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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

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MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:13

Relembrando a primeira mensagem :

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptySab 18 Abr 2020, 15:43



THE CALAMITIES


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O Demônio Vermelho - Post 4




Bell Farest



A sagrada pausa para o cigarro era respeitada por Bell que acabou fazendo o mesmo que seu adversário e também sacou do bolso o seu item de fumo. Logo de cara a conversa andou de maneira a deixar a Calamidade com algumas dúvidas, principalmente quando Rak’ash mencionou o que havia chegado até aqui porque recebeu uma mensagem “dela”, e isso fez Bell perguntar se ele estava se referindo a mesma Deusa que Masimos frequentemente tinha contato. Diante dessa pergunta, o Demônio Vermelho soltou uma leve risada.

- Estou falando de Guerra, meu caro… A nossa deusa. - Agora já na metade do seu cigarro, as conversas ficavam ainda mais profundas no assunto e consequentemente deixavam Bell com mais dúvidas em sua cabeça, porém nada do que ouvia Rak’ash dizer pareciam lhe convencer de qualquer coisa, na verdade tinham o efeito contrário e deixavam-no apenas mais decepcionado e irritado com o seu parente Farest. - Guerra, fome, peste, no fim todas elas resultam na mesma coisa: morte. Quando o Conquistador concluir seu objetivo nós reinaremos no que restou do mundo, e não entenda errado, Lâmina Demoníaca, nós não somos membros da Rosa Negra, não somos peões do Conquistador, nós somos sócios. A vitória dele é tudo que as Calamidades é também a vitória das Calamidades, e para perceber isso basta abandonar o orgulho. Ir contra o Conquistador é ir contra um poderoso aliado em um mundo onde todos estão contra nós. - E aqui a última tragada do seu cigarro foi dada e tudo que restou foi o filtro que ele veio a jogar na areia do deserto. - Mas de nada adianta te explicar isso, se te matarei em breve, não concorda?

Assim que voltou a empunhar as espadas vermelhas uma em cada mão, algo de estranho começou a acontecer com o corpo Rak’Ash, mais especificamente a pele de seus braços começou a criar ondas como se estivessem bombeando algo dentro de seu corpo. Como consequência disso, sua cor começou a ficar ligeiramente mais avermelhada, dando ainda mais ênfase a sua alcunha de Demônio Vermelho. Tudo isso aconteceu em questão de poucos segundos, permitindo que Bell já se preparasse para um ataque, porém o que ele não estava esperando é o tamanho da velocidade que seu oponente ganharia ao ativar essa técnica.

- Adrenaline Bomb! - Anunciou antes de acelerar em um impulso que fazia a areia do trajeto ser jogada metros para cima. Pego de surpresa por esse ganho absurdo de velocidade, o reflexo de Bell foi saltar para trás, porém foi exatamente aí que o ruivo apareceu para lhe aplicar um corte horizontal em suas costas. O primeiro dano sério do combate foi causado e se não fosse a ação do faraó do deserto em usar a areia para empurrar seu oponente e lhe dar a chance de se recuperar e pensar melhor no que fazer em seguida. - Akatoryuu… - Começou o espadachim vermelho a dizer, já indicando que em breve ele executaria uma técnica e buffado com toda essa adrenalina, era difícil dizer como seria o seu ataque e principalmente de onde ele viria. - Gun no Zenmetsu! (Aniquilador de Exércitos)

A maneira mais simples de descrever esse golpe é como um corte horizontal básico feito em linha reta, porém aplicando a força e a velocidade de Rak’ash isso faz o poder de destruição e alcance dessa habilidade se tornar muito maior. A técnica seria utilizada quando o ruivo surgisse na frente de Bell outra vez, dando mais um dash veloz para diminuir a distância entre eles e com uma de suas espadas enegrecidas pelo seu Haki, ele aplicaria esse corte que se estenderia por mais alguns metros a frente e até mesmo para os lados. Com a espada da mão esquerda, Rak’ash se manteria atento para aplicar qualquer defesa caso seu oponente conseguisse de alguma forma evitar esse golpe e contra-atacar.

Bell não sabia quanto tempo duraria essa bomba de adrenalina no corpo do seu rival e nem que consequências ela poderia trazer ao usuário, porém se não fosse capaz de lidar com ela durante esse período, então sua sobrevivência se tornaria bem mais difícil e a vitória de Rak’Ash já pode ser declarada agora.

(Segura esse gear second kkk)

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyDom 19 Abr 2020, 17:02

LET´S GET THIS OVER WITH 2
A conversa realmente matava algumas dúvidas que haviam se criado em minha cabeça, Guerra também possui uma Deusa? Interessante, posso dizer que já havia sonhado com isso, mas não imaginei que passasse de nada além disso, um mero sonho. Então parece que devo prestar mais atenção nesses sonhos estranhos que tenho vez ou outra, mas bom, isso não era o mais importante. - Cada um com sua escolha... Não vou dizer que concordo, mas ai é problema seu. Você está apenas sendo usado pelo conquistador, assim como vocês acham que precisam dele, ele com certeza precisará de vocês, ninguém pode fazer tudo sozinho, e serão descartados assim como lixo assim que ele tiver acabado de usar seus poderes. Mas como você disse essa conversa não vai levar a nada, a não ser me deixar com ainda mais raiva de um Farest em especifico. - Diria dando de ombros, sabia que a hora de conversar havia acabado.

Jogava meu cigarro ao chão, vendo Rak'Ash utilizar sua habilidade estranha, uma espécie de boost do seu próprio corpo, agilidade aumentada e talvez mais algumas outras características, de fato assustador, afinal seu combate normal já seria o suficiente para me dar alguns problemas, mas, ainda assim não pestanejei em continuar o combate. Erguer-me-ia esperando a aproximação, o mesmo já havia decretado o ataque e não seria sábio agir sem ver exatamente no que aquilo acarretaria. Mesmo assim começaria a fazer minha preparação, meu corpo passaria a expelir areia por todas as partes, criando o material por todos os poros que me fosse possível no momento, esperando apenas a hora que o Farest se aproximasse para agir, aquela areia, formada como se fosse uma crosta, iria se expandir em formato de espinhos, revestido de Busoshoku em várias direções, não podia dizer ao certo em qual ele viria, mas se me voltasse para atacar todas as possibilidades seria uma maneira mais fácil de me defender e contra-atacar.

Se fosse possível ver a movimentação do rapaz, tentaria me mover para a lateral em uma tentativa de minimizar os danos, levaria meu braço rente a sua lâmina e buscaria prende-la ao meu corpo agarrando com um dos braços, forçando-o a se preocupar com dois pontos de foco, os espinhos e sua espada presa. Só nesse momento, levaria minha espada em um corte horizontal que primeiramente seria direcionado ao seu ombro, em seguida o golpe se transformaria em um ataque em Z, já a segunda parte do golpe direcionado ao tórax, uma boa oportunidade que não poderia ser desperdiçada. Assim que finalizasse o golpe me moveria para a lateral acompanhando o corte e levando meu corpo ao chão buscaria um rolamento, em uma tentativa de me afastar do oponente. Durante o combate para golpes diretos, tentaria levar a espada de encontro a sua em bloqueio ou me esquivar para as laterais, para trás ou até mesmo com um salto.

Após o rolamento, levaria a mão ao chão um tanto cansado pelas tentativas de efetivar meus ataques e resistir a poderosa técnica de Rak'Ash, precisaria fazer algo para igualar aquele combate, reduzir suas chances assim como aumentar novamente as minhas. Pensava levando a mão de encontro a areia, é isso... Ergueria uma grande quantidade de areia lançando ao alto e através dos movimento das mãos faria com que aquela areia se movimentasse em volta de nossa localização, buscaria também fazer com que o restante seguisse o mesmo processo, até que fosse o suficiente para erguer uma pequena tempestade de areia local, o suficiente para cobrir nossa volta e tornar sua visão debilitada, algo que não aconteceria comigo, visto que possuía a vantagem de senti-lo movimentar-se sobre meus grãos. Por fim realizaria um corte em Dash em direção de onde sentisse sua localização, apenas para testar a eficiência de meu mais novo truque.

- Acha que só você que possui cartas na manga? Vamos ver se consegue usar bem essa velocidade sem me ver. - Diria sorrindo e desaparecendo em meio a nuvem de areia, apenas caminhando de costas, tentaria no entanto evitar muitos ruídos, afim de não mostrar minha localização atual.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyQua 22 Abr 2020, 20:20



THE CALAMITIES


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A Tempestade de Areia - Post 5




Bell Farest



O Demônio Vermelho era bastante rápido e isso impossibilitou a esquiva perfeita do faraó que recebeu mais um corte, dessa vez na lateral do abdômen. Quando a Falsa Calamidade voltou a atacar com velocidade, a defesa de espinhos o ajudou Bell a reduzir um pouco a força do dano que iria sofrer, mas não impediu Rak’ash de continuar atacando, mesmo que nessa investida ele estivesse se ferindo, ele não parecia se importar desde que conseguisse acertar o alvo.

O motivo disso é que partes feridas do seu corpo acabavam sendo logo em seguida cicatrizadas por uma camada extra de pele avermelhada.  Sentindo-se cada vez mais pressionado pelo oponente, somente evasivas ou seus espinhos não seriam o suficiente, por isso Bell buscou uma maneira de parar uma das armas do outro Farest usando seu próprio braço como um escudo para agarrar a lâmina vermelha, mesmo que isso acabasse ferindo-o.

Após segurar uma das armas do inimigo, Bell usou sua própria espada para cortar Rak’Ash do ombro ao tórax em um movimento em forma de Z, porém esse movimento acabou sendo parado na metade no instante que o ruivo largou sua espada imóvel e criou uma nova para usá-la como bloqueio. Com as lâminas paradas, Rak usou um dos pés para chutar o oponente para longe e criar uma distância. Agora afastados, as feridas do Demônio Vermelho iam aos poucos sendo cicatrizadas por aquela camada rubra, talvez sangue ou quem sabe tecidos extras de pele criados pela sua estranha habilidade. Claro que para alguém que foi decapitado e continuou vivo isso não era nada demais.

Tentando virar o jogo, Bell criou ao redor deles uma tempestade de areia que iria dificultar bastante a movimentação e a visibilidade do seu adversário, além de permitir que ele pudesse sentir a localização do ruivo através dos grãos de areia que estavam voando no cenário. Agora era a hora do Lâmina Demoníaca fazer o seu ataque e mostrar a Rak’Ash que eles não estavam tão distantes assim em questão de força. Com um dash, Bell surgiu para atacar o ruivo, mas este se mostrou eficaz em bloquear e então revidar com a mesma velocidade, algo que talvez acabasse criando um veloz combate de espadas a curta distância, já que Ash não deixaria o rival se afastar com facilidade.

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Ainda sobre o efeito do seu buff, o Demônio Vermelho era capaz de atacar mais vezes do que Bell era capaz de se defender com eficiência, porém devido a tempestade ao redor deles, era perceptível que alguns desses ataques de Rak’ash eram aleatórios e não tão precisos assim. Ele novamente não demonstraria preocupação quanto aos pequenos ferimentos que poderia ganhar com espinhos ou mesmo algum contra-ataque bem encaixado de Bell, quase como se soubesse quais eram os pontos que deveria defender, mesmo que não estivesse enxergando totalmente a direção dos ataques recebidos.

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(Gifs de luta de espada pra dar hype)

No instante que ele percebeu que sua defesa iria falhar e a espada de Bell estava se aproximando demais de feri-lo de uma maneira mais violenta, Rak’ash jogou o corpo para trás e saiu dando cambalhotas na areia para se afastar da Calamidade e consequentemente proteger seu corpo de um dano indesejado. Ainda que a tempestade de areia esteja trazendo resultados favoráveis, ela não garantia 100% de eficácia, já que aparentemente Ash também tem meios secundários de saber a direção dos ataques do adversário. Seria sentidos apurados? Experiência de combate? Ou até mesmo um Haki da Observação já despertado?

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Sua técnica de velocidade estava agora chegando ao fim e os danos que ele havia conseguido causar a Bell eram bem maiores do que aqueles que o faraó foi capaz de causar a ele, mesmo que em teoria o ruivo tenha um número maior deles por conta dos pequenos cortes e perfurações causados pelos espinhos de areia. Ainda que seja o Lâmina Demoníaca o mais ferido, nesse momento era o Demônio Vermelho que estava demonstrando estar mais cansado, o que talvez seja uma abertura boa para Bell avançar para mais ataques… Porém adiantaria de alguma coisa se os ferimentos de Rak’ash sempre se regeneram mesmo quando sua cabeça é cortada? Teria ele algum tipo de limite ou mesmo fraqueza? Seria melhor descobrir isso antes de tentar gastar todas as suas energias em um ataque e fracassar como da última vez.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyQui 23 Abr 2020, 16:49

THIS MEANS WAR


O combate se estendia cada vez mais, sua velocidade sobre-humana não parava de me surpreender, mesmo sem a visão Rak'Ash conseguia pressentir os movimentos ao se aproximarem, isso é o que chamam de Haki da observação? Me questionava, sem ter certeza. Por mais que o atacasse, ele voltava a se regenerar, por mais que tentasse encontrar seu ponto fraco nada podia fazer, esse cara era realmente o oponente mais digno que já enfrentei. Pensava observando a quantidade de feridas em meu corpo, o sangue escorrendo por entre todos meus poros, mais uma vez me encontrava na mesma situação que estava no necrotério, mas agora sabia... Sabia que não seria possível acabar com ele somente com a força bruta, teria que ser esperto, precisava entender qual o verdadeiro poder de sua frota, qual seria o verdadeiro motivo por detrás de sua alcunha de "imortal".

Observava o jovem de cima a baixo tentando identificar alguma brecha, quem sabe usasse um utensílio para garantir seus poderes? Para aumentá-los ao ponto de se tornar imortal? Pouco provável, mas não podia deixar de analisar todas as oportunidades. Quem sabe o coração dele fosse um órgão mais propenso a receber feridas fatais? Bom, precisava testar minhas teorias e quem sabe pensasse em algo mais no meio do caminho. Minhas feridas ardiam, já era difícil de movimentar meu corpo de forma livre, mas a adrenalina me matinha alerta e tentando ignorar a dor que era causada a cada movimentação. Mesmo assim passo a passo me aproximava, cabeça baixa e olhar irritado, ergueria minha cabeça aos poucos olhando nos olhos do imortal, a areia em minha volta daria uma espécie de pausa para observar a cena. - HAHA.... HAHAHHAHAHAAHAAHAHA, JÁ CANSOU? - Diria, apesar de claramente ter sido o maior prejudicado por aquele combate.

Com um movimento das mãos faria que a areia circulasse ainda mais intensamente do que antes, Rak'Ash precisava sentir um pouco da pressão de meus poderes, e agora que estava cansado seria minha chance de descobrir como finalmente matar o desgraçado. Minhas mãos se estenderiam para a lateral criando dois pilares de areia que me acompanhariam em minha investida, rapidamente avançaria em direção ao oponente, meus passos se transformariam em saltos de tamanha sede de sangue, apenas querendo alcança-lo. No entanto quando me aproximasse o suficiente, faria com que os pilares se movessem para lados opostos em uma tentativa de confundi-lo, em seguida faria com que um de cada vez se deslocasse na direção do Farest, o primeiro seguiria tentando faze-lo se movimentar. Nesse momento saltaria buscando a direção em que o mesmo havia, porém um pouco mais para a esquerda, o segundo pilar viria da direita para a esquerda buscando levá-lo ao exato ponto em que estaria me direcionando, um geppou também seria utilizado para facilitar a propulsão.

Meu golpe viria em forma de estocada, visando atingir o seu coração, um golpe preciso torcendo para que atingisse o local alvejado. Porém sabendo como o desgraçado podia ser rápido minha mão esquerda já viria preparada, com os dedos formando uma espécie de garra, seriam enegrecidos através do busoushoku haki, e quase como garras viriam de encontro ao seu peito em uma busca sedenta por seu coração, minha espada nesse momento seria largada ao chão e meu braço restante seria usado para segurar Rak'Ash e impedir que o desgraçado se evadisse. Tentaria retirar o esmagar o seu coração, sem dó nem piedade, movendo meu braço de encontro a quaisquer golpes que tentasse para evitar danos em locais mais cruciais, para chutes buscaria saltar e até mesmo revidar com um empurrão, que serviria como modo de me afastar com o coração em mãos. De uma forma ou de outra buscaria me afasta e mesclar a areia em seguida, se ele possuísse alguma espécie de colar anel ou outro utensilio, no entanto, buscaria levar esse objeto junto comigo em um puxão quando me afastasse.

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Se, no entanto, o que era bem provável, o desgraçado ainda continuasse vivo... - Mas que DESGRAÇA, morra de uma vez e aceite o destino, você nunca será a verdadeira calamidade guerra, a deusa não lhe escolheu. Afirmaria, completamente tomado pela raiva, nesse momento entraria em uma espécie de modo de fúria. Minhas mãos se concentrariam em criar uma sequencia de estruturas de areia, sejam espinhos ou qualquer coisa pontiaguda o suficiente para causar um estado de alerta em Rak'Ash, intensificaria ainda mais a tempestade partindo para cima uma última vez. As estruturas seriam controladas para que atacassem a falsa calamidade de todos os lados, em movimentos de dash se deslocariam, as mesmas utilizariam rotas aleatórias, porém sempre cercando-o e evitando que o mesmo se afastasse. Enquanto isso, buscaria sentir sua presença através da areia circulando em sua volta, a areia em que pisava, as estruturas que o atingisse, mesmo que brevemente, tudo isso seria utilizado como base para meus próximos passos.

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Sempre que pressentisse um momento oportuno, Realizaria Dashs em direção ao alvo, com cortes rápidos, (tramontina) na horizontal, na vertical, na verdade seria mais como uma guilhotina. Todos os meus golpes iriam de encontro a algum de seus membros na tentativa de decepá-lo por completo, se esse fosse o caso com a outra mão agarraria aquele membro, levando-o comigo e assim que estivesse afastado lançaria o mesmo ao chão fazendo com que a areia o cobrisse e enterra-se o suficiente para que se tornasse imóvel. Mesmo que um membro fosse decepado a sequencia de golpes continuaria até que todos os membros do seu corpo estivessem sobre meu controle, ou estivesse cansado demais para continuar a sequencia de golpes. Bom, nesse caso toda areia cairia ao chão, minha respiração rápida indicaria o cansado que estaria sentindo, mas buscaria sempre estar próximo dos membros que estivessem sobre meu controle. - Des... gra... çado. - Diria com um sorriso no rosto, esperando, que se ainda não fosse vitorioso ao menos houvesse desgastado o maldito o bastante.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyDom 26 Abr 2020, 17:17



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O Túmulo do Faraó - Post 6




Bell Farest



Percebendo que seu adversário havia mostrado um certo cansaço depois dos últimos movimentos, Bell começou a analisá-lo com mais calma, tentando achar um ponto fraco que pudesse explorar para vencer esse duelo. Haviam diversas teorias na cabeça do faraó que ele gostaria de tentar, mas só conseguiria chegar perto de uma resposta se arriscasse botá-las em prática. O primeiro alvo de Bell seria o coração de Rak’Ash, apostando que talvez aquele fosse o seu órgão mais frágil e consequentemente a sua fraqueza. Para o avanço, o Lâmina Demoníaca criou dois pilares de areia que iriam auxiliá-lo no seu ímpeto pelo sangue do oponente.

Usando os pilares para atacá-lo de direções diferentes, Bell queria forçar Rak’Ash a se movimentar em defesa, e mesmo cansado lidar com esses ataques de areia não seriam um problema para o Demônio Vermelho, que saltou para trás e para os lados ao mesmo tempo que rebatia os pilares com suas lâminas escarlates e os fazia explodir juntando-se aos grãos da tempestade que os rodeava. Contudo, era mais que certo que tais ataques iniciais eram apenas uma distração para o verdadeiro objetivo de Bell de atingir o coração de Rak’Ash.

Transformando sua mão esquerda em garras negras de Haki, o Lâmina Demoníaca tentou penetrar o peito da Falsa Calamidade e agarrar seu coração, porém no instante que percebeu essa movimentação, Rak’Ash ergueu as sobrancelhas em espanto e moveu seu braço direito (já que estão frente a frente) para a frente do tórax, fazendo com que as garras afiadas de Bell perfurassem seu membro usado como escudo. Notando um certo desespero no movimento do seu adversário que instintivamente usou uma parte do corpo como defesa ao invés de arriscar uma evasiva, Bell não poderia deixar de perder essa oportunidade, portanto largou sua espada e com a mão direita agarrou o segundo braço do ruivo.

Seria nesse instante que o faraó perceberia que encurralou seu oponente, porém ainda não da melhor maneira possível, pois não contava com a ação seguinte de Rak’Ash, que rasgando seu próprio braço direito se libertou das garras negras de Bell e em sequência usou sua espada rubra para cortar o braço esquerdo que havia sido agarrado pelo pirata rival. Completamente livre das mãos do Lâmina Demoníaca, o ruivo saltou com velocidade para trás enquanto o sangue jorrava de seus membros e talvez acabassem dando uma resposta para seu oponente de que tamanho desespero deveria ter um bom motivo. Se fosse realmente imortal, Rak’Ash nunca precisaria recuar.

- AAAAAAAARGGG!! - Reclamou o espadachim caindo de joelhos no chão agora que já havia conseguido saltar para uma distância segura de seu adversário. Nesse momento suas feridas começaram a cicatrizar com aquela camada avermelhada, porém a parte do seu braço esquerdo que havia sido amputada não se regenerou criando um membro novo, ainda assim seu sangue solidificado criou uma espécie de “braço espada”, permitindo que ele continuasse fazendo uso do seu Nitoryuu.

Em uma situação onde Bell estivesse com 100% de suas forças para continuar lutando, essa certamente seria a hora perfeita para ele avançar contra o seu inimigo caído e finalizá-lo sem dó, mas como já havia perdido muito sangue pelas suas feridas e ainda por cima gastando muita energia com suas técnicas de areia, o Lâmina Demoníaca não pode avançar de qualquer jeito para cima de Rak’Ash, precisando usar esse tempo para também recuperar um pouco de fôlego e pensar com mais calma.

O resultado desse cansaço de Bell trazia fim a tempestade de areia, que por sinal ele começava a ter um pouco de dificuldade para manipular aquela que não era a sua própria, ou seja, o cenário favorável do deserto já não era tão útil assim. Com isso, podemos dizer que a batalha está chegando próximo de seu fim, onde ambos os participantes estão ficando esgotados e a beira de serem derrotados. E isso também acabaria se tornando óbvio para eles também quando ambos se encarassem com aqueles olhos rubro-negros do clã Farest, um de frente pro outro, sabiam que um dos dois logo morreria.

- Parece mais atento hoje do que quando nos enfrentamos pela primeira vez, Calamidade… Pelo visto é mais observador do que imaginava. - Disse Rak’Ash enviando ainda mais sangue para sua lâmina na mão direita, fazendo assim com que ela ficasse um pouco maior e mais poderosa. - Mas isso não mudará o resultado dessa batalha… Esse deserto será o seu túmulo como um verdadeiro faraó. - Ele então ergueu sua espada destra e se preparou para avançar, posicionando ambas as lâminas para o que ele já sabia que seria sua última técnica desse duelo. - Akatoryuu…

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Então correndo com velocidade para cima de Bell, que poderia estar fazendo o mesmo ou então esperando-o se aproximar, Rak’Ash agitou suas espadas imbuídas de Haki para realizar seu golpe final. Um corte duplo horizontal com o objetivo de cortar o pescoço e a barriga do seu alvo simultaneamente, e devido a maneira como os cortes foram feitos, seria difícil para Bell achar uma brecha para atingi-lo no peito sem ser de alguma forma ferido também, a menos que por alguma razão acabasse sendo mais rápido na execução de seu ataque ou então tivesse algum outro tipo de estratégia para usar ao invés de arriscar a clássica (e clichê) finalização cara a cara de um duelo de espadachins.

- Dai Saigai!!! (Catástrofe) - E o último corte foi dado.

Bell no próximo post (Prepara o reset):
 

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyTer 28 Abr 2020, 15:29

THIS MEANS WAR


Por mais que meu último golpe houvesse sido, de certa forma, esclarecedor, ainda assim não era o suficiente para acabar com esse combate, Rak'Ash era rápido, sabia que estava sendo posto em perigo no momento em que viu para onde meus golpes estavam se direcionando. Então realmente o coração é seu ponto fraco... Pensava ao ver o mesmo se preocupar tanto com aquela região, podia ver que por mais que seus poderes fossem memoráveis, o mesmo não conseguia criar novos membros ou órgãos, apenas utilizar os mesmos, como foi o caso de sua cabeça no combate passado. Bom, interessante, mas será que já não seria tarde demais? Meu corpo sentia um peso enorme, o sangue escorria para todo lado, meus poderes já não podiam mais controlar as areias daquele enorme deserto que tentei usar a meu favor. Tudo o que restava era nós dois em um combate corpo a corpo, os dois debilitados, seria esse o final que desejava? Provavelmente.

Ao tentar dar uma risada, como forma de comemoração por descobrir a fonte de seus poderes, a mesma se sessava em um acesso de tosses e uma certa quantidade de sangue sendo expulsado de meu pulmão, é minha condição já não era das melhores. Seria aqui minha sepultura? Pensei, mas não poderia aceitar ser derrotado mais uma vez, se isso voltasse a acontecer com certeza não seria capaz de me perdoar, talvez eu mesmo acabasse com esse sofrimento. Balançava a cabeça tentando tirar aqueles pensamentos, meu olhar encarava a areia quase como se tentasse me conformar, mas não conseguia, não, não seria aqui o meu fim. Ergui minha cabeça encarando o Farest enquanto ele terminava suas frases de provocação.

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Minha lâmina escorregava da minha mão aos poucos, e intencionalmente largava-a para encontrar o chão de uma vez por todas. - Você fala demais, e esse será o motivo da sua derrota. - Diria, afinal já não era mais hora de conversar, chegamos até o momento ápice dessa batalha, não para trocar palavras, mas sim para ver qual espada é mais forte. Vendo que o mesmo também não estava utilizando suas lâminas agiria da mesma maneira, transformando meus braços, mais especificamente a areia que eles eram formados em duas lâminas de areia, uma de cada lado. Em um impulso me colocaria em movimento em direção a Rak'Ash, ao que parece o famoso clichê estava prestes a acontecer. Duas espadas de um lado contra duas de outro lado, quem seria o vencedor?

Me aproximando pouco a pouco, no entanto, quando chegasse no último momento levaria meu corpo a lateral lançando-me ao chão, e enquanto estivesse deslizando ergueria flexionaria minhas pernas levando-as ao alto em seguida em uma tentativa de lançar a falsa calamidade ao ar. Em seguida utilizaria de meus braços para rapidamente empurrar-me e me colocar de pé, um salto seria realizado em direção ao imortal. Sabia que aquilo não seria o suficiente para desestabiliza-lo, mas se era para acabar o combate em um clichê de finalização cara a cara, que ao menos fosse do meu jeito, a ideia seria dificultar a defesa e facilitar meu golpe, este que viria logo a seguir. Ambas meus braços, ainda transformados em lâminas, se enegreceriam em Haki e estariam apontados para o peito de Rak'ash... Deixaria então que o Geppou fizesse o resto, impulsionando-me e me dando a velocidade necessária para alcançá-lo em pleno ar, com uma sequência de três estocadas, que visariam evitar as lâminas/braços do rapaz e atingi-lo em meio ao peito.

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Se, no entanto, minha tentativa de levá-lo ao ar não se efetivasse, tentaria ao menos agarrá-lo com as pernas em uma espécie de tesoura, girando-me em seguida com a intensão de levá-lo ao chão, para continuar com a mesma estratégia já citada anteriormente, porém para o lado oposto. Se fosse golpeado enquanto estivesse no chão, buscaria mover-me para as laterais brevemente, enquanto ergueria meus braços em uma tentativa de defesa, através das lâminas de areia. Bom, seja o que deus quiser, ou melhor, o que a deusa quiser.

Meu corpo nesse momento já se estremecia, sem saber o resultado, apesar dos pesares, no entanto podia dizer que dei tudo de mim nesse combate, se realmente é o desejo dos deuses não havia mais nada que pudesse fazer. O filme de minha vida completa já passava em frente aos meus olhos, seria esse o fim? Pensava olhando minhas mãos irem de encontro ao seu destino mais sem saber exatamente até quando estaria consciente, ou melhor , até quando meu corpo aguentaria esse cansaço, afinal... esse talvez fosse meu último golpe, e podia ver que devido as reações neurológicas e físicas, não apenas meu cérebro como o corpo como um todo sabia disso.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptySex 01 Maio 2020, 19:48



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A morte do imortal - Post 7




Bell Farest



Essa é a hora em que se põe um fim ao confronto entre as duas Calamidades Guerra. No deserto de Alabasta os dois espadachins já a beira de seus limites se preparavam para o que seria a última investida da batalha, e a última da vida de ao menos um dos dois. Bell se desfez de sua espada e optou por transformar seus próprios braços em lâminas, assemelhando-se ao que Rak’Ash também havia feito. Dado o avanço do ruivo, o moreno também fez o mesmo, mas este preparado para desviar do ataque adversário deslizando seu corpo na areia e assim fazendo os cortes do imortal errarem o alvo e permitindo ainda que Bell chutasse a Falsa Calamidade de baixo para cima para levá-lo ao ar.

Com o corpo do Demônio Vermelho suspenso, o Lâmina Demoníaca criou a oportunidade que queria para tentar finalizar o seu oponente, mas era certo que isso não seria fácil. Se jogando na direção do ruivo com auxílio do seu geppou, Bell utilizou do Haki para enegrecer suas lâminas e fortalecer seu ataque final. O faraó utilizaria de três estocadas para tentar penetrar o peito de Rak’Ash, contudo a vontade do imortal em manter seu título era muito maior do que se imagina, visto que a primeira das três estocadas foi bloqueada com o braço-lâmina dele.

Feita a primeira defesa, o ruivo girou seu corpo no ar para chutar o estômago de Bell e cessar sua sequência de golpes, permitindo que no meio do processo ele pudesse revidar a altura. A segunda estocada do homem-areia erraria o alvo, perfurando o ombro esquerdo de Rak’Ash, o mesmo do braço-lâmina, enquanto que com sua outra mão disponível o imortal realizou um corte de baixo para cima para que sua espada saísse cortando verticalmente todo o corpo de Bell. Nesse momento a gravidade começaria a levar a dupla novamente para o chão, e com mais um grave ferimento fazendo-o perder ainda mais sangue, a derrota do faraó estava por um triz de se concretizar.

Entretanto, assim como Rak’Ash possui um grande desejo em não morrer, Bell possui uma uma grande vontade em conseguir matá-lo e no instante final dessa batalha a força do ódio do Lâmina Demoníaca foi superior ao legado criado pelo imortal. Com o ombro esquerdo perfurado e o braço direito erguido por ter acabado de atacar, o peito do ruivo se tornou completamente exposto e o faraó ainda tinha um braço disponível para utilizar. Com o restante da energia que ainda tinha, Bell resistiu a uma possível perda de consciência e atacou com sua terceira estocada, mirando de maneira certeira no ponto fraco de seu adversário para pôr de vez um ponto final não apenas nesse duelo, mas também na vida da Falsa Calamidade, superando assim o poder da imortalidade que Rak’Ash carregava.

A lâmina de Bell penetrou o peito do Demônio Vermelho e perfurou seu coração enquanto ambos iam caindo com velocidade de volta para o solo arenoso do deserto de Alabasta. O impacto da queda dos dois fez automaticamente uma cortina de areia se erguer ao redor deles e na medida que essa foi baixando, a cena do Farest vencedor foi ficando cada vez mais clara. Com os longos cabelos escuros soltos ao vento e cobrindo também parte de sua face, Bell estava por cima do corpo de seu oponente derrotado, cravando-lhe uma lâmina no peito como se tivesse acabado de matar um vampiro.

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- Vá… - Disse Rak’Ash cuspindo sangue em seus últimos momentos de vida. - Se foder… - E como não poderia ser diferente, estas foram as palavras finais dele para seu grande rival. Seus olhos escarlates perderam rapidamente o brilho, dando certeza da vitória de Bell Farest e assim declarando-o como a única e verdadeira Calamidade da Guerra.

Extremamente fraco, o faraó estava apoiando seu peso totalmente na sua própria lâmina que aos poucos foi se desfazendo em grãos, logo isso o fez perder o sustento do próprio corpo e consequentemente cair ao lado do cadáver de seu adversário derrotado. O ruivo ainda estava com os olhos abertos, porém sem vida, diferente de Bell que ainda tinha os seus abertos, mas que claramente lutavam para não se fecharem. Depois de perder tanto sangue, era difícil para o espadachim dizer que sua vitória iria durar muito tempo e talvez sua glória acabasse durando apenas alguns segundos. Fechar os olhos aqui poderia significar nunca mais abri-los, mas ele nada poderia fazer para evitar isso.







“Acorde, Bell Farest.”

Em meio a escuridão de sua mente inconsciente, Bell ouviria a voz mista e distorcida daquela entidade ao qual já havia tido contato anteriormente quando também estava a beira da morte. Seria difícil para o espadachim dizer se nesse momento ele estava vivo ou não, mas ao menos ele era capaz de afirmar que não estava dentro da realidade. O cenário onde estava era o mesmo lugar que antes havia tido uma batalha contra essa entidade que possuía os mesmos olhos do clã Farest, porém cobria seu corpo com um manto negro. Caso antes não fosse possível, ao menos agora era fácil dizer que tal ser era ninguém menos que o deus da guerra, ou deusa, já que sua voz mesclava os dois gêneros e era difícil saber como se referir a este.

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“Erga-se, Calamidade.”

E agora com essa segunda fala da entidade, Bell poderia fazer o que foi pedido, percebendo que aqui sua força ainda existia e seus ferimentos haviam desaparecido. O momento era ideal para que o faraó fizesse perguntas a tal ser que ele poderia se questionar se era de fato algo real ou apenas um fruto de sua imaginação. Tudo dependeria do quão cético ou crente Bell poderia ser, ou quem sabe o quão louco ou são sua mente ainda é. Entretanto, independente das perguntas que a Calamidade fizesse, nenhuma delas seria respondida, o cenário de guerra onde estava começaria a se afastar em uma estranha sensação de vertigem o que talvez significasse que sua consciência estava voltando.

“Avante, meu Cavaleiro.”

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptySeg 04 Maio 2020, 21:24

war's retreat
Todo esforço se fazia válido ao final daquele embate, cada gota de sangue e suor derramada, apesar de me trazer uma mistura de vários sentimentos, muitas vezes mais ruins do que bons, ao fim de tudo a satisfação de derrotar um poderoso inimigo superava todos os lados ruins. Já estava exausto e se fossem alguns minutos a mais, talvez estivesse eu no lugar de Rak'Ash, jogado ao chão, sem vida, em meu próprio ambiente, o detentor da Akuma da areia, morto em um deserto. Mas não, essa imagem se afastava de minha mente ao ver os últimos segundos da luta, ao ver minha lâmina ir de encontro ao local mais vital de seu corpo, o único onde não poderia reagir, o único onde seus ferimentos não regenerariam... Ainda bem, ainda bem que eu estava certo. Imaginava, meus olhos já se fechavam, mesmo sabendo que ainda estava em situação crítica não podia evitar o sorriso estampado em minhas expressões faciais.

O sorriso, no entanto, se afastava de minha boca pouco a pouco, enquanto minha mente passava a devanear sobre uma situação um tanto quanto peculiar... Algo que já havia sonhado antes, mas nunca dessa forma, nunca nessa situação. O/a Deus(a) da guerra realmente existe? Me perguntava ao ver a mística criatura parada frente a frente comigo, e com uma simples sequência de palavras eu estava... curado? Não conseguia entender, mas também não poderia evitar me levantar surpreso, apesar de cético estava curioso, por quê? Como? Eram tantas perguntas talvez eu devesse... Mas como se nem ao menos posso reconhecer seu rosto, nem sua voz? Um homem, uma mulher, um fruto de minha imaginação? Não podia dizer ao certo, o fato é, ele ou ela era realmente um deus, algo superior, não havia mais discussão, afinal como poderia eu chegar até aqui, como poderia eu derrotar um imortal se não fosse um desejo superior? Sorri, feliz, apesar das dúvidas.

- Entã..ã..o você realmente? - Questionava, mas nenhuma resposta podia ser ouvida, afinal minha pergunta era estúpida e estava óbvio a resposta. - Está certo, eu já sei a resposta, mas por que eu? Indagava, sem entender muito bem. O ser realizava algumas passadas, atravessando por dentro de meu próprio corpo, como se fosse um fantasma, e que meu corpo material realmente não significava nada. - E por que não? Olhe até onde você chegou, o que conquistou... Comentou, sem realmente me responder o que desejava ouvir, sequer uma explicação plausível. - Parece mesmo que não tenho escolha a não ser aceitar o seu poder. - Dava de ombros. - Você já fez isso a muito tempo, só agora que descobriu? Só agora que está entendendo? Acha mesmo que Masimos era apenas mais um lunático por ai? Se sim, por que o seguiu? - Eram tantas perguntas que mal podia processar de uma vez só.

Olhava para o lado, revirando um pouco os olhos, não acreditava bem que falaria isso, mas acabava por falar. - Talvez seja o destino. - Engolia seco, esperando uma resposta não tão amigável. - Você faz o seu próprio destino, mas no fim tudo acabara como deve ser, eu, morte, fome, peste... Todos nos uniremos e o caos prosperará como um só. - Sorria, porém, infelizmente apenas conseguia ver seus dentes, seu rosto ainda permanecia completamente obscuro. - Em um só? - Dizia, ainda sem decifrar seus enigmas. - E Rak'Ash, você desistiu dele? - Prosseguia. - Foi seu desafio, e ao que parece você se mostrou merecedor, agora porque não apenas aprecie a vitória? - Afirmava, sempre parecendo mais sábio em suas palavras. - Eu não tenho certeza, mas não parece que isso vá acabar bem... Essa conversa já está indo longe demais. - Imaginava que talvez estivesse sendo levado ao seu mundo, o mundo dos mortos.

- HAHAHA... - Soltou uma gargalhada aterrorizante. - Você ainda tem muito a aprender Bell Farest, e agora que podemos nos ver... Tenho certeza de que ficará bem mais interessante. - Afirmava desaparecendo em pleno ar, enquanto suas últimas palavras eram pronunciadas e todo o cenário parecia se apagar, provavelmente um sinal de que estava voltando ao mundo dos vivos, ou melhor ao mundo real. Assim que toda a imagem fosse embora, e se fosse capaz de avistar ao meu redor o que estava acontecendo, levantaria assustado em um empurrão. - Eu tenho que sair desse deserto! - Gritava, passando a me mover o mais rápido possível em uma direção qualquer, não sabia ao certo se ainda estaria lá ou se estaria em outro local qualquer, mas minha mente ainda não havia processado quaisquer que fossem as mudanças e apenas o instinto de sobrevivência prevaleceria, bom ao menos ainda existia o bom senso antes que acabasse sangrando até a morte.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyTer 05 Maio 2020, 04:42



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Ás de Ouro - Post 8




Bell Farest



Bell abriu os olhos e levantou assustado com o objetivo de sair o mais rápido possível do deserto onde havia desmaiado, e pouco depois de erguer seu tronco para começar a ficar de pé, uma mão tocou seu peito fazendo-o parar o seu ímpeto e consequentemente relaxar. Seria então que o espadachim perceberia que não estava mais naquele mar de areia, mas sim em cima de uma cama não muito confortável que aparentemente se encontrava no interior de um quarto que a julgar pela aparência pertencia a uma residência bastante humilde.

Os ferimentos do Farest vencedor estavam todos tratados e seu corpo praticamente todo coberto por ataduras, o que além de significar que talvez estivesse com a vida fora de perigo, também indicavam que houvera uma passagem de tempo que ele não sabe dizer qual é desde que adormeceu. Na medida que sua visão ia compreendendo o que estava acontecendo, Bell também reconheceria a pessoa que estava ali com a mão em seu peito, era Vayu, e ela não parecia surpresa ou aliviada com o companheiro ter acordado, mas ao menos tinha um sorriso em seu rosto.

- Já estava na hora, princesa. Opa, faraó, desculpa, sempre esqueço. - Disse ela zoando com o estado que Bell se encontrava e também com o título que foi dado a ele por alguns alabastianos. - Não sei qual é o nível do médico que cuidou das suas feridas, mas de qualquer forma não exagere nos movimentos, afinal o que importa é a capacidade do seu corpo de se recuperar e não a qualidade dos curativos. Tome, aqui tem um pouco de comida e água. - Explicou Vayu entregando no final uma bandeja para a Calamidade onde nela continha água, um pão médio, uma fatia quadrada de algo que parecia ser um bolo amarelado, além destes havia também um cacho de uvas e uma grande tigela de alface temperado com sal e azeite. - Eles disseram que Seth é um apreciador de alfaces… Então se eu fosse você não recusava.

Bell havia gastado muita energia na batalha contra Rak’Ash e isso certamente lhe daria uma fome muito maior do que essa bandeja seca seria capaz de suprir sem sequer um mísero tipo de carne. De qualquer forma, o espadachim não podia reclamar da boa vontade da pessoa que lhe abrigou aqui, tratou suas feridas e ainda lhe deu o que comer, e voltando a julgar pela aparência do local onde estava, aquele ou aquela que fez isso não fazia parte do grupo de nobres dessa ilha.

- Estamos em Nanohana, a cidade portuária. - Falaria a mulher mesmo que companheiro estivesse calado comendo e não perguntasse nada. - Aqui as pessoas ainda não o associam ao tal do faraó Seth, mas eu e seus seguidores te encontramos no deserto e conseguimos te trazer para cá antes que você perdesse todo o seu sangue. Eles trouxeram também o ruivinho que você matou. - Ao dizer isso ela apontou para um embrulho de pano que havia ali no quarto e que talvez Bell já tivesse percebido por lembrar um pouco os mitos das múmias. - Eles devem perguntar para você em breve o que devem fazer com o cadáver, mas enfim, acho que o que é importante mesmo é o que ele carregava com ele. - Ela então tirou do bolso um pedaço de papel dobrado que ao abri-lo deixou bem claro que se tratava do mapa de uma ilha.

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- Skypiea. Já ouviu falar? - Perguntou Vayu enquanto mostrava o mapa para Bell. - Eu ficarei surpresa se você me disser que sabe algo sobre ela. - A espadachim deixaria o mapa com Bell e mesmo que ele não pedisse, ela o depositaria sobre a cama onde o faraó estava. - Além disso ele também tinha um Baby Den Den Mushi morto, pobre coitado… - Ela apontou para o caramujinho falecido que em cima de uma mesinha do quarto e em seguida puxou outros itens do bolso. - Tinha também um Log Pose calibrado para alguma ilha, provavelmente a próxima dessa rota, e agora, o mais curioso de todos, um ás de ouro. - E no final ao mostrar a carta do baralho para Bell, essa inevitavelmente chamaria atenção dele por ao invés de ter a cor branca ter a cor negra, o que talvez visivelmente fosse mais bonito para os padrões do Farest. A carta era reluzente, principalmente no centro onde o escarlate do escarlate do naipe se destacava, mostrando que esta teria sido feita com um material de qualidade. Como a carta fora encontrada sozinha, provavelmente ela não estava ali por conta de algum hobbie ligado a jogos que a Falsa Calamidade teria. - Meu palpite é que seja um amuleto da sorte… Pode enterrar junto com o cadáver se preferir.

A carta deve ser parecida com isso:
 

Por enquanto o assunto Rak’Ash deve permanecer entre eles por mais um tempo, porém Bell logo mais deveria começar a se preparar para partir de Alabasta e decidir que caminho tomar, pois se pretende se reunir novamente com seus companheiros de tripulação é melhor se apressar.

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptyQua 06 Maio 2020, 16:33

Skypiea?


Levantava-me um tanto quanto assustado, mas o cenário que via a seguir não era bem o que eu esperava, na verdade pareciam ter me encontrado e já estava sendo cuidado, com minhas feridas cobertas e me recuperando. Meu ímpeto, no entanto, apenas cessava ao sentir a dor causada por toda aquela quantidade de feridas espalhadas em meu corpo, voltava a achar uma posição mais cômoda, talvez sentado, enquanto olhava para Vayu ainda um pouco assustado. - Ai... Achei que ia me abandonar, ainda bem que eu estava errado. - Sorri por um segundo enquanto a garota me dava as coordenadas e um pouco de alface!? - Eu vou ficar bem, não se preocupe. Mas, alface? Quem foi que inventou isso? Por que não dizer que Seth gosta de sei lá... Picanha! Comentava indignado, pegando o prato e levando o garfo cheio de salada até a boca, afinal gostando ou não precisava comer bem para me recuperar.

Vayu comentava sobre nossa localização e tudo que havia acontecido após meu desmaio, ao que parecesse havia se passado um grande período de tempo entre o fim da batalha e o momento em que estávamos atualmente, por quanto tempo será que dormi? Talvez umas 4, 5 horas... Imaginava, enquanto continuava focado no que a garota tinha para me dizer. - Menos mal... Já não aguentava mais ser chamado de faraó o tempo todo. Culpa minha admito. - Diria, levantando as mãos. - Só espero que esse cara não levante... A propósito, parece que estamos na mesma situação. - Diria ironicamente apontando para meus curativos, como se comparasse com a situação de Rak'Ash, visto que o mesmo estava totalmente mumificado.

Deixava a garota prosseguir com os pertences do Imortal, que estava morto para ver o que mais havia de interessante.- Skypiea? Nunca ouvi falar, isso é ruim para um navegador? HAHA! Achava um pouco cômico, mas ainda estava interessado no que esse local realmente significaria. Olhando um pouco melhor, podia ver que a imagem não falava muito sobre a ilha em si, apesar de o desenho estar um pouco estranho, com nuvens cobrindo os arredores das ilhas, algo que não era muito comum para mapas no geral, mas deixava isso um pouco de lado, prestando um pouco mais de atenção em seu formato, e em seguida guardando o papel em meu bolso. - Muito bem, ficamos com o log pose, quem sabe ele já esteja calibrado para Skypiea.. Essa carta... Não sei por que, vou guardá-la, quem sabe ela também me ajude alguma hora, ou sei lá, posso fazer uma coleção. Afirmava, brincando em seguida, enquanto pegava os objetos e alocava-os junto aos demais que guardava.

- Obrigado. - Dizia, apesar de não ser meu forte essas formalidades e agradecimentos, por algum motivo me sentia obrigado a dizer isso para Vayu, visto que por mais que não houvesse um motivo realmente plausível ela sempre estava lá para cuidar de mim, não precisava especificar exatamente o porquê do agradecimento, ela entenderia. Por outro lado, tentaria evitar o constrangimento já cortando o assunto e virando-me um pouco de lado, se encontrasse alguma faca afiada ou tesoura, levaria a mão entregando a Vayu, se não apenas entregaria uma de minhas lâminas. - Pode me ajudar com isso? - Diria, levando a mão ao cabelo, e mostrando-a o quanto estava grande. - Não queremos problemas com a marinha certo? Se acham que estou morto deixe que pensem assim. - Falava dando de ombros, enquanto me virava esperando que a mesma me ajudasse.

- Então... Você já ouviu falar de Skypiea? Ao que parece, sabe mais que eu, com certeza HAHAHA. - Questionaria, tentando entender um pouco melhor sobre nosso próximo destino. - Mas enfim, se ele pretendia ir até lá, isso quer dizer que as outras falsas calamidades estão por lá... E provavelmente Masimos e Aaron, espero eu. - Comentava, lembrando-me de como havia sido nossa despedida.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 12 EmptySab 09 Maio 2020, 01:55



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Blindado - Post 9




Bell Farest



Bell guardou em seu inventário os itens de Rak’Ash entregues por Vayu. O espadachim suspeitava que o Log Pose já estava calibrado para a tal Skypiea, porém não fazia a menor ideia do que a carta poderia significar, de qualquer forma ele optou por ficar com ela na esperança de que um dia pudesse ser útil, caso contrário quem sabe a ideia de fazer uma coleção fosse uma opção viável. Entretanto, algo de estranho aconteceu no momento que seus dedos tocaram a carta negra do ás de ouro e sua visão se distorceu de maneira psicodélica por um breve segundo, podendo levar Bell a se questionar a razão do ocorrido.

Quando a Calamidade agradeceu Vayu pela ajuda, a mulher não entendeu o real motivo para o Farest terdito isso visto que não tinha o costume de ouvir isso dele e não esperava que fosse feito assim repentinamente, por conta disso a espadachim acreditou que o obrigado era um agradecimento educado por ela ter entregue a ele os itens de Rak’Ash. Vayu apenas ergueu uma das sobrancelhas por estranheza e Bell deu continuidade a conversa pedindo para que ela fizesse um corte em seu cabelo para que ficasse mais difícil de ser reconhecido pela Marinha. E falando em Marinha, o faraó estava ciente de que para ela, ele estava morto e portanto gostaria que continuassem achando isso.

- Pediu para pessoa certa. Tem tempo que não faço isso, mas acho que ainda tenho jeito. - Respondeu Vayu pegando as espadas e olhando para elas como se fossem giletes ou tesouras gigantes. - Quer um risquinho na sobrancelha também?

Com a maestria que têm com lâminas, a bargirl foi fazendo cortes no cabelo de Bell da maneira que ele queria que ficasse, porém se ele deixasse a mulher fazer o que bem entendesse ela acabaria se empolgando demais ao relembrar os tempos que fazia isso para outras pessoas e até mesmo viria a improvisar alguns materiais para colorir o cabelo do pirata, o que levaria o penteado de Bell a chegar nesse resultado:

Spoiler:
 

Vayu:
 

Porém se a Calamidade sentisse que era melhor impedir Vayu, então um corte básico seria feito, deixando a espadachim levemente desapontada.

- Está pronto. - Diria ela no fim do serviço batendo a mão nas festas para tirar possíveis fios de cabelo e em seguida recolhendo as espadas de volta para as bainhas. Seguindo para o assunto sobre a tal ilha de Skypíea, Bell sugeriu que Vayu já sabia algo sobre esse lugar e de fato não estava errado. - Em minhas viagens pela Grand Line eu ouvi pessoas comentarem sobre a existência de uma ilha que ficava acima das nuvens, uma ilha no céu. Sendo bem sincera, sempre achei que fosse uma lenda e nunca realmente acreditei nessa história, mas agora vendo esse mapa já não tenho tanta certeza assim. Claro que ainda pode ser uma arte para espalhar ainda mais esse falso boato, mas de qualquer forma acho melhor sairmos daqui e tentar descobrirmos por nós mesmos.

- Oh, faraó! Que bom que já acordou. Está se recuperando bem? - Disse um homem com vestes tradicionais de Alabasta ao adentrar o quarto. Pelo visto a comparação dele a um faraó do deserto ainda estava longe de acabar. - Por sinal, belo corte de cabelo, vai ajudar a não se reconhecido na sua saída da ilha, mas posso te ensinar algumas técnicas a mais para disfarce se preferir. - Comentaria o senhor que devia ter cerca de quarenta anos. Ele estava disposto a ensinar Bell o tempo que fosse preciso, bastaria apenas que ele quisesse. - É uma pena que precise ir, o povo de Alabasta sempre sentirá falta do seu verdadeiro governante.

- Sr. Gorseh, e o navio que eu pedi para você conseguir para nós? - Perguntou Vayu já pensando em como iriam sair dali para a próxima ilha.

- Já está no porto esperando por vocês e carregado com os suprimentos necessários para a viagem. Poderão sair da ilha a hora que quiserem.

HISTÓRICO DA AVENTURA:
 

FERIMENTOS:
 


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