garota bem feliz. "Achar alguém com tanto conhecimento é complicado, os revolucionários são incríveis mesmo." Concluiria durante o caminho até sua professora. Chegando nela, Helves mostraria o melhor sorriso em seu repertório, mostrando verdadeira empolgação naquele momento. – María? Sou a pessoa que aprenderá com a senhora. – Atuação era campo de aprendizado bem interessante onde se podia melhorar muito com a ajuda de outras pessoas, até mesmo com leitura era possível adquirir um nível superior em como agir de forma diferente. Os personagens criados eram importantes, não só isto, disfarce complementava este conhecimento. Simular emoções sem realmente sentir elas, conseguindo também imitar outras pessoas. "É tão interessante que não consigo acreditar que vou aprender com alguém experiente." O tempo necessário para aprender tudo não podia ser encontrado naquele momento, pois a empolgação apenas deixava a celestial sorrindo e focada nos ensinamentos. Independente do tempo a médica estava ali para aprender, permanecendo o tempo necessário enquanto tentaria absorver o melhor de todas as palavras ditas pela sua professora. Quando o aprendizado estivesse terminado, ela apenas sorriria e brevemente agradeceria a senhora sem muito para dizer.

' Fim da Perícia '


Por fim o próximo passo seria retornar até a sala de Lennis, continuando a carregar Aya nas costas ou em seu colo. – Se estiver cansada pode dormir, ainda tenho algumas coisas para resolver com o Major. Não confio muito em te deixar dormindo em algum lugar enquanto faço isso, então vamos lá. – Até Lennis arrumar onde Aya poderia ficar as coisas seriam deste modo, carregando-a até onde fosse necessário enquanto resolvia todas as questões pendentes daquele dia. – Major. – Bateria com o pé na porta para chamar a atenção dele se fosse preciso, ela aguardando do lado de fora caso o mesmo estivesse com alguma visita. Quando finalmente conseguisse encontrar e sentar-se na frente do homem, poderia então continuar. – O aprendizado foi muito bom, obrigada por encontrar uma professora. Agora... Existe mais algo que preciso fazer? – Diria em um tom sério, porém amigável para o homem.

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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptySex 28 Dez 2018, 21:18


Narração
Clima: Outono // Sensação térmica atual: agradável
Localização: Tuntz Tuntz Island - 4ª rota
Manhã

Helves
A jovem celestial começou a explicar para Aya a situação, foi explicando passo a passo, mostrando que não sabia tanto assim sobre o grupo que havia acabado de entrar, mas que parecia a coisa certa a se fazer. Neste momento já esperava que sua amiga poderia se afastar um pouco, porém a mesma percebeu que nada ali era tão simples e ouvir mais era a melhor escolha, deixando Helves continuar a narrar sua história. Continuando a história, a sereia segurou-se para perguntar algo besta como "está tudo bem?" quando a celestial falou que havia sido raptada, obviamente estava tudo bem agora. Enquanto recontava sua história, até mesmo a anja podia se perguntar se estava tudo certo. Aya ainda ouvia atentamente, mas já sentia que o ar ali em volta de ambas estava mudando. Apreensiva com o que poderia ouvir naquele momento, mas ainda atenta as palavras da celestial, era importante para a amiga que a sereia ouvisse tudo e entendesse o que estava ocorrendo ali.

Quando começou a justificar sobre não se adequar ao bando, caso alguém ouvisse aquele discursos, pareceria uma justificativa desnecessária ou até mesmo muito inocente, no entanto, servia como um ótimo desabafo para a jovem celestial naquele momento. Um desabafo e uma maneira real de mostrar sua linha de pensamento perfeitamente, sua ideia ia sendo montada aos poucos e quando soltou a pergunta, Aya que não chegou a responder com palavras, respondeu com um aceno de cabeça, mostrando que entendia porque Helves havia trilhado aquele caminho no pouco tempo que haviam ficado separadas. Chegou o momento onde falava de abandonar a tripulação que já não existia e a sereia não parecia discordar fisicamente da notícia, talvez Aya já sabia que esse era o destino do grupo enquanto fugia dos marinheiros mais cedo. Quando terminou, viu que a sereia estava conflitante apesar de concordar com a jovem celestial. - Vocês não precisavam se preocupar tanto comigo. - Falou a mesma tímida no abraço de Helves. Com a mordida no pescoço, a mesma parecia relaxar e concordar com Helves. - Você não precisa se ater a esses detalhes. - Falou ela retirando com o dedo uma lágrima que formava em seu olho direito. - Todos sabem que você não desistiria simplesmente de Asken e todos sabem que você é boa. Todos te querem felizes. - Falou a mesma sorrindo, mas era perceptível que ela estava meio triste com o fato de que estavam desfazendo o bando, talvez o mesmo já houvesse acabado e só estava aceitando naquele momento por causa das palavras de Helves. - Vamos achar um lugar para mim rápido e você poderá se concentrar no que deseja fazer. - Com tudo isso dito, a celestial pôde se concentrar em ir para a aula de atuação, onde a sereia foi carregada até lá.

Andando até a mulher que julgava ser María, viu a mesma virando-se para ela com raiva e gritando, a mesma dava passos pesados e a jovem celestial sentia o temor aumentando. - FINALMENTE A ALUNA APARECEU! - O grito fez a sereia espantar-se de medo com a situação. E no instante seguinte num tom bem mais leve, com uma face mais calma e uma voz doce continuou. - Você precisa chegar neste nível para que possamos dizer que sabe atuar. Não espero nada menos do que uma aluna minha. - E assim, durante as próximas horas, Helves viu-se numa intensa aula com María. - Acho que podemos dizer que está bom já. - Falou a mesma, a velha parecia um pouco cansada, mas feliz com o progresso de sua aluna.

Naquele momento, Helves pensou em ir até a sala de Lennis, porém o mesmo acabou saindo de sua própria sala e falando para que todos ouvissem. - Bem povo, como todos sabem, estamos de partida. María, você está no controle aqui agora. Todos que forem comigo, partimos daqui em dez minutos. - E quando a jovem celestial se aproximou do mesmo para perguntar sobre fazer algo, ouviu uma resposta simples do homem. - Concentre-se no seu crescimento, não esqueça nada por aqui. Seu próximo professor estará no navio e imagino que lá também resolveremos a situação de sua amiga no navio.


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MensagemAssunto: Re: Art. 1 - Departure   Art. 1 - Departure EmptySex 04 Jan 2019, 21:15



용기가 없어서 그런 게 아니야

Ser feliz. Helves tinha sido feliz só de ter todos ao seu lado, a presença das pessoas e o estado delas deixava a celestial mais tranquila e essa tranquilidade era sua felicidade. "Parece que estou forçando ela a sair, acho melhor falar sobre isso durante nossa viagem... Agora não é o melhor momento." Foi uma conversa boa para um dos lados, Helves conseguiu alcançar o que buscava e terminou feliz por ter Aya ao seu lado naquele momento. Mesmo não sendo o apoio esperado, ela sabia bem o quão feliz e tranquila a sirena estaria em um local seguro. "Tudo que faço é para o seu bem, mas não posso te forçar a me deixar... Se quiser ficar, preciso saber disso, darei um jeito de fazer as coisas funcionarem. Sempre dou meu jeito, não será Aya que vai me atrapalhar." Como esse assunto seria mais uma conversa longa, foi necessário deixar para outra hora e assim seguir ao aprendizado. Levou algum tempo, mas as coisas terminaram bem como a celestial imaginava, iniciando a caminhada até o major. Com bastante surpresa a feição da jovem mudou e seus passos pararam, observando Lennis sair da sala para onde ela estava indo. "Já chegou a hora?" Imaginou ao ver e finalmente escutar as palavras do mesmo, percebendo o quão pouco havia feito nas horas que tinha naquela ilha. – Entendo, estarei pronta na hora. – Com bastante calma as palavras saiam e brevemente a garota baixava sua cabeça, assentindo sem pedir muito em troca.

As preparações para a viagem seriam feitas, deixando levando a sirena para todos os locais onde fosse necessário. "Duvido que tenha derrubado algo, vou apenas dar uma olhada." Com uma breve procura na maleta, mochila e na cama onde havia descansado, Helves poderia confirmar se havia esquecido algo ou não. Pegando aquilo que tinha deixado para trás, ou apenas seguindo ao encontro de Lennis e a tripulação da embarcação que viajaria junto dela. "Axell..." O nome daquela pessoa havia ficado preso em sua cabeça por um tempo. Normalmente ela não confiaria em algo assim, ajudando apenas aqueles que eram próximos, mas a situação ali não parecia ser muito boa para os revolucionários e por ser uma ordem, Helves teria de seguir caso quisesse continuar na organização. "Agora que estou tendo contato com ações complicadas e que possuem um objetivo maior, preciso sempre saber das noticias locais e do mundo." Com um pouco mais de conhecimento a celestial saberia quem é Axell e talvez até como ele era, podendo abordar essa missão de forma mais tranquila. "A aparência não é exatamente um problema, espero apenas que ele seja alguém interessante e amigável." Este era o estilo normal de pessoas trabalhando ao lado dela, seja na pirataria ou agora na causa revolucionária.

Precisar de uma novata em outra ilha parecia insano. O grupo em que ela havia entrado não era algo fraco, poderiam conseguir pessoas melhores por todo o mundo, mas ali estava ela, seguindo as instruções de Lennis para finalmente sair da ilha. – Estou pronta, está pronta? – Com um leve sorriso nos lábios ela diria isto para Aya, questionando a situação da mesma antes de chegar nos 10 minutos ditos pelo major. – Aya, sei que é muita coisa para processar e toda essa mudança pode ser ruim, mas eu preciso que seja honesta na minha frente. Mesmo que de algum modo isso vá me machucar, eu não quero que se machuque por isso. – Durante todas as palavras ditas e as que ainda seriam ditas, Helves permaneceria com um olhar fixo nos olhos da sirena. – Você quer mesmo viver uma vida tranquila em um local seguro? – O motivo da questão era óbvio. A médica não pode controlar a vida de ninguém, por isso precisa da opinião da pessoa que mais será afetada, podendo assim decidir tudo de forma unida. – A vida é sua, eu não sou a pessoa que deve decidir aquilo que fará. Se quiser permanecer comigo, farei funcionar e vamos dar um jeito. Sua segurança é importante, só que o mais importante para mim é se você será feliz com isto. – Terminaria de falar e já começaria a movimentar-se caso Lennis estivesse indo ao barco. Escutando tudo durante o caminho, focando apenas em Aya sem pensar muito no resto, tomando apenas cuidado em onde pisava, pois cair enquanto carrega alguém não era o objetivo da celestial.

Ao entrar na embarcação que a levaria pelo mar, Helves primeiramente escutaria qualquer ordem de Lennis e procuraria encontrar o professor de disfarce, mas o mais importante seria onde ficaria enquanto não estava realizando tal treinamento. "Viajar é sempre interessante, gosto de ter um lugar onde posso conversar e relaxar ao mesmo tempo... Normalmente as coisas são complicadas em ilhas." Pensar a quantidade de confusões em que já entrou, Helves não tinha muita noção de calma e tranquilidade verdadeira. Andar com Asken sempre foi um grande atrativo para lutas e confusões, algo não muito do estilo dela. Agora que estava apenas com Aya, teria menos problemas e poderia evitar tantas lutas desnecessárias. "O meu jeito vai ser chato nos olhos deles, mas isso só é importante para mim." Kryn e Asken nunca concordariam em fazer as coisas da forma que a celestial havia resolvido nos últimos dois dias, procurando o caminho mais seguro e a forma mais silenciosa de fazer tudo. "Atirar em alguém não é silencioso... Ainda preciso melhorar isso." Enfiar uma bala no corpo de uma pessoa inocente, uma das coisas que ela mais odiava foi aquilo que precisou para completar a primeira missão. – Hah, acho que vou me divertir muito. – Sussurraria para o céu, ou apenas o teto que estivesse acima de sua cabeça, imaginando que o futuro seria muito mais interessante após aquela viagem.

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