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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:13

Relembrando a primeira mensagem :

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySab 16 Mar 2019, 17:26


Emissário da Morte

Cidade de Rainbase

A princípio minha estratégia possuía êxito. No entanto, um certo preço era cobrado para tal exatidão tática. O maldito, sabendo que sua fuga era quase impossível, utilizou ataques a queima roupa com o proposito de que eu lhe solta-se. Entretanto, mesmo com a dor percorrendo meu tórax devido as chamas intensas, não lhe soltava de jeito nenhum. Apesar de eu receber sério danos com seus ataques, o oponente também sofria com os impactos pela cidade.

Observava aquele humano que dizia se chamar Giovanni, um dos quatros espinhos da Rosa Negra. Como suspeitava... aquele desgraçado era alguém de rank elevado na organização. ~ Hunf! Apesar das palavras sarcásticas do maldito, não me importei nem um pouco e apenas continuava a lhe fintar nos olhos com uma gana inabalável.

O inimigo retribuía o olhar e demonstrava de fato não ser iguais aos outros insetos aos quais havia enfrentando outrora. As palavras se tornavam um tanto mais arrogante conforme o Espinho dialogava. Todavia, logo ao direcionar meus olhos para o alto, vislumbrei os verdadeiros poderes ocultos daquele desgraçado.

~ Por mil demônios! Não pude evitar as palavras ao presenciar uma enorme bola de fogo maciça que cobria grande parte do céu e emanava um calor infernal. ~ Entendo! Veio me enfrentar possuindo em mente o horário que mais lhe fornece poder, para assim ter vantagem em combate caso necessário... nada mal! Diria esboçando um pequeno sorriso, apesar da situação estar deveras contra mim. Mas eu me pergunto... se ele disse que nesse horário ninguém é mais poderoso que ele, mesmo em sua organização, e eu vier a lhe derrotar... significa que meu poder superou até mesmo o mais forte da Rosa Negra e, inclusive, o de Byakushi.

~ Kyahahahahaha! Interessante! Era inevitável tais palavras serem proferidas pela minha parte, já que, havia possuído uma epifania nesse exato momento. Isso era um teste da Deusa! Ela havia colocado alguém tão poderoso quanto Byakushi exatamente para eu dominar meus poderes e assim ultrapassá-lo e enfim ceifar sua vida, mas não antes é lógico, ceifar a de Giovanni.

Conforme refletia sobre a inusitada aparição, como também no exato horário que seu poder estaria no auge de seu nível e logo perceber que era um teste de minha Amada, quanto mais observava o Espinho mais seu poder aumentava, ratificando meu pensamento referente seu poder. Amaldiçoava aquele clima da ilha, mas quem diria que ele seria nada comparado a zona infernal ao qual me encontrará, devido aos poderes de Giovanni.

O vapor ardente que incinerava os destroços da cidade como também fazia parte da população ser torrada pelo notável calor escaldante. Meu corpo recebia aquelas rajadas de vapor, mas minha tenacidade prevalecia. Se fosse qualquer outro, certamente já haveria sucumbido com esse clima. Os ferimentos em meu corpo pareciam sumir, ou melhor dizendo, eram reprimidos devido minha resiliência estar focada naquela cálida bafagem.

A frase dita pelo Espinho era direta, invertendo as situações de momentos atrás. Tsc. Desgraçado! Estava sendo bombardeado e não me referia as suas chamas, mas sim pela cólera que expandia por dentro de meu ego. A fúria não era pelo fato de ter subestimado meu inimigo, afinal... não havia, o que uma vez que outra ocorre. Era simplesmente por crer que Byakushi seria o mais poderoso da organização. Talvez no fim... eu tenha subestimado em si a Rosa Negra. De qualquer forma, agora já não importa mais. Está na hora de evoluir novamente! E, mostrar para esse maldito e a sua organização o motivo de eu ser o vassalo da morte! O motivo de eu ter sido escolhido por ela. Como provar para minha Amada que dominarei os poderes dados a mim por ela.

O ímpeto mesclado com a fúria emanava de minha alma incessantemente. Era como uma sublime sinfonia, mas que também apresentava uma apurada agressividade. ~ Se é tudo que consigo fazer? Proferia ao pisar um passo a frente de forma brutal. ~ Quanta audácia! Deixe-me lhe mostrar, espinho! Mostrar o poder da Calamidade Morte! Terminaria de proferir enquanto aquela enorme bola repleta de chamas seguia em minha direção.

Era inegável a dor que percorria meu corpo, mas jamais poderiam abalar minha feroz determinação. Meu corpo, meu espirito e cada pedaço de mim rugiam de forma indômita. Apesar do meu lado selvagem querer predominar meu lado racional, ainda permanecia no controle. Não iria apelar para isso, por enquanto.

A esfera destruía quase tudo que atingia e, obviamente, não recuaria. Jamais recuei! Jamais desonrarei minha amada com tamanha afronta. Apenas tática não daria certo perante aquele poder. Entretanto, muito provavelmente eu seria o único com a habilidade que poderia simplesmente neutralizar o ataque inimigo, ou melhor dizendo... defleti-lo. Era uma boa oportunidade para testar os limites de minhas capacidades e doma-las para bel prazer da Deusa.

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Já havendo em mente quais seriam minhas opções, que seria: recuar, defender ou atacar, pelo menos a grande maioria encontraria tais possibilidades. Mas para mim? Com meu intelecto, poderia unificar duas possibilidades em apenas uma. Mas antes de iniciar minha tática, começaria rapidamente a trabalhar minha respiração para buscar ativar uma de minhas técnicas que me permitissem atingir um novo patamar de foco, precisão e exatidão. ~ Fumetsu Gyojin Karate! Daikokyuu! Ao pronunciar o nome da técnica, expiraria profundamente e em seguida respiraria exageradamente. O máximo que meu corpo conseguisse acumular de oxigênio para enfim concluir a ativação de minha técnica. Em pouco tempo uma aura é visivelmente avistada como também dissipada.

Com Daikokyuu ativo avançaria desenfreadamente em direção a bola flamejante. Dispondo de meu estilo de combate especializado e conciliando a Nikyu Nikyu no mi com intuito de harmonizar minha investida de maneira que atingisse uma defesa impecável, ou seja, basicamente um ataque que geraria uma defesa e que permitiria outro ataque. Agregando meus conhecimento em física, armadilha e estratégia para possuir em mente uma rota de fuga especificamente para lateral, como também beneficiando-me de minha aceleração nata e manifestando Kenbunshoku no Haki para enfim desferir um ataque em um ângulo onde colidisse com a palma de minha mão a parte diagonal da esfera de fogo, buscando um ângulo que direcionasse como assim eu almejaria, e assim tentaria defletir de maneira mais rápida e precisa possível para o lado direito, me beneficiando é óbvio de minha técnica que expandia minha destreza em combate.

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Havia uma boa possibilidade de o inimigo achar que eu recuaria ou tentaria resistir aquele ataque. Mas ele esperaria uma investida com tamanha ofensividade de maneira que gerasse uma defesa como essa minha? Lógico que não! Entretanto, consideraria que meu adversário poderia também esperar alguma tática desse gênero, apesar de eu achar bem improvável. Porém, como diz o ditado: antes prevenir do que remediar.

Caso obtivesse êxito em defletir a enorme bola de fogo, sem saber com precisão se demandaria muito esforço, no entanto, apresentando desfrutar de meus músculos para gerar força na hora do impacto e assim manifestar as notórias capacidades de meus poderes demoníacos, continuaria minha investida contra Giovanni com acelerados Dash’s, mas que ao invés de seguirem em linha reta, buscaria uma investida inclinado para a lateral do Espinho. ~ Você teme a morte, Espinho? Proferia assim que me aproximasse do inimigo enquanto meus punhos assumiriam formas especificas de Karatê.

O punho esquerdo em forma de “Teisho” enquanto o direito em forma de “Kumade”, tentaria atingir de cima para baixo o crânio do adversário, devido minha vantagem de envergadura, e em sequência com o punho direito, antes mesmo do inimigo atingir possivelmente o chão, colidiria com minha força já quase atingindo o ápice do momento, para então enterrar a cabeça do Espinho. Já estava alta a adrenalina como também minha fúria em busca de ceifar aquele desgraçado, exatamente por isso atacaria antes mesmo de me preocupar com o impacto que aquela enorme bola de chamas acarretaria. Por fim, atingiria com ambas as mãos unidas de maneira que enterrasse ainda mais a cabeça do Espinho naquele solo desértico.

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Possuindo êxito em minha ofensiva e havendo em mente a explosão que aconteceria, utilizaria alguns saltos para trás e observaria com Kenbunshoku no Haki os destroços junto com aquele maldito calor para então utilizar as patas para redirecionar os destroços e calor que pudessem chegar a me atingir. Apesar de confiar bastante em minha resiliência, os danos que já havia recebido de Giovanni eram diversos. Tsc! Esse maldito realmente é forte. Mas é exatamente por isso que vale a pena mata-lo e enviar sua alma para minha amada, certamente ela apreciará. Apesar de que só por ele ser da Rosa Negra e por ter cruzado meu caminho, sua morte é inevitável.

Caso Giovanni conseguisse esquivar de meus ataques e visse a me atacar, tentaria analisar seus golpes de maneira ágil e assim manifestar meu Haki da Observação e tentar estar um passo à sua frente, devido minhas capacidades analíticas que se interligam no meu estilo de combate especializado, para então bloqueá-los com a Nikyu Nikyu no mi e assim defleti-los e, se possível, atrapalhar a investida do inimigo, afinal... ele certamente ficaria confuso com seus ataques sendo direcionados para lados opostos e contra ele mesmo, dependo dos ângulos.

Caso surgisse uma abertura em algum ataque dele ao ser defletido pelos coxins, se possível, avançaria de maneira bruta com golpes na cabeça para definitivamente lhe causar sérios danos. Atingir seu corpo seria perda de tempo, já que, poderia criar chamas que dificultariam meus ataques. Exatamente por isso focaria num ponto mais pratico para lhe gerar poderosos danos. Desfrutando ao máximo minha técnica Daikokyuu.

Claro que estava ciente da explosão que, talvez não de imediato, mas que logo eclodiria naquela cidade. Devido a isso, se fosse impossível me focar no combate contra Giovanni e defender os possíveis destroços do impacto, utilizaria o Tekkai para diminuir ou neutralizar os danos que viessem. Todavia, estava convicto de que usando meu estilo de combate especializado, minha técnica focada em precisão, neutralizar os destroços que surgisse após a explosão não seria algo árduo de se fazer.

Havia a possibilidade de Giovanni tentar me atacar em algum momento que eu estivesse me defendendo da explosão, sem ele se importar em ser atingido pelo impacto, possuindo isso em mente, tentaria usufruir e abusar ao extremo de meu Haki da Observação com proposito de bloquear os golpes do Espinho, independe de quais fossem. Socos, chutes, chamas... qualquer que viesse, usaria as patas para redirecionar para ele mesmo com seu próprio dano. Exigiria bastante focar no combate e na explosão, mas não era algo impossível. Principalmente para mim, o portador da Morte.


HISTÓRICO


Posts: 12

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 01/10


Ganhos: Ferimento no tórax (indefinido pelo narrador);
Queimaduras pelo corpo (indefinido pelo narrador);

Perdas: 1 den den mushi;

NPCs/Players:
~ Husani, líder revolucionário.
~ Giovanni, um dos 4 Espinhos da organização Rosa Negra.

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.






Fumetsu Gyojin Karate:
 

Estilos de Punhos do Karatê:
 

OFF:
 


Última edição por Marciano em Dom 17 Mar 2019, 03:10, editado 1 vez(es)
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Yami
Super Nova
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Yami

Créditos : 35
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Masculino Data de inscrição : 28/11/2011
Idade : 24
Localização : Far, Far Away ♫

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySab 16 Mar 2019, 18:35


Crimson Ghost

Civil War



E mais uma vez o dia não seria salvo graças aos impulsos de alguém que achava que poderia fazer alguma coisa de útil! Minha expressão de fechava, inclusive colocando a mão na face, como se tentasse afastar a ideia impulsiva e idiota da princesa em tentar resolver tudo pelas suas próprias mãos. Começaria a correr atrás da mesma, suando frio pelo que poderia ter ocorrido a Bell, até ver que tipo de caos estava ocorrendo. Civis atacavam com todas as forças que lhes restavam os guardas, que por sua vez atacavam assassinos da Rosa Negra, podendo ser identificados pelas adagas e máscaras que carregavam. O cheiro de caos instaurado, assim como o som da fúria reprimida dos cidadãos que se julgavam abandonados pela rainha se misturavam naquele solo com aroma de terra e sangue.

Percebendo que Isis não iria durar muito, utilizaria de meu geppou para diminuir a distância entre nós, tentando utilizar da minha total velocidade para que a alcançasse a tempo. Mergulhando em direção a seu corpo, a absorveria em tempo recorde enquanto deixaria que meu corpo fosse atingido pela espada, deixando claro ao cidadão que seria inútil tentar contra um Logia. Me levantando de forma imponente, deixaria a espada presa em meu corpo enquanto deixava o pânico se instaurar pelo cidadão audacioso. - Eu não faria isso se fosse você... - Eu não era amedrontador, tampouco grande e imponente como Masimos, mas a fúria em meu olhar emitia meu instinto assassino num perímetro de quilômetros de distância.

Com a princesa segura e não tendo mais ninguém para estragar mais do que já havia sido feito, olharia para aquele que havia me atacado, esticando meu antebraço até o seu pescoço e agarrando-o pela gola, puxando até próximo a mim. - Quem é esse Faraó? E onde ele está?! - Exigiria, esperando uma resposta clara. Após ter a informação necessária, daria uma cabeçada no homem com minha testa revestida em Haki, nocauteando-o e deixando seu corpo para trás, enquanto eu olharia a confusão entre guardas e assassinos se proliferando. Sequer pensando duas vezes, aproveitaria e brecha e então utilizaria do geppou para alcançar uma altura vantajosa, preparando meus braços com o máximo de controle que eu conseguia de minhas habilidades, esticando os braços até cada um no qual a vista alcançava. - Asura's..... WRATH!!! - Gritaria, esticando cada um de meus braços em direção a um assassino diferente, tentando estocar minhas adagas em seus corpos com efetividade antes que causassem maiores problemas.

Não sendo o suficiente o primeiro ataque, eu apertaria as adagas em meus punhos e partiria para a briga no mano a mano. Me deparando com o primeiro assassino, deixaria minhas adagas enegrecidas enquanto meu corpo se moveria em favor dos ataques, pois mesmo o corpo sendo intangível, não saberia se haviam tido acesso ao raro Kairouseki ou se também já dominavam as habilidades do Haki, portanto precaução nunca era demais. Dando pequenos pulos para trás e para os lados, tentaria interceptar qualquer ataque daqueles que me atacassem para então me aproximar do mesmo e estocar em suas costelas com as adagas numa espécie de cruzado. Deixando que seu sangue também se misturasse ao solo, partiria para o outro, e o seguinte e o próximo... Até que os malditos fossem caindo um a um.

Por se tratarem de pé de igualdade entre os guardas rasos, eu imaginava que não teria dificuldade em enfrentá-los inicialmente. Não iria gastar muito do meu tempo ali, apenas tentaria tirá-los de jogo ou pelo menos enfraquecê-los para que os guardassem dessem cabo de tudo, para então prosseguir para o palácio, ou o local onde o tal "faraó" estaria presente. Apesar de ter perdido o fator surpresa da minha entrada, era possível que eu ainda pudesse tê-lo de volta agora, portanto voltaria a minha estratégia anterior de subir pelos telhados até que eu pudesse alcançar o palácio de fato. Utilizando a fumaça ao meu favor, eu entraria pela abertura por onde ela estaria saindo, facilitando não apenas a minha entrada, mas também me ocultando dentro da fumaça para não causar alertas. Me espremendo em pequenas brechas e tentando ter uma visão privilegiada de tudo, tentaria identificar o motivo de tamanho caos e, acima de tudo, rastros que pudessem me levar a Bell.

Asura's Wrath:
 



HISTÓRICO

Posts: 12 - (Log Pose - 13/30)

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos: Perícia Pilotagem (11º post),

Perdas:

NPCs/Players:

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;
- Derrota de Corvus, assassino da Rosa Negra (recompensa B$ 92.000.000)

Localização: 6ª Rota - Alabasta




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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySeg 18 Mar 2019, 21:48



THE CALAMITIES





Bell Farest (vamos ver se ele posta mesmo kkkk)




OFF:
 

Bell, a lâmina demoníaca, e Kuban, o padre, já estavam a horas lutando. O palácio Nefertari já havia deixado de ser o centro dessa batalha há muito tempo, provavelmente agora ele já tenha sido reduzido a cinzas, a capital Alubarna também chegou a se tornar parte do cenário sangrento desses dois, que a cada troca de golpes iam percorrendo metros e metros, não se importando com quem estava sendo atingido pelo caminho. No início era um dois contra dois bastante acirrado, a desvantagem numérica por parte do Espinho parecia trazer chances à dupla de espadachins, mas mesmo assim Kuban não demonstrava ter dificuldade em lidar com os dois ao mesmo tempo, ainda conseguindo causar mais danos a eles do que receber.

O plano da dupla era bem simples… Levar a batalha para o deserto, pois lá Bell terá todo o deserto a sua disposição e talvez assim a batalha pudesse ficar realmente equilibrada para o lado deles, porém, pouco depois de passarem pelos muros de Alubarna e caírem no grande deserto, Kuban agarrou a face de Vayu e queimou todo o corpo dela com sua habilidade, fazendo-a gritar de dor e ser arremessada para longe no instante que Bell se aproximasse para ajudá-la. A Calamidade ainda estava com seu braço esquerdo inutilizado por conta da grave queimadura que sofreu há um tempo atrás, mas tendo o apoio de toda essa areia ao seu redor, um braço a menos não seria nada… A batalha havia de fato se equilibrado, quase doze horas haviam se passado e a luta entre o padre e o demônio ainda não havia terminado.

- HAHAHA! PODE MANDAR MAIS, FILHO DA PUTA! - Gritou Kuban dando um soco explosivo para se defender das areias de Bell. Era difícil para ele se mover no deserto estando cercado pelo poder do inimigo, mas ele era um dos assassinos mais fortes da Rosa Negra e sua resistência e capacidade em lidar com isso era o que mantinha essa batalha durando tanto tempo em um cenário onde Bell tem completa vantagem. - QUAL FOI, SEU MERDA, JÁ CANSOU?

E aproveitando uma brecha criada talvez pelo cansaço ou talvez por uma falta de atenção de Farest, Kuban avançou com velocidade explodindo as areias onde seus pés tocavam, então encurtou a distância entre ele o espadachim para voltar a trazer a luta pro corpo-a-corpo, esta que era de fato a especialidade de Bell, mas enquanto ele estivesse com um braço a menos e seu oponente com dois, seria difícil superá-lo. Com ajuda do seu Haki do Armamento, o padre conseguia defender a espada da Calamidade com o próprio braço ou punho, ainda que às vezes não fosse completamente eficaz e ele acabasse se ferindo, mas com tanta adrenalina no corpo ele nem se importava em receber mais um corte. O problema mesmo era quando ele conseguia tocar Bell com seus punhos, queimando-o com sua habilidade, e é por isso que no momento o espadachim está cheio de queimaduras e o Espinho com o corpo coberto de sangue por conta dos cortes que recebeu de Bell e até mesmo de Vayu.

Nessa última investida, Kuban usaria seu braço esquerdo para bloquear o possível ataque que Bell faria com o braço direito dele usando sua espada, com o Haki do Armamento cobrindo o corpo ele arriscaria fazer a defesa, então usando o braço direito ele tentaria socar a barriga do pirata, se fosse bem sucedido ele não iria perder tempo e já usaria o braço esquerdo para socar a face de Bell e afundá-lo na areia do deserto. Caso o espadachim optasse em não comprar essa briga corpo-a-corpo e se esquivasse com o geppou ou outro tipo de técnica, o padre se manteria atento para realizar uma defesa com ambos os braços usando Haki ou usar sua habilidade explosiva para lidar com ataques de areia… Já haviam se passado horas que os dois estavam lutando e anulando um o poder do outro, Bell a essa altura já sabia que não iria conseguir ter energia para continuar usando sua fruta por muito mais tempo, portanto se tivesse que arriscar gastar toda a força que ainda lhe resta para tentar vencer seu adversário, a hora de começar a planejar isso é agora.




Aaron DeWitt



Um homem velho de vestes negras com vermelho caminhava pelo meio dessa confusão em Alubarna, ele tinha uma longa barba e um longo cabelo, ambos brancos. Sua expressão facial não transmitia nenhum sentimento, na verdade, ele parecia entediado e sem vontade de estar onde estava. Ele andava com ambas as mãos escondidas atrás das costas e moveu uma delas até a orelha para ouvir o que o seu Baby Den Den Mushi negro tinha para lhe dizer.

- Tsc, qual é o motivo para parar meu precioso sono e me mandar para o meio dessa rinha de idiotas? - Perguntou o velho para o animal comunicador.

- Fomos pagos para matar a Rainha de Alabasta, Nefertari Isis, e o cliente precisa que isso seja feito imediatamente. A foto dela está no envelope que foi enviado para você. - Respondeu a voz que saía pelo caracol.

- Que saco, ela por acaso é a Rainha das Amazonas para ser preciso alguém como eu para lidar com ela? Qualquer Pétala faria esse trabalho… - Resmungou ele enquanto pegava do bolso o tal envelope com a foto de Isis.

- Não, ela é bem fácil de matar… O problema é quem está junto com ela, você terá que lidar com ele também. - Disse o Den Den Mushi para o velho, que logo percebeu que dentro do envelope havia mais alguma coisa, um cartaz de procurado de Aaron DeWitt, o Fantasma Escarlate.

- Oh, a cria de Vlad? Kuross me falou desse aqui… O garoto vai ficar irritado quando souber que eu o matei. - Disse o assassino antes de soltar as duas fotos e deixá-las serem carregadas pelo vento.

- Seu serviço é apenas para a rainha, o que fará com a Calamidade não é problema nosso… - E com isso a ligação foi encerrada.

- Tsc, por que tinha que ser logo eu… Onde estão os outros seis? Ok, tanto faz… Vou terminar logo com isso. - Falou o velho sozinho, guardando o Den Den Mushi no bolso das vestes e puxando de dentro dela uma máscara que ele logo usou para cobrir o rosto. - Vamos, me mostre onde está você… Aaron DeWitt.

Spoiler:
 

[…]

- Não! Esperem! Eu posso… - Começou Isis a explicar antes de ser engolida pelo corpo lamacento de Aaron e consequentemente ser salva da espada que ao invés de perfurar o corpo dela acabou perfurando o do pirata.

A atitude impulsiva da rainha havia a colocado numa situação complicada ao entrar sozinha no campo de batalha, se não fosse por Aaron ela com certeza estaria morta ou gravemente ferida nesse momento. Para o ruivo, entrar desse jeito na cidade não fazia parte do seu plano, ele não queria ter que se envolver tanto assim e acabar se revelando para as dezenas de assassinos da Rosa Negra que estavam espalhados por aí. Se revelar foi um certo preço a se pagar pela sua atitude heróica, o que levou também a assustar os civis que estavam ali cercando Isis, pois ver o corpo lamacento do ruivo ser perfurado sem lhe causar nenhum dano era um pouco incomum para todos eles.

- De-de-demônio! - Gritaram eles gaguejando por conta do terror que o assassino provocava com sua aura, algo que já era suficiente para fazer os civis correrem na direção oposta… Ou melhor, todos menos um, que foi agarrado por Aaron pelo pescoço e para ser forçado a responder sua pergunta sobre o faraó. - No-no deserto! Ele é o deus Seth, o deus do deserto… O deus da guerra!

A última informação passada pelo civil poderia fazer Aaron começar a suspeitar de quem esse cara estava falando, principalmente porque havia acabado de encontrar Vayu no deserto… De qualquer forma, isso era apenas uma intuição muito forte, poderia ainda ser outra pessoa. Depois de desmaiar o cidadão com uma cabeçada e jogá-lo de canto, o ruivo não conteve sua raiva pela Rosa Negra e começou a participar dessa guerra atacando todos aqueles que ele sabia que se tratavam de assassinos da organização. Não seria difícil para a Calamidade lidar com esses “Minions Negros” que provavelmente nem eram de um alto rank nas Pétalas, por isso cortá-los, perfurá-los e degolá-los seria feito rapidamente por Aaron enquanto andava pelas ruas de Alubarna, não encontrando dificuldades também em desviar de possíveis ataques que viriam em sua direção.

Enquanto “farmava” os assassinos da Rosa Negra pelo seu caminho, Aaron estava exalando sua intenção assassina, algo que ele já havia feito momentos atrás para intimidar os civis que atacaram Isis, e ele estava certo, para aqueles que eram capazes de sentir esse tipo de coisa, a intenção de Aaron podia ser sentida quilômetros de distância… E foi por esse mesmo motivo que o ruivo sentiu um calafrio quando a aura assassina de outra pessoa lhe atingiu fazendo parar de andar e matar para focar sua atenção na direção da pessoa que exalava essa vontade de lhe matar.

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O atacante havia percorrido uma enorme distância com um único dash, Aaron teria percebido a tempo e por isso conseguiria se defender ou se esquivar se assim preferisse, mas no caso do optar por um bloqueio o impacto provocado pelo ataque iria jogá-lo para trás, o que o faria consequentemente acabar acertando uma parede ou até mesmo o chão e se espatifar em vários pedaços de lama. O velho que lhe atacou tinha enormes garras vermelhas em cada um dos seus dedos e foi isso que ele usou para atacar, um ataque tão bem feito que se não fosse evitado ou bloqueado teria certamente lhe decapitado como se fosse feito de manteiga. Basta olhar a máscara que o assassino estava usando para saber que ele era um membro da Rosa Negra, mas pela aura que ele exalava ele era certamente alguém bem mais poderoso que qualquer Pétala que está lutando nessa cidade no momento.

- Eu vi você engolindo a rainha, DeWitt… Mas agora fiquei curioso para saber uma coisa… - Comentou ele afiando as garras uma na outra. - Se eu te matar com ela dentro de você… Ela morre junto contigo? - E independente de qual foi o movimento anterior feito por Aaron, Toratsuki avançaria novamente na direção dele, seus dashs eram rápidos e era difícil acompanhá-lo sem estar bastante atento aos seus movimentos. Uma velocidade muito maior que a de Serena, a assassina dos cristais que enfrentou no baile de máscaras. A intenção do assassino nesse ataque era cortar o peito de Aaron com as garras da sua mão direita, um corte simples de cima para baixo pela diagonal, difícil porém era reagir a tempo. - Mas se quiser poupar nosso tempo, me entregue a mulher e eu faço o que preciso fazer… Não estou sendo pago para matar você.

E com essa informação sendo dada, o pirata e também assassino, Aaron DeWitt, estava outra vez com a vida da rainha de Alabasta tendo que ser decidida por suas escolhas… Vale a pena lutar com esse cara apenas para proteger alguém que conheceu hoje? Ou seu ódio pela Rosa Negra é grande o bastante para não compactuar com os planos deles mesmo que isso possa custar a sua vida? Descobriremos em breve quando a próxima ação do Fantasma Escarlate for tomada.




Masimos Howker



Quando Giovanni entrou no auge da sua força e espalhou seu calor pela cidade ao mesmo tempo que criava na palma da sua mão uma enorme bola de fogo, Masimos não temeu o poder do seu adversário, pelo contrário, viu isso como um desafio enviado pela sua amada, era uma maneira de deixá-lo mais forte. Se o tritão conseguir vencer o assassino que se diz no momento o mais poderoso da ilha, então significa que ele pode vencer qualquer um da Rosa Negra, e isso deixava o Emissário da Morte extremamente empolgado com a essa batalha. Ativando a sua técnica Daikokyuu, Masimos entrava em um modo de super foco, o que aumentaria sua precisão na hora de lidar com a bola de fogo que foi arremessada na sua direção, pois sim, ele não iria fugir dela, mas encará-la de frente, pois como a Calamidade da Morte, não há nada nesse mundo que ele precise temer.

- Mas o que?! - Exclamou Gio um pouco impressionado com a atitude do seu adversário em avançar na direção do seu ataque. - O que pretende fazer, Calamidade… Não está pensando em se matar, está? - Comentou em voz baixa para ele mesmo, porém, com a audição aguçada, Masimos poderia ouvir e responder se assim tivesse vontade.

A movimentação do titã era calculada de maneira a escolher o melhor jeito de refletir a bola de fogo fazendo uso das patas da sua Nikyu Nikyu no Mi, por isso moveu-se para a diagonal dela e atacou com seu lado direito. Ao atingir a esfera de calor com a palma da sua mão, Masimos automaticamente sentiu as chamas penetrarem por sua pele e a habilidade da sua Akuma no Mi parecia não ter efeito, pois a bola de fogo continuou a avançar, engolindo seu braço e o fazendo urrar de dor ao senti-lo ser queimado por aquele calor desgraçado… Mas ele não poderia desistir, não poderia perder assim, se entregar dessa maneira sem provar para sua amada do que ele era capaz. Ela o mandou até aqui pois acredita que ele é capaz.

- Hunf, foi o que pensei. - Falou Giovanni ao ver que Masimos estava fracassando em tentar bloquear o seu ataque supremo e logo logo seria reduzido à cinzas ao ser engolido pelo seu fogo… Só que não, pois a esfera começou a recuar, o tritão estava conseguindo arrastá-la, estava resistindo. Arregalando os olhos completamente surpreso, Gio não conseguiu deixar de soltar um: - Nem fodendo!

Não seria difícil para Masimos que antes estava urrando de dor, passar agora a gritar para se motivar, mostrar sua força, sua intimidação. Se o tritão não quisesse perder o braço direito, o braço esquerdo também precisaria ser usado, não só ele como também toda a força de seus músculos, pois por algum motivo todo esse fogo era “pesado” para ser empurrado. Assim que botou a sua mão esquerda nas chamas, o poder da Nikyu Nikyu ficou mais eficaz, passando a repelir a bola de fogo e todas aquelas chamas que antes estavam quase engolindo todo seu lado direito, agora mal estavam cobrindo suas mãos… Até que então a esfera foi completamente repelida para a direção oposta do corpo de Masimos, não na direção que ele a princípio poderia estar mirando, mas para o céu. Com a bola de fogo subindo e se afastando dele, o tritão poderia ver novamente seu inimigo em pé diante dele, completamente surpreso com o que havia acabado de ocorrer e sem entender como teria sido possível.

- Que poder você está escondendo… Calamidade? - Se perguntou o Espinho ao fitar o corpo do adversário do pé à cabeça. - Seriam essas manoplas de gelo? Não… Tem algo a mais aí.

Falando nas manoplas, a parte de gelo delas havia sido completamente derretidas com o calor do poder de Giovanni, por conta disso pareciam ter uma certa dificuldade em se regenerar, mas era possível ver uma fina camada de gelo voltar a surgir ao redor da parte metálica da arma. O restante do braço direito de Masimos estava completamente queimado, escorrendo sangue por cima da pele derretida e em alguns pontos até carbonizada, algo nem um pouco bonito de se olhar, já o braço esquerdo, que também apresentava algumas queimaduras sérias, não chegou a ter contato suficiente com o ataque inimigo para sofrer os mesmos danos, mas estava avermelhado e a ponto de entrar em uma queimadura mais grave.

A dor que o tritão sentia por conta dessa ferida no seu lado direito era imensurável, algo que ele provavelmente nunca sentiu antes, tanto é que depois de alguns segundos sentindo-a, seu cérebro parece que a bloqueou de maneira a diminuir seu sofrimento… Isso é o que a ciência teria dito, pois Masimos sabe bem quem teria sido o responsável por esse feito, ou melhor, a responsável.

Mesmo com a bola de fogo se distanciando, o calor gerado por ela e pelo próprio corpo flamejante de Giovanni ainda afetavam o cenário cujo ar estava absurdamente seco e quente, começando agora a dificultar a respiração do tritão que passaria uma necessidade absurda de se hidratar… Foda-se se é um usuário de Akuma no Mi, cair no mar nesse momento seria uma das coisas que passaria pela mente de Masimos como uma possível visão do paraíso, mas havia um paraíso ainda mais belo para ele… Aquele onde a cabeça de Giovanni está rolando pelo chão, e por isso o tritão avançou com toda a força que ainda lhe restava para cima do Espinho, pois por mais que seus braços estivessem danificados, suas pernas ainda estavam funcionando perfeitamente.

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- HAHAHA, inacreditável! - Gritou Giovanni ao ver Masimos ainda tendo forças para lutar e avançar na sua direção com a intenção de lhe matar, portanto aumentou o poder de fogo a sua volta e se preparou para a investida inimiga.

Masimos avançou para atacar usando seus braços mesmo com as queimaduras sérias em ambos, destaque para o direito que estava difícil de movimentar e sempre que o forçava a se movimentar isso causava-lhe dor. Ainda assim o tritão atacou o Espinho fazendo uso dos dois braços, queria acertá-lo na cabeça, mas Giovanni conseguiu se esquivar com um impulso de velocidade que deixou um rastro de fogo no chão, então veio surgir para atacar Masimos pelo seu lado mais ferido, socando-o com chama rodeando os punhos.

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(dá pra imaginar algo parecido, mas com fogo ao invés de chakra)

O plano do pirata era usar seu estilo de luta junto ao poder da Nikyu Nikyu no Mi para realizar bloqueios efetivos em um combate corporal, portanto quando fez isso para defender o soco de Gio, o punho dele recuou ao tocar a palma da mão de Masimos, porém seu braço direito também deu uma recuada por conta do seu estado debilitado. Com a mão direita, Giovanni fez um segundo ataque, este que também acabaria sendo defendido pelo titã e reproduzindo o efeito anterior, levando-o sua face a se expressar de maneira mais pensativa, talvez entendendo o que poderia estar acontecendo. Masimos por outro lado também poderia reparar algo curioso, por mais que o cenário estivesse cada vez mais pegando fogo, Giovanni não estava mais produzindo tantas chamas pelas mãos… Estaria sua força em um estado de cooldown pela técnica anterior?

Falando nela, que ainda estava avançando para o céu, Masimos estava certo quando imaginou que ela poderia explodir… E foi o que aconteceu. A explosão da gigantesca bola de fogo fazia uma igualmente gigantesca quantidade de chamas começar a cair por toda a extensão da cidade de Rainbase, algo que logo se tornaria um perigo para a população local que teria suas residências e propriedades atingidas pelo fogo que vinha do céu. O caos provocado pelas chamas não iria afetar apenas os civis, óbvio, Masimos e Gio ainda estavam no centro mais próximo da explosão e o fogo cairia com ainda mais intensidade onde os dois estavam… Mas eles não apresentavam perigo para o Espinho que era o seu criador, apenas o tritão precisaria se preocupar com a queda das mini bolas de fogo.

Essa seria uma boa hora para Masimos recuar como cogitou que poderia fazer em um dos seus cenários de ataque, precisaria agora se focar em não ser atingido pelas chamas que vinham do céu e sua Nikyu Nikyu parecia ainda ter dificuldades para refletir algo como o fogo, visto que todas as vezes que entrou em contato com as chamas de Gio até então seu corpo sofreu queimaduras. Caso Masimos prefira não recuar, seu adversário acabaria fazendo isso por ele mesmo, preferindo neste momento manter distância por algum motivo.

Usar o Tekkai ainda era uma possibilidade viável para a Calamidade, mas ele precisaria ficar parado para isso, portanto Giovanni iria aproveitar essa brecha para começar a absorver as chamas ao seu redor e realimentar sua força, sendo esse também o motivo para ele escolher se afastar depois da explosão… Porém, era curioso notar como o fato de estar “devorando” o fogo à sua volta parecia também aumentar sua massa muscular e consequentemente aumentar seu tamanho. Quanto mais quente, mais forte ele fica e no momento tudo ao seu redor parecia estar favorecendo para que isso acontecesse…

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- Já entendi seu poder secreto, Calamidade, pode refletir com a palma da sua mão... Mas não parece fazer isso muito bem com o fogo. - Disse Giovanni fazendo todo seu corpo bombado pelo fogo entrar em combustão, mas obviamente, sem lhe causar qualquer ferimento. - HAHAHA, tudo que me fortalece faz parte das suas fraquezas, homem-peixe! Pelo visto aqui nesse mar de fogo, eu sou o seu predador natural!

Outro dash de fogo seria utilizado pelo Espinho, cortando o cenário vermelho em fração de segundos para se aproximar de Masimos uma segunda vez, agora completamente coberto de fogo, como uma fogueira, a sua alcunha. Para alguém que veio do mar, enfrentar Giovanni era como estar enfrentando de fato o sol, pois basta olhar ao redor para ver o que seu poder havia feito, até mesmo o céu havia deixado de ser azul para começar a se avermelhar, tudo estava sendo queimado, destruído. Tudo estava absurdamente quente e continuaria a ficar ainda mais quente se Gio continuasse tendo liberdade para expandir seu fogo pelo cenário, uma possível estratégia para ter uma boa fonte de calor quando o seu horário de força suprema acabar.

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O ataque do Espinho seria um soco de cima para baixo, visando causar uma explosão de fogo quando atingisse a cabeça de Masimos, mas mesmo se ele errasse ou fosse bloqueado, o fogo liberado de seu corpo ergueria um pilar de chamas entre o céu e o chão, o que poderia acabar atingindo o tritão caso ele estivesse “debaixo” do punho de Giovanni. Por sinal, vale lembrar que o fogo ainda continuava a cair sobre a cidade, sendo mais um problema para Masimos se preocupar nessa batalha… E hoje é uma chuva de fogo que cai sobre a cidade de Rainbase.

OFF:
 


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Última edição por Doodles em Ter 19 Mar 2019, 03:38, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptyTer 19 Mar 2019, 01:20

Postei ARROMBED
A porradaria já comia solta por mais de horas, bate e volta, por mais que me esforçasse aquele bastardo sempre parecia vir com mais forca, sua determinação era admirável e até mesmo invejável, porém não estava aqui para duvidar de minhas capacidades ou vangloriar o inimigo, mas sim para acabar com ele e com toda a organização da rosa negra, meus dentes se cerravam e a raiva se tornava cada vez mais intensa. Vayu já havia caído, metade do reino estava destruído e a tal rainha nem havia mostrado sua cara diante de nós, mas que bela liderança, não é mesmo? Imaginava enquanto tudo rolava, apenas por breves momentos, afinal de contas estava mais preocupado em não ser atingido pelo inimigo, e muito menos perder um membro devido ao descuido, precisava analisar cada passo com cuidado, pois mesmo estando em meu habitat natural, o desgraçado parecia prever cada um de meus movimentos e estar sempre um passo a frente, mas não... Não por muito tempo, eu vou, acabar... COM ISSO.

- Você realmente não sabe quando parar, não é mesmo? Tá ficando louco para morrer? Eu mal comecei a brincar HAHAHA! SEU ARROMBADO, ENTÃO VAMOS COM TUDO, POR QUE EU PREFIRO MORRER DO QUE PERDER PARA UM FRACASSADO DA ROSA NEGRA. - Diria erguendo meu braco direito a frente, o esquerdo permaneceria imóvel abaixo, ainda com um certo desconforto que iria se extinguindo devido a adrenalina. O encarava como se fosse lhe arrancar os olhos, com a pressão de meus aliados e de todos que estavam naquela cidade dependendo de mim, nunca fui muito de me importar com as pessoas, ou de fato salvá-las, mas a partir do momento que estão se submetendo as minhas vontades, bom, sempre podem ser um fator crucial para o futuro, como dizem uma mão lava a outra. Sorri, animado para o fim do combate, meu corpo já não aguentava mais minha mente exausta e tudo que me mantinha de pé era minha vontade em prevalecer, do contrário por que deveria sequer existir?

Seu avanço ocorria em um momento abrupto cortando meus pensamentos em questão de segundos, o estopim inicial para voltarmos aquela batalha árdua e cansativa que teria seu fim datado para breve, um de nós irá morrer, e eu não pretendo me render tão cedo, sorria. Assim que sua mão atingiu o solo rompendo as areias as quais pisava, de imediato impulsionei todo meu corpo para trás em uma espécie de mortal improvisado, buscando girar em um movimento completo para que não fosse necessário um apoio com a mão, até por que não seria possível. Assim que meus pés tocassem o chão novamente, buscaria evitar qualquer que fosse seu ataque esquivando-me para as laterais, e até afastando sua mão com a ponta de minha espada se fosse necessário, até que conseguisse o espaço necessário para me concentrar minimamente e mover a areia próxima a minha localização, erguendo um pilar de areia do chão, e dessa vez, diferente de como ele esperava, seria deslocado em direção aos seus pés na tentativa de lançá-lo ao ar.

Se acertasse, ou não, meu próximo movimento viria a seguir mais dois pilares de areia surgindo das laterais para duas possibilidades, caso ele estivesse no ar o esmagariam pelas laterais, do contrário os utilizaria como outro apoio para mais uma tentativa de erguer seu corpo. Me concentraria mais nesses ataques para que fossem um tanto quanto imprevisíveis, moldando a areia para mover-se de um lado para o outro serpenteando de formas alternativas, para cada um dos dois pilares, inclusive mirando ao alto para caso de saltos, o que apenas tornaria o ataque mais fácil de ser acertado. De qualquer forma minha espada permaneceria erguida para o caso do homem conseguir se aproximar de uma forma ou de outra, nesse caso buscaria esquivar-me para as laterais, utilizando-me do geppou ou até mesmo da própria areia para me erguer fora de seu alcance, utilizando-me da estratégia dos pilares e saltando entre eles, para o caso de serem destruídos como o anterior.

O que pretendia manter entre as entrelinhas no entanto, era o fato de que todos os meus pilares seriam feitos em uma linha circular, claro, não exatamente em sequência para manter o fator surpresa ainda que pudesse parecer estar sendo cada vez mais e mais encurralado. Assim que as estruturas parecessem estar se formando em grande quantidade saltaria a sua frente, esperando que ele estivesse confiante o bastante para avançar contra mim mais uma vez. - Já cansei de brincadeiras, vamos acabar com isso de uma vez por todas... Minha espada será a última coisa que verá na sua vida. - Diria sorrindo, enquanto lentamente movimentaria as estruturas desmoronado aos poucos e se movimentando na direção do oponente, minha lâmina também iria ao seu encontro, porém no momento em que fossemos nos chocar, daria um passo em falso lançando meu corpo contra a lateral enquanto toda a areia se movimentaria para cima do homem, assim que tocasse minha mão ao solo para agilizar o processo. Faria com que os grãos se enegrecessem tornando-os negros até o limite que me fosse possível, buscando um golpe letal, devido a densidade das partículas somadas ao endurecimento do material.

Bom, sendo o suficiente ou não, eu não estaria contente até acabar com aquele indivíduo com minhas próprias mãos, ou melhor a minha extensão, minha lâmina demoníaca.... Em um lançamento, me lançaria como um projétil rumo a localidade do corpo do inimigo, sentindo entre as partículas de areia onde ele realmente estaria para com tudo atingir a região torácica do sujeito, bom, ao menos esse seria meu objetivo primário. Porém se ele fosse rápido o bastante para reagir, e com sua mão se aproximasse de mim, ficaria feliz em mover meu corpo para a lateral, fazendo com que a areia mais uma vez se erguesse agarrando seus bracos como uma própria extensão de meu corpo, minha mão direita estaria se apartando entre o cabo da espada para refletir a forca que estaria acumulando naquele golpe, e só então aproveitar-me-ia desse momento para fatia-lo com golpes horizontais em sequencia todos focados em seu tórax. Se o primeiro golpe fosse efetivo no entanto, seria o suficiente para mim, deixando-o perecer nas areias do deserto, assim como ele tanto almejava.

- Maldito, você me custou caro... Não esperava menos da rosa negra, apenas me deixa mais animado para despedaçar os seus homens um por um... - Diria, caso o combate houvesse acabado pendendo de joelho ao chão, respirava exausto devido aos inúmeros ferimentos. Se o combate ainda permanecesse no entanto, minha única opção seria permanecer de pé até que meus pés ou pernas não aguentassem mais, por que desistir era uma palavra que está extinta de meu dicionário, se for para acabar com meu lado perdedor, bom, que eu morra aqui mesmo, maldito.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptyQua 20 Mar 2019, 21:22


Crimson Ghost

A New Challenger Approaches



- Huh... Desgraçado... - Um sorriso de alívio surgia em minha face ao ouvir as palavras "deus da guerra". Era um tiro no escuro, é lógico, mas quem mais poderia ser considerado um deus e um faraó logo após nossa chegada na ilha em meio a um deserto tão extenso? Eu sabia que eu podia contar com Bell e que ele não iria me decepcionar. Vayu ficaria contente em saber as notícias, mas isso era para outro momento. Foi então com um simples nocaute que tudo se iniciava e, tão rápido quanto havia começado, eu ceifava a vida dos assassinos de baixa patente com pouco esforço, aliviando aos guardas o dever de ter que lidar com os vermes que eu havia jurado esmagar. A Rosa Negra era um empecilho de muitos anos... E seria naquele dia que a sua queda se iniciaria.

Foi então que uma pressão recaía em meus ombros, sentindo a visão ficar turva e as pernas vacilarem pela primeira vez. Por um momento, eu poderia supor que aquilo seria uma manifestação do Haki da Observação, que James havia ensinado no navio a caminho de Alabasta para Masimos enquanto ensinava para mim e para o Lâmina os caminhos do Haki do Armamento, mas aquela sensação era algo muito mais puxado ao instinto do que numa técnica bem elaborada e treinada... Eu já havia sentido aquilo por toda minha vida, portanto era quase como estar na presença de um parente distante que, por mais que não surgisse por anos, sempre seria familiar.

Foi então que eu percebia, de canto de olho e pelo som do vento sendo rasgado, me fazendo arregalar os olhos e saltar para frente, completando um rolamento pelo chão até me colocar de pé de novo num local seguro, olhando surpreso para tamanha velocidade que eu quase não conseguia acompanhar com o olhar. E bastou um simples olhar para entender do que se tratava, percebendo que a Rosa Negra havia escutado bem o meu protesto, me mandado um dos raízes para dar cabo de uma cria de Vlad. ~ A máscara... É de um dos demônios-reis... Com certeza ele não é pouca coisa. ~ Percebia, rangendo os dentes enquanto a cabeça estava a mil por hora pensando no que poderia ser feito.

Foi então que mais um ataque era deferido, enquanto eu digeria as informações. De fato haviam pago uma boa grana para que a rainha fosse morta, pois já havia dado cabo de dois assassinos e a dificuldade só ia aumentando. Não valia nem um pouco arriscar meu pescoço pela vida de alguém que eu provavelmente ameaçaria eventualmente para conseguir o que eu precisasse, mas o que a Rosa Negra não havia entendido ainda é que eu não estava fazendo aquilo por Alabasta, mas sim por mim. Por Vlad. Esperando receber o ataque direto, eu deixaria meu corpo se desfazer numa poça de lama em velocidade surpreendente, fazendo disparar um jato lamacento para o lado oposto de modo a projetar a minha consciência também, me reestruturando em minha forma corpórea novamente após isso. - E eu não posso entregá-la se isso impedir a sua morte. - Deixaria claro minhas intenções, fazendo as adagas surgirem novamente através de meus antebraços, até que se encaixassem entre meus dedos. - Não adianta acabar com a Rosa Negra arrancando seus espinhos ou pétalas... É preciso ir direto pra raiz do problema.

Utilizando de toda a minha aceleração, aproveitando que o solo agora estava estável o suficiente para me apoiar sem maiores problemas, dispararia não em direção ao assassino, mas sim ao seu redor. Ele provavelmente iria vir em minha direção novamente com seus dash imperceptíveis, mas se eu me mantivesse em constante movimento e, melhor do que isso, imprevisíveis, ele não tocaria sequer na minha sombra se eu não deixasse. E exatamente por isso que minha corrida ao seu redor seria recheada de inconstâncias, acelerando mais, desacelerando, saltando e me abaixando como se fosse uma bola de pingue-pongue e até mesmo mudando de trajetória em algum momento oportuno, tudo para fazê-lo gastar suas energias e me dar dicas do que era capaz de fazer, mas tudo sem comprometer minha integridade logo no início do combate.

Seria então, com alguns instantes disso, que meu movimento mudaria da água para o vinho. Saindo dos movimentos de esquiva, eu faria um rolamento pelo chão ao mesmo tempo que absorveria todas minhas adagas e, ao invés de me projetar para frente e continuar rodeando-o, eu me projetaria diretamente para sua direção, girando no ar como se eu fosse uma broca, de modo a reduzir a área onde o raiz pudesse atingir, mas ao mesmo tempo comprometê-lo caso quisesse chegar perto demais. Eu chamaria aquilo de iniciativa shotgun, pois o meu disparo em sua direção seria como se eu fosse uma capsula do projétil e, quando chegasse perto do mesmo, faria com que cada uma das minhas doze adagas saíssem por locais aleatórios do meu corpo, desde as costas, abdome, rosto e pernas. A ideia era distribui-las de forma tão impensada que sequer um Haki poderia vir a perceber por onde cada lâmina iria sair, de modo a atingi-lo com algumas delas assim que meu corpo "se fragmentasse".

A adaga, logicamente, estaria conectada diretamente ao meu corpo por um pequeno fio de lama, que permitira eu puxar a adaga de volta ao mesmo tempo que seria usada para impulsioná-las para frente e servir de apoio. Caso alguma delas atingisse o alvo com sucesso, eu absorveria todas as demais que haviam sido arremessadas em vão e, aproveitando a deixa, utilizaria o geppou para mudar minha trajetória ainda no ar para a direção do assassino, fazendo meu braço surgir no fino fio de lama para então estar segurando-a com toda a firmeza possível. A situação, nesse instante, seria eu segurando a(s) adaga(s) com minha(s) mão(s) e empurrando ainda mais para o fundo, fazendo com que sua carne sentisse a dor de cada centímetro daquele metal.

Não apenas isso, pois em questão de milissegundos eu puxaria a adaga com a brutalidade de um açougueiro para cima, rasgando-lhe não apenas a área do furo, mas também toda a área acima da mesma. Deixando que seu sangue voasse pelo ar, deixando-o focado na adaga que estava se projetando para cima, eu viria com meu joelho e tentaria encaixar uma forte joelhada em seu estômago, fazendo uma de minhas lâminas surgir na ponta de meu joelho para cravar dentro de sua carne novamente. Ao mesmo tempo de todo esse movimento, a minha perna que permanecesse no chão estaria produzindo altíssimas quantidades de lama de pântano, inundando o chão ao nosso redor e cobrindo-lhe as solas dos pés. Isso faria com que, ao mesmo tempo em que ele perdesse velocidade ao tentar andar naquele chão, permitiria que eu firmasse minha lama ao redor de seu tornozelo e então "puxasse" para baixo, enterrando-a levemente no meu pântano infinito para que o mesmo tropeçasse e caísse após a minha joelhada, com a intenção de fazê-lo cair de cara na lama com tudo.

E eu sabia que ele não era qualquer um, portanto qualquer ataque seria passível de adaptação e improviso. Percebendo que sua velocidade superava a minha a todo momento, tentaria voltar a estratégia em movimentos simples, focando completamente em esquiva com rolamentos e saltos acrobáticos, tudo que fosse possível para me manter fora do alcance daquelas garras. E utilizando de ataques com a adaga de forma simplória, tentaria rasgar-lhe a carne com estocadas e cortes rápidos, tentando acreditar que "menos é mais" e tentando encaixar em qualquer brecha que ele viesse a me dar. Seria uma luta interessante e seria apenas o primeiro pilar de muitos daquele dia...



HISTÓRICO

Posts: 13 - (Log Pose - 14/30)

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos: Perícia Pilotagem (11º post),

Perdas:

NPCs/Players:

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;
- Derrota de Corvus, assassino da Rosa Negra (recompensa B$ 92.000.000);
- Assassinato de diversos assassinos da Rosa Negra de baixa patente em meio a Alubarna;


Localização: 6ª Rota - Alabasta




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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptyQui 21 Mar 2019, 18:42


Emissário da Morte

Cidade de Rainbase

A voracidade daquelas malditas chamas era notória, já que, engolia meu braço durante a colisão contra a enorme esfera ardente. A dor parecia abraçar meus músculos tentando enraizar sobre as fibras, veias e ossos. Nem mesmo o poder de defletir parecia possuir algum efeito, inicialmente. RAIOS! Havia adquirido a pouco esses novos poderes e meu domínio sobre eles se mostrava, nesse exato momento, a inexperiência.

Mas não era a primeira vez que sentirá tamanha dor, muito pelo contrário! Já havia enfrentando situações extremas, adversários fortes e como sempre minha determinação, devoção e amor em provar meu valor para a Deusa prevalecia, obviamente que agora não mudaria isso. Eu até mesmo abdiquei meu habitat natural para provar a ela que sou digno de seu amor! Esse verme ainda não entendeu com quem está lidando. Impactaria minha outra palma contra a bola de fogo com intuito de utilizar, não apenas as almofadas que defletiam, mas como também minha força brutal de tritão.

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~ Você acha que suas chamas me impediram? Você acha que sua organização me derrotará? Não me faça rir, desgraçado! Eu sou aquele que dominará os mares apenas para o jubilo de minha Amada Deusa da Morte! Proferia em um tom de voz extremamente elevado devido a explosão de adrenalina carregada com a dor mais pura e agonizante possível. Meus olhos emitiam um ar de uma resolução e imensurável dedicação com meu propósito. O urro feroz, que gradativamente se manifestava, eclodia de forma avassaladora referente a quantidade absurda de agonia ao qual o corpo experimentava, demonstrando não apenas minha resistência física, mas como também mental. Se fosse necessários cem anos de tortura, não! Mil anos de tortura, apenas para ter o afeto de minha amada, obviamente que não pensaria duas vezes em experienciar para mostrar minha adoração para ela.

~ Arfh... Arfh... Arfh. Meu fôlego esvaia-se, desativando minha técnica automaticamente. Sangue escorria pelo meu braço dominante, que inclusive estava completamente queimado. Apesar do esquerdo estar em péssimas condições, não se comparava ao meu braço dominante, em razão de que o direito havia possuído maior tempo de contato com aquela maldita bola em chamas.

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A rajada de dor que emergia constantemente era tamanha que a visão chegava a ficar turva em determinados momentos. ~ Tsc, inferno. Diria de forma raivosa enquanto percebia o estado ao qual meu corpo se encontrava. No entanto, não demorou muito para a dor ser suprimida ao ponto de fazer-me retomar o foco da visão. Certamente era ela me auxiliando nesse combate, como sempre zelando por mim. Como poderei retribuir tamanho amor? Isso apenas me enche de determinação para finalizar esse combate e lhe enviar um presente digno.

Apertava meus punhos sentindo o sangue se misturar com a pouco oleosidade que me sobrará. Escorregando entre os dedos e só então notar o estado que minha musculatura apresentava. Ainda me restava forças, ainda me restava energia e minha convicção estava estampada em minha face, expondo que mesmo se meus músculos fossem consumidos pelas labaredas e apenas meu esqueleto estivesse de pé, jamais desistiria.

Apesar da dor ter se ocultado, por hora, agora meu corpo exigia uma demanda quantidade de água que se quer era possível estimar. A garganta estava tão seca quanto aquele maldito deserto. Para um reles humano já seria algo extremamente sufocante a falta de água, imagina para minha espécie. Voltar para o mar seria algo que meu corpo exigiria, quase entrando em um confronto com minha mente devido a divergência de opiniões entre mente e corpo. Um colapso poderia ocorrer, senão fosse é claro a minha força psicológica que prevalecia no comando. Ainda com todos esses obstáculos e dificuldades... meus olhos permaneciam fintando Giovanni como um monstro do mar prestar a devorar sua presa. O instinto assassino amalgamado de intimidação e selvageria era manifestado como jamais havia mostrado.

Os ferimentos e a dificuldade pareciam apenas me impulsionar e avançar contra o maldito espinho. O ódio, a dor e a certeza de minha vitória blindavam minha alma e geravam uma fonte latente de energia para meus ataques a seguir. Golpes seguidos de golpes e defesas seguidos de defesas deixavam a luta um tanto equilibrada. Contudo, cada ataque meu exigia mais foco para suportar as emersões constantes de dor. O que dificultava muito minha investida.

Apesar de Giovanni não estar com tantos danos, sua força demonstrava ter de caído, ou talvez a minha havia se elevado. De qualquer maneira, era visível o declínio de suas chamas, em razão da produção estar mais baixa. ~ Então aquela enorme esfera de chamas possui seus riscos?! Proferia durante nosso confronto já compreendendo melhor sobre os limites de suas capacidades. Entretanto, quanto mais tempo o combate durava, o espinho também percebia minhas habilidades e isso incluía principalmente meus poderes da Nikyu Nikyu no Mi.

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Não demorou muito para o lacaio da rosa negra voltar a gerar uma boa quantidade de chamas e assim entrar em um estado de combustão constante. Suas palavras arrogantes e insolentes pareciam esconder algo, só não havia identificado exatamente o que. ~ Fraquezas? Predador natural? Nesse momento me afastei após uma colisão de calor. ~ Kyahahahaha. KYAHAHAHAHAHAHA! Predador natural? Desde quando existe algo acima da “Morte”? Que intrigante, não?! Diz ser meu predador natural, usa poderes que são beneficiados perante esse clima quente, usa o sol como fonte de energia... e mesmo assim não me matou! Se não fosse toda essa fúria explodindo dentro de mim, talvez eu até sentisse pena de alguém tão simplório. Proferiria com um pequeno sorriso revestido de malicia.

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~ É claro que você é forte, não me entenda mal! Era algo que detestava admitir, mas infelizmente era a verdade, afinal... ainda estava vivo após tanto tempo me enfrentando. ~ No entanto, sua força depende demais dessa ilha. Chega a ser deplorável ver um potencial desperdiçado dessa forma, mas graças a mim... sua existência terá um propósito maior como nunca antes! Sua alma será um presente digno de minha Amada. A expressão facial mudava para algo sombrio e destemido. Nesse exato momento, o Espinho disparava em minha direção cobrindo uma distancia rapidamente.

Suas capacidades eram melhoradas devido aquele clima e eu compreendia bem isso, já que, dentro do mar eu obtinha algo semelhante. Mas existe um limite para ele e isso se dava ao horário. Poderia prolongar o combate, mas seria tolice. Não me restava muita energia e os ferimentos estavam críticos. Exatamente por isso que Giovanni avançava despreocupado, sabia de minhas condições. Entretanto, ele estava desconsiderando um fator chave nesse combate! E esse fator mudaria o rumo da batalha.

O fator desconhecido, perante o espinho, era sua certeza de que me derrotaria apenas por estar na vantagem territorial. No momento que o inimigo viesse a desferir seu ataque, tentaria já ter me antecipado ao utilizar o Kenbunshoku no Haki e em seguida socaria o mais rápido possível o chão, antes mesmo de seu ataque ser desferido se assim possível, com proposito de criar um pequeno abalo sísmico que desequilibrasse o adversário, levando em conta a velocidade do mesmo e assim criando uma armadilha para ele perder parte de sua ofensividade. Aproveitando-me desse momento, tentaria bloquear seu ataque ao agarrar uma parte de seu braço, independe se surgisse ou não uma rajada de fogo e com um giro tentaria arremessa-lo para longe. Logicamente que não seria para qualquer lugar. Já havia avistado o rio cruzando parte da cidade e seria exatamente em direção a ele.

A dor emergiria como um tsunami destruidor, mas isso apenas me deixava mais centrado e focado no combate. Possuindo êxito em minha defesa, avançaria contra o inimigo no mesmo instante que lhe soltasse com intuito de lhe atingir um soco no estomago, antes mesmo de atingir o solo e novamente lança-lo em direção ao rio. Caso ele esquivasse, tentaria acompanha-lo com meu estilo de combate especializado e novamente apanha-lo e jogá-lo para longe. Poderia num primeiro momento minhas ações serem desordenadas ou sem propósitos, e era exatamente isso que buscaria efetuar, para confundir o adversário e assim camuflar minha tática enigmática.

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Assim que Giovanni estivesse bem próximo do rio e, talvez, percebesse meu plano, já seria tarde demais. ~ “Vamos igualar nossos poderes!” É o que está pensando, não é? Errado. Diria ao defletir uma bolha de ar, já preparado de antemão segundos antes, e assim manipular o oponente para efetuar uma esquiva e me aproveitar de tal evasão para agarrá-lo severamente e por fim lançá-lo novamente ao mar. Caso o espinho tentasse usar suas chamas para impedir a bolha de ar, criaria uma explosão e nesse momento me beneficiaria de qualquer forma com intuito e, visando sempre, agarrá-lo e arremessa-lo para o mar.

O adversário poderia achar que eu queria buscar o mar para usar a água ao meu bel prazer e não estaria errado. Porque meu plano era deixar isso claro durante minhas investidas e defesas. Para só então mostrar no final que o objetivo era deixa-lo fraco ao cair sobre a água. Poderia evaporar certa quantidade, mas estaria longe de evaporar tudo, pelo menos assim acreditaria.

Obviamente que durante meu plano, recheado de defesas e ataques, levaria em conta o fogo que cairia do céu. Tentaria utilizar o Haki da Observação para estar um passo a frente e se necessário colidiria usando os socos brutos para evitar as labaredas. Todavia, caso percebesse que dificultaria minha ofensiva contra Giovanni, deixar-me-ia ser atingido para focar no ataque e assim ter êxito em minha tática.

Em certos momentos poderia sentir o corpo fraquejar e as fibras se romperem, devido a demanda quantidade de dor que percorria minha musculatura. Porém, a fúria e a intenção de matar aquele desgraçado para presentear minha amada, equilibravam a balança entre: exaustão e força de vontade.


HISTÓRICO


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Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 00/10


Ganhos: Ferimento no tórax (indefinido pelo narrador);
Queimaduras pelo corpo (indefinido pelo narrador);

Perdas: 1 den den mushi;

NPCs/Players:
~ Husani, líder revolucionário.
~ Giovanni, um dos 4 Espinhos da organização Rosa Negra.

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.







OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySeg 25 Mar 2019, 22:37



THE CALAMITIES





Bell Farest



A batalha já havia se estendido por horas e era inegável que ambos os lados estavam bastante cansados a essa altura do confronto, porém nenhum dos dois estava disposto a desistir agora. Quando Kuban avançou para atacar Bell, o espadachim se esquivou saltando com um mortal para trás, algo que estava acontecendo bastante nessa batalha era justamente as esquivas e as neutralizações dos ataques de ambos os lados. Mudando um pouco sua estratégia de combate, o pirata usou seus poderes de areia para fazer um pilar se erguer por debaixo do seu adversário visando dessa maneira jogá-lo para o alto, e o Espinho, que não estava esperando esse tipo de movimento, acabou sendo pego pela técnica e arremessado para cima.

- É com esses ataques de merda que você pretende não morrer?! - Gritou ele no momento que pairou no ar depois de ser atirado pelo pilar. A ideia de Bell era aproveitar esse momento onde seu oponente estaria com a agilidade debilitada para atacá-lo pelas laterais com mais dois pilares de areia que tentariam esmagá-lo, mas pouco depois de ser atingido pelos grãos do deserto, uma explosão ocorreu ao redor do corpo de Kuban e o ataque do espadachim da areia foi repelido. - Você já não tem nem forças para conseguir me ferir, seu fim está próximo, Calamidade!

Enquanto ia caindo em direção ao chão por efeito da gravidade, o padre se defendia dos outros pilares de areia jogados na direção dele socando-os ou chutando-os, ataques que tinham força suficiente para destruir os pilares. Foi aqui que Bell se cansou de continuar essa batalha do jeito que estava acontecendo e avançou com a espada erguida para cima de Kuban trazendo junto com ele um monte de areia. O padre sorriu ao ver que o espadachim estava indo com tudo para cima dele, pelo visto a batalha finalmente seria decidida. Ampliando o calor de sua habilidade para o restante do corpo, o Espinho deixou toda a sua pele avermelhada, então abriu os braços, flexionou um pouco os joelhos e esperou a aproximação de Bell, que ao invés de atacar com sua espada, saltou para o lado e deixou que as suas areias fizessem o trabalho inicial, em seguida transmitindo seu Haki para os grãos de forma a deixá-los fortificados.

O blocos de areia negra começaram a cair em cima de Kuban esmagando-o contra o chão, porém seus braços avermelhados agarravam cada um desses blocos e os fazia se transformarem em cinzas segundos depois. O padre parecia estar sendo pressionado por conta da vantagem territorial da Calamidade, mas explodindo seu corpo em raiva, o Espinho ampliou a área de sua habilidade e todo o deserto ao redor dele começou a se acinzentar, saindo pouco a pouco do controle de Bell. Quando viu que estava perdendo o deserto que lhe permitiu durar tanto tempo nessa batalha, o espadachim sabia que não teria outra maneira de vencer essa luta se não fosse indo para cima para um golpe final… Se falhasse seria seu fim, não teria mais a areia natural para lhe ajudar e produzir através da sua própria energia iria custar demais de seu esforço. Agora era tudo ou nada.

- GREY HELL! - Bradou ao se virar na direção de Bell e erguer as cinzas que havia criado. Usando o restante das suas forças, o Espinho inverteu a situação da batalha, trazendo para ele a vantagem do terreno… E da última vez que foi atingido por essas cinzas, o espadachim quase perdeu o braço. - SUA TUMBA SERÁ NO DESERTO COMO UM VERDADEIRO FARAÓ! MORRA, CALAMIDADE!

As cinzas avançaram, Bell avançou, sua espada se agitou e as cinzas explodiram. Quem acertou primeiro? A fumaça da explosão ocultou o resultado, mas não por muito tempo, já que o vento revelou o que havia acontecido. O sangue caiu sobre as cinzas do chão, Kuban havia recebido um corte profundo no peito enquanto Bell saiu ileso da último explosão, o espadachim conseguiu se esquivar da ofensiva e penetrar a carne do Espinho da Rosa Negra com a sua lâmina. Entretanto ainda não havia acabado a batalha, Kuban mesmo ferido ergueu sua mão para tentar atacar de novo, só que Bell já estava preparado para não dar essa chance do inimigo e continuou a atacá-lo com uma sequência de cortes que viriam a lhe trazer a vitória dessa batalha.

- Filho da puta, sou eu quem vai morrer mesmo você sendo mais fraco que eu… - Comentou enquanto estava caído nas próprias cinzas do deserto e com a boca escorrendo sangue. Aos poucos o vento ia levando as cinzas embora e a areia comum ia se tornando predominante no cenário outra vez. - Mas minha vida pouco importa, o Conquistador está cada vez mais perto de conseguir reuni-las e quando isso acontecer nem mesmo a morte será capaz de pará-lo... O mundo será governado pelo verdadeiro rei!

Nesse momento, Bell tinha a vida de Kuban em suas mãos, podendo optar por deixá-lo sangrar até a morte ou finalizar sua vida com um golpe final, independente do que escolher fazer, o espadachim não iria ficar por muito mais tempo em pé, cedendo ao cansaço acabaria por cair na areia quente do deserto. Seria mais sábio da parte do pirata ficar um tempo ali descansando para recuperar um pouco de suas energias, porém poderia já sair andando de volta para a capital para procurar por Vayu se assim desejasse, de qualquer forma, seus ferimentos espalhados pelo corpo estavam cada vez mais doloridos, principalmente aquele que cobre todo seu braço esquerdo.

OFF:
 





Aaron DeWitt



Se desfazer em lama foi a maneira mais eficaz e rápida que Aaron conseguiu pensar para se esquivar da rápida ofensiva do Raíz. De acordo com o Toratsuki, ele estava ali apenas para executar a rainha Ísis e não tinha realmente a intenção de enfrentar a Calamidade, mas o ruivo se negava a colaborar com o assassino mesmo que indiretamente acabe parecendo que ele está protegendo a garota, as reais intenções de Aaron envolvem apenas a sua determinação em extinguir a organização da Rosa Negra e a rainha está apenas tendo sorte de ter se aliado ao pirata no momento certo e contra o inimigo certo.

- Arrancar o mal pela raíz, não é? Já ouvi bastante isso… Mas se eu continuo aqui em pé na sua frente significa que todos que disseram falharam. - Respondeu o velho logo depois da última fala de Aaron.

O pirata queria manter a iniciativa do combate, portanto avançou contra o adversário e começou a se movimentar de forma randômica ao redor dele para confundi-lo e dificultar que encontrasse um padrão na sua maneira de se mover. Diferente do que o ruivo imaginou que fosse acontecer, Toratsuki não se movimentou para atacá-lo, permaneceu por sua vez parado, acompanhando as piruetas de Aaron ao seu redor. O que ele estava fazendo? Estudando-o? Subestimando-o? De qualquer forma, uma hora o pirata teria que atacar, seu alvo estava sem se mover, portanto era um alvo fácil de se atingir. Utilizando da sua “iniciativa shotgun”, o Fantasma Escarlate girou na direção do assassino e expeliu pelo seu corpo toda a sua dúzia de adagas que avançaram com velocidade e por direções aleatórias para cima de Toratsuki.

- Lento...

Quando ouviu o bocejo saindo de trás da máscara do Raíz, Aaron entendeu o provável motivo para ele não ter feito nada até agora… O maldito estava com preguiça de atacar? Que seja, se ele continuar parado morrerá sendo perfurado pelas doze adagas, então era bom ele se mover se ainda quisesse continuar vivo, e foi exatamente o que Toratsuki fez. Movendo seus braços em uma velocidade incrível, o velho repeliu toda as lâminas de Aaron sem sequer sair de onde estava, inclusive mal dava para perceber a trajetória de suas mãos devido à rapidez em que ele as movia.

Com suas adagas pairando no ar, a Calamidade não tinha nenhuma arma em mãos no instante que Toratsuki se impulsionou na direção dele, e puxá-las pelo fio de lama não as traria imediatamente para o seu alcance, portanto Aaron sabia que desviar era a melhor opção que teria no momento e apenas o seu geppou poderia fazê-lo realizar uma esquiva em pleno ar… Mas pelo visto não seria o bastante, pois o velho mascarado conseguiu acompanhar o pirata e atingi-lo mesmo assim. Uma explosão de lama ocorreu espalhando pedaços do ruivo pela rua onde estavam, o Raíz havia o atingido em cheio, mas por algum motivo não utilizou de Haki para atingir o corpo verdadeiro do Fantasma.

- Sabe como nós trabalhamos, garoto, isso não é pessoal… Apenas me entregue a rainha e podemos ir cada um para o seu canto. - Repetiu ele para deixar claro que não tinha interesse em continuar esse combate.

Enquanto seu corpo de lama fosse se regenerando, Aaron poderia pensar nos motivos pelo qual o seu adversário não o acertou com Haki, poderia haver a possibilidade dele não ser um bom usuário do armamento, mas essa certamente era uma das mais improváveis. O que o ruivo poderia concluir com mais facilidade é que ele realmente não queria feri-lo, seu corpo original era bem mais resistente que um amontoado de lama, portanto o estrago que causaria ao corpo falso seria bem maior se ele não utilizasse o Haki, mas qual a vantagem disso sem depois de um tempo ele iria se recuperar do dano? Enquanto o pirata regenerava seu corpo, Toratsuki teria a oportunidade de agir, mas optou em permanecer apenas observando as ações de Aaron ou ouvindo o que ele poderia ter a dizer.

Se ainda estivesse planejando espalhar o pântano pelo terreno, o assassino notaria a lama se espalhando ao redor dele, mas não sairia do lugar para evitar ser tocado por ela, mantendo-se confiante de que conseguiria lidar com o pantanal independente do que seu inimigo estivesse planejando fazer. - Acredito que isso seja um “não”... Que pena. - Diria ele caso o plano do pirata ainda estivesse sendo colocado em prática.

Aaron provavelmente estaria atento ao adversário parado à sua frente, portanto acabaria se assustando no momento em que Toratsuki aparecesse nas suas costas sem nem ao menos desaparecer de onde estava segundos atrás… Seria um clone? Ou uma ilusão? Já estava sentindo as garras dele rasgando sua retaguarda quando seu “doppelganger” desapareceu no ar como uma simples miragem. O ruivo queria saber mais sobre a capacidade do seu adversário, mas não imaginava que seria pego de surpresa dessa forma, o ferimento em suas costas era doloroso, mas não forte o bastante para matá-lo… Se Toratsuki quisesse realmente matá-lo, talvez já poderia ter feito nesse movimento ultra rápido. Essa demonstração de poder era o mínimo que ele poderia esperar de um dos assassinos escalados para o rank máximo da Rosa Negra, mas se quer realmente acabar com a organização, Aaron precisará superar cada uma das raízes que aparecer em seu caminho.




Masimos Howker



O que significa ser uma das Calamidades? Nunca se dar por vencido em um combate? Lutar até a morte? Ao menos esse parece ser um padrão que vem se repetindo nas batalhas desse bando no reino de Alabasta.

Lidar com todo esse calor gerado pelas chamas de Giovanni estava sendo bastante problemático para Masimos que teve seu braço dominante quase que carbonizado pela bola de fogo gigante atirada pelo seu inimigo. A cada minuto que se passava na batalha, o sol ia saindo do seu horário de auge, o que significava que Giovanni estava perdendo também parte do seu poder máximo, porém com a cidade ficando cada vez mais incendiada e a bola de fogo repelida por Masimos explodindo no céu produzindo uma chuva de chamas, o poder do Espinho praticamente não havia sido reduzido já que a temperatura local estava crescendo constantemente ao invés de cair. Ao absorver parte do fogo à sua volta, Gio ganhou um pouco de massa muscular, além também de fazer todo seu corpo entrar em um estado de combustão… Mas isso parecia não intimidar o tritão que ria das palavras de intimidação do adversário.

- Está enganado em achar que não existe algo acima da Morte, Calamidade… Em breve quando a força do verdadeiro rei finalmente renascer, até mesmo a tão temida morte sucumbirá a sua existência. - Responderia ele antes de avançar para sua ofensiva máxima que abusaria de um combate corpo-a-corpo.

Graças ao seu Haki da Observação, Masimos já estava ciente da investida que seria efetuada contra ele, portanto desferiu um poderoso soco no chão para abalar o terreno a sua frente e assim atrapalhar a movimentação de Giovanni, algo que até certo ponto funcionou, mas ainda assim não parou por completo o seu ataque, forçando o tritão a ter que agarrar o braço atacante do Espinho para evitar ser atingido… O problema é que com o corpo dele em chamas, tocá-lo significava se queimar, ainda assim, por mais forte que fossem as dores que sentisse no momento, apenas a total incapacitação faria o titã parar de lutar.

Depois de agarrar o braço de Giovanni e arremessá-lo para longe, o Emissário se impulsionou na direção do adversário para alcançá-lo e atacá-lo com um soco no estômago antes mesmo que voltasse a tocar o chão, algo que infelizmente não deu muito certo, já que Gio conseguiu não apenas bloquear o soco com um braço, como também explodir de baixo para cima um pilar de fogo que engolia o tritão parando parte da sua ofensiva. O incêndio parecia acompanhar a movimentação do Espinho, pois por mais que estivesse sendo arrastado para outra parte da cidade, o fogo o seguia queimando não só as construções, mas também as pessoas que estivessem no caminho.

- Tentando me atrair pro rio, homem-peixe? Hahaha! Boa sorte tentando… Mas não vai funcionar. - Diria ele no instante que reparasse a umidade do ar sendo recuperado pelo simples fato de estarem mais perto da correnteza. - Olhe ao nosso redor, eu ainda tenho muito poder guardado, enquanto você, admita, está chegando no seu limite.

Ao terminar de dizer tais palavras, Giovanni explodiu suas chamas para fora do corpo e saltou em direção ao céu onde segundos depois a gravidade pareceu não fazer efeito sobre ele e este ficou flutuando enquanto uma grande quantidade de fogo era expelido ao seu redor como se ele fosse uma estrela… Como se ele fosse o sol. A esfera de ar que Masimos planejava usar para arremessar o Espinho na água seria facilmente repelida para outra direção e explodiria no ar ao se aproximar da alta temperatura que o corpo de Giovanni estava produzindo.

- APOLLO PUNISHMENT! - Anunciou o assassino o nome da técnica que estava a usar no momento.

Em fração de segundos, todo aquele calor que ele gerou fez a pele de Masimos ressecar com velocidade, o ar se tornou tão quente que era quase impossível respirar, sendo que a tentativa de o fazer trazia não só a sensação, mas o fato literal de que o calor estava queimando seus pulmões. Nesse momento alguns peixes começaram a morrer no rio Shandora por conta da temperatura da água ter se elevado demais, o solo começou a se avermelhar e o fogo se espalhava com tanta intensidade que parecia ser uma cidade feita de chamas. Era uma técnica covarde, muito covarde, Giovanni não precisava se aproximar dele para fazer com que o calor vencesse a batalha sozinho, ele iria desidratar Masimos, sufocá-lo, queimá-lo junto com tudo ao seu redor… Se ao menos o titã tivesse com 50% do seu potencial físico, uma técnica como essa jamais funcionaria, mas pelo visto o Espinho esperou o momento certo para usá-la.

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- VOCÊ MENOSPREZOU MINHA FORÇA, CALAMIDADE, MAS MORRERÁ AGORA E ENTÃO ENTENDERÁ QUE VOCÊ NÃO É UM DEUS! - Gritou ele do núcleo da estrela de fogo.

Quando a técnica acabou, todas as chamas que circulavam o corpo de Giovanni desapareceram e ele voltou a tocar o chão, porém todo o cenário ao redor dele e Masimos continuavam cobertos pelo fogo avassalador que em algumas horas reduziria a cidade de Rainbase a cinzas. Era impossível para um tritão aguentar tamanho calor dessa maneira, mesmo para um dos mais poderosos homens dessa raça, Masimos havia resistido bem até aqui, mas os pulmões queimados, a pele queimada e a mente completamente atordoada por conta da temperatura elevada em sua cabeça, nem mesmo a Calamidade Morte era capaz de quebrar os limites da mortalidade de um corpo tritão.

- Entenda, homem-peixe... - Falou Giovanni segurando Masimos pelo pescoço para conseguir erguê-lo a uma altura que seus olhos pudessem ficar frente a frente. - Você se tornou incapaz de me derrotar no instante que se entregou o poder do diabo… Um peixe que não sabe nadar é um peixe fadado a morrer e independente do horário ou local que eu lhe enfrentasse, sua vitória jamais seria possível. - Tendo todas as consequências citadas anteriormente lhe afetando, o tritão não teria condição de reagir, talvez sequer estivesse realmente vendo ou ouvindo alguma coisa que Giovanni estava lhe falando… Pois era um fato de que a morte estava próxima. - Seu coração será um presente digno para o Conquistador.

E no momento que dobrou o cotovelo e afastou o braço para deixá-lo preparado pro movimento que iria fazer para arrancar o coração do titã… O estrondoso som de um raio levou os olhos de Giovanni a se arregalarem de espanto, incrédulo com o que poderia estar prestes a acontecer. Uma intensa e repentina chuva começou a cair sobre toda a cidade de Rainbase, todo o incêndio criado pelo Espinho começou a ser naturalmente apagado e a temperatura consequentemente foi caindo drasticamente, por consequência, a massa muscular extra que o loiro ganhou por conta do efeito de sua Akuma no Mi começou a se perder na mesma proporção.

- Mas o que? Não é possível, chuva em Alabasta não surge dessa maneira a menos que… Alguém tenha usado pó de chuva. - Pensou ele deixando o medo tomar conta do seu corpo, porém ainda não estava perdido, a vitória continuava em suas mãos, bastava um único golpe e arrancaria o coração de Masimos. Deixando as mãos enegrecidas com Haki do Armamento, Gio realizou seu golpe final contra o tritão.

O azar de Giovanni talvez não tenha sido escolher lutar na cidade errada, mas sim escolher lutar com a Calamidade errada. O medo que Giovanni estava sentindo nesse momento responde exatamente o que significa ser uma das Calamidades…

Não existe nada acima da Morte.

OFF:
 


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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptyQui 28 Mar 2019, 14:30


Emissário da Morte

Destruição total de Rainbase

Alguns devem se perguntar qual significado de ser titulado como “Calamidade”. Devem se perguntar qual propósito disso. Qual fundamento. Qual vantagem. O que inspira alguém, ou melhor dizendo, um tritão como eu me prostrar diante uma entidade que apenas aqueles que estão prestes a morrer, podem talvez vislumbrar tamanha magnitude. A resposta é tão simples quanto a pergunta! É pelo simples fato de ter sido escolhido pela Deusa como seu emissário. Ela não apenas salvou minha vida a muitos e muitos anos atrás, mas como também me designou um propósito e ainda zelou e zela por mim.

Desde muito tempo atrás tento conquistar seu amor, demonstrar minha gratidão e ainda realizar seus desejos, tudo com objetivo de mostrar meu afeto por ela. Não bastasse ela dedicar-se a mim, ainda me presenteia com aliados valorosos, armas de combate e sublime habilidades. Se fosse possível cortejaria ela todos os dias apenas com o objetivo de visualizar seu fenomenal sorriso. Mas ainda me falta poder! Para mim possuir a oportunidade de reivindicar o trono ao seu lado, é necessário um poder tão avassalador quanto o dela. E, apesar de todo meu trajeto até agora, parece algo tão distante quanto as estrelas do mar.

Pela primeira vez, em todos meus combates, estava tudo contra mim. Ilha, clima, inimigo, fogo, falta de água... parecia que alguém havia me sondado e visto todos meus pontos que me desfavoreciam durante uma luta e misturados num único local. Apesar de todas as horas batalhando, já nem sabia quanto tempo estava enfrentando meu inimigo, mas que certamente já havia passado um bom tempo, era inegável. Todavia, em nenhum momento minha mente duvidou ou fraquejou diante meu adversário, apesar de sua notória vantagem que lhe permitia apresentar uma força extraordinária.

Já havia duvidado dela durante um dos árduos combates que enfrentei, pois havia tentado me comunicar com ela e nenhuma resposta por parte dela tinha se manifestado. Mas havia sido um teste dela e devido minha perseverança, havia passado. É vergonhoso depender dela em certos momentos, mas ela mesmo havia dito que se eu precisasse de seu amparo, bastasse pedir. Mas meu orgulho e ego eram tão sólidos quanto minha resiliência, exatamente por isso evitava de solicitar sua ajuda.

Confesso que boa parte de minha consciência estava esvaindo, fazendo assim já pouco entender o que estava ocorrendo durante o combate. Isso chegava ao ápice quando Giovanni utilizava outro tipo de técnica que fazia a bola de fogo parecer um misero ataque. ~ Maldiç... Minha única opção era resistir aquela onda maciça de calor. Parecia que um vulcão havia eclodido no meio daquela repugnante ilha. Nem sequer conseguia ativar o Tekkai para diminuir a onda de impacto, em razão de que meu corpo estava com sérios danos e principalmente tentando recuperar suas forças.

A tenacidade se provava ser algo que fora esculpida em mim como o aço é forjado, afinal... ainda estava de pé apesar de toda aquela destruição. Hunf. Mas estar de pé não significava muita coisa, já que, o corpo estava tremulo e praticamente carbonizado. A única coisa que ainda estava viva e convicta dentro de mim era minha alma! Isso jamais se apagaria! Aquele fogo era fraco, diante o calor que meu espirito emanava em pura determinação. Porém, meu corpo relutava com minha alma, pois, tentava de toda forma desabar diante aquela situação. Pelo visto o limite havia sido atingido, as únicas forças que me restava estavam sendo usadas apenas para permanecer de pé.

A dor fazia minha visão escurecer por alguns momentos e minha audição era tomada por ruídos constantes. A sede por água fazia-me descobrir um nível de tortura jamais sentido anteriormente. Tanto é que as chamas do inimigo se tornavam ao pouco de visão que me restava, parecido com as ondas turbulentas que percorrem a superfície do mar. Era quase uma visão bela, se não fosse algo que minha mente estivesse imaginando devido a demanda de dores físicas e mentais. ~ Arf, arf, arf. Cansaço estava tão visível quanto meus ferimentos.

O pouco que me restava de visão, observava Giovanni me agarrar pelo pescoço. O Espinho começava a falar alguma coisa, mas nada chegava aos meus ouvidos, a não ser os malditos ruídos. A garganta tão seca quanto aquele deserto faziam as palavras terem dificuldades em saírem, mas o maior problema era a falta de ar que meus pulmões faziam-me sentir a todo momento. ~ Óh... minha... Amada. A voz saia rouca e ofegante. ~ Ainda não... ainda não é minha hora. Rogo-te uma chance. Os olhos fintando o céu enquanto a alma entrava em conflito para tentar sobrepujar a agonia.

~ Permita que... esse corpo transcenda meus limites. Permita que seu portador consiga arrancar essa raiz que esta em nosso caminho! Parecia quase uma oração, o que basicamente poderia ser categorizado de certa forma. Qual foi a última vez que pedi ajuda de minha amada, por vontade própria? Se quer lembrava. Isso apenas mostrava o quanto a situação estava difícil, mas enquanto meu corpo respirasse, mesmo diante tamanha dificuldade, minha determinação não cederia.

Após minha suplica, não demorou muito para um estrondo ecoar em todo o céu, fazendo-me agora perceber nuvens negras rodearem todo o céu. Sim! Ela havia ouvido meu desejo. A chuva viria como um cardume furioso. Cada gota que atingia minhas fibras e escorria entre os músculos, mesmo os mais queimados, fazia o corpo ser acolhido como a tempos não experimentava. Era uma tarefa árdua de se expressar, pois, receber aquela chuva fazia minhas forças drenarem todas as energias que a água possuiria e assim manifestar o pináculo de minha resiliência.

Não demorou muito para meu corpo ser reabastecido devido a grande quantidade de água que cairá do céu e a mão com melhor estado estava aberta já preparando uma repulsão de ar. ~ Se eu não temo a Morte, o que devo temer!? Proferiria já com minha voz um pouco mais próxima do costume. No final de minhas palavras usaria minha mão ao qual estava seriamente ferida para utilizar a pata na palma e assim deixar ser atingida pelo ataque inimigo e automaticamente defleti-lo com a mesma força de impacto que viria. Nesse momento, usaria a bolha de ar que estava sendo canalizada na outra palma para atingir o tórax, mais precisamente no coração, de Giovanni e defletir o ar a queima roupa. Permita que seu portador Morra![/color][/b] A deflexão geraria uma explosão de ar, que provavelmente, faria ao inimigo me soltar e ser arremessado contra o solo.

Obviamente que utilizaria toda minha força restante para intensificar meu último ataque e assim gerar uma colisão extrema. A dor era algo que poderia muito bem privar certos seres de utilizar todo seu potencial, no entanto, para mim era mais uma fonte de motivação que impulsionava meu corpo a dar mais e mais de si durante uma batalha. Apesar de meus esforços para aguenta-la, se não fosse meu foco, muito certamente já teria sucumbido com tamanha agonia.

Após ter sido solto, possivelmente, andaria até o Espinho e agarraria pelo topo de sua cabeça para ergue-lo ou apenas para fazer-lhe se aproximar de mim. Em sequência utilizaria outra deflexão de ar, já canalizada novamente, para atingir sua face brutalmente. O impacto arremessaria o inimigo e com bastante esforço andaria novamente até ele. ~ Eu posso ter lhe subestimado até certo ponto, Espinho. Entretanto... você também subestimou a mim, afinal! Como havia dito... nada está acima da “Morte”! Proferiria com um ar sombrio em conjunto de minha convicção inabalável, blindada através de meu amor e devoção pela Deusa.

Assim que estivesse próximo de Giovanni, respiraria fundo e expiraria para agrupar minhas ultimas forças e assim desferir uma rajada de ataques que só cessariam quando o crânio do inimigo virasse carne moída. E por fim, finalizaria ao dominar a própria água da chuva pra criar um ataque de escala pequena, mas intenso. A investida geraria uma torrente, quase se assimilando a uma foice, para decepar a cabeça do maldito, o pouco que possivelmente lhe restaria. ~ Urf, urf, urf. Após o ultimo ataque, uma fraqueza emergiu explosivamente quase fazendo o corpo cair para trás. Todavia, tentava permanecer de pé enquanto analisava o estado de meu inimigo para ter certeza que sua vida havia sido enviada para minha amante.


HISTÓRICO


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Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 00/10


Ganhos: Ferimento no tórax (indefinido pelo narrador);
Queimaduras pelo corpo todo (indefinido pelo narrador);
Queimadura séria no antebraço direito (indefinido pelo narrador);

Perdas: 1 den den mushi;

NPCs/Players:
~ Husani, líder revolucionário.
~ Giovanni, um dos 4 Espinhos da organização Rosa Negra.

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.







OFF:
 

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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySeg 01 Abr 2019, 01:54

Just a Nap
Mesmo após todos meus esforços, aquele cara não parecia aceitar de bom grado a sua queda, os golpes o atingiam em cheio e mesmo que fossem árduos e meu oponente reconhecesse, ainda assim conseguia ver uma saída de alguma maneira. Admito que por um momento pensei... "Será? Será mesmo que esse cara pode transformar qualquer coisa em cinzas? Não é possível que seu poder seja tão... Tãoo forte. " Engoli em seco, não demonstrando a mesma expressão de meus pensamentos e cada vez mais forçava meus últimos resquícios de folego para realizar aqueles golpes com a areia até o ponto em que esperava, a hora do ataque. Sorri por um momento ao vê-lo se afogar em suas próprias palavras, mesmo com todo aquele esforço parecia estar bem atolado em cuidar de meu ataque abrindo-me a brecha necessária para um último golpe, aquele que decidiria tudo, para qualquer um dos lados, quem seria o vencedor?

- Sim, você vai. Até quando iria me subestimar? - Dizia ao ver minha lâmina atingi-lo antes mesmo que ele pudesse sequer possuir alguma reação de contra ataque, e quando o teve, fora lenta o suficiente para que pudesse evitar com mais uma sequencia de golpes, o inimigo estava... Acabado. Por mais que pudesse se mover, por mais que pudesse falar, seu corpo já não aguentava mais, além do cansaço, assim como eu, a quantidade de ferimentos que seu corpo possuía, simplesmente não o deixava continuar, mesmo que para ele fosse uma vergonha a desistência. - A única coisa que seu tal "Conquistador" vai conseguir é o mesmo que você conseguiu, ser morto por essa lâmina, agora vê se ao menos cala a boca para morrer. - Diria, sorrindo, enquanto limpava minha espada nas vestimentas do inimigo, em seguida utilizando-me dos meus poderes restantes para cobrir o inimigo com areia, inundando seus orifícios até o ponto que o visse se engasgar com os próprios grãos, só então poderia relaxar.

Ergui-me por fim com minhas forças restantes tentando caminhar até o local onde havia deixado minha companheira anteriormente, mas já não havia mais sequer um pingo de energia em meu corpo, estava exausto, aquela luta havia consumido muito de mim. - Va...Vayu, onde você est... - Minha frase não pode ser terminada, de imediato o corpo pendia aos grãos de areia, deixando-se levar pelo cansaço, como se o consumisse por inteiro de uma vez por todas, os olhos se fechavam deixando que os grãos apaziguassem a queda, por mais dolorosa que pudesse parecer, primeiro os joelhos tenderiam ao chão e por fim toda a face, virando-a lateralmente para que não aspirasse areia. A respiração continuaria um tanto quanto acelerada e por fim diminuindo, até que me encontrasse em um sono profundo que nem mesmo o verdadeiro faraó acordaria, quer dizer... Esse sou eu, deixa para lá.

Mesmo que não pudesse de fato estar lá presente em pessoa, minha mente, mesmo em um sono profundo, divagava entre os pensamentos, as possibilidades, onde estariam meus companheiros de bando? Onde estaria Vayu? As mais diversas possibilidades preenchiam minha mente e era como se pudesse vivenciar a todas elas uma a uma. O tempo se passava muito mais rápido em meus sonhos do que no mundo real em si, era como se algo ou alguém desejasse que eu tivesse toda aquela experiencia para algum proposito, ou quem sabe fosse apenas meu próprio cérebro brincando de imaginar o pior acontecendo, afinal estava inútil e não haveria nada que pudesse fazer, não nesse momento, não sem dormir o suficiente. Deixei portanto que aquele momento acontecesse e que meu sono me levasse para quaisquer aventuras que estivessem me aguardando por lá, durasse segundos, minutos ou até mesmo horas.

Assim que acordasse, no entanto, me levantaria pouco a pouco em uma tentativa de testar minhas capacidades atuais, o quanto meus músculos ainda aguentavam o tranco e principalmente o quão dolorido aqueles ferimentos estavam, afinal não havia tido sequer um tratamento adequado. Bom, de qualquer forma não seria hora para isso, e mesmo que estivesse em uma situação precária minhas pernas me obrigariam a seguir caminho em direção a qual havia visto Vayu pela última vez, não sabia ao certo o que havia acontecido com ela, mas desejava com todo meu coração que seu destino não estivesse ligado ao pior... Porém, permanecia confiante, com uma expressão de vitória em meu rosto e seguindo em frente passo após passo, mesmo sem saber o que ainda poderia encontrar naquela região, talvez mais súditos ou mais inimigos? Só poderia dizer indo até lá, e sendo assim, quando chegasse fitaria a todos os meus arredores para ter uma boa visão do que estava acontecendo por lá antes de agir de qualquer forma.

Se acabasse por encontrar algum de meus "súditos", ali por perto não hesitaria em me aproximar calmamente e questionar qualquer que fosse, qualquer mesmo, afinal a maioria deles havia sido dizimada pelo próprio padre, um grande filho da puta, que deus me perdoe. - O que aconteceu por aqui na minha ausência... Digo luta? Você por acaso viu a mulher que estava comigo? - Diria, de forma curta, grossa e direta, não precisava perder mais tempo, apenas entender o que mais havia acontecido, se fosse o caso, encontrar o tal homem que estávamos tentando salvar, e principalmente minha companheira desaparecida. Se, no entanto encontrasse algo a mais, observaria bem antes de realizar qualquer ação, possivelmente fosse necessário bolar um plano para depois de termos, de fato, acabado com o castelo e toda a sua redondeza.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySeg 01 Abr 2019, 22:10


Crimson Ghost

Survival



A ardência nas minhas costas não doía mais do que a vergonha e ódio por aquela batalha. O desgraçado estava brincando com a minha cara! Estava caçoando de mim, demonstrando com clareza o abismo que se estendia diante de nós dois com movimentos tão ágeis que sequer minha visão era capaz de acompanhá-lo. Eu estava desde o dia anterior batalhando sem cessar, fazendo uma longa viagem pelo deserto e precisando lidar com alguns oponentes mais fracos... Mas eu estava começando a duvidar que mesmo com todo o meu potencial, minhas costas estariam feridas da mesma maneira.

O corpo lamacento ia se regerando, utilizando um pouco da lama pelo solo para se recuperar com maior agilidade. Enquanto erguia-me, relembrava dos ensinamentos antigos, daqueles que haviam me deixado vivos até aquele instante crucial para então levá-los a tona. Afastando o ódio e caos em meu interior, tentaria ser o mais racional possível, administrando respiração, mente e espírito. Uma aura avermelhada seria bombardeada pelo meu corpo, indicando o calor emanado de meu corpo enquanto meus olhos brilhariam em mesma intensidade, com minha pupila de mira travada em meu ágil adversário. - Mais... Rápido... - E afundando o meu pé no solo, deixando a panturrilha completamente tencionada, explodiria em velocidade na direção do assassino, incorporando em mim o próprio espírito da velocidade.

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Minha visão poderia estar embaçada, mas meus ouvidos nunca deixavam mentir ou escapar nenhum detalhe, não importando a velocidade que fosse. E mesmo durante a corrida, meus pés expeliriam camadas e mais camadas de lama. Não havia sido efetivo para restringir os seus golpes e Toratsuki não precisava saber que eu já havia me tocado disso, mas algo que meus ouvidos também não deixavam escapar era o som de seus ágeis passos pela lama, me fazendo notar não apenas onde exatamente ele estava, mas também onde ele estava caminhando. E ele poderia ficar parado como quisesse, pois no instante em que percebesse a velocidade subindo a cada segundo, eu tenho certeza que começaria a ficar surpreso também. Era como um veículo subindo suas marchas... Ele não havia visto metade do que eu era capaz e seria muito sem graça acabar com tudo tão rápido.

Rodeando-o novamente, atentaria-me a seus passos e a reação que isso fazia na lama, me antecipando para disparar em uma corrida ainda mais ágil para não deixar ser atingido. Com rolamentos pelo chão - que só fariam com que mais lama se espalhasse - eu continuaria minha corrida sem precisar perder velocidade no processo, priorizando movimentos que me deixassem seguros, mas nunca diminuíssem um único passo em questão de velocidade. E começando a rodeá-lo novamente, quase emitindo um tufão ao redor do assassino, eu começaria a blefar ataques, partindo em sua direção com minha aura assassina aflorada, fazendo-o perceber com certa surpresa, mas cancelando o golpe logo em seguida, para continuar rodeando-o. Enquanto ele ainda estivesse reagindo ao meu primeiro blefe, eu já estaria no outro lado de seu corpo para blefar um segundo, repetindo isso até que o mesmo estivesse tão confuso e tão ameaçado que sequer saberia para onde precisaria olhar. Eu precisava ser ainda mais rápido do que qualquer nível de previsão que ele poderia ter sobre mim.

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E seria golpe após golpe que meus blefes começariam a ter ainda maiores chances de surgir um ataque de verdade. Com a adaga dançando em meus dedos, ágeis o suficiente para não vacilarem em tamanha velocidade, também se atentariam em um rápido bloqueio para ataques muito diretos, mas meus pés também não vacilariam em me afastar ao notar um golpe em área ou contra-ataques muito próximos de serem acertados. Seria então, após alguns breves milissegundos de golpes trocados - coisa que pareceriam minutos em uma mente tão ágil - eu rapidamente dispararia em sua direção com a adaga sendo segurada pelas duas mãos, ajeitando a aerodinâmica para perfurá-lo como se fosse um tiro de fuzil, numa estocada reta, direta e bem perfurante.

Seria então no último instante que eu deixaria a adaga cair, indo direto para o solo lamacento que estava conectado ao meu corpo, apenas para fazer surgir o braço de um dos cadáveres que eu estava armazenando comigo, usando a lama ao redor de seu membro para dar a firmeza necessária para segurar a adaga, utilizando apenas do status de sólido do braço para que pudesse dar maior impacto e apoio ao firmar a adaga na carne de meu inimigo. Utilizando ainda do Haki para fortalecer a estrutura, faria com que a adaga subisse diretamente para as costas do mesmo, estocando-o de cima para baixo por um pedaço de braço de um corpo já em decomposição. E da mesma velocidade que o braço surgiu, ele retornaria, deixando minha adaga no ar apenas para que eu rodeasse o assassino e pegasse ela eu mesmo, saindo de perto de sua zona de ataque antes que ele reagisse contra mim.

E os movimentos ágeis não cessariam, pois meus pés estariam na pura motivação de sobrevivência, deixando-os aquecidos e doloridos, mas nunca menos rápidos. Seria nesse princípio que aguardaria o golpe do assassino, que com certeza não gostaria de toda aquela atitude, me fazendo agora esperar por ele, saltando de um lado para o outro para não deixar o corpo esfriar. E seria ao ver os seus golpes chegando, juntamente com o rastro através da lama, que eu me prepararia para interceptar qualquer coisa que viesse, utilizando de meus saltos para os lados para simplesmente deixar os golpes passarem direto por mim, sem arrancar um fio de cabelo que fosse. Meu rosto sereno e de expressão neutra não tirariam os olhos da terrível máscara do assassino, pois mesmo com o corpo movimento em tamanha velocidade, os olhos ficavam vidrados naquela máscara.

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Seria aproveitado então entre a sequência de golpes de meu adversário que eu entraria com tudo. Aguardando o mesmo começar a aumentar a sua própria velocidade, que com certeza não iria querer ficar atrás de mim nesse quesito, eu então deixaria o golpe se aproximar demais de mim, apenas para permitir que eu me aproximasse dele na medida em que seu braço e suas garras voltassem para o seu corpo, portanto eu seria apenas um fantasma escarlate que acompanharia suas mãos vermelhas, tentando mal deixá-lo notar a minha súbita mudança de ritmo. Ao seu lado, seria o instante em que eu puxaria a Helgrind e estocaria rapidamente contra suas costelas, sem cerimônias, pouco pensamento envolvido e apenas a prática a ser efetuada. Seria uma estocada brutal, seguida de uma puxada agressiva para o lado de modo a abrir o corte ainda mais, me obrigando a aproveitar o movimento e seguir para longe dele, dando um rolamento pelo chão para que meu corpo seguisse em movimento para um local mais distante, utilizando do geppou para não atrapalhar minha poça de lama gigante ao nosso redor. Com a respiração pesada e as pernas tensas, eu imaginava o quanto eu conseguiria lidar com aquilo, mas também pensava em quando ele fosse me dar a brecha necessária que faria com que sua cabeça se desprendesse de seus ombros.

Gate:
 



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Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos: Perícia Pilotagem (11º post),

Perdas:

NPCs/Players:
- Rainha Isis;
- Corvus;
- Toratsuki;

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;
- Derrota de Corvus, assassino da Rosa Negra (recompensa B$ 92.000.000);
- Assassinato de diversos assassinos da Rosa Negra de baixa patente em meio a Alubarna;


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 5 EmptySex 05 Abr 2019, 02:17



THE CALAMITIES





Masimos Howker



Diante da situação complicada em que havia sido colocado, Masimos até mesmo recorreu a um pedido de ajuda para sua amada deusa, algo que ele não fazia há tempos. Pedido concedido ou coincidência, eis que pouco depois de Giovanni agarrar o tritão para finalizá-lo com um golpe no coração, uma intensa tempestade iniciou-se fazendo grandes quantidades de água começarem a cair sobre a cidade de Rainbase. A chuva não só começou a apagar o incêndio deixado no cenário pelo Espinho, como também aliviou todo o estado crítico do corpo da Calamidade que ele tinha em suas mãos… As narinas e as guelras de Masimos trabalhavam ao mesmo tempo e faziam o corpo ressecado do homem-peixe começou a se energizar outra vez de maneira natural fazendo-o praticamente reviver nesse combate perdido.

Enquanto o alívio e a confiança passaram a dominar um, o desespero e o medo passaram a dominar o outro. Giovanni sabia que nessa atual situação ele estaria em completa desvantagem por conta da sua fraqueza óbvia, pois considerando o nome da sua alcunha podemos dizer que uma fogueira não pode ser acendida debaixo da chuva. Já para Masimos a situação era oposta, a chuva lhe trazia a força que estava faltando, fortalecia seu corpo e o seu Karatê Tritão e por isso o Espinho não estava exagerando ao temer que o pior pudesse acontecer a ele nessa reta final, portanto se apressou em dar o golpe que arrancaria o coração da Calamidade… Mas não conseguiu fazer isso a tempo e foi o seu peito o primeiro a ser atingido por um golpe.

- Maldição! - Gritou logo depois de ter seu ataque refletido e o peito atingido, fazendo-o ser arremessado para trás por conta da onda de impacto provocada pela bolha de ar de Masimos.

A chuva refrescou e revitalizou o corpo do tritão, mas não era como se ela fosse capaz de curar os seus ferimentos já presentes, por isso bloquear e atacar o adversário reforçou as dores em seus braços, principalmente o direito que estava em um estado mais crítico. Depois que Giovanni caiu no chão atordoado por conta da falta de ar de ter o peito atingido, Masimos avançou na direção dele para agarrá-lo pela cabeça e atacá-lo com mais uma explosão de ar vinda de suas “patas”. O Espinho tentou revidar o ataque antes de ser atingido, mas não foi rápido o suficiente, recebendo o golpe na face que acabaria por jogá-lo para trás com o nariz quebrado e o sangue saindo pelo próprio.

- Hu… - Riu de maneira leve com a sua cara ensanguentada e deformada pelo ataque anterior. Mesmo atordoado, o assassino tentou voltar a ficar de pé, mas não havia poder que ele pudesse utilizar de sua Akuma no Mi para encarar o poderoso tritão, tanto é que nesse momento sua massa muscular adquirida pelo fogo já havia ido embora também. - Sangue para regar o jardim de rosas negras…

E repetindo a frase que Masimos já havia ouvido antes, Giovanni avançou contra ele para uma batalha corpo-a-corpo, era visível que o Espinho não tinha muito talento para esse tipo de luta quando sua Akuma no Mi não estava lhe favorecendo, mas mesmo assim ele preferia arriscar encarar o titã na sua especialidade do que morrer sem nem ao menos tentar completar sua missão. Era inútil, mesmo com os membros queimados, o homem-carpa não seria atingido pelos golpes crus de Gio mesmo ele sendo consideravelmente rápido… Depois que mais um de seus socos acertou o crânio do Espinho, a vitória já era certa para o pirata que encaixando uma sequência de golpes ao loiro terminaria por esmagar a cabeça dele.

Com a alma do inimigo entregue para a Morte, Masimos poderia agora descansar e relaxar após o fim dessa batalha exaustiva, por isso seu corpo tombou de cansaço fazendo-o cair sobre uma poça de água gelada. Olhando para o céu repleto de nuvens escuras e trovejantes que cobriam apenas a região de Rainbase, o tritão poderia refletir um pouco sobre o combate que tivera antes de perder por completo a consciência. Ainda no início da batalha Giovanni havia dito que naquele estado de poder ele era a pessoa mais poderosa dessa ilha… Porém mesmo saindo com a vitória desse combate, Masimos no fundo sabia que ainda não havia alcançado o nível de força que almeja ter.

OFF:
 




Bell Farest



Depois de tantas horas finalmente a batalha entre a Calamidade e o Espinho havia chegado ao fim. Bell acabou por soterrar seu adversário com a areia do deserto, este que se não acabasse morrendo por conta do peso sobre seu corpo, acabaria morrendo por falta de ar. Kuban havia alcançado seu limite e dificilmente conseguiria se livrar dessa pressão, a vitória era do espadachim e agora ele podia finalmente descansar. O objetivo de Bell era voltar até o local onde havia visto Vayu pela última vez, mas seu corpo estava com tão pouca força que ele mal conseguiu dar alguns passos pelo deserto e se entregou ao sono que estava sentindo, caindo sobre a areia quente que acabaria se tornando sua cama naquele momento.

Bell estava tão exausto que quando abriu os olhos sequer se lembrava mais do que havia sonhado, isto se chegou mesmo a sonhar com alguma coisa, mal tinha noção de quanto tempo teria passado deitado no deserto, o importante no entanto é que sentia parte das suas energias revigoradas, ainda que seu corpo estivesse dolorido, principalmente na parte do seu braço queimado. Assim que voltou a ficar de pé e seguiu andando em direção a Alubarna, Bell tentava se lembrar de onde Vayu poderia estar, porém durante todo o caminho até a cidade o espadachim não achou nada que indicasse a presença da mulher, portanto só restaria procurá-la pelas ruas da capital.

O cenário de Alubarna estava completamente caótico quando Bell retornou às ruas da cidade, ele não sabia exatamente o que havia acontecido, mas parece que a simples presença da Calamidade Guerra havia inspirado parte da população a se rebelar contra a família Nefertari, porém sua intuição para o assunto lhe fazia crer que aqueles seus seguidores tinham algo a ver com isso. Dentre os civis que lutavam usando ferramentas de agricultura contra soldados armados da realeza, havia também alguns mascarados trajando o negro que certamente eram assassinos da Rosa Negra, o que fazia Bell ficar um pouco confuso sobre o que teria sido o verdadeiro estopim para esse motim.

Como já havia se tornado conhecido em Alubarna por ser o faraó que estava enfrentando o inimigo no palácio Nefertari, assim que começou a caminhar pelas ruas, muitas pessoas pararam para gritar seu nome e lhe vangloriar como um verdadeiro herói. Era estranho de certa forma, mas não é como se o espadachim no fundo não gostasse de ser tratado dessa maneira. Quando encontrou seus seguidores já conhecidos, Kodar e Makhar, Bell notaria que Darwishi estava com eles, o homem que pretendia libertar e acabou o salvando de ser capturado pela Rosa Negra.

- Oh, faraó, fico aliviado em ver que conseguiu derrotar o nosso inimigo. Tem algum ferimento grave precisando ser tratado? - Disse Kodar assim que Bell se aproximou para perguntar o que estava acontecendo. - Já era previsto que isso fosse acontecer, o retorno do faraó significa o fim da dinastia Nefertari. O trono de Alabasta pertence a você! - Explicou brevemente para o espadachim, que talvez ficasse interessado no assunto, ou talvez cagasse completamente para essa baboseira política. - Hum? Você diz a senhorita Vayu? Achamos que ela estava lutando ao seu lado. - E com isso ele recebeu a resposta que não gostaria de ouvir, já que o paradeiro de sua companheira acabaria se tornando desconhecido.

- Tsc, esse desgraçado tá enrolando… Por que não mata logo esse ruivo e termina o trabalho que foi pago para fazer? - Reclamou Darwishi sentado em sua cadeira de rodas e olhando através de um binóculo uma batalha que estava acontecendo um pouco distante dali, então parou de olhar pelas lentes e virou o rosto coberto pela máscara de ferro para Bell. - Oh, grande Faraó! Que bom que está aqui. A rainha Nefertari parece estar indo contra a vontade dos deuses de te ter como o verdadeiro líder do reino de Alabasta! Enquanto ela estiver livre seu reinado estará ameaçado! Veja só, parece que aquele garoto de cabelos vermelhos está protegendo-a… Não acha que seria uma boa ideia capturá-la? - Sugeriu Darwishi entregando o binóculo para que Bell pudesse observar a tal batalha que o cadeirante estava se referindo, porém, o objeto não era necessário para os olhos aguçados do Faraó, ele já havia identificado o tal ruivo…

Não podia ser outra pessoa senão Aaron DeWitt, a Calamidade da Fome.

OFF:
 




Aaron DeWitt



Depois de ser atingido nas costas pelas garras de Toratsuki, Aaron se afastou para se recuperar do dano sofrido, não havia sido um corte muito profundo, mas era possível sentir o sangue escorrer pelo seu corpo e pingar na lama espalhada pelo chão. O Raíz já havia mostrado ser bastante talentoso no assunto velocidade e por isso o ruivo sabia que se quisesse vencer essa batalha teria que igualar ou até mesmo superar a velocidade do seu adversário. Concentrando-se para ativar o seu Gate: Two, Aaron apostava que sua técnica seria o necessário para que ele conseguisse balancear o confronto.

- Está querendo me mostrar que também é rápido, garoto? - Perguntou Toratsuki assim que Aaron avançou com velocidade para cima dele e começou a atacá-lo com blefes para tentar confundi-lo. - Impressionante para alguém da sua idade, mas terá que treinar pelo menos mais uma vida inteira para chegar perto de alcançar o que eu alcancei.

O assassino parecia convencido da sua velocidade superior, seus olhos conseguiam acompanhar bem os movimentos de Aaron e estaria apto a defender qualquer um deles que deixasse de ser apenas um blefe, no entanto, quando o ruivo realizou a finta da adaga usando o braço de um dos cadáveres de seu pântano, Toratsuki reagiu com certa surpresa (mesmo a máscara não revelando sua expressão) e teria sido atingido em cheio se seu reflexo não o tivesse feito girar o corpo a tempo de passar suas garras pela carne apodrecida do braço e fazer a mão se desprender do restante daquele membro. Sangue começou a escorrer da sua barriga devido ao corte pego de raspão, poderia ter sido pior se o velhote não tivesse reagido a tempo. Aaron naquele momento sabia que havia chegado perto, estava conseguindo superar o Raíz… Talvez ele não fosse tão rápido assim.

- Essa foi por pouco, hein, garoto, mas agora é a minha vez! - Disse o velho antes de avançar com um dash para cima da Calamidade.

Ele era veloz, de fato, mas o jovem ruivo conseguia notar perfeitamente os movimentos dele por cima de sua lama, tornando simples a tarefa de desviar do primeiro arranhão, ou do segundo, ou de todos os outros que foram se sucedendo. Por mais que não estivesse conseguindo ver o rosto do seu inimigo, Aaron sentia que ele estava ficando um pouco desesperado por estar fracassando em todos os seus movimentos… Era no mínimo frustrante para alguém que se gaba tanto da sua velocidade encontrar alguém que seja superior a ele na sua especialidade. Foi então que notando uma brecha perfeita para atacar que o pirata puxou sua melhor adaga, a Helgrind, e o atacaria com uma estocada contra suas costelas.

Aaron já conseguia sentir sua lâmina perfurando a carne do Raíz mascarado quando o corpo dele desapareceu na frente dos seus olhos e tudo que conseguiu sentir foi uma pancada na sua nuca que o jogou com violência para frente. Os olhos do ruivo se esbranquiçaram por um breve momento, sinal de que por muito pouco não perdeu a consciência devido a potência do chute que havia recebido por trás. Era confuso para ele entender o que aconteceu, já que segundos atrás ele estava com a pressão da batalha, ele é quem estava sendo superior, como seria possível? A menos que…

- Chega de brincadeiras, rapaz… Foi divertido ver do que você é capaz, mas como eu já falei, precisará de pelo menos mais uma vida inteira de treinos para superar minha velocidade. - Repetiu ele entrando em uma pose de concentração, seu corpo parecia estar mudando por baixo das suas vestes avermelhadas. - Você sabe qual é o animal mais rápido do mundo, Calamidade? Se não conhece… Vai conhecer.

Enquanto o Toratsuki estava se preparando para lutar a sério, Aaron ainda estaria se recuperando do chute na nuca. Quando estivesse pronto para retornar ao combate, o assassino já teria se movimentado, era possível ouvir o som dos passos dele correndo pela lama, porém, quando olhasse na direção do barulho, outro som igual surgiria de uma direção oposta, até que toda o pântano ao seu redor estaria reagindo aos passos rápidos do Raíz, tornando difícil dizer onde exatamente ele estava, pois parecia que ele estava em todos esses lugares… Era rápido demais.

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O que a frase dita há pouco por Toratsuki significava? Que tipo de relação ele tem com o animal mais rápido do mundo? Seria ele um mink… ou um usuário de Zoan? Julgando pela sua velocidade anormal, Aaron duvidava que fosse efeito único de uma vantagem racial. Assim como o ruivo havia feito anteriormente, o velhote mascarado começou a rodeá-lo e atacá-lo, mas seus ataques não eram blefes ou fintas, os arranhões realmente estavam atingindo o corpo de Aaron e ele não fazia a menor ideia de qual direção estava vindo. Talvez se fosse Masimos em seu lugar com aquele Haki da Observação que James o ensinou ele conseguiria se defender melhor de algo assim…

Esquivas não estavam funcionando, bloqueios não estavam funcionando e a impressão que dava era a de estar enfrentando o vento, um vento muito afiado, tanto é que ao olhar ao seu redor seria possível ver que outras pessoas ao redor da batalha estavam sendo atingidas também, além de construções e até mesmo o chão. Talvez fugir para fora dessa área onde Toratsuki estava rodeando fosse a melhor opção, mas seja correndo ou mergulhando para o interior do seu pântano, Aaron não conseguiria escapar. Tivesse ele tentando se afastar ou não, o assassino surgiria a sua frente antes que conseguisse realizar o movimento e o agarraria pelo pescoço com suas mãos negras de Haki, enforcando-o e perfurando-o com suas longas garras. Os cortes pelo cenário desapareceram nesse instante.

Spoiler:
 

- Se eu enfiar a mão em você, irei achar a rainha? - Perguntou simultaneamente com a ação de perfurar a barriga de Aaron com a mão direita, porém o corpo lamacento do ruivo o faria não sentir nada… Até que uma intensa dor no seu estômago o faria vomitar tudo que havia guardado dentro dele. Depois de penetrar o corpo de Aaron, Toratsuki ativou seu Haki para cobrir sua mão e agarrar a região onde seria o estômago do ruivo, por isso ele sentiu a dor intensa e acabou vomitando. - Ops, acho que isso não é a rainha…

Spoiler:
 

E após retirar a mão de dentro do Fantasma Escarlate, Toratsuki largaria também o pescoço do garoto, fazendo-o cair de joelhos no chão quase que não se aguentando de pé. A sensação de enjoo manteve-se por conta do seu estômago esmagado e lágrimas involuntárias encheram seus olhos por conta do vômito forçado. Essa sensação e essa dor era algo que provavelmente Aaron nunca havia sentido, pois nunca antes alguém enfiou a mão em sua barriga e apertou seu estômago. O velhote teve a chance de rasgar o corpo do ruivo de dentro para fora no instante que retirou sua mão de dentro dele, mas aparentemente ele optou por não o fazer, evitando que o garoto ganhasse um buraco na barriga.

- Não quero ficar te torturando, Calamidade… Entregue-me logo a rainha ou eu apostarei que te matar também matará quem está dentro de você. - Falou Toratsuki para Aaron que nesse momento ainda estaria ajoelhado diante dele, porém é possível que algo faça a atenção do velho se concentrar em outro lugar… Como por exemplo a chegada de mais alguém ao combate.

OFF:
 




Masimos Howker (Parte 2)



- Mestre? Mestre? - Ouviu Masimos enquanto era acordado de seu sono profundo de descanso. Ao abrir os olhos o tritão perceberia que estava deitado em uma cama de hospital e seu corpo estava completamente enfaixado depois de provavelmente ter sido tratado por alguém. A pessoa que estava tentando lhe acordar era obviamente Luthiem e ela rapidamente abriu um sorriso de felicidade ao ver que a Calamidade havia recuperado a consciência. - Que bom que acordou. Está com sede? Tem uma jarra de água do lado da cama. Os moradores da cidade lhe trouxeram para cá como gratidão… Acho que eles o viram como um herói, já que você derrotou o homem que provocou o incêndio das casas deles.

Masimos ainda estaria sentindo dores pelo corpo enfaixado já que não foram poucas as queimaduras que recebeu durante esse dia inteiro em Alabasta, porém era só questão de tempo até as feridas tratadas cicatrizarem por completo e essa dor desaparecer. Dentre todas as partes do seu corpo, o braço direito era sem dúvidas o mais dolorido, mas se ainda era possível usá-lo, não tinha com o que se preocupar, inclusive se fosse desejo de sua amada que ele perdesse a sua mão dominante, provavelmente ele não pensaria duas vezes em arrancá-la por conta própria.

- Enfim, trago notícias sobre a minha passagem pelas cavernas secretas de Alabasta… - Começaria ela a dizer caso Masimos não tivesse nada a perguntar ou conversar. - Aparentemente era mais fácil chegar lá seguindo por dentro do rio, isso explica a dificuldade do povo daqui em encontrar entradas para esse local. Logo que entrei notei que haviam desenhos e escrituras nas paredes de cristal, obviamente mensagens de povos antigos… Teria sido mais fácil de entender se eu fosse uma arqueóloga ou algo do tipo, mas alguns dos desenhos eram bem autoexplicativos e eu consegui entender algumas das mensagens que estavam sendo passadas ali. - Então ela tirou da cintura um pano branco enrolado e ao abri-lo revelou uma série de desenhos feitos com tinta preta. - Tentei imitar os desenhos que vi, não eram tão complexos.

De fato os desenhos feitos por Luthiem eram uma bela bosta, mas o tritão sabia que esse tipo de mensagem deixada em paredes geralmente não eram feitas por desenhistas profissionais e sim pessoas comuns. Pintado no pano era possível identificar facilmente uma coroa e uma pessoa que estava usando-a sobre a sua cabeça, porém esse não era o fato mais curioso, já que ao lado desse desenho, Luthiem havia colocado a coroa sozinha e seis círculos ovais ao redor dela, tendo ainda escrito ao lado de cada círculo uma cor: vermelho, azul, roxo, verde, laranja e amarelo. Junto de cada cor também era possível reparar uma escrita desconhecida que Masimos não era capaz de ler.

- Esses círculos foram pintados cada um com uma cor, mas como eu só consigo produzir tinta preta, não tinha como eu pintar do jeito certo, então anotei ao lado cada cor. Essas escritas antigas também estavam junto dos círculos coloridos em outras partes da caverna, então achei que seria bom tentar copiá-los, não sei se escrevi corretamente… Enfim, não sei o que isso tudo significa, mas a coroa, os círculos colorido e o homem coroado apareceram várias vezes, acho que estavam tentando contar uma história e tudo girava em torno disso... Mestre, pode ser idiotice da minha parte achar isso, mas mesmo sem entender o que as escritas diziam, a história que os desenhos contavam pareciam muito estar querendo indicar o fim do mundo… O apocalipse.

OFF:
 


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