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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyQua 21 Nov 2018, 16:26

Relembrando a primeira mensagem :

Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Fran B. Air
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyDom 09 Dez 2018, 19:55

Quebrando O Luar! A Luta Continua!

Olharia para o homem que lutava comigo, dando um sorriso de empolgação para com a luta que se desenrolava, manteria meu olhar fixo em seus olhos, analisando cada movimento. Nesse momento, responderia sua última fala de modo casual, como se não estivéssemos lutando por nossas vidas naquele instante, fazendo mais uma piada engraçada, ao menos para mim que sempre achava graça das próprias piadas, mas duas coisas fariam com que meus pensamentos saíssem por um breve instante da luta, sendo a primeira, as falas dos agentes e a segunda, a arma inusitada, da qual eu não havia prestado muita atenção até o momento, o que me levaria a desviar meu olhar por um instante, mesmo que mantendo minha atenção no homem que lutava comigo até então.

- Sim, é realmente uma bela luta, concordo, mas seria ainda mais bela se você aceitasse seu destino logo. RIAHAAHA. –


“Ele disse que o tal do J.J. foi só um pirata, mas também falou que o Bibliotecário estava escondendo algo... Será que não tem a ver com o tesouro do J.J., como eu já suspeitava? Melhor me apressar com ele logo, se aquele Mordomo estiver sendo interrogado, pode ser que ele solte para os agentes a informação, só espero que ele não revele onde está o meu tesouro... Mas e aquela arma, uma cimitarra, não é? Não é algo que se vê por ai todo dia, acho que vou fazer uma para mim qualquer dia desses... Calma, foco, não posso ficar desviando meu pensamento, preciso me concentrar em ir logo salvar o Mordomo, afinal, ele me salvou e deve saber onde meu tesouro está.”

Daria uma leve olhada para o homem que lutava com o outro agente, vendo que parecia que ele daria conta, voltaria meu olhar para o agente que me enfrentava e diria algumas palavras, independentemente da situação em que o meu aliado se encontrava, além de dar algumas orientações para os outros que nos observavam, aparentemente seu líder não era dos melhores para desempenhar a função, ao menos pelo que eu havia visto até o momento.

- Cuidado aí, eu já acabo aqui, Capitão Solstício... Quanto aos outros, continuem observando, talvez aprendam algumas coisas comigo, mas se seu capitão precisar de ajuda, o salvem... –

“Esse Capitão não é nada mal também, com certeza o agente com quem ele está lutando é bem mais fraco do que o que está lutando comigo, mas estou impressionada por ele conseguir segurar um agente assim, ainda mais sem eu para distraí-lo, como eu fiz com aquela ruivinha de antes, melhor eu focar em acabar com essa... Lua!? Esse cara conseguiu machucar minhas costas, afinal, o que esses agentes têm contra as minhas costas?”

Sabendo como meu inimigo lutava, tentaria ignorar o desconforto causado pela dor de meus ferimentos, como minha costas que estavam doloridas por ter caído em cima de uma prateleira e avançaria em sua direção, de modo que assim que ele entrasse em minha mira, tentaria um corte horizontal com minha foice, onde utilizaria da ponta da lâmina para realizar uma estocada na lateral de seu abdômen. Sabendo que muito provavelmente ele se esquivaria, assim que o fizesse, continuaria meu avanço e o movimento da foice, mas dando um giro em meu corpo juntamente de minha arma, de modo que realizasse um segundo corte horizontal, mas dessa vez um pouco mais em cima que o anterior, tentando atingir o ombro do homem, de modo que caso ele se esquivasse de novo, dessa vez não daria mais um giro no corpo, mas retornaria com a foice pelo mesmo lugar que ela tivesse passado, isso enquanto manteria meu avanço em sua direção, de modo que a parte traseira da lâmina da foice o acertasse, como uma grande marreta fina, sendo que nesse último ataque, tentaria atingir sua cintura com força.

Tendo êxito em meus ataques ou não, me afastaria um pouco pulando para trás, isso se já não tivesse me distanciado, então, assim que tomasse dois ou três metros de distância, posicionaria minha foice de modo que seu cabo ficasse do lado direito de meu corpo, a lâmina ficasse logo atrás de minhas costas, na horizontal e a parte cortante apontasse para a esquerda de meu corpo, com isso, avançaria mais uma vez na direção do homem como se fosse tentar desferir mais um corte horizontal em sua lateral, mas assim que me aproximasse, daria um carrinho, deslizando no chão e passando ao do lado direito do homem de acordo com meu ponto de referência, com isso, deixaria a foice de modo que suas pernas sofressem algum corte com a alta velocidade em que deslizaria puxando elas com o corte de minha arma.

Assim que fizesse esse movimento, tendo dado certo ou não, me levantaria ao bater no chão com o cabo da minha foice, de modo que me lançasse um pouco para cima, com isso, assim que ficasse de pé, saltaria na direção do teto do lugar, de modo que no ar, daria uma pirueta para que meus pés fossem de encontro ao teto, sendo que tendo êxito em meu movimento, flexionaria minhas pernas assim que fosse de encontro ao mesmo, dando um sorriso de empolgação, com isso saltaria violentamente na direção do agente, posicionando a lâmina de minha foice em frente ao meu corpo, tentando uma estocada com a ponta daquela belíssima arma confeccionada por mim. Além disso, daria um grito durante meu ataque, levando em conta que estaria tentando acabar com tudo naquele momento.

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- MORRA AGORA! –

Se ele tivesse conseguido se esquivar, franziria minhas sobrancelhas em sinal de descontentamento, além do que, meu sorriso se esvairia, algo que raramente ocorria. De toda forma, o atingindo ou não, se ele ainda tivesse forças para continuar com a luta, não perderia tempo, me afastaria do homem ao saltar para trás, sempre com cuidado para não esbarrar em nada e nem ninguém, então tentaria algo diferente, assim como havia feito antes, tentaria jogar objetos nele, de preferência, objetos pequenos como livros, tentaria fazer exatamente como um jogador de golf, mas ao invés de um taco, utilizaria minha foice e no lugar de bolas, qualquer coisa que estivesse no chão, rebateria com a lateral da lâmina da foice alguns objetos na direção do homem, pontaria não é o meu foco, mas o objetivo principal daquilo seria causar uma distração.

Quando o último objeto próximo a mim fosse lançado, correria junto na direção do homem, sendo que assim que chegasse a três metros de distância, saltaria dando um mortal com minha foice tentando passar por cima dele, de modo que ela girasse juntamente com meu corpo, tendo como objetivo atingir verticalmente com minha arma onde já havia o causado algum dano, em suas costas. Se percebesse que ele tentaria algo enquanto eu estivesse no ar, impulsionaria o cabo de minha foice para frente, de modo que o topo de sua lâmina batesse no chão e eu tivesse como me esquivar do golpe vindo em minha direção de alguma forma ao me mover levemente para o lado contrário ao ataque.

Assim que chegasse ao chão, saltaria na direção do agente, já posicionando a lâmina de minha foice, de modo que ficasse com sua ponta direcionada para frente e a parte cortante voltada para cima, então quando me aproximasse dele devido ao salto, desferiria um corte vertical indo de baixo para cima, onde tentaria atingir um corte indo do lado esquerdo de sua cintura até a altura de seus ombros, o mais profundo possível, levando em conta que o objetivo de uma foice usada em combate é dilacerar a pele dos adversários, conseguindo ou não, aproveitaria o movimento para dar mais um giro na foice, no mesmo sentido, mas dessa vez almejando atingir o lado direito de seu corpo, embora ainda tentasse acertar sua frente, indo da cintura até a altura de seu ombro.

Com isso, encaixaria minha foice de modo que a lâmina fosse parar atrás de meu adversário, seja pela lateral de seu corpo, por cima ou por baixo de suas pernas, assim que o fizesse, saltaria para trás com tudo, de modo que a parte cortante fosse de encontro com suas costas, deixando que ela deslizasse, até que se soltasse e eu tomasse alguma distância do homem com mais um salto. Se ele ainda não tivesse caído, mantendo minha sobrancelhas franzidas, sorriria para o mesmo ao dizer algumas palavras, animada, apesar de não gostar de situações onde uma luta se estendesse tanto.

- Olha, devo confessar que acabei subestimando vocês agentes, não é qualquer um que consegue durar tanto tempo assim comigo em uma luta, é claro que o resultado é inevitável, afinal, se eu não conseguisse nem ganhar uma simples luta em uma biblioteca, não chegaria nem perto de me tornar a Rainha dos Piratas, não é mesmo? Vocês falaram sobre quererem ser os melhores agentes, eu sequer sabia que cães do governo tinham tais ambições... Interessante... –

“Eles realmente são bons, quer dizer, chegar até aqui e ainda achar que consegue me derrotar? Não é qualquer um que faria isso... Mas afinal, o que eles querem do Bibliotecário para irem tão longe assim? Talvez esses dois sequer saibam, pensando bem... Eu tenho que ver mesmo é com o tal do Doutrinadeiro, que aparentemente é o líder deles... Acho que vou usar uma de minhas técnicas e acabar logo com isso.”

Dessa vez, seria para valer, ainda mantendo meu sorriso, avançaria na direção do homem, de modo que mais uma vez tentaria um golpe horizontal, mas ao invés de tentar cortá-lo, manteria a lâmina de minha foice voltada para o lado contrário ao seu corpo e tentaria o acertar com o cabo da mesma na lateral de seu corpo, sendo que se esquivasse, voltaria com a foice pelo mesmo lado, atingido o lado contrário de seu corpo, em relação ao primeiro que almejava, de modo que a lâmina fosse parar em suas costas, mas se ele bloqueasse, giraria o cabo de minha foice, o que traria a mesma situação onde a lâmina da mesma se posicionaria nas costas dele, assim que a lâmina ficasse em suas costas, a puxaria com toda minha força de uma só vez, enquanto gritaria o nome de minha técnica especial.

- CEIFAMENTO DA DEUSA DA MORTE! –

Levando em conta que o agente com quem eu lutava utilizava os pés, manteria meu foco especialmente neles, sendo que daria pequenos saltos para trás no caso de possíveis golpes vindos na vertical ou diagonal. Agora se ele tentasse me atingir com ataques vindos na horizontal, me abaixaria rapidamente se fossem atingir da minha cintura para cima, mas se fossem acertar da cintura para baixo, daria um mortal para trás ou por cima da pessoa, dependendo da situação, sempre espera para utilizar o cabo de minha foice para me desviar de possíveis chutes ou outros tipos de golpes que fossem dados enquanto eu estivesse no ar.

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Caso o homem tentasse me atingir dando estocadas ou se eu percebesse que não daria tempo de desviar de outros golpes ao saltar para trás, agachar ou dar mortais, simplesmente mexeria a parte de meus corpo para o lado, desviando-a do ataque ao removê-la de seu trajeto. É claro que o homem também poderia arremessar coisas em minha direção assim como fiz com o mesmo, o que faria com que eu desviasse ao me mover para os lados com pequenos saltos ou dependendo do tamanho dos objetos lançados, dando rápidas cambalhotas ou mortais, sempre tentando evitar ao máximo que me tocassem de alguma forma.

Em cada uma de minhas esquivas, manteria minha o cabo de minha arma entre mim e o ataque, de modo que caso não desse tempo de me esquivar, ao menos teria o cabo da foice impedindo que o golpe que fosse dado, fosse realizado com sucesso e me causasse algum dano ao meu corpo. Se o outro homem decidisse me atingir também ou se chegassem outras pessoas no lugar, prestaria atenção nelas também, tanto quanto no homem que já estava lutando, de modo que utilizaria das mesmas defesas que faria para com os ataques do agentes, sempre tentando evitar de ser atingida.

Ceifamento Da Deusa Da Morte:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyDom 09 Dez 2018, 22:11




Fanalis B. Ria

Amanhecer! A queda da lua

Enquanto que as palavras usadas para com o resto da tripulação dos piratas Solstício foram compreendidas de forma clara e direta, fazendo os mesmos obedecerem no mesmo instante, as palavras usadas para com o capitão aliado pareceram surtir um efeito contrário, como ele não havia recebido “ordens” ele não desobedeceu nem nada, mas ele aparentou não gostar de as ouvir, a interpretação dele podia estar errada, mas foi feita de sua forma.
- Não me subestime ruiva, cuide de sua luta! - Bradou ele, com um certo tom de raiva.

A luta entre os agentes até agora lhe trouxe grande sabedoria e experiência de batalha, e essa era mais uma luta difícil, porém você devia a superar se quisesse tornar-se a rainha dos piratas, e ironicamente, o agente deveria lhe superar para ganhar ainda mais prestígio dentro do governo e então subir de patente, ou coisa parecida, ambos não estavam só lutando por aspirações e vida, estavam lutando por sonhos, os quais poderiam levar uma vida toda para serem alcançados, mas o que valia a pena era o caminho que os levava, e não o destino final. Apesar de todas as interferências e distrações externas você devia focar na luta e anular qualquer que fosse o ruído ou imagem que lhe desconcentrasse dela, se sua atenção fosse desviada para outro lugar poderia lhe custar a vitória.

Mais uma vez a luta voltava ao rumo frenético, e mais uma vez os primeiros ataques eram seus, seu corte horizontal foi impedido de acertar o alvo graças a joelhada dala pelo mesmo em sua arma, fazendo ela ser levantada e passar reto sem acertar nada além do ar, enquanto ele recuava seu corpo para evitar outro golpe, que fora feito ao término do primeiro, com um giro por seu corpo, a foice veio em mais um ataque rápido, desta vez, mirando mais acima do peito, essa mudança de alvo foi percebida tardiamente por seu oponente, que apesar de ter conseguido evitar a estocada recuando seu corpo, ainda sim recebeu um corte no braço direito, e isso certamente dificultaria suas acrobacias. Ainda não havia acabado, outra vez você fora ao encontro do inimigo e ao realizar deslizar rente ao chão, seu oponente apenas precisou dar um mortal para a frente, deixando, tanto você passar, quanto evitando seu ataque.

Infelizmente sua movimentação seguinte não foi feita da forma como você desejava, apesar de se “catapultar” para cima, não houve impulso, ou força o suficiente para chegar ao teto, as leis da física ainda se aplicam no mundo, e levando em conta que a biblioteca possuía um segundo andar, o teto ainda estava muito alto para ser alcançado simplesmente com um pulo com a ajuda de sua foice, portanto a única coisa que você conseguiu com sua acrobacia foi cair de cara no chão, e também um chute no abdômen, o qual a fez levantar no ar, o agente não perderia uma oportunidade dessas, algumas gotículas de sangue sairiam de sua boca ao ser levantada, e mais ainda sairiam com o impacto seguinte, girando seu corpo o jovem conseguiu impulso e força o suficiente para acertar-lhe um outro chute, um reto, o qual lhe mandara para longe, de encontro com outra estante, a qual se arrebentou ao ser atingida por você, mas suas pernas e corpo ainda respondiam, então a luta não havia acabado, usando os destroços de madeira você os arremessaria contra o agente, que não tinha outra opção senão manter distância, as prateleiras, pedaços de madeira, e livros, eram jogados como bolas de golf, sendo que sua foice era seu taco, o agente não precisou de muito esforço para esquivar dos objetos arremessados, mas teve para desviar de você, antes que pudesse perceber sua foice já estava indo em na direção dele, outro corte fora feito em suas costas, fazendo ele se ajoelhar sobre uma das pernas, outro avanço, o que ele pode fazer foi saltar para o lado, seu braço direito estava machucado então ele teve de se virar com o braço bom, a estrelinha o salvou de seu avanço, sem desistir você tentou fazer um ataque em “X” para que a letra ficasse marcada na pele do inimigo, o ataque foi falho apenas por ele conseguir ser um pouco mais rápido, porém sua roupa foi toda rasgada, fazendo o homem ficar atento, por pouco não foi sua pele que ficara daquela forma, visto que ele estava longe não dava para se executar sua outra bateria de golpes, o que era uma infelicidade, ambos estavam sem fôlego, suas respirações pesadas combinavam, como em uma orquestra, onde os instrumentos tocam juntos.

- Todos tem sonhos Fanalis B. Ria, pensar o contrário apenas lhe faz… Idiota…

E dita a frase, o agente caiu, ali mesmo, no mesmo instante, ele havia dado o máximo de si, ainda no chão podia-se ver sua respiração e sua vontade de lutar, porém seu corpo não aguentava, o mesmo também acontecia com o jovem de cabelos negros, que caía ao mesmo tempo que seu parceiro, o de cabelos dourados estava de bruços, com o rosto enfiado no chão, enquanto que o moreno estava de costas para o chão, nenhum deles podia-se manter de pé, e eles estavam exaustos. Jeremy olhou para você, quase que lhe perguntando com os olhos, mas as palavras saíam de sua boca, já que ninguém tem a capacidade de se comunicar pelo olhar ou pensar.
- E agora capitã ruiva? - Foi o questionamento de seu aliado.

Não havia qualquer pista de onde os outros agentes estariam, nem para onde Lupin tenha sido levado, e isso era um problema, vocês estavam correndo contra o tempo, qualquer minuto desperdiçado poderia estar sendo usado para drenar informações do bibliotecário, aquela missão do governo estava sendo feita para ganhar algo, para ser necessário o envio de uma equipe de agentes do governo, esse algo era muito importante, eles não perderiam tempo, ou esforços para conseguir isso, o bibliotecário estar vivo é só uma questão de boa vontade.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Os agentes:
 

Piratas Solstício:
 

Ferimentos:
 

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Aventuras:
 


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptySeg 10 Dez 2018, 14:20

CP9 Ou X9? Me Digam Tudo!
Sorriria diante do agente que caia em minha frente, sendo que com sua queda, daria alguns giros em minha foice, sem atingir nada e a guardaria a colocando de volta em minhas costas, presa em minha mochila, logo depois, procuraria por algum pano para limpar o sangue que saia de minha boca, se não achasse nenhum, limparia ao esfregar meu braço mesmo. Com isso, olharia para o capitão que acabara de acabar com sua luta, mas logo depois colocaria as mãos na cintura e direcionaria minha atenção ao teto, talvez para os piratas, parecesse que eu estaria pensando sobre o que fazer a seguir, mas minha única curiosidade seria sobre o porque de não ter conseguido realizar o movimento pretendido, de toda forma, olharia para o agente no chão, que não conseguia se mover, dizendo algumas palavras ao demonstrar minha satisfação com a luta que havia se desenrolado com minha doce e gentil voz, apesar de finalizar com um tom sarcástico e rir da própria piada.

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“Estranho, eu já tinha feito pulos mais altos antes... Mas dessa vez não consegui chegar onde queria, acho que as dores que estou sentindo por ter sido arremessada tantas vezes acabaram me atrapalhando, esses agentes gostam de jogar as pessoas longe pelo jeito...”

- Vocês lutaram bem, mas não existia possibilidade de me vencer... Agora preciso ir atrás do chefe de vocês, quero que aquele Mordomo me sirva um chá decente, não aquele com sangue que vocês me ofereceram antes. RIIIAAHAHAHA. –

Levando em conta a pergunta do capitão dos piratas do solstício, após minha fala para o agente caído, olharia para os lados, procurando por cadeiras ou qualquer assento do tipo e alguma corda qualquer, se tivesse ao menos dois assentos utilizáveis, os colocaria de modo que ficasse um de costas para o outro, então jogaria a corda no chão, caso tivesse encontrado alguma, com isso, olharia para os piratas e falaria confiante de que saberia o que faria a seguir.

“Precisamos interrogar esses dois, sem eles, nossa melhor pista é a casa do Mordomo, ao menos eu tenho o endereço que peguei com a Roseira de antes...”

- Coloquem os dois amarrados um de costas para o outro, eu não sou exatamente boa em interrogatórios, já tentei um uma vez, mas deu tudo errado... Também não sou exatamente uma fã de tortura... Algum de vocês consegue fazer isso bem? Precisamos saber onde o chefe desses dois está, para que assim possamos encontrar o Mordomo, qualquer coisa, podem deixar comigo... –

Se não tivesse conseguido uma corda, jogaria meu chicote para que usassem como corda para amarrar os dois, um no outro, juntamente aos assentos, ou sentados de costas no chão, sendo que se ninguém tivesse tomado uma atitude, eu mesma puxaria os corpos, os posicionando como gostaria e os amarrando. Feito isso, deixaria que alguém interrogasse os homens, sabendo que eu não era a mais qualificada para tal. É claro que poderia ser que nenhum deles quisesse se atrever a interrogar os agentes ou não obtivesse as respostas que eu queria, nesse caso, utilizaria de minha atuação, levando em conta o que já havia visto em peças de teatro quando era criança, tentando imitar algo como um detetive interrogando uma vítima, pegaria um abajur, uma luminária ou qualquer coisa que tivesse e fosse foco de luz, colocaria apontada para o rosto do agente moreno e começaria a fazer perguntas, utilizando de uma voz mais agressiva e rebuscada, como se estivesse nervosa com o que os agentes estavam fazendo e realmente estaria, levando em conta que estavam ficando em meu caminho para que encontrasse meu tesouro, além de prejudicar o homem que mais sedo tratou de meus ferimentos quando acabei desmaiando.

- O que vocês querem com o Mordomo? Digam agora... O que aquele Bibliotecário esconde? –

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Me agacharia, de modo que meu rosto ficasse na mesma altura dos agentes, sendo que eu manteria meu olhar fixo na pessoa, tentando perceber qualquer sinal de mentira, algo básico que poderia ser notado em qualquer mentira malfeita, um desviar de olhar, pupilas dilatando, balançar da cabeça. Se o agente não me respondesse, fazendo qualquer piada ou ignorando meus questionamentos, pegaria a espada embainhada que carregava presa em minha mochila e bateria com seu cabo de um lado do rosto do agente e logo depois do outro, então, ainda o encarando, mas agora arqueando uma das sobrancelhas em sinal de dúvida, inclinaria minha cabeça em um rápido movimento, demostrando minha pressa para com a situação, além de completar com mais algumas palavras em tom de agressividade.

- E então? Vai me dizer ou não? E você, Loiro? Quer falar? É a última chance, não deviam mexer com piratas, a partir do momento que decidiram lutar, começaram a apostar suas vidas aqui... –

“Eu não sou muito boa nisso, mas nada impede que eu tente, quem sabe não dá certo toda essa encenação onde eu finjo ser boa e interrogar os bandidos, o único problema é que estou fazendo perguntas para agentes treinados, a chance de falarem é muito baixa... Acho que vou fazer com que desmaiem mesmo e vou os deixar jogados aqui, não tem porque matar esses dois... Eles que venham atrás de mim depois, se quiserem.”

Caso mais uma vez eles não quisessem falar nada, guardaria a espada que havia pego e colocaria em minha mochila, então pegaria a pistola da qual troquei com a que tinha pela que a agente ruiva antes possuía. Com ela em mãos, colocaria o cano apontado para a cabeça do agente Moreno, a deixando lá por alguns segundos na esperança de que falasse, enquanto o encararia fixamente, como uma assassina que o mataria à sangue frio naquele momento, se não dissesse o que gostaria de escutar, com eles falando ou não o que queria durante o interrogatório, seja ele feito por mim ou por algum dos outros piratas, sorriria e diria a mesma palavra.

- Entendi... –

Durante meus questionamentos, por não ter experiência ou habilidades com interrogatório, provavelmente não conseguiria nada, mas mesmo assim, sabia que os agentes poderiam tentar algo como mordidas ou cuspis, se fosse esse o caso, estaria atenta para me esquivar em qualquer sinal de agressão, ao mover meu corpo para o lado mais propício para que saísse do caminho do que quer que a pessoa tentasse faze, de modo que conseguisse me esquivar do que quer que fosse tentado contra minha pessoa.

Logo após dizer a palavra, caso tivessem falado as informações, as anotaria em algum papel qualquer e daria uma coronhada na nuca de cada um com minha arma de fogo, com a intenção de que desmaiassem, sendo que se não perdessem a consciência com o golpe, daria quantas fossem necessárias, até que fosse efetivo meu golpe. Feito isso, guardaria minha arma de volta na mochila e me levantaria novamente, olhando para os outros piratas, caso ainda estivessem no lugar, feito isso, diria algumas palavras de motivação, independentemente do que se desenrolasse com os agentes.

- Bem, o Mordomo ajudou todos nós, precisamos ajudar ele e o melhor é que somos piratas, então somos livres para fazermos o que quisermos, vamos deixar esses dois vivos, a morte seria muito simples, um castigo melhor é que vivam com a vergonha de saber que perderam para piratas, agora, vamos encontrar aquele Bibliotecário e o chefe desses dois idiotas! Alguém deve encontrar eles mais cedo ou mais tarde e não devem se recuperar tão rápido, vamos lá! –

“Onde será que está esse tesouro... Só espero que o governo não esteja de olho nele... Na verdade, será que os Piratas do Solstício sabem sobre o tesouro? Vou continuar levando no segredo por enquanto, pelo menos até que digam algo, só quero fazer minha armas lindas e perfeitas. Hahaha.”

Assim como havia checado o corpo da outra agente, revistaria também o corpo dos dois que estavam na biblioteca, conferindo seus bolsos e suas vestes, procurando por qualquer bilhete ou objeto que parecesse ter algum valor, como um anel, dinheiro, relógio ou qualquer coisa do tipo, afinal, estava atrás de dinheiro e qualquer coisa que pudesse vender para conseguir algum seria muito bem vinda, ainda mais se fosse bastante valiosa.

“Aquela agente não tinha quase nada de valor, apenas 50.000 berries, mas quem sabe se esses dois não tem algo... Até a informação sobre onde está seu chefe poderia ser bastante útil agora, mas esse governo ferra bastante, como a menina tinha meros 50.000 berries para viver? Deveria ter pelo menos uns B$ 20.000.000, governo realmente não dá certo...”

Guardaria em minhas bolsas qualquer coisa de valor que encontrasse, sendo que no movimento, utilizaria de minha furtividade para que não fosse percebida ou questionada pelos outros piratas. Se encontrasse algo escrito, pegaria e analisaria muito bem, além de ler em voz alta, fora que logo após minha revista, encontrando algo de útil ou não, pegaria também a anotação sobre o endereço do Mordomo que tinha pego com a outra agente e o analisaria, também lendo em voz alta, com isso, perguntaria para os piratas sobre o que tivesse lido, a dúvida em meu questionamento seria clara, levando em conta que eu realmente não fazia ideia de onde ficava o lugar procurado, já que não conhecia a ilha muito bem ainda.

- Algum de vocês sabe onde fica esses lugares? Se não souberem... Estamos em uma biblioteca, deve ser fácil de encontrar um mapa da ilha por aqui, na verdade, acho que seria uma boa se encontrássemos algum, vamos tentar achar um o mais rápido possível. –

“Com um mapa, eu poderia me localizar bem melhor na ilha, fora que caso o tesouro esteja em um lugar afastado, seria bem mais fácil de o localizar se fosse apontado em um mapa, por mais que eu não saiba ler um com extrema precisão.”

Daria uma rápida olhada no lugar, analisando se as prateleiras seriam intuitivas, começando pelo balcão onde o Mordomo ficava, até as sessões da biblioteca, caso houvessem, olhando para o chão, levando em conta que haviam várias coisas jogadas, até que encontrasse alguns mapas e possivelmente o mapa da ilha, ou se passassem cinco minutos, dos quais cronometraria em meu relógio, já que não pretendia ficar muito tempo por ali. Caso eu ou alguém encontrasse algum, o pegaria e procuraria pelo endereço do Mordomo e o endereço que os agentes com os quais lutamos apontaram, seja por palavras ou bilhetes, isso se tivessem apontado para algum rumo, se não, me manteria com as informações obtidas com a agente ruiva.

Analisando ou não o local com um mapa, seguiria para o endereço, focando inicialmente em ir até o lugar indicado pelos agentes se tivessem indicado algum, mas se não tivessem, iria até a casa do Bibliotecário, ou seja, o lugar indicado pelo bilhete que estava com a agente ruiva. Talvez nenhum dos piratas que me acompanhassem soubesse onde era o lugar e não tivéssemos encontrado nenhum mapa na biblioteca ou não conseguíssemos nos guiar por ele, se fosse essa a situação, perguntaria para qualquer pessoa que encontrasse na rua, ao me aproximar com um sorriso e mostrar o papel com o endereço anotado, falando algumas palavras gentis, como se não estivesse indo atrás de um agente ou de salvar um Bibliotecário.

- Oi, tudo bem? Saberia nos informar onde posso encontrar esse endereço? –

- Obrigada. –


Agradeceria a pessoa com ela sabendo ou não, mas se fosse o segundo caso, onde a pessoa não soubesse me informar, partiria para outra, perguntando para todas que encontrasse, isso até que conseguisse alguma que pudesse me dizer como eu poderia chegar no lugar indicado, seja algum lugar indicado pelos agentes, seja a casa do Mordomo, da qual já sabia o endereço pelo bilhete pego com a agente morta.


- Esperem aqui... Se eu atacar ou me verem, vocês entram, confio em vocês! –


“Sozinha tenho mais chance de não ser percebida e entender o que está acontecendo.”

Assim que conseguisse chegar no lugar, esperando que o Doutrinadeiro estivesse lá, diria em voz baixa algumas palavras, fazendo um sinal com a palma dá mão para que os outros piratas esperassem, da mesma forma que queria fazer na biblioteca, até que percebemos que ela estava vazia e completamente revirada, com isso, olharia pelas janelas para entender a situação e entraria silenciosamente no lugar, por alguma janela ou porta, o importante seria que não fosse vista, de modo que utilizaria de mortais e acrobacias para realizar meu objetivo de analisar a situação e ter a vantagem de chegar de surpresa no lugar.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptySeg 10 Dez 2018, 22:55




Fanalis B. Ria

Os agentes promissores derrotados! CCXP

Apenas por puro show off sua arma foi guardada em grande estilo, a girando no ar e a conduzindo como se estivesse fazendo um malabarismo com algum objeto leve, como um cabo de vassoura, você acabara de sair vitoriosa de uma batalha, porque não se exibir um pouco? Seu vivido sorriso reaparecia juntamente com seu semblante confiante, para quem achava que a luta não estava tão fácil, foi uma surpresa ver um desenrolar rápido do jeito que ocorreu, mas claro a vitória estava em suas mãos desde o início, utilizando de seu braço para limpar as pequenas gotículas rubras que saíam de sua boca, pode-se ver que a luta até agora fora a mais complicada, já que contra o Doutrinador pode-se consideram um luta incompleta, mesmo o placar estando 1 à 0 para ele.

Conferindo a distância que o teto estava do chão poderia até ser considerado sorte você não estar em cadeira de rodas ou em estado vegetativo, num chute baixo, a distância estaria a, no mínimo, 15 metros de altura, levando em conta que as estantes mais baixas deviam ter até 3 metros de altura, mas a causa de sua falha não era o assunto em pauta, e sim o que fazer no exato momento. Para sua piada não houve resposta, talvez o cansaço estivesse os consumindo, talvez eles só não quisessem responder mesmo, mas o importante era sua palavra, não a deles.
-Sim senhora. - Respondeu o capitão pirata.

Perto dali haviam algumas cadeiras caídas, as quais foram pegas pela médica e pelo atirador, selecionando as melhores duas cadeiras, quase intactas, foram colocadas próximas a vocês, o navegador, com a ajuda do espadachim, aproveitou de seu chicote emprestado para amarrar os dois agentes, que foram posicionados de costas um para o outro, nenhum deles mostrava resistência ou não sequer falava algo, apenas mantiveram-se ofegantes durante todo o processo.
-O Finn é ótimo em interrogatórios, pena que ninguém responde ele. - Comentou a médica.

-Ele também não pergunta. - Completou o capitão com uma risada, levando um tapa de sua companheira logo em seguida. - Ai!

Tomando a dianteira da situação o navegador se pôs a frente, sua feição já era de poucos amigos, agora com ela fechada, a situação havia piorado, segurando o rosto do loiro com os dedos, ele jogou a face do mesmo para o lado, como se tivesse desferido um tapa contra o agente, em seguida ele fez o mesmo com o de cabelos negros, só que com esse ele não jogou o rosto, apenas continuou pressionando as bochechas, sacando uma faca de combate juntamente com suas palavras.
-Temos soluções fáceis, outras difíceis, umas fazem-nos perder honra, e outras, dedos e algumas partes do corpo importantes… - Segurando a faca de cabeça para baixo o homem a fincou no braço da cadeira, fazendo o moreno recuar um pouco com o susto. - Qual vai ser?

Ainda sim nenhum dos homens decidiu falar, mesmo que a serenidade em seus rostos já tenha sido abandonada, eles mantiam-se calados, devia ser fruto de treino militar, mas eles quebrariam. Como você própria havia dito, o grupo não podia perder mais tempo, com isso em mente o navegador agora esmurrava o loiro, enchendo uma boa mão para dar-lhe um soco no abdômen, seguido de uma joelhada no rosto, agarrando o agente pelos cabelos o homem puxou outra faca e começou a aproximar do rosto do jovem, que tentava se afastar.
-Eles estão na casa dele! - Respondeu o moreno ofegante.

-Capturamos o bibliotecário quando ele estava saindo das docas. - Disse o loiro.

-Nos foram dadas ordens para o mandar para lá e depois destruir esse local.

-Com um pouco de resistência ele foi.

-Conseguimos o vencer em uma luta.

Ambos ofegantes agora já sabendo que haviam entregue o jogo, apenas limparam as gargantas.

-Estão na casa dele. - Continuou o moreno.

-No porão da casa dele. - Completou o loiro.

O navegador encarou o resto do grupo, sua visão manteve-se atenta para ver se distinguia padrões de mentira, porém nenhum deles mostrou, ou demonstrou, algo do gênero, o que ambos os agentes haviam revelado era verdade. Andando calmamente até o local do interrogatório, com passadas lentas e provocativas, as quais fizeram Jeremy se distrair da situação, fora feita sua pergunta, o navegador ainda estava em posição de carrasco, o que facilitou ainda mais a obtenção da sua resposta.
-Não nos foi dito nada.

-Apenas Albion e o líder da Agliege sabem.

As cabeças baixas de ambos revelavam seu descontentamento com si próprios, mais uma vez sua leitura corporal, apesar de não ser tão boa, pode lhe ajudar a identificar que ambos não estavam mentindo, até podiam, mas eles tinham que ser muito bons nisso. Ao sacar a pistola ambos puderam a ver com espanto, eles sabiam a quem ela pertencia, mas não houve tempo para eles falarem mais nada, no segundo seguinte eles já estavam desmaiados, e vocês já estavam encaminhados, visto que a localização do grupo inimigo havia sido revelada, não havia mais tempo a se perder.

Para seu alívio no blazer dos agentes havia um papel com um mapa desenhado, e este indicava onde encontrar a casa do bibliotecário, que conveniente não? Seria uma pena se esse mesmo mapa não estivesse no papel encontrado nos bolsos da agente anterior, pois os papéis nos bolsos dos agentes estavam todos picotados, graças a sua foice e ao machado do capitão dos piratas Solstício, enfim, nada mudou, vocês puderam fazer o caminho até o objetivo final, descendo e subindo escadas, entrando e saindo de vielas e becos, a corrida até o local não foi tão demorada, cerca de 2 minutos, graças ao mapa vocês pegaram uma rota bem segura, escapando de batedores de carteira ou conflitos criminosos, a casa por fora parecia vazia, totalmente, parando para analisar o local, ele estava como antes, calmo e tranquilo, nenhum barulho parecia ter efeito ali.
-Estaremos a esperando. - Disse Jeremy como resposta.

Outra vez em um local rústico, a pequena varanda tinha o chão de madeira de acácia, dando um brilho mais claro ao local, enquanto que a madeira de dentro era mais escura, e provavelmente de carvalho, o qual era muito comum ali pelas redondezas, seus pisos faziam a madeira estalar, algo comum, era madeira, a casa era bem grande, mais parecia uma mansão, por sorte mais para frente o piso era de cerâmica, e isso ocultava seus passos, cuidadosamente você caminhava pelo local, tentando ouvir algum ruído ou achar o porão, o qual outrora fora mencionado pela dupla de agentes, antes que pudesse passar pelo que devia ser a sala principal, um puxão veio em sua manga, em reflexo a isso sua mão foi rapidamente buscar sua foice, sendo impedida por uma mão e uma voz baixa reconhecível.
-Foi mal, queríamos vir juntos.

Cobrindo sua retaguarda estavam todos os piratas Solstício, menos claro, os mais sensatos, com você estavam, o atirador Finn, calado como sempre (ele parece obediente, mas obviamente tem pontos extras na questão descrição, quanto a ele sem problemas), a médica May, e o capitão Jeremy, dono da voz e mão que lhe segurava, sua reação podia ser a qual fosse, mas eles estavam ali agora, andando, agora com três guarda-costas vocês continuaram caminho, até que acharam o porão, lá dentro não havia som, uma ótima acústica para interrogatórios diga-se de passagem, antes de poder abrir um barulho lhes chamou a atenção, um assassino saltava do teto, e com suas adagas tentava-lhe acertar, mas Jeremy botou um de seus machados na frente, impedindo que o ataque do gatuno continuasse, com um rolamento você pôde esquivar e sair da linha de ataque, o capitão usando de sua força jogou o gatuno para o lado contrário ao seu, ao fazer isso o mesmo rolou, impedindo seu impacto contra o chão.
-Piratas são mesmo surpreendentes, nosso grupo parece ter os subestimado.

Ao revelar sua voz Jeremy saltou contra o homem, tentando o atacar, errando e sendo apunhalado nas costas, liberando um urro de dor, e provavelmente entregando sua presença, o assassino terminaria o serviço se a médica não atirasse contra o homem, fazendo-o recuar.
-Acha que os piratas Solstício podem ser úteis acabando com esse homem? - Perguntou a médica.

A coisa mais sensata a fazer era ordenar sua separação ali, eles apenas aguardavam ordens, e o assassino aparentava ser tão forte quanto o Doutrinador, então lidar contra ele seria perder ainda mais tempo.
Caso fosse ajudar na batalha contra o assassino, você o encontraria na sala de estar, lutando contra o espadachim, que apesar de estar tentando o acertar, ele, com suas acrobacias, conseguia se esquivar de forma limpa.
Caso fosse ao encontro do mordomo, ao abrir a porta que daria ao porão, você se depararia com uma escada, de talvez dez degraus, que levava você a um longo corredor escuro, seguindo por ele, várias luzes já se encontrariam acesas, porém ele estaria vazio, no fim dele era possível se ver uma luz, e chegando nela você se depararia com uma sala vazia e quase totalmente branca, salvo pelo piso, que se assemelhava ao azul claro do céu, as paredes eram arredondadas, como se você estivesse dentro de um grande cilindro, o porque isso está sendo descrito? Porque seu oponente estava impedindo seu avanço pelo resto do túnel, atrás dele estava Lupin, algemado e sendo pisoteado por um homem de robes finos, não era possível ver quem era, e ele logo tratou de continuar caminho, levando o mordomo como prisioneiro.
-Vamos verme! Hora de ir! - Esbravejou o homem, chutando o jovem bibliotecário e o levantando, para poderem andar.

-Nunca fiquei tão feliz em rever uma pirata.
- Disse Albion, chamado sua atenção.

Como sempre, ele estava fumando, só que dessa vez ele estava com um bom charuto em sua boca, um que devia custar o preço de todos os cigarros fumados por ele em um mês, o agente aparentava apreciar o momento, sua arma bloqueava o caminho, caso ainda estivesse com os olhos em Lupin, ou se quer desviasse o olhar, o Doutrinador diria.

-Um bom garoto, não contou tudo, mas vai contar, em Enies Lobby ele irá, você deve saber que não vai passar a menos que me derrote.


O homem daria um bom trago em seu charuto, até mesmo tossindo.
-Não pensei que fosse passar pelos irmãos Futago, eles eram os mais promissores, apesar de terem tido trabalho na luta contra o bibliotecário.


Aparentemente o charuto estava muito bom, pois mais uma pausa fora feita.

-Deve ter visto o Pekka ali fora, um ótimo assassino, deveria estar no comando, mas ele só sabe executar, ordens, e pessoas.


Uma última tragada fez o homem dar um curto sorriso.
-Faz tempo que não fumo algo tão bom, se quiser, pode enrolar me perguntando alguma coisa, não me importo.


O homem podia estar dizendo aquilo, porém estava pronto para lutar, se fosse necessário, a barra de ferro estava ao lado dele, seu braço direito estava a segurando, e o esquerdo agora se encontrava enfaixado, isso poderia lhe remeter a sua luta mais cedo contra ele, seu ferimento ainda estava lá.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Os agentes:
 

Piratas Solstício:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyTer 11 Dez 2018, 13:27

Com Certeza X9! Esse Pessoal Está De Brincadeira!
Enquanto escutava os agentes falando tudo logo após terem levado um ou dois golpes, meus olhos se arregalariam, minha boca se abriria e uma gota de suor escorreria por trás de minha cabeça. Eu definitivamente estaria surpresa com a facilidade com que estávamos conseguindo tirar informações daqueles dois e o jeito que abriam o jogo sem sequer pestanejar, falando frase após frase.

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“QUÊ??? QUE FÁCIL! ESSES CARAS NÃO SÃO AGENTES NEM EM UM MILHÃO DE ANOS! Como assim eles estão falando tudo só por causa de um soco ou um chute? Não parecem estar mentindo, mas mesmo assim... Talvez eles tenham muita confiança em seu líder ou algo do tipo, melhor nem pensar nisso, pelo menos conseguimos o que queríamos...”

O importante é que tínhamos o que precisávamos e conseguimos chegar onde queríamos, o problema foi que apesar de ter dito para que os outros piratas aguardassem do lado de fora, alguns me acompanharam, mas nada que fosse um problema, percebendo sua presença, minha reação seria apenas um olhar seguido por um sorriso e um levantar de ombros, como se não me importasse que tivessem me acompanhado, ao menos até que um assassino viesse do nada tentando me atacar, o que me levou a dar uma cambalhota e me esquivar, coisa que provavelmente faria com facilidade, mesmo que o capitão dos piratas do solstício não tivesse parado o ataque, parecia que tudo correria bem, até que o capitão fosse apunhalado, dando um grito e revelando nossa presença para todos, o que me levaria a dar um leve tapa em minha testa em sinal de descontentamento e dizer algumas palavras, mostrando minha determinação e convicção de que tudo daria certo, enquanto olharia para os outros que me acompanhavam.

“Agora já era, a ideia de entrar sorrateiramente não tem mais nem pé, nem cabeça...”

- Chamem os outros que estão lá fora e cuidem dele, eu vou na frente, precisamos salvar logo o Bibliotecário, pode ser que ele esteja correndo perigo... Logo eu devo voltar para ajudar vocês, acho que devem dar conta desse... Agente? Homem... Sozinhos, conto com vocês! –

Seguindo pelo caminho que levava até o porão, me deparava com o Doutrinadeiro, o Mordomo e mais um homem desconhecido, todos que eu havia tanto procurado estavam naquele lugar e aquela me parecia uma oportunidade perfeita para acabar com tudo. Me manteria em silencio, apenas escutando o que aquele que se dizia um agente tinha a dizer, com o fim de suas palavras, sacaria minha foice, dando um leve sorriso sádico, estava contente por ter chegado no ápice do que tanto tinha aguardado e falaria levemente irritada, dadas as condições que estava o homem que antes tinha cuidado de mim, sem sequer me lembrar do tesouro que tanto desejava obter.

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- Já acabou? Porque eu não estou aqui para brincadeira... Você pode ter fugido da última vez, mas não é como se eu fosse deixar que isso ocorresse novamente, seu braço esquerdo é a prova disso. –

“Pobre Mordomo, pelo menos ele ainda está vivo e desde que continue assim, tudo deve ficar bem. Ennies Lobby, ein? Já ouvi falar desse lugar, a ilha tribunal do governo, onde qualquer um que seja julgado é imediatamente dado como culpado e enviado para prisão, se o Mordomo for para lá, sua vida vai estar arruinada.”

Eu não estava em minhas melhores condições, pela manhã já havia entrado em uma luta com a mulher que tinha comido a Akuma no Mi da Coruja Espiritual, depois com esse cara, daí veio a ruiva e aí aquela lua... Os ferimentos ganhos em cada uma dessas batalhas podiam latejar e me lembrar de cada uma delas, mas eu não tinha tempo para ficar pensando nisso ou me crucificando, se tinha algo que eu precisaria fazer naquele momento, seria salvar o Mordomo, acabar com o Doutrinadeiro e descobrir a localização do tesouro do J.J., com isso, começaria a andar vagarosamente pelo corredor, indo na direção do homem, nesse momento, deixaria que a ponta da lâmina de minha foice se arrastasse pelo chão, talvez levantando algumas faíscas, com isso, o olharia diretamente nos olhos, sem teme-lo nem por um segundo, então diria algumas palavras, mostrando que eu não estaria lá para brincadeiras, apesar de ter feito uma de minhas piadas ao final, soltando uma gargalhada junto.

- Não tem como você me vencer, mas mesmo assim, continua aqui, mesmo depois de ter lutado comigo, sua coragem é impressionante, tenho que admitir, a única coisa que ainda não faz sentido para mim é vocês serem agentes... Me parece mais com algum tipo de organização mal organizada e olha que eu já acho o governo mal organizado... Afinal, quem são vocês e o que querem descobrir exatamente? Acho que não teria problemas em falar isso para uma moribunda, não é mesmo? Você vai me matar, não vai? ATÉ PARECE! RIAHAHAH. –

“É claro que eu não vou morrer aqui, mas fingir algo que não vai acontecer, por mais que vá contra tudo que acredito é o básico da atuação, do jeito que os outros entregaram todo o jogo que sabiam ou a menos pareceram entregar, não me surpreenderia se o líder também falasse, são os... Vilões? Não, eu sou a vilã aqui, teoricamente, pelo menos... Sou a malvadona atrás do tesouro, isso... Tomara que o Bibliotecário me dê por espontânea vontade esse tesouro... Hahaha. Voltando, eles são as pessoas mais boquiabertas que já encontrei!”


Pararia meu andar a alguns metros do homem, dando a oportunidade para que ele dissesse o que eu queria saber, levando em conta que ele mesmo fez a proposta de conversar, é claro que eu não esperava que ele me dissesse nada. Com o agente me falando ou não, giraria o cabo de minha foice algumas vezes, até o parar na frente de meu corpo, de modo que sua lâmina ficasse com a ponta voltada para cima, localizada a minha direita, com isso, correria na direção do homem, sendo que já conhecia seu estilo de combate, então tentaria burlar isso através de fintas, ao me aproximar, posicionaria minha foice atrás de meu corpo, de modo que pudesse pegar a maior força possível no movimento, com isso tentaria um corte horizontal, visando acertar qualquer parte da lateral esquerda do homem, mas principalmente na altura do abdômen, se percebesse que ele colocaria a barra de ferro para se defender, antes que a foice a alcançasse, pararia meu ataque já girando meu corpo na direção contrária ao movimento e a foice ao mesmo tempo, tanto junto ao meu corpo, quanto em torno de seu cabo, de modo que ficasse na posição perfeita para que atingisse o mesmo lugar que tentaria antes, mas dessa vez, do lado oposto de seu corpo, sendo que se ele conseguisse se esquivar ou se defender, diria empolgada.

- Nada mal, seus movimentos sempre me impressionam, mas... –

Dizendo ou não o que queria, avançaria contra ele mais uma vez, mas dessa vez sacando a espada que carregava em minhas costas, tentando tirá-la de um jeito que o mesmo não percebesse ao usar de minha facilidade extrema em fazer coisas de modo que as pessoas não vejam, a escondendo rente ao cabo da foice que era mais grosso que a própria lâmina da espada. Então, quando me aproximasse, isso se já não estivesse próxima, abaixaria a lâmina da foice, juntamente com a espada, com a lâmina da foice voltada pra o homem, então daria um corte vertical visando atingir de sua cintura até seu peito, com ele se esquivando, se defendendo ou mesmo recebido o corte, eu rapidamente moveria meu braço esquerdo, segurando a espada com ele, enquanto manteria a foice segura pelo braço direito, então daria uma estocada visando atingir o centro de seu peito ou o lugar que estivesse mais fácil para o atingir.

O atingindo ou não com a espada, a arremessaria girando para cima, de modo que caísse se encaixando perfeitamente em minha mochila, enquanto continuaria com a luta sem ceder. Assim que arremessasse a espada, utilizaria o cabo de minha foice para tentar uma estocada em seu abdômen com bastante força, logo depois, o acertando ou não, giraria o cabo com violência para cima, de modo que atingisse seu queixo por baixo e então, mais uma vez o giraria, mas na direção oposta, visando acertar a cabeça do homem, logo acima de sua testa.

Quando fizesse esse movimento, o aproveitaria para que com o giro da foice, sua lâmina acompanhasse o movimento por cima de meu corpo, tentando uma rápida estocada vertical no topo da cabeça do homem ao girar minha foice e forçando o ataque de modo que atingisse o chão caso fosse concluído, tanto cortando o homem quanto com ele se esquivando, com esse ataque, daria alguns passos para trás rapidamente, me distanciando um pouco, então daria um mortal levando a foice junto comigo, indo um pouco para frente, nesse processo, falaria algumas palavras, logo antes de gritar o nome da técnica que utilizaria em meu oponente ao descer a foice com o giro, visando atingir o mesmo lugar que tentara antes, mas de uma forma totalmente diferente e mais destrutiva.

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“Isso deve funcionar...”

- Chega de enrolar, toma essa! -

- CEIFAMENTO MORTAL! –

Talvez meu adversário tentasse utilizar de ataques verticais durante a luta, se esse fosse o caso, me esquivaria ao dar pequenos pulos para os lados, sempre indo na direção que tivesse uma facilidade maior para realizar a esquiva, isso se o golpe viesse de cima para baixo. Caso viesse do lado contrário, daria um mortal para trás, acompanhando a velocidade do golpe ou sendo mais rápida que ele, de modo que me esquivasse do mesmo, é claro que se percebesse que não teria tempo para isso ou que algo impediria meu movimento, pularia para o lado, assim como no primeiro caso.

Se o homem tentasse algum golpe vindo pela horizontal ou diagonal, dependendo da altura, rolaria dando uma cambalhota, já me levantando em suas costas ou pularia por cima do ataque dando um mortal, de modo que evitasse de ser atingida por o que quer que a pessoa estivesse usando para me atacar, como sua barra de aço ou alguma parte de seu corpo, levando em conta que antes, na biblioteca, ele já havia me chutado.

Caso ele tentasse me atingir com alguma estocada, soco ou chute vindo diretamente em minha direção, mexeria meu corpo para algum dos lados, seja o pescoço, a cintura ou as pernas, tentaria me esquivar ao retirar da direção de seu ataque a parte do corpo que ele almejasse com tanta velocidade quanto o ataque que fosse utilizado contra mim no momento em que o agente tentasse me atingir.

Pelo que percebi em nossa primeira luta, ele tinha o costume de bater partes de seu corpo em sua barra, desviando o trajeto de seus ataques para me atingir, então durante todo o combate, manteria meus olhos em sua barra e nos membros de seu corpo, analisando seus movimentos, que mais pareciam algum tipo de dança onde ele utilizava de golpes em sua própria arma visando me acertar.

Os agentes tinham costume de desviar minha arma ao atingi-la ou prende-la de alguma forma, como o próprio Doutrinadeiro havia feito antes, então eu tentaria evitar que isso ocorresse, de modo que sempre que algum movimento fosse ser feito para que minha arma fosse atingida, eu imediatamente voltaria com meu movimento, o realizando logo em seguida, de modo que ele não fosse impedido por algum bloqueio onde minha arma fosse golpeada, além do que, se ele simplesmente tentasse atingir ou prender minha foice ou minha espada de alguma forma, mesmo que não fosse durante algum de meus ataques, rapidamente a removeria do caminho ao trazê-la para mais perto ou mais distante de meu corpo, fazendo com que ela não fosse atingida.

Outro ponto onde me manteria esperta durante a luta, seria para o caso de ser arremessada, nesse caso utilizaria de minha foice para que sua lâmina se fincasse no chão, de modo que amortecesse meu lançamento ao arrastá-la um pouco. Se o chão fosse muito duro, simplesmente bateria com a parte de trás da lâmina da foice, de modo que meu corpo pudesse se movimentar no ar graças ao apoio, onde faria com que eu me posicionasse de modo que minhas pernas fossem de encontro ao objeto ou a superfície onde fosse arremessada e eu pudesse as dobrar e me propulsionar de volta na direção do Doutrinadeiro.

Ceifamento Mortal:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyTer 11 Dez 2018, 17:55




Fanalis B. Ria

A revanche tão esperada! Aguente firme bibliotecário!

Com um sorriso a médica foi até seu capitão, pronta para tratar seus ferimentos, o atirador logo tomou posição e disparou na direção do assassino, foi possível ouvir ele errando o tiro, pois o mesmo atingia algo de madeira, o estalo misturado com o rasgo era um barulho inconfundível, somente madeira teria tal som ao ser atingida, isso não abalou o mascarado, que logo andou para o corredor, tomando cobertura em uma parede. O jovem que estava no chão resistiu a receber tratamento no primeiro momento, mas vendo que não poderia lutar corretamente, cedeu a vontade de sua companheira.

Enquanto você corria pelo extenso corredor seus aliados travavam uma boa luta, o assassino movia-se mais que rapidamente, era como se ele conseguisse se misturar ao ambiente, mesmo assim os piratas não desistiriam de atacar, e muito menos deixariam ele ir ao seu encontro, aquela luta era deles.

-Fugir… Até onde me lembro, não era eu que estava no chão. - Dizia o Doutrinador nem mesmo se importando com sua aproximação.

Seu corpo formigava por inteiro, e um frio na barriga lhe subia, as lutas que a fizeram crescer cobravam seu preço, as dores em cada ferimento latejavam, até mesmo dos que já haviam sido tratados, como um coral, e cada machucado lhe lembrava cada um dos oponentes, talvez nervosismo, talvez adrenalina, seu oponente não era nada comum e nada comparável aos outros, Albion era quem estava na liderança e portanto devia ser possivelmente o mais forte de todos, nem mesmo o que havia lhe propiciado mais dificuldade poderia ser usado como base de poder, se os agentes de antes tivessem a mesma quantidade de poder, provavelmente Albion valeria muito mais que os dois juntos, e não era preciso qualquer aparelho que medisse poder para ver isso, porém nada disso importava, ao ver a situação em que o homem, o qual outrora havia lhe ajudado, se encontrava no momento, fazia-lhe esquecer de tudo, até mesmo do tesouro tão querido por você, a foice tão querida agora maltratava o chão, e somente não saíam faíscas do local porque o chão era feito de uma espécie de pedra.

-Matar você? Pra quê? Minha alcunha não é: O executor. - Respondia Albion, com um tom de ironia na voz. - Eu não dou a mínima para o que você acha ou deixa de achar ruiva, no final, você vai acabar no chão, de novo.

Outra vez a fumaça do charuto preenchia o local, o agente a sua frente fazia questão de fumar até o último momento, até que todo o charuto fosse consumido pelo fogo e transformado em cinzas. Sem mais tempo, ou paciência para com o oponente você partiu para cima do Doutrinador, como havia sido previsto ele tentaria defender seu ataque com a barra de ferro, mas sua contra medida já havia sido tomada, ao terminar o giro o homem já não estava no lugar onde, supostamente, era para ele estar, um assobio lhe fez virar seu rosto, ele estava atrás de você, com a ajuda da barra de ferro, o agente pôde se posicionar em outro lugar, a usando como vara para pular sobre você, agora ele aparentava estar mais confiante, um sorriso no rosto e com o charuto em uma de suas mãos.

Outra vez, impulsionando seu corpo com as pernas, você avançou, correndo em alta velocidade para cima do inimigo, sua foice como um feixe de luz passou rente ao chão, indo na direção do corpo do homem, o ataque acabou sendo esquivado pelo mesmo, que necessitou de se abaixar, para evitar o corte, porém o plano não era o atingir com a foice, e sim com a espada, a qual de forma ágil foi movida na direção do inimigo, que abaixou ainda mais seu corpo e deu uma rasteira para o lado, esquivando da espada, que golpeou o chão. Ao arremessar a espada para cima, ela pegou o efeito que você queria, girando no ar perfeitamente, mas permanecendo no ar enquanto seu ataque continuou, usando o corpo da barra de ferro sua estocada foi desviada, e aproveitando da situação o homem usou de sua força para impulsionar você para trás, cancelado a continuação de seu golpe, seu ataque giratório continuaria mesmo assim, sendo realizado com o intuito de atingir o homem por cima, isso apenas não funcionou por causa da barra de ferro de seu oponente, que como sempre atrapalhava seus movimentos e ataques, e enquanto a luta aconteceu, a espada caiu dos céus, você não estava atenta a ela, mas seu oponente sim, e com um giro rápido da foice, ele a golpeou, lançando-a para o lado e a tirando da rota de perfuração da espada, que ao cair no chão, quicou e tombou de lado, ela sobreviveria, se não fosse o doutrinador, que a esmagou usando sua barra de ferro.
-Que pena… Achei que poderia lutar sem ter esse tipo de preocupação, piratas são piratas não é? - O giro da barra de ferro lançou o que restava da katana para os ares, assim como colocou o homem em sua pose de batalha. - Quer que eu lute sério? Tudo bem.

Lutar a sério? Que bobagem, você nem mesmo quis prestar atenção nas palavras ditas pelo oponente, sua foice e pernas moveram-se tão rápido que antes que percebesse você já estava saltando na direção do homem, e descendo a lâmina de sua arma na direção do agente, que realizando um mortal para trás, conseguiu esquivar de tal ataque, deixando sua foice se chocar contra o chão, o ataque havia sido falho, mas como? Mais uma vez usando a barra como impulsionador o homem conseguiu tirar vantagem de seu estilo de luta. Antes tivesse acabado aí.

Em um ataque rápido você apenas viu a ponta circular da barra, antes de uma estocada lhe atingiu na testa, fazendo sua cabeça levantar e seu corpo ir para trás, Albion girou seu corpo juntamente com a barra, em torno de seu eixo e de forma horizontal, fazendo a arma vir de cima para baixo, atingindo sua cabeça e fazendo a mesma se abaixar, quando ele caiu no chão, outra vez, girou a barra, fazendo a mesma lhe acertar nas pernas de forma horizontal, a derrubando de lado no chão, e aproveitando da situação em que se encontrava, a barra ainda foi ao encontro de seu abdômen, em um movimento parecido com o usado para varrer o chão, esse golpe a fez rolar por alguns metros, os danos os quais a arma lhe causara eram intensos, fazendo-a ficar sem reação, e sem fôlego por igual, seus ossos tiniam, como se os próprios houvessem recebido dano, seu corpo ficava frio, calafrios cobriam seu corpo por inteiro, você acabaria por tossir com força no chão, buscando alguma fonte de ar, suas costas estavam encostadas na parede fria daquele local, sim, sua bolsa não estava com você, as tiras que uma vez foram alças rasgaram, graças aos golpes de Albion, a mochila estava jogada no chão, perto do agente.
-Na biblioteca eu estava brincando, aqui a situação é diferente ruiva, espero que você ainda sorria no combate, seu ego mais que inflado não vai te ajudar a me vencer, e é esse de pirata que eu gosto mais.

Sua foice agora estava longe de, ao ser alvejada pelo doutrinador ele fez questão de lhe separar de sua querida arma, a qual se encontrava em posse dele, ele não a segurava, mas a mesma estava literalmente aos seus pés, ele assobiava enquanto terminava seu charuto e girava sua barra de ferro, ele sabia que levantaria, e assim que o fizesse, ele empurraria a arma para você com o pé.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Os agentes:
 

Piratas Solstício:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyTer 11 Dez 2018, 22:45

Acertando Um Nome! Albion, O Doutrinador!
Lá estava eu jogada no chão a mercê de meus ferimentos, com as costas encostadas naquela gélida parede, as dores corporais pareciam assolar cada milimetro de meu surrado, porém belo e maravilhoso corpo, algo com que já estava acostumada ou ao menos, perto disso, desde que sai de Conomi Island, essa sinfonia de dores era algo que ouvia constantemente, ainda deitada, olharia para a espada que fora quebrada pelo homem, o que me deixava levemente irritada, fazendo com que minhas sobrancelhas se franzissem quase que voluntariamente.


“Aquela espada não foi tão fácil assim de ser conseguida, era uma preciosa arma, não fui eu que forjei ela, mas mesmo assim... Como ele ousa destruir uma bela espada como aquela na minha frente?”

Com algum esforço, talvez com meu corpo tremendo e tossindo sangue, me levantaria aos poucos olhando diretamente para aquele homem, ele tinha dito que esperava que eu sorrisse durante o combate e realmente, eu sorriria, mas seria o sorriso de uma assassina pronta para executar seu alvo, aquela espada ter sido destruída daquele jeito tinha sido a gota d’água que faltava para que minha fúria aparecesse, por alguma razão, aquele homem tinha despertado algum sentimento em mim, não que eu tivesse tanto afeto pelo Mordomo ou aquela espada, mas algo no Doutrinador ( sim, coloquei a alcunha correta dele, pois já não tinha mais o sentimento que sentia por pessoas aleatórias para com ele), me incomodava, provavelmente seu estilo.

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No momento em que ele arremessasse minha foice, algo que já esperaria dado seu histórico e sua atitude confiante, a seguraria firmemente ainda no ar com meu braço rígido, sem tremer ou movê-lo com o impacto, mantendo meu olhar baixo, de modo que meu lindos fios ruivos tampassem levemente a visão dele para meus olhos, isso por pouco tempo, até que olharia para ele determinada, demostrando o quão concentrada estaria e o quão nervosa havia ficado, tudo que faria nesse momento, seria dizer como me sentia em relação a ele com um tom superior, apesar de minha voz fraca e o estado no qual meu corpo se encontrava.

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- Saiba que não consigo sentir ódio por um ser tão insignificante, a verdade é que o que eu sinto é pena... O que você disse? Eu vou acabar no chão de novo? Quem decidiu isso? Meu ego não vai me ajudar a vencer? Quem decidiu isso? Quem decide essas coisas... Sou eu! –

“Brincando? Até onde eu sei, eu também estava brincando, está na hora de lutar a sério, Albion.”

Ditas essas palavras, investiria na direção de Albion começaria a andar na direção de Albion, mas logo esses passos se transformariam em uma corrida onde eu pularia na direção do homem já rotacionando no ar ao manter minha foice perpendicular ao meu corpo, tomando a forma de um peão altamente cortante graças a à afiada lâmina de minha foice, que tentaria utilizar para cortar o peito do homem horizontalmente o mais profundamente que conseguisse.

Feito isso, sabendo que provavelmente ele se esquivaria ou se defenderia, utilizaria da lâmina de minha foice ao bater com ela no chão, de modo que rolasse por cima de Albion, como se estivesse praticando um esporte olímpico ao utilizar de uma vara para pular por cima de algum obstáculo alto, assim que o fizesse, quando tocasse no chão, giraria meu corpo de modo que colocasse a lâmina de minha foice na frente das pernas do homem, sendo que se conseguisse isso, puxaria a foice com força, o que provavelmente causaria um corte profundo em suas canelas, além de o derrubar de joelhos ou para frente com a potência do ataque as puxando.

Assim que o fizesse, giraria minha arma duas vezes no ar e então a desceria em um corte vertical, onde se o homem tivesse caído, almejaria uma estocada ao atingir o centro de seu peito, mas se estivesse de pé em uma situação onde não conseguisse o derrubar, tentaria cortar suas costas ou seu peito em um corte liso que descesse da altura de seus ombros, até a altura de sua cintura, tentando sempre causar o ferimento mais profundo possível com a intenção de acabar logo com a luta.

Depois, o acertando ou não, iria de encontro do mesmo ao acertá-lo com um golpe horizontal, o atingindo com a parte traseira da lâmina da foice, que serviria para dar um golpe contundente, como se um martelo bastante fino o acertasse com força, nesse movimento, almejaria acertar a lateral de seu corpo de modo que ele fosse lançado para o lado com velocidade, a não ser que conseguisse resistir ou se esquivar do ataque.

Antes, eu já havia demonstrado meus dotes acrobáticos ao arremessar objetos em um dos agentes como se estivesse jogando golf, dessa vez, executando meus ataques anteriores ou não, utilizaria de outra estratégia, embora fosse parecida com golf, seria como se estivesse jogando baseball, sendo que o cabo de minha arma seria o taco e a cabeça de Albion, a bola, deixando a lâmina voltada para o outro lado, que não a cabeça do homem, colocaria o cabo da arma sobre meu ombro e giraria meus braços, o que faria com que a foice pegasse uma tremenda velocidade e acertasse meu alvo, a lateral direita da cabeça Albion, bem em sua orelha.

Feito esse movimento, com ele causando ou não algum dano e tentando me aguentar com relação as dores que sentia, me distanciaria um pouco ao levantar minha foice bem acima de minha cabeça, com isso, a abaixaria com velocidade, de modo que a lateral de sua lâmina, bem em seu início, ainda na parte do cabo, atingisse a testa de Albion com força, funcionando como um grande martelo, levando em conta sua grande área de impacto, graças à largura da lâmina especialmente projetada por mim.

Com isso, o olharia diretamente nos olhos, ainda um pouco alterada, com um olhar vazio e opressor, então, diria mais algumas palavras sobre a luta que estaria se decorrendo, isso se ele ainda conseguisse me lutar e me ouvir, o que importaria seria que a luta estaria me deixando cada vez mais animada, a cada golpe que tentasse realizar, ataque que me esquivasse, corte que desse, entre todos os tipos de situações que poderiam ocorrer durante aquele intenso combate que ocorria, por mais que eu soubesse qual seria o resultado, mais cedo ou mais tarde.

- Nada mal, dá para ver que seu nível de poder é totalmente diferente em relação aos outros agentes, mas é impossível para que alguém como você me vença, seria necessário um nível de poder muito acima do seu atual, se é que existe alguém nesse mundo que possa chegar próximo de mim. –

“Não paro de me impressionar com essas pessoas, podem ser muito ruins em guardar segredos sobre suas missões e objetivos, mas também são bastante fortes, se não, não teriam durado tanto tempo assim em cada uma das lutas.”

- Hum... -

Logo após essa fala, daria um breve sorriso de canto com o lado direito da boca e mais uma vez avançaria atacando o homem, sendo que quando me aproximasse meu corpo, giraria em torno de mim mesma cinco vezes, fazendo com que minha arma também gire e cortes horizontais sejam dados visando atingir o homem com a ponta de minha foice na altura de meus ombros, o que provavelmente daria nos peitos ou abdômen dele.

Com isso, rolaria próxima de onde estariam os pedaços da espada que o homem havia quebrado, assim que passasse por elas, pegaria uma das partes e correria na direção do homem, mas assim que me aproximasse, arremessaria o pedaço da espada para cima, com o intuito de que ele pensasse que eu faria algo com aquilo, mas na verdade, o que eu faria seria utilizar aquilo como uma distração, sendo que não pararia minha investida nem por um momento, de modo que assim que chegasse bastante próxima, rolaria do lado do homem dando uma cambalhota, já me posicionando em suas costas, com isso, utilizaria minha técnica, visando causar um corte profundo em diagonal indo de cima para baixo, nas costas de Albion, anunciando o nome de minha mais antiga e efetiva técnica entre todas que havia desenvolvido até o momento.

- CEIFAMENTO FURTIVO! –


- Chega, vou acabar com isso agora! -

Diria tais palavras estando levemente ofegante graças ao grande esforço que havia submetido meu corpo na última técnica, isso se Albion ainda não tivesse caído e por fim, com o intuito de finalizar aquela luta de uma vez por todas, daria um salto para trás, dando um grito para que liberasse minha fúria juntamente de minha adrenalina no sangue, utilizaria todas as minhas forças restantes nesse último ataque onde pularia na direção de meu adversário, raspando a ponta da lâmina de minha foice no teto do lugar, se fosse alto o suficiente, indo por cima e desferindo um poderoso golpe na diagonal vindo por cima, com a intenção de ultrapassar suas defesas e conseguir o atingir diretamente com a ponta de minha foice em um ataque que iria de seu ombro até sua cintura.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH. ESSE É O SEU FIM, ALBION, O DOUTRINADOR, VÁ DOUTRINAR OS OUTROS NO INFERNO! AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH. –

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Talvez ele tentasse me atacar em algum dos momentos que estivesse no ar, se fosse esse o caso, utilizaria de minha longa foice para desviar meu trajeto ao batê-la no lugar de maior facilidade que possibilitasse uma esquiva, como o piso, o teto ou o próprio corpo do homem, que utilizaria de apoio para que a direção na qual estivesse percorrendo no ar fosse desviada, evitando assim que ele conseguisse me acertar no ar.

Se o homem tentasse me atingir com estocadas na cabeça, como já tinha feito antes, me esquivaria ao mexer meu pescoço juntamente ao meu corpo para trás ou para os lados, conseguindo sair da direção de seu golpe. Caso ele tentasse em algum momento alguma estocada visando atingir o resto de meu corpo ou minhas pernas, as retiraria do caminho, mexendo rapidamente minha cintura ou as coxas, o que provavelmente faria com que ele varasse o ar com seu ataque, sem que me atingisse.

Caso Albion tentasse me atingir com golpes verticais ou diagonais, pularia para direita ou esquerda, indo sempre para a direção mais propícia para que conseguisse sair do caminho de seu ataque, sendo que se viessem na diagonal de cima para baixo, me abaixaria levemente indo na própria direção de onde o ataque viesse e se fosse realizado um golpe de baixo para cima, o acompanharia ao me abaixar e pular para a mesma direção em que ele fosse realizado contra mim.

Possivelmente ele tentaria algum ataque na horizontal, o que me levaria a pular se a altura do golpe fosse de minha cintura para baixo, o que evitaria que ele me derrubasse novamente, como havia feito ao atingir minhas pernas da última vez. Se fosse realizado o ataque de minha cintura para cima, eu me abaixaria, tentando me esquivar do golpe rapidamente, já dando uma cambalhota na tentativa de alcançar suas costas ao me posicionar em pé com o final do movimento.

Se o Doutrinador tentasse me acertar minha arma, rapidamente a removeria da direção de seu movimento, seja a movimentando para a esquerda, para direita, dando uma pequena estocada com ela, a puxando para mais próximo de mim ou a movimentando para cima ou para baixo. Teria como objetivo que minha foice tocasse nele ou em sua arma apenas quando realmente quisesse que isso ocorresse, sempre tentando evitar que meu adversário consiga atingir minha arma para parar meus golpes ou tirá-la de minha posse.

Talvez ele me lançasse contra alguma parede ou conseguisse de alguma forma fazer com que eu seja jogada rolando para algum lado, como já havia feito, em ambos os casos, utilizaria de acrobacias para movimentar meu corpo assim que fosse perder o contato com ele de modo que com algumas piruetas pudesse rolar já me posicionando em pé ao utilizar apenas de meu corpo ou fincar minha foice no chão, além de preparar minhas pernas para caso fosse arremessada contra alguma parede, de modo que pudesse dar com meus pés na parede e já me propulsionar de volta para a luta. Fora que ficaria atenta para caso mais alguém aparecesse para o ajudar, utilizando das mesmas defesas contra qualquer outra pessoa.

Ceifamento Furtivo:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyQua 12 Dez 2018, 14:38




Fanalis B. Ria

O conto da chapeuzinho e do lobo mal!

Dor, era tudo o que era sentido, e aparentemente era a única coisa sentida por seu corpo, cada parte dele, cada músculo e tendão, ligações e tecido, era comum ter espasmos musculares graças aos golpes recebidos, isso não pararia tão cedo, mas não resolveria de nada continuar deitada ali, o descanso até poderia ajudar seu corpo a relaxar e melhorar, o problema é que o seu causador de dores não era um agente patogênico, e sim um do governo, o que era pior, já que seu catalisador de dor era muito mais eficiente que o de uma infecção. Forçando seu corpo ao máximo você lançou um grande sorriso psicótico, mas o agente nem mesmo estava olhando para você, ele estava de costas, tentando acender o restante do seu precioso charuto, mostrando seu interesse quase nulo para com você ou a luta, que para ele, já estava praticamente ganha, e esse seu feitio, essa sua forma de agir, pensar e de falar, tudo naquele homem lhe causava uma coceira quase que alérgica.

Sua visão focou-se naquele alvo, o Doutrinador, apesar de sua repulsa ser grande em relação ao homem ele ainda era seu inimigo, então quanto mais rápido ele fosse eliminado, mais rápido sua náusea cessaria, sua ira estava agora concentrada em um único ponto, em uma única pessoa, a qual lhe ignorava, até virar o corpo em sua direção, seu charuto estava aceso, e o sorriso no rosto.
-Se eu fosse um qualquer, poderia até prestar atenção em suas palavras. Venha e me mostre.

Rapidamente sua corrida a fez reaparecer acima do homem, em um rastro carmesim seus cabelos moveram-se do chão até o ar, como uma hélice seu ataque desceu na direção de Albion, que saltando para o lado escapou mais uma vez de seu ataque, ao cair no chão seu corpo rolou e seu braço esticou, levando a foice ao encontro de seu alvo, mais uma vez uma defesa, porém a feição do homem parecia mudar, a luta começava a interessá-lo. Tentar puxar sua arma foi o erro do agente, que lhe deu impulso o suficiente para saltar por cima do mesmo, usando da mesma técnica de esquiva daquele que a atacava, seu corpo passou pelo obstáculo e logo em seguida, ao cair no chão, sua foice era posicionada na altura das canelas de seu oponente, o puxão foi bloqueado pelo bastão inimigo, um giro do mesmo liberou seu corpo e ainda acertou seu maxilar, fazendo-a recuar dois passos, tentando aproveitar do ocorrido Albion avançou para lhe acertar um baque na lateral de seu corpo, mas um mortal realizado por você garantiu-lhe imunidade, passando rente a arma, mas escapando.

A luta frenética não acabou e o giro de sua foice foi acompanhado de uma pequena rajada de sangue, liberada pelo ombro do homem, você conseguiu o atingir, ele não era tão intocável assim, girando novamente seu corpo a traseira de sua foice acertava o homem, que mesmo defendendo com seu braço esquerdo, foi arrastado um pouco, sem deixar brechas sua foice estava novamente preparada para atacar, segurando mais no meio do cabo, para dar mais força, o golpe fora feito, mas mais uma vez fora impedido por aquela maldita barra de ferro, que conseguiu aguentar o impacto, era possível ver que ela era lisa nas pontas e em seu corpo possuía alguns poros, para dar firmeza, ela não dobrava, nem mesmo estava arranhada, ou era uma nova arma, ou Albion cuidava muito bem daquele objeto. Ambos tiveram a mesma idéia e reação, se afastar, girando as armas ao mesmo tempo e saltando para trás.
-Alguma hora vai se engasgar com suas palavras, jovem pirata. - Respondeu Albion pisando no restante de seu charuto, o qual ele acabava de jogar no chão, finalmente havia terminado.

A luta ainda podia virar o seu favor, e você sabia disso, como um peão você começou a girar enquanto avançava para cima do Doutrinador, o primeiro giro causou nele um corte no peito, o segundo, no braço, o terceiro na perna esquerda, o quarto no abdômen e o quinto na bochecha, ele estava com uma feição surpresa, você não havia conseguir o ferir antes, mas nessa luta, nesse momento, você o havia atingido tantas vezes que nem mesmo parecia que era a mesma pessoa lutando, ao terminar o golpe para respirar fez o agente aproveitar a situação e lhe empurrar para trás, o chute, golpe usado para lhe empurrar, teria lhe causado mais danos se não fosse sua esquiva na hora exata, evitando quase todo impacto, isso a fez cair próxima ao “restos mortais” de sua espada, desonrando um bom enterro e um descanso eterno, você arremessou uma das partes para cima, causando uma distração momentânea, e fazendo com que os olhos do agente se distanciassem da batalha, um rolamento a fez parar logo nas costas de Albion, que prontamente revidou, mas sua esquiva era superior, e por pouco ele não acertava seu rosto, mais um corte e ele esquivava, e então suas armas mais uma vez se encontravam, sendo repelidas, e isso lhe dava a abertura necessária, assim como para Albion.
- Kyukei!

Spoiler:
 

Ambas as técnicas se chocaram e nenhuma palavra foi ouvida, nada, o silêncio preencheu o local, e um clarão se seguiu, assim que a visão ficou limpa, você estava no chão, sua arma ao seu lado e uma chave prateada perto dela, e Albion em pé, fumando um charuto, aparentemente ele tinha mais, o que lhe chamou atenção foi o grande corte diagonal que cortava a pele do agente, a arma do mesmo se encontrava no chão, suja de sangue, a roupa do homem não se encontrava em melhor estado, com um grande rasgo, e manchada pelo o líquido absorvido, ele estar de pé, era um milagre, ou seu corpo realmente era resistente, ou sua vontade era de aço, nenhuma movimentação vinha do corpo inimigo, nenhuma a não ser a fumaça, a qual saía de seu charuto.

Caso optasse por ir até o corpo, verias o homem de olhos fechados, mas sem respiração, ele havia morrido de pé. Era possível seguir em frente, ou ir para trás, voltar e ver a tripulação do Solstício. Caso voltar fosse sua opção, ao abrir a porta do porão você encontraria todos no chão ou encostados na parede, rindo, aparentemente comemorando sua vitória, a única que não estaria rindo seria a médica que estaria tratando de todos.

Se seguisse em frente pelo resto do corredor, você caminharia por no máximo dois minutos, ao sair do corredor, você se encontraria numa planície, um campo aberto em formato de bola, cercado por árvores densas, isso aparentava já ser bem longe da cidade, naquele grande círculo verde estaria Lupin, sendo levado pelo homem de antes.
Spoiler:
 
Ele não estava muito bem levando Lupin, estava mais arrastando o bibliotecário, este que estava preso por algemas nas pernas e mãos, ligadas por correntes, o homem lançava palavras de ódio ao mordomo, e nenhum dos dois pareciam ter lhe notado.


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyQua 12 Dez 2018, 22:58

Desmascarando Lupin! Finalmente Um Possível Objetivo!
Abriria mus olhos lentamente, olhando para o teto do luhar, não estaria entendendo muito bem o que havia se passado, tudo que sentiria seria a dor causada por cada um dos ferimentos durante o combate que tinha ocorrido, o que me levaria a me manter naquela posição por alguns segundos. De toda forma, viraria meu pescoço, ainda deitada para tentar entender a situação do lugar, de modo que ao perceber minha foice e uma chave jogadas no chão, me esticaria para pegar a chave e logo depois minha foice, rolando meu corpo no chão para alcançar o que almejava se estivessem longe de mim e o rolamento fosse necessário.


Assim que conseguisse alcançar minha arma, a utilizaria como apoio de modo que me levantasse vagarosamente, afinal, meu corpo estava totalmente machucado e qualquer esforço extra poderia vir a se tornar algo bem maior do que o necessário. No instante que conseguisse me levantar, olharia melhor para Albion que se mantinha estático com um charuto na boca, ao perceber que tudo havia acabado, sorriria dando uma leve risada, então andaria vagarosamente até meus pertences, pegaria a bolsa que havia sido destruída na luta, fazendo um pequeno nó ao amarra-la em meu ombro, por baixo de meu braço e colocar a chave dentro juntamente com minhas outras coisas, logo depois, me aproximaria mais uma vez de Albion, deixando meu rosto na frente do dele, com uma distância mínima, de modo que pudesse o observar bem, mas sem me queimar com seu fumo, com isso, mantendo um sorriso gentil, diria algumas palavras, agora mais calma, levando em conta que a batalha havia se passado, a adrenalina estaria se esvaindo e o resultado mais do que esperado havia ocorrido, eu seja, eu ganhei.

- Você lutou bem, Doutrinador... Acho que nunca vou entender essa sua alcunha, não me lembro de você tentando me impor seus ideais através de palavras em nenhum momento... –

“Preciso ir logo atrás do Bibliotecário, mas até onde eu sei, talvez essa não seja a chave das correntes que o amarram, acho que vou revistar esse homem, só sei que preciso me apressar.”

Olharia para o lado, por onde o outro homem e o Mordomo haviam passado, então voltaria meu olhar para Albion, feito isso, me aproximaria de seu corpo e o revistaria na tentativa de encontrar alguma outra chave, além da que havia caído no chão ou qualquer outra coisa de valor, como algum anel, colar, joia, mapa da ilha, mais charutos ou coisa parecida, guardando em minha mochila o que quer que encontrasse, feito isso, pegaria o cabo no chão, o limpando ao passar a parte ensanguentada nas vestes do homem, assim que o fizesse, guardaria meu cabo juntamente aos outros equipamentos, o prendendo em minha mochila, a todo momento, tentaria deixar o corpo de Albion no mesmo lugar e posição na qual havia morrido, sem derrubá-lo.

“Aquele outro homem que carregava o Mordomo não me parecia ser tão forte assim, foi como o Navegador dos outros piratas disse, ele não é muito forte, mas parece ter grande influência, afinal, não é tão comum que alguém como ele ande por ai com pessoas como Albion e os outros tranquilamente, a não ser que tenha algum lugar de destaque no governo.”

- Adeus Albion, eu não tinha intenção de te matar, acho que acabei exagerando na dose ou os quem sabe os deuses interpretaram mal minhas palavras... É um pouco difícil de controlar toda minha grandiosidade, ainda mais em lutas como essa... Mais uma vez, Adeus! –

Falaria gentilmente para o corpo, como se estivesse conversando com o próprio Doutrinador que antes tentava impedir que meus planos dessem certo ou talvez, tentasse fazer com que os seus próprios funcionassem. Feito isso, limparia minha boca ao esfregar meu braço com o intuito de mais uma vez remover o sangue que antes havia escorrido pela mesma e correria na direção para onde o Bibliotecário estava sendo levado, tentando ignorar a dor que sentia ao correr, apesar de que ela muito provavelmente me incomodaria a cada passo, o que me levaria a andar de um modo levemente descomunal com a intenção de que a dor fosse evitada ao máximo possível, sendo que olharia para trás pensando nos outros, mas logo voltando com meu objetivo de salvar rapidamente o Mordomo, dando uma risada ao pensar em algo engraçado durante o caminho.

“Aquelas pessoas... Elas devem ficar bem, como foi mesmo que o capitão disse aquela vez? “Cuide da sua luta!” Se essa frase fosse colocada pouco antes de ele levar essa facada, seria hilário.”

- Pufff. RIAHAHAHAHA. –


Continuaria minha corrida da melhor forma que conseguisse, até que os alcançasse, sendo que assim que o fizesse, tentaria não revelar minha presença de cara, me aproximaria rapidamente na ponta dos pés, com a intenção de que não fosse percebida, já sacando minha foice e dando um corte na diagonal, almejando acertar as costas do homem que levava o bibliotecário, sem que ele sequer entendesse o que estaria ocorrendo ao gritar o nome de minha técnica apenas quando fosse realiza-la.

- CEIFAMENTO FURTIVO! -

Conseguindo ou não o atingir, logo depois levantaria minha foice a passando por cima de meu ombro e daria mais um golpe, a diferença seria que dessa vez eu bateria com o cabo de minha arma, dando um ataque horizontal no homem, dessa vez almejando acertar sua nuca com bastante força, o que provavelmente faria com que o ele desmaiasse devido ao forte impacto em uma região sensível de seu corpo.

Levando em conta o que o Navegador havia falado em relação aos agentes, sabia que este provavelmente seria o homem fraco, porém influente levando o Mordomo ou ao menos, o homem que eu acreditava ser o outrora mencionado, imaginaria que poderia derrota-lo sem grandes esforços, mas se percebesse qualquer intenção de me atacar ou coisa parecida, saltaria para trás, me esquivando de seu ataque ao realizar um mortal e já me preparando para mais um inevitável combate.

É claro que se fosse como eu imaginava e conseguisse derrota-lo ou ao menos fazer com que fugisse com a intimidação de ter que enfrentar uma jovem e bela ruiva, porém com uma foice gigante somada a um olhar assassino, me aproximaria do Mordomo, pegando a chave outrora derrubada e tentando encaixa-la em suas algemas, a girando, com a intenção de retira-las dele, para que assim, pudéssemos sair daquele local com uma maior facilidade, com isso, olharia diretamente em seus olhos sorrindo e falaria algumas palavras, com ele estando acordado ou não, enquanto o ajudaria a se sentar.

- Você está bem? Acha que consegue andar? Vamos sair daqui, antes de tudo, sua mulher deve estar preocupada... É melhor não falar muito, deve estar fraco. –

Ajudaria o Mordomo a se levantar se ele estivesse acordado, se estivesse inconsciente, o colocaria em minhas costas, apesar de que provavelmente suas pernas iriam se arrastando no chão, dada minha baixa estatura e o levaria comigo. Com ele indo em minhas costas, andando normalmente ou se apoiando em meu corpo para que não caísse, utilizaria minha foice de apoio, até por mim mesma, que havia me ferido bastante durante as lutas que havia enfrentado, de modo que voltaria pelo túnel até que passasse ao lado do corpo de Albion no porão e subisse até onde supostamente estariam os outros piratas, sendo que algo me incomodaria pouco antes de abrir a porta.

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“Será que eles estão bem? Talvez eu abra essa porta e tudo que veja do outro lado, seja um monte de corpos jogados ou coisa parecida, não, eles devem estar legais... Uma pena eu não estar com eles antes, poderia mantê-los bem mais seguros do que o jeito que ficaram, sozinhos lutando contra aquele agente.”

- Vamos ver... –


Abriria a porta devagar, mantendo um dos olhos fechados, não tinha a menor intenção de ficar de luto naquele momento, mas a esperança era a última a morrer, percebendo que todos estavam bem, suspiraria, demonstrando meu alivio e adentraria o local sorrindo, de modo que deixasse o corpo do Mordomo sentado no chão, escorado em alguma parede caso estivesse o carregando, se não, simplesmente entraria e deixando o mordomo no chão ou não, colocaria minha foice apoiada sobre alguma parede, me sentando em alguma cadeira que encontrasse, com uma das pernas cruzadas e um leve sorriso, o que demonstraria minha vitória, sendo que falaria com um tom convencido, apesar de que no final, lamberia meus lábios, colocaria uma das mãos sobre o abdômen, o esfregando e soltaria uma gargalhada ao me lembrar de como eu realmente tinha obtido aquela bolsa.

- Acabou que eu consegui salvar ele, não que em algum momento eu achasse que não conseguiria, mas no processo eu sofri alguns danos, poderia dar uma olhada em minhas feridas, Médica? Outra coisa, no decorrer de tudo, acabei estragando minha mochila, algum de vocês conseguiria arrumar ela? Tem um certo valor sentimental... Era de umagaivota bastante amigável que nos entregou jornais certa vez, ela estava deli... Quer dizer, era um ótimo animal. RIAAHAHAHAHA. –

“Pior que pensar naquela ave e em todas as lutas que tive está me deixando com fome, eu não como desde que o próprio Mordomo me deu um pouco de sopa mais cedo e pensando bem, aqui é a casa dele, não é? Onde está a família dele? Será que eles...”

Caso a garota viesse até mim, deixaria que a mesma me examinasse, cuidando de cada ferimento em meu corpo, além de que entregaria a mochila para qualquer um que dissesse que poderia dar um jeito nela para que voltasse ao seu estado original. Assim que a garota terminasse, se ela me desse o tratamento pedido, me levantaria ao dizer algumas palavras para todos, isso se percebesse que o Mordomo estava bem, já que como uma boa líder, sempre seria bom erguer a moral do grupo ao parabeniza-los pelos feitos bem sucedidos.

- Vocês trabalharam muito bem, gostaria de parabeniza-los pelo trabalho em equipe e por terem seguido com minhas ordens, saibam que isso foi fundamental para que obtivéssemos o resultado que queríamos, não sei se é seguro para o Mordomo como um homem perseguido pelo governo continuar morando aqui, mas de toda forma, ele está vivo e pode continuar vivendo sua vida aqui ou em qualquer outro lugar. Obrigada mesmo, mas acho melhor deixar ele descansar por hora, se tinham uma dívida com ele pela ajuda que o rapaz os prestou no passado, tenho certeza de que podem se considerar quites, vou ficar com ele por algum tempo para caso precise de ajuda. –

“Não estou nem um pouco a fim de dividir o tesouro com mais pessoas, quer dizer, vai saber quanto tem? Fora que eles não fizeram quase nada... Acho que essa minha vontade de fazer algumas armas legais com o dinheiro, está me deixando bastante gananciosa, mas estou com algumas ideias tão boas...”


- Até logo! -

Diria normalmente, olhando para todos que lá estavam, isso se as pessoas decidissem ir em bora, daria um abraço apertado na Médica, caso a mesma tivesse me tratado e balançaria minha mão em sinal de despedida. Com isso, se o Mordomo estivesse desacordado, o levaria até seu quarto e o deixaria cuidadosamente em sua cama, de modo que pudesse ficar bem quando acordasse e pudesse conversar comigo tranquilamente.

- Vou tomar um banho e dormir um pouco, estou com um pouco de fome, mas nem tanta, boa noite Bibliotecário. –

Diria tranquilamente, como se não ligasse para a opinião dele sobre eu ficar lá ou não, consideraria que seria mais do que bem-vinda, ainda mais levando em conta quem eu sou. Logo depois iria até o banheiro onde tinha tomado um banho outrora para fazer o mesmo, então, me secaria e estando cansada por tudo que havia passado até então, iria até onde estivessem minhas coisas, utilizando como vestimentas, apenas o que encontrasse para me secar, independentemente de se o Mordomo estivesse acordado ou não, feito isso, pegaria meus pertences e me deitaria na cama de outro quarto, deixando minhas coisas em algum canto, do lado da cama, estando completamente desnuda, apenas com algum lençol, caso encontrasse algum, por cima de meu corpo, de modo que dormiria o máximo que conseguisse ou até que alguém me acordasse.

Se o que pretendia fazer ocorresse, quando acordasse, me levantaria, pegaria o livro sobre física que havia pego na biblioteca e estava em minha bolsa o tempo todo, então me deitaria novamente na cama, segurando o livro sobre minha cabeça e o leria, tentando entender cada detalhe sobre o que o livro dissesse, seja sobre mecânica quântica, seja sobre a velocidade da luz ou relatividade, tentaria assimilar todo o conhecimento contido naquele livro sobre a física e as leis que regem o mundo, pelo menos enquanto esperasse o Mordomo acordar ou até que acabasse de ler o livro, sendo que se ele viesse me dizer algo, o responderia sem sequer olhar para ele, dada minha concentração.

- Só um minuto, estou lendo e esse livro está muito bom. –

“Que audácia, tentando me atrapalhar justamente durante minha leitura...”

Então, assim que terminasse de ler o livro, o fecharia e o guardaria em minha mochila, levando em conta que aquele é um dos livros escritos por Betros Ashburn, um importante colecionável, então me vestiria com as roupas conseguidas com a agente, pegaria todos os meus pertences e iria até onde o Bibliotecário estivesse, seja em seu quarto dormindo, seja em qualquer outro lugar, sendo que assim que me aproximasse, sorriria em sinal de afeto, mas abriria rapidamente o jogo, mesmo que com um tom gentil, apesar de que as palavras provavelmente não seriam tão acolhedoras para ele, batendo as mãos algumas vezes pouco antes com o objetivo de acorda-lo, caso ele estivesse dormindo.

- Olá, Lupin... Eu sou uma pirata e assim como você, a filha de uma pirata, você cuidou de mim quando acabei escorregando aquela vez e batendo a cabeça e eu te ajudei quando estava sendo capturado e levado para Ennies Lobby, acho que estamos quites e que mereço algumas explicações... Quero que me diga exatamente o que aqueles agentes queriam com você... –

Pegaria alguma cadeira e me sentaria de frente para ele ou se estivesse em seu quarto, me sentaria na beirada da cama mesmo, de modo que se não tivesse onde sentar, optaria pelo chão sem me importar com a sujeira, sendo que manteria meus olhos atentos nos dele, escutando tudo que me fosse dito, para que pudesse entender o que estava ocorrendo e porque estavam tentando o levar para Ennies Lobby, tudo que sabia era que ele escondia alguma coisa e que provavelmente era importante, levando em conta que o governo estava atrás disso também, sendo que um pensamento que já estava implantado em minha cabeça a algum tempo ainda me assolava, era sobre o tesouro de seu pai, o que me levaria a comentar sobre, dando um leve sorriso sádico, apesar de manter minha doce e gentil voz.

- Jeromy Jazz... Eu ouvi histórias sobre seu pai, era disso que o governo estava atrás? –

“Talvez escutar o nome de seu velho, desperte o interesse em me responder...”

- Eu tenho uma ideia, um jeito para que você se livre do governo e para que eu possa conseguir o que quero... Preciso de dinheiro para alguns projetos que tenho em mente, por que não me dá esse tesouro ou ao menos parte dele? Preciso de algo em torno de 40 milhões de berries, se me der, tanto eu, quanto você, podemos anunciar para todos que o tesouro inteiro foi levado por mim, mesmo que isso não tenha necessariamente ocorrido, o que faria com que todos o deixassem em paz e pudéssemos seguir com nossas vidas, de modo que você ainda possa preservar o legado de seu pai, mas preciso partir logo, então se decida... Outra opção, seria que pegasse tudo e partisse comigo para o mar, eu vi que você consegue lutar e é uma ótima pessoa, seria legal ter alguém assim comigo. –

Ditas essas palavras, mantendo uma de minhas sobrancelhas arqueadas em sinal de dúvida para com a proposta feita, me levantaria de onde estivesse sentada, ao me aproximar dele, estenderia meu braço com a palma de minha mão aberta, como se quisesse firmar um acordo com o homem, levando em conta a dedução que teria tirado de toda a situação na qual nos encontrávamos, onde esse pareceria ser o caso mais provável, se ele aceitasse minha proposta, o cumprimentaria com a mão firme, pegaria o dinheiro e me despediria balançando a mão se ele optasse por ficar ou o abraçaria se decidisse vir comigo, sempre mantendo meu sorriso, pouco antes de me dirigir até a saída.

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- Foi bom te conhecer Lupin! –

Com essas palavras, sairia levando todos os pertences que possuía, além da quantia que Lupin me desse e ele mesmo comigo, se quisesse vir, sendo que se ele não me desse nada e não quisesse me acompanhar, me manteria naquela casa sem me despedir, me preparando para a próxima investida onde tentaria encontrar algum modo de conseguir a generosa quantia da qual estava atrás para que pudesse colocar meus planos como a Futura Rainha dos Piratas em prática.

Ceifamento Furtivo:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyQui 13 Dez 2018, 15:47




Fanalis B. Ria

A paz que alcança todos nós! O fim da busca!

Sua mente ainda se via preocupada com a situação, sem conseguir organizar pensamentos você teve que organizar ações, apesar das dores latentes em seu corpo, era necessário continuar, ou então teias se formariam em torno de seu corpo, lentamente seu braço foi até a foice, a segurando com força, sendo que parte dessa força era usada para tentar ocultar a dor corporal, lentamente o metal arranhava o chão fazendo ressoar um tinido irritante, mas que cessou rapidamente. Com o apoio do cabo de sua arma a tarefa de se levantar acabou tornando-se mais fácil, visto que suas pernas trêmulas não possuíam forças para realizar tal ação, vagarosamente suas pernas a levaram até a bolsa, que não estava tão mal, as únicas partes danificadas foram as alças, com as ferramentas necessárias era possível consertar aquilo de forma bem fácil, todos os pertences ainda estavam ali dentro, então não havia o que se preocupar, após agrupar a chave com seus outros pertences e amarrar a bolsa em seu braço, foi possível continuar, mas não sem antes ir até Albion, que permanecia estático como uma estátua, sem nenhum gesto depois de suas palavras, vinha a confirmação de sua morte, aquele homem certamente lhe responderia algo se pudesse... Se pudesse.

Revistar o corpo do agente apenas lhe garantiu um relógio de bolso de ouro, que parecia muito bem ornamentado, dentro dele havia a imagem de alguém parecido com Albion, mas que parecia mais velho, talvez um antepassado, em seus bolsos internos havia mais uma caixa de charutos, que estava cheia, com 5 no total, gordos e muito bem decorados e ornamentados, provavelmente feitos a mão. Tirando isso mais nada, o fumo acabou impregnando suas roupas e cabelos, não que isso fizesse muita diferença no momento, já que as prioridades eram outras, as dores ainda lhe incomodavam, mas andar normalmente ainda era uma ação que poderia ser feita sem provocar tantas mazelas, vez ou outra uma fisgada na perna acabaria por lhe incomodar durante sua falha corrida, mas não era o suficiente para a fazer parar ou desistir, no momento, sua cabeça dura, seu ego, e ainda seu humor lhe propiciaram vantagem contra os enfermos, ao chegar no final do corredor fora visto a cena já descrita, com um lento e silencioso avanço seu ataque foi executado, não a técnica, pois as dores a impediam de aplicar tanta força e velocidade, vendo que seu ataque especial mais lhe prejudicaria você achou melhor apenas o ataque simples, nocauteando o homem logo ao acertar, o corpo do mesmo caiu no chão assim que recebeu o golpe, inconsciente, permanecendo lá.

A surpresa do jovem ao ver seu algoz cair foi tamanha que seu queixo quase caiu no mesmo instante e ver você ali ao lado dele o fez abrir um grande sorriso, pois ele sabia que estava salvo, suas roupas estavam surradas e sujas, nada muito surpreendente, já que ele devia estar sendo espancado o dia todo, ao abrir as algemas do rapaz ele logo encarou sua liberdade, esfregando os pulsos e esticando as pernas.
-Eu estou melhor que bem, senhorita Ria, muito obrigado. - Respondeu ele lhe dando um sorriso. - Eu não tenho mulher, aquela era minha mãe, como eu já havia dito. - Disse o bibliotecário, rindo.

Seu corpo estava muito danificado, até mesmo para andar, e o mordomo percebeu isso assim que você estendeu sua mão para o ajudar, e percebendo isso ele se levantou calmamente, lhe segurando pela cintura.
-Acho que é você que precisa descansar um pouco, eu estou em melhor estado, deixe-me ajudar.

Fazendo com que seu braço segurasse o dele, o bibliotecário serviu de apoio para você conseguir andar de uma melhor forma, isso lhe ajudou bastante, podia ser visto no rosto de Lupin que ele preferia lhe carregar, mas achou que seria uma péssima ideia, ou desrespeitosa com você, isso se não demonstrasse o contrário, ambos seguiram de forma vagarosamente até chegar na porta que outrora você usou para entrar, ao abrir a porta do porão a cena, antes descrita, seria percebida, o mordomo, fazendo jus a seu apelido, logo lhe serviu uma cadeira a qual você usou prontamente.

Finn, o atirador, levantou a mão assim que foi mencionado consertar sua bolsa, aparentemente ele devia ser bom em costura, prontamente pegando o objeto que necessitaria de cuidados, a médica logo foi lhe verificar, e pelo rosto dela, não havia nenhum osso quebrado, somente machucado, hematomas e dores pelo corpo, havia um grave corte em seu supercílio, provavelmente fruto do último ataque de Albion, May logo tratou de cuidar dele imediatamente, fazendo os curativos necessários.
-Que bom que voltou capitã ruiva. - Comentou a médica.

-Esse último nos deu bastante trabalho, imaginamos que tenha tido tanto trabalho quanto nós. - Completou o capitão, tentando passar confiança, apesar de seu estado não ser muito bom.

Ao ouvirem suas palavras vários sorrisos iam se abrindo perante a tripulação que estava diante a você.
-Nossos esforços foram bem aproveitados. - Respondeu o capitão.

-Agora que estamos quites nossa missão acaba. - Completou o navegador, dirigindo suas palavras ao seu capitão. - Ouviu Jeremy?

-Tá tá! - O capitão levantou, dando uma curta pausa em sua fala. - Estaremos na cidade, qualquer coisa pode nos procurar.

Jeremy antes de partir foi até você e lhe esticou o braço, apertando sua mão, e com um sorriso o pirata virou de costas, fazendo um gesto com sua mão, chamando todos os seus companheiros para o acompanhar, cada um deles foi se levantando, e se despedindo, com um belo sorriso, contribuindo para a cena de despedida podia-se ver o pôr do sol, que deixava o céu alaranjado, tornando a cena ainda mais bela e emocionante, claro que o bibliotecário tratou de despedir-se de cada um dos piratas Solstício, agradecendo a todos. No final somente ambos restavam de pé e naquela casa renascentista, quem acabou sendo levado para o quarto foi você (claramente isso mostrava que sua pessoa era muito bem-vinda na casa daquele homem), que fora deixada no mesmo quarto de antes, o mordomo parecia ter muito trabalho para fazer, visto que sua casa estava uma bagunça, antes de dormir, claro, você foi tomar um belo e revigorante banho, limpando o corpo e também parte das dores, dormindo como uma pedra logo em seguida.

Pela manhã seguinte o café foram alguns ovos mexidos, pão, presunto e queijo, além de suco de abacaxi, tudo fora muito bem organizado e servido em uma bandeja a qual ficara sobre um criado mudo, próximo da mesa, e os alimentos já estavam lá antes de você acordar, porém estavam frescos, o silêncio propício daquele local lhe contribuiu para a vontade da leitura lhe consumisse, boas horas de calmaria se passaram, sem perturbações ou algo do tipo, permitindo que você acabasse o livro todo enquanto lanchava, Lupin nem mesmo veio a ver durante esse tempo, o que lhe fez se preocupar um pouco, ao sair a procura do homem ele fora achado na sala de estar, ele estava de costas e encarava sua grande janela, um den den mushi estava sobre a mesa e falava com ele, apenas parte da conversa foi capturada por você, mas essa parte já era o suficiente.
-Estou bem sim. - Pausa para ouvir a outra pessoa na linha. - Não, está tudo bem, não há com o que se preocupar. - Outra pausa para ouvir. - Não, não lhe mandei de férias só porque algo ruim aconteceu, eu tenho que desligar mãe. - A pessoa voltava a falar. - Sim, tenho visita, também lhe amo.

Assim que ele terminou de falar o den den mushi desliga Lupin respira fundo, sentando em uma poltrona, a qual já estava posicionada atrás dele. Havia uma outra poltrona ao lado da que o rapaz havia sentado, ambas eram de couro marrom, e tinham adornos rebuscados de madeira, além de serem extremamente confortáveis, isso foi comprovado assim que você encostou na poltrona.
-Sim, eu imaginei que estaria a par da situação… Meu pai reuniu muito poder e dinheiro, mas o que ele mais gostava era de ler, portanto, conseguindo muito conhecimento… Havia uma arma em sua posse, uma a qual o governo temia, essa a qual podia ser construída através de uma planta… Meu pai nunca chegou a construir porque sabia que pessoas de má índole a pegariam, então ele guardou em segredo a planta, e esta passou por mim, já que o governo nunca a encontrou, e nunca mais vai… - Respondeu o jovem com convicção.

Ao ouvir sua idéia Lupin a encararia.
-Ir com você? Eu estava planejando lhe subornar para poder fazer isso… Mas ok… Já que não posso permanecer aqui, então como pagamento por me levar, darei… Hmmm… 50 milhões servem? É só uma parte do tesouro, o resto deixarei para minha mãe. - Uma pausa no jovem faria ele estalar os dedos. - E falando em roubar, não precisa se preocupar com isso, uma repórter ouviu a história e eu contei uma parte pra ela, provavelmente acham que você já zarpou, talvez aumente sua recompensa.

Ao apertar a mão do garoto ele estenderia um sorriso, agradecendo sua boa vontade de o levar junto a sua tripulação pirata, o mais surpreendente para ele foi receber um abraço seu, o qual ele retribuiria igualmente, talvez com um pouco mais de intensidade.
-Espero poder ser útil.

E assim ambos, saíram pela porta da frente, o mais cômico de tudo foi ver o mordomo correndo pela casa arrumando tudo que pudesse, guardando livros numa trouxa, assim como roupas, de todos os estilos (Mas mais sociais) e também levando consigo um pequeno baú, o qual ele a entregara, uma baú bem adornado, de madeira e com a tranca de ouro, a chave, também lhe fora entregue, agora do lado de fora, ambos se despediam da casa, Lupin colocava uma chave reserva em um vaso de plantas que estava próximo a porta, com um sorriso ele deu de costas para a casa, e com a mochila nas costas e você ao lado ele respirou fundo, e proferiu.
-Para onde agora? Capitã. - Disse ele com um sorriso.


Histórico Ria:
 

Lupin:
 

Os agentes:
 

Piratas Solstício:
 

Ferimentos:
 

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Aventuras:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 3 EmptyQui 13 Dez 2018, 23:20

Laços! Forjando Um Final!
Tudo estava dando certo, ao menos de certa forma e o mais importante, tinha conseguido mais um companheiro, alguém que parecia ser extremamente confiável e prestativo, como sua própria alcunha sugere, um mordomo. Depois de descansar tanto, ler um bom livro e me alimentar, saia da casa de Lupin, acompanhada pelo mesmo, tentando manter meu exuberante andar, ainda mais agora que minhas energias estavam restauradas, sendo que enquanto caminhávamos, o rapaz me perguntou algo, o que faria com que eu virasse meu rosto para ele, meu semblante estaria como o de uma pessoa totalmente empolgada, o que levaria a minha fala, tão empolgada quanto a minha face.

- Sabe Lupin, eu tive um ótimo sonho, sonhei com algumas armas e ler aquele livro de Betros me deixou ainda mais empolgada para colocar o que sonhei em prática. Quero fazer algumas armas, mas para isso, preciso encontrar algum lugar que venda matéria prima e que permita que eu use sua ferraria... Quando eu era mais nova, costumava forjar muitas armas na calada da noite, mas agora, tenho dinheiro para isso sem ter que ficar invadindo os lugares para roubar material... RIAAHAHAHA. Você saberia de algum lugar onde eu possa comprar aço e utilizar dos equipamentos de ferreiro para forjar algumas coisas? –

“Aquele sonho foi muito animado, quer dizer, tinha uma espécie de gênio, igual o das histórias que lia quando era criança, ele usava uma ninjaken gigante, junto de um rapaz com uma kunai e lutavam comigo utilizando uma espada... Acho improvável que isso ocorra, mas quero muito fazer essas armas, nada como fazer algumas belas armas depois de um dia lutando, isso sim me relaxa, quem sabe algumas pessoas fortes não pegam elas para utilizar algum dia? Mesmo que não sejam as que sonhei, além disso, Albion acabou destruindo a minha espada, preciso de uma nova...”

Existia a possibilidade de que Lupin não conhecesse um lugar assim, se esse fosse o caso, não me desanimaria, ainda mais mediante minha empolgação diante do que faria a seguir. Olharia para os lados procurando por qualquer pessoa que passasse pela rua, se visse alguém, me aproximaria colocando minhas mãos na cintura, olhando para a pessoa de baixo em cima, mas parando com um olhar centralizado em seus olhos e perguntando animada.

- Bom dia, saberia me informar onde poderia comprar um pouco de aço, de preferência em alguma ferraria... –

- Obrigada. –


Agradeceria a pessoa com ela sabendo ou não o caminho, se não soubesse, seguiria até que encontrasse a próxima, a perguntando da mesma forma. Assim que encontrasse alguém que soubesse de algum lugar, seguiria como me fosse instruído, caso ela falasse estar perto de algum lugar que eu não conhecesse, olharia para Lupin, tentando ver se ele faria algum sinal de que saberia do lugar que a pessoa falasse, se entendesse, balançaria com a cabeça em sinal de confirmação também, antes de agradecer e partir ao falar para Lupin entusiasmada.

- Vamos lá, vou te mostrar como se forjar algumas belas armas. –

“Posso demonstrar minha técnica se ele quiser ver, acho que quando gostamos muito do que fazemos, é até mais legal de mostrar para as pessoas.”

Se conseguisse chegar no lugar que me fosse informado, bateria na porta ou qualquer objeto que encontrasse para fazer algum barulho, então me aproximaria de quem quer que parecesse trabalhar lá. Se a pessoa estivesse atendendo alguém ou trabalhando, aguardaria um pouco enquanto analisaria as armas que estivessem no lugar, cada detalhe e a qualidade da forja, levando em conta principalmente os detalhes nas criações do ferreiro ou ferreira do lugar, mas quando fosse ser atendida, mantendo um sorriso no rosto, diria ainda mais empolgada.

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- Gostaria de comprar material para fazer algumas armas, no caso, preciso de seis lingotes de aço e um pano de 5 metros, onde vou enrolar uma das armas, além disso, gostaria de trabalhar aqui para fazer as armas... Será que você me venderia esse material e me deixaria usar sua ferraria para cria-las? Posso pagar 300.000 berries por tudo... –

"Eu sei que vou precisar de pelo menos quatro vezes o material necessário para criar uma arma, ao menos para fazer essa ninjaken gigante... Bem, o valor sempre foi esse em todos os lugares que já vi, isso deve ser o suficiente."

Caso a pessoa concordasse com meu pedido ou aceitasse por uma quantia apenas um pouco maior, sorriria já pagando, então olharia para Lupin, caso o mesmo estivesse comigo, demonstrando minha grande empolgação, com isso, depositaria minha foice, a encostando em alguma parede e deixaria meus pertences sobre algum objeto. Feito isso, falaria emocionada com a situação, pouco antes de começar a fundir o material e fazer a dobra do aço com o intuito de fazer uma grande [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], tentando me aproximar o máximo possível das armas que havia sonhado durante a noite.

- Vamos lá! –


Com isso, ficaria lá forjando as armas pelo tempo que fosse necessário, o que provavelmente não seria tanto, dada a minha grandiosidade, até mesmo recebendo ajuda da pessoa que cuidasse da loja e de Lupin, caso quisessem ajudar, no final, faria uma marcação na lâmina de cada uma para representar qual ferreira a fabricou, faria a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Assim que acabasse de forjá-las, limparia o provável suor de minha testa por todo trabalho duro a que teria sido submetida, deixando o que quer que segurasse, seja uma marreta ou qualquer coisa do tipo em algum lugar, colocaria as mãos na cintura sorrindo e contemplaria minhas obras recém criadas, enquanto diria alegre para quem quer que estivesse no lugar.

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- Esse trabalho foi pesado, mas valeu a pena, finalmente está pronto, bem, obrigada por me deixar usar seu estabelecimento, mas agora, vou indo, até logo. –

“Como é que vou levar essas coisas comigo? Talvez se...”

- Lupin, poderia me ajudar? Não quero arrastar a lâmina dessa ninjaken no chão, pode acabar ferrando com a qualidade dela. –

Olharia para o Mordomo o questionando, se ele concordasse, pegaria meus pertences, juntamente das duas armas que tivesse forjado, às colocando presas em minha mochila, feito isso, andaria na direção da espada e a ergueria pela lateral de sua lâmina, a levando ao deixar que Lupin se prontificasse a me ajudar, se não, eu não me incomodaria por ele não me ajudar, eu mesma arrastaria a ninjaken, deixando que seu cabo tocasse no chão, o que provavelmente deixaria um rastro por toda cidade, formando um caminho até o porto, onde o navio estava atracado e eu desejaria chegar. Durante o caminho, se Lupin estivesse comigo, me ajudando ou não, começaria a falar sobre os outros da tripulação animada, para que ele já tivesse uma ideia sobre todos.

- Você vai gostar do pessoal, tem o Rimuru, ele diz ser o maior detetive do mundo, tem também um Mink Urso, ele é um espadachim, você sabe o que é um Mink? É tipo um animal humanoide, acho eles muito interessantes, tem também a Emma, ela é uma Mink Gata e... A Yue, nossa médica, ela é bem legal, já me salvou várias vezes de algumas enrascadas... Ah, também tem a Auster, ela tem um escudo bem legal, já me ajudou bastante também... Não posso esquecer da Jeanne, ela é um pouco sádica e irônica, mas mesmo assim eu tenho uma quedinha por ela... Não conte para ninguém, ein... RIAAHAHAHA. Algumas pessoas entraram recentemente, temos um navegador bem forte, seu nome é Boujin, tem a Kathie Ashburn, ela é da mesma família daquele autor que eu gosto, além de algumas pessoas que não sei se vão continuar com a gente... Bem, sei que você vai adorar conhecer todo mundo. –


"Eu nem tinha me tocado ainda, mas falando deles em voz alta, percebo como tenho sorte de ter pessoas tão maravilhosas comigo, mas também, não esperava menos daquela que vai se tornar a Rainha dos Piratas um dia."

Chegando no porto, olharia para os lados com a intenção de me situar sobre onde estaria exatamente, continuando a andar até que visse algo familiar para que pudesse me direcionar até onde o navio estava atracado. Se visse ele, já observaria se não teria alguém forte como o Boujin para que pudesse me ajudar a levar a ninjaken para cima, se houvesse, olharia para a pessoa sorrindo e daria um grito a chamando.

- OI, PODE DESCER AQUI E ME DAR UMA MÃOZINHA? ACABEI EXAGERANDO NA DOSE DESSA VEZ E FIZ UMAS COISAS BEM LEGAIS, VENHA ME AJUDAR. -


Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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