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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyQua 21 Nov 2018, 22:08

Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Rimuru Tempest. A qual não possui narrador definido.


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Rimuru
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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptySex 23 Nov 2018, 22:51


Não fazia muito tempo que a ruiva havia saído e sem nem ao menos perceber quando essa sensação se desabrochou ou teve início já estava esperando que ela demorasse um pouco a retornar até ser obrigado a nos encontrarmos novamente,não que eu não me de bem com ela pelo contrário nossa relação amor e ódio um dia prevalecerá sobre as demais, mas acredito que um grande profissional como eu com reconhecimento de todas as pessoas a caminhar sobre esse planeta, me sentiria desvalorizado tendo que resgatar minha capitã em menos de um dia. Sem contar que tenho meus próprios objetivos, tarefas que não podem ser deixadas ao lado para que alcance minha meta precisa e perfeitamente calculada pelas trajetórias que me trouxeram até aqui.

Algo que seria impossível para mentes inferiores às minhas.Para começo de conversa já estou atrasado em meus compromissos, que porventura encontra se logo a minha procura.Seu nome é Clark um ex-tenente da marinha, esperando ao lado de fora da escuna para que possamos seguir jornada como planejado anteriormente.Acontece que nos interligamos de uma maneira nada convencional, eu prestei auxílio e como um bom receptor ele não apenas receberá o gesto como me beneficiará em troca.Seria até mesmo uma ótima amizade se não fosse por um pequeno detalhe que sempre me incomodou desde a infância,seja qual for o indivíduo responsável.Clark trabalha para o submundo mas precisamente para o mercado de escravos.O mesmo ramo doentio que um dia a muito tempo atrás fora responsável não apenas pela destruição de minha terra natal, como o aprisionamento de meu povo.Tempos sombrios aqueles a quem me recuso a lembrar ou contar para pessoas de pouca confiança.Porem ele tem se demonstrado um peão necessário e enquanto eu estiver vendo lucro em nossa relação procurarei manter os disfarces.

Aliás estou me passado por Alice,uma jovem garota detetive,a melhor que há por sinal,afinal independente de quem eu seja é inegável afirmar que sempre serei o melhor do ramo.Acompanhado de minha colega e recém formada membro da família e aluna exemplar Emma Katterson.Juntos iremos nos divertir um pouco.Está na hora dessa ilha até então desconhecida finalmente sentir no ar as mudanças causadas pela entrada dos detetives em cena.Mas antes existe algumas coisas que eu preciso fazer,dizeres que precisam ser pronunciados e ordens que necessitam ser estabelecidas para aqueles que me acompanharam e ficaram para trás.

Tendo isso em mente me aproximaria dos outros em meio a cozinha o local a que estava anteriormente,olharia para Kelly a coelha gananciosa e respeitável cuja a insanidade me era adorável e comentaria sem uma sombra de dúvidas esperando que suas grandes e robustas orelhas captassem a mensagem:

-Bom trabalho Kelly,com isso estamos um degrau a frente para essa escalada infernal rumo ao sucesso.Finalizaremos o seu trabalho para podermos dar continuidade com os outros afazeres.Coçaria a parte de trás da cabeça e com um sorriso de um canto ao outro fitaria Jeanne uma de minhas amigas e em meio aos seus olhos observaria com atenção redobrada,era importante que ela compreendesse minhas intenções independente do quão difíceis elas parecessem soar:

-Estamos de partida como combinado anteriormente,estaremos indo apenas Eu,Emma,Robert e Kelly.Por favor tomem cuidado,não deixem o navio ser tomado e no pior dos casos abandonem os bens materiais e prezem pelas suas vidas.Se parecesse que eu havia sido sarcástico ou tivesse dado a impressão de ter sido brincadeira exposaria uma cara séria e concentrada digna dos estudos de atuação e belas artes feitas com minha instrutora Kujo e repetiria minha preocupação de maneira clara:

-Se o rumo fugir ao controle,quero que saiam imediatamente abandonando tudo para trás.Isso é uma ordem.

Podia parecer rígido mas se não houvesse certa firmeza em meu tom podia muito bem não ser levado em consideração e existe momentos traçados por escolhas que temos que realizar ou jamais serão vistas novamente restando apenas as lamentações por uma ação negligenciada ou passada despercebida.Uma medida que poderia tomar um destino totalmente diferente daquele inconveniente pesar que dificultaria suas noites de sono perpetuamente.Por isso não poderia deixar de falar e logo meus lábios se movimentariam para completar aquilo que jamais deixar de existir, compaixão:

-Desculpa se estiver pegando pesado,mas preciso ter certeza que ficarão bem durante minha ausência,sem minha imagem extravagante tenho medo de que algo de ruim possa vir a acontecer.E a única coisa como o melhor detetive do mundo que pudesse fazer seria investigar a causa que levou ao fadado destino.Esperaria para ouvi-la com certeza seria algo que me alegrasse os ouvidos ou me reconfortante de meus pensamentos.Jeanne me conhecia muito bem,assim como passei a conhecer ela, a despedida deveria ser breve ou jamais partiríamos de antemão,sem contar que deixar alguém esperando pode ser uma tremenda falta de educação.Me aproximaria da garota sádica e beijaria o canto de sua bochecha um afeto que demonstrava para poucos,iria até às escravas pois seria adequado falar com cada um dos integrantes um por um.

O que?apesar de ser falta de educação uma garota sempre demora para se arrumar em seus encontros e deixá-los esperando e uma ótima maneira de deixá-los ansiosos então não me preocuparia com o tempo gasto e apenas formularia meus desejos conforme eles eram requisitados.Começaria pela pequenina a escrava número 1.Até agora não sei o seu nome e não vejo motivos para questionar isso se ela não deseja me informar e prova se desnecessário para a conclusão dos meus planos.Ficaria rente aos seus ouvidos e comentaria de maneira calma e solene para transmitir e transferir parte de minha confiança para ela:

-Esperarei por aquela ajudinha que me prometeu,quando retornar serei todo atencioso com o que tem a me dizer mas por hora gostaria que aguardasse e ajudasse da melhor maneira possível.Pode não parecer mas as outras precisam de alguém tão grandiosa como você. Piscaria com um dos olhos após essa breve tentativa de levantar o astral,era incerto o impacto que proporcionaria mas tendo apenas minhas suposições para levar em consideração, esperava a melhor das intenções.Retiraria me de perto dela e nem ao menos tentaria ir até a segunda.Ash podia ter um temperamento pavio curto capaz de explodir a qualquer hora e sem as devidas precauções poderia suceder a uma intriga.Levando isso em consideração falaria da onde eu estava mesmo por ser mais seguro:

-Você não fica muito atrás,com uma força de vontade tão flamejante quanto essa com certeza será uma ótima defensora.Olha sei que não morre de amores por mim mas acho que irei pensar no seu caso.Qualquer coisa se almejar a liberdade tanto assim podemos orquestrar sua morte e deporta-lá no cruzeiro mais próximo para outra ilha.Mas é claro se fizer isso não estará presente quando acabarmos com a organização para dar aquele soco bem dado no responsável pelo seu cativeiro ririririri.

Sim de fato eu estava a pressionando,procurando convencê-la a ceder para minhas escolhas.Podia ser um golpe baixo argumentar contra fatos emocionais,mas eu não era nenhum cavalheiro,apenas um detetive procurando o melhor dos resultados.Com isso chegamos a número três essa loirinha é apenas um jovem criança maltratada, honestamente não quero pedir nada dela além de repouso mas se estou cobrando das demais seria favoritismo Ignorá-la por completo não tendo outra escolha senão tentar uma abordagem mesmo que pacífica:

-Tente não se esforçar além da conta,trate de se recuperar com calma,Jeanne te protegerá e se quiser ser útil basta perguntar a ela como.Se fracassar não se preocupe eu ainda ficarei cuidado de você e se por acaso não tiver um lugar aonde ir após toda essa parafernalha ficarei contente em adotá-la a causa.

Afagaria sua cabeça com um pouco menos de carinho do que tenho o costume de fazer com minha gata mas ainda assim demonstrando certa satisfação,analisaria de um lado para o outro as possíveis reações e suspiraria bem de leve antes de me afastar indo até minha próxima vítima e ouvinte de minha lábia traiçoeira.Essa era a última escrava uma híbrida de duas raças uma espécie tabu mal vista pela sociedade:

-Sei que não é de falar e não a obrigarei a nada,só peço que se a situação exigir,siga as instruções de Jeanne para uma melhor segurança.Simples,direto é objetivo era o essencial,se ela iria me ouvir ou fazer pouco caso recairia em seus ombros decidir.So faltava agora duas pessoas e eram elas ambas colegas da capitã uma eu conhecia como médica e a outra apenas de vista devido a ser uma companheira nova.Essa eu não depositava nenhuma confiança,nem ao mesmo desejava que estivesse por aí.Mas como a capitã mesmo tinha certa ingenuidade,deixaria passar essa e apenas essa vez:

-Vocês duas,não saíam do navio.Yue com a ausência do Robert garanta que os curativos sejam devidamente trocados de tempos e tempos e vistorie sua recuperação sua função é de suma importância então não devemos tolerar falhas tais como você ficando expostas com roupas molhadas ririririri.

Pegaria nas mãos a de Emma e sinalizaria para a mesma colocar a máscara,me reuniria a Kelly e Robert e com isso abriria a porta que levaria nós para nossa visita:

-Hey Clark riririri.Lamento pela demora,sabe como é estava dando alguns retoques finais em minha aparência,madames precisam estar bem produzidas ao conhecer uma semelhante.Que tal você nos guiar ao longo do caminho.

Percorreria pelo percurso a ele sugerido e indicado junto a sua companhia mas não tão colando,segurando minha parceira o tempo todo não querendo me desgrudar dela,quando estivessemos um pouco distante levantaria uma dúvida que estava me remoendo a tempos e não me preocuparia com quem fosse o responsável por saná-la:

-Afinal quem seria essa madame Gao a quem tanto mencionaram,pelo visto ambos a conhecem bem e ela não deve ter uma recepção calorosa como vem a demonstrar.

Com tal informação percorrendo meu cérebro continuaria a viagem,apenas ouvindo e olhando o ambiente a volta,se encontrasse coisas interessantes começaria a brincar com Emma apontando com os dedos apenas obras que me cativassem esperando que ela fizesse o mesmo.Quando finalmente.chegassemos ao fim da linha,não seria o primeiro a entrar,os negócios não eram de responsabilidade minha então nada mais justo que se não Kelly a fazer as honras,seguindo ela um pouco receoso adentraria sobre o território de Gao é para a sorte de encontra-la me apresentaria como de hábito e costume:

-Prazer esse o seu em me conhecer madame,sou Alice.Alice a melhor detetive do mundo ao meu próprio dispor e interesse.Estou lisonjeado por finalmente conhecer uma figura de renome como o seu.

Colocaria minhas mãos sobre as bochechas de Emma e massagearia a área ignorando a mulher com intenções óbvias,queria ver até onde podia vir sua natureza e estava mais preocupado em saber sobre o bem estar de minha aluna:

-Você está aprendendo alguma coisa com tudo isso,ou será que ficaria mais à vontade com algumas explicações de minha parte?.
Objetivos:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyTer 27 Nov 2018, 21:18


"O Covil do Dragão-Serpente" : 01

Mais uma vez o bando da Ruiva estava separado, no entanto não mais em ilhas diferentes, e muito menos por erro de formação ou injúrias, muito pelo contrário, cada um ia em prol de seus próprios objetivos, separados, poderiam fazê-los mais rapidamente, para que uma hora, sua reunião seja magistral. Já ouviu falar no termo dividir para conquistar? E se eu lhe disser que o contrário também pode trazer o mesmo resultado? Enquanto os outros membros do bando zanzavam pela cidade, com desejos egoístas, com a busca pelo auto aprimoramento e até mesmo com planos malucos, bom, Rimuru não era diferente, o jovem celestial pretendia realizar tudo isso ao seu tempo, primeiro, tinha uma última promessa a cumprir, ajudar a coelha Kelly.

Recapitulando brevemente, a tarefa era simples dada por alguém no Farol, entregar um documento para a chamada Madame Gao, Kelly, a garota encarregada, adentrava a sala de reuniões vulgo cozinha em seu tom elétrico habitual. Se tratava de uma mink coelho que no entanto mal possuía características do animal, apenas grandes orelhas características e um rabo fofinho de lárapo, no demais era uma como uma humana comum, cachos loiros com um corte curto na frente em uma grande trança na parte detrás, usava luvas pretas e um vestido básico da mesma cor. Seu anúncio era a chegada do Ex-Tenente Clark, aquele que já havia feito negócios prévios com o detetive, e prometido de levá-los até o destinatário de Kelly.

O homem estava esperando, a reunião a pouco formada tinha que ser finalizada, e assim Rimuru conversava com cada membro especificamente, a coelha parecia empolgada com o que o detetive se referia para “outros afazeres”, não que planejasse participar por hora, era apenas sua curiosidade e hiperatividade entrando em ação.

Em seguida os comandos era passados para [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], a pessoa de mais confiança ali, eu diria, a bela morena com longos cabelos que batiam até em suas costas cobertas por uma vestimenta vermelha e saia preta apenas escutava tudo com atenção, sempre com aquele malicioso e indecifrável sorriso juntamente a seus olhos vermelhos que miravam o detetive enquanto escutava.

- Nenhuma precaução é demais. Kukuku… - Respondia a morena no momento em que Rimuru dava uma pausa. - Pode deixar. - Rimuru então a abraçava, Jeanne era muito alta para ele a beijar, mas a garota facilitava o trabalho se agachando, e enquanto o celestial demonstrava um certo afeto, ela aproveitava para fazer uma pergunta discreta, que só o detetive ouvira. - Essa outra coisa que pretende fazer… - Dizia ela tentando imaginar o que Rimuru teria para fazer em mente. - Quer que eu tire o barco daqui e esconda em outro lugar? - Sua pergunta era feita, e no menor dos sinais positivos Jeanne executaria.

Após isso, independente de ter dado uma resposta ou não, Rimuru se referia em seguida para a pequena [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] recém traficada. As palavras do celestial eram doces e gentis, despertavam um certo sorriso no rosto da anã, que respondia já um pouco mais animada que no dia anterior. - Osu! Pode deixar o navio com a gente senhor detetive, como a princesa da tribo guerreira dos anões, demonstrarei minha gratidão por ter me soltado da gaiola protegendo teus subordinados. - Seu sotaque era puxado para a última sílaba em uma voz fofa de se ouvir, era difícil levar aquelas palavras a sério, ainda mais vestida de princesa como a garota estava, mas seus olhos demonstravam determinação, demonstravam a verdade. E talvez o maior fato de credibilidade, é que aquelas palavras corajosas eram as primeiras que anã direcionava ao detetive.

A próxima a ter a atenção de Rimuru era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], descendente de um ferreiro lendário muito bem conhecido dentre o bando da Ruiva, usava vestes do ofício, em especial luvas que suportam bem o calor e uma bandana laranja que se destacava em meio ao mar verde que era seu cabelo. - Certo certo certo. - Respondia ela meio impaciente. - Não vamos nos soltar até que você ferre com a vida daquele bigodudo né? Não se preocupa minha rixa não é contigo, não vou fazer um motim se é o que te preocupa. - Ela então sentou com tudo na cadeira apoiando o cotovelo na mesa enquanto suportava sua cabeça com esse mesmo braço. - Mas confesso que esse lugar seria muito mais suportável se tivesse uma forja ou algo do tipo.

As duas seguintes não respondiam exatamente, a garota [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] apenas assentia com a cabeça, ainda com um olhar para baixo, enquanto que a segunda, apenas olhava para Rimuru com um rosto alegre, parecia ter gostado do rapaz, suas orelhas de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] se mexiam um pouco, e era como se ela quisesse dizer “até logo”, mas talvez tenha vergonha demais ou outro motivo para não fazê-lo.

A próxima de dupla de interação era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], enquanto Yue escutava atentamente, concordando e reafirmando cada pedido, a outra loira apenas se fazia de desentendida, afinal, não era uma subordinada, e sim aliada de igual para superior com a Ruiva, capitã de Rimuru, isto posto ela apenas limpava e afiava uma lâmina encontrada por aí, em seus olhos, um objetivo fixo, mirando algo ou alguém, enquanto ignorava todo o resto ao redor, inclusive as palavras do ilustre detetive.

Por fim, era dado o encerramento da reunião, Rimuru saiu para o porto acompanhada da trupe definida a lhe seguir, Emma, sua fiel aprendiz felina, vestindo as roupas a máscaras presenteadas por seu mestre. Kelly, a coelha imperativa. E por último mas não menos importante, Robert, um nobre de Wonderfull Land que de início fora sequestrado, mas logo se mostrou um aliado valioso.

Clark esperava do lado de fora, seu olhar meio maluco e bigode que se destacava em sua pele morena junto de seus olhos azuis, suas vestes, claramente de alta classe no mesmo tom ciano. - Mas que demora! - Exclamava ele em um tom de brincadeira. E enquanto ajeitava a gravata, mostrando bem o sorriso amarelado, ele complementava sua fala: - Bom eu mesmo estou atrasado, o sujo falando do mal lavado. Hahha. - Ele parava um pouco para observar os que acompanhavam o detetive. - Sempre um quarteto hein? Robert. - Dizia em um tom sério. - Preciso ter uma conversa com você mais tarde. Agora vamos!

Todos acompanhavam Clark, Kelly se segurando para não correr por aí, e Emma quase o percurso todo grudada em Rimuru enquanto se esfregava periódicamente e dava pequenas mordidinhas. - “garchu” - O nobre gordo exitava por um instante, engolia em seco quando o Ex-tenente falava com ele, mas logo seguia. - mesmo que um pouco atrás do grupo - Durante o percurso Rimuru perguntava quem era a tão aclamada pessoa que parecia tão importante ao ponto de ter que planejar uma visita para vê-la, era Clark que o respondia.

- Os relacionamentos dessa ilha são meio complicados sabe? Faz pouco tempo que a marinha se instaurou, antes disso o lugar era governado por piratas. Quando os revolucionários os destronaram e optaram por não tomar a ilha como base, burrice na minha opinião. - Ele dava uma risada debochada. - Oito grupos ascenderam em busca de tomar o poder, e são inclusive uma das principais causa do porque a Marinha não tem tanta influência aqui. - Enquanto passavam por uma rua, era possível notar no beco duas pequenas gangues se enfrentando. - Esses grupos não são limitados como esses arruaceiros burros, não é uma luta a céu aberto, e sim no submundo, quem consegue gerir mais influência, drogas, pessoas, respeito, tudo leva a somente uma coisa por aqui. Dinheiro. - Clark se preparava para continuar até que Emma o interrompia.

- A Emma ainda não entendeu o que isso tem a ver com a velha. - Clark segurava um riso, parecia gostar da desmoralização da pessoa em questão.

- Calma, calma, eu vou chegar lá. Em meio a essa guerra secreta, há facções que se aliam, que se unem, fazem relações, por assim dizer, juntam suas forças. Os mais espertos, como eu, se aproveitam para lucrar disso. Gao também não foi nada burra, a mulher se aproveitou de tudo isso para subir na hierarquia e tomar o controle de um desses oito grupos, a Tríade, uma das mais poderosas facções. Seu diferencial é que não costumam se relacionar com forasteiros com exceção de venda de mercadoria, eles comercializam armas, seja para as outras gangue, ou até mesmo para a Marinha, são os que mais saem com esse conflito todo. Por isso alguns suspeitam que querem começar uma verdadeira guerra na ilha.

O grupo andava mais um pouco, chegavam novamente perto do rio, mas dessa vez, ao invés de atravessarem a ponte Rimuru e companhia se depararam com uma casa um pouco diferente dos arredores. Em fato, era um terreno grande com um muro alto e estética oriental, claramente possuída por alguém de grandes riquezas, dado o belo estado da construção. Clark parava de frente ao portão enquanto esperava que ele abrisse.

- E não é que a recepção seja ruim. - Concluía ele com as dúvidas de Rimuru. - Muito pelo contrário, desde que a trate com respeito Gao não vai demonstrar nada menos que reciprocidade. Ela no entanto é uma pessoa bem ocupada devido a sua posição, e há o adicional de que ela não gosta muito de mim, por isso foi difícil trazê-los.

A porta se abria, quem surgia na entrada era um homem de tamanho médio, traços também orientais, trajava um terno preto e óculos escuros, seu cabelo era curto e tão negro quanto, na cintura, um revólver. Ao observar o Ex-Tenente ele já sabia do que se tratava, e ainda que com um semblante mal encarado ao ver Clark, a passagem era aberta para que todos entrassem. Lá dentro a vista era bem melhor do que o lado de fora, a entrada compunha um belo jardim com diversas flores raras e um caminho de pedra que levava a casa principal, o piso era de uma madeira bem polida, empregadas de kimonos vermelho e branco o esfregavam constantemente, e as portas, com adornos quadriculados, corriam para o lado revelando uma sala de reuniões no qual uma senhora esperava de pé, juntamente de mais quatro homens de vestes iguais ao anterior, posicionados um em cada extremidade da sala.

As paredes eram vermelhas e todos os móveis da madeira mais fina, algumas relíquias bem caras se encontravam naquele lugar, tal como vasos, esculturas, espadas de jade, pinturas sagradas, e até mesmo armaduras. Detrás da mesa principal, ainda na parede que se encontrava uma lareira, o grande símbolo de três dragões chineses um comento o rabo do outro, como na formação da serpente, estes no entanto tinham uma forma triangular. Ali, no centro do aposento, esperava a Madame Gao, uma senhora de idade com seu cabelo preto amarrado em um coque, sua roupa era um sobretudo preto e simples, enquanto nos pés tinha um tamanco de madeira, sendo seu único acessório, um brinco de ouro e formato de dragão serpente.

- Clark… - Dizia ela séria e com um certo desgosto enquanto se aproximava lentamente com uma bengala até o marinheiro, sua mão era estendida para o homem.

- Madame Gao. - Ele se agachava beijando sua mão como saudação e demonstração de respeito.

- O que lhe trás aqui? E quem são esses que traz consigo? - Ela estendia a mão da mesma forma para Rimuru que já fazia sua introdução, no momento em que o detetive dizia as palavras “Prazer esse o seu…”, sem mudar nada em sua feição, ela recolheu a própria mão já dando as costas e se afastando um pouco. Os quatro homens pareciam ter uma tensão, e levavam a mão próxima a cintura. Rimuru dava continuidade, dessa vez começando a falar com Emma, mas logo era interrompido com Clark nervoso, calando-lhe a boca com a mão.

- Me perdoe Madame Gao! Eles não conh… - Subitamente as armas estavam apontadas para o grupo, Clark se calava e os homens apenas aguardavam a ordem de atirar. Gao, ainda sem contato visual, levantou a palma de sua mão, ordenando que os soldados abaixassem as armas, e assim o fizeram.

- Clark… Você vem até minha residência, de certo para me exigir algo, traz forasteiros, estes que ainda me afrontam diretamente. - Ela então se virava novamente para o grupo, olhando um de cada vez. - O que eu lhe fiz? Para me tratar com tanto desrespeito? - Era a primeira vez que Rimuru via o homem com temor.


- Peço perdão madame, não foi minha intenção, e muito menos procuro exigir algo. - Ele se ajoelhava pedindo clemência. - Eles não conhecem os costumes e… - Mais uma vez era interrompido, dessa vez pela própria idosa que o acertava na cabeça com a bengala, Clark se agachava ainda mais com o impacto levando a mão à cabeça.

- É claro que eles não conhecem os costumes seu idiota! - Gao então olhava para os restantes, surpreendentemente com um sorriso sincero, parecia não gostar apenas de Clark em questão. - E vocês queridos? - Perguntava em um tom doce. - Robert? - O nobre gordo então fazia todo o procedimento de cumprimentá-la, parecia já conhecer a senhora. - Como tem passado garoto?

- M-muito bem madame, na verdade, tive os últimos dias bem animad… - Mais uma vez ela interrompia, pelo menos dessa vez sem acertar ninguém.

- Certo certo certo, que bom querido. E vocês garotas? - Ela cutucava os braços de Rimuru com a bengala. - Parecem tão fraquinhas. Xun Yeh, vá buscar comida pra essas crianças. Aproveite e me traga um chá. - Um dos guardas saía do local, parecia acatar a ordem. Robert então, ainda que com muito receio, interrompia Gao.

- N-na verdade madame. - Ela olhava seriamente para ele. - Kelly, essa mink coelha tem uma encomenda para a senhora.

- Encomenda é? - Ela olhava para Kelly, a coelha ficava ereta quase em posição de sentido.

- Sim senhora! - Kelly usava toda sua energia com movimentos bruscos e rápidos para se curvar em noventa graus estendendo ambas as mãos que entregavam uma carta.

Gao observou a cena por alguns segundos, pegou a carta e andou um pouco próximo aos móveis. - Saiam. - Disse ela, e logo os outros três guardas se retiravam, Clark também interpretava como uma deixa dele e começava a sair antes de ser parado. - Você não seu idiota! - A velha lia a carta com atenção, seu semblante ia de caridosa para incômodo, raiva. - Esse velho sem noção, me cobrando favores através de cartas! Por que não veio pessoalmente?! - Gritou ela com Kelly.

A mink não se assustou, não estava mais enérgica, apenas olhava triste para o chão, com a orelhas baixas. - Na verdade madame… Ele está morto.

- Oh céus. - Gao perdia a força nas pernas, se sentando um uma poltrona perto, a mão ia ao rosto e a carta, largada de sua mão, caía em uma mesinha de centro, de longe não era possível entender o conteúdo, mas havia uma marca em especial que Rimuru identificava muito bem dada a similaridade com algo que vinha lendo ultimamente. Era a assinatura de Bedros Ashburn.




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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptySab 01 Dez 2018, 22:29


O submundo e um lugar promissor e traiçoeiro mas de certa forma engraçado,sabe se eu tivesse interferido na situação com antecedência ela já teria se resolvido na melhor das condições mas o resultado atual sem minha presença e de fato repulsivo e quem diria vergonhoso.Oito facções poderosas reinam sobre essa ilha desconsiderando os jaquetas brancas e sua incompetência enquanto residem tranquilamente em seus quartéis inconscientes de toda a agitação.Mas o que as representam como fortes se uma delas permite que um número tão alto tal como sete resida ao seu lado mantendo a concorrência em pé de guerra? A resposta para minha dedução é simples eles se iludem de suas posições por estarem apenas se mantendo.Ambos os lados temem em fazer o primeiro e decisivo movimento que acarretará em algo desvantajoso em longo prazo para a conclusão de uma respectiva vitória.Afinal se essa paz algum dia ser  interrompida aos brandos o prejuízo seria necessário para o melhor dos resultados.Um preço que ninguém está dispoto a pagar e por isso terei que forçá-lo goela a baixo entre uma delas para que possa me aproveitar de sua posição.

É sabendo disso tenho que pensar com cuidado qual delas irei querer como aliado,quem manterei sobre meus olhos vigilantes e aqueles que tenho que derrubar com o menor tempo de preferência cada qual passará por uma investigação sigilosa e reestruturação de minhas habilidades sobre humanas afinal mesmo sendo de uma  categoria superior, até mesmo formigas são capazes de se sobressair sobre presas maiores se elas forem descuidadas e fazerem pouco caso de suas vítimas.Por sorte o universo sempre se contenta diante de minha presença,ou melhor eu sou tão bom no que faço que às vezes até mesmo eu não percebo o quão preciso meus passos são para me trazer exatamente nos lugares ideias em meio às oportunidades necessárias.Parabenizo você Kelly, sabia que era uma garota exemplar,me trouxe exatamente para a cabeça do dragão em sua fraqueza passageira diante da queda de um lastimado tesouro.No entanto eu abdico a ocasião,embora seja xeque mate na certa com apenas algumas palavras minhas ou gestos precisos seria fácil demais para um ilustre detetive como eu.Pelo contrário irei ser o pilar necessário para que meus inimigos se fortaleçam e tornem se qualificados para se opor a mim, diante de sua queda eu irei estender a mão e levantá-la oferecendo ajuda quando todos os outros tem o medo de queimar suas imagens, pois diferente deles, a minha é consideravelmente indestrutível.

Afagaria a cabeça de minha aprendiz e quando ela fizesse contato visual gesticularia para a mesma que era necessário prestar os devidos respeitos perante a ocasião,ninguém é feito de ferro,ao menos nunca me deparei com alguém assim ainda é diante da morte todos devemos ser tratados com igualdade em nossos corações.Caminharia cauteloso e de certa forma um pouco ousado em direção a carta em cima da mesinha de centro e quando estivesse próximo o suficiente para aderir a sua posse a dobraria de maneira gentil mantendo o papel em perfeitas condições assim como havia sido entregue e sem cerimônias o retornaria para as mãos de sua proprietária por direito. Podia haver detalhes importantes escritos e descritos em seu conteúdo, principalmente pelo responsável pela caligrafia porém um investigador tem diferentes métodos para adquirir informações e invadir a privacidade seria apenas uma delas:

-Navegando por esses mares desde aquela estrutura colossal e luminosa até esse país das maravilhas muitas coisas ocorreram, uma amiga preciosa morreu,companheiros desertaram e lágrimas escorreram.A vida transmite sua ira perante aqueles que ousam trafegar pelas suas águas,mas se serve de consolo até mesmo rente a grandes tempestades existe sempre um lugar para retrucarmos nossas emoções.Ajeitaria meus cabelos e começaria a mexer nas minhas vestimentas como se brincando nelas para me distrair quando de fato estaria apenas tentando me manter casual.Seriedade seria respondida e aceita com seriedade então entre as minhas atuações e falsidades preferiria representar minha sinceridade contado lhe um pouco do meu dia buscando reconforta-la em sua perda:

-Eu sou uma detetive sem igual mas eu também tenho a quem me apoiar e tenho certeza que não preciso específica a quem pois ela já deve estar careca de saber disso ririririri.Apesar de querer evitar não conseguiria lutar contra a vontade em meu interior e espionaria Emma com o canto do olho  antes de continuar.E ele optou em se apoiar em você.Essa carta possui um pedido e a menos que queira revelá-lo a outros sugiro que a destrua para que não se torne uma arma contra sua própria realização, digo por experiência de carreira.

Aguardaria pela sua resposta independente de como ela fosse me mostraria imparcial, ela pode ser um membro de alto escalão ou o que fosse mas diante de mim seria apenas um cliente e como um profissional teria que fazer meu trabalho bem feito e  agora que a distorção de acontecimentos seguida de valioso conhecimento se tornariam a lâmina que perfura qualquer armadura:

Bedros não escolheu contatar apenas a senhora embora a tarefa a mim esculpida pelo mesmo seja diferente da disposta em suas costas. Se Kelly demonstrasse surpresa apenas sorriria se meus próprios parceiros parecessem mal compreender aquilo que falo só fazem as coisas parecerem mais realista devido a maneira discreta com que Ashburn gostava de trabalhar.Se comida estivesse diante de nós finalmente eu faria questão de ficar próximo de Emma, pegaria o conteúdo analisando o com cuidado e após outros como Clark,Kelly ou Robert se deliciarem se não demonstrasse reações aparentes passaria a alimentá-la como se estivesse a paparicado sem deixar de analisar a refeição para o caso de ser algo delicioso ser capaz de reconstruí-lo a minha própria culinária e manufatura :

-Obviamente que não irei revelar minha parte com a omissão da sua mas se quiser me ajudar de maneira diferente existem questões que precisam de soluções para o progresso,se estiver em condições de cooperar em pró de um velho amigo seria de grande honra.Teria que ser preciso em minha lábia a partir de agora cada som deve ser de agrado ou estarei  esculpido o meu papel de interrogador  camuflado de maneira errada.Mas disso a coelha está errada em uma coisa.Levantaria o dedo indicador da mão que estivesse desocupada e mexeria de um lado para o outro como se em negação e conforme fosse explicando faria o dobrar repetidamente como se concordando com cada coisa pronunciada pelo meu belo tom de voz:

-Ele não deixou esse mundo, pessoas como eu e você carregam sua determinação e sonhos,temos a missão de concluí-las para que ele finalmente possa residir em paz no além vida.Abriria minha bolsa e retiraria um pedaço de papel e separaria alguns materiais para escrita.

-Quero saber quem o matou e porquê, não que isso seja parte do seu desejo de fato ele já sabia disso antes de seu alívio final mas foi algo que ele não quis divulgar e quero ir atrás dessa resposta por pura vingança pessoal. Ou melhor dizendo,fazer você ficar mais interessada em mim e revelar o que quero.Sabe me dizer quando foi a última vez que o viu e suas palavras de maneira ditada e sem omissões? Teria uma entre as inúmeras facções ou nobres de renome algum tipo de rija que o levasse a ser desejado em um túmulo?Existe algum detalhe predisposto que acha relevante para a situação?

Escreveria tudo no papel para que pudesse averiguar novamente se solicitado ou necessário, se obtivesse tempo entre as falas e resposta anotaria também como ela se expressou diante de cada uma delas para tentar decifrar se são legítimas ou farsas com o intuito de me colocar em uma armadilha,quando tudo estiver terminado daria um abraço em minha aprendiz para que ela se atentasse a mim chegará um novo momento em nosso aprendizado e era hora de lhe ensinar algo novo através do ocorrido:

-Sabe uma coisa crucial em detetives gatinha?As pessoas não podem saber a verdade pois quando ela é descoberta elas pararam de se esforçar e se dedicar diante da conclusão inevitável, somos a exceção a causa diante da realidade temos que ser aqueles que continuam em frente ganhando forças ao invés de fraquezas em meio a tais relatos.Detetives herdam o poder da grande verdade é e por isso que trabalhamos a parte de qualquer instituição pois elas jamais saberiam como resolver tudo de maneira imparcial como nós. Acabando por lhe informar voltaria minha atenção para a Madame me dirigiria até perto da saída mas sem ter intenções de ir embora, apenas para ficar mais perto da porta como se apressando sua decisão antes que eu tomasse uma por mim mesmo:

-Também tem algo a me pedir? Comentaria com certa inocência querendo que ela implorasse pela minha sabedoria mesmo não demonstrando isso tentando disfarçar ao máximo um pouco de minha natureza.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyQua 05 Dez 2018, 09:43


"Prova de Confiança" : 02

Em meio a uma situação tão delicada, em um ambiente de alto risco cheio de criminosos, Rimuru já iniciava a exercer seu ofício, e por mais triviais que pudessem parecer, cada movimento era ensaiado na tentativa de gerar o melhor resultado possível. O detetive começava uma ação habitual, levar mão a cabeça de sua estimada aprendiz, Emma, que dentro dos conformes, tinha uma habitual forma de reagir a tal; ela inclinava um pouco a cabeça aumentando a área de contato enquanto sua garganta tremia um pouco com um leve ronronar e sua cauda - juntamente com as orelhas - se mexiam conforme o carinho. Mais uma vez venho frisar, nada era desperdiçado ali, com essa ação Rimuru acabava por chamar atenção de Emma, que por meio dos gestos de seu mestre acabava compreendendo o que queria dizer, ou ao menos em sua cabeça, enquanto Rimuru desejava algo como “preste respeitos”, a mink entendeu “preste atenção”, e assim se manteve aficionada pelas atitudes seguintes do celestial.

O detetive se aproximou com suas palavras de reconforto, Gao não demorou para pegar a carta em mãos enquanto observava Rimuru em suas palavras. No momento de pausa não resistiu em olhar para sua aprendiz Emma, a felina, uma vez antes tentando se focar, agora já estava distraída comendo alguns gyozas que haviam sido trazidos por um dos capangas de Gao, na mesa onde antes havia sido posta a carta, ele colocara um copo de porcelana com o chá muito provavelmente da Madame, enquanto para os demais deixara o bule com a bebida antes de se retirar da sala.

Uma vez que Rimuru terminava suas palavras de conforto - ao menos as primeiras delas - Gao se levantou, um olhar indecifrável se mantinha em seu rosto enquanto olhava bem o rapaz. - Ashburn não me enviaria algo comprometedor. - Dizia ela enquanto andava lentamente em direção a lareira com o apoio de sua bengala. - Muito pelo contrário, essa carta só traria dor de cabeça aos meus inimigos. - De costas para todos, após encarar o fogo por uns instantes, ela jogou o papel nas brasas apagando-o completamente. - Uma informação tão vital que põe em risco a vida de quem souber, veja o próprio idiota que me mandou ela, me passando seu fardo como se eu devesse algo para ele. - Apesar de reclamona, no fundo Gao sentia por sua perda, o que embora mantivesse o olhar frio, era sutilmente perceptível em sua voz.

Rimuru continuava a falar, comentava brevemente sobre a tarefa incubida a ele, e sobre a possibilidade de cooperar diante de um “amigo em comum”, mais uma vez, palavras reconfortantes eram ditas. Mas se lembra quando disse que cada ação era vital? Pois bem, com palavras até este momento, o que Rimuru tentava gerar era uma certa empatia, para que com as perguntas certas, conseguisse as respostas que tanto busca, respostas essas que mal sabia o detetive, mas algumas já se encontravam com ele, no livro recém entregue por sua capitã, Ria.

Gao não hesitou em falar do falecido ou responder pergunta alguma, não eram informações secretas ou comprometedoras, e afinal, por que não honrar um morto falando mal dele? - Aquele velho maluco tinha uma forma estranha de operar, sempre pensando em tudo em um panorama geral e fazendo as perguntas mais pertinentes, neste ponto vocês dois até que se parecem um tanto. - Um esboço de sorriso se formava em sua face. - Somos conhecidos de longa data , ele era também um ferreiro brilhante, idealizou as armas que comercializo e me ajudou a chegar até aqui, claro que em troca ele cobrava alguns favores ou pedia informações. Gostava de brincar de investigador e isso pode ter gerado muitos inimigos, mas eu não entendo, Karthus deveria o estar protegendo. - A Madame olhava diretamente para Kelly, pois a coelha era a que mais detinha informações naquela sala, e Gao, assim como Rimuru, também gostaria de saber qual foi responsável.

Tentando se lembrar um pouco melhor, a coelha olhava para o teto, suas orelhas ainda baixas e uma mão apertando a outra como um dispositivo de alívio mental. - Hmmm, era um pirata cruel e brutal, causou uma grande confusão no Farol matando um monte de gente aleatoriamente, foi uma grande dor de cabeça para o Don que acabou se distraindo… E aí… - Parava de dizer o implícito, e após uma breve pausa dizia o nome do culpado. - Seu nome era Ragnar. - No momento em que o nome era dito a Madame Gao demonstrava uma discreta expressão como o conhecesse; Clark por outro lado não era tão sigiloso assim, e imediatamente se engasgava com o chá que tomava.

Gao via a reação do ex-tenente e decidia por tomar uma sábia decisão. - Robert querido. - Dizia em um tom doce para com o nobre gordo. - Por que não leva seu amigo pra dar uma volta? Lhe garanto que as pequeninas lhe acompanharão em breve. - Ele afirmava com a cabeça, sabia que aquilo não era um pedido e sim uma ordem, e assim levava Clark consigo para fora da mansão, afinal de contas, os dois ainda tinham a discutir entre eles, e parecia ser o momento oportuno.

Assim que ambos se retiraram Rimuru prosseguiu com suas perguntas, e o diálogo se estendeu mais ou menos da seguinte forma:

“Sabe me dizer quando foi a última vez que o viu e suas palavras de maneira ditada e sem omissões?”

- Sei. - Respondeu Gao sem dar continuidade criando um certo silêncio constrangedor.

“Teria uma entre as inúmeras facções ou nobres de renome algum tipo de rija que o levasse a ser desejado em um túmulo?”

- Certamente, suas habilidades com a forja eram cobiçadas por muitos, e seu conhecimento temido por outros.

“Existe algum detalhe predisposto que acha relevante para a situação?”

- Nenhum que eu gostaria de revelar por agora. - Apesar de breve e revelar pouco em algumas respostas, ele falava sem demora, sem pensar muito, sempre com a mesma expressão natural neutra e com a ausência de muitas micro expressões, aparentemente falava a verdade, pois o que poderia ter mentido ali, ela optava por não contar nada.

Rimuru então mais uma vez tornava sua atenção para Emma, dessa vez tentando-lhe explicar um conceito importante, a pequena mink o olhou com atenção parando o que estava fazendo, e assim que o celestial terminou a explicação Emma começou a pensar um pouco sobre aquilo, seu olha vazio olhando pro nada e um movimento quase que automático levava a comida lentamente até sua boca, até que eentendeu- ao menos em sua mente - o que o detetive queria dizer.

- Então a gente não pode jogar a verdade na cara das pessoas?

Enquanto isso Rimuru havia feito uma pergunta bem pertinente para a Madame Gao, esta que pensou um pouco antes de responder.

- Algo a lhe pedir. - Ela soltava uma fraca risada. - Então você deseja uma troca de favores, uma amizade? Não são muitos estrangeiros que podem se relacionar com a Tríade, e não pense que o velho Bedros lhe dá passe livre, como eu disse antes ele operava de uma forma muito estranha, e dada mimha experiência eu não posso confiar em você ainda querida espero que entenda. - Gao parava um instante, olhando bem a determinação de Rimuru. - A menos que queira prová-la, é claro.

Gao esperaria pela resposta de Rimuru, caso rejeite, então ela mesma o acompanharia até a saída. - Então acho quee não temos mais o que conversar, agradeço por sua entrega. - No entanto, caso deseje aceitar, Gao andaria até uma escrivaninha, abrindo uma pequena gaveta de onde retiraria uma carta envelopada e a entregaria nas mãos do detetive. - Eu preciso que isso seja entregue pra um dos meus homens que trabalha disfarçado no Hell's Beer, basta pedir um licor de cereja, aproveitar, e deixar a carta como gorjeta, simples não? Após isso é só esperar na saida da dispensa, e ele lhe dirá o que fazer. - Ela retomaria até a mesma poltrona de antes pegando seu chá e o bebendo um pouco. - O mais importante, não abra a carta, contém informações extremamente importantes.




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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyQui 06 Dez 2018, 22:12


Então é assim que deve ser, para ganhar a confiança e simpatia de uma entre as inúmeras  facções que formam os pilares de Wonderful Land eu terei que utilizar todas os meus dons e habilidades cognitivas e sociais...Como um carteiro, de fato detetives em algumas ocasiões devem exercer funções que diferem de suas capacidades em potencial, mas entregar uma simples carta de uma maneira tão casual me parece uma afronta a todo meu potencial extravagante.Se pudesse supor o que teria levado isso a acontecer, seria o bonito e chamativo chapéu de gaivota mensageira alojado em minha cabeça, talvez as pessoas acreditem quem eu tenha certa ligação com o jornal e entregas comerciais, ou quem sabe eu seja uma das gaivotas que teve seu sonho de se tornar um ser humano real, independente de qual seja suas razões tenho que me manter disposto e firme em minhas decisões demonstrando profissionalidade e satisfação pois independente do serviço solicitado, o melhor detetive do mundo sempre será capaz de realizá-lo.

Sem querer demonstrar incômodo ou desavença me ajeitaria com vontade e postura alisaria minhas mãos sobre a calça para me certificar de que estariam limpas e por fim tomaria posse daquilo a mim sendo entregue.A primeira vista poderia ser considerado um exagero mas todo cuidado é pouco e tendo isso em mente buscaria alojar a carta rente ao meu corpo, dentro da minha camisa se tivesse um espaço ou compartimento  ou para a infelicidade de isso ser uma ação inviável sobre o bolso dianteiro da calça, evitando colocar em objetos externos como a mochila ou até mesmo minha amável parceira Emma visto a importância em seu conteúdo e os perigos que poderiam assolar aqueles que portavam esse objeto de peso e sem esquecer de deixar um pequeno comentário que poderia ser visto como uma piada ou quem sabe até mesmo levado a sério:

-Considere feito Madame,mas tenha quase certeza que uma  prova de confiança grande o bastante que estará me fazendo tomar hoje e ingerir bebida alcoólica ririririri.Eu não tenho o hábito com tais substâncias. Pegaria na mão de Emma para que ela me acompanhasse e faria uma leve e profunda referência perante minha anfitriã, apesar de muitos esquecerem eu sou de uma linhagem de nobres celestiais e embora não apresente cortesia em inúmeras ocasiões eu sei os procedimentos a serem realizados para uma sublime educação:

-Agradecemos pela hospitalidade a ti exercida e a nós oferecida nesse fadado dia e esperamos não lhe desapontar em praticidade lhe garantido o melhor em questão de serviços, apenas gostaria que me informasse antes de tomar tal decisão para que não venha a colidir com seus planos.Seria de suas intenções levar Clark e Robert de baixo de minhas asas ou prefere que ambos fiquem onde poderão exercer maior benefício visto que apenas nós três somos mão de obra suficiente para a operação?. Esperaria a suposta resposta e logo em seguida traria uma sugestão assim como um complemento que gostaria de pôr em seus esquemas:

-Apesar de eu ter que pedir o licor existe algum erro se alguma delas pedir por algo diferente? Ir para um bar com apenas um dos membros se servindo poderia trazer suspeitas e olhares desconfiados de terceiros.Uma atenção que desejo evitar se possível.

Desfrutaria de cada dialeto emitido pelas suas palavras e com as devidas resoluções acenaria com a cabeça, abriria a porta em direção a saída esperando que minhas companheiras passassem e como um líder as seguiria protegendo suas retaguarda enquanto nós dirigiriamos até a saída determinados,se pelo caminho até às ruas saindo da Tríade alguém fizesse menção de nós parar,deixaria a cargo de minha aprendiz ou Kelly a resolver a situação,desde que acredito serem intelectuais o bastante para eventos que não exijam de minha sensatez.Assim que estivéssemos fora cruzaria a primeira rua ao lado e quando estivessemos a uma distância razoável faria um gesto para que ambos parassem para se atentarem a minhas instruções:

-Precisamos fazer um pequeno desvio antes de irmos para o bar,nada de inovador e claro apenas para garantir uma renda monetária razoável, existe algo em minha posse que não vejo a necessidade de levar comigo além do fato de parecer um peso muito grande para minha consciência carregá-lo de um canto ao outro como um mero enfeite.

Esperaria pela afirmação de ambas e mesmo se alguma delas parecessem entrar em desacordo com a ideia de pouco me serviria, afinal estava apenas especificando o que deveria ser feito e não abrindo uma opção de escolha como às vezes tenho o tato de exercer.Existem diferentes situações e essa é uma inevitável que deverá ser cumprida elas gostem ou não.Procuraria por uma loja de armamentos, nada muito luxuoso ou precário e sim um lugar de toque certo e apenas quando o encontrasse adentraria sobre ele.Sempre caminhando com as mãos próximas da região onde estava guardada a carta de maneira discreta como se minhas ações fossem meros tiques ou movimentos comuns,apenas para manter a região segura de possíveis pulgistas e batedores de carteira.Se toda via fosse Emma a se aproximar,pegaria em sua mão e faria ela se alojar junto a carta dando a impressão de sermos um casal passeando pela cidade.

Dentro da loja de armas eu olharia sua construção,cada mínima fração de espaço, bens e números de pessoas no local e quando estivesse aprofundado em conhecimento,iria em direção a recepção onde deixaria a katana sobre uma superfície reta e firme sendo hora de colocar em prática minha lábia idolatrável que circula pelo seus ouvidos com minha doce voz em conjunto de bajulação e omissão de meus verdadeiros interesses:

-Ola,obrigado por me deixar pisar em solo encantado vejo que sua estrutura e repleta de tesouros e mercadorias de qualidade, um lugar perfeito para o item que tenho armazenado.Sabe essa katana tem sido passada de geração em geração em minha família sendo pertencente a um nobre marinheiro, mas diferente dos meus antepassados eu decidi me por não vestir o branco e viver assolada em minha própria justiça como a melhor detetive que o mundo já viu.Alice a investigadora celeste.

Esvoaçaria meus cabelos para os lados e piscaria com o olho esquerdo para demonstrar meu charme, a primeira impressão geralmente e a que importa e se eu tenho escolha o que de fato eu tenho, prefiro por realçar minha grandiosidade como peça exótica e limitada em meio a relés mortais do que apenas um indivíduo aleatório.E claro que toda venda precisa de um lance inicial antes de que se possa desfrutar de descontos e ofertas, meu interesse estava por volta da casa dos setecentos e cinquenta mil Berries, mas se fosse difícil uma quantia como essa também me contentaria com quinhentos mil visto que meu saldo não era dos melhores.

Se a quantia não estivesse nos parâmetros especificados tentaria por incrementá-la com um pouco de incentivo social, alterando até mesmo meu tom de voz e expressões de acordo com a quantia querendo aparentar ser uma delicada e coitada garotinha perdida no mundo e necessitando de apoio:

-Por favor vai, ultimamente tenho passado por alguns apertos no trabalho e seria de grande ajuda um gesto de bondade em seus amáveis corações pulsantes em ajudar um garota em suas façanhas pelo bem maior da humanidade.

Contudo se o valor fosse alcançado eu pegaria o dinheiro sem pestanejar entregando a arma contente por não ter que vê lá mais por um bom tempo e então realizaria meu golpe de marketing seguido de algumas utilidades públicas,separando cinquenta mil berries e devolvendo os com um sorriso elegante:

-Agradeço e muito pela sua compreensão,aqui está uma pequena prova de minha admiração, fico contente que boas pessoas como você existem.Aguardaria para que o peixe fisgar a isca e quando ele morresse iria investir nos meus interesses.Será que por ventura tem algumas informações para me passar? Eu sou nova pelas redondezas e alguns detalhes seriam cruciais para minha adaptação à região.

Me alinharia com as mãos por trás das costas tentando parecer cativante,abraçaria Emma e afagaria sua cabeca,apoiando me sobre ela para demonstrar uma verdadeira emoção:

-Onde poderia encontrar a famosa taverna de que todos falam,Hell's Beer? Existe muito movimento por lá?Existe mesmo associações perigosas por essas ruas?O que teria a me dizer sobre elas para que eu me mantenha segura?Finalizando meu questionário me daria por encerrado pronto para partir, em uma pequena meia volta eu me dirigiria para bem longe, acenando para trás como um amigo se despedindo de um colega com um até logo:

-Obrigado por tudo, se puder divulgar o meu bom nome para seus colegas de negócios eu ficaria lisonjeada,eu sempre acabo beneficiando os muito bem em relação a preços e trocas.

Com isso iria finalmente até Hell's Beer e se Emma parecesse duvidosa em relação aos motivos de ter pagado o mercador de volta com uma pequena quantia em comparação ao valor total explicaria de antemão:

-As vezes é preciso gastar para ter e dinheiro não é a única coisa que circula por esse mundo.Uma delas e uma velha inimiga para investigadores como nós conhecida como rumores, algo que circula com uma fluidez maior do que água sobre a nascente.Se o bom nome de Alice for conhecido pelas suas gorjetas de nada irão questionar sobre a carta que iremos deixar em nosso serviço atual,seria apenas uma ação como qualquer outra vinda de uma garota conhecida por tamanhas atividades.Buscar não levantar suspeitas não exige apenas daquele período em que está acontecendo,se já começarmos a orquestrar conforme a dança mais fácil será para receber os aplausos do final.

A meta agora era onde tudo começaria e como habitual faria questão de minhas retinas captarem cada fração e visual aparente podendo até mesmo assobiar de encanto se o lugar conseguisse superar minhas expectativas.Procuraria uma mesa para nós acomodamos,esperando sermos atendidos,batendo os dedos calmamente sobre ela tentando realizar um ritmo musical improvisado, quando por fim alguém se manifestasse diante nossa presença, pediria aquilo a que me fora esculpido sem muita enrolação ou borboletas elegantes:

-Um licor de cereja por favor. Procuraria alcançar o toque de Emma olhando a bem nos olhos demonstrando o meu desconforto, se houvesse sido permitido que ela pedisse algo também esperaria que ela e Kelly o fizesse mas que nada de conteúdo alcoólico saísse em sua solicitação.Quando o/a atendente se retirasse comentaria com elas o porquê de eu ser tão afastado com algo tão comum no dia a dia:

-Minha família e eu costumamos beber todas as noites,minha irmã era uma bêbada descontrolada e havíamos inúmeras histórias juntos que se repetem em minhas memórias, acabou que eu passei a me sentir culpado quando nos separamos, por isso eu evito ingerir qualquer tipo de teor embora não veja o gosto como algo fora dos padrões culinários.

Quando o meu copo finalmente viesse à minha posse,deslizaria os dedos sobre a superfície pegando por fim o recipiente,virando o conteúdo em pequenos goles de grandes intervalos enquanto saborearia o gosto da maneira mais evidente possível até mesmo passando a língua pelos meus lábios para evitar o desperdício.Salvo pelo fim do líquido esperaria até que todas estivessem prontas,acenaria com a cabeça para que estivessem cientes de que iriamos agir e  depositária o pagamento sobre a mesa deixando a carta como me fora instruído indo até a saída da despensa esperando novas ordens.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptySeg 10 Dez 2018, 04:27


"Blacklist" : 03
A “missão” era aceita prontamente por Rimuru, enquanto este fazia seus comentários sobre a entrega, Gao demonstrava uma feição como se segurando para não rir, por um lado a velha talvez só fosse maluca e bipolar mesmo, por outro ela se divertia com a reação do garoto e como ele disfarçou tão bem suas emoções, afinal todos que receberam esse mesmo envelope não puderam conter o descontentamento, afinal ninguém gosta de ser menino de recados, e ela sabia muito bem que a tarefa era, em termos chulos, uma merda. Apesar de tudo a Madame tratava com respeito quem lhe fazia o mesmo, correspondendo a reverência de Rimuru se curvando levemente para frente. E assim que o celestial fazia sua pergunta ela respondeu prontamente.

- Eles não são dos meus. - Dizia ela olhando para seu chá enquanto o mexia. - Faça o que achar melhor. - Uma pequena pausa era feita, e então complementava sua fala. - Robert é um doce de garoto, covarde, provavelmente nunca vai fazer nada para afetar você. Mas como amiga, lhe darei um conselho. - O copo de chá era repousado novamente na mesa enquanto Gao se aproximava da espada de Jade em uma das prateleiras. - Clark não é confiável, homens como ele farão qualquer coisa para se beneficiar, sem pensar duas vezes em lhe trair ou fazer com que aqueles ao seu redor o façam, como diz um antigo ditado que meu falecido esposo costumava dizer, se não cortar fora a cabeça da cobra… - Nesse momento ela rapidamente sacou a espada decorativa e com ela mandou para longe o elmo de uma armadura ao lado. - Ela certamente se virará para te morder. - Aos pés de Emma, a cabeça da armadura de samurai foi pega pela felina e posta em sua cabeça.

Dito isto Rimuru fazia uma outra questão, essa um tanto mais simples. - Oh, o licor foi só uma recomendação minha. - Sorria simpaticamente a Madame enquanto colocava a espada novamente no pedestal. - Peçam o que quiserem.

Assim o trio se retirou da mansão, Emma - ainda com o capacete - saltitando na frente, Kelly em seguida e Rimuru indo logo atrás, logo na saída se depararam com Robert e Clark, pareciam já ter terminado de conversar só aguardando os outros três.

- Ceeeeeerto… - Começou Clark. - Muito bom fazer negocio com vocês, gordo, coelha, gatinha, senhorita detetive. - Apertava a mão de todos energeticamente enquanto sorria com seus dentes amarelados. - E não vou mentir não, vocês são uma boa bad crowd, mas se me dão licença eu tenho que fugir do Bethoven. - Dando dois largos passos para trás e erguendo ambas as mãos para cima junto dos ombros ele concluía. - Sabem como é, a vida é sofrida, qualquer coisa, favor, arma, item, escravo. - Erguia ambas as sobrancelhas enquanto mirava Rimuru. - Sabem onde me encontrar, vejo vocês por aí. - E assim ele sumia em meio a escuridão de algum beco qualquer. Um certo silêncio ficava ali, até que Robert se pronunciava.

- Ele é realmente bem excêntrico… - Tirando seu maço de cigarros do bolso, o nobre colocou uma unidade na boca e a acendeu da forma clássica, com uma caixinha de fósforos. - E então? Pra onde vão agora? Se possível, Rimuru, gostaria de falar com você mais tarde. - O detetive não tardava para responder, e declarava seu pequeno desvio no caminho, todos concordavam, não tinham o por que negar, Robert ainda ainda era uma incógnita do por quê ainda não retornou a sua família que mora nesta mesma ilha, mas Kelly - agora com sua tarefa concluída - queria dar uma volta da cidade e conhecer o famoso Hell’s Beer, enquanto que Emma, sempre fiel e leal a Rimuru se manteria ao seu lado até que alguém impedisse.

- Sim sim sim vamos lá! - Dizia a coelha. - Agora que eu tirei esse peso das costas quero dar uma aproveitada e festejar. - Com um rosto animada, ela forçava Robert a levantar a própria mão para fazer um high five com ele que olhava para a cena com uma cara cansada e desgostando de tanta empolgação.

Talvez tenha sido coincidência, mas a procura do grupo para com a loja os levava até a origem de onde vinha uma visível fumaça preta que era avistável quase que de toda a ilha, era a área comercial, a cada metro o cheiro ia ficando pior, e finalmente se deparou de frente com o local Rimuru pôde ver que se tratava de uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], o fogo já estava bem alastrado a um bom tempo e em algumas regiões era possível ver - por frestas na parede - que algumas chamas tinham uma coloração um tanto diferente. Enquanto as pessoas olhavam ao redor, uma esquadra da marinha tentava apagar o fogo, aparentemente criminoso.

- Alicia! Alicia! - Gritava uma mulher alta e bela com um vestido florido, seu cabelo loiro era preso em uma trança que passava por cima de seu ombro, e apesar de tamanha beleza, sua feição era uma mistura de preocupação, desespero e medo. - Alicia! - Ela abordava cada pessoa por perto perguntado por sua filha. - Você viu minha garota? Ela estava andando por aqui. Por favor minha filha, eu não encontro ela. - De seus olhos caíam lágrimas, no fundo no fundo, ela já sabia pra onde sua filha havia ido, e provavelmente onde estava agora, mas não queria acreditar, ela ia desesperada até os Marinheiros, que tão pouco lhe davam atenção.

- Olha Shishou, seria isso um possível caso? - Perguntou Emma.

Kelly se juntou à multidão que observava, Robert, com seu bom coração, foi até a mulher ampará-la, enquanto que Emma, seguindo os ensinamentos investigativos, pegou a câmera pendurada em seu pescoço e bateu uma foto prédio queimado, não parou porque não queria sair do lado de seu mentor, e assim seguiu Rimuru adentro do estabelecimento em frente do incêndio, uma humilde no entanto bem formosa loja de equipamentos.

Entrando no local, era possível observar que o chão era revestido com um assoalho de madeira enquanto que as paredes eram brancas com apoios para espadas, lanças e outras armas das mais diversas formas, era relativamente pequeno, apenas uma área comum de aproximadamente quatro metros quadrados tendo o único acesso para os fundo além do balcão, havia uma área um pouco mais humilde na loja em que as armas se encontravam aos montes agrupadas em barris de madeira com a etiqueta “20.000” estampada. Praticamente ninguém se encontrava ali, as pessoas estavam ocupadas demais vendo o desastre na loja a frente, e as outras únicas duas almas era uma loira de costas que observava as armas no canto e atendente.

O celestial se aproximou do balcão enxergando melhor a vendedora, se tratava de uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com um cabelo preto e curto penteado em um topete, pele branca, usava um batom preto que se destacava além de brincos nas orelhas, e enquanto mascava um chiclete observava despreocupadamente uma revista sobre técnicas de tortura. Rimuru apresentava a arma assim como sua história, não se esquecendo de como as pessoas gostam de serem bajuladas, a vendedora no entanto não esboçava reação alguma, e com um enorme desinteresse e desânimo respondia após dar mais algumas mascadas bem altas em seu chiclete.

- Ah...ta. - Pegando um pouco a espada e ainda olhando com um olhar completamente desinteressado, ela o largou novamente no balcão e disse seu preço. - Sua espada vale quinhentos mil no máximo. - Não era o valor máximo estipulado pelo detetive, mas ainda em bom grado, ainda assim uma tentativa de apelo foi dada, e a garota continuava no mais pleno espírito de foda-se. - É política da loja, talvez consiga mais em uma casa de penhores. - Mais nenhuma contestação era feita, e Rimuru aceitava o pagamento deixando um pequeno “agrado” para trás. A vendedora olhou para o balcão, para Rimuru, para o balcão de novo, viu por detrás dos ombros meio desconfiada e então pegou o dinheiro, dando início ao questionário de Rimuru

- Fica a umas duas quadras pra lá. - Apontou ela na direção correta. - É onde os chefões daqui se encontram, as gangues não costumam mexer com civis, essa coisa aí na frente, provavelmente algum pirata maluco de passagem. - Ela olhava bem para Rimuru, dessa vez fazendo uma bolha de ar com sua goma de mascar e a estourando. - Quer ficar segura? É só não sair perguntando as coisas por aí que vai ficar tudo bem. - Rimuru agradecia já se despedindo, quanto ao seu pedido de divulgação a atendente apenas dava de ombros olhando para o lado. - Tá, tanto faz. - E então o detetive saiu do lugar, mas não antes de cruzer com a loira de antes que se dirigia ao balcão, as roupas estavam um pouco diferentes, mas no momento em que Rimuru via a cara da mulher era possível reconhecer na hora, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], a pirata que ria trouxe consigo do Farol. Aparentemente as armas no navio não lhe serviram e ela foi atrás de uma melhor, mal olhou para Rimuru, só um passar de olho vindo de cima que logo se fingia ter visto nada.

- Eu quero essa katana preta aí, quanto é? - Foi a última coisa que o detetive ouviu antes de se retirar.

Uma vez do lado de fora, o incêndio da frente já havia cessado, mais alguns marinheiros - médicos - haviam chegado e Robert e Kelly se juntavam novamente com o grupo. A mulher de antes, agora não procurava mais por sua filha, agora chorava em frente a um saco preto onde normalmente se guardam cadáveres, os paramédicos não sabiam como confortá-la, não tinham nem como. Assim os quatro partiram em direção ao bar, era melhor não ficar ali por muito tempo, especialmente com tantos marinheiro.

- Shishou… - Indagou Emma no meio do caminho. - Por que ficar dando tanto dinheiro pra figurante outras pessoas? - O detetive explicava, mostrando um real significado e como aquilo poderia lhe beneficiar, ao ouvir aquilo Emma começou a pensar sobre o assunto, fazendo uma cara confusa e balançando sua cauda de um lado para o outro, até que parou o movimento com uma incógnita. - Mas a gente não vai pro bar agora? Fofocas são tão rápidas assim?

Não Emma, fofocas não são tão rápidas assim, mas você e os resto do grupo sim, não demorou muito para que Rimuru e os demais chegarem no bar, logo na entrada se encontrava uma curta escada circular para a direita que elevava um pouco o piso, uma vez dentro, era possível observar o resto do ambiente, o teto era em forma abobadada sustentado por colunas, o piso, de madeira como uma boa taverna deve ser, tinha passagem para uma segunda escadaria seguida para um segundo piso, sua passagem no entanto era interrompida por dois grandes homens trajando terno, diferente dos funcionários - muito bem vestidos - os clientes, espalhados dentre mesas também de madeira com olhares perigosos, risadas altas, gritarias de festa, um clima típico de bar.

Hell's Beer:
 

Se apresentando para todos, tinha um caipira com um chapéu de palha muito similar ao de Yue se apresentando com um banjo e uma cantoria em tirolês contagiante, a direita, ficava o bar com um longo balcão e cadeiras altas, atrás, uma prateleira com diversas bebidas caras, e ali logo ao lado, um mural chamativo com cartazes de procurado, três desses em especial que poderiam chamar muita atenção aos olhos do detetive.

Cartazes:
 

Mas ninguém ali era lunático o suficiente para se dirigir aos cartazes, tendo a maioria dos clientes sendo piratas, qualquer um que se aproximasse seria marcado como alvo na mesma hora, ninguém exceto Emma é claro, que enquanto os outros se sentavam no balcão para pedir seus drinks, a gatinha ia direto até o quadro trazendo consigo os cartazes dela mesma, Rimuru e Ria.

- Shishou! Shishou! Olha olha! - Ela se aproximou toda empolgada mostrando os cartazes. - Olha só quantos zeros eu tenho. Te-he. - Conversas à parte, independente do que for respondido ou não, logo um bartender alto de curtos cabelos negros e traços orientais servia a todos, Rimuru com seu licor de cereja, para Robert um whisky, Kelly - apesar da aparÊncia uma adulta crescida - pedia uma batida de vodka com frutas vermelhas enquanto que Emma se contentava com um suco de caixinha sabor maçã. Após um breve momento de confraternização, todos terminavam suas bebidas e se aprontaram para agir.

- Pode deixar essa rodada por minha conta. - Dizia Robert - rico do jeito que é - pagando um total de cento e cinquenta mil berries, onde juntamente a isso Rimuru depositou a carta da Madame Gao. Os quatro se dirigiram até o beco nos fundos, e após alguns minutos um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] loiro com um traje de funcionário e óculos escuros aparecia vindo da porta da cozinha, em uma de suas mãos, a carta.

- Então são vocês que vão fazer o teste? - Perguntou ele se aproximando bastante, do bolso de sua camisa retirou um cigarro, que ao colocar na boca recebeu a gentileza de Robert que lhe ofereceu um fósforo para acender. - Conseguiram entregar sem bisbilhotar, já possuem uma certa competência não? Apesar de demorarem um pouco mais que o esperado para chegar no bar. - Dizia ele olhando para o relógio. Em seguida ele sacou uma faca e rasgou a lateral do envelope de onde retirou um papel dobrado.

- A propósito, se tivessem tentado abrir o envelope antes da entrega… - Com isso dito ele dessa vez abriu a carta de forma convencional, acionando um pequeno dispositivo que livrou uma tinta escura manchando toda a carta. - Isso aconteceria, por isso sei que dá pra confiar que vocês cumpriram a tarefa, apesar de não estar completa ainda. - O homem dava uma pausa, e após ouvir o que tivesse que ser dito continuava. - O que vocês fizeram me entregando isso foi um sinal de confiança e disciplina, talvez até de lealdade, mas se quiserem ser “amigos” da Madame Gao tem que mostrar comprometimento em fazer ações difíceis, sabe? - Seu tom era meio empolgado, como se gostasse do que estivesse por vir, o papel dobrado era entregue para Rimuru enquanto ele - sem olhar o conteúdo - tornava a explicar.

- O que vocês entregaram são na verdade para vocês mesmos, uma espécie de lista negra, pessoas que vacilaram com a organização e precisam pagar por isso, se é que me entendem. Vão ter vários nomes aí, é só escolher um alvo, e executar.

Caso Rimuru abrisse o papel, ele veria uma lista com um total de sete pessoas seguido de seus motivos por estarem na lista.

Lista:
 

- Cara, faz tempo que eu não olho essa lista aí, e então? O que vai ser? - Perguntou ele sem a mínima ideia de que é um dos possíveis alvos.



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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyTer 11 Dez 2018, 22:17


Essa carta foi mal planejada, se eu estivesse olhando para um espelho eu seria o traidor? Ou quem sabe o sujeito em questão estivesse do meu lado no quesito momento?Isso tá me cheirando a armação,eles provavelmente estão esperando que eu tome o rumo mais fácil enquanto seus seguidores  observam as espreitas analisando minhas atitudes e ações.Uma maneira de se precaver em minhas habilidades e os benefícios que poderia atribuir a instituição, se esse for o caso irei permitir que me manipulem como uma marionete apenas para eu demonstrar o espetáculo que este  fantoche grandioso pode proporcionar, vejam indivíduos de pouca fé e queimem sua retinas perante meu glamour. Mas antes de qualquer encenação um artista precisa de seu roteiro então não posso simplesmente entrar no palco sem nenhuma performance em mente, sendo assim preciso preparar o terreno para que minhas atribuições sejam possíveis, apenas um tolo se guiaria a cegas diante da luz.Coçaria a parte de trás de minha cabeça e manteria minha expressão neutra sem demonstrar nenhuma reação adversa ou inesperada mantendo o ritmo constante desde que chegará até aqui, fitaria o meu alvo com naturalidade e questionaria o respeito de algumas curiosidades, guiando o para minha teia de bajulações e agrados para sugar o máximo de sua essência antes do abate:

-Nada que uma mente brilhante como a sua não seja capaz de resolver por si mesmo,aliás irei precisar de uma ajuda,sabe até mesmo grandes figuras como eu e minha reputação de melhor detetive fraquejamos diante da falta de conteúdo,então antes de tomar minha decisão gostaria de recolher o que você possui de útil para minhas análises.Separaria os nomes pelos motivos que o trouxeram até ali e de um lado para o outro focaria meus arredores abaixando a carta e escondendo seu conteúdo apoiando me sobre o ombro de minha presa:

-William Faraday e  Eduard Von Strauss são procurados por não pagarem suas dívidas, quem são eles e como posso encontrá-los? E se possível saber a quantia que devem e a vida a que levam pode se tornar bastante útil para criar emboscadas.Andaria de um lado para o outro abandonando sua acomodação e retiraria Amor e Ódio que mantinha guardado em meus pertences depositando  a carta lá dentro, retornaria a mochila para minhas costas descarregaria as duas e guardaria as balas em meus bolsos e começaria a rodopia-las como um velho cowboy.E quanto a James Sullivan? Se ele é um impostor provavelmente tem algum tipo de informação a seu respeito,afinal ele deve ter se misturado com os outros antes de ser descoberto, assim como o traidor  Bolton Podolski.Esperaria pela resposta enquanto praticaria minha mira focando em objetos acima e  apertaria o gatilho algumas vezes quando me sentisse satisfeito com meu desempenho. Por último mas não menos importante que tipo de ladra é essa Freya? Tenho certeza que pequenos furtos não são o suficiente para colocar alguém em uma lista negra visto que alguns machucados e marcas são capazes de colocar arruaceiros na linha e torná-la um exemplo de sofrimento para os demais,nesse caso o que ela teve o prazer em pegar para se criar um túmulo em seu nome?

Aguardaria o encerramento do mesmo e então com o auxílio de força em meus pulsos e dedos jogaria um dos revólveres para cima visando distrair o loiro em uma  atitude passageira enquanto de maneira ágil e presunçosa sacaria  minha pistola de mão esquerda tão rápido quanto minha destreza permitisse apontaria a arma em direção ao seu rosto sem pensar duas vezes e dispararia enquanto o segundo revólver seria usado como um limitador de movimentos. Para o caso de ele tentar se esquivar jogaria o utensílio na direção proposta para retardá-lo, pegaria as balas dos revólveres e arremessaria em direção a suas retinas para ofuscar sua visão e realizaria um disparo com a pistola no seu abdômen logo em seguida como resultado de uma reação em cadeia,avançando firmemente em sua direção para facilitar a pontaria.

Podia ser uma abordagem arriscada mais apanhar não era um ato de objeção e fazê-lo focar em mim era mais do que uma necessidade,visto que estava acompanhado com muitas pessoas além de minha própria presença e criar as aberturas necessárias para permitir sua intervenção era lógico e preciso, procuraria então para a situação em que ele demonstrasse sacar uma ferramenta mortal evitar que isso acontecesse  alojando uma bala em sua mão predominante, sacaria minha segunda pistola em contrapartida e realizaria um golpe baixo puxando o gatilho com as partes íntimas como alvo.Se fracasasse tomaria o cuidado para não ser golpeado me garantindo em uma estatura baixa sempre para facilitar minhas esquivas me beneficiando de minha altura, me agacharia quando o lance fosse acima da cintura e pularia para trás contra golpes perfurantes,diretos ou que centralizasse em minhas pernas usando as mesmas com rigidez para garantir maior tenacidade e amortecimento em ambos os casos.

Porém não deixaria a hipótese de ele estar desarmado de lado e em situação abençoada como essa se o soco fosse na região do tórax permitiria que isso acontecesse enrijecendo meu peito e firmando meus pés para o impacto para que antes mesmo que ele pudesse retornar eu pudesse segurar suas mãos com uma das minhas, dispararia com a outra no músculo do braço oposto ao de minha posse para  impedir sua contra reação ao mesmo tempo que buscaria vira ele em direção a Emma ou Kelly para que pudesse ser alvejado pelas costas.

Se o combate ainda sim se mostrasse penhorar ainda mais gesticularia para Emma ficar rente ao meu lado e para Robert e Kelly bloquearem as outras saídas com seus respectivos esforços,era importante também ressaltar meus comando em meio a palavras pois quando convencidos e bem instruídos soldados demonstram melhores resultados em batalha e um detetive é obrigado a investigar de maneira convencional a melhor pronúncia e mais efetiva frase  que beneficiária seu fronte:

-Todos escutem meus comandos, estamos em vantagem numérica mas isso não qualifica justamente como uma certeza de vitória,mantenham seus olhos atentos e não menosprezam o inimigo.Protejam a retaguarda um dos outros e pressione-o sempre que tentar atacar um de nossos semelhantes, trabalhem em harmonia para maiores resultados e não sejam bocas caladas,se perceberem algo usem seus sentidos para passar a informação adiante,quanto mais detalhes melhor será as probabilidades ao nosso alcance.

Tendo isso em mente sempre que ele tentasse avançar em direção a um dos meus parceiros dispararia uma vez na posição em que ele estaria para ir e em seguida para onde seu corpo estava com uma sequência de disparos consecutivos, mas nem todos os seres humanos são corajosos e em caso de fuga, saberia que não sou hábil quanto deveria ser então daria uns tapinhas de leve no ombro de minha parceira sinalizando minhas costas para que me usasse como apoio, correria adiante e me abaixaria a uma distância razoável permitindo que Emma subisse em cima de mim ao mesmo tempo que saltaria para garantir a ela maior altura enquanto se direcionasse para cima do inimigo, para facilitar a sua ação predatória dispararia duas vezes uma em cada tendão de Aquiles ou próximo como poderia para derrubá-lo e impedir que fosse longe permitindo que minha aprendiz o imobilisasse com o golpe de misericórdia.

Madame Gao me pediu para fazer uma prova de confiança escolhendo um dos indivíduos da lista, pobre tola, vou mostrar pra ela o que significa ser de uma escala totalmente diferente quando lhe entregar todas as cabeças em uma única sacola.Geralmente eu iria deixar o informante por último só que recolher os dados com antecedência se tornou crucial visto que como um traidor ele não apenas poderia estar passando informações sobre meus feitos para terceiros como também me dedurando para Madame antes mesmo de surpreendê-la e sejamos francos essa expressão e uma que estou ansioso para ver.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyTer 18 Dez 2018, 21:28


"Encurralado" : 04
Diante daquela carta tão peculiar a reação de Rimuru não poderia ser outra, superar as expectativas impostas pelos seus empregadores não era uma opção, e sim um estilo de vida. Sua decisão estava feita, mas claro que como um digno detetive sua ideia era extrair informações previamente, no momento em que o celestial se armou, o que passou na cabeça do homem fora outra coisa.

- Oooh, eu não achei que fosse mesmo tomar a iniciativa, muitos desistem na hora sabe? Isso porque... - Ele dava uma pausa para exalar a fumaça de seu pulmão. - As pessoas da lista às vezes são muito importantes, fortes ou difíceis de se pegar. - Quanto a primeira pergunta do detetive. - Ah sim, tem esses caras de dívida, você não precisa necessariamente matar, apenas aplicar a punição adequada ao crime da pessoa, devedores por exemplo, podem só pagar o dinheiro e levar uma boa surra, claro que se não pagarem ou se você quiser, pode dar cabo neles, pessoas assim nunca mais vão receber favores da organização de qualquer forma. Strauss… Se não me engano é um nobre riquinho, mas nada que você não consiga descobrir certo? - Por um instante ele demonstrava um sorriso simpático, simpático demais para sua posição, talvez só estivesse de bom humor mesmo.

Rimuru dava continuidade a seus questionamentos ao mesmo em que manuseava sua arma, se acostumando novamente com a mira e brincando com seus movimentos de cowboy, mas era no fim das perguntas que ele recebia uma resposta não tão esperada assim.

- Heh, eu acho que você entendeu errado. - Dizia ele em um tom zombeteiro apontando com o cigarro em sua mão. - Minha tarefa aqui não é te ajudar a executar a lista só a entendê-la, como você vai conseguir as informações e dar cabo em alguma dessas pessoas só depende de você, faz parte do teste, sacou? Não se trata só de confiança, mas o que você consegue fazer pela organização.

O homem colocava novamente seu fumo na boca e isso era o “tiro de largada” para tudo que se seguiu em uma velocidade considerável, em um ato de distração, Rimuru jogava um de seus revólveres para cima enquanto outro era sacado rapidamente mirando no rosto do rapaz. O loiro podia ser um traidor, mas não era vacilão, no momento em que escutava o som do cão sendo puxado ele se jogou para trás como se estivesse caindo, o gatilho fui por fim puxado e o disparo feito, a trajetória da bala acertaria perfeitamente no terceiro olho se não fosse a astúcia do traidor, se jogando para trás o projétil acertou apenas seu cigarro e raspou verticalmente sua testa que começou a sangrar enquanto ele se mantinha no chão. Por um instante, tudo parecia terminado, e quem sabe até mesmo Rimuru tivesse sentido a sensação momentânea de vitória, mas logo um grito interrompeu a calmaria.

- MAS QUE PORRA FOI ESSA? - Recolhendo as pernas por um instante, o homem pegou o impulso para ficar de pé novamente sem usar as mãos e já avançando no detetive. - ACHA QUE PODE ME MATAR SUA PUTINHA? HÃN? - Seu avanço era em cólera, e embora Rimuru jogasse objetos em seus olhos, estes apenas refletiam nos óculos escuros do rapaz que seguia furiosamente em direção de Rimuru, mas você acha que o celestial fugiu? Não! Em vez disso, assim como seu inimigo, Rimuru correu em direção ao seu oponente acertando um tiro abaixo das costelas do mesmo.

O impacto da bala criava um certo espasmo no loiro, que retraía os músculos juntamente a dentes cerrados para suportar a dor, com o braço esquerdo ele batia na mão de Rimuru desviando a mira de um possível próximo tiro enquanto que com o direito aplicava um soco direto entre o peito do rapaz, que de uma forma até que curiosa, optou por receber o dano.

Surpreendentemente o corpo pequeno de Rimuru aguentava bem o tranco, firmando-se em uma postura defensiva, ele conseguiu não ser arremessado pelo soco do oponente que travava em seu peito, o traidor no entanto tinha uma força bem incomum, e mesmo que a resistência do celestial fosse alto, nem mesmo ele podia evitar de momentaneamente escapar o ar de seus pulmões. Ainda assim, nenhum movimento era desperdiçado, enquanto ordenava para que o beco fosse fechado - assim executado por Robert e Kelly que tapavam as duas saídas - Rimuru prendeu o oponente para que este não se mexesse, em fato tentava posicioná-lo em um lugar desfavorável, era a exata janela de tempo que Emma precisava.

Com sua agilidade de gato, a mink - pulando de parede a outra - rapidamente rasgou profundamente as costas do homem, sangue jorrava ao montes e o fraquejo do traidor era o suficiente para que o celestial ganhasse a guerra de forças e girasse invertendo suas posições. Mais uma vez Emma atacava, dessa vez uma estocada frontal com seus katares que perfurava o abdômen do oponente.

A luta parecia vantajosa, o homem cambaleou para trás com os golpes, parecia encurralado, e é em momentos assim que uma determinação é testada. - GAAAAAAAAAAAAAAAAHRR!!!! - Gritou ele furioso pelo dano sofrido, em um ato desesperado agarrou a caçamba de lixo que se encontrava ali naquele beco e usando-a de arma improvisada, atacou lateralmente com toda a força. Emma conseguiu pular por cima, mas Rimuru, que não previa um movimento tão sujo (trocadilhos a parte), fora acertado em cheio. Os danos em si não foram graves, mas o suficiente para empurrar o detetive contra a parede.

- Shishou! - Gritou Emma preocupada, sem prestar muita atenção tentou contra atacar de frente mas logo levou um upper de esquerda no estômago sendo empurrada para trás. O homem estava claramente encurralado, seus ferimentos eram severos e por mais que resistisse ali era só questão de tempo até que caísse, só lhe restava uma alternativa, fugir. A tentativa de fuga era pelo local em que Kelly bloqueava, afinal, a formação de Rimuru era perfeita, ele só não contava com uma coisa… Que Kelly não sabia lutar. Determinada, a coelha tentou impedir a passagem do traidor, que percebendo sua inexperiência rapidamente a subjugou tomando-a como refém.

- Parados! - Gritava ele ofegante, Kelly em sua frente como escudo humano sendo segurada com força pelo pescoço e ombro. - Já entendi… haf… Aquela velha maluca, colocou meu nome aí não foi? Isto está errado. - Tentou barganhar.

- Me desculpe senhor deteti… garhf. - Kelly tentou falar mas logo foi interrompida por um apertão mais forte no pescoço.

- Calada! - Disse o traidor o sangue escorrendo sua testa e tronco pingando no chão. Emma sem saber o que fazer exatamente fez um indício de movimento, pretendia avançar mas logo foi parada por ameaças. - Eu disse não se movam! Qualquer coisa suspeita e eu vou quebrar o pescoço dessa mink, entenderam? Qualquer corrida, movimento brusco e até respiração pesada, vocês sabem que eu posso fazer isso com uma única mão então não me testem. Agora, larguem as armas!




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MensagemAssunto: Re: Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa!   Quando a ruiva não está!Os detetives fazem a festa! EmptyQui 20 Dez 2018, 22:26


Que interessante,então pés de coelho realmente trazem boa sorte com certeza se fosse em uma situação completamente adversa seria seu fim, mas para o agrado e fortunio de Kelly  eu estou aqui para lhe salvar, de fato nos encontramos em uma situação desvantajosa mas um mente brilhante como eu sempre será capaz de me adaptar aos acontecimentos sejam eles quais forem.Embora um ódio impregna pelo meu amável corpo sendo apenas minimizado pela minha boa e velha farsa cotidiana, jamais deixarei esses pensamentos sucubirem e me tornarem uma besta irracional, eu preciso ser sensato e agir sorrateiramente para garantir o melhor de minha companheira, olharia para Kelly redobrado minha atenção e tentando transmitir lhe calma através de meus olhos encantadores, além do mais isso deixou de ser questão apenas de ganhar este combate:

-Façam como ele pediu.Comentaria para com meus compatriotas, a mensagem tinha inúmeros significados, primeiro para Kelly dizendo que eu estava antecipado para sua sobrevivência e que ela relaxasse um pouco sua agitação, a segunda para Emma que já me conhecia a longa data podendo ou não saber que eu provavelmente teria alguma carta na manga e a terceira sem dizer uma das mais importantes, fisgar meu oponente  a acreditar que ele está no controle,dando a ele uma forte convicção de segurança enquanto atuou perante a comoção e por último a quarta, demonstrar que estou ciente de minha falha e que estou pagando pelos meus  erros, gesticularia suavemente para minhas costas demonstrando que iria me livrar das demais coisas,puxaria o rifle bem devagar e agacharia o depositando suavemente contra o chão, retiraria a bolsa colocando a do lado abriria seu conteúdo revirando as coisas atrás do controle remoto dos colares de escravas e de maneira discreta apertaria o botão que soltaria os colares com seguranças deixando as livres,fecharia a com cuidado demonstrando minhas palmas das mãos para revelar que não retirei nada de dentro dela e manteria a outra pistola segurando a com certo cuidado,sabendo que ele questionaria isso:

-É uma situação difícil entenda bem,se eu soltar isso você pode muito bem torcer o pescoço dela mesmo assim e acabar fugindo e que problemático isso seria,acredito que alguém inteligente como você sabe que isso não acabaria bem.Faria uma pequena pausa apenas para ele começar um pensamento e antes mesmo de gera um tempo razoável continuaria para quebrar essa linha de sua cabeça e distraí-lo o maior tempo possível, acontece que todas as vezes relutei em libertar as escravas de todas as maneiras e embora alguns acreditassem em minhas justificativas eles estavam longe de entender minhas reais razões e agora que se tornou um momento crítico está na hora de usar desse bem conveniente.Se algo que é muito recusado acaba se por se tornando realidade as pessoas começam a suspeitar do ocorrido e aquelas envolvidas nessa situação saberão que algo deu errado e virão a nosso encontro buscar o motivo.

Até a cavalaria chega isso é se ela vir a aparecer minha única função será incomodá-lo pelo maior período de tempo sem que ele perceba, enfatizaria minhas cordas vocais e pronunciaria com sofísticação e elegância:

Disse que havia sido um engano, então melhor me dizer seus motivos,se me entende por bem sabe que tenho a péssima mania de questionar os outros a respeito daqueles que estou indo me encontrar.Você não foi exceção e a Madame me contou inúmeras informações a seu respeito, antes que ele pudesse se estressar e descontar sua raiva e minha amiga daria leves tosses para restruturar a direção de sua fúria.Hora hora uma pessoa tão bem posicionada e estrategista como você já tem a mim dançando na palma de suas mãos, por que se enfurecer meu caro, só estou lhe dizendo que se quer aliviar seu nome vai precisar da minha ajuda e se não soltar Kelly abandona sua única chance ririririrri.Afinal mesmo que  se livre de mim Gao não o deixaria escapar  tão facilmente, eu sou apenas um mero estranho, um desconhecido, acha mesmo que  ela estaria jogando todas as suas expectativas e planos para  uma figura extraordinária e elegante,melhor detetive do  mundo e aleatória  ao seus olhos,riririririri.Vamos meu jovem recobre a consciência ao menos escute meu plano antes de pensar que ele é ruim.

Teria certa certeza cega de que seria ouvido e começaria a contar uma operação totalmente inútil,completamente elaborada e sem fins nenhum apenas para fazer a passagem do relógio acontecer de maneira fluida e ocupar meus afazeres até então e proporcionar certo entretenimento para aqueles ao meu redor,querendo ou não eu sou uma estrela, poder me ver brilhar e espetáculo suficiente para a espera:

-Tenho um navio a minha disposição,veloz e resistente com uma tripulação de calibre alto e perspicaz, como eu falhei em cumprir com minha tarefa serei perseguido também o que torna ambos de nós no mesmo barco, meu navegador poderá nos escoltar para uma ilha distante onde nós camuflamos de maneira distinta e sem chamar a atenção. Eu serei Andy e seu novo nome será Augustus. Olharia para Emma apenas por ironia do destino e perguntaria o que ela acharia de tudo isso. Ei gatinha como gostaria de ser chamada em uma possível identidade secreta. Acenaria com a cabeça concordando como se fosse a melhor ideia do mundo e continuaria em meio a elogios.De fato um bom nome, continuando eu Andy e seu ex-noivo Augustus somos um casal de divorciados buscando reatar o relacionamento em uma lua de mel extravagante, mas o destino e subitamente cruel. Encenaria uma pose teatral de tragédia digna da Broadway.E uma gata aparece a minha frente, bela em sua magnitude fazendo me questionar minha opção sexual e desejar por me tornar sua pela eternidade.Dançaria um pé de valsa improvisado parando ao lado dela pegando suas mãos e dando uma leve pirueta.Augustus então enciumado contrata um detetive particular para  perseguir sua noiva a quão possui ainda intimidade seu nome é Poblius. Sinalizaria Robert com ambos os braços abertos.Vamos Poblius diga sua fala meu bom homem as coisas não saíram tão realista se não caminhar conforme o ritmo, estou te dando um papel importante afinal, todo mundo quer ser um detetive ao menos uma vez na vida.Ignoraria o auto proclamado Poblius e me ajoelharia diante do agressor/Augustus.Ohhh Augustus eis que sua noiva recobra a consciência e se desculpa diante de ti implorando pelo seu retorno você retornaria a pronunciar os votos do santo matrimônio e viver ao seu lado nas graças e tristezas até que a morte os separe.

Dispararia em direção ao braço que manteria Kelly como prisioneira, assim que terminasse minha pronúncia esperando que a ajuda já tivesse chegado e exercendo seus possíveis agrados, do contrário já estava ficando farto de esperar e agiria assim mesmo aproveitando que sua mente não estaria esperando por uma coisa dessas após presenciar uma besteira sem fundamentos de uma maneira absurda e puramente aleatória.

Se Kelly estivesse viva puxaria a mesma para fora do perigo encobrindo a com meu corpo e a empurrando para próximo dos demais quando possível retornando minha atenção para o Augustus que ficará nomeado de tal maneira já que nunca soube seu nome e nem me importo em saber agora, descarregaria o pente visando a área do tronco, mudando o ângulo a cada esquivas procurando evitar desperdiçar balas,quando a munição acabasse destravaria a trava do pente deixando o cair em pleno ar e aproveitaria essa munição improvisada pressionando meu pé esquerdo para trás e o impulsionando para frente chutando o recipiente almejando a garganta do indivíduo aproveitando me para investir com minha nova recarga,em meio a aproximação me viraria para lados adjacentes aos golpes e até mesmo rolaria adiante se provasse se necessário, depositária o pente sobre suas costelas e pressionaria a arma por cima do mesmo recarregado seu conteúdo e puxaria o gatilho contra seu queixo.

Caso Kelly morra em qualquer momento ou situação pegaria a outra pistola caída no chão e correria ao seu encalço, rastreando as pistas que ele deixaria para trás revelando sua localização e trajetória. Procuraria acertar seu calcanhar de Aquiles para derrubá-lo e manteria o ritmo até meus pés passarem pelas suas costas disparado para baixo tentando almejar as mesmas, encararia o com  puro desgosto e veias saltando e pronunciaria com nervos a flor da pele. Não importa quanto tempo eu leve ou as provações que terei que passar, se tiver que reunir um exército de inúmeros homens, mulheres  eu o perseguirei incansavelmente durante as manhãs de sol e as noites de chuva, cem caminharam ao meu lado e mil a seu encalço, me comunicarei pessoalmente com cada um deles sobre suas posições e qualificações para que não venha a passar por isso novamente, eu farei sua diária se tornar tão perturbadora que desejara a morte, mas o próprio demônio fechará os portões do inferno não querendo o em seus domínios para evitar que o persiga até os cantos remotos deste mundo.Esbocaria um sorriso por fim virando a cabeça pro lado. Empurraria o cano da arma rente ao seu olho e diria Bang apenas para deixá-lo em choque e forçasse uma reação agressiva,me aproveitando disso pularia para trás e dispararia contra suas partes íntimas novamente.

Tentaria cansa-lo forçando a tomar uma iniciativa enquanto bloqueasse o caminho, pularia para trás e lados sempre que uma gracinha nova demonstrasse surgir me mantendo sempre a sua frente e atento a possíveis golpes, quando gotas de suor emanarem de seu corpo viria isso como um sinal de cansaço e então dispararia em seus joelhos para derrubá-lo e enfiaria uma das pistolas dentro da sua boca e dispararia goela abaixo.
Objetivos:
 

Histórico:
 

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