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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

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Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:13

Relembrando a primeira mensagem :

7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Aaron DeWitt e Masimos Titã Howker. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Yami
Super Nova
Super Nova


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySeg 24 Dez 2018, 02:27


Crimson Ghost

Slavery



O olhar travava na misteriosa mulher. Seu samblante era claro para mim, assim como o doce som de sua voz. Minhas pupilas em forma de mira não poderiam ser mais bem caracterizadas, pois eu olhava para a mulher como uma águia olhava para um camundongo que havia acabado de sair da toca. Eu começava a tentar juntar os pontos, tentando ligá-la diretamente com a Rosa Negra, afinal ela era, na visão da organização, um trabalho inacabado. Ok, até agora consigo chegar na conclusão que ela é uma nobre... E querer saber da hora no qual começa o leilão de escravos? Ou ela é uma nobre mesquinha do pior tipo ou então é o tipo de nobre que os outros nobres não suportam: a sensata. Minha linha de raciocínio se divergia em dois caminhos, mas ambos valiam a pena a minha atenção. E ambas as situações também existiriam motivos para alguém contratar os serviços da Rosa Negra para pôr fim na nobre.

Tudo prosseguia conforme o planejado, o que me aliviava por não ter estragado nada ainda. Com um pouco da ajuda de Shiro e seu entusiasmo, havia conseguido enganar bem todos aqueles tolos, mas a minha atenção se fixava na nobre mulher. A outra, que questionava a questão de minha idade, não perdia a oportunidade de lançar um charme em minha direção, me fazendo ficar levemente corado, mas a minha atenção estava tão focada em outro assunto, que eu poderia ficar mais afetado. - Agradecido, madame... Se me dão licença... - Com um último comentário de Shiro, indicaria que ele poderia continuar o que estava fazendo, pois havíamos conseguido a confiança daquele grupo, então não era bom que largássemos o nosso plano A tão precipitadamente. - Falarei com a nobre ali... Nos falamos depois com o que conseguimos juntar. - Nos separando, agora me aproximaria com sutileza ao lado da mulher, não encarando-a, não dando a entender que era inimigo.

Chegaria perto de seu lado, alcançando a mão até alguma garrafa de bebidas para novamente fingir que bebia para socializar. Ali, ao seu lado, demoraria breves segundos para falar algo para formular uma frase decente, afinal eu não podia assustá-la. - Parece que as pessoas estão tendo boas expectativas para esse leilão, não concorda? - Deixaria que a voz dela fosse novamente proferida, me dando a garantia que meus ouvidos não me enganavam. - Espero que esteja apreciando a festa. Depois do que aconteceu no beco, é difícil disfarçar que está tudo bem. - Daria um leve gole na bebida, fazendo uma leve careta pelo gosto amargo, mas ainda sem olhar a nobre diretamente. - Não se preocupe. Eu também estava naquele beco, mas não como aquele que te perseguia. Digamos que eu estava numa forma um pouco diferente do que você está vendo agora. - Esticaria a mão para cumprimentá-la e, no instante em que segurasse a minha mão, iria desfazer meus dedos em uma forma lamacenta, deixando claro que aquela poça de lama que havia caído dos céus engolindo o assassino não havia sido algo natural.

Após o breve aperto de mãos, voltaria a atenção aos arredores, afinal se a mulher era alvo dos assassinos, significava que agora eles estavam de olho em mim também. - Sabe, tenho um problema antigo com a Rosa Negra, mas parece que você também se meteu nesse meio... Poderia me dizer o que querem com você, Senhorita...? - Esperaria que ela completasse com o seu nome, tentando também estabelecer um vínculo de confiança para que ela falasse o que sabia. Se uma coisa que dava confiança entre pessoas era de acharem que estavam na mesma situação desfavorável de outra. - E qual o interesse nesse leilão? Imagino que ele não irá acontecer da forma que deveria, estou certo? - E agora a olharia de frente, mas não para encarar seus olhos, mas sim para olhar o que estava atrás dela. Com ela olhando para mim e minhas costas e eu fazendo o mesmo, saberíamos dizer se estávamos sendo observados por quem não deveria prestar tanta atenção.

Se houvesse música no local e as pessoas dançassem, iria pigarrear e então convidá-la para dançar, uma desculpa simples para que mantivéssemos sob olhares de todos - o que impediria que fôssemos atacados naquele momento - e ao mesmo tempo ser possível uma conversa privada, enquanto dançaríamos pelo saguão. Porém se o baile de fato só fosse começar após o início do leilão, eu teria que apenas me afastar junto com a nobre para ouvir toda a história necessária, encarando a abertura do leilão com nojo e angústia. - Não sei quais seus planos em relação a esse leilão... Mas se for pra botar tudo abaixo, pode contar comigo. Não costumo fazer serviços de graça... Mas acho que posso abrir uma exceção. - Diria apenas caso eu notasse antes de que ela era a favor de acabar com aquilo, pois se eu falasse tal coisa para alguém que simpatizava com a existência do leilão, eu iria dar um tiro no meu próprio pé, portanto precisaria tomar cuidado com o que falava e, acima de tudo, com o que eu ouvia.





HISTÓRICO

Posts: 3

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Localização: 6ª Rota - Alabasta



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Marciano
Emissário da Morte
Emissário da Morte
Marciano

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySeg 24 Dez 2018, 10:38


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

A onda de calor me atingia continuamente. Logo supus que meu oponente também era um usuário de Akuma no Mi. Tsc. Havia-me acostumado a neutralizar as habilidades devido a antiga arma que portava. Apesar desse meu poder ser muito superior ao antigo, ainda sim era necessário eu me adaptar as capacidades da Nikyu Nikyu no Mi.

~ Hunph. Não me recordava que um macaco poderia ser tão audacioso. Terminaria de falar ao me por de pé. Minha derme estava extremamente quente, não bastava aquele maldito sol... agora ainda tinha que lidar com um usuário com habilidades ardentes. Pelo barulho que o homem de vestes negras emitia e pelo poder que manifestou, logo pude concluir que suas habilidades eram algo próximo de... uma panela de pressão?! E ainda ousa me intimar? Quanta petulância.

A frase do maldito parecia realmente querer me provocar e apesar de estar com um nível de tolerância extremamente baixo, permaneceria parado esperando pelo seu avanço, mas não antes de lhe devolver sua provocativa. ~ Se prefiro frito ou no vapor? Hmm... Sua carne não deve ser muito saborosa. Mas lhe garanto que apreciarei a tortura que o submeterei! E sua Alma será um presente a minha Amada! Terminaria de proferir ao expressar um pequeno sorriso sádico e deixando minhas pupilas avermelhadas impactarem com os olhos do adversário, representando a paixão indomável que possuirá pela minha Deusa.

Logicamente não demorou muito para o desgraçado vir-me atacar. Era uma boa oportunidade para eu testar meus poderes. Perceberia o avanço do oponente e seu ataque em sequência. Obviamente que levaria meu punho a frente de meu rosto para que bloqueasse o ataque. Devido a quantidade de calor que o oponente emitiria, não seria nem necessário repelir a palma de minha manopla, pois que, a própria capacidade do oponente derreteria parte de minha arma.

Assim que a palma de minha arma fosse derretida, devido ser feita de um material gélido, e o calor fosse transmitido para a pata em minha palma, inevitavelmente seria redirecionado o ataque. Minha intenção era testar se conseguiria defletir o ataque de volta para o seu portador e se o mesmo sofreria com sua própria investida.

Caso acertasse ou não, lhe infligisse dano ou não, começaria a recrutar minhas energias para utilizar uma de minhas técnicas. ~ Fumetsu Gyojin Karate... Sem delongas manifestaria uma aura predominante e nutriria em meu punho uma quantidade de água que o revestisse e após alguns segundos explodiria em um Dash extremamente acelerado para atingir de forma adequado meu oponente. ~ Rengokuhoukai! Liberaria minha força e habilidade com intuito de atingir ferozmente o maldito.

Havia a possibilidade de lhe pegar desprevinido, já que, certamente o meu adversário não esperaria que um Tritão fosse usuário de uma fruta do Diabo. Ou, possivelmente, poderia aproveitar a brecha que o inimigo forneceria ao ser atingido pelo seu próprio ataque. Caso oponente conseguisse evitar o seu próprio ataque e ainda minha técnica e tentasse me atacar tanto pelas costas, frente ou lateral, independente, manifestaria minha habilidade de defesa para defender seu ataque. ~ Tekkai! Pronunciaria o nome da habilidade que havia aprendido algum tempo atrás e que já possuía certo nível de destreza. Faria minha estrutura física incorporar uma rigidez igual do ferro. Independente da postura que estivesse, utilizaria se necessário o rokushiki, devido possuir um nível mais elevado atualmente.

~ Estou curioso, devo admitir. O que a Rosa Negra quer com uma cidade tão... precária como essa? Caso o oponente recusasse responder, o que seria provável, olharia para o homem que utilizava um tapa-olho e voltaria a questionar. ~ Gostaria de fazer um pacto, garoto?! Lhe entregarei esse homem vivo ou morto como preferir e o que peço em troca é informação, o que acha? Bem justo, não?! Terminaria de proferir ao buscar explorar as dores que o sujeito havia passado até o momento. Claro que eu poderia matar esse maldito humano e torturar o outro até obter o que desejo, mas isso levaria muito tempo. Aquele calor escaldante já estava me aborrecendo a horas e se não controlasse minha raiva, poderia perder o controle.

O que busco e o que almejo em nome da Deusa, nem sempre será na base da força bruta. Exatamente por isso que a Deusa da Morte havia me escolhido como seu portador, afinal... meu intelecto sempre foi superior a todos na ilha dos tritões. Esperaria pela resposta do mesmo enquanto voltaria a encarar meu oponente. Quanto menos tempo levasse para atingir meus objetivos, mais rápido seria minha vingança contra as Falsas Calamidades. Apesar de que... quando chegasse o momento de meu combate contra o Byakushi, não me importarei quanto tempo levará para fazê-lo pagar por tudo que fez.



HISTÓRICO


Posts: 03

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 10/10


Ganhos: ~x~

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.





____________________________________________________

~Fala / Narração

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySex 28 Dez 2018, 03:17

Smell of Flowers
Se podia afirmar alguma coisa, seria o fato de que os números plenamente não estavam a nosso favor, os possíveis novos aliados não estavam fazendo muita diferença, mas ao menos haviam me dado uma ideia, e mais importante do que isso uma razão a seguir. Capital a dentro empolgado passava a caminhar, ignorando o fato que encararia aquele obstáculo sozinho, na verdade estava mais preocupado com as minhas palavras do que atitudes em si, visto que esse claramente não era um jogo que poderia conquistar apenas guerreando, bom, ao menos não durante todo o seu decorrer. Parei por um minuto para contemplar as palavras de Vayu, sorrindo desleixadamente como se debochasse, não exatamente de uma forma ruim, de sua linha de pensamento, afinal de contas o meu estaria sendo um pouco diferenciado. - Loucura? Talvez isso possa definir minha personalidade para você, eu penso diferente... - Sorria, com um certo brilho nos olhos antes de tomar folego para prosseguir.

- Este sou eu, não ligo para o que os outros pensam e muito menos para os limites que estabelecem, mas você já deve saber muito bem a essa altura. Agora, por que está dando a mínima para esses nobres? Não deveria ter medo desses homens, além das mantas douradas e ar de superioridade, são todos como nós, podem sangrar, podem morrer. São exatamente como nós, só que mais fracos... - Finalizava, levando uma das mãos até a bainha onde minha lâmina podia descansar durante o árduo caminho pelo qual fora necessário caminhar. - Vamos entrar naquele castelo e... - Comentava, antes de ser interrompido pela cena que se instalava a frente, um bando de assassinos já estava no local muito antes de nós, seu trabalho estava sendo realizado e pareciam ter as mesmas intenções que a nossa, ou ao menos algo similar, fato este que fez surgir algumas palavras as bocas de meus aliados, apenas levei a mão a cabeça. - Está brincando comigo? Vamos punir esses mortais por tirarem toda a minha diversão, isso não era trabalho deles, era meu. - Diria, dando de ombros.

Sacando minha lâmina reaper, faria com que desse uma volta completa por entre meu corpo, parando apenas quando alcançasse novamente minha mão direita, a feição séria estamparia minhas expressões enquanto sinalizava para que aqueles que estivessem como se afastar, menos Vayu, é claro, essa mulher não tinha jeito. - Meu nome nos jornais? Que tal ser conhecido como "O Estripador de Rosa Negra, nada mal... Vamos nos livrar dessas pétalas, talvez tenha algo de interesse mais a frente. Aquele padre... Não me cheira bem. - Diria, mirando-o com os olhos, daria a entender sua localização apenas por conta do olhar, concordando com as palavras da garota antes que a mesma partisse para cima dos inimigos. - Que tal 60,40? - Indagaria com ironia, tentando partilhar a maior parte do bolo para minha diversão, nada me faria mais feliz do que cortar e dilacerar aquelas malditas marionetes da rosa negra.

Meus pés se moveriam sozinhos, o instinto de caça me levaria até um a um daqueles soldados, deixando com que a minha querida lâmina Reaper fizesse todo o trabalho, mas não sem dividir sua glória com a ainda mais poderosa Soul Colector. Primeiramente levaria a espada diretamente a mandíbula de um daqueles homens em um corte na horizontal, da esquerda para a direita, buscaria dilacerá-lo e principalmente cortar as suas falas, talvez fosse o suficiente para ainda atingir um dos nervos da garganta e leva-lo a óbito, bom, seria perfeito. Porém não completamente necessário, visto que esse mesmo corte se prosseguiria, com um pé a frente utilizado de base realizaria um giro em 180 graus, levando o corte a tudo e todos que estivessem de pé ao meu lado, minha frente ou minhas costas, afinal de contas mesmo que meu corpo não realizasse a volta completa meus braços certamente o fariam até encontrar a carne que tanto almejavam dilacerar, em um corte preciso e rápido nas regiões que estivessem a mostra.

- Dois já foram. - Bradaria, entreolhando Vayu na tentativa de descobrir o quão bem estava lidando com a sua parte do acordo. Em seguida, voltando a batalha partiria para os próximos dois homens, dessa vez com uma aproximação um tanto diferente, sacaria minha espada Soul colector, deixando-a na região de minhas costas, os passos continuariam rápidos e frequentemente avançando contra os guerreiros que não paravam de me encarar. Assim que os homens se aproximassem de mim ou até mesmo fosse necessário algumas passadas para alcançá-los, imediatamente buscaria evitar cortes ou qualquer tipo de ataque direto, saltando de imediato e utilizando-me de um Dash rápido de Geppou para me reposicionar atrás de seus corpos, e por fim apoiaria me ao chão com as próprias mãos, primeiramente soltaria uma delas do apoio, lançando um corte na horizontal, buscando atingir a região traseira do joelho dos indivíduos.

Assim que pendessem ao chão devido a falta de estabilidade então me impulsionaria ao alto novamente na tentativa de evitar algum golpe, não hesitaria é claro mover-me para as laterais, e principalmente realizar um giro em pleno ar, buscando evitar o contato direto, uma pirueta que apenas seria cessada quando levasse ambos os meus pés ao chão. - Não digam que não fui misericordioso quando chegarem ao reino da Deusa da morte... - Diria, realizando mais um golpe, o último deles, só então minha Soul colector passaria a ceifar suas cabeças em um golpe corte e rápido que deveria passar por entre seus pescoços, e por consequência final e inevitável a morte por decepamento, talvez com alguns segundos a mais se sofrimento devido a atividade cerebral, no entanto ainda poderia ser considerado uma forma praticamente indolor. - Pétalas... Como eu disse, 60,40. - Diria, dando uma última olhada, guardaria minha espada reaper, permanecendo com apenas uma em mãos a medida que me aproximava da localização dos últimos dois homens, estes que pareciam entender um pouco melhor sobre luta e como a vida funciona, e bom, vamos em frente testar isso.

- Ouviram? Ao que parece, foram apenas mentiras. - Diria, dando de ombros pelas informações passadas, e principalmente pela tentativa falha de me atormentar, afinal de contas esse era meu jogo, sabia como funcionava, sabia como jogar e o mais importante, não cairia nas minhas próprias estratégias. - Aposto que foi aquele o tal "Imortal", ele não vale nem o que come. Ainda não se passaram três dias... Mas eu pareço bem vivo para um homem morto, não? - Diria, sorrindo e debochando da situação, como se brincasse com a própria informação que havia sido lançada contra mim, bom, isso ao menos me da uma pista de quem eles realmente são e o quão rápido as informações correm dentro dessa organização. - Se estão tão apressados para morrer podemos providenciar isso, mas antes me digam... Qual a sua classificação dentro da organização? Não me leve a mal, apenas quero saber se vale a pena perder o meu tempo com isso. - Diria, com uma expressão séria, apesar da clara jogada de palavras.

- Os heróis chegaram... Que irônico. - Gargalhava só de ver a torcida em volta, e claramente gostava de ser enaltecido dessa forma, quem sabe até obtivesse mais alguns fiéis para minha causa, mas querendo ou não nesse momento precisaria estar cem por cento atento a batalha, elevando minha espada e preparando-me para iniciar um combate, ou quem sabe estender um pouco mais aquela conversa, a depender de suas intenções. Como alvo secundário, buscaria manter um olho a mais seguindo os passos daquele padre, afinal de contas ele parecia ser o alvo principal por ali, mesmo que não se desse ao luxo de me enfrentar pessoalmente, ainda assim estava por trás de todo o acontecido de alguma forma que não poderia explicar, não sem antes forçá-lo a me contar sobre todos os seus planos da pior forma possível, sorri só de imaginar o que havia por vir.

Far:
 
Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySex 04 Jan 2019, 05:04

[DESCULPA O ATRASO, MAS ACABOU A MAMATA PORRA BORA POSTAR NESSA CARALHA!]



THE CALAMITIES





Masimos, James e Lut



Spoiler:
 

Os poderes do assassino da Rosa Negra incomodavam, mas só serviam no primeiro momento para libertar a vítima das mãos do Emissário da Morte. Depois de estar novamente livre, Korin ainda teve a audácia de provocar a Calamidade com suas palavras que transparecem um ar de superioridade, mas Masimos logo as rebateu com as suas próprias, não se deixando abalar com o que era dito por um ser tão inferior. Quando partiu para cima do tritão para a primeira ofensiva, o assassino disparou suas rajadas de vapor na direção do pirata, que se defendeu colocando a sua manopla de gelo na frente do ataque.

O calor do vapor foi aos poucos derretendo o material na palma da mão do titã, mas era exatamente isso que ele queria fazer, visto que ao alcançar a região da sua mão onde a Nikyu Nikyu fazia efeito, ele poderia então repelir o vapor do inimigo de volta para ele. A princípio Masimos até conseguiu mudar a direção do poder do oponente, mas não conseguiu controlar perfeitamente a trajetória para que fosse de encontro ao assassino da Rosa Negra. Como o disparo de vapor era apenas uma distração para conseguir acertar sua técnica com a mão… fritante, Korin deu continuidade ao seu movimento, mas logo que percebeu que o adversário iria atacar, o assassino alterou seu movimento com exímia agilidade e chegou até as costas de Masimos onde cravou seus dedos ferventes nas escamas dorsais do tritão.

- Frying Shock! - Exclamou ele o nome de sua técnica enquanto mantinha um sorriso no rosto por ter conseguido acertar o oponente… Só não sabia ele que o dano seria praticamente nulo por conta da técnica de defesa usada por Masimos, o Tekkai. - Tsc, o desgraçado é resistente… - Comentou em seguida ignorando o que a Calamidade estava dizendo.

- Por mim tudo bem. Deixe-o vivo se possível… Também estou tão curioso quanto você. - Respondeu o jovem com o tapa-olho, ainda observando a luta com os braços cruzados e bastante tranquilo.

- Haha! Jamais conseguirá me capturar, homem-peixe! - Ao dizer isso ele explodiu seus braços em uma onda ainda mais forte de vapor, em seguida ambas as suas mãos começaram a soltar as faíscas de fritura como já mostrou anteriormente.

Com a pressão exercida pelo poder de seu vapor, os músculos de Korin aumentavam de maneira significativa, dando a ele uma aparência visivelmente mais forte. Usando também a liberação de vapor pelas pernas, o assassino conseguiu dar um dash na direção de Masimos que seria preciso bastante atenção para acertar o bloqueio, porém se ainda estivesse optando pelo Tekkai ele não precisaria se preocupar com isso.

O ataque utilizado seria outro Frying Shock, visando acertar o tritão pela esquerda mirando-o no rosto. A diferença de receber esse ataque agora para o anterior, é que defendendo com o Tekkai, a defesa de ferro receberia uma leve “amassada”, sinal de que de fato a força do inimigo havia aumentado, mas nada que fosse preocupante. (Outros tipos de bloqueio utilizado pelo tritão acabariam tendo uma reação diferente, algo que não posso descrever sem saber como será feito.)

Após o primeiro ataque - dependendo de como fosse feita a defesa de Masimos - Korin tentaria se recuperar e então daria outro dash com os vapores em suas pernas, esse que também serviria para desviar de um possível contra-ataque do tritão, seria nesse momento que os braços do assassino ficariam completamente vermelhos, como se estivessem sobre uma alta temperatura, então surgindo agora pela direita do oponente, Korin tentaria acertar a Calamidade com um soco na boca do estômago. Esse soco viria carregado no caminho não apenas de vapores, mas também chamas, indicando que seus membros haviam alcançado uma elevada temperatura.

- FARENHEIGHT SMASH! - Gritou logo depois de concluir seu ataque de calor que tinha poder suficiente para empurrar o tritão e engolir todo seu tronco com chamas. - Me traga uma cerveja gelada, porque o almoço na praia tá pronto!

E ao dizer isso, a visão do assassino seria a do corpo de Masimos sendo coberto por suas chamas… Estaria ele tão certo sobre a sua vitória?

OFF:
 




Bell e Vayu



Movido pelo ódio de ter tido a sua entrada triunfal de assassinatos arruinada porque a maldita Rosa Negra já havia feito isso primeiro, Bell avançou cortando todos que estavam na sua frente, tendo ajuda apenas de Vayu, já que aqueles que os ajudaram no deserto pareciam achar mais vantajoso deixar que o palácio fosse atacado… Afinal era isso que eles iam fazer, não é? De qualquer forma os assassinos ali não eram tão poderosos assim, algo que poderia fazer os dois pensarem no quão merda precisam ser os guardas reais para perderem de maneira tão feia para algo desse nível.

- Tsc, você deu sorte que eu pisei nas tripas de um guarda e acabei perdendo alguns segundos de vantagem tentando tirar meu pé de dentro da barriga dele. - Reclamou ela quanto ao fato de ter matado menos que o companheiro. -

Após derrotarem sem dificuldades os onze assassinos da Rosa Negra que estavam atacando o palácio Nefertari, restou para Bell e Vayu apenas outros dois espadachins que pareciam tê-los na mira desde que aquele padre lhes disse alguma coisa, eram esses dois um careca que carregava duas espadas e o outro um cabeludo com braços longos que trazia apenas uma lâmina. Mais distante dali a população de Alubarna já se aglomeravam para assistir a batalha dos dois heróis desconhecidos contra os assassinos da realeza. Por mais que chegar até ali tenha sido uma tarefa fácil, era evidente que os dois que restaram eram minimamente mais poderosos que os cadáveres que a dupla havia deixado para trás.

- Somos do rank 3… Mas acredito que somos mais do que suficientes para derrotá-los. Aqueles que acabaram de enfrentar são novatos do rank 5. - Disse o cabeludo agora de maneira bastante séria e centrada.

- Não se preocupe quanto a perder tempo… Faremos isso acabar de maneira bem rápida. - Comentou o careca antes de se impulsionar para cima de Bell com um movimento rápido.

- Ok, eu cuido da vara de pescar… - Disse Vayu partindo para cima do outro oponente, já que o careca havia escolhido lutar com Bell.

Enquanto a batalha da garota ocorrida do outro lado, o espadachim que desafiou o Lâmina Demoníaca já chegou aplicando contra o pirata um corte duplo cruzado na altura do seu peito. Não era um ataque difícil de se bloquear ou esquivar, e como Bell não tinha certeza se o inimigo era usuário de Haki, era melhor ele não arriscar se deixar atingir. Independente do movimento defensivo realizado pela Calamidade, o careca iria girar o corpo para acompanhar os passos do pirata e então atacá-lo com uma só lâmina em um corte horizontal, enquanto a segunda lâmina dela desceria por cima logo em seguida em um golpe vertical. Aparentemente ele era o tipo de guerreiro que gostava de pressionar o oponente com uma sequência de golpes rápidos, forçando-o ao limite… De certa forma isso lembrava um pouco a maneira como Rak’Ash lutava.

- Yaiba Renpuu! - Bradou o espadachim careca quando a rajada de vento acompanhou seus movimentos em um puro efeito estético. - Hoje você morrerá de novo, Calamidade! - Ameaçou correndo outra vez para cima de Farest, independente do resultado que tivesse ocorrido antes. Sua intenção agora era atingir as espadas do seu oponente com golpes verticais de baixo para cima, podendo assim abrir a defesa de Bell caso conseguisse atingi-las, em seguida ele aproveitaria que as espadas já estariam posicionadas para cima e pularia na direção da Calamidade para tentar um ataque que cravaria ambas de maneira cruzada em seu pescoço. - Yaiba Raikou!

Pela força aplicada nos golpes, a agilidade nos movimentos e na velocidade de reação, havia uma grande diferença entre esse careca "rank 3" e os outros aleatórios "rank 5" que derrotou até chegar aqui... Porém ainda assim não era um nível de força que pudesse preocupar Bell, na verdade poderia dizer que é até desapontante, pois por mais que houvesse ali uma semelhança no estilo de luta desse espadachim com Rak'Ash, ainda era gigantesca a diferença de força entre ambos, esse careca sequer vai servir para te tirar do tédio...

OFF:
 




Aaron e Shido



O ruivo não tirava os olhos daquela mulher. Ela usava uma máscara, mas não era por sua beleza que ela chamava a atenção do garoto, pois bastou vê-la uma vez para saber que era ela a mulher que foi atacada mais cedo no beco por um assassino da Rosa Negra. Se ela era um alvo deles, ela era alguém que Aaron precisava conhecer, pois querendo ou não poderia ser uma maneira de descobrir mais sobre a organização e ficar mais perto de encontrá-los. Deixando Shido para trás, a Calamidade mascarada caminhou entre os nobres e alcançou a mulher misteriosa para começar a puxar assunto com ela enquanto fingia beber um pouco de álcool para aumentar a socialização, mesmo que a pessoa com quem iria falar não estivesse fazendo o mesmo.

- Sim… Mas todo ano é a mesma coisa. - Respondeu ela à primeira pergunta de Aaron. Ela estava se apoiando na mesa de bebidas e olhando para o salão onde logo logo seria liberado para dar início ao leilão, porém quando o ruivo mencionou sobre o ocorrido no beco, a garota virou o rosto para ele com uma expressão de espantado, ou melhor, mesmo que não desse para ver por debaixo da máscara, Aaron conseguia sentir perfeitamente essa aura saindo dela. A mão dela já estava deslizando para dentro do próprio vestido quando o ruivo veio a explicar que não estava ali para fazer o mesmo que aquele homem tentou fazer. - Quem é você? Ou o que é você… - Tentou ela perguntar logo depois do aperto de mãos, porém Aaron parecia não querer se apresentar no momento e já partiu para outro assunto. - Rosa Negra? Eu não sei quem são esses… O cara que estava me seguindo tinha algo a ver com isso? - Perguntou ela em um tom ingênuo, o que só poderia significar duas coisas, ou ela de fato não sabia nada a respeito, ou estava fingindo não saber por algum motivo.

Ainda que a resposta da mulher não tivesse sido a resposta que Aaron gostaria de ouvir, o garoto convidou-a para uma dança lenta, ainda que não soubesse dançar ele poderia arriscar uns passos de dança… se a sua convidada soubesse o que estava fazendo talvez isso pudesse ajudá-lo a não passar tanta vergonha. - Desculpa, mas não posso confiar em desconhecidos desse jeito… Você por acaso é algum conhecido do meu pai? - Perguntou ela guiando o ruivo pelo saguão com passos lentos de um lado para o outro.

A mão esquerda de Aaron estaria na cintura dela, enquanto a direita estaria segurando a mão esquerda da mulher misteriosa, cuja a mão destra estaria sobre o ombro esquerdo do rapaz. Por mais que o pirata decidisse mentir para tentar convencer a jovem mascarada, a conversa acabaria seguindo com o ruivo oferecendo apoio a ela para o que quer que ela quisesse fazer a respeito do leilão, algo que acabou gerando um silêncio por parte da mesma por um certo tempo.

- Eu estava disposta a tentar salvar os escravos pagando com o preço do ouro, mas você parece alguém que costuma pagar com sangue… Infelizmente não vejo outra forma de mudar esse país se não for arrancando todas essas raízes podres. Não sei quais são suas motivações para colaborar comigo, mas não posso perder essa oportunidade… Então, homem mascarado, você está disposto a iniciar a maior chacina que o Reino de Alabasta já viu? - Perguntou ela olhando nos olhos de Aaron por trás da sua máscara. Visto que já faz parte da intenção do pirata contribuir para algo do tipo, sua resposta provavelmente seria positiva, o que levaria a mulher a abrir um leve sorriso com o canto da boca. Aparentemente ela já havia se ligado que o rapaz com quem dançava era possivelmente um assassino de aluguel, só não sabia ainda que o encontro entre eles foi apenas coincidência. - Apareça no salão do leilão daqui 10 minutos.... Não se atrase.

O fim do diálogo também dava o fim a dança e a mulher seguia um caminho diferente, indo na direção do salão onde iria ocorrer o leilão. Apesar de não ter sido dito o motivo para ter que esperar dez minutos para começar a agir, Aaron podia tirar suas próprias conclusões ou simplesmente não ficar pensando nisso e apenas seguir com o combinado, podendo aproveitar o tempo que tem para avisar Shido sobre o que estava prestes a fazer. Parecia loucura e bastante perigoso, principalmente porque não sabia o nível de força dos seguranças que poderiam chegar para defender os nobres que aqui estão, mas dificilmente homens com um nível de força suficiente apenas para parar a população comum seria capaz de lhe causar algum problema.

Quando viesse a procurar por Shido, Aaron não o encontraria no local onde o viu pela última vez, muito menos olhando nos arredores teria alguma visão de onde ele estava, algo que por algum motivo despertaria no ruivo uma certa desconfiança… Estava agora com um mal pressentimento do que pode ter acontecido. Caminhando pelo palácio onde o baile estava acontecendo, de maneira bastante atenta e cautelosa, o pirata poderia vasculhar os cantos da festa para tentar achar seu companheiro desaparecido, seria então que ao adentrar o corredor que dava entrada para o banheiro que ele teria a visão de Shido caído no chão com a garganta cortada.

Os olhos do cientista moveram-se de encontro a Aaron indicando que ele ainda estava vivo, porém engasgava com o próprio sangue enquanto sua mão esquerda inutilmente tentava parar o sangramento. Se viesse a se perguntar porque Shido ainda não se curou usando suas drogas avançadas, bastaria olhar para o braço semi-robótico do cientista para notar que seu cotovelo havia sido quebrado, impossibilitando-o de mover o membro e se injetar o medicamento regenerativo. O inimigo já havia encontrado um de seus aliados, era só questão de tempo até que encontrasse ele ou a mulher com que estava dançando há pouco…

Agora a compaixão do nosso personagem ruivo será o que guiará o destino próximo acontecimento, entre as duas opções está: salvar Shido ajudando-o a injetar sua droga regenerativa com o braço quebrado ou deixá-lo morrer e correr para proteger o possível próximo alvo. Seguindo a segunda opção e deixando o cientista agonizando até o último batimento de seu coração, tudo que Aaron teria que fazer é correr o caminho que fez e chegar ao salão do leilão para se sentar ao lado da mulher com que conversou anteriormente e avisar sobre o ocorrido, mesmo que isso vá contra o pedido de esperar dez minutos para retornar.

- Eu falei que era para você esperar, não sabe contar?! - Cochicharia a mulher em um tom levemente bravo.

Entretanto, é quando a primeira escolha é feita que a situação fica interessante… Levando os dedos de injeção de Shido até o pescoço dele para que a droga regenerativa fosse injetada nele e começasse a fazer o processo de cura acelerada, Aaron, mesmo que por um milésimo de segundo, acabaria deixando sua guarda baixa, e seria nesse momento que ele seria golpeado pelas costas. Com a garganta ainda se recuperando, Shido não podia fazer muito para avisá-lo, ainda mais porque ocorreu tão rápido que os reflexos básicos do cientista não poderiam ser muito úteis. O ruivo poderia ver o objeto que o atravessou, parecia uma lâmina, mas o material não era um metal como de costume, pois tratava-se de uma lâmina de cristal, ou melhor, estava mais para uma estaca pontiaguda de cristal.

Logo depois quando a arma de cristal fosse retirada do seu corpo, o sangue jorraria pelo buraco aberto em seu peito e também pelo lado oposto em suas costas, algo que só poderia ser feito por um usuário de Haki. Seria difícil para ele respirar e a dor iria atrapalhá-lo a reagir, assim como também começaria a embaçar sua visão, mas bastaria uma olhada para trás e ele veria a pessoa que o atacou… Uma mulher, bonita, loira, a mesma que lhe elogiou minutos atrás e lhe indagou a respeito de ser muito jovem. Naquele momento a desgraçada havia lhe reconhecido! Ela olhava para ele com um sorriso no rosto, enquanto retirava sua máscara para que pudesse ver seu rosto antes de morrer.

- Shiiii, silêncio, Aaron DeWitt, não vai querer que descubram que é você, vai? - Ironizou ela ao levar o dedo indicador até a boca para simular um pedido de silêncio. - Normalmente eu sou mais rápida com minhas vítimas como fiz com o seu cachorrinho, mas você não é qualquer um, não é mesmo, Calamidade?

Spoiler:
 

E diante dessas duas possibilidades já apresentadas… Qual será o destino escolhido por Aaron?

OFF:
 



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Marciano
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySex 04 Jan 2019, 18:05


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

Já havia enfrentando muitos oponentes dignos de meu esforço, grande parte deles foram presentes a minha amada. Para que a Deusa não se sentisse entediada. Devido as minhas conquistas, fui presenteado varias vezes pela minha amada, não apenas eu como os membros do meu bando. Por uma minúscula fração de segundo havia-me esquecido que meu nível de fato estava acima dos outros, afinal... meu adversário se quer conseguia me mover de onde estava.

Apesar de alguns nomes ecoarem em minha mente como: Thorton. Byakushi sem dúvidas havia se tornado o adversário mais poderoso ao qual meus punhos não puderam, por hora, lhe ceifar. Mas era só uma questão de tempo, pois, havia-me tornado mais forte desde nosso combate. Claro que essa batalha de certa forma era algo desnecessário. Poderia ter apenas observado de longe e obtido a cidade sem qualquer combate aleatório.

Todavia, eis que estou aqui batalhando contra um mero lacaio da Rosa Negra. Basta eu ouvir o nome dessa organização e principalmente das falsas calamidades que meu sangue ferve como uma tormenta indômita. Uma mente normal acharia que meu avanço em plena selvageria seria sem sentido. E não estaria errado... de certa forma. Precisava dominar as capacidades desse novo poder ao qual a Deusa havia me incumbido. Mas para isso haverei de utilizar e reconhecer parte de suas características e isso exigiria uma demasiada quantidade de tempo, e o único meio para diminuir tal situação, seria apenas usufruindo em combates reais e assim explorar suas limitações.

Enfim. Havia proposto ao garoto de tapa-olho que entregaria esse peão da Rosa Negra vivo, mas isso não significa que estará inteiro. Após firmar o acordo com aquele sujeito, o adversário parecia ficar eufórico e seus ataques surgiam mais intensos. A massa corporal do oponente explodia devido a pressão que o mesmo, supostamente, causava através de suas capacidades de Akuma.

O ataque sem delongas viria por parte do oponente. A força do inimigo certamente não era algo a se preocupar, contudo se ela ainda permanecesse no mesmo nível de antes. Avaliando a forma que o sujeito se encontrava, provável que haveria aumentando com alguma capacidade ou técnica em especifico. Mas ele não era o único com tais habilidades. ~ Tekkai! Ativaria novamente minha capacidade em transformar meu corpo em ferro para absorver ou neutralizar seu ataque.  

Apesar de minha defesa possuir êxito, o oponente se recuperava e desenfreadamente virá a me atacar. ~ Hmm. Observaria seu avanço enquanto permaneceria no mesmo lugar. A agilidade do oponente havia aumentando, mas se quer poderia ser comparado com o último adversário que havia batalhado; Byakushi. No entanto, não era insignificante suas habilidades de combate. Se tivesse que qualificar... certamente esse lacaio ainda estava muito “maduro” em termos de poder.

A melhor forma de quebrar o espirito de seu inimigo e principalmente seu psicológico, é manifestar uma força que subjuga tudo e a todos. A Melhor forma de demonstrar era deixar o inimigo me acertar com todo seu poder, e assim mostrar-lhe o resultado. Já havia avaliado suas capacidades físicas, através de minhas pericias. E ao utilizar o kenbunshoku no Haki perceberia que sua alma não era desafiadora. ~ Deixe-me mostrar a minha verdadeira defesa física! Tekkai... Começaria a ativar minha técnica para buscar o ápice de minha blindagem muscular em ferro e assim neutralizar o avanço do inimigo e ainda, talvez, pudesse lhe infligir danos com a própria força de impacto. ~ Shahei! Terminaria de proferir ao finalizar a técnica.

Certamente aquele ataque houvera sido o mais poderoso do oponente, já que, me empurrará alguns passos e ainda cobria meu corpo em chamas. Mas nem de longe me preocuparia. ~ Hunf... quanta audácia! Indagaria para o inimigo enquanto retomaria minha compostura. Aproveitaria a frieza que a manopla gélida emitiria e começaria a dar alguns tapas no corpo para abafar e assim extinguir as chamas.

~ Esse foi seu melhor ataque? Questionaria para impor minha presença e de certa forma criar um ar intimidador. ~ Deixe-me mostrar o lógico para que você compreenda! Terminaria de proferir ao utilizar os meus acelerados Dash’s e assim encurtar a distância entre mim e o akumado. ~ Eu sou o “arauto” da Deusa da Morte! No fim de minhas palavras agarraria no topo da cabeça do humano e em seguida desferiria um soco em sua face, seguido de outro e mais outro soco e por fim agarraria seu pescoço e restringiria seus movimentos enquanto sufocaria o mesmo até que perdesse a consciência. Poucos segundos asfixiado eram suficientes para concretizar minha ação.

Após o sujeito perder a consciência, diminuiria a força sobre seu pescoço e olharia para o garoto de tapa-olho e jogaria o corpo do akumado em direção a ele. ~ Temos um acordo, correto?! Deixaria manifestar um pequeno sorriso de satisfação, afinal... grande parte de meu aborrecimento havia desaparecido após extravasar durante o combate. Havia pronunciado ao sujeito de tapa-olho apenas para que o mesmo permanecesse no local, pois, havia a possibilidade do akumado fugir. Não que levasse há algum lugar de qualquer forma.

Poderia muito bem ter matado aquele misero verme, mas não valia a pena. Era mais sábio obter informações e assim gerar mortes mais dignas de minha amada. ~ Luthien? Clamaria em um tom mais elevado para que a mulher-polvo escutasse e assim viesse até mim. ~ Imobilize esse humano. Diria para que a mulher aprisionasse com seus tentáculos ou algo que lhe permitisse restringir o corpo do akumado. ~ James! Percebo que está entediado. Seria sábio matar todos os aliados desse inseto. Tal ação impedirá quaisquer fugitivos, resultando em um bloqueio de informações para Rosa Negra. Apesar de que eventualmente eles presumiram que foram mortos, em razão de que nenhum retornará, mas pelo menos nos dará tempo até lá. Explicaria de forma objetiva para que o pistoleiro finalizasse com aqueles meros peões.

Claro que as capacidades dele permitiriam criar calor e assim ele poderia tentar fugir, mas após perceber a diferença de poder, possuía boa convicção de que tal ação ele entenderia que seria inútil. Apanharia ambos seus joelhos e pressionaria até que ouvisse seus ossos quebrarem. Utilizando isso conseguiria apenas afirmar que sua fuga seria de fato impossível e também lhe acordaria com a monstruosa dor que emergiria de seu corpo.

~ Você tem duas opções! A primeira é: sentir muita dor e no fim falar tudo que sabe. Segundo: falar tudo que sabe e evitar toda a dor. Apesar do trabalho que a primeira dará, estou ansioso que opte pela primeira. Terminaria de proferir ao manifestar em minha face um rancor e desejo profundo pela agonia do mesmo. ~ Seja breve e claro em suas respostas, lacaio. Qual o objetivo da Rosa Negra nessa ilha? Onde fica a base da organização? E, onde posso encontrar os piratas que se intitulam as calamidades da Rosa Negra? Esperaria pelas as respostas do mesmo enquanto deixaria a pressão psicológica aumentar devido os, possíveis, disparos de James ao matar um por um dos integrantes daquele grupo.



HISTÓRICO


Posts: 04

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 09/10


Ganhos: ~x~

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.






Tekkai:
 

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~Fala / Narração

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Última edição por Marciano em Ter 08 Jan 2019, 00:45, editado 1 vez(es)
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Yami
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptyDom 06 Jan 2019, 03:01


Crimson Ghost

Bloody Hands



Tudo bem... Talvez a mulher não fosse exatamente quem eu estava esperando. Imaginei que soubesse mais sobre a Rosa Negra, mas parecia desconhecer seus algozes. Não me surpreendia, na verdade... Seria difícil que ela soubesse tanto sobre uma organização secreta que mata aqueles iguais a ela. - Tipo isso. - Responderia, de forma direta, sem saco para explicar exatamente o que era a Rosa Negra. Durante o início da dança, deixaria que a mulher conduzisse, pois além de praticamente ter dois pés esquerdos, estar tão próximo duma mulher mexia com meus nervos, mesmo que eu tentasse estar o mais profissional possível. - Na verdade, nem sei quem é o seu pai... Tampouco quem é você. É uma nobre? - Questionava. Deixando claro que eu sequer sabia quem ela era, já era um sinal claro das minhas intenções ali. Apesar de ser uma fala sincera, poderia ser uma boa tática para adquirir sua confiança.

A minha oferta, entretanto, era bem-vinda. Percebendo que suas opções eram escassas, aceitava de bom grado a oferta do sangue, que por mais que fosse mais cara e suja do que o preço do ouro, era tão eficiente quanto. Com um sorriso sincero, sem o uso da minha atuação que eu estava utilizando dentro daquela festa a cada segundo, acenaria com a cabeça confirmando o meu desejo de participar daquilo. A maior chacina que Alabasta já viu... Eu não gostava de me mostrar demais, mas se fosse com sangue de nobre, seria um eterno prazer. - Em 10 minutos. - Confirmando, me afastaria em busca de Shiro, no qual já não estava presente no mesmo local onde eu havia deixado-o. Bela hora pro desgraçado sair sem rumo... A indisciplina dele vai nos custar caro. Buscando-o, tentava rastrear seus passos para até onde ela possa ter ido, mas tendo tantas pegadas por ali, poderia ser complicado encontrá-lo no meio de tanta gente...

Mas o meu encontro com o cientista não havia sido exatamente a mais agradável. Imaginando vê-lo bêbado ou algo parecido, ao invés disso me deparo com a cena dele com a garganta cortada e braço quebrado, incapaz de injetar em si as drogas milagrosas. Ali, naquele pequeno corredor, olharia em direção ao salão do leilão, com a vontade impulsiva de sair disparado naquela direção e encontrar a misteriosa mulher. Ao invés disso, rangeria os dentes, engolindo o ódio daquela situação e saltando na direção de Shiro, pegando seu braço danificado e estocando suas agulhas em seu pescoço para que as drogas pudessem chegar nele. - Como deixou isso aconte... - Sentindo o sangue na garganta, olhava para baixo apenas para encarar o brilho da lâmina cristalina que me atravessava, me fazendo arregalar os olhos enquanto os joelhos cediam ao chão, onde por instinto eu colocaria uma das mãos no buraco aberto em meu peito como se fosse checar que aquilo era de fato real.

A remoção da arma era mais dolorosa que sua entrada, me fazendo soltar um pesado suspiro. Com o sangue encharcando a minha boca, olharia para trás em susto, com os olhos selvagens de ódio, surpresa e também medo. Haviam atacado ao Shiro e agora ME atacado numa festa aos olhos de todos? Os assassinos realmente estavam tão despreocupados assim em serem pegos? Eu conseguia sentir a maldita película de Haki que havia sido capaz de atravessar meu corpo intangível, me fazendo sentir uma dor que eu já não sentia fazia muito tempo. E então eu olhava a figura de minha assassina, a mesma mulher que havia me elogiado pela minha aparência jovial... Mas é claro, a desgraçada estava mais perto do que eu imaginava e sequer prestei atenção nela. Minha atenção havia ficado tão dividida que não havia investigado o que estava abaixo de meu nariz.

Observando com minha visão periférica atrás de mim, tentaria ver como estaria a situação de Shiro. O buraco no meu peito não seria recuperado com band-aids, então eu precisaria do desgraçado vivo depois de tudo. Juntando as forças restantes em meus joelhos, me ergueria e encararia a mulher de frente, cuspindo o sangue de minha boca para o chão, deixando o ar entrar e encher meus pulmões de vida. - Você devia... Ter mirado... Na cabeça. - Como as minhas mãos estavam vazias, duvidava que a mesma fosse esperar alguma arma surpresa surgindo em algum ataque. Exatamente por isso, ergueria meu punho esquerdo em um soco na direção de sua cabeça, ampliando o meu membro com lama como se tivesse a intenção de engolir sua cabeça, mas o real ataque viria por debaixo. Deixando que a assassina se distraísse com meu braço lamacento gigante e até mesmo recuasse para se esquivar, eu então daria um rápido dash em sua direção para encurtar a direção entre nós, fazendo minha lâmina surgir de dentro de meu corpo através de meu antebraço para estocar rapidamente entre suas costelas.

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A luta não podia chamar atenção demais, mas infelizmente eu não tinha muito o que fazer por ali. Numa luta entre assassinos, normalmente um golpe só era fatal, portanto não seria uma luta muito prolongada. Sabendo que a assassina era usuária de Haki, precisaria utilizar dos meios que me deixaram vivos até ali: a minha velocidade. Antes que a mulher erguesse sua estaca cristalina em minha direção, eu começaria a fazer lama se espalhar pelos meus pés ao nosso redor e, no instante em que eu fosse ser atacado, moveria o meu corpo através da poça de lama no chão, deixando que a mulher acertasse apenas uma forma lamacenta e sem vida minha. A ideia, na verdade, era passar por debaixo dela através do micro-pântano criado, saltando do chão direto para suas costas com todas as oito adagas em punho, fincando em seus ombros de modo que, quando eu começasse a descer, meu peso puxasse as lâminas para baixo e rasgassem sua carne.

Esperaria que Shiro também ajudasse após sua acelerada recuperação, mas não podendo contar muito com isso, continuaria a sequência de ataques. Caso eu de fato estivesse em suas costas no momento após as estocadas, chutaria a coluna da assassina com a ponta do pé, mas ao invés de tocá-la com meu pé de fato, faria com que uma ponta de adaga surgisse ali, dando pelo menos para perfurá-la antes de me afastar por completo. Puxaria minhas adagas presas no corpo da mulher com ferocidade, imaginando espalhar o seu sangue para todo lado do processo. E, me afastando da mesma, então eu daria uma forte pisada no chão, de modo a conectar o meu corpo à poça de lama e, num rápido movimento de sucção, tentaria puxá-la para as profundezas do pântano, pois mesmo que ela tivesse forças o bastante para escapar da lama, precisaria lidar com muito mais problemas e isso poderia atrasá-la.



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Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

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Perdas:

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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptyTer 08 Jan 2019, 02:37

Rank 3? Let's see
Vayu acabara ficando para trás durante meu avanço rápido, não podia deixar de me vangloriar sobre o que havia acontecido, mas ainda assim para não desbancar o ego da garota que ainda tentava colocar algumas desculpas em seu atraso, apenas sorria levemente. - Você chega lá. - Diria, movendo minha atenção mais uma vez para aqueles que permaneciam nos encarando, como se estivessem prestes a nos comer com os olhos, claro que isso estava longe de ser verdade, vide que sua aura não apresentava ameaça alguma, e suas palavras apenas complementavam minha linha de pensamento, suspirava um tanto desapontado. - Rank 3 é? Achei que teria algum desafio aqui... Ao menos me pouparam o trabalho de limpar todos esses guardas inúteis, seriam apenas uma chateação a mais. - Diria, movendo minha espada a mão esquerda, guardaria a secundária, vulgo Reaper, passando a balançar entre movimentos alternados, frente, traz, direita, esquerda.

Bom, o homem não tardava em se aproximar já desferindo uma série de ataques, como se desejasse realmente me pressionar, assim como Rak'Ash havia o feito, e de fato seria bem efetivo, se não fosse pelo fato da diferença de habilidade entre os dois, além é claro, da velocidade. Logo de imediato pude ver seu golpe se aproximar do meu peito, e de imediato levei a espada a frente impulsionando todo meu corpo para trás, uma reação de instinto mas que também evitaria uma sequencia completa. No entanto o homem ainda estava preparado e motivado a me ferir naquele momento, sua confiança era de fato invejável, mas não seria atingido assim tão fácil, não sem antes lutar por isso, sorri, já movendo minha mão direita a frente. Saltaria sobre o inimigo colocando minha mão sobre sua cabeça e me impulsionando em um movimento de pirueta ao ar, minha lâmina se moveria em um corte horizontal, que devido ao posicionamento em meia pirueta passaria a atingi-lo verticalmente, visando acertar sua cabeça ou parte do ombro, a depender de sua reação.

- Você fala demais, para quem não sabe o que está fazendo, essa é sua fraqueza... - Diria, assim que caísse ao chão de costas para o inimigo, passaria a rodopiar a espada assim como estava fazendo inicialmente, como se estivesse brincando com o mesmo, ou apenas o testando, seria ele realmente capaz de me fazer lutar a sério? Utilizar minha própria Akuma no Mi? Bom isso era algo que somente ele poderia responder. Virar-me-ia mais uma vez para o oponente enquanto ele falava, analisava sua postura ainda sem entender muito bem quais eram suas intenções, afinal de contas ele não parecia estar lutando por uma vontade própria, seria ele um dos discípulos do meu verdadeiro oponente. - Tem certeza de que está falando de mim? HAHAHA! - Diria, ainda movendo minha espada, na tentativa de esquiva-la de seus golpes, afastando meu corpo a cada tentativa, até que por fim ele saltasse para o golpe final, nesse momento também saltaria e em um último momento utilizaria do geppou para me reposicionar em sua lateral direita, movendo minha espada de forma "arrastada", deixaria que a mesma cortasse-o pela lateral como se fosse uma "lambida".

- Vou lhe dar mais uma chance... Se afaste, me conte quem está por trás disso e os seus planos, e quem sabe eu o deixe sobreviver... Do contrário morra, assim como você havia me destinado. Será um prazer. - Diria, observando-o caso houvesse acertado meus golpes, do contrário também prosseguiria com essa abordagem, afinal seria uma boa forma de intimida-lo caso meu inimigo se visse em um beco sem saídas. Se por outro lado ele decidisse permanecer firme em suas atitudes, bom, não havia outra opção, nesse caso lançar-me-ia como um projétil para baixo, visando primeiramente o chão, mas dando a entender que cairia sobre sua cabeça, movendo-me apenas no último segundo, colocaria minha mão sobre o chão apoiando-me. Em seguida em uma cambalhota me moveria para a lateral, saltando mais uma vez, em cruzado, visaria estoca-lo diretamente em algum dos órgãos vitais, se fosse afortunado o bastante. Sendo esse o caso ou não, apenas sacaria novamente minha reaper, elevando-a até a parte superior de meu corpo, na tentativa de bloquear qualquer golpe que me fosse lançado, antes que pudesse retirar minha lâmina e me afastar alguns metros, respirando fundo.

- Essa foi por pouco... Escuta aqui o seu merdinha... Agora eu to ficando PUTO! LARGA ESSA MERDA DE ESPADA OU EU VOU COMER AS SUAS ENTRANHAS NOS PRÓXIMOS 30 SEGUNDOS, COMEÇADO A CONTAR A PARTIR DE AGORA! - Diria, passando a olhar para meu punho como se estivesse observando um relógio, o fato era que não havia nada para cronometrar o tempo, a não ser é claro minha própria mente, que já estava bem acostumada com isso, os segundos passavam-se como um bom e velho amigo. - UM... DOIS... TRÊS.. - Diria, continuando a contagem a cada passada que dava, me aproximando mais uma vez, respirava por fim, esperando que esse combate possuísse um fim da pior maneira possível, já guardando novamente minha espada reaper, estava preparado. - Akuma Ha: Daburuchāji! - Diria, passando a correr em sua direção aplicando-o a técnica que já estava em minha manga, pronta para ser utilizada a qualquer momento.

Se o indivíduo, no entanto, decidisse desistir por algum motivo pararia minha movimentação bem em cima do laço, apenas golpeando-o com a parte traseira da espada, deixaria que o mesmo caísse o chão, chutando ambas as suas lâminas para longe. - Pode começar a falar, a situação não esta nada boa e pode ficar ainda pior... Bem que eu estou afim de brincar, não é uma má ideia. - Daria de ombros passando as lâminas por entre seu corpo. Se por outro lado, o combate acabasse em morte, bom, apenas sorriria animado com mais uma alma sendo mandada para a deusa da morte, passando a prosseguir em direção ao maldito padre, precisava identificar onde o mesmo havia se escondido, afinal de contas minhas informações não viriam sozinhas, precisava de alguém para esmurrar.

Durante todo o combate, no entanto, permaneceria atento para possíveis golpes do espadachim, sempre movendo-me para as laterais em uma esquiva simples, ou erguendo minha espada em um bloqueio par eventuais golpes não planejados. Se por outro lado fosse visado por cortes na horizontal apenas saltaria ou me abaixaria, se por outro lado o golpe acabasse parando alguma de minhas movimentações, apenas deixaria ser acertado, afinal de contas precisava testar se ele realmente era capaz de me atingir ou não. Para eventuais golpes que não fossem cortes e não estivessem incluídos em meus casos anteriores, buscaria o melhor angulo para mover meu corpo e continuar a movimentação, tentando não parar em momento algum.

Akuma Ha: Daburuchāji:
 

Far:
 
Thank's Lyra' @CUPCAKEGRAPHICS


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptyQua 09 Jan 2019, 18:24



THE CALAMITIES





Masimos, James e Lut



Após ter seu corpo melhorado pelo poder da sua fruta, Korin ganhava um leve aumento na massa muscular, sua pele também ficava um pouco mais avermelhada e a quantidade de vapores que saía pelo seus poros também crescia, além do som frequente de uma panela de pressão que começou a chiar. Os ataques do assassino haviam ficado mais rápidos e mais fortes, porém um simples Tekkai da Calamidade já era o bastante para neutralizar qualquer perigo, mesmo quando Korin começou a atacar com uma sequência de socos e chutes. Percebendo que seria necessário uma força maior, o homem-panela explodiu na direção do tritão uma enorme rajada de chamas, estas que cobriram o corpo do titã e levaram o assassino a acreditar que levou a melhor na batalha, porém estava completamente errado, pois Masimos havia ativado uma defesa ainda maior com uma de suas técnicas avançadas do Tekkai.

- Isso é impossível… Ninguém deveria ser tão resistente assim! - Exclamou Korin incrédulo com o que estava vendo a sua frente. - Que tipo de monstro é você? - E então usando de seus dashes, o enorme homem-peixe encurtou a distância entre eles e lhe deu a resposta: Eu sou o “arauto” da Deusa da Morte!

Era tarde demais para Korin tentar fugir, suas pernas se flexionaram para dar um impulso para trás, mas a enorme mão da Calamidade lhe agarrou pelo topo da cabeça antes que isso fosse possível. Os socos em sua face viriam logo em seguida, o primeiro já seria suficiente para quebrar seu nariz e fazer o sangue escorrer imediatamente, mas o titã não parou por aí e os socos que vieram a atingi-lo em seguida desfiguraram sua face e quebraram seus dentes. Já absolutamente atordoado com os danos sofridos, Korin ainda foi segurado pelo pescoço e asfixiado, a pressão liberada pelo seu corpo em forma de vapor fazia seus músculos irem retornando ao tamanho normal, mas as mãos do homem ainda assim tentavam agarrar a mão do tritão para inutilmente tentar se libertar, só que no fim todo seu esforço cessou ao perder a consciência.

- Sim, temos. - Respondeu o rapaz com o tapa-olho assim que Masimos lhe fez a pergunta e jogou o corpo de Korin para perto dele, este que ele apoiou o pé direita enquanto o fitava com seu único olho. Se não fosse a intenção do tritão se aproximar para uma apresentação, então o homem faria isso por ele, passando por cima do corpo inconsciente e estendendo a mão para um cumprimento formal. - Nunca imaginei ter que agradecer a um pirata, principalmente um como você… Mas obrigado, seja quais forem suas intenções aqui, por enquanto você parece estar do nosso lado. Me chamo Husani… Acredito que o seu seja Masimos, não é? As notícias sobre você estão correndo.

Husani não se importaria muito caso o pirata resolvesse optar por ignorá-lo ou não apertar sua mão, também não era como se fosse obrigação de Masimos fazer isso, já era bastante vantajoso para ele que o tritão tenha feito o que fez pela pequena cidade onde estava. A pedidos do seu mestre, Luthiem foi até o corpo de Korin e o imobilizou com seus tentáculos, enquanto isso James usava suas pistolas para ir matando aqueles que haviam sido derrubados anteriormente pelo Haki do Rei de Masimos.

- Filho da..arrrrrrrrrrrrgh! - Gritou Korin ao retornar a consciência tendo seus joelhos esmagados pelo peso do tritão. Notando que o assassino estava novamente acordado, o homem-carpa começou a contar para a sua vítima as opções que tinha nessa situação. Por mais que estivesse ouvindo com um certo terror nos olhos, Korin começou a rir depois que Masimos terminou de fazer suas perguntas. - Você quer saber o que a Rosa Negra veio fazer aqui? Veio comer cu de curioso. Vá a merda, tritão. - No final de suas palavras, o corpo do homem-panela voltou a produzir o som de uma panela de pressão, exalando vapores, mudando de cor e aumentando sua massa muscular, mas a diferença é que dessa vez ele estava aumentando para um tamanho fora das proporções normais.

- Masimos, Luthiem, saiam de perto dele! - Avisou James com um grito para os seus aliados, em seguida virou-se para os civis da cidade e repetiu: - Protejam-se todos!

- SANGUE PARA REGAR O JARDIM DE ROSAS NEGRAS!

Spoiler:
 

E então tudo que ele estava acumulando em seu interior explodiu para fora do seu corpo em chamas e vapores intensos que se espalharam com velocidade para todas as direções. Luthiem tentaria se afastar dali o mais rápido que conseguisse, Husani já estava afastando os civis da zona de perigo e James mantinha-se atento à decisão de Masimos sobre o que fazer, porém não parecia realmente preocupado, já que sua velocidade provavelmente era alta o bastante para fugir da área da explosão. O fogo espalhado pelo ataque suicida de Korin seria poderoso o bastante para atingir as casas mais próximas de onde ele estava, além de ser também completamente capaz de arrastar pessoas com o impacto, porém era ainda incerto se era forte o bastante ser mortal.

Mesmo que Masimos faça ou não algo para tentar conter o poder de destruição dessa explosão, a cena que virá a seguir ocorrerá de qualquer forma. Pelo visto alguém passou observando dentro da escuridão de um beco entre duas casinhas toda a batalha que acabara de ocorrer. No momento a pessoa estava carregando um Baby Den Den Mushi na sua mão direita e falava com alguém do outro lado da linha, ele possuía uma voz masculina e a luz fraca do sol no seu fim de tarde iluminava um pouco os seus longos cabelos dourados.

- Korin e seus homens falharam em capturá-lo, estão todos mortos… O tritão calamidade apareceu para bancar o herói, eles não tinham a menor chance. - Falou o homem que esteve até agora observando os acontecimentos da cidade.

- E qual é o problema disso? Capture-o você mesmo! - Respondeu a voz do Conquistador pelo Den Den Mushi.

- Não posso, majestade… - Disse com a voz um pouco relutante.

- Não pode? Por acaso está com medo de enfrentar o homem-peixe, Ezequiel? - Questionou o homem mostrando insatisfação na sua maneira de falar.

- Não, não é por causa dele… Você não vai gostar de saber disso, mas pelo visto um velho amigo nosso não está tão morto quanto pensávamos que estava.




Aaron e Shido



Quando foi questionada sobre ser ou não uma nobre, a jovem mascarada com quem Aaron dançava permaneceu em silêncio, mantendo em segredo a sua verdadeira identidade, algo que de certa forma ia contra a intenção do ruivo nesse momento, por mais que não fosse fazer uma grande diferença saber quem de fato era essa mulher. Depois do pirata aceitar o trabalho de assassinato sem nem ao menos hesitar, a donzela misteriosa pediu ao mesmo que retornasse ao leilão em 10 minutos, até lá poderia fazer o que bem quisesse, então decidiu ir de encontro a Shido para avisar ao rapaz sobre o que acabou de aceitar participar, contudo o reencontro com o cientista não foi uma cena lá muito agradável…

Ele estava caído no chão, deitado em seu próprio sangue enquanto sua garganta aberta lhe fazia agonizar em seus últimos segundos de vida. Incapaz de injetar em seu corpo suas drogas regenerativas por conta do seu braço estar quebrado, se não fosse pela chegada de Aaron estas substâncias jamais teriam entrado em sua corrente sanguínea. Ajudar Shido também foi o que levou o ruivo a ser golpeado pelas costas por uma lâmina de cristal, esta que por estar reforçada com Haki acabava ferindo gravemente o seu corpo. Aaron reconhecia a mulher, já havia visto ela antes na festa, porém o que mais lhe intrigava era o fato de que ela não estava nem aí para a atenção que poderia chamar com tais atitudes.

Talvez a loira ainda não tivesse notado, mas Shido estava tendo seu corpo regenerado de forma acelerada por conta do seu medicamento, algo que Aaron já sabia que iria precisar usar daqui a pouco, e ver que o cientista iria sobreviver era de certa forma motivador para ele continuar essa batalha. Usando o restante da força que tinha, o pirata jogou-a para os seus joelhos e usou isto para se impulsionar na direção de Serena, que permaneceu imóvel como se não se preocupasse com o adversário a sua frente.

- Não… Eu mirei certo. - Disse ela de forma tranquila enquanto encarava o ruivo avançar, porém, antes que ele conseguisse completar toda a sua finta de movimentos, ela apenas estalou os dedos com a mão direita e uma “explosão” de cristais emergiu de dentro do corpo de Aaron como se fossem raízes dando vida a uma árvore. De maneira acelerada os cristais iam se propagando e crescendo, perfurando o corpo da Calamidade de dentro para fora até que chegava a um ponto onde todo o seu corpo havia sido “cristalizado” em um tipo de rocha cristalina, ou melhor… uma rosa. - Como eu disse, você não é qualquer um… Você vem comigo. - Por mais que tentasse se liquidificar ou alterar sua forma lamacenta, Aaron não teria sucesso. Poderia ser um pouco desesperador para ela se ver nessa situação, já que pela primeira vez não conseguia moldar seu corpo com os poderes do pântano… Seria essa uma fraqueza da sua fruta que ainda não havia descoberto, ou ele já tivera conhecimento disso anteriormente?

Serena e o corpo cristalizado de Aaron não estavam muito distante um do outro, sinal de que a técnica da assassina teve sua eficiência no limite do tempo possível, tanto é que ela nem precisou esticar demais o braço para que sua mão tocasse o cristal onde o jovem ruivo estava aprisionado. Ela parecia admirá-lo como se fosse uma escultura antiga de muito valor, e de fato, se chegasse no leilão vendendo essa obra de arte ela com certeza iria faturar bastante na casa dos milhões. Toda essa fascinação pela sua própria criação acabou não deixando a loira perceber com antecedência o que estava acontecendo atrás da rosa de cristal… Shido estava de pé e seu braço direito havia se aberto em uma espécie de arco que parecia estar começando a acumular uma certa quantidade de energia.

Spoiler:
 

- Vá pro inferno, sua piranha. - Disse Shido antes de disparar a flecha de luz pelo seu braço.

Percebendo que o ataque estava se aproximando com velocidade, Serena arregalou os olhos e saltou para trás já posicionando seus braços em forma de X na frente do corpo para reforçá-los com cristais que serviriam como um escudo para a flecha de energia. No entanto, antes de avançar na direção da Espinho, o ataque de Shido atravessou a rosa de cristal onde o corpo de Aaron estava aprisionado e o explodiu em vários pedaços… Mas como a energia não possuía Haki, o corpo verdadeiro do ruivo não foi afetado, o que provavelmente já havia sido planejado pelo cientista. Quando chegou a atingir a loira, a flecha já não estava tão poderosa, ou talvez ela nunca tenha sido poderosa o bastante para realmente ser perigosa, porém foi suficiente para afastar a assassina e permitir que Shido jogasse na direção de Aaron uma seringa contendo um líquido esverdeado.

- Aaron! - E isso já era suficiente para que o pirata se tocasse de que deveria agarrar aquilo, agora o que ele iria fazer com isso é decisão dele...

- Desgraçado… Como sobreviveu? Também é um usuário de Akuma no Mi? - Perguntou ela cristalizando duas lâminas, uma para cada mão, enquanto encarava Shido com ódio nos olhos.

Spoiler:
 

- Isso é ciência, otária. - E após essa resposta, o cientista atirou mais uma flecha de energia através do seu braço-arco.

Diferente da primeira vez onde Serena estava menos atenta ao disparo, agora ela conseguia desviar da flecha sem muita dificuldade. O surpreendente é que a velocidade em que ela fazia tal movimento era tamanha que passava a impressão de que ela havia desaparecido e reaparecido mais a frente, fazendo com que a flecha seguisse reto e explodisse em uma pilastra no fundo do cenário. Em seguida ela repetiu esse mesmo movimento rápido e encurtou outra vez a distância entre os dois, aparecendo agora perto o bastante de Shido para conseguir erguer sua lâmina de cristal e corta-lhe a cabeça… O que teria acontecido se não fosse a chegada também muito rápida de Aaron, descendo nos ombros dela com um ataque que usava oito de suas lâminas.

As adagas do ruivo rasgavam as costas da Espinho com ferocidade, fazendo o sangue jorrar pelo caminho de carne que era aberto em seu corpo enquanto ela soltava um grito de dor. Para completar o movimento, Aaron ainda aplicou um chute nas costas de Serena usando a ponta da lâmina de uma adaga para intensificar o dano, a loira com as costas completamente dilaceradas caiu então no chão, resmungando alguns sons de dor. Era visível a vulnerabilidade da mulher ensanguentada, tanto é que a própria rapidamente começou a cobrir o seu corpo com cristais de maneira acelerada.

- Maldita Calamidade… Você teve sorte, não espere o mesmo resultado numa próxima vez. - E ao fim de sua frase, o corpo dela pareceu “afundar” para o interior dos cristais, como se estivesse mergulhando em águas cristalinas… Então desapareceu.

- Hey, você está bem? - Perguntou Shido se aproximando de Aaron para ver se estava tudo ok, apesar de que a pergunta deveria estar sendo feita de maneira invertida, tanto é que agora onde a situação parece ter dado uma acalmado o cientista se mostrava claramente tremendo e nervoso com o que acabou de acontecer. - Err, acho que isso pode ter chamado a atenção da festa… O que faremos?

De fato a explosão da flecha na pilastra e todo o barulho de cristais sendo quebrados acabaram chamando a atenção de alguns participantes do local, mesmo que já estivessem em maioria agrupados no salão onde ocorrerá o leilão. Com sua audição aguçada, Aaron iria reparar mais facilmente que Shido o som de vozes se aproximando junto a passos rápidos, sinal claro de que um grupo de pessoas estava indo na direção do corredor onde estavam para verificar o que poderia estar acontecendo… A essa altura Aaron não fazia mais a menor ideia de quantos minutos haviam se passado, mas seja o que tiver que fazer, terá que decidir rápido.

OFF:
 




Bell e Vayu



O espadachim careca era bom… bom para alguém que ainda estivesse na Grand Line. Todas as ofensivas do assassino podiam ser facilmente previstas e defendidas por Bell, é realmente uma pena que um rank 3 não seja tão poderoso, tira um pouco a graça de conseguir superar os degraus de força da organização que irá enfrentar. Depois de uma esquiva seguida de uma pirueta, Farest atingiu o ombro do homem careca, levando o sangue do mesmo a jorrar pelo ferimento e fazê-lo se desestabilizar na postura de combate. Mesmo ferido ele não parou a ofensiva, continuou tentando atacar o pirata, mas dessa vez estava um pouco mais sério e motivado, chegando a utilizar de uma técnica de combate que Bell conseguiu evitar sem dificuldades fazendo uso do seu geppou e ainda conseguiu nesse movimento encaixar mais um corte no corpo do careca.

- Maldito… Pressione uma rosa e ela irá ferir sua mão. - Comentou em resposta à proposta dada pela Calamidade. O segundo ferimento havia lhe atingido na parte superior do abdome e o fazia levar uma das mãos, ainda segurando a espada, para cobrir o ferimento. Seu corpo estava levemente curvado por conta da dor. - Se quer realmente vencer, terá que cortar pela raiz! - E dito isso, o homem arremessou na direção de Bell a sua espada canhota e usou suas energias para se impulsionar na direção dele na sequência, podendo tirar proveito disso para golpeá-lo com um corte rápido.

O problema desse ataque desesperado é que o assassino não fazia a menor ideia da diferença de força entre os dois, era inútil continuar tentando, mas para ele desistir não era uma opção. Esquivando-se primeiramente da espada e depois do corte que viria em seguida, Bell não pareceu somente um bom acrobata, mas também um personagem de matrix, desviando das lâminas por milímetros enquanto curvava, girava e jogava seu corpo para os cantos. No fim disso tudo foi o Lâmina Demoníaca a cravar sua lâmina no inimigo, perfurando-o no peito em uma região que certamente lhe atingiu o pulmão. O espadachim careca cuspiu sangue na mesma hora, e ficou ainda pior quando o aço foi retirado do seu peito por conta que o pirata havia se afastado dele. Completamente ensanguentado e já no limite do seu corpo, o homem largou sua espada e caiu em seguida de joelhos no chão arenoso enquanto Bell falava sobre o tempo que lhe daria para desistir.

- ...Eu até poderia dizer, mas… - Falou ele com uma voz fraca e com uma certa pausa entre cada palavra. - É preciso sangue para regar o jardim de rosas negras...

Então sua mão direita voltou a agarrar a espada que havia deixado cair e seus joelhos começaram a se flexionar para se levantar e avançar para mais uma ofensiva, porém, antes mesmo de suas pernas ficarem completamente retas, Bell já havia feito o seu movimento final, não dando sequer chance do adversário tentar. O Daburuchaji ao atingir o oponente cujo corpo não estava completamente ereto acabou trazendo o único resultado possível, sequer seria necessário tantos movimentos como a técnica costuma ter… A cabeça sem cabelos do espadachim rolou pela areia agora manchada de vermelho por conta do sangue que jorrava pela sua artéria. O corpo decapitado caiu no chão em seguida, onde ali permaneceu… É, infelizmente nem todos são poderosos como Rak’Ash.

- Então 1x0 para mim? - Comentou Vayu que já tinha seu adversário derrotado e estava sentada em cima do cadáver dele. Aparentemente ela estava fazendo um comentário a respeito do fato de ter vencido seu oponente primeiro. - Esperava um nível maior, então fui para cima com tudo, acabei terminando mais rápido. Enfim, não temos muito o que fazer aqui, vamos entrar.

Porém, antes que seguissem caminho para a parte interna do palácio Nefertari, a multidão que estava a observá-los até então começou a vibrar e aplaudir o feito dos dois ao derrotar os assassinos que atacavam a realeza. Aos olhos do povo eles eram os heróis e toda aquela energia positiva enviada por eles podia ser sentida por Bell e Vayu dali mesmo onde estavam. Aproveitando o momento, Kodar se aproximou deles e parou ao lado do espadachim antes de se virar para a multidão.

- MEU POVO, O QUE VOCÊS PRESENCIARAM AQUI É A FORÇA DO DEUS BELL! A REENCARNAÇÃO DE SETH! O FARAÓ RETORNOU AO REINO DE ALABASTA! - Gritou ele erguendo os braços para dar mais impacto as suas palavras.

- VIVA O FARAÓ! BELL! BELL! BELL! BELL! - Começaram eles a gritar pelo nome da Calamidade… Pelo visto isso estava começando a tomar grandes proporções.

- Me poupe… Não tenho paciência pra isso. - Comentou Vayu dando as costas a situação e indo na frente para dentro do palácio.

Bell poderia fazer o mesmo quando quisesse, então assim que fizesse e adentrasse o local junto de Kodar, Makhar e o restante dos seus homens, o cenário lá dentro estaria um pouco estranho. Não haviam guardas mortos no local ou qualquer sinal de violência, o hall de entrada da residência dos Nefertari estava completamente vazia e se não fosse pelo tumulto do lado de fora o lugar estaria um completo silêncio. As velas estavam acesas para trazer iluminação já que agora o sol estava prestes a desaparecer, havia também pelo chão vários montes de areia acinzentada, provavelmente algum tipo de ritual ou tradição da família. Não havia sinal algum daquele padre que entrou primeiro ao castelo, mas provavelmente ele ainda estava aqui dentro, seguiu na direção de algum dos vários corredores… Mas o que ele estaria procurando?

Não seria necessário muita procura para encontrar a resposta dessa pergunta. Ali mesmo no salão de entrada que fazia a ligação para uma meia dúzia de corredores e escadas, uma voz podia ser ouvida vindo do interior de um desses. Era uma voz rouca e fraca, parecia estar reclamando de alguma coisa e ia ficando mais alto na medida que os passos iam indicando que alguém estava se aproximando, porém havia um segundo som difícil de compreender junto aos passos.

- Anda logo, quem diabos é você, o que quer comigo? - Perguntava a voz rouca.

- Cale a merda da boca, estou te fazendo a porra de um favor, dá pra você pelo menos fingir ser grato? - Disse uma segunda voz, que agora que já estavam saindo do corredor já começava a ser revelado quem realmente era.

- Mestre?! - Exclamou Kodar assim que viu quem surgiu das sombras, em seguida Makhar e os outros reagiram com a mesma surpresa.

O padre que Bell e Vayu viram anteriormente foi quem saiu do corredor, mas não era dele que Kodar estava se referindo como mestre e sim o homem sentado em uma cadeira de rodas - o que explica o som não identificado. Aparentemente Darwishi havia perdido o movimento de suas pernas, mas não era somente isso que ele trazia de diferente em sua aparência, já que tinha uma máscara de ferro cobrindo boa parte do seu rosto. O padre encarava as oito pessoas que estavam no salão além dele e Darwishi, abrindo um leve sorriso com o canto esquerdo da boca, pois no direito havia um charuto sendo fumado.

- Uau, passaram pelos inúteis de rank 3, então quer dizer que os merdinhas são fortinhos? - Perguntou ele tirando o charuto da boca para expelir um pouco de fumaça.

- Kodar, Makhar, pessoal?! Me tirem de perto desse homem, não sei quem é esse desgraçado! - Pediu Chavi de maneira um pouco desesperada, aparentemente não estava muito confortável com a presença do padre.

- Mas mestre, ele te salvou, não deveria estar do nosso lado? - Perguntou Makhar de maneira até que ingênua.

- Oh, não confundam as coisas… Esse lixo humano vem comigo, mas não é realmente minha intenção salvá-lo ou qualquer merda do tipo. - Após dizer isso, ele voltou a botar o charuto na boca para fumá-lo. - Então, os filhos da puta pretendem me deixar passar, ou eu realmente vou ter que me esforçar para matar todos vocês?

- Se não sabem lutar eu recomendo que saiam daqui imediatamente… Não podemos garantir a segurança de vocês. - Sugeriu Vayu enquanto não tirava os olhos do padre, estava bastante séria nesse momento.

- Não, precisamos salvar nosso mestre, viemos aqui para isso! - Disse um random qualquer do grupo de seguidores de Darwishi.

- Ah, já vi que vão me fazer perder tempo. - E se Vayu ou Bell tivessem piscado nesse momento eles provavelmente não teriam sido capazes de enxergar a movimentação do padre para até onde eles estavam. - Vão se foder.

Então ele agarrou a cabeça do homem aleatório com a palma da mão e a apertou com força enquanto aquilo que ele tocava começava a ficar vermelho intenso. O random soltou um grito de dor, mas não tinha nada que ele pudesse fazer, rapidamente seu corpo começou a ficar vermelho também e assim foi se tornando cinzas… como se fosse um cigarro que estivesse sendo fumado pela mão do padre. Um segundo homem sem nome avançou pelas costas do assassino para tentar proteger o companheiro, mas sem nem ao menos se virar para olhá-lo, o padre o agarrou pelo pescoço e começou a fazer o mesmo processo de carbonização feito no primeiro que agarrou.

Percebendo que a merda que estava acontecendo, Vayu já com a espada em punhos se impulsionou contra o oponente, Bell poderia acompanhá-la se quisesse, mas o resultado seria o mesmo, o homem iria girar os braços e jogar as cinzas dos dois randons que acabou de matar para cima deles, bloqueando suas visões e consequentemente facilitando sua evasiva. Em meio a cortina de poeira cinza formada nesse movimento, a dupla de espadachins conseguiria ouvir mais dois gritos de dor e o som da carbonização de seus corpos… Mais dois randons haviam morrido, restando agora apenas Kodar e Makhar.

- Vão continuar vindo para cima de mim e me poupar esforço ou vou ter que brincar de ir atrás de vocês? - Depois dessa pergunta o charuto que ele estava fumando foi tragado de uma vez, queimando-o quase que por completo em questão de segundos, sendo que ele mal havia chegado na metade antes disso. Abrindo então um sorriso no rosto, o homem retirou seu manto de padre e revelou uma marca vermelha em seus braços. - Parece que as coisas estão esquentando por aqui.

Padre:
 


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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptyQui 10 Jan 2019, 18:12


Emissário da Morte

Cidade de Yuba

Após a eminente derrota do lacaio da Rosa Negra, que pôr sinal não havia se quer perguntado seu nome e pouco me importava, o humano que portava um tapa-olho aproximava-se para se apresentar e assim cumprimentar-me, formalmente. Observará a ação do rapaz e em seguida lhe retribuía a saudação, ainda que as palavras do homem fossem um tanto quanto petulantes, talvez fossem pelo simples fato de ter demonstrado meu lado mais “selvagem.”

Com exceção de minha recém selvageria, meu ego é culto e doutrinado, obviamente que responderia demonstrando meu lado intelectual, já que, até então não havia exposto. ~ Está correto, Husani. Masimos Titã Howker. Pronunciaria meu nome, algo que seria desnecessário, já que, Husani provará conhecer meu nome, pois era fácil deduzir ao termino de suas falas. As notícias que Husani comentava certamente eram sobre meus feitos de outrora.

Sem delongas quebrava os joelhos daquele verme da organização Rosa Negra para que o mesmo não escapasse, inclusive, James por sinal ouvia minha indicação para dar um fim nos aliados e um por um eram finalizados pelo atirador. Luthiem imobilizava o akumado enquanto eu mesmo começava a interrogar o inimigo. A resposta do humano era direta e recheada de afrontas. Para meu jubilo, o verme havia optado pela opção de ser torturado até sua alma ser fragmentada em milhares de pedaços, o que faria com enorme prazer e, eventualmente, ele falará o que desejo.

~ Mas o que? Não evitei as palavras de serem proferidas ao perceber o poder do humano começar a se manifestar novamente, em uma enorme escala. Mas certamente era só uma ação desesperada, não?! Entretanto, conforme o tamanho do humano se expandia, mais a impressão de suicídio impregnava em minha mente. ~ Tsc, você não ousaria!? Diria com um tom mais elevado e agregando uma zanga no final de minhas palavras.

James então vociferava dizendo, o que parecia ser bem óbvio no meu ponto de vista. ~ EU ERRADICAREI AS FALSAS CALAMIDADES JUNTO DA ROSA NEGRA! Responderia de forma feroz as próprias palavras daquele maldito verme, antes mesmo de ele estar prestes a se auto explodir. ~ James saia daqui com a Luthiem! Indagaria ao correr até próximo do atirador e em seguida me posicionar com meu corpo de frente para a explosão e assim possibilitar que meu enorme estrutura física se tornasse um escudo blindado perante meus aliados. ~ TEKKAI! Diria ao manifestar minha capacidade de tornar meu corpo duro igual ferro com intuito de amenizar os danos que viriam consequentemente. Naturalmente que assumiria uma postura onde minhas mãos estivessem direcionadas para explosão com objetivo de usar o poder de minha akuma para defletir todo ou parte dos danos a seguir.

Apesar de James estar aliado com meu bando apenas com um objetivo em comum, esse por sinal a destruição da Rosa Negra, ainda assim havia sido posto em meu caminho obviamente pela Deusa para que eu dominasse meus Haki’s, presentes da minha amada beldade. Todavia, com certo tempo havia apreciado a presença do humano ao meu lado, o que era algo raro. Ainda que conhecesse a pouco Luthiem, a mesma também fora posta em meu caminho para que o presente da Deusa viesse a cair em minhas mãos. Mesmo que minha Amante tenha me agraciado com tamanho poder, a mulher-polvo havia seguido um árduo caminho até mim e isso era inegável, tanto aos meus olhos como principalmente pela Deusa da Morte.

Reiko havia pagado um preço em seguir minha liderança e não deixarei um aliado morrer novamente enquanto estiver sob meus comandos... não! Se quer deixarei ser ferido por esse maldito insignificante! Exatamente por isso deixaria meu corpo manifestar minhas sublimes defesas com a finalidade de resistir e defletir os danos direcionados a mim, apesar da distancia que já estaria, não baixaria minha guarda.

Logo após a explosão evidentemente que sentiria os efeitos e um cansaço repentino. ~ Uffh... Uffh... Uffh. A respiração turbulenta, minhas vestes possivelmente pulverizadas e uma enorme tensão percorrendo cada fibra do corpo, mas que em uma fração de segundo se dissipava fazendo os músculos relaxarem com uma repentina fadiga. ~ Kyahahahaha! Seu tolo. Não pude conter minha eufórica risada devido ao súbito suicídio do inimigo. ~ Se achas que escapou da tortura, está muito enganado. Para o lugar que você foi... será mil vezes pior. Mande lembranças para a minha Amada Deusa! Terminaria de falar para os restos, se é que sobrariam, daquele que ousou me enfrentar.

Aspirava e expelia o ar lentamente para liberar um pouco mais da tensão que continha em algumas partes do meu corpo ainda. ~ James, Luthiem... estão bem? Questionaria ao tentar buscar os mesmos no meu campo de visão e só então avistar os enormes estragos que aquela explosão havia sucedido. ~ Hmm. Devo admitir que foi uma notável explosão. Proferiria e em seguida me aproximaria de meus aliados para averiguar a situação.



HISTÓRICO


Posts: 05

Vantagens: Pele Escorregadia, Aceleração, Audição Aguçada, Visão Aguçada e Liderança.

Desvantagens: Monstruoso, Desprivilegiado, Devoção, Obsessivo, Fantasia e Má Fama: Calamidade Morte.

Perícias: Anatomia Humana, Psicologia, Estratégia, Interrogatório, Lógica, Armadilha, Intimidação, Física.

Nikyu Nikyu no Mi: Level 1

Tekkai:  Level 2

Kenbunshoku no Haki: Level 1

Haoshoku no Haki: 08/10


Ganhos: ~x~

Perdas: ~x~

NPCs/Players:
~x~

Objetivos na Aventura:
~ Conquistar/Destruir Yuba/Alabasta.
~ Perícia Geografia.
~ Perícia História.
~ Perícia Meteorologia.
~ Matar Byakushi.
~ Vingança contra a Rosa Negra.





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~Fala / Narração

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Última edição por Marciano em Sex 11 Jan 2019, 17:44, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptyQui 10 Jan 2019, 23:28

Bless Me Father
A luta havia cessado muito antes do que planejava, apesar de possuir um certo conhecimento sobre a força dos indivíduos, ainda assim minha espada bradava de tal maneira que sequer lhe deu chance de se rebelar contra mim, sorri, por mais fácil que fosse. Virava-me perante a multidão que passara a me observar atentamente sem dizer uma palavra sequer, não era realmente o herói, mas nesse momento não parecia estar sendo também o vilão, afinal de contas os nossos objetivos batiam, o povo e o pirata juntos contra a rosa negra? Que irônico, talvez fosse algo que pudesse me acostumar. Bom, antes mesmo que pudesse me pronunciar, ou que sequer expressasse essa vontade, o que não seria o caso, meus novos aliados tomavam a iniciativa de fazer isso por mim, por isso apenas balancei minha mão em um aceno, como se agradecesse por seus gritos em auxílio. Em seguida me viraria de volta para o que importa, passando a prosseguir adiante até adentrar a estrutura.

Em meio aos passos, não podia deixar de ouvir as reclamações de Vayu, que parecia julgar tudo isso apenas uma distração, mas no final podia compreender meus reais motivos aqui, talvez no fundo ela soubesse, apenas não queria admitir. - Pode me contar a verdade... Você está começando a gostar não é? HAHAHA! Diria observando a garota por alguns segundos, e mesmo sem nenhuma resposta prosseguiria. - Eu sabia! - Diria, voltando a me atentar aos assuntos principais, passo a passo cada vez mais perto da entrada, até que por fim lá estávamos nós. Não vou negar, era bem estranho a forma como as decorações internas eram colocadas, um punhado de areia colorida? O que diabos isso significaria? Por outro lado também não poderia perguntar a ninguém afinal agora era conhecido como "Faraó", bom, deixamos para lá. - Gosto peculiar. - Comentava comigo mesmo ao prosseguir.

Dentro do palácio mais uma surpresa, não estavam lá para realmente acabar com a família Nefertari ou algo do gênero, assim como nosso objetivo por ali, mas sim afim de recuperar o antigo chefe desses homens que me acompanhavam, mas... Qual o sentido? Me perguntava ao ver a troca de palavras entre mestre e aprendiz, eles pareciam pertencer um ao outro, de várias maneiras e uma delas era a falta de habilidade. Digo, um cara de cadeira de rodas, sério? Tudo bem... Me acalmei, levando a mão ao alto para cessar as palavras de quem ainda estivesse se pronunciando, minha vez. - Quer dar o fora daqui? Fique a vontade, mas acho que você tem algo que me pertence... Tem certeza que vai querer me irritar? Aqueles ali atrás já serviram para esquentar, se for o caso. - Diria, apontando para o homem na cadeira de rodas, indicando que ele me pertencia, e por fim apontando para trás como se indicasse seus homens mortos como se não fossem nada.

- Mas que boca suja, senhor padre. O único filho da puta aqui é você, que vai comer a própria língua junto com as palavras quando seu sangue estiver estampando o chão desse palácio para o meu prazer. Venha me divertir... Mas saiba que o meu pau de óculos teria mais chances do que você. - Daria de ombros, sorrindo levemente em ironia ao vê-lo se irritar por coisas fúteis, ou mesmo se não o fizesse, insultá-lo seria motivo o suficiente para incentivar minha animação, afinal ele pertencia a rosa negra. No entanto, quando suas palavras também chegavam ao fim poderia ver que ele era melhor que os anteriores, não apenas por sua postura e forma de agir, mas seus movimentos eram rápidos, talvez tanto quanto os do imortal, bom... Talvez fosse exagero de minha parte, mas admito que sua velocidade havia me pego desprevenido quando seu primeiro avanço se dava inicio, em questão de segundos ele estava do nosso lado agarrando um daqueles homens que haviam me guiado até aqui.

Ao ver aquela cena poderia ter a certeza de que, sim, aquele homem era alguém mais poderoso dentro da organização, ou seja alguém que poderíamos recolher informações, mas... Voltando ao golpe, de fato era algo que causava uma certa surpresa, afinal não é todo dia que vemos alguém ser carbonizado como um cigarro bem em frente aos nossos olhos. Não havia nada que aquele homem pudesse fazer a respeito, ele apenas... Sumiu. Pensei, e mesmo que meu corpo hesitasse naquele momento, não pude deixar de acompanhar Vayu em seu avanço, precisávamos acabar com isso, e com espada em mãos enquanto ele estivesse concentrado em suas matanças talvez fosse o melhor momento para agir. Já erguia minha lamina, pronto para golpear quando um punhado de cinzas era jogado contra nossa face, bloqueando a visão e evitando que pudêssemos realmente golpeá-lo, mais uma vez havia sido pego desprevenido, precisava tomar cuidado com isso, afinal quatro de nossos homens foram retirados da face da terra, assim, em um toque. Bom, se havia entendido algo, com certeza seria, evite ser tocado!

- Kodar, Makhar, levem-o de volta para baixo... AGORA! Nós cuidaremos disso. - Me pronunciava de imediato, afinal eles não poderiam ficar aqui, não contra um oponente tão arriscado que poderia simplesmente acabar com nossos planos em um simples toque, querendo ou não precisávamos evitar mais perdas. Permanecendo em frente a eles, com a espada erguida, tentaria manter o inimigo com as costas para a saída, guardando a porta de entrada para onde eles haviam saído a alguns segundos atrás, afinal de contas havíamos trocado de lugar no momento em que ele decidira vir para cima, e pretendia explorar essa possibilidade ao meu favor. - Brincar? Eu diria... Preparasse para uma missa de sete dias, na semana que vem... Não, espera um minuto, vai ser a sua! - Diria, provocando-o ainda mais, na tentativa de distraí-lo o suficiente para que fizessem o que mandei. - Agora pode me fazer um favor? Bem que eu estava precisando de um isqueiro. - Prosseguiria, retirando um cigarro de meu bolso e colocando sobre a boca, zombando de sua habilidade.

Em seguida, precisava me concentrar melhor na luta e por isso passaria a adotar uma expressão mais séria, observando cada movimento que o padre sequer esboçasse em tentar realizar, precisava antecipar, ou melhor, atacar com ainda mais ferocidade. Nesse momento movia minha espada, dobrando minha mão a frente e virando-a com a lamina apontada contra o inimigo, meus pés se impulsionariam ao chão esperando que Vayu me acompanhasse, porém pretendendo manter a linha frontal de ataque, a vanguarda, afinal de contas definitivamente não queria que a garota sofresse consequências por minha imprudência. Podia dizer que o ambiente não seria lá dos mais favoráveis para a utilização de minha Akuma no mi, apesar de ainda haver alguma possibilidade devido aos grãos de areia estranhos que havia visualizado anteriormente, pretendia em um primeiro momento testar as capacidades de meu oponente, e se isso acabasse me levando a lutar a sério e com tudo, bom, que assim seja.

Primeiramente, utilizaria das paredes para saltar, alternando o posicionamento com o de Vayu, em uma troca de eixos, de forma a tentar confundir o inimigo de alguma forma, e assim também podendo controlar sua movimentação, sem que passasse ao meio de nós dois despercebido mais uma vez. Então, assim que alcançasse sua localização, moveria minha lamina de encontro ao seu pescoço em uma tentativa de passar de raspão, em meio a um daqueles saltos, meu corpo por outro lado se moveria afastando-se de sua presença em uma espécie de cambalhota no ar, se preciso fosse apoiaria meus pés a parede usando mais um impulso, ou no pior dos casos o próprio ar. De uma forma ou de outra buscaria mover todo o restante do corpo antes que sua mão pudesse me alcançar, deveria evitar o toque, mas não sem antes finalizar minha estocada, se não fosse possível exatamente no lugar planejado, então nesse caso ela seria redirecionada para alguma parte ao meu alcance durante a tal movimentação citada.

Assim que atingisse o outro lado, me apoiaria com as mãos ao chão, olhando brevemente para trás, provavelmente o homem deveria me perseguir na tentativa de acabar de uma vez por todas, e nesse caso apenas tentaria me afastar na base da corrida, Vayu deveria estar ao meu lado, por isso sempre permaneceria atento para que ela, de fato, não fosse alvejada no meu lugar. Bom uma hora ou outra um de nós seria alvejado, e bom, apenas esperava que pudesse chegar até um dos altares de areia antes disso, se não fosse o caso, precisaria levar aquele velho padre até lá por conta própria, uma tarefa árdua, mas necessária. Quando o mesmo se aproximasse para nos golpear, ou agarrar de alguma forma, buscaria esquivar-me para as laterais, agarrando a garota e lançando-a para trás de mim, como se fosse a proteger de suas mãos. Ergueria minha espada a sua frente, mais especificamente em direção ao seu golpe, em uma tentativa de bloqueio, que se não fosse bem efetuada, bom, tudo que me restava seria mover meu corpo para trás afastando Vayu, e principalmente a região que fosse almejada.

No entanto, não estaria apenas parado durante esse momento, muito pelo contrário, de imediato estaria sacando minha arma secundária por de baixo de seu nariz, enquanto a atenção estivesse sendo direcionada para meu corpo e minha espada Soul Colector, Reaper faria o trabalho sujo... Emergindo por baixo, seria revestida de Haki, em um estouro de fúria e necessidade momentânea, buscaria cobri-la o máximo que fosse capaz, e em seguida ergue-la até a altura de seu abdômen em uma tentativa de dilacerá-lo desde a parte inferior até o topo de seu ombro. Nesse caso, meu golpe também serviria como forma de afastá-lo e mais uma vez impulsionar-me diretamente ao altar, com Vayu me acompanhando ou sendo simplesmente empurrada, não poderia deixá-la para trás, mesmo que ela desejasse isso. Porém, se acabasse por me auxiliar nesse processo, de fato, facilitaria em muito minha estratégia e nesse caso deixaria que ela se movesse livremente, direto ao ponto principal, na verdade, tentaria lhe induzir a isso através do olhar fixo para aquele ponto especifico.

Assim que tocasse na areia, aguardaria que o mesmo se aproximasse o bastante, fosse ou não de seu desejo me golpear, partiria para cima como se nada estivesse acontecendo, a areia atrás de mim me acompanharia como uma fiel escudeira, e em um último momento me moveria para o lado em uma esquiva. Minha mão tocaria ao chão concentrando-me para que a quantidade de areia que estivesse controlando se transformasse em uma espécie de punho, não completamente perfeito, que deveria acertar em cheio meu inimigo, bom, ao menos era o que eu esperava, um golpe simples, que serviria de teste para ver suas futuras reações, mesmo assim não deixava de ser um golpe surpresa, afinal de contas que estaria esperando por meus poderes nesse momento? Continuo torcendo para que Rak'Ash não tenha mencionado nada. - Na mosca... Quer dizer, padre, eu preciso me confessar HAHAHAA! - Diria, caso acertasse em cheio.

De qualquer forma a todo momento estaria preparado para ser golpeado seja através de socos, chutes, agarrões, ou até mesmo qualquer tipo de movimento abrupto. Qualquer aproximação seria digna de uma esquiva, seja através de métodos acrobáticos ou tradicionais, sempre me moveria de forma que meu corpo se dobrasse o suficiente para sair do alcance de seus membros. Saltaria ou me abaixaria se fosse o caso de golpes em linha da horizontal, sempre respondendo com um ataque dos que já foram mencionados para o caso desse homem se aproximar demais, afinal lhe dar liberdade era o mesmo que pedir pela morte. Um movimento para o lado seria seguido de um corte, um salto seria seguido de uma aproximação para finalizar minha estratégia, esse seria meu método de agir até que ele me provasse o contrário ou essa luta se cessasse. Se em algum momento me visse encurralado por um de seus golpes, sem a possibilidade de mover meu corpo para fora, utilizaria de bloqueios para parar o impacto e consequentemente o toque, se necessário utilizaria de pedaços de carne mais cobertos para serem atingidos no lugar de regiões mais expostas como a face ou as mãos, mas a preferência ainda seria minhas belas laminas, que nunca me decepcionaram.

Far:
 
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MensagemAssunto: Re: 7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse!   7º Capítulo - A Guerra do Apocalipse! - Página 2 EmptySex 11 Jan 2019, 01:24


Crimson Ghost

Vanish



O suspiro aliviado preenchia meus pulmões danificados de vida novamente. A sensação de ser cristalizado deveria ser uma sensação um pouco pior do que a própria morte. Diferente do frio e vazio que eu imaginava ser a pós-vida, aquela sensação de aprisionamento eterno era aterrorizante demais para não dar apreço ao longo suspiro dado após Shiro ter me salvado. E pelo jeito o cientista tinha muitas cartas na manga e milhões de métodos para se virar, me fazendo chegar na conclusão que salvá-lo havia sido, de fato, a melhor das decisões. A respiração ainda tinha o aroma metálico de meu sangue, mas com um rápido movimento de Shiro, o mesmo me jogava um de seus elixir milagrosos, no qual eu prontamente esticaria a mão para apanhá-lo. Vá saber quantos ele ainda teria disponível...

Absorvendo a substância para o interior de meu corpo lamacento, no qual eu despejaria ali mesmo direto para o meu organismo, voltaria com tudo para o combate que se iniciava. Como esperado, um combate entre assassinos costumava ser discreto e rápido, mas graças ao Shiro e sua ciência que tudo pôde sair conforme o planejado. Sentindo o sangue da desgraçada manchando minhas lâminas era muito mais satisfatório do que minha expressão poderia indicar, afinal era uma assassina da Rosa Negra, e qualquer sangue deles que eu conseguisse derramar era como se eu limpasse meu passado sombrio.

Vendo a mesma se afastando, não pude sentir ódio pelo seu modo covarde de lutar. Um assassino que deixa um serviço para trás assim? Definitivamente a Rosa Negra já foi muito melhor. Cuspia palavras em minha mente, ouvindo Shiro com suas preocupações antes de tomar alguma atitude. - Estou... Pensando... - Brandaria, enquanto ainda sentia o processo de regeneração acontecer. Minhas opções eram simples: ou eu mandaria Shiro sair correndo para servir de distração, de modo que os convidados achassem que ele quem havia causado a confusão e fugiu. A outra opção seria usar o geppou e sair voando dali, mas me atrapalharia para voltar para a festa. A única alternativa que eu via no qual me manteria próximo do leilão e ao mesmo tempo não chamaria atenção era usar o velho truque da poça de lama. - Rápido, entre. - Diria apontando para a poça de lama no chão que eu havia feito durante a luta. Com Shiro sendo absorvido, eu me levantaria e pisaria na lama também, de modo a me fundir com o elemento e ela também se tornar parte de meu corpo. Dali, sozinho, abriria os braços e então me deixaria cair de costas, me espatifando no chão numa enorme poça de lama de um beco qualquer.

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Aguardaria que todos surgissem por ali para verificar o que havia acontecido. Como o disparo feito por Shiro havia atingido um pilar distante, era possível que os convidados prestassem mais atenção lá, e não tentassem supor de onde aquele tiro saiu. Mesmo que alguém pisasse em mim, eu aguardaria pacientemente, sem absorvê-lo ou demonstrar reação, afinal de contas eu era apenas uma poça de lama num beco da festa. Após aguardar um breve tempo ali, notando que os olhares já não estariam mais naquele local, eu me arrastaria para dentro de uma das cabines vazias do banheiro, onde eu voltaria a minha forma original e sairia andando, tendo a certeza porém que ninguém mais estaria por ali. Liberaria Shiro assim que notasse que a barra estava limpa, deixando-o livre para me acompanhar. - Combinei de agir contra esse leilão com aquela mulher. Não sei quem é ainda, mas ela tem planos para acabar com o que estão planejando. Talvez seja mais seguro estarmos juntos a partir de agora, assim cobrimos um ao outro.

Não sabia exatamente o tempo que havia passado, mas independente disso, voltaria com passos apressados até a mulher misteriosa. Com Shiro ao meu lado, esperaria que o mesmo também me cobrisse naquele instante, afinal de contas qualquer um naquelas circunstâncias era um suspeito de ser um assassino... - Eu encontrei-a no beco onde conhecemos os outros dois. Estava sendo caçada por um assassino também, então ela terá interesse em colaborar também. - Explicaria brevemente ao Shiro, de modo que ele também concluísse que seria uma boa conciliar ambos os interesses naquela história.

Caso minhas roupas estivessem manchadas de sangue, as absorveria para dentro de meu corpo de modo a manter minhas vestes toda limpa e sem chamar atenção. Assim que chegasse perto da misteriosa mulher, indicaria o meu companheiro cientista com um aceno de cabeça, algo discreto. - Meu conhecido. Tivemos alguns problemas e só pude chegar agora. Qual o plano? - Mesmo acompanhando-a, atentaria-me ainda ao meu redor o tempo todo, principalmente aos olhares curiosos e aos ouvidos atentos. Sendo um leilão de escravos, era fácil imaginar onde as atenções estariam focadas, portanto seria bom revisar o plano antes que eu pudesse me esgueirar por dentro das sombras e dar o golpe fatal.



HISTÓRICO

Posts: 5

Vantagens: Aceleração, Aparência Inofensiva, Audição Aguçada e Ambidestria

Desvantagens: Timidez, Trauma Profundo e Devoção (Acabar com a Rosa Negra).

Perícias: Acrobacia, Luta de Rua, Primeiros Socorros, Atuação, Furtividade, Anatomia Humana, Rastreio, Cirurgia e Botânica

Carteira: B$ 51.704.000

Ganhos:

Perdas:

NPCs/Players:

Localização: 6ª Rota - Alabasta




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