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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:13

Relembrando a primeira mensagem :

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySex 05 Abr 2019, 02:17



THE CALAMITIES





Masimos Howker



Diante da situação complicada em que havia sido colocado, Masimos até mesmo recorreu a um pedido de ajuda para sua amada deusa, algo que ele não fazia há tempos. Pedido concedido ou coincidência, eis que pouco depois de Giovanni agarrar o tritão para finalizá-lo com um golpe no coração, uma intensa tempestade iniciou-se fazendo grandes quantidades de água começarem a cair sobre a cidade de Rainbase. A chuva não só começou a apagar o incêndio deixado no cenário pelo Espinho, como também aliviou todo o estado crítico do corpo da Calamidade que ele tinha em suas mãos… As narinas e as guelras de Masimos trabalhavam ao mesmo tempo e faziam o corpo ressecado do homem-peixe começou a se energizar outra vez de maneira natural fazendo-o praticamente reviver nesse combate perdido.

Enquanto o alívio e a confiança passaram a dominar um, o desespero e o medo passaram a dominar o outro. Giovanni sabia que nessa atual situação ele estaria em completa desvantagem por conta da sua fraqueza óbvia, pois considerando o nome da sua alcunha podemos dizer que uma fogueira não pode ser acendida debaixo da chuva. Já para Masimos a situação era oposta, a chuva lhe trazia a força que estava faltando, fortalecia seu corpo e o seu Karatê Tritão e por isso o Espinho não estava exagerando ao temer que o pior pudesse acontecer a ele nessa reta final, portanto se apressou em dar o golpe que arrancaria o coração da Calamidade… Mas não conseguiu fazer isso a tempo e foi o seu peito o primeiro a ser atingido por um golpe.

- Maldição! - Gritou logo depois de ter seu ataque refletido e o peito atingido, fazendo-o ser arremessado para trás por conta da onda de impacto provocada pela bolha de ar de Masimos.

A chuva refrescou e revitalizou o corpo do tritão, mas não era como se ela fosse capaz de curar os seus ferimentos já presentes, por isso bloquear e atacar o adversário reforçou as dores em seus braços, principalmente o direito que estava em um estado mais crítico. Depois que Giovanni caiu no chão atordoado por conta da falta de ar de ter o peito atingido, Masimos avançou na direção dele para agarrá-lo pela cabeça e atacá-lo com mais uma explosão de ar vinda de suas “patas”. O Espinho tentou revidar o ataque antes de ser atingido, mas não foi rápido o suficiente, recebendo o golpe na face que acabaria por jogá-lo para trás com o nariz quebrado e o sangue saindo pelo próprio.

- Hu… - Riu de maneira leve com a sua cara ensanguentada e deformada pelo ataque anterior. Mesmo atordoado, o assassino tentou voltar a ficar de pé, mas não havia poder que ele pudesse utilizar de sua Akuma no Mi para encarar o poderoso tritão, tanto é que nesse momento sua massa muscular adquirida pelo fogo já havia ido embora também. - Sangue para regar o jardim de rosas negras…

E repetindo a frase que Masimos já havia ouvido antes, Giovanni avançou contra ele para uma batalha corpo-a-corpo, era visível que o Espinho não tinha muito talento para esse tipo de luta quando sua Akuma no Mi não estava lhe favorecendo, mas mesmo assim ele preferia arriscar encarar o titã na sua especialidade do que morrer sem nem ao menos tentar completar sua missão. Era inútil, mesmo com os membros queimados, o homem-carpa não seria atingido pelos golpes crus de Gio mesmo ele sendo consideravelmente rápido… Depois que mais um de seus socos acertou o crânio do Espinho, a vitória já era certa para o pirata que encaixando uma sequência de golpes ao loiro terminaria por esmagar a cabeça dele.

Com a alma do inimigo entregue para a Morte, Masimos poderia agora descansar e relaxar após o fim dessa batalha exaustiva, por isso seu corpo tombou de cansaço fazendo-o cair sobre uma poça de água gelada. Olhando para o céu repleto de nuvens escuras e trovejantes que cobriam apenas a região de Rainbase, o tritão poderia refletir um pouco sobre o combate que tivera antes de perder por completo a consciência. Ainda no início da batalha Giovanni havia dito que naquele estado de poder ele era a pessoa mais poderosa dessa ilha… Porém mesmo saindo com a vitória desse combate, Masimos no fundo sabia que ainda não havia alcançado o nível de força que almeja ter.

OFF:
 




Bell Farest



Depois de tantas horas finalmente a batalha entre a Calamidade e o Espinho havia chegado ao fim. Bell acabou por soterrar seu adversário com a areia do deserto, este que se não acabasse morrendo por conta do peso sobre seu corpo, acabaria morrendo por falta de ar. Kuban havia alcançado seu limite e dificilmente conseguiria se livrar dessa pressão, a vitória era do espadachim e agora ele podia finalmente descansar. O objetivo de Bell era voltar até o local onde havia visto Vayu pela última vez, mas seu corpo estava com tão pouca força que ele mal conseguiu dar alguns passos pelo deserto e se entregou ao sono que estava sentindo, caindo sobre a areia quente que acabaria se tornando sua cama naquele momento.

Bell estava tão exausto que quando abriu os olhos sequer se lembrava mais do que havia sonhado, isto se chegou mesmo a sonhar com alguma coisa, mal tinha noção de quanto tempo teria passado deitado no deserto, o importante no entanto é que sentia parte das suas energias revigoradas, ainda que seu corpo estivesse dolorido, principalmente na parte do seu braço queimado. Assim que voltou a ficar de pé e seguiu andando em direção a Alubarna, Bell tentava se lembrar de onde Vayu poderia estar, porém durante todo o caminho até a cidade o espadachim não achou nada que indicasse a presença da mulher, portanto só restaria procurá-la pelas ruas da capital.

O cenário de Alubarna estava completamente caótico quando Bell retornou às ruas da cidade, ele não sabia exatamente o que havia acontecido, mas parece que a simples presença da Calamidade Guerra havia inspirado parte da população a se rebelar contra a família Nefertari, porém sua intuição para o assunto lhe fazia crer que aqueles seus seguidores tinham algo a ver com isso. Dentre os civis que lutavam usando ferramentas de agricultura contra soldados armados da realeza, havia também alguns mascarados trajando o negro que certamente eram assassinos da Rosa Negra, o que fazia Bell ficar um pouco confuso sobre o que teria sido o verdadeiro estopim para esse motim.

Como já havia se tornado conhecido em Alubarna por ser o faraó que estava enfrentando o inimigo no palácio Nefertari, assim que começou a caminhar pelas ruas, muitas pessoas pararam para gritar seu nome e lhe vangloriar como um verdadeiro herói. Era estranho de certa forma, mas não é como se o espadachim no fundo não gostasse de ser tratado dessa maneira. Quando encontrou seus seguidores já conhecidos, Kodar e Makhar, Bell notaria que Darwishi estava com eles, o homem que pretendia libertar e acabou o salvando de ser capturado pela Rosa Negra.

- Oh, faraó, fico aliviado em ver que conseguiu derrotar o nosso inimigo. Tem algum ferimento grave precisando ser tratado? - Disse Kodar assim que Bell se aproximou para perguntar o que estava acontecendo. - Já era previsto que isso fosse acontecer, o retorno do faraó significa o fim da dinastia Nefertari. O trono de Alabasta pertence a você! - Explicou brevemente para o espadachim, que talvez ficasse interessado no assunto, ou talvez cagasse completamente para essa baboseira política. - Hum? Você diz a senhorita Vayu? Achamos que ela estava lutando ao seu lado. - E com isso ele recebeu a resposta que não gostaria de ouvir, já que o paradeiro de sua companheira acabaria se tornando desconhecido.

- Tsc, esse desgraçado tá enrolando… Por que não mata logo esse ruivo e termina o trabalho que foi pago para fazer? - Reclamou Darwishi sentado em sua cadeira de rodas e olhando através de um binóculo uma batalha que estava acontecendo um pouco distante dali, então parou de olhar pelas lentes e virou o rosto coberto pela máscara de ferro para Bell. - Oh, grande Faraó! Que bom que está aqui. A rainha Nefertari parece estar indo contra a vontade dos deuses de te ter como o verdadeiro líder do reino de Alabasta! Enquanto ela estiver livre seu reinado estará ameaçado! Veja só, parece que aquele garoto de cabelos vermelhos está protegendo-a… Não acha que seria uma boa ideia capturá-la? - Sugeriu Darwishi entregando o binóculo para que Bell pudesse observar a tal batalha que o cadeirante estava se referindo, porém, o objeto não era necessário para os olhos aguçados do Faraó, ele já havia identificado o tal ruivo…

Não podia ser outra pessoa senão Aaron DeWitt, a Calamidade da Fome.

OFF:
 




Aaron DeWitt



Depois de ser atingido nas costas pelas garras de Toratsuki, Aaron se afastou para se recuperar do dano sofrido, não havia sido um corte muito profundo, mas era possível sentir o sangue escorrer pelo seu corpo e pingar na lama espalhada pelo chão. O Raíz já havia mostrado ser bastante talentoso no assunto velocidade e por isso o ruivo sabia que se quisesse vencer essa batalha teria que igualar ou até mesmo superar a velocidade do seu adversário. Concentrando-se para ativar o seu Gate: Two, Aaron apostava que sua técnica seria o necessário para que ele conseguisse balancear o confronto.

- Está querendo me mostrar que também é rápido, garoto? - Perguntou Toratsuki assim que Aaron avançou com velocidade para cima dele e começou a atacá-lo com blefes para tentar confundi-lo. - Impressionante para alguém da sua idade, mas terá que treinar pelo menos mais uma vida inteira para chegar perto de alcançar o que eu alcancei.

O assassino parecia convencido da sua velocidade superior, seus olhos conseguiam acompanhar bem os movimentos de Aaron e estaria apto a defender qualquer um deles que deixasse de ser apenas um blefe, no entanto, quando o ruivo realizou a finta da adaga usando o braço de um dos cadáveres de seu pântano, Toratsuki reagiu com certa surpresa (mesmo a máscara não revelando sua expressão) e teria sido atingido em cheio se seu reflexo não o tivesse feito girar o corpo a tempo de passar suas garras pela carne apodrecida do braço e fazer a mão se desprender do restante daquele membro. Sangue começou a escorrer da sua barriga devido ao corte pego de raspão, poderia ter sido pior se o velhote não tivesse reagido a tempo. Aaron naquele momento sabia que havia chegado perto, estava conseguindo superar o Raíz… Talvez ele não fosse tão rápido assim.

- Essa foi por pouco, hein, garoto, mas agora é a minha vez! - Disse o velho antes de avançar com um dash para cima da Calamidade.

Ele era veloz, de fato, mas o jovem ruivo conseguia notar perfeitamente os movimentos dele por cima de sua lama, tornando simples a tarefa de desviar do primeiro arranhão, ou do segundo, ou de todos os outros que foram se sucedendo. Por mais que não estivesse conseguindo ver o rosto do seu inimigo, Aaron sentia que ele estava ficando um pouco desesperado por estar fracassando em todos os seus movimentos… Era no mínimo frustrante para alguém que se gaba tanto da sua velocidade encontrar alguém que seja superior a ele na sua especialidade. Foi então que notando uma brecha perfeita para atacar que o pirata puxou sua melhor adaga, a Helgrind, e o atacaria com uma estocada contra suas costelas.

Aaron já conseguia sentir sua lâmina perfurando a carne do Raíz mascarado quando o corpo dele desapareceu na frente dos seus olhos e tudo que conseguiu sentir foi uma pancada na sua nuca que o jogou com violência para frente. Os olhos do ruivo se esbranquiçaram por um breve momento, sinal de que por muito pouco não perdeu a consciência devido a potência do chute que havia recebido por trás. Era confuso para ele entender o que aconteceu, já que segundos atrás ele estava com a pressão da batalha, ele é quem estava sendo superior, como seria possível? A menos que…

- Chega de brincadeiras, rapaz… Foi divertido ver do que você é capaz, mas como eu já falei, precisará de pelo menos mais uma vida inteira de treinos para superar minha velocidade. - Repetiu ele entrando em uma pose de concentração, seu corpo parecia estar mudando por baixo das suas vestes avermelhadas. - Você sabe qual é o animal mais rápido do mundo, Calamidade? Se não conhece… Vai conhecer.

Enquanto o Toratsuki estava se preparando para lutar a sério, Aaron ainda estaria se recuperando do chute na nuca. Quando estivesse pronto para retornar ao combate, o assassino já teria se movimentado, era possível ouvir o som dos passos dele correndo pela lama, porém, quando olhasse na direção do barulho, outro som igual surgiria de uma direção oposta, até que toda o pântano ao seu redor estaria reagindo aos passos rápidos do Raíz, tornando difícil dizer onde exatamente ele estava, pois parecia que ele estava em todos esses lugares… Era rápido demais.

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O que a frase dita há pouco por Toratsuki significava? Que tipo de relação ele tem com o animal mais rápido do mundo? Seria ele um mink… ou um usuário de Zoan? Julgando pela sua velocidade anormal, Aaron duvidava que fosse efeito único de uma vantagem racial. Assim como o ruivo havia feito anteriormente, o velhote mascarado começou a rodeá-lo e atacá-lo, mas seus ataques não eram blefes ou fintas, os arranhões realmente estavam atingindo o corpo de Aaron e ele não fazia a menor ideia de qual direção estava vindo. Talvez se fosse Masimos em seu lugar com aquele Haki da Observação que James o ensinou ele conseguiria se defender melhor de algo assim…

Esquivas não estavam funcionando, bloqueios não estavam funcionando e a impressão que dava era a de estar enfrentando o vento, um vento muito afiado, tanto é que ao olhar ao seu redor seria possível ver que outras pessoas ao redor da batalha estavam sendo atingidas também, além de construções e até mesmo o chão. Talvez fugir para fora dessa área onde Toratsuki estava rodeando fosse a melhor opção, mas seja correndo ou mergulhando para o interior do seu pântano, Aaron não conseguiria escapar. Tivesse ele tentando se afastar ou não, o assassino surgiria a sua frente antes que conseguisse realizar o movimento e o agarraria pelo pescoço com suas mãos negras de Haki, enforcando-o e perfurando-o com suas longas garras. Os cortes pelo cenário desapareceram nesse instante.

Spoiler:
 

- Se eu enfiar a mão em você, irei achar a rainha? - Perguntou simultaneamente com a ação de perfurar a barriga de Aaron com a mão direita, porém o corpo lamacento do ruivo o faria não sentir nada… Até que uma intensa dor no seu estômago o faria vomitar tudo que havia guardado dentro dele. Depois de penetrar o corpo de Aaron, Toratsuki ativou seu Haki para cobrir sua mão e agarrar a região onde seria o estômago do ruivo, por isso ele sentiu a dor intensa e acabou vomitando. - Ops, acho que isso não é a rainha…

Spoiler:
 

E após retirar a mão de dentro do Fantasma Escarlate, Toratsuki largaria também o pescoço do garoto, fazendo-o cair de joelhos no chão quase que não se aguentando de pé. A sensação de enjoo manteve-se por conta do seu estômago esmagado e lágrimas involuntárias encheram seus olhos por conta do vômito forçado. Essa sensação e essa dor era algo que provavelmente Aaron nunca havia sentido, pois nunca antes alguém enfiou a mão em sua barriga e apertou seu estômago. O velhote teve a chance de rasgar o corpo do ruivo de dentro para fora no instante que retirou sua mão de dentro dele, mas aparentemente ele optou por não o fazer, evitando que o garoto ganhasse um buraco na barriga.

- Não quero ficar te torturando, Calamidade… Entregue-me logo a rainha ou eu apostarei que te matar também matará quem está dentro de você. - Falou Toratsuki para Aaron que nesse momento ainda estaria ajoelhado diante dele, porém é possível que algo faça a atenção do velho se concentrar em outro lugar… Como por exemplo a chegada de mais alguém ao combate.

OFF:
 




Masimos Howker (Parte 2)



- Mestre? Mestre? - Ouviu Masimos enquanto era acordado de seu sono profundo de descanso. Ao abrir os olhos o tritão perceberia que estava deitado em uma cama de hospital e seu corpo estava completamente enfaixado depois de provavelmente ter sido tratado por alguém. A pessoa que estava tentando lhe acordar era obviamente Luthiem e ela rapidamente abriu um sorriso de felicidade ao ver que a Calamidade havia recuperado a consciência. - Que bom que acordou. Está com sede? Tem uma jarra de água do lado da cama. Os moradores da cidade lhe trouxeram para cá como gratidão… Acho que eles o viram como um herói, já que você derrotou o homem que provocou o incêndio das casas deles.

Masimos ainda estaria sentindo dores pelo corpo enfaixado já que não foram poucas as queimaduras que recebeu durante esse dia inteiro em Alabasta, porém era só questão de tempo até as feridas tratadas cicatrizarem por completo e essa dor desaparecer. Dentre todas as partes do seu corpo, o braço direito era sem dúvidas o mais dolorido, mas se ainda era possível usá-lo, não tinha com o que se preocupar, inclusive se fosse desejo de sua amada que ele perdesse a sua mão dominante, provavelmente ele não pensaria duas vezes em arrancá-la por conta própria.

- Enfim, trago notícias sobre a minha passagem pelas cavernas secretas de Alabasta… - Começaria ela a dizer caso Masimos não tivesse nada a perguntar ou conversar. - Aparentemente era mais fácil chegar lá seguindo por dentro do rio, isso explica a dificuldade do povo daqui em encontrar entradas para esse local. Logo que entrei notei que haviam desenhos e escrituras nas paredes de cristal, obviamente mensagens de povos antigos… Teria sido mais fácil de entender se eu fosse uma arqueóloga ou algo do tipo, mas alguns dos desenhos eram bem autoexplicativos e eu consegui entender algumas das mensagens que estavam sendo passadas ali. - Então ela tirou da cintura um pano branco enrolado e ao abri-lo revelou uma série de desenhos feitos com tinta preta. - Tentei imitar os desenhos que vi, não eram tão complexos.

De fato os desenhos feitos por Luthiem eram uma bela bosta, mas o tritão sabia que esse tipo de mensagem deixada em paredes geralmente não eram feitas por desenhistas profissionais e sim pessoas comuns. Pintado no pano era possível identificar facilmente uma coroa e uma pessoa que estava usando-a sobre a sua cabeça, porém esse não era o fato mais curioso, já que ao lado desse desenho, Luthiem havia colocado a coroa sozinha e seis círculos ovais ao redor dela, tendo ainda escrito ao lado de cada círculo uma cor: vermelho, azul, roxo, verde, laranja e amarelo. Junto de cada cor também era possível reparar uma escrita desconhecida que Masimos não era capaz de ler.

- Esses círculos foram pintados cada um com uma cor, mas como eu só consigo produzir tinta preta, não tinha como eu pintar do jeito certo, então anotei ao lado cada cor. Essas escritas antigas também estavam junto dos círculos coloridos em outras partes da caverna, então achei que seria bom tentar copiá-los, não sei se escrevi corretamente… Enfim, não sei o que isso tudo significa, mas a coroa, os círculos colorido e o homem coroado apareceram várias vezes, acho que estavam tentando contar uma história e tudo girava em torno disso... Mestre, pode ser idiotice da minha parte achar isso, mas mesmo sem entender o que as escritas diziam, a história que os desenhos contavam pareciam muito estar querendo indicar o fim do mundo… O apocalipse.

OFF:
 

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Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

Créditos : 48
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptyDom 07 Abr 2019, 18:56


Emissário da Morte

Destruição total de Rainbase

Apesar de minha vitória, o que jamais duvidei mesmo o inimigo sendo um desafio e tanto, os efeitos colaterais estavam emergindo um atrás do outro. Dores seguida de dores. Um cansaço monstruoso. E sem qualquer movimentação de meus braços, muito provavelmente pela exaustão que eclodia de forma infrene. Minha audição captava apenas o chiado que provinha da chuva e minha visão embaçada e o pouco da visibilidade que ainda conseguia observar, percebia um semblante turvado a minha frente, junto com outro estirado ao chão... o que obviamente seria o Espinho morto. Meu corpo estava de pé, mas totalmente imóvel. Tentava manter o foco naquele semblante até perceber seu desaparecimento, como fumaça em meio aquela a chuvarada. Logo ao esvair pude ouvir, mesmo com dificuldades, uma frase.

~ Como esperado do meu escolhido. Agora venha me ver, minha calamidade! ~

Ao fim da frase minhas forças sumiram e meu corpo desabava em meio a aguaceira e junto da queda ricocheteando uma enxurrada de água pelo corpo, envolvendo-o como um manto refrescante. Olhava para o céu enquanto apreciava as gotas de chuvas caírem constantemente pelo meu corpo. Estava difícil manter-me acordado e só então perceber que o semblante e frase de antes, terem haver com a Deusa. As dores poderiam impedir qualquer um de dormir, mas já havia me adaptado a ela e inclusivo a exaustão estava se sobrepondo diante as dores. Exatamente por isso não demorou muito para que minha consciência fosse nocauteada.

Inicio do sonho...

Abria os olhos e avistava-me em um jardim, o mesmo da última vez. Algumas rosas estavam caídas ao chão, enquanto outras mais destacadas em um único lugar. ~ Gostasse... meu amado? A voz melódica e sinfônica definitivamente era inconfundível. ~ Algumas ainda se mostram persistente. Respondia enquanto seguia com meus olhos o local de origem do som. ~ Não é interessante ao seu ver? Mesmo elas sabendo que com um apenas um “puxão”, sua vida seria extinguida numa fração de segundos. Entretanto, ainda permanece na esperança de viver o máximo possível apenas com objetivo de mostrar sua beleza. Ela passava por mim enquanto suavemente deixa sua mão passar pelo meu braço queimado. ~ Sua batalha fora difícil, Masimos. No entanto, sua fé em mim e seu amor devoto fez com que sua evolução ressurgisse novamente. Ela estava de frente para mim, porém de costas enquanto passava sua mão pelas rosas. ~ Realmente foi uma batalha árdua de se enfrentar, mas jamais duvidei de minha vitória. Todavia, não matei Byakushi ao qual ousou lhe ofender. E, clamar por sua ajuda nessa última batalha demonstrou que ainda me falta poder. Olhava para o chão demonstrando meu orgulho ferido.

Apesar de saber que a Deusa me presenteava, independe da situação, odiava ter que conclamar seu auxilio. Possuía como uma de minhas metas agradar-lhe para seu jubilo, mas sem pedir sua ajuda diretamente. Enquanto refletia sobre isso, ela se pronunciava. ~ Acho que seu orgulho é tão alto quanto sua devoção por mim, talvez possa ser um incomodo para você..., mas para mim? Acho uma característica fundamental em alguém com seu potencial. Ela terminava de proferir ao se jogar em cima das rosas criando assim um manto de pétalas. ~ Hmm. Confesso que fiquei um tanto pensativo com suas palavras, tentando achar um sentindo mais profundo do que pareciam expressar. ~ Não se preocupe tanto com esses detalhes, meu amado. Já lhe disse uma vez e repito: Tu és aquele que mais me agradou de todos que foram escolhidos por mim e o único que cativou tanto minha atenção. Você ficará mais forte! Foi por isso que lhe presentei com um poder que só seres especiais possuem. Ela se erguia e começava a caminhar em minha direção. ~ A akuma no mi?! Proferia ao virar as palmas de minhas mãos enquanto analisava as patas esculpidas nelas. ~ Sim! Sei que escolher entre o mar e a terra não foi uma tarefa fácil, mas lhe impus como uma opção, já que, poderia negar se desejasse. Entretanto, por você acreditar em mim, demonstrar seu amor e abdicar de seu habitat natural, o poder que conquistará será sem duvidas incontestável! As suaves mãos dela acariciavam os coxins esculpidos em minhas mãos. ~ Lhe entreguei esse poder e mais uma aliada, para que você possa atingir todo seu potencial, como sempre acreditei em você. Ela terminava de falar e permanecia me fintando nos olhos.

A beleza da Deusa fazia jus ao seu status, nunca me cansava de observar seu esplendor. ~ Dominarei esses poderes, minha amada! E os mares sentiram o poder das Calamidades. Terminava de indagar ao perceber um sorriso que me enfeitiçava minha atenção. ~ Isso mesmo. Agora vá! Descanse, pois ainda tem algumas almas que precisam testemunhar seu poder! Ela terminava de proferir com uma face um tanto diabólica enquanto uma chuva surgia de cor avermelhada nos cobria. Gentilmente beijava as mãos da Morte e em seguida afundava em um lago extremamente escuro.

“Poder! O que realmente significa ter poder?” É um pensamento simples, mas que contém uma resposta tão complexa quanto as estrelas que cercam o céu. Alguns podem achar que ter dinheiro é ter poder. Outros podem crer que o Status e fama geram poder. No entanto, em minha opinião? O poder nada mais é que possuir a capacidade de onipotência! O legitimo poder é aquele que subjuga tudo e a todos com a simples e mais velha... Força. Uma força que impõe medo, respeito e até mesmo adoração.

Uma força inabalável que neutraliza qualquer evento inesperado. Uma força que demonstra ser inalcançável, porém alcançável. Uma força nutrida, gerada e expelida da forma mais inimaginável possível. Basicamente resumindo... um poder descomunal que faz seus inimigos perderem, antes mesmo de saberem. Eu já havia visto isso! Vislumbrado tal poder que faria mentes fracas perderem sua sanidade, pelo simples motivo de sua incompreensão. O que é um tanto lógico, afinal... só se pode entender algo dessa magnitude, vendo com seus olhos.

Esse nível de poder, denominado como “Deus”, ou melhor dizendo, “Deusa”, já havia se manifestando diante meus olhos. E, apesar das árduas batalhas e dos relutantes inimigos, nada se quer havia chegado perto disso... exatamente por isso eu compreendia bem que mesmo que eu me deparasse com alguém poderoso, jamais possuiria um poder como da Deusa da Morte. No entanto, ainda existe seres que possuem potencial para alcançar algo próximo disso, assim como a Deusa havia dito para mim.

Fim do sonho.

Despertava lentamente com uma voz se dirigindo a mim. Antes mesmo de ver quem era, identificava seu timbre como igual de Lut. Enquanto a mulher-polvo continuava a falar, apanhava o jarro com água e tomava todo liquido num único gole. A água parecia se unir a todas as células de meu corpo fazendo imediatamente relaxar toda tensão que estava contida e reprimida após a batalha. ~ Hmm... entendo. Respondia para a mulher tritão ao ouvir sua explicação em como havia parado naquele local.

Luthiem já parecia me conhecer bem, pois, não perdia tempo e começava a falar sobre as cavernas ao qual havia proposto a analisar. Entrada pelo rio? Faz sentido. Como a espécie humana é praticamente inútil dentro do mar e nenhum tritão vem para essa ilha devido o clima, seria praticamente impossível de achar tal entrada. Após ouvir a explicação da mulher-polvo, olhava para o papel ao qual ela havia copiado os desenhos que estavam estampados dentro da caverna.

Uma coroa sozinha, seis círculos ovais com cores escritas sobre suas bordas e uma escrita antiga, não sei se era a dor que estava alta, mas aquele desenho não fazia muito sentido. Talvez fosse algum tipo de enigma antigo e mesmo eu possuindo capacidades analítica nessa área, ainda sim era um mistério aquele desenho. Fator principal era que não havia mais informações, além do que Lut havia dito. ~ Apocalipse é?! Hmm, interessante. Diria intrigado com a situação, tentando ignorar toda dor que percorria pelos músculos.

Fiquei alguns minutos em silêncio enquanto apenas observava o pano repleto de desenhos, nesse momento que uma epifania eclodiu em minha mente. ~ Será que... Nesse momento me levantei da cama, rejeitando das dores, e coloquei o pano em cima para que Luthiem também visualizasse. ~ A organização Rosa Negra está nessa ilha com algum proposito que até agora não soubemos. Contrataram piratas que se intitulavam também como calamidades em busca de objetos e informações especiais. E, desde que chegaram aqui, estão buscando dos moradores mais antigos ou com maior status sem alarmar ninguém. Isso significa que essas pessoas devem saber de algo que habita nessa ilha e exatamente essas informações que eles buscam. E essa maldita coroa no desenho... deve significar o que todos os lacaios da Rosa Negra tanto falavam, o tal “Conquistador”. Fazia uma pausava enquanto minha linha de raciocínio interligavam a organização ao qual estávamos tentando destruir.

~ Então já sabemos quais informações a Rosa Negra quer, só ainda não sabemos exatamente o que significa. Tsc. Seria bom estar a par disso. Lut lhe designarei para encontrar algum morador antigo ou de maior autoridade e especialista em história, traga-o para mim. Por enquanto evite batalhas desnecessárias, guarde suas forças, pois, ainda estou me recuperando da última batalha e se formos atacados será um incomodo. Nesse momento usaremos inteligência ao invés e força. Tente trazer o sujeito de forma pacifica. Já que eles me veem como herói ou algo do gênero, certamente não negaram esse pedido. Terminaria de proferir ao traçar um plano e começar imediatamente a segui-lo. O quanto antes entendermos a situação, mais rápido a queda da organização ocorrera. Contudo, pressentia algo que me incomodava já algum tempo. Desde que havia falado com minha amada, algo estava me perturbando. Não sabia dizer com exatidão ainda o que era, só que havia algo a mais em Alabasta.



HISTÓRICO


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Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 00/10


Ganhos: Ferimento no tórax (indefinido pelo narrador);
Queimaduras pelo corpo todo (indefinido pelo narrador);
Queimadura séria no antebraço direito (indefinido pelo narrador);

Perdas: 1 den den mushi;

NPCs/Players:
~ Husani, líder revolucionário.
~ Giovanni, um dos 4 Espinhos da organização Rosa Negra.

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.







OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySex 12 Abr 2019, 02:26

Dark Rose shine
Não demorava muito para que encontrasse aqueles mesmos indivíduos de anteriormente, agora com Darwishi também presente, o que de fato era uma grande decepção, esperava mais desse cara... Afinal de contas ele não era o chefe deles? Em uma cadeira de rodas, o que pode fazer? - Eu estou bem... - Diria, em resposta ao meu súdito, levantava a minha mão boa para fazer um gesto de aceno e concluir minha sentença. - Não é um padre que vai me mandar de volta para o inferno, HAHAHA! - Comentaria, sarcasticamente, afinal de contas mesmo que isso soasse bem estranho ainda me viam como um deus, um faraó, alguém superior, e não podia deixar de agir como tal, mesmo que para um lado... Não tão agradável. Caminhando vagarosamente, me deslocaria até o local onde Darwishi estivesse, fitando seu binóculo por alguns segundos e então virando-me para a direção que estivesse apontado. - A...Aaron. - Deixaria escapar.

- É verdade... Então o que aqueles caras falaram ainda a pouco faz sentido. Você realmente pagou a rosa negra para fazer o seu serviço sujo... Tsc, eu deveria saber. - Diria, após ouvir as palavras do homem, mesmo que estivesse falando sozinho, não poderia deixar de notar uma certa afronta em seus comentários. Em seguida o agarraria pelo colarinho, erguendo-o com apenas uma de minhas mãos levá-lo-ia ao chão com apenas um golpe. - Não ache que sou como qualquer um desses babacas, você não pode me controlar, ninguém pode... A pergunta aqui é... - Diria, virando-me brevemente para os homens que o consideravam-no seu líder, um sorriso malicioso no rosto, convicção em minhas palavras, erguendo o tom de voz. - Vocês, vão continuar a seguir esse paspalho, ou virão comigo para um novo mundo? - Diria, soltando a gola e batendo as mãos uma contra as outras, não valia a pena matar aquele verme, não agora, não nessa situação, deixe que seus próprios comparsas decidam o que fazer.

Esperando que os mesmos não fossem tão idiotas ao ponto de serem manipulados uma outra vez, daria as costas passando a andar na direção de Aaron, passando a alongar meus braços, querendo ou não ainda estava um tanto quanto abalado do combate anterior. Minhas juntas doíam, meu corpo por completo estava ferido e cansado, mas agora, um pouco mais descansado, julgava o suficiente para tirar meu aliado daquela situação em que se encontrava, afinal, esse cara deve ser forte. - E agora se da inicio, o primeiro reinado Farest. - Comentaria baixinho ao me afastar, analisando a situação a cada passo que desse em direção ao meu companheiro, até que estivesse próximo o suficiente para ter os dois em vista, deixaria apenas que o vento levasse meu corpo, desfazendo-me em areia, buscaria apenas movimentar-me como uma serpente por entre a areia, desejava não ser detectado, não até que alcançasse a região de suas costas de uma maneira ou de outra, ou bom, ao menos estar fora de sua visão, ao lado oposto do ruivo.

Chegando ao ponto coeso, erguer-me-ia em meio aos grãos recompondo-me em forma humana, no entanto faria com que uma boa quantidade de areia também se juntasse a esse montante, em uma espécie de onda que viria a me acompanhar, e apenas quando atingisse uma altura razoável, o suficiente para me cobrir umas duas vezes... Lançaria essa camada de areia em direção ao inimigo, um golpe rápido, em jato, um poder que me vinha a calhar vez ou outra, faria com que a estrutura toda se movimentasse mais rapidamente, e quem sabe assim o pegasse desprevenido. Sorriria de qualquer forma. - Ora, ora, parece que o velhinho mal começou e já está prestes a morrer?! Que pena, a cavalaria chegou. - Diria, dobrando a face ao lado, com as mãos estendidas a frente, minha espada ainda permanecia guardada, nesse momento estava apostando minhas fichas em minhas habilidades com a Akuma no Mi, afinal de contas elas haviam vindo a calhar durante o combate passado, por que não tentar mais uma vez?

- Vamos, ruivo... Bora acabar com esse velhote e mostrar pra rosa negra que não se deve mandar meros mortais para lidar com deuses. - Diria, convencido, levando a mão ao chão para erguer dois pilares de areia que girariam em torno de mim, como se estivessem me protegendo, em uma espécie de dança entre cobras. Assim que o homem se aproximasse, ou, se fosse o caso, eu acabasse me deslocando em sua direção, faria com que esses dois pilares se movessem em direção ao raiz golpeando-o consecutivamente e alternadamente. Os dois pilares, no entanto, estariam envoltos em meu próprio Haki do armamento, em uma tentativa de tornar aqueles grãos sólidos e consistentes o suficiente para uma perfuração, por mais simples que fosse. Apenas quando Aaron se aproximasse o suficiente, e o velhote planejasse escapar, faria com que os pilares se envolvessem em ambos os seus braços, ligando-se um ao outro e por consequência estando ligados ao chão. Levaria minhas mãos ao solo, em uma tentativa de manter o esforço necessário para prende-lo por algum tempo, abrindo a brecha que o ruivo estava precisando.

Se por um acaso também fosse alvejado por seus ataques durante esse meu avanço descuidado, mesmo que fossem dois contra um, não hesitaria em mover-me para as laterais, lançando meu corpo em rolamentos ou saltos ornamentais para evitar seus golpes, podia ver que sua velocidade era um fator extra e que poderia complicar, mas ainda assim, não custa tentar. Se, por outro lado, não me fosse possível evitar tais golpes de maneira alguma, testado e confirmado, passaria a mover os pilares como forma de defesa, interceptando os golpes do velho com bloqueios de areia, que poderiam se desmanchar e se reerguer novamente, sem nenhum dano colateral, de fato incrível. Em último caso, se me visse em um beco sem saída, utilizaria do movimento chamando Geppou para saltar sobre a cabeça do ancião, transformando os pilares em duas lanças que seriam lançadas diretamente contra o mesmo, para só então utilizar a tática do "agarrão", já mencionada.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySex 12 Abr 2019, 03:32


Crimson Ghost

Backup



Os olhos reviravam enquanto o estômago também virava ao avesso, botando para fora qualquer resquício de alimento das últimas horas e deixando um gosto azedo e amargo de bile para trás. Eu ainda conseguia sentir cada um dos dedos e garras do assassino ao redor de meu estômago, mesmo que ele não estivesse mais apertando-o. Com os joelhos no chão, eu sentia o corpo inteiro tremer e o pânico, por um instante, tomar conta de mim. E se tivesse agarrado meu coração? Seria necessário apenas um puxão para que cessasse qualquer resquício de vida em mim. Com os olhos esbugalhados, ergueria a cabeça, ainda sentindo o calor em meus músculos e a mente acelerada. Eu precisava aproveitar que o Gate estava ativo.

E com a mão que segurava a barriga, como se tentasse impedir que minhas tripas vazassem pra fora do corpo, eu faria com que a adaga surgisse de meu tórax, se encaixando na minha mão enquanto os últimos resquícios de vômito ainda saiam e o suor frio congelava minha face. Seria então, numa velocidade absurda, retirando toda a essência de um gatuno naquele golpe, subiria com a adaga em diagonal diretamente contra o peito do assassino, que agora possuía uma postura mais animalesca, me fazendo sacar que era um caso de uma usuário de Zoan. Apesar do ataque direto, esperava que o mesmo não previsse aquilo dadas as minhas circunstâncias, podendo me fazer ter o ataque de oportunidade necessário para desestabilizá-lo, nem que o golpe pegasse de raspão naquela máscara idiota dele.

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A estocada seria rápida como uma ferroada. Após sentir o golpe ser efetuado, rapidamente rolaria para o lado e me ergueria com brutalidade, utilizando do rolamento enquanto eu me erguia para nunca perder o movimento, prosseguindo com minha corrida logo após. A lama no chão não estava mais sendo efetiva para me alertar quanto à localização do velho, portanto precisava acreditar em minha própria velocidade, utilizando de meus instintos e usufruindo da aura assassina que Toratsuki emitia para me dar a sua localização. Eu já havia percebido que a velocidade dele podia ser superada e o ânimo repassava aos meus músculos que continuavam a correr, mas desde que houve a misteriosa transformação, aquilo havia ficado ainda mais complexo de ser feito... Ele havia alcançado um novo nível e eu também precisava me equiparar.

Durante minha corrida pelo arredor da arena, me atentaria novamente ao súbito sumiço do assassino, onde por mais que ele fosse ágil demais para a lama no chão indicar muita coisa, seria o suficiente para pelo menos me dar uma chance de reação. Convicto de que eu jamais sentiria aquele pavor e dor novamente, não deixaria que Toratsuki se aproximasse de mim novamente, fazendo rolamentos e rasteiras de modo que minha estatura ficasse baixa demais para que ele atacasse de forma direta, devido à altura que o assassino tinha. Durante o trajeto, a mente trabalhava a mil, me fazendo recordar de algumas palavras que me vinham à tona naquele instante. ~ "Qual é o animal mais rápido do mundo", hein...? ~ Pelo modo como ele se movia, não era uma criatura aérea, se limitando a manter seus pés no chão, não sendo tão bom ao ar, portanto...

Seria então que, centralizando-me no centro da arena, logo após uma tentativa ágil de esquiva do assassino, que eu começaria a correr para os céus, visto que em terra o meu fim estava definido. Quase incorporando Ícaro e sua paixão pelo Sol, correria para cima ao me encontrar restrito de movimentação no solo, até alguns bons metros para cima, tendo a certeza que eu não seria alcançado. Assim, alcançando a altura necessária, eu olharia para baixo enquanto inflava a boca com uma massa de lama enorme, como se mastigasse uma gigantesca goma de mascar e estivesse prestes a cuspi-la. Aproveitando ainda meu movimento para cima, cuspiria com tudo aquela enorme massa de lama pantanosa para baixo, mirando no assassino e no campo já lamacento.

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A velocidade do meu disparo não era nem de perto a coisa mais ágil que eu era capaz de fazer, mas quando o meu alvo era imóvel, era fácil de atingir. Afinal, Toratsuki não era a minha mira, mas sim o chão próximo a ele, usufruindo da sua arrogância em se achar intocável para não se preparar devidamente à qualquer surpresa. O disparo de lama seria como grande foco espalhar uma massa ainda maior pela arena, fazendo não apenas com que o assassino me alertasse quando andasse, mas também o prendesse e, acima de tudo, fosse capaz de fazê-lo escorregar em seus movimentos tão ágeis. Era fácil ser rápido quando se tem um solo estável e quando você sabe exatamente o momento de frear seus rápidos movimentos, portanto seria difícil que ele continuasse a repetir isso. Ah, e claro, as bombas de presente poderiam ser um empecilho também...

Pois, misturados junto com a enorme goma de mascar lamacenta, eu cuspiria de presente para Toratsuki três bombas adesivas, vindas diretamente de Sakura para o nobre propósito de explodir aquele desgraçado. Tendo ativado-as ainda no ar, esperaria que não tardassem a explodir logo após chegarem no solo, onde poderia arrancar as pernas do "animal mais rápido do mundo" sem sequer dar chance de escapar.

Voltando ao solo com um salto suave, olharia o homem com os olhos ainda expelindo faíscas de motivação, fazendo com que eu analisasse a situação melhor, percebendo assim a areia se comportando de maneira peculiar. Minhas sobrancelhas arqueavam um pouco, até perceber a figura de Bell surgindo e utilizando da melhor forma possível um belo ataque de oportunidade. Meu sorriso se abria no mesmo instante ao ver meu aliado ao meu lado novamente. - Da próxima vez, deixe claro para Vayu que não morremos tão fácil. Inclusive, ela está bem. - Daria alguns tapas no peito, indicando que ela estava segura.

Aproveitaria toda a brecha feita pelos explosivos, lama no solo e a aparição de Bell para partir numa corrida desenfreada na direção do assassino, que precisaria lidar com duas Calamidades de uma única vez. Quando estivesse chegando próximo do mesmo, faria uma rápida sequência de zigue-zague para não deixar o meu corpo imóvel e fácil de ser atingido e, com os pés firmes em meu próprio elemento, faria um rápido movimento de mãos para que a lama acompanhasse, formando uma espécie de redemoinho abaixo de Toratsuki para desestabilizá-lo, aproveitando também do auxílio de Bell para pular bem na direção de seu peito, rolando em pleno ar para adquirir maior velocidade e fincar uma adaga diretamente contra seu coração, jogando todo o meu peso para cima da adaga e no ato de estocada. Eu precisava aproveitar de cada uma das brechas disponíveis... Só assim poderia demonstrar a criatura verdadeiramente mais veloz de todas.

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Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos: Perícia Pilotagem (11º post),

Perdas: (3) Bomba adesiva

NPCs/Players:
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- Corvus;
- Toratsuki;

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;
- Derrota de Corvus, assassino da Rosa Negra (recompensa B$ 92.000.000);
- Assassinato de diversos assassinos da Rosa Negra de baixa patente em meio a Alubarna;


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySex 19 Abr 2019, 03:32



THE CALAMITIES





Bell Farest



Bell ficou um pouco decepcionado ao saber que o chefe daqueles caras era um merdinha qualquer com a cara desfigurada e sentado em uma cadeira de rodas, ele nem deve ser forte e mesmo assim tem seguidores que o apoiam, o exato oposto da situação atual do faraó nessa cidade. Para piorar a situação de Darwishi, o cadeirante ainda revelou ter contratado os serviços da Rosa Negra e de alguma forma Aaron estava envolvido nessa história, tanto que o homem ansioso pela derrota do ruivo pediu para que Bell ajudasse o assassino a finalizar o trabalho. Obviamente o espadachim não ouviria algo assim sem fazer nada, por isso acertou Darwishi com um golpe que o levaria ao chão, fazendo-o ficar um pouco confuso, mas esperto ao saber que não conseguiria manipular uma Calamidade com tanta facilidade assim.

- Mas que merda você está fazendo? Achei que estivesse aqui para ajudar o povo de Alabasta! O nosso reino jamais terá paz enquanto um Nefertari estiver no poder! - Exclamou Darwishi por detrás da sua máscara de ferro. Porém, Bell provavelmente não lhe daria atenção, virando-se para falar com Kodar e Makhar e perguntá-los se ainda iriam seguir esse fracassado ou viriam com ele para o seu novo mundo. - O que? Voltem aqui! Me ajudem a levantar! Malditos!

E dando as costas ao líder do submundo de Alabasta, Kodar e Makhar seguiram os passos do faraó em direção a sua próxima batalha. Desfazendo-se em areia, Bell deixou o vento guiar seu corpo sorrateiramente até o local onde Aaron e Toratsuki estavam trocando golpes. Enquanto estivesse na forma dispersada de grãos de areia, dificilmente o espadachim seria notado pelo adversário, nem mesmo pelo seu próprio aliado.




Aaron e Bell



Depois de ter seu estômago esmagado pela mão do inimigo, Aaron caia de joelhos no chão arenoso e lamacento de Alabasta. Sua vista se tornava um pouco turva no momento que observaria o conteúdo líquido que acabara de regurgitar. Toratsuki não estava mais o segurando, mas ainda estava parado à sua frente e o ruivo sabia que não podia deixar escapar nenhuma oportunidade, depois de atingir um golpe crítico as pessoas costumam baixar a guarda e esse pode ser o momento para a Calamidade fazer o seu movimento. Trazendo uma das suas adagas para sua mão, Aaron levantou do chão com toda sua velocidade para desferir um corte diagonal contra o peito do velho mascarado.

Quando o sangue quente do desgraçado caiu sobre seu braço, o ruivo finalmente tinha a certeza de que havia conseguido atingi-lo, não foi com o dano certeiro que gostaria, mas ao menos serviu para já começar a fazê-lo sangrar. Sabendo que poderia perder uma disputa de velocidade que viesse a acontecer em seguida, Aaron já se apressou em recuar na sequência do corte, algo que Toratsuki também veio a fazer, o que foi o fator principal para que tenha sofrido menos dano do que deveria. O Raíz parecia estar atento a uma outra parte do cenário, o que acabou abrindo a brecha para a Calamidade o golpear, Aaron não se importou tanto assim com o que teria distraído seu inimigo, já aproveitando para produzir mais um ataque e cuspir contra ele uma bola de lama.

- Tsc, mais um… Isso pode acabar ficando chato. - Resmungou o velho antes de dar alguns passos para trás para evitar ser atingido pela esfera pantanosa atirada pelo ruivo.

Como o garoto havia errado o seu golpe, Toratsuki rapidamente deu as costas para isso e já focou sua atenção no amontoado de areia que se formou atrás dele e avançou para atingi-lo, Bell havia entrado na batalha e o assassino já havia notado a sua presença. Com um corte duplo de suas garras, o Raíz dissipou a onda de areia da Calamidade sem problemas, ele só não estava contando que simultaneamente com esse ataque uma explosão ocorreria atrás dele fazendo-o ser engolido pelas chamas e uma rajada de impacto que o jogaria alguns metros para frente.

- Merda! Que diabos...!? - Xingou o mascarado quando as bombas adesivas escondidas na lama explodiram lhe pegando de surpresa.

A dupla Aaron e Bell sem qualquer tipo de comunicação conseguiram fazer com que o veloz Toratsuki fosse pego por uma armadilha e ganhasse mais alguns ferimentos. O reencontro dos dois era a chance perfeita para que o inimigo fosse derrotado, mesmo que isso talvez pudesse ferir parte do orgulho do ruivo de só ter conseguido acertar o velhote mascarado porque a presença de Bell abriu oportunidades para isso… Bem, desde que no final isso resulte em um membro da Rosa Negra morto talvez pouco importe o seu orgulho, afinal sua devoção em eliminar essa organização vai muito além disso.

Com o Lâmina Demoníaca entrando na batalha, Aaron sabia que poderia avançar com muito mais tranquilidade já que seu aliado poderia lhe dar cobertura com seus poderes de Akuma no Mi. Toratsuki já estava de pé quando Bell criou dois “vetores” de areia fortalecidos com seu Haki do Armamento para atacar o assassino, este que por sinal lidava bem com tais ataques, bloqueando-os com suas garras em uma ótima velocidade de seus braços, algo que seria suficiente para Farest perceber que o adversário era bastante rápido… Mas ele era rápido o bastante para lidar com dois adversários?

Enquanto avançava, Aaron aproveitou para criar um redemoinho embaixo do Raíz usando o cenário lamacento que criado durante a batalha. O vórtex ajudava a desestabilizar os pés de Toratsuki e debilitar sua agilidade na hora de se esquivar, porém só isso seria suficiente para conseguir atingi-lo? Talvez não, mas pouco importa, já que Bell agiu em seguida e usou a distração do redemoinho para mover suas areias ao redor do corpo do velho mascarado e criar uma espécie de várias correntes de areia que iriam agarrá-lo pelos braços e pernas, deixando-o assim imóvel, mesmo que por alguns segundos, e então permitir que o ruivo conseguisse alcançá-lo e perfurá-lo com sua adaga.

Era a oportunidade perfeita e nenhum dos dois diria naquele momento que teria alguma chance do inimigo conseguir se livrar dessa… Mas estamos falando de um dos Sete Raízes da Rosa Negra, por isso não é tão surpreendente assim que ele ainda tenha alguma carta na manga para ser usada. Toratsuki estava com os dois braços e as duas pernas imobilizados pelas correntes de areia de Bell, mas mesmo assim ele conseguiu segurar o braço de Aaron e pará-lo antes que a adaga atingisse seu coração. Como isso é possível? Da maneira mais absurda que o ruivo poderia imaginar… Um terceiro braço havia surgido no corpo do mascarado e realizado tal ação. Na mesma velocidade que o terceiro braço apareceu, um quarto fez o mesmo e acertou o peito da Calamidade atacante com uma pancada perfurante que o jogou para longe com o tórax dolorido.

- Que saco, vão me obrigar a ir com tudo… Enfrentar duas Calamidades deveria custar o dobro. - Resmungou enquanto usava os dois braços extras para destruir as correntes de areia que o prendiam. Então com Aaron ainda se recuperado da pancada que o afastou, Toratsuki ficaria alguns breves segundos encarando Bell… Seu próximo alvo.

Zum!

Se o faraó viesse a piscar ele nem mesmo entenderia o que o atingiu. Era a primeira vez que ele presenciava a absurda velocidade do Raíz e desviar dela era um trabalho complicado para alguém que não estava fortalecido com buffs de esquiva e percepção. As garras de Toratsuki rasgaram o peito do espadachim e o peso do impacto empurrou seu corpo para trás. Nesse momento, Bell poderia tentar usar sua Akuma no Mi para mover pilares de areia contra o assassino, mas no instante que os grãos começassem a se mover, o velhote já teria marcado seu alvo novamente e assim surgiria pela lateral da Calamidade acertando-lhe uma joelhada na orelha. Era notável que a força bruta do assassino não era tão elevada quanto a sua velocidade, mas mesmo assim o golpe atingido tinha força o suficiente para deixar Bell tonto pela pancada.

- Não sei que tipo de aliança vocês fizeram com a Nefertari… Mas se querem tanto assim morrer por causa dela, me vejo obrigado a gastar minhas energias para lhes dar essa honra. - Diria ele depois de atingir o espadachim e jogá-lo em uma direção próxima de onde Aaron teria sido empurrado alguns segundos atrás.

Toratsuki era sim bastante rápido, mas eles já conseguiram segurá-lo uma vez e sua velocidade não o impediu de ser capturado, portanto se conseguirem uma forma de repetir o processo podem ter uma chance de atingi-lo… Mas se deixarem ele avançar como acabou de fazer, então dificilmente serão capazes de pará-lo em sua alta velocidade. Talvez existe uma fraqueza que eles possam explorar, mas agora que o assassino revelou um par a mais de braços suas opções de defesa também se tornam mais eficazes já que a dupla possui um número a menos de membro para um combate corpo a corpo, pois lembrando, Bell teve seu braço direito gravemente queimado.

Uma observação a ser feita, enquanto o par de braços “comuns” de Toratsuki estavam cobertos pelo manto rubro-negro do assassino, os dois extras não tinham nada para ocultá-los, por isso seriam capazes de reparar na cor escura (não é Haki) desses membros que pareciam estar cobertos por uma armadura com pequenas lâminas nas laterais. Independente da dúvida que tivessem sobre qual era o animal que ele estava transformado debaixo de suas vestes, ao menos agora eles têm uma boa dica… Afinal, só existe uma classe no “mundo comum” que possui seis membros em seu corpo.




Masimos Howker



A batalha contra Giovanni foi extremamente cansativa para o tritão que rapidamente caiu no sono ao final dela, vindo então a sonhar com sua amada Deusa da Morte. Masimos não tinha certeza de quanto tempo permaneceu desacordado, mas assim que abriu os olhos nesse quarto desconhecido ele notou que os ferimentos em seu corpo já haviam sido tratados e Luthiem estava ao seu lado pronta para lhe explicar tudo que havia conseguido descobrir em sua expedição aos locais secretos da ilha. A tritão-polvo tinha bastante informação para passar e a boa parte dela foi escrita com a sua própria tinta em um pedaço de pano.

Mesmo para o inteligentíssimo homem-carpa, entender aquelas escrituras antigas era bem complicado e parecia não fazer sentido a primeira vista, mas na medida que Lut continuava a contar o que viu as coisas pareciam se encaixar um pouco melhor na sua cabeça e rapidamente ele conseguiu associar isso a presença da Rosa Negra e das Falsas Calamidades nessa ilha. Eles precisavam de um homem mais experiente no assunto para lhes dar uma boa explicação, e da mesma maneira que a organização de assassinos está procurando por pessoas de alto conhecimento local, Masimos e Luthiem deveriam fazer o mesmo, por isso o Emissário já deixou mais um trabalho para sua seguidora que agora deveria procurar por algum morador que fosse especialista em história.

- Certo, Grande-Mestre, retornarei em breve com o que me foi requisitado. - Disse ela de forma educada curvando brevemente o corpo antes de se retirar da ala hospitalar e desaparecer no corredor a frente.

Sozinho no quarto, o tritão teria um tempo para refletir sobre o que Luthiem lhe mostrou, podendo analisar com calma os desenhos que ela copiou das paredes de cristal. Uma coroa, seis círculos, seis cores, seis nomes em uma escrita desconhecida… Se não descobrisse o que essas palavras significavam dificilmente ele conseguiria chegar a uma resposta que pudesse lhe ajudar a chegar a algum lugar. Só que era realmente impossível para o tritão desvendar o que estava escrito ali, podia virar o pano para qualquer direção, contra a luz e qualquer outra tentativa que pudesse transformar aquelas letras em algo que ele considere familiar, mas realmente não tinha jeito, não estavam no seu conhecimento.

Alguns minutos depois de ter deixado o ambiente, Luthiem retornou trazendo uma senhora de idade, cabelos cacheados, brancos, oclinhos meia-lua, coluna curvada e de baixa estrutura. Assim que notou o enorme tritão a sua frente, a idosa ajeitou os óculos e olhou assustada para o homem da raça que ela provavelmente viu nenhuma ou poucas vezes na sua vida. A tritão-polvo trazia em seus braços algumas sacolas que provavelmente continham livros da mulher que trouxe para ajudá-los.

- Um tritão! Magnífico! - Exclamou ela admirada em conhecer o pirata. - Você é o rapaz que derrotou aquele homem que estava queimando nossa cidade? Tenho muito a lhe agradecer, obrigada por salvar a minha casa, é tudo que ainda me resta… Deus irá lhe recompensar por sua bondade! - Disse a senhora que nem era capaz de imaginar as atrocidades que Masimos já havia feito em sua vida e muito provavelmente se ela ficasse sabendo acabaria morrendo do coração.

- Mestre, essa é a Lurdes, costumava dar aulas de história no passado e já chegou até a participar de expedições para estudos. Contei para ela o que descobrimos e ela talvez possa nos ajudar, mostre a ela as escrituras. - Explicou Luthiem para poupar apresentações da sra. Lurdes que não era capaz de falar com grande velocidade devido a sua idade.

- Ohhh, interessante… Esses desenhos. - Disse ela analisando o pedaço de pano com bastante atenção, chegando até mesmo a ajustar o óculos em seu rosto. - Esses hieróglifos eram muito comuns na Antiga Alabasta, é possível traduzi-los… Mas esse tipo de escrita aqui não se encaixa com o restante, não são do mesmo padrão, poderia dizer que não são nem do mesmo povo… Um povo mais avançado. - Explicou ela passando a segurar o pano com as mãos para observar melhor. - É difícil traduzir os hieróglifos pois eles podem possuir diversos significados, mas aqui eu diria que a mensagem é clara, diria que é algo como “a coroa do rei guarda o poder”. É estranho, já que na Antiga Alabasta o conceito de “rei” não era utilizado, aqui os líderes eram todos faraós… Quem escreveu isso não estava se referindo a algo dessa ilha. Não sei qual é a relação do resto com esses círculos marcados com cores, mas acredito que essas palavras em outra escrita esteja revelando algo sobre elas. E digo mais, pode não parecer, mas eu diria que são seis escritas diferentes. As palavras possuem algumas diferenças e isso pode indicar seis povos distintos, contando com os hieróglifos da Antiga Alabasta isso liga sete povos diferentes nessa mensagem. Ah… Agora me recordo, já faz bastante tempo que estive lá… A mensagem nas cavernas de cristal, foi tudo por causa disso. - Por consequência da idade, Lurdes demorou um tempo para lembrar que já havia estudado isso antes, e é possível imaginar que tenha sido esse o motivo dela ter saído pelo mar no passado, ela queria entender o que isso significava.

- Sim! Eu copiei o que achei mais importante, não tinha como eu transcrever tudo, demoraria demais… A senhora lembra de algo a respeito disso? Sabe nos dizer o que isso tudo quer dizer? - Perguntou Luthiem um pouco ansiosa e empolgada já que conseguiu trazer a mulher perfeita para o problema deles.

- Infelizmente não… Naveguei durante anos tentando encontrar a origem dessas escritas, mas aparentemente todas elas já foram extintas há tempo suficiente para sequer haver registro delas. Éramos jovens com um espírito de aventura, mas não éramos guerreiros, não sabíamos enfrentar os perigos desse mar… Nossa tripulação aos poucos foi enfrentando dificuldade e ficando cada vez menor, mas conseguimos encontrar uma pista de para onde deveríamos ir, a ilha de origem de uma dessas escritas. Bem, infelizmente era perigoso demais continuar, os que restaram no navio tinham que escolher entre a aventura e a vida, não éramos fortes o bastante para continuar e por isso optamos em desistir, a viagem seria longa demais. - Nesse momento a pequena Lurdes deixou cair uma lágrima no pedaço de pano. Ela estava emocionada ao lembrar do seu passado, uma época tão distante em sua vida que mal lembrava, seu sonho adormecido havia voltado para suas memórias e com ele a tristeza e a decepção de não ter conseguido realizá-lo.

- Você ainda lembra o nome dessa ilha? - Perguntou Luthiem controlando a sua ansiedade.

- Sim… Mawakun, era este o nome da ilha… Se quiserem saber mais sobre isso podem tentar ir para lá. Sinto que vocês são muito mais capazes do que eu de enfrentar esse mar, vocês irão conseguir. - Respondeu ela enxugando as lágrimas com a ponta dos dedos e devolvendo o pedaço de pano para Masimos. - De alguma forma eles sabiam que isso um dia iria acontecer… E acho que vocês estão aqui porque também sabem de alguma coisa. O apocalipse está para começar, não é?

E com essa pergunta, a vovó Lurdes confirmava a teoria de Luthiem sobre parte do significado das mensagens nas paredes de cristal, elas estavam relacionadas com o apocalipse. Mesmo com todos os livros que trouxe para ajudá-los no que estavam precisando, Lurdes nem mesmo precisou deles para explicar o significado de tudo isso, ela já havia estudado bastante sobre o assunto no passado e ao se lembrar de tudo foi até fácil explicar para eles, mas talvez a mente estudiosa de Masimos ainda anseie por mais conhecimento, talvez ainda tenha perguntas que ele queira fazer a esta senhora historiadora a sua frente… Mas ao menos quando estiverem prontos para partir, Mawakun seja um possível lugar a receber uma visita das Calamidades.


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptyQui 25 Abr 2019, 14:08


Emissário da Morte

Destruição total de Rainbase

Após a saída de Luthiem, que havia sido incumbida de encontrar algum historiador, refletia sobre as informações adquiridas momentos atrás. Estava quieto e tentava formular o quebra-cabeça, mas definitivamente era algo impossível de se fazer, principalmente quando se tem miseras informações.

Não demorou muito para a mulher-polvo retornar com um humano que poderia saber mais de Alabasta e assim eu conseguir maiores informações e desvendar tal enigma. A velha mulher começara a proferir sobre os ocorridos de outrora e em seguida fala sobre... Deus e bondade? Humph. Já estava com o punho fechado prestes a esmagá-la como um inseto, pela sua insolência. No entanto, minhas pupilas colidiam com a de Lut e voltava-me a acalmar enquanto respirava fundo e reprimia tal sentimento de fúria e por fim ignorava o comportamento daquela humana.

Luthiem apresentava a mulher e prosseguia dizendo que a mesma era especialista em histórias, exatamente o que havia solicitado. ~ Hmm, entendo. Diria ao mostrar o pano e os desenhos para ouvir o que ela saberia sobre tal enigma, e logo em seguida a mulher começava a comentar sobre os desenhos das cavernas. Após uma explicação e algumas perguntas de Lut, a conversa seguia um rumo um tanto intrigante, devo admitir. Entretanto, o que era para ser uma explicativa, acabara por abrir ainda mais questões. ~ Tsc. Mawakun?! Proferia o nome da ilha ao refletir sobre as informações ditas pela historiadora. Se essa ilha está sendo apontada, nada confirma de que de fato é ela. Poderia ser uma ilha falsa ou uma artimanha para camuflar a verdadeira ilha, apesar de ter ouvido falar dessa ilha em uma das rotas da Grand Line. Todavia, ainda seria tolice pensar em ir num local apenas com essas informações, pois que, poderia ser uma armadilha ou uma inverdade. Estava quieto e manifestava uma face de quem estava pensando muito no assunto.

As informações dessa mulher são limitadas, mas seu conhecimento sobre história parece verídico, talvez se eu absorvesse tais capacidades, poderia ser mais fácil desvendar o que a Rosa Negra de fato visa nesse local e assim estar um passo a frente deles. ~ Senhorita Lurdes, já que és grata a mim aceitaria seu conhecimento como forma de gratidão. Gostaria que me ensinasse sua maestria sobre história, pois agregando tal conhecimento com minhas outras competências, certamente consiga alcançar meu atual objetivo. Terminaria de indagar ao me aproximar da mulher e em seguida absorver o máximo de conhecimento possível.

Após um tempo sendo doutrinado pela velha mulher, obviamente que teria já assimilado seus conhecimentos e aquela humana não seria mais útil. Poderia dar um fim a sua vida agora e lhe poupar os míseros anos de vida que lhe restavam. No entanto, devido sua prestação de serviços e principalmente por ser uma alma nada cativante, digo isso no sentido de não se tornar um presente digno de minha amada, deixaria a mulher seguir seu rumo. – Pode ir agora. Diria para a senhora e após ela sair, começaria a dialogar com Lut. ~ Deve estar se perguntando “porque deixei ela ir embora”, não é verdade? Visto que... a Rosa Negra poderia descobrir essa eventual situação, já que, possui olheiros por toda parte e torturar aquela humana com intuito de ficar a nossa frente. Comentaria enquanto começaria a movimentar o corpo em busca de verificar seu atual estado, mesmo com as dores, rastrearia meus limites e até que ponto já estaria recuperado.

~ Mata-la apenas para evitar que as informações esvaíssem seria perda tempo por dois motivos. Um: não proferimos nosso objetivo, o que significa que ela não sabe sobre o que buscamos. Dois: fazer isso certamente alertaria os moradores dessa cidade e levantaria suspeitas para a organização. Mas claro que a opção de mata-la e ocultar seu corpo seria a mais adequada, devido nossa atual situação. Todavia, importante agora é poupar esforços, já que, não sabemos quando poderemos ser atacados. Terminaria de falar para que minha aliada compreendesse minha linha de raciocínio e, quem sabe, conseguisse visualizar até onde eu haveria pensado em minhas ações.

~ Já está na hora de irmos embora. Comentaria e só então perceber que minhas vestes estavam em ruínas. ~ Seria interessante utilizar uma armadura daqui para frente, seria mais útil sua duração, em razão das roupas não estarem durante muito nos combates. Falaria pensativo referente que todas as vezes minhas roupas terminavam ficando escassas ou extinguidas. Pegaria o comunicador em meu bolso e tentaria entrar em contato com Bell ou Aaron. ~ É o Masimos falando... qual a situação? E onde estão? Proferiria exatamente a mesma coisa para ambos assim que atendessem, mas caso não obtivesse contato com meus aliados, tentaria com Darrell. ~ James? É o Masimos. Por onde andas? Questionaria o atirador com a intenção de saber se o mesmo haveria descoberto algo novo e por fim diria para o mesmo que havia enfrentado Giovanni da organização e que haveria matado o inimigo. Se haviam me almejado, talvez estivessem atrás de meus aliados também. Apesar de confiar em suas forças, juntos eramos mais poderosos. Já estava na hora de atacar o coração dessa maldita organização, mas não antes de atacarmos os malditos piratas que haviam nos plagiado. Meu poder havia aumentado e Byakushi terá sua alma ceifada por mim, era só uma questão de tempo.



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Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 00/10


Ganhos: Ferimento no tórax (indefinido pelo narrador);
Queimaduras pelo corpo todo (Se recuperando);
Queimadura séria no antebraço direito (Se recuperando);

Perdas: 1 den den mushi;

NPCs/Players:
~ Husani, líder revolucionário.
~ Giovanni, um dos 4 Espinhos da organização Rosa Negra.

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.







OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptyDom 28 Abr 2019, 21:54


Crimson Ghost

Backup



A presença de Bell era reconfortante, pois mesmo sendo um lutador solitário, o reforço da Calamidade Guerra me trazia uma segurança de que aquilo agora seria possível. O corpo ainda fraquejava e meu aliado pôde sentir a velocidade do Raiz diretamente em sua pele. A confiança em continuar a batalha era restaurada, mas sentia as forças nas pernas aos poucos se esvaindo, indicando o fim de minha técnica. ~ Acho que cumpriu seu propósito... Agora preciso atingi-lo com tudo o que eu tenho. ~ E, praticamente enfiando a mão em meu peito, sentindo de perto os bruscos movimentos musculares de meu coração, eu fazia uma rápida massagem cardíaca enquanto minha respiração ia acelerando aos poucos. - Bell... Vamos mostrar quem realmente somos. - Expressaria, enquanto chamas de energia espalhavam pelas minhas mãos e braços, deixando meus olhos rubros num aspecto vívido como labaredas. - Gate... Three!

Com um forte pisão no chão, explodiria em velocidade direto até Toratsuki, serpenteando durante meu movimento enquanto sentia os braços estarem extremamente mais leves. Adagas surgiriam do interior de meu corpo para se encaixarem entre meus dedos, enquanto minha aura avermelhada ia ficando para trás como um rastro de meu percurso. Meus golpes seriam mais precisos do que nunca durante aquele breve período de tempo, portanto não poderia desperdiçar tempo com ataques que eu não tivesse a certeza em atingi-los. Com Bell pelo lado oposto ao assassino, eu saltaria quando estivesse próximo do assassino para um golpe aéreo. Assim que estivesse no ápice de meu salto, viraria o corpo completamente para a diagonal para baixo, apontando na direção do assassino e usando o geppou para me projetar como um tiro de projétil em sua direção. Girando meu corpo durante o processo, tentaria maximizar o golpe que, mesmo se viesse a pegar de raspão, seria o suficiente para fazer sangue ser derramado em grande quantidade.

Imaginaria que meu golpe não fosse atingi-lo diretamente, portanto esperava que eu acabasse meu movimento no solo. Deixaria uma de minhas adagas cravadas no chão de pedra, enquanto eu faria um rolamento ágil e prosseguiria com uma movimentação ofensiva para o lado do assassino. Me abaixaria em um rápido movimento de esquiva, tentando evitar qualquer possível golpe que aquelas garras pudessem vir a me atingir, para então me erguer numa estocada rápida direto contra sua face, deixando minhas adagas sedentas para tentar quebrar aquela maldita máscara de osso. Mesmo que ele estivesse com um golpe já direcionado a mim nesse momento, eu não pararia o meu golpe, preferindo recebê-lo em cheio se significasse que eu o atingiria depois.

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E em momento nenhum eu pararia, pois mesmo sendo atingido e tendo meus órgãos espremidos novamente, eu só cessaria meus movimentos quando estivesse morto. Demonstrando ao assassino o real significado da velocidade, começaria a rodeá-lo quase a ponto de criar um breve tornado ao seu redor. Sabendo que seus olhos me acompanhariam, esperaria que ele não notasse o que estaria um pouco mais abaixo dele. Isto porque, no instante em que havia deixado minha adaga presa no chão, havia também deixado preso a ela meu cabo de aço que guardava comigo desde a época que eu caçava piratas ao invés de ser um. Com o cabo preso num ponto fixo e comigo rodeando-o agilmente, esperaria que o cabo o segurasse de surpresa, constringindo braços, pernas e membros extras que pudessem vir a surgir.

Quando fosse o momento de apertá-lo em minha prisão, puxaria com brutalidade a outra ponta da corda de aço, gerando uma constrição apertada demais para que seu corpo pudesse partir com facilidade. Aproveitando ainda que o solo estava todo revirado de lama de pântano, controlaria meu elemento para que começasse a absorver o assassino por debaixo, como se o inferno estivesse tentando drená-lo para seus confins. - BELL, AGORA! - Esperando que meu aliado encaixasse um bom golpe quando o adversário estivesse preso, pois eu com certeza não deixaria aquele desgraçado sair impune. Ele estava mexendo com alvos que não imaginava o nível.

Sabia que a forma de Zoan do assassino podia dificultar as coisas, ainda mais com seu aumento de força, velocidade e provavelmente resistência. Tendo seis braços, meu chute imediatamente seria em se tratar de algum inseto, tentando me recordar pelas inscrições do Bingo Book que eu já havia estudado se me lembrava de algum animal específico que possuísse tais características. Caso soubesse, expressaria para Bell após tudo se acalmar, mas não seria o momento agora, pois após deixar a brecha para que o Lâmina atacasse, eu prenderia a outra ponta da corda no chão e eu mesmo me aproximaria com a brecha disponível, vindo com meus dois braços ainda cheio de adagas num duplo uppercut, tentando atingir-lhe em cheio na altura do estômago, enquanto expeliria lama aos montes para que grudasse em sua pele e fosse cada vez mais restringindo seus movimentos. Pois, assim como um pântano a engolir suas vítimas, eu só pararia após todos os movimentos dele fossem cessados, assim como após seu último suspiro ser feito.

Gate: Three!:
 



HISTÓRICO

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Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos: Perícia Pilotagem (11º post),

Perdas: (3) Bomba adesiva

NPCs/Players:
- Rainha Isis;
- Corvus;
- Toratsuki;

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;
- Derrota de Corvus, assassino da Rosa Negra (recompensa B$ 92.000.000);
- Assassinato de diversos assassinos da Rosa Negra de baixa patente em meio a Alubarna;


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySex 03 Maio 2019, 01:42

Blood on my name
Precisava admitir, o velhote era rápido, mesmo que estivéssemos em dois ele ainda conseguia superar nossos ataques em conjunto como se fosse uma de suas especialidades, talvez só estivesse inspirado? Pensei, mesmo sabendo que já estava um tanto quanto danificado devido a batalha anterior, ainda assim não deveria ser um problema, afinal de contas estava planejando em utilizar melhor de minha própria Akuma no Mi, ao invés de apenas me jogar para cima do adversário, bom, ou ao menos seria antes que me irritasse com aquela batalha de vez, ai sim, não teria mais jeito. - Aliança com os Nefertari? HAHAHHAHA, VÁ SE FODER, Que morram todos junto com a rosa negra. - Comentei tentando entender de onde sua linha de raciocínio surgia, afinal de contas estava ali para realizar uma ação exatamente oposta, e acabar de vez com a linhagem nobre desse lugar medíocre. - Nada pessoal, você não parece ser um cara a todo mal, mas a rosa negra já encheu nosso saco demais para deixar passar... Velhote, você vai morrer. - Diria dando de ombros e arrancando o restante de pano destruído que cobria a parte superior de meu corpo.

Meu braço inutilizado permaneceria colado juntamente ao corpo, e analisando-o mais friamente, tentava me livrar apenas com as palavras. - Quem disse que eu preciso de dois braços para chutar a sua bunda? Na verdade eu não preciso nem chegar perto... - Diria, erguendo um pouco de areia através de meus poderes, como se desse a entender que meus golpes de areia seriam o suficiente para acabar com ele. No entanto, deixaria com que Aaron se movimentasse primeiro, tomando a iniciativa e por consequência chamando a atenção do velhote, visto que permaneceria parado até que ele estivesse bem mais próximo. Assim que o visse em uma preparação para enfrentar o ruivo, dispararia em sua direção levando meu braço a frente pronto para agarrar ambos os seus, por trás, de forma a evitar sua visão. O impulso também levantaria uma camada de areia nas duas áreas laterais de seu corpo, tentando prever um possível desvio através dos grãos, meu corpo imediatamente mudaria de sentido se isso ocorresse. Por fim, assim que o alcançasse entrelaçaria meu braço entre um dos seus forçando seu corpo para frente, e girando-o em minha direção, em uma tentativa de abrir totalmente as costas para o ataque de meu companheiro.

- Eu menti... - Diria, com um sorriso na face. Minha espada ainda estaria em sua bainha, mas ela não seria necessária nesse momento, visto que de imediato levaria meu corpo em uma posição defensiva tentando aguentar os golpes que viessem em sequencia, meu pé se estenderia a frente, ao mesmo tempo que as areias começassem a tomar uma certa altura do chão, e no momento que impulsionasse minha perna no peito do velhote, os grãos se impulsionariam como um disparo. Concentraria minhas mãos a frente ao corpo enegrecendo tanto as mãos para me proteger dos impactos, quanto a ponta dos projéteis de areia que estivessem se deslocando em direção ao homem, bateria um por vez, subsequentemente, como se fossem uma sequencia de socos alternariam entre si até que o raiz deixasse aquele local. Bom, quando esse fosse o caso, imediatamente impulsionaria meu braço bom em direção ao chão, erguendo-me em um movimento acrobático, um mortal com rodopio ao ar, pretendendo atravessar o campo até a sua lateral.

Sabia que Aaron imediatamente assumiria o combate, e não poderia deixá-lo por muito tempo sozinho contra o velhote, mas também confiava em suas habilidades. Um sorriso na face, observaria com atenção o combate que o ruivo conseguia proporcionar para todos que estivessem ali observando, uma pena que não havia uma plateia maior. Se, no entanto, fosse alvejado por golpes, mesmo que o combate principal estivesse sendo focado no ruivo, seja nesse momento ou mesmo no momento anterior em que estava mais exposto, reagiria de acordo com seus golpes. Se fosse visado por golpes na horizontal, me abaixaria ou ergueria meu corpo mais ao alto a fim de evitar o golpe. Se necessário erguendo camadas de areia para "amaciar" seus golpes e diminuir a precisão e velocidade, a todo momento. Para golpes verticais no entanto, mover-me-ia para as laterais, saltando de um lado para o outro, deixando com que meu corpo reagisse por instinto, apenas movendo-me defensivamente, sem nem mesmo mover um músculo ofensivamente. Sempre buscaria me afastar seja com saltos ou movimentos acrobáticos para que o ruivo assumisse a linha de frente.

Bom, se o golpe de aprisionamento, por parte do ruivo, fosse um sucesso ou ele ao menos conseguisse travar alguns golpes contra o velhote, assim que achasse um momento oportuno, imediatamente levaria minhas mãos ao chão concentrando minha força nas areias daquele deserto, sabia que poderia confiar a elas a minha vida, e assim o faria. Fechando meus olhos e abrindo rapidamente... - Sand Burst! - Diria, fazendo com que a areia se movesse em um movimento técnico que já havia planejado antes, aplicando grande força e pressão sobre a parte superior de seu corpo, a ideia principal seria desestabilizá-lo e no processo causar a maior quantidade de dano possível, mas no fim aproveitaria desse momento para manter minhas mãos ao chão e precionar com toda força, em uma tentativa de tomar o controle absoluto. Buscaria manter o homem preso em meio aquela enorme quantidade de areia, em uma luta de força bruta entre minha Akuma no Mi e sua velocidade e força, tomaria um breve fôlego para falar. - SUA VEZ... - Diria, esperando que Aaron terminasse com isso. Para encerrar, sacaria meu cigarro levando-o a boca e acendendo animado, chegando a morde-lo antes mesmo de tragá-lo por completo. - Estou ficando animado, vamos lá velhote, me mostre a sua força. Finalizava.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptyTer 07 Maio 2019, 18:35



THE CALAMITIES





Bell e Aaron



Com a chegada de mais uma Calamidade na batalha, Aaron se sentiu um pouco mais aliviado e confiante de que seria capaz de alcançar a vitória, o problema é que o seu inimigo ainda tinha cartas na manga e mais poder para ser liberado, revelando um par extra de braços que acabou salvando-o de ser gravemente ferido e permitiu que Toratsuki atingisse os piratas com sua extrema velocidade. A essa altura, tanto Aaron tanto Bell já estavam de saco cheio da Rosa Negra e seus assassinos, não se tratava de uma luta para proteger a rainha de Alabasta, mas sim uma luta para matar mais um desses desgraçados. Chamando o companheiro para lutar ao seu lado, o ruivo ativou uma de suas habilidades de melhoramento físico e avançou com velocidade para cima do velhote com seis membros.

Preparado para se defender dos adversários, Toratsuki abriu os quatro braços e suas garras com as mãos reforçadas pelo seu Busoushoku. Seus olhos acompanharam a movimentação de Aaron, enquanto seu instinto, ou quem sabe algo a mais, cuidava da aproximação de Bell pelas suas costas. Dois braços para cada Calamidade enquanto seus pés se moviam rápido pelo chão para girar a base do seu corpo e permitir que o assassino bloqueasse ambas a ofensivas com a palma de suas mãos.

Lidar com as areias era o maior problema para ele nesse momento, mas um movimento rápido de seus braços extras expeliu uma rajada cortante de seus dedos que as afastou temporariamente, enquanto isso outro braço atacaria Bell com um arranhão e o outro seguraria a lâmina de Aaron que avançou como um foguete para tentar perfurá-lo. Por mais que o assassino tivesse confiante que seu Haki fosse ser suficiente para parar a adaga do ruivo, ele estava um pouco enganado, já que a lâmina, ou as lâminas, chegaram a perfurar sua mão. De qualquer forma, Toratsuki conseguiu evitar ser atingido em um ponto vital e parando a Calamidade ainda no ar, o usuário de Zoan usou um dos braços livres para acertar a cabeça de Aaron com uma pancada que o jogaria para longe sem causar maiores danos a sua mão perfurada.

Com Bell ainda na sua traseira, o Raíz girou por completo o corpo para começar uma sequência de arranhões ao espadachim, que já estava preparado para isso e logo depois de se afastar do inimigo, começou a atirar disparos de areia em alta velocidade contra o assassino que precisou interceptá-los com maestria usando as garras enegrecidas em movimentos de ataque/defesa que usaria normalmente se estivesse travando um combate corpo-a-corpo.

Talvez o usuário da Suna Suna não fosse forte o bastante ainda, ou quem sabe fosse Toratsuki que estava muito fora da curva de força dele, pois mesmo sendo pressionado com uma “chuva” de disparos de areia, o assassino ainda estava conseguindo se aproximar com velocidade do espadachim, e não iria demorar muito até que ele conseguisse o alcançar com algum dash repentino de sua especialidade. O Den Den Mushi de ambas Calamidades chegou a tocar durante a batalha, mas certamente nenhum dos dois tinha tempo para atender tal ligação.

Ter sido atingido anteriormente até levou o ruivo ao chão por um momento, mas o garoto já estava determinado em só parar quando estivesse morto, e não seria um golpe medíocre como esse que iria dar fim a uma Calamidade. Voltando a avançar com ferocidade para cima do velhote mascarado, Aaron conseguiu alcançá-lo antes que ele chegasse até Bell, que por sinal não estava tão em apuros assim, pois logo quando o ruivo retornou ao combate, o faraó se jogou com auxílio da areia para uma outra posição, ficando fora do perigo do avanço adversário.

A batalha agora tornava-se uma intensa e rápida troca de golpes afiados, Aaron com suas adagas e Toratsuki com suas garras. Por mais veloz que estivesse no momento, o pirata ainda tinha a desvantagem de estar lidando com um inimigo que tinha o dobro de braços disponíveis para atacar e defender. Esquivar de alguns arranhões até foi possível por parte do ruivo, mas desviar de todos era uma tarefa quase impossível e o simples fato de estar perto do mascarado já parecia ser suficiente para cortes surgirem no seu corpo… Porém, Aaron não estava se importando com isso, receber esses danos era necessário se quisesse fazer o mesmo ao seu inimigo, e é por isso que ele não recuou mesmo estando sofrendo dois cortes para cada um que conseguia acertar.

Seu corpo já estava coberto pelo próprio sangue no momento que Aaron finalmente conseguiu subir sua adaga em um corte que rasgou Toratsuki do ombro a uma das orelhas e fez com que sua máscara demoníaca saísse voando para fora do seu rosto, revelando a face de uma criatura medonha que eles rapidamente reconheceriam como um tipo de inseto, provavelmente um besouro. O Raíz urrou de fúria e avançou na direção do ruivo para retribuir o corte, mas o pirata “fugiu” do assassino e começou a correr em círculos ao redor dele com o máximo de velocidade que conseguia alcançar.

- Querendo mostrar o quanto é rápido, Calam… !!! - Então no meio da sua frase sua intuição lhe mostrou o que o inimigo estava tramando, portanto ele rapidamente saltou para longe do chão, tentando evitar o que iria acontecer a seguir.

Antes quando foi atingido e jogado ao chão, Aaron plantou uma de suas adagas no terreno e amarrou um de seus cabos de aço a arma escondida, dessa forma no instante que começou a correr ao redor de Toratsuki, o ruivo estava também soltando sua corda para que pudesse amarrar o assassino em uma espécie de armadilha improvisada. O mascarado de alguma maneira conseguiu notar essa estratégia e saltou momentos antes dela ser executada com perfeição, porém um pouco tarde demais para evitar que fosse pego por ela. Uma das pernas do velhote acabou sendo agarrada no momento que ele pulou e isso acabou o jogando de volta para o solo lamacento que logo em seguida começaria a subir pelo seu corpo tentando absorvê-lo para o interior.

- Tolo, acha que uma cordinha como essa é suficiente para me segurar? - Perguntou ele fazendo um corte duplo com ambas as mãos destras revestidas de Haki do Armamento.

Ele estava certo, a corda não resistiu as suas garras afiadas, mas agora ela já não era mais necessária… Bell já havia tido tempo o suficiente para preparar seu próximo ataque, e a gigantesca onda de areia caiu sobre o corpo de Toratsuki esmagando-o contra o chão com violência. Todo aquele peso caindo sobre alguém tinha pressão suficiente para talvez chegar na casa das toneladas, por isso qualquer corpo normal teria sido completamente amassado por um golpe assim… Mas as Calamidades sabiam que não estavam enfrentando um oponente “normal”.

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Mesmo completamente soterrado pela tsunami do faraó - que levou uma multidão a vibrar - o velhote não havia morrido, e toda aquela areia que estava o cobrindo começou a ser jogada para o alto por rajadas de ar que estavam vindo por debaixo delas. Toratsuki cavou para fora da sua cova lutando contra toda areia e lama que estivesse tentando jogá-lo para baixo, porém, o homem que saiu da “tumba” não era mais o mesmo, já que estava completamente torto e desfigurado por ter acabado de ser esmagado.

- Malditos, malditos malditos! Vou destruí-los… VOU DESTRUÍ-LOS! - Gritou o velhote com seu rosto híbrido de besouro com humano.

E quebrando totalmente o clímax do momento do “vilão”, Aaron surgiu na frente dele cravando ambos os seus braços repleto de adagas no estômago do Raíz. O golpe foi crítico e poderoso o bastante para fazer o velho cambalear alguns passos para trás, mas sem sucumbir ao chão. Ele esticou um dos braços na direção do ruivo para tentar agarrar sua face com as garras, mas seu corpo tombou para trás vomitando e jorrando sangue. Com as costas tocando o solo, sua forma híbrida foi aos poucos se desfazendo e ele pode finalmente voltar a relaxar como desde o começo dessa luta queria fazer… Aos poucos era possível notar a fúria se esvair de seus olhos cansados e serem preenchidos em seguida pela tranquilidade do descanço eterno. E o corpo da raíz jazerá para sempre no fundo do pântano faminto.




Masimos Howker



- Claro, claro, será uma honra ensinar novamente, ainda mais sendo alguém digno como você. - Disse a idosa assim que o tritão pediu para que ela compartilhasse seu conhecimento de história com ele ali mesmo em sua cama na ala hospitalar.

Levariam algumas horas para que toda a aula sobre o conhecimento básico de história pudesse ser ensinado, mas ao final de todo esse estudo, Masimos já estaria pronto para entender algumas questões a respeito do mundo atual que antes talvez não fosse apto a compreender da maneira certa. Obviamente o tritão não era uma enciclopédia sobre toda a história do mundo, são ilhas demais para se aprender, porém os principais acontecimentos envolvendo o avanço da humanidade pelos Blues e Grand Line ele conheceria bem, com exceção do tal Século Perdido cujo as informações a seu respeito foram apagadas por completo da história do mundo pelo antigo Governo Mundial, este que por sinal parece continuar empenhado a ocultar os acontecimentos dessa época.

Enfim, após a aula ter sido dada, Lourdes deixou para Masimos dois livros para que ele pudesse ler e consultar enquanto estivesse viajando pela Grand Line, o primeiro deles se chamava “As 7 rotas do Paraíso - Conheça as ilhas da Grand Line”, um livro que continha informações básicas sobre cada uma das ilhas catalogadas pela primeira parte da Grand Line; já o segundo era um pouco mais específico e continha séculos de história de uma ilha específica, o nome do livro era “Mawakun - A história por trás da tradição”. Eram livros interessantes de se ter para consultas futuras, principalmente esse segundo caso realmente se torne um objetivo futuro viajar para a tal ilha, porém com as suspeitas do tritão para com a ilha, não seria tão fácil tomar essa decisão.

Depois que a professora se foi, Masimos explicou para Luthiem os motivos pelo qual ele optou por não matar a idosa, sendo que nenhum deles envolvia compaixão ou algum sentimento semelhante, foi apenas uma decisão estratégica para evitar o surgimento de algum problema no futuro, além de não haver realmente uma urgente necessidade de eliminar a tal senhora. Depois de travar suas batalhas contra inimigos com poderes criador de calor, as vestes da Calamidade não tiveram a mesma capacidade que ele de se manter tão inteiros ao final delas, portanto a ideia de passar a usar uma armadura era citada pelo homem-carpa no momento que ele começou a se preparar para partir do quarto hospitalar onde encontrava-se descansando.

- Ok, mestre, irei pedir para que meus homens providenciem algumas armaduras para que você possa usar. Eles levarão algum tempo, mas certamente retornarão com o que foi pedido. - Comentou Lut também buscando o seu comunicador para entrar em contato com os homens da sua tripulação e então pedir para que eles dessem um jeito de encontrar a armadura ideal para a grande Calamidade Morte.

Assim como fez a tritão-polvo, Masimos também usou seu comunicador para entrar em contato com seus aliados, tentou primeiro Bell e Aaron, mas nenhum dos dois respondeu, o que poderia significar três coisas, ou voltaram a entrar em um combate e não poderiam atender, ou foram capturados, ou estão mortos… Dificilmente a opção de perder o Den Den Mushi rolaria para esses dois, então eram as maiores possibilidades para se pensar. Sem receber uma resposta das outras Calamidades, Masimos ligou para James, este que já havia se separado dele a algum tempo e não fazia ideia de por onde ele estaria andando. Diferente das tentativas anteriores, o comunicador do atirador teve uma resposta… Mas a voz que o tritão ouviu não foi a de Darell.

- Que honra, estou falando com o famoso Masimos “Titã” Howker, o Emissário da Morte… Belo nome, mas eu iria preferir algo como: “o emissário da arte”. - Disse a serena voz masculina do outro lado da linha. - Você gostaria de falar com James Darell? Bem, lamento dizer, mas acho que ele não vai mais conseguir te responder… Dessa vez me certifiquei de que ele não iria mais se levantar. - Completou em seguida dando a entender que ele não apenas derrotou James, como também o matou… Algo assustador de se pensar já que o atirador era um dos homens mais fortes que Masimos já havia conhecido. A voz suspirou antes de continuar. - Aaaah, não há arte mais magnifica do que uma morte, não acha, Calamidade? Acho que nos daríamos bem juntos. - A essa altura da conversa, talvez o tritão já tenha encerrado a chamada ou até mesmo mandado uma mensagem de volta para o desconhecido, se o segundo caso acontecer, o homem ignoraria qualquer tipo de ameaça ou fala que tenha sido dirigida a ele pelo capitão pirata. - Acredito que você seja um homem inteligente, Calamidade, então se for realmente alguém sábio, desista agora de enfrentar a Rosa Negra, fuja… Não há qualquer chance de vitória para você e seu grupo tão pequeno, nossas pétalas, espinhos e raízes serão sempre infinitos no nosso jardim. Vocês declararem guerra contra nós não é a ideia mais inteligente, talvez você não saiba, mas que quando o Conquistador criar o mais belo dos mundos, as Calamidades serão necessárias… E essas se me lembro bem não podem ser tão facilmente substituídas. Pense bem nisso, Emissário da Morte. - Diria ele, caso Masimos ainda estivesse ouvindo. O que este homem estava querendo dizer basicamente significava que se aliar à Rosa Negra e se ajoelhar para o Conquistador era uma possibilidade válida, pois aparentemente ele precisa ter as Calamidades ao seu lado depois que realizar o seu plano. Se nesse momento houvesse mais uma resposta por parte do tritão, seja ela qual for (e conhecendo a personalidade de Masimos provavelmente será negativa), a voz terminará esta conversa dizendo: - A escolha é sua…

Em cima de uma pedra em algum lugar do enorme e quente deserto de Alabasta, o homem que estava até há pouco falando com Masimos pelo Den Den Mushi esmagou o animal e jogou os seus restos na areia. O personagem já foi mostrado antes, mas naquela vez estava usando vestes diferentes, sendo a maior diferença de agora a máscara demoníaca que cobria seu rosto. Ele recarregava os cartuchos de sua arma enquanto a cabeça de sua vítima, James Darrell, estava entre suas pernas. Não muito distante dali era possível ver o corpo decapitado do pistoleiro no meio da areia, mas o que chamava atenção para a cena era o desenho que o sangue formava na areia. Uma enorme flor vermelha que se originava debaixo do cadáver do Raíz desertor.

Spoiler:
 

- O que pretende fazer, mestre? - Perguntaria Luthiem após ouvir a conversa do capitão com o homem desconhecido que havia assassino James. - Se não sabemos onde estão os outros não podemos sair daqui… Mas se quiser partir mesmo assim meus homens podem arrumar um navio para você. Caso contrário ou teremos que andar sem rumo pelas cidades de Alabasta ou teremos que esperar eles fazerem contato de volta.

Dada as sugestões de Lut para o quepoderia fazer, a decisão de Masimos agora basicamente se resumia em esperar seus aliados retornarem ou realizar sem eles algo que pudesse adiantar seu objetivo de alguma forma… Resta saber qual é plano que está passando pela cabeça do tritão nesse exato momento. Sem saber a localização do esconderijo submarino da Rosa Negra ficaria impossível causar danos significativos a organização, inclusive se eles já fizeram o que queriam fazer nessa ilha existe também a possibilidade de já nem estarem mais nesse território, o que torna o próximo passo de Masimos um tanto quanto complicado de se decidir. Se ao menos soubesse onde está o maldito do Byakushi as coisas ficariam mais fáceis.

No momento que Byakushi voltasse a aparecer nos pensamentos do titã, algumas pontas começariam a se ligar na mente do homem-carpa cujo conhecimento em história acabou de ser absurdamente fortalecido. No Reino de Sakura, quando invadiu o Necrotério de Fish, havia aquela joia brilhante que tanto lhe chamou a atenção… Byakushi e as outras Falsas Calamidades estavam lá para buscá-la. Nas paredes de cristal Lut disse que viu seis círculos de cores diferentes, sendo que dentre essas cores a cor da joia do Necritério também estava presente. E se cada um daqueles círculos simbolizar uma joia de cor diferente, então seria o objetivo da Rosa Negra coletar as outras cinco? A essa altura do jogo quantas ela já conseguiu juntar? E se tudo isso for verdade, estaria tudo isso relacionado com o tal citado “Apocalipse”?

Pelo visto quando os livros de história citaram que muitas guerras pela Grand Line foram travadas por conta de joias, os autores não estavam comparando joias com riquezas, mas sim estavam sendo literais. O brainstorm que atingiria Masimos nesse momento poderia deixá-lo confuso e precisando de um tempo para processar perfeitamente toda essa informação, ainda faltavam alguns pontos que ele precisava ligar e mistérios para solucionar, mas ao menos agora ele poderia dizer que havia conseguido descobrir o possível objetivo da Rosa Negra e localizá-los poderia se tornar mais fácil a partir de agora.




Todos



Algo surpreendente aconteceu quando Masimos, Bell e Aaron tiveram contato com o povo de Alabasta depois do fim de seus batalhas, sendo o tritão no instante após ele sair do hospital e os outros dois no exato momento que o Raíz havia sido derrotado. Os cidadãos do reino começaram a ovacioná-los com uma salva de palmas e vibrações empolgadas, estavam enxergando-os como heróis mesmo que em momento algum tivessem feito algo visando o bem de alguém se não seus próprios objetivos de eliminar o inimigo.

- Eu sinto a energia divina vindo deste homem, não tenho dúvidas… Anubis está entre nós! - Bradou um homem qualquer no meio da multidão de Rainbase que aplaudia seu adorado deus da morte.

- Osíris-sama, permita-me entrar em seu mundo! - Disseram alguns randons ao redor de Aaron, ajoelhando-se diante dele como se estivessem enxergando o fato de ser “engolido” pelo seu pântano algum tipo de passagem para uma outra vida.

- O faraó Seth não voltou sozinho, Osíris está com ele! Vida longa aos deuses! - Gritou um cidadão comum no meio da guerra que aos poucos ia sendo vencida pelos homens motivados pela força de seus heróis.

Aos poucos, os moradores de Rainbase e Alubarna iam se ajoelhando diante daqueles que acreditavam ser seus deuses antigos retornando para a salvação do reino que já a algum tempo vinha sendo mal governado. E em breve, quando as notícias se espalharem, por todo o reino de Alabasta as Calamidades estarão sendo idolatradas.

E o evento que no futuro será lembrado pelos livros de história como a Guerra do Apocalipse está aos poucos se desenrolando.


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Yami
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptyQui 09 Maio 2019, 10:01


Crimson Ghost

Gods


O corpo ardido e inchado com certeza levaria tempo para se recuperar por completo. O rosto inchado tendia a fechar meus olhos, necessitando de um esforço contínuo para manter a minha consciência inteira. Os punhos manchados de sangue e as adagas com o viscoso líquido vital me davam uma sensação de alívio jamais imaginada. O corpo do assassino perecia, enfim, sendo drenado para as profundezas de meu pântano lentamente, enquanto salvas de palmas e euforia se destacavam próximo de nós. Pessoas se ajoelhavam ao meu redor, me fazendo dar alguns passos para trás em repúdio, fechando o cenho em estranheza. ~ Osiris? Seja quem for, espero que seja algo bom. ~ Olhava para Bell, que provavelmente sabia mais do que estaria acontecendo. - É coisa sua isso? - Perguntava, ainda afastando das pessoas que tentavam me tocar com alguns pequenos tapas acima de suas mãos. Sinceramente eu preferia ter meu estômago esmagado do que pessoas me reverenciando...

Me afastando brevemente, talvez deixando que o Lâmina Demoníaca se pronunciasse aos seus súditos, enfiaria o braço dentro de meu abdome e retiraria dali meu den den mushi, retornando a chamada para Masimos, que havia tentado me contactar durante o combate. - Howker, na escuta? Estou com Bell no reino de Alubarna. Acabamos de derrotar um dos Raízes... Não foi fácil. Como está sua situação? - Falaria, expressando que seria melhor nos encontrarmos ali. - Estou com a rainha Isis comigo. Estamos pra fazer um acordo que pode ser útil. Iremos preparar tudo até que chegue. - Desligaria a chamada após ouvi-lo, retornando a atenção para aquela situação fatídica que Bell e eu nos encontrávamos. - Ok, ok, eu não tenho mais saco pra isso... Vem comigo, Bell. - Quase puxando ele caso necessário, começaria a caminhar em direção ao palácio, me afastando daquela multidão deixando a entender que teríamos assuntos "divinos" a tratar. Pelo fato da família de Isis não ser muito bem adorada por aqui, seria tolice retirar ela do pântano agora, fora que seria um bom momento para explicar para Bell tudo o que estava acontecendo.

Nos afastando um pouco dos ouvidos alheios, ainda tentando lidar com as dores acumuladas em cada centímetro de meu corpo, expressaria para Bell rapidamente o que tinha em mãos, ou melhor, em meu corpo. - Estou com a rainha Isis no pântano comigo junto a vários escravos que libertamos mais cedo. A rainha tem algo contra escravidão e, como também tenho minhas contas a pagar referente ao assunto, dei uma mão. O que não esperava era atrair a atenção da rainha. - Comentaria, seguindo o fluxo de ruas e escadarias até o palácio. - Antes que pense em matá-la, ela ofereceu auxílio à nossa causa. O único objetivo dela é abolir a escravidão e manter um pouco de ordem nesse lugar. Não prometi que iríamos deixar a ilha em paz, mas achei que não fosse cair a mão me aproveitar dessa aliança. Ela poderá nos ajudar com os exércitos e informações da ilha que demoraríamos muito para conseguir. - Dito isso, agora mais afastado da população, puxaria Isis para fora de meu corpo, deixando que a mesma começasse a andar agora e se identificasse como rainha, permitindo a nossa entrada no palácio. - Agora Isis pode explicar um pouco mais de como pode nos beneficiar nessa pequena aliança, mas antes preciso mesmo de um banho... - Resmungaria, deixando agora que a rainha falasse por mim pois falar demais parecia doloroso ao estômago, fora que nunca foi meu maior prazer dar longos discursos. Tendo o aval de Bell quanto a tal aliança, prosseguiria rumo ao castelo, onde esperava ser tratado como o ser divino que estavam me tratando mais cedo.



HISTÓRICO

Posts: 17 - (Log Pose - 18/30)

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos: Perícia Pilotagem (11º post),

Perdas: (3) Bomba adesiva

NPCs/Players:
- Rainha Isis;
- Corvus;
- Toratsuki;

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;
- Derrota de Corvus, assassino da Rosa Negra (recompensa B$ 92.000.000);
- Assassinato de diversos mercenários da Rosa Negra de baixa patente em meio aos civis de Alubarna;
- Derrota de Toratsuki, assassino da Rosa Negra, junto a Bell (recompensa B$ 150.000.000);


Localização: 6ª Rota - Alabasta




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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 6 EmptySex 10 Maio 2019, 18:18


Emissário da Morte

Destruição total de Rainbase

Após dialogar com Lut, que se prontificava em me oferecer uma armadura para resistir mais durante os combates, tentava entrar em contato com Bell e Aaron. No entanto, nenhum deles atendia. Logo poderia deduzir que; poderiam estar em combate assim como eu estava outrora, infiltrados ou possivelmente perdido o comunicador. Entretanto, dentre as opções jamais iria considerar suas mortes, afinal... a Deusa não iria deixar em hipótese alguma ocorrer tamanha atrocidade, já que, possuo afeto pelos meus aliados, em razão de seus esforços em me auxiliar.

Todavia, dentre as possibilidades ainda haviam algumas outras que poderiam ser consideradas, mas a mais dedutível era a que possivelmente estariam batalhando contra algum lacaio da Rosa Negra, o que poderia afirmar que fraco não seria, visto que, não me respondiam, fazendo-me acreditar que seu foco no combate era devido a dificuldade. Confiava em seus potencias e que logicamente superariam seus limites, assim como eu mesmo havia feito anteriormente.

Em uma tentativa de entrar em contato com James, esse que por sinal atendia, acabara por me deparar com uma situação realmente inesperada. Não era a voz de Darrell que se pronunciava no comunicador. A voz do homem era desconhecida e suas palavras começaram a ser despejadas arrogantemente. Não esperava que James pudesse ser morto, mas era a opção mais lógica devido o comunicador não estar com ele. Já havia testemunhado suas capacidades físicas bem de perto e se sua morte era verídica, assim como o sujeito indagava, esse homem é forte, ou pelo menos tão forte quanto o pistoleiro.

O enigmático sujeito continuava a proferir enquanto tentava mexer com meu psicológico, o que era perda tempo. ~ Hunf. Expressava um ar de despreocupação referente as palavras dele e não caia em sua tática previsível e lábia nada intimidadora, apesar de uma parte de minha alma começar a emanar certo nível de fúria, isso era inevitável.

Após ouvir seu falatório, me pronunciei de forma calma, mas resoluta. ~ Que interessante. Falaste que não temos chances e que são uma organização infinita!? Mas me pergunto: “se está tão convicto disso... porque perde seu tempo tentando enfatizar tal colocação?” Faria uma pequena pausa e antes que o mesmo respondesse, voltaria a indagar. ~ No meu ponto de vista você parece com... “medo!?” Frisaria minhas palavras com intuito de buscar o mais profundo terror que habitaria dentro de mim. Nesse momento deixaria um esboço horripilante perpetuar em minha face. ~ Deixe-me lhe dizer uma coisa, jovem! Eu sou inevitável! Proferiria de forma absoluta e convicta. ~ Quando você olha muito tempo para o Abismo... o abismo olha de volta para você! Terminaria de proferir com minha mais convicta perseverança de que minha frase diria tudo para o estranho homem, talvez estivesse estimando o homem devido sua façanha, mas de qualquer forma não seria tolo em subestimar meu inimigo. Era óbvio que ele seria forte, já que, havia matado Darrell. O pistoleiro possuía uma personalidade forte e apesar de nossas diferenças, ele havia me auxiliado até o momento, mas certamente sua morte não será em vão e ele terá um lugar especial no reinado de minha Amada, referente aos seus serviços.

O Den Den mushi era desligado e, normalmente uma rajada de informações explodiria em minha mente, mas pela primeira vez em muito tempo estava com a mente limpa. A raiva permanecia contida e as ameaças subliminares daquele verme da Rosa Negra não me incomodariam muito. Luthiem perguntava sobre quais seriam nossos próximos passos e apesar de meu intelecto, poucas eram as informações que havia adquiridos da Rosa Negra e assim traçar um caminho que nos levasse até eles, apesar de que seria tolice ir sem meu bando. Mas o que realmente impedia nosso avanço era a falta de comunicação entre mim e meus aliados. ~ Hmm. Apresentava estar refletindo sobre a situação e logo a mente que estava limpa e serena, voltava a raciocinar de forma habitual, mas não antes de ouvir meu comunicador voltar a tocar e ao atender ouvirá a voz de Aaron.

O garoto proferia sobre uma batalha contra um raiz e afirmava o que já havia suspeitado. Ele dizia que estava em Alubarna, parte principal da ilha, junto de Bell. Sabia bem sua localização devido meus mais novos conhecimentos como principalmente por ter conversado com Husani. ~ Hmm... estou em Rainbase com Lut e recentemente enfrentei dois Espinhos, separadamente. O primeiro estava tentando capturar o líder revolucionário que liderava a cidade de Yuba. Não era grande coisa, mas foi um incomodo devo admitir. O segundo, Giovanni, suspeito que apesar de ser colocado como um Espinho, sua força era extremamente superior ao outro que enfrentei. Talvez ele estivesse mentindo seu rank para me fazer baixar a guarda ou foi rebaixado, enfim. Foi uma árdua batalha. Mas como sempre a Deusa está ao meu lado. Faria uma pausa para continuar a ouvir as palavras do gatuno.  ~ Interessante. Estarei aí em breve! Terminaria de proferir ao confiar nas palavras do ruivo e em seguida colocar o comunicador no bolso.

Pegava meu jarro que portava sobre a cintura e tomava parte do liquido para refrescar a garganta e em seguida oferecia a mulher-peixe. ~ Parece que já possuímos nosso próximo destino... Alubarna. Talvez demore um pouco, mas vamos aproveitar que o clima está a nosso favor e seguir adiante. Acha que seus subordinados conseguiram nos encontrar no meio do caminho para fornecer as vestes adequadas que você ofereceu? Questionaria ao pegar de volta o pequeno jarro caso ela aceitasse a água ou simplesmente colocaria na cintura caso negasse.

Após dialogar com a tritã, começaríamos a seguir até o reino usufruindo de meus conhecimentos geográficos para buscar uma rota mais curta e rápida, possuía o mapa na cabeça e não seria problema lembrar os percursos. ~ Conte-me um pouco sobre você, Luthien. Sei que a Deusa lhe mandou ao meu auxilio, mas temos um trajeto um tanto longo e seria agradável uma conversa. Falaria tentando buscar conhecer melhor a tritã-polvo. Apesar de não me importar com o passado de meus aliados, seria útil saber sobre os mesmos... o que me levava a pensar que não havia perguntado muito sobre o passado de nenhum deles. Quem sabe num momento oportuno eu descubra um pouco mais sobre suas existências, apesar de confiar plenamente na Deusa, afinal... ela havia lhes trazido até mim.


HISTÓRICO


Posts: 17

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 00/10


Ganhos: Ferimento no tórax (indefinido pelo narrador);
Queimaduras pelo corpo todo (Se recuperando);
Queimadura séria no antebraço direito (Se recuperando);

Perdas: 1 den den mushi;

NPCs/Players:
~ Husani, líder revolucionário.
~ Giovanni, um dos 4 Espinhos da organização Rosa Negra.

Objetivos na Aventura:
~ Destruição em Yuba e Rainbase.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.





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~Fala / Narração

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