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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I: Em busca dos revolucionários

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyQua 5 Dez - 17:55

Relembrando a primeira mensagem :

Ato I: Em busca dos revolucionários

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Allen Dorrus. A qual não possui narrador definido.


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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptySab 13 Abr - 22:23


Durante minha pequena “trapalhada” Wanda me disse algo intrigante, uma missão de acabar com as forças inimigas, ela estava se referindo aos nativos da ilha ou era um indicação para derrotar Gatou e seus soldados? Por um instante cogitei em perguntar, mas me lembrei de algo importante estávamos território hostil e, portanto optei por me calar. Com o passar do tempo o tédio me tomou e resolvi observar a vastidão do mar, algo realmente impressionante um horizonte que não terminava nunca, era estranho saber que agora me aventuraria por esse ‘deserto azul’, mas será que realmente haveria algo além de água? Uma duvida que não precisasse me preocupar por enquanto, tinha coisas mais importantes para fazer.

Minha concentração foi quebrada por um grito de Grouge, talvez fosse comum um ataque de algum barco, mas porque um barco da marinha? Gatou estava envolvido no mundo do crime, isso é óbvio, mas quem haveria avisado à marinha? Por mais que pensasse apenas chegava a uma conclusão, além de Gatou e seus soldados, haviam dois grupos infiltrados, os revolucionários e alguém a favor da marinha, mas quem?

No fim os marinheiros que apareciam eram apenas três garotos, algo bem incomum por se dizer, a marinha deveria ter frotas gigantescas e mandaram só três pessoas para parrarem um homem que estava tentando comandar uma ilha, mas não poderia continuar parado, afinal se não atacasse os marinheiros logo, Shock poderia realmente ficar irritado ou pior eu perderia minha chance de derrotar um marinheiro pela primeira vez. “Lia, vamos nos focar no cara de óculos, faremos o mesmo plano de antes” não é como se eu quisesse confiar em Lia, mas apenas conhecia a força dela, não pude ver a batalha dos outros dois, logo eles eram as pessoas menos confiáveis daqui, com exceção dos marinheiros é claro.

Aceleraria na direção do garoto de óculos, tendo em mente que um disparo com sua arma poderia ocorrer e devido a esse fato iria em movimentos de ziguezague, chegando lá faria uma finta fazendo um golpe com meu punho esquerdo e não tentaria acertar, apenas o usaria para chamar a atenção do marinheiro e golpearia realmente sua traqueia visando dificultar sua respiração o máximo possível, assim que o ataque fosse completado surtindo efeito ou não me distanciaria para me preparar pra próxima investida.

Esperaria até que o marinheiro começasse a mirar em alguém, se fosse em mim apenas usufruiria de minha velocidade para me aproximar antes que ele pudesse disparar, se fosse em outra pessoa apenas aproveitaria da brecha de meu oponente, nesse segundo ataque não usaria truques apenas faria um golpe de direita em suas costelas mais precisamente na região do coração, visaria me aproveitar do impacto para danifica-lo mais internamente. Sem perder tempo realizaria outro golpe, dessa vez não me focaria em seu maxilar realizando um gancho de direita logo após o soco daria alguns passos para o lado abrindo uma brecha para Lia ataca-lo enquanto o gancho ainda estivesse fazendo efeito.

Em minha corrida na direção do atirador ou talvez até mesmo na luta contra ele os outros dois poderiam tentar intervir, contra o marinheiro com um porrete me esquivaria de ataques verticais indo para esquerda, já ataques horizontais tentaria ir para trás, se não fosse possível me agacharia, e por fim se ataques diagonais fossem feitos apenas me esforçaria para ir para trás, como seu porrete não tem nenhuma ponta cortante não imagino que alguma estocada pudesse me machucar, na verdade até me ajudaria, pois se ocorresse me aproveitaria para agarrar seu porrete para mantê-lo parado por alguns segundos dando breves momentos para os ataques de Lia.

O cara das olheiras poderia ser quem realmente viesse, contra ele poderia ser até mais fácil, afinal já enfrentei um mercenário que usava o mesmo estilo que o meu então basicamente seria uma repetição daquele combate, não visaria ataca-lo apenas me esquivar para deixar Lia brilhar, contra socos comuns apenas usaria de minha velocidade para ir para o lado e em casos extremos colocaria meu braço na direção do golpe visando amenizar o impacto, agora contra ganchos colocaria simplesmente pularia para o lado, e talvez algum chute ocorresse em momentos assim tomaria a decisão de ir para o lado com chutes comuns e até mesmo chegar a me agachar contra chutes na altura da cabeça.

Conforme o decorrer da batalha não me importaria em ajudar meus ‘companheiros’ em perigos, ele são meus inimigos também e logo terei que cuidar deles, então aceitaria a pequena ‘ajuda’ dos marinheiros para facilitar minha missão, criaria exceções apenas para Grouge, Wanda e Lia, embora os dois primeiros tenham desaparecido então não devem entrar em perigo, já Lia é a chave para ganharmos essa batalha rapidamente, não seria legal me dar ao luxo de perder uma boa atirador tão rapidamente, nesses casos apenas me aproximaria do oponente e daria um golpe em qualquer região de seu corpo para chamar sua atenção.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyTer 16 Abr - 23:22


Allen não titubeou em sua escolha sobre o que fazer. Era óbvio para ele que os marinheiros eram os inimigos ali e que, por mais que em algum momento ele fosse precisar enfrentar os inimigos de Gatou, aquela era sem dúvida a ameaça mais imediata. Com isso em mente, o lutador teve prontidão em avançar contra o garoto de óculos, com seu zigue-zague dificultando a mira deste, Allen apenas sentia uma bala passar de raspão e rasgar um pouco do pano na coxa de suas calças.

Sabendo que o inimigo havia errado o seu ataque, o revolucionário se aproveitava daquela janela para atacar, e com isso fazia uma finta com o punho esquerdo, atraindo a atenção do adversário por tempo o suficiente para que este não conseguisse esquivar totalmente de seu verdadeiro soco, que acertava o lado direito da bochecha do marinheiro quando este tentava se abaixar - Ei, você quase estraga meus óculos! - Ele dizia enquanto mirava novamente, ao mesmo tempo em que Allen terminava de se afastar. Seu próximo alvo era, obviamente, o mesmo homem que lhe apresentava perigo imediato… O próprio Allen.

Sem pestanejar Dorrus voltava a avançar contra o marinheiro, próximo demais para um zigue zague efetivo, o que o tornava um alvo fácil para o disparo que atingia sua perna direita a queima roupa. A queimação e a dor eram fortes e levavam o revolucionário a bambear a perna, quase encostando-a no chão. O marinheiro aproveitava-se daquele brecha para se afastar um pouco, sem tirar a mira de sua arma de cima do adversário - Se tentar de novo, eu acerto a outra perna e você não vai mais andar por uns dias! - Ele advertia.

Nesse momento, mesmo em meio a dor, Allen podia perceber que Lia finalmente preparava um disparo. A flecha logo começava a cortar os ares com velocidade, até que, para a surpresa de Dorrus, atingia em cheio o anão que naquele momento lutava contra o marinheiro do porrete - Ufa! Senti saudades maninha! - O marinheiro dizia aliviado enquanto o anão caia no chão, fora de combate - Sua.... Você está com eles? - Shock estava claramente enfurecido, o que fazia com que Lia finalmente quebrasse seu silêncio - Ops… Nada pessoal, mas vocês contraram mesmo alguém que nem conhecem e que não fala uma palavra? Não é muito esperto, Shock - Dizia em tom provocativo, que parecia claramente afetar o ruivo.

- Ora, sua… - Já com suas soqueiras equipadas, ele tentava um ataque contra a ruiva, apenas para ter seu ataque habilmente bloqueado pelo marinheiro do porrete que naquele momento já havia conseguido se aproximar dos dois - De jeito nenhum que você vai encostar essa sua mão na minha nela! - Dizia em tom brincalhão, vendo tanto Shock quanto Lia afastarem-se após seu bloqueio - Sabe que não preciso de proteção Tay, não enche! - Ela parecia brava - Você interrompeu minha batalha, nada mais justo do que eu roubar a sua! - Ele devolvia em tom de brincadeira, quase ignorando a existência de Shock, será que aquilo tudo estava fácil demais para os marinheiros?

Apesar da perna atingida, Allen ainda conseguiria lutar mesmo tendo sua movimentação um pouco debilitada. Não muito longe dele a morena trocava socos com o marinheiro sonolento, enquanto mais atrás estava Shock, lutando contra Lia e Tay. Qual decisão o revolucionário tomaria naquele momento, e como ele iria proceder estando agora ferido e em desvantagem numérica? Ele não tinha muito tempo e teria que pensar rápido. Naquele momento, talvez até mesmo a rendição fosse uma opção válida...
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyQui 18 Abr - 22:32


Podia sentir um misto de emoções no meio da batalha infelizmente as que mais se sobressaiam eram a raiva e a frustração, não tive sucesso em acertar o marinheiro de óculos eficazmente e, além disso, ainda fui acertado por um disparo do mesmo, o buraco que havia ficado em minha perna ardia incessantemente parecendo até mesmo que a ferida estava sendo incendiada constantemente, a dor era tanta que coloquei minha mão direita sobre meu machucado tentando amenizar ao menos um pouco, mas quando me dei conta uma pequena lágrima já estava escorrendo pelo meu rosto, me mostrando que não estava funcionando, então soltei minha perna e usei minha mão para retirar algum resquício que houvesse ficado da lágrima.

Enquanto me acalmava vi que Lia estava se preparando para atacar os marinheiros, ao menos era o que imaginava, seu verdadeiro alvo havia sido o anão, mas por quê? Shock rapidamente sanava minha dúvida, e a única coisa que conseguia sentir era nojo, por um momento até me esqueci de minha perna e da dor, apenas sentia um mal estar gigante por saber que estava dependendo de uma marinheira, e ainda mais ela já havia me salvado diversas vezes...

Ao meu redor duas batalhas distintas ocorriam, mas estávamos em desvantagem, talvez fosse melhor desistir.... pensava isso até perceber o que realmente estava falando, perder para marinheiros? Desistir da minha vingança? Chegava a ser digno de pena, eu estou proclamando a iminente destruição da marinha que vira pelas minhas mãos, e mesmo assim não consigo derrotar um marinheiro sequer. Eu me daria um soco rapidamente com o intuito de me concentrar, logo assumiria um semblante sério e olharia fixamente para o marinheiro de óculos “Pode me deixar sem andar, eu ainda serei o vencedor” uma fala um tanto quanto presunçosa, mas tinha que mostrar minha verdadeira intenção para aquele cara, não gostaria de saber que o derrotei porque ele me subestimou.

Tinha varias opções de batalhas, mas optaria em continuar a luta com o marinheiro do revolver, por mais que queira derrotar Lia com minhas mãos, sei que esse cara pode ser um empecilho mais afrente no combate. Começaria a pular com somente uma perna, por mais que parecesse ridículo não seria inteligente forçar a perna machucada atoa, em meus pulos tentaria me distanciar do marinheiro ganhando espaço para tornar minhas esquivas mais efetivas. Conforme fosse me distanciando era possível que algum disparo do marinheiro em minha direção, logo com o intuito de desviar colocaria minha perna baleada no chão e forçaria ambas para me jogar na direita e já me esforçaria a levantar e continuar a me afastar com minha perna, se fosse necessário repetiria o processo quantas vezes fossem precisas.  

Já com uma distancia razoável esperaria que ele mirasse em mim e se preparasse para atirar, nesse momento me desligaria de tudo ao meu redor e apenas me focaria em desviar do projetil, portanto esperaria até ouvir o disparo, nesse momento pularia o mais rápido possível para diagonal visando com que ele acertasse no máximo algum ponto de minha perna, assim evitando algum ataque mortal.

Não tiraria o foco do marinheiro em nenhum momento, e visaria observar algum momento em que sua munição acabasse e ele precisasse de mais balas, nesse tempo especifico começaria a correr novamente em sua direção, dessa vez forçando minha perna ao limite, assim que chegasse o atacaria em suas costelas direitas e logo usaria minha mão esquerda para acertar seus preciosos óculos, e por fim daria um gancho de direita com o intuito de ao menos deixar o marinheiro quase incapacitado.

Talvez em algum momento do meu plano simples outro marinheiro resolvesse interferir na batalha, possivelmente o outro boxeador, contra ele apenas esperaria parado ate o seu golpe ser feito, sendo um soco simples me esquivaria o mínimo necessário e colocaria meus braços na direção de meu peito e cara evitando alguma finta, “Ai o morena, esse cara ta me atrapalhando, tem como cuidar dele por um tempo?” diria se ela ainda estivesse consciente, talvez algum chute pudesse ocorrer, logo pularia para trás enquanto colocava meus braços na direção do peitoral evitando algum golpe que pudesse causar danos mais significativos.

Agora um ataque do garoto com um bastão, esperaria algum golpe na horizontal ou diagonal e forçaria novamente minha perna para ir pra trás tentando evitar o contato com a arma, há um golpe vertical usaria minha perna intacta para pular para o lado e aproveitaria para agarrar a arma do garoto “Hey Shock, você por acaso está dormindo? Apenas segure esses caras por um tempo e eu acabo com essa luta” diria sem olhar para ele, sei que um chefe de vários soldados não perderia facilmente para dois marinheiros, eu acho ao menos.

Assim que conseguisse o auxilio de Shock ou da morena começaria a correr novamente na direção do atirador dessa vez não esperaria até que ele precisasse recarregar, apenas iria correndo em sua direção procurando alguma brecha, e se algum ataque fosse feito me jogaria parar a esquerda tentando receber o minimo de dano possível, assim que chegasse o atacaria em seu estomago com meu punho direito e logo em seguida atacaria com minha mão esquerda a região do seu tórax e por fim tentaria terminar com um gancho.

Obtendo sucesso ou não em derrotar o atirador voltaria e faria novamente meu plano para me distanciar, afinal quanto mais perto estiver dele mais fácil de ser acertado. No fim começaria a analisar a minha volta tentando entender o que está ocorrendo ao meu redor e inclusive observando o campo procurando algo que pudesse me ajudar.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyDom 21 Abr - 23:45


A desvantagem numérica somada a traição de Lia geravam uma situação nada boa para Allen, que chegava a cogitar até mesmo se render ali. Esses pensamentos, porém, não duravam muito tempo na mente de Allen. Sua raiva pela marinha e o desejo de vingança eram mais fortes que qualquer outra coisa, talvez até mesmo que sua própria racionalidade, e eram estes sentimentos que faziam o garoto se encher de determinação para que pudesse continuar aquela luta.

Com essa mesma determinação ele fazia o possível para pôr de lado a dor latente na perna, e com isso corajosamente afastar-se do marinheiro saltando de uma perna só. De fato, uma cena incomum. Tão incomum que fazia o marinheiro errar seu primeiro tiro com a esquiva de Allen somada a uma gargalhada. Quantas balas será que restariam em sua arma? Era possível agora ver o marinheiro respirando fundo e se preparando para atirar novamente, desta vez ele não parecia ter a pretensão de errar.

A concentração de Allen também era notável e naquele momento sua mente só se focava em sua própria existência e na do adversário a sua frente. Um pulo, dois pulos. Neste segundo, uma outra bala se alojava superficialmente no seu ombro esquerdo. Não atrapalharia os movimentos de maneira efetiva, mas com certeza doeria. Ignorando isso, Allen finalmente via sua brecha quando o marinheiro parava para recarregar após aquele disparo.

Usando a potência máxima de sua velocidade e força em suas pernas ele se aproximava rapidamente do atirador e desferia um soco de direita contra as costelas deste, que acertava em cheio. Seu movimento seguinte com a mão esquerda não era tão rápido nem efetivo, talvez devido a falta de prática com este membro, o que permitia que o marinheiro esquivasse facilmente e começasse a levantar o braço que segurava a arma. O gancho final vinha e também acertava em cheio, o marinheiro claramente iria ao chão mas antes disso ainda tinha potência o suficiente em sua mão para acertar uma forte coronhada contra a têmpora do revolucionário, que sentia seu corpo balançar pelo golpe, desequilibrando-se o suficiente para sentir o efeito da perna direita ferida que tanto forçou, e também acabar indo ao chão.

- Droga, você é melhor do que eu pensei! - O marinheiro dizia com dificuldade tentando se levantar do chão, mas acabava não conseguindo devido a falta de equilíbrio causada pelo gancho - Mas já vai dormir Mills? Desse jeito vai perder a diversão! - Dizia o marinheiro do bastão que lutava contra Shock ao lado de Lia. Naquele confronto, nenhum dos lados parecia ter uma vantagem, e o mesmo ocorria na luta da morena contra o boxeador. Era nesse momento que um disparo bem alto podia ser ouvido vindo do andar de baixo do navio, seguido de um som bem alto de coisas quebrando.

- Que porra é essa? Chegaram até o Gatou? - Shock estava claramente preocupado, mas não poderia fazer muito antes de terminar aquela batalha. Allen ainda estava no chão, assim como seu adversário, e sentia fortes dores na perna atingida, além de um provável galo que surgiria no lugar onde sofreu a coronhada. Haviam alguns caixotes no local que provavelmente poderiam ser usados como forma de cobertura contra disparos. Além disso, bem perto dos dois caídos estava o mastro do navio, e nele amarradas algumas cordas que talvez pudessem ser usadas para ajudá-los a se erguer do chão.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptySeg 22 Abr - 22:33


Conforme me esforçava para realizar meu plano vi que meu oponente realmente estava sério, portanto não poderia falhar em minhas esquivas, era estranho mais sentia minha determinação crescendo mais talvez pelo fato de saber que meu oponente era um marinheiro e não podia vacilar ou poderia ser uma reação instintiva de meu próprio corpo sabendo que minha vida estava perigo, por mais estranho que isso fosse ainda não precisava de respostas. Logo em seguida fui atingido por outra bala, essa por sua vez ardia como a primeira, porém por algum motivo ainda conseguia me concentrar e como consequência uma brecha havia sido aberta, ele estava recarregando.

Enquanto corria sentia a adrenalina passando pelo meu corpo, parecia que  facilmente que poderia derrota-lo rapidamente e ainda continuar na batalha, mas era somente o que eu pensava consegui acertar dois golpes nele, já ele obteve sucesso em realizar uma coronhada, a qual não me incomodava muito no começo, possivelmente pela euforia que a batalha estava trazendo a mim, isso até que senti minhas pernas falhando e cai no chão, rapidamente senti todas as dores voltando, minha perna ardia mais do que esperava e percebia que meu braço esquerdo estava bem incapacitado pelo ardor da bala além da grande dor de cabeça que surgiu após o ataque do marinheiro.

Enquanto eu e meu oponente falhávamos em nos levantar pude ouvir um tiro de dentro do navio, só conseguia pensar em duas explicações ou há outro membro da marinha escondido pelo barco, ou Grouge esta completando a missão, eu simplesmente acreditava na segunda opção, afinal se eles tivessem terminado o serviço em breve receberia reforços. Após renovar minhas esperanças de ganhar essa batalha e subjugar meus oponentes, começaria a sorrir levemente e logo tentaria segurar a corda, me arrastando se fosse necessário.

Assim que chegasse a corda a enrolaria em meu braço esquerdo e seguraria firmemente com a mão esquerda, logo começaria a usar meu braço direito para puxar meu corpo e me por de pé, ficaria com meu pé esquerdo encostado no chão e com minha perna direita levemente afastada, não seria inteligente força-la mais da maneira que estava já conseguia sentir uma dor extrema, força-la apenas me atrapalharia, antes que Mills pudesse reagir e encontrar uma maneira de se levantar agarraria a corda com a mão direita e puxaria enquanto daria um pequeno pulo com a perna esquerda na direção do marinheiro e ao me aproximar suficientemente o atacaria com minha mão direita mirando em seus preciosos óculos com o intuito de quebra-los impedindo que meu oponente continuasse a batalhar por ficar inconsciente ou por não conseguir mirar.

Não imaginava uma maneira efetiva do boxeador ou do cara do taco me impedirem, mas Lia e o próprio Mills ainda tinham uma forma ‘atirar’ portanto me atentaria a um possível disparo de algum deles, para Mills colocaria meus braços na região torácica e pularia para esquerda com somente uma perna visando não ser acertado em nenhum ponto vital, agora um disparo de Lia, tentaria me aproveitar do mastro e me jogaria em sua direção para fazer a flechada acertar a madeira ou algum ponto não letal de meu corpo.

Tendo sucesso em quebrar os óculos do atirador ou não começaria a desenrolar meu braço e usaria o mastro como um apoio para que não caísse, observaria por breves instantes como estava o combate da morena, logo começaria a fazer os pulos com minha perna esquerda tentando me aproximar do confronto, já perto o suficiente desferiria um soco no tronco do boxeador, tentando chamar a sua atenção brevemente.

Talvez o boxeador já estivesse prestando atenção em mim ou não, mas assim que ele começasse deveria ao menos tentar fazer algum ataque, vendo que não estou podendo me movimentar muito ficaria parado e veria qual seria o ataque do marinheiro, esperando que fosse algum tipo de soco apenas tentaria dar um pequeno pulo para o lado enquanto deixaria meus braços na região do peito e da cara, já um chute que poderia ocorrer tentaria pular para o lado oposto do ataque e colocaria meus braços na direção com a finalidade de diminuir o impacto por menor que fosse. Por fim não tentaria fazer um ataque em nenhuma hipótese, afinal como minha mobilidade está danificada não seria inteligente abrir uma brecha para um ataque me derrotar, apenas gritaria para a garota “É tão difícil atacar esse cara?” seria obrigado a ajuda-la para que o cara das olheiras pudesse ser derrotado.

No fim se não pudéssemos derrotar o cara me afastaria o máximo possível indo em direção das caixas para usa-las como esconderijo se Lia tentasse algum ataque, agora se conseguíssemos finaliza-lo apenas iria à direção do mastro e me apoiaria novamente no mesmo tentando descansar ao menos um pouco. De qualquer maneira começaria a observar a batalha mais próxima que estivesse ocorrendo e observaria as passagens para o lado de dentro, tentando me verificar se alguns de meus superiores estivessem pelo local.


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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyDom 28 Abr - 0:28


Por mais profundos que fossem os ferimentos, a adrenalina e a determinação de Allen faziam com que ele fosse incapaz de desistir daquela luta. Tudo isso somado a esperança vinda do possível tiro de Grouge dentro do navio fazia com que o garoto juntasse forças o suficiente para se segurar na corda e colocar-se de pé, ao mesmo tempo que o marinheiro que ainda cambaleava devido a tontura causada pelo último golpe sofrido.

O revolucionário devia pensar rápido e antes que o ainda atordoado marinheiro conseguisse terminar de carregar sua arma, ele o acertava com um belo soco direto na face. A força do golpe fazia com que o marinheiro caísse em cima de alguns caixotes, que eram resistentes o suficiente para não se quebrarem, além de fazer com que seus óculos e sua pistola caíssem no chão. Ele provavelmente ficaria ali por alguns minutos -Droga, eu só queria… Aaaaaai… Deixa pra lá - Ele dizia de forma um tanto cômica.

Com o primeiro adversário derrotado, Allen agora podia concentrar-se em ajudar seus aliados, voltando sua atenção nesse momento para a morena que lutava com socos e chutes contra o boxeador. O revolucionário tentava se aproximar enquanto os dois trocavam golpes, mas seu modo de aproximar-se pulando de uma perna só não era dos mais sutis e nem práticos, e isso acabava fazendo com que este fosse atingido por uma forte cotovelada na bochecha assim que chegava no alcance do lutador. Seu pulo para o lado não era o suficiente para que se esquivasse de um golpe na horizontal, de fato, apenas fazia com que seu equilíbrio fosse dificultado novamente ao ser atingido em cheio e que, com isso, o jovem revolucionário acabasse indo ao chão novamente, bem próximo da borda do convés, onde poderia usar do pequeno muro da borda do navio para se apoiar e levantar.

Nesse meio tempo a morena aproveitava-se da breve distração de seu adversário para atacar-lhe ferozmente, vendo seu primeiro ataque ser bloqueado mas o segundo atingindo em cheio o estômago do adversário, que por causa do golpe sofrido ficava em uma posição perfeita para que recebesse um forte gancho no queixo, que fazia com que recuasse alguns passos para trás, com as pernas bambas. Os dois combatentes ali pareciam estar levando as coisas bastante a sério, ao ponto de que naquele momento a mercenária não mais mostrava aquele seu ar descontraído de quando estava combatendo ao lado do anão.

-Hahaha! Muito bem garotos! Todos vocês receberão um aumento quando isso terminar - Bradava Shock que, apesar de ainda não ter vencido o seu combate, tinha um ar vitorioso. Naquele combate de dois contra um era possível ver que ambos os lados já haviam sofrido alguns golpes, tendo todas suas respectivas feridas mas nenhuma delas que parecesse letal ou impactante. Naquele momento, chamando a atenção de todos ali, a porta que levava para dentro do barco se abria. Era Grouge, que levava tanto Gatou quanto Wanda amarrados em uma corda.

-Muito bem pessoal, vocês sabem dar uma bela festa. - Era perceptível o modo como a atenção de todos era focada agora no líder revolucionário, fazendo com que todas as batalhas parassem. Grouge segurava a corda com o braço esquerdo, enquanto usava o direito para apontar uma arma contra a cabeça de Gatou - Devo admitir, fico feliz que ainda existam pessoas decentes na Marinha, havia abandonado a ideia de que vocês protegeriam uma ilha na qual não possuem um quartel, como Briss Kingdon. Mas não se preocupem, o exército revolucionário me enviou para resolver o problema de forma mais efetiva! - Ele dizia com bastante confiança na voz, e era respondido por Lisa - A marinha não irá abandonar a população, e também não irá ceder seu prisioneiro! - Ela respondia séria, em um tom até desafiador. Era quando todo aquele discurso era interrompido por uma voz enfurecida.

- Mas será que todos são malditos traidores? Aquele mordomo de merda, devia ter suspeitado dele. Colocou um revolucionário para guiar o navio! - O tom de Shock estava claramente afetado pela raiva, e ele logo voltava a atacar o marinheiro com bastão que era ágil em desviar do golpe surpresa - Parece que temos um impasse! Façamos assim, deixe-me resolver com esses marinheiros idiotas primeiro, depois negociaremos a liberdade do senhor Gatou! - Ele dizia aquilo enquanto trocava golpes com o marinheiro, sem realmente esperar por uma resposta. O silêncio de Grouge parecia consentir com a proposta, e logo todas as lutas recomeçavam no convés, inclusive a da morena. Como Allen iria agir perante esta nova situação?

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyDom 28 Abr - 18:45


Era estranho, mal conseguia ficar de pé e mesmo assim incapacitei o marinheiro ao menos por alguns minutos, esse fato me trazia uma felicidade abundante, saber que finalmente consegui derrotar um marinheiro oficial, não era algo que impactaria a marinha completamente, porém era meu primeiro passo para minha vingança, e já havia definido meu segundo passo, conseguir uma vitória completa contra Gatou e contra a marinha.

Tentava a todo custo me manter ativo na batalha, fazendo um ataque descuidado ao boxeador, quase não percebi o que aconteceu, apenas sentia a dor se alastrando pelo meu corpo, conseguia sentir o gosto do sangue em minha boca e sentia que não seria possível utilizar minha perna, mas não poderia desistir agora, ainda teria que ajudar a morena a derrotar o marinheiro, dessa forma nós poderíamos derrotar a marinha facilmente, depois só precisaria me preocupar com os mercenários de Gatou.

Grouge finalmente aparecia, com algo que eu não esperava, Wanda estava amarrada por uma corda, era um disfarce ou ela teria sido o motivo do disparo que aconteceu antes? Não poderia saber, mas por enquanto tinha que confiar em meu superior, mas novamente Grouge falava sobre aquilo de haverem pessoas boas na marinha algo que ainda não me fazia sentido, mas quem sabe eu ainda poderia entender o que se passa em sua cabeça.

No fim Grouge se manteve calado e deixou que Shock terminasse o combate antes de continuar a conversar, analisando a situação conseguia perceber que as lutas ainda estavam relativamente equilibradas, ou os mercenários de Gatou ainda estavam pegando leve com a marinha, seria até mesmo viável ir até o gordo e me manter parado ao seu lado, não fazia mais sentido participar dessa batalha, além do mais era um combate era mercenários e marinheiros, no fim nós revolucionários estávamos apenas para ter certeza que Gatou não sairia impune.

Mesmo pensando assim ainda não conseguia aceitar, deixa-los derrotar os marinheiros e apenas observar não me deixaria mais forte ou algo assim, a única forma seria participar das lutas, começaria usando a borda do convés para me manter de pé, observaria cautelosamente a batalha dos boxeadores esperando algum momento em que a morena acertasse algum golpe efetivo, nesse momento avançaria em sua direção me impulsionando com a perna esquerda e logo após usaria ambas as pernas para me aproximar do ‘olheiras’.

Já próximo do boxeador tentaria me aproveitar da possível brecha causada pelo golpe da mercenária e faria um ataque mirado em seu tronco, mais especificamente no centro, tentando causar algum dano externo, já esperando um possível contra-ataque me fixaria no chão com as duas pernas ignorando ao máximo a dor, em seguida apenas colocaria meus braços na direção do golpe, não tentaria desviar, afinal se caísse talvez não conseguisse me levantar, apenas me focaria em amortecer o impacto para que ao menos ainda possa continuar lutando.

No confronto havia a possibilidade do Marinheiro continuar me focando, portanto observaria sua postura tentando identificar qual seria seu próximo movimento, talvez um soco fosse feito em minha direção, logo continuaria tentando ficar parado e colocaria meus braços na direção do soco, porém se fosse um ataque na direção de minha cabeça tentaria ir para o lado com minha cabeça tentando ao máximo evitar o golpe, se obtivesse sucesso em minha defesa tentaria ataca-lo em alguma brecha criada pelo seu golpe. Já um chute me forçaria a colocar apenas um braço em sua direção, assim que o ataque me acertasse colocaria o outro braço em sua perna para segura-la com força, assim que conseguisse realizar o bloqueio já me viraria na direção da morena “Hey, aproveite a brecha e ataque esse cara”.

Mesmo me esforçando para derrota-lo meus planos poderiam acabar dando errado e o marinheiro ainda estivesse apto a lutar, logo tentaria me distanciar do boxeador utilizando minhas duas pernas, poderia ser impossível ir mais rápido que ele, portanto se percebesse a aproximação inevitável de meu inimigo, colocaria meu pé esquerdo a minha frente voltado em sua direção rapidamente usaria meu pé direito como um impulso para ir pra frente usando minha aceleração natural e o atacaria em sua costela com meu braço direito.

No fim sei que o boxeador poderia ser retirado do combate ou pelo menos daria uma pequena vantagem para a morena, observando sua condição física era possível perceber que ela ainda estava sem muitos ferimentos graves e graças a isso ela conseguiria ajudar Shock em sua luta, mesmo assim ainda não baixaria minha guarda, continuaria prestando atenção nas lutas que estivessem ocorrendo ao meu redor. Se os combates finalmente terminassem começaria a observar Grouge e Wanda tentando entender o plano dos dois.



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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptySex 3 Maio - 10:24


A luta continuava e Allen decidia manter-se engajado a ela. A troca de socos entre a morena e o marinheiro parecia bem equilibrada, nenhum dos lados conseguia acertar um golpe realmente efetivo durante boa parte do combate, o que dava tempo de sobra para que o revolucionário conseguisse se levantar, ainda que a dor em sua perna pesasse e fizesse com que este processo se tornasse bem mais lento do que deveria.

Por fim a morena encaixava um belo soco, e Allen aproveitava-se desse momento para se impulsionar contra o adversário. Mal sabia ele, entretanto, que suas pernas começariam a ceder no momento em que começou a avançar. Por sorte estava perto do combate, perto o suficiente para que ao cair conseguisse ainda assim acertar um belo soco nas costas do “olheiras”, pouco antes de ir ao chão. O golpe inesperado dava brecha o suficiente para que a morena emendasse um belo soco contra a face do adversário, derrubando-lhe no chão a cerca de um metro de distância de Allen.

- Hey, você é bom! - Ela exclamava para Allen depois de acertar aquele golpe - Vocês dois são! - Dizia isso até mesmo para o adversário no chão, com aquela vitória fazendo com que sua empolgação visivelmente voltasse - Agora descanse, preciso ajudar o Shock - Ela saía deixando Allen ali. O adversário caído ao seu lado parecia estar desmaiado, a melhor aposta do garoto naquele momento talvez fosse torcer para que ele continuasse assim por mais tempo.

Sem conseguir se levantar de maneira muito efetiva, Allen agora apenas podia observar enquanto a morena juntava-se a luta, servindo para fazer Lia ter que parar de atirar para se esquivar de seus primeiros golpes, antes que o marinheiro do bastão a interceptasse para dar algum espaço a atiradora. Shock que até então tinha duas flechas cravadas no corpo, uma no ombro direito e outra na coxa direita, quebrava os “corpos” de ambos os projéteis e voltava para o combate, parecendo novamente empolgado ao ver que seu time vinha vencendo os combates.

BANG!!! Nesse momento o disparo de Grouge chamava a atenção, e logo o grito de dor de Shock indicava o que havia acontecido - Não achou que eu deixaria vocês vencerem por mera rivalidade com os marinheiros, não é? Seria idiotice. Eu só queria mesmo igualar os números aqui para negociar - Com a arma ainda apontada para o ruivo, Grouge fazia os combates pararem novamente. O tiro não era fatal, ele havia feito questão de atingir Shock na perna, em um ponto semelhante ao que Allen havia sido atingido anteriormente.

- Eu não tentaria continuar lutando com isso. Diferente do garoto ali, você não parece ter toda essa determinação - Ele dizia frente ao claro intuito que Shock possuía de continuar aquela batalha. Sem baixar a arma, ele agora dizia olhando para os dois marinheiros que ainda estavam conscientes - Minha ideia é a seguinte. Nós levamos Grouge, vocês podem levar Shock e os outros mercenários. O estressadinho possui alguma recompensa pela cabeça dele, não é? Deve cobrir os gastos de vocês e, ao reportarem o que aconteceu, terão a missão cumprida de qualquer forma. Acredite em mim, não pretendemos deixar Gatou impune do que vinha fazendo, estamos do mesmo lado aqui. - Ele dizia aquilo para ambos os marinheiros, sem saber ao certo quem seria o líder ali - Bom, tudo o que faço questão é de levar Gatou, a mulher e o garoto com a perna ensanguentada que deu uma surra no quatro olhos ali. O que me dizem?

Lia parecia ter o intuito de responder, mas antes que pudesse era interrompida - Desgraçado! Não negocie como se não estivéssemos aqui! - Em um ímpeto de fúria e determinação ele avançava na direção de Grouge, bloqueando o primeiro disparo com sua manopla. Antes que ele pudesse chegar até o revolucionário, entretanto, Wanda se soltava e acertava um forte soco contra o estômago de Shock, que recuava alguns passos - Ops - Ela dizia de forma irônica, apenas para que o homem ficasse mais enfurecido ao perceber o que acontecia ali. A morena se aproveitava de toda aquela distração para acertar uma cotovelada no nariz do marinheiro com o bastão, seguido de um belo soco contra a face de Lia antes que esta pudesse se preparar para atirar novamente. Feito isso, ela começava a correr na direção de Allen.

- Ei, acho que já era. É melhor pegarmos o navio deles e irmos embora! - Ela dizia preocupada com o garoto, ajudando-lhe a se levantar do chão rapidamente. Ele teria que ignorar as dores naquele momento. E esta era a situação, enquanto os marinheiros ainda se recupervam do golpe surpresa e os revolucionários muito ocupados lutando contra Shock, a morena erguia Allen e começava a levá-lo na direção do navio em que os marinheiros vieram. O que o jovem revolucionário faria agora?
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyDom 5 Maio - 15:33


Meu grandioso ataque ao marinheiro acabou sendo uma cena patética de se assistir, mal consegui me colocar de pé e logo já estava no chão, a frustração tomava conta de mim, não podia me levantar mais, principalmente pela dor que tomava conta de meu corpo, era como se fosse despedaçar, minha cabeça estava zonza, minha perna e meu braço ardiam tanto que chegava a pensar que nunca mais conseguiria utiliza-los.

Grouge finalmente tomava as rédeas da luta e planejava um acordo com os marinheiros, particularmente aquilo não me agradou, fazer um acordo com a marinha é o pior castigo que poderiam me dar, se eu fosse mais forte poderia derrotar todos os marinheiros e mercenários, desse jeito não seria necessário o acordo, porém como sempre a realidade era dura eu não era forte, nada do que imaginava aconteceria e com um leve desgosto apenas aceitei o contrato que seria firmado e me deitei completamente no chão, não tinha necessidade de me preocupar mais, afinal se deixasse com Grouge tudo seria resolvido.

Shock não parecia entender sua derrota, fazendo um ataque completamente suicida, parecia até que ele se esqueceu sobre o fato de Gatou ser um refém. A morena acabava se aproveitando da distração feita pela briga e me ajudava a ficar de pé e ia à direção do barco, mas por quê? Eu não a conheço, ela não tem motivos para me ajudar, tudo aquilo era estranho para mim... Ajudar um desconhecido que pode se defender.... Qual a lógica? Talvez ela só fosse louca, embora pensasse aquilo ainda conseguia perceber sua preocupação, será que ela simplesmente é uma boa pessoa? Outra dúvida gerada pelas suas ações.

Não poderia entrar no barco com ela, se mudássemos de rota poderia nunca mais ter contato com Grouge novamente, por um tempo pensativo uma ideia me veio à cabeça, iria convencê-la a desistir da fuga “Escute, não me lembro do seu nome, mas me ouça. Aquele gordo pode nos salvar dessa enrascada, apenas confie em mim e no fim desse conflito ainda estaremos livres” falaria calmamente tentando disfarçar a dor, o que possivelmente não conseguiria, e não moveria mais minha perna forçando a morena a me arrastar se não me ouvisse.

“Eu sou um revolucionário, estou aqui para prender Gatou, posso convencer Grouge a te levar conosco, mas para isso precisamos derrotar Shock” explicaria a situação para ela, afinal ninguém confiaria em outra pessoa sem entender o que está acontecendo ao seu redor “Então... o que me diz?” não teria muito tempo para convencê-la, portanto esse seria o momento para confirmar com ela qual sua decisão e basear minhas próximas ações com base nela.

Tinha esperança que ela aceitasse minha proposta “Agora, só preciso que nos ajude a derrotar Shock, mas fique de olho nos outros marinheiros também, eles ainda podem atacar” começaria a instrui-la do que fazer observando a luta “Quando você finalmente terminarem, eu resolvo a situação com Grouge, então pode ir que eu ficarei aqui” diria enquanto soltaria seu braço ou sua mão de mim, ao mesmo tempo me agacharia no chão evitando forçar minha perna ainda mais.

Observaria as ações de todos os envolvidos, principalmente dos marinheiros, ainda sentia que Lia não aceitaria o acordo, possivelmente seria ignorado pelos meus inimigos já que nem consigo ficar em pé, logo não seria uma ameaça para eles. No fim sei que Shock não conseguiria ganhar a batalha, portanto esperaria até o golpe final de um de meus superiores, assim que ocorresse começaria a gritar “Grouge!!! Wanda!!!! Levaremos essa morena conosco!” um deles já deveria ter entendido o motivo da ajuda da morena, portanto não perderia tempo explicando os acontecimentos para eles.

Por mais que esperasse a ajuda da morena ainda havia a chance dela negar minha proposta e continuasse o trajeto dela “Então me solte e vá embora” não teria necessidade de continuar a conversar com ela por isso encerraria nossa conversa rapidamente, mas ainda ajudaria, não gostaria de entrega-la depois da ajuda que ela tentou me dar. A morena ainda poderia não desistir da ideia de me levar junto sendo assim acertaria ela com uma cotovelada para me soltar “Se tentar me levar com você de novo, terei que te matar” faria uma ameaça vazia, para que ela ao menos entendesse que não queria ela por perto, e no fim não a ajudaria a chegar ao barco, apenas me manteria calado vendo Grouge resolver a situação.


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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyQui 9 Maio - 16:41


-Hm… - Silenciosa e claramente confusa, a morena olhava para trás ao ouvir as palavras de Allen sobre uma possível ajuda vinda de Grouge. O revolucionário travava suas pernas com a força que lhe restava, fazendo com que a mulher fosse obrigada a prestar atenção em suas palavras e então rapidamente refletir sobre tudo o que lhe era dito.

- Revolucionário? - Ela deixava a voz aumentar de tonalidade com a surpresa, mas imediatamente fazia silêncio depois do espanto. Talvez fosse possível saber o motivo, poderia ser um problema se Shock ou mesmo os marinheiros ouvissem a real identidade de Allen - Nunca pensei que… - Ela parecia raciocinar por alguns breves instantes, interrompendo sua fala para depois dizer - Droga, eu não conseguiria levar aquele navio sozinha de qualquer forma, te ajudando devo ter mais chances do que se me deixar ser presa pela marinha. - Dito isso, ela punha Allen no chão conforme ele pedia, decidida a ajudar os lutadores restantes na luta contra Shock que, apesar de grande desvantagem numérica, parecia ainda estar conseguindo fazer algum estrago.

A chegada da morena talvez fosse um divisor de águas. Shock, que até então a achava uma aliada, baixava a guarda por um instante achando que o apoio finalmente teria chegado, e aquilo era brecha o suficiente para que ela encaixasse um soco em seu estômago que fazia com que o ruivo se curvasse, o suficiente para ser atingido na cabeça pelo bastão do marinheiro. A sequência de golpes vinha com um gancho de Wanda, uma flechada de Lia que o atingia em cheio no joelho e, por fim, um outro golpe do bastão do marinheiro que acertava em cheio o mercenário, fazendo com que este desmaiasse.

- Ufa, esse aguentou! - Dizia o marinheiro claramente feliz e aliviado pelo fim da batalha. Seguido imediatamente disto vinham as palavras de Allen tratando a morena como uma aliada, e aquilo fazia com que Lia imediatamente olhasse para ele e percebesse a real afiliação do que até então foi seu parceiro. Soltando seu arco no chão, Lia fazia com que seu gesto fosse repetido por seu único companheiro de pé, e então a marinheira começava a falar.

- Acho que não temos escolha, não é? Com ela do lado de vocês, ficam em maior número. Fora que você ainda nem lutou direito, grandão - Dizia referindo-se a Grouge - E parece ser muito bom de mira, eu sei reconhecer isso. Portanto, se querem um acordo, faremos um acordo - Dizia ela, com uma voz decepcionada, mas que ainda mantinha alguma força e determinação - Gahahahha! Muito boa escolha garota! Você tem razão, a desvantagem de vocês é clara e poderíamos acabar com tudo aqui! - Ele gargalhava enquanto falava, mas logo mudava a expressão para um semblante mais sério e acolhedor - Mas veja bem, não sou inimigo dos marinheiros só por serem marinheiros. Eu sou inimigos daqueles que abusam de seu poder e oprimem a população, lutando apenas em prol daqueles ricos e poderosos. Se um grupo como o seu veio atrás de Gatou, eu não ousaria acabar com isso aqui. As pessoas de bom coração devem ser valorizadas, ainda que tenham feito uma péssima escolha de afiliação, como vocês.

- Confesso que também fico feliz de ver pessoas boas na sua organização - Ela respondia com um sorriso meio envergonhado - Vocês podem levar Shock e o anão, farão um uso melhor da recompensa pela cabeça dele. Quanto a Gatou, tenho certeza que vão saber explicar como os malvados revolucionários tomaram seu prisioneiro, mas que ele foi derrotado ainda assim, e a missão de vocês teve sucesso. - Lia apenas consentia, e naquele momento seu aliado puxava uma algema e punha nos punhos de Shock. No momento seguinte este mesmo marinheiro ia acordar seus aliados desmaiados, enquanto Lia ia rapidamente até Allen, que estava do lado da morena.

- Não achei que fosse um revolucionário. - Disse - Lutou bem nas nossas provas, e aqui também. Faça bom uso dessa determinação! - Ela dizia. Por fim, todos os marinheiros acordavam e, mesmo com algumas dificuldades, tiravam Shock e o anão daquele navio, e davam partida no navio menor - Agora completaremos a viagem para Torino - Dizia ele - Precisamos reabastecer as provisões do nosso novo navio, e talvez tenhamos algo para fazer por lá. - Explicava ele, mas agora olhava diretamente para a morena - Você garota! Se vai vir conosco, me diga ao menos seu nome. Quando estivermos em terra testarei seu valor, caso queira se juntar a nós. Creio que o Allen aqui atestou por você


- Meu nome é Sabrina Sand. Nunca tinha considerado um outro tipo de vida mas... Adoraria me juntar a vocês - Dizia ela um tanto quanto envergonhada. Grouge sorria e, sem falar muito, ia até o timão do navio que logo voltaria a se mover. Wanda voltava dos fundos do navio, aparentemente havia levado Gatou até algum lugar onde ficasse preso - Missão cumprida novato, você foi muito bem. Quando chegarmos em Torino a primeira prioridade será achar um médico para cuidar de você. Aqui no navio eu só achei esse material de primeiros socorros... - Ela era interrompida enquanto mostrava uma maleta - Eu posso usar! - Dizia sabrina - Já tive que me virar muito nessa vida… Sei uma coisa ou outra - Consentindo, Wanda entregava a maleta para a garota, que faria os primeiros socorros nos próximos minutos, e depois daria para Allen uma muleta que encontrou jogada no navio. A ilha já podia ser vista ao longe, mas o revolucionário ainda teria algum tempo para buscar algumas respostas ou simplesmente conversar com quem desejasse.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 5 EmptyQui 9 Maio - 21:45


A morena no fim acabou resolvendo me ajudar e se opôs contra Shock, mas por quê? Ela realmente confiava em mim? Por mais que eu tenha dito com minhas palavras que Grouge a ajudaria ela não tinha meios de comprovar a veracidade da minha afirmação, parecia que todas as suas ações chegavam a só uma conclusão, ela é louca, bem quem sabe eu possa entender perguntando a ela?

A batalha finalmente acabava e um acordo era firmado, não gostava disso, porém não tinha meios de impedir, Grouge continuaria com o papinho de marinheiros são bons, apenas podia fechar minhas mãos o mais forte que podia e conter minhas frustrações. Lia ainda tentava me elogiar, infelizmente eu não pude fazer o mesmo, eu sei que ela era forte, mas não conseguia elogiar um marinheiro.

No fim Sabrina aceitou se juntar a nós, aparentemente sem motivo, mesmo assim era bom ganhar mais uma companheira, e ainda por cima uma ‘médica’, após seu tratamento já conseguia me sentir bem melhor, mas as dores ainda gritavam pelo meu corpo em breve devem parar talvez se conseguir as plantas de Torino consigam me ajudar, bem deveria tentar já me ajudaria muito..

Ainda precisaríamos navegar por um tempo, teria que ficar naquele navio por mais algumas horas, mais já ficava aliviado em saber que teria algum lugar para pisar, agora teria que fazer algo para passar o tempo, pensando apenas conseguia ver uma coisa que me incomodava, logo iria à direção de Sabrina esperando chegar perto dela o suficiente para estabelecer uma conversa “Ei, Por que você tentou me levar para o barco?” o momento de descobrir sua sanidade ou insanidade seria agora.

Esperaria o termino de suas palavras para continuar a questiona-la “Esse é o mesmo motivo para ter ajudado na luta com Shock? Afinal eu poderia ser um mentiroso, então por que me ajudou?” precisava entendê-la e talvez com suas respostas eu conseguisse “Boa sorte no teste de Grouge” a diria após ouvir suas palavras, depois iria procurar por Grouge ou Wanda.

Chegando a qualquer um de meus superiores já começaria a perguntar “O que planejam fazer com Gatou? Ele vai sofrer tanto quanto as pessoas que passaram por sua mão? Ou ele só ficara preso?” não me importaria muito com a resposta, só queria me certificar que ele não fosse voltar a cometer suas atrocidades. “Uma pergunta? Há cargos nos revolucionários? E como funcionam?” mesmo sendo meu grupo dos sonhos ainda tinham coisas que nem seque havia pensado ou pesquisado, portanto teria que aprender sobre eles o mais rápido possível.

No fim ao ter minhas dúvidas questionadas procuraria descansar, procurando algum lugar para me sentar ou deitar, quem sabe até dormir se conseguisse, já não conseguia me lembrar de qual foi à última noite que dormi bem ou como eram os dias em que eu simplesmente descansava, eles eram bons, mas teria que deixa-los na memória e me empenhar em meu objetivo, mesmo assim ainda gostaria de aproveitar o tempo que conseguisse assim.

Passando-se um tempo conseguindo dormir ou não me levantaria e começaria a procurar algum papel e caneta para escrever, tinha em mente uma forma de aprender a usar minha mão esquerda, fazendo algo simples como escrever poderia ser um bom treino, logo andaria pelo barco em busca dos itens que me pudessem auxiliar chegando a perguntar para quem eu encontrasse “Oi você tem algum papel e caneta ou viu por ai?”

Ao conseguir encontrar o papel me sentaria em alguma mesa que encontrasse e começaria com movimentos simples, como escrever o alfabeto, conforme fosse ‘melhorando’ começaria a tentar escrever o meu nome, apenas pararia se alguém me chamasse, se algo acontecesse ou se minha mão começasse a doer, em qualquer um dos momentos iria andar pelo barco, observando o que as outras pessoas estivessem fazendo, porém se não conseguisse encontra-los apenas observaria o mar e a ilha que logo aportaríamos.



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