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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 62
Warn : 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:13

Relembrando a primeira mensagem :

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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AutorMensagem
Yami
Super Nova
Super Nova


Data de inscrição : 28/11/2011

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptySex 11 Jan 2019, 01:24


Crimson Ghost

Vanish



O suspiro aliviado preenchia meus pulmões danificados de vida novamente. A sensação de ser cristalizado deveria ser uma sensação um pouco pior do que a própria morte. Diferente do frio e vazio que eu imaginava ser a pós-vida, aquela sensação de aprisionamento eterno era aterrorizante demais para não dar apreço ao longo suspiro dado após Shiro ter me salvado. E pelo jeito o cientista tinha muitas cartas na manga e milhões de métodos para se virar, me fazendo chegar na conclusão que salvá-lo havia sido, de fato, a melhor das decisões. A respiração ainda tinha o aroma metálico de meu sangue, mas com um rápido movimento de Shiro, o mesmo me jogava um de seus elixir milagrosos, no qual eu prontamente esticaria a mão para apanhá-lo. Vá saber quantos ele ainda teria disponível...

Absorvendo a substância para o interior de meu corpo lamacento, no qual eu despejaria ali mesmo direto para o meu organismo, voltaria com tudo para o combate que se iniciava. Como esperado, um combate entre assassinos costumava ser discreto e rápido, mas graças ao Shiro e sua ciência que tudo pôde sair conforme o planejado. Sentindo o sangue da desgraçada manchando minhas lâminas era muito mais satisfatório do que minha expressão poderia indicar, afinal era uma assassina da Rosa Negra, e qualquer sangue deles que eu conseguisse derramar era como se eu limpasse meu passado sombrio.

Vendo a mesma se afastando, não pude sentir ódio pelo seu modo covarde de lutar. Um assassino que deixa um serviço para trás assim? Definitivamente a Rosa Negra já foi muito melhor. Cuspia palavras em minha mente, ouvindo Shiro com suas preocupações antes de tomar alguma atitude. - Estou... Pensando... - Brandaria, enquanto ainda sentia o processo de regeneração acontecer. Minhas opções eram simples: ou eu mandaria Shiro sair correndo para servir de distração, de modo que os convidados achassem que ele quem havia causado a confusão e fugiu. A outra opção seria usar o geppou e sair voando dali, mas me atrapalharia para voltar para a festa. A única alternativa que eu via no qual me manteria próximo do leilão e ao mesmo tempo não chamaria atenção era usar o velho truque da poça de lama. - Rápido, entre. - Diria apontando para a poça de lama no chão que eu havia feito durante a luta. Com Shiro sendo absorvido, eu me levantaria e pisaria na lama também, de modo a me fundir com o elemento e ela também se tornar parte de meu corpo. Dali, sozinho, abriria os braços e então me deixaria cair de costas, me espatifando no chão numa enorme poça de lama de um beco qualquer.

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Aguardaria que todos surgissem por ali para verificar o que havia acontecido. Como o disparo feito por Shiro havia atingido um pilar distante, era possível que os convidados prestassem mais atenção lá, e não tentassem supor de onde aquele tiro saiu. Mesmo que alguém pisasse em mim, eu aguardaria pacientemente, sem absorvê-lo ou demonstrar reação, afinal de contas eu era apenas uma poça de lama num beco da festa. Após aguardar um breve tempo ali, notando que os olhares já não estariam mais naquele local, eu me arrastaria para dentro de uma das cabines vazias do banheiro, onde eu voltaria a minha forma original e sairia andando, tendo a certeza porém que ninguém mais estaria por ali. Liberaria Shiro assim que notasse que a barra estava limpa, deixando-o livre para me acompanhar. - Combinei de agir contra esse leilão com aquela mulher. Não sei quem é ainda, mas ela tem planos para acabar com o que estão planejando. Talvez seja mais seguro estarmos juntos a partir de agora, assim cobrimos um ao outro.

Não sabia exatamente o tempo que havia passado, mas independente disso, voltaria com passos apressados até a mulher misteriosa. Com Shiro ao meu lado, esperaria que o mesmo também me cobrisse naquele instante, afinal de contas qualquer um naquelas circunstâncias era um suspeito de ser um assassino... - Eu encontrei-a no beco onde conhecemos os outros dois. Estava sendo caçada por um assassino também, então ela terá interesse em colaborar também. - Explicaria brevemente ao Shiro, de modo que ele também concluísse que seria uma boa conciliar ambos os interesses naquela história.

Caso minhas roupas estivessem manchadas de sangue, as absorveria para dentro de meu corpo de modo a manter minhas vestes toda limpa e sem chamar atenção. Assim que chegasse perto da misteriosa mulher, indicaria o meu companheiro cientista com um aceno de cabeça, algo discreto. - Meu conhecido. Tivemos alguns problemas e só pude chegar agora. Qual o plano? - Mesmo acompanhando-a, atentaria-me ainda ao meu redor o tempo todo, principalmente aos olhares curiosos e aos ouvidos atentos. Sendo um leilão de escravos, era fácil imaginar onde as atenções estariam focadas, portanto seria bom revisar o plano antes que eu pudesse me esgueirar por dentro das sombras e dar o golpe fatal.



HISTÓRICO

Posts: 5

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Localização: 6ª Rota - Alabasta



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GM.Doodles
Game Master
Game Master
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Créditos : 99
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Masculino Data de inscrição : 08/08/2017
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyTer 15 Jan 2019, 21:10



THE CALAMITIES





Masimos, James e Lut



Os civis de Yuba, que ainda estavam ali curiosos para observar a batalha entre o Supernova e o assassino, correram desesperados para longe ao serem avisados para o fazer, Korin, o homem panela, estava prestes a explodir liberando seu poder máximo em um ataque suicida. Masimos, o único a permanecer perto do corpo inchado do seu adversário, ativou seu Tekkai e ergueu as mãos para o homem à sua frente, o tritão não temia o golpe do inimigo e estava disposto a testar sua resistência, além de também tentar pôr à prova a capacidade da sua recém adquirida Akuma no Mi.

Quando a panela de pressão explodiu, uma gigantesca quantidade de chamas junto de vapor se espalhou para todas as direções do epicentro, causando uma onda de impacto que chegou a criar uma cratera no solo e arrastar não só a areia, mas também danificando algumas estruturas mais próximas que ainda estavam sendo reconstruídas. No entanto, na área onde a explosão chegou a atingir Masimos, ela não se propagou com tanta eficiência uma vez que o tritão de quatro metros agiu praticamente como uma parede de ferro impedindo o impacto de passar por ele, sendo que o próprio poder das suas patas auxiliou bastante na hora de refletir a explosão, mesmo que sua falta de prática e experiência com a fruta ainda não lhe desse um controle total sobre como ele conseguia fazer isso.

Quando as chamas se dissiparam e a onda de impacto cessou, Masimos poderia sentir dores musculares por toda a parte frontal do seu corpo, isso sem contar o calor que fizera sua temperatura corporal aumentar mais do que já estava até então. Contudo o mais bizarro seria mesmo o fato de que suas vestes haviam sido carbonizadas e agora restava por cima da sua pele apenas alguns pequenos pedaços de pano, inclusive na região mais íntima, talvez por sorte de ter conseguido refletir o fogo que poderia atingir aquela área. Só que as dores ou a vergonha não eram nada perto da euforia que o tritão sentiu no momento em que viu o resultado obtido.

- Estamos bem… Mas admito que estou com um pouco de pena dos trabalhadores da cidade. - Comentou James ao se aproximar de Masimos olhando para o estrago causado pela explosão nas casas que estavam sendo reconstruídas.

- Posso pedir pros meus homens ajudar nisso. - Disse Luthiem levando um dos tentáculos até a boca em uma pose pensativa. Em seguida, ao reparar que o tritão estava praticamente nu, Lut virou a face para o outro lado e ficou levemente corada nas bochechas. - Mestre… Suas roupas.

- Agradeço o apoio de vocês e estaríamos gratos em lhes oferecer abrigo… Porém gostaria de saber o que os trouxeram aqui, desculpe, mas as notícias que correm sobre você não costumam estar acompanhadas de boas ações. - Falou Husani saindo de onde estava escondido e passando por cima dos destroços no solo para poder chegar até Masimos. - Você demonstrou interesse em informações… Que tipo de informações você está procurando? Os caras que nos atacaram hoje, o que vocês sabem sobre eles? Por que eu seria um dos seus alvos?

- Eles eram de uma organização de assassinos chamada Rosa Negra, vieram para cá com o intuito de conseguir alguma coisa… Não tenho certeza do que é, mas para estarem buscando você, é porque eles acreditam que você saberia dizer onde está o que eles estão procurando. Por acaso você é alguém de importância nessa ilha? - Explicou James já encaixando uma pergunta interessante para ser respondida.

- Entendo… Sou líder de um grupo revolucionário que almeja mudanças no reinado de Alabasta, não concordamos com a maneira como os Nefertari governam a ilha há muitos anos. Não sei exatamente o que eles querem comigo, mas se voltarão para me buscar, significa que são meus inimigos… E se eles também são seus inimigos, estou disposto a ajudá-los nessa batalha. - E dito isso, Husani encarava Masimos, esperando as palavras do capitão pirata para saber se seria possível fechar uma aliança.

A noite já havia chegado por completo e os moradores da cidade já começavam a acender velas e tochas para manter as ruas e casas bem iluminadas, inclusive se o trio aceitasse passar a noite ali descansando e organizando planos, eles seriam levados para uma instalação ampla nos fundos da cidade. Era uma casa grande com vários pequenos quartos, algo que lembrava um hostel, mas nesse caso parecia mais uma base utilizada por Husani e seu pequeno grupo revolucionário.

- Acredito que vai precisar de vestes, não é? Giga, empreste alguma roupa para o nosso convidado. - Disse Husani para um homem tão grande quanto Masimos, porém ainda não tinha altura para ser um gigante. Depois de se retirar da sala de reuniões onde estariam, Giga retornaria trazendo nos braços mantos comuns para o ambiente desértico e os entregou para o tritão. - Começará a ficar frio daqui a algumas horas, então recomendo que esteja bem vestido.

- Hey, Husani, parece que esse aqui ainda está vivo. - Disse um cara qualquer que adentrou a sala de reuniões arrastando um corpo ferido, era um dos assassinos da Rosa Negra que Masimos havia desmaiado. Ele estava com a cabeça sangrando, provavelmente por conta do tiro que James havia acertado ali, mas por algum motivo ele estava ainda respirando. Sem a menor vontade de ser delicado, o homem jogou o corpo no chão e este caiu como um saco de batatas, permanecendo no chão agonizando de dor.

- Imaginei que seria possível um assassino de rank mais alto se matar para não deixar vazar informações, poupei a vida deste como precaução, não sei se ele terá a mesma determinação que aquele homem-panela. - Explicou James com os braços cruzados enquanto mantinha as costas apoiadas na parede da sala. - Façam as honras…

- Por favor, não me matem… Por favor… - Dizia de maneira desesperada o homem cuja máscara de assassino havia sido quebrada e agora revelava um rosto jovem de alguém que provavelmente ainda nem havia chegado aos 18 anos de idade. Era só um garoto, porém para o azar dele, ele não estava rodeado de pessoas que teriam piedade por conta disso.




Bell e Vayu



Quando a situação esquentou (rs), Bell e Vayu rapidamente perceberam que o nível do homem que estavam para enfrentar era muito superior ao daqueles que acabaram de derrotar antes de entrar no palácio. Ele era claramente um usuário de Akuma no Mi, fosse ela qual fosse, seus poderes permitem a ele carbonizar aquilo que toca, porém até o momento ele só mostrou o uso dessa habilidade em corpos orgânicos, não se sabe ainda o efeito disso em certos objetos. A primeira ofensiva da dupla de espadachins fracassava graças a cortina de cinzas criada por Kuban utilizando o corpo de duas de suas vítimas, depois disso ele já se movimentou para eliminar mais dois, o que fez Bell gritar para Makhar e Kodar levarem o mestre dele para longe o mais rápido possível.

- Não adianta se esconder… Assim que acabar com vocês irei encontrá-lo de novo. - Disse o padre deixando os dois homens levarem o paraplégico para dentro de um dos corredores escuros. Logo depois Bell fazia uma pequena provocação e zoava com a habilidade de Kuban, mostrando-lhe um cigarro que gostaria de acender, no entanto ele apenas riu junto do espadachim. - Hahaha, não se preocupe, quando eu queimar sua cara o cigarro será acendido.

- Cada palavra que sai da sua boca eu fico com mais vontade de cortar sua língua. - Falou Vayu mostrando-se incomodada com a personalidade do adversário.

Quando Bell entrou em posição de combate e avançou, a espadachim fez a mesma coisa, acompanhando ele em seguida preparada para atacar a qualquer momento. Quando o pirata saltou para realizar uma acrobacia pelas paredes, Vayu passou a se tornar a linha de frente e com isso aproveitou para avançar em um impulso agitando sua espada em um corte horizontal. - Yorutoryu… - E então ao completar o movimento com a sua lâmina, um corte esbranquiçado foi criado em um formato de meio círculo, avançando na direção do padre com a intenção de cortá-lo ao meio. - Hangetsu!

O ataque de fato iria acertá-lo se Kuban não tivesse jogado seu corpo completamente para trás e feito o corte passar direto por onde estava seu corpo segundos antes. Apoiando as mãos no chão, o padre depois de se esquivar do ataque de Vayu, continuou o impulso do seu corpo para trás e jogou as pernas para cima, girando em um movimento que em seguida iria evitar também o ataque de Bell ao mesmo tempo que suas pernas avermelhadas jogavam uma onda de calor para cima e os atingia forçando-os a se afastar.

- Que pecado, seus merdinhas, parece até que estão tentando matar um padre! - Exclamou de maneira debochada enquanto realizava seu movimento.

Assim que terminou de dar o seu mortal de costas, o padre sorriu e se impulsionou na direção dos dois espadachins, fazendo a palma de suas mãos ficarem vermelhas como o fogo. Antes de alcançá-los, Kuban agitou as mãos em um movimento cruzado e fez um X de fogo avançar na direção deles, algo que nenhum dos dois teria dificuldade em se esquivar ou defender, mas era apenas uma distração para o padre dar um salto na direção de Bell e esticar sua mão direita até seu rosto. Já atento para essa possibilidade, Farest se esquivou afastando-se, porém chegou a ver a mão do inimigo chegando bem perto da sua face… perto o bastante para acender o seu cigarro.

- De nada? - Agradeceu Kuban de maneira irônica logo depois.

Seria depois disso que a Calamidade puxaria sua segunda espada e atacaria de baixo para cima em um golpe revestido de Haki. Era um movimento bem pensado e funcionaria bem se Kuban não tivesse se esquivando movendo o corpo levemente para o lado oposto ao do braço usado por Bell nesse corte. Todos os movimentos evasivos do padre eram utilizados de maneira quase que milimétrica, como se ele soubesse o momento exato que deveria fazer a esquiva… Seria isso obra daquele Haki ensinado por James para Masimos? Se for o caso talvez isso seja uma boa notícia para o espadachim usuário de uma Logia, uma vez que o Haki mais poderoso dele seja o da observação, quem sabe o do armamento não seja tão bem treinado assim.

Depois da esquiva era a vez de Kuban atacar novamente, girando um corpo com o braço completamente avermelhado, o Espinho aparentemente sabia que Vayu estava vindo para atacá-lo, portanto antes mesmo dela brandir a espada, o padre já estava acertando-a na barriga com um soco explosivo de calor que a arremessou com violência na direção de uma pilastra. - Um de cada vez, senhorita! - Com um dos seus adversários deixando de ser uma ameaça por alguns segundos, Kuban estava livre para avançar com tudo na direção do inimigo restante, Bell, que depois de tanto recuar, acabou chegando até o lugar que ele queria… Os montes de areia acinzentada que estavam espalhados pelo chão do palácio.

Com o padre vindo na sua direção e agora estando próximo o bastante das areias para conseguir tocá-las, todo o plano de Bell estava ocorrendo como planejou até então, havia conseguido levar seu inimigo justamente para onde queria e isso lhe trazia uma certa confiança no combate… Esta que durou bem pouco, pois no instante que colocou a mão naquele monte de areia cinza e tentou manipulá-las como fizera antes no deserto, o pirata se surpreenderia ao notar que não teve qualquer resultado no uso de seu poder. Se já não fosse surpresa o bastante, aquelas areias começaram a se mover contra a sua vontade, cobrindo-o com velocidade o braço que estava mais próximo.

- Parece surpreso, Calamidade, não achou que era outra coisa, achou? - Provocou durante o seu avanço enquanto o sorriso em seu rosto mostrava que ele aparentemente já estava esperando por isso.

Nesse momento Bell perceberia que havia se confundido, aquilo não era areia… eram cinzas, sendo estas provavelmente a única coisa que restou dos corpos dos guardas desse palácio completamente vazio. Esse tempo todo Farest achava que estava levando o padre até ali, mas pelo visto foi o seu inimigo que o forçou a entrar nessa armadilha. No mesmo instante que as cinzas cobriram seu braço, elas também começaram a queimá-lo com um calor insuportável, uma dor que ele não seria capaz de resistir sem ser gritando, pois não havia nada que seu cérebro conseguisse fazer naquele momento que não fosse isso. Em seguida, quando Kuban já estava próximo o bastante dele, a mão direita do padre agarrou seu pescoço e o apertou com força dificultando sua garganta de gritar… Ele estava conseguindo tocá-lo, então era evidente que por debaixo daquelas mãos avermelhadas havia uma camada de Haki.

- Gostou da minha areia, homem-deserto? - Perguntou o padre sorrindo ao ver a dor que o seu adversário estava sentindo por causa do braço que ia ser carbonizado aos poucos. Ele então começou a liberar seu poder para o pescoço de Bell, que a essa altura até poderia tentar atacar Kuban com suas espadas, mas a dor havia sido tão alta que ele acabou largando-as no instante que começou a gritar. - Hora de mudar a cor da sua areia… Vamos torná-la um pouco mais cinza!

- Yorutoryu… - Ouviram eles a voz de Vayu anunciar das sombras.

- O que? Mas eu nem senti sua presença! - Exclamou o padre em seus pensamentos, surpreso com a chegada da espadachim pela sua lateral.

- SHINGETSU! - Bradou ela com toda a fúria acumulada em seu corpo.

O corte branco de Vayu atingiu o peito de Kuban em um ataque diagonal que fez não apenas o sangue jorrar do ferimento, mas também arrebentar o crucifixo que ele carregava ao redor do pescoço. O dano causado ao Espinho fez ele soltar o pescoço de Bell na mesma hora, além de jogá-lo para trás e também fez voltar a cair no chão as cinzas que queimavam o braço de Farest como uma fornalha. Vayu segurou o corpo do companheiro para que o mesmo não despencasse no chão por conta da dor, fosse aquela que rodeava seu pescoço queimado e já estava começando a se espalhar para seu peito, ombro e rosto, ou aquela que havia praticamente destruído seu braço por conta das cinzas, sendo que esta dor sequer se comparava a da queimadura anterior.

- Merda, Bell, esse ferimento tá feio demais… - Disse ela ao olhar para o braço do espadachim e mesmo sem conhecimento médico algum ela já sabia que ele não iria voltar a usar esse membro tão cedo. - Ainda consegue lutar, não é?

A queimadura no pescoço de Bell não era nada perto do terror que estava o seu braço queimado, sua pele havia se tornado negra e era difícil entender se ela ainda existia ali depois de ter sido queimada de uma maneira tão feia. Havia sangue, mas também escorria de seu braço um líquido amarelado esquisito, um verdadeiro nojo para aqueles de estômago fraco ficarem encarando por tempo demais. A dor ali já havia chegado a um nível tão absurdo que ela já estava quase chegando ao ponto de que o cérebro de Bell não conseguia mais detectá-la, porém a sensação de ardência mantinha-se constante, como se ainda estivesse colocando seu braço inteiro dentro de uma fogueira.

- Vagabunda, desgraçada, filha de uma puta… - Xingou o padre boca suja três vezes enquanto voltava a se levantar com o ferimento aberto em seu peito derramando sangue no chão. Extremamente puto com o fato de ter sido atingido, Kuban começou a ficar vermelho na cabeça, fazendo fumaça sair pelo seu couro cabeludo como se fosse a ponta de um charuto. - Essa merda doeu, sua vadia. Seu pecado custará caro, mulher!

As mãos do Espinho também começaram a pegar fogo e liberar fumaça, aparentemente o homem-cigarro não estava mais tão cheio de graça quanto no início da batalha… As coisas iam piorar a partir de agora e Bell não estava mais com 100% da sua força depois de ter praticamente perdido um braço, o que acabava deixando tudo ainda mais difícil. Fugir sempre será uma possibilidade viável caso os espadachins achem que essa será a única maneira de salvarem suas vidas, mas pelo menos no momento Bell ainda tem total capacidade de continuar de pé resistindo ao sofrimento de suas queimaduras, o único problema é que só poderá usar um braço durante o restante do combate.

- Não me importo muito com isso, senhor padre… Dentre todos os meus pecados matar um padre vai ser um dos mais fraquinho da lista.

OFF:
 




Aaron e Shido



Graças a Aaron, Shido conseguiu sobreviver ao ter sua garganta cortada, e graças a Shido, Aaron não foi capturado pela assassina loira em sua prisão de cristal. Pela primeira vez o cientista mostrou suas capacidades ofensivas, conseguia atacar fazendo uso de um arco de energia criado pelo seu braço mecânico, por mais que suas aptidões físicas pudessem não ser das melhores, ao menos se bem protegido ele poderia fazer um estrago. Com o trabalho em equipe em dia, a dupla conseguiu levar a melhor para cima de Serena, que teve suas costas atingidas pelas lâminas de Aaron e devido ao dano elevado se viu forçada a se retirar para poupar a própria vida, algo que levou o jovem ruivo a ficar um pouco decepcionado com a decisão covarde de uma assassina da Rosa Negra.

Infelizmente a batalha não foi tão silenciosa quanto deveria ter sido e isso acabou chamando a atenção dos seguranças e alguns outros participantes do baile de máscaras, levando Shido e Aaron a precisarem pensar rápido em uma maneira de não serem vistos. Ainda bem que o Fantasma Escarlate era dono de um dos melhores poderes para conseguir desaparecer, portanto bastou que o cientista fosse absorvido para o interior do seu pântano que Aaron logo assumiu a forma de uma simples poça de lama. Assim que as pessoas chegaram ao corredor onde ocorreu a batalha e se depararam com uma enorme quantidade de cristais espalhados pelo chão, sangue e a pilastra destruída, a poça de lama mal chegou a ser percebida pelos olhares deles.

- Que merda aconteceu aqui? Chamem reforços, acho que temos intrusos! - Disse um homem de meia idade, barba longa e com roupas de nobre. Ele chegou a pisar na lama de Aaron e olhou para o chão com uma cara feia. - Arr, sujei meus sapatos com essa porcaria. Por que tem lama aqui dentro? - Reclamou enquanto arrastava a sola do pé no chão para tentar limpar o calçado.

Quando aquela meia dúzia de pessoas se afastou, Aaron pode se arrastar pelo corredor até chegar a um banheiro e reassumir a sua forma humana. Visto que estava sozinho, o ruivo voltou a trazer Shido para fora do pântano e explicou para ele o que pretendia fazer ao leilão. O cientista não se surpreendeu, mantendo-se atento à história enquanto tentava limpar o sangue em suas vestes, mas rapidamente se deu conta de que não daria para fazer isso apenas com a água da torneira, portanto tirou do bolso um turbante que pegou dentro do corpo de Aaron e enrolou em volta do pescoço onde o sangue estava mais visível em suas roupas. No caso do ruivo ele poderia remover o sangue em seu corpo de forma mais simples por conta da sua Akuma no Mi.

- É um leilão de escravos, ninguém aqui dentro deve ser de fato uma boa pessoa, para mim tanto faz o que pretende fazer, ficarei te dando cobertura. Só tome cuidado… - Logo que disse isso, Shido abriu um compartimento em seu braço e puxou três frascos contendo um líquido verde. - Só tenho mais três desses, a partir daqui será bom se usássemos apenas em situações de extrema emergência. Sem o ambiente ideal para a produção, mesmo com todos os ingredientes necessários eu não sei quanto tempo iria levar para criar mais dessas coisas. - Depois de explicar a situação, o cientista guardou de volta as cápsulas e olhou para Aaron de maneira um pouco mais séria, inclusive ajeitou os óculos no rosto. - Podemos estar do mesmo lado agora, mas se chegarmos a uma situação onde há mais de um ferido e apenas uma pessoa poderá ser salva, caso uma dessas pessoas seja eu, eu não hesitarei em gastar todos os meus recursos em mim se essa for a única maneira de me deixar vivo… Então não confiem demais no que eu posso oferecer, até porque como pode ver não vai ser possível por muito mais tempo.

Basicamente o que Shido queria dizer é que ele sempre iria tentar se salvar antes de salvar qualquer um deles, mas ao menos a maneira como ele dizia isso não trazia em suas palavras algo que indicasse que ele poderia traí-los ou então fugir quando a situação ficasse ruim… Sua mensagem era algo mais parecido com “estamos indo pra guerra no mesmo avião, mas se ele começar a afundar é cada um por si para pegar o único paraquedas”, só que nesse caso o único paraquedas está na mochila de Shido.

Nenhum dos dois sabia se a loira era a única assassina da Rosa Negra que estava presente na festa, portanto deveriam continuar atentos a possíveis ataques, até porque há grandes chances de nesse momento os demais assassinos já estarem sabendo deles. Enfim, quando retornaram ao salão do leilão, o mesmo já havia começado e os nobres presentes já estavam dando seus lances sentados em suas cadeiras. A mulher mascarada estava observando o leilão sozinha em uma mesa, aparentemente não havia levantado a mão ainda e olhava ao redor como se estivesse procurando alguém, no caso Aaron, que já se aproximava dela junto de Shido.

O problema é que a chegada tardia da dupla chamava um pouco a atenção dos seguranças que já estavam posicionados ao redor do local depois de terem ficado em alerta por conta do ocorrido anteriormente no corredor, por isso antes mesmo deles conseguirem chegar até a mesa da mulher mascarada, dois homens altos e fortes paravam na frente deles barrando-lhes a passagem enquanto lhes encarava com os braços cruzados.

- Poderiam por gentileza retirar as máscaras? - Pediu de forma educada, porém com bastante autoridade e intimidação na voz.

- Sabe, não quero ser julgado por estar entrando em um leilão de escravos, podem achar que eu sou uma má pessoa… É para isso que servem as máscaras, não é? - Perguntou Shido de maneira um pouco debochada, já sabendo que dificilmente sairiam disso sem dar merda.

- Desculpe, mas ocorreu um imprevisto há pouco tempo aqui dentro, parece que destruíram um lustre de cristal e tentaram explodir uma pilastra. Vocês são as únicas pessoas que estavam do lado de fora do leilão, portanto são suspeitos e precisamos levá-los para fora. E olha só, vejo que há rasgos em suas vestes e… Isso aí é sangue? Ok, nos acompanhem, por favor. - Ao dizer isso, cada segurança agarrou um dos braços da dupla suspeita e tentou arrastá-los para longe do restante dos nobres.

- Pelo visto vamos ter que começar o trabalho mais cedo… Me desculpe, espero que isso não piore as coisas.

Então o first blood do leilão era derramado por Shido, que através do seu braço mecânico disparou uma flecha de energia contra a cabeça do segurança que estava lhe arrastando para fora. O som do disparo junto com a cena do homem caindo no chão com a cabeça ensanguentada levava todos dentro do leilão a se assustarem e começarem a se desesperar… Mas será que eles tem alguma chance de conseguir escapar? Para Aaron não era difícil perceber quem eram nobres e quem eram escravos, até porque bastava olhar para as vestes deles. Bem, se fosse para começar a chacina, os alvos poderiam ser quaisquer um que não estivessem acorrentados.

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyQui 17 Jan 2019, 15:03


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

A explosão eclodia de forma violenta e se propagava um tanto quanto inesperado. Esse maldito ainda tinha uma carta dessas na manga, maldição. Apesar da força destrutiva, havia um preço inevitavelmente alto a se pagar por tal poder. Mas nas condições que o sujeito se encontrará, talvez não fosse algo tão tolo de sua parte, afinal... seria bem pior caso eu pusesse ele sobre meu interrogatório.

Após a colisão das chamas, vapores e a massa de ar que exercia um calor tão forte quanto aquele clima da ilha meu corpo ainda estava intacto, o que era esperado. No entanto, uma súbita fadiga percorria meus músculos e, era visível poucos fragmentos de minhas roupas pelo corpo. Tsc, já não era a primeira vez que tal situação ocorria, talvez fosse mais viável uma armadura que resistisse assim como minha blindagem natural.

James respondia logo após perguntar-lhe se estavam bem e, obviamente, que meus esforços haviam resultado em nenhum arranhão aos meus aliados. O atirador indagava estar com pena dos moradores, o que me levou a pensar e refletir sobre a opinião do mesmo. ~ Hmm... pena? Ainda que ecoasse em minha mente as palavras de James e a visão da cidade devastada, pouco me importava a situação daquele povo. Nenhum pingo de compaixão surgia. Porém, a única coisa que se manifestava era um pouco de ódio devido ao fato daquele maldito homem ter destruída a cidade que seria minha. Não que fosse uma cidade muito chamativa, parando para analisar com mais calma. Já estava um desastre antes mesmo da explosão. Não havia perdido muito com o ato suicida do lacaio da Rosa Negra.

Perdido em meus devaneios, Luthiem se pronunciava a dispor de seus homens para ajudar e imediatamente respondia a mulher. ~ Tsc, não se de o trabalho. Nosso objetivo pode estar um tanto estagnado, devido a nossa parada nesse local, mas não se enganem... iremos atrás dos piratas e da Rosa Negra e destruiremos todos. Terminaria de proferir ao olhar para a mulher-polvo, que por sinal, voltava a falar e me comunicar sobre o estado de minhas vestes. Não que me importasse de fato.

O garoto de tapa-olho, Husani, se dirigia até mim e começará a dialogar sobre nossa chegada e principalmente sobre minha fama. Muito provavelmente estaria preocupado sobre nossas próximas ações. De certa forma era esperto pensar sobre nossos próximos passos e devo dizer que sua personalidade aparentava ser mais astuta que demonstrava. ~ Isso depende do ponto de vista, garoto. Comentaria ao olhar para Husani e lhe responder de forma convicta. ~ Se dois povos estão em conflito e, inesperadamente, um meteoro atinge a ilha e aniquila toda uma parte da ilha, em seu ponto de vista como um humano é um infortúnio, um mau agouro ou até mesmo diriam uma fatalidade que, uma vez que outra, acontece. No entanto... no ponto de vista do meteoro, ele está apenas exercendo sua função, sua missão, apenas finalizando o que foi escolhido para fazer! Nada mais e nada a menos. O que para uns seria uma ação ruim, para outros seria uma ação boa. Por isso que disse: depende do ponto de vista. Continuaria a lhe encarar de forma determinada e expressar minhas palavras de maneira sábia. ~ É claro que nessa situação, eu seria o meteoro! Por fim terminaria de expressar minha opinião e rebater o raciocínio do humano com tapa-olho.

Não havia muitos motivos para lhe responder de forma tão profunda, mas confesso que a vontade emergiu ainda que fosse minúscula. Husani voltava a questionar nossas ações e principalmente sobre meu desejo em informações, antes que lhe respondesse, James indagava de forma resumida a situação. Num primeiro momento acharia ineficiente dizer nossos reais motivos, pois, não era como se fossem nossos aliados para confiar dessa forma. Contudo, a tática de James em dialogar de forma sincera, fazia o homem se comunicar da mesma forma. O que é claro seria vantajoso para nós.

Após ouvir as informações de Husani, dito pelo próprio como líder revolucionário de Alabasta, compreendia que o reino era governado pela família Nefertari. O revolucionário não demorou para compreender a situação e logo propor uma aliança. O garoto não sabia porque da Rosa Negra estar atrás dele, mas segundo James era muito possivelmente pelo fato de ele ser um líder de uma célula revolucionaria. Mas porque raios eles iriam querer esse garoto? Qual seria a vantagem para eles? Evitar conflitos? Não... se fosse essa a ideia as falsas calamidades não teriam lutado contra meu bando no Necrotério de Sakura. Hmm. Formar uma aliança com um grupo que já está nessa cidade algum tempo, provavelmente habitantes de Alabasta, possa ser benéfico para mim.

Enquanto Husani me encarava, retribuía o mesmo olhar de forma mais obstinada. ~ Serei sincero, assim como meu aliado James, não me interesso nem um pouco nesse conflito revolucionário contra o reino de Alabasta. Única coisa que me interessa é destruir essa organização e principalmente um bando pirata que está sobre os comandos deles! Entretanto, formar uma aliança com as Calamidades resultará em um poder maior a sua causa, mesmo que seja algo ilusório no campo de batalha, ainda sim fará seus inimigos recuarem, pois, você mesmo disse que nossa fama já alcançou essa ilha. Poderá usar o nome das três Calamidades em prol de seus objetivos, mas não espere que lutaremos por algo tão simplório, pelo menos por hora. Mas em contrapartida, pediremos seu conhecimento sobre a ilha, território, geografia e lugares que possam ser uma base para essa organização, se não possuir nada contra e não quebrar nosso acordo, temos uma aliança benéfica em ambas as partes. Terminaria de proferir ao esticar o braço e firmar o pacto com o garoto.

Apesar do cansaço, pelo menos o calor escaldante estava desaparecendo, em razão de que a noite haveria chegado. De certa forma havíamos conseguido que Yuba fosse nossa base, mesmo que não mantendo o plano original. Mas por mim estava aceitável, desde que alcançasse meu objetivo final. Seguíamos até a base da célula, ou pelo menos assim eu acharia, e ao adentrar era visível um local amplo. ~ Sim. Responderia para Husani pelo fato de o mesmo ter indagado sobre minhas vestes. Poucos momentos depois retornava um homem com algumas roupas. ~ Hmm. Não são qualificadas, mas servem por enquanto. E a propósito... minha espécie está habituada com frio. Responderia após pegar o que mais parecia ser um sobretudo sem mangas. Preferia muito mais o frio de Sakura que esse calor infernal de Alabasta. Contudo, apesar das vestes não serem dignas de mim, ainda sim eram confortáveis dentro do possível. Seriam úteis para o clima daquela ilha.

Logo após um homem adentrar na sala e proferir que ainda havia um sobrevivente mesmo após aquela explosão, James se pronunciava sobre ter deixado vivo para lhe interrogar. Astuto de sua parte. Pelas palavras do atirador sobre o lacaio ter se suicidado, pelo visto era uma tática comum da Rosa Negra, seria bom ter em mente isso.

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Não demorou muito para perceber que por trás da máscara havia um garoto que se quer havia chegado em seu ápice da idade. ~ Hóh... o que temos aqui?! Uma criança? Diria logo ao me sentar em frente do garoto e cruzar os braços por cima das pernas. ~ Eu devo dizer que geralmente não sou um homem selvagem, pelo menos não até me irritarem severamente. Então façamos um acordo, meu jovem. Responda três simples perguntas que me agradem e sua vida serás poupada por mim, aproveite enquanto meu humor está um pouco melhor. Terminaria de proferir ao encarar friamente o garoto nos olhos enquanto deixaria minha aura intimidadora penetrar em sua carne até atingirem os ossos ainda jovens do rapaz. De fato meu humor estava melhorando, tanto pela morte daquele maldito akumado, tanto pelo clima frio como principalmente pela aliança feita com Husani, que nos proveria mais meios de encontrar a organização.

Caso o garoto aceitasse, o que parecia não precisar de muito para tal, utilizaria minhas habilidades para lhe interrogar de forma clara e objetiva. ~ Primeira pergunta: onde fica a base da Rosa Negra? Segunda pergunta: o bando que também se intitulam calamidades estão junto da organização ou possuem algum objetivo desvinculado da Rosa Negra? E por fim, terceira pergunta: qual é o objetivo deles? Faria uma pausa para ouvir a resposta do garoto já possuindo em mente que o mesmo quase certamente não saberia os planos da Rosa Negra, afinal... não iriam falar seus objetivos finais para meros lacaios, pelo menos não tudo. Mas um quebra cabeça começa com uma única peça colocada e todas as outras se interligam.



HISTÓRICO


Posts: 06

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 07/10


Ganhos: Roupas;

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.





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~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyTer 22 Jan 2019, 10:48


Crimson Ghost

First Blood



A sensação de ser pisado era uma familiar experiência que havia me acompanhado desde os primórdios de minha vida. Claro que as circunstâncias não justificavam muito... Afinal o disfarce era mais precioso do que o meu orgulho que talvez pudesse ter sido pisado junto ao meu corpo lamacento. Era só questão de paciência até que tudo se acalmasse e a barra ficasse livre, a ponto de me livrar de Shiro no interior de meu corpo e de conseguir me limpar devidamente. As explicações para o cientista eram ditas de forma breve e direta, como tudo o que eu costumava falar, mas o fato do sangue nas roupas do mesmo me incomodava mais do que a sua pouca participação no debate do plano que eu estava em mente...

Seguimos até a nobre de maneira apressada, mas sem levantar pistas que nos entregassem.  Shiro, entretanto, vinha com um debate ético e moral me adiantando de suas escolhas caso precisasse decidir. Meu olhar não o encarava, mesmo que ele continuasse a falar com um tom de voz muito mais sério do que costumava dizer, afinal, o assunto era de fato preocupante. Já imaginava que o estoque daquele elixir não seria para sempre, mas não esperava que ele anunciasse aquilo naquele instante. – Não precisava anunciar isso. – Diria de maneira ríspida, fria. – Eu mesmo o mataria sem pensar duas vezes se eu precisasse de um desses elixir num momento de emergência. Não me surpreende que pense o mesmo. – E, dessa vez, olharia para o mesmo, deixando claro em meu olhar a frieza do assassino que eu havia me tornado após a vida inteira de treinamentos. – Entenda que você ainda respira pois me interessa que respire. Vi potencial em você em Sakura e ainda continuo vendo. – E agora, com a mão em seu ombro, usaria de minha atuação para emitir o sorriso mais verdadeiro que eu conseguiria fazer, deixando claro que até mesmo em um semblante feliz, eu sabia emitir o pavor necessário. – Mas esperemos que as coisas continuem assim, certo amigo? Mas obrigado por ser sincero, admiro isso.

Ignorando sua reação, seguiria rumo ao encontro planejado, absurdamente atento, pois se existia uma assassina por ali, era muito possível que existia mais de um... Apesar de que a maioria dos assassinos trabalhava solo para que não precisassem se preocupar com sua dupla, mas alguns preferiam o método de um cobrir o outro. De qualquer maneira, era bom estar atento nem que fosse só por precaução. Mas, infelizmente, o problema não vinha dos assassinos, mas sim dos seguranças que já haviam se atentado para a situação e nos abordava por estarmos atrasado ao início do leilão. E antes que eu pudesse pronunciar algo, Shido já era descoberto e começava a carnificina, espalhando não apenas sangue para todo lado, mas também o caos. Naqueles breves microssegundos entre o corpo do guarda cair e todos começarem a gritar, eu cogitava todas as possibilidades que me estavam ao alcance. Eu poderia simplesmente fingir estar apavorado também, atuando como se eu nunca tivesse visto Shiro em toda minha vida e deixar que ele se virasse em fugir daquele local com vida – ou morrer tentando. Ele havia deixado claro que se uma situação daquelas chegasse, eu poderia esquecê-lo de vez.

Entretanto, não era compaixão que me fazia escolher a outra alternativa. Mesmo que eu fingisse demência naquela situação, os guardas eventualmente iriam querer saber da minha identidade após a ameaça do cientista ter sido neutralizada. E afinal de contas, o plano não era exatamente derramar sangue azul? De um jeito ou de outro, o caos iria se instaurar de qualquer modo, então o melhor seria era aproveitar a deixa. Deixaria meus braços se dividirem em pedaços de lama de modo que escorregassem pelo corpo dos guardas, enquanto eu, com o braço livre, subiria rapidamente com a adaga estocando de cima para baixo diretamente na garganta do brutamontes que me segurava, ceifando sua vida sem dar sequer tempo dele raciocinar do motivo de meus braços se desmancharem. Com o sangue espirrando em minha face novamente, deixaria que o vermelho se destacasse, pois era hora do fantasma escarlate assombrar aquele salão.

As adagas sairiam de meu corpo como se fossem parte de mim – e de fato eram. Encaixadas firmemente em meus dedos, analisaria rapidamente com o olhar rubro todos daquele local, destacando nobres de escravos, além da nobre misteriosa, para então começar a verdadeira chacina. Rapidamente, com meus braços inflados de tanta lama acumulada, eu daria um forte soco no chão de modo a estourar tudo de uma vez, gerando uma onda gigantesca de lama para jogar em cima de todos que ali estavam. A lama não seria para engoli-los, mas sim prendê-los nem que fosse momentaneamente para que eu os alcançasse sem problemas. Desse modo, esticaria meus braços com as lâminas nas pontas, girando meu corpo em altíssima velocidade para então sair rolando em direção aos nobres aprisionados. – Corkscrew Crash!!!! – Uma mistura do marrom da lama com sangue era a minha intenção decorativa daquela festa. Evitando os escravos e a nobre que eu havia conhecido antes, priorizaria principalmente os nobres que ostentassem riquezas e estivessem com escravos atrelados aos mesmos, pois aos demais poderiam ser apenas inocentes que não pactuavam com aquela situação, mas apenas acompanhavam obrigatoriamente. Com minhas lâminas enegrecidas pelo Haki, não haveria obstáculo que me fizesse parar e mesmo que gerasse pânico da jovem nobre, não me importava se o que estava em jogo era estar quite com o meu passado.

Após o fim do rodopio, pararia no centro da arena e observaria tudo ao meu redor. Olharia para a nobre e, com um aceno de cabeça, indicaria que ela fosse até os guardas que havia matado. – Busque a chave e liberte os que sobraram. Não demorará até que reforços cheguem. – E, com as adagas ainda em punho, saltaria como um primata em frenesi direto para o peito do nobre ou segurança mais próximo que ainda respirasse. O sangue, a dor ou o sofrimento não me incomodava mais e, por mais que eu tivesse em mente que cada vida valia o esforço, aquelas vidas já haviam se perdido a muito tempo... Era sempre melhor jogar fora as frutas podres antes que infectassem todo o resto.

Corkscrew Crash:
 



HISTÓRICO

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Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyQui 24 Jan 2019, 19:26



THE CALAMITIES





Masimos, James e Lut



A pedido de Masimos, Luthiem nem se preocupava em chamar seus homens para ajudar na reforma da cidade que foi ainda mais danificada depois da explosão do homem-panela, de fato isso não era problema deles e certamente os moradores dali sabiam disso, tanto que ninguém fez questão de insistir… mas quem seria o louco que teria toda essa coragem? Depois do incidente, Husani ainda convidou o trio para uma aliança, oferecendo estadia enquanto estivessem ali e toda a sua disposição para terem uma boa conversa, que era o que o tritão estava mais interessado ao aceitar formar essa aliança. Já no esconderijo do grupo de rebeldes, Husani pediu para que um de seus homens emprestasse uma roupa para Masimos e pouco depois do titã a vestir, um dos soldados rebeldes apareceu trazendo um assassino sobrevivente que James havia deixado vivo de propósito, já imaginando que Korin poderia se suicidar para não entregar informações da organização.

- Eu respondo! Eu respondo tudo que eu souber! - Disse o adolescente completamente apavorado com lágrimas nos olhos. Sobre a primeira pergunta, o garoto sequer pensou demais, já respondendo de cara, apesar de estar gaguejando um pouco. - É-é um su-submarino! Um reino submarino… Se chama Babadon! - Depois ele ouviria a pergunta seguinte, mas tremeria ainda mais na hora de responder, demonstrando sinais de que não sabia a respeito. - Não sei… Não sei quem são, sou apenas uma Pétala de Rank 5, eu não sei nada sobre os assassinos de alta classe. Me desculpem, por favor! - Explicou ele implorando para não ser punido por não saber dar essa resposta. Por fim, com a terceira pergunta do tritão, o garoto mostraria-se aflito novamente, mordendo a ponta do dedão enquanto olhava de um lado para o outro, pensando no que iria dizer. - Fomos enviados para capturar os mais influentes dessa ilha, ele está atrás de alguma coisa que aparentemente só essas pessoas saberiam dizer onde está… Eles não me passaram mais informações sobre isso, mas eu ouvi algo, algo sobre estarem aqui para coroar o Conquistador!

- Coroar o Conquistador? Quem diabos é esse cara? Por acaso ele está querendo usurpar o trono de Alabasta? - Perguntou Husani impressionado ao ouvir a última resposta dada pelo garoto.

- Eu não sei, por favor, me perdoem, eu realmente não sei nada mais do que isso, eu não sou nada dentro dessa organização! - Implorou ele chorando com as mãos fechadas na frente do rosto em um sinal de piedade.

E após o estrondo de um disparo, o corpo do assassino caiu morto no chão com um buraco no meio da testa.

- O trato era com você… Não tinha nenhuma intenção de mantê-lo vivo. - Falou James com a arma apontada para frente ainda saindo fumaça de seu cano. De certa forma, Masimos não descumpriu sua palavra no acordo feito com o rapaz, mas também não é como se ele fosse realmente ligar muito para mais uma vida sendo entregue para sua amada. - No fim o destino dele seria o mesmo quando a Rosa Negra descobrisse, então será melhor para nós que nenhum deles saiba do que nós sabemos. - Completou enquanto guardava sua pistola em alguma parte escondida das vestes. - Não acho que ele tenha mentido, o reino submarino é uma verdade e uma Pétala rank 5 realmente não tem acesso tão fácil a informações mais importantes… Porém o que ele disse por último é o que me intriga, “coroar o Conquistador”, para mim não faz muito sentido ele estar interessado em um reino com tão pouco recurso como este.

- Acho que vocês precisam me passar um pouco desse conhecimento sobre essa tal Rosa Negra se querem que eu seja útil nessa batalha… Já está difícil para nós tirar os Nefertari do poder, não queremos mais um louco entrando nessa briga. - Comentou Husani para que alguém do trio lhe falasse mais sobre esse assunto, então James começou a passar as informações que já havia dito para as Calamidades no navio, algo que também acabaria sendo novidade para Luthiem. - Entendi… Então acho que nada é mais justo do que contar para vocês o que se passa aqui em Alabasta. Visto que o rapaz disse há pouco que estão atrás dos mais influentes dessa ilha, preciso contar para vocês quem provavelmente são essas pessoas… Hey, algum de vocês aí, limpem essa sujeira.

Então enquanto um dos soldados de Husani tratava de tirar o cadáver da sala onde estavam e limpar todo o sangue que acabou sujando o chão do local, o líder de tapa-olho contava para o trio tudo que ele sabia a respeito do reino de Alabasta. Assim como aconteceu com Bell, Masimos ganhará o direito de saber sobre tudo que está descrito na página da ilha, algo que levaria alguns minutos para ser explicado dessa maneira mais resumida. No fim eles acabariam descobrindo quem eram os nomes mais influentes do reino, primeiro seria Husani, o líder do grupo rebelde Punho Árido; depois tem Victória, a líder da célula revolucionária que atua na ilha; há também Chavi Darwishi, um nobre muito popular que possui alta influência no mercado negro do reino e que no momento encontra-se preso no palácio dos Nefertari após uma tentativa falha de aplicar um golpe de estado; e por último a própria rainha atual, Nefertari Isis, certamente a pessoa mais poderosa dentre as três citadas simplesmente por ter um exército inteiro à sua disposição.

- A essa altura não adianta nos movermos para tentar impedir que eles cheguem até essas pessoas, se chegaram até aqui significa que já estão atrás dos outros, talvez já tenham até tido sucesso… O que precisamos saber de fato é a informação que o Conquistador quer tirar de vocês. - Comentou James pensativo com as costas na parede, até que após alguns segundos, parecendo ter tomado uma decisão, o atirador deu alguns passos para frente e ajeitou as vestes. - Tentarei localizar onde Babadon pode estar escondida nos arredores da ilha… Conhecendo os padrões da organização, talvez eu consiga fazer isso rápido. Masimos, posso ficar com aquele mapa? Acredito que com a companhia do seu novo aliado conseguir um novo não será um problema. - Pediria ele indo na direção do tritão para adquirir o mapa que foi comprado na cidade anterior. - Meu conselho é que tentem contato com algum dos outros possíveis alvos, caso eles já tinham sido capturados tentem então seguir algum rastro deles. No fim acredito que vamos todos acabar indo para o mesmo lugar… O Conquistador não sairá daqui sem o seu reino.

Depois dessa conversa, James sairia dali se não tivessem mais nada de importante para dizer a ele. Cabia agora aos que ficaram tentarem de alguma forma decidir para qual cidade seguir, Alubarna, a capital do reino, é a cidade onde dois dos alvos provavelmente estão localizados, Darwishi e a rainha Isis, portanto têm maiores chances de terem mais assassinos da Rosa Negra por lá. No entanto, Rainbase, a cidade mais próxima de onde eles estão no momento, é onde encontra-se o cassino e o palácio de Darwishi, locais onde ele poderia ter guardado alguma informação. E sobre Victória Chanel, a líder da célula revolucionária da ilha, infelizmente Husani não fazia a menor ideia de onde estaria a base dela no momento, já que a própria costuma mudar frequentemente seus esconderijos para dificultar exatamente situações como essa onde tentam encontrá-la… Com sorte talvez ela sequer tenha sido achada pela Rosa Negra ainda. Como o homem mais forte presente, ficava um pouco implícito que a decisão de para onde deveriam ir ficava nas mãos do tritão, porém se Masimos quiser passar essa responsabilidade para outra pessoa ele tem todo o direito de o fazer.

- Algum plano em mente… Emissário da Morte? - Perguntaria Husani sentado em sua cadeira enquanto com os cotovelos apoiados na mesa iria olhar para o titã esperando uma resposta.

OFF:
 





Aaron e Shido



Com Shido praticamente destruindo todo o disfarce deles ao matar um dos seguranças, restaram poucas opções para Aaron do que fazer, mas ele foi direto ao ponto e escolheu seguir o mesmo caminho do cientista. Utilizando os poderes da sua Numa Numa, o ruivo espalhou seu pântano pelo salão e engoliu os convidados na sua sujeira, limitando a movimentação deles ao prendê-los na lama. Imobilizados, tornou-se mais fácil para o Fantasma avançar pelo local cortando os nobres com suas lâminas… Não que fosse difícil para ele fazer com eles totalmente livres, mas isso ao menos servia para lhe poupar tempo e de certa forma também facilitava para Shido realizar seus disparos de energia em alvos imóveis.

O sangue rapidamente se tornou o decorativo nas paredes e os gritos de desespero a música da festa. Para o assassino matar esses malditos nobres era algo que fácil de forma quase que natural, bastava um simples movimento de suas lâminas e a garganta deles estava cortada, em poucos segundos já não teriam mais vida. Surpresa talvez fosse ver que Shido estava participando disso e não esboçava qualquer expressão no seu rosto, fosse de medo, ansiedade ou prazer, ele simplesmente fazia como se não desse qualquer importância para todas essas almas que estavam sendo ceifadas… Para um cientista que trabalhava em um laboratório de experimentos, é, talvez não seja tão surpreendente assim se parar para pensar.

No fim da carnificina, a dupla não teve sequer um arranhão, na verdade nunca chegaram a ficar realmente ameaçados. Haviam corpos espalhados por todos os lugares e além dos dois, permaneciam ali de pé apenas os escravos e mulher mascarada que de certa forma fez com que tudo isso acontecesse. Ela caminhou pela sujeira de lama e sangue, passando por cima dos cadáveres dos nobres, aproximando-se da dupla de assassinos enquanto os escravos que estavam acorrentados, mantinham-se encolhidos em uma parede no canto, achando que em breve chegaria a vez deles e tremendo de medo.

- Não era exatamente assim que eu planejava fazer, mas no fim o resultado foi o mesmo… - Disse a mulher ao se aproximar o suficiente para poderem ter um diálogo.

- Quem é você, afinal? - Perguntou Shido recolhendo seu arco de energia para dentro do braço outra vez.

Logo depois do cientista fazer a pergunta, a mulher levou sua mão direita até a máscara que cobria seu rosto e a removeu, jogando-a no chão. Para ambos a aparência dela não era nada especial, uma mulher qualquer com as características de uma alabastiana, pele bronzeada, cabelos escuros, de fato ela era muito bonita, mas isso não era o suficiente para justificar a expressão de espanto que os escravos fizeram ao vê-la se revelando. Com a sua audição aguçada, Aaron acabaria ouvindo os sussurros que diziam: “é a rainha Isis!”.

- Pela reação de vocês, pelo visto não são mesmo daqui… Já imaginava. Me chamo Nefertari Isis e sou a atual rainha do reino de Alabasta. - E com essa revelação ficaria um pouco mais claro o porquê da Rosa Negra estar atrás dela. isis é importante para a ilha, no entanto, isso ainda não explica exatamente o motivo pelo qual os assassinos estariam interessados nessa monarca em específico.

- Por que uma rainha desejaria a morte do seu próprio povo? - Perguntaria Shido caso Aaron não demonstrasse muito interesse em saber sobre isso. Ele também iria aproveitar esse momento para tirar a sua máscara, mostrando-se extremamente aliviado em fazer essa ação.

- Porque o reino de Alabasta está contaminado… Lutar do jeito certo para acabar com essa doença acabará provocando uma guerra e toda a ilha sairá prejudicada. Quando eu vim para cá não pretendia seguir essa medida tão extrema, mas ao ver que havia essa possibilidade, não pude deixá-la passar. - Explicou ela de maneira rasa, sem se aprofundar muito no que ela considerava uma doença para o reino. - A verdade é que a dinastia Nefertari precisa acabar… E acho que vocês podem me ajudar nisso.

- Ow, calma lá, jovem rainha, nós não temos tempo para nos envolver nas suas tretas políticas… Estamos procurando uma organização assassina que se instalou nessa ilha, aparentemente você é um alvo deles e ainda estamos tentando entender o que eles procuram aqui, inclusive você parece ser um alvo deles. - Interrompeu o cientista sem dar muita atenção ao papo de Isis, provavelmente Aaron concordaria com ele nessa.

- Está falando daquela tal Rosa Negra? A primeira vez que ouvi falar deles foi através de vocês, não faço a menor ideia de quem sejam ou o que estão procurando aqui, mas se eles estão atrás de mim e vocês atrás deles, ficaria grata em disponibilizar meu exército para auxiliá-los nessa batalha… Desde que vocês me ajudem com o meu problema já dito antes. Se esses assassinos são uma ameaça para o meu povo, então será uma honra ajudar a derrotá-los. - A maneira como a rainha falava, por mais jovem que ela fosse, trazia uma determinação e confiança inacreditável, como se ela tivesse nascido para liderar. Ela não era uma princesinha como se vê em outros reinos, muito pelo contrário, havia muita coragem dentro dela, podemos ver isso com a decisão que ela acabou de tomar… Não hesitando em momento algum em matar para alcançar o bem maior. Mas será que ela sempre foi assim ou alguma coisa aconteceu para mudá-la? - Já ouviram bastante sobre mim, mas eu ainda não sei nada a respeito de vocês… Como saberei se posso de fato confiar em vocês para formar uma aliança?

Durante as apresentações ou até mesmo depois se necessário, Isis caminharia até os escravos ainda assustados e começaria a tirá-los das correntes que os prendiam, permitindo em seguida que todos eles se sentissem livres para fazer o que quisessem, porém, nenhum deles sabia realmente o que fariam em seguida.

- Darei um jeito de tirá-los daqui, ok? Com essas vestes é bem provável que as pessoas percebam que vocês fugiram e com toda essa bagunça no salão vão acabar culpando vocês por esse massacre. - Explicou Isis tentando achar uma solução para esse problema.

- Não se preocupem com isso… Meu querido amigo ruivo pode dar um jeito nisso, só não podemos continuar mais tempo aqui, mas para onde deveríamos ir agora? - Perguntou o cientista, que estava se referindo ao poder de Aaron quando falou que ele poderia ajudar a esconder essa bagunça, os escravos e até a rainha.

- Eu preciso retornar para Alubarna, meus homens ainda não sabem que eu saí de lá. - E com isso, a rainha indicava o possível destino deles a partir daqui. - Mas eu não sei exatamente se podemos nos considerar aliados nessa batalha.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyDom 27 Jan 2019, 17:18


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

Não demorou muito para o garoto concordar com meu acordo, até porque não possuía muitas opções. Minhas capacidades interrogatórias não deixavam a desejar, o que facilitou o processo do questionário. Ouvirá as respostas e conforme o lacaio proferia, mais perguntas ecoavam em minha mente. Hmm... então a Rosa Negra possuí uma base locomotiva e ainda por cima embaixo do mar? Maldição, logo agora que não poderei mais usar minhas capacidades aquáticas?! Isso poderá ser um problema. Mas não é como se fosse impossível, afinal... basta tirar os insetos de sua toca para lhes esmagar.

Obviamente que esse misero lacaio não saberia dizer os objetivos mais ocultos da organização, isso é claro levando em conta os membros do alto escalão. Não me surpreendia com a resposta do mesmo, apesar de notar sua angustia e medo. ~ Coroar o Conquistador?! Novamente surgia essa frase, não era a primeira vez que ouvia e possuía uma sensação de que não seria a última. Logicamente esperava por isso, já que, meu objetivo era tanto matar as falsas calamidades como destruir a organização.

Husani abordava o garoto e lhe questionava referente a resposta sobre o tal Conquistador. Estávamos do mesmo lado da moeda, pois, o fato era que eu também não sabia muito sobre esse tal sujeito. Tsc. Essa organização é anátema por acaso?! Hunf. Obviamente meu humor começava a escurecer outra vez. Nesse momento James disparava uma bala na cabeça do interrogado. Ouvia as palavras do atirador e replicaria no mesmo momento. ~ Hmm... de fato. Uma frase simples e objetiva concordando com James. Não ligava para aquele maldito verme da Rosa Negra, exatamente por isso havia feito uma proposta levando em conta apenas “eu” em nosso pacto, e não os outros. Tolo foi ele ao não questionar se o tratado era apenas comigo.

James voltava a proferir e asseverar as palavras do garoto, em razão de saber sobre essa tal base, apenas fiquei em dúvida sobre: porque não haveria dito antes, se possuía tal informação? Saber a localização da base inimiga era crucial, talvez James estivesse esquecido ou muito provavelmente o submarino não era uma base oficial. Contudo, a informação agora já estava em minhas mãos.

O revolucionário Husani começava a dialogar e fazer diversas perguntas enquanto eu apenas ouvia e permanecia sentado e pensativo. O atirador explicou de maneira rápida, para que o revolucionário agora soubesse sobre a Rosa Negra. Darrell sugeria para que ele fosse procurar o tal submarino Babadon, já que, possuía uma certa noção da rotina da organização. ~ É realmente uma sábia sugestão. Diria ao entregar o mapa para o mesmo.

Nem mesmo James possuía qualquer informação sobre o tal Conquistador. Esse enigma cada vez mais me aborreceria. Soltaria um leve suspiro e olharia para o humano com tapa-olho. ~ Pelo que pude compreender, o antigo rei fora morto através de um golpe “falho” pelo autor Darwishi. E, sua filha Ísis está atualmente como rainha do reino. Me diga, Husani... se sua revolução é apenas pela escravidão, porque não propor um acordo onde a rainha Ísis abolisse esse sistema medíocre? Claro que a resposta é óbvia! O poder político dos Nobres não é algo a se subestimar. Muito provavelmente a rainha é apenas uma figura para o povo, e quem de fato possui um poder militar são os nobres, em razão disso que a Rainha ainda não destruiu esse sistema antigo, pois, caso fizesse haveria uma revolta tanto pelo povo como principalmente pelos nobres. Lógico que deduzo isso pelo tipo de personalidade da atual regente do reino, segundo o que você mesmo comento do reino de Alabasta. Deixaria minhas palavras ecoarem pela sala enquanto manifestaria a realidade e em seguida continuaria meu raciocínio. ~ No meu ponto de vista, o exército revolucionário poderia muito bem colocar um adendo nesse acordo: ajudaria a rainha com sua força a expurgar a escravidão. Com a força dos revolucionários, duvido muito de que os nobres pudessem se igualar, não! Nem de longe possuiriam um poder perto de uma aliança da qual insinuo. Claro que minha suposição, apesar de ignorar alguns aspectos e situações, poderia ser muito bem efetuado! Desde que ambas as partes estivessem dispostas a sacrificar seus ideais ou até mesmo suas rivalidades. Faria uma pausa para que Husani digerisse a linha de raciocínio ao qual estava montando e segundos após continuaria indagando. ~ O maior problema que vocês possuiriam seria o maldito Governo! Mas esse acordo, hipoteticamente falando, faria os revolucionários se aliar ao reino, o que poderia resultar num atrito entre a rainha e o próprio governo, já que, o governo não aceitaria de forma alguma tal aliança. Eles provavelmente assumiriam dois caminhos: primeiro quebrar o acordo com o reino ou segundo... aniquilar todos da ilha. Expressaria um pequeno sorriso de forma sádica devido a realidade ao qual ditava para o revolucionário.

~ Mas existiria um meio para ludibriar o governo! Se a Rainha apenas concordasse em aceitar novos membros para seu exército, o que faria vocês sacrificarem seus status atuais, vocês não seriam mais revolucionários e ainda manteriam o mesmo acordo! Resultando num poderio militar não mais divido, agora único e supremo! Claro que para tal, haveria de possuir um Rei, ou no atual caso, Rainha que inspirasse tal determinação em todos os membros da revolução! Ainda que não gerasse tal sentimento a ponto de eles se submeterem a se tornarem membros do exército do reino, eles correspondem aos seus líderes atuais, no caso você e Victoria, e caso vocês determinassem tal ordem, ainda haveriam de segui-las! Basicamente se resumiria a: se a Rainha possuía o essencial para cativar seus corações e faze-los abdicar do seu atual cargo! Claro que se você possuir a determinação para renunciar como um dos lideres da revolução e se tornar um membro do exército, geraria certa privação pessoal, mas ainda sim seria possível concluir sua atual meta; anulando o atual sistema escravo. Terminaria de proferir ao me por de pé e encara-lo de cima.

~ Bom... isso está vindo de alguém que segundo você: não possui boas ações. Claro que minha face havia mudado, expressava um sorriso macabro ao tentar visualizar no fundo da alma de Husani. Mas se quer deixaria o revolucionário falar, pois, concluiria meu raciocino ao proferir novamente. ~ Isso é apenas uma solução que me ocorreu momentaneamente. Eu poderia ter moldado pelo menos umas trinta situações diferentes ao qual poderiam abolir a escravidão. Eu não ligava nem um pouco para os humanos daquela ilha ou muito menos para a revolução ou reino, tudo que me importava era servir a Deusa da Morte e matar Byakushi. Todavia, confesso que prolonguei demais minha sugestão. Era tão... simplório o objetivo deles. Poderia até estar rindo exaltadamente, se fosse do meu feitio é claro. Mas era cômico ver seres batalhando por tão pouco, enquanto eu viso algo tão grandioso. Almejo algo tão grande exatamente por ser o escolhido da Deusa, talvez por isso esteja simplificando demais o objetivo da revolução.

~ Enfim! Pense nessa tática, formule mais dez, tudo que precisa fazer é assumir riscos para alcançar seu objetivo. Completaria ao dar alguns passos para frene enquanto refletia sobre a situação. ~ Hmm. Agora que James levou o mapa da ilha, seria bom possuir conhecimento do território, por acaso existe algum especialista em geografia? Seria útil possuir tal capacidade, se quiser me devolver o favor de que prestei agora. Proferiria ao cruzar meus braços de forma pensativa. Não pude determinar a distância entre as cidades no mapa e isso prejudicou nossa vinda, apesar de que tal situação me levou a conhecer Luthien e ainda ganhar o presente de minha Amada. Olhava para minhas mãos, cobertas pelo par de manopla, enquanto ouviria a resposta de Husani.



HISTÓRICO


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Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 06/10


Ganhos: Roupas;

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NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.






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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptySeg 28 Jan 2019, 20:58


Crimson Ghost

Your Grace



Aquela sensação antiga e familiar me tomava novamente. O sangue escorria aos poucos em minha pele me enchendo com um misto de repugna e de alívio. Os corpos misturados à lama se destacavam, assim como o pavor entre os escravos que imaginavam ser os próximos. A proximidade da mulher me fazia semicerrar os olhos, encarando-a com atenção enquanto suas palavras saíam de sua boca, assim como a queda de sua máscara. Os escravos já me davam uma pista do que se tratava, me fazendo erguer uma de minhas sobrancelhas em surpresa. Shido prosseguia com a primeira pergunta óbvia, afinal era realmente intrigante o fato da rainha daquele reino ser capaz de cometer um ato tão selvagem para com os nobres de sua mesma laia. Isso significava, porém, que ela não era como os demais... Mas seria confiável?

Os passos me faziam sair enfim do lugar, rodeando a misteriosa rainha enquanto ouvia sua voz ecoando pelo lugar. Meus olhos passavam pelos corpos dos nobres um por um, atentando-me à um tórax ainda respirando para finalizar qualquer serviço inacabado. - Então uma Nefertari dizendo que os Nefertari precisam acabar? Sabe o que isso significa pra você, né? - Com a faca suja de sangue, apontaria para ela a distância, deixando claro que se fosse para que os membros de sua família perecessem, ela também precisava ir junto. O fim de uma linhagem real só acabava de fato quando o último sangue azul era derramado. Sobrar um era deixar a esperança se manter viva.

Shido continuava com os seus devaneios, falando por mim tudo o que eu estava poupando de gastar de saliva. A Rosa Negra, de fato, parecia ser um mistério para a rainha, mesmo tendo ficado tão perto de dois assassinos no mesmo dia. - Um exército só aumentam as chances de existir um assassino infiltrado entre nós. Se formos utilizar as forças alabastianas, será para combates em massa, não para o trabalho sujo que planejo. - Explicaria. Dentro de um exército poderiam haver vários assassinos infiltrados por anos dentro da guarda real, me deixando desconfortável a ideia de trabalhar com um número tão grande de guerreiros que eu desconhecia e desconfiava.

Com a pergunta final dirigida a mim, colocaria a mão em minha face e retiraria a máscara, encaixando-a em meu peito para que a lama a absorvesse no meu inventário infinito. - Você não tem como saber. Seu maior acerto é não confiar em ninguém, mesmo que as chances pareçam favoráveis. Sou Aaron DeWitt, membro das Calamidades. - Meu nome ainda não era tão famoso, tampouco era reconhecido naquela ilha, mas talvez fosse o suficiente para que ela entendesse que eu era um pirata. E não me preocuparia se ela estaria desconfortável em trabalhar com meu bando, pois parecia que ela estava disposta a fazer coisas muito piores pelo seu povo que ela realmente acredita valer a pena lutar.

Enquanto Isis terminava de resgatar os escravos, cogitando um plano para sair dali, Shido oferecia minhas habilidades como uma solução cabível para que tudo ali pudesse ser feito sem problemas. Eu olhava para ele de maneira atravessada, deixando claro meu descontentamento com a ideia. - A próxima vez que oferecer minhas habilidades sem que eu ofereça antes, eu te mato. - A seriedade na voz deixaria claro que eu não estava brincando, dando um longo suspiro antes de aceitar a proposta. - Que seja... Entrem todos. Não garanto que seja confortável, mas é seguro. - Com uma pisada no chão, faria com que lama começasse a ser produzida pela minha panturrilha, fazendo um tapete extenso pela área para servir de entrada a todos que ali estavam. Enquanto os escravos iam entrando, olharia para Isis ainda em dúvida quanto ao plano que tinha em mente. - E qual o plano? Eu até posso conseguir invadir os aposentos reais, mas não garanto que seja fácil. E preciso saber se o que planeja não irá me desviar do caminho. Tenho alguém para resgatar. - O coração dava um aperto em relembrar da Diana. O dia estava tão agitado que sua memória estava guardada até então, me fazendo retomar o verdadeiro motivo daquilo tudo. - Como disse... Apenas interesses em comum. Agora vamos. Teremos uma viagem longa adiante.

Com todos no interior do pântano, deixando Shido e Isis no lado de fora, consultaria à rainha como chegaríamos no castelo real, afinal não fazia ideia da extensão que era Alabasta e os perigos que ela trazia. Precisaríamos de transporte também e, apesar de termos o navio e o waver guardados, não iria arriscar que Shido dirigisse novamente. Escutando o plano da rainha, caminharia para longe da cena do crime antes que mais guardas surgissem, afinal tanto sangue azul espalhado não iria ser ignorado por tanto tempo.



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Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyQua 06 Fev 2019, 00:58



THE CALAMITIES


OFF:
 




Masimos, James e Lut



O garoto interrogado passou algumas informações úteis antes de ser friamente assassinado por James, que nunca teve a real intenção de deixá-lo sair vivo e arriscar que a Rosa Negra descobrisse sobre o que eles agora sabem. A frase sobre “coroar o Conquistador” ainda era muito vaga para que eles arriscassem entender o seu significado, por hora o que Masimos poderia tirar de mais útil do que foi revelado a ele era o fato de que a organização de assassinos se escondia no fundo do mar através de um reino submarino, informação que não foi passada por James anteriormente, talvez tenha se esquecido, talvez tenha julgado desnecessário ou talvez tenha realmente tido a intenção de ocultá-la, mas agora isso pouco importa, até porque tanto ele quanto as outras duas Calamidades não poderiam entrar no mar para adentrar esse reino submerso.

Depois que James se retirou para seguir uma jornada solitária pela ilha em busca da localização do tal Babadon, Masimos usou desse momento para dar sua opinião a Husani sobre os problemas que o reino de Alabasta enfrenta. O tritão deu alguns conselhos para que o Punho Árido, os revolucionários e a realeza chegassem a um acordo para pôr fim à escravidão na ilha, dizendo também as possíveis consequências que isso teria e como ele poderia fazer para lidar com elas ou evitá-las. O líder rebelde permaneceu atento, ouvindo cada palavra dita pelo titã, porém ele não demonstrava em sua face estar realmente concordando com tudo que o homem-peixe dizia para ele, e ao final do longo discurso da Calamidade, Husani suspirou e deu prosseguimento a sua resposta:

- É verdade que com a morte do rei a ideia de que os três grupos poderiam se aliar torna-se bem evidente, mas depois do que aconteceu na ilha, sinto que a Isis não é mais a mesma garota que eu conheci quando mais jovem… Não consigo mais entrar em contato com ela, ela se recusa a receber qualquer um dos meus homens, inclusive eu. Por mais que sejamos contra a escravidão, não é para aboli-la que nós lutamos, o Punho Árido existe para acabar com a desigualdade entre os ricos e os pobres, para acabar com a riqueza concentrada nas mãos da nobreza. Para isso nós precisamos revolucionar o governo de Alabasta, precisamos dar fim a dinastia Nefertari e colocar no poder alguém que realmente se importa com o povo. - No fim de suas palavras, Husani levantou de sua cadeira, nesse instante bastava olhar para o olho dele para Masimos entender que ele se considerava apto para governar a ilha da maneira correta, porém ele não disse uma sequer palavra, ao invés disso deu meia volta e caminhou até a janela mais próxima, parando para observá-la. - Quando eu nasci, Yuba era uma cidade linda, um verdadeiro oásis dentro desse gigantesco deserto que é Alabasta… Mas isso mudou depois que o rei passou a usar o pó de chuva, no início parecia um milagre poder criar chuva para as demais cidades do reino poderem prosperar como Yuba prosperava, era a igualdade que o povo queria. Só que estávamos enganados, o pó de chuva não cria a chuva do nada, na verdade ele apenas tira a chuva de um lugar e leva para outro, em outras palavras ele rouba a chuva que cairia naturalmente sobre uma cidade. Quando a chuva que era tão frequente em Yuba desapareceu, nós rapidamente percebemos o verdadeiro efeito desse pó, tentamos falar com o rei para que algo fosse feito, mas já era tarde… A nobreza nunca deixaria de ter a sua chuva para devolvê-la para uma cidade tão pequena e insignificante quanto a nossa. Esse foi o estopim para o nascimento do Punho Árido… A escravidão precisa ser abolida porque é obviamente um sistema desumano, mas não é apenas por isso que nós lutamos, Calamidade, seu plano parece o jeito mais diplomático de se lidar com isso, mas enquanto o sistema monárquico se manter o mesmo, o povo de Alabasta nunca estará bem de verdade.

A longa resposta do líder rebelde não levava em consideração todas as consequências citadas por Masimos, por exemplo a intervenção do Governo Mundial que poderia facilmente destruir toda a ilha se assim desejasse fazer, porém ou Husani preferia ignorar essa possibilidade, ou ele confiante o bastante para acreditar que conseguiria de alguma forma combater esse poderio militar se uma verdadeira guerra acontecesse. O tritão poderia se incomodar com fato de que sua tática talvez estivesse sendo ignorada porque talvez o homem de tapa-olho seja na verdade um maldito orgulhoso que no fundo só quer assumir o poder do reino, mas de certa forma não é como se o pirata se importasse com toda essa merda, então para ele pouco importa se a ilha inteira explodir em uma guerra depois que ele estiver fora dela… Ele nem mesmo queria ouvir Husani explicando toda aquela história, mas ao menos serviu para lhe ocupar um pouco do tempo e agora poderia fazer isso tendo umas aulinhas de geografia caso o rebelde tivesse algum estudioso sobre o assunto no local.

- George pode lhe ensinar tudo que quiser saber sobre isso, ele é professor na escola da cidade. - Respondeu Husani apontando para um de seus companheiros para que fosse até George e o trouxesse aqui. Não demorou muito até que o rapaz retornasse com um senhor por volta dos cinquenta anos, cabelos escuros com algumas partes grisalhas e uma barba média com a mesma cor dos cabelos. - George, ensine ao meu convidado tudo que ele quiser saber. Irei organizar nossa saída. A janta ficará pronta em breve. - Então se retirou do local caminhando para fora da sala de reuniões.

- Ok, senhor… Uhm, desculpa, nunca vi um homem-peixe antes. - Disse o professor um pouco impressionado ao ver um tritão pela primeira vez na vida, algo bem fácil de compreender já que só os mais loucos dessa raça iriam ter coragem de se aventurar em uma ilha como Alabasta. - Então, o que gostaria de saber?

Dali para frente seria bastante simples para Masimos adquirir o conhecimento sobre geografia, George era um ótimo professor e mesmo antes de ir buscar os livros de apoio ele já havia conseguido ensinar bastante coisa para o titã usando somente o quadro negro da sala de reuniões. Seria preciso algumas horas de aula para o tritão aprender o básico necessário. George falaria não só sobre a geografia num geral, como também detalharia bastante sobre o território de Alabasta, falando sobre os desertos, o oásis de Yuba, as montanhas ao norte, o rio Shandora e até mesmo as cavernas de cristais que poucos moradores da ilha possuem conhecimento, além de serem tão raras que são poucos aqueles capazes de achar o caminho para elas.

- Você é um ótimo aluno, sr. Howker, não costumo ensinar pessoas tão adultas, talvez seja por isso que estou tão impressionado. - Diria o professor ao final da aula. - Pode ficar com os livros se desejar, talvez ajude a implementar seus estudos quando estiver com mais tempo para ler. - Ofereceu George os dois livros usados para dar essa aula, um maior e mais detalhados sobre geografia básica, e um outro, feito por ele mesmo, sobre a geografia local de Alabasta.

O tempo havia passado voando, mas o sol ainda não havia retornado para o céu alabastiano, o que ainda deixa o tritão com a oportunidade de decidir o que pretende fazer durante a noite, descansar e sair pela manhã em uma jornada de exploração ou fazer isso agora para aproveitar o clima mais tranquilo? Desde que se mantivesse energizado com uma boa comida, o sono não seria um problema por agora, mas sem saber exatamente para onde ir ou onde seus companheiros estão, como Masimos poderia escolher o que fazer?

OFF:
 




Aaron e Shido



Após a carnificina gerada por Aaron e Shido, o ruivo ficava um pouco desconfiado a respeito daquela que se revelou ser a rainha do reino de Alabasta… Afinal, pra realeza aceitar eliminar aqueles que deveriam estar do seu lado nesse reinado, ela precisava de um motivo bem convincente. Restando apenas os escravos no local, o pirata já poderia começar a deduzir quais eram os planos da rainha, por mais que não parecesse justificar tanto assim a atitude que ele pediu para que o assassino tomasse. Quando a própria Isis, herdeira da família Nefertari, disse que a dinastia de sua família precisava acabar, Aaron não pensou duas vezes em alertá-la que para isso ser realmente possível ela teria que ser eliminada também, não demonstrando qualquer sinal em hesitação em o fazer se fosse isso mesmo que ela queria.

- Tenho um plano a respeito disso… Não precisa se preocupar. - Respondeu ela mostrando-se um pouco nervosa ao sentir a intimidação do rapaz a respeito do assunto. Com o desenrolar da conversa, Aaron dava a sua opinião sobre o exército da rainha, e depois de ouvi-lo, a mulher levou uma mão ao queixo e refletiu por um momento. - Seria difícil até mesmo para mim reconhecer todos os rostos do meu exército, de fato não seria complicado para um desses assassinos se infiltrar. - Quando o ruivo então se revelou ao retirar a máscara, a rainha o fitou rapidamente do pé a cabeça, como se estivesse o analisando, julgando ou qualquer coisa do tipo. - Você parece jovem para já estar nessa vida… seu perfil não condiz com seus atos. Para ter chegado até aqui acredito que deve ter passado por algo bem ruim, consigo entender… - E ao dizer isso, a rainha olhava para todos os corpos ao seu redor, como se quisesse dizer que é mais parecida com Aaron do que possa aparentar.

Enquanto Isis ia até os escravos tentar não só acalmá-los, mas também libertá-los de suas correntes, Shido mencionava que o ruivo poderia ajudá-los a sair dali se usasse seus poderes, porém o pirata não gostou muito da atitude do cientista, ameaçando matá-lo caso voltasse a fazer isso. Apesar de se sentir um pouco intimidado, Shido ao invés de tremer de medo ou algo do gênero, ele riu e ergueu as mãos na altura do peito dizendo com um pouco de deboche:

- Ui, tá bom então, querido, não faço mais. - Disse ele antes de Aaron espalhar sua lama pelo local para absorver a galera. Antes de pular no pântano, Shido ainda deu uma piscadinha para o pirata… quanta audácia.

Com o cientista mergulhando primeiro na lama, os escravos se sentiram mais confortáveis em fazer o mesmo, ainda que alguns estivessem claramente assustados com a situação e outros impressionados a ponto dos olhos brilharem. Isis foi a última a entrar no pântano e permaneceu fora do alcance da lama para poder conversar com Aaron antes de ser absorvida pelo poder dele.

- A essa altura temo pelo que pode ter acontecido no meu palácio em Alubarna, se essa Rosa Negra está atrás de mim, nada impede que eles estejam agindo por lá também… De qualquer forma, estarei disposta a oferecer para vocês moradia em meu castelo, tenho certeza que lá será mais fácil para você adquirir informações sobre essa organização e também conseguirá descansar de maneira adequada. - Sugeriu a rainha esperando a resposta do ruivo antes de mergulhar na sua lama como o restante já havia feito. - Siga para o deserto ao norte… E esteja preparado, a viagem até lá é longa e durante a noite costuma ser absurdamente frio.

Aaron poderia sair de onde estava da maneira que bem preferisse, desde que estivesse atento para fazer isso de maneira furtiva e evitar ser perseguido pelo reforço que chegou tarde demais para salvar os nobres. O pirata também poderia, se tivesse algum interesse, passear pela cidade para comprar alguma coisa ou fazer algum outro tipo de ação, só precisa se lembrar que durante a noite dificilmente encontrará um comércio aberto que não seja um bar. As notícias a respeito do massacre no baile de máscara começavam a se espalhar com velocidade por Nanohana e seria possível ouvir as pessoas cochichando na porta de suas casas ou dentro das tabernas sobre o incidente.

No fim, independente do tempo que Aaron gastasse na cidade fazendo ações extras, ele acabaria por não encontrar nada realmente relevante ou que fizesse valer a pena o tempo gasto ali, por isso tivesse ele parado para falar com alguém ou ido direto para o deserto, pouca diferença faria nas suas informações a respeito da Rosa Negra. De acordo com a rainha, ou qualquer pessoa que pudesse lhe responder isso, a viagem de Nanohana até Alubarna poderia durar mais de doze horas dependendo da velocidade de caminhada, isso se não acabar se perdendo no caminho. Depois de um tempo andando pelas areias geladas, Aaron poderia agradecer que pelo menos não estava fazendo aquele sol de rachar o seu couro cabeludo, porém o frio do deserto era tão intenso que uma simples brisa era capaz de fazer tremer cada fio de cabelo do seu corpo.

- Andando por esse deserto sozinho, parece até que quer facilitar o meu trabalho… Calamidade. - Disse a voz de alguém desconhecido para Aaron, ele estava vindo em sua direção a alguns metros de distância pelo leste, descendo um morro de areia que certamente foi o que o impediu de vê-lo antes. - Onde deixou a rainha? Dentro de você?

Spoiler:
 

O homem que se aproximava tinha cabelos escuros e arrepiados em um penteado diferenciado, porém o que mais chamava atenção nele era a sua máscara pontiaguda, e até onde ele sabe, todo assassino da Rosa Negra que possui um certo grau de respeito na organização, possui também a sua própria máscara. Ele não tinha uma aparência amedrontadora, mas o que foi dito por ele no final era um pouco assustador a princípio, afinal ele acabou de demonstrar um conhecimento das habilidades de Aaron, enquanto o próprio sequer sabe o nome do mascarado a sua frente. O ruivo no entanto não poderia ficar surpreso por muito tempo, já que os dois inimigos que enfrentou saíram vivos para contar sobre seus poderes, não seria surpresa que a essa altura todos os assassinos de rank alto já saibam até mesmo o nome de sua Akuma no Mi.

- Não precisa se preocupar com a chegada de mais assassinos, estou aqui por conta própria… Ninguém vai nos intervir. - Diria ele estalando os dedos em um claro sinal de que estava ali para lutar. - Só a rainha já seria suficiente, mas levando você de brinde eu não só ganho o reconhecimento dele, como também provo minha força… Venha, Calamidade! Seja derrotado por mim e me torne uma Raíz!

Ao final do seu monólogo, o mascarado bateu as duas mãos fechadas uma na outra e depois as abriu para se abaixar e tocar com elas a areia sob seus pés, ambas as ações foram visualmente enfeitadas com feixes de luz azulada que saíam de suas mãos, dando a entender que algo iria acontecer por conta disso. Rapidamente depois de tocar o solo, as areias ao redor de Corvus começaram a se agitar e algo foi se formando na sua frente, parecia ser uma espécie de tridente, foi então que ele agarrou a arma de areia com a sua mão direita e no mesmo instante todo o objeto se tornou negro… Ele estava usando Haki.

- Quero ver o quanto você é bom… Então vamos começar com tudo! - Diria ele provavelmente ignorando perguntas e comentários que pudessem ter sido feitos por Aaron até então. - Soru!

Não há maneira mais fácil de descrever a velocidade em que o mascarado se movimentou do que “em um piscar de olhos”, pois um único instante havia sido suficiente para ele sair de onde estava e aparecer pela lateral de Aaron pronto para lhe perfurar com o tridente na altura das suas costelas. Essa técnica de agilidade já havia sido usada pela loira mascarada que enfrentou junto com Shido, então talvez não fosse surpresa para o ruivo ver alguém fazendo uso dela novamente, porém sempre seria complicado de lidar com movimentações tão rápidas quanto essa.


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyQua 06 Fev 2019, 14:19


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

Conforme ouvirá as palavras do líder do pelotão revolucionário “Punho Árido”, mais compreendia a personalidade do sujeito, devido minhas capacidades analíticas. Sua resposta logo causava-me desapontamento. Confesso que esperava mais de um líder, mas certamente sou único nesse quesito, afinal... sou um visionário que vê muito a frente. Talvez seja deveras esperar de alguém tal determinação. São poucos aqueles que estão dispostos a sacrificar qualquer coisa para possuir êxito em sua ambição.

O revolucionário, Husani, era o típico homem que reclamava do reino, mas ao mesmo tempo não estava disposto a investir com tudo em sua causa, como eu disse: desapontado. Logo com sua resposta emergiu um pensamento quase que instantaneamente. Se o problema era a nobreza e o sistema... porque não simplesmente matar todos?! Pronto! Tudo seria resolvido. Enfim, não que eu me importasse de qualquer forma. É inepto de sua parte ignorar um sábio conselho e principalmente uma analise excepcional como a minha. Contudo, essa ilha realmente me aborrece. Não somente pelo calor, mas também pelo fato de ser uma ilha sem qualquer póstero descente.

Após questionar sobre algum especialista em habilidades geográficas, Husani indicava um humano chamado George para que me instruísse sobre geografia. Não só seria útil em Alabasta, mas como também nas próximas ilhas que eu atracasse.

O humano parecia estar sentindo um misto de sentimentos ao presenciar pela primeira vez um tritão. ~ Hmm. Provável que poucos tritões tivessem ficado muito tempo nessa ilha, já que, o clima é pouco favorável. Respondia ao encarar o humano sem qualquer julgo a sua pessoa. George perguntava-me o que gostaria de saber e lhe respondera de forma clara e objetiva. ~ Geografia! De forma que consiga construir mapas através do reconhecimento das ilhas. E, o que mais puder se aprofundar nesse assunto, não temos muito tempo. Contudo, aprendo rápido. Terminaria de proferir de maneira soberba. Sem delongas prestaria atenção nas instruções do homem de meia idade.

Haviam se passado diversas horas e durante esse tempo obtivera uma notória absorção de informações sobre geografia que levava ao cume da perícia. ~ Devido ao seu tempo dedicado a mim, quando chegar sua hora a Deusa da Morte não esquecerá de sua colaboração. Diria de forma convicta. ~ Ficarei apenas com esse que possui toda a extensão de Alabasta. Diria ao pegar o livro ao qual o humano havia ofertado.

Sairá do recinto ao qual me encontrara e notava que era tarde da noite. ~ Hmm... Expressava estar pensativo ao procurar Luthien ao meu arredor. Seria bom deixar um comunicador para ela. ~ Luthien? Pronunciaria seu nome de maneira que a mesma surgisse de algum lugar. Assim que avistasse mulher-polvo, após calcorrear se necessário pelo local, proferiria. ~ Pegue esse den den mushi. Assim caso ocorra de nos separarmos, por uma situação impremeditada, conseguirei entrar em contato com você. Então não perca de forma algum esse comunicador. Terminaria de explicar ao entregar nas mãos da tritão. ~ Agora vamos comer, pois, precisamos repor as forças. Nossa próxima parada tenho a impressão que será árdua. Voltaria para dentro do local em busca de Husani ao qual havia comentando que iria ocorrer um banquete.

Após ingerir bastante nutrientes, sem qualquer interação com os membros do pelotão de Husani, me levantaria da mesa ou local que estivesse e buscaria falar com o líder revolucionário. ~ Apesar de nossa parceria momentânea, irei para a cidade mais próxima; Rainbase. Caso precisar passar qualquer informação ou vice-versa, basta me contatar pelo den den mushi. Terminaria de indagar ao mostrar meu comunicador e em seguida ouvir sua resposta e sair da base do Punho Árido. ~ Vamos Luthien! Havia refletido que era muito mais sábio caminharmos durante a noite fria que o dia escaldante.

~ Peço desculpas por não a deixar dormir e fazer você peregrinar esse horário, Luthien! Porém, acredito que você entenda que para nós é mais prático seguir a noite. E, a ambição daquele líder revolucionário é muito precária. Não irei mais perder meu tempo naquela cidade. Comentaria com um adendo pessoal com a mulher-polvo. ~ A hora que precisar descansar, avise-me. Terminaria de proferir ao ouvir a mulher enquanto continuaríamos seguir para próxima cidade. Não era nem necessário abrir o livro com o mapa, pois, já havia gravado em minha memória.

Enquanto caminharíamos, não pude evitar o pensamento em ligar para meus aliados e averiguar suas situações. Pegava o comunicador e em seguida buscaria entrar em contato com Bell. Caso o mesmo não atendesse, geraria uma leve sensação de desconforto. ~ Tsch. Não é como se fosse a primeira vez que ele não atende. Mas estava tudo bem, possuía fé no espadachim. Em seguida ligaria para o garoto ruivo esperando que o mesmo atendesse. ~ Aaron? Ao ouvir a voz do jovem e reconhecer, assim como ele também reconheceria a minha sem necessidade de pronunciar meu nome, voltaria a dialogar. ~ Estou seguindo com Luthien para Rainbase! Onde está atualmente? E qual é a situação? Terminaria de questionar para ter em mente o que o garoto estaria envolvido. Logicamente que responderia as perguntas do garoto dentro do possível, caso ele também estivesse interessado a entender a situação no geral.

Precisava saber se a Rosa Negra já estava ciente de nossos avanços, mesmo que eu já desconfiasse demasiadamente que eles já saberiam. De qualquer forma, apesar dos enigmas insurgentes que não fazia muito sentido, também possuíamos informações da organização. Não poderia asseverar que estávamos em pé de igualdade, todavia, já possuíamos o necessário para avançar contra essa maldita corporação e principalmente destruir as falsas calamidades. Byakushi logo sucumbirá perante o único e verdadeiro “Emissário da Morte.”



HISTÓRICO


Posts: 08

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 05/10


Ganhos: Roupas;

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.






OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyTer 12 Fev 2019, 01:45


Crimson Ghost

Loneless



A solidão nunca foi um empecilho para mim, na verdade havia sido uma companhia desejável desde que me conheço por gente. Estar em meio aos corpos e sozinho me dava um certo alívio, mesmo sabendo que existiam dezenas de outras pessoas no interior de meu corpo num estado de dormência, vivendo apenas sob meus desejos. Suspirava insatisfeito, sabendo que eu teria que andar muito para chegar no local desejado, pois infelizmente nenhum dos gênios havia me sugerido algum meio alternativo para cruzar o deserto. Eu poderia pegar o waver e tentar a sorte, mas eu não me sairia melhor do que Shido quando quase quebrou meu pescoço.

Os passos apressados cruzariam a cidade sem cerimônias, deixando os sussurros para trás enquanto eu deixava minhas pegadas na areia. O deserto se destacava na minha frente e me acolhia em seu abraço imenso, desejando por um momento que o Farest estivesse comigo para controlar todos aqueles grãos finos e nos arrastar ao longo do deserto com seus poderes. Desejando que tudo aquilo fosse um gigantesco pântano, eu seguiria viagem com os pés afundando na areia fofa, ouvindo o uivar do vento entre as dunas que me servia de companhia. O frio me dominava, mas me confortava, afinal eu estava mais acostumado ao clima gélido do que aquele calor excessivo e massante. Foi então que uma voz se destacava entre as dunas, indicando que eu estava sendo vigiado.

O olharia de cima a baixo, encarando sua máscara e suspirando em decepção. Mais um dos assassinos, eu sabia que permitir que um deles saísse vivo trairia outro em meu encontro. - Se engana em pensar que estou sozinho. E onde está a mulher de cristal? Os ferimentos foram demais para ela terminar o trabalho? Patético. - Um assassino que deixava um trabalho incompleto para trás já era ruim, mas mandar outro assassino terminar o que não havia conseguido fazer? Era a maior humilhação que eu já havia visto para um Rosa Negra. Sua proximidade e falácias indicava que queria a rainha, mas que aparentemente seu "superior" ficaria contente com a minha captura também, me fazendo compreender de que havia chego em seus ouvidos que a cria de Vlad havia ficado com vida. Eu amaria ver o sermão que Virtuoso tomaria de seus superiores.

E o mesmo demonstrava sua intenção ao puxar um tridente a partir da areia, enegrecendo ele com uma energia familiar para mim. Na mesma medida que o tridente se formava a partir dos grãos, as minhas adagas surgiriam entre os dedos e se firmariam em minhas mãos, tornando-se negras da mesma maneira para indicar que não estava brincando. - Então vam... - Antes da conclusão de minha fala, o assassino já estaria colado em mim pronto para desferir seu tridente em minhas costelas. Meu primeiro pensamento era de que não haveria tempo para esquivar, portanto eu seria atingido de qualquer maneira. A questão era como eu seria atingido.

Pensando tão rápido quanto os passos do homem, faria surgir no local de minhas costelas a barriga de Zomari ou Samiro, servindo como alvo fácil para que as pontas do tridente adentrassem sua carne morta. Após receber através do meu escudo de carne, eu drenaria a barriga do defunto de volta para o meu corpo, de modo a tentar puxar o tridente junto e fazer o assassino se aproximar. Com a mão equivalente ao lado das costelas onde seriam atingidas, eu seguraria o cabo do tridente enquanto a outra mão viria com um golpe descendente, como uma patada de urso bem no topo da cabeça do mesmo, tentando estocar as adagas em sua maldita máscara de osso.

Seria perigoso manter sua arma tão próxima e, como a arma era feita de areia, não me surpreenderia caso ela se desfizesse. Se o assassino se afastasse em esquiva do meu contra-ataque, eu utilizaria do geppou para que o solo de areia não interferisse nos meus movimentos, me aproximando de Corvus no instante em que ele parasse seu movimento super rápido. Se ele queria uma competição de velocidade, desafiou a Calamidade errada. Utilizando de um jogo de pés, eu interceptaria o movimento do assassino e, com a minha baixa estatura, subiria com as adagas diretamente contra seu estômago numa espécie de soco ascendente, tentando rasgar-lhe o tórax antes que ele pudesse utilizar do soru novamente. Eu sabia que a técnica o permitia se mover absurdamente rápido, mas não significa que seu poder de reação também era equivalente.

Com o corpo ainda aquecido com a carnificina na cidade anterior, meu instinto assassino estaria a mil para acabar com aquele combate na mesma velocidade que ele se iniciou. A prioridade seria sempre interceptar Corvus antes que ele pudesse utilizar de seu soru novamente, abusando do geppou para que o solo arenoso não me fizesse vacilar durante as passadas. Percebendo um golpe direcionado a mim, eu rapidamente me jogaria pelo chão com um rolamento, tentando me afastar e contornar a situação, mas percebendo ser tarde demais para um movimento mais complexo, eu tentaria dobrar o meu corpo lamacento para que o golpe passasse diretamente por mim ou então colocar um outro escudo de carne na frente para ser alvo.

Tendo as minhas adagas também enegrecidas, eu focaria em golpes traiçoeiros e extremamente letais, pois qualquer golpe atingido deveria servir para causar extremo dano. Nos momentos em que meus pés tocassem o chão, faria com que a lama absorvesse um pouco de areia para dentro do meu corpo, continuando com a movimentação até que pudesse utilizá-la de maneira inteligente. Avançaria rapidamente na direção de Corvus e faria uma rápida esquiva de seu golpe que fosse direcionado em mim, me jogando próximo aos seus pés para subir com o corpo com a lâmina próxima ao corpo, tentando cortá-lo ao meio num golpe diagonal na altura de sua cintura.

Durante as movimentações ágeis ao redor do mesmo, largaria discretamente uma poça de lama no chão durante uma de minhas passadas para então liberar Shido de dentro de meu corpo. Atrairia a atenção de Corvus para mim, deixando-o de costas para quando o cientista surgisse, que com certeza entenderia a situação e agiria em meu benefício. Tendo Shido como suporte à distância, além do fato do ataque de oportunidade que eu havia induzido, esperava que Corvus recebesse um dano irreversível logo de início, pois assim poderia facilitar o jogo. E apesar dele ter confirmado que estava sozinho, eu havia deixado claro que era tolice imaginar que eu também estava... Eu faria com que ele se lembrasse disso da pior maneira.



HISTÓRICO

Posts: 7

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Feitos:
- Assassinato de vários nobres num leilão de escravos;


Localização: 6ª Rota - Alabasta




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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 3 EmptyQui 14 Fev 2019, 10:05



THE CALAMITIES





Aaron e Shido



Apesar de caminhar sozinho no deserto, isso não durou muito tempo já que o Fantasma Escarlate logo recebeu a ilustre presença de um outro assassino da Rosa Negra, e era um que usava máscara diferenciada, o que era esperado que não fosse um membro qualquer dentro da organização. Logo de cara, Aaron o questionava sobre a loira que havia fugido de sua batalha anterior, sentindo um nojo ainda maior pela Rosa Negra por deixarem essa cena deplorável acontecer onde precisam enviar um segundo assassino para terminar o serviço do primeiro. Ao ouvir tal pergunta, Corvus arqueou as sobrancelhas e deu uma rápida gargalhada.

- Mulher de cristal? Está falando da Serena? Não faço ideia do que possa ter acontecido entre vocês, como disse, minha presença aqui é completamente independente… - Respondeu de maneira a tentar explicar que não estava ali porque foi enviado por alguém.

Depois dessa introdução, Corvus produzia sua arma de areia e partia para cima de Aaron atacando-lhe com uma tentativa de perfuração usando o seu tridente. Por conta da técnica de velocidade do assassino, Aaron já sabia que seria difícil para suas pernas reagirem na mesma velocidade para se esquivar do ataque, portanto seus reflexos agiram de uma maneira diferente ao expelir pelas suas costelas a barriga do cadáver de Samiro que acabaria por servir como um escudo de carne.

Por um instante, Corvus veio a achar que havia conseguido perfurar o corpo de Aaron, mas acabou sendo surpreendido no segundo seguinte quando o ruivo absorveu Samiro de volta para o seu pântano e assim puxou também o tridente do assassino, desestabilizando sua postura de batalha. Por conta do Haki encorpado no tridente, o pirata não poderia sugar também a arma do seu inimigo, mas ao menos serviu como um distrativo para seu movimento de ataque que viria a seguir. Agarrando a arma de areia do oponente com sua mão mais próxima, Aaron limitaria Corvus a fazer uso dela durante a sua ação ofensiva que seria um corte de cima para baixo tentando cravar suas adagas na máscara do assassino, porém este conseguiu interceptar a descida das lâminas segurando o pulso da Calamidade com a sua mão livre.

- Uh, gostei da sua criatividade. - Elogiou ele antes de dar seguimento ao seu próximo movimento.

Aaron estava certo quando pensou que a arma de areia poderia se desfazer, assim que o tridente se esfarelou em grãos e voltou a se misturar com o deserto, Corvus aplicou um chute na barriga do ruivo, não era um chute poderoso ou perigoso, seu intuito era apenas usar isso para afastar o pirata ao mesmo tempo que pegava impulso para recuar. O chute deveria ter sido mais forte se fosse da intenção do assassino conseguir tempo para se recompor, algo que Aaron não daria a ele, já começando a partir para cima dele fazendo uso do seu geppou para ganhar agilidade no terreno arenoso. Rapidamente o Fantasma Escarlate conseguiu alcançar Corvus e então desferiu contra ele um corte de baixo para cima que se o atingisse iria rasgá-lo da barriga ao tórax, porém o mascarado agiu rápido ao dar um mortal para trás e encostar uma das suas mãos no chão, outra vez aquele brilho veio a ser produzido e então uma parede sólida de areia emergiu entre ele e Aaron, fazendo com que a Calamidade atingisse isso ao invés dele.

- Hoje não, rapaz! - Gritou o assassino falador.

A parede rapidamente iria se desfazer depois de ser destruída pelo ataque do pirata, o grande porém disso é que a construção de areia não serviu apenas para defender Corvus, como também agiu como um bloqueio da visão de Aaron para onde ele estava, surgindo no meio dos farelos da parede que havia criado, o assassino atacou o ruivo usando uma nova arma, dessa vez uma lança de areia revestida com o negro do seu Haki. Seria um golpe perigoso de se tomar, mas Aaron passou longe de ser atingido por isso, rodando com velocidade no chão para desviar da estocada e em seguida avançando contra ele para realizar o seu movimento de ataque.

Dali por diante a batalha se mostraria equilibrada, Corvus conseguindo bloquear ou se esquivar das ofensivas da Calamidade, e Aaron conseguindo se esquivar ou bloquear das ofensivas da Pétala. Em meio aos seus movimentos, o ruivo faria com que Shido fosse expelido para fora do seu corpo através de uma poça de lama, e por estar claramente no meio de uma batalha, o cientista não teria dificuldade alguma em entender o que precisava fazer nessa situação, já erguendo seu arco de energia e se preparando para disparar contra as costas do assassino.

- Ora, ora, boa tentativa, Calamidade... - Diria ele pouco tempo antes de usar o seu soru para se reposicionar alguns metros de distância e assim fazer com que Shido perdesse a mira do seu ataque. - Mas não pense que é só você que pode trazer convidados para essa festa. - Então suas mãos voltaram a produzir aquele brilho azulado e ele bateu ambas no solo arenoso, fazendo com que a luz se espalhasse rapidamente muitos metros ao redor dele.

Caso Aaron não fosse do tipo que gosta de esperar e resolvessem atacar nesse momento, quando entrasse no círculo de energia sua perna seria agarrada por uma mão de areia que vinha do chão, mas não seria trabalho para a Calamidade se livrar dela e ficar livre, principalmente porque seu corpo lamacento conseguia atravessá-la. Também seria válida a opção de ser mais calculista e pedir para Shido fazer o ataque do lado de fora da zona brilhante, só que a flecha de energia do cientista seria bloqueada por um corpo humanoide que também estaria se erguendo do chão.

Entre esses momentos seria quando Masimos faria a ligação para o Den Den Mushi de Aaron, que poderia muito bem ignorá-lo ou atendê-lo para dar uma resposta explicativa do que estava fazendo se não fosse lhe atrapalhar de alguma forma.

De qualquer forma, não seria necessário muito mais que dez segundos para que a habilidade de Corvus tivesse êxito e os bonecos de areia se levantassem ao seu redor como um exército de quase 20 soldados. Todos os bonecos tinham um corpo humanoide e a cabeça com o formato parecido com a máscara de seu criador, visto que eles não eram negros, Aaron poderia deduzir que nenhum deles estavam usando Haki, mas ainda assim isso não significava que eles não poderiam atrapalhá-lo de outras maneiras durante o combate.

- Apreciem a beleza de um maravilhoso trabalho artesanal! - Bradou ele voltando a ficar de pé e abrindo os braços para exaltar sua criação. - Vão, meus soldados! - E dada a ordem, os bonecos de areia correram na direção da dupla Aaron e Shido.

- Uh, são rápidos! - Comentou o cientista logo que viu a agilidade que os soldados se moviam. - Mas vamos ver se são resistentes! - Exclamou erguendo seu arco na direção de um dos bonecos e disparando uma flecha de energia bem na cabeça dele.

A princípio pareceu ser um ataque bem efetivo de Shido, o soldado caiu no chão por conta do impacto, mas logo depois começou a absorver a areia do solo e sua cabeça foi reconstruída, permitindo que ele continuasse a avançar com a sua forma completa. Com isso já era possível deduzir que enquanto Corvus estivesse consciente, seus bonecos de areia continuariam se regenerando e talvez até aumentando a quantidade. Por mais que fossem meros peões nesse combate de batalha, a presença deles era suficiente para atrapalhar a dupla, pois em questão de força dificilmente algum dos dois sairia em desvantagem contra um desses. O problema maior está talvez na desvantagem numérica, pois por mais fraco que sejam individualmente, juntos pode ser que tenham o necessário para enterrá-los.

- Eu posso cuidar dos bonecos, te dou cobertura, cuide do artesão! - Sugeriria Shido caso Aaron já não tivesse feito isso ou quem sabe sugerido um plano melhor. Agora com o poder do adversário ficando cada vez mais claro, talvez o ruivo tivesse mais liberdade para atacar.




Masimos e Luthiem



Depois da aula intensiva sobre geografia, Masimos dizia ao seu professor, George, que a Deusa iria se lembrar disso um dia e então ele seria recompensado de alguma forma por tê-lo ajudado, ainda que o rosto do senhorzinho não demonstrasse muito conforto em ser gratificado por uma entidade da morte. George ofereceu à Masimos alguns livros que pudessem lhe ajudar daqui para frente nos estudos, mas o tritão optou por ficar apenas com aquele que falava sobre Alabasta. Quando saiu da sala de reuniões onde esteve estudando a perícia, o titã achou que seria uma boa ideia dar a sua nova aliada, Luthiem, um Den Den Mushi, pois assim poderiam se comunicar caso algo acontecesse. Ao receber o presente, a tritão-polvo sorriu em gratidão e fez uma breve reverência àquele que entitula como mestre.

- Fico contente que me oferecido isso. Estive prestando atenção na sua aula com aquele professor, e embora eu não tenha tido a capacidade de entender tão bem quanto você, não pude deixar de me interessar pelo assunto das tais cavernas de cristais que ele mencionou… Sinto de alguma forma que elas podem estar escondendo algo. - Comentou ela enquanto guardava o seu comunicador em um dos bolsos de suas vestes. - Por isso, mestre, se me permitir, gostaria de sair em procura dessas cavernas e trazer para o senhor as informações adquiridas a respeito. Claro, se achar que estou fazendo um trabalho desnecessário eu abandonarei por completo essa ideia e seguirei ao seu lado para onde desejar. - Independente da resposta dada pelo tritão, ele falaria sobre terem que comer, o que significava que concordando ou não com a ideia de Luthiem, o próximo destino dos dois seria a cozinha, por isso ela apenas concordou com a cabeça e o acompanhou até lá. - Certo, obrigada, mestre.

A mesa de jantar dos rebeldes não era a mais farta de todas, não havia cortes nobres de carne, inclusive as opções de carnes variava entre répteis do deserto ou peixes, podendo ser tanto de água doce retirados do lago de Yuba e do rio Shandora ou de água salgada pescados no litoral da ilha. Para acompanhar eles teriam vários tipos de grãos cozidos à disposição e alguns pães bem finos e circulares que muitos na mesa de jantar usavam como um tipo de prato, embrulhando toda a comida no pão e devorando os alimentos todos juntos. Gostar ou não do sabor da comida era relativo, mas era inegável que era uma refeição bastante seca, não possuindo na receita deles algum molho para trazer mais sabor ao prato, mas visto que tinham pouco recurso a disposição era difícil cobrar algo do gênero e pelo menos havia água para molhar a boca.

- Tudo bem, entrarei contato caso algo aconteça ou se descobrirmos alguma coisa. - Respondeu Husani quando Masimos disse que iria se retirar para Rainbase. - Não sei se Rainbase é a cidade certa para você ir, não vejo como poderia encontrar algo de útil naquele covil de cobras que vestem ouro… Mas se a tal Rosa Negra estiver mesmo espalhada pelo reino, provavelmente encontrará algum deles por lá. Boa sorte, Calamidade.

Quando fossem se retirar da base do Punho Árido, Luthiem abasteceria suas garrafas de água para poder enfrentar o sol do deserto assim que este voltasse, algo que o titã também poderia fazer se achasse necessário manter sua cabaça sempre cheia. Feito isso e estando de barriga cheia, a dupla poderia partir sem problemas para seus destinos, sendo que no caso da tritão-polvo, se Masimos tivesse concordado com a sugestão dela, ela seguiria para um caminho diferente em direção às montanhas para procurar pelas tais cavernas de cristais.

Seja o que for decidido para Luthiem, isso não muda o que o capitão das Calamidades faria em seguida, ligar para seus companheiros e verificar como está o estado deles, afinal já faz um bom tempo que nenhum deles entra em contato com ele. Primeiro o tritão tentou falar com seu navegador, mas Bell não atendeu a sua chamada e muito menos a retornou, levando-o a ficar um pouco incomodado, porém não surpreso com o ocorrido. Em seguida tentaria contato com Aaron, que nesse exato momento estaria travando uma árdua batalha no deserto do outro lado do rio Shandora, portanto seria difícil para ele atender essa chamada, ainda assim não seria impossível que ela fosse atendida e Masimos pudesse explicar para onde estava indo.

Pulando toda essa parte e avançando algumas horas para o futuro quando o sol escaldante de Alabasta já estivesse outra vez queimando sua pele, chegaria um momento onde o tritão com sua visão privilegiada já poderia começar a visualizar as luxuosas construções de Rainbase no fundo do horizonte. Caso Luthiem tivesse tido a permissão de fazer a sua missão individual, ela teria optado em ir nadando pelo rio, assim chegaria no norte da ilha com mais velocidade e ainda evitaria o calor do deserto, algo que Masimos também poderia fazer se não tivesse se tornado um usuário de Akuma no Mi. Se a tritão-polvo continuasse ao lado da Calamidade, bem, isso não iria interferir em nada na caminhada até a cidade ao norte da ilha, exceto que o tritão-carpa teria uma companhia para conversar durante a viagem.

Ainda antes de alcançar a entrada de Rainbase, Masimos já poderia começar a pensar no que faria primeiro na cidade, talvez fazer mais uma refeição ou quem sabe até comprar vestes mais adequadas ao seu estilo ao invés das roupas de um desconhecido. Em todo caso, seus pensamentos rapidamente seriam ocupados quando sua visão aguçada lhe desse a imagem de três homens suspeitos conversando próximos da entrada da cidade. Eles pareciam suspeitos por conta de suas vestes negras e o capuz que ocultava suas faces, antes que pudesse chegar perto o bastante para ouvir o que eles estavam falando, o trio se dividiu e cada um seguiu para uma direção, dois deles seguindo de volta para Rainbase, enquanto o terceiro caminhou isolado em direção ao leste.

Havia uma grande possibilidade dos três encapuzados serem assassinos da Rosa Negra, portanto não seria uma surpresa o tritão decidir ir atrás de algum deles, principalmente daquele que seguiu sozinho para o leste, isolando-se do restante da cidade, o que praticamente deixava muito mais fácil para Masimos pará-lo e interrogá-lo onde ninguém mais estava vendo. Porém não pode ser descartada a opção dele escolher perseguir algum dos outros dois que se misturou aos cidadãos, pois quem sabe assim o tritão não acabasse descobrindo o que eles estariam procurando ali.




Em algum lugar no oceano



Um homem estava sozinho caminhando por um corredor escuro. O sujeito andava de um jeito diferente, havia uma certa elegância na maneira em que ele dava os seus passos. Ele aparentava estar usando uma máscara e em sua cintura estavam presas algumas variedades de armas de fogo e explosivos. Com a sua mão direita ele girava uma pistola branca, enquanto sua mão esquerda estava encostada em uma das armas em sua cintura. Ao adentrar o salão no fim do corredor, o homem fez uma reverência àquele que estava sentado no trono logo adiante, um cenário já bastante conhecido entre nós por ser o local onde o Conquistador apareceu uma outra vez.

- É sempre uma honra estar diante de ti, milorde. - Pronunciou o sujeito com uma voz serena e de maneira muito educada ao fazer a sua reverência. Logo depois disso ele continuou a se aproximar do Conquistador para poder ter um diálogo mais próximo. - Acredito que algo sério deve ter acontecido para que minha presença tenha sido requisitada tão repentinamente. - Então, pouco depois de proferir tais palavras, o ar ao redor do homem mascarado deu uma leve distorcida e todo seu corpo foi forçado a cair de joelhos no chão diante da pressão que foi exercida sobre seu corpo. Parecia ser torturante para ele estar no meio disso, soltando um leve gemido de dor e apresentando uma respiração ofegante em poucos segundos sobre esse efeito. O homem de cabelos prateados próximo ao Conquistador abriu um leve sorriso ao ver a cena. - Majestade… Por favor…

- Meu querido Lúcifer… É inadmissível que alguém na sua atual posição tenha deixado um serviço incompleto... James Darrell ainda está vivo! - Falou o Conquistador com um tom de voz um pouco mais rígido do que o que ele normalmente usa.

- Isso é impossível! Ninguém seria capaz de sobreviver àquilo… Foi uma morte magnífica. - Respondeu o mascarado ainda fraquejando diante da pressão que estava sendo de alguma forma exercida sobre ele.

- Não, não foi, Darell continua andando por aí, e pior, ele está trazendo pragas para atacar nosso jardim. Termine o que deveria ter feito, ou irá descobrir da pior maneira possível como um jardineiro faz para arrancar uma raiz. - E ao final de suas palavras, a aura sobre o assassino com o título de Lúcifer se desfez e ele pode finalmente voltar a respirar com tranquilidade e se reerguer.

- Peço desculpas pela minha falha, milorde, irei agora mesmo resolver esse problema… Não voltará a se repetir. - Disse ele já se preparando para partir de volta para a escuridão do corredor de onde veio.

- Espere… Tem mais uma coisa. Dentre as pragas de Darell há um garoto, se me lembro bem você deveria ter cuidado dele há um tempo atrás… - Comentou o Conquistador com a dúvida presente em sua voz. O mascarado soltou uma leve risada ao ouvir a respeito.

- Huhuhu, oh, não se preocupe com esse aí, farei o espetáculo dele muito em breve… Sua morte será a minha obra-prima!

Spoiler:
 


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