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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!

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MensagemAssunto: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptyQua 21 Nov 2018 - 22:08

Relembrando a primeira mensagem :

Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Rimuru Tempest. A qual não possui narrador definido.


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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptyQui 2 Maio 2019 - 21:02

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Rimuru Tempest



Minha mente estava em um turbilhão de pensamentos tanta informação que meus neurônios chegavam a ceder, frustrados demais para se manterem convincentes com a situação proposta de instantes para instantes sem pausa ou intervalos, a adrenalina do meu corpo começava a ferver desde que o dia começou têm sido um momento sorrateiro surgindo atrás do outro com algum acontecimento inusitado, uma fagulha do inesperado sempre acendendo o pavio para a destruição de meus planos, ideias que estão constantemente sendo destroçadas e reajustadas, adaptações forçadas que estão deixando minha cabeça aos brandos.Eu não posso deixar isso acontecer,não tenho muito tempo para pensar quanto antes eu demorar para agir mais difícil será para reparar, palavras de nada adiantaram perante tamanha confusão, a vítima se encontra em alerta e qualquer atitude que leve a sua fuga apenas me traria grande aflição.Flexionaria o joelho e impulsionaria meus pés para frente em uma investida momentânea contra minha presa branca,atirador contra atirador em um duelo mortal para o esquecimento,se um disparo ocorrer talvez seja minha derrota então conhecer meu próprio estilo e fundamental para reagir e corrigir os meus erros até agora.

A arma encontra se em sua cintura, um revólver como amor e ódio que vim a utilizar ao começo de tudo, os passos que o levaram para atacar são semelhantes aos que sempre tive que realizar,sacar,mirar e atirar, duvido que venham a ser diferente agora por isso sem pestanejar ergueria ambas as mãos em seu campo de visão para que sua atenção estivesse focada no meu abdômen para cima fortaleceria o músculo de meus braços e esperaria como uma cobra paciente pronta para dar o bote certo, quando sua arma estivesse apontada seguraria no cano com a mão esquerda para afastá-lo na direção oposta a minha e de Emma evitando o incidente de balas perdidas aguardando para a contra reação que seria retorná-la para a mira de seu alvo,com a mão direita me aproveitaria dessa deixa para abrir o tambor do revólver e descarregar as balas com um tapa de cima para baixo.Caso fosse bem sucedido ou sentisse um empurrão,soco ou hostilidade a caminho pisaria em seu pé com a sola de minha bota e arremessaria uma bala em sua boca para fazê-lo ficar calado,movimentaria  meu antebraço em  direção ao seu queixo como uma investida perfuradora para tentá-lo fazer engolir a mesma e se atordoar com a ação repentina:

-Emma!Exclamaria sem muitas explicações esperando o auxílio, combate corpo a corpo não é uma de minhas especialidades portanto tenho que evitar estender a ação por tempo além da proporção de um elemento surpresa.

Procuraria evitar ser atingido ou permitir que minha parceira abatida sofresse mais danos me  esquivando para os cantos através de rolamentos  ou puxando seu corpo para o lado me deitando de bruços sobre a mesma  agarrando a pela cintura  e rodopiando ambos para o lado.Se não houvesse alternativas procuraria um material acolchoado e empurraria o contra o corpo do marinheiro disparando com minha pistola sobre seu corpo com o utensílio para abafar o som o máximo que meus dedos rígidos pressionando e a eficácia do produto pudessem oferecer.No entanto se fôssemos capazes de imobilizá-lo novamente retornaria a enfiar minha mão no interior de sua cabeça de maneira ríspida e ágil retirando o máximo que pudesse, pegaria a espada de Illya ou uma faca em meio aos talheres de minha mochila assim como a caixa de fósforos e procuraria cortar o rolo em desespero acendendo uma pequena brasa e incendiando o restante ainda em sua cabeça:

-Se consigo vê-los talvez possa destruí-los Confirmaria com certa curiosidade sobre meus novos poderes e incertezas esperando descobrir o que poderia estar por vir.

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptySex 3 Maio 2019 - 16:12


"Neuralizador Natural" : 10
Apesar de uma situação tensa, poucas pessoas na sala já a haviam entendido prontamente, entre ela estavam o soldado Derek, Rimuru, a enfermeira que se aproximava, e surpreendentemente, Emma. A dupla de detetive e aprendiz avançaram contra o marinheiro de uma vez, este que se mostrava rápido em sacar o revólver, infelizmente para ele em todo o trabalho de destravar a arma, apontar, mirar e disparar, Rimuru já empurrava seu braço para o lado fazendo com que um disparo em falso no teto fosse dado.

- Kyaaaah! - Gritou uma civil que estava na recepção em resposta ao disparo e todos os outros iam ao chão com medo.

Enquanto isso nem era preciso gritar o nome da gatinha, ela circundava o alvo e o cortava baixo nas duas pernas do marinheiro, que parecia que ia ceder, em fato se ajoelhar pelo ferimento, mas ao invés disso, percebendo que Rimuru tentava sabotar seu armamento, ele apenas largou o revólver no chão, desceu seu braço até o ombro do celestial, e o puxou com tudo em um encontrão de cabeças.

Bam! Uma cabeçada bem entre os dois olhos do detetive que foi empurrado tonto para trás. Rimuru até tentou pisar no pé do marinheiro, mas não tinha apoio nenhum para tal enquanto cambaleava para trás, igualmente fazia Derek, vacilava não só pela dor nas pernas mas talvez não esperasse que a cabeça de um ser tão fofinho e inofensivo como Rimuru fosse ser tão dura, e isso dito ele cerrava os dentes de dor enquanto ambas as suas mãos iam até a testa.

Mas se tinha uma coisa que Rimuru era hábil era acertar coisas a distância, pegando uma das balas que guarda nos bolso, o celestial acertou direto nos dentes do desatento Derek que talvez tivesse de ver isso num dentista depois, pois o dano do impacto era evidente na hora em que ele cuspiu um dente fora enquanto Emma lhe dava uma rasteira com as garras por trás o derrubando no chão atordoado.

- Nyahn! Peguei! - Gritou Emma saltando e ficando por cima do marinheiro o prendendo no chão, só precisou de alguns instantes para que o foco de Rimuru se ajustasse novamente após a pancada. Se aproximando conseguiu notar que Derek ainda estava pouco consciente apesar de imobilizado, com a mão na cabeça do marinheiro e um pouco de concentração e lá estava aquele rolo de filme estranho saindo novamente. Ei! Até que você começou a pegar o jeito na coisa, ou quase isso…

De qualquer forma, tinham alguns quadros que chamavam a atenção, entre eles a investigação de algumas cenas de crime que envolviam os colegas de Rimuru, um tour completo pelo QG de Wonderful, o momento em que West foi recrutado pelo Tenente Yama, e tinha até mesmo um trechinho de Jeanne - vestida como marinheira - infiltrada no QG.

Pegando uma katana entre seus pertences, Tempest conseguiu cortar um trecho do rolo, a parte cortada permanecia em sua mão enquanto o resto retornava ao seu dono como uma fita métrica. Não havia muito tempo para comemorar, logo tanto Rimuru quanto Emma sentiram o forte impacto que os afastava do soldado, era Tina, o animalzinho rosa que atropelava ambos com a maca que estava indo buscar antes.

Ao mesmo tempo a enfermeira Joy corria até a arma derrubada pelo marinheiro, e com as mãos tremendo, ambas segurando o revólver, ela apontou o objeto para Rimuru.

- P...P-parados aí, nem mesmo um movimento! - Ela gritava, estava claramente nervosa, talvez em desespero.

Em meio a isso, o marinheiro levantava, atordoado e confuso com aquilo tudo, estranhamente ele já não olhava mais para Rimuru com hostilidade, mas sim com preocupação ao ver seus ferimentos e seu revólver nas mãos de outra pessoa, mas ainda meio grogue por tudo aquilo.


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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptySeg 6 Maio 2019 - 21:17

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Aprendendo Psicologia em uma clínica~Post de aprendizado


Impressionante, fabuloso, sensacional, então esse é o poder de um fruto do demônio e pensar que eu estava focado em saber o quanto eu poderia visualizar das lembranças de alguém mas acabei por sendo capaz de extraí-las também, isso sem dúvidas é um dos melhores presentes que um detetive poderia sonhar até porque não tive tempo suficiente para analisar com atenção todos esses frames que passaram sobre meus olhos e ao mesmo tempo possuem tantos detalhes sobre mim e meus companheiros.Porque um marinheiro raso como esse possui tanta informação?Será ele alguém importante ou nossa companhia tem uma reputação tão baixa que sigilo não é necessário para comentar ao nosso respeito? Independente de como seja eu tomarei as devidas medidas assim que terminarmos os afazeres daqui, com um pouco de bajulação aqui e algumas palavras belas ali acho que consigo fazer uma atuação digna de explicações que levem a um desfecho pacífico, mas antes de mais nada acho que preciso esconder esse rolo de memória que peguei em algum lugar, seria chato ter que inventar uma desculpa para esse pequeno detalhe em algo tão banal como isso, nem chega a ser um grande desafio para um detetive fascinante como eu e apenas uma enfermeira em suas crises de pânico para proteger os pacientes quantas vezes já não vi situações parecidas por atitudes que tomei, bem em minha defesa chutar a barriga daquele paciente para saber se ele realmente havia sido atingido no canto esquerdo do corpo com aquele caco de vidro me pareceu bastante efetivo na época.

Depositária o rolo em minhas vestes me certificando que ele não cairia ou sairia do local sem a retirada externa de alguém e que estivesse em uma área sobre o alcance dos meus olhos e então me levantaria me dirigindo a minha companheira caída segurando sua mão com ambas as minhas, demonstraria uma expressão triste e de preocupação real embora a estivesse usando pelas minhas próprias ambições e atitudes frias,massagearia suas costas para me certificar de que ainda está respirando e  acenaria para o marinheiro atuando um sorriso galanteador estufando o meu peito para tirar proveito de minhas propriedades femininas:

-Obrigada pela sua ajuda cavalheiro,sinto muito pela minha amiga ela deve ter tido um súbito ataque de terror devido a agressão que levou daqueles delinquentes asquerosos,acredito eu que ela venha a ficar melhor após uma noite de repouso. Ergueria meu corpo devagar com os braços nas costas caminhando gentilmente na direção do indivíduo e abençoando o com um leve e suave beijo em sua bochecha:

-Claro que tudo isso não teria sido capaz de acontecer sem a ajuda de alguém forte e justo como você,estou com grandes expectativas de sua carreira espero te ver em um grande posto quando seu nome estiver estampado no jornal e eu puder me gabar com minhas amigas que conheci o herói de que todos falam, ririririri, você pode ir agora,acredito que irão precisar de sua ajuda para conseguir encontrar os criminosos ou irão fracassar miseravelmente...e senhora.Exclamaria observando a enfermeira com certa curiosidade e paciência sendo simpático por respeito a um colega mas sem saber se seria digna de minha confiança por hora:

-Sinto por qualquer incómodo que lhe tenha ocorrido, sou uma amiga de Robert e ele poderá lhe explicar melhor a situação embora posso te dizer que tudo que aconteceu até agora foi necessário e terá que confiar em mim para não causar tragédias desnecessárias em sua clínica,poderia por favor devolver a arma do bom rapaz? Assim ele pode fazer vista grossa de você tê-la pego sem permissão, não é mesmo meu garotinho? Piscaria com o canto do olho para o marinheiro em um pequeno flerte buscando influenciá-lo aos meus padrões de direção.Gesticularia para que Emma se aproximasse de mim e ajudaria a quem quer que estivesse disposto a fazer o serviço a colocar Elizabeth em cima da maca e segurar sua mão enquanto caminhariamos rumo a sala destinada lhe cochichando ao ouvido encorajamento:

-Vai ficar tudo bem guerreira, você é forte e realizou seu trabalho com fervor. Tem muito a ficar orgulhosa de si mesma,relaxe que em poucas horas estará se sentindo nova.

Se adentrar o recinto onde fosse realizado os cuidados médicos impediria meu atendimento imediato se mostrasse se preocuparem comigo e colocaria minha felina a frente acariciando levemente sua cabeça e me apoiando em seu ombro enquanto respiraria com calma para aguentar minha própria dor por um tempo maior:

-A responsável tem que arcar com o peso de seus atos, me orientem em qualquer ação que possa estar realizando para apoiá-los, recusarei tratamento até os meus estarem bem.

Ajudaria conforme me fosse instruído se permitido,do contrário apenas me sentaria ao canto da parede descansando e analisando todo o local de leves em leves momentos segurando a mão de minha aluna ou de Elizabeth para lhe transferir forças e quem sabe certo apoio moral.Procuraria por Robert, se ele não estivesse por lá qualquer outro médico de meia tigela serviria e com leves cutucadas em seus ombros questionaria por ensinamento que me levasse a burlar futuras situações desesperadoras:

-Hey talvez seja muito tarde para falar sobre isso mas eu quero que me ensine a diagnosticar as pessoas,se eu souber identificar suas intenções e comportamentos posso fazer com que elas não excedam suas capacidades sem razão, dizem que médicos sabem uma coisa ou outra sobre psicologia para atender seus pacientes.

Seguiria os ensinamentos e em meio a esse tempo meu próprio tratamento,fazendo leves anotações em meio a minhas folhas avulsas para que venha a consultá-las depois se estiver confuso ou perdido sobre algo que venha a ter me esquecido, caso me venha a ser apresentado procuraria fazer demonstrações práticas e teóricas para aprofundar meu aprendizado mesmo que tenha que utilizar a mim mesmo ou demais pessoas presentes como cobaias de experiência.Questionaria meu tutor(a) frequentemente sobre seus métodos e reações até que estivessem claros o bastante para que pudesse entender e estudaria o quanto me fosse permitido sem tempo a perder.

Finalizado tudo isso pegaria o rolo de memória e veria a parte que dizia a respeito de meus outros companheiros para saber como eles estariam e o que tivesse tempo para ver além disso, do contrário voltaria a guardá-lo buscando ver o restante em uma ocasião avantajada:

-Agora que está tudo moderado, será que alguém poderia me falar da situação atual de Kelly?Esperaria pela resposta e se possível procuraria ver aonde ela estaria se sua situação ainda estivesse deplorável derramaria uma lágrima em virtude ao seus esforços soluçando algumas desculpas que ninguém seria capaz de ouvir, agora se ela estivesse bem iria até suas costas acariciando seus ombros e seguido para sua cabeça,gentilmente me movendo para sua grandes orelhas onde por fim.Apertaria com força e raiva quase esperneando de ódio:

-Porque diabos não me disse que não sabia lutar? Você quer morrer tanto assim sua pirralha?Depois de tudo que me fez sentir irei te fazer passar por um treinamento rigoroso para ficar ao mesmo patamar de minha aluna preferida!Espero que tenha sido grata pela sua sobrevivência pois irei te fazer aprender tanto que desejara ter caído naquele momento.Relaxaria o aperto e deitaria a cabeça em cima da sua derramando lágrimas sem controle e abraçando:

-Idiota…

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptyQua 8 Maio 2019 - 23:29


"Eu não sou paga pra isso..." : 11
A situação não poderia ser mais estranha pra qualquer um dos ali envolvidos, Rimuru se levantava, tentando se aproximar do marinheiro de toda a situação este que só não estava mais confuso do que Emma, a perda de memória recente de Derek deixava aturdido e alarmado com apenas uma coisa, como diabos ele se teleportou do QG até aquele lugar com uma enfermeira apontando a arma do próprio soldado para civis.

- Senhora… Se acalme. - Disse Derek para a enfermeira Joy, mas toda aquela situação nervosa só a deixava ainda mais afobada, e ao ver Rimuru contrariando sua ordem ela em um momento de descontrole atirou contra o chão próximo ao detetive.

- Eu disse pra não se mover um centímetro! - Sua respiração era pesada, movida pelo puro instinto de sobrevivência, notando a arma apontada para o chão Derek foi rápido o suficiente para pular na enfermeira como uma daquelas cenas de futebol americano, meio segundo depois o soldado levantava com sua arma em mãos deixando Joy toda desmantelada no chão.

- Ufa… - Soltou Derek um suspiro de alívio, Rimuru por fim tinha a chance de explicar a situação, ao menos ele tentava, quando falava do “sinto muito pela minha amiga” o soldado achou que a frase se referia a enfermeira, esta que por outro lado levantava do chão, toda dolorida e com cenho fechado.

Mas logo o soldado olhou para o relógio na parede, e espantado com o lapso temporal que teve, ele saiu apressado.

- SHIT! Eu to muito atrasado, hoje a noite ia chegar um figurão do East Blue e eu ia ser escalado pro esquadrão dele, merda merda merda. - Ele fazia menção de ir embora e então retornava, segurando nos dois ombros de Rimuru com uma certa euforia. - Ta tudo certo aqui então né? Vocês são amigas? Ótimo, eu tenho que ir. - E assim corria clínica afora. - Até mais! - Ele provavelmente não levaria muito tempo pra perceber o quão perdido e maluco estava, não lembrava dos dois últimos dias e seria zoado pelos colegas por um bom tempo, mas logo esqueceria dessa história e viveria a viver sua vida normalmente,

Com isso só restava a enfermeira extremamente nervosa, porém sem mais a interferência do marinheiro Rimuru conseguia explicar melhor quem ele mesmo era, e ao ouvir o nome de Robert a mulher baixava um pouco a bola.

- Jeez… Eu não sou paga pra isso. - Em meio a isso o animalzinho rosa junto da ajuda de Emma colocava Elizabeth na maca e então a enfermeira guiava a loira e seus acompanhantes até uma sala de atendimento onde relaxava uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], era alta e bonita, usava ao invés de jaleco uma camisa social branca, tinha uma longa saia que ia até o joelho e o resto das pernas era coberta por uma meia calça na mesma cor das luvas que vestia; preto. Seu cabelo era curto e preso com uma presilha de borboleta, até que todos entrassem ela pareciam estar sentada despreocupadamente tomando um suco de caixinha.

- Doutora Anna! Ferimentos graves de tiros e queimadura, ela se esforçou muito e desmaiou pela perda de sangue. - Disse a enfermeira logo que entrou na sala. A médica por sua vez só precisou de meio segundo para processar tudo.

- Joy pegue um soro fisiológico e me traga o material de limpeza, vamos precisar também de uma transfusão de sangue, Chansey! - A criaturinha rosa fez uma posição de sentido em resposta a seu nome. - Faça o teste do tipo sanguíneo! e vocês duas. - Ela analisou Rimuru e Emma rapidamente. - Vocês estão bem, aguentam mais um pouco, esperem do lado de fora. - E assim guiou ambos para fora onde fechou a porta, era incrível como ela conseguiu administrar aquela situação surpresa como se não fosse nada, e mais incrível ainda sua frieza.

A dupla de detetives teve que esperar por uns vinte minutos do lado de fora, e nesse meio tempo Emma até que tentou distrair Rimuru, o animar um pouco.

- Shishou shishou. - Esperou por uma resposta. - Aquela hora que o soldado segurou seus ombros, e o caminho até aqui… - Ela deu uma pausa dramática. - Rolou o maior climão, Nyshishi. - Obviamente não havia acontecido nada, mas quem sabe o que se passava na cabeça da felina.

Logo a porta abriu, a primeira a sair de lá foi a enfermeira, parecia evitar contato com o celestial e seguia direto até a recepção, lá de dentro a doutora falava:

- Você podem entrar agora, sua amiga vai ficar bem. - Já cara a cara uns com os outros, um silêncio desconfortável se instalava no ambiente. - Amigos do mestre Robert é? Hmmm, okay, não vou fazer perguntas, Chansey tome conta da gatinha enquanto eu trato essa outra aqui.

Mas é claro que Rimuru interviu, ele só não esperava que sua médica fosse tão pragmática quanto, enrolando um jornal que estava por perto ela acertou o detetive na cabeça como forma de repreensão.

- Idiota! A última coisa que eu quero é alguém morrendo por bancar o herói, temos gente qualificada para todos então me deixe tratá-la. - Mas não dava pra culpar Rimuru, afinal quem confiaria sua amada aprendiz a uma bola rosa que parece o Kirby. E se a Emma fosse absorvida?

E assim o detetive e a começaram seu confronto de um resistir ao tratamento e a outra mais machucando do que curando, no final a doutora Anna estava quase estrangulando Rimuru com bandagens quando o tratamento de Emma acabou, e com sua gatinha completamente ilesa o celestial cedeu. Todos os seus ferimentos estavam curados, mas ainda precisariam do descanso de uma noite para ficarem cem por cento.

O assunto de ensinar veio a tona, e era quando os olhos da médica brilhavam como uma felina vendo uma oportunidade de tirar proveito.

- Certo, eu te conto algumas coisas, mas em troca você vai fazer o que eu mandar e descansar pelo resto da noite! É importante para sua recuperação. - Disse em seu tom meio impaciente, dito e feito, por algumas horas a doutora mostrou algumas técnicas de psicologia, como identificar padrões, a ciência por detrás das microexpressões faciais e métodos de resolver alguns problemas.

No final eram entre oito e nove da noite quando as discussões terminaram, tanto que Emma já cochilava em uma das camas do quarto. Anna saiu para buscar um café ou outro suco de caixinha, nunca se sabe, já Rimuru aproveitava o momento sozinho para checar as memórias do soldado.

No fim era até decepcionante, quanto a Jeanne, ele só a viu uma vez andando pelo QG e conversando com soldados como se fosse uma superior, não era muito difícil deduzir que foi assim que ela conseguiu a entrada segura de Ria na ilha. As outras notícias com relação aos companheiros de Rimuru e sobre uma biblioteca destruída pela Ruiva que comandava um pequeno grupo de piratas lutando contra agentes do governo, e a última notícia era uma cena que o próprio detetive havia presenciado. A Loja de químicos em frente ao estabelecimentos de armas, sim essa mesma que havia pego fogo, as investigações apontavam para um mink metade panda e a outra metade todo branco, um vendedor e uma garotinha morreram no processo.

Antes que pudesse ver mais coisas a porta do quarto abria novamente, dessa vez era Robert, parecia exausto mas aliviado, mal havia acabado de sair da sala de cirurgia mas tinha boas notícias para dar.

- Que bom que vocês estão bem… Felizmente conseguimos salvar Kelly a tempo, ela está dormindo agora e não sei quando vai acordar, mas está estável.

O homem não permitiu que ninguém entrasse no quarto privado onde estava a coelha, mas era possível vê-la através do vidro aberto para o corredor, foi quando Rimuru soltou suas palavras ao vento, mesmo sabendo que Kelly não poderia ouvi-lo no momento.

- Não se preocupe. - Acalmou Robert. - Ela vai ficar bem, o resto de vocês devia descansar também . temos chuveiros no banheiro se precisar. - O nobre se mantinha ali mas em uma distância respeitável, já vinda da cafeteria, Rimuru podia sentir uma aura assassina, muito provavelmente vinda da Doutora Anna pelo celestial estar fora da cama e perambulando por aí.


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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptySex 10 Maio 2019 - 22:50

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Rimuru Tempest


Essa doce aura cativante de pessoas desejando meu couro, não posso lhes contradizer afinal até mesmo eu sabendo de toda minha gloriosidade gostaria de ter um pedacinho de mim, podem ser admiradores do meu árduo trabalho ou rivais ansiosos pela minha queda, qualquer indivíduo racional deseja ao menos uma lasca de meu ser para lhes conquistar o dia, isso é uma parte difícil de ser um grande detetive conhecido como o melhor do mundo mas não tem nada que possa fazer a respeito disso, bom não que seja verdadeiramente o caso com certeza descobriria a solução para esse problema facilmente porém quem não gosta de ser o centro das atenções uma vez ou outra não é mesmo?Embora eu ainda não esteja cem por cento confiante de que as coisas deveriam ser assim recentemente, eu falhei e não foi um erro superficial e fácil de se reparar como um ingrediente diferente em um prato de comida que poderia ser utilizado para a construção de uma nova obra prima e improvisada, seria mais algo como o coração de alguém partido após eu o rejeitá-lo e ela ter que viver o resto de sua vida miserável sabendo que jamais me terá sobre seus braços repugnantes ao ponto de serem incompatíveis com minha pele sedosa e magnífica.Tolos como ousam pensar que sou de fácil calibre para suas retinas?deveriam se esforçar melhor se desejam conquistar o mundo, bem deixando isso de lado tenho pensado bastante enquanto descansei e estive me recuperando aos poucos e gostaria da opinião de outra pessoa a respeito disso,ela jamais se equipara a minha resolução ou talvez nem agregue em muito em meus ideais e decisões e ironicamente dizendo e por essa razão que quero tanto ouvir as palavras de alguém, prestar a atenção em coisas triviais e inferiores são tudo o que preciso para alimentar meu ego e fazer me se sentir glorioso novamente e deixar esse sentimento esquisito sair para fora de meu corpo, um aperto tão forte que mesmo com curativos meu corpo continua sentido algo muito além.

Gesticularia uma pequena tosse como se quisesse chamar a atenção o que de fato almejava,tampando a bem dita com o auxílio de minha mão direita enquanto palpitaria os dedos da esquerda levemente sobre alguma superfície para me tornar mais relaxado acalmando os nervos ,focaria minha atenção sobre o jovem Robert sua companhia deveria servir para algo nesse momento onde irei me abrir para alguém não totalmente digno e nem sequer indesejável de tamanho ato de pura vontade, ele é uma boa pessoa, não das melhores e nem a certa como minha parceira só que uma voz ativa diferente da qual eu já saberia a resposta felina, morderia um pouco os lábios com os dentes roçando sobre a boca abrindo os com calma fazendo uma pequena pausa para uma respiração suave e tranquila antes de começar a falar com meu jeito de sempre e conveniente:

-Hey Robert, o que você pensa ao meu respeito?Certo isso não é de longe a pergunta seria, mas convenhamos todo mundo quer ouvir algo animador antes de falar sobre o assunto pertinente, não me canso de ouvir que sou incrível e as pessoas podem muito bem dizer e confirmar quantas vezes forem precisas,apenas para que eu as afirme e ponha as em seu lugar abaixo de mim, expressaria um sorriso meio sem jeito é daria uns tapinhas em seus ombros em um gesto amigável continuando o diálogo sem prestar muita atenção no que ele tinha dito já sabendo qual seria sua resposta me atentando mais para o presente momento:

-Eu me culpo um pouco pelo ocorrido sabe todas essas coisas acontecendo e eu tendo que ser o responsável por cada uma delas na linha de frente como o grande detetive incrível que eu sou e respeitam, liderando e orientando através das decisões mais lógicas a respeito da situação traçando o caminho para o sucesso que clama pela nossa ganância em meio a essa trilha escandalosa cheia de obstáculos invólucros.Abaixaria a cabeça coçando a traseira de minha nuca incomodado com o que haveria de dizer mais sabendo que haveria de ser dito:

-No entanto é isso que sou, o melhor em uma coisa, não sou o melhor combatente nem o melhor orador, médico, navegador ou invencível como possa parecer, não, não sei o que vai dizer, você é incrível! Pra que tanta frescura e sabe de uma coisa eu sou sensacional mesmo, só que… em apenas um ofício e mesmo que reconheçam meu potencial ele é apenas um em meio a tantos outros que podem estar a solta por aí e eu saberia encontrar todos eles com minha busca dedutiva apenas para confirmar minha tese.

Pegaria alguma coisa para beber ou comer nem que tenha que me levantar para me servir fazendo uma pequena pausa em todo meu monólogo extenso, com uma voz encantadora quanto a minha ele deve está se embebedando em fofura e para sua sorte eu ainda tenho muito a falar embora prefira continuar com isso após petiscar alguma coisa para saciar ao meu estômago:

-Naquele momento pensei que seríamos capazes de demonstrar todo meu potencial para a Madame completando a lista inteira de tarefas embora só me fosse necessário uma para provar minha superioridade, mas não estamos prontos para isso, nos falta tanto força quanto treinamento para exercemos atividades marcantes, sem contar que muitas das vezes meus problemas não foram apenas resolvido por mim, mas apenas com uma participação nelas, sendo resgatado por alguém ou auxiliado seja por um conhecido ou até mesmo pela própria sorte.Encararia Robert com uma expressão sarcástica e cada vez mais insana dando uma leve risada antes de continuar a relatar:

-Por isso estive pensando em algo para tapar esse buraco de lacunas que estamos deixando em aberto, criei um cronograma em minha cabeça com ações que devemos tomar para que essa rotina desesperadora não volte a acontecer constantemente, sei que sou apenas o maior detetive do mundo, mas isso não quer dizer que não posso ser mais, já provei ser capaz de uma grande coisa então irei mostrar que essa celestial possui mais de uma carta na manga,ririririri. Retiraria a pistola de seu coldre descarregando suas balas e colocando cada uma delas enfileiradas lado a lado sobre uma superfície rente, vinte projéteis dispostos em sequência, vinte operações a serem realizadas uma a uma antes de resolvermos esse caso absurdo, conforme explicaria de antemão para Robert como iríamos prosseguir desde então deixaria espaços para que ele me contasse sua opinião entre uma a outra a não ser que ele pareça contrário a minhas informações o que me faria transmitir-lhe mais rápido dando pouco espaço para mal dizeres derrubando bala por bala a cada passo a passo trajado:

-Esperaremos pela total recuperação de todos aqui presentes, um corpo danificado de nada presta produtividade e sem ganhos não há benefícios e sem benefícios a ausência de crescimento entre ambas as partes, temos que crescer se desejamos sobreviver e para isso temos que estar em nossas melhores condições.Brincaria um pouco com a primeira bala com a ponta do dedo a derrubando já colocando o indicador por cima da segunda e faria a chacoalhar de um lado para o outro.Procuraremos os demais e nos reuniremos no barco com nossos colegas e amigos e a partir daí reportaremos o sucesso da missão para a Madame.Daria um peteleco na segunda bala de maneira que ela derrubasse a terceira revelando a conclusão de mais dois objetivos.Entraremos em um consenso e então buscaria  um lugar adequado para nos isolarmos do mundo por alguns dias ou quem sabe meses, nesse lugar procurarei treinar meu corpo para combates ousados,aprenderei a lutar com meus próprios punhos e quem sabe com armas diferentes,estudaremos táticas e realizaremos as dia após dia até nos acostumamos com elas, cada um irá passar por uma série de atividades que sirva para implementar corpo e mente quando estivermos preparados iremos caçar nosso primeiro desafio atacaremos alguém a nosso nível e mediremos nosso potencial.

Formaria um punho acima da cabeça batendo contra a superfície derrubando todas de uma vez, talvez Robert não percebesse devido a tanta informação seguida uma da outra mas não mencionei todos os objetivos e tem alguns que prefiro deixar exclusivamente para mim:

-Com isso concluímos os preparativos, você não precisa participar disso se não quiser entenderei se desejar  ter uma vida calma e tranquila longe de confusão e até mesmo lhe apoiarei mas eu sou um grande profissional e depois de tantos incidentes descobri que posso ser ainda mais além disso.

Retornaria as balas no pente fazendo menção de voltar para os aposentos onde Emma estaria levando algo para que ela se alimentasse para que a mesma não precisasse ter o esforço de vir até aqui:

-Só espero que pense um pouco a respeito,vou descansar o quanto puder por hora, vejo você depois me avise qualquer aumento nas condições de Kelly, gostaria de me manter informado.

Caminharia até o quarto de Emma batendo duas vezes na porta antes de entrar,esperaria que ela estivesse acordada e mesmo se não estivesse colocaria a refeição ao seu lado enquanto ficaria próximo a ti acariciando suas orelhas e fazendo cafuné suave em seus cabelos, se ela olhasse para mim me manteria em silêncio e apenas ouviria qualquer coisa que tivesse a me dizer enquanto a responderia com afeto físico de mestre para aluna,assim que ficassem os algum tempo descansando,procuraria um jornal e abriria em volta de nós dois para que pudéssemos ler juntos, se alguma informação parecesse importante cutucaria ela duas vezes e sinalizaria para que lesse em voz alta para que eu capte melhor os traços de cada linha em meus ouvidos, se ninguém viesse nos perturbar de antemão pegaria em suas mãos e iríamos até o banheiro tomar uma ducha coletiva como de última vez, deixaria a lavar meus cabelos e faria o mesmo com os dela esfregando suas costas e tendo um momento relaxante, voltaria a usar as mesmas roupas sabendo que já estava na hora de comprar algumas novas,o visual das antigas já está me deixando com falta de interesse um plano novo exige um visual novo, pessoas bem sucedidas devem estar vestidas para o sucesso era o que minha irmã mais velha costumava dizer. Voltaria para o quarto onde permaneceria deitado envolta de um abraço esperando até que todos se recuperasse.

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptySeg 13 Maio 2019 - 18:15


Eliza-san Eliza-san : 12


Na janela para o quarto privado de Kelly, Rimuru chamou a atenção de Robert para uma conversa, precisava de um confidente, alguém que mesmo de pouca opinião servisse de bons ouvidos, afinal, quem não reflete melhor quando fala as coisas em voz alta? Enquanto conversavam os caminharam em direção a cafeteria.

- O que penso a seu respeito? Bom senhor detetive, ou melhor… Rimuru, você chegou no meu navio, me roubou, me sequestrou, eu fui espancado, abusado por Jeanne, ficamos parados no farol, homens de preto tentaram me matar e a vocês, fui tratado como um pirata, eu tinha negócios importantes em Loguetown e isso foi estragado, o grupo criminoso pra quem eu devia agora considera que eu falhei, provavelmente vão me punir posteriormente. Enquanto isso junto de você já me envolvi com outra grande facção criminosa rival a que eu já devia antes. - As palavras não eram bem o que Rimuru esperava, e a passos lentos até chegarem ao refeitório, para dar mais tempo de reclamar, Robert continuou.

- Você certamente é egoísta, arrogante e com um pouco de lunatismo, traiu um de seus companheiros sem nenhum motivo aparente, coloca os outros no meio dos seus problemas, se acha incrível demais para considerar que irá errar, e quando isso acontece custa a vida de alguém. - E ele não se referia apenas a Kelly mas também a nobre Valquíria que faleceu no Farol.

- Agora é perseguido por aqueles que já traiu no passado e pior ainda, pela Marinha que parece ter alguma rixa pessoal com você, apenas sua presença já nos expõe ao perigo. Ainda assim, mesmo sendo tão egocêntrico, que parece não se importar, você é a pessoa que mais se importa de que já conheci, há muito eu já havia esquecido como era viver, só estava seguindo a vida cinzenta, atrás de uma mesa engordando e comprando coisas caras por mera luxúria. Mas vocês me salvaram disso, pude viver novamente, sentir alguma emoção. Mesmo que disfarce o contrário, você Rimuru tem empatia, salvou aquelas quatro garotas sem esperar nada de volta, e o carinho que aquela gatinha tem por você só intensifica isso. Você e seu bando já ferraram muito com a minha vida, mas agora posso dizer de verdade que vivo para aproveitar o resto que tenho. Obrigado, por ter me sequestrado.

Robert terminava seu discurso quando os dois já estavam na cafeteria, e apesar de começar falando de todos os pontos negativos, no final a balança pendia mais para as coisas boas… Claramente um lunático com síndrome de estocolmo.

O celestial se servia com alguns pães e geleia, Robert por outro lado se mantinha com apenas uma xícara de café. Os dois conversavam bastante, tanto do que ocorreu quanto dos planos para o futuro. Ao ver o jovem celestial de pé e na audácia de andar até sua cafeteria, a doutora de antes já estava enrolando um jornal novamente, até se notar que o mesmo estava conversando com seu chefe e assim desistiu do ato.

- Pode contar com minha ajuda até o final disso tudo, eu termino o que começo, e certamente pago minhas dívidas. - Era a resposta do nobre uma vez que o plano era apresentado. - No entanto não deixo de notar que algumas etapas se mantém ocultas, não vou pedir que revele para mim, deve haver algum motivo. Mas para seu próprio bem, não carregue todo o fardo sozinho. - O celestial então guardava seus pertences e saía em direção ao quarto, tendo escutado uma última vez às palavras do médico com relação a Kelly. - Certo, qualquer progresso eu avisarei.

Quando entrava no quarto, Elizabeth continuava desacordada em um leito enquanto Emma cochilava em um sofá, se aproximando e sem fazer muito barulho, Rimuru abraçou e começou a afagar a gatinha pelas costas, aos poucos ela foi despertando em uma certa sonolência, um som estranho saia de sua garganta, como se fosse um pequeno motor em partida, assim que acordava completamente, Emma dava três lambidas na mão de Rimuru e por fim uma pequena mordiscada. - Garchu! - Era notável o bem estar que o carinho lhe fazia, sempre que a mão do celestial tocava a cabeça de Emma sua cauda balançava bruscamente e batia no sofá.

O jornal usado para surrar Rimuru estava em uma mesinha de lado, e ainda envolvendo Emma com seus braços ele abriu as folhas na frente dos dois. Essa edição tinha mais notícias do que a anterior, o mundo estava um reboliço, o último dos comandante de Mike Kellig havia sido derrotado e o caos era tão grande que até o esquecido South Blue apareceu nas notícias. O detetive e o bando da Ruiva não ficou para trás, tinha seu rosto estampado nas notícias, em especial pela destruição de loguetown. Já no Farol, uma notícia que o detetive não sabia ainda, e era Emma quem lia para ele.

- Olha, é a capitã! “Apesar da desordem que o Farol costuma ter, poucos realizaram tal feito. “Eu, Fanalis B. Ria, declaro agora, como portadora de um vibre card e futura Rainha dos Piratas, que vamos fugir hoje ou morrer tentando lutar por nossas vidas e liberdade!" Foram estas as palavras marcantes em seu discurso que inspiraram e motivaram habitantes do Farol inteiro a segui-la em uma grande revolta. Por um momento, o Farol se dividiu em dois, de um lado, os fracos e antes perdedores com suas chamas novamente acesas através da liderança da Ruiva e seu fiel seguidor, o Juggernault Soviético. Do outro, homens ainda leais ao Don. Com a ajuda de mais alguns lutadores que se destacavam em meio aquele caos, e com o ânimo de um peculiar bardo que só sabia cantar em tirolês, Fanalis B. Ria conquistou a passagem até a vitória, ao fim, cerca de vinte piratas em quatro barcos diferentes conseguiram escapar, deixando para trás seus companheiros de derrota, homens há muito sem esperança, que agora rogam para que os bem sucedidos daquela ocasião vivam seus sonhos por eles. O conflito foi pronunciado como a "Guerra dos Piores".” Oooh, que incrível. - Comentou a felina.

Ao fim haviam várias outras notícias, algumas mais peculiares que outras, todos os blues e rotas da Grand Line tiveram seu destaque, dessa vez com a estranha exceção de uma, a rota 7. Tendo todo o jornal sido lido, Rimuru levou Emma para o banho.

- Nyaaaao!!! - De início ela resistiu, afinal qual o gato que gosta de banho… bom, eu conheço alguns, mas isso não vem ao caso. Uma lavava as costas dos outros, os cabelos, trocavam carícias, no bom sentido, e então voltavam até o quarto, Emma vestia suas roupas antigas, enquanto Rimuru, manteve sua roupa de maid.

De volta ao quarto ambos deitaram e após alguns bons minutos de reflexão sozinho, já que Emma já tornava a roncar rapidamente, Rimuru adormeceu.

Seu sono havia sido extremamente profundo, de forma que a consciência despertava preguiçosamente enquanto escutava o belo canto em murmúrios de uma voz feminina. Abriu os olhos lentamente, e uma vez que a luz vinda da janela parou de irradiar sua visão, Rimuru pode ver a dona da bela voz. Uma moça alta de pele pálida e um longo cabelo preto, na frente tinha uma franja reta cortada e atrás mantinha os cachos lisos soltos, estava sentada, com as grandes pernas amostras porém cobertas com uma meia calça preta, suas roupas eram bem características, de saia escura e um blazer vermelho. Isso mesmo, era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], parecia perdida em meio a pensamentos e anotações em um livro, de forma de tardava a perceber que o detetive estava acordado.

O relógio da parede marcava nove na manhã, os ferimentos de Rimuru não foram graves e ele já estava em sua condição máxima, no entanto havia se cansado demais, e dado ao roncar de seu estômago, dava pra deduzir que o cansaço fora tanto ao ponto de dormir por um dia e meio.

Na cama ao lado estava Elizabeth, já acordada e sendo importunada por Emma e a loirinha de antes que Rimuru havia resgatado, esta que por sua vez já parecia ter uma certa humanidade, se divertindo com a mink, ambas vestidas de enfermeira.

- Eliza-san Eliza-san, assim não pode, você tem que comer tudo.

- Eliza Eliza, você parece desconfortável, deixa que a Emma ajeita seu travesseiro.

- Eliza-san, fique parada, eu vou trocar suas bandagens.

- Eliza Eliza, você parece meio vermelha, tem uma veia saltando na sua testa.

- Será febre? Oh meu deus Eliza-san eu vou chamar um médico.

As intenções das duas eram as mais puras possível, mas acabavam mais por machucar e irritar cada vez mais Elizabeth, que já explodia de raiva.

- Aaarg, sua pragas! Me deixem me paz. E não me chamem de Eliza!

Emma e a loirinha que eu não lembro de ter nomeado antes, então a chamarei de Blue, isso, Emma e Blue corriam até o outro canto da mesa, uma abraçando a outra como se atuassem medo e davam risadas travessas.

- Garotas comportem-se, a Eliza ainda está se recuperando. - Comentava Jeanne sarcasticamente. Por fim notando que Rimuru havia despertado. - Ara, finalmente acordou. - Mostrava aquele sorriso simpático mas indecifrável se era verdadeiro ou não. - Imagino que temos muito o que falar.



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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptyQui 16 Maio 2019 - 10:26

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Rimuru Tempest


Como uma adorável explicação em meio aos covis de  grande mistério Jeanne aparece para me ver sem nada a declarar só a discutir, muitas coisas sobre isso tornam esse encontro ainda mais marcante afinal eu não contei para ninguém aonde eu iria ou o que faria e todo o desenrolar até agora foi em base de uma grande e continua expedição improvisada e sem rumo em meio a tantos problemas e acontecimentos contínuos, o fato de ela ter nos localizado com facilidade sem o menor das complicações apenas me deixava empolgado com suas habilidades e inquieto com o perigo que isso poderia produzir, mais afinal já não estamos mesmo coberto por situações desesperadoras e sem compromisso? se já vamos ter isso como um assunto em pauta por que não começarmos com algo casual para tornar tudo menos maçante e entediante?Esticaria minhas pernas para me sentir mais à vontade e procuraria me sentar a borda da cama de maneira a ficar frente a frente com minha convidada especial perguntando para ela após uma breve confirmação importante de minha dedução:

-Desde que não está vestida de enfermeira sinto me seguro em confirmar que não está aqui para me tratar não é mesmo? ririririri, mas como uma visitante que vem visitar seus entes queridos em um hospital acho que sua presença em si já representa a melhor das flores para ser entregue ao paciente, só espero que seus espinhos não sejam tão grandes quanto os meus ou nosso pequeno jardim estará repleto de sangue para apenas um botânico.

Atentaria me em pegar meus pertences em minha bolsa enquanto olharia de relance evidente em direção as anotações que ela fazia, se ela tivesse algo para me contar a hora era agora ou dificilmente teríamos tempo para tratar disso de novo após colocar meus interesses em prática.Ouviria o que ela tivesse a dizer e se ainda não houvesse sido mencionado perguntaria com curiosidade:

-De todas as pessoas você não é uma que volte atrás com sua palavra,onde estão as outras?Não que eu me importasse de elas terem ficado no barco em situações normais,porém com o recente avanço da marinha seria perigoso agir todo descuidado,se um de nós for capturado o simples fato de ser usado como chamariz para atrair os outros seria um cenário problemático, por sorte esse grupo e repleto por pessoas lunáticas que não seriam idiotas o bastante para serem enjauladas:

-Entendo, bom como pode ver passamos por uns mal bocados, Kelly está na sala de cirurgia se recuperando, Elizabeth foi uma guerreira de dar inveja a qualquer um com seus feitos grandiosos e eu fui uma detetive manipuladora que viu seus planos caírem por água abaixo.Chamaria minha parceira e a loirinha e começaria a acariciar suas cabeças enquanto continuaria meu vocabulário:

-Emma foi incrível também nos mostrando o caminho com sua mente brilhante,pra falar a verdade seria mais interessante se você observasse pessoalmente e tirasse suas própria conclusões.Hey gatinha, se importa se eu mostrar pra tia Jeanne o que aconteceu? Se nenhuma demonstração de negação fosse apresentada pegaria as lembranças de Emma demonstrando os acontecimentos desde a Madame Gao até aqui aos olhos dela, eu poderia tentar fazer isso com as minhas próprias, porém não tenho certeza se sou capaz de o fazê-lo e gostaria de tentar em situações mais privadas para que algumas recordações não sejam reveladas à toa.Quando terminássemos pegaria a lista com os nomes das vítimas e entregaria para Jeanne.

Lista:
 

-Normalmente trabalho pego e trabalho concluído só que devido às circunstâncias devemos juntar o grupo e fazer com que todos estejam preparados para situações de risco antes de entrarmos em uma.Coçaria por trás da orelha da loirinha e de minha aprendiz de maneira serena e relaxante:

-Mas eu não gosto de perder assim, então antes de irmos para a Madame reportar sobre o incidente e procurarmos um local de treinamento lhe proponho uma aposta, ririririri.Se conseguir localizar cada um desses indivíduos e passar a informação para mim para darmos conta de cada um deles antes de retornarmos e formos capaz disso, eu deixarei que seja você a me treinar em combate corpo a corpo, podendo chutar meu traseiro o quanto quiser até eu aprender a lutar com maestria enquanto talvez me escute falar em voz ofegante implorando para que me dê um intervalo enquanto não deixará  isso acontecer até que eu aprenda em total esplendor.Encenaria a próxima cena como se fosse realista com uma breve atuação de consolo:

-Jeanne...pare eu não consigo mais...por favor..isso está me matando..oohhh não Jeanne!!!

Com isso já é a segunda vez que estou vendendo minha alma para o demônio em apenas uma semana, a primeira para um fruto e agora para um ser que é capaz de rivalizar com o próprio existente,porém resultados devem ser trabalhados através de sacrifícios e não quero deixar minha reputação ser manchada sem ao menos tentar uma abordagem drástica e medonha:

-O que me diz está interessada na minha proposta?Ririririri,garanto que não vai se arrepender.Afinal quem poderia vir a estar arrependido seria eu.

Aguardaria a resposta e então acenaria para a mesma em concordância, começaria a ter minha atenção em Elizabeth e então pediria a mesma coisa só que de maneira menos polêmica de como seria com a sádica garota:

-Adoraria que me ensinasse algumas coisas sobre manejo de espadas também,seria interessante aprender com uma exibia profissional como ti,estarei aos seus cuidados enquanto me ensina a segurar o cabo com firmeza mestra.

Voltaria a acariciar as duas pequeninas e então seguraria as pelos ombros para que não viessem a fugir:

-Aliás enquanto estiver praticando em combate irei precisar que alguém ensine as outras também,tanto Kelly como essas aqui,acho que você seria a perfeita para o papel o que acha da ideia "Eliza"? Piscaria com o canto do olho deixando a questão no ar e então me levantaria me organizando com todos os meu pertences a prontidão:

-Céus essa recuperação está demorando tempo demais,irei ver como a coelhinha está para que possamos agir.Jeanne me diga quando estiver pronta para partimos,dessa vez será eu,você e nossas garotinhas no ato,se quiser eu deixo fazer o papel de pai.

Veria quantos iriam me acompanhar nessa empreitada e então me direcionaria até o quarto de Kelly para saber de suas condições.

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptyQua 22 Maio 2019 - 12:19


Jeanne Storytelling : 13

- Ora querido… - Diante do primeiro comentário de Rimuru, Jeanne não conseguia deixar de fazer uma brincadeira sarcástica. - Já quer brincar de médico? - Ela tirava uma com a cara do celestial enquanto dizia isso em um tom sarcástico. Ao ouvir o resto do elogio no entanto a mulher se encurvava para trás, uma mão ia até o coração enquanto a outra descia mais um “pouquinho”, como se atuasse uma flechada no peito direto pelas palavras de Rimuru. - Ooohn! - Era um som pra lá de estranho que Jeanne emitia, mas parecia feliz com o reencontro, estava mais brincalhona do que o usual.

Enquanto a morena dava tempo para suas brincadeiras de atuação e o detetive arrumava suas coisas, buscando um ângulo favorável, não era difícil espiar as anotações de Jeanne, uma ação fútil no entanto, haviam letras e símbolos todos embaralhados, de alguma forma, a mulher era inteligente ao ponto de conseguir ler e escrever suas anotações criptografadas como se fosse um alfabeto normal. De qualquer forma Rimuru queria saber o que havia ocorrido em seu sono, queria saber onde estavam as outras escravas, e foi diante de tal pergunta que um brilho acendeu nos olhos de Jeanne, era como se uma música tema tocasse de fundo enquanto ela respirava fundo para contar a história.


- Seguinte: Eu tava no barco com a Ash tá? Ela tava me mostrando uns esquemas de armas de fogo, mas eu sou mais chegada no corpo a corpo tá ligado? Mas tinha uma bota explosiva que era sinistra irmão, uau! Mas enfim, sabe como é, eu gosto dos detalhes. De qualquer forma meu Den Den mushi tocou e era um dos meus informantes da ilha, Inácio me ligou: “Olha, eu peguei uma gatinha ontem e era muita areia, era filé filé.” A mina era demais! Ele falou com o cara do bar: “Olha a gata comigo aí, cê viu? Ela é demais né?” E o cara mandou na lata: “É cara, ela é demais!” E aí a tal gatinha falou pro Inácio: “ Ó, eu sou mega conhecida no mundo do jornalismo, eu tenho muitos contatos debaixo dos panos tá!” E o Inácio falou: “Ah é?” E a mina: “É. Quer saber, o lance desse contato, é que ele trabalha na Marinha.” - Jeanne então deu uma pequena pausa pra ver se todos estavam acompanhando.

- É, e pelo visto ele é bem top. Ele chegou pra essa mina e disse: “Aí, meu superior tá atrás de um cara que ninguém conhece que é rápido igual uma flecha, o cara é bom mesmo tá! Vai ajudar?” E ela tipo: “Bom a gente tem de tudo hoje em dia, tem cara que pula, tem cara que voa, tem até cara que explode, tem que ser mais específico.” E ele falou: “Eu procuro um cara que investiga.” Aí eu pensei, “Iiihhh”, fiquei nervosa porque sou o tipo que guarda teus segredos, e perguntei pro inácio: “O tal contato, que falou com a gata do bar, pra falar com você, pra falar comigo, porque sou chegada do maior detetive do mundo, tava procurando ele?” … E ele disse que sim.

Era uma história tão confusa e sem nexo que ao ouvir aquilo os olhos de Emma já haviam se tornado espirais e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], mas quem sabe pra Rimuru isso fizesse algum sentido.

- Foi aí que você demorou pra voltar, eu ouvi as explosões, a fumaça, movimentação da Marinha, e deduzi que esse cara tava perto de ti. Então preocupada comecei a procurar, eventualmente rastreei o gordo que me trouxe até você. Além da Blue, Ash veio comigo, ela tá na cafeteria agora. As outras duas eu deixei a cargo da Yue no barco, não precisa se preocupar, a Marinha não vai encontrar a escuna, movemos ela pra um lugar seguro lembra?

De qualquer forma Rimuru começava a contar o seu lado da história, enquanto Emma se aproximava para ser acariciada, finalmente deixando elizabeth em paz, Blue por outro lado se agarrava em Jeanne, a morena não tinha tanta empatia quanto o detetive e acabava apenas por dar uns tapinhas no topo da cabeça da menina, quase como se a estivesse afagando.

- Erros de cálculo acontecem, até eu me confundo às vezes, não há vergonha nenhuma nisso. - Comentou Jeanne tentando animar se amigo.

Intrigada era como a morena ficava ao escutar as próximas palavras de Rimuru, “observasse pessoalmente”, o que ele queria dizer? Nem mesmo Emma ainda havia entendido completamente. - Mostrar como Nya? - Mas logo seus olhos perdiam vida novamente, Emma ficava estática e o rolo de memórias saía de sua cabeça. De uma feição normal Jeanne arregalava os olhos em questão de segundos, entendia na hora que se tratava de uma habilidade mas ainda assim a pegava de surpresa.

- Mas o que?... - Atônita ela observou toda a cena em cronologia, primeiro a ida até a mansão da madame, Emma pegando não só o capacete mas também um bracelete que mantinha no bolso, o resto do passeio até a cidade, a ida até o bar, os cartazes de procurado, e por fim todo o confronto e confusão que levou todos até Ali. Um extra que Rimuru pode ver é que Emma ficou ao seu lado durante todo o momento em que ele ficou dormindo.

- Meu, Deus… - Foram as primeiras palavras de Jeanne, muitos podem até pensar que ela estava horrorizada com tudo o que se passou, mas não se enganem, seus pensamentos eram outros. - Que poder maravilhoso! Imagino as possibilidades! - O rolo de memória voltou e Emma saiu da inanição, tão confusa quanto antes. Percebendo sua insensibilidade a morena parou de surtar, pigarreou um pouco a garganta e então pegou a lista. - Digo, vocês lutaram bravamente…

Rimuru continuava, apresentava não só sua vontade de completar a lista como também a de fazer uma aposta, aos poucos a feição de Jeanne ia ficando mais séria, gradualmente, ao final da explicação, se tornando em uma risada maligna.

- Kukukuku...Hahaahahaha. Muito bem! Eu aceito essa vitória, digo, essa aposta. Você sabe mesmo como me instigar Rimuru, vai se arrepender dessas palavras, pode anotar isso, Kukukuku. - E então lambia o lábio inferior demonstrando um certo sadismo.

Rapidamente a morena foi até a porta, parecia pronta para começar a qualquer instante, a loirinha, famigeradamente conhecida como escrava número três, ou blue, a acompanhou. Pelo visto Jeanne estava levando sua rivalidade com Rimuru a outro nível, arranjando até mesmo sua própria Emma. Antes de sair ela se lembrou de algo, e só com a metade superior do corpo amostra na porta concluiu o assunto.

- Ah! Eu já ia esquecendo. - Olhou de relance para Elizabeth que se incomodaria com o assunto seguinte. - Quando puder vá até o barco, tem uma informação que eu acho melhor que você saiba direto da fonte. Eu volto de noite com tudo o que precisamos. - E assim partiu rumo a sua própria investigação.

Com a saída de Jeanne, o próximo alvo de bajulações e favores era Elizabeth, esta que no entanto parecia cansada ou incomodada com algo em relação ao grupo num geral. Apenas se virou para o lado contrário ao de Rimuru, e sem olhar para ele responder:

- Eu vou pensar no seu caso… - Mas a frase quase soava como um não.

Histórias colocadas em dia, apostas feitas e material arrumado, Rimuru agora estava de pé e com suas coisas arrumadas, no entanto ainda vestido com um aqueles pijamas brancos de hospital. Jeanne já havia partido, e só o que falta agora é o próximo passo do detetive.




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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptyQua 5 Jun 2019 - 19:57

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Rimuru Tempest



Ō Rimuru do futuro, eu como seu antecessor esplêndido lhe garanto que seu imenso sacrifício para as garras do demônio de meia calça jamais será em vão, como um jovem descobridor de resultados irei encontrar uma maneira de sua vida até agora ter valido muito mais do que a pena e seu legado seguir adiante deste dia em diante devido a aproximação evidente do ceifador rodeando vossa  presença para poupar das torturas que estão por vir.Através de um testamento mental que irei extrair de minhas próprias memórias quando a hora chegar eu ofereço todos os meus bens e heranças para minha aprendiz Emma Katterson que inclui tudo que está ao meu alcance ao momento e meu humilde lar que deixei em Shells Town, para as escravas aquilo que mais almejam tendo a liberdade entregue como era de direito, contanto que me digam seus nomes em meu leito de morte,para Auster ofereço o barco para que possa continuar a velejar naquilo que Illya teve tantos esforços para proteger, Elizabeth pode ficar com a espada desde que ela seria inútil para Emma;Robert...ahhh meu querido Robert se deu a todo o trabalho nessa clínica para uma ovelha de sacrifício se algum de seus pacientes vierem a precisar após o meu leito, ofereço meus órgãos para transplante desde que um pequeno requerimento seja cumprido,essa pessoa tem que ser tão espetacular quanto eu pois minhas peças são da mais alta qualidade e não deverão ser entregues a qualquer um que não venha a utilizá-la em seu máximo potencial,para o Urso ofereço a missão de Emma passar todo meu conhecimento para ele pois será de bom uso e finalmente para minha capita a ruiva de meu coração,tivemos alguns maus entendidos porém eu reconheço que não é culpa sua e sim dos seus modos,como última ação neste mundo passarei minha personalidade a ti pois não vejo nenhuma que seja mais adequada para reparar esse seu jeito desnecessário e não me importa o como isso funciona mesmo que tenha que assombra-lá pelo resto de minha pós-vida que assim seja.

Yaaaaawwwnnn,bom eu acabei de acordar e estou um pouco preguiçoso se comparado a de costume. — Me espreguiçaria com os braços bem esticados para cima e começaria a me alongar de um canto para o outro enquanto sutilmente abriria meus olhos para Emma me alegrando com sua humilde aparência. — Ao que parece não temos descansado tanto devido a toda essa correria habitual, pensar que uma noite em um hospital poderia ser tão confortável ao invés de tratarmos apenas nossos ferimentos. — Afagaria a cabeça da felina de cima para baixo e de maneira inversa repetidas vezes até que em algum momento meus dedos se deparem em suas orelhas para que eu possa acariciá-las um pouco, meu sorriso poderia ser fraco e embaraçado mas seria gentil e tão pouco me disponibilizaria a expressar lhe ao canto de minha boca, um leve selinho ou beijo de bom dia eu me impulsionaria a realizar. — Se estamos recuperados é melhor darmos serviços a essas pernas ou então começaremos a tratar esse lugar como uma pousada de inverno ririririri. — começaria a apalpar os cantos da cama — Hey Emma poderia pegar minha bolsa? Vamos pequena melhor nos trocarmos no banheiro, não que eu tenho um problema com estilo de paciente mas como uma bela dama gosto de me fazer produzida diante das provações ririririri, vamos dar uma passada no barco e ver que informação é essa tão importante para se ver pessoalmente. —Levantaria da cama indo em direção ao toalete e sobre a disposição de meus pertences entregues pela minha aprendiz começaria a me despir voltando aos trajes casuais,se terminasse primeiro ajudaria ela a se arrumar e então reuniria tudo que tivesse alçando a bolsa sobre minhas costas e iria até a porta dando uma última observada em Elizabeth:
Não se preocupe estaremos de volta antes de anoitecer para buscarmos você é a Kelly assim como revermos a Jeanne, até lá trate de descansar seus ferimentos. — se não houvesse queixas concordaria com a cabeça e me direcionaria para fora, caso contrário se ela reclamasse que iria junto daria uma olhada preocupada para Emma antes de qualquer confirmação — Ehhhh acho que não é uma boa ideia mas se insiste, só avise se estiver se sentindo mal e damos algumas pausas ao longo do caminho — suspiraria meio chateado, fazer o que não é mesmo? cada um decide o que faz e quem sou eu para dizer que ela vai estar melhor aqui se nem ao menos sei o que pode acontecer no tempo ausente.Minha amiga havia comentado algo interessante durante nosso diálogo parece que Ash está aqui, se ela não tiver se retirado junto com a dupla paródia de detetives mundiais seria vantajoso em tê la ao nosso lado, passaria a destra sobre minha barriga, quem diria que ela estaria na cafeteria, vamos matar dois coelhos em a cajadada só, espera usar esse tipo de raciocínio e preconceituoso agora que temos uma mink orelhuda em nosso grupo? Vou pensar nisso depois.

Na cafeteria iria até Ash se ela estivesse presente ainda com uma leve saudação amigável — Hora hora se não é uma adorável companheira que vem a visitar o detetive de causar inveja às estrelas, bom te ver garota problema, sabe tivemos alguns transtornos mas nada que se preocupar agora.Ou melhor de se falar de estômagos vazios, por favor sente-se vamos pegar algo para comer. — Escolheria uma refeição saborosa tanto para mim quanto para Emma, se houvesse algo que ela quisesse comer em abundância mais fôssemos limitados a uma quantia calculada por estarmos sendo tratados como paciente colocaria em meu prato e ofereceria para ela sobre a mesa, lá eu passaria a me deliciar de um café da manhã ou almoço seja qual fosse a hora do dia e apontaria o garfo para Ash iniciando o assunto: — Estamos planejando em retornar ao navio, queremos descobrir sobre o que Jeanne estava se tratando com informação direto da fonte.Se puder me fazer um favor poderia fazer companhia para Elizabeth até retornarmos?Ela parecia um pouco chateada e adoraria que alguém conhecido estivesse ao lado dela. — Se Elizabeth estivesse ao meu lado por ir conosco nem sequer tocaria nesse assunto mas se fosse o caso seria bom que assim se realizasse, temo por ela estar sozinha e queria ter mais tempo para permanecer com ela, no entanto era bom resolver todos os assuntos pendentes antes que se tornem uma árvore cheia de galhos de plots mal resolvidos.Claro talvez ela quisesse saber sobre Kelly ou o que aconteceu até aqui se não houvesse sido informada ainda,mas francamente estou tão cansado de repetir isso para mim mesmo ou outra pessoa que apenas gesticularia para que Emma o fizesse se fosse exigido:

Agradeço pela atenção neste caso já estamos de partida. — Diria ao final da refeição indo até a saída, se me deparasse com Robert ou com a Enfermeira contornaria um ou ambos fazendo uma leve saudação com um chapéu invisível. — Vamos voltar daqui a pouco não se acanhe queremos apenas chamar os demais que ficaram em nosso navio para que possamos ter as mentes mais livres, não estou certo Emma? — Perguntaria buscando apoio em meio a nossa fuga. Talvez isso não fosse o suficiente, talvez esse fosse um daqueles hospitais que te prendem até ter total certeza das condições dos pacientes e não estávamos ainda em tais situações e se isso se mostrasse presente nas ações ou palavras dos funcionários daria dois tapinhas de leve nas costas da parceira resmungando baixinho e claro. — …Vamos fugir…. — E partiria com praticidade tentando ser mais veloz do que um raio com medo de ser atingido por uma maca ou ser esmagado com o peso de um mascote gordo, em minha terra natal médicos não se importavam  em agir com violência para recuperar seus paciente visto que eles seriam tratados por eles depois e estava longe de querer saber se aqui seria do mesmo jeito.Caso a saída seja mais suave eu apenas comentaria para encerrar:

Estaremos de volta antes do anoitecer cuide de todos até retornarmos. — Faria um leve aceno com a mão direita levantada segurando a mochila com a outra e partindo até o esconderijo da embarcação.


Ao longo do caminho seguraria a mão de Emma para estarmos juntos e faria da viagem algo exótico e divertido, afinal estávamos em uma ilha nova e até agora aproveitamos pouco dela para apreciar suas diferenças, apontaria para tudo que parecesse interessante e se encontrasse algo delicioso compraria um par pagando o lojista enquanto Emma segurasse ambos e continuaria o percurso, porém mesmo a todo gosto, tempos em tempos me cautelaria com o fato de estarmos sendo seguidos ou observados,tomando rotas diferentes ou até mesmo prolongando nosso passeio se necessário para despista-los até que encontrássemos nosso navio ou chegássemos ao local onde o deixamos, há ainda a possibilidade de nós deparamos com um marinheiro de alta patente que reconheça nossos rostos apesar do disfarce então para evitar esses problemas me manteria longe desses se nós encontramos.Quando e se chegássemos ao navio ou ao ponto em que o deixamos comentaria com a felina :

Vamos ver vamos ver era por aqui, claro que tenho certeza disso,afinal um jovem e galã detetive como eu jamais se esqueceria de uma informação tão simples como essa,agora vamos analisar o local e descobrir que informação seria essa. — procuraria por alguém novo, uma presença conhecida ou qualquer coisa que apresentasse ser o que estava procurando,se ela não fosse um inimigo ou parecesse hostil me direcionaria até ela do contrário procuraria um esconderijo para ambos e ficaríamos lá para observar o que estivesse acontecendo.

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 3 EmptySex 14 Jun 2019 - 20:33


Precisamos Falar Sobre Ria : 14

Em meio a aquela cena fraternal, enquanto Emma era acariciada, seu comportamento se assemelhava muito a um gato de verdade, primeiro ela mesma forçava a cabeça contra a mão de Rimuru, intensificando o carinho, lentamente suas mãos foram subindo e quando já era tarde demais para perceber a felina já segurava o braço de Rimuru, lambia duas vezes sua mãos e então cravava de leve seus dois caninos, Emma tremia no típico ato de ronronar, então provavelmente aquilo era uma demonstração de afeto. Uma de suas mãozinhas que antes seguravam o detetive agora ia até o topo da cabeça do mesmo, invertendo toda a situação onde agora a aprendiz afagava o mestre.

- Tudo bem Shishou, o Marinheiro mau não vai vir mais atrás da gente. E a Emma acha que o Shishou vai sobreviver a Jeanne sem problema. - Ela parecia querer acalmar Rimuru de alguma forma, vai saber lá por que. - Na verdade, eu acho que ela goxxxta de você. Nyshishishi. - Concluiu em delírios.

De qualquer forma Rimuru finalmente se levantava daquele leito, Emma pegava a bolsa e se adiantava para o banheiro, finalmente um pouco de paz para Elizabeth. Ambas se vestiam com as roupas padrões, Rimuru com seu antigo sobretudo azul e Emma com as roupas compradas lá em Conomi Island, a gatinha inclusive aproveitava para tirar uma foto surpresa de Rimuru. Quando saíam do banheiro, a loira já estava a dormir.

Chegando na cafeteria viam a incrível cena de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] comendo cinco donuts ao mesmo tempo, um preso em cada dedo, parecia bem, saudável, e certamente empanturrada, ainda usava as mesmas veste, inclusive o cachecol que escondia sua coleira explosiva.

- Hewawi Luwlur (Eai Rimuru) *chomp *chomp - Disse com a boca cheia e tudo quando percebeu o Celestial se sentar à mesa. no lugar onde Ash estava já tinham pelo menos uns sete pratinhos vazios e sujos com sobras e uma grande caneca cheia de café. - Pois é, eu ouvi falar que vocês tiveram a bunda chutada. - Disse já tendo engolido tudo, mas sem pedir o menor detalhe, pareciam não se importar muito. - Aí, já comeram as rosquinhas desse lugar? Simplesmente divino, o melhor de tudo é que é de graça! - Eu acho que Ash não sabe que Robert ia acabar pagando por tudo aquilo, mas creio que não faria diferença ela sabendo ou não.

Todos do grupo de Rimuru estavam sendo tratados como VIP naquela clínica, dessa forma ninguém os incomodava quanto a restrição de comida e muito menos dinheiro.

- Iiih, não sei não. - Disse em resposta ao pedido de Rimuru, lambendo o açúcar dos dedos uma vez que as rosquinhas já haviam acabado. - Modéstia a parte eu me considero bem durona, mas acho que essa Elizabeth me mataria sem pensar duas vezes e sem a menor dificuldade, se quisesse. Achei ela meio instável então prefiro manter distância. - Era o sujo falando do mal lavado, não dava nem pra ter certeza se ela estava falando sério ou sendo sarcástica. - Mas de boa, se for pra ficar aqui no hospital comendo… Digo, tomando conta de tudo; eu espero aqui.

O trio se despedia ali, Kathie Ashburn continuava comendo enquanto a dupla original de detetives mundiais se dirigia pela saída da clínica, na recepção estavam a enfermeira da noite anterior, esta que olhava com um certo rancor para com a dupla, e ao seu lado, checando alguns arquivos, a médica que tratou Rimuru. O detetive fazia sua mesura e anunciava sua saída, a enfermeira estava meio que foda-se, mas a médica após levar meio segundo para processar aquilo demonstrava um tique nervoso em seu olho esquerdo, era a
hora de correr, pois a mulher estava prestes a ter outro acesso como o de antes.

- Nunca me pegarão viva! - Gritava Emma enquanto corria rua afora junto de seu mestre.

A caminhada pela rua era tranquila, a cruzada da noite passada já havia sido finalizada, e de mãos dadas a dupla podia andar com a paz de não serem perseguidas pelo caminho. Como não havia comido na cafeteria, Emma pediu para seu mestre um espetinho de gato, calma calma, o nome é figurativo, nada mais é do que um churrasco de porco e boi espetados em um palito, mas ainda assim, dada a nomenclatura, era um desejo estranho.

E por falar em coisas interessantes para serem apontadas, a série de acontecimentos seguintes eram no mínimo… Bizarros. Quando já estavam próximas a chegar no porto, ambas avistaram uma carruagem, coisa já um pouco incomum para a Toca do Coelho, de dentro, saiu um homem civil comum, mas a porta permaneceu aberta, e como se fosse um carrinho de palhaço diversos homens começaram a sair de lá de dentro de números e proporções indefinidas, eram dezenas? Uma centena? Tinham muitos para contar, mas era impossível tudo aquilo caber em uma simples carruagem.

Um detalhe importante que eu ainda não comentei? Todas as figuras eram iguais, roupas e sobretudos inteiramente pretos com uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Apesar de bizzarros e parecerem ameaçadores, ao ponto de pessoas correrem das figuras, eles não apresentavam perigo algum uma vez que suas ações eram completamente aleatórias.

Tais figuras se mostravam presentes todo o caminho até o porto, parecia até que haviam infestado a cidade, e cada vez apareciam mais. O que os benditos faziam afinal? Bom… Alguns só ficavam parados ou caminhando, outros eram mais “radicais”, corriam pelo telhado como em uma competição de parkour, faziam uma rodinha de break dance, outros plantavam bananeira ou davam cambalhotas aleatórias no chão, alguns saltitavam em duplas de mãos dadas e em uma das esquinas dava até pra ver um grupinho de dez dessas figuras brincando de adoleta.

Mas o mais estranho disso tudo é que não interagiam, ou melhor, não tocavam nas pessoas normais, e apesar de muitos haverem ali, nenhum barulho de multidão era emitido senão pelos civis comuns se impressionando com o “show”.

Enfim, chegando no porto, mais uma surpresa, Rimuru não conseguia encontrar a embarcação da Ruiva em lugar algum. Não, ele não havia errado a vaga, definitivamente o barco estava ali antes, talvez fosse essa a surpresa que Jeanne que dizer. Olhando um pouco a seu redor, em um pequeno restaurante com poucas mesas do lado de fora protegidas apenas com uma lona colorida como teto, estava um trio reconhecível pelo detetive.

A figura mais marcante ali era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com seu cabelo azul, sentada à mesa ela acenava com um sorriso meio fraco para Rimuru e Emma, ao seu lado, tomando um coquetel de frutas, estava uma das escravas compradas pelo detetive, a híbrida [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], e por fim mas não menos importante, a princesa [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que beliscava alguns biscoitos enquanto, em cima da mesa mesma, usava uma caixa de fósforos como cadeira.

Caso se aproximasse, da mesa, Rimuru seria recebido com uma certa alegria, todas as três pareciam esperar por ele, e embora muito cansada com a situação toda, após os cumprimentos, Auster tomaria a frente das explicações.

- Olha… Sendo bem breve de início só pra te contextualizar de forma geral: Ria, Chô, Boujin e um outro cara que eu nunca vi antes pegaram o barco e foram embora, partiram pra próxima ilha, Dream Whater… Me pediram pra ficar aqui e te avisar, essas duas optaram por ficarem também… - Ela claramente estava bem decepcionada com aquela situação toda, e após o breve resumo até explicaria com mais detalhes, se questionado.




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