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 Fulfilling Your Promises

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyTer 04 Dez 2018, 16:45

Relembrando a primeira mensagem :

Fulfilling Your Promises

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ishida Kurai. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyQua 02 Jan 2019, 23:49

Ishida Kurai



Ao fim da natação, depois de vários exercícios que vieram a me desgastar tanto fisicamente quanto mentalmente, e aparente o mesmo acontecera com Sayuri, que caíra deitada na arquibancada, enquanto eu deitar-me-ia onde estava mesmo, não me importava, só queria descansar por um momento, já que não me sentia tão cansado assim a muito tempo. - A última vez que me senti assim meu pai ainda era vivo. – Pensaria quando conseguisse levantar a mão direita na frente de meu rosto, e pensaria olhando para a mesma. Mas ao menos tinha uma boa notícia, o teste estaria parado por hora, já que a avaliadora deixou que continuássemos amanhã, o que me faria fechar os olhos e dar um sorriso, mesmo que o mesmo não fosse visto pelos outros. Depois de ter decidido os quartos e da ruiva ter nos jogado as chaves de cada um, esperaria que a mesma caísse perto de mim para ir rastejando até alcançá-la. Depois que o fizesse, levantar-me-ia até estar sentado no chão, ainda tirava um tempo para o descanso, mesmo que fosse parcial, e olharia em volta, até escutar um Droga, e ao virar-me na direção do som, me depararia com Sayuri segurando seu nariz, e fazia uma expressão meio dolorida.

Sem me levantar, viraria na direção da mesma e lhe perguntaria. - O que houve Sayuri? – E assim que escutasse sua resposta diria somente. - Entendo – Depois do curto diálogo, finalmente teria coragem e levantar-me-ia, sabia que teria dificuldade por conta dos músculos fadigados, mas não podia ficar sentado ali para sempre, então faria um esforço para conseguir. E assim que estivesse de pé, iria até a morena e oferecer-lhe-ia a mão. - Precisa de ajuda? – Perguntaria, mas não me importaria muito de ser negado, mas se a mesma aceitasse, faria força para puxá-la para cima. - Bom, eu vou tomar um banho antes de ir comer, o cheiro que ficou daquela faxina deve estar fedendo pra caramba. – Diria, não direcionado à garota, na verdade nem sabia porque tinha falado em voz alta. -Bom, vou tomar banho e depois comer, quer vir junto? – Perguntaria evitando olhá-la no rosto, pois poderia ser constrange… Foi quando de repente me dei conta de algo. - Merda, isso não saiu nada bem. -Pensaria [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com o que tinha dito. - Me desculpa Sayuri, não quis dizer isso. – Falaria enquanto gesticularia, nervoso com a situação, e depois abaixaria tanto a cabeça quanto os braços. - Ahh, era para irmos comer depois do banho. Separados, claro! – Acrescentaria ainda nervoso.

Depois da situação embaraçosa, seguiria a morena, e deixaria que chegasse ao quarto, pois era ao lado do meu. - Estou cansado demais pra sair por aí procurando por onde fica os dormitórios. – Pensaria andando devagar na mesma direção que Sayuri. Quando chegássemos ao dormitório, correria direto para o meu quarto, enfiaria a chave no lugar certo e giraria até a porta abrir, e quando isso acontecesse, fechá-la-ia, e em seguida, jogar-me-ia na minha cama, de costas e ficaria ali por algum tempo, aproveitando da possível maciez da mesma, ou da falta também.

- Ahh, um bom descanso agora. – Suspiraria, e logo depois sentar-me-ia na cama, e tiraria o pano que cobria a parte de baixo da minha face, deixando o local refrescado. - Minha boca é algo que não quero que vejam, mas ao mesmo tempo, não quero ficar com essa merda na cara. O que eu faço – Perguntaria para ninguém, apenas olhava para o teto do quarto, enquanto [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de volta na cama, mas caso estivesse outras pessoas no quarto, falaria de minha boca em pensamentos e não a descobriria. Depois de mais um tempo deitado, voltaria a me levantar, mas dessa vez iria direto para o banheiro, e lá procuraria por toalhas e sabonetes, e depois que os achasse, observaria se era um banheiro público ou privado, se fosse privado, despir-me-ia ali e começaria o banho, mas se fosse público, esperaria por uma brecha onde o mesmo estivesse vazio, pois não tinha como tomar banho com aquele pano na frente do rosto, e não queria que o mesmo molhasse.

Após acabar meu banho, poria de volta o pano e a mesma calça, e quando voltasse ao quarto, procuraria por novas roupas, pois não acreditava que seria algo legal aparecer no refeitório apenas de calça, então estava procurando por alguma vestimenta adequada, só sairia do quarto quando achasse uma. Quando estivesse pronto, sairia do quarto e iria no vizinho. - Ei Sayuri, está pronta? – Perguntaria assim que batesse na porta, e esperaria que a mesma saísse. Se a mesma não atendesse ou alguém atendesse e dissesse que a mesma não estava ali, iria ao refeitório, se tivesse dificuldade em achá-lo, perguntaria para alguém que estivesse por perto. - Onde que fica o maldito refeitório nesse lugar, hã? – Estava irritado por não encontrar o lugar, por isso, meu mau humor estaria em um nível bem alto, se o(a) mesmo(a) não soubesse, perguntaria a outro, até encontrar o lugar onde deveria ir..

Depois que chegasse ao local que almejava chegar, iria aonde pudesse pegar a comida, se houvesse uma, entraria na fila até chegar minha vez, e depois sentar-me-ia em uma mesa afastada da multidão, faria a mesma coisa caso a morena estivesse comigo, e assim que sentasse, começaria a comer lentamente, poria a língua para fora de maneira que ninguém percebesse, e despejaria a comida na língua, para poder engolir o alimento que estava em meu prato. Comeria uma quantia que estimaria ser a metade, e pararia por um momento, para falar com a garota com quem estava. - Ah Sayuri, acho que poderíamos fazer uma pequena comemoração quando passarmos em todos os testes, o que acha? – Perguntar-lhe-ia, evitando olhar em seus olhos, para não acabar com uma reputação que insistia em manter, mentalmente. - Não ligo para os outros, mas não vou permitir que eu mesmo me torne fraco. – Pensaria com afinco. Depois de acabar de comer, voltaria ao quarto, dessa vez sabendo aonde ir, e quando o alcançasse, cairia na cama de qualquer forma e cairia no sono, devido ao cansaço acumulado.

Por conta do cansaço extremo que sentira, acabaria por ser um sono sem sonhos, o que para mim se assemelharia com deitar na cama e já ter de levantar, independente da forma como o faria. Depois de estar em pé, iria aos banheiros e faria sua higiene matinal, antes de sair novamente do quarto, onde, devidamente arrumado, iria novamente ao refeitório, para procurar por comida antes de voltar ao teste, e caso o lugar estivesse fechado, suspiraria olhando para o céu, enquanto andaria na direção de algum marinheiro para fazer uma pergunta. - Onde fica o lugar para fazer o último teste do alistamento. – Como estava com pressa, acenaria o braço em agradecimento, mesmo estando de costas, pois não tinha tempo de parar e agradecer, se não tivesse uma resposta, iria até outro marinheiro e refaria a pergunta, até encontrar a direção e partiria correndo, para não me atrasar. Assim que estivesse no local correto, esperaria pela ruiva e perguntar-lhe-ia. - Então.. Qual é o próximo teste? – Perguntaria esperando animado pela resposta. - Vamos lá, eu vou passar em todos que você me passar, – Pensaria animado para finalmente acabar com esse maldito teste longo.




Legendas:
Kurai
Pensamentos Kurai
Avaliadora da Marinha
Sayuri

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyQui 03 Jan 2019, 21:13


~Tempos de Paz~

Ele naquele momento cansado, ainda se preocupava com a garota, ouvindo algo que ela falava a questionava o que tinha acontecido, porém ela apenas dizia de maneira que se mostrava pouco interessada em reviver o momento que derrubava a chave, e claro era vergonhoso dizer para alguém que tinha se machucado sozinha. - Não foi nada, só uma memória. Esqueci de algo.- Falava ela sem olhar diretamente para ele, sim ela evitava o contato visual naquele momento, era uma péssima mentirosa, e não sabia esconder bem quando sentia algo como vergonha.

Ele então levantava, oferecendo a mão para a garota, que aceitava ela como alavanca para se levantar, ela estava bem o suficiente pra fazer isso, no entanto não custava nada receber uma ajuda em qualquer que fosse o momento, e o homem ali também tinha seu modo de se preocupar, e igualmente a questionava agora sobre algo estranho, ele falava sobre sua vontade de tomar banho, e avançava 3 passos no relacionamento que ainda não tinha começado… Ele chamava ela pra tomar banho? Como assim Brasil? Que lance foi esse? Eu perdi uns 45 minutos de jogo? A gente já tá no segundo tempo?

Seja como for isso deixava a jovem corada de automático, e as pernas dela começavam a tremer novamente, ela estava em choque, não sabia o que responder, ela queria dizer não, mas ao mesmo tempo, sem ser mal educada… Ela então começava a tocar os indicadores um no outro, pressionando as pontas deles, enquanto juntava o joelho no outro e deixava a perna posterior meio solta, que deixava claro o desconforto, assumindo sua postura defensiva contra ataques sociais, ela então falava. - Bem eu… Acho que… Isso não seria muito bom… Nos conhecemos a pouco sabe? Não tenho nada contra você mas é muito cedo… E nunca estive com um rapaz antes então… Bem… Acho melhor eu…- Ela não sabia muito como completar a frase, mas antes de prosseguir..

Kurai também estava em choque sobre o momento, e tentava melhorar as coisas explicando, a explicação que ele dava, acalmava de certo a moça, ao menos um pouco, porém ainda se mostrava vergonhosa e dizia apenas. - É melhor eu ir.- E saia correndo em direção a porta do lugar. Ele a seguia nesse tempo e chegava até o seu dormitório, onde a garota já girava a chave em velocidade para que entrasse, ainda assim ele desejava um bom descanso pra ela. Ele entrava dentro do quarto e se organizava para só depois se preparar para tomar banho. Ishida, tomava seu banho livremente depois disso, sem qualquer dificuldade, era algo tranquilo de se fazer por ali. Um enorme vazio, era tudo que preenchia o local.

Ele voltava ao quarto da garota mas ela não estava por ali, devia ter ido comer no refeitório, ou sequer tinha completado o banho, desse modo ele ia para o local mais cheio do quartel. Assim que ele chegava via o grande amontoado de marinheiros, que se espalhava pelas mesas em geral, tinha apenas uma mesa onde ainda não tinha ninguém sentado, e era onde a pequenina era vista por ele, ela estava com um prato que quase escondia ela atrás, sim ela tinha uma quantidade gigante de comida, que fazia uma montanha na bandeja, era até assustador, imaginar que Sayuri comeria tanto assim, mas é… Ela comia talvez mais…

Ele pegava a fila e não demorava muito a poder ver a variedade do cardápio, tinha ali muito arroz, carne de todos os tipos, porco, gado D +, frango, carneiro, e uma carne de peixe que ficava no final da fila de carnes, e tinha um bilhete colado embaixo dizendo algo como “PEIXE NÃO É CARNE DE VERDADE” provável que coisa de alguém meio revoltadinho. Ali tinham vegetais diversos, brócolis, alface, espinafre, cenoura cozida, batatinha e batata doce. Tudo que ele precisava estava ali, e claro tinha macarrão também. Depois de tudo que ele pegasse poderia novamente conversar com a jovem garota.

Ele sentava a mesa e começava a comer, ele tirava a lingua pra fora, e colocava a comida nela para poder ir aos poucos levando pra dentro, algo que a pequena notava mas estava entretida com seu prato de pedreiro pra perguntar por agora, no entanto ele puxava assunto sobre o recrutamento, e ela respondia depois de engolir a colher de comida maior que ela. - Eu? Bem se completarmos acho que talvez.- E continuava comendo, ela raspava o prato em segundos, pegava a fila de novo, e vinha com um três vezes maior que antes e sentava na mesa, dessa vez puxando assunto. Sim, tinha algo que ela queria perguntar.

A moça estava com a cabeça voando, mas ainda assim falava. - O que aconteceu com sua boca? Eu vi durante os treinos, mas achei que não era hora de perguntar. É um ferimento antigo?- Falava ela de maneira inocente. Ela continuaria ali ouvindo e comendo tudo com a fome de leão, até secar e dessa vez ela ficar alisando a barriga naquele momento, sim ela podia ser fofa, mas comia como um gigante. Ela terminou tudo aquilo e esperou Kurai antes de seguir, indo junto com ele para o dormitório.

Ele adentrava e agora apenas deitava na cama, praticamente desmaiando depois disso, sim, era uma coisa complicada, cansaço e tudo mais. Ele tinha prováveis planos para a parte da manhã, mas não ia ser assim tão fácil. As 4 da manhã um pequeno barulho incomodava, claro que ele ainda dormia, mas aquela sensação estava no quarto, quando de repente agua gelada caia sobre sua face, e várias pedras de gelo estavam espalhadas pelo seu peito… Sim a mulher que recrutava eles estava dando bom dia da maneira dela. Acordando ele com gelo no peito. Obviamente essa era a melhor forma de conquistar alguém Chega na morena e diz: Vem cá, deixa eu colocar esse gelo no seu peito, vai dar certo certeza...

A mulher então falava. - BOM DIA!!! Dormiu bem recruta? Acorda que aqui a lei é levantar antes do Sol!!! - Falava a mulher dessa vez acompanhada de mais dois marinheiros, ela então falava, sem corpo mole me segue. Falava ela olhando com cara de irritada. - Vamos!!! Aqui tem de estar pronto pra lutar a qualquer hora!!! E vem pianinho frango!! SE O INIMIGO TIVESSE INVADINDO O QG VOCÊ TAVA MORTO!!! TAVA MORTO RECRUTA!!!- Falava ela em tom autoritário e bem alto, encostando a testa na testa de Kurai, e dando uma cabeçada logo em seguida. - BORA PORRA!!! CORPO MOLE AQUI NÃO CARALHO!!!- E saia do quarto, Sayuri já estava acordada, com pantufas de coelho rosas lá fora, e com uma regata branca, e um shortinho curto azul de ginástica. Ela não estava molhada, talvez já estivesse acordada na hora, porém ela estava de olhos fechados ainda, aparentemente o motor não tinha ligado aquela hora.

Ela dava de ombros quando via Kurai todo molhado e seguia a superiora, ela levava os 4 ali para uma sala, e então começava a falar novamente, esse seria o último teste, realizado as 4 da manhã, no ginásio, uma luta. -Então, vai ser luta de duplas, vocês dois vão enfrentar dois soldados, eles estão apenas na primeira patente, então quero ver uma luta decente aqui, eles não estão em patentes tão altas, porém são bons homens, se formaram no começo da semana, e já tem algum treinamento, quero que lutem mostrem seu potencial de equipe. Terão de cooperar com diversos marinheiros em sua jornada, então o primeiro passo é, não se atrapalhem. Vou jogar a moeda pra cima e quando ela cair devem começar.- A mulher falava com uma pequena moeda que girava na mão, enquanto os dois homens pegavam bastões, sim, aparentemente eram dois lutadores de bojutsu, um tinha cabelos loiros, e uma aparência mais comum, corte militar, e uma média de 1.80, o outro deveria ter entre 1,75 a 1,78 e carregava um bastão diferente ele parecia ser com pontas acolchoadas, ele usava um rabo de cavalo e tinha cabelos pretos.

A luta iria começar logo logo, e seria pela moeda, mas estariam todos prontos mesmo para lutar, sendo que aquele horário era quase desumano para uma pessoa estar de pé? Tudo apenas o tempo dirá.

Off/Estado/Dicas:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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Raiden Fuji
Narrador
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptySex 04 Jan 2019, 11:10

Ishida Kurai



Pela primeira vez tinha me sentido embaraçado, depois do problema que tive quando era pequeno, comecei a evitar as pessoas, só falava com meu pai e meus instrutores na Marinha, mais ninguém, então me era estranho o fato de falar aquelas coisas para Sayuri, e também como estava nervoso depois daquele momento embaraçoso, e também como ela pareceu me evitar depois do acontecido, estava animado em ter alguém para falar, já que tinha me desanimado e me afastado das pessoas que conhecia depois da morte de meu pai, e não tinha mais ninguém para conversar, e infelizmente meu orgulho não me deixava falar com qualquer pessoa, tinha que ser alguém que eu pudesse confiar, e ela era alguém que tinha certeza que podia confiar. Por sorte percebi que não tinha estragado tudo, só tinha sido muito repentino, afinal mal nos conhecíamos, não podia fazer convites assim, sem mais nem menos, primeiro precisávamos nos conhecer direito, só depois podia fazer convites. - Agora eu entendi. – Pensaria batendo minha mão fechada na outra, finalmente entendendo o motivo que a fez negar meu convite. Mas acabou por surgir um assunto que me fez gelar da cabeça aos pés, ela percebeu alguma coisa em minha boca. - A-a-a-ah! I-i-iss-isso, aqui? É-é u-um f-ferimento a-antigo sim. N-não se p-preocupe, outro dia te conto os detalhes. – Diria extremamente nervoso, pois não sabia como reagir, o que o que ela vira? Fora somente as cicatrizes em cima, ou foi a boca toda? - O que faço? Estou assustado, mas não posso ficar nervoso, se não ela vai saber que tem algo errado. – E depois desse pensamento respirei fundo, e curvei os lábios, como que para indicar que estava tudo bem.

Depois disso tudo se passou de forma tranquila, menos a quantidade de comida que a mesma comia. - [color:5e48=98FB98]Como é possível? É uma menina bonita, mas parecia meu pai comendo. – Pensaria surpreso pela quantidade de comida que havia em seu prato, e a mesma ainda repetiu, algo que eu não conseguiria fazer, pois se o fizesse, com toda certeza iria mal do teste do dia seguinte. Depois de dormir, embora fosse um sono sem sonho, não esperava que fosse ser acordado de uma maneira tão brusca e inesperada, literalmente um balde d’água na cara, algo que me deixou completamente [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. - O que pensa que está fazendo, velhota? Quer me matar do coração por acaso? HEIN?!! – Talvez ela ficasse irritada comigo, só talvez, mas para evitar mais problemas, eu caminharia para sair do quarto de uma vez, mas de repente lembrar-me-ia de uma coisa. - Hã? O-o-o-o m-meu lenço, onde está? – Pensaria nervoso, as vezes durante o sono, o lenço que cobria minha boca, costumava se soltar, por isso, olharia para baixo, nervoso com a possibilidade do mesmo não estar ali. Se minhaa boca realmente estivesse à mostra, arregalaria os olhos e sairia correndo do quarto, mas somente após pegar o lenço, já lhe era demais que a ruiva, e os dois marinheiros a tivessem visto, não queria que mais ninguém pudesse olhá-la, tal possibilidade me assustava de um jeito que não conseguia explicar. Devido ao susto e ao pânico, correria por alguns minutos, antes de parar para respirar, não podia deixar que o sentimento tomasse conta de suas ações. - E agora? O que vai acontecer? Eu quero muito estar na Marinha, não vou deixar que somente isso me atrapalhe. – Pensaria determinado, não tinha o que fazer, minha boca fora vista, não adiantava correr, eu tinha que continuar o teste, então ajeitaria o pano e apressaria o passo para encontrar o lugar do teste de combate.

Quando chegasse ao local do teste, olharia para a avaliadora, e independente de sua expressão facial, me curvaria para ela, algo que só tinha feito para meu pai e Hideki, meu mentor. - Desculpe pelo que aconteceu, depois posso explicar o que aconteceu, podemos começar o teste agora? – Perguntaria para a mesma, e levantar-me-ia enquanto falava, e depois iria para o local de combate, perto de Sayuri. - Vamos dar o nosso melhor. – Diria para a morena, com um pequeno curvar de lábios. Claro que estava me esforçando, pois estava tão irritado com o que aconteceu antes, e com o banho de água gelada, que por mim sairia socando e chutando tudo em frente, de raiva, mas não podia fazer isso, tinha que manter a disciplina para passar nesse bendito teste.

Se, por sorte, minha boca não houvesse sido descoberta suspiraria, extremamente aliviado pelo fato de conseguir ter protegido aquilo que mais lhe causava problemas com os outros, minha boca. Já tendo conseguido passar pelo pior escutaria as baboseiras que eram ditas pela ruiva, enquanto eu rolaria os olhos, irritado pela falta de tato da mesma, se sequer houvesse uma possibilidade de invadirem o QG eu não dormiria tanto para começo de conversa, mas, de qualquer forma, ignorei todo o resto que foi dito pela mesma até chegarmos ao local do último teste.

Estava enfim na hora de começar o bendito teste, e algo que foi dito realmente me surpreendeu, pois em vez de um teste de luta comum, eu e Sayuri deveríamos cooperar durante o combate, pois de acordo com a avaliadora, “Terão de cooperar com diversos marinheiros em sua jornada, então o primeiro passo é, não se atrapalhem. Vou jogar a moeda pra cima e quando ela cair devem começar”. Se bem que para mim, o que mais deveria atrapalhar seria o provável sono que deveríamos sentir por ser acordados em um horário tão cedo, mas acreditava que por conta do grande susto que tinha tomado, o sono tinha evaporado do meu corpo.

Assim que a instrutora desse o sinal para começar, ou seja, jogasse a moeda para cima, eu olharia de relance para Sayuri, também pensava que não poderia subestimá-los por conta da altura, já que eram muito mais baixos do que eu, na verdade, um pouco mais altos que a metade da minha. Perto da morena, chegaria ainda mais perto, tinha que falar algo para ela. - Vamos juntos, tenho um plano. Vou quebrar a guarda deles e você os ataca depois. – Sussurraria para a mesma. Sem esperar nenhuma resposta ou algo do tipo, pois a moeda deveria estar próxima do chão, eu esperaria que a mesma de fato tocasse no chão, e enfim avançaria com um salto horizontal na direção do mais baixo dos meus adversários. - Vamos lá! – Faria como uma forma de me animar e tentar avisar Sayuri de avançar também, então pararia o salto que faria quando estivesse bem em frente ao mesmo, que tinha em mãos o bastão com as pontas acolchoada, e desferiria uma forte joelhada na direção de seu queixo. Viraria o rosto levemente para um dos lados para procurar por minha companheira, e a mesma estando perto, partiria para o outro cara, dizendo à mesma. - Agora, Sayuri. - Esse era mais alto, que não era muito mais, entre 5 a 3 centímetros, ou seja, ainda era pequeno. Com esse adversário, faria um chute frontal, depois faria uma cotovelada com o braço esquerdo e em seguida um gancho com a mão destra, e depois me afastaria levemente com saltos para trás, para dar espaço para minha companheira avançar. Depois que a mesma fosse ao adversário com o corte militar, eu voltaria a atacar o do rabo de cavalo. - Vamos mostrar a vocês que somos a melhor dupla! – Diria com um leve sorriso, mas estaria escondido pelo pano, mas como também estava sério, só apareceria as sobrancelhas juntas e algumas veias destacadas na testa, o que normalmente indicava irritação.

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Depois do breve diálogo, voltaria a avançar, dessa vez, tentaria um combo de golpes para deixar meu adversário mais vulnerável aos golpes de Sayuri. Avançaria com um chute lateral, que seria quase que na altura do ombro do mesmo, depois giraria meu corpo para a direita e esticaria a perna para trás, fazendo um golpe com a perna canhota, e antes de terminar de girar o corpo completamente, faria um giro para o lado oposto e com o braço direito, faria uma cotovelada em seu rosto, e terminaria com um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] na cara do mesmo. Em seguida, faria a troca novamente, para enfrentar o de cabelo militar, avançaria em zigue-zague na direção do mesmo e desferira um chute lateral no quadril, com o máximo de força que conseguia, depois daria um chute no centro do tronco, e por último um chute lateral na têmpora, depois afastar-me-ia com alguns saltos para trás.

Como ia com tudo para a ofensiva, não imaginava muito de me esquivar, mas caso fosse necessário a faria, porém evitaria contra-ataques, já que somente tinha em mente abrir a guarda dos adversários para que Sayuri os acertasse. Mas caso se me visse em uma situação em que precisava não ser acertado, não hesitaria, e em caso de golpes verticais ou estocadas, esquivaria com saltos para o lado em que tivesse mais espaço para me movimentar, e nesse momento que aproveitaria o tamanho de minhas pernas para ganhar espaço, e em golpes diagonais ou horizontais saltaria para trás, pelo fato de não querer um contra-ataque, as possibilidades de movimentos de esquiva seriam menores, mas como não tinha o que fazer, era aquilo.

Depois dos golpes e combos, saltaria para trás, para ver como o andamento do combate iria, e também o estado de Sayuri. - Está bem? – Perguntaria à mesma. - São melhores do que parece. – Diria a ambos, caso não apresentassem cansaço ou alguns hematomas, no improvável caso de estarem derrotados, diria. - Estou surpreso, não imaginava que cairiam somente com isso. – Mas como as coisas não estavam sendo nada fáceis, não acreditava que isso fosse acontecer. E se se provasse que estávamos empatados, diria quase que feliz. - Parece que estamos em igualdade. – Pausaria rapidamente, para olhar para minha companheira de combate para ver sua expressão, se estava apreensiva, irritada ou feliz, e depois continuaria a falar. - Vamos dar nosso melhor agora, vamos lá!! – E se estivéssemos perdendo o combate, o recuo poderia nos ajudar. - Podemos focar em um dos adversários agora, o que acha? – Perguntaria à morena e esperaria por sua resposta.




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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyDom 06 Jan 2019, 13:30


~Challenge~

O momento de ser acordado perante a água e gelo, era um momento complicado. Ele não estava com tantos problemas pelo frio mas por verem sua boca, de toda forma seguiram todos para o ginásio e lá, ele se desculpava por o que tinha acontecido com a instrutora, ele de certo não faria aquilo sem um bom motivo, mas fosse qualquer coisa ela apenas o respondia sem muita firula. - Certo, continuemos o treino, se quiser conversaremos mais tarde sobre qualquer coisa.- Falava ela observando o que acontecia em volta, os dois lutadores estavam prontos ao centro e não tinha para onde correr.

Sayuri estava aposta mesmo que ainda estivesse despertando, ela parecia preparada mas ainda faltava alguma coisa, talvez um momento onde ela pudesse aquecer completamente a mente e os músculos. Ele comentava com a garota para darem seu melhor e ela, bem, só confirmava com um sinal de cabeça a resposta para a fala, provavelmente pelo seu modo ainda pouco ativo, e também por não ser algo onde uma real fala se fazia necessário, era mais que o suficiente para entender.

Assim que a moeda tocava o chão, o show começava, era a hora de ter algum tipo ação, ele então saltava em direção ao mais baixo, que já estava claramente preparado para isso. E saltava tão alto quanto, mas não só isso ele fazia um ataque de cima pra baixo, com o bastão, que se movia diretamente para o pé do taekwondoca, o motivo, simplesmente parar o golpe aproveitando para machucar o pé dele. E sim, ele fazia isso com um certo primor.

Aquela ação deixava clara que a luta apesar de ser em duplas precisaria de foco, se cada um não fosse capaz de segurar um inimigo, isso com toda certeza poderia destruir eles. Mas mesmo sendo bloqueado e com provável dor no pé, ele partia para o outro, para esse a estratégia era um chute frontal, um golpe bem desferido bem ao centro inimigo, no entanto, o lutador, bloqueou com o bastão.

Porém ele não tentava competir forças, ele colocava o bastão na frente e girava em torno de seu próprio eixo deixando o chute impulsionar o bastão enquanto ele mesmo ia para a lateral, movendo seu corpo junto com a arma na horizontal, o levando com um giro de 360º passando para a lateral de Kurai, e completando com um golpe que acertava bem nas costas do homem, consequentemente era jogado pra frente após a pancada do bastão.

Sayuri, estava confusa naquele meio do caos, mas partia para o inimigo mais próximo, ela tinha se perdido quando os golpes foram variados entre os dois homens. No entanto ela atacava o menor que estava logo a sua frente, desferindo ali um soco direto, que era bloqueado com o bastão igualmente. Não só isso como o inimigo atacava o plexo solar da garota, usando a ponta da arma, com toda a força que tinha.

A pequena ia para trás e quase caia depois do golpe. Ishida, vendo como as coisas estavam começava a avançar novamente, agora com um chute lateral, que vinha na altura do ombro do inimigo, seu golpe era forte, e dessa vez quase entrava no entanto, o inimigo colocava o bastão no joelho. Sim, isso mesmo, era um movimento ousado, ele entrava dentro da área de risco do golpe como se avançasse contra Kurai, e então segurava o chute, mas colocando o bastão no ponto central de movimento, acabando com a força do golpe.

No momento em que fazia isso, ele impulsionava o bastão, girando ele na própria perna do inimigo, e rapidamente o pegando quando ele passava, da parte de baixo da perna, ou seja na articulação do joelho, para a parte de cima, onde ficava a rodilha. Pegando o bastão ali naquela altura ele saltava desferindo um golpe bem na face de Ishida, era uma pancada com a lateral do bastão bem no rosto dele.

No entanto o momento tinha aberto uma brecha para a médica, que naquele momento segurava o bastão do inimigo com as duas mãos e o empurrava pra trás, assim o golpeando com força, fez ele esbarrar no outro homem que estava no ar atacando Ishida. O golpe era suficiente para dar uma brecha ali. Fazendo com que tanto a cotovelada, com o giro acertasse a face do inimigo, como seu chute frontal, dessa vez o derrubasse no chão.

A luta estava começando a esquentar e ele perguntava se Sayuri estava bem naquele momento, afinal eles tinham uma batalha que se parecia difícil, o sono agora tinha passado e ela parecia mais acordada, o do corte militar tava ajudando o outro a levantar naquele momento. - Eu estou bem, mas temos que fazer algo diferente aqui.- Falava ela limpando a boca que tinha um leve sangue ali na lateral.

Olhando para ele completava com o que acreditava ser uma estratégia mais coerente para a situação que se encontravam. - Olha, acho que o melhor seria fazer o seguinte, variar entre os inimigos em etapas, eu foco inicialmente naquele com rabo de cavalo, você foca no do corte militar, aplicamos os golpes e no sinal, trocamos, eu faço um giro por baixo, e você salta por cima de mim, enquanto eu assumo a posição contra o outro inimigo, fazemos isso com o sinal.- Ela olhava pra os dois se organizando, falando só pra Kurai ouvir, perto do ouvido dele.

E então vendo como eles agiam, colocava um sinal que parecia interessante para a situação. - Eu darei duas pisadas no chão fazendo um barulho leve na hora de trocar, assim fica difícil perceberem, porém se eles começarem a nos interceptar, trocamos pra duas viradas de cabeça no meio da luta. E assim vamos variando entre eles, deixando eles confusos, mas sem acabarmos exagerando, digo isso pois eles parecem muito bons no que fazem.- A garota tinha realmente muita ideia do que estava falando, ela provavelmente tinha passado por algo assim antes, mas agora o combate era por conta também de Ishida e o que ele decidisse pra hoje.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptySeg 07 Jan 2019, 03:41

Ishida Kurai



Frustração, esse era o sentimento que me dominava no momento, Em minha mente o plano que tinha montado para encerrar de vez o maldito combate era infalível, mas novamente fiz algo que abominava, subestimei meus adversários, sabia que eram fortes, mas não ao ponto de mal se ferirem, além de que acabou que o plano que fiz com Sayuri não ficou bem explicado, e por isso tivemos dificuldade em saber se estávamos na mesma sincronia, o que com toda a certeza nos atrapalhou bastante. Logo no início do combate, um dos meus pés já havia sido acertado pelo bastão de um dos meus adversários, o mais baixo entre ambos, que eu mirava um chute, mas acabei nem fazendo-o de fato, já que o bastão fez subir uma dor aguda pelos ossos do meu pé, cerrei meus dentes e as mãos, o que me ajudaria a suportar a dor momentaneamente. Depois contra o outro adversário, com o cabelo militar, fui novamente bloqueado, porém desta vez não senti a mesmo dor do bloqueio anterior, porém fez um movimento que não consegui entender muito bem, só senti o bastão me acertar com força nas costas, me fazendo cambalear para frente.

No momento seguinte, Sayuri apareceu, e me ajudou a poder focar em um só, mas não fizera muita diferença, pois logo no primeiro golpe que tentei contra o mesmo adversário, com o cabelo menor mais de maior estatura, fui novamente bloqueado, e com uma firula entre um de meus joelhos, me acertou no rosto com seu bastão. A raiva que tomava conta de mim era imensa, não podia perder o controle, mas se continuasse da mesma forma, não teria muitas opções. - Como devo prosseguir? Alguém me dê uma luz! – Pensaria, sem deixar de olhar o adversário um momento sequer. Como se minha prece fosse atendida, Sayuri empurrou o marinheiro com quem lutava, e ambos se esbarraram dando-me uma brecha, que não desperdicei. - Obrigado morena, agora tenho uma oportunidade de ver como é a carne dele. – Pensaria com uma grande vontade de acertar o maldito com toda a força que tinha, apesar de manter a face inexpressiva. Com toda a força que pude utilizar acertei 3 golpes no mesmo, uma cotovelada, um chute com um giro de corpo e um chute frontal, depois de acertá-lo e vê-lo sendo derrubado no chão, diria ao mesmo com puro deboche. - Gostei, sua carne é bastante macia para bater, vamos mais um pouco.

Depois de nos afastarmos, Sayuri veio falar comigo enquanto os dois marinheiros ajudavam-se a levantar, ambos sabíamos que tínhamos que mudar a estratégia, mas dessa vez ela que deu a ideia, e foi muito boa, cada um focaria em um oponente de com sinais deveríamos nos alternar, ela disse que daria duas pisadas no chão para indicar que deveriam trocar, e se precisasse duas viradas de cabeça, no momento da troca, ela giraria por baixo e eu saltaria por cima dela. - É um ótimo plano, bem melhor que o meu. Vamos lá! – Diria animado, já sabendo que voltaria a enfrentar o oponente com o cabelo em corte militar, que já enfrentava antes da pausa.

Dessa vez, evitaria golpes espalhafatosos, focaria em acertá-lo com o máximo de força que pudesse, independente da forma que o faria. Primeiro avançaria até chegar próximo do mesmo, e quando estivesse no local que gostaria, ameaçaria um chute lateral, mas quando estivesse próximo de acertar, faria uma finta, traria a perna para o meio do corpo do marinheiro e logo o chute se transformaria numa joelhada, que tinha como alvo seu queixo, depois seguraria a parte de trás da cabeça do mesmo e a traria de encontro à minha, com força, na qual eu faria um imenso esforço para não ser jogado longe pelo impacto, e me esforçaria para aguentar a pancada que receberia, já que esse tipo de golpe traz danos a ambos. Mas procuraria ignorar a dor, e em seguida, ainda segurando a cabeça de meu oponente, trá-la-ia até meu joelho, e subiria o mesmo com força, para acertá-lo no nariz, com a intenção de quebrá-lo, mesmo que isso não se concretizasse. Depois me afastaria levemente. - O combate está bom, vamos lá. – Sorriria ao mesmo, mesmo sabendo que o mesmo dificilmente o veria, já que meu pano o esconderia. Depois da troca de golpes, faria o clássico movimento do mão, chamando-o para o combate, esperaria que o mesmo viesse até mim, e começasse a me atacar com seu bastão, deixaria que o mesmo se cansasse aos poucos no momento, somente me concentraria em esquivar, mas com movimentos mais simples, reagiria de acordo com o golpe que viesse, andaria para o lado, giraria o tronco, deixaria o tronco [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], abaixaria para frente, saltaria.

Esquivinha:
 

Enquanto esquivava do meu adversário, procuraria apurar os ouvidos, para que conseguisse escutar o sinal combinado com Sayuri, e assim que o escutasse, virar-me-ia de costas para meu oponente, e logo saltaria para frente, por cima da morena, e faria uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ainda no ar, para acertar o marinheiro de cabelo longo, que possivelmente viria atrás da mesma, mas mesmo se o adversário, que lutaria comigo agora, não viesse, o movimento seria igual, pois poderia pegá-lo desprevenido. Acertando ou não a voadora, assim que chegasse ao chão, faria uma joelhada na boca do estômago no cabeludo, depois um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com a perna esquerda, inclinando o corpo para a direita.

Depois afastar-me-ia levemente, e esperaria o mesmo me atacar, diferente do que havia feito com seu colega, esperaria o momento certo para atacar, primeiramente, os que somente esquivaria. Em golpes verticais saltaria para algum dos lados, o que tivesse mais espaço para me movimentar, em golpes horizontais, saltaria para trás, e em seguida, os golpes que poderia revidar, em diagonais, inclinaria o corpo para o lado oposto ao golpe, e assim que o mesmo passasse, utilizaria alguma parte do corpo para afastar ainda mais o bastão de mim, de preferência com a mão, e em estocadas, saltaria em zigue-zague, para me aproximar do cabeludo gasosa Fulfilling Your Promises - Página 3 1439049992 e em ambas as esquivas faria a mesma coisa para contra-atacar, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] um soco na altura do joelho, e em seguida giraria o corpo para a direita, e com o cotovelo destro acertaria uma cotovelada no rosto do mesmo, e depois giraria para o lado oposto, seguraria sua cabeça e traria na direção do meu joelho, que subiria com bastante força.

Chega em um momento em que durante um combate pouco se fala e mais se faz, partindo do fato que já falava menos do que o normal, seria quase que um robô, lutaria mas não conversaria durante a troca de golpes. E para o momento futuro, independente da quantidade de vezes que tivesse de trocar de adversário com Sayuri, utilizaria a mesma tática, com uma boa distância de mim até o oponente, correria o mais rápido que conseguisse, e relativamente perto do mesmo, saltaria de frente, com a perna direita à frente, e depois que saísse do chão, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e a esquerda iria na direção do marinheiro com quem lutava. Depois do chute, faria uma cotovela na direção do rosto, um cruzado com a esquerda, e aproveitando o movimento, giraria o corpo para a esquerda e no final do giro, faria um chute na direção da cabeça de meu adversário.

Quando enfim não houvessem mais trocas, ou meu cansaço ficasse muito grande, me afastaria para pensar na próxima estratégia, ou ver se a avaliadora encerrava o combate, ou diria alguma coisa. Ofegante por conta da intensa luta, olharia para Sayuri, quando a mesma se juntasse a mim. - Tem alguma ideia, meu cérebro tá tostado, não consigo pensar em nada agora. – Perguntaria à mesma, e esperaria pelo que viesse a seguir.




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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyQua 09 Jan 2019, 16:05


~Soldados de Elite~

O combate estava esquentando cada vez mais naquele momento, eles mudavam apenas um pouco a estratégia, e começava novamente o grande embate, os soldados pareciam pouco ouvir o que Kurai falava, como se sequer focassem nisso, e não demoravam a se mover. Ele nessa hora entendia que precisaria de foco, e assim partia para cima sem muita firula. Porém sua ideia não era lá muito esperta, a ideia do homem que tinha acabado de passar por treinos intensivos, depois de dois combates consecutivos e mal recuperou os ferimentos era o que? Esperar que seu inimigo fosse se cansando? [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

No entanto de todo modo, os golpes viriam pouco a pouco, os homens de bastão eram impiedosos e lidar com isso não seria fácil. Naquele instante o movimento do bastão era reto e rápido, ele então deitava o dorso para trás, esquivando perigosamente do golpe, ao menos funcionava, exceto pelo fato de que assim que o golpe horizontal terminava o inimigo saltava, caindo com os dois pés no rosto de Kurai. O derrubando no chão, o golpe claramente mostrava que o homem tinha energia para lutar 2 dias seguidos sem parar, atacando com o bastão enquanto plantava bananeira, e tomava chá, equilibrando pratos com o pé esquerdo.

Ou ao menos essa era a comparação de estado entre os dois, visto que Ishida, estava ainda se recuperando de uma exaustão. Porém assim que tudo estava caminhando e mais ataques vinham, ele podia ouvir o sinal da moça, e rapidamente ele pulava dando uma voadora bem na cara do inimigo, sim, ela girava por baixo dele com muita facilidade, enquanto ele acertava com toda a força o rosto do de cabelo longo. Golpe forte que o fazia cambalear. E já a moça atingia com um uppercut, o soldado pego de surpresa igualmente.

Depois da troca de inimigos era hora de iniciar os ataques. Aproveitando da distração causada por a voadora repentina, ele atingia com o joelho bem na boca do estômago do cabeludo, e por fim o derrubava com o chute lateral. No entanto o homem estava preparado girando pelo chão assim que tocava o solo, ele girava o bastão atrás das costas deixando quase impossível prever o golpe que viria. Os giros passavam pelas costas e o bastão era movido de um braço pra outro até que do nada ele lançava o bastão.

Vendo o pedaço de madeira em voo nosso garoto automaticamente esquivava para a lateral no entanto, o lutador dava uma estrelinha no ar? Isso mesmo ele girava o corpo em um salto onde ele virava de cabeça pra baixo ficando reto com o bastão e o segurando com as duas mãos. E atacando em uma descida vertical com toda a força o ombro ferido de ishida, ele estava praticamente bom no entanto a dor ainda o incomodava por essa última vez. O que era suficiente para ver uma coisa…

Enquanto ele se recuperava do golpe Sayuri voava em sua direção, sim, o homem do bastão tinha jogado a moça nele, e atingia bem no meio do tronco do grandão. O golpe derrubava ele e a moça por cima dele claramente. As coisas complicaram, mas bem após aquela cena a mulher parava a luta falando. - Muito bem, chega por hoje. Vocês se provaram bons combatentes, ainda tem muito a aprender, mas já sabem se portar diante de alguém com treinamento superior. Diria que vocês logo estarão no melhor patamar possível.- Era o que completava a treinadora que agora estava ali para finalmente fazer o batismo. Eles estavam dentro da marinha mas não antes de serem batizados por ela claro.

Ela então se aproximava dos dois falando sobre agora o fim de tudo aquilo. Achou que eu tinha esquecido da promessa? Vai cavar sim, e vai cavar hoje... ela rodeava os dois enquanto a pequena Sayuri se levantava de cima do perna longa. - Agora me sigam, vocês são agora soldados, mas antes de ganharem seu uniforme é hora de serem batizados, e depois disso, receberão uma medalha de admissão.- Falava ela pegando do bolso a medalha que parecia muito mais um grande troféu pelo sentimento de suarem muito por ela.

A mulher exibia aquela preciosa coisa que eles tanto lutaram para obter. - Veem isso? É a Admission Mark, ela é que inicia a carreira de vocês como marinheiros, para ganhar ela se faz por merecer. Me sigam.- Falava a mulher caminhando até uma zona e pegando duas pás, sim, ela ia levar eles pra um outro lugar, a chuva lá fora continuava forte, não tinha parado desde ontem e tinha lama por ali. A mulher caminharia com eles os levando para uma zona que parecia anexa ao QG, era como uma espécie de ambiente particular, que era puramente lama, mas tinha algumas cruzes pelo local? Seria um tipo de cemitério?

Não parecia muito ser isso, eram rústicas, geralmente pedaços de madeira cruzados. - Aqui eu quero que escolham um lugar e cavem, cavem até um tamanho bom, uma cova de seu tamanho pra ser mais exata. Vocês vão cavar a cova que enterra hoje seu antigo eu.- Falava ela com um sorriso no rosto e puxando de algum lugar um cantil de run, ela dava dois goles e sentava numa pedra que ficava ao centro do lugar.

Então logo depois disso ela continuava sua fala.- As pessoas que vocês eram, seus medos, suas incertezas, tudo isso morre hoje, vocês renascerão como marinheiros, e aqui nessas covas vocês jogarão todo o pior de vocês, e depois disso, eu posso realmente chamar vocês de soldados. ENTENDIDO?- Falava ela em voz de ordem. Aparentemente essa era a última coisa que separava eles de seus uniformes, que separava eles dos seus sonhos, abandonar tudo e se dedicar a seguir a marinha.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyQui 10 Jan 2019, 17:13

Ishida Kurai



Depois da nova estratégia, as coisas continuaram iguais, consegui acertar alguns golpes, mas ainda fui acertado por muitos, contra meu primeiro adversário, com o corte militar, não consegui acertá-lo, somente fui acertado, não sabia dizer se ele era muito superior a mim, ou se eu estava previsível demais, isso não me era nada bom, se fosse o caso de ele ser muito melhor do que eu não era tão preocupante, mas o era se a questão fosse dos meus movimentos estarem muito previsíveis, já que em missões isso poderia ser algo muito ruim. - Eu preciso saber disso o mais rápido possível, não posso me dar o luxo de ser previsível em uma missão, mas agora não era a hora. – Como se fosse uma confirmação do que pensava, o sinal para trocar de posição com Sayuri veio, e com a movimentação não esperada, acertei o primeiro golpe no cabeludo, e encaixei uma sequência de golpes, mas ao finalizá-la, voltei a ser acertado, da mesma forma que minha companheira, que foi arremessada em minha direção. Quando achei que as coisas iriam se complicar ainda mais, fui surpreendido.

Na posição constrangedora que estava junto da morena, tivemos uma notícia boa ao menos, o combate fora enfim encerrado, mas nossa vida nunca seria tão simples e fácil, ao menos a minha não era. A avaliadora disse que embora o combate e o teste de admissão fora encerrado, ainda deviam fazer mais uma coisa antes de receber o uniforme e a medalha de admissão. - Ahh, finalmente vou receber essa medalha. – Pensaria maravilhado ao perceber que tinha conseguido cumprir meu primeiro objetivo, afinal mesmo que quisesse ser admitido pela Marinha, nunca tinha trabalhado tão duro em toda sua vida, e o suor só deixava o triunfo ainda mais prazeroso. Depois de dar a notícia que teríamos de fazer mais uma coisa antes de recebermos o que nos tornaria soldados oficiais da Marinha, a ruiva nos disse para segui-la, e saímos para um campo, do lado de fora do QG, a chuva torrencial me era um alívio para a musculatura fadigada. - Finalmente, já não aguentava mais fazer esse teste do demônio. – Pensava aliviado enquanto seguia a mulher. Chegando a um campo que estava bastante enlameado por conta da chuva torrencial que estava presente desde o dia anterior, a mesma entregou-nos uma pá para cada um, dizendo uma frase que ficaria em minha mente para sempre.

- As pessoas que vocês eram, seus medos, suas incertezas, tudo isso morre hoje, vocês renascerão como marinheiros, e aqui nessas covas vocês jogarão todo o pior de vocês, e depois disso, eu posso realmente chamar vocês de soldados. ENTENDIDO? – Ainda meio embasbacado, concordaria com o que foi dito pela ruiva, as palavras pronunciadas pela mesma ainda ecoavam em minha mente. - Isso é algo que jamais esperava acontecer comigo aqui, deixar meu eu antigo para trás, não é uma coisa fácil, mas como eu poderia me considerar uma Marinheiro com as mesmas inseguranças de agora, como posso prosseguir com o que quero se tiver que esconder meus defeitos para sempre? Se preciso mudar, é agora que devo começar. – Pensaria determinado a prosseguir com o que queria, mas, de repente, quando ia começar a cavar, travei em meu lugar, ainda estava inseguro de seguir com uma mudança tão radical. - Eu sei o que tenho que fazer, mas como posso mudar tanto de uma só vez? – Poria as mãos na cabeça de repente, largando a pá. - Não sei se consigo fazer isso – Sussurraria para mim mesmo, e aproveitaria a chuva para deixar algumas lágrimas cair. Ainda travado no mesmo lugar, um som começou a surgir em minha mente, um som que meu pai cantava para mim, com sua voz desafinada, sempre que eu estava inseguro ou triste com algo.



Enquanto o som tocava em minha mente, sabia que não podia deixar a insegurança tomar conta de mim, e decidi fazer algo extremo, mas que faria com que eu conseguisse seguir em frente, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] o pano que cobria minha boca, talvez isso chocasse a Sayuri, que estava próxima de mim, mas precisava disso para seguir em frente, então pela primeira vez em minha vida, não ligaria para a opinião das pessoas que me cercavam. Pegaria novamente a pá, que deixara cair, e começaria o árduo trabalho, poria força nos braços e desceria com força contra o solo, que talvez estivesse duro ou amolecido pela chuva, mas independente de sua textura, poria a mesma força, já que queria terminar logo a tarefa.

Em minha visão só havia a pá e a mesma retirando a terra de seu lugar, e depois jogá-la-ia para algum dos lados, removendo-a da cova vazia, que deveria ter meu tamanho, o que me daria um certo trabalho, já que fazer uma cova com o mesmo cumprimento que meus 3 metros de altura não era nada fácil. Mas como já tinha em mente que não poderia desistir continuaria a cavar com força até a cova ficar pronta. Quando tivesse acabado de cavar, o cansaço teria tomado conta de muitos músculos, já que aplicar força o tempo todo, cansava os músculos mais rápido, e ofegando, virar-me-ia para a ruiva, que estava bebendo quando comecei a cavar, e andaria devagar até chegar em frente a mesma. - Acabei a minha parte. Quero tomar um banho pra tirar essa sujeira. Tenho que fazer mais o quê por hoje? – Estava cansado, mas queria saber mais o que tinha de fazer neste dia, já que tinha convidado Sayuri para ir a algum lugar fazer uma comemoração pelo sucesso do alistamento, mas se ainda houvessem coisas a serem feitas, teria de adiar os planos.




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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyDom 13 Jan 2019, 16:24


~Like Tears In the Rain~

As palavras da marinheira tinham adentrado bem na cabeça de Ishida, era um momento que ele com toda certeza não iria esquecer. Pois ali era onde tudo tinha começado, sua história, seus sonhos… Esse é o ponto de partida de um homem. Ele naquela hora não sabia como prosseguir, sussurrando para si mesmo suas inseguranças, ele sentia não ser capaz de fazer aquilo, mas como poderia deixar de lado? Ele simplesmente não poderia se sentir um verdadeiro marinheiro se não fosse capaz.

Ele então pela primeira vez removia o lenço do rosto por vontade própria. Ele lidava com sua insegurança, e naquela hora pouco importava o que todos pudessem pensar. Sayuri de inicio ao ver o rosto levemente demonstrava um pequeno espanto, porém não era repulsa, apenas não esperava. Era como quando abrimos a geladeira e vemos um pote de sorvete inesperado lá. Apenas um breve susto momentâneo, mas rapidamente se acostumava com a feição dele. Ela saia cavando em silêncio.

A pequena igualmente ao jovem Kurai, lutava contra seus demônios, seus medos, suas inseguranças. Ela sabia tanto quanto, que precisava ser uma pessoa melhor do que já era, e assim se tornar cada vez melhor, cada dia mais e mais poderosa, e um dia ela seria quem ela tanto sonha. Seus olhos mostravam a determinação que ela tinha a cada golpe no solo com a pá, cada um daqueles mostrava o desejo que tinha de mudança, o desejo de ser uma marinheira.

Kurai naquele momento colocava todas as suas forças naquilo, mesmo que fosse difícil para ele, cavar uma cova para seu tamanho era com toda certeza o mais complicado, ainda assim ele continuava de maneira destemida, e cavava completamente a enorme vala, Sayuri tinha terminado poucos instantes antes, enquanto a ruiva estava apenas completando suas doses de Rum.

Assim que o jovem questionava a mulher do que mais ele precisaria fazer ela levantava de onde estava pegando duas cruzes de madeira e entregando uma a o rapaz, e outra a moça, começando a falar. - Vocês, agora abriram espaço para serem pessoas melhores, aprenderem mais sobre si mesmos. Esse é o trabalho que poucos tem coragem de exercer. Aquele que coloca a sua própria vontade a prova. Eu apenas quero que enterre tudo isso e coloquem a cruz em cima da cova que cavaram.- Ela completava isso sentando novamente na pedra enquanto aguardava que eles o fizessem.

Assim, que ambos terminaram de fazer isso ela se moveria novamente até eles, pegando a insignia e entregando a cada um deles e atestando sua entrada na marinha. Eles agora poderiam ser chamados de soldados. - Aqui estão suas insígnias, a primeira medalha de todo marinheiro, a marca de admissão. Bem vindos Soldados, estão dispensados para poderem ter seus momentos de lazer. Amanhã bem cedo quero que vão na minha sala, e lhes darei a primeira missão de vocês, espero que honrem com todas as suas forças a Marinha, que tragam orgulho para a organização.- Ela falava todas essas coisas em um tom de ordem, como um capitão para os soldados do exército, era assim que todo o ritual estava completo, eles podiam se chamar de marinheiros, eles podiam finalmente sentir-se parte da organização, poderiam dizer que tinham passado no teste, mesmo que difícil, cada pedaço dele, agregava mais e mais para os dois.

A mulher dava de costas caminhando na chuva para o portão onde se recostava sentando e ficando ali mesmo bebendo. Sayuri, ela estava com a cabeça baixa inicialmente olhando para a Insígnia em sua mão. Ela parecia pensativa ainda com a boca meio aberta. Ela então colocava um sorriso no rosto e falava baixinho. - Consegui vovô.- Ela tinha falado aquilo pra si mesma, mas Kurai conseguia ouvir por estar próximo dela.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyQua 12 Jun 2019, 19:32

Ishida Kurai

Depois de ter terminado de fazer a cova, algo que novamente demandou um bom esforço de minha parte, tanto eu quanto Sayuri, recebemos uma cruz de madeira, da mesma forma como vimos ao entrar no campo onde estávamos, agora era a parte mais fácil depois de ter enfrentado meus próprios demônios, a incerteza e o medo de enfim poder dar o melhor de mim, e esses sentimentos me atrasaram por alguns anos, mas agora com tudo isso deixado para trás, só precisaria plantar a cruz de madeira na cova, mas antes teria de pôr de volta a terra que fora cavada para dar início a uma nova jornada, ou melhor, uma nova vida para mim mesmo, sem os medos que rondavam minha mente junto dos fantasmas que sussurravam as malditas palavras ditas por aquelas crianças, a muitos anos, de fato agora era um novo homem que se erguia no meu lugar, que com toda certeza era capaz de cumprir o que era um sonho para meu antigo eu.

- Maldita velhota, nos fazendo ter todo esse trabalho, se pudesse eu dava era um chute na bunda dela. – Pensaria irritado por ter que jogar toda aquela terra de volta para o buraco bem grande que eu tive que cavar, algo que não foi nem um pouco fácil, mas como não tinha escolha mesmo, de forma mais lenta jogaria toda a terra de volta até preencher o buraco, por fim, encaixaria onde estaria destinada a cabeça a cruz de madeira que tinha recebido da ruiva. Neste momento, mais do nunca, o cansaço tomava conta do meu corpo, afinal foram dois dias intensos, onde toda minha força de vontade foi posta à prova, mas isso pareceu-me insignificante nesse momento, o melhor de minha vida, afinal vendo a medalha que indicava que a partir de agora havia tornado-me um marinheiro, um de meus objetivos, era apenas o primeiro, e o que seria um ponto de partida para que possa conquistar tudo que eu quiser sob os céus, entretanto, como não ficaria animado com o momento, afinal nada fora fácil, tinha muito esforço envolvido para que tudo corresse da melhor forma possível. Não havia mais nada para se fazer neste dia, mas deveria estar na sala da maldita velhota ruiva no dia seguinte, o que não deveria ser um problema, exceto o horário que deveria estar lá, pois a mesma disse que nos queria no local cedo, mas não nos deu um horário, o que era bom, já que eu não tinha forma alguma de acordar no local, nem mesmo um despertador eu tinha, quem sabe eu não compraria um no dia seguinte.

Vendo a mulher ruiva saindo de volta para o QG, um sentimento de felicidade aflorou em mim, já que por mais que estar na Marinha fosse um objetivo, não tinha a certeza de que tudo correria da melhor forma possível, e vendo como tudo ocorrera, não ter certeza de nada fora a melhor coisa, pois se eu fosse arrogante tendo o pensamento que entraria na Marinha facilmente, eu com toda certeza falharia, entretanto, o sentimento logo se desfez por causa de um pensamento meu. - Apenas queria que meu pai estivesse aqui para ver que eu consegui, apenas isso. – O pensamento realmente me entristeceu a ponto em que uma lágrima solitária poderia ser vista descendo de um de meus olhos, mas isso não durou muito tempo, pois logo em seguida, meu rosto mudaria para um sorriso tenro ao escutar as palavras de Sayuri. Assim que a euforia do momento passasse, o cansaço voltaria ao meu corpo, como era esperado, e antes que isso acontecesse, eu começaria a andar de volta para o meu dormitório. Eu tinha noção de que tinha convidado a morena para uma comemoração, entretanto, não contava que teríamos tantas tarefas a realizar, e por conta disso, além da noite mal dormida entre o dia anterior e este, o cansaço que se abatera em meu corpo estava grande demais para que tivesse vontade fazer alguma coisa que não fosse cair na cama e dormir, não antes de um bom banho, claro. Como já tínhamos sido liberados pela maluca ruiva, e ao menos estávamos dentro do QG da Marinha, começaria o caminho inverso que tinha feito algum tempo antes, de forma desleixada mesmo, não tinha condição alguma de caminhar empertigado, ou com o peito estufado, pelo contrário, era mais fácil que minhas mãos encostem no chão primeiro, algo hilário, considerando minha altura, e o fato de minhas pernas serem bem maiores que meus braços. Balançaria a cabeça levemente para espantar a boba ideia que tinha formado em mente, enquanto um sorriso insistiria em aparecer mesmo que eu não imaginasse a cena. Se encontrasse alguém no caminho até o alojamento, tratá-lo-ia(a) como um superior, o que era a verdade de fato, afinal mal conseguira a patente mínima de um marinheiro, e explicaria que a orientação que tinha recebido era de ir para o alojamento e estar de pé de manhã cedo, para me apresentar à mulher ruiva.

Assim que eu chegasse a meus aposentos, procuraria por uma cadeira onde pudesse me sentar, e caso não houvesse uma, sentaria na cama mesmo, e assim que o fizesse, me encostaria no local que estaria sentado, procurando relaxar, enquanto deixaria minha mente refletir todos os acontecimentos do dia, afinal, fora um dia atípico em minha vida, mesmo considerando os anos de treinamento com Hideki, o marinheiro que fora muito amigo de seu pai. Depois de todo o tempo que fosse necessário para assimilar que tudo que acontecera no dia fora real, a decisão de me alistar, os pequenos sucessos através das fases do alistamento, como parecia surgir forças de dentro de meu ser quando acreditava que tudo estaria acabado, e por fim, a maior provação que passara em vida, vencer os fantasmas que assombravam-me a mente desde a infância, principalmente por conta da deformidade que tinha em minha boca, aquilo sempre fora uma fraqueza, um elo fraco que poderia pôr tudo a perder, mas como a mulher ruiva dissera, não podia ser mais a mesma pessoa que era antes de me alistar, dali em diante eu era um novo Kurai. Depois de recuperado do momento de reflexão, dirigir-me-ia ao banheiro e tomaria um bom e longo banho, teria a certeza de retirar toda a sujeira acumulada antes de deixar o cômodo, e após estar vestido novamente, procuraria no aposento se havia alguma outra roupa que pudesse vestir, se houvesse, a poria sem mais delongas, mas caso não, deixaria para perguntar no dia seguinte para a própria ruiva, que era a partir deste momento minha superior, ou mesmo para Sayuri. Com a roupa trocada, ou não, deixaria na cama, e assim que possível, deixaria o sono tomar conta de mim para que pudesse acordar cedo e disposto no dia seguinte.

Assim que acordasse, por-me-ia de pé logo, e iria ao banheiro fazer as higienes e tomar um banho, procuraria não demorar, afinal não sabia que horas era, se escutasse batidas na porta resmungaria enquanto encaminhar-me-ia em direção à porta para ver quem era. - Mas que merda que encheção logo cedo de manhã; – Diria com a voz baixa, pois por mais que a vontade que sentia de reclamar, não queria acabar ofendendo se um oficial estivesse esperando-me na porta de seu dormitório. Assim que abrisse a porta e visse que o(a) visitante fosse Sayuri, suspiraria antes de falar. - Ah, é você. Bom dia, estou terminando de me arrumar aqui. – Diria um bocado irritado para a mesma, já que o ódio que eu sentia ao acordar cedo era imenso, e me era muito difícil acabar não magoando alguém, mas bola pra frente. Se estivesse com as novas roupas, acrescentaria. - Pode entrar se quiser. – Caso não, perguntar-lhe-ia. - A instrutora de ontem disse alguma coisa sobre as roupas da Marinha que deveríamos receber? Estava muito cansado e acabei não prestando atenção a isso. – Se a mesma também estivesse sem o uniforme, ou não soubesse me responder, levantaria os ombros e terminaria de me arrumar rapidamente antes de sair do quarto onde estava alojado. Estando sozinho ou com a morena, procuraria por um marinheiro e lhe pararia. - Bom dia, estou procurando por minha superior, ela disse que esperaria esta manhã, mas não sei onde ela fica, só sei que ela é ruiva, não sei a patente dela, e estava aplicando o teste de recrutamento ontem. – Se obtivesse uma resposta, seguiria o que me fora indicado, mas se o mesmo não soubesse a resposta, repetiria o processo com outro marinheiro até encontrar o local onde deveria me encontrar com a mulher ruiva, e diria a todos antes de me afastar um. - Obrigado! – As palavras sairiam de forma arrastada, como se estivesse fazendo de má vontade, embora essa não fosse minha intenção, era muito complicado mostrar qualquer tipo de animação ou algo parecido pouco depois de ter acordado, na verdade era muito comum para mim ser mau humorado, já que eram raras as ocasiões em que não me sentia desta maneira. Se quando abrisse a porta fosse a mulher ruiva que estivesse me esperando, olharia em seus olhos e diria. - Bom dia, senhora. Estou terminando de me arrumar, onde devo ir quando acabar? – Deixaria que a voz rouca mostrasse toda a insatisfação que sentia ao ser acordado em tal horário, enquanto esperaria por uma resposta, e perguntar-lhe-ia caso não estivesse com o uniforme da Marinha vestido. - Ontem quando a senhora foi embora, disse algo sobre o uniforme? Estava muito cansado e perdi minha atenção, então não escutei se havia algo sobre ele. – No fim da frase, deixaria escapar um tom levemente debochado, afinal a maldita ruiva me fizera de gato e sapato no dia anterior, e em seguida, terminaria de me arrumar, e a seguiria, ou iria ao local que a mesma me informasse antes de sair.

Legendas:
Kurai
Pensamentos Kurai
Avaliadora da Marinha
Sayuri

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyTer 18 Jun 2019, 22:18

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao acordar, o jovem pôde ver uma muda de roupas sobre uma cadeira ao lado da porta. Não havia escutado ou visto quando ou quem havia entrado em seu quarto para fazer aquela entrega. Assim como não havia notado a ruiva na madrugada anterior até ter o gelo sobre seu peito. Aparentemente, privacidade não era uma palavra bem conhecida por ali.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após o banho, vestiu as roupas e percebeu que serviam para si. Mas se eram de outro perna longa ou se haviam sido feitas as pressas por algum costureiro habilidoso, o jovem não sabia. Era uma jaqueta de couro de cor caramelo e uma calça de cano longo branca com rosa pink. Junto às vestes, também havia uma corrente dourada e um óculos escuros com a lente redonda e as hastes bem finas. Um cachecol novo, no entanto, não havia, restando ao novato usar seu trapo velho e sujo ou deixar sua bocarra a mostra.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto ponderava sobre usar ou não os acessórios, pôde ouvir alguém tossindo do lado de fora, uma tosse leve, mas forçada. Não demorou até uma voz, vinda do corredor, ser ouvida. — Soldados Ishida e Blair, vim buscá-los para a sua primeira missão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O perna longa pôde ouvir a porta do quarto ao lado abrindo assim que o outro marine se calou, como se a morena estivesse esperando pelo chamado com a mão na maçaneta. Ao abrir a porta do seu próprio quarto, veria o jovem marine do cemitério e Sayuri a sua espera. O homem estava com o uniforme padrão da marinha e a jovem estava com uma saia amarela, bem curta, e uma blusa branca com um coração rosa estampado no centro. Também usava um boné, da mesma cor do coração, bem felpudo e levemente inclinado para o lado esquerdo. Seu cabelo castanho estava amarrado num coque e usava uma sandália simples, preta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vamos! — Disse o outro e começou a andar, sem nem mesmo dar bom dia ou esperar pela fala do grandalhão. — Mira não gosta de esperar! — Sua voz saía trêmula e o marine olhava para trás constantemente, como se certificando de que a dupla de soldados o seguia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A dupla foi guiada por uma dúzia de corredores até uma porta simples, mas que revelava uma sala ilustre. Centenas de livros preenchiam ambas paredes e uma janela gigantesca dava vista à cidade. O chão era coberto por um tapete carmesim e uma mesa de madeira maciça preenchia quase toda a largura do aposento. A ruiva estava sentada atrás da mesa, em uma cadeira suntuosa. À sua frente, uma tonelada de papéis e a espada embainhada apoiada ao seu lado. Não havia cadeiras para a dupla se sentar e Kurai pôde notar alguns sulcos na madeira da mesa e em algumas prateleiras, provavelmente causados por golpes de espada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os soldados Ishida e Blair estão aqui, como ordenado! — A porta se fechou atrás da dupla assim que o marine ouviu a mulher falar 'dispensado' e seu suspiro de alívio pôde ser ouvido mesmo através da porta. A ruiva tirou os olhos dos papéis por um momento e tentou esconder um riso ao olhar para o grandalhão, baixando seu olhar rapidamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como já devem ter notado, a primeira missão de vocês será sem o uniforme da marinha. — Apesar da pequena gafe que cometeu, sua voz saiu alta e grave. Olhou novamente para a dupla, desta vez sem rir. — Após o… incidente... O número de furtos pela cidade aumentou consideravelmente. Por isso, usamos os novatos, no caso vocês, para patrulhar a cidade sem chamar atenção. — Seu olhar prendeu-se no perna longa por alguns segundos, mas sua expressão se manteve fechada. — Quero vocês na entrada do QG em meia hora. Um marine mais experiente estará lá para orientá-los e acompanhá-los nessa ronda. Ele os seguirá numa distância segura e irá intervir apenas se necessário. Vocês ficarão responsáveis por prever e evitar possíveis furtos. Podem apreender qualquer suspeito, contanto que tenham provas para tal. Dispensados!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Voltaria sua atenção para os papéis, carrancuda, e recomeçaria a ler, assinar e carimbar, demonstrando com cada célula do seu ser que odiava aquilo. Ignoraria qualquer pergunta dos dois marines, pois já havia deixado claro que outro oficial ficaria encarregado deles.

Legendas:
  • Ruiva
  • Sayuri
  • Marine

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 3 EmptyQui 20 Jun 2019, 23:10

Ishida Kurai


Era um fato que esperava um uniforme da Marinha, mas ver as roupas exóticas foram uma boa surpresa, e mesmo sem um novo cachecol, não estava incomodado com tal, já que a questão da minha boca fora resolvida em partes, já que o fato de mostrar minha boca para determinadas pessoas não me era incômodo, como já havia feito para a mulher ruiva e Sayuri, entretanto quando se trata de estranhos a história era outra, portanto acabei por continuar vestindo o conhecido velho trapo que cobria minha boca a anos. Quando tive a decisão de utilizar tudo do novo uniforme e mesmo o trapo velho para cobrir minha boca, fui atender a porta, onde havia um marinheiro que me parecia levemente familiar, embora não o tivesse reconhecido totalmente, e também lá estava Sayuri, que da mesma forma que eu, vestia um uniforme alternativo, acabei por não pensar em um motivo para recebê-lo em vez do tradicional da Marinha, afinal estava ali para receber ordens, e não devia questioná-las apenas sendo um marinheiro por um dia mal.

Mal havia dado as caras e o homem começou a seguir o caminho até o lugar onde a ruiva deveria estar nos esperando, aparentemente o nome desta era Mira, e não gostava de esperar. - Mas essa velha do caralho gosta de irritar os outros mesmo. – Pensaria com fogo saltando de meus olhos, devido à indignação que sentia por ter que andar rápido logo de naquele horário. A sala onde a ruiva estava era bastante impressionante, havia uma vista incrível e uma quantidade imensa de livros, mais do que havia visto em minha vida inteira, mas que não valia todo o esforço que fora necessário para alcançá-lo. - Maldição, eu queria esganar essa maldita mulher, por quê ficar num lugar tão longe? Só, por quê? Que maldição. – Pensaria fechando o semblante em uma carranca enquanto entrava na sala junto de Sayuri e o marinheiro nos anunciava para Mira, que para mim parecia todo temeroso por estar na presença da mesma, e isso era ridículo, ao menos a meu ver, tanto que não pude segurar a vontade de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] o olhos, e o fiz sem nenhum pudor enquanto resmungaria baixo. - Mas que grande frouxão.

Antes que pudesse falar ou dizer mais alguma coisa, Mira tentou disfarçar uma risada para mim, e não conseguindo olhou para baixo que só me trazia um pensamento. - Ma que porra! – E não conseguiria fazer nada a não ser olhar para frente sem expressão alguma, somente piscaria os olhos, sem [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Ignorando a bizarrice que acabara de acontecer, a ruiva explicou que usaria os novatos, no caso nós, para patrulhar a cidade disfarçados, já que o número de furtos sofrera um aumento depois do “incidente” na ilha. - Acho que todo mundo teve problemas durante e agora depois desses malditos piratas porém o pé nessa ilha. – Pensaria amargurado. Nós acabamos por sermos liberados momentaneamente, só deveríamos estar na entrada do QG em uma hora, onde encontraríamos o oficial que nos ajudaria com algumas coisas da missão. Depois de terminar de explicar tudo, a ruiva voltou para seus papéis e ignorou a existência minha e de Sayuri, suspiraria e logo me retiraria daquela sala, enquanto pensaria no que fazer durante esse tempo em que esperaria.

Em pouco tempo já tinha definido alguns objetivos, primeiro comeria algo, depois procuraria por uma loja onde eu pudesse comprar um cachecol para mim, pois a muito o pano velho não era ideal para uso, tentaria comprar uma mochila decente, e queria experimentar alguns doces, minha grande paixão. Com isso em mente, procuraria entre os corredores uma passagem que me levasse ao pátio do QG, de onde seria muito mais fácil de alcançar o portão e ir para a cidade, se eu mostrasse alguma dificuldade em encontrar o caminho, virar-me-ia para Sayuri e perguntar-lhe-ia. - Você sabe sair desse maldito lugar? Não sei pra quê tantos corredores diferentes. Ah! – Esbravejaria, com raiva por estar perdido em um local que deveria conhecer bem. Assim que alcançasse o pátio do QG procuraria pelos muros cinzas, e de lá andaria até encontrar o portão, para depois passar pelo mesmo, voltando para a grande cidade, e antes mesmo que desse muitos passos ou falasse algo, meu estômago roncaria alto, o que me deixaria levemente envergonhado. - É melhor procurar um lugar para comer primeiro. – Diria olhando para frente, apenas para disfarçar o embaraçamento. - Ah, nos vemos mais tarde, até depois Sayuri. – Me despediria da garota ainda com uma expressão tediosa no rosto.

Depois de me despedir da morena, eu logo correria pelas velhas ruas de Las Camp procurando por alguma lanchonete ou estabelecimento que fosse semelhante a tal. Assim que o encontrasse, adentraria o estabelecimento, e iria até o lugar onde poderia fazer meu pedido. - Me vê um bom café da manhã, e um café bem forte amigo. – Pediria enquanto a animação começaria a crescer dentro de mim, a euforia de poder ter minha primeira missão, e embora não fosse algo tão grandioso, era importante para a ilha neste momento, afinal esses malditos furtadores, que eram ladrõezinhos malditos incomodavam a todos. Além disso, queria usar um pouco do dinheiro que tinha para comprar algumas coisas importantes, e meus lindos doces, deixaria que um sorriso escapasse em meu rosto num raro momento de animação, mesmo que ninguém ali naquele estabelecimento pudesse vê-lo. Esperaria por meu pedido, e sem falar nada ou mesmo reclamar, assim que este chegasse, me dirigiria para um canto do estabelecimento, já que queria evitar por hora que minha boca fosse vista por qualquer um, e lá comeria a refeição o mais rápido possível, e assim que terminasse, dirigir-me-ia a um funcionário e perguntar-lhe-ia. - Quanto que ficou tudo? – Se o preço se mostrasse um bocado salgado, levantaria minha sobrancelha direita ainda olhando o funcionário. - Tudo isso por uma refeição mixuruca? Mas que merda hein? Todos estão com problemas na ilha, se mantiverem esse preço assim logo vão perder os clientes. – Diria sarcasticamente para o mesmo, embora tudo dito fosse a mais pura verdade, a meus olhos ao menos. Não querendo perder mais tempo, pagaria o que fora cobrado e logo sairia da lanchonete, e de volta às ruas, caminharia calmamente desta vez, enquanto olharia ansioso para os lados procurando por uma loja de roupas, onde pudesse comprar um cachecol para mim, mas pouco depois de começar a caminhada, percebi que teria de me apressar, se não ia acabar me atrasando para voltar à entrada do QG, e me atrasar na primeira missão seria um desastre de fato, sabendo disso, aceleraria o passo mas sem correr, enquanto continuaria procurando com os olhos por uma placa de loja que pudesse indicar que ali seria uma loja de roupas, e olharia também a vitrine, onde seria ainda mais fácil de se perceber onde poderia achar roupas.

Assim que encontrasse uma loja de roupas, adentrá-la-ia a passos largos, e assim que estivesse no interior da do estabelecimento, deixaria que os olhos corressem por toda a extensão do mesmo, olhando os diferentes produtos que seriam vendidos ali, que provavelmente seriam muitos e bastante variados, faria isso enquanto lentamente me encaminharia até o balcão, ou algo semelhante onde pudesse falar com um vendedor. - Preciso comprar um cachecol novo, esse daqui está muito velho, de preferência um todo preto. – Se acabasse por ali não vender o cachecol, teria de desistir, por hora somente, já que não poderia arriscar me meter em uma longa procura neste momento. Sairia da loja, e dessa vez procuraria rapidamente por uma loja de doces, deixaria para comprar outros materiais outra hora, independente de ter conseguido o cachecol ou não, não ligaria para a aparência externa da loja, embora as que tivessem boa aparência externa tivessem os melhores doces, e por consequência os mais caros. Nesse momento, por sorte, tinha dinheiro para pagar os doces mais caros, portanto entraria na primeira loja de doces que visse pela frente, e assim que a adentrasse procuraria por um balcão, e faria meu pedido. - Eu quero um bom musse de limão e uma torta de morango. – Pediria, já sentindo a boca salivar na expectativa de provar um saboroso doce. - Ah, põe em uma embalagem, eu quero levar. – Esperaria que o meu pedido para a viagem chegasse, e pagaria o funcionário, não ligando para quanto pagaria ali, já que eu estaria encarando fixamente a embalagem e um pouco de saliva escorreria pela boca, mas a saliva logo era absorvida pelo pano velho, já que este a cobria.

Depois de tudo certo, sairia da loja, e voltaria para o QG, andaria o mais rápido que pudesse sem correr, afinal se o fizesse, provavelmente destruiria os doces, e isso de forma alguma seria aceitável, portanto correr estava fora de questão. Assim que alcançasse o local que almejava, procuraria uma mureta qualquer, um local onde pudesse sentar brevemente, e ali calmamente degustaria da torta, e depois do musse, daria grandes colheradas, mas comeria vagarosamente, para deixar o sabor em minha boca por mais tempo, já que assim poderia apreciar melhor o gosto daquele doce maravilhoso. Quando enfim terminasse minha degustação, procuraria por uma lixeira para deixar as coisas neste, já que, jamais jogaria o lixo em um local inadequado. Agora pronto para seguir em frente, iria até a entrada do QG e esperaria em pé a chegada do oficial que daria as ordens na missão, ou o cumprimentaria caso este já estivesse presente. - Bom dia, senhor. Estou atrasado? – Caso ele chegasse após eu estar esperando-o, diria. - Bom dia, senhor. Como vai? – O fato de ter acabado de degustar bons doces, amenizaria enormemente meu constante mau humor. - Quais são as orientações? Por onde devo começar? – Perguntaria ao mesmo, independente de como ocorrera o primeiro contato com o oficial. - Como vai, Sayuri? – Cumprimentaria a morena quando tivesse a oportunidade.

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