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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyQui 22 Nov 2018 - 0:08

Relembrando a primeira mensagem :

Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Rimuru Tempest. A qual não possui narrador definido.


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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptySex 21 Dez 2018 - 0:26


Que interessante,então pés de coelho realmente trazem boa sorte com certeza se fosse em uma situação completamente adversa seria seu fim, mas para o agrado e fortunio de Kelly  eu estou aqui para lhe salvar, de fato nos encontramos em uma situação desvantajosa mas um mente brilhante como eu sempre será capaz de me adaptar aos acontecimentos sejam eles quais forem.Embora um ódio impregna pelo meu amável corpo sendo apenas minimizado pela minha boa e velha farsa cotidiana, jamais deixarei esses pensamentos sucubirem e me tornarem uma besta irracional, eu preciso ser sensato e agir sorrateiramente para garantir o melhor de minha companheira, olharia para Kelly redobrado minha atenção e tentando transmitir lhe calma através de meus olhos encantadores, além do mais isso deixou de ser questão apenas de ganhar este combate:

-Façam como ele pediu.Comentaria para com meus compatriotas, a mensagem tinha inúmeros significados, primeiro para Kelly dizendo que eu estava antecipado para sua sobrevivência e que ela relaxasse um pouco sua agitação, a segunda para Emma que já me conhecia a longa data podendo ou não saber que eu provavelmente teria alguma carta na manga e a terceira sem dizer uma das mais importantes, fisgar meu oponente  a acreditar que ele está no controle,dando a ele uma forte convicção de segurança enquanto atuou perante a comoção e por último a quarta, demonstrar que estou ciente de minha falha e que estou pagando pelos meus  erros, gesticularia suavemente para minhas costas demonstrando que iria me livrar das demais coisas,puxaria o rifle bem devagar e agacharia o depositando suavemente contra o chão, retiraria a bolsa colocando a do lado abriria seu conteúdo revirando as coisas atrás do controle remoto dos colares de escravas e de maneira discreta apertaria o botão que soltaria os colares com seguranças deixando as livres,fecharia a com cuidado demonstrando minhas palmas das mãos para revelar que não retirei nada de dentro dela e manteria a outra pistola segurando a com certo cuidado,sabendo que ele questionaria isso:

-É uma situação difícil entenda bem,se eu soltar isso você pode muito bem torcer o pescoço dela mesmo assim e acabar fugindo e que problemático isso seria,acredito que alguém inteligente como você sabe que isso não acabaria bem.Faria uma pequena pausa apenas para ele começar um pensamento e antes mesmo de gera um tempo razoável continuaria para quebrar essa linha de sua cabeça e distraí-lo o maior tempo possível, acontece que todas as vezes relutei em libertar as escravas de todas as maneiras e embora alguns acreditassem em minhas justificativas eles estavam longe de entender minhas reais razões e agora que se tornou um momento crítico está na hora de usar desse bem conveniente.Se algo que é muito recusado acaba se por se tornando realidade as pessoas começam a suspeitar do ocorrido e aquelas envolvidas nessa situação saberão que algo deu errado e virão a nosso encontro buscar o motivo.

Até a cavalaria chega isso é se ela vir a aparecer minha única função será incomodá-lo pelo maior período de tempo sem que ele perceba, enfatizaria minhas cordas vocais e pronunciaria com sofísticação e elegância:

Disse que havia sido um engano, então melhor me dizer seus motivos,se me entende por bem sabe que tenho a péssima mania de questionar os outros a respeito daqueles que estou indo me encontrar.Você não foi exceção e a Madame me contou inúmeras informações a seu respeito, antes que ele pudesse se estressar e descontar sua raiva e minha amiga daria leves tosses para restruturar a direção de sua fúria.Hora hora uma pessoa tão bem posicionada e estrategista como você já tem a mim dançando na palma de suas mãos, por que se enfurecer meu caro, só estou lhe dizendo que se quer aliviar seu nome vai precisar da minha ajuda e se não soltar Kelly abandona sua única chance ririririrri.Afinal mesmo que  se livre de mim Gao não o deixaria escapar  tão facilmente, eu sou apenas um mero estranho, um desconhecido, acha mesmo que  ela estaria jogando todas as suas expectativas e planos para  uma figura extraordinária e elegante,melhor detetive do  mundo e aleatória  ao seus olhos,riririririri.Vamos meu jovem recobre a consciência ao menos escute meu plano antes de pensar que ele é ruim.

Teria certa certeza cega de que seria ouvido e começaria a contar uma operação totalmente inútil,completamente elaborada e sem fins nenhum apenas para fazer a passagem do relógio acontecer de maneira fluida e ocupar meus afazeres até então e proporcionar certo entretenimento para aqueles ao meu redor,querendo ou não eu sou uma estrela, poder me ver brilhar e espetáculo suficiente para a espera:

-Tenho um navio a minha disposição,veloz e resistente com uma tripulação de calibre alto e perspicaz, como eu falhei em cumprir com minha tarefa serei perseguido também o que torna ambos de nós no mesmo barco, meu navegador poderá nos escoltar para uma ilha distante onde nós camuflamos de maneira distinta e sem chamar a atenção. Eu serei Andy e seu novo nome será Augustus. Olharia para Emma apenas por ironia do destino e perguntaria o que ela acharia de tudo isso. Ei gatinha como gostaria de ser chamada em uma possível identidade secreta. Acenaria com a cabeça concordando como se fosse a melhor ideia do mundo e continuaria em meio a elogios.De fato um bom nome, continuando eu Andy e seu ex-noivo Augustus somos um casal de divorciados buscando reatar o relacionamento em uma lua de mel extravagante, mas o destino e subitamente cruel. Encenaria uma pose teatral de tragédia digna da Broadway.E uma gata aparece a minha frente, bela em sua magnitude fazendo me questionar minha opção sexual e desejar por me tornar sua pela eternidade.Dançaria um pé de valsa improvisado parando ao lado dela pegando suas mãos e dando uma leve pirueta.Augustus então enciumado contrata um detetive particular para  perseguir sua noiva a quão possui ainda intimidade seu nome é Poblius. Sinalizaria Robert com ambos os braços abertos.Vamos Poblius diga sua fala meu bom homem as coisas não saíram tão realista se não caminhar conforme o ritmo, estou te dando um papel importante afinal, todo mundo quer ser um detetive ao menos uma vez na vida.Ignoraria o auto proclamado Poblius e me ajoelharia diante do agressor/Augustus.Ohhh Augustus eis que sua noiva recobra a consciência e se desculpa diante de ti implorando pelo seu retorno você retornaria a pronunciar os votos do santo matrimônio e viver ao seu lado nas graças e tristezas até que a morte os separe.

Dispararia em direção ao braço que manteria Kelly como prisioneira, assim que terminasse minha pronúncia esperando que a ajuda já tivesse chegado e exercendo seus possíveis agrados, do contrário já estava ficando farto de esperar e agiria assim mesmo aproveitando que sua mente não estaria esperando por uma coisa dessas após presenciar uma besteira sem fundamentos de uma maneira absurda e puramente aleatória.

Se Kelly estivesse viva puxaria a mesma para fora do perigo encobrindo a com meu corpo e a empurrando para próximo dos demais quando possível retornando minha atenção para o Augustus que ficará nomeado de tal maneira já que nunca soube seu nome e nem me importo em saber agora, descarregaria o pente visando a área do tronco, mudando o ângulo a cada esquivas procurando evitar desperdiçar balas,quando a munição acabasse destravaria a trava do pente deixando o cair em pleno ar e aproveitaria essa munição improvisada pressionando meu pé esquerdo para trás e o impulsionando para frente chutando o recipiente almejando a garganta do indivíduo aproveitando me para investir com minha nova recarga,em meio a aproximação me viraria para lados adjacentes aos golpes e até mesmo rolaria adiante se provasse se necessário, depositária o pente sobre suas costelas e pressionaria a arma por cima do mesmo recarregado seu conteúdo e puxaria o gatilho contra seu queixo.

Caso Kelly morra em qualquer momento ou situação pegaria a outra pistola caída no chão e correria ao seu encalço, rastreando as pistas que ele deixaria para trás revelando sua localização e trajetória. Procuraria acertar seu calcanhar de Aquiles para derrubá-lo e manteria o ritmo até meus pés passarem pelas suas costas disparado para baixo tentando almejar as mesmas, encararia o com  puro desgosto e veias saltando e pronunciaria com nervos a flor da pele. Não importa quanto tempo eu leve ou as provações que terei que passar, se tiver que reunir um exército de inúmeros homens, mulheres  eu o perseguirei incansavelmente durante as manhãs de sol e as noites de chuva, cem caminharam ao meu lado e mil a seu encalço, me comunicarei pessoalmente com cada um deles sobre suas posições e qualificações para que não venha a passar por isso novamente, eu farei sua diária se tornar tão perturbadora que desejara a morte, mas o próprio demônio fechará os portões do inferno não querendo o em seus domínios para evitar que o persiga até os cantos remotos deste mundo.Esbocaria um sorriso por fim virando a cabeça pro lado. Empurraria o cano da arma rente ao seu olho e diria Bang apenas para deixá-lo em choque e forçasse uma reação agressiva,me aproveitando disso pularia para trás e dispararia contra suas partes íntimas novamente.

Tentaria cansa-lo forçando a tomar uma iniciativa enquanto bloqueasse o caminho, pularia para trás e lados sempre que uma gracinha nova demonstrasse surgir me mantendo sempre a sua frente e atento a possíveis golpes, quando gotas de suor emanarem de seu corpo viria isso como um sinal de cansaço e então dispararia em seus joelhos para derrubá-lo e enfiaria uma das pistolas dentro da sua boca e dispararia goela abaixo.
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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptySex 28 Dez 2018 - 7:43


"Traidor" : 05
Já era tarde em Wonderfull Island, o Sol já estava para se pôr em um bonito céu alaranjado que cada vez mais ia escurecendo e dando espaço as estrelas, o lugar em que Rimuru se encontrava no entanto, não era tão bonito assim, ofegante, ensaguentado e nervoso o rapaz de cachos loiros ainda mantinha Kelly como refém, deixando Rimuru em uma encruzilhada de decisões complicadas a se tomar. Do lado de dentro do bar tudo parecia tranquilo, talvez o barulho de dentro ou apenas a segurança os fizesse ignorar os tiros do lado de fora, mas uma certa curiosidade se iniciava dentre as pessoas da rua.

As primeiras palavras do detetive poderiam definir tudo ali naquele beco, escutando seu professor, ainda que de uma forma relutante, Emma soltou seus katares no chão emitindo o som de metal se chocando, enquanto isso Kelly fazia uma expressão aliviada, já um pouco mais calma e confiando em Rimuru, juntamente dos outros o celestial começou a retirar suas coisas lentamente, ao mesmo em que Robert - lá trás - apenas erguia ambas as mãos rendido. Ver o celestial mexer dentro da mochila não agradou muito o homem, o que só não o incomodava mais do que o fato de Rimuru não soltar uma de suas armas.

- Que merda você tá fazendo?! - Gritou ele mais nervoso, cerrando os dentes e apertando um pouco mais a garganta de Kelly. - Eu disse pra largar tudo! - Mas de fato ele não era confiável para se deixar a mercê de alguém com a fama de um traidor, não dava pra confiar.

Rimuru explicou seu ponto, o quão complicada era a situação, tentava comprar tempo, esperando que alguém visse auxiliar através da mensagem dos colares, mas seria o universo tão caridoso assim? A princípio, com o pedido por uma explicação sobre qual engano estava sendo cometido ali, o nervosismo do homem só aumentava, não havia mentira alguma, naquela fala desesperada de haver uma confusão ele só queria comprar sua vida, um ato de alguém encurralado, sabia que não tinha o que explicar pois de fato merecia aquilo, ele tinha pleno conhecimento de tal coisa.

Mas logo Rimuru conseguiu o tranquilizar um pouco, as palavras de ser a última ajuda do homem afrouxavam um pouco o pescoço da mink, o homem de fato sabia que não teria como fugir de Gao, não sem uma ajuda externa, ainda relutava, não pensava em aceitar ajuda alguma por enquanto, afinal não conhecia muito bem o celestial que estava a ponto de convencê-lo, isto é até se perder em meio a sua fantasia. O detetive começou a “exagerar” na história, projetando uma segunda vida de disfarce, que só acabava por confundir o homem segurando Kelly, o deixando tenso novamente, a atuação continuou e até Emma, sem entender muito bem mas levada a sua inocência acabou dando continuação a interpretação conjunta.

- Ooooh Shishou! Vocês dariam um ótimo casal. - Disse ela cobrindo a boca com ambas as mãos, contraindo as orelhas e balançando a cauda imaginando coisas com seu rosto corado. - Ah, ah, eu acho que a Emma gostaria de se chamar Katte Emmarson, sempre gostei desse nome. - O homem interrompeu os devaneios, claramente tenso, recuando com uma larga passada para trás.

- V… Vocês são malucos.

Os seguintes acontecimentos se passaram em questão de um segundo, por um instante os olhares da coelha e do celestial se cruzavam, ela sorria para ele, como se sentisse o que iria acontecer, nenhuma ajuda chegava, talvez não houvesse tempo suficiente, quem sabe mesmo que tempo não fosse o problema seria difícil localizar Rimuru precisamente, ou quem sabe o socorro nunca nem se dispôs a vir. Farto de tudo aquilo Augustos - como eu também decidi chamá-lo - deu mais uma longa passada para trás, parecia indicar de que iria fugir, Rimuru começou a erguer sua e mirar sua arma, chegando até a disparar, mas ao mesmo em que o projétil acertava o bíceps do homem, este também se movimentava em arco rapidamente, torcendo o pescoço da mink.

Um indício de grito logo interrompido por um engasgo era ouvido, e com a perna não machucada Augustos chutava Kelly - apoiando a sola nas costas da coelha - na direção de Rimuru já iniciando sua fuga. Quem apanhava a garota em pleno ar era Emma, já com uma lágrima escorrendo seu rosto.

- Kelyyyy!!!! - Gritava a felina, não havia muito o que Rimuru tivesse o que fazer ali, a não ser por terminar o trabalho por qual seu grupo havia sacrificado tanto, uma nova perseguição se iniciava, e antes de sair completamente do beco, no momento em que se virou para olhar para a rua, Rimuru consegui notar com sua visão periférica Robert correndo para prestar socorros.

O oponente tinha a vantagem de ter saído na frente, mas já estava bem ferido, não só pelos tiros mas também pelos golpes de Emma, talvez não estivesse mais no auge de sua velocidade, em fato, corria mancando desesperado empurrando pessoas em seu caminho. O que de fato lhe entregava era uma trilha de sangue pela rua que ia em direção a multidão, nada muito excepcional ou necessário, pois assim que as pessoas se afastavam, tanto pelo barulho de tiros, um garoto de asas com uma arma na mão ou um maluco ensanguentado empurrando todos no caminho, era possível ver Augustos correndo não mais do que cinquenta metros a frente.

Um tiro fácil para Rimuru, não direto no calcanhar de Achiles, mas acertava a perna suficientemente para que o homem caísse. Assim Rimuru se aproximou de Augustos a passos largos e ironicamente pesados, o homem ainda tentava se arrastar, se agarrando a vida, mas parava de vez quando recebia o tiro nas costas, apenas permanecia ali no chão sangrando e respirando de uma forma pesada com um certo chiado. Rimuru dizia mais algumas palavras intimidadoras e vingativas, e quando as terminava, enquanto virava a cabeça para o lado, conseguia escutar bem baixinho a voz falhada de Augustos.

- Me chamarão de idiota, aquele que foi burro o bastante pra trair a madame Gao… Mas eles não sabem o mesmo que eu... - Intercalava a fala com tosse e cuspidas de sangue. - A verdadeira merda que está por vir, que nem mesmo os Inovadores ou a Marinha são páreo… Eu fiz o que pude pra sobreviver. - Suas palavras pareciam mais para ele mesmo do que para Rimuru, algum tipo de último suspiro, e então o detetive completava sua ação.

“Bang”, era a palavra finalizadora, de início com o propósito de provocar, mas logo o celestial percebia que Augustos já não respirava mais, era um corpo de carne largado no chão. A esse ponto já era totalmente noite, lampiões eram acesos para iluminar as ruas e poucas pessoas ainda permaneciam ali, observando toda a cena curiosas um pouco de longe, no meio de todos, uma figura de destacava, em fato, clamava por atenção enquanto [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] a pequena “performance” demonstrada.

- Foi um belo show Rimuru. - As pessoas ao redor começaram a se afastar do lunático aplaudindo, aos poucos sua aparência ia ficando mais clara, usava calças e botas pretas, uma regata branca que parecia emprestada da Marinha, ele parava de aplaudir e pegava de seu cinto uma katana embainhada, e claro, a característica mais marcante, o chapéu de cowboy cobrindo os olhares de vingança. - Me pergunto como foi que você fez pra enganar e trair esse daí também. - Sim, era William West.

- Eu vim resolver aquele assunto inacabado. - Dizia meio marrento e incomodado, seus olhos no entanto não demonstravam fraqueza, e ainda ainda sem desembainhar sua lâmina, ele empurrava o polegar contra a guarda para fora, revelando cinco centímetros da lâmina que parecia ser nova.




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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyQua 2 Jan 2019 - 23:29


O que está acontecendo? Porque as coisas não estão saindo do jeito que eu planejei? Minhas suposições nunca estavam erradas antes, sou o maior detetive do mundo não há mistérios que não seja capaz de solucionar então por que sou incapaz de manter meus companheiros vivos de maneira inteligente? O que me faz incapaz de responder essa minha própria pergunta?Isso é impossível será que estou me tornando obsoleto? Um acomodado? Será que finalmente a aposentadoria está batendo à minha porta com uma voadora de dois pés? Minha cabeça dói meus neurônios parecem  bombas explodindo em milhares de pedaços, não consigo compreender, este quebra cabeça está difícil demais de se encaixar, as peças parecem terem sido distorcidas de maneira a não se juntarem esse caso parece impossível de ser solucionado. Mas o que estou dizendo? Até mesmo minhas emoções estão se decaindo? Meu coração parece querer me afogar em sangue com suas batidas aceleradas, esse pesar no meu peito repleto de angústia e dor.

Atiraria na cabeça daquele que torcerá o pescoço de Kelly, mas que inútil eu sou um ser de pura incompetência e fraco, uma peça de xadrez incapaz de realizar seu papel no meio do tabuleiro descontando sua fúria em um cadáver morto, incapaz de dar cabos neles em vida para proteger aqueles que são especiais para mim. Desprovido de força e abastado apenas de uma inteligência, incapaz de colocá-la em prática pela minha inversibilidade e limites corporais.Nenhuma delas precisava ter morrido, eu podia muito bem ter estado em seus lugares, foi tudo minha culpa, meu declive, minha falha. Se ao menos eu fosse melhor preparado, se ao menos eu tivesse treinamento o suficiente e tivesse os colhões para ser aquilo que sempre vim a dizer a ser.Elas poderiam estar caminhando bem ao meu lado, suas vozes poderiam estar ecoando pelas ruas e seus tons admitidos pelos meus ouvidos, o toque percorreria meu corpo e as palavras pela minha alma. Uma sensação que jamais poderei sentir novamente e carregarei pelo resto de minha jornada, os lamentos de uma vida de assassino, banhado pelo sangue daqueles que não deveriam ter partido:

-Eu sinto muito Illya…Falaria baixinho enquanto controlaria as lágrimas com minha própria atuação, independente do estar desequilibrado não poderia ter uma demonstração tão visível em meio a presença de Will.

~Flashback~

- Quem diabos é você?! Não vai levar nada se não sua alma até o inferno! Bradava a loira passando uma aura aterrorizante na mesma intensidade, sua aparência era rígida e bárbara e seu eco vazia minhas pernas fraquejarem mas até mesmo eu era corajoso o bastante para me manter firme,aquele não era um momento para se demonstrar por vencido e eu tinha a artimanha necessária para convencê-la embora tivesse que fazer isso rápido antes que o medo dominasse minha espinha:

-Ora ora se acalme, estamos jogando do mesmo lado, além de que não parecem muito bem, se me ajudarem, retribuirei o favor, acontece que possuímos pessoas que podem realizar o tratamento. Apontava para o jovem Will que apresentava ser o mais prejudicado.E ele parece estar necessitando com urgência,riririri. É então o que vai ser?

Sim no mesmo momento que a conheci também foi o momento que me deparei pela primeira vez com o velho West, foi um encontro de acasos e totalmente beneficiado para ambos os lados, minha equipe precisava de transporte para uma fuga e eles de atendimento e recursos a quão eu possuía, decidimos por nos unir temporariamente e a marinha foi incapaz de ir ao nosso encalço, subimos a temível montanha reversa e compartilhamos a vista encantadora de um mundo completamente novo através daquele novo horizonte. Ela é a ruiva pareciam ter uma rivalidade imensa e se não fosse minhas inúmeras intervenções provavelmente teriam se soltando em um confronto.Se acontecesse bom... apenas suspiraria, procurando por Jeanne e apostando toda minha ficha na loira, mas acho que até mesmo minha amiga apostaria nela então não havia muito a ser feito.Todo o incidente acontecerá em nossa separação, fomos um dos poucos a ficar para proteger o navio, eu fui descuidado pensei que poderia relaxar em ambiente hostil acreditando que estaria tudo bem e fomos emboscados, ela já estava com uma bala alojada no ombro quando nos encontramos novamente no convés, a luta foi acirrada, Emma foi completamente espancada, meu corpo queria desabar a cada passo mas finalmente conseguimos, ao menos era isso que pensava, apesar de nós conhecemos a pouco tempo Illya desatenta tanto quanto nós recebeu um novo disparo assim que veio ver nossa situação atual.Eu o matei, matei o responsável por tamanho ultraje mas mesmo quando o médico chegará antes mesmo de ele dizer já sabia a verdade:

-Ela está sangrando muito rápido, e já não sinto respiração alguma…Ela estava morta.

Fim do Flashback

-....sinto muito Kelly. Continuaria minhas desculpas com igual tonalidade baixa.Assim como Illya se eu tivesse tato e percepção eu poderia ter burlado esses acontecimentos.Ela nem ao menos demonstrou pesar em seu sorriso, apesar de sorrir para mim quando demonstrei que iria fazer tudo ao meu alcance para salvá-la com igual intensidade ela exposara seus lábios aceitando o sono profundo tentando me acalmar. “Está tudo bem grande detetive” era isso que queria me dizer com aquilo? Acha mesmo que está tudo bem acha mesmo que eu vou simplesmente sorrir de volta é aceitar tudo isso? A culpa foi minha e eu não tenho direito nenhum de contrariar isso.

~Dentro da consciência de Rimuru~

Minha consciência parecia se escurecer como se meu ser estivesse sendo jogado em um poço sem fim, eu poderia muito bem me manter assim, não havia motivos para mim lutar ou me opor contra isso eu deveria apenas me entregar a essas sensação e deixá-la fluir como haveria de ser.Mas algo forte aparentava golpear meus pensamentos  como se o direcionando para outro lugar, onde estaria ela me levando e porque haveria de estar aqui?

-Você fala demais seu incompetente. Dizia uma voz  familiar, doce e encantadora refletindo sua insatisfação alvejando me com completa intensidade.A pessoa que se dirigia a mim não era nada mais nada menos do que….eu mesmo:

-Isso não é possível…Comentaria mentalmente com certa insegurança e recuaria para trás.

-Infelizmente é afinal essa é sua mente então tudo que aqui ocorre não se passa de fruto de sua imaginação.Eu concordaria de que eu é ti somos a mesma pessoa mais vendo o estado lastimável que está atualmente, apenas seria um insulto para a grandiosa beldade que eu sou.

Meu segundo eu debocha de mim em uma das inúmeras tragédias em vida deliciando se de minha queda como se estivesse me ignorando, mas ele parecia compreender minhas dúvidas afinal quem mais seria capaz de me entender melhor:

-Você criou essa realidade em sua cabeça por um único motivo. Ninguém além de si mesmo e capaz de resolver seus problemas, uma mente superior como a nossa pode apenas encontrar o refúgio necessário em si mesma.

Como sempre eu estava certo, um grande detetive como eu é o único capaz de resolver minhas próprias perguntas:

-O que eu fiz de errado, em quão momento desse caso eu caí na armadilha da estupidez, porque eu não fui suficientemente capaz.

Minha própria gargalhada ecoava pelas paredes do meu cérebro, pela primeira vez a escutava de uma maneira totalmente diferente aquilo que ela representava, meu sósia se levantava dentro de mim em caráter e autoridade com todo meu lado convencido trabalhando em seu poder.

-Você deveria estar se perguntando o que deixou de fazer se não fosse por Emma suas atitudes seriam completamente diferentes, toda essa encenação mesquinha? Não me faça rir riririririri. Em nossos tempos de glória você teria atirado em Kelly sem nenhum pesar na consciência, ela poderia se machucar mas a atitude seria igualmente inesperada, o homem jamais teria esperado por essa e ferido do jeito que estava era bem capaz de morrer com o impacto, enquanto a ela, havia um médico ao nosso lado,retirar balas do peito seria bem mais fácil do que um pescoço torcido.Melhor do que ninguém deveria compreender que o passado é algo incapaz de ser alterado, você tem fugido demais da realidade Rimuru ou se esqueceu de quem verdadeiramente é.

Recordações antes ocultas e ao todo custo lacradas a sete chaves para nunca mais serem vistas, lembranças de sua família seus pais, irmãos e irmãs reluziam em seus olhos como se recordações decorrentes:

-O quinto filho da família Tempest, destinados a comandar a ilha do luar, ou melhor dizendo a cria que não deveria nem ao menos ter existido.Sabe por que passamos a maior parte de nossa vida aqui? Era porque éramos indesejados. Cada filho e filha nasceu sob a benção de uma lua. Mirry a mais velha banhada sobre a lua minguante,Randall o orgulhoso pela lua cheia, Tiffany a reluzente pela lua crescente é Gladius o caçula pela lua nova. As crianças perfeitas para um país perfeito. No entanto uma quinta havia se apossado da barriga da mãe, nascido em um fenômeno raro e inesperado para todos.O elipse lunar, mas que surpresa encantadora eles tiveram, era de se esperar que o filho de proporções raras seria especial.Ririririri, mas como estavam profundamente enganados, se não fosse por nós a ilha haveria de existir.Pela falha que cometeu, deixou de usar seu sobrenome e abandonou todos os seus ensinamentos, você pode usar a desculpa que for mas não deixou de usar o nome Tempest por um simples pedido ou segurança mas por se achar indigno de tamanha herança.Acorde tonto a linhagem ainda vive em ti.Você não é apenas Rimuru aceite se por inteiro.

Eu não poderia aceitar isso graças a mim meu povo morreu, se eu tivesse seguido os passos, se mantivesse todos os humanos longe do reino, nada disso teria acontecido:

-Nosso pai sempre disse que o mundo abaixo era cercado por sangue a cada passo que nos damos e também nos mostrou o repelente para esse males caso um dia caíssemos do paraíso.Pare de tentar ser apenas o mocinho de sua própria história a lua possui dois lados e está na hora de aprender a alternar para o seu demônio interior.Antes de despejarem seu fluido em uma bandeja trate de colocar seus órgãos sobre uma balança, mortos não causam problemas ou ao menos não deveriam o fazer.Se não e capaz de mantê-los vivos então é bom descobrir uma maneira para que seus enterros não venham a ser em vão.

~Fora da consciência de Rimuru~

Começaria a recobrar os sentidos aos poucos e me agacharia ao lado do corpo do homem, iniciaria uma pequena busca em suas vestimentas retirando tudo o que pudesse ser útil, um investigador jamais pode deixar pistas para trás e embora tenha dito coisas curiosas em seus últimos suspiros tudo aquilo que puder arrecadar seria necessário. Concluído minha ligeira atividade procuraria olhar para Will batendo palmas de aprovação e com um sorriso meio torto de alegria e ódio misturados:

-Ririririri, ao que parece a mesma traição entregue a mim por você Will, está atrasado! Quando te coloquei lá dentro pensava que sairia mais cedo.Que pena parece que minhas expectativas foram por água abaixo.Coçaria a parte de trás do pescoço e identificaria a causa da morte do rapaz retornando os olhos sem vida para um velho conhecido.

-Ao menos diga me que não fiz tudo isso por besteira, conseguiu as informações que precisava de seu homem?Espero que sim eu não estou em muito bom humor, porém posso dizer com total educação que me permito a admirar suas conquistas.

Ajeitaria a pistola em minhas mãos, retiraria um pente depositando ao lado do cadáver e recarregaria continuando minha conversa passageira:

-Seus assuntos ficaram para outro dia, atualmente estão precisando de mim, se quer mesmo apoio vá procurar a ruiva ela desembarcou por essa manhã.

Dificilmente ele aceitaria isso o conheço a muito tempo então já prepararia minhas panturrilhas pronto para colocar um ponto final nessa história, de certa forma a noite reina pelos céus mas não é a única coisa  escura preenchendo meu espaço eu aprendi em um livro que o Sol se põe para oeste e infelizmente o meu já está aqui ao meu lado para tirar todo meu brilho:

-Estava distraído com esse inquilino, poderia ter me matado mas não o fez e agora tem de novo essa oportunidade, diga me West precisa mesmo de mim ou apenas quer o prazer de me matar me mostrando que sou incapaz de fazer nada para o impedir? Se for a segunda opção lamento pela sua indulgência,mas não sou um mero mortal.

Faria os cabelos serem jogados para o lado com o uso de minha palma livre e abriria meus pulmões com satisfação e orgulho como nunca antes, o tempo para as lágrima deixou de existir tenho que me torna uma pessoa calma para poder agir de maneira sensata e calculista independente da situação em que me encontro:

-Sou Rimuru Tempest o maior detetive do mundo e aquele destinado a resolver os maiores mistérios que assolam os oceanos filho e legítimo rei da ilha do luar. Nascido da escuridão em meio a um fenômeno raro das estações renda se diante a minha superioridade ou prepare se para sofrer das provocações do abismo.

Meu velho realmente tinha um slogan interessante sempre quis falar isso uma vez embora não seja de fato verdade, mas se quero recomeçar minha vida como um Tempest porque não iniciar por aquilo que os destacará ao longo da história a frieza.

Se ele apenas me ignorasse e decidisse partir ou aceitasse meu pedido me deixando em paz por hora não o impediria de sair e voltaria para o beco me situar da posição de meus companheiros e seu psicológico assim como recuperar a posse de todos os meus pertences, caso tivesse intenções pacíficas ouviria o que tem a dizer mais acenaria um não com a cabeça pois tinha planos diferentes por hora, do contrário o provocaria com um disparo rápido na direção da cintura seguido de outros três em fileira para frente. West possui o hábito de disparar contra seus inimigos em uma única investida no entanto se ela estiver bloqueada será obrigado a me flanquear pelos lados.Ao se aproximar o suficiente fitaria para o lado com intenções de me esquivar abaixaria a cabeça e exerceria um giro rápido com o corpo alternando a pistola de mãos me manteria próximo como ele queria desde o início me aproveitando de seu próprio estilo para me preparar contra ele, contato que a espada e uma extensão de seu braço se eu limitar suas articulações ficará mais fácil evitá-los e quanto mais curto a distância mais complicado para realizar estocadas e afins.Dispararia com a mira pra baixo para forca-lo a recuar inúmeras vezes mas sempre me aproximaria mais e mais, quando tentasse me ferir, Empurraria a dobra de seu braço com a palma aberta e bateria o cano da arma contra sua carne apertando o gatilho quantas vezes me fossem permitidas, se ele quisesse me machucar poderia se suceder mais pagaria da mesma moeda.

Quando percebesse a ausência de munição soltaria o pente e o arremessaria em seu pescoço, rolaria para perto do assassino de Kelly usando o pente que deixara lá ainda não  totalmente descarregado, voltaria minha atenção para West e bloquearia seu ataque com a pistola.Acumularia saliva em minha boca e com minha pontaria cuspiria em seu olho para criar uma abertura tentando a todos os custos disparar em sua mão para o desarmar, puxaria a espada e a jogaria para o telhado ou ambiente alto de algum lugar e atiraria em seu joelho:

-Não sou seu inimigo e essa será sua última chance para correr,ririririri.
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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptySex 18 Jan 2019 - 15:39


"A New Enemy Appears" : 06
Mergulhando em meio a pensamentos profundos e lembranças antigas, Rimuru dava mais um impiedoso tiro no cadáver do loiro, as pessoas ao redor se afastaram um pouco, Will por outro lado permanecia firme, um tanto irritado por - em sua mente - receber um tiro como resposta ao invés de palavras. Suas memórias e lamentações aconteciam de uma forma rápida em sua cabeça, a medida que Rimuru ia recobrando seu foco ele percebia West dar alguns passos de aproximação enquanto o som de sua katana sendo desembainhada ressoava pelo ambiente, este parando apenas quando o detetive demonstrou alguma reação, pela primeira vez realmente se focando no espadachim enquanto se agachava para saquear o corpo ao mesmo que depositava ali uma recarga de cinco tiros, no corpo, ele encontrava um maço de cigarros, um isqueiro e um rolinho de gorjetas num total de 50.000 berries.

Reciprocamente, Rimuru aplaudia o jovem West tentando dissuadi-lo com palavras para que Will não fizesse nenhuma “bobagem”, infelizmente, para cada argumento o espadachim tinha sua própria resposta, não demonstrando nenhum remorso ou intenção de recuar.

- Sairia mais cedo? Não seja ridículo! Eu saí em menos de vinte e quatro horas, a única dificuldade que tive foi de encontrar vocês ratos! Não se preocupe mais com meus assuntos, já tenho pistas suficientes, não que você vá conseguir fazer isso morto de qualquer forma. - West insinuava mais uma vez que investiria caçando a garganta de Rimuru, mas uma última vez o detetive o travava com palavras, dessa vez mais verdadeiras, perguntando o por que de West não ter atacado furtivamente. O rapaz sorriu sarcasticamente.

- Eu acho que uma pessoa como você nunca entenderia. - Respondeu Will. - o narrador não pode te acertar gratuitamente sem aviso prévio Eu acredito em uma coisa chamada honra mesmo entre piratas. - Disse o rapaz mais hipócrita do que nunca visto que este matava pais de família na surdina sem nem pensar duas vezes. - Não estou aqui para demonstrar superioridade alguma, uma pessoa tem pelo menos o direito de saber o motivo de sua morte, mesmo a escória. - Ele então saltou para trás, mantendo uma distância de oito metros flexionando bem o joelho e mantendo sua katana em uma postura apontada para Rimuru e rente a seu rosto, como se mirando um alvo. - Eu devia mesmo era ter te matado quando aterrissou no barco aquela hora, dessa vez não repetirei o mesmo erro.

- Sharp… - As palavras de Will pareciam ter algum impacto na atmosfera local, Rimuru erguia suas pistolas, dando um total de quatro disparos, havia feito uma previsão da movimentação de West mas havia uma coisa na qual ele não contava, a utilização de uma técnica aérea. Já com todas as preparações feitas William usava suas pernas flexionadas com um salto de dois metros a frente que esquivava de duas das quatro balas, das outras restantes uma pegava de raspão em sua coxa enquanto que a outra era um tiro limpo pela panturrilha do rapaz, ainda assim West não parava seu movimento, já movido pela força do ódio e pela inércia de seu impulso inicial , o espadachim começou a girar em seu próprio eixo como um pequeno ciclone.

-  Stroke!!! - A última palavra vinha com a finalização da técnica, que em questão de instantes já alcançava Rimuru mirando um corte vertical e sua cabeça, o celestial era hábil para tentar se esquivar, dava um giro para o lado que acabava por mudar o alvo para seu ombro esquerdo que era acertado.

Nenhum dos dois hesitava naquele momento, mesmo sendo pressionado Rimuru trocava sua empunhadura e começava a disparar próximo aos pés de West, que parecia ter uma certa dificuldade em pisar com a perna antes acertada, ainda assim ele não desistia e muito menos se assustava com as falsas ameaças, já tendo caído em uma postura flexionada, o rapaz juntou a espada ao peito pronto para conectar uma técnica a outra em um giro de 360º.

- West Storm!!! - Era um corte rápido e impiedoso que vinha em formato de arco, seu maior erro no entanto era o alcance, a este ponto Rimuru estava colado demais no espadachim para ser acertado, e enquanto parava a trajetória de seu braço com a uma mão, a outra queimava West com o cano quente da arma enquanto disparava em seu antebraço direito. - Gaahh! - O rapaz gritava de dor mas também não perdia a chance de revidar, aproveitava a proximidade para aplicar uma joelhada no estômago de Rimuru que o afastava no mesmo instante, quase o suficiente para botar todo aquele licor de antes para fora.

Mas o celestial era astuto, aproveitava o impulso para rolar próximo ao cadáver do loirinho pegando a munição de antes, William avançava em cólera, não aceitava estar naquelas condições contra alguém que considerava mais fraco, o próximo golpe do espadachim era simples e impensado, simplesmente uma linha diagonal mirando o peito. Fora fácil para Rimuru bloquear já atirando na mão também direita de West que acabava largando sua lâmina ao mesmo que dava um grande salto para trás, ainda difícil de escapar da mira do atirador que antes que fosse tarde apertava o gatilho contra o joelho de Will, o tiro no entanto não era efetuado, por conta do bloqueio de antes a arma já não estava mais nas melhores condições, travando na hora do disparo e dando um pequeno momento de pausa naquela luta intensa.

- Merda! - Praguejava William ofegante com uma perna ajoelhada enquanto pressionava a mão ferida com seu outro membro livre. - Como? Por que eu não consigo matar um fracote como você?!

Neste momento você deve estar se perguntando: “Mas e quanto a espada do garoto?” Bom, digamos que ele foi  sortudo o bastante para que o telhado escolhido por Rimuru fosse um que abrigava uma figura que por hora apenas observava.

- Porque você é mais fraco ainda West. - Dizia a voz masculina vinda da direção em que a katana era novamente arremessada para William. - Que decepção, eu achei que você fosse ser mais útil quando lhe dei o perdão judicial. - Olhando naquela direção, Rimuru veria que se tratava de um Marinheiro de pele morena, brilhantes olhos verdes e um cabelo em rabo de cavalo tão prateado quanto a lua, um velho conhecido, o ex Sargento [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

- Há quanto tempo, Grande Detetive. - Cumprimentava ele com uma voz despreocupada no entanto cheia de remorso. - Espero que não tenha achado que sairia impune depois do que fez em Loguetown, é uma pena que meu título de cozinheiro fique para depois mas minha reputação ficaria manchada se eu simplesmente deixasse você ir embora. - Ele dava uma pausa, olhando com decepção para Will. - West! Lhe darei uma última chance. - Do bolso de seu casaco, Yama retirou uma estranha fruta, com uma cor forte e silhuetas circulares. - Acabe com isso.

A fruta era jogada do telhado para a rua, caindo a dois metros de West e cinco metros de Rimuru, Will parecia saber o que fazer com aquilo, e para muitos poderia parecer com uma fruta comum, mas dada a descrição da mesma, só havia uma única coisa que Rimuru poderia associar, um objeto peculiar na qual fora descrito uma vez em meio a tantos detalhes do diário de Ashburn, uma fruta demoníaca que poderia mudar o rumo de qualquer batalha, uma Akuma no Mi.



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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyQua 13 Fev 2019 - 9:59

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Rimuru Tempest


Se as investigações me revelaram alguma coisa diante de todas as adversidades e situações decorrentes ao dia a dia mundano e que independente do ocorrido, aquilo que levou a ser ou que acabará por se tornar,nenhuma situação independente de quão sênior se propaga e derivada de um mero acaso,tudo possui suas razões um caso originado de seus delitos, um retorno propagado pelas suas próprias ações.Diante de meus olhos que respondem com o brilho de entusiasmo de minha alma gloriosa eu enxergo nada além de um passado novo retornando para se vingar,como se não houvesse muitos com essa mesma finalidade em uma única manhã de lamentações.Não passará muitos dias desde que avistei o marinheiro Yamá  pela primeira vez,tolo minhas bajulações e agrados foram o suficiente para desiludir-lo apesar de não ter sido um homem a altura de todo meu potencial comunicativo desbravei com satisfação meu papel em meio a meu plano, graças a esse cozinheiro nato espalhei o caos e desordem sobre o porto de Loguetown como muitos haverão de mencionar por toda uma vida e o condenaram arduamente em seus tempos de serviços.Parece que ele não conseguiu superar minha partida e veio ao meu encalço procurar ver minha beldade novamente, francamente esses rapazes sempre querendo um pedaço da detetive.Observaria o fruto com total análise de sua forma estou completamente indignado com sua aparência,para algo destacado como demoníaco sua estrutura e repugnante e nada elegante,parece uma comida envenenada ou podre, existe um ditado para não se julgar um livro pela capa mas se um cozinheiro faz o mesmo com o alimento acaba por oferecendo uma refeição horripilante para seus tripulantes e eu como mestre gastronômico só consigo ter pesadelos com o gosto amargo que ativaria em meu paladar com algo tão nojento quanto isso,para piorar está coberto de terra e quem sabe mais quais outras imundícies.

Eu havia lido em livros que o diabo gostava de iludir suas presas com coisas belas e enganava os com falsas palavras, mas isso é muito visivelmente repugnante e sem agrado, provavelmente a nomearam por conter uma maldição ou algo do tipo mas se esse é o caso poderiam simplesmente chamá-la de fruta amaldiçoada com uma forma dessas só essa feiúra já é suficiente para fazer jus ao nome.Mas paciência, se fosse para ser dado a mim ela provavelmente teria alguns mimos em ênfases extras para condizer com minha reputação, no entanto ela está sendo oferecida ao West então faz total sentido a situação em que ela se encontra.Infelizmente para o bem ou para o mal não posso deixar que ele a coma,apesar de ser grotescamente sem charme essa fruta ainda concede poderes inimagináveis ao seu portador se o meu inimigo adquirir tamanha força em uma súbita reviravolta, poderei encontrar um fim derradeiro neste mesmo local.Preciso adquirir posse antes dele a questão é como irei fazer isso,viraria o rosto na direção do Will e então sorriria com um canto superficial da boca como se despojando de sua presença:

-Parece que coelhos realmente trazem boa sorte afinal,obrigado Kelly.Sussuraria para mim mesmo enquanto deixaria o ex pirata tomar a dianteira.

Vamos às explicações se estou distante do meu objetivo e meu oponente se encontra a uma vantagem geométrica de espaço porque ainda sim deixa-lo ir adiante? Obviamente pelo campo de visão limitado que isso o provocaria,meu foco estará em apenas um ângulo se tanto a fruta como meu rival estiverem na mesma direção, poderei correr com todo meu potencial sem precisar desviar o olhar e se ele ousar manifestar a mesma atitude sem se preocupar comigo,bom digamos que as coisas terminarão mais rápido do que precisam ser.Apontaria a arma para seu corpo e dispararia alvejando suas costas e batatas das pernas para desencadear-lo o medo e se conseguir acerta-lo somar o dano com suas feridas anteriores para dificultar em sua locomoção.Não preciso necessariamente impedi-lo de pegá-la a vitória é garantida apenas para aquele em que comê-la.Se minhas atitudes não fossem o suficiente para negar sua aproximação dispararia visando seu rosto para impedir que sua boca tivesse contato com o fruto e continuaria com uma sequência de disparos próximo a mão em que encontrava se a fruta para induzi-lo a se mexer.

Ao me aproximar se tivesse chegado primeiro por algum milagre não colocaria o tempo a perder e com a palma livre pegaria a fruta direcionando a para meus lábios carnudos onde em uma única mordida com força de vontade arrecadaria o maior pedaço e o engoliria com rapidez antes de o arrependimento matar.

Se ela já tivesse em em seus domínios impediria a aproximação de sua boca com um leve disparo em meio aos seus dentes, com a mão livre seguraria a que estivesse segurando a espada e dispararia contra sua perna para limitar seus passos procurando morder a fruta ainda em sua mão.

Bem sucedido procuraria segurar sua cabeça e tentar emanar o poder oculto e descobrir o que ele poderia fazer,será que consigo uma forma animalesca para prensar seu crânio?Ou algo elementar para detonar com sua cabeça?E engraçado quando um ótimo Detetive como eu e incapaz de saber o que virá a acontecer,talvez eu devesse falar alguma palavra para soar um efeito bacana,bem como acredito que ele vai morrer acho que essa será bem interessante:

-Exxpllosiooon!

No entanto se falhar em come-la procuraria bater na fruta com a parte do cartucho de pente da pistola para despedaçá-la,viraria o corpo batendo as asas para distraí-lo,pegaria um dos pedaços e engoliria,mesmo assim se ainda não obtivesse sucesso,rolaria para o lado e deitaria ao chão para ganhar um ângulo melhor, visaria o pescoço de Will e apertaria o gatilho:

-Posso não conseguir degusta-la ao momento mas se não consigo ingeri-la farei o mesmo para ti ririririri.

Observações:
 


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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyQua 13 Fev 2019 - 18:54


"Waga na wa Rimuru!" : 07
A situação não poderia ser menos do que tensa, era como se um segundo levasse uma eternidade, ainda assim, havia pouco tempo para pensar, cada um teria que tomar sua ação e tudo se resolveria em instantes. Yama se mantinha parado, observando com um olhar tendencioso para a fruta, Will, por um momento travava, não acreditava em seus olhos quando via o objeto estranho, mas logo identificava o que era e o que tinha o que fazer, da mesma forma Rimuru, que determinado do que faria esperava pacientemente que todas as ações corressem como planejado, não haveriam mais espaço para erros, a sorte provida por sua falecida amiga Kelly agora estava ao seu lado.

A pausa eterna que se formava enquanto Will e Rimuru se entreolharam oscilando sua visão da fruta até um ao outro e isso repetidamente não passava de um milésimo. West só precisava de meio segundo para alcançar a fruta, enquanto o detetive, com suas pistolas prontas, necessitava de ao menos dois segundos para alcançá-la. O primeiro movimento era tomado, meio hesitante e com medo de ser baleado, mas ainda assim William apanhava sua katana do chão e arrancava para a fruta focado que aquilo lhe levaria a vitória ignorando todo o resto.

Era a situação perfeita para o detetive, que em desvantagem, encontrava uma brecha para virar o jogo, ambos corriam de um ângulo ortogonal um ao outro usando a fruta como referência, e enquanto também avançava em direção ao fruto Rimuru tinha o tempo e foco o suficiente para disparar três vezes, dois tiros acertavam de raspão as costas e costelas de Will, enquanto que o último disparo se alojava em sua perna direita fazendo o rapaz perder o equilíbrio já na frente da akuma no mi. West no entanto era hábil com o próprio corpo, e aproveitava que perdera sua base para executar um rolamento pegando a fruta no chão em meio ao movimento, a esse ponto Rimuru estava a dois metros do espadachim, Will não tinha muito tempo para pensar ou mesmo comer o fruto, pois Tempest atirava, eu diria quase que em desespero, em direção a seus braços e cabeça, errando todos mas tendo sucesso em afugentar o espadachim o deixando cada vez mais nervoso.

Dois segundos se passaram, os dois estavam cara a cara, eu não sei quanto a Rimuru, mas Will estava tenso, desesperado, ferido demais para levar essa luta a menos que adquirisse poderes novos, e foi aí, que sobre estresse, ao invés de tentar se afastar para comer o fruto, ele tomou a decisão que seria sua condenação, atacar.

- AAAARGH!!! - Com um grito sem significado algum, Will firmou sua espada rente ao rosto, mirando - com sua visão aguçada - o coração de Rimuru, no mesmo momento uma das balas do detetive acertavam a mão do espadachim, que na hora de sua estocada perdia o foco e perfurava por completo o ombro esquerdo de Rimuru, errando o alvo. Era a situação perfeita, não havia como West escapar, enquanto segurava a mão de West que empunhava a katana, com seu membro livre Rimuru disparou novamente contra a perna de Will que dessa vez já não suportava mais, enquanto ele caia se ajoelhando, todas as suas esperanças eram devoradas, literalmente, pois assim que o rapaz se abaixava a mão com a akuma ia para o alto, ficando na altura certa da boca de Rimuru que já ia visando a maior mordida que conseguiu arrancando metade da fruta para sua boca.

O gosto era horrível, se Rimuru alguma vez na sua vida já tivesse comido merda, esse seria o gosto em sua boca no momento, quase o fez cuspir tudo para fora na cara do espadachim, mas sua determinação lhe permitiu engolir a fruta que não apenas era ruim por si só, como também estava completamente suja por estar no chão. Quem diria que o sabor da vitória teria um gosto tão ruim, ainda assim, era aquele gosto que marcava o sobrepujamento de Rimuru sobre Will, que já sem esperança alguma, ficava sem ação por alguns instantes. Em uma pose heroica, o pequeno detetive colocava sua mão sobre a cabeça do espadachim, clamando sua superioridade, estranhamente, ele não sentia nada de diferente, sua altura não mudava, nada parecido com cascos ou pelos cresciam em seu corpo, nenhum raio destruidor da morte pulverizou o pirata em suas mãos e o celestial muito menos ganhava super força para esmagar o crânio de seu oponente, nada acontecia, pelo menos por enquanto…

- "Exxpllosiooon!" - Era o que Rimuru gritava, e então de fato algo acontecia, um som familiar repercutia vindo de Will, como se fosse um pavio queimando, subitamente, uma explosão que separava e arremessava ambos para longe, por sorte, a maior parte acertara o espadachim, sendo Rimuru afetado somente com o empurrão que o jogou ao chão e suas roupas rasgadas da forma como você preferir imaginar, a espada em seu ombro, no entanto, adentrou um pouco mais. O acontecimento era estranho, Rimuru não sentia que a explosão havia sido obra sua, especialmente por ter sido afetado pela mesma, a dez metros de distância do celestial, estava William, caído no chão gritando e se contorcendo de dor, enquanto sua mão direita que segurava a fruta? Não havia mais tal coisa, apenas com pulso aparentemente decepado e extremamente queimado enquanto jorrava sangue, a conclusão era de certa forma simples, o resto do fruto havia explodido.

- Tsch… Então não funciona se a pessoa já tiver comido? - Resmungava o Yama, já colocando a mão em um de seus bolsos e retirando três cerejas que começavam a produzir o mesmo som de antes e seus cabos começavam a chamuscar como se fossem um pavio. - Sem problemas, você não vai conseguir escapar agora. - As três cerejas eram arremessadas na direção de Rimuru, subitamente um vulto em sua frente que com uma espada igualmente enegrecida rebatia ambas as frutas que já longe explodiam com uma potência comparável a uma granada de mão, a akuma no mi em si não parecia ter sido uma falsa, mas sim estar sobre o efeito de um outro poder, podendo seus poderes ocultos ainda não estarem despertos no corpo de Rimuru.

Quem salvou o celestial você me pergunta? Simples, a mesma figura loira da loja de armas, se lembra dela? Elizabeth, uma dos acompanhantes que Fanalis B. Ria trouxe consigo do Farol.

- Merda… Primeiro a loja de químicos e agora enfrentando a Marinha diretamente. - Resmungava a mulher. - Vocês Ruivos não sabem mesmo ficar longe dos holofotes. Consegue levantar? Vamos embora daqui.

Elizabeth empunhava sua katana negra em uma posição defensiva, se olhasse um pouco para a direção que ela veio, Rimuru notaria alguns marinheiros caídos no chão ao mesmo tempo em que escutaria reforços chegando, William continuava se debatendo de dor no chão, quase chegando ao seu limite prestes a desmaiar, Yama por outro lado demonstrava um semblante de extrema raiva, já procurando mais frutas dentre suas roupas para usar de arma. Um pouco mais distante, agora da direção do beco de antes, uma figura baixinha com cauda abanando e capacete de samurai pulava sinalizando, era Emma, provavelmente indicando uma rota para que eles fugissem, ela não apontava para o beco, o que poderia dar a entender que os outros já haviam partido, mas seria o mesmo tão fácil para Rimuru? Isto é, se optasse por tal caminho.
Akuma no mi:
 



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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyDom 3 Mar 2019 - 21:12

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Vamos Fugir!Para outro lugar Baby!

É difícil contrariar as palavras da cavalaria assim que ela veio a me salvar, os holofotes desde sempre são parte de mim para distinguir o famoso e aclamado detetive que sou,mesmo que quisesse ficar distante de algo que é de mim por direito e quase impossível visto os esforços que a sociedade tem em me vangloriar pelo meu serviço, são tantas boas qualidades a serem destacadas que apesar desse elogio não seria o momento certo para me afobar a situação é crítica e as palavras são poucas embora com todo meu orgulho não pudesse deixar de me explanar ao menos em dizeres curtos e passageiros, com esse pensamento iria abrir meus lábios com agradecimento recheado de convicção e postura enquanto analisaria o ambiente ao meu redor com ambos os olhos para esquematizar meus planos:

Um grande detetive como eu dificilmente passaria despercebido Valkiria guerreira, fico contente pela sua ajuda ririririri, suas habilidades são algo com o que se rivalizar, precisamos sair daqui ou as coisas começaram a esquentar,desde que somos apenas nós dois a abordagem mais inteligente seria me proteger enquanto cubro seus flancos para nós retirarmos.

Procuraria a espada do jovem Will e se tivesse ao meu alcance pegaria a com minha mão livre de maneira rápida e precisa com todo o cuidado para não me machucar,caso contrário nem me daria ao risco de possuí-la,olharia para Emma e sinalizaria um gesto de mochila invisível para identificar se ela pegará meus pertences fazendo o possível para parecer que estava apenas arrumando os cabelos buscando não revelar sua localização para os demais pressionando meus calçados contra o chão com força de vontade e iniciando pequenos trotes acelerados na direção apontada,passaria ao lado de Elizabeth apenas para instrui-la novamente porém sem diminuir o ritmo:

Me siga sei para onde devemos ir, não vale a pena ficar para lutar, nosso inimigo talvez possa ser derrotado porém sua posição e planejamento estão de forma desbalanceada ao nosso conhecimento.Desde que se encontra aqui por vontade própria não se sabe os preparos que ele deve ter se precavido, reforços podem chegar a qualquer momento, se ele disparar uma dessas frutas procure rebate-las de volta para afastá-lo de nosso alcance,procurarei disparar contras suas aberturas para impedir que nos siga.

Avançaria com pressa e sem provocações, meu silêncio deve ser efetuado irritar minha pressa ou fazer ele desviar sua atenção não parece ser efetivo,apenas levantaria seu humor em nós perseguir, rezo para que a marinha realmente tenha um senso de salvamento e o abestado procure ficar e salvar o tolo West do contrário só seria uma dor de cabeça maior.Mesmo adiante manteria minha parte da operação como planejado, confiaria minha proteção ao cargo de Elizabeth e miraria na direção do ex-sargento esperando que ele arremesse suas frutas demoníacas e as mesmas sejam refletidas contra o mesmo, dispararia uma sequência de três balas consecutivas visando o caminho a ele decidido perseguir, com intenções de retardá-lo ou obrigá-lo a se distrair com movimentos retardatários assim como a esquiva ou bloqueio.
Do contrário se me sentisse ameaçado, tanto por um erro de planejamento ou descuido de minha aliada quanto a um ataque surpresa de meu rival, rolaria para a frente para adquirir distância e com o pé esquerdo me impulsionaria em um pulo para conseguir recuperar a postura e continuar o percurso sem reduzir o fôlego disparando duas balas contra West para ver se havia algum interesse em protegê-lo.Se Elizabeth ficasse para trás devido a um ferimento ou senso nobre de ganharei tempo,voltaria para pegá-la e colocar suas mãos sobre meu ombro ou palmas sinalizando para que Emma me ajudasse a carregá-la e pronunciaria com vigor:

-Esse não é o momento para idiotices,vamos!

Independente dos casos,se reforços aparecerem miraria apenas naqueles com armas de fogo deixando os demais aos cuidados da loira disparando contra suas cabeças ou pulsos para impossibilitá-los de atirar, se necessário retiraria o pente de minha arma jogando o cartucho na testa de um infeliz qualquer que não seja um dos meus que estiver pelo caminho e recarregaria com ambas as mãos para agilizar o processo miraria em Yami devido ao meu atraso e atiraria uma vez frontalmente para atrapalhá-lo.Quando estivesse no local indicado pela minha pupila e adorável aluna procuraria pegar uma de suas mãos segurando a com carinho para que não nos separaremos independente do que acontecesse e olharia com entusiasmo:

-Fico feliz quando você demonstra estar tomando a dianteira para as coisas isso é sinal do avanço dos seus ensinamentos ririririri,desde que já estamos aqui continue, deixe me ver o que tem em mente,afinal não é como se um raio fosse cair ou algo do tipo.

Acompanharia Emma de perto para onde quer que ela tivesse planejado tomando medidas efetivas para não sermos descobertos pegaria meus pertences se estivessem com ela e colocaria a máscara para ocultar o meu rosto, caso a perseguição ainda esteja acirrada feriria a barriga de algum morador aleatório que estivesse pelas redondezas para que parassem para prestar socorro para o mesmo, se fosse restringido pela minha atitude apenas me desculparia:

-Não se preocupe estou longe de fazer uma coisa dessas se não soubesse que ele teria os devidos cuidados médicos,veja apenas como um apoiador involuntário,ele irá ficar bem.

Se um não fosse o suficiente dispararia contra outras pessoas em locais que não levariam a sua morte tais como pernas,antebraços ou costas na parte inferior do corpo e pararia de atirar conforme fossem parando de nós perseguir simbolizando que ninguém ficará ferido se eu apenas ir embora.Com Elizabeth próxima de mim perguntaria para ela algo que me vem a curiosidade, pouco eu sei sobre o que ela fez desde que estivemos na loja de armas mas uma pergunta não mataria ninguém principalmente uma brutamontes como ela:

-Chegou a voltar para o navio depois de sua compra? Precisamos nos certificar que os outros estão bem, seria uma pena que tivessem sido capturados nesse meio tempo,a marinha tem conhecimento de nossa localização.

Ouviria o que ela tivesse a me dizer acenando com a cabeça em afirmação mesmo que não entendesse aquilo que me fosse passado,quando  finalmente estivéssemos em algum esconderijo ou local seguro, me certificaria de que todos estão em boas condições me atentando para ferimentos e possíveis acidentes, se Robert estivesse conosco solicitaria seus serviços:

-Sei que não devo cobrar muito do senhor depois de toda essa agitação mas faça um pequeno diagnóstico em cada um de nós para nós certificamos de nossas condições.

Apoiaria meu corpo sobre uma superfície qualquer me sentando para descansar e relaxar os pulmões e então gesticularia para que Emma deitasse ao meu lado onde afagaria sua cabeça segurando as minhas mágoas.Eu me sinto culpado pelos incidentes de agora e preciso me responsabilizar por eles como um bom mentor em encontrar as palavras certas para reconforta-la:

-Você fez um ótimo trabalho lá atrás estou admirado com a garotinha que está se tornando, uma felina como você tem de tudo para se tornar uma sucessora maior do que eu já fui ririririri.Acariciaria a parte de trás de sua orelha e continuaria a me desabafar:

-Sinto muito foi tudo minha culpa eu falhei.Soltaria algumas poucas lágrimas e então fecharia um dos punhos com cuidado para não machucá-la.Se eu tivesse sido menos ingênuo e mais racional as coisas não teriam sido dessa maneira,não se preocupe pequena eu aprendo com meus erros,prometo que as coisas serão melhores da próxima vez ou não sou um grande detetive.

Afastaria minha mão de sua cabeça e começaria a pensar sobre o fruto que comi,ele não pareceu ter nenhuma diferença no meu corpo,não ganhei super poderes ou algo relevante,será que comi uma fruta sem poderes? Quem sabe,afinal frutos do demônio são conhecidos pelas suas individualidades únicas não seria impossível eu ter devorado algum que não concede nada ao seu portador, a fruta do nada como assim poderia ser nomeada,uma pena para alguém com um potencial tão grande como eu,mas procurarei investigar melhor quando tivermos tempo.Esperaria que todos se recuperarassem e apenas quando me fosse questionado diria o que estaria pensando em fazer segurando meus longos cabelos e acariciando suas pontas:

-Acho que é a hora de irmos a um cabeleireiro, alguém aqui tem alguma recomendação?

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyQua 6 Mar 2019 - 19:43





"Playback" : 08
Diante do comentário de Rimuru tudo o que Elizabeth parecia fazer era segurar um sorriso no canto de seu rosto enquanto fitava Yama em uma posição defensiva, afinal de contas, quem não gosta de um bom elogio? Mais uma vez Yama retirava cerejas de uma pequena bolsa pendurada em seu tronco, três no total, seus talos se acendiam como velas de aniversário e novamente estas eram arremessadas em direção a dupla, A medida que Rimuru se recompunha e se comunicava com a aprendiz, as coisas não ficavam nem um pouco paradas, cada vez mais o som de inúmeros passos pesados aumentava, e apesar de se ferir um pouco para tal, Elizabeth tinha sucesso em evitar danos fatais nos dois. Ao ver a mensagem de Rimuru, Emma virava de lado, demonstrando os itens e em seguida apontando na direção a ser tomada, a rua paralela que dava de frente para o bar.

- Certo, você guia o caminho então, vou tentar dar cobertura. - Respondia a espadachim.

Era dado o momento de agir, a espada de Will, no qual seu dono se debatia e agonizava no chão por conta do desmembramento, era completamente removida do ombro de Rimuru e isso por mais que desse um certo alívio momentâneo, saia rasgando um pouco mais e iniciando um grave sangramento. A dupla começou a correr, enquanto que Emma parecia se adiantar a frente, Yama não demonstrava interesse em Will, muito pelo contrário, apenas pulava de um telhado para o outro tentando se aproximar mais do detetive; Rimuru ousou tentar pará-lo, os tiros disparados por seu revólver eram no entanto bloqueados por uma tonfa que o tenente retirava de sua cintura e girava para defletir possíveis danos com uma mão, enquanto que com a canhota, esta por sua vez livre, pegava uma fruta um pouco maior dessa vez e arremessava próximo a Rimuru mas fora da linha de ação de Elizabeth, o marinheiro não era burro, e parecia se adaptar a formação dos dois.

Com um rolamento em direção ao beco que ligava a próxima rua, Rimuru conseguiu se safar por pouco, sendo até mesmo impulsionado pela explosão para chegar mais rápido ao seu destino. Antes de adentrar completamente na viela, o celestial testou dois disparos contra o jovem West caído e desprotegido no chão, Yama não apareceu para defendê-lo, muito pelo contrário, o próprio tenente causava uma explosão ao lado do próprio West, talvez tentando eliminá-lo por si mesmo, ou quem sabe movendo o espadachim do perigo, isso eu não posso dizer ainda, mas o fato é que graças ao impulso da explosão, West saiu do caminho dos tiros, agora desmaiado.

A perseguição continuou, Rimuru e Elizabeth saindo do beco para a próxima rua, Emma, a um bloco de distância, saía também de uma transversal sinalizando que fossem até ela, já Yama, um pouco atrasado e ainda correndo pelos telhados, segurava um den den mushi por onde parecia coordenar os marinheiros ao seu comando para uma emboscada. Em frente ao Hells bar as três se encontraram, Emma rapidamente entregou as coisas de Rimuru e mal pode esconder seu ânimo de cauda abanando ao receber os elogios; um pouco longe, Yamma já era visto pulando do telhado para a rua enquanto ainda fornecia ordens.

- Continuem flanqueando, vamos cercá-las adiante! - Ele então guardava o den den mushi já colocando ambas as mãos nas costas como se procurando armas.

- Certo… Certo… hummm… Por aqui Shishou! - Emma por outro lado parecia nervosa, nem muito saber o que fazer, mas por algum motivo seguia um caminho determinado com uma forte convicção.

Mais três cerejas vinham na direção do grupo, desta vez Elizabeth conseguia rebatê-las sem problema algum, mas lhe faltou percepção de que na sombra das três cerejas rebatidas, um pouco mais atrasadas, vinham mais da mesma fruta que já não podiam mais ser impedidas pela loira já em movimento de golpe; três pequenas explosões que acertavam em cheio as costas de Rimuru, danificando suas roupas, queimando-lhe as costas e o derrubando no chão alguns metros a frente.

- Shishoou!! - Emma se surpreendia com aquilo , já virando em ódio tentando avançar em direção ao tenente, quem lhe parava era Elizabeth, dando uma ombrada que empurrava a felina e tomava seu lugar no percurso que mais uma fruta explosiva vinha, desta vez uma maior do tamanho de uma maçã, logicamente um alvo mais fácil de rebater, Yama no entanto parecia ter aprendido a “cozinhar” suas granadas, e no momento em que o alimento tocava na espada de Elizabeth uma explosão mais potente do que as demais se encadeava jogando a loira também ao chão.

Quando as coisas pareciam que não poderiam piorar, o conjunto de passos ficava cada vez mais alto, vindo de ambos os lados, dois agrupamentos de marinheiros que se aproximavam com aproximadamente dez homens cada, os que vinham por detrás de Yma, um misto de atiradores e espadachins, já os que surgiam da direção em que Emma pretendia guiar o grupo, eram todos homens medianos com espingardas em suas mãos. ainda deitado, Rimuru tentava atirar nesse segundo grupo, e até conseguia derrubar um soldado, os outros nove no entanto se ajoelharam lado a lado, e com espingardas a frente começaram a disparar.

Emma, em um ato de desespero e reflexo, agarrou tanto seu mestre como a espadachim loira pelas roupas e as arrastou rapidamente para detrás de um camelô de roupas onde teriam uma certa cobertura, embora que neste processo o detetive tenha levado dois tiros limpos na perna direita e a loira prefiro nem comentar, pois até o momento ela se fazia de durona. Cercado e em uma situação desesperadora, Rimuru começou a fazer uma das poucas coisas que podia lhe dar vantagem para com os marinheiros, atirar em civis; após o primeiro disparo, os cidadãos que já estavam encolhidos de medo se alertaram, e percebendo que agora eram os alvos, as pessoas começaram a correr e gritar de medo entrando na rota de tiro e caminho da Marinha.

- Segurar o fogo! - Gritou Yama, logo seguido da ação dos marinheiros que levantavam suas espingardas em direção ao céu e o restante - com espadas - tentava trespassar a multidão descoordenada.

Emma ajudava Rimuru e Elizabeth a se levantarem, e puxando ambos pelas mãos até a viela ao lado, começava a correr agora sem rumo, perdida e sem saber o que fazer, apenas continuando em frente, virando em becos e fazendo o caminho mais confuso possível, afinal, haviam poucas ruas largas na Toca do Coelho, sendo em sua maioria lugares estreitos como aquele. Por onde quer que passassem Elizabeth derrubar latas de lixo, móveis e o que quer que conseguisse derrubar no caminho; mesmo em tal momento inoportuno, Rimuru tinha de pensar bem em suas ações, e não deixava de perguntar sobre o barco para o loira?

- O que? - Respondia ela ofegante. - Ah… Não, eu estava colhendo informações na cidade, primeiro fiquei sabendo daquele urso amigo de vocês que havia destruído uma loja de químicos, logo em seguida vi uma movimentação estranha da marinha e imaginei que fossem um de vocês lunáticos.

Por fim Emma parou, se encostando em uma parede, a Marinha não parecia estar em seu encalço ainda, e talvez os três tivessem um pequeno tempo para respirar, muito embora a tensão estivesse no ar, não era difícil perceber os passos de soldados de todos os lados, um pouco ao longe, mas ao berros, novamente Yama instruindo seus soldados.

- Cerquem o perímetro e então fechem o cerco! Eles não fugiram ainda! Vocês, juntem os civis feridos! Paramédicos! Se foquem nos civis, após isso verifiquem os soldados feridos!

Elizabeth se apoiava na própria Katana como bengala, sangue escorria por seus braços vindo de diversos ferimentos de tiro, e naquela pausa momentânea, ela rasgava parte de sua blusa e enrolava bem apertado no abdômen, ofegante, cansada e ferida; porém de cabeça erguida e pronta para a próxima luta. Emma por outro lado parecia um tanto perdida, com olhos chorosos e quase lacrimejando ela se aproximou de Rimuru pedindo desculpas.

- Shi.. Shishou, a Emma, e o tio Robert, tinham muitas armas, e..e..e e a Emma não sabia mais por onde ir e eu… - Mas logo Rimuru a parou, puxando a gatinha pra perto e lhe acariciando suas orelhas, ao mesmo que Emma tentava se desculpar tudo o que o detetive fazia era lhe parabenizar, no mesmo momento ela se acalmou, fechando os olhos e sentindo que agora ficaria tudo bem, pois agora estava ao lado de seu professor, muito provavelmente guardaria aquele momento para o resto da vida, isto é se conseguisse sair dali. Já mais calma, Emma abriu os olhos e sorriu levemente para Rimuru. - Shish…

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Subitamente a fala da felina parou, sua boca se manteve aberta e seus olhos perderam brilho como se a consciência tivesse se esvaído, ao afastar sua mão do rosto de Emma, Rimuru notou que segurando em seus dedos havia um rolo de filme que saía diretamente da cabeça da mink, em cada quadro havia uma imagem que se assemelhava a uma fotografia, inclusive uma tirada da própria fuga recente; quando focado em um quadro específico, a cena começava a se mexer e emitir som, sabe-se lá se apenas na cabeça do celestial ou para todos, o frame que mais chamava atenção no entanto era de uma cena em que o detetive não se fazia presente.

A cena começa com os cabelos do detetive celestial saírem do beco localizado por detrás do bar, os únicos restantes ali eram Emma e Robert, o velho gordo corria a até então morta Kelly e se ajoelhava ao seu lado, testando o pulso e respiração da coelha, o médico chamava a atenção da felina com um olhar preocupado porém aliviado.

- Emma! Ela ainda está viva. - Dizia Robert retirando seu casaco e enrolando no pescoço de Kelly como uma imobilização provisória. - Ela está viva, se formos rápidos ainda há tempo! - Com todo cuidado do mundo ele pegou a coelha em seus braços de forma que não mexesse em seu pescoço e então se dirigiu para a saída do beco.

- Se você seguir a rua principal de frente ao bar em algum momento verá uma casa com o telhado verde, vire à esquerda e continue em frente até avistar uma clínica hospitalar, ela é da minha família, eu vou na frente, pegue o mestre Rimuru e siga para lá. - E assim o gordo sai pelo beco, logo seguido de Emma que que virou na direção oposta já avistando o embate com William West, finalizando então a cena, que voltava a ficar estática novamente como se fosse uma foto.

Era de fato um acontecimento bem estranho, observando aquilo Elizabeth mal sabia o que dizer enquanto Emma ainda continuava sem consciência, era algo muito rico em detalhes e informações que nem o próprio Rimuru conhecia para ser uma alucinação, mesmo que de origem mística, um possível destino estava traçado, mas iria Rimuru segui-lo? Ou melhor, iria ele conseguir?



Mapa da Situação:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptySab 9 Mar 2019 - 1:56

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Rimuru Tempest


Infelizmente apesar da grande variedade de informações e experiências aprofundadas essa fora uma que jamais passei ou pensei ser capaz de presenciar,tudo parecia tão vivido e lúcido como se eu mesmo estivesse no momento para testemunhar,mesmo assim é algo tão animador e aconchegante que me obriga a questionar sua veracidade seria isso realmente um fato decorrente do dia a dia ou apenas o maior sonho de minha felina ao presente momento,aquilo que ela mais gostaria que houvesse acontecido e está tão longe de ser permitido pelas físicas de nosso mundo doentio? posso muito bem ter comido a fruta dos sonhos e ser capaz de ver aquilo que as pessoas mais desejam em sua mente por isso fui apenas capaz de extraí-lo em seu momento de desespero, ou me tornei um projetor humano e transmito recordações daquilo que toco sendo capaz de presenciar cada momento visualizado e ouvido pela vítima de meu poder.Preciso investigar melhor esse meu dom, embora não tenha nenhuma finalidade de combate a primeira vista como as outras a que tive o prazer em descobrir muitas coisas ainda estão ocultas para mim, o quanto eu posso ou sou capaz de ver?Existe um limite de vezes ao dia em que posso fazer tal atividade?Seria isso realmente algo originado do fruto ou meu talento como detetive finalmente ascendeu ao nível supremo me destacado sobre os demais me dando o dom de detetive supremo? São muitas as possibilidades embora sem sombra de dúvidas a mais realista seja a última, apenas um profissional qualificado como eu seria capaz de desenvolver uma habilidade tão conveniente no entanto entre as inúmeras questões que se levantaram uma que me remoe e capaz de ser saciada.

Olharia para Elizabeth com uma expressão duvidosa e cheia de curiosidade e um pouco de receio misturado ao medo, meus lábios roçando uns contra o outro, remexendo meus dedos sobre a superfície da palma oposta sem perder meu foco de suas reações esperando uma resposta,logo que ela terminasse de ouvir minha pergunta a quão diria sem nenhuma excitação de maneira curta e precisa:

-Você registrou a mesma cena que eu ou os ferimentos de meu corpo estão começando a me causar ilusões? Assim que ela respondesse daria uns tapinhas nos ombros de Emma para que ela se sentasse e permitisse a locomoção de meu corpo em sua total rede de alcance aproveitando se disso para vasculhar o interior de meus pertences, seguraria  na mochila alguns itens específicos a qual teria a finalidade certa para nos auxiliar mas antes de revelá-los piscaria para minha aluna com o olho esquerdo fazendo um pequeno questionário para seu aprendizado:

-Estamos em um aperto dos grandes, uma perseguição sem fundamentos onde a qualquer instante podemos ser descobertos mas diga me gatinha qual é o trabalho de um detetive?

Espoçaria um sorriso sarcástico,seja pela esperança que brotou em meu coração de Kelly ainda estar viva ou de meus anos pelas ruas sendo perseguidos por marginais durante meu trabalho estarem sendo revividos, um entretenimento sem igual que fazia meus dias serem radicais e extraordinários ao extremo por nunca saber se voltaria vivo para resolver o próximo mistério embora alguém tão perfeito como eu jamais se daria por vencido facilmente, seja qual for a afirmação ou negação provinda dela continuaria a frase quase que rindo de tão indiferente e conveniente:

-Somos responsáveis por investigar correto?E se necessário procurar por pistas que melhor levam ao nosso objetivo, então somos igualmente  qualificados  para apagar rastros de nossas origens ririririri.

Por fim pegaria a tinta vermelha e preta da mochila retirando qualquer adorno ou acessório da cabeça,prepararia meu cabelo de maneira adequada trabalhando sobre as pontas e deixando os mais arrumados possíveis e coloriria ele com a tonalidade escura como a noite despejando o conteúdo aos poucos e exerceria detalhes manuais para ficarem perfeitos e sem falhas tal como um adepto nos disfarces seria capaz de fazer.Terminado o meu separaria então o vermelho e levaria Emma para próximo de mim tomando os mesmos cuidados pessoais com seus pertences para que nenhum seja prejudicado e mordiscaria sua orelha bem de leve e com afeto:

-Se gostar pode ficar com ele e apenas para os despistarmos espero que não fique chateada com um novo visual, se bem que adoraria que gostasse são poucas as vezes que lhe faço algo pessoal.Começaria a exercer com minha tática aliciando seu coro cabeludo e mudando sua textura com a tinta redecorando para um bem maior.

Finalizado os preparativos olharia para Elizabeth com cara de psicopata mexendo os dois frasquinhos como um demônio especial, gargalharia baixinho mas não do que teria que fazer mas por não ter obrigação nenhuma em fazê-lo:

-Desculpa não irei alterar em nada se não me permitir, só quero que entenda que seria a rota menos perigosa, acredito eu que uma beldade como você ficaria perfeitamente elegante independente de seu cabelo e seria uma honra para mim poder fazer parte de uma mudança em uma tremenda guerreira.

Se ela acreditasse em minhas bajulações exerceria a mesma mudança nela com a cor optada do contrário não faria qualquer menção de força-lá cutucando o antebraço de Emma e sinalizando sua mochila:

-Vamos trocar de roupa também,essas vestes nobres já foram marcadas,ainda tem aquele traje que comprei para você? Ririririri.Boa garota.Afagaria sua cabeça retirando a roupa de empregada deixando a preparada para eu  fazer a troca deixando a mesma tarefa a Emma tomando o cuidado para ela não deixar as roupas jogadas por aí guardaria a todas dentro de sua bolsa.

Pegaria a besta marcial meu rifle querido e descarregaria as balas espalhando as pelo local,encostaria minha palma direita em minha ferida sangrando e faria menção de agachar e encostar minha mão sobre a parede como se estivesse cedendo deixando a arma por lá como se tivesse perdido as forças para segurá-la marcando a com sinais de fadiga, pressionaria o punho para que o sangue começasse a pingar e andaria devagar para que uma rota de sangue fosse originada pegando o caminho que levamos para chegar até aqui deixando rastros de que fomos por essa direção,retiraria a quantidade necessária de folhas de papel e limparia para ocultar o sangue de meu corpo e então sinalizaria para Elizabeth fechar meus ferimentos com as bandagens que possuo de uma maneira improvisada separando duas aleatória jogando as sobre o chão fazendo parecer que tentei me medicar enquanto fugia desgovernado. Colocaria então as vestes que separei retirando a atual para que ficasse mais limpo e então juntaria poeira do chão e espalharia pela roupa em locais adequados tanto na minha quanto na de Emma para parecer que estamos com elas já faz muito tempo:

-Eis o plano, deixaremos essa pista sobre a direção que “tomamos” enquanto corremos na direção oposta se passando por civis vítimas de um celestial maluco que está atirando em civis inocentes enquanto foge gritando sobre detetives, trocaremos de nome por hora para não levantar suspeitas, serei Rem, Emma será Emelyn e Elizabeth será apenas abreviado para Eliza, enquanto estivermos sob disfarce não deixe suas orelhas de gato transparecendo e esconda a cauda por dentro das vestes, apesar de não ser assim tão difícil minks continuam sendo suspeitos principalmente uma da mesma espécie da foragida,terá que se passar por humana assim como coloquei minhas asas por debaixo do tecido dessa vez, nosso objetivo e a clínica e não devemos nos separar até chegarmos lá, conflitos não são permitidos se as coisas parecerem difíceis deixe a atuação sobre meu controle,vamos começar sem mais delongas.

Colocaria a mochila nas costas e então esconderia a maioria das minhas armas usando uma para disparar contra o céu, rapidamente a colocando junto às demais onde não pudesse ser vista, meu rosto ficaria pálido como se estivesse em choque e começaria a gritar e espernear enquanto correria como uma galinha em fuga desesperada pela minha vida encenando meu papel como uma estrela:

-Socorro!!Marinha!!Alguém!!Qualquer um!!Tem um louco atirando nas pessoas enquanto foge com duas garotas dizendo o quão incrível detetive ele é.Por favor nos ajude!!Socorro!!

Usaria essa estrofe repetidas vezes enquanto traçaria rota até a clínica,se encontrasse algum marinheiro que não fosse o dito tenente a qual eu iria me esgueirar em um beco ou dentro de uma loja qualquer para evitá-lo, me jogaria sobre seus braços em um abraço chorando em desespero deixando as lágrimas correrem como se estivesse em um enterro:

-Me ajude por favor,tem um lunático a solto pelas ruas,eu e minhas amigas estávamos indo para casa quando ouvimos disparos vindo daquela direção. Apontaria para onde armei os rastros falsos. Sei que é pedir demais mas estou me sentindo insegura será que poderia me levar para casa? Eu moro em uma clínica que tem por aqui, me sentiria mais segura com alguém forte e protetor ao meu lado.

Faria beicinho e vibraria meus olhos chamativos jogando todo meu charme sobre ele,não que eu quisesse um jaqueta ao meu lado,mas pedir por um faria as coisas menos suspeitas.Com ou sem a companhia dele continuaria meu papel, a passos da clínica mantendo a máscara falsa sem deslizar tomando todo o cuidado para que minhas parceiras não arruinem isso cortando suas falas se parecerem perigosas com tosses e fungadas de chorro e pavor altas as bloqueando.Quando chegasse ao lugar mencionado bateria na porta três vezes antes de entrar e se o marinheiro estivesse ao nosso lado agradeceria ele com algumas referências:

-Muito obrigado! Snif snif, sabe estou profundamente agradecida pela sua efetividade, adoraria adentrar e dividir uma xícara de chá conosco como símbolo de nossa gratidão?não é muito para saciar o espírito de um protetor da paz nobre como ti, mas ao menos gostaria de agradecer ao meu salvador.

Se caísse nessa armadilha daria espaço para ele entrar sinalizando para que tanto Emma e Elizabeth o capturasse,enquanto fecharia a porta para que ninguém pudesse ver ou ouvir pulando sobre sua cabeça colocando minha mão sobre ela buscaria extrair o máximo de rolos que pudesse sair:

-Vamos ver o patamar de todo o meu potencial ririririri.

Se Robert aparecesse e estivesse confuso daria de ombros como se fosse tarefa de rotina, olharia bem em sua expressão e então diria com desdém e indiferença:

-Sabe como é colega,o trabalho de um detetive profissional nunca tem fim.Como se isso bastasse para ele identificar minha verdadeira identidade.

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptyQua 17 Abr 2019 - 6:58


"To com mt sono pra pensar num título" : 09
Largados em um beco escuro muito provavelmente perdido em um vórtice temporal durante a fuga, Rimuru mal podia acreditar no que via e ouvia, parte pelas informações obtidas, parte por de fato “despertar” algum tipo de poder. Ele olhou para Elizabeth, confuso e sem ter muita certeza se já havia perdido o pouquinho de sanidade que lhe resta, mas a expressão da loira era até mais confusa e espantada.

- Mas que diabos…? - Bom, não era exatamente uma resposta objetiva, mas alguma coisa Elizabeth estava vendo isso é um fato.

E por falar na cobaia em questão, assim que Rimuru soltava o rolo de filme o mesmo rapidamente se enrolou de volta orelha a dentro de Emma que deu um grito de surpresa. - “Nyghaa!!” - A felina estava claramente confusa, alguns segundos haviam se passado e ela nem se lembrava direito, não que “confuso” já não seja o estado habitual de Emma, mas vamos intensificar um pouquinho mais essa emoção.

- Aaarhn… Pegar os caras maus? - Respondeu Emma ao questionamento de seu mestre, Rimuru até desenrolava uma explicação, mas não como se ele fosse compreendido até realmente demonstrar com ações. Às pressas os disfarces de Rimuru e Emma eram feitos, e a felina até parecia empolgada com a atividade.

- Nyanhanhanhan… Agora a Emma pode ser a nova capitã. Seremos os “Neo-Piratas da Ruiva”! - Brincava ela enquanto tinha o cabelo pintado. Ambos por fim encaravam Elizabeth; que dava uma passo para trás em receio.

- P… Para trás seus selvagens! - Disse ela bradando a espada a medida que o celestial ria maleficamente e os olhos de gato atrás dele brilhavam cada vez mais em pura maldade. Uma corte de cena depois, assim como aqueles bons animes de comédia, todas as três estavam muito bem disfarçadas, Fanalis K. Emelyn em suas roupas de detetive, Rem black hair maid loli, e por fim Eliza Cruela Devil, com metade de seu cabelo loiro e o outro preto enquanto jogava sua nova katana fora ainda que com muito receio. Podiam até parecer vítimas de holocausto naqueles ferimentos, mas se encaixavam na situação de piratas descontrolados.

Rimuru mal tinha tempo de preparar a cena do crime e estava prestes a explicar o plano quando uma esquadra de soldados chegou no local procurando as piratas, pego no ato de improviso o detetive pediu por socorro, apontando a direção no qual supostamente havia “fugido”. Elizabeth entendia tudo, essa também não perdia tempo, se jogava nos braços de um soldado tão fraca ao ponto de desmaio, talvez uma atuação boa demais para ser uma atuação?

- Droga… - Praguejou um marinheiro pegando um den den mushi para se comunicar. - Elas fugiram para a praça oeste! - E então ele olhou para o soldado no qual segurava Elizabeth, um pouco nervoso, um pouco envergonhado, um pouco de tudo. - Derek! Acompanhe essas moças, o resto de vocês comigo, se a gente perder esses piratas o Tenente Yama vai querer a minha cabeça!

- Sim Senhor! - Respondeu Derek quase soltando Elizabeth para bater uma continência enquanto os outros corriam em direção a trilha falsa. E quando Rimuru lhe agradecia, o soldado ficava mais vermelho que um camarão. - Ahaha… Isso não foi nada, é o meu trabalho como um defensor da justiça afinal. - Disse ele se gabando, ainda que um tanto nervoso, queria manter a boa imagem como todo bom gado.

A partir dali um caminho mais seguro era impossível, ninguém suspeitava das três visto que acompanhavam um marinheiro, já era noite e as ruas escuras estavam iluminadas apenas por postes, um pouco mais distante da confusão, ainda era possível ouvir a Marinha fazendo uma busca digna de lei marcial.

A Toca do Coelho no geral não é uma cidade lá muito organizada, com ruas e estruturas irregulares era até fácil chamar o local de “feio”, mas o local em que se direcionava a clínica parecia ter um ar mais nobre, devido a iluminação ambiente era um pouco difícil observar o exterior da clínica, e eu não digo isso porque to com preguiça de descrever ela por fora… Okay, só um pouquinho. Mas foi adentrando no local que Rimuru avistava uma pequena recepção com cadeiras de espera, ocupadas por não mais que três pessoas, o local era simples mas demonstrava classe, o próprio rodapé das paredes brancas era adornado em uma cor dourada, e a madeira do balcão parecia ser da melhor qualidade, era onde ficava uma enfermeira de cachos rosas junto de um estranho animal meio gorducho.

- Oh meu, deus, olhem esses ferimentos! - Gritava ela observando o grupo que entrava. - Tina, pegue uma maca, rápido. - Dava ela ordens ao animal enquanto se aproximava para averiguar os ferimentos. Tina também não ficava parada, corria até o corredor além da recepção no qual detinha de algumas portas, ao final daquilo tudo, uma porta dupla com uma luz brilhando em cima, indicava que alguma cirurgia estava em procedimento.

Era então que o detetive agia, uma vez dado o sinal e Elizabeth jogava o soldado no chão tão rápido quanto aquele copo que escapa da sua mão e você fica olhando ele cair em câmera lenta sem nem conseguir reagir, só pensando na própria desgraça, sim, rápido nesse nível enquanto a enfermeira gritou de susto. Com Derek imobilizado Rimuru colocou a mão sobre sua cabeça, e após levar um certo tempo para se concentrar, um mesmo rolo de filme começou a sair da cabeça do homem, dessa vez com frames bem diferentes dos de Emma.

Mas não houve muito tempo de observação, pelo visto a atuação prévia de Elizabeth não era apenas fingimento, a loira fraquejava de novo dessa vez desmaiando de vez, seus ferimentos não eram pouca coisa e já havia perdido bastante sangue; sem a loira para imobilizá-lo, o soldado se soltou levantando em um solavanco que derrubava Rimuru para trás interrompendo seu poder.

- Mas que merda é essa que tá acontecendo? - Perguntou Derek um tanto assustado, no entanto discernindo o suficiente a situação para - não sacar - mas levar a mão até o revólver em sua cintura como uma resposta à ameaça.


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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! - Página 2 EmptySex 3 Maio 2019 - 1:02

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Rimuru Tempest



Minha mente estava em um turbilhão de pensamentos tanta informação que meus neurônios chegavam a ceder, frustrados demais para se manterem convincentes com a situação proposta de instantes para instantes sem pausa ou intervalos, a adrenalina do meu corpo começava a ferver desde que o dia começou têm sido um momento sorrateiro surgindo atrás do outro com algum acontecimento inusitado, uma fagulha do inesperado sempre acendendo o pavio para a destruição de meus planos, ideias que estão constantemente sendo destroçadas e reajustadas, adaptações forçadas que estão deixando minha cabeça aos brandos.Eu não posso deixar isso acontecer,não tenho muito tempo para pensar quanto antes eu demorar para agir mais difícil será para reparar, palavras de nada adiantaram perante tamanha confusão, a vítima se encontra em alerta e qualquer atitude que leve a sua fuga apenas me traria grande aflição.Flexionaria o joelho e impulsionaria meus pés para frente em uma investida momentânea contra minha presa branca,atirador contra atirador em um duelo mortal para o esquecimento,se um disparo ocorrer talvez seja minha derrota então conhecer meu próprio estilo e fundamental para reagir e corrigir os meus erros até agora.

A arma encontra se em sua cintura, um revólver como amor e ódio que vim a utilizar ao começo de tudo, os passos que o levaram para atacar são semelhantes aos que sempre tive que realizar,sacar,mirar e atirar, duvido que venham a ser diferente agora por isso sem pestanejar ergueria ambas as mãos em seu campo de visão para que sua atenção estivesse focada no meu abdômen para cima fortaleceria o músculo de meus braços e esperaria como uma cobra paciente pronta para dar o bote certo, quando sua arma estivesse apontada seguraria no cano com a mão esquerda para afastá-lo na direção oposta a minha e de Emma evitando o incidente de balas perdidas aguardando para a contra reação que seria retorná-la para a mira de seu alvo,com a mão direita me aproveitaria dessa deixa para abrir o tambor do revólver e descarregar as balas com um tapa de cima para baixo.Caso fosse bem sucedido ou sentisse um empurrão,soco ou hostilidade a caminho pisaria em seu pé com a sola de minha bota e arremessaria uma bala em sua boca para fazê-lo ficar calado,movimentaria  meu antebraço em  direção ao seu queixo como uma investida perfuradora para tentá-lo fazer engolir a mesma e se atordoar com a ação repentina:

-Emma!Exclamaria sem muitas explicações esperando o auxílio, combate corpo a corpo não é uma de minhas especialidades portanto tenho que evitar estender a ação por tempo além da proporção de um elemento surpresa.

Procuraria evitar ser atingido ou permitir que minha parceira abatida sofresse mais danos me  esquivando para os cantos através de rolamentos  ou puxando seu corpo para o lado me deitando de bruços sobre a mesma  agarrando a pela cintura  e rodopiando ambos para o lado.Se não houvesse alternativas procuraria um material acolchoado e empurraria o contra o corpo do marinheiro disparando com minha pistola sobre seu corpo com o utensílio para abafar o som o máximo que meus dedos rígidos pressionando e a eficácia do produto pudessem oferecer.No entanto se fôssemos capazes de imobilizá-lo novamente retornaria a enfiar minha mão no interior de sua cabeça de maneira ríspida e ágil retirando o máximo que pudesse, pegaria a espada de Illya ou uma faca em meio aos talheres de minha mochila assim como a caixa de fósforos e procuraria cortar o rolo em desespero acendendo uma pequena brasa e incendiando o restante ainda em sua cabeça:

-Se consigo vê-los talvez possa destruí-los Confirmaria com certa curiosidade sobre meus novos poderes e incertezas esperando descobrir o que poderia estar por vir.

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