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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bizarre Adventure: Black Dog

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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyTer 13 Ago 2019, 16:11

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Banana Boat

- Harry Belafonte -

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- Não exatamente... - Respondia Calavera de maneira casual tentando não transparecer os motivos de eu treinar tanto ultimamente, infelizmente não estava certo se conseguiria omitir tal sentimento, de qualquer forma como planejado antes eu segui para o convés sem dar mais um pio na intenção de não estender mais aquela conversa. Já no local Yasha me lembrou qual era aquele destino. ~ Ah sim, Organ… Daqui é direto par Loguetown. ~ Lembrava do acordo feito com D’Luna mas era possível que eles tivessem trabalhos importantes com prazos apertados para outro local, mercadoria com validade x ou coisa do tipo. Não sendo nenhum idiota eu imagino que tal possibilidade não era impossível, honestamente eu ficaria muito irritado se tivesse cumprido a minha parte para depois ser largado aqui mas no final das contas tudo que eu podia fazer era ter fé na palavra daquela tripulação, que até agora não me deu motivos para duvidar de sua índole. - Certo! - Vociferei ao responder o comando de D’Luna.

Trabalhar com aquelas pessoas não era um desafio, pelo menos não mais que o esperado no dia a dia, correndo pelo convés e desempenhando as ações necessárias para recolher as velas enquanto eu sentia o balanço do navio eu pensava no almoço de ontem, todos sentados reunidos e conversando, trocando histórias, eles se divertindo durante a noite fazendo apostas. Parte de mim desejava ter participado daquilo e interagido mais com aquelas pessoas mas ao mesmo tempo pensava em como eu tinha desapontado Shantall. ~ Só mais um pouco e... ~ / - Pronto! - Diria terminando as funções necessárias para ancorar o navio conforme me solicitado. Acenaria minha cabeça em um sim respondendo o Mister Fluffypants antes de caminhar até os caixotes que deveriam ser descarregados e então começar o processo de descarga.

Buscaria não forçar muito para não arriscar derrubar a carga em algum acidente ou me exaustar antes do tempo, caminharia com cuidado buscando ter visão do caminho que era trilhado por mim, se tivesse alguém guiando meus passos dando alguma instrução ou algo do tipo eu aceitaria de bom grado mas nem por isso descartaria minha cautela, para caixotes que fossem grandes demais para cobrir meu campo de visão eu caminharia de forma mais lenta e até aceitaria ajuda se alguém oferecesse. Em todo momento eu ficaria atento para uma situação de desequilíbrio ou vacilo que fosse para tentar resgatar a carga sem a deixar cair, confiaria que meu vigor seria o suficiente para transportar os caixotes até a ou as carroças do comprador e mesmo cansado eu tentaria me esforçar para continuar com o trabalho.

Conseguindo colocar as minhas quinze caixas com sucesso eu respiraria fundo e voltaria para a pilha que deveria ser transportada para as carroças, sem dizer uma palavra ou sequer fazer contato visual com a guerreira eu começaria a transportar os caixotes da pilha dela para a carroça do comprador com o mesmo cuidado que antes. O motivo de fazer aquilo era a simples gratidão que eu tinha pela mulher, ela me deu dicas valiosas para o meu treino e demonstrou certa compreensão quando eu ataquei ela de forma injusta, não sentia que precisava de reconhecimento ou mérito por ajudar ela com aquela carga ou sequer sabia se ela entenderia o motivo de eu estar fazendo aquilo mas para mim eu sentia que aquela era a coisa certa a se fazer, logo eu faria sem pensar duas vezes. No caso de Yasha ou alguém me questionar do por quê de fazer aquilo eu responderia sem para o meu serviço ou sequer olhar para a pessoa. - Vai saber... - Diria de forma casual enquanto dava de ombros, se a guerreira tentasse rejeitar a minha ajuda eu diria. - Você tá ligada que é rude de sua parte recusar ajuda né? - Cruzaria meus braços enquanto ficava parado na frente dela. - Sem contar que o comprador tá lá esperando, vai ser mais rápido se fizermos isso juntos… ou você quer ir lá FALAR com o cliente e explicar o motivo da nossa demora? - Sem querer eu expressaria um sorriso sarcástico ao mencionar que Yasha teria que conversar com o comprador, usando a timidez da mulher contra ela eu tentaria vencer aquele argumento e voltar ao meu trabalho.

Terminando o serviço como o previsto eu voltaria a me sentar no convés com as minhas costas apoiadas na amurada da embarcação, provavelmente cansado e com a respiração pesada eu ficaria repousando ali por um momento. ~ Acho que todo esse serviço pode ser considerado como um treino... ~ / - Yare yare dawa... - Diria baixinho para mim mesmo após recuperar o fôlego, se visse o capitão D’Luna por aí eu diria. - Eu fiz a minha parte... - Falaria alto o bastante para que ele pudesse me ouvir de onde estivesse, estaria olhando para ele com um leve sorriso no rosto sabendo que ele entenderia o que eu queria dizer, agora era só ir par Loguetown, ainda queria andar um pouco em terra firme antes de voltar para alto mar e conhecer um pouco mais de Organ mas queria ter certeza que o meu acordo com o capitão ainda estava de pé.



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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyTer 13 Ago 2019, 17:00


É Duro Ser um Deus
Diferente de Shells Town, onde os últimos dias estavam um pouco mais nublados e de certa forma melancólico, Organ Island representava uma ilha de verão como ninguém. Em plenas seis horas da manhã e o sol já se mantinha imponente, açoitando as costas de Jones com seus raios solares. Enquanto Johnny e Yasha trabalhavam, todos os outros desempenhavam seus próprias funções. Fluffypants saiu a negócios, D’Luna fazia a manutenção no barco, encomendava suprimentos, e Armando… Bem, ninguém conseguia encontrá-lo, provavelmente fugiu cidade adentro tocando sua música de levando multidões.

Algumas caixas era extremamente pesadas, outras nem tanto, mas nada absurdo pra um típico crossfiteiro como Jojo, e muito menos pra Yasha, que levava duas caixas de cada vez quase que constantemente. Mesmo assim, por motivos óbvios, foi Jones que terminou sua parte primeiro, juntos uma carroça já havia sido cheia, e só faltava a segunda. Talvez pela falta de contato visual de ambos, ou quem sabe por sacanagem do destino mesmo, Johnny e Yasha acabavam tentando pegar a mesma caixa que fazia parte de sua cota.

- O que está fazendo? - Perguntou com um olhar meio confuso pela ação do rapaz, e mais incrédula ainda ficava ao ouvir os argumentos de Jojo. Uma alternância de olhares entre o rapaz e o novo dono das mercadorias ocorria à medida que ela ia corando um pouco. Talvez, e isso é uma talvez, em sua mente Yasha pensasse em falar coisas como: “Obrigado”, “Fico te devendo essa”, “...”. Mas o que acabava saindo de sua boca em meio ao ato de nervosismo era: - Faça o que quiser. - Tsundere? Ela deixava parte dos carregamentos pra Jojo e juntos eles terminaram tudo em cerca de trinta minutos.

- Foi um prazer fazer negócios! - Agradeceu seu empregador, cumprimentando a mão de Jones meio que forçadamente e em seguida dando a ordem para que as carroças seguissem. Estava cansado? Um pouco sim, Yasha por sua vez mal havia começado a suar. Tirando seu diário do cinto, caso Johnny espiasse de canto, veria que uma das primeiras páginas era aberta, onde em uma linha escrita “Viagens” Yasha marcava com “99/100”.

- Claro! Bom trabalho vocês dois. - Respondia D’Luna ao ser espotado. Um silêncio meio constrangedor ficava no ar até que o capitão percebia que era a deixa dele de confirmar sua parte. - Ah sim, Fluffy me contou os seus planos. Lugarzinho barra pesada, Loguetown… Mas não se preocupe te levamos em qualquer lugar, quando todo mundo fizer o que tiver que fazer nós partimos. Fluffy já deve conseguir algum trabalho em Logue até lá. - Piscando com um olho, ele logo dava de costas em direção as cabines, lembrando apenas de algo que o fazia voltar atrás.

- Ah, quase esqueci. Yasha, a pet shop daqui é famosa pelos biscoitos favoritos do Periquito Boiadeiro, pode ir comprar no meu lugar? Eu prefiro não andar muito pela cidade.

Yasha por sua vez olhou para os lados, não havia nenhum bichano ou músico por perto pra jogar a responsabilidade, ela também não parecia muito adepta em adentrar a multidão, mas suspirando em desânimo, concordou em ir pegando a bolsinha de couro com dinheiro que D’Luna jogou.

- Não fique assim, pode levar o Periquito com você, ele sabe o caminho. Vá com o Johnny, assim vocês dois conhecem a cidade com um guia apropriado.

Um pássaro é realmente um bom guia? Bom, o capitão parecia acreditar nisso. Boiadeiro aterrissou no ombro de Yasha e gritou: - Biscoito!!! - Parecia empolgado para ir passear.

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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyTer 13 Ago 2019, 21:14

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Go West

- Pet shop boys -

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O serviço tinha sido completo, enquanto descansava sentado no convés eu via Yasha ali em pé tranquila sem sequer um pingo de suor. ~ Ela está mesmo em um outro nível. ~ Era inevitável um sorriso no canto de meus lábios durante tal pensamento, mas ao notar o conteúdo escrito naquele tal caderno meu semblante deu espaço a curiosidade, queria questioná-la sobre aquilo mas o momento não me parecia o ideal, sem mencionar que antes ela pareceu bem chateada quando me pegou bisbilhotando os desenhos dele, no momento decidi ignorar aquilo e abordar o assunto quando me parecesse mais oportuno. O capitão era viajado, em ambos sentidos, quando ele finalmente pareceu entender o que eu queria dizer uma pequena informação escapa pelos seus lábios. ~ Barra pesada? Sempre achei que East Blue fosse a região mais tranquila do mundo. ~ Cocei meu queixo refletindo sobre o tema, de fato os meus pais tinham me mandando para cá como um tipo de exílio familiar, disseram eles que talvez se eu vivesse por minha conta em um lugar tranquilo como Shells Town eu esfriaria minha cabeça e me tornaria um homem decente. ~ Lugar tranquilo né, sei... ~ Os últimos eventos mostravam que não só meus pais estavam errados mas como também eu ainda não sabia nada sobre o mundo. - Ah? Eu o que, desculpa eu estava distraído. - Falei assim que escutei meu nome sair da boca do D’Luna.

- Ah sim, eu queria esticar as pernas em terra firme mesmo, sem problemas. - Respondi enquanto me levantava e caminhava até a prancha. - É só isso ou vai querer mais alguma coisa? Tem certeza que não quer vir? - Diria em um tom alto o suficiente para ele ouvir onde estivesse no navio enquanto eu caminhava para fora da embarcação. Esperaria por Yasha e o Boiadeiro logo no fim da prancha que daria acesso ao porto, caminharia ao lado da grande mulher esperando as orientações do pássaro. - E então… - Começaria a falar tentando puxar assunto. - A quanto tempo vocês viajam juntos? - Enquanto falava eu olhava toda a movimentação na rua, as casas, as demais construção, as pessoas, estava em uma ilha diferente e nova para mim, como um turista explorando uma nova região eu queria entender tudo aquilo e ver o que Organ tinha para oferecer nesse curto período de tempo que eu estaria na ilha. Essa atenção que tinha para a movimentação não seria exclusiva a minha curiosidade sobre a região mas também era uma medida para minha auto sobrevivência, tentaria evitar possíveis encontrões que poderiam esconder alguma ação de pickpocket, buscaria identificar patrulhas marinheiras para entender se aquele lugar era ou não protegido por eles e por último ficaria atento tentando sempre ver o rosto das pessoas que andavam na rua mas sem encarar ninguém como se dentro de mim eu tivesse a esperança ou o temor de encontrar o Gatuno ali.

- Você curte viajar assim e fazer esse tipo de serviço? - Era uma pergunta inocente mas não julgaria se ela não respondesse essa ou sequer a primeira, acompanharia até a tal pet shop que vendia os biscoitos do Boiadeiro, na real aquilo me lembrava de Akoh, o pequeno cachorro de Shells Town que estava sofrendo abuso do Gatuno e seus seguidores, o cachorro tinha acompanhado eu e shantall um longo caminho depois do conflito mas quando desmaiei o mesmo teria sumido, tanta coisa tinha acontecido até então que eu tinha esquecido de Akoh completamente. ~ Espero que a marinha tenha acolhido o coitado... ~ Em meio essa reflexão eu entendia o quanto um companheiro poderia ser útil, o Boiadeiro era uma prova disso.

No caso de chegar na loja sem demais problemas eu começaria andar pela mesma enquanto Yasha e o Boiadeiro iam comprar os biscoitos e qualquer outra coisa que o capitão possa ou não ter solicitado, eu ficaria ali analisando cada produto e se a mesma tivesse animais em exposição eu analisaria os mesmos. ~ Talvez eu poderia... ~ refletiria enquanto olhava os animais que teriam por ali, de começo eu não acho certo adotar um pet mas Deus sabe o quanto um poderia ser útil para mim, deste a morte de Shantall era fácil me sentir sozinho e talvez com o treinamento apropriado um pet pode vir a calhar. Não poderia ser algo habitual como cão e gato, eu ia passar muito tempo em alto mar e essas criaturas não foram feitas para viverem em navios, talvez algo como um falcão peregrino ou uma coruja de celeiro, no caso de possuir tais animais silvestres ali eu começaria a observar os mesmo para ver as suas condições.


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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyQui 03 Out 2019, 01:48


Talvez o East Blue fosse de fato o mais tranquilo dos quatro, e quem sabe o mais seguro, enquanto algumas ilhas dos outros mares lidavam com invasões em larga escala, destruição de patrimônio público e até mesmo uma guerra santa entre os adoradores de vinho branco e vinho tinto, mas claro, esse é o conto para outra história. O fato é que o mar leste realmente era tranquilo… Se você fosse um civil logicamente, caso fosse um pirata, teria de passar por Loguetown onde se instala uma fortificada base da Marinha, carrasca de muitos piratas e criminosos jovens e sonhadores. Foi lembrando seus tempos de corsário que D’Luna se referiu ao lugar. Jojo, é claro, não do passado do capitão, e talvez nunca saiba, mas foi esse o sentido que falara o capitão. Isso e claro, o impostos. Não há nada mais aterrorizante para um comerciante do que os impostos.

- Você o que? - Rebateu D’Luna já tão avoado quando Johnny. Yasha no mesmo momento puxou de leve o ombro do rapaz lhe chamando a atenção.

- Cidade, eu e você, o pássaro mostra o caminho. - Simples e objetiva, talvez um pouco envergonhada? Nããão, certamente que a vermelhidão era por conta do sol escaldante de verão. Mas só isso era o suficiente para trazer Jojo de volta ao mundo dos vivos.

- Só os biscoitos mesmo, eu fico bem aqui. Alguém precisa tomar conta do barco. - Respondeu o capitão meio evasivo, parecia não querer botar os pés ali.

O trio de dois humanos e uma ave então saiam para desbravar a cidade. Do porto até a parte central da cidade haviam coisas que não mudavam de de rua pra rua, ou muito menos de ilha pra ilha, pessoas caminhando, correndo, atrasadas, sem rumo na vida, crianças brincando, a mesma correria, risadas e choradeira de sempre. Era cedo da manhã mas a cidade parecia já ter acordado a tempo.

Dentre as muitas coisas comuns na ilha, algumas chamavam atenção. Primeiramente, logo no porto, uma grande embarcação atracada no cais parecia gerenciar tudo no geral, entrada e saída de barcos, era de onde, beeem, bem ao longe, Jojo conseguia avistar Mr. Fluffypants conversando com alguém. Outro fato curioso dos cidadãos dali, é que praticamente todos os habitantes possuíam algum animal de estimação, os que não possuíam, ou era turistas ainda assim amantes de animais, ou era o próprio animal, pois sim, haviam seres metade homem metade besta que falavam e se comportavam como humanos. Ninguém parecia lá impressionado com a presença dos mesmos, então deveria ser algo comum na ilha. Caso não conhecesse a espécie, Jojo posteriormente os conheceria como a raça dos Minks.

Saindo do cais em si e entrando um pouco mais na rua comercial, as lojas e os habitantes no geral pareciam estar se preparando para um festival que ocorreria ao anoitecer. Alguma comemoração sobre a aniquilação dos terríveis tritões que se instalaram na floresta anos atrás. As informações estavam espalhadas em forma de cartazes, panfletos, desenhos e mesmo conversa entre as pessoas, mas se fosse atento o suficiente, Jojo conseguiria montar suas próprias conclusões.

Outro evento que chamou muita atenção, eram objetos que a primeira vista pareciam se mover sozinho, quando na verdade era uma gangue anõezinhos de não mais do que quinze ou trinta centímetros, se aproveitando do tumulto festivo para causar encrenca e furtar bens de valor. Homens de preto fortemente armados e militarizados cercavam a gangue, parecia ser a guarda local, que tomava conta da situação prendendo os meliantes sem dificuldade.

E por falar neste assunto, não, Johnny não avistava nenhum boina azul naquela ilhota. Mas após ver a cena dos anões ficava claro, que se a cidade não tinha um sistema público, gratuito e de qualidade como a Marinha, então aqueles homens de preto deveriam ser de alguma instituição privada de segurança. E com homens de preto não me refiro a cavalheiros de terno, óculos escuros e um aparelho luminescente que apaga a memória das pessoas, não, eram mais milicos que a marinha, com uma farda camuflada preta, boina ou boné escuro e todos fortemente armados com revólveres, fuzis ou alguma outra arma de fogo, pareciam todos serem atiradores, como algum tipo de esquadrão tático.

E claro, não me esqueci. Enquanto o Periquito Boiadeiro guiava o caminho com grasnados. - Direita! [...] Esquerda [...] A outra esquerda! [...] Biscoitos, Pargh! - Johnny tentava verdadeiramente alguma conversa com Yasha, esta que já parecia um pouco mais acostumada com sua presença.

- A pouco menos de um ano. [...] Não exatamente curtir, mas o Chefe já me ajudou muito antes, só estou pagando minha dívida, nada forçada claro, é apenas algo que precisei fazer. Eu não desgosto de viajar com eles se é o que quer saber. [...] Meu próximo trabalho é o último, depois disso…

- Biscoitos! Chegamos! - Interrompeu a ave quando pararam de frente a uma loja com o nome de Tuntum Pet Shop.

O lugar é exatamente o que se esperar de uma pet shop, não essas modernas óbvio. Por uma parte, uma vasta confecção de produtos, desde os produzidos em massa até os orgânicos e naturais. Por outro, tinham os animais, e surpreendentemente, a maioria deles estavam soltos na loja, cobras e ratos no mesmo ambiente e tudo o que impedia-os de se matarem é uma jovem garota, baixinha, com duas tranças ruivas e um enorme óculos fundo de garrafa, talvez em seus doze anos de idade. Ela corria de um lado pro outro tentando acalmar os animais, era a assistente de um homem de estatura média, usava uma capa preta cobrindo a maior parte de seu rosto, e uma cartola na cabeça deus sabe lá o por quê.

Atrás do balcão principal, onde fica a caixa registradora, dois corredores em direções opostas, o da direita levava aos estábulos e jaulas de predadores. Já o da esquerda, guiava até um grande viveiro de pássaros, que podiam voar livremente em uma espécie de cúpula de vidro.

Yasha lidava com o vendedor, comprando nada mais que os biscoitos para Boiadeiro. Jojo por outro lado tinha uma sensação estranha, era como se o tempo congelasse, antes que desse conta ele havia se encontrado com um desconhecido em um mundo estranho, e quando retornou, um pouco com cara de tonto, era como se ele nunca tivesse nem piscado.

- O que há com essa cara. - Perguntou Yasha olhando com estranheza. - Tutá encarando o nada já tem um bom tempo.

- Ohohoho não é o nada minha preciosíssima cliente, ele deve estar maravilhado com a loja! - Pronunciou o vendedor se aproximando um pouco mais de Jojo. - Nenhum cliente meu que entrou sem um animal já saiu sem a posse de um. E então? Qual o seu estilo? Mais casual com um gato ou cachorro? Talvez explorador! e goste de cavalgar por aí. Quem sabe a ferocidade de um leao, ou a versatílidade de uma ave. A melhor Pet Shop dos quatro mares fará uma oferta especial para você.

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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyQui 03 Out 2019, 17:26

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- Baha Men -

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Talvez ainda fosse cedo para afirmar mas eu começava acreditar que Yasha estava ficando mais à vontade com a minha presença, apesar de sua timidez e dos gestos de relutância indicarem o contrário era só lembrar do momento em que tínhamos nos conhecido, ela não falava comigo e só a ideia de fazer contato visual direto parecia a deixar irritada ou incomoda, coisa que descobri mais tarde que seria apenas a timidez da mulher. A qualquer modo nós seguíamos pela cidade que a cada segundo me parecia mais interessante, Minks, pessoas aparentemente de bem com animais domésticos, seguranças e anões. ~ QUE!? ~ A primeira vista eu quase levantava a minha guarda, só de olhar para as pequenas figuras eu começava a sentir as pontas dos meus dedos coçarem lembrando de quando Capra tinha arrancado algumas de minhas unhas. - Tsc... - Aquilo já era o bastante para acabar com o meu humor, lembrava de minha luta contra o anão e o seu grupo de criminosos, eu e Shantall lutando lado a lado antes daquele trágico evento.

Naquele momento o lugar tinha se tornado a pior ilha do mundo para mim, só para deixar claro eu não tinha nada contra os anões e sim contra Capra, mesmo preso só a lembrança de tal evento, tal cruzada contra o pirata me trazia certa preocupação e angústia, não era justo, Organ parecia ser linda com minks e humanos vivendo em harmonia com animais e até mesmo travessos anões, parecia ser segura e atualmente pacífica, todos pareciam estar se divertindo mas eu parecia incapaz de me juntar a eles em tal felicidade. ~ Ainda está muito recente… Shantall, será que um dia eu vou superar essa dor ou continuarei sendo refém dos meus fracassos? ~ Refletia enquanto abaixava minha cabeça também levando uma de minhas mãos até o peito, não queria me sentir daquele jeito, impotente e fraco. Foram tais emoções que me expulsaram de Calmaria, que me afastaram de minha família, foi minha fraqueza que me fez perder alguém que acreditou em mim depois de ninguém mais acreditar. ~ E como se eu andasse em círculos... ~ Não, isso estava errado eu não podia mais me sentir assim. ~ Não tenho tempo para ter pena de mim mesmo, essa porra é para fracassados… Eu resolvi seguir em frente e é exatamente isso que estou fazendo, só otários continuam deitados depois de cair e eu não sou otário, sou Johnny Jones porra... ~ Yep, não tinha tempo para melancolia senão Shantall ia ficar puta comigo, já tinha voltado a treinar, e tinha um mini arsenal no meu quarto, isso meus amigos talvez não seja a definição de seguir em frente mas com certeza é um passo inicial.

Ainda tinha um longo caminho a percorrer se eu quisesse ficar forte como a guerreira que me acompanhava, a mesma que por sinal parecia estar prestes a terminar sua jornada com o grupo de D’Luna. ~ Hm... ~ Importante destacar que isso não mudava meu mau humor momentâneo, mesmo buscando manter meu semblante sério e neutro de sempre toda a minha linguagem corporal indicaria as emoções que eu sentia no momento, ombros tensos, mãos no bolso e quando fora eu iria cruzar meus braços, evitaria contato visual mas se pegasse alguém me encarando eu só iria arquear uma de minhas sobrancelhas e esperar a reação do desafortunado que tentasse testar os meus limites.

Por sorte ou conveniência do destino tínhamos chegado na petshop, um cenário que geralmente me traria tranquilidade e certa paz mas ali as coisas eram diferentes e não pela culpa do meu mau humor e sim pelos bichos soltos por tudo que é canto. - Yare yare da- - Estava prestes a me emputecer mais na loja só imaginando o ciclo da vida e a cadeia alimentar rolando ao vivo no local mas a força misteriosa e abusada do Trêsze era maior, saia uns 50.000B$ mais pobre mas em compensação voltava com um bilhete único, ou algo do gênero que não valia a pena entrar em detalhes agora. Ninguém pareceu sentir minha falta ou sequer perceber meu sumiço momentâneo mas já via o vendedor vindo em minha direção fazendo algumas perguntas, para a sorte dele o banquete oferecido por Trêsze e seu presente, ou na verdade a satisfação de ganhar do amigo careca, tinha me acalmado um pouco. - [...] Faz muito tempo que não monto para ser franco, a ideia de pegar um cavalo até seria boa mas pretendo fazer muitas viagens náuticas que vão ser longas, ele acabaria ficando ansioso o que não faria bem a sua saúde e eu também ficaria culpado por não ter condições de prover uma vida confortável para o animal... - Tal raciocínio é simples senso comum. - ...Talvez eu dê uma olhada em suas aves rapinas. - Diria enquanto caminhava procurando a localização das mesmas.

Se chegasse a encontrar o viveiro das aves eu pediria com certa educação para adentrar se o mesmo fosse do tipo que permitisse a entrada de pessoas, caso o contrário eu apenas pediria para o vendedor chamar um das aves que talvez o respondessem por estarem acostumadas com ele. Passando o olho a primeira opção seria um falcão peregrino, o mesmo costuma ser um predador inteligente que com o treinamento apropriado seria de grande ajuda na minha caçada contra o Gatuno de Ferro, se faltasse de tal exemplar então eu buscaria um coruja de celeiro ou tyto alba para os mais íntimos com a espécie, a coruja costuma ser mais fraca mas possui uma furtividade maior em voo e boa visão noturna. A preferência era o falcão mas não ficaria desapontado com a coruja, para ambas espécies eu agiria da mesma forma.

~ Doma ~

Me aproximando da criatura eu analisava diversas coisas, primeiro a sua saúde, não era nenhum veterinário mas eu buscava qualquer coisa na aparência do animal que pudesse chamar minha atenção ou me alarmar de um jeito negativo, falta de penas em alguma região, feridas, o estado do bico e das garras, mas como já esperado as criaturas naquela petshop estavam todas saudáveis e pareciam possuir todo o tratamento necessário para atender suas necessidades. Segunda coisa que analisava era o comportamento do animal com o vendedor, aparentemente a ave demonstrava certo orgulho e um temperamento difícil apesar do vendedor querer indicar que estava tudo bem, ainda assim o animal não atacava ou pelo menos não aqueles que lhe alimentavam.

- Você é um cara esperto não é? - Aproximando minha mão com certa cautela eu tentei alcançar o animal não só para acariciá-lo como também para ver como ele reagiria a minha presença que agora ficava mais evidente conforme a minha aproximação. A ave rapina ficou em guarda como esperado mas não pareceu recusar o gesto, talvez por viver em uma petshop o animal já estivesse acostumado com estranhos mas ele ainda possuía o ar majestoso típico de sua espécie, mesmo com seu orgulho ele parecia entender que eu não estava ali para lhe fazer algum mal e por isso cedeu a minha carícia apesar de eu mesmo ainda sentir certa tensão, ele ainda não tinha abaixado sua guarda para mim, eu entendi e respeitei a reação do animal mas não tinha desistido ainda. - Ei vendedor onde está a comida dele? - Olhando para ele eu esperava o cuidador apontar para onde eu poderia pegar a comida do animal, já tinha intenção de comprá-lo então não via problemas em pegar a comida também, a rapina manteve seus olhos em mim parecendo entender o que eu estava prestes a fazer mas ainda não dava sinais de afeto comigo.

Chegando no balcão onde estaria as comidas dos animais, medicamentos, toalhas e outras coisas para atender os cuidados daquelas preciosas criaturas eu encontrava um pequeno pacote de carne seca ainda fechado. ~ Imagino que seja isso... ~ Imaginei enquanto pegava aquele pacote e o abria, a ave ainda estava do outro lado do viveiro com o vendedor mas os seus olhos ainda se focavam em mim, a essa altura eu entendia que ela sabia o que eu estava fazendo e o porquê de eu estar fazendo, o pássaro ainda não estava cem por cento à vontade comigo e me via ali tentando ganhar sua confiança talvez por realmente gostar do tratamento assim como da carne a criatura decidiu ceder e voar em minha direção mas não sem antes mostrar sua dominância exibindo uma incrível velocidade e uma monstruosa precisão ao pegar o petisco da minha mão antes mesmo de eu reagir, assustado eu levantei o antebraço apenas seguindo meu instinto para o meu próprio bem mas o animal apenas pousou de forma suave em meu antebraço a poucos palmos do meu rosto. - Okay eu admito, essa me pegou desprevenido… Sabia que você podia ser rápido mas não esperava tanto. - Dize enquanto recuperava a minha compostura apenas para se desestabilizado novamente com o grito do falcão em resposta ao meu comentário. - Okay, okay eu entendi… Aqui toma. - Respondi pegando o pacote de seu bico e entregando um pedaço de carne seca que era devorado em instantes. - Yare yare dawa... - A criatura já parecia ambientada comigo assim como eu estava com ela.

- Ei vendedor eu acho que isso oficializa as coisas, vou levar esse cara comigo. -

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~Fim da doma ~

Caminharia até o caixa onde pagaria o valor requerido pelo vendedor. - Seu nome vai ser Hórus… - Diria ainda olhando para o falcão, em seguida me viraria para o vendedor na intenção de comprar o restante das coisas. - Me vê dois pacotes de comida que ele já come, carne seca de preferência se tiver algo ai… Vou querer também uma gaiola que comporte ele para quando ele for dormir... - ~ E o prender também já que ainda não estou seguro de que ele não vai sair voando assim que eu sair da loja. ~ - O deixe na gaiola por enquanto, lá fora parece estar rolando um algazarra e não quero que isso o espante… Tem algo que eu possa colocar para nele? Um cachecol talvez, se tiver na cor roxa eu ficarei muito grato… Tem algum manto que eu possa usar para cobrir a gaiola durante a viagem? - Pagaria o valor total das compras, por enquanto deixaria o animal na gaiola até eu chegar na embarcação onde poderia pedir a ajuda do capitão para fazer o animal se acostumar comigo e não me abandonar na primeira oportunidade. afinal não sei se vão aprovar o pequeno

Toda a situação de conhecer e manejar Hórus, o domar e comprar tinha melhorado o meu humor, não tem como ficar triste ou puto quando se está no processo de comprar um animal de estimação. Claro que para mim Hórus não seria apenas um animal para estimação, seria um companheiro, um irmão de armas, eu cuidaria dele e ele cuidaria de mim tudo que eu precisava fazer era deixar isso claro até que um dia ele esteja pronto para ser treinado. - E ae Yasha? Temos tudo que precisamos? - Perguntaria com um sorriso no rosto, eu sequer ligava para a resposta estaria apenas tentando olhar para o meu falcão pela gaiola antes de sair da loja, assim que estivesse pronto eu cobriria a gaiola mas não antes de avisar ao meu mais novo amigo. - Certo garotão, eu vou te cobrir agora porque está uma bagunça aqui fora, logo logo vou te apresentar para a tripulação, segura as pontas ai. - Com isso eu iria cobrir a gaiola e pegar as minhas sacolas de compras já que tinha deixado minha mochila na embarcação assim como as armas.

Seguiria junto com a mulher e o periquito boiadeiro para o navio em um estado de espírito melhor que antes. - Essa inquisição valeu a pena, o que vocês acharam? - Falando tais palavras do meu jeito habitual eu esperava a resposta dos dois sem apressar a mulher, deixando-a levar o tempo que precisava para me responder. Em caso de chegar na embarcação. - Pessoal se juntem aqui, quero que conheçam o meu mais novo amigo! - Diria antes de pisar no convés esperando chamar atenção de todos enquanto eu segurava a gaiola.


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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyQui 10 Out 2019, 02:17


- Aves?! Veio ao lugar certo, tenho algo perfeito para você. - O vendedor, baixinho, puxava Johnny pelas mangas até o viveiro de aves. Já não estavam mais na loja, e sim em uma cúpula com uma certa ambientação de floresta dentro. Árvores, arbustos e essas coisas que os pássaros precisam, todos estavam soltos, mesmo presas e predadores de mantinham no mesmo lugar. Talvez o dono daquela pet shop fosse naturalista demais… Ou quem sabe conhecia um meio para manter todos aqueles animais sob controle?

Pouco tempo parado, em sua frente, Jojo finalmente percebia; era uma coruja Tyto, com penugem branca e cor de caramelo, com seus olhos grandes e totalmente escurecidos encarava Johnny. Seria aquele seu dono predestinado? Poderia ser um momento memorável para ambos, se a vida da pobre coruja não terminasse ali mesmo. Vindo do alto, mergulhava um grande falcão que se aproveitava da distração da coruja e que em pouco não passava de carcaça.

- Ouch… - Comentava o vendedor. Yasha, um pouco de trás da cena, escondia o Periquito Boiadeiro em suas roupas para que o mesmo trágico fim não ocorresse duas vezes.

Mas aquele falcão, era em fato, a preferência de Jojo. Ele perguntava para o dono da loja sobre a comida da ave, mas tudo o que fazia era apontar para a coruja morta. Chorando internamente, pois poderia ter vendido ela por um bom preço.

- Excelente escolha. - Comentou sobre o assassino atroz. Ele devorava um pouco mas finalmente trazia alguns petiscos.

Ao fim, de algumas forma, os dois se deram melhor que o esperado, não era uma ave treinada ainda, mas ao menos parecia de confiança, de que talvez voltasse ao seu dono caso fosse solta. Talvez a aura de vingança de Johnny tenha convergido com a índole maldosa do pássaro, e dessa forma, uma nova dupla era formada.

Jojo já possuía seu companheiro com um cachecol estiloso, que muito provavelmente ele vai tentar tirar, uma gaiola, pano, comida de ave por pelo menos cinco dias, e o mais importante. Periquito boiadeiro tinha seus biscoitos. Ao todo foram gastos, 130.000 Berries, Yasha pagou pelos biscoitos então sobraram 105.000 para o rapaz cobrir.

- Eu acho que temos mais do que precisamos… - Comentou a bárbara olhando com estranheza para o falcão, ela certamente não esperava voltar com um integrante a mais. - Hmm, bom que isso melhorou seu humor. - E isso era uma verdade, Yasha estava genuinamente contente pelo clima sorridente do garoto, afinal, de mal humorada no grupo já bastava ela mesma, e sinceramente, não pense que Yasha não percebeu o mau humor e desinteresse enquanto ela contava sobre si mesma. Seria difícil fazê-la se abrir novamente depois isso.

Na volta, apenas digamos que eles tornaram ao barco sem muitos problemas, não queremos aborrecer alguém instável de novo. Quando chegaram, os outros já haviam retornado, estavam sem carregamento no barco porém D’Luna lia o que parecia ser uma carta, entregue por Fluffypants e remetida por alguma família ou organização importante, isto pois era fácil notar um brasão estampado no selo à vela que fechava o documento.

Todos estavam contentes com o novo membro, Calavera cantarolava uma canção sobre aves de rapina, e Fluffy tinha um olhar estranho, de predador felino, mas nada com o que se preocupar. D’Luna por outro lado se manteve sério, guardou a carta em seu bolso, olhava para a lua que emergia no céu, preocupado. Por fim anunciando.

- Atenção tripulação, já temos o que precisávamos deste lugar, estamos partindo! Vamos suas baratas tontas, levantem as âncoras, icem as velas. Destino: Loguetown. PRevisão de chegada: Amanhã no sol mais forte! - Gritava enquanto Boiadeiro, voando ao redor do mastro, transduzia sua última fala:

- Paargh, meio dia! Meio dia!

Logo estavam em alto mar. Para alguns, apenas mais uma viagem normal, para outros, um percurso apressado. Já para Johnny e Yasha, aquela seria última viagem na Águia Careca.


Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyQui 10 Out 2019, 14:24

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- Kongos -

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Não tinha nenhum problema em pagar aquela conta, o dinheiro que tinha conseguido com a recompensa de Capra me permitia pagar tudo aquilo mas Yasha já tinha se adiantado e pagado pelos biscoitos do periquito, com tudo pago voltamos para nossa embarcação enquanto trocamos algumas poucas palavras. Yasha tinha demonstrado sua preocupação comigo o que de certa forma me comoveu, não esperava e nem desejava que tal amazona me visse naquele estado, tentando esconder um pouco minha mácula eu virava meu enquanto coçava minha cabeça com a mão livre. - M- Me desculpe… Eu não tinha a intenção de te preocupar. - E assim voltaria para a embarcação tentando deixar de lado a minha reação degradante diante a uma ilha que não parecia ser assim tão ruim.

Já na embarcação todos pareceram um pouco animados com o novo mascote, principalmente Fluffypants, neste eu teria que ficar de olhos bem abertos, ainda assim aquilo não era o bastante para afetar a minha empolgação diante da nova aquisição, tamanha era a mesma que sequer dei muita corda sobre a misteriosa carta que o D’Luna lia. - Aye aye... - Respondia o comando do capitão mas primeiro eu corria para o meu quarto no objetivo de guardar tudo que comprei, colocaria um pouco de comida no interior da gaiola e buscaria um gancho no cômodo onde pudesse pendurar a mesma, se houvesse uma rede ou algo assim usando tal gancho eu não veria problema em soltar nesse breve momento em que Hórus ficaria ali, o restante da ração e o pano que antes cobria a gaiola eu guardaria na mochila enquanto falava com o animal.  - Hórus você vai ficar aqui por enquanto, assim que terminar lá em cima eu volto para te buscar e te solto um pouco... - Terminando de guardar tudo minha atenção se voltaria para o animal enquanto eu colocava a mochila e prendia as armas da mesma forma que antes em Shells Town.  - Seremos uma equipe a partir de agora, peço a sua colaboração como o predador que é em minha caçada. - Olhando nos olhos do animal por mais alguns segundos eu ficava em silêncio, tinha meus objetivos e estava determinado a cumpri-los, talvez o que eu pedia ali fosse demais para um pequeno animal ou talvez ele sequer me entendesse mas para mim era importante deixar aquelas coisas claras.

 - Não vou e sequer posso obrigá-lo a vir comigo, ao mesmo tempo não posso prometer uma viagem fácil caso me acompanhe mas caso aceite vir comigo... - Um honesto sorriso se abriria em meu rosto sem nenhuma malícia ou alguma outra intenção sombria e sim uma pura expectativa de sucesso e outras grandes aventuras.  - ... Tenho certeza que vai se divertir como nunca... - Lembrava de meu encontro com Shantall para logo depois lembrar de como conheci a tripulação com qual eu viajava, nisso meus olhos começaram a brilhar.  - ... Uma vez atrás da outra você vai ter a chance de ultrapassar seus limites... - As imagens de todo o meu treino passavam na minha mente como um filme.  - ... E finalmente vai se provar o mais forte. - Lembrava de minha vitório e em como naquele breve momento eu me senti o maioral.

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Não sabia se a ave me entendia e tão pouco sabia se tal conversa ajudaria em algo mas em meu peito eu sentia um alívio por dizer tudo aquilo.  - Então pense com cuidado. - Diria antes de sair do cômodo e correr para o convés no objetivo de ajudar a tripulação em todas as tarefas necessárias para zarpar e para a navegação é claro.  - Foi mal! - Diria em resposta caso alguém reclamasse da minha demora em um tom de voz alto o suficiente para ser ouvido de onde eu estava, acreditava que depois de tanto desempenhar aquelas tarefas eu já teria certa noção de como ajudar a equipe e por isso tentaria evitar pedir ajuda, queria me mostrar certa auto suficiência mas se desse de cara com uma tarefa ainda confusão ou complicada para mim eu não hesitaria em pedir ajuda.



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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptySeg 21 Out 2019, 11:20

Jojo dado tudo o que tinha lhe ocorrido acabava até mesmo por preocupar á aqueles que lhe cercavam, era algo um pouco inevitável, visto tudo o que havia ocorrido a ele em sua jornada bizarra até ali. Inabalável? Seria impossível dizer que este seria o seu estado mas, certamente era alguém forte o suficiente para ao menos tentar se levantar e isso era algo que somava ao seu carisma, humanizava-o muito mais. Enquanto o barco já havia partido no momento em que ele tivesse chegado, teria ido guardar suas coisas no quarto, a águia o olhava com algo que misturava uma curiosidade à também o que pareceu uma pequena confusão, procurando por um gancho no local, não teria muito trabalho em pendurar a gaiola para que tivesse as mãos livres.

A expressão que ele via, enquanto falava apesar de não saber bem se o animal o entendia ou não era um pouco engraççada pois realmente poderia lhe passar a ilusão de que era a realidade de que ele estava lá e estava o ouvindo e entendendo, a nobreza ao qual a própria postura do animal tinha referente ás suas palavras talvez refletisse e pudesse dar a Jojo um incentivo para que continuasse a conversar com ele, algo que poderia ter lhe feito um bem extremo.

Um som alto teria reverberado, emitido pela ave, como se esta concordasse, era firme e seguro de si, como se a resposta perfeita para o que ele quisesse ouvir tivesse sido ali dada pelo animal, algo que poderia melhorar muito o seu ânimo. Voltando agora ao convés não havia bem alguém que estivesse irritado com ele ou algo do tipo, pareciam animados e agora, ocupados com suas tarefas, se é que poderia chamar a própria canção de uma tarefa, já que vinha de modo a trazer o ânimo para os demais continuarem na navegação. A sua frente, poderia ver um vasto azul do oceano e a ilha, já ao horizonte, caso tivesse a curiosidade para olhar. O vento vinha de forma agradável e o próprio cheiro salineo, poderia lhe ser agradável. Querendo ajudar de forma eficiente, sem que lhe cobrassem ou pedissem algo, Jojo poderia ver algumas oportunidades, poderia ter visto no mastro, na verdade, próximo a ele uma espécie de luneta e o próprio lugar vazio, onde ele poderia lá de cima ver mais e até mesmo dar instruções sobre obstáculos, outras embarcações dentre outras coisas, era uma oportunidade de exercer aquilo que melhor sabia fazer, claro depois disso ou daquilo.

Outra opção também que ele tinha caso quisesse ser proativo, teria sido reforçar os nós que prendiam as velas, que pareciam estar perto de se soltar, nada que fosse atrapalhar o percurso mas, que daria trabalho eventualmente. Logo mais estaria na cidade do começo e do fim, talvez fosse do seu interesse procurar mais sobre a cidade ao conversar com os outros, ou talvez quisesse apenas curtir o momento, não havia caminho errado que não fosse procurar o fundo do mar.

Citação :
Viagem 2/4

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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptySeg 21 Out 2019, 14:20

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A superação não é algo imediato ao contrário apesar de constantemente dizermos o contrário para nós mesmos, depois do funeral, depois de ver o corpo de minha amiga queimando naquela pira no navio que a mesma batizou tão eloquentemente de “Pussy Power” eu já havia dito e pensado milhares de vezes que agora eu estava bem. A verdade é que a superação é uma caminhada e isso eu já entendia bem, depois de largar o meu vício a drogas, depois de ser deserdado e expulso da minha terra natal, eu já entendia que superação era uma caminhada árdua e talvez fosse por esse motivo que teria jurado vingança pela minha companheira.

Com Hórus em sua gaiola com um pouco de comida no quarto eu estava livre para desempenhar as tarefas de apoio a tripulação, eu não queria admitir para ninguém ali mas estava afim de ajudar apesar do meu semblante demonstrar certa indiferença, aquilo fazia bem para a minha cabeça assim como o meu treino mas ali eu tinha a sensação de estar ajudando todos enquanto no meu treino eu apenas sinto o gosto da ansiedade e do meu desejo por vingança contra o Gatuno. Calado eu iria até as cordas para apertar o nó delas, tentaria fazer tal ação com minhas duas mãos enquanto o meu pé direito iria ser usado para pisar em tal nó na esperança do mesmo prover apoio naquela tarefa, esperava que tal gesto e ação pudesse me ajudar a apertar o máximo daquele nó. Iria repetir tal ação com cada nó para garantir que todos estariam bem fixos e apertados.

Depois de gastar um pouco do meu tempo com tal ação eu procuraria Yasha no convés, acreditava que ela era a tripulante com quem mais tinha intimidade apesar do Calavera continuar sendo aquele com quem eu mais conversava, se não a visse no convés eu a procuraria no interior da embarcação, contanto que a mesma não tenha pulado no oceano eu acreditava ser capaz de achar ela uma hora ou outra, quando a visse já iria acenar de longe de uma forma casual tentando assim chamar sua atenção sem que eu mesmo me destacasse muito. - E ae... - Diria assim que estivesse ao seu lado, apoiaria meu corpo em uma parede próxima, no muro ou qualquer outra coisa que suportasse o meu peso, com os braços cruzados eu continuaria o diálogo sem necessariamente manter o contato visual com a guerreira. - ... Loguetown né, o que você sabe sobre a cidade? - Não sabia se Yasha conhecia a ilha mas qualquer informação era útil para mim, meu olhar se manteria no além ou no horizonte caso tivéssemos a visão para o mesmo. - Sabe eu andei pensando sobre o que conversamos antes [....] Sobre esse ser seu último trabalho com essa tripulação. - Neste momento eu olharia para a amazonas tentando notar a reação dela sobre tal tema e sobre o que viria a seguir. - Olha eu não comentei nada para nenhum de vocês mas o motivo de eu ir para “Logue” é porque estou atrás de alguém [....] Essa pessoa é bastante perigosa e parece estar ficando cada vez mais influente e perigosa conforme o tempo passa [....] Ele matou alguém importante para mim... - Em cada pausa eu tomava fôlego para continuar com o assunto, era a primeira vez depois do funeral que conversava com alguém sobre aquilo e podia sentir certo alívio ao pronunciar tais palavras.

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Minha atenção abandonaria o semblante de Yasha e voltaria para o horizonte ou o além em uma parede ou qualquer outra coisa a minha frente. - Eu pretendo impedir ele em “Logue” antes que alcance a Grand Line, lá ele pode acabar se tornando mais perigoso e quem sabe a destruição que ele vai causar quando isso acontecer. Eu estava pensando que depois que eu capturá-lo e levar ele a justiça a gente poderia colar junto... - Ainda fitando o além eu sorria com a possibilidade de seguir viagem com Yasha após eu capturar o tal criminoso afinal ainda tinha que entregar a carta de Shantall para a tal Lisa Lisa no farol. ~ Pegar o gatuno é tarefa minha, uma pessoa querida morreu por causa dele e não quero que uma outra sofra o mesmo destino. ~ Refletia enquanto dizia as palavras de antes.


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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyTer 22 Out 2019, 13:12


Apesar de ser um trabalho que não teria o devido reconhecimento, dado o esforço e até o fato de ele ter sido o único a notar que os nós estavam sendo desatados, não poderia deitar-se sobre a glória do agradecimento pela ação, no entanto ele teve a certeza ali, de que sua ação havia sido muito mais do que útil, quando viu a diferença que havia entre a firmeza dos nós que lá haviam, a viagem de certo seria muito mais tranquila e segura graças as suas ações e em seu interior, poderia levar aquilo como algo positivo pois, também inferia na própria segurança. O curso seguia, onde ele poderia ver ao redor deles a uma distância maior que haviam navios que vinham de frente para eles, algo que teria claramente sido uma pista de que estavam próximos do porto de Loguetown.

Caso tivesse prestado mais atenção, poderia notar que dois dos três navios que mais lhe chamavam atenção eram navios cargueiros e comerciais, enquanto o outro maior com o símbolo do governo cheio de tripulantes com vestes brancas tratava-se de um navio de marinheiros, algo que era bem reconfortante em especial para o homem que cuidava da navegação, o longo azul poderia ser enlouquecedor ao ser observado por muito tempo, onde seria possível o ouvir falar sozinho. -Pela vastidão da visão, regojizo-me com o simples.- Dizia ele com uma voz pomposa e chamativa, onde teria sido possível ver o seu periquito o circulando e então traduzindo o que ele queria dizer. - Ainda bem que eu não estou vendo só água mais!- teria dito o bicho em uma voz que lembrou a um papagaio, algo que poderia ser motivo de diversão, antes que procurasse enfim, por Yasha.

Não demorou muito para que tivesse a encontrado na dispensa, estava com a mão cheia no momento com alguns pequenos pães de queijo de um saco de papel ao qual segurava, onde tinha a sua boca cheia no momento em que havia o encontrado. Ela tendo vista que teria sido pega ali beliscando, não como se tivesse fazendo algo de errado, teria apenas levantado a mão livre e falado. - Eae, servido?- ela teria dito estendendo a ele o saco de papel, para que ele pudesse pegar alguns se quisesse, enquanto conversavam, era de uma truculência gentil no fim de contas. O olhar da moça variava para entre o horizonte, onde parecia olhar para um canto aleatório da sala, como se não estivesse vendo nada apor ali a eventuais olhares que se cruzariam de maneira sutil. - Sei que é um lugar muito bom pro nosso grupo, a movimentação é grande...- Ela teria dito pausando para mastigar um pouco, agora sentando-se para  ficar mais confortável.

-Sei também que é o berço e o cemitério de sonhos, sempre me falavam isso.- Ela teria dito de forma mais leve, como se tivesse lembrado de algo que a fizesse animada, dado o tímido sorriso que se formou na lateral do rosto, por pouco tempo, antes de sua expressão ficar um pouco mais dura, como se fizesse a si mesma de durona. - Tem um QG e vários comércios  divertidos, a comida  dizem que é boa também, apesar de que há quem diga que tem lugares que cobram mais de 20 mil por um Ramen….- Ela teria dado enfase ao final, comos e fosse uma indignação própria ali, antes que ela repetisse em enfase. - Vinte mil por macarrão em uma água!- Ela teria dito enfiando mais um ou dois pães de queijo na boca, com a sobrancelha arqueada e a voz claramente indignada com aquilo.


Então Jojo teria  tendo o seu espaço para que a conversa prosseguisse, talvez  Yasha lidasse com a ansiedade dessa forma, parecia estar assim, poderia identificar isso muito mais por suposição e pela intimidade do que por ela mostrar algum sinal de fraqueza… Voluntariamente. Ela teria o olhado naquele momento, onde não sairiam palavras de sua boca, mas que seu olhar e o modo como prestava atenção, poderiam dar a pista de que ela queria entender mais sobre a situação, por mais que não fosse ter o trejeito social de o incentivar a falar, no fim ela gostava da companhia de Jojo, na maior parte do tempo, então pareceu que era um motivo para que a ansiedade piorasse um pouquinho sobre a chegada.


-Vingança então? Justiça? Honra a memória?- Ela acabaria pensando alto ao descobrir o motivo de ele querer ir para o lugar, era claro que não era uma pergunta mas, ela mesma tentando entender o motivo para aquilo o ter movido, dado tudo o que ela poderia sentir vindo dele por suas ações, apesar de serem muito parecidos nisso. -Não… Difícilmente algo que não é o amor ou carinho faz com que procurem algo assim tão fortemente.- ela acabaria dizendo sem se tocar que estava falando e não pensando e portanto, não esperava uma resposta ou reação a aquilo, onde mostraria-se surpresa, quase como se ele fosse um bruxo por ter lido seus pensamentos, o que geraria uma expressão engraçada por alguns momentos.

Ela então teria alcançado uma garrafa de vinho e aberto com o dente mesmo, como se usasse o grande gole que ela teria dado ao ouvir ele concluir a ideia para que organizasse os pensamentos e dissesse do melhor modo como era capaz.-Não seria ruim, pensar que poderia seguir em frente e se divertir um pouco mais, quando concluísse o que te machuca… É um caminho difícil- A bárbara teria dito algo que ela mesma nem havia prestado muita atenção de como poderia mexer positivamente ao mostrar um sentimento de aceitação,d e maneira que ela mesma nem teria percebido ou tido a intenção de demonstrar ali, de seu próprio jeito. Em breve poderia notar pelo som que havia mais movimento na embarcação, como se em breve fossem aportar.


Citação :
Viagem 3/4

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MensagemAssunto: Re: Bizarre Adventure: Black Dog   Bizarre Adventure: Black Dog - Página 11 EmptyTer 22 Out 2019, 15:11

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Eu poderia não me incomodar com a guerreira surrupiando comida mas Flufflypants com certeza devia se incomodar com aquilo dado a reação de Yasha, pelo menos era algo que eu imaginava, aquele grupo era bastante divertido e tinha um certo efeito em mim que ainda não sabia bem como descrever, Calavera era um músico em tanto que sempre tentava levantar o astral de todos apesar da sua falta de comprometimento com o trabalho mais braçal, Flufflypants me lembrava o mordomo de minha família apesar de Pants claro ser bem mais daora e às vezes até me lembrava um nobre se os mesmos fossem legais como ele, o capitão ainda era uma incógnita para mim, ele era um rosto bonito mas às vezes parecia burro feito uma porta, ou talvez ele só parecesse burro pelo seu jeito de se expressar. Com um acenar de mão eu dispensava o lanche e seguia com o diálogo já refletindo sobre as respostas da guerreira. ~ Amor é... ~ Refleti pensando em quanto tempo fazia desde de que reconheci algo assim.

Ouvindo a bárbara com atenção eu tentava manter meu olhar para o além para que ela se sentisse mais confortável em conversar comigo sem se ver obrigada a manter contato visual o que pareceu funcionar bem.- É eu acho que não seria... - Respondia ela depois de um breve momento de reflexão sobre o seu último comentário. Ficaria em silêncio ali ao lado dela por um tempo pensando no que tínhamos conversado, não demorou muito para que o som das ondas sendo cortadas chegassem até nós, talvez até mesmo ouvisse gaivotas e outros  sons provenientes de uma possível chegada ou o alerta de outros tripulantes, com um sorriso no canto de meu rosto eu me endireitei e comecei a caminhar para fora do recinto. - Ramen de 20 mil né? O coitado vai precisar de muito culhão para me cobrar esse valor. - Falei de forma sarcástica para Yasha antes de sair daquele cômodo e seguir para o convés apenas para ter um visão da ilha.

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Neste momento eu confirmava um pouco do que Yasha  tinha me falado, a marinha de fato tinha presença ali diferente de Organ, tinha chegado ao meu destino e não era possível negar a ansiedade e um pouco de nervosismo, com um semblante sério eu reavaliava as expectativas que tinha para com o lugar. ~ Bem parece que cheguei [....] A caçada vai começar em breve. ~ Se ninguém me impedisse eu tentaria seguir para o quarto pegar as minhas coisas e tentar mais uma vez domar a pequena criatura que tinha adquirido em Organ, caso alguém ali me pedisse para realizar alguma tarefa ou fizesse alguma pergunta eu responderia sem pressa e desempenharia a ação pedida com foco antes de voltar a seguir para o quarto.

No local eu iria recolher a minha mochila (não lembro se já tinha pego antes) com todas as roupas e itens que eu comprei antes, assim como os explosivos. ~ Talvez andar com bombas na mochila não seja muito sábio de minha parte... ~ Refleti por um momento pensando se alguém atirasse na minha bolsa, com certeza não era uma cena bonita de se imaginar mas foda-se, daria de ombros e deixaria as bombas ali de qualquer forma. Mais uma vez olharia para o Hórus em sua gaiola, queria garantir que o mesmo não fosse sair voando para longe no momento em que o tirasse da gaiola e por isso tentaria reforçar os nossos laços.

~DOMA part.2~

Vendo o pássaro ali em sua gaiola provavelmente descansando depois de comer um pouco eu abria uma pequena fresta na portinhola de sua gaiola, não o suficiente para ele passar por ela já que junto com a abertura de tal passagem eu já inseri o meu braço sem medo de ser bicado ou atacado pelo animal. Precisava fazer a criatura se acostumar comigo assim como tinha se acostumado com o seu tratador anterior, eu não tinha medo do Hórus e também não acreditava que ele iria me atacar e o motivo disso era óbvio. ~ Não se ataca a mão que lhe alimenta, lindão. ~ Apesar de possuir um amor grande por animais em geral durante um treino ou uma doma era preciso se manter sério e agir de forma fria e calculada.

O animal ainda me estranhava o que era de se esperar mas sem muitos movimentos bruscos e de forma gentil eu ia aproximando minha mão até o seu peito, tal ação fez com que a criatura levantasse suas asas e inclinasse um pouco a sua envergadura em um estado de alerta, talvez ele poderia demonstrar que estava atento a minha movimentação e não deixaria-me agir como bem entendesse, de qualquer forma eu também era cabeça dura e não desistiria de forma fácil. Desistindo de levar a minha mão até o peito de Hórus na esperança de o acariciar eu iria mover a minha mão até a altura dos pés do animal, as posicionando poucos centímetros a frente de suas patas.

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Com o meu corpo agora bloqueando a passagem pela portinhola da gaiola eu abriria a passagem mais uma pouco apenas para minha outra mão também entrar na gaiola e seguir até o pote de comida da avê, as tiras de carne ressecada que tinha comprado na petshop, com uma mão ainda posicionada em frente das patas de Hórus a minha outra mão com o alimento se aproximava da criatura para alimentar a mesma contando que ela desse um passo para frente. Hórus é uma ave esperta, apesar de não entender as minhas palavras os meus gestos e ações entregavam as minhas intenções, ele já tinha sido tratado dessa forma antes e por mais que a criatura me estranhe no fim ele parecia considerar a possibilidade de ser uma pessoa como aquelas que trabalhavam na loja e só queriam o seu bem. Com um passo cauteloso a criatura subiu na minha mão e me deixou movimentá-la até a outra que segurava a carne, em um movimento rápido e típico de uma ave rapina o falcão comeu a tira inteira sem nenhum problema, a mão que antes segurava o alimento em um movimento foi até a cabeça do falcão para acariciar o mesmo em um puro gesto de carinho.

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Tal gesto para mim não era só uma conquista valiosa como uma válvula de alívio, fazer carinho assim como receber carinho era relaxante de uma forma que eu não sei explicar ao certo, o fato era que aquilo colocava um sorriso em meu rosto, iria acariciar o topo da cabeça de Hórus e depois ia descer a minha mão pela espinha da criatura antes de voltar a fazer o mesmo movimento denovo e denovo até eu me dar por satisfeito. - Quer comer mais um pouco? - Perguntaria enquanto levava minha mão livre até o pote de comida para oferecer mais, não via o porque restringir o animal de se alimentar já que não desejava treiná-lo e sim domar ele, se parecesse interessado eu o daria mais comida antes de repetir os carinhos de antes. Depois de gastar um tempo ali eu colocaria Hórus de volta no poleiro da gaiola e removeria minhas mãos enquanto ia fechando a portinhola da gaiola.

~Fim~

Com a gaiola mais uma vez fechada com o falcão em seu interior eu mais uma vez iria cobrir ela com o pano que comprei na loja de Organ para que o animal não ficasse muito ansioso com a movimentação. Iria em direção ao convés com todas as minhas coisas devidamente equipadas ou guardadas na mochila, carregando a gaiola eu agora apenas esperava a embarcação se aproximar mais da ilha antes de eu fazer o teste final de minha doma e soltar o pássaro engaiolado.



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