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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I: Em busca dos revolucionários

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyQua 05 Dez 2018, 17:55

Ato I: Em busca dos revolucionários

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Allen Dorrus. A qual não possui narrador definido.


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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptySex 07 Dez 2018, 22:53

“O que vou fazer hoje?”. Pensaria comigo mesmo logo assim que acordasse, “eu até queria ir procurar os revolucionários, mas já cansei de tentar”. Já estava começando a ficar irritado, pois dia a dia eu procuro os revolucionários, mas até agora nunca achei nenhuma informação sobre eles.

“Talvez fosse melhor esfriar a cabeça fazendo qualquer outra coisa”. Diria em baixo tom enquanto iria em direção de meu capuz para procurar em meus bolsos e ver quanto dinheiro eu tinha. “A mãe sempre me dizia que aprender coisas ajuda a relaxar, ela gostava de estudar química né?”.Coçaria minha cabeça com minhas mãos como se estivesse com uma leve duvida, enfim Chegaria a uma conclusão: ir procurar alguém ou algo que possa me ensinar química.

Assim partiria em busca de algum local que se assemelha a um laboratório e de vez em quando perguntaria de uma forma simpática para qualquer pessoa que estivesse em minha frente “Olá, você sabe onde há um laboratório, um cientista ou qualquer coisa que envolva química” se houvesse uma resposta positiva me dirigiria ao local e ignoraria a pessoa com quem estivesse conversando, mas também esperaria uma reposta negativa a qual responderia com outra pergunta “Então você sabe onde há alguma biblioteca ou coisa assim?” por mais que eu queira um professor, aprender por livros também não é ruim, caso eu receba a informação requerida iria para o local, porém se não fosse o caso simplesmente iria embora.

Se eu conseguisse obter sucesso entraria no local alvo e perguntaria para qualquer pessoa que estivesse por lá "Com licença queria uma informação. Você sabe de alguém ou de algo que possa me ensinar química?".

Mesmo eu querendo aprender química se não encontrasse um local ou alguém para me ensinar simplesmente procuraria uma loja de armas ou coisa assim ,já que devido a minha vontade de encontrar revolucionários eu posso acabar entrando em problemas e logo seria melhor se pudesse me defender, se achasse entraria na loja e diria sem expressar nada em minha cara “Bom dia, eu queria uma luva, manopla, soqueira ou qualquer coisa que me deixe esmurrar a cara de outras pessoas” esperaria que no local tivesse uma arma e pagaria por ela contanto que não passasse de 30.000 berries.
 


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Última edição por Flame Spearrow em Qui 09 Maio 2019, 21:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyDom 09 Dez 2018, 22:07


Postagem Nº: 1


Movido pelo seu ódio, Allen Dorrus encontrava-se em Briss Kingdom. O andarilho que teve seus pais assassinados por membros do Governo Mundial cultivava suas lembranças para um dia vingá-las. O rapaz já sabia por onde começar, queria se tornar um revolucionário, participar do exército que tem como seu maior objetivo, acabar com este governo que comando o mundo com o medo e a corrupção, estes eram umas das principais características que ligavam o garoto ao seu objetivo. Porém sua busca não lhe trazia satisfação, ele sequer sabia como encontrá-los, quem dirá fazer parte de uma organização tão elaborada por de baixo dos panos.

Seus planos teriam de ser adiados pro um tempo, "- A mãe sempre me dizia que aprender coisas ajuda a relaxar, ela gostava de estudar química né?" O aspirante a justiceiro tinha um vislumbre das experiências de sua mãe, captando a sua paixão para a Química, talvez tenha sido o gatilho para que o jovem começasse a procurar por um laboratório.

Dentre as vielas da ilha, o boxeador indagava para os cidadãos das redondezas a respeito de um estabelecimento onde ele poderia jurar de pés juntos que seria o lugar perfeito para tal ação, entretanto as coisas ainda não pareciam sair como o esperado, e o que parecia frustante no inicio de tornara depressivo. "- Olá, você sabe onde há um laboratório, um cientista ou qualquer coisa que envolva química." Alguns populares ainda davam-se ao trabalho de jogar um NÃO na cara de Allen, mas a maioria parecia se assustar com um indivíduo estranho questionando-os, em sua maioria, apenas ignoravam-o. Sua localidade também não o ajudava, o bairro parecia ser simples algumas pessoas pelas ruas, alguns encapuzados, outros voltado da feira e uma minoria revirando os lixos das ruas.

Após perceber que ir atrás de um laboratório não levaria-o a lugar nenhum, Allen decidiu ser mais humilde e ir atrás de uma biblioteca. "- Então você sabe onde há alguma biblioteca ou coisa assim?" E ao abordar a primeira pessoa que passava, tinha exito. Aparentemente era um homem, encapuzado, trajando um ver musgo, que ao ser perguntado apenas apontava para uma construção bem próxima, sem dizer nenhuma palavra. O tempo que o garoto levou para observar a tal biblioteca foi o suficiente para o indivíduo desaparecer, porém sem dar muita bola, Allen andava para o final da esquina, onde sua determinação havia lhe enviado.

Chegando ao local, ele era bem direto: "- Com licença queria uma informação. Você sabe de alguém ou de algo que possa me ensinar química?" Lá dentro não parecia haver muita coisa, poucas estantes de livros eram vistas, era notável a quantidade de pó no local, aparentemente ninguém parecia frequentar o local, mas antes que tudo pudesse ser analisado, um senhor de meio idade surgia para recepciona-lo. - Tudo bem meu jovem, o que procura neste local? O homem transmitia uma boa energia para Allen, questionava-o todo animado e demonstrando interesse, mesmo que sua situação não parecesse muito boa, alias, era possível identifica-lo como "Karron" em um crachá em seu peito. Allen não demorou muito para descrever com detalhes o que procurava, enquanto o rapaz falava o senhor com uma energia que não parecia caber em seu corpo saia pela biblioteca amontoando uma boa quantidade de livros sobre os assuntos mais renomados a respeito de Química que existiam no mundo. - Isso é tudo que eu posso lhe oferecer! Esses estudos foram feitos em Las Camp, acho que você vai fazer bom proveito deles. Qualquer coisa que precisar, estarei logo ali. Karron apontava para a recepção e deslocava-se para lá.

Allen estava impressionado com a agilidade do homem e quando o mesmo lhe trouxe aquela quantidade de livros, até mesmo ficou impressionado com sua força, pegou os objetos de suas mãos com rapidez e logo se sentou em uma mesa velha e iniciou seus estudos. Levou muito tempo até que o garoto pudesse compreender o que os estudos diziam, quando percebeu, a noite já havia caído, notou pelas poucas janelas do local que o breu tomava conta daquele bairro pouco iluminado. Ele então saia velozmente, agradecendo ao velho que despertava de seu sono apenas para despedir-se do pequeno. - Cuidado ai fora meu rapaz, estas horas são perigosas. Um cordial adeus para os possíveis amigos. Allen saia correndo preocupado com sua integridade, ainda sem motivos reais, mas procuraria se armar, as cidades de hoje em dia eram  bastante violentas, talvez fosse o melhor a se fazer neste momento.

Diferentemente de sua busca anterior, uma loja de armas não foi tão difícil de encontrar, ela estava bem perto da biblioteca e tinha alguns barris com espadas em sua frente, qualquer um poderia decifrar o que ocorria ali. Adentrando no local ele logo pedia por armas que combinassem com o seu estilo de luta. Um homem atendia-o, mas não dizia uma palavra, parecia bastante aborrecido. Este por sua vez analisava o civil, olhando toda sua estrutura e parando em suas mãos por um breve momento. Virou-se e pegou uma manopla meio arcaica e entregou-a para o garoto, erguendo seu braço com a mão estendida logo após. Allen demorou um pouco para entender, mas logo puxou a quantidade certa de dinheiro (30.000) que era preciso para comprar a arma.

O domador finalmente parecia mais calmo e ia diminuindo o seu ritmo, dando alguns passos mais lentos enquanto saia da loja de armas vestindo suas novas aquisições. Neste meio tempo algo chamava sua atenção. Alguns marinheiros surgiam das sombras pela rua principal e pareciam "causar" por onde estivessem passando. Chutavam latas de lixo, expulsavam animais indefesos e parecia que a população abria espaço para eles, todos recolhiam-se para suas casas e o fim de tarde parecia prometer algo marcante para o nosso aventureiro.
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Flame Spearrow
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptySeg 10 Dez 2018, 13:52

Um dia um tanto que estranho para mim, aprendi química algo que nunca tinha pensado em fazer e também comprei uma arma. Já estava até a me perder em pensamentos enquanto colocava minhas manoplas recém-adquiridas “Eu podia ter pensado melhor e já ir perguntando sobre os revolucionários, principalmente para o homem encapuzado de verde musgo e para o bibliotecário. Bem, talvez amanhã eu passe lá de novo”, mas acabei tendo meus pensamentos interrompidos por alguns bagunceiros, assim que percebi a presença deles um sorriso malicioso saiu de minha boca, comecei a observa-los fixamente e minha respiração ficou extremamente acelerada.        

“Acalme-se, eu posso assustar alguém desse jeito” começaria a respirar fundo para tentar me acalmar, não seria bom incomodar as pessoas que estão passando por aqui, a única encrenca que desejo ter é contra marinheiros. Assim que me acalmasse completamente procuraria alguém que estivesse na rua e caminharia em sua direção, enquanto estaria a caminho mudaria minha cara para a mais séria que conseguisse. Quando chegasse à pessoa a perguntaria “Boa noite, eu venho fazendo uma pesquisa e preciso saber se você sabe algo desse grupo?” seria bom ter informações de meus alvos, eu manteria meus braços escondidos para não mostrar que tenho uma arma, e ouviria atentamente o que me fosse dito, mas não responderia nenhuma pergunta que me fosse feita, assim que a pessoa terminasse de falar ou se ela não quisesse falar eu começaria a ir em direção do grupo de marinheiros.

Assim que chegasse aos marinheiros começaria a me alongar e diria sarcasticamente “Vocês deviam parar de se comportar como animais, afinal eles são bem mais inteligentes que vocês”, começaria a me aprontar para uma luta que poderia iniciar a qualquer momento “Sabe eu acabei de conseguir uma arma e gostaria de testa-la se vocês não se importam”,  observaria o rosto de todos os envolvidos e analisaria qual deles estaria mais propenso a tentar me atacar ou neutralizar.

Diria ao individuo que mais estivesse irritado com minha presença “Você já está bem incomodado não é? Pode vir pra cima“ a partir daí esperaria qualquer tipo de ataque de todos que estivessem ao meu redor, portanto assumiria posição de combate com meus dois punhos na altura do meu queixo e começaria a movimentar meus pés.

Durante a luta não ficaria parado em momento nenhum para não receber um ataque, onde esperaria ataques a curta distância, que poderiam vir na horizontal o qual me desviaria abaixando ou pulando dependendo da altura, já um golpe na vertical seria esquivado por um pequeno pulo para o lado direito, e um golpe diagonal eu evitaria com um pulo para trás, por fim estocadas e golpes contundentes sairiam desviados da mesma forma que golpes verticais. Agora se houvesse algum golpe que fosse realizado a longa distância eu desviaria rolando na terra.

Assim que a batalha começasse possivelmente lutadores a curta distância viriam me atacar, esperaria eles atacarem e desviaria dos mesmos, assim que efetuasse minha esquiva atacaria o tórax com meu punho direito, e logo daria uma sequências de dois golpes voltados no abdômen.

A todo o momento esperaria que existisse algum atirador e se fosse o caso marcaria este como alvo principal e rapidamente correria em ziguezague na direção do mesmo para tentar neutraliza-lo, assim que chegasse atacaria o abdômen de meu oponente com meu punho esquerdo e daria um golpe com meu punho direito na mão de meu inimigo a fim de fazê-lo soltar a arma, e logo após daria um golpe na cara dele. Mas se não conseguisse me aproximar tentaria usar um dos marinheiros como um escudo para que eu possa me aproximar.



Objetivos:
 

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Última edição por Flame Spearrow em Qui 09 Maio 2019, 21:57, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyQua 12 Dez 2018, 22:08


Postagem Nº: 2


O jovem Allen Dorrus partiu muito atrevido em direção aos marinheiros que se aproximavam, entretanto seu rosto não era nada assustador como parecia em sua mente. O civil aproximava-se aos poucos até o ponto em que os marinheiros notavam sua presença. Foi tiro e queda. Allen estava muito perto deles e os mesmo começaram a cercá-lo com passos lentos e furtivos. No mesmo instante que ele abriu sua boca para falar algo, um dos homens da lei desferia um soco em sua boca. Ele era interrompido e a partir desse momento ele não conseguia fazer mais nada.

Diversos socos e pontapés surgiam dos quatro lados da bússola e entre os golpes suas palavras não conseguiam sair. Ele apanhou e depois apanhou um pouco mais, depois do primeiro minuto ele já tinha se acostumado com a surra e apenas caia para os lados contrários aos ataques, assim como o sangue que jorrava de sua boca. - Mas quem diabos é você? E como ousa afrontar a marinha? Seu maldito forasteiro, não era pra ninguém estar aqui por essas horas, você vai ter o que merece!

Dois dos homens erguiam o corpo do malandro pelos seus braços e começavam a arrasta-lo pela rua. Sua boca pingava o sangue misturado com o suor de seu rosto, e com um último suspiro, observou com atenção a loja de armas que recém tinha ido, está se fechara. Ele até tentava murmurar por ajuda, mas desmaiava junto com a queda da porta do estabelecimento.

O tempo não passou para Allen e ele despertava logo a frente de uma cela, melhor colocando, ele estava observando-a do lado de dentro. O local era grande cerca de vinte (20) indivíduos dividiam o local com ele, não tinha indícios de quem eles eram, mas nenhum se aproximava do garoto. despertando aos poucos, ele conseguia ouvir as risadas atrás dele e alguma dor no local das pancadas que havia recebido, mas nada muito grave que impedisse seus movimentos.

Ainda zonzo, recobrava os sentidos aos poucos, porém bastou um forte barulho para que ele voltasse a si com rapidez. Um dos guardas batia com um pedaço de madeira nas barras de ferro da cela, que tremiam e colocavam ordem nos criminosos. Allen espantado, dava meia volta e começava a observar onde estava. O local era repleto de brutamontes, não existia um ser menor que ele, os que mais se destacavam ali eram um trio de tritões, um outro grupo de (4) homens que não parava de gargalhar - pareciam até felizes por estarem ali - e um único indivíduo solitário, deitado em uma rede com um de seus pés pra fora, dormindo como se o tempo estivesse parado ao seu redor.

A partir de agora esta era a realidade do garoto, que sem nenhum de seus pertences ou dinheiro, tornou-se um prisioneiro. Assim que levantou não conseguiu identificar o local em que estava, não parecia ser uma base da marinha, era um tanto bagunçada, se houvesse uma palavra para defini-la, seria desordem. A localidade contava com um cela semelhante a de Allen, cerca de dez metros a frente da outra, dividida apenas por um corredor com um piso de madeira podre.

- Ei, ei, ei garoto, pare de tremer, venha aqui e jogue um pouco conosco! Um dos homens sorridentes vociferava para Allen, convidando-o. Aparentemente jogavam um jogo de cartas, o pequeno tentou entender por um segundo mas viu que não entendia nenhuma das regras, eles nem pareciam estar jogando algo na verdade, mas isso não impediu que o boxeador desse o seu primeiro passo no local, e logo pausou. - Vamos logo, sente-se aqui! E novamente era importunado, o que será que ele faria em uma situação dessas...
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyQui 13 Dez 2018, 12:20


Logo após uma estupida ideia de lutar contra vários marinheiros eu desperto em uma prisão ou algo do tipo e conforme olho ao meu redor vejo cerca de 20 homens os quais desconheço. Assim que eu volto completamente para a realidade pude perceber que não aparenta ser uma prisão da marinha, o que acabou trazendo uma grande confusão a mim, já que em um momento estava sendo surrado por marinheiros e noutro estou em uma cela que não aparenta pertencer aos tais “Onde estou? Eu deveria estar em uma prisão da marinha pela lógica”.

Enquanto me indago sobre o local que estou começo a perceber melhor as coisas dentro da cela nisso vejo que todos os homens são maiores e consequentemente mais fortes que eu o que acabou me trazendo medo e receio de me aproximar de qualquer um naquela prisão “vai ser melhor se eu não arrumar problemas com ninguém aqui, não estou com vontade de levar outra surra”, enquanto estou analisando o lugar 8 pessoas de lá me chamaram atenção, um trio de tritões os quais vou manter distancia já que devem ser os mais fortes daqui. Um quarteto de homens sorridentes e um individuo que está dormindo acabaram chamando minha atenção, até mesmo mais do que os tritões, fazendo com que eu me pergunte “como esses caras conseguem ficar tão calmos em uma situação como essa?”.

Continuava a observar a cela até que um dos homens do quarteto me chamou para jogar com eles, por mais que tentasse entender as regras do jogo só por olhar eu não conseguia nem ao menos definir se realmente estavam jogando algo, e novamente os homens dizem para jogar com eles. Por mais que o medo de me aproximar e arrumar confusão fosse grande, as minhas dúvidas eram maiores, e como eles parecem ser os seres mais simpáticos do lugar eu me sentaria calmamente e perguntaria em baixo tom “quais são as regras do jogo?”.

Assim que me fosse explicado às regras do jogo começaria a jogar se eu conseguisse entender, mas se não simplesmente jogaria qualquer carta que estivesse em minha mão. Eu me manteria calmo e quieto durante um bom tempo até que me acostumasse com a presença dos homens, depois de um bom tempo jogando reuniria coragem para falar e começaria a fazer uma série de pergunta ao quarteto “Bem.. Meu nome é Allen, e se não for incomodo gostaria de fazer umas perguntas” se por algum motivo os homens não concordassem eu ficaria calado e tentaria novamente mais tarde, agora se eles concordassem em responder eu diria:

“até onde me lembro, eu estava com um pequeno problema com a marinha, então fui atrás de alguns marinheiros para tirar satisfação, mas eu acabei” nesse momento sopraria o ar para demonstrar que estou frustrado e continuaria: ”apanhando e acordei aqui, então gostaria de saber onde exatamente nós estamos?”. “Outra coisa quem são vocês e como conseguem ficar calmos em um lugar como esse?” desviaria meu olhar em direção dos tritões e logo após em direção ao homem que estava dormindo “E por que tem três tritões nessa cela? E quem é aquele cara que está dormindo em uma rede?”“E por fim tem alguma maneira de sair daqui?” diria enquanto estaria observando para ver se nenhum guarda estava por perto.

Ouviria atentamente todas as respostas que me fossem ditas, principalmente as que fossem referentes a ultima pergunta, e se houvesse uma maneira de sair pediria ajuda aos homens para que me ajudassem na fuga “já que é possível sair daqui, gostaria que vocês me ajudassem a sair, em troca eu farei o que vocês peçam”. Já se me fosse dito que não a forma de escapar continuaria a insistir “não há nenhuma maneira mesmo? Existe algum momento que os guardas tem que abrir a porta não existe?” independente de qual momento fosse faria mais um pedido para o quarteto “então quando eles abrirem, me ajudem a escapar, se vocês me ajudarem eu faço o que vocês quiserem”.

Mas se os homens se recusassem a me ajudar ou não me respondessem eu continuaria a jogar com eles até me cansasse então perguntaria novamente. Mas se percebesse que ficar com eles não resultaria em nada começaria a procurar por rotas de fuga, e se achasse iria sair por lá sem pensar duas vezes. Mas se não encontrasse simplesmente me sentaria e esperaria até que alguma coisa me chamasse atenção.

Objetivos:
 

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Última edição por Flame Spearrow em Qui 09 Maio 2019, 22:18, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyTer 18 Dez 2018, 11:00



Postagem Nº: 3


O aspirante a revolucionário começara a se colocar no seu devido lugar, o mundo não era nada do que ele imaginava, sua justiça era falha para um lugar tão corrupto e sujo. Abandonando suas ambições, Allen dirigia-se para perto do grupo de homens que haviam lhe convidado momentos antes, ele seguia tenso na direção dos mesmo, temia o que pudesse acontecer com ele, já que em uma situação semelhante a essa levou-o a acordar em uma prisão e cheio de hematomas. Enquanto andava ele era surpreendido com a maneira que os homens agiam diante de uma situação dessas, pareciam muito calmos...mas Allen não tinha conhecimento do que as individualidades poderiam apresentar, sua noção do mundo ainda estava muito ofuscada.

”Bem...Meu nome é Allen, e se não for incomodo, gostaria de fazer algumas perguntas.” O rapaz mal havia se sentado em um caixote de madeira e já estava importunando a todos. Os quatro (4) logo olharam para o boxeador com uma gana - após a sua pergunta -, que o fez engolir suas palavras. – Não se preocupe garoto, pode fazer a pergunta que quiser. E não ligue para esses esquentadinhos! O homem mais gordo entre eles comentava. Allen por sua vez, continuava interrogando-os, e as paciências alheias não resistiriam para todo sempre.

- Nós não estamos calmos, queremos sair daqui tanto quanto você, mas este lugar nos agrada e com certeza vai agregar algum valor para nós, então não nos deixaremos se abalados por esse monte de bosta que está circulando por ai. O homem com mais voz no grupo, respondia as indagações de Allen. - Não de bola para os tritões e muito menos para aquele cara ali. São o trio ternura tritão e Reese, respectivamente. Eu não me envolveria com eles se fosse você. O gordo terminava a frase com um suspiro.

Allen continuava questionando o quarteto, até um ponto em que suas palavras não eram mais entendidas, e suas palavras sobre uma suposta fuga começaram a atiçar todos que estavam presos no local, múrmuros de todos os lados começava a ser ouvidos, mesmo que cada um sussurrasse, quando os chiados se misturaram, uma pequena baderna começara a se formar, porém pausada repentinamente e os cochichos se tornaram apenas olhares disfarçados na direção do garoto. Allen não era o verdadeiro motivo para tal, e sim um indivíduo que surgia com uma velocidade incrível atrás do seu caixote. Um homem alto, magro de madeixas azuis colocava sua mão no ombro de Allen e apertava firmemente, enquanto questionava. – Você não deveria sair por ai tagarelando sobre isso, ainda mais em um lugar como esse, pode acabar arrumando problemas. Allen e o restante da prisão ficava mais tensa quando ele começou a falar. – Apenas aguarde pequeno...você parece ambicioso...

Após os seus dizeres, o homem saia calmamente, parecia ter despertado de vez e como se estivesse em casa, se espreguiçava e alongava seu corpo. Parecia até mesmo um teatro, todos paravam para assistir, e então... - Agora!!!! Ele gritava, mas ninguém entendia o porquê. A não ser os homens misteriosos e os tritões. Os caixotes onde eles estavam sentados, estava cheio de armas, rapidamente empunhadas por eles, inclusive para o restante dos presos – aliás, havia uma manopla semelhante à que Allen havia comprado anteriormente -. O rapaz mais gordo lançava para o homem de cabelo azul uma espada e com um movimento suave de corte no ar, conseguia romper as grades que os cercavam, como se não fosse nada. - Prisioneiros, os revolucionários estão aqui, não calem-se para o governo, juntem-se a nós e seus crimes serão perdoados, mas vou pedir algo em troca...quero a alma de vocês lutando pela causa! A maioria dos homens começava a pegar as armas e a seguir o espadachim que logo desaparecia do campo de visão de além, a maioria nem parecia saber o porquê, porém se esse era o preço da liberdade, eles não deixariam passar em branco.

Uma bagunça generalizada havia se formado e Allen encontrava-se no meio dela, o quarteto estava a sua volta e um grande grupo de homens uniformizados chegou no local para tentar conter o atentado. - Vamos garoto, não fique parado. MEXA-SE! Todos se espalhavam para combater os adversários, só havia uma saída no local e era isso que eles buscavam, porém o pequeno aventureiro deveria acompanhar o ritmo, ou seria deixado para trás.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyTer 18 Dez 2018, 19:54


Quando finalmente consigo juntar coragem para fazer perguntas ao grupo de homens, acabo recebendo as respostas sobre várias coisas que estavam a me deixar curioso, mas assim que faço uma pergunta sobre possíveis rotas de fuga a prisão inteira começa a murmurar sobre o assunto, o que rapidamente acabou virando uma bagunça, isto é até que alguém ou algo fez com que o barulho cessasse, então apenas sinto um firme aperto em meu ombro, por mais que fosse somente um simples aperto de ombro todo o medo e receio voltavam em dobro já que para alguém conseguir calar cerca de vinte (20) homens ou essa pessoa é o chefe da cela ou alguém de fora que seja extremamente forte e se fosse o segundo caso ele não estaria contente por eu ter instigado uma revolta na prisão.

Porém quando me viro para ver quem estava atrás de mim apenas vejo um homem com cabelos azuis, enquanto raciocino um pouco percebo que este homem é na verdade o cara que estava dormindo, ou melhor, Reese “Como esse cara já está atrás de mim, ele não estava dormindo agora a pouco?. De qualquer forma é melhor manter distância desse cara” enquanto o homem falava apenas conseguia sentir a tensão aumentando gradativamente. Quando Reese finalmente saiu de perto de mim achei que as coisas iriam se acalmar, isto é até um grito ser dado - Agora!!!!, Enquanto muitos se indagavam sobre o grito pude perceber que os tritões e o quarteto foram os únicos que entenderam, e antes que pudesse perceber já estava com manoplas iguais as que tinha comprado recentemente, mas não só eu estava armado todos daquela cela estavam empunhando armas “Quem são esses caras? Como eles conseguiram esconder armas desse jeito? E como eles vão abrir a cela?” Estava perdido em um mar de dúvidas até que o homem de cabelos azuis corta facilmente as grades como se fossem papel e grita novamente para todos que estavam sendo libertados - Prisioneiros, os revolucionários estão aqui, não calem-se para o governo, juntem-se a nós e seus crimes serão perdoados, mas vou pedir algo em troca...quero a alma de vocês lutando pela causa! Quando eu finalmente ouço o grito do homem todas as dúvidas que tinha se foram, e inconscientemente acabei dando uma pequena risada, “revolucionários é? Se soubesse que era só ser preso pra achar eles teria lutado contra marinheiros a muito tempo atrás”  quando me dei conta de que o homem já havia saído começo a olhar a saída e penso “Do jeito que aquele cara fala parece até que os revolucionários são demônios, de qualquer forma acho que minha alma ainda é um preço baixo a se pagar”.

O local já estava em caos até que um grupo de homens chegou para conter o atentado, logo todos os prisioneiros do local começaram a combater contra o grupo, e obviamente eu não poderia mais ficar parado e consequentemente ficar para trás. Antes que eu saísse do lugar colocaria as manoplas em minhas mãos, logo começaria a correr em direção da saída a qual eu priorizaria a todo o momento, pois não faz muito sentido ficar em um lugar ao qual podem me prender de novo. Embora meu objetivo seja escapar sei que não seria fácil e que possivelmente encontraria inimigos no caminho, os quais tentaria ao máximo desviar indo para a esquerda ou para a direita dependendo da posição dos tais. Mesmo assim sei que não seria fácil desviar, portanto observaria a luta de outros detentos, para perceber qual estaria com mais dificuldade na luta o qual se houvesse iria ajuda-lo ao atacar o oponente pelas costas.

Como estamos em uma fuga de uma prisão, várias ondas de guardas viriam para tentar nos parar e por conta disso talvez não tenha como ninguém me ajudar ou sequer como desviar de meus oponentes, se ocorresse de haver mais de uma pessoa a bloquear a minha passagem evitaria contato com eles indo atrás de companheiros que possam me ajudar na batalha. Agora se houvesse apenas um oponente me prepararia para a batalha ao colocar meus punhos na altura do queixo e começaria a movimentar meus pés repetidamente com o intuito de não ficar parado.

Em todo caso que fosse forçado a lutar esperaria sempre o primeiro ataque de meu oponente, os quais se fossem golpes verticais, eu desviaria pulando para o lado, logo em seguida atacaria a face de meu oponente com meu punho direito depois golpearia a barriga de meu oponente com meu punho esquerdo e por fim daria um gancho (uppercut) com meu punho direito no queixo de meu oponente, já um golpe horizontal, diagonal ou estocada esquivaria ao pular para trás, rapidamente daria um pulo para aproveitar a possível abertura de meu oponente o qual eu atacaria com meu punho esquerdo na direção da barriga logo em seguida golpearia com meu punho direito a cara de meu inimigo e para completar daria um golpe na direção do peito de meu oponente, golpes como socos, chutes entre outros eu daria um passo para a direita para tentar me esquivar e por fim daria a mesma sequencia de golpes se fosse um ataque vertical (logo em seguida atacaria a face de meu oponente com meu punho direito depois golpearia a barriga de meu oponente com meu punho esquerdo e por fim daria um gancho (uppercut) com meu punho direito no queixo de meu oponente).

Nas lutas não tentaria derrotar meus oponentes apenas afasta-los o suficiente para que possa continuar fugindo, e se percebesse que não poderia derrotar meu oponente iria correr na direção de outros detentos para que estes me ajudem.

No final se conseguisse fugir iria seguir um dos homens do quarteto, o homem do cabelo azul ou até mesmo um dos tritões já que eles demonstraram ter conhecimento do evento recém-ocorrido e também dos revolucionários. No fim se conseguíssemos chegar a um local seguro iria a procura de Reese para pergunta-lo “Prazer, meu nome é Allen Dorrus e gostaria de saber se você estava falando sério sobre os revolucionários” tinha que fazer a pergunta para saber se estavam falando sério sobre o fato de serem o grupo pelo qual tanto procurei.
 

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Última edição por Flame Spearrow em Qui 09 Maio 2019, 22:19, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptyQui 27 Dez 2018, 20:34



Postagem Nº: 4


A rebelião estava formada, revolucionários contra homens da lei, pelo menos era isso que aparentava. A pequena prisão havia se tornado uma arena de gladiadores, lutando por suas vidas e liberdade. Todos estavam armados, não seria um confronto limpo, nos primeiros minutos o chão arenoso tornava-se mais macio e vermelho. E sobre ele, Allen, perdido em meio aos disparos e afrontes. O jovem se movimentava entre os que batalhavam, sua determinação até lhe fazia interferir em algumas lutas, pegando os marinheiros de surpresa para que os presos pudessem ter alguma vantagem.

Por alguns instantes sua batalha se resumiu a isso, porém quando aceitou que estava perdido no meio da multidão, surgia um quarteto bem familiar, armados e perigoso, seus golpes faziam todos ao seu redor se afastar. – Ei garoto, não fiquei ai parado, temos horário para chegar no porto, um barco nos espera lá. E com muita velocidade os quatro deixavam o boxeador para trás. O mesmo tentava acompanha-los, mas os marinheiros estavam em um grande número e atrapalhavam sua movimentação. Seus socos até adiantavam para afasta-los, até nocautear alguns, mas seus “amigos” se afastavam cada vez mais.

Passo a passo Allen se aproximava do grande portão do local, que separava sua liberdade, mas nenhum rosto familiar, nem Reese, nem tritões, muito menos o gordo, porém muitos dos foragidos corriam pelas ruas, deixando bem claro o caminho que deveria seguir. Ele tinha tudo em suas mãos, as informações foram passadas nos mínimos detalhes, se fosse atencioso o suficiente, poderia deduzir sua próxima rota.

Ao acompanhar um pouco a rota dos prisioneiros, Allen se deparava com uma rua que levava diretamente para o porto, e no horizonte era possível ver que naquela localidade uma nova luta iniciara. Os presos pareciam embarcar e em solo firme, revolucionários tentavam impedir os marinheiros de se aproximarem. O civil deveria ser rápido em suas decisões, ou então não sobraria lugar para ir. Ele também não tinha muitas opções, ou retornava para trás ou seguia em frente, mas o fluxo de homens passando por ali era perigoso para ser atravancado.

Não demorou muito para que as autoridades da marinha elaborassem um plano de contenção, aos poucos os azuis surgiam pelas vielas paralelas à rua que Allen corria pela sobrevivência. E iam se infiltrando na “correnteza”, sem piedade, atiravam para matar e aqueles que possuíam armas de curto e médio alcance, surgiam no meio da multidão tentando apunhalar qualquer um, não descriminavam ninguém, tudo para eles era a escória da humanidade.

O aspirante a revolucionário ainda teria muito chão para percorrer antes de questionar aqueles que idolatra, porém se não tomasse cuidado com tudo que estivesse ocorrendo em sua volta, poderia acabar preso de novo, ou muito pior, morto.
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MensagemAssunto: Re: Ato I: Em busca dos revolucionários   Ato I: Em busca dos revolucionários EmptySex 22 Fev 2019, 11:54


Após muitas batalhas finalmente consegui escapar da prisão, porém estava completamente perdido no meio de vários fugitivos. “Os membros daquele quarteto me disseram sobre algum barco em um porto? Isso quer dizer que eu devo ir à direção do mar certo?” no fim eu apenas segui os prisioneiros do local chegando a uma rua com ligação ao porto e bem ao horizonte pude ver um barco que aparentava ser o objetivo que almejávamos. Por ver que não havia muitos marinheiros comecei a ficar mais tranquilo e relaxado até que vários marinheiros infiltrados na multidão começaram a atacar qualquer pessoa a sua frente, imediatamente percebi que eles estavam lutando sobre ordem de matar os fugitivos.

Assim que percebesse a situação em que estava pensaria: “Primeiro acalme-se e tente pensar, esses caras não apareceram do nada deve haver alguns becos ou vielas possibilitando que eles venham em massa e nos cerquem. De qualquer forma tenho que chegar até o barco”. Rapidamente olharia pela rua para tentar encontrar o local com menor concentração de marinheiros, se encontrasse iria correr pela rota sempre indo em direção ao barco, senão iria correr apenas correr em direção ao barco. Em nenhum momento eu iria em direção a becos e vielas já que os marinheiros devem estar aparecendo desses lugares.

Enquanto estivesse correndo na direção do barco iria me movimentar para direita e para esquerda a fim de tentar não ser acertado por nenhuma bala perdida. A todo o momento tentaria desviar de oponentes mesmo que me forcasse a mudar de rota afinal meu objetivo atual é chegar ao barco e não confrontar vários soldados.

Mesmo tentando desviar de todos sei que em alguns momentos acabaria sendo forçado a lutar contra alguém que me impedisse de progredir logo entraria em posição de combate (punhos na altura do queixo e movimentando os pés sem parar). Caso meu oponente usasse uma arma a longa distância imediatamente correria na direção do mesmo e tentaria acerta-lo com meu punho direito na região do abdômen em seguida daria outro golpe no abdômen dele com meu punho esquerdo e por fim terminaria com um gancho (uppercut) de direita. Agora se meu oponente empunhasse uma arma de curta distância esperaria sempre pelo primeiro ataque dele para decidir qual seriam meus movimentos, se fosse um ataque vertical daria um pequeno pulo para esquerda logo golpearia a cara de meu oponente com um golpe de direita em seguida com um soco de esquerda na cara de meu oponente e finalizaria com um gancho de direita. Já um ataque horizontal, diagonal, estocadas, chutes ou socos eu daria um pequeno pulo para trás em seguida iria pular na direção de meu oponente tentando acertar seu abdômen com meu punho direito em seguida golpearia com meu punho esquerdo na face de meu oponente e por fim terminaria com um gancho. Mas se um grupo de marinheiros ou alguém bem mais forte que o comum me barrasse iria fugir e tentaria identificar qualquer rota que houvesse uma abertura para poder entrar.  

Não pararia de correr até chegar o barco onde possivelmente estaria seguro. E se conseguisse chegar iria embarcar e esperaria ajudando com o que fosse necessário até que o barco zarpasse. Assim que ficasse em algum lugar seguro iria procurar por Reese, alguém do quarteto de homens, ou até um dos tritões para questiona-los: “Meu nome é Allen Dorrus e gostaria de saber se estavam falando sério sobre os revolucionários” ouviria atentamente o que me fosse dito, agora se não me fosse dito nada iria procurar algum lugar para me sentar e esperar que algo que chamasse minha atenção.

  

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