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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Fulfilling Your Promises

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyTer 04 Dez 2018, 16:45

Relembrando a primeira mensagem :

Fulfilling Your Promises

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ishida Kurai. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptySex 21 Dez 2018, 23:39

Fulfilling Your Promises



Ishida Kurai
Depois de ter terminado minhas preces para meu pai, e escutei o choro vindo da garota que estava visitando um outro túmulo, juntaria minhas mãos em forma de prece e encostá-las-ia na ponte de eu nariz, fora assim que meu pai me ensinara a ter respeito pela dor da perda de outras pessoas. Eu deveria manter-me na mesma posição até que o choro da mesma se perdesse, mas não pude fazer tal coisa, já que um bandidinho escroto teve a audácia de violar o túmulo de outros mortos jogando bebida em seus túmulos, sentia que deveria agir, mas esperei pelo momento certo. O punk parou em frente ao túmulo em que a garota chorava, despejou bebida no mesmo e disse algo que despertou minha fúria. - Deixe os mortos serem felizes em seu descanso eterno, eles já foram. Agora, você tá aqui, e eu posso te fazer feliz gatinha!! O que acha? Vamos dar um rolê e esquecer esse pedaço de pedra aí

Com o que fora dito, levantar-me-ia rapidamente e sentiria as veias em minha testa pulsarem de raiva, enquanto fecharia minha expressão. - O que pensa que está fazendo, filho da puta?!! O túmulo é sagrado para os mortos e os parentes, não ouse violar túmulos alheios, seu punkzinho de merda! – A raiva estava em meu auge, mas, de repente, aconteceu uma coisa que mudou minha expressão, para uma surpresa completa, a boca aberta e os olhos arregalados. O que de fato acontecera fora que a garota, provavelmente muito irritada, acertara um soco na barriga do delinquente que derramara bebida na lápide do parente a quem visitava, não sabia se o que havia falado tinha influenciado em sua decisão, mas era mais provável que eu tivesse distraído o Punk, mas mesmo que eu não o fizesse, este seria acertado do mesmo jeito, já que jamais esperaria que a mesma fizesse tal ação.

Depois do soco, aproveitar-me-ia do fato que já tinha levantado-me, ou levantar-me-ia caso ainda não o tivesse feito, e daria uma rápida olha ao trio, veria se o que havia sido acertado já estava levantado, e se alguém tinha se destinado a acertar a garota. Se houvesse alguém que tentasse o fazer, avançaria rapidamente na direção deste, e faria uma voadora em sua direção, independente de acertar ou não, o objetivo era desviar sua atenção da garota, se os dois restantes, ou até mesmo os três, houvessem ido, olharia e iria no que aparentasse ser o mais fraco dos dois para fazer a voadora. Depois da voadora ser feita, independente do resultado, recuaria para perto da garota, sabia que teria de acabar com aquilo rápido, já que independente da quantidade dos mesmos que houvessem se dirigido à garota, era certo que em algum momento todos tentariam acertá-la e se houvesse um a menos, seria um para cada.

- Violadores de túmulo são uma desgraça para a sociedade, venham, vou acabar com vocês! – Diria para os três com o semblante fechado novamente. - O que acha de lutarmos juntos? – Perguntaria olhando para a garota rapidamente, sabia que a mesma era muito bonita, pois havia percebido isso quando a vira quando entrava no cemitério, mas não deixaria isso me distrair no momento, já que fora por conta das distrações que estava com o ombro ferido. E por falar nisso, olharia para o mesmo rapidamente, para ver seu estado, e o movimentaria rapidamente para ver se poderia usá-lo no combate, caso tudo desse certo, abriria um mínimo sorriso, na verdade somente elevaria o canto direito da boca, mas se não pudesse utilizá-lo, levantaria os ombros. - Na hora eu dou um jeito nisso. – Pensaria, determinado a acabar com aqueles Punks ridículos.

Independente da garota aceitar minha ajuda ou não, escolheria um dos delinquentes e avançaria novamente, com uma corrida na maior velocidade que conseguisse atingir, e estivesse praticamente colado ao adversário que tinha escolhido, saltaria com a perna esquerda elevada, e quando estivesse em uma boa altura, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] esta perna rapidamente na direção da face do violador de túmulos, em seguida daria um alguns passos para trás e depois avançaria novamente, correria até chegar perto do Punk e interromperia meu avanço frontal, para logo em seguida [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para cima e fazer uma pirueta, onde terminaria de costas, e ao fim desta, lançaria minha perna para trás, para acertar a têmpora do meu adversário. - Delinquentes como vocês merecem morrer de uma vez!! – Rosnaria irritado para o maldito contra quem lutava.

No caso de ser atacado, visaria sempre a questão do contra-ataque, já que não podia perder tempo naquele primeiro embate. Em um golpe vertical direcionado a mim, saltaria para um dos lados, e em seguida faria um chute com a perna contrária ao lado que havia saltado, miraria o chute no pescoço do delinquente para que a curva entre o pé e a canela o acertasse, de forma que o lançasse para longe de mim. Se fosse uma estocada ou um golpe semelhante, giraria meu corpo para um dos lados, terminando o movimento de costas para meu adversário, e em seguida [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] a perna que estivesse mais para o centro do corpo do Punk, coma intenção de acertar o centro de seu peito. E um golpe horizontal ou diagonal, saltaria para trás, e em seguida saltaria para frente, e no meio do avanço, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com a perna direita na frente, mas logo que saísse do chão, trocaria as pernas, e com a esquerda, acertaria um potente chute no queixo do meu adversário

Com dois golpes que visavam pontos críticos, não seria uma surpresa se houvesse finalizado o combate, mas a respeito da luta na loja de petiscos, não subestimaria meu oponente, e caso ainda estivesse de pé, avançaria com velocidade e acertaria um chute frontal em sua barriga, em seguida faria uma espécie de golpe com finta, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com a perna direita da altura de sua canela, mas não o acertaria, giraria o corpo e subiria a perna no final deste, com a intenção de acertar sua têmpora. E esperando finalizar o combate, avançaria novamente na direção do oponente que havia escolhido, mas se o mesmo estivesse caído, esperaria o mesmo fazer menção de se levantar para avançar, mas desta não correria, somente andaria mais depressa, e quando estivesse numa boa direção, realizaria um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para frente, e com a perna esquerda, acertaria o calcanhar em sua cabeça. Sabia que era um movimento arriscado, mas se não arriscasse, o combate poderia demorar para acabar.

Se o combate ainda não fosse encerrado, afastar-me-ia do mesmo com alguns saltos, e estando ofegante, apoiaria as mãos nos joelhos para recuperar o fôlego, e observaria o Punk contra quem lutava para procurar por falhas. - Você não é nada mal, se não fosse um Violador de Túmulos, poderíamos ter uma batalha amigável. – Diria para o mesmo, já que como conseguira lutar bem contra mim, fraco ele não era. - Você finalmente perdeu. – Diria ofegante se o combate tivesse sido encerrado, abaixaria o tronco levemente e apoiaria as mãos no joelho para recuperar o fôlego, e em seguida olharia para a garota para ver se precisava de ajuda, se não, iria atrás do outro Punk, com uma estratégia semente com a que tinha usado para lutar contra o Punk derrotado

Legendas:
Kurai
Pensamentos Kurai
Punk do Moicano

Histórico do Kurai:
 

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Última edição por Raiden Fuji em Ter 25 Dez 2018, 04:10, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptySeg 24 Dez 2018, 14:27

~Double Team ~

A sensação que o jovem mais uma vez compartilhava era de irritação, ver um homem atrapalhando a visita dele ao cemitério, mas em pior momento ainda, se mostrando um caso a parte, um violador de túmulos, e encrenqueiro. Mas o que trazia mais irritação com toda certeza era que ele nem sequer dava ouvidos a o jovem Kurai. No entanto pouco se passava até que algo chamava ainda mais atenção a atitude da jovem, aquilo sim era inesperado, era uma coisa completamente diferente. Ela naquele momento simplesmente tinha atacado sem êxito, e por mais que não pronuncia-se nenhuma palavra, o olhar da jovem moça mostrava o que ela sentia, talvez um misto de raiva e indignação.

Kurai já de pé avançava para tentar fazer algo ali contra o inimigo, mas rapidamente os outros dois que tinham visto a cena, corriam em velocidade para atacar a moça. Ele haviam notado o jovem e não davam bem uma escolha entre os dois, simplesmente o careca partiu contra Ishida, o forçando a usar o soco que daria no outro punk nele, afinal não daria para chegar ao violador de túmulos sem antes parar o careca. Ele usava então o golpe na barriga que desestabilizava tal, mas vendo o cabeludão partindo, sendo que este usava a lápide a sua frente como uma espécie de semi proteção já que ele corria abaixado por meio delas, esperava o momento perfeito onde via o rosto dele se fazendo sair a frente da lápide, e com uma voadora ia bem na bochecha dele.

Aquele golpe derrubava o cabeludo e fazia com que ele finalmente estivesse perto da menina que socava o rosto do rapaz do moicano o derrubando para trás. Kurai se expressava para ela naquele momento, repassando a ideia de que ambos teriam de lutar juntos. A jovem sorria de leve para ele, era de certo um olhar bem tímido o que se colocava no rosto dela após a aproximação e fala do grandalhão. Ela então naquele momento fazia um gesto com a cabeça apenas confirmando que ela concordava em se juntarem. Naquele momento os Punks se levantavam das covas como zumbis e partiam em direção a nova dupla.

Vendo agora os seus inimigos de pé o rapaz ia com toda velocidade no careca que era aquele mais próximo dele e em um salto fenomenal chutava ele bem no maxilar que era claramente deslocado, até mesmo fazia um barulho de “creck” quando era atingido pelo golpe devastador. - AAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaa ELE QUEBROU MEU MAXILAR, ELE QUEBROU AAAAAAAAAAAA ALGUEM ME AJUDA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA- Gritava o careca que claramente sentia como se tivesse a dor da morte ao seu lado, ele praticamente havia desistido de viver após o chute, talvez ele não fosse ali um combatente tão experiente.

Enquanto isso a jovem garota avançava no cabeludo, diferente de Kurai sua habilidade era com os punhos, ela ia gingando a parte superior do corpo, e rapidamente se aproximava do punk e rapidamente abaixava o dorso e socava ele na boca do estômago, e assim que via que o rosto do mesmo tinha ficado em boa posição, subia com um uppercut, o nariz do cabeludo tinha sido quebrado. -CARAS EU NÃO CONSIGO RESPIRAR, MEU NARIZ ACHO QUE ELA AAAAAAAAAA TO ME AFOGANDO AHAAAAAAAAAAAAAAAAAA O SANGUE TÁ ME CHAUSH- Falava o homem com a voz fanha que tinha começado a se afogar no próprio sangue, e desesperado não tinha começado a respirar pela boca, aquele tinha sido o momento de contribuição da garota para o combate, que ainda não tinha acabado, já que o do moicano tinha vontade de lutar, e o careca levantava.

Ela se aproximava mais de Kurai, seu provável parceiro naquele combate cobrindo as costas dele e com as mãos em posição para continuar lutando. Vendo seu inimigo de pé de novo o jovem avançava mas agora não dava o chute logo de cara, ele se colocava no ar e girando 180º acertava um golpe na têmpora do careca, mas o mais impressionante talvez fosse o combinado da garota, que ao ver ele no ar girou por baixo de suas pernas e aproveitou para dar uma cotovelada nas costelas do inimigo, seguida de um soco cruzado na lateral do joelho, inabilitando o lado esquerdo do inimigo, com uma costela quebrada e um soco que deslocava a rodilha do joelho, provavelmente algo de uso de anatomia para ser feito. - Minhas COSTELAAAASSAAAASSSS MEU JOELHO AAAAAAAAAAAAAA MINHA CABE...- Falava ele perdendo a consciência após o chute na têmpora que o desacordou e o fazia cair ao chão.

Vendo que o Punk do moicano ainda estava de pé, ele rapidamente avançava dando um chute frontal na barriga que o afastava para trás. Em seguida ele rapidamente fazia uma finta com um chute baixo, girando a perna para finalizar o homem com um chute na cabeça, mais uma vez atingindo em cheio seu inimigo apenas era visto o Punk do moicano caindo como um saco de batatas no chão completamente derrotado. Os três inimigos tinham sido obliterados. Naquele momento era possível ver um homem de farda que adentrava pela porta, aparentemente um soldado, era um garoto franzino com 1,70 de altura que parecia ter vindo atrás dos Punks, ele olhava o homem de pé com a garota e os inimigos caídos. - Caramba, vocês quem fizeram isso? Eu estava procurando esses homens, eu tinha uma investigação em curso contra eles, eles os atacaram?- Perguntava o marinheiro naquele momento. A jovem garota deixava a resposta por conta de Kurai ela estava focada na sua mochila, abaixada no chão, ela puxava uma pequena maletinha ali de dentro, aparentemente um kit médico. No entanto esperava a resposta do homem em relação ao que tinha acontecido para depois começar o que planejava.

Off/Estado/Dicas:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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Raiden Fuji
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyTer 25 Dez 2018, 04:15

Fulfilling Your Promises



Ishida Kurai
Por sorte tanto eu quanto a garota tivemos uma rápida luta contra os punks incômodos, para ser sincero estava surpreso pela mesma ter aceitado lutar juntamente de mim, e de fato tal coisa acelerou o combate, pois se estivesse sozinho, uma luta contra três indivíduos seria complicada, ainda mais como maldito ferimento que incomodava meu ombro. Depois que nos juntamos cada um de nós abateu um dos delinquentes, acabei por quebrar o maxilar de um deles com um poderoso chute, o que deixou o mesmo em agonia por ter um ferimento nada agradável a lhe incomodar. - O Karma e a Justiça sempre prevalecem, seu Punk maldito! – Rosnaria para o oponente já derrotado. E com a garota, que de início me parecia calma e tímida era feroz em batalha, e com dois socos atordoou e quebrou o nariz de outro dos Punks, mas o mais impressionante para mim não fora o fato da mesma ter derrotado um dos oponentes, e sim a velocidade dos seus socos, que se comparava facilmente a meus chutes. - Essa garota é bem forte. Espero que não tenha que lutar com ela algum dia desses. – Pensei bastante surpreso, os olhos levemente arregalados, da mesma forma que a boca, além a testa enrugada, logo antes de me dirigir ao último dos delinquentes, o que foi repetido pela morena.

Com um belo combo entre um chute meu na têmpora do último Punk e dois golpes da garota, uma cotovelada e um potente socos no joelho respectivamente, o adversário foi mandado longe, mas ainda estava de pé. - Que cara resistente. – Resmungaria baixo, com a testa franzida e algumas veias em destaque, de forma que apenas eu escutasse, e com um rápido avanço e um golpe com finta, finalizei o combate. - Mas que fracotes inúteis. – Diria ao cruzar os braços repentinamente e apoiar a mão canhota na face, bastante entediado com a suposta facilidade no combate, mas logo desfaria a posição quando um rapaz chegou ao local, era bem mais baixo do que eu, além de sua aparência mirrada, parecia surpreso por termos derrotado aqueles Punk fracotes, e disse que estava fazendo uma investigação a respeito dos mesmos, e por último perguntou se nos atacaram.

- Não chegaram a nos atacar, mas estavam cometendo um crime imperdoável na minha opinião, estavam violando túmulos, despejando bebidas, e ainda vieram incomodar essa garota. – Diria em resposta ao Marinheiro, já que a morena estava se concentrando em pegar um kit médico. - Ah, que beleza, poderia dar uma olhada no meu braço? – Diria para a mesma com uma expressão beirando a neutralidade, apenas com a boca levemente curvada para cima, assemelhando-se com o fantasma de um sorriso. - E por sinal, qual o seu nome mesmo? – Perguntaria para a médica, fechando os olhos e coçando levemente a cabeça, envergonhado por só fazer o questionamento naquele momento. Em seguida voltar-me-ia para o Marinheiro, e esperaria por uma resposta do mesmo, sobre o que este faria em seguida. - Então, o que vai fazer com eles? Vai levar eles pro QG? – Perguntaria caso o mesmo não tivesse dito nada, e independente do mesmo ter dito algo ou não perguntaria ao mesmo. - Então, estou querendo ir ao QG para me alistar na Marinha, pode me levar até lá? – Perguntaria ao mesmo, e em seguida virar-me-ia para a morena. - O que vai fazer agora? Você é uma garota bastante forte, por quê não experimenta se alistar na Marinha também, tenho certeza que se dará bem. – Daria um raro sorriso à mesma.

- Você me parece bem jovem, garoto. O que faz na Marinha? Quais são seus objetivos, suas pretensões? – As perguntas poderiam ser interpretadas de uma forma não muito agradável, pois esse era minha forma de falar, agressiva e mau humorada. De qualquer forma, estava na hora de seguir com o alistamento, chegava a hora que tanto ansiara nos últimos tempos, portanto, era normal se acabasse por me exaltar um pouco, era o primeiro passo para cumprir as promessas que fiz com meu velho pai. Era chegada a hora de me dirigir ao QG da Marinha, e começaria uma caminhada em direção ao mesmo, independente se estivesse com a companhia da garota e do Marinheiro. Durante a caminhada, poria as mãos nos bolsos da calça, se houvessem, caso não os tivesse, cruzaria os dedos de ambas as mãos atrás da nuca, e fecharia os olhos momentaneamente para aproveitar a brisa do vento, e logo em seguida os abriria para não acertar ninguém ou bater em algo, seguiria desta forma até alcançar o QG.

- Onde eu faço meu alistamento? – Perguntaria sem rodeios ao marinheiro caso este houvesse me guiado até o QG, caso não o fizesse, procuraria por algum marinheiro próximo de si, e abordá-lo-ia de maneira semelhante. - Como andam as coisas por aqui? – Perguntaria a este, já que era importante saber como a situação da ilha estava, e em seguida perguntá-lo-ia sobre o alistamento. Se tivesse de dirigir-me a algum lugar, o faria sem pestanejar, já que não pouparia esforços para conseguir seguir com meus objetivos. - Vim fazer meu alistamento na Marinha, onde devo me inscrever? – Perguntaria com a face neutra, começando a perder a paciência aos poucos pela burocracia desnecessária para fazer o alistamento que tanto desejava.

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Última edição por Raiden Fuji em Qui 27 Dez 2018, 03:59, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyQua 26 Dez 2018, 19:03

~My Medicine ~

A garota era realmente de se impressionar, os socos e chutes ali tinham sido a dupla perfeita que derrubaram os punks. Após tudo aquilo os dois seguiam com a chegada do marine e procura de cuidar dos ferimentos de Kurai. O taekwondoka explicava que eles estavam cometendo um crime apesar de não terem atacado eles, no entanto a jovem moça corrigia a informação visto que tinha algo que ishida não sabia. -N.. Na verdade ele… É… bem… Ele tentou me tocar… Ele tentou pegar… Meu seio… E por isso eu revidei… Apesar de que teria… Bem atacado de todo modo acho.- Falava ela coçando a parte de trás da cabeça com as bochechas coradas, ela aparentemente tinha um pouco de dificuldade de se expor pela timidez, e o fato do que exatamente o inimigo tinha tentado. Uma abordagem imperdoável e cheia de erros. No entanto o que poderia chamar atenção ali era a voz aveludada da garota que era exposta pela primeira vez a o seu parceiro naquele combate.

O soldado rapidamente pegava algemas que carregava consigo e colocava nos 3 punks que estavam ali, o grandalhão já vendo a moça com o kit médico pronto pedia pelo tratamento no braço, ela então desviando um pouco o olhar e com os pés meio inquietos e posicionados de modo a demonstrar um pouco de sua insegurança ela respondia. - Eu bem… Peguei o kit por isso… Eu vi quando a luta terminou que você carregava uma ferida e… Pensei que talvez eu fosse útil se te ajudasse com isso.- Ela falava pegando as coisas de dentro do kit e esperando ele se abaixar um pouco para que ela pudesse olhar melhor, assim que ele o fazia ela começava pegando algodão e álcool para limpar a ferida que ele tinha ali. No meio disso de maneira um pouco estranha o homem a questionava sobre seu nome, ela tinha um leve susto quando via a aproximação repentina dele, mesmo que não demonstrasse tanto no olhar, que parecia muito mais um desconforto pelo contato próximo, mas que ela lidava por o desejo de ajudar as pessoas ser maior.

Com o olhar um pouco baixo, e meio desviado do rosto dele, enquanto parecia tentar diminuir contato visual pela própria apresentação de timidez, ela falava seu nome. - Eu me chamo Sa… Sa… Sayuri Blair, isso, pode me chamar de Sayuri se preferir, acho que é menos formal… Mas e bem… Você? Tem um modo que queira ser chamado?- Falava ela com um jeitinho que chegava a ser fofo, quando sua aparência era colocada junto da timidez, era um modo de falar e agir que apenas ela conseguia trazer. A garota seguia com o tratamento enquanto a atenção do rapaz se voltava ao soldado que levantava os punks e começava a caminhar com eles, era sobre o que ele faria com eles, no caso levar ao QG. -Eu? Sim, levarei eles ao QG agora, devem ser avaliados e vão responder pelo que fizeram, eles não fizeram lá coisas grandes a ponto de serem procurados que saibamos, mas seja como for, são arruaceiros e vão passar uns dias vendo o sol nascer quadrado. - Comentava o franzino com sorriso no rosto após fazer uma afirmação que parecia lhe encher de satisfação.

Ishida, então comentava de maneira a questionar se ele poderia o levar até o QG, até por que ele teria de se alistar e era parte de seus objetivos. O Marinheiro olhava para ele com certo olhar de dúvida mas o respondia com calma. - Eu posso te levar sim, na verdade se quiser me ajudar a carregar esses punks seria uma boa, eles pesam um pouco e uma mãozinha vem sempre a calhar hahaha.- Falava ele bocejando após terminar, as olheiras nos olhos dele denunciavam umas boas noites sem dormir, talvez ele fizesse rondas nesse turno, em dias seguidos da manhã, a vida de marinheiros é sempre meio complicada no fim das contas. Ele apenas encostava os Punks sentados nos túmulos e falava. - Espero ela te tratar então e seguimos.- Ele sentava no chão mesmo esperando que os dois tomassem alguma atitude de movimentação, e a pequena que agora passava uma pomada anestésica ouvia a pergunta do grandalhão. - Eu… Na verdade… Meu avô era marinheiro… eu devo me alistar logo, apesar de já ajudar a marinha como médica… Desde que a marinha de Las Camp sofreu com o ataque bem… meu avô e eu… viemos do North Blue para cuidar das pessoas aqui e ajudar em momentos de crise… Ele morreu a pouco e eu fiquei de entrar para a marinha como uma promessa… mas ainda não tinha tido o momento, hoje eu iria me alistar de todo modo…- Falava ela olhando para ele, a dificuldade de falar sobre si mesma era clara, ela demorava pra concluir o raciocínio, justamente pelo desconforto que falar isso trazia, suas pernas tremiam enquanto ela falava, por mais que suas mãos estivessem firmes e pudessem costurar maravilhosamente sem erros a ferida da facada...

Terminado aquilo, o trio finalmente seguia para o QG, as ruas de Las Camp estavam bem movimentadas, dava pra se ver pela quantidade de transeuntes, que aquela era uma ilha bem povoada com toda certeza. Apesar de que no caminho algumas das vielas que eles entravam mostravam também o lado escuro da ilha, mostravam que tem muito a ser combatido ali naquele lugar. Mas finalmente a enorme construção de Las Camp, o QG da marinha chegava diante aos olhos, a sombra do edifício cobria até onde se podia enxergar, e as paredes acima da cabeça deles era o que mais se mostrava aos olhos. Finalmente eles entravam no lugar e o Hall principal era encantador, mostrava um enorme lugar cheio de grama, e uma zona central que parecia ser onde ficavam as salas, alojamentos e tudo mais. O olhar a pequena era algo a se notar, ela estava encantada com tudo aquilo, não era primeira vez que ela entrava, mas não importava quantas vezes viesse até ali, ela sempre parecia ver uma coisa nova lá.

Vendo isso, o Ishida então questionava para onde ficaria o lugar de se alistar e o rapaz o respondia. - Fica naquela construção lateral, logo a da direita, e você verá um ginásio ali, lá está o homem que pode fazer o alistamento de vocês.- Ele sem demora seguia até o lugar indicado e finalmente ao chegar lá via um homem caído no chão, ele parecia exausto como se estivesse esbaforido, cansado de seja lá o que estivesse fazendo. E na frente dele uma moça de cabelos ruivos, ela segurava uma ninjaken na mão direita, que ela estava apoiando o ombro,seus olhos também vermelhos chamavam atenção igualmente, tinha tatuagens nos braços e estava com um kimono ou algo similar que ficava aberto na lateral esquerda. Ela tinha belas curvas, e um olhar mortal. Naquele momento suas palavras eram as mais cruéis e firmes possíveis. - Você não tem o que é preciso para ser um marinheiro, me desculpe mas tudo o que fez não é suficiente. - O garoto no chão começava a chorar e levantava tremendo de onde ele estava, ela tinha de certo um olhar piedoso depois que ele caminhava estando de costas pra ela, ela sabia o estado da marinha de Las Camp, mas não podia de forma alguma deixar que pessoas despreparadas tomassem conta ali, pois só traria mais sofrimento.

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Naquele momento ela via os dois entrando, Ishida sem rodeios falava para que veio, colocando as cartas na mesa e a pequena apenas acenava com a cabeça concordando, a mulher olhando para eles falava. - De certo está no lugar correto, eu sou a pessoa que vai fazer o alistamento de vocês. Mas antes de tudo quero que preencham esse formulário e me respondam uma pergunta.- Falou ela mexendo em alguns papéis e pegando dois formulários que estavam sobre a mesa que ela estava sentada sobre naquele momento. O lugar atrás dela agora poderia também começar a ser focado, dava pra ver ali claramente diversos pontos de treino, tinham halteres, supino, piscina, pista de corrida, tudo logo na parte mais a frente do ginásio, que poderia ser vista pela porta que ficava mais a frente depois da mesa. Ela então pegava os formulários e entregava.

Formulário escreveu:


Nome:
Idade:
Sexo: ( ) F ( ) M
Altura:
Peso:
Estilo de Combate:
Oficio:

Prefere trabalho em campo ou no QG?

Está interessado nos projetos além de apenas o combate a criminosos?

Por que você deveria ser aceito na marinha?

Diga 5 qualidades suas e 5 defeitos.

Depois disso a mulher apenas esperaria que eles respondessem todo o formulário e depois que entregassem ela não leria de cara mas faria uma pergunta para eles, uma que pra ela era importante. - Eu lerei logo os formulários mas quero que antes me respondam algo, que é tão importante ou mais que eles, na verdade dependendo de suas respostas nem sequer lerei o formulário, posso rasgar e jogar fora, mas quero que me digam com sinceridade absoluta, o que fazem aqui? O que querem com a marinha? Por que vocês decidiram fazer parte de algo assim? E quero também saber quem são vocês, como se sentem em relação ao que acontece no mundo hoje em dia, a crueldade a era dos piratas, quero que tirem essas respostas do fundo do coração e saibam que se mentirem, saberei.- Falava ela olhando com um rosto calmo e sério, também era ríspido, mas deixava claro sua preocupação com a justiça, e também a segurança de todos.

Off/Estado/Dicas:
 

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyQui 27 Dez 2018, 04:06

Fulfilling Your Promises



Ishida Kurai
Aos poucos tive alguns conhecimentos sobre a garota que me ajudara a acabar com aqueles três Punks, primeiro que aquele Punk do moicano tentou molestá-la, o que me irritou, fazendo as veias em minha testa saltarem em uma fúria silenciosa, e me dar uma grande vontade de levantar e acertar uns bons chutes naquele maldito delinquente, até desfigurar a face dele, mas me segurei no lugar, já que pagaria por sua ousadia na cadeia, que era o lugar que merecia estar, além disso, descobri o nome da garota, que se chamava Sayuri Blair. - É um nome bastante bonito. – Diria de forma casual para a mesma, enquanto ela tratava de meu ferimento no ombro. - Muito obrigado pela ajuda. – Agradeceria à mesma, em um raro momento onde meu mau humor não reinava, graça à oportunidade de conseguir o pontapé inicial a meu sonho, ou seja, fazer meu alistamento na Marinha.

Com a oferta do marinheiro franzino para carregar os Punk, aceitaria a mesma acenando positivamente, e logo pegaria um deles e poria sobre meu ombro direito, e em seguida começaria o caminho em frente, já que o fato de levar um deles já era ajuda suficiente ao mesmo, e não me daria ao trabalho de carregar outro deles. - Estou somente ajudando-o, não sou escravo e nem burro de carga para fazer o trabalho todo por ele. – Pensaria com um orgulho que me era necessário para que não me passassem a perna e nem me fizessem de trouxa.

Depois de chegar ao QG e receber as instruções do marinheiro magrelo, acenaria com a cabeça em agradecimento, já que não via a necessidade de agradecer com palavras a uma ação tão simples e básica como tal, já que a ajuda que dei a ele se fizera bem mais necessária. - Derrotei os Punks junto de Sayuri e trouxe um deles para cá, ele não fez mais que a obrigação dizendo aonde devo ir. – Resmungaria de forma baixa, e esperava que a morena que seguia o mesmo caminho que eu não se importasse com o que dissera. Assim que entrei na construção indicada e vi uma cena que preferia não ter visto, já voltei a meu mau humor cotidiano. - Se não tá preparado para escutar um não nem deveria sair de sua cama, perdedor. – Diria de forma que poderia ser um pouco arrogante, em seguida virar-me-ia para a mulher que ali estava e era a avaliadora. A mulher era bastante bonita, e percebi que se tivesse de lutar com ela poderia passar por maus bocados, mas tive de ignorar isso quando a mesma entregou-me um formulário, que não era nada simples de se responder.

Depois de algum tempo acabaria tendo o formulário pronto, e estaria desta forma:
Citação :
Nome: Kurai Ishida
Idade: 26
Sexo: ( ) F (x) M
Altura: 3,00 m
Peso: 125 Kg
Estilo de Combate: Taekwondo
Oficio: Nenhum

Prefere trabalho em campo ou no QG?
Em Campo

Está interessado nos projetos além de apenas o combate a criminosos?
Tenho, mas nada específico ainda.

Por que você deveria ser aceito na marinha?
Sei que tenho a força necessária para acabar com os criminosos, que é o principal objetivo da Marinha, e o meu incluso, tenho alguns interesses científicos que podem ajudar os outros no futuro, e também tenho o senso de justiça que acredito que vai dar um fim nessa Era dos Piratas.

Diga 5 qualidades suas e 5 defeitos.
Honrado, Empenhado, Criativo, Determinado, Honesto

Irritadiço, Grosso, Indelicado, Problemático, Rabugento

Antes que pudesse entregá-lo à avaliadora, a mesma fez uma pergunta que para alguns poderia trazer problemas ao ser respondida, mas felizmente não era o meu caso. - Eu lerei logo os formulários mas quero que antes me respondam algo, que é tão importante ou mais que eles, na verdade dependendo de suas respostas nem sequer lerei o formulário, posso rasgar e jogar fora, mas quero que me digam com sinceridade absoluta, o que fazem aqui? O que querem com a marinha? Por que vocês decidiram fazer parte de algo assim? E quero também saber quem são vocês, como se sentem em relação ao que acontece no mundo hoje em dia, a crueldade a era dos piratas, quero que tirem essas respostas do fundo do coração e saibam que se mentirem, saberei. – Vendo como  Sayuri tinha dificuldades em se expressar, eu começaria dizendo à avaliadora.

- Eu estou aqui para me alistar, calro, fiz uma promessa ao meu pai, e ao meu antigo mentor que seguiria carreira na Marinha, ele inclusive me ensinou neste QG, mas isso não vem ao caso. Sobre o que quero em relação à Marinha, não é apenas por uma promessa, meu pai foi um marinheiro por muitos anos, e sua paixão me comoveu, nunca tinha entendido esse amor dele por essa instituição, e decidido a entender, conversei com muitos marinheiros, li muitos livros e viz muitas perguntas para muitas pessoas. Não cheguei a ter o resultado que esperava, pois só tive a resposta que precisava quando houve o ataque que trouxe muitos danos a essa ilha. – Pausaria minha fala momentaneamente para que todos pudessem se recordar da ocasião, mesmo que tenha sido inesquecível para todos, como fora para mim. - Fora naquele momento, vendo o caos, e o desespero das pessoas que compreendi, que os patifes merecer pagar por seus crimes. Matam, ferem, torturam pessoas inocentes, que não tem nada com seus problemas, e a maioria sequer tem um motivo para isso, fazem por fazer. Esse tipo de escória deve ser punida, não importa como, os cidadãos comuns não devem pagar o preço das ações da escória conhecida como piratas. Essa é minha motivação para me tornar um Marinheiro. – Ao fim da minha fala, me daria o luxo de respirar fundo, falara muitas coisas, que sequer dissera para metade das pessoas que conhecera em toda minha vida, mas se isso era necessário para seguir com meu objetivo, o faria sem hesitar.

Por algum tempo esperaria que Blair desse sua resposta, nesse momento prestaria atenção no que fosse dito, já que talvez pudéssemos trabalhar juntos, se esse fosse o caso não reclamaria, já que tinha a impressão de que poderíamos fazer um bom trabalho dessa forma, como acontecera no cemitério. Quaisquer coisas que julgasse importante saber sobre a mesma, procuraria guardar em minha mente para quando fosse necessário usar. Depois que Sayuri terminasse de falar, esperaria um momento e falaria com a avaliadora. - Senhorita avaliadora, o que qual é a sua resposta? – Perguntaria à mesma, e se fosse solicitada a entrega dos formulários, entregaria à mesma de imediato, e em seguida tornaria a esperar por uma resposta da mesma, para enfim seguir as ordens que me fossem passadas.

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Kurai
Pensamentos Kurai
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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyQui 27 Dez 2018, 12:39

~A First Step ~


Ouvindo o nome da pequena Kurai logo comentava sobre achar ele bonito, a garota apenas corou de leve após o comentário mais nada dizia. Ele aceitava ajudar o marinheiro mas carregava apenas um dos Punks com ele, deixando o resto do trabalho com o marinheiro em questão, após tudo, finalmente ele via a cena que o fazia na verdade fazer um comentário inesperado, após estar de frente a recrutadora e ver o garoto receber o não, sua forma objetiva de pensar o fazia dizer que “se ele não tá pronto ele que se foda” ele falava de maneira mais formal é claro, mas a mensagem é a mesma.

Ver a avaliadora o fazia pensar que se ele tivesse de lutar com ela as coisas iriam complicar, na verdade, ela se mostrava completamente perigosa, mesmo sem mostrar sua habilidade de combate, qualquer um com cérebro notava plenamente isso. Sayuri também tinha percebido, apesar de não falar nem demonstrar aquilo ela sabia o que estava acontecendo ali. Ambos passavam algum tempo tentando preencher os formulários, a garota entregava ele primeiro tomando bastante cuidado para que ninguém visse antes da hora da leitura.

Já Kurai demorava um pouco mais mas logo entregava o seu também, ou quase, já que a mulher lhe questionava algo verbalmente antes, não só pra ele mais para os dois ali. Ele começava a dialogar, explicar todos os motivos que tinham colocado ele naquele local, naquele exato momento, mas a mulher se mantinha inexpressiva durante cada palavra que candidato a marinheiro falava ela tinha uma reação cada vez mais apática, sem sequer mover uma sobrancelha.

A pequena que via aquela atitude já engolia no seco antes de chegar sua vez, falar com alguém com expressão dura é ruim, mas… Pior ainda é ter alguém completamente apático e inexpressivo na sua frente, do tipo que não se pode ler a expressão. Logo as coisas ali acabavam por a mulher apenas virando o rosto pra garota fazer um sinal com a cabeça, como se apontasse para ela com o queixo, a aspirante, começava a tremer nas pernas levemente, de modo que não dava pra notar externamente, mas ela sentia isso.

Logo tomando fôlego era hora de começar a falar, ela respirava bem fundo e movia-se um passo para frente, seu olhar agora mudava de medo, para determinação, seus joelhos antes trêmulos se firmavam, seu rosto antes rubro e cheio de vergonha, agora parecia esbanjar orgulho, ela tinha tomado todas as forças começava a falar. - Me chamo Sayuri Blair e estou aqui para ajudar as pessoas. - Era a primeira frase da garota que se enchia de coragem ao falar essas palavras.

Ela então mais uma vez tomava seu fôlego e juntava as duas mãos na frente do corpo onde aparentemente ela brincava com os dois indicadores, como forma de remover o nervosismo, ela tocava as pontas dos indicadores, e depois girava um em volta do outro, e depois repetia o feito. - Eu decidi me alistar na marinha pois queria fazer mais do que apenas curar as pessoas. Eu queria impedir que as pessoas boas se machucassem, e para isso sei que aqueles que desejam infligir dor, precisam ser contidos, derrotados. Meu avô me ensinou medicina para que eu pudesse fazer algo pelo mundo, para que eu pudesse de alguma forma fazer uma coisa importante pra todos.- Ela parecia se encher mais e mais de orgulho quando falava essas coisas, talvez por sentir que seguia o sonho que seu avô tinha em mente.

Ela então se colocava ainda mais para frente e parecia até mesmo crescer quando falava, não era o tamanho dela que aumentava, mas seu espírito forte que saía naquele momento, e mostrava o quão grande de coração a pequena era. - Eu, decidi que faria de tudo, usaria a medicina para curar, e para tudo mais que pudesse, e irei usar essas mãos como um alicerce, um para mudar tudo, elas podem ferir, e elas podem simplesmente trazer paz e conforto, tratar as feridas, tudo depende de que tipo de pessoa elas irão tocar.- falava a pequena que terminava de falar aquilo ofegante, diferente de com Kurai ela arrancava um sorriso da instrutora, mas não por felicidade em si, era como se uma empolgação tivesse tomado conta da sala, era como se ela quisesse agora testar eles ao máximo e mais além… Sim, era esse o caso.

A mulher com a Ninjaken a embainhou na lateral, e se aproximava de Kurai pegando o seu teste, ela lia ambos os formulários. O rapaz de longas pernas se pronunciava em seguida, perguntando o que tinha sido daquilo, ou como as coisas tinham acontecido. -  Bem, vocês vão começar o seu alistamento, isso é apenas uma etapa antes dele. Então nem se preocupe, teremos uma brincadeira bem longa pela frente, vou me divertir bastante com vocês.- Falava ela se movendo para mais próxima de ambos os seus aspirantes.

Se posicionando no centro, ela então começava a falar do alistamento que eles teriam de enfrentar, e de inicio bem, pareceria talvez um pouco estranho, mas eles terão de passar por muito. - Então, o começo de tudo, é que vocês têm de entender que estão aqui para servir, proteger os civis é parte de nosso dever, assim como servir seus superiores também, a primeira coisa que terão de fazer é o seguinte, quero que venham a polir o chão, e as arquibancadas, de todo o ginásio, assim como todos os aparelhos de musculação. Quero que vocês limpem a piscina, tirem todos os vestígios que acumularam no fundo dela. Para isso terão de secar ela primeiro, então bem, tem uma maneira de evacuação no fundo, procurem e façam isso. Depois quero que aparem a grama, de todo o quartel, parte por parte, terão de parar a grama. Assim que terminarem isso vão para o quartel general e limpem todos os banheiros, ela os femininos, você os masculinos. Depois disso quero que finalmente voltem para me mostrar o trabalho concluído, só aí começaremos a próxima fase, há quase esqueci, a gente vai envelhecendo e a memória ficando curta, vão lavar todas as roupas dos soldados que estão na lavanderia, as minhas são de algodão, então trabalhem a mão, ou podem ficar amarrotadas. Por fim é isso, comecem.- A mulher tinha uma série de tarefas ingratas para ambos ali, ia ser com toda certeza algo para deixar eles por diversas horas ocupados, eram muitas coisas para se fazer em apenas umas poucas horas, teriam de se esforçar ao máximo.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyQui 27 Dez 2018, 17:55

Fulfilling Your Promises



Ishida Kurai
A avaliadora parecia não ter se comovido ou sequer demonstrou interesse ou desinteresse, somente manteve-se parada, apática em seu próprio lugar, e isso chegou a me deixar desconfortável. - Mas que porra, espero que isso não me traga problemas, eu não conseguir me admitir é um fato que jamais deve existir. – Pensaria com raiva, e apertaria os punhos enquanto dirigia meu olhar para o chão, a possibilidade da falha era algo que me assustava, e não sabia ao certo como reagir, já que isso jamais se passara por minha mente. Em seguida fora a vez de Sayuri falar, e com seu comportamento bastante fofo, parecia que tinha cativa a avaliadora, e não só a ela, a mim da mesma forma, já que ela, tão bonita e fofinha, mais se parecia com uma boneca, mas eu jamais falaria algo do tipo, pois seria como se eu quebrasse minha “pose de durão”, da mesma forma que ela ficaria extremamente constrangida, pelo que via dela, além de que não tinha intimidade suficiente com ela para dizer tal coisa.

Depois da morena terminar de falar, a ruiva pegou nossos formulários e ficou um tempo analisando, em seguida disse que poderíamos começar nosso alistamento, mas a fala da mesma não caiu bem para mim. - Então, o começo de tudo, é que vocês têm de entender que estão aqui para servir, proteger os civis é parte de nosso dever, assim como servir seus superiores também, a primeira coisa que terão de fazer é o seguinte, quero que venham a polir o chão, e as arquibancadas, de todo o ginásio, assim como todos os aparelhos de musculação. Quero que vocês limpem a piscina, tirem todos os vestígios que acumularam no fundo dela. Para isso terão de secar ela primeiro, então bem, tem uma maneira de evacuação no fundo, procurem e façam isso. Depois quero que aparem a grama, de todo o quartel, parte por parte, terão de parar a grama. Assim que terminarem isso vão para o quartel-general e limpem todos os banheiros, ela os femininos, você os masculinos. Depois disso quero que finalmente voltem para me mostrar o trabalho concluído, só aí começaremos a próxima fase, há quase esqueci, a gente vai envelhecendo e a memória ficando curta, vão lavar todas as roupas dos soldados que estão na lavanderia, as minhas são de algodão, então trabalhem a mão, ou podem ficar amarrotadas. Por fim é isso, comecem.

Antes de sequer ver se Sayuri tinha saído de seu lugar, eu dirigir-me-ia para frente, não me importava o que a avaliadora fosse dizer, pois não conseguiria fazer nada do que fora ordenado como um cachorro de estimação, feliz por fazer tarefas simples e ridículas. - Bom, vocês podem achar que podem fazer o que quiser só porque estou me alistando, mas não é assim que as coisas funcionam. Fazer esse tanto de tarefas em pouco tempo? Não sou nenhum escravo, mulher! – Rosnaria irritado pela petulância em me fazer realizar aquele tipo de trabalho ridículo. - Não me importa quem você seja, eu não cumpro ordens sem motivos. Por quê diabos sou obrigado a trabalhar como um escravo só para me alistar? Isso não faz sentido nenhum! – Estava indignado por ter de fazer as tarefas sem mais nem menos, mas diante de tudo que falei, esperaria pela resposta da Avaliadora, e independente de qual fosse, começaria os trabalhos, e se fosse questionado pelo motivo, simplesmente diria. - Claro que reclamo, não acho que isso está certo, mas se preciso fazer isso para me alistar, farei.

Depois de toda a discussão, iria para o Ginásio, já que a primeira tarefa seria feita lá, que era limpar o chão e as arquibancadas, além do fato de que provavelmente o lugar seria bem grande, de forma que meu primeiro pensamento fora o de ir falar com Blair. - Ei, Sayuri. Você prefere limpar as arquibancadas ou polir o chão o chão? – De acordo com a resposta da morena, iria para o lugar contrário ao que ela preferia limpar, se a tarefa fosse polir o chão, procuraria no local por uma enceradeira, e assim que ajeitasse todo o equipamento, começaria a tarefa. Passaria a enceradeira com calma por todos os locais do piso, primeiro seria todo o local, e em seguida procuraria por falhas, onde eu passaria o equipamento novamente no local, para deixar o chão brilhando com a cera. Se tivesse de limpar as arquibancadas, procuraria por um esfregão, ou uma vassoura junto de um pano branco, e assim que os tivesse comigo, molharia o pano, ou o esfregão com água, e caso houvesse, algum produto de limpeza junto da mesma, e em seguida começaria a esfregar o piso das arquibancadas com força e calma, procurando deixar o local mais limpo possível, e continuaria molhando o equipamento quando estivesse sujo e voltaria a limpar, seguiria desta forma até deixar a minha parte completamente limpa.

Depois do Ginásio, era a vez da piscina, e infelizmente tinha que esvaziar ela primeiro, sendo que teria de mergulhar e procurar por um local de evacuação da água, para não ter de constranger Sayuri, eu me ofereceria para mergulhar. - Pode deixar que eu procuro pelo lugar. – Diria de forma neutra, na verdade o cansaço já começaria a bater, já que não era acostumado a fazer serviços de limpeza por tanto tempo. Depois de falar, mergulharia de cabeça na água, para alcançar o fundo mais rápido, e quando o fizesse, passaria a mão por toda a estrutura até que pudesse achar o local que faria a água evacuar, além de que sempre que fosse necessário, voltaria para respirar novamente, pois eu não era um ser que conseguia respirar em baixo da água, como os tritões. Se não conseguisse achar sozinho, o local que deveria, voltaria para a superfície e olharia constrangido para Sayuri. - Não consegui achar, quer tentar? – Perguntaria para a mesma, e em seguida sentar-me-ia na borda da piscina, para esperar a mesma achar o local correto. Mas se mesmo a Blair não achasse, iria até a Avaliadora e perguntaria para a mesma. - Como é o local que devemos achar para evacuar a água? Já fui eu e Sayuri na água, mas nem assim achamos o local certo. – Em seguida voltaria a procurar, tendo a dica da ruiva ou não.

Assim que evacuássemos a água, eu desceria com uma vassoura e uma pá, para recolhes os dejetos que estavam acumulados no fundo da piscina, as tarefas aos poucos me deixavam exausto, por isso era possível que acabasse por demorar um pouco mais para realizar essa tarefa, e em seguida vinha uma das piores, aparar toda a grama. Para a tarefa seguinte, o melhor era procurar por um aparador de grama, e quando o encontrasse, pegá-lo-ia com as mãos para testas seu peso, e saber se teria de fazer muita força. Depois de testar, iria para a parte onde a grama deveria ser cortada e logo começaria a realizar a tarefa, que era bastante penosa por sinal, pararia quando fosse necessário limpar o suor, que provavelmente seria em boas quantidades, e limpá-lo-ia com o braço direito ao passar sobre a testa e o olho, caso caísse sobre esse, e em seguida voltaria para a tarefa.

Terminando de aparar a grama, era a vez de limpar os banheiros do QG, procuraria por produtos que pudessem ser usados na limpeza e os misturaria com água, para utilizar uma bucha e fazer uma limpeza completa, paredes, teto, boxe, pia e privada. Limparia tudo sem fazer cara de nojo, já que o cansaço que sentiria em meu corpo era mais forte que o cheiro fétido que entraria por meu nariz. Depois que tudo estivesse coberto pela substância, jogaria água para limpar os locais, verificaria se estava limpo, se não realizaria o processo novamente, e caso estivesse, utilizaria um rodo para mandar a água para os ralos, e em seguida, procuraria por panos para secar tudo, em vez de deixar semi molhado. E assim seguiria até que terminasse de limpar todos, e por fim a última tarefa, lavar as roupas.

Primeiro procuraria pelo sabão em pó, estaria atento pra ler a embalagem e saber se podia usar para lavar roupas de algodão para limpar as roupas da Avaliadora, para as roupas dos soldados, pegaria um sabão em pó e um amaciante, colocaria no compartimento para isso na máquina de lavar, ou nas máquinas de lavar, já que era provável que a quantidade de roupas seria excessiva, e deixá-las-ia lavando enquanto espalharia o sabão nas roupas da ruiva, e em seguida procuraria por um tanque, onde esfregaria a roupa entre minhas mãos, e também no próprio tanque, no espaço apropriado para tal.

Assim que terminasse de realizar as tarefas, olharia cansado para Sayuri, e veria seu estado. - Está se sentindo bem? – Perguntaria para a mesma, caso acabasse por achar que a morena não estava se sentindo bem. Se fosse necessário, ajudá-la-ia, mas se não tivesse a necessidade, somente andaria a seu lado, cansado demais para tentar começar uma conversa com a mesma. Quando nos encontrássemos com a Avaliadora, questionaria logo de cara. - Acabamos as tarefas que nos deu, o que vem em seguida? – Depis da pergunta, fecharia os olhos e poria as mãos sobre os joelhos, deixando o cansaço finalmente tomar conta de meu corpo.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptySab 29 Dez 2018, 20:53


~My Bad Reputation ~

O garoto de início tinha uma boa impressão de Sayuri, ela era tímida, e seu modo de agir inspirava ele de alguma forma, mas não ia admitir, afinal ele precisava manter a postura que carregava consigo. De todo modo o que lhe irritou profundamente foi a atitude de sua avaliadora, não exatamente as ações, mas o que ela pedia deles, aquilo que estava sendo cobrado era pra ele uma coisa estranha, um erro talvez dela, mas a moça apenas o olhava reclamando. - É o seguinte, não preciso de soldados que são incapazes de cumprir uma ordem, ou desafiam superiores sem qualquer motivo, você se acha capacitado para servir? Servir é a coisa mais bonita que se pode fazer em um mundo como esse, mas para saber servir, é preciso primeiro, aprender o quão pequenos somos diante do mundo, não me importo de onde você vem, nem o que acha ser capaz apenas acho que subestima o trabalho simples, e não só isso diminui aqueles que o fazem.- Falava ela olhando com um semblante sombrio, e olhar de águia, aqueles olhos agora lembravam plenamente os de uma ave de rapina, uma caçadora olhando para um presa fácil. Mas não só isso, antes que o garoto sequer dirigisse as próximas palavras a ela ele sentia algo era uma péssima sensação.

Ainda assim, nada que o fizesse parar antes de falar. Ele expunha tudo que tinha na cabeça falando que sequer se importava com quem ela era, mas que aquilo era errado, ou poderia tratar eles como escravos naquele momento, a mulher apenas mantinha o semblante sombrio e continuava, agora fazendo um desafio diferente pra ele, ela sentia a afronta por parte do garoto. - Façamos o seguinte, você parece o tipo que acha que a marinha é apenas força não é? E que só precisa ter um soquinho legal, tudo se resolve assim não é? Então façamos a sua maneira, eu quero que você me ataque, não usarei minha espada, nenhuma arma.- Falava ela jogando arma para trás que caia cravada no chão de maneira perfeita, provavelmente ela tinha planejado que tudo aquilo acontecesse, mas não parava de falar nesse momento ela dizia mais. - Se você conseguir acertar um golpe em mim, ou ficar de pé depois dos primeiros 2 minutos, eu te admito na marinha, sem qualquer outro teste, e me aposento, te indicando a cargo superior, mas precisa aguentar 2 minutos de trocas de golpes, ou me acertar uma única vez. - O olhar dela se fazia de modo absurdo, mas a aura que parecia ser emitida era estranha, era como se a jovem fosse a qualquer momento trucidar ele. Qualquer tentativa de movimento ele poderia quase ter uma visão do que ia acontecer.

Sempre que pensasse em se mover, era como se ele visse seus ossos sendo esmagados pela mão dela, as pernas quebradas, ou os braços, sempre que algum movimento vinha a mente, é como se pudesse sentir sua falha e ver ela acontecendo antes mesmo de ser executado, como uma premonição, um aviso ou pressentimento. Porém não era o medo que o fazia ir embora, ele mantinha a pompa até o fim, apenas não chegando ao ponto de cair no conto de fadas da mulher, indo para fazer os afazeres. Quando ele notava Sayuri já tinha partido para o Ginásio, ela estava o esperando sentada na arquibancada já com os baldes, ela comentava que o melhor pra ela era ficar com o chão. - Eu… É… Bem… Prefiro o chão.. As arquibancadas são cheias de detalhes…- Falava ela, respondendo a dúvida do garoto, porém ele sem pensar muito partia fazendo o trabalho inverso ao dela, a jovem tinha que limpar e polir, mas não era apenas isso, o chão estava parecendo não ter sido lavado a meses, como se alguém tivesse passeado com 5 cabras, 2 elefantes, um tigre, 10 leões depois pisoteado tudo e invadido o lugar com um barco, após uma guerra entre duas facções terroristas extremistas. Ela começava o trabalho e Ishida não demorava também, o pior para ele eram os chicletes pregados na parte de baixo das arquibancadas, sim, estava cheio deles, e também o cheiro de vômito
que aparentemente, era completamente comum ali. Tinha também a grande complicação do mês, restos de comida por todo lugar, um fungo que se apossou de um pedaço de carne em decomposição. O inferno não era muito longe dali, no máximo ficavam a 2 quarteirões.

Demorava, mas ele conseguia terminar, a jovem estava no fim do chão também, e tinha limpado os aparelhos que estavam lá embaixo, a instrutora olhava tudo da porta, enquanto parecia esperar a finalização. Vendo que agora era a vez da piscina ele se oferecia para evacuar, mas não demorava muito até que ele achasse, colocando a cabeça um pouco dentro conseguia puxar o local da evacuação. Assim que a água não ocupava o interior da grande piscina, começava a limpeza, cara aquele era o inferno parte 2, tinham coisas horrendas, aparentemente os marines eram estranhos, tinham cuecas soltas ali no fundo, diversos itens perdidos, colares, e alguns brincos, coisa que podiam ferir o pé de alguém facilmente, além disso tinham enormes tufos de cabelo, que tinham se alojado perto da zona de evacuação, eles estavam tão longos e grandes que assimilaram a ter vida própria, poderiam até chamar ele de Maurício se quisessem… Mas depois de longo esforço finalmente podiam comemorar o fim dessa parte.

Após ali era hora de seguir em frente com a próxima tarefa cortar a grama, o garoto Kurai pensava em um cortador, porem a unica coisa que a Avaliadora dava para eles eram duas tesouras de poda, uma pra cada um. O pior disso não era o fato de ter de apenas cortar grama e por si só trabalhar, mas que o homem teria de ficar curvado por longos períodos de tempo, que para uma pessoa tão alta não ia ser tão legal. O tempo necessário era longo e o esforço físico arrancava gotas de suor dos dois, até mesmo a moça com sua timidez não tinha conseguido se manter com muitas roupas, ficando apenas com uma regata e short curto, justamente para lidar com o aquecimento corporal, tanto externo pelo ambiente, como o que vinha do próprio corpo pelo esforço. Depois daquilo tudo teria acabado? Não era hora de limpar os banheiros.

Ambos mais uma vez saiam mas dessa vez de forma separada, eles caminhavam para os banheiros do QG, o serviço com certeza deveria ser o pior até agora, a pequena ia para o banheiro/vestiário feminino, enquanto Ishida ia para os masculinos, o lugar era grande, e era terrível, a maior parte estava suja de tintas, com escritas nas portas, coisas como “Escrevi e sai correndo, pau no cu de quem ta lendo”, algumas outras estranhas, eram desenhos, como uns triângulos com uns riscos, que deveriam ser uma tentativa de representar um genital de algum moço muito bizarro. Além disso a lama pelo chão, restos de grama e terra eram o que dominava. Para não termos um trauma, não falaremos do estado das privadas, apenas cito que Kurai sentiria saudades daquele cheirinho maravilhoso do vômito do tripa seca.

O trabalho não era fácil, eram horas limpa esfrega e remove sujeita, mas o pior se dava pelo fato de que quando ele terminava o primeiro banheiro, tinham mais outros 5 espalhados pelo lugar, e ele ia em um a um limpando, até terminar todos os vestiários e banheiros masculinos, com toda certeza estaria quebrado, Sayuri demorava menos que ele nessa tarefa, provavelmente por os banheiros femininos serem mais organizados. Finalmente o grand finale, era a hora de lavar as roupas de todos, ele descia para a lavanderia, e pegava o sabão em pó, a jovem fazia o mesmo, porém, não tinham máquinas de lavar livres ali, ia ser tudo a mão na base da escova, eles usavam o que tinha a disposição para ir tirando, aquelas cuecas freadas, eram as primeiras a aparecer pra Kurai, e depois as meias sujas, aquelas de 3 meses de uso. Algumas camisas que mais pareciam parte de uma guerra no inferno, lama, fezes de algum animal, eram o de menos.

Eles passavam ali mais umas horas de trabalho contínuo, roupas e mais roupas lavadas a mão, até finalmente concluírem. O resultado disso com toda certeza se mostraria mais tarde, cansaço e dores eram as recompensas que deveriam advir disso. Quando terminavam ele tentava puxar conversa com a pequena, mas ela estava tão cansada que apenas acenava com a cabeça, enquanto se mantinha ofegante, confirmando que estava bem ao menos. Se apresentando para a instrutora a pergunta de Kurai era sobre o que eles ainda teriam de fazer depois de tanto sofrimento. - Certo, a parte inicial está concluída, quero agora que me venham ao teste físico, as tarefas são parte de certo modo, pois a resistência de vocês está sendo testada o tempo todo. Vamos ao ginásio. - Falava ela levando eles de volta onde tudo começou.

O olhar dela estava voltado para ambos que se faziam cansados, a pobre moça mal parecia ter alguma energia, afinal foram horas seguidas de trabalho. -[color=#cc33ff] Bem… Acho que vocês agora começam a parte seria. Quero que façam o seguinte tour. Primeiro deem 50 voltas na pista de corrida, pra começar. Depois assim que terminado toda essa parte quero que façam 50 abdominais, seguidos de 50 marinheiros, e uma seção de 50 agachamentos. Após toda a seção inicial, quero que usem o boneco de treino ali, e apliquem nele 100 golpes ininterruptos, sem nenhuma parada, pausa de 2 minutos para beber água, e se hidratar, depois corram mais 50 voltas e apliquem 100 golpes ininterruptos no saco de pancadas, voltem para os aparelhos e quero 50 na barra, depois levantamento de peso, 50 nos 40kg, 50 nos 80 kg, após isso natação, quero que façam nado por 20 minutos.- falava a mulher apresentando todo o treino que eles teriam que passar para poder demonstrar que tinham capacidade física e resistência para poderem seguir em frente, o olhar de Sayuri era de preocupação, ela se mostrava observando todo lugar, e não sabia onde tudo ia terminar.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptySeg 31 Dez 2018, 14:03

Fulfilling Your Promises

Ishida Kurai



Depois da pergunta que havia feito à ruiva, por estar irritado de ser feito de escravo, pude enfim perceber o quão perigosa a mesma era, o susto que sentia pela ameaça da mesma, o fato de me sentir massacrado pela mesma, era impagável em minha mente. - Mas o que… Ela é algum tipo de monstro? Ou alguém extremamente forte. – Dizia sem me mexer, afinal não era maluco o suficiente de entrar nessa briga sem pensar nas consequências, então tive que partir para os trabalhos que deveríamos realizar, eu e Sayuri, que como uma garota esperta, fora logo ao local, em vez de escutar a Avaliadora gritando comigo, e estava correta, pois no lugar dela, eu faria a mesma coisa.

Toda a parte do trabalho foi um verdadeiro pesadelo. - Mas o que diabos? Que merda de QG é esse? – Perguntava-me, era uma sujeirada em todos os lugares, aquela piscina imunda, as arquibancadas do ginásio muito sujas, sem falar na grama sem cortar, os banheiros inutilizáveis, e as roupas imundas. Mas enfim havia finalizado a limpeza, apesar de todo o trabalho que havia tido. - Mas que trabalho de corno. – Comentaria, não me dirigindo a ninguém, somente tinha tido a necessidade de comentar, além de parar rapidamente para retomar a respiração, pois foram muitas coisas para fazer em pouco tempo, e se não o fizesse, morreria na próxima tarefa, se bem que mesmo descansando levemente, morreria da mesma forma pelo que a ruiva queria que fosse feito em seguida.

Depois que recuperasse o fôlego e descansasse um pouco, seguiria o caminho até o ginásio, onde seria feito o teste físico, a espadachim parecia não ter piedade alguma, e eu acreditava que ela tinha algum plano maluco para fazer o alistamento. - Eu só queria me alistar, mas vou ter que participar desse suicídio a longo prazo. – Pensaria, ao sentir o cansaço das tarefas feitas e o desânimo bater por conta da dificuldade em fazer algo tão simples, mas pararia de repente. - Não posso desanimar, ou mesmo desistir. E daí se vou ter mais trabalho, hã? Eu vou me tornar um Marinheiro, e vou cumprir com minha promessa a meu pai. A escória deve ser eliminada, seja piratas ou até mesmo os marinheiros corruptos, que vão ser mandados ao inferno se depender de mim. – Pensaria determinado a concluir todos os testes que me fossem passados.

Mas jamais esperava o que saíra da boca da ruiva. - Bem… Acho que vocês agora começam a parte seria. Quero que façam o seguinte tour. Primeiro deem 50 voltas na pista de corrida, pra começar. Depois assim que terminado toda essa parte quero que façam 50 abdominais, seguidos de 50 marinheiros, e uma seção de 50 agachamentos. Após toda a seção inicial, quero que usem o boneco de treino ali, e apliquem nele 100 golpes ininterruptos, sem nenhuma parada, pausa de 2 minutos para beber água, e se hidratar, depois corram mais 50 voltas e apliquem 100 golpes ininterruptos no saco de pancadas, voltem para os aparelhos e quero 50 na barra, depois levantamento de peso, 50 nos 40kg, 50 nos 80 kg, após isso natação, quero que façam nado por 20 minutos. – Estava chocado com o pedido maluco da mesma, já imaginava que ela ia exagerar, mas não isso. - MAS O QUÊ!!! – Reagiria [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] à ordem da mesma, a boca escancarada, os olhos quase que saindo do lugar e o suor descendo em grandes quantidades, enquanto que em minha mente passava-se outra coisa. - Mas o que essa filha da puta pensa que está fazendo? Eu vou matar ela!! – Estava não apenas irritado, mas louco de raiva com o que essa avaliadora maluca acabara de dizer.

Mas lembrando-me do que a mesma havia dito quando reclamara de suas ordens, tive de me calar e teria de fazer o que fora mandado. Suspiraria e teria de começar a correr, na teoria seria a parte mais fácil, já que minhas pernas grandes facilitariam para que eu percorresse a distância mais facilmente. - Um ponto positivo, finalmente!! – Comemoraria levantando o polegar à frente e deixaria que uma lágrima falsa caísse, já que ao menos em um dos testes sofreria menos. Logo apressar-me-ia para começar a corrida, já que sabia se tivesse que ser chamada a atenção, não seria nada legal, ainda mais sabendo que a ruiva estaria irritada comigo pelo que aconteceu antes. Então me apressaria e começaria a corrida, tentaria manter um ritmo baixo o tempo todo, pois a corrida era o mais fácil, e se me cansasse atoa nesse, iria me comprometer no restante dos exercícios.

Durante a corrida, evitaria alongar as passadas, sempre mantendo próximas, o que deveria evitar um cansaço maior, e também procuraria manter uma boa respiração, já que era outra coisa importante para evitar o cansaço precoce. Tendo em mente já o que deveria fazer, começaria a correr como tinha planejado, mas se por um acaso visse Sayuri cair, pararia para ajudá-la, pois tinha me ajudado bastante por cuidar do meu ferimento no ombro, e sabia que sem isso, teria dificuldades no teste, então ajudá-la-ia sem me importar com reclamações da avaliadora, e caso a mesma reclamasse comigo, respondê-la-ia. - Sayuri já me ajudou antes, eu seria um completo filho da puta se não ajudasse de volta, e vou fazer isso mesmo se você não gostar. – Diria irritado e quando terminasse de ajudá-la, voltaria a fazer minha tarefa. E se a fadiga chegasse rápida, diminuiria o ritmo para não me cansar atoa para o próximo exercício, e até mesmo pararia por alguns segundos se fosse necessário, e durante todo o percurso, só conseguia pensar em uma coisa. - Eu vou conseguir! Eu vou conseguir! – Esse pensamento passaria em minha mente, pela determinação que tinha em alcançar meu objetivo inicial de entrar na Marinha.

Assim que acabasse, era o momento de começar os abdominais, procuraria por um canto qualquer, e me jogaria ao chão, e na posição de realizá-los, ficaria por alguns segundos antes de começar a fazê-los, para que não fosse chamado a atenção, poria as mão atrás da nuca e começaria o exercício, tinha sorte que 50 não era um número muito absurdo, diferente da corrida, então faria um esforço extra, ainda mais quando a fadiga começasse a agir no músculo abdominal, nesse momento aceleraria a execução para acabar o mais rápido que conseguisse, pois depois era um exercício chato de se fazer, marinheiros. – Vamos lá, vamos lá – Pensaria motivado.

Esse exercício era bom para os braços, que não era meu foco, então poderia ter uma dificuldade maior. - Mesmo assim, tenho que dar o meu melhor. – Pensaria determinado olhando para minhas mãos. Sem sair de onde estava, só viraria meu peito para o chão, apoiaria as mãos e começaria o exercício, que era uma flexão com os braços, trazendo o tronco até encostá-lo no chão e depois suspendê-lo, até acabar. Pela provável dificuldade, deixaria o corpo relaxado e poria as forças nos braços, fecharia o semblante, que me ajudava a fazer força e começaria a fazer. Como esse exercício só utiliza a força dos braços não teria que me preocupar no próximo, mas havia um porém. O ferimento no ombro, talvez pudesse me atrapalhar. - Se fosse me atrapalhar, eu te mato, Ombro! – Rosnaria para meu próprio membro, enquanto olhá-lo-ia de relance.

Quando enfim acabasse o maldito exercício, era a vez dos agachamentos, e  por sorte também eram 50, além disso, luto com as pernas, e fazer agachamento fazia parte de meus treinos com meu antigo mestre, e no mesmo lugar que já estava, começaria a agachar, deixaria os braços à frente, e poria todas as forças nas pernas, para acabar com isso de uma vez. - Malditos exercícios irritantes. Vou provar para essa filha da puta que consigo fazer tudo, vou passar e depois a derrotarei. – Tudo que a ruiva tinha feito a mim, se transformara em força de vontade de superá-la, e agora, era o que me dava forças para fazer os exercícios, pois sem a determinação, era provável que já tivesse parado, pelo cansaço. Depois era a hora de fazer 100 golpes em um saco de pancadas, estaria cansado, mas como teria um descanso, faria os golpes com as pernas pois as mesmas eram mais rápidas e mais fortes que os outros membros, e em seguida era a hora do descanso, apenas dois minutos, aproveitaria para beber um bocado de água e jogá-la no rosto, o que ajudaria a relaxar os músculos bem levemente, pois logo voltaria aos exercícios.

Após o descanso, teria de voltar para mais 50 voltas correndo, e quando o tempo se encerrasse, voltaria andando até o lugar onde estivera correndo antes, nesse momento não tinha mais como me preocupar com Sayuri, já que o cansaço era tão grande que não tinha condições algumas de ajudá-la, era mais fácil eu atrapalhá-la, e aí realmente teríamos problemas, além de que, acreditava que aquele teste físico era para superar seus limites, e se a ajudasse naquele momento, estaria impedindo-a de realizar tal feito, por isso, focaria em mim, pois já estava difícil assim, imagina me preocupando com outras pessoas. - Tenho certeza que ela consegue. – Pensaria, tentando consolar a mim mesmo para focar no que devia fazer. Já no lugar, começaria a correr, manteria um ritmo menor do que o da corrida anterior, pois mesmo com o descanso, os próximos exercícios me desgastariam completamente, por isso não podia abusar agora. Se em algum momento tivesse dificuldade, respiraria fundo, sem parar de correr e manter-me-ia assim até melhorar.

Ao fim da corrida, tinha que novamente voltar aos 100 golpes no saco de pancadas, não entendia bem o porquê de fazer isso, mas não voltaria a discutir com a ruiva, ainda mais cansado como estava, e começaria a golpear, antes tinha feitos somente chutes com ambas as pernas, mas para não me cansar tanto, mas no momento usaria tudo de mim, faria alguns chutes, socos, cotoveladas, joelhadas, cabeçadas, tudo que estivesse à disposição, seria utilizado para golpear o maldito saco de pancadas. Por sorte havia algo que me ajudava a me esforçar nesse exercício em específico, já que imagina a cara daquela desgraçada ruiva ali, por isso me esforçava ainda mais nos golpes. Acabando os malditos golpes, pararia por alguns segundos, fecharia os olhos, juntaria as mãos e abaixaria a cabeça, e faria uma curta prece apenas em mente, pois em seguida iria para as máquinas e depois nadar, e tudo isso demandaria muito esforço de meu ombro ferido.

Depois da pequena pausa, iria para a barra, que era o primeiro exercício, olharia para meu ombro e o seguraria, para sussurrar ao mesmo em seguida. - Por favor ombro, aguente mais. Eu prometo que te dou um descanso quando tudo acabar, mas agora preciso dar o meu melhor. – Poderiam achar loucura conversar com meu próprio membro, mas eu não ligava, queria algo que me ajudasse a suportar as possíveis dores que sentiria. Depois desse momento, pularia na barra e tentaria por todas as forças somente nos músculos, evitando fazer movimentos desnecessários, mas não tinha como controlar isso, portanto mesmo que a dor percorresse meu braço ferido, morderia o lábio inferior enquanto fecharia o semblante, com uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] latente dentro de mim, e continuaria no exercício, sem interrompê-lo. - Aguente porra! Eu não vou desistir nunca, seu ombro filho da puta!! Segura essa merda, se não vou te arrancar, seu maldito!! – Aguentaria a dor que pudesse surgir até acabar aquele exercício, e ao término que somente poderia respirar fundo e receber de vez a carga da dor, mas se a avaliadora viesse me perguntar se queria desistir por conta da dor, respondê-la-ia com raiva. - Mas nem pense nisso! Eu vou cumprir tudo, não ouse me mandar embora agora!! – Juntando a raiva da possibilidade de me tirar por uma dor irritante, e da que eu já sentia pela ruiva, estaria furioso.

Depois disso, só faria o exercício como fosse ordenado, a partir desse momento, minha mente já começaria a sentir dificuldades de raciocinar, já que me sentia um pequeno rato ao ver uma escadaria de diversos metros, a analogia significava que não conseguia mais pensar no que fazer, somente agiria. Se alguém desse gritos de incentivo, me esforçaria ainda mais do já estava fazendo pois, não tinha como não me esforçar, afinal tinha de entrar na Marinha, e se não tivesse ao menos um esforço, isso não seria possível. Quando acabasse os exercícios, sendo que o nado seria o último deles, sairia da piscina e deitaria no local onde tinha acabado de sair, e com a respiração acelerada, devido ao esforço, ficaria deitado até a mesma se normalizar, e ai minha mente voltaria a seu funcionamento usual. Mas não voltaria a fazer perguntas, ainda deitado, esperaria pelas próximas ordens da ruiva, e aproveitaria a brecha ali para descansar o máximo que pudesse antes da próxima tarefa.



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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyQua 02 Jan 2019, 17:57


~Just... DO IT!!!~

Depois de tudo isso, era hora de começar o treino a primeira prova era de corrida, onde o garoto começava acreditando que ao menos nisso não seria algo que o foderia por completo. Ele começava naquele momento a pensar sobre tal caso, mas corria com cuidado, indo aos poucos, sem passos muito longos afinal não era uma prova para atestar velocidade, mas resistencia. A jovem Sayuri continuava pouco a pouco passo a passo, o olhar dela mostrava que ela estava cansada, ainda tinha vontade de prosseguir, mas parecia quase se entregando ao cansaço Ambos iam volta a volta, até que faltavam apenas duas, Ishida mostrava que estava cada vez mais perto da queda. Mas sentindo a vontade ele se motivava. Ambos conseguiam terminar a prova, porém a moça se mostrava mais cansada que ele.

Hora dos abdominais e os dois deitaram no chão, era o momento de começar. 50 deles não seria nada fácil e cada um novo abdominal se mostrava um desafio, a pequena gemia levemente após cada um, ela aparentemente tinha um ferimento que já estava tecnicamente tratado, mas doía na barriga, era possível ver bem agora que ela tinha ficado apenas com um top na parte de cima pelo grande calor. Uma ferida em processo de cicatrização, mas ainda assim ela se mantinha firme. Kurai estava motivado e pouco a pouco ia fazendo até que finalmente concluía todos, a mocinha no entanto ainda estava no 30, completamente ofegante, e a ferida ainda cicatrizando parecia doer, dava pra ver que estava quase abrindo, mas ela conseguia terminar depois de algum tempo, enquanto o pernas longas já começava as marinheiras.

Era agora algo que ele não tinha um costume tão grande, pelo fato de não treinar muito os braços, e estar com o ombro machucado, de certeza não era uma boa ajuda. A garota começava pouco depois, porém esse parecia ser o exercício dela mesmo começando atrasada, ela fazia aquilo com velocidade e ferocidade. Seu olhar agora parecia melhor, era como se fazer isso a fizesse descansar, como se o peso de seu corpo não fosse nada para os braços dela. Já o rapaz agora pelo 20 estava sentindo o ombro, que diminuiu sua velocidade, ele brigava com seu ombro, porém não ajudava em muito fazer isso, aquele era um ombro desobediente… Claramente… Além disso, a jovem já terminava com um vigor restabelecido, começando antes dele os agachamentos. Ele no entanto demorava um pouco mais até finalizar.

Tendo começado depois dela, no entanto, os agachamentos agora eram a praia dele, uma serie de exercicios simples, a garota, não era especialista com as pernas, mas parecia bem com eles, afinal, boxeadores lutam tanto com os pés quanto com as mãos… Pois a firmeza do soco também depende da força das pernas, sua movimentação, e claro a sua esquiva e “dança” precisa de um jogo de pés bem trabalhado. Ele era rápido e ambos terminavam os agachamentos ao mesmo tempo, enquanto a mulher enchia a piscina olhando eles de longe. A jovem estava extremamente cansada por todo o treinamento, e Kurai igualmente, o suor já teria tomado conta deles a muito tempo. Depois de tudo era hora dos chutes, sim, 100 golpes num saco de pancadas, ele começava chutando até perceber que aquilo não era assim tão rápido, o saco de pancadas tinha um peso mais leve, para recuar, então ele praticamente tinha de dar golpes alternados, ou levaria um golpe do saco em retorno. Ele era propositalmente solto.

A garota parecia em ótima postura, ela socava o saco girando em torno dele, enquanto dava um golpe se abaixava, e dava dois passos pro lado dando mais dois golpes consecutivos, e girando soco após soco. Ela conseguia terminar tudo juntamente com Kurai, que aplicava todos os chutes e finalmente tinha direito a sua água. Ele jogava água no rosto assim como bebeu alguns goles da garrafa. A garota fazia o mesmo e ficava deitada na arquibancada logo depois disso, ficando na parte do meio, com os dois braços estirados para baixo e a língua de fora, enquanto jogava água de vez em quando na cara. Enfim, ambos faziam mais 50 voltas na pista, agora um pouco mais descansados, mas ainda eram bem difíceis. Após o término eles iam para o saco de pancadas. Ou melhor, ele voltava ao saco de pancadas, pois a ordem não era essa, era para um boneco de treino de madeira, são coisas plenamente diferentes. - Ei aí não garoto, o boneco de madeira, aquele ali, o que gira e tem umas partes representativas, chutes nele.- Falava ela apontando para o local, sem pensar muito o jovem apenas seguia aplicando novamente 100 golpes.

Depois disso finalmente seguia para a barra, ambos tinham mais tempo ali, Sayuri, já estava fazendo tudo de forma mecânica, nem sequer tinha um pensamento por volta, e Kurai não demorava pra chegar nesse estado, ela estava claramente mal também. Ambos concluíram tudo e iam para a natação, e finalmente finalizado o treinamento, ou seja lá o que foi isso. Ela se aproximava deles e então comentava o importante sobre aquilo. - Muito bem, agora podem descansar, vão para o refeitório, comam, e podem descansar.- Falava ela pegando duas chaves do bolso. -Essa é a chave do quarto 231 para o Kurai, e do 232 para a Sayuri, vocês poderão usar esses quartos para dormir temporariamente, descansem e amanhã continuaremos o recrutamento, vocês já não estão em condições de terminar eles por agora.- Falava ela jogando a chave pra eles, poderiam agora comer, tomar banho, descansar, e dormir até o dia seguinte, a pequena tinha um sorriso no rosto, ela achava que não ia conseguir, mas ainda assim tinha passado dessa fase, ela pegava a chave e ficava segurando forte nas mãos. Ainda deitada no chão ela levantava aquilo e olhava pra ela segurando acima do rosto, uma forma de contemplação, exceto pelos dedos trêmulos, que faziam ela derrubar a chave no nariz, aquilo doía, e fazia ela agarrar o local da pancada. - Droga…- Falava ela de leve em tom bem baixo.

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MensagemAssunto: Re: Fulfilling Your Promises   Fulfilling Your Promises - Página 2 EmptyQua 02 Jan 2019, 23:49

Ishida Kurai



Ao fim da natação, depois de vários exercícios que vieram a me desgastar tanto fisicamente quanto mentalmente, e aparente o mesmo acontecera com Sayuri, que caíra deitada na arquibancada, enquanto eu deitar-me-ia onde estava mesmo, não me importava, só queria descansar por um momento, já que não me sentia tão cansado assim a muito tempo. - A última vez que me senti assim meu pai ainda era vivo. – Pensaria quando conseguisse levantar a mão direita na frente de meu rosto, e pensaria olhando para a mesma. Mas ao menos tinha uma boa notícia, o teste estaria parado por hora, já que a avaliadora deixou que continuássemos amanhã, o que me faria fechar os olhos e dar um sorriso, mesmo que o mesmo não fosse visto pelos outros. Depois de ter decidido os quartos e da ruiva ter nos jogado as chaves de cada um, esperaria que a mesma caísse perto de mim para ir rastejando até alcançá-la. Depois que o fizesse, levantar-me-ia até estar sentado no chão, ainda tirava um tempo para o descanso, mesmo que fosse parcial, e olharia em volta, até escutar um Droga, e ao virar-me na direção do som, me depararia com Sayuri segurando seu nariz, e fazia uma expressão meio dolorida.

Sem me levantar, viraria na direção da mesma e lhe perguntaria. - O que houve Sayuri? – E assim que escutasse sua resposta diria somente. - Entendo – Depois do curto diálogo, finalmente teria coragem e levantar-me-ia, sabia que teria dificuldade por conta dos músculos fadigados, mas não podia ficar sentado ali para sempre, então faria um esforço para conseguir. E assim que estivesse de pé, iria até a morena e oferecer-lhe-ia a mão. - Precisa de ajuda? – Perguntaria, mas não me importaria muito de ser negado, mas se a mesma aceitasse, faria força para puxá-la para cima. - Bom, eu vou tomar um banho antes de ir comer, o cheiro que ficou daquela faxina deve estar fedendo pra caramba. – Diria, não direcionado à garota, na verdade nem sabia porque tinha falado em voz alta. -Bom, vou tomar banho e depois comer, quer vir junto? – Perguntaria evitando olhá-la no rosto, pois poderia ser constrange… Foi quando de repente me dei conta de algo. - Merda, isso não saiu nada bem. -Pensaria [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com o que tinha dito. - Me desculpa Sayuri, não quis dizer isso. – Falaria enquanto gesticularia, nervoso com a situação, e depois abaixaria tanto a cabeça quanto os braços. - Ahh, era para irmos comer depois do banho. Separados, claro! – Acrescentaria ainda nervoso.

Depois da situação embaraçosa, seguiria a morena, e deixaria que chegasse ao quarto, pois era ao lado do meu. - Estou cansado demais pra sair por aí procurando por onde fica os dormitórios. – Pensaria andando devagar na mesma direção que Sayuri. Quando chegássemos ao dormitório, correria direto para o meu quarto, enfiaria a chave no lugar certo e giraria até a porta abrir, e quando isso acontecesse, fechá-la-ia, e em seguida, jogar-me-ia na minha cama, de costas e ficaria ali por algum tempo, aproveitando da possível maciez da mesma, ou da falta também.

- Ahh, um bom descanso agora. – Suspiraria, e logo depois sentar-me-ia na cama, e tiraria o pano que cobria a parte de baixo da minha face, deixando o local refrescado. - Minha boca é algo que não quero que vejam, mas ao mesmo tempo, não quero ficar com essa merda na cara. O que eu faço – Perguntaria para ninguém, apenas olhava para o teto do quarto, enquanto [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de volta na cama, mas caso estivesse outras pessoas no quarto, falaria de minha boca em pensamentos e não a descobriria. Depois de mais um tempo deitado, voltaria a me levantar, mas dessa vez iria direto para o banheiro, e lá procuraria por toalhas e sabonetes, e depois que os achasse, observaria se era um banheiro público ou privado, se fosse privado, despir-me-ia ali e começaria o banho, mas se fosse público, esperaria por uma brecha onde o mesmo estivesse vazio, pois não tinha como tomar banho com aquele pano na frente do rosto, e não queria que o mesmo molhasse.

Após acabar meu banho, poria de volta o pano e a mesma calça, e quando voltasse ao quarto, procuraria por novas roupas, pois não acreditava que seria algo legal aparecer no refeitório apenas de calça, então estava procurando por alguma vestimenta adequada, só sairia do quarto quando achasse uma. Quando estivesse pronto, sairia do quarto e iria no vizinho. - Ei Sayuri, está pronta? – Perguntaria assim que batesse na porta, e esperaria que a mesma saísse. Se a mesma não atendesse ou alguém atendesse e dissesse que a mesma não estava ali, iria ao refeitório, se tivesse dificuldade em achá-lo, perguntaria para alguém que estivesse por perto. - Onde que fica o maldito refeitório nesse lugar, hã? – Estava irritado por não encontrar o lugar, por isso, meu mau humor estaria em um nível bem alto, se o(a) mesmo(a) não soubesse, perguntaria a outro, até encontrar o lugar onde deveria ir..

Depois que chegasse ao local que almejava chegar, iria aonde pudesse pegar a comida, se houvesse uma, entraria na fila até chegar minha vez, e depois sentar-me-ia em uma mesa afastada da multidão, faria a mesma coisa caso a morena estivesse comigo, e assim que sentasse, começaria a comer lentamente, poria a língua para fora de maneira que ninguém percebesse, e despejaria a comida na língua, para poder engolir o alimento que estava em meu prato. Comeria uma quantia que estimaria ser a metade, e pararia por um momento, para falar com a garota com quem estava. - Ah Sayuri, acho que poderíamos fazer uma pequena comemoração quando passarmos em todos os testes, o que acha? – Perguntar-lhe-ia, evitando olhar em seus olhos, para não acabar com uma reputação que insistia em manter, mentalmente. - Não ligo para os outros, mas não vou permitir que eu mesmo me torne fraco. – Pensaria com afinco. Depois de acabar de comer, voltaria ao quarto, dessa vez sabendo aonde ir, e quando o alcançasse, cairia na cama de qualquer forma e cairia no sono, devido ao cansaço acumulado.

Por conta do cansaço extremo que sentira, acabaria por ser um sono sem sonhos, o que para mim se assemelharia com deitar na cama e já ter de levantar, independente da forma como o faria. Depois de estar em pé, iria aos banheiros e faria sua higiene matinal, antes de sair novamente do quarto, onde, devidamente arrumado, iria novamente ao refeitório, para procurar por comida antes de voltar ao teste, e caso o lugar estivesse fechado, suspiraria olhando para o céu, enquanto andaria na direção de algum marinheiro para fazer uma pergunta. - Onde fica o lugar para fazer o último teste do alistamento. – Como estava com pressa, acenaria o braço em agradecimento, mesmo estando de costas, pois não tinha tempo de parar e agradecer, se não tivesse uma resposta, iria até outro marinheiro e refaria a pergunta, até encontrar a direção e partiria correndo, para não me atrasar. Assim que estivesse no local correto, esperaria pela ruiva e perguntar-lhe-ia. - Então.. Qual é o próximo teste? – Perguntaria esperando animado pela resposta. - Vamos lá, eu vou passar em todos que você me passar, – Pensaria animado para finalmente acabar com esse maldito teste longo.




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