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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I: Em busca dos revolucionários

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MensagemAssunto: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptyQua 05 Dez 2018, 17:55

Relembrando a primeira mensagem :

Ato I: Em busca dos revolucionários

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Allen Dorrus. A qual não possui narrador definido.


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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptyQua 20 Mar 2019, 21:06


A luta acabava de se iniciar e Brock já fazia um movimento bem imprevisível que acabou me separando de minha dupla, mas o pior que tudo era o espadachim que utilizava a sombra de seu parceiro para me atacar me impedindo de ajudar Lia. Por breves segundos pude ver que o gordo estava cansado, portanto não teria que me preocupar, afinal em termos de velocidade Lia deveria ter alguma vantagem por menor que fosse, ou seja, deveria me focar no homem a minha frente visando derrota-lo o mais rápido possível com intenção de aumentar consideravelmente nossas chances de vitória.

“Lia! Você deve ser mais rápida que esse cara, eu tenho certeza que pode derrota-lo, senão puder apenas fuja!” mesmo que não goste depositaria minha confiança nela, visto que ela em alguns segundos já se mostrou experiente em combate, mesmo assim só preciso que a ruiva atrase aquele “trator” por alguns minutos até que eu derrote esse espadachim, se ela conseguir, nós iremos ganhar.

Partiria para cima de meu oponente decidido a derrota-lo ao fazer um soco de direita centrado na cara do homem, logo em seguida usaria meu outro punho para atacar no lado oposto de sua face forçando ele a se defender ou esquivar, o que se ocorresse faria novamente um ataque com meu punho direito mirado em sua barriga para me aproveitar da abertura feita por meu oponente.

Quando completasse meus ataques consecutivos independente de ter sucesso ou não daria alguns pulos para com intenção de me afastar dele para recuperar meu folego e me preparar para os próximos golpes. “não preciso acabar rapidamente com ele, Brock já mostrou não ter muita resistência para atividades físicas, se levarmos para uma batalha de resistência poderemos ter chances” começaria a pensar comigo mesmo enquanto esboçaria um leve sorriso e por fim gritaria “Hey Lia, apenas enrole esse gordo até ele cansar, depois disso finalize-o”.

Brock por demonstrar que estava fixando a ruiva como alvo não deveria me atacar após minhas pronunciações, mas o espadachim deveria responder por ele fazendo algum ataque. Possivelmente fazendo um ataque vertical, e afim de evita-lo iria para o lado e em seguida daria três socos em sua barriga, já um ataque horizontal seria uma possibilidade portanto me agacharia e daria dois golpes em sua barriga, por fim algum ataque diagonal ou uma estocada poderia ser possível para esses momentos pularia para trás e me prepararia para uma próxima série de golpes.

Assim que ficasse a uma distancia razoável do espadachim respiraria profundamente para me acalmar e regular minha respiração, depois de alguns segundos já avançaria atacando a barriga de meu adversário com meu punho direito planejando que este fosse bloqueado, assim fazendo uma finta para acertar sua cara com meu punho esquerdo e sequencialmente realizar um gancho de direita.

Se por ventura derrotasse meu inimigo, olharia ao redor do campo para analisar como estava a situação do jardim, porém se não derrotasse meu inimigo não deslocaria meu olhar e me focaria apenas em esquivar dos ataques de meu oponente.



Objetivos:
 

Histórico:
 

Legenda:
 

PS:
 


Última edição por Flame Spearrow em Qui 09 Maio 2019, 22:29, editado 2 vez(es) (Razão : Praticamente editei um monte de posts antigos da aventura para colocar justify e blockquote)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptySab 23 Mar 2019, 01:27


Decidido a confiar em sua parceira, Allen apenas desferia algumas palavras de suporte que sequer podia saber se eram ouvidas pela garota devido a sua usual falta de resposta. Brock, por outro lado, gargalhava mostrando que ele sim havia escutado em alto e bom tom o que havia sido dito pelo lutador - Isso mesmo sua ratinha, fuja! Ou a coisa vermelha saindo de você não vai ser só o seu cabelo! - Obviamente, mesmo dizendo aquela provocação o grandalhão não recebia nada mais que um frio silêncio vindo da garota.

Por razões desconhecidas o espadachim resolvia dar tempo para que Allen tomasse a iniciativa da luta, e agora totalmente concentrado em seu adversário, o garoto de cabelos alvos desferia seu primeiro ataque que era prontamente bloqueado pelo adversário, pouco antes de este acabar sendo atingido pelo segundo punho do lutador que vinha em direção a sua face logo em seguida. Para a sorte do adversário, o lado esquerdo do corpo de Allen não era dos mais fortes, e por isso o golpe apenas tinha força para afastar um pouco o espadachim que ainda assim não parecia nada satisfeito com o fato de ter caído naquele truque.

Ainda se aproveitando do momento, o golpe seguinte vinha contra o estômago do espadachim que não tinha o reflexo para bloquear e recebia o golpe em cheio, se curvando e, agora sim, tendo que se afastar bastante do oponente. Allen aproveitava aquele tempo para tomar algum fôlego e observar brevemente sua companheira. Eram poucos segundos, claro, não podia tirar os olhos do espadachim por muito tempo, mas era o suficiente para ver Lia esquivando-se de um lado para o outro e mantendo a distância de um Brock que mais parecia um trem desgovernado e barulhento, rogando diversas pragas para cada vez que não atingia a mulher.

Mais uma provocação saía da boca do jovem revolucionário, que agora já havia voltado sua atenção novamente para o espadachim. Ouvindo ao fundo um grito de fúria como resposta, Allen agora via seu adversário avançando em sua direção, preparado, ele era capaz de se esquivar facilmente do ataque em horizontal que este desferia, parecia tudo pronto para que os últimos golpes fossem dados e aquele confronto acabasse. Infelizmente, de forma imprevista, Allen percebia uma queda notável na sua velocidade de ataque, talvez não tivesse recuperado fôlego o suficiente após desferir tantos golpes em um período tão curto de tempo.

Fato é que toda aquela demora dava tempo mais que o suficiente para que o espadachim mudasse a rota de seu ataque e acertando um corte diagonal no tórax do revolucionário que ainda se levantava após ter se agachado. O sangue espirrava e naquele momento Allen sentia o ardor do corte recém feito em sua carne. Não era profundo o suficiente para que a luta acabasse ali, mas também não era superficial o suficiente para ser totalmente ignorado. Fato é que agora Allen estava em grande desvantagem, e talvez fosse finalizado pelo espadachim que já preparava seu próximo ataque…

Neste momento duas flechas cortavam os ares rapidamente e atingiam o adversário respectivamente no peito direito e no ombro do braço com o qual a espada era segurada. Obviamente o espadachim imediatamente caía no chão, vivo, mas derrotado. Ao olhar para trás Allen conseguia ver claramente que ambos os disparos haviam sido feitos de forma bem rápida por Lia, que havia se aproveitado de uma breve parada de Brock que precisara tomar fôlego para disparar contra o espadachim. Agora, com o fôlego do grandão claramente restaurado devido aos gritos que voltava a dar, restava apenas um adversário para a dupla. Conseguiriam vencer?
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptySab 23 Mar 2019, 19:14


Decepção, isso era o que se passava por minha cabeça durante o conflito com o espadachim, por mais que a vitória estivesse em minhas mãos, eu me descuidei e devido a isso fui salvo por Lia, e para meu desgosto não era a primeira vez, acabei sendo salvo duas vezes por alguém que nem confio, chega até mesmo a ser deprimente, a algumas horas atrás estava falando convicto de que iria destruir a marinha, mas agora não consegui derrotar um simples espadachim.

E ainda para piorar, um corte na região do meu peito foi feito, consigo sentir a dor gritante dos meus músculos, como se minha carne estivesse desesperada para se juntar até mesmo o sangue que escorria pelo corte parecia estar me alertando que minha morte foi evitada por pouco. Por mais que meu machucado esteja ardendo continuamente ainda consigo me mover, e observando o gordo tentando atacar minha parceira, percebi que não poderia mais cometer os mesmos erros, e agora deveria ajuda-la, ao menos uma única vez.

Obviamente colocaria minha mão esquerda, por cima de meu ferimento tentando conter o sangue, ao menos um pouco, logo em seguida obtendo sucesso ou não, “Lia, ainda consegue desviar?!!” me certificaria que Lia ainda é mais rápida que Brock, visto que ela está desviando desde o começo do confronto, possivelmente ela apenas manteria o frígido silencio dela, então não me importaria com sua resposta, apenas com o que meus olhos pudessem ver. Em um ato de desespero gritaria a plenos pulmões para Brock “Brock!!! Seu parceiro já perdeu, você ainda vai continuar lutando para ser humilhado?!! Ou vai se render?!!” visando mudar o foco dele para mim, afinal se ele desse as costas pra Lia por alguns segundos poderia ser derrotado ou até mesmo morto.

Esperaria que Brock mudasse de foco e fosse à minha direção, nesse momento focaria minhas forças nas pernas, pois iria dar mais importância a meu corpo, esperaria que seu primeiro ataque fosse algum soco, chute ou até mesmo uma tentativa de esmagamento, e devido a isso pularia para trás o máximo de vezes que conseguisse, agora Brock poderia tentar replicar sua corrida desgovernada como anteriormente, nesses momentos daria um pulo para a direita com intuito de desviar do “vagão”. Após uma série de golpes, Brock deveria se cansar como antes e, portanto atacaria sua barriga com meu punho direito, o qual ele não deveria conseguir desviar facilmente, e logo em seguida aplicaria mais dois golpes em sua barriga.

Possivelmente o gordo não ligasse para minha provocação e continuasse a atacar à ruiva, portanto iria o mais rápido que conseguisse em sua direção e atacaria suas costas com um único soco, tentando força-lo a se virar em minha direção. Os movimentos de Brock poderiam não suceder conforme eu queira e, portanto, atacaria sem pensar suas costas até chamar sua atenção, nem que fosse por  apenas alguns instantes para que Lia conseguisse se concentrar por tempo o suficiente para disparar sua flecha. Brock também poderia se virar na minha direção e nesse instante pularia para trás já prevendo algum golpe do mesmo, em seguida apenas me focaria em esquivar ao pular para trás, esperando que o homem se cansasse para ataca-lo com um soco de esquerda em sua barriga, a fim de conseguir alguma brecha para terminar com o mesmo com um soco de direita.

Independente de conseguir derrotar o gordo ou não, apenas pularia para trás com intuito de me afastar o máximo possível do mesmo evitando algum golpe quando estivesse distraído. Observaria o gordo o máximo possível para tentar entender sua próxima ação, já que ele se comporta como um animal selvagem, dessa maneira mesmo que Lia fosse derrotada, ainda conseguiria estar a uma distancia segura para poder raciocinar o mais rápido que pudesse antes que algum evento ocorresse.  

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptyQua 27 Mar 2019, 02:25


- Render? Há.... - Brock limitava-se a dizer aquilo como forma de resposta a provocação de Allen, parecendo pouco se importar com as palavras do garoto. Apenas parecendo, pois segundos depois ele começava novamente a correr como uma locomotiva, desta vez na direção de Allen - Garoto miserável - Gritava ele evidentemente furioso enquanto avançava na direção do adversário.

O grandão era forte, e sua aproximação daquela forma possivelmente era assustadora e mais rápida do que o esperado, mas obviamente não era rápida o suficiente para superar a agilidade de um corpo tão menor quanto o de Allen, que conseguia habilmente saltar para a direita e esquivar-se do golpe do inimigo. Imediatamente após o seu ataque, brock ficava visivelmente exausto, o uso daquele movimento realmente exigia muito dele e talvez não fosse a mais inteligente das estratégias, o que poderia dizer bastante do homem em si.

Aproveitando-se do cansaço do adversário o lutador desferia alguns golpes contra a barriga deste que era incapaz de defender, ainda mais o terceiro e ultimo soco que vinha junto de uma das flechas de Lia, atingindo em cheio o joelho do homem que caía no chão - Arrrgh sua... - Era interrompido por outra flecha, que atingia o outro joelho, incapacitando o homem de se levantar por algum tempo. A luta estava encerrada.

- A luta está encerrada! - Dizia Shock, ironicamente copiando o que acabei de falar no parágrafo anterior - Não vou mentir, eu esperava que o gordão fosse mais esperto, mas gostei dessa fúria - Avaliava ele - Quanto aos vencedores, impecável. A garota tem uma bela mira! Já deveria trabalhar aqui há anos. O garoto levou um belo golpe, mas percebi que soube explorar bem a fúria e a burrice do gordão, e isso contam alguns pontos positivos também! - Finalizava ele enquanto olhava para a plateia de participantes que assitiam a luta. Nesse momento alguns homens de branco saíam da mansão e iam até onde os lutadores estavam.

- Pois bem, podem ir tratar quaisquer ferimentos com nossa equipe médica, nos reuniremos novamente em duas horas e meia, bem aqui neste lugar - Finalizava o ruivo, agora tirando totalmente sua atenção de Allen e os outros lutadores - Sou o Dr. Simon, podem me acompanhar? Dizia um dos médicos olhando principalmente para Allen, os outros pareciam mais focados em carregar o espadachim e principalmente um Brock que mal conseguia se mover apra fora dali… Aquilo daria trabalho.

Ao seguir Simon para dentro da mansão, Allen passaria de novo pelo mordomo e desta vez entraria junto de Lia em uma sala do outro lado, onde encontraria uma vasta coleção de aparatos médicos e livros, assim como uma sala bem higienizada. Simon batia a mão sobre uma maca para que Allen se sentasse ali, e assim que possível fazia o tratamento que demorava menos que o esperado. Ao fim, Allen ainda tinha um tempo livre de cerca de duas horas, e restava a ele decidir o que fazer até lá. Ao seu lado, Lia descansava numa maca, provavelmente adormecida devido ao cansaço da última luta.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptySab 30 Mar 2019, 00:19


Minhas tentativas de irritar Brock deram certas e consequentemente fomos coroados com uma vitória, quando Shock anunciava o término do confronto pude enfim respirar aliviado enquanto observava minha ferida, será que me disponibilizariam algum médico? Ou teria que aguentar a dor fazendo um teste de resistência? Acabei dando tanta atenção para o corte que nem prestei atenção nos comentários do ruivo apenas fragmentos de suas frases, algo como: “bela mira, belo golpe e burrice do gordão” talvez ele estivesse nos elogiando ou criticando, no fim não me importo muito, afinal meu objetivo é entrar na empresa de um jeito ou de outro.  

Quando finalmente comecei a prestar atenção em Shock ele apenas dizia sobre uma junta médica que tratariam de nossas feridas me dando mais um motivo para relaxar, um tal de Dr. Simon aparecia e me pedia para acompanha-lo, obviamente o segui já que ele é um profissional especializado e portanto deve conseguir fazer um curativo no meu peito. Enquanto saiamos percebi que os outros médicos estavam com a missão de cuidar de Brock, confesso que senti pena deles, penso que nem mesmo com a minha ajuda isso seria uma tarefa fácil, mas como estou machucado não posso me dar ao luxo de pensar nos outros.

Assim que segui Simon acabei parando em uma instalação médica, logo me deitava numa maca que estava na sala, respirava profundamente e relaxava meus músculos. Não sei quanto tempo se passou, mas sei que meu ferimento já esta bem menos dolorido. Rapidamente me levantaria da maca e começaria a olhar em volta, procurando por algum relógio “Quanto tempo se passou Doutor?”, passaria a mão pelo redor do curativo ainda desacreditado que um médico em tão pouco tempo já me impediu de morrer. Olharia para Lia pelo canto do olho, eu não confio nela, mesmo assim me preocupo com sua saúde atual, o desempenho dela vai ser algo importante mais afrente, vendo que ela está adormecida apenas esboçaria um leve sorriso.

Começaria a olhar ao redor, visando ter uma noção melhor dos equipamentos utilizados pelos profissionais, olharia principalmente os aparatos que Simon utilizou para minha recuperação, reuniria um pouco de coragem e faria ao mesmo um pedido calmamente “Simon, eu sou um lutador, portanto não tentarei te enganar dizendo palavras bonitas como quero ser um médico para ajudar as pessoas, enfim eu gostaria de aprender sobre o corpo humano, todos os órgãos e funcionamento dos mesmos, quero aprender eles para melhorar minhas técnicas de luta, atualmente apenas ataco locais que estou acostumando, mas se eu conhecer o corpo consequentemente sei seus pontos fracos e logo causarei mais dano finalizando as lutas mais rapidamente. Você me ensinaria?” diria bem a verdade para o Dr. Já que não quero que mal entendidos aconteçam mais afrente.

Me manteria em silencio esperando uma resposta do Dr., focaria somente nele ignorando completamente intervenções de outras pessoas em nossa conversa, o que acho improvável, já que a única pessoa presente na sala é a Lia e vendo sua personalidade acho difícil que ela converse por bel prazer. O que mais estaria esperando é um “não”, afinal penso que ele não se tornou um médico para matar, mas sim para salvar, então apenas consentiria com a cabeça e sairia da sala. Mas se para minha surpresa ele me respondesse positivamente, apenas o responderia “obrigado, podemos começar?”

Se os meus pedidos fossem aceitos, começaria a observar fixamente o Dr. tentando memorizar ao máximo todos os locais, principalmente as posições de órgãos vitais, não divagaria em nenhum momento pensando em algum assunto aleatório, apenas prestaria atenção em tudo que me fosse dito, e responderia perguntas se me fossem feitas. Possivelmente o médico deveria ter algo para demonstrar o corpo humano, como uma maquete, mas se não houvesse apontaria para Lia “o que você acha?” como a ruiva aparenta não ter reação a nada logo ela não ficaria brava se a usássemos como modelo.

Por fim ao terminar a aula com o médico observaria quanto tempo ainda me faltava, o qual eu gastaria simplesmente revisando o que aprendi, e depois independente de ter tido sucesso no aprendizado ou não, me dirigiria ao jardim com ou sem Lia, e veria se os outros participantes estão pelo local, afinal eles me virão lutando, mas eu não os vi lutar, portanto tentaria descobrir qual dupla teria ganho o segundo embate, já analisando os meus novos inimigos.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptyTer 02 Abr 2019, 19:43


Para a surpresa de Allen, o médico parecia bem disposto a ensinar-lhe sobre a anatomia humana. Podia-se pensar que talvez por estar acostumado a trabalhar com aquele tipo de pessoa, Simon já havia ouvido esse tipo de pedido ou intenção antes, algo que não lhe parecia ser surpresa alguma. Fato é que ambos dedicavam a próxima hora e meia aquele aprendizado, de modo que ao fim de tudo até mesmo Lia já havia deixado a sala, principalmente ao ver as estranhas intenções do garoto de usar seu corpo como modelo. Por sorte eles recebiam um modelo bem grande quando os outros médicos finalmente haviam conseguido carregar Brock até aquela sala e terminar de tratá-lo, os inimigos derrotados haviam servido bem para os propósitos do mestre e do aprendiz.

- Bom, acho que você deve voltar ao campo de treinamento agora, espero que tenha aprendido bem - Dizia Simon ao fim de tudo, deixando que Allen fosse embora dali. Novamente no caminho o jovem lutador passava pelo mordomo, que observava-lhe atentamente durante os poucos segundos que passava no saguão principal da mansão -Nosso amigo quer ser informado de seu sucesso- Ele dizia de maneira repentina, como se nada estivesse acontecendo. Agora de volta ao campo de treinamento - Achei que ia precisar mandar te chamar! - Era recebido abruptamente por Shock em um tom opressivo. Mas logo sua voz mudava para seu tom normal, nesse meio tempo Allen podia perceber que apenas o anão e sua dupla estavam ali conversando, sem sinal de Lia ou dos outros participantes.

- Sua amiga já sabe e foi se preparar, mas para a sorte de vocês quatro, o patrão acabou de avisar que precisa de reforço imediato em Torino Kingdon, então as duas duplas vencedoras serão enviadas para lá comigo para ajudá-lo. Nos encontraremos em uma hora no porto, não se esqueça! Explicarei melhor a situação quando estivermos no navio! - Feitas as explicações, Shock deixava o local, provavelmente para se preparar para o que estava por vir. Fato é que a missão de Allen havia sido cumprida, agora precisava reportar… A alguém… e receber suas próximas ordens. É claro que também poderia conversar com os participantes que estavam ali para saber se tinham mais algum conhecimento, ou mesmo poderia se preparar de alguma outra forma. A questão é… Ele só tinha uma hora.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptyQui 04 Abr 2019, 21:35


Mesmo fazendo um pedido um tanto quanto incomum Simon apenas aceitava me ensinar, no fim me parecia que ele já estava acostumado a trabalhar com pessoas com intenções tão estranhas quanto as minhas, no fim parecia que minha cabeça estava girando após tanta informação que recebi, mas não poderia descansar afinal ainda precisava demonstrar minhas habilidades para poder entrar na empresa de Gatou.

Ao chegar Shock me abordava contando sobre um “problema” em uma ilha denominada Torino Kingdom, já até imaginava o que seriam esses problemas, talvez uma fuga na prisão ou  são piratas que estavam infringido leis? De todo forma eu não tenho tempo para isso, preciso reportar a Grouge meu sucesso repentino em me tornar um soldado, mas é claro que não será fácil já que nem sei como se parece à pessoa que deve se dirigir a mim, a única coisa que me contaram é sobre alguém que falaria “furão”.

Pensando melhor, o mordomo me disse algo sobre amigo que quer ser informado, mesmo que ele não tenha me dito nenhum furão ou coisas do tipo, talvez ele seja a resposta, logo sairia do jardim e iria falar com o mordomo, não perderia muito tempo e assim que chegasse colocaria a mão na minha cabeça e começaria a coça-la “Ei, será que você sabe algo a respeito de Torino? Vão me enviar pra lá, pelo que me contarão estão tendo alguns problemas com ‘furões’, acho que devo me apressar, fale pro seu amigo que seria legal se conseguíssemos manter conversa mesmo lá em Torino” rapidamente sairia e torceria que o mordomo entendesse o recado, o que ocorreria se ele pensasse um pouco.

Quando retornasse ao jardim entraria calmamente como se não houvesse ocorrido nada e esperaria por questionamentos a respeito de onde estava, logo responderia a primeira desculpa esfarrapada que passasse pela minha cabeça “Ahh, eu.... estava procurando.... um pouco de dinheiro que deixei cair enquanto ia pra sala médica, mas não consegui encontra-lo então perguntei ao mordomo mais ele não viu nada” tentaria manter um tom calmo, e após o termino de minha fala me distanciaria visando ficar longe de futuras perguntas.

No pequeno tempo que me restaria, se houvesse, analisaria minhas manoplas procurando algum dano que possa ter nela após a batalha contra Brock, se encontrasse algo que pudesse ter danificado minha manopla a um ponto que nem sequer pudesse usa-las procuraria Shock “Com licença Shock, minha manopla tá quebrada, será que eu posso trocar?” esperaria alguma resposta positiva e sem demora iria troca-las, embora uma resposta negativa também pudesse ocorrer, e em momentos assim apenas abanaria minha cabeça e iria para algum canto mais afastado. Possivelmente as manoplas não estivessem tão danificadas, portanto ficaria afastado dos outros soldados, almejando ficar longe de conversas que possivelmente não me interessariam.    

Não me importaria com nenhuma ação ou tentativa de socialização dos outros soldados, afinal passaria um bom tempo no barco com eles, logo teria tempo mais do que suficiente para descobrir algo sobre eles, principalmente sobre o possível furão que até agora não posso afirmar saber quem é. No fim apenas prestaria atenção se Shock se pronunciasse publicamente, ou se o mesmo me chamasse, esperaria que em algum momento ele falasse a respeito da localização do porto, e de qual barco usaríamos para chegar a Torino, ou talvez ele até me contasse qual o verdadeiro problema de Torino, embora não fosse muito necessário, já que passaríamos um tempo no barco e ele deveria ter tempo o suficiente para me contar.  

Quando a informação a respeito do barco me fosse passada, eu iria rapidamente para o mesmo completamente centrado evitando que qualquer pessoa pudesse me chamar atenção, chegando lá apenas entraria a bordo e procuraria algum lugar para me sentar visando esperar até o momento que o barco zarpasse. No fim quando o barco se movimentasse começaria a procurar por Shock perguntando a outros soldados “Ei, vocês viram o Shock por ai? Preciso perguntar algumas coisas da missão para ele” esperaria que me indicassem algum caminho e logo iria a procura de Shock, embora também houvesse a possibilidade de não saberem e portanto apenas me distanciaria e perguntaria para outra pessoa. Assim que chegasse a Shock o abordaria “Shock, existe algum plano que usaremos na missão ou as informações são confidenciais?” necessitava entender o plano para segui-lo da melhor forma possível o que consequentemente melhoraria minha reputação como soldado e possivelmente Shock veria um motivo para me contar algo a mais. Se por algum motivo eu encontrasse Lia encararia a mesma e diria sinceramente “Peço desculpas se te insultei, estava desesperado e você era a primeira opção viável que havia por perto” obviamente não faria nenhum gesto corporal para indicar meus arrependimentos, visto que não sou uma pessoa que se socializa muito, de qualquer forma necessito que ela aceite minhas desculpas afinal se há algo que não posso negar, é que ela é uma eximia atiradora.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptySab 06 Abr 2019, 22:23


- Ah, claro! Meu amigo adora esses animais, os furões. Sempre me esqueço desse gosto dele - Dizia o mordomo com um falso, porém cortês, sorriso no rosto - Quanto a Torino… É um lugar selvagem, para dizer o mínimo. Mas entendem de ervas medicinais como ninguém, você vai entender quando estiver lá - Dizia o mordomo claramente tentando se lembrar de mais algum conhecimento que tivesse sobre a ilha, mas parecia ser difícil saber muito sobre o local - Agora eu preciso ir - Ele dizia pouco antes de deixar a mansão. Teria entendido o recado do garoto?

Logo Allen voltava para o jardim e, diferente do que pensava, sua ausência não era questionada. Fato era que Shock havia liberado os novos recrutas para se prepararem da maneira que bem entendessem, então não haviam motivos para que fosse questionada aquela atitude do lutador. Vendo que suas manoplas estavam em bom estado, Allen apenas esperava calado, tendo esse silêncio interrompido apenas por um instante, que era quando Lia aparecia no local, apenas para deixar o lutador novamente sem uma resposta ao seu pedido de desculpas. Será que se quer havia ficado brava com aquilo? Ou será que não poderia perdoá-lo? Por fim o ruivo voltava ao jardim, apenas para dizer que se encontrariam no porto da cidade, a bordo do navio de casco verde.

Já era fim de tarde quando todos estavam à bordo. Fato é que a equipe ali era composta apenas pelos novos recrutas, além de Shock, um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e uma mulher de cabelos róseos já conhecida por Allen… Era Wanda, mas será que alguém ali ali dele sabia disso? - Timoeiro, todos estão aqui! Trace o rumo para Torino Kingdon - Bradava Shock, que era respondido por um homem gordo que aparecia só agora para pegar o timão. Ora, não haviam dúvidas, aquele era Grouge. Não demorava para que o navio começasse a se movimentar. Com um sinal, o ruivo guiava todos para dentro de uma sala do navio, que se assemelhava a uma sala de reuniões, com cadeiras o suficiente para todos, que prontamente se sentavam.

- Primeiramente, gostaria de apresentar a vocês o senhor Gattou - Ele dizia apontando para o homem bem vestido que havia apagado seu charuto pouco antes de entrar naquela sala - E a moça ao meu lado é nossa ferreira, Lilian - Dizia ele referindo-se a Wanda, que acenava para todos calorosamente -Permitirei que cada um de vocês novatos se apresente - Ele dizia para os novatos. Um a um, as apresentações eram feitas. Primeiramente com Lia, de poucas palavras como sempre, e por fim com a outra mulher, chamada Sabrina e o anão, chamado Bronn. Quando chegava a vez de Allen se apresentar, todos voltavam sua atenção para este e aguardariam até que sua apresentação fosse feita.

- Feitas as apresentações, agora vamos ao problema. E vocês tentem não comentar isso lá fora, o timoeiro é um reles funcionário contratado para guiar o navio - Ele dizia aquilo olhando para um por um em tom ameaçador - O senhor Gatou aqui mandou seus principais soldados para Torino Kingdon recentemente para que eles pudessem negociar com os habitantes os segredos do plantio de suas frutas milagrosas. Os selvagens, por sua vez, atacaram nossos homens e desde então não tivemos mais contato com eles - Finalizava aquilo dando mais algum tempo para que as pessoas ali pudessem processar as informações - Nossa missão é simples, retaliação. Enquanto um de vocês fica com Lilian no navio para proteger o senhor Gatou que não poderia ser deixado só em Briss Kingdon, os outros irão comigo para a ilha buscando retaliação. Levaremos os principais livros da biblioteca da ilha como pagamento pelos nossos soldados abatidos. - Ele finalizava, dando agora algum tempo para que os detalhes fossem questionados.

- A previsão de chegada é para a manhã. Então descansem bem, temos um quarto para as mulheres e redes espalhadas pelo navio para os homens. O quarto maior com a cama grande é de uso exclusivo do senhor Gatou. Espero poder confiar em vocês - Terminava de dizer aquilo pouco antes de deixar aquela sala junto com Gatou. Os outros tripulantes, incluindo Wanda, espalhavam-se para o convés enquanto contemplavam o horizonte, menos a dupla que também havia sido recém recrutada, estes continuavam conversando entre si. Agora seria o momento para Allen conversar com seus superiores sobre o que fazer, ou mesmo descansar e bolar um plano para o dia de amanhã.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptyDom 07 Abr 2019, 21:50


Era surpreendente como Lia não esboçava reação a nada, ela só pode ser um robô, mesmo que meu pedido de desculpas tenha sido simples eu esperava no mínimo alguma palavra que me certificasse se ela guarda rancor. Mesmo Shock tendo dito a localização do barco, apenas no fim do dia todos entraram nele, esse fato acabou me trazendo um leve incomodo, já estava esperando a tanto tempo que comecei a ficar ligeiramente estressado.

Por algum motivo Shock começava a apresentar algumas pessoas do barco, o que acabou apenas aumentando a minhas frustrações, afinal eu me infiltrei para deter um tal de Gatou e não para ficar conhecendo pessoas, fiquei assim por um tempo até que me dei conta, aquele cara do charuto era o próprio Gatou, e não apenas isso tanto Grouge quanto Wanda estavam no barco, mas se eles já tinham maneiras para se infiltrarem, por que não me apresentaram? Possivelmente eu teria mais credibilidade na empresa assim.

Quando percebi os outros novatos estavam se apresentando e minha vez estava chegando, algo que eu realmente não entendia o motivo, por que teríamos que saber os nomes um dos outros se no final apenas vamos lutar contra alguém? De qualquer forma minha vez havia chegado, e calmamente respondia “Me chamo Allen Dorrus, apenas entrei na empresa para ficar rico” diria uma mentira, mas somente Wanda e Grouge realmente saberiam, não havia motivos para me preocupar, eu acho...

Shock começava a explicar a missão e os ocorridos, sinceramente eu apenas escutei para saber o que teria que fazer, mas não ligo para nenhuma “Planta Milagrosa” ou brigas com nativos de outras ilhas, até acho justo o que eles estão fazendo, possivelmente os soldados deveriam estar invadindo o local, eu já vi como o Gatou gosta de pacificar tudo possivelmente a ilha deles devem estar como o campo de batalha da prisão, mas  algo me incomodava, a maneira que iriam retribuir, significa que por eles não aceitarem deveremos impor força? Chega a ser doentio, esse Gatou está se aproveitando de tudo e de todos para conseguir o que quer, tenho que acabar com ele o mais rápido possível.

A reunião finalmente acabava logo iria sair do local o mais rápido possível, e começaria a olhar para Grouge, talvez ele me desse alguma dica de como contata-lo, o que deveria ser difícil de ocorre, portanto visaria encontrar Wanda, ou melhor, Lilian, tentaria esbarrar nela para iniciar uma conversa “sem querer” “Desculpe, foi sem querer.  Seu nome é Lilian certo? Como você conseguiu se tonar a guarda de Gatou e como será decidido quem ficara com você?” faria algumas questões relativamente simples, apenas queria saber qual a chance de poder “defender Gatou com minhas mãos”.

Independente de qual minha função para a missão eu apenas a aceitaria, se por ventura eu ter que guardar Gatou posso simplesmente dar uma surra nele e usa-lo como refém para impedir o avanço dos soldados. Agora se eu for um soldado sei que Wanda poderia cumprir o mesmo papel, e poderia atrasar os soldados ou até mesmo frustrar a missão com vários erros “não propositais”. De qualquer maneira iria andar pelo barco, sentindo o balançar das ondas e procurando algum objeto relativamente pesado que pudesse segurar com uma mão.

Se conseguisse acha-lo procuraria por algum lugar para sentar, podendo até ser umas das redes disponibilizadas, no local jogaria o objeto para o alto e me forçaria a pega-lo com minha mão esquerda, visaria aumentar meu controle com a mesma pelo menos o mínimo que desse, afinal nas batalhas comecei a perceber que não consigo usar todo o meu potencial com ela, talvez melhorando o controle dela eu consiga dar golpes mais fortes.

Se não encontrasse nada apenas me deitaria em alguma rede do barco, ficaria descansando por lá, tentando esconder minha raiva de Gatou enquanto tocaria minha cicatriz com estrela induzindo-me a lembrar de anos atrás. No fim tentaria adormecer esperando só acordar no dia seguinte, ou talvez no meio da noite se alguns dos dois infiltrados me acordassem.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptySex 12 Abr 2019, 22:42


- Guarda? Não! Eu sou a ferreira. Eu produzo várias das armas dos homens de Gatou desde que ele chegou em Briss Kingdon. Eu luto, mas só em último caso. Defender Gatou é a função de um dos guardas, entendeu? - Ela dizia aquilo sorridente, como se achasse engraçado o engano do garoto e como se nunca tivesse lhe visto na vida - De qualquer forma, a missão agora é acabar com as forças inimigas, fazer com que se rendam assim que tivermos uma oportunidade. Espero que entenda isso, novato - Era a última coisa que a ferreira dizia antes de afastar-se de Allen. Seria sua missão?

- Navio hostiiiiiiiiil! - Bradava Grouge que ainda segurava o timão no andar mais acima do convés. Naquele momento todos os guerreiros se reuniam na proa do navio, e olhavam a estibordo o navio que se aproximava - Droga, é a marinha! O que estão fazendo aqui? Vamos timoeiro, tire-nos daqui! - Shock começava a bradar as ordens enquanto andava pelo convés - O navio deles é pequeno, e muito mais rápido. Creio que é um confronto inevitável! - Bradava Grouge que, mais uma vez, movia nervosamente o timão tentando manobrar o navio. Ao longe Allen via um pequeno navio da marinha aproximar-se cada vez mais, não devia ter mais que três tripulantes a bordo a julgar por seu tamanho.

- Maldição! Gatou está protegido! Todos vocês, preparem-se para o combate. Esses idiotas se arrependerão por estarem aqui - A movimentação aumentava, e aquela altura Allen já via Lia disparar algumas flechas contra a embarcação. Sem nenhum aparente sucesso da ruiva, não demorava até a colisão acontecer, e logo um trio de marinheiros subia rapidamente a bordo do navio. Todos os três de aparência jovem, o primeiro possuía [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], o segundo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e por fim, o último [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Todos eles vestiam um uniforme da marinha e respectivamente era possível notar que cada um desses marinheiros recém chegados usavam respectivamente um porrete, semelhante a um taco de basebol, um par de soqueiras e por fim um revólver.

- Ufa, achei que não íamos encontrar vocês nunca! Vamos rápido, estou doido para dar uma surra em alguns bandidos - Dizia aquele de cabelos brancos, pouco antes de ser interrompido por um pigarro do de óculos, que parecia incomodar-lhe - Ah Mills, às vezes você é tão chato! - Dizia ele revirando os olhos para cima para o companheiro - Vocês tem o direito de permanecer calados, tudo o que disserem blablabla… Isso tudo é mesmo necessário? - Ele terminava a pergunta indignado, como se ignorasse a presença de todos os inimigos ali - Nah, eu só tava te zuando! - Respondia o de óculos em tom brincalhão, para a indignação do outro. Enquanto isso, o lutador parecia entediado, talvez todas aquelas olheiras mostrassem que estava com sono?

- Mas que porra… Eles mandaram moleques? - Bradava Shock, indignado - Vão se arrepender, acabem com a raça desses marinheiros idiotas! - Bradava Shock pouco antes dos dois novos recrutas irem pra cima dos marinheiros. Naquele momento, os dois únicos que ficavam parados eram Allen e Lia, e aquilo gerava uma certa pressa no ruivo - O que estão esperando? Um cartão de natal? Acabem com eles! - Ele bradava enquanto observava a luta de seus dois novos recrutas contra os três marinheiros. Apesar da baixa idade dos invasores, aquilo não parecia que iria acabar bem, principalmente por causa da vantagem numérica. Allen não via mais Grouge e Wanda, e agora teria que decidir o que faria a seguir. Naquele convés, todos eram seus inimigos… A menos que ele tivesse algum plano.

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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários - Página 4 EmptySab 13 Abr 2019, 22:23


Durante minha pequena “trapalhada” Wanda me disse algo intrigante, uma missão de acabar com as forças inimigas, ela estava se referindo aos nativos da ilha ou era um indicação para derrotar Gatou e seus soldados? Por um instante cogitei em perguntar, mas me lembrei de algo importante estávamos território hostil e, portanto optei por me calar. Com o passar do tempo o tédio me tomou e resolvi observar a vastidão do mar, algo realmente impressionante um horizonte que não terminava nunca, era estranho saber que agora me aventuraria por esse ‘deserto azul’, mas será que realmente haveria algo além de água? Uma duvida que não precisasse me preocupar por enquanto, tinha coisas mais importantes para fazer.

Minha concentração foi quebrada por um grito de Grouge, talvez fosse comum um ataque de algum barco, mas porque um barco da marinha? Gatou estava envolvido no mundo do crime, isso é óbvio, mas quem haveria avisado à marinha? Por mais que pensasse apenas chegava a uma conclusão, além de Gatou e seus soldados, haviam dois grupos infiltrados, os revolucionários e alguém a favor da marinha, mas quem?

No fim os marinheiros que apareciam eram apenas três garotos, algo bem incomum por se dizer, a marinha deveria ter frotas gigantescas e mandaram só três pessoas para parrarem um homem que estava tentando comandar uma ilha, mas não poderia continuar parado, afinal se não atacasse os marinheiros logo, Shock poderia realmente ficar irritado ou pior eu perderia minha chance de derrotar um marinheiro pela primeira vez. “Lia, vamos nos focar no cara de óculos, faremos o mesmo plano de antes” não é como se eu quisesse confiar em Lia, mas apenas conhecia a força dela, não pude ver a batalha dos outros dois, logo eles eram as pessoas menos confiáveis daqui, com exceção dos marinheiros é claro.

Aceleraria na direção do garoto de óculos, tendo em mente que um disparo com sua arma poderia ocorrer e devido a esse fato iria em movimentos de ziguezague, chegando lá faria uma finta fazendo um golpe com meu punho esquerdo e não tentaria acertar, apenas o usaria para chamar a atenção do marinheiro e golpearia realmente sua traqueia visando dificultar sua respiração o máximo possível, assim que o ataque fosse completado surtindo efeito ou não me distanciaria para me preparar pra próxima investida.

Esperaria até que o marinheiro começasse a mirar em alguém, se fosse em mim apenas usufruiria de minha velocidade para me aproximar antes que ele pudesse disparar, se fosse em outra pessoa apenas aproveitaria da brecha de meu oponente, nesse segundo ataque não usaria truques apenas faria um golpe de direita em suas costelas mais precisamente na região do coração, visaria me aproveitar do impacto para danifica-lo mais internamente. Sem perder tempo realizaria outro golpe, dessa vez não me focaria em seu maxilar realizando um gancho de direita logo após o soco daria alguns passos para o lado abrindo uma brecha para Lia ataca-lo enquanto o gancho ainda estivesse fazendo efeito.

Em minha corrida na direção do atirador ou talvez até mesmo na luta contra ele os outros dois poderiam tentar intervir, contra o marinheiro com um porrete me esquivaria de ataques verticais indo para esquerda, já ataques horizontais tentaria ir para trás, se não fosse possível me agacharia, e por fim se ataques diagonais fossem feitos apenas me esforçaria para ir para trás, como seu porrete não tem nenhuma ponta cortante não imagino que alguma estocada pudesse me machucar, na verdade até me ajudaria, pois se ocorresse me aproveitaria para agarrar seu porrete para mantê-lo parado por alguns segundos dando breves momentos para os ataques de Lia.

O cara das olheiras poderia ser quem realmente viesse, contra ele poderia ser até mais fácil, afinal já enfrentei um mercenário que usava o mesmo estilo que o meu então basicamente seria uma repetição daquele combate, não visaria ataca-lo apenas me esquivar para deixar Lia brilhar, contra socos comuns apenas usaria de minha velocidade para ir para o lado e em casos extremos colocaria meu braço na direção do golpe visando amenizar o impacto, agora contra ganchos colocaria simplesmente pularia para o lado, e talvez algum chute ocorresse em momentos assim tomaria a decisão de ir para o lado com chutes comuns e até mesmo chegar a me agachar contra chutes na altura da cabeça.

Conforme o decorrer da batalha não me importaria em ajudar meus ‘companheiros’ em perigos, ele são meus inimigos também e logo terei que cuidar deles, então aceitaria a pequena ‘ajuda’ dos marinheiros para facilitar minha missão, criaria exceções apenas para Grouge, Wanda e Lia, embora os dois primeiros tenham desaparecido então não devem entrar em perigo, já Lia é a chave para ganharmos essa batalha rapidamente, não seria legal me dar ao luxo de perder uma boa atirador tão rapidamente, nesses casos apenas me aproximaria do oponente e daria um golpe em qualquer região de seu corpo para chamar sua atenção.

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