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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptyQua 21 Nov 2018, 16:26

Relembrando a primeira mensagem :

Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptySab 01 Dez 2018, 01:15

Finalmente Um Bar! Conhecendo A Terra Das Maravilhas!

Já havia descoberto algumas coisas sobre o homem que eu enquadrei na biblioteca, mas não era suficiente, o Rabo de Cavalo não me deu tudo que precisava saber para tomar alguma atitude em relação ao ataque que havia ocorrido, mas me deu algum rumo para seguir. Andei por aquela cidade em busca de um bar e estranhamente acabei dando de cara mais uma vez com a Cerveja do Inferno, não sabia exatamente o que estava acontecendo, mas parecia que aquele lugar estava me perseguindo por onde quer que eu passasse. Olharia para a entrada do bar, levantando levemente meu chapéu ao dar um assobio e analisar sua construção, ajeitando o chapéu na cabeça e colocando as mãos em minha cintura, destacando minha bela silhueta naquelas formidáveis roupas sociais que havia obtido.

- Fuuuuuiiiiuuuuuu. -

“O que diabos está acontecendo aqui? Inferno? Demônios? Usaram de magia negra para me atrair para cá? Tsk. Como se eu pudesse ser afetada por magia negra, essas coisas não passam de truques, obviamente esse bar está em um lugar bastante estratégico para essa cidade, eu sequer estava procurando esse bar em específico, o mesmo que havia visto antes e cá estou eu... Meu corpo está doendo ainda, mas se eu arranjar confusão, eu dou um jeito de qualquer forma.”

- Bem, vamos entrar... Se me lembro bem, Faker disse que ia para um bar ficar tocando aquele tirolês... O homem tem algum talento, tenho que admitir, mas se não me engano, ele ficou em um bar próximo do porto mesmo. Quero ver que tipo de malucos frequentam esse lugar. RIAHAHAHA. –

Falaria normalmente comigo mesma, sem me importar com pessoas me achando estranha ou qualquer coisa do tipo, dando uma risada ao final com a lembrança de o quão maluco era o Faker e associando com as possíveis pessoas que estivessem no lugar. Com essas palavras, andaria calmamente em direção à entrada, não me importando de chamar atenção, até porque eu estava carregando uma foice negra de dois metros de comprimento, com uma lâmina de mais de um metro de curvatura, o que eu provavelmente mais faria naquele lugar, seria chamar atenção.


Entraria abrindo a porta, mas sem soltá-la de cara, caso houvesse uma porta fechada, estaria esboçando um grande sorriso no rosto, a principio com os olhos fechados, mas logo depois os abriria, mexendo a cabeça devagar ao analisar as pessoas que lá estivessem, mesa por mesa, caso houvessem mesas no lugar. Logo depois, supondo que fosse um bar clássico, andaria até o balcão do mesmo, me sentando em alguma cadeira caso tivesse alguma disponível. Assim que me sentasse, removeria a foice de minhas costas para ampliar meu conforto e a escoraria no balcão, se eu me sentasse de frente para ele, enquanto esperaria que alguém viesse me atender, de preferência o dono do lugar, sendo que caso ninguém viesse rapidamente, me levantaria indo até quem aparentasse ser o dono(a) ou no mínimo um(a) funcionário(a) e diria sorrindo, mas mudando o semblante para insatisfação na última parte ao imaginar que poderia não ganhar o que queria.

“Hum, já estou cansada de beber vinho e já faz um bom tempo que não bebo algo diferente, ao menos desde que eu sai da minha ilha, eu produzia um ótimo saquê do arroz que eu plantava... Acho que o navio atual tem espaço para plantar arroz e produzir saquê, vou pensar em como fazer isso depois, já sei o que vou pedir hoje!”


- Olá, Quero um copo com Bloody Mary, por favor! Faça para mim uma das boas, na minha ilha natal, eu sempre ia no bar beber e estou com bastante vontade, já que estamos aqui, vamos aproveitar, não é mesmo? Ah, me traga também um prato com cerejas, se tiver... Se não, pode me servir qualquer vinho que possuir mesmo... –

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Ainda sentada, retiraria meu chapéu, o colocando sobre a superfície mais próxima, ou o pendurando em minha foice mesmo, caso não tivesse alguma, guardaria meu óculos e minhas luvas em minha bolsa e então começaria a brincar com meus longos, belos, cheirosos e sedosos cabelos ruivos, que chegavam um pouco abaixo de minha cintura, ao os enrolar entre os dedos, sendo que ao mesmo tempo, balançaria as pernas como uma criança empolgada, enquanto esperaria que o que eu havia pedido me fosse servido. Se recebesse a bebida solicitada, retiraria de meu bolso a quantia necessária, caso me fosse requisitado, entregando para quem me atendesse, então levaria o copo ou a taça em que o barman me servisse, levando a bebida até meus lábios avermelhados e dando uma leve golada, mas logo depois colocando o copo de volta no lugar.

Feito isso, se estivesse sentada em um banco sem apoio para as costas, giraria meu corpo no assento, para que pudesse ter uma visão ampla do lugar e logo depois me direcionaria novamente para a pessoa que havia me atendido. A olharia diretamente nos olhos, talvez de maneira sedutora levando em conta minha estonteante beleza para um lugar como um bar, embora fosse apenas minha beleza falando, a não ser que fosse uma bela garota, nesse caso, eu realmente focaria algum esforço em manter um olhar contagiante com meus lindos olhos, que mais pareciam pedras preciosas vermelhas.

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“Pode ser que essa pessoa saiba me informar sobre o que quero saber...”

Diria em um tom normal, podendo ser que quem estivesse perto escutasse o que eu dissesse, nada que fosse alterar minha pergunta ou minha felicidade naquele momento, poderia ser que o lugar virasse um caos, mas também poderia ser que ninguém escutasse. O que importa é que eu falaria normalmente, sem mostrar estar preocupada com a situação ou em descobrir o que não deveria, afinal, seria exatamente o que estaria ocorrendo, eu realmente em nenhum momento, desde que acordei, tive medo ou preocupações de qualquer espécie em relação ao homem que atacou a biblioteca e sei que não vou em nenhum momento me abalar por ele.

- Me diga, tem uma biblioteca aqui na cidade, pertence ao Rab... Lupin, ela se chama J.J. Library, aparentemente piratas se encontram lá e tem também esse homem... Talvez você possa e dar algumas informações sobre ele, eu o chamo de Doutrinadeiro, mas se me lembro bem, ele disse que se chamava Albion, o doutrinador ou coisa do tipo... Ele lutava usando uma barra de aço e pelo que entendi, ele é algum tipo de mercenário e não gosta de piratas, bem, para mim, não passa de um bandido forte... E então, o que pode me dizer sobre essa biblioteca e esse homem, como por exemplo, onde fica a base dele? Se é que ele tem uma... Quero saber principalmente as partes ilícitas, na verdade, me diga sobre o que sabe da ilha, eu não sei muito, além de que tem algumas indústrias e grupos disputando pelo controle deste lugar... –

Feito meu pequeno questionamento, daria algumas goladas em minha bebida, acenando com minha cabeça em sinal de concordância, com cada coisa que me fosse passada pela pessoa que estivesse me respondendo, seja ela alguém que trabalhasse no lugar ou algum cliente curioso que escutasse minha pergunta e decidisse me responder. Se a bebida que eu estivesse bebendo não ultrapassasse os B$ 15.000, faria sinal para que quem tivesse me servido, preenchesse o recipiente até que o valor chegasse a essa quantia ou que eu sentisse que começaria a ficar bêbada, não teria a menor intenção de ficar alterada naquele momento, mas deixaria ao menos um copo cheio para utilizar de saideira posteriormente.

Se alguém tivesse me dado as informações que queria saber naquele momento, sorriria, enquanto passaria suavemente a mão sobre o copo, caso tivesse conseguido alguma bebida naquele bar, sendo que olharia mais uma vez diretamente nos olhos da pessoa e a faria mais algumas perguntas em relação ao Doutrinadeiro, isso se a pessoa já não tivesse falado sobre o assunto, mas não conseguiria me conter, a curiosidade em minha voz e em minha face ficariam extremamente aparentes ao falar, dando uma gargalhada com a piada que faria ao final da fala.

- Estou começando a entender esse cara, ele deve ter muito dinheiro, não é mesmo? Acho que se alguém do tipo dele sumisse, ninguém daria falta... Eu estava pensando sobre essa ilha e para mim a liberdade nela não é tão real quanto as pessoas imaginam... Esses conflitos entre esses grupo, isso está acabando com a liberdade das pessoas, porque alguém tem que liderar e sucumbir todos as suas vontades? Eles poderiam se manter divididos, representando quem quisesse ser representado e realizar trocas entre eles mesmos para que cresçam juntos... É como eu sempre digo, a única que poderia governar uma ilha cedendo a verdadeira liberdade para todos, seria eu! RIAAAHAHAHA. –

“Essa ilha está bem errada, não é bem o que o próprio nome sugere... Eu esperava um lugar mais alegre, onde todos fossem realmente livres para fazer o que quiser...”

- A última coisa que eu quero saber, existiria algum grupo de pessoas que não gostem do tal do Albion? Pretendo acabar com os negócios dele e pegar todo o tesouro que conseguir, deve ter pessoas indignadas por aí que queiram ressarcir seu dinheiro, talvez algum ou alguns grupos da ilha... Se existem, onde eu poderia encontra-los? Pode me levar até lá? –

Faria uma pergunta mais uma vez, dessa vez, aumentando ainda mais minha curiosidade em meu tom e em minha face, ao arquear uma das sobrancelhas. Novamente, escutaria exatamente o que a pessoa tinha para me dizer em relação a minha pergunta, dando um sorriso com sua resposta em caso afirmativo ou negativo. Apenas pegaria meu chapéu, o vestindo mais uma vez, colocaria minha foice novamente nas costas, daria uma olhada em meu relógio de pulso para que soubesse exatamente que horas eram e viraria o último copo que estava guardando, de modo que logo depois falaria bem alto no lugar.

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- DOUTRINADEIRO, AI VOU EU! Hick... –

Dito essas palavras, andaria até a saída do lugar, sendo que primeiramente, se a pessoa que me desse as informações, me informasse sobre onde teriam mais pessoas, eu sairia do bar indo até o lugar indicado, acompanhando a pessoa, se ela decidisse me auxiliar a chegar no lugar. Assim que chegasse, se estivesse sozinha, bateria na porta, se não, seguiria acompanhando meu guia até que me reunisse com mais pessoas.

“Eu poderia chamar o pessoal da minha tripulação, mas já dei tarefas para que eles fizessem... Se as coisas apertarem, eu os aviso, por enquanto, sei que dou conta de resolver isso sozinha. Tenho certeza de que dou!”

Caso não tivessem pessoas que quisessem acabar com aquilo que o Doutrinadeiro fazia, ou se a pessoa que me desse as informações não conhecesse ninguém, simplesmente seguiria até o local que me fosse indicado, dizendo ser o esconderijo, base ou qualquer coisa do tipo, sobre onde o homem que usava uma barra de aço morava, de modo que assim que chegasse no lugar, tentaria abrir a entrada normalmente, supondo que não estivesse trancada, se estivesse, bateria nela, para que alguém aparecesse e me atendesse.

Por fim, se a pessoa não soubesse onde eu poderia encontrar o esconderijo ou o lugar, simplesmente sairia do lugar sorrindo e começaria a andar tranquilamente pela rua, enquanto imaginaria possíveis locais para que fossem esconderijos. Durante a caminhada, ficaria bastante atenta ao movimento das pessoas, para caso identificasse alguém suspeito, no caso, que me lembrasse algum dos homens que haviam atacado a biblioteca. Se percebesse alguém, o seguiria ao manter ao menos uma quadra de distância, me escondendo atrás do que quer que encontrasse sempre que possível, para que não fosse percebida, me misturando às pessoas que passassem pelo lugar, atrás de caixas e barris e ruas adjacentes, sempre evitando ao máximo que fosse descoberta.

“Eu tenho que bolar um jeito de descobrir o esconderijo desse cara, em algum lugar ele deve estar, talvez eu devesse começar pelas proximidades da biblioteca, o problema é que essa ilha é muito grande, então o Doutrinadeiro e seus homens podem estar em qualquer lugar...”

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptyDom 02 Dez 2018, 19:15




Fanalis B. Ria

Bebendo da fonte! O passado incógnito

Suas dúvidas sobre as informações dadas pelo rabo de cavalo começavam a surgir, não que ele parecesse mentir, aparentemente tudo que ele dizia era verdade, mas suas respostas pareciam estranhas, como se estivessem… Incompletas. Com a escassez de informação o que sobraria para fazer seria recorrer ao lugar mais movimentado e detentor de conhecimento, tanto chulo, quanto específico, um bar, seja por civis, caçadores de recompensa ou até marinheiros, um bar é reconhecido, quase que mundialmente, como um banco de dados informais, os barmen e as garçonetes sabem mais do que velhas em janelas, talvez por causa de que quando um bêbado fala ele diz tudo e mais um pouco, para os outros no bar isso não faz diferença, mas para sóbrios e funcionários, sim, dá para se descobrir desde uma traição, até um assassinato somente ouvindo histórias de bêbados.

Sua risada, mais uma vez, não chegava a incomodar nenhum dos homens e mulheres que estavam no bar, eles estavam ocupados com as bebidas, e os funcionários pareciam mais interessados nas conversas, lembrando de seu companheiro musical, Faker, fazia-lhe pensar se por um acaso ele estaria bem, ele não é do tipo que se mete em confusão tão rápido, mesmo assim esse tipo de desventuras acabam ocorrendo sem a aprovação de quem está envolvido, claro que no seu caso fora você que entrou na confusão, então não conta.

O bar não era tão comum assim, não que você fosse uma perita em bares, para chegar no bar em si era necessária a subida em uma escada curvada para a direita, chegando no fim dos degraus foi possível observar todo o resto, que agora sim remetia a um bar comum, não havia porta, era somente entrar, a sua direita havia a bancada onde os barmen ficavam limpando copos e servindo bebidas, além de as misturar também, caso alguém pedisse, todos os funcionários estavam bem arrumados, em contraste ao público, que além de bêbado estava totalmente desorganizado, claro, estavam bêbados, grande parte, senão todas as mesas eram circulares, com cerca de quatro lugares cada, a frente haviam alguns poucos degraus, que se seguidos, lhe levariam para uma espécie de segundo andar, perto da bancada de bebidas, em uma parede, havia um quadro de procurados, com as recompensas de vários piratas e seus cartazes, seria uma loucura ir lá para procurar algo, provavelmente quem fizesse isso seria alvejado imediatamente pelos homens que ali estavam, já que todos pareciam ter cara de pirata.
Hell's Beer:
 

Mesmo sendo um pouco “cedo”, o movimento ali acontecia de forma natural, pela manhã quando passaste pelo mesmo lugar foi possível de se ver um certo movimento, o que não era para se acontecer, já que de manhã todos estão morrendo de ressaca, ou o bar é o único na cidade, ou ele é o melhor da cidade, e a segunda opção parece bem mais plausível, quem sabe até magia negra? Isso explicaria esse sucesso anormal. Seus passos leves e sóbrios marchavam pela madeira do chão de forma graciosa, na bancada próxima as bebidas haviam vários banquinhos livres, com acento circulares e um pequeno apoio para as costas, não que o apoio chegasse nela, o máximo que ele atingia era na curvatura lombar, o que fazia aquele apoio mais parecer um enfeite que algo utilitário.

Sua foice, posicionada de lado encontrou-se com a bancada, permanecendo lá em repouso, se pudesse falar certamente ela diria que tiraria um cochilo ali, não demorou muito para que seus pensamentos sobre plantar arroz surgissem em sua mente, fermentar arroz não é uma prática comum em navios, arroz até que poderia se dar bem com alguns climas, mas como já era esperado, a Grand line é imprevisível, no mesmo dia que está ensolarado pode nevar, o arroz poderia ressecar ou morrer se não estivesse em local seguro, mesmo assim não é uma tarefa impossível, o grão é de fácil cultivo e com um bom navegador ele poderia tanto cuidar da previsão do tempo, quanto do grão em si, já que mesmo sendo uma agrária quase que sua vida toda, sabendo como colher e plantar, o mar era diferente de um lote de terra.

Antes que pudesse perceber uma garçonete lhe olhava com um pequeno sorriso.
- O que irá querer? - Dizia ela usando um pano para limpar uma caneca.

Garçonete:
 

Dito seu pedido a garçonete foi até algumas garrafas e puxou algumas, além de pegar alguns potes com ingredientes, como pimenta, vodka, suco de limão, suco de tomate, tabasco e uma pitada de molho inglês no final, ao término da mistura a bebida estava pronta, mas claro, não sem antes colocar dois cubos de gelo, com cerejas dentro, na caneca, que devia suportar cerca de 250ml, um prato com cerca de oito cerejas também fora servido ao mesmo tempo que a bebida, tudo foi feito de maneira espetacularmente rápida, uns 5 minutos e tudo já estava ao seu alcance, seu chapéu agora já estava repousando sobre sua foice, já que a bancada possuía uma fina camada de vidro por cima dela, ou seja, estava molhado, não por bebida ou sujeira (podia até ser), mas sim pelo pano que os barmen e garçonetes passavam no vidro, e isso acabava o deixando úmido, e isso podia prejudicar seu elegante chapéu, seu cérebro achou melhor não colocar ele sobre aquela superfície.

- 1.000 berries. - Disse a mulher, com outra caneca sendo limpa. - Você não é daqui, é? - Comentou ela ao lhe ver balançando as pernas e acariciando seu cabelo. - Ou é a primeira vez em um bar?

Entregando a quantia solicitada e dando o primeiro gole sua garganta já sentia o ardor do álcool, ele descia por ela como se queimasse, ardor esse provindo da pimenta, o limão podia ser sentido junto com um leve gosto do tomate, os dois se anulavam, então não era algo muito doce ou azedo, a bebida estava realmente boa, e ao colocar a caneca novamente na mesa, quase que um segundo gole foi tomado, mas seu auto-controle foi maior que a vontade. O apoio para as costas era pequeno, e mesmo servindo quase que para nada, ele bloqueava seu movimento de giro, mas o banquinho não, ele era giratório, então você podia girar o banco ao invés do corpo, algo um tanto quanto nostálgico e que remetia a brincadeiras de criança, mas naquele momento o almejado por você eram as informações as quais a mulher poderia vir a ter, isso só seria descoberto fazendo as perguntas certas. Não que as suas tivessem sido.

- Lupin… - Um tom de pena veio a voz daquela mulher. - Sim eu sei daquele lugar, e do homem que você mencionou.

Seu comentário parecia ter atraído outras atenções, alguns barmen se surpreenderam com a menção de Lupin, ou até da J.J. Library, alguns olham, e outros desviam o olhar, mas todos no final procuram fingir que não ouviram nada. Um forte suspiro veio antes da mulher voltar a falar.

- Não sei no que está envolvida com aquele mordomo, mas ele não é bem visto, por ninguém. - O tom sério na última parte reforçava a ideia de que ele estava realmente sozinho. - Eu gosto dele, é um homem gentil, de classe e inteligente, mas… Ninguém na cidade aceita muito bem o que ele faz, na verdade, ninguém aceita, veja bem, aqui por exemplo, é um bar, entra quem quer, mas nenhum de nós daria abrigo a qualquer um deles. Ao contrário de Lupin, que é o único burro que faz isso, sinto pena dele, alguma hora o seu negócio vai acabar, a marinha sabe dos boatos e logo vão mandar alguém, fiquei sabendo que o doutrinador, seu homem, andou por lá e descobriu o ninho de piratas, algum deles o atacou, então agora já não é mais um boato. - A mulher olha em volta e depois volta a encarar os rubis, que são seus olhos. - Dizem que vão botar aquilo abaixo e que há um mandado de prisão para Lupin, se ele não entregar quem atacou o doutrinador… Bem, já sabe., talvez hajam agentes atrás dele.

A mulher faz uma pequena pausa em sua fala, ela parece olhar em volta.
- Lhe servirei outra bebida.

A frase era quase um indicativo de que você deveria pagar mais por informações, e devido às grandes adições que ela fez ao seu conhecimento, nada mais justo que uma gorjeta, voltando com outro Blood Mary ela substituiu a bebida pela sua caneca, a qual já se encontrava vazia, com um adicional de 2 mil berries ao valor a garçonete guardou o extra e voltou a falar em voz baixa, no mesmo tom de antes.
- O doutrinador é um homem o qual é dito como mercenário e ex-pirata, mas muitas pessoas duvidam disso, correm boatos que ele é um agente e que o nome dele nem é Albion, infelizmente para você, nada disso passam de boatos, assim como o contratante dele, dizem que é alguém da marinha ou do governo, e quanto ao seu esconderijo dizem que fica ao leste daqui, no meio da pequena região florestal, não fica longe, mas também não fica perto.

Mais uma vez a garçonete parou, tanto para respirar, quanto para repensar algumas coisas.
- Havia outrora um pirata muito famoso, que além de ser forte em batalha, era gracioso como homem, gentil e corajoso, dizem que ele acumulou grandes tesouros de quantia inestimável, não falo do antigo rei dos piratas, e sim de Jerome Jazz, um incrível navegador, líder nato e estudioso. - A mulher faz uma pausa. - Eu estou lhe falando isso porque Jerome é o fundador da J.J. Library e também pai de Lupin.

Talvez ao ouvir isso sua mente sofresse um grande choque, talvez ligando pontos, ou só pela surpresa do rabo de cavalo ter alguém tão importante em sua árvore genealógica, independente disso agora havia uma poderosa informação em sua posse, depois de ter pronunciado tais palavras a mulher se retira dizendo.
- Se quer mais informações é melhor falar com o próprio Lupin, vai gostar de ter uma conversa com ele. - Ela dá uma pausa. - Boa sorte, no que quer que esteja fazendo, mas escute o que eu digo, tome cuidado.

Com sua fala, a mulher que estava já se afastando lhe olha e apenas diz poucas palavras.
- Sua liberdade é utópica, eu gosto de coisas assim, que infelicidade não? Espero que tenha sucesso em tal planejamento. E se existe algum grupo que vá contra o Albion? Bom, todos os piratas, nenhum gosta dele, pelo lado contrário nós, civis, o adoramos, ele prende criminosos que podem fazer mal, roubam, maltratam e fazem o que quiserem, ele só bota ordem, sei que deve estar chateada com o que aconteceu com Lupin, eu também assim como algumas outras pessoas que o conhecem, mas não podemos o apoiar, ele está indo contra a lei, infelizmente ele vai arcar com as consequências.

16:33, esse era o horário no relógio, hora de ir, pegando suas coisas e saindo do bar você só tinha um objetivo, acabar logo com tudo isso, segundo as orientações dadas pela garçonete, só seria necessário ir reto até encontrar uma floresta, não demorou muito para isso acontecer, a área mais parecia um bosque que uma floresta, já que não era uma porção tão grande e nem tão densa, a adentrando foi possível achar uma casa de madeira em meio aquele pequeno bosque silencioso.

Possível esconderijo de Albion:
 

Aquele lugar estava tão quieto que parecia abandonado, e pelo que pôde ver pelas janelas não havia ninguém naquela casa, ela estava vazia, era isso o que pensava, ao bater na porta (já que a mesma se encontrava fechada) ela se abriu, mas não sozinha, do outro lado estava uma garota, do seu tamanho, lhe encarando surpresa.

Garota:
 

- Errr… No que posso ajudar? - Questionou a jovem, que devia ter a mesma idade da sua.

Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Lupin:
 

Ferimentos:
 

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Aventuras:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptySeg 03 Dez 2018, 07:20

Conversa Sem Fim! Ainda Tentando Entender Essa Ilha!

Ainda no bar, com a pergunta da moça que me atendia sobre eu ser dali e se era minha primeira vez em um lugar como aqueles, manteria meu sorriso, um olhar fixo, penetrante e sensual diante da beleza da garota, ela não era totalmente meu tipo, mas era bastante atraente ao meu ver. Continuaria com os movimentos aleatórios que fazia enquanto aguardava minha bebida e responderia alegre a pergunta, tentando fazer alguma graça ao me aproximar da garota para que depois voltasse lá.

- Na minha terra, costumam se apresentar, antes de pedir por apresentações... Hahaha. Meu nome é Fanalis B. Ria, eu vim do East Blue, não sei se já ouviu falar de Conomi Island... É uma ótima ilha, mas decidi me aventurar por ai, então vou ficar com ela apenas nas lembranças por algum tempo. –

Logo após escutar o que a garota tinha para falar, beber e pagar por tudo, incluindo os subornos que precisei fazer, sai andando na direção que me havia sido indicada, me deparando com uma casa de madeira, que tinha total aparência suspeita de ser o lugar onde ficavam os homens de antes. Enquanto me aproximasse, alguns pensamentos e conclusões começariam a rondar minha cabeça, em relação a tudo que a garota no bar havia me dito sobre a situação.

“Ela falou sobre um tal de Jerome Jazz, isso explica o peculiar nome daquela biblioteca, levando em conta que esse pirata a fundou... É estranho, ele era um pirata gentil e bondoso, mas mesmo assim acumulou muitos tesouros... Até onde eu sei, piratas geralmente conseguem tesouros saqueando, seja algum nobre ou algum baú enterrado... E ela chamou minha liberdade de utópica... Tsk... Realmente, na sociedade atual seria difícil, as pessoas não tem cabeça para isso ainda, elas teriam que achar que agressão é errado, se não, acabariam colocando alguém no poder de toda forma... A cabeça das pessoas é que tem que mudar... E aquele ataque que o homem sofreu, ela estava falando de mim? De certa forma, algo assim aconteceu mesmo, mas as notícias correm tão rápido assim, aqui? O importante mesmo, é que gostei da garçonete, talvez eu volte para fazer uma visitinha mais chegada algum dia desses...”


Finalmente, depois de uma boa caminhada, havia chegado na casa que tanto queria, o provável esconderijo do Doutrinadeiro, mas era estranho, não parecia ter ninguém no lugar, o silêncio e a falta de vida eram visíveis naquela casa. Ao menos era o que eu pensava, até que era atendida na porta, me deparando com uma linda ruiva, da qual olharia da ponta dos pés, até seu rosto, já fazia algum tempo que não via uma bela ruiva, além de mim, desde Loguetown, quando tentei seduzir a Ruiva Guin, embora não tenha dado muito certo.

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“Essa garota... Que se dane o Doutrinadeiro, eu poderia ficar com ela aqui e já era, por que eu estava mesmo atrás do tesouro? Ah, é mesmo, eu tenho que falar com ela, não posso só ficar a encarando igual uma maluca.”

- Olá, eu sou Fanalis B. Ria, a mulher que vai virar a Rainha dos Piratas e estou aqui porque... Porque eu te vi passando um dia desses e te achei muito interessante, aí decidi vir aqui conversar... Afinal, se juntarmos duas belas ruivas como nós, o que poderia dar errado, não é mesmo? –

Quando dissesse o segundo porque, seguraria a mão da garota a olhando fixamente nos olhos e aproximando meu rosto lentamente ao dela, mas sem que parecesse que iria beija-la, é claro que se ela fosse uma louca que quisesse beijar uma desconhecida naquele momento, eu deixaria que as coisas fluíssem tranquilamente. De todo jeito, mais tarde eu teria tempo para ela, antes, queria tirar algumas dúvidas que assombravam minha cabeça em relação a quem é certo e quem é errado nessa história toda. Olharia por cima do ombro da garota, na tentativa de visualizar a parte de dentro da casa, mas logo voltaria a olhar nos olhos dela e diria, continuando com a meu tom de voz sensual para com a garota.

- E você... Qual é mesmo o seu nome? E o que é esse lugar tão escondido aqui no meio do nada? Posso entrar? –

“Seria algum tipo de recepcionista ou coisa parecida? Até onde eu sei, ela pode ser uma agente disfarçada também ou uma marinheira... Aquela moça do bar podia ter me falado mais algumas coisas, pelo menos ela me deu algum rumo, ainda bem que eu aprendi a atuar com aqueles... Revolucionários? Artistas do circo? Malucos? É, acho que posso ficar com malucos, que conheci em Loguetown, não que eu vá esconder quem eu sou também, mas pode ajudar na arte da sedução, eu não era tão boa quando conheci a Ruiva Guin, por exemplo.”


Soltaria as mãos da garota e colocaria as mãos segurando minha própria cintura, enquanto olharia melhor para o lugar em volta da casa e dentro da mesma. Logo depois, pegaria meu chapéu e o deixaria dentro de minha bolsa, já não estaria gostando de me manter tão formal. Se a garota tivesse deixado que eu entrasse no lugar, eu entraria normalmente e me sentaria onde ela me indicasse, caso a mesma o fizesse, se me oferecesse algo para beber ou comer, aceitaria, mas se ela não me deixasse entrar, diria calmamente, como se soubesse o que estava fazendo e falando naquela situação onde estava totalmente perdida sem entender nada com precisão e indignada em relação às roupas que usava, ainda mais agora que a ficha havia caído sobre as mesmas. No caso de a garota não me convidar, faria uma acrobacia ao colocar minha mão em cima da cabeça dela e pularia por cima de seu corpo, girando o meu próprio, caindo atrás dela, de frente para o cômodo e de costas para a ruiva, então me sentaria no primeiro móvel que visse, que servisse para isso, como uma cadeira ou sofá.

“Por que diabos estou usando essas roupas? Depois preciso colocar meu vestido de sempre, não tinha me tocado, mas acho que com um vestido teria maior facilidade para seduzir essa garota... Se bem que eu já sou perfeita em tudo que eu faço, então não sei se mudaria muita coisa também... É, não mudaria nada, acho que apenas me sentira mais confortável mesmo...”

- Escuta, eu sou amiga de alguém que trabalha aqui, seu codinome é Albion, o Doutrinador, queria ter uma boa conversa com ele, mas se não for possível, posso falar com você mesma... Tenho algumas dúvidas sobre um “fora da lei”, o atual dono da J.J. Library, seria interessante conversar com o Doutrinadeiro, ele poderia vir aqui tentar me doutrinar e fazer com que eu o ajude, fazer jus a sua alcunha ou algo do tipo. –

Faria aspas com os dedos quando falasse “fora da lei”, não tinha certeza de se aquele bibliotecário era realmente culpado e não queria fazer falsas acusações do nada, além do que, eu provavelmente ainda não saberia de quase nada sobre as pessoas que teria que lidar naquela casa e as informações obtidas não são totalmente confiáveis, levando em conta que poderiam ser resumidas em uma mera conversa aleatória de bar.

Caso a pessoa me trouxesse algo para comer, vorazmente começaria a devorar vários do que quer que fosse, na tentativa de acalmar um pouco minha fome, se houvesse bebida, beberia metade do copo, com o intuito de que ajudasse a descer aquilo que comesse ou simplesmente por beber mesmo, o importante seria matar minha fome com o alimento, caso me fosse oferecido algum. Assim que desse a golada na bebida, supondo que o doutrinadeiro tivesse aparecido e que tivesse alguma bebida, isso em um cenário ideal ou mesmo em um caso onde apenas ficasse conversando com a garota, sem sequer conseguir entrar no barraco, falaria para quem me escutasse normalmente, sem sequer tocar no assunto da luta na biblioteca, como se tudo estivesse na mais perfeita paz.

- Eu só tenho algumas perguntas, coisas que soube por aí... Por acaso, pelo que me falaram, o tal do Mordomo faz coisas ilegais por aí, mesmo sendo gentil, ele ajuda piratas e coisas do tipo, dando abrigo e vai saber mais o que... O que exatamente ele faz de ilícito para que as pessoas não gostem dele? Não me diga que ele apenas dá abrigo e deixa que piratas se reúnam, porque isso não é nada demais aos meu ver. E outra, o que exatamente vocês querem com ele? É o tesouro, não é? Eu sei que é o tesouro! Estou atrás de um também, quero comprar alguns brilhantes, se é que me entende. RIAHAHAHA. –

“Mordomo... Por que diabos chamam um bibliotecário de mordomo? Será pela sua aparência ou ele teria algum passado estranho? Depois eu vejo isso...”

Daria uma gargalhada ao final, olhando para a face de todos que estivessem me escutando, para ver suas reações sobre minha pergunta, agentes deveriam ser treinados para conter suas emoções, mas mesmo assim, poderia ser que alguns deles não tenham se desapegado completamente, mas tudo poderia ser apenas uma encenação por parte daqueles que conversassem comigo. De toda forma, escutaria a resposta, caso houvesse alguma, queria ter uma ideia maior sobre o que ocorria.

“Parando para pensar agora, aquela garçonete me disse coisas apenas sobre o Doutrinadeiro e o Mordomo, mas nada sobre a ilha, ainda não sei quase nada sobre The Wonderful Land e Toca do Coelho... Talvez o pessoal aqui possa me dar seu ponto de vista sobre o local.”

Ajeitaria minha gravata ao meche-la um pouco para os lados, sempre mantendo a posição elegante de meu maravilhoso corpo, caso alguma bebida tivesse sido servida, nesse momento, daria mais uma golada para que não ficasse com a garganta seca, se não, engoliria em seco mesmo, antes de continuar. Feito o que queria, olharia para a pessoa ou as pessoas com quem estivesse conversando e continuaria com meus questionamentos, dessa vez, mais focada na ilha em si, mantendo minha postura confiante, meu sorriso simpático e o semblante sagaz de sempre.

- E o que pode me dizer sobre essa ilha? Queria entender mais sobre a tão falada Toca do Coelho e The Wonderful Land. Cheguei aqui a pouco tempo, teria algum problema, conflito ou coisas do tipo, além de toda essa história do Rabo de Cavalo, que estavam atacando mais cedo ou tudo se resume a isso mesmo e o tesouro dele? –

“Eu sei que tem mais coisas, apesar dessa reviravolta, onde o mocinho vira o bandido e o bandido o “mocinho”, mocinho entre aspas, porque o governo, de mocinho não tem nada, deve ter mais coisas nessa ilha, mais podres ou mais coisas boas como a ruiva que apareceu aqui e a garçonete que estava no bar... Tem horas que nem eu sei se sou a vilã ou a mocinha, calma, eu sou uma pirata, eu sou a vilã, isso... Ainda tenho que fixar essa coisa de vilã na cabeça...”

De novo, escutaria atenta a qualquer resposta que me fosse dada sobre a pergunta que fora feita, é muito importante ter informações para poder continuar e agir de acordo com o que se sabe. Por fim, os questionaria sobre sua própria índole, olhando com um sorriso desconfiado, sem sequer tentar esconder minhas verdadeiras intenções naquele momento, tudo que queria era ter a certeza de tudo sobre aquele grupo e o que estavam tramando.

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- Então, me diga, esse lugar... O doutrinador... Vocês são realmente mercenários ou seriam agentes do governo disfarçados? Os famosos CP não sei o que? Deve ser uma pergunta estranha, levando em conta que se estivessem disfarçados, provavelmente não me diriam... O detetive da minha tripulação não sou eu, então não estou me atrelando muito a detalhes e deduções, quero apenas resultados. –

“A não ser que digam que sim, a negação deles não me interessa, existem infinitas variações desculpas que poderiam ser dadas em uma única frase, para que façam parecer que não são os tais agentes e é como meu pai dizia, sempre tem algum fundo de verdade em uma mentira, por mais absurda que seja e eu acredito nele.”

- Até logo, nos vemos mais tarde, tenho que resolver algumas coisas... Principalmente você, ruivinha. RIAHAHAHA. -

Dessa vez, ao escutar sobre a última pergunta, terminaria minha bebida, se tivesse alguma e me levantaria já me despedindo, isso se já não estivesse em pé, dando uma pequena cantada na garota com minhas palavras se ela ainda estivesse por perto e rindo dá minha própria ousadia. Com isso, andaria até o lado de fora do lugar, isso se já não me localizasse fora da casa, é claro. Assim que o fizesse, espreguiçaria minhas costas ao empurrá-las com as palmas das mãos e andaria na direção da cidade, refletindo sobre todas as coisas que havia escutado e visto naquele lugar.

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptySeg 03 Dez 2018, 19:16




Fanalis B. Ria

Sobre o tapete da visão! A falsidade da maravilhosa ilha!

O bar havia lhe esclarecido várias coisas, a primeira delas sendo a visão, com um anjo daqueles sendo uma das garçonetes você logo voltaria lá, quem sabe uma visita mais pessoal, infelizmente não havia tempo para coquetéis mais exóticos, há uma missão para se fazer no momento, e um objetivo a se cumprir, mantendo sua mente para o lado ético era possível perceber isso, mas como isso foi difícil, seguindo para a área indicada seus pensamentos lhe encontraram, o silêncio, a calmaria, e a agradável brisa, foram propícios para tal acontecimento já que não se tinha muito para fazer, enquanto que havia-se muito no que pensar, tantas informações e tão poucas estavam fixadas em seus neurônios, bem como organizadas.

Jerome Jazz era a principal peça do quebra cabeça, ele era o ponto inicial, sua criação, a biblioteca, agora encontrava-se dentro de uma grande rixa, Albion de um lado, o qual aparenta estar tentando botar ordem no lugar, faturando um extra por trás disso, tendo apoio popular e talvez militar, ele estava dentro dos planos da marinha agora, do outro lado estava o jovem Lupin, herdeiro do lugar e o exército de um homem só, já que até o presente momento ninguém parece estar o apoiando, essa guerra iria acabar mal de qualquer forma, e o lado que iria ruir era óbvio. Mesmo assim Jazz era cotado como bondoso e gentil, qualidades um tanto que… Opostas a um pirata, seja qualquer que fosse sua índole, ele havia conseguido uma fortuna, a qual, provavelmente, está nas mãos de seu primogénito, que tanto pode ser um mocinho, quanto um vilão, não há informações o suficiente para o julgar, pelo menos não para você, já que segundo a garçonete, a marinha tem o que precisa para emitir ao jovem uma voz de prisão.

Quem é Lupin? No final das contas a pergunta apareceria em sua cabeça, uma indagação até boba, mas que no final poderia ser usada para organizar pensamentos com base em seus conhecimentos.

Assim que fora chegando mais perto daquela cabana, e possível esconderijo de Albion, seus pensamentos sumiam no ar, como se fossem nuvens eles se dissiparam, limpando sua visão, facilitando de certa forma, sua concentração no que estava por vir, as nuvens no céu ainda bloqueavam o calor solar, impedindo que o grande monarca dos céus se exibisse, a cada passo seu coração batia mais forte, aguardando que uma luta viesse pela frente, mas ele acabou se agitando pelo contrário, ao ver o ser angelical do outro lado da porta sua expressão mudava rapidamente e um sorriso malicioso quase surgia-lhe ao rosto, a jovem, por outro lado, nem suspeitava do que se passava em sua cabeça.

- Err… Está tudo bem? - Chegou a questionar a jovem, visto que você ficou atônita por poucos segundos.

Ter dito a frase em voz alto lhe fez repensar se teria sido uma boa desculpa, na verdade ninguém culparia a garota de fechar a porta na sua cara e chamar a marinha, encarando os fatos de maneira crua, você acabou de dizer que a stalkeou, e a situação tornou-se ainda mais embaraçosa quando suas mãos foram ao encontro das dela, a falta de reação dela se espalhou por todo seu corpo, cantada por homens a bela jovem certamente já foi, agora por mulheres parece ser a primeira vez.

- Ah… Eu… Nossa… - Suas bochechas rosadas indicavam que não havia uma resposta pronta para aquela situação. - Sim, meu nome, sou Jiru, muito prazer senhorita Fanalis, e essa é a minha casa. - Ao ouvir sua última pergunta a jovem forçaria o cenho, como se processasse tal questionamento. - Sinto muito, mas não posso deixar você entrar. - Ela respondeu rapidamente enquanto olhou para a sala em mesma velocidade.

Onde vocês estavam era uma sala de estar, a jovem e a porta bloqueavam a maior parte da visão, mas pela fresta dava-se para perceber um sofá, revistas comuns, algumas de fofocas, outras sobre cosméticos, uma pequena e baixa mesa quadrática de centro, feita quase que inteiramente de madeira e vidro, com gavetas nos aparentes lados da mesma, e pernas de aço.

- Amiga do Albion? Por essa eu não esperava, e que tipo de amiga você é? Pra ele precis… - Os olhos da jovem rapidamente fazem uma varredura pelo seu corpo, a analisando, e como se uma pedra a acertasse, um sorriso se abriria em seu rosto, como se alguém lhe tivera contado algo óbvio. - Ah! Entendi, esquece. - A jovem deu uma pausa e olhou outra vez para trás. - Acho que não há problema, venha.

Jiru abriu a porta e lhe guiou até o sofá azulado, o qual ficava de costas para uma janela lateral, ou no caso, frontal da cabana, ela foi até um cômodo e ao voltar tinha uma jarra de água consigo, lhe servindo um copo pouco antes de sentar no outro sofá, o qual ficava de frente para você.

- Então senhorita Fanalis, eu não faço a menor ideia de quem seja o tal dono da biblioteca, apenas sei o que os boatos contam, Albion é meu amigo e não me conta muita coisa, alguém o atacou naquela biblioteca, isso eu sei, mas ele não me quis dizer nada. - Para sua segunda pergunta a jovem parou e pensou. - Albion não me disse o porquê de o chamarem, apenas que não queriam ver mais ninguém naquele lugar, eu não sei nada mais que isso.

Ao fazer perguntas sobre a cidade em si, a jovem ficou surpresa, reação contrária a sua risada.
- Bom a Toca do coelho é esta cidade, confusa e cheia de criminosos e escadarias, mais que o normal até, claro os criminosos existem em grande quantidade também, mas eles costumam aparecer mais a noite, e se há conflitos? O tempo todo, mafiosos, gangues rivais, esse tipo de coisa, o daquele mordomo é somente mais um.

E assim que sua última carta foi jogada, a jovem bufou, parecia estar um pouco ofendida, ou quem sabe, transtornada.
- Já disse, não faço parte do trabalho de Albion, não coloque vocês, e não sei com que ele trabalha, ele traz comida e paga as contas, honestamente. - A ênfase na última palavra fez a jovem lhe encaram enquanto a dizia. - Você está me acusando de ser uma daquelas aberrações do governo mundial?! - Com seu comentário, a jovem indignada, se levanta. - Entra na minha casa! Me faz perguntas sobre outras pessoas! E ainda por cima tem a audácia de me xingar! Que tipo de modos vocês piratas tem não é mesmo?!

Antes que qualquer palavra saísse de sua boca, ou até mesmo antes de qualquer reação sua, a calma jovem que estava a sua frente agora tinha uma arma em mãos, um revólver, a única reação que você pode ter foi a de mover o braço.
Bang!
Um tiro à queima roupa, impossível de se errar, então porque sua respiração continuava? Sua visão estava turva e você havia caído para trás do sofá, já que o mesmo havia virado, graças ao seu movimento de ir para trás.
- Fanalis… B… Ria… - A voz jovial e feminina de Jiru continuava enquanto a mesma se aproximava, era possível dizer pelos passos, mas algo tinha mudado, seu tom de voz estava mais... Sedutor, ela estava gostando daquilo? - Para uma não detetive, fizeste um bom trabalho ruiva, espero que tenha gostado de minha beleza.

Um beijo poderia ser ouvido, na arma provavelmente, e então um chute, o qual lhe fez voar para a porta e a quebrar com suas costas, espalhando a madeira por todos os lados, ao cair, seu corpo rolou pelos degraus, do mesmo material de quase toda a casa, e caiu na grama, o chute havia sido forte demais para uma pessoa normal.
- Eu quero me divertir um pouco, anda, levante e lute. - Sua foice caiu ao seu lado. - Sou Jiro, a roseira mortal, agente do governo e sua algoz, prepare-se para morrer.

A que se anunciava já estava com um sabre em uma mão, e a pistola noutra, em posição de combate ele lhe encarava com um belo sorriso. O que estava acontecendo?

Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Lupin:
 

Jiru, a roseira mortal:
 

Ferimentos:
 

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Aventuras:
 


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptyTer 04 Dez 2018, 21:25

Uma Agente do Governo!? Sem Um Ombro, Mas Imparável!

Algo inusitado ocorria naquele momento, naquela casa, naquela situação, a garota que eu achava não passar de uma simples recepcionista ou coisa parecida, se revelou sendo uma poderosa agente do governo, tendo conseguido me dar um tiro e me arremessar para fora da casa, antes que eu pudesse reagir. Ainda não teria dissolvido tudo que havia ocorrido, ainda deitada no chão, colocaria a mão do meu braço bom sobre o ferimento da bala, olhando para o céu e tentando ignorar as dores corporais que ainda sentia pela luta na biblioteca, as por ter sido lançada para fora do barraco com tamanha violência e da bala que havia levado, apenas pensando no que havia descoberto sobre aquela garota.

“Ela é uma agente? Que maldita bipolar, uma hora diz não ser e do nada muda de opinião assim... Esse ombro, parece que é tiro ao alvo para levar balas de graça, é a segunda vez que isso acontece... Eu queria capturar ela, mas não posso lutar normalmente sabendo que ela é tão forte a ponto de me acertar em um momento de distração, vou ter que lutar a sério... E aquele Albion, agora não dá para afirmar nada, apenas que essa garota o conhece.”

- Tsc... Meus parabéns por ter me acertado, Rosa... Mas eu não tenho a menor intenção de morrer aqui, além de saber que isso sequer seria possível e sim, eu realmente te achei bonita, mas isso não vai me impedir de fazer o que tenho que fazer... –


Diria lentamente, mas tentando manter meu tom normal, sem demonstrar fraqueza, dor ou coisas do tipo, enquanto me colocasse de pé, ainda segurando meu ombro, sendo que assim que me levantasse, chutaria minha foice para cima, já soltando meu ferimento de bala e a pegando com a mão que ainda estava boa, mantendo sua lâmina apontada para baixo, mas logo a posicionando com a ponta do cabo, como se servisse de apoio. Feito isso, falaria mais algumas palavras, demonstrando minha confiança e astúcia para com o que ocorria com um sorriso.

- Uma agente do governo que entrega o jogo tão facilmente... Como se eu pudesse perder para você! –

“É melhor acabar logo com ela e cuidar desse ferimento, ainda bem que eu não gostava muito dessa roupa, mas mesmo assim... MALDITA! Espera, ela tem um sabre!? Que arma legal, acho que eu nunca tinha visto uma dessas...”

Por ser uma ferreira fissurada em armas, não conseguiria me conter vendo aquelas que Rosa segurava, poderiam nem ser as mais bem trabalhadas do mundo, mas mesmo assim, são armas e se tinha uma coisa que eu gostava nessa vida, além de perseguir meu sonho de ser a Rainha dos Piratas, era forjar armas dos mais variados tipos, sempre tentando inovar em minhas criações, de modo que qualquer conhecimento fosse bem-vindo, o que me levaria até mesmo a me esquecer por alguns breves momentos do ocorrido e fazer algumas perguntas, estando mais descontraída e com a voz mais relaxada.

- Antes de começarmos, sua louca bipolar, onde conseguiu esse sabre? Foi você que fez? Comprou? Foi em uma loja aqui perto? Algum ferreiro conhecido seu, talvez? Eu queria fazer um de presente para um amigo meu... Também queria saber dessa sua arma, eu... –

“É mesmo, ela atirou em mim, eu estou muito puta com isso, verdade! Tenho que estar!”

- Deixa, depois eu descubro sozinha... -


Ditas essas palavras, fecharia meu semblante, mostrando como estava brava e mais uma vez posicionaria minha foice, dessa vez, com sua lâmina atrás de mim e com a ponta voltada para cima, enquanto a posicionasse, já correria na direção da garota, sendo que como a mesma portava uma arma de fogo, não correria em linha reta, faria movimentos de ziguezague, variando a direção enquanto eu corresse em sua direção, indo hora para direita e hora para esquerda, sempre evitando de ficar na mira de sua arma, além do que, manteria a grande lâmina de minha foice entre mim e ela, de modo que caso viesse a atirar em mim com êxito, as balas fossem impedidas de me acertar ou desviadas. Durante a corrida, já começaria a imaginar um movimento que pudesse ter êxito em acabar com aquilo, dada a situação.

“Incapacitando meu ombro, ela impossibilitou grande parte das minhas técnicas, mas não é como se eu tivesse perdido.”

Quando conseguisse me aproximar da garota, me abaixaria rapidamente em sua frente, já girando algumas vezes minha foice em cima de meu corpo horizontalmente, utilizando meu braço ainda bom e mantendo o outro quieto. O objetivo desse movimento seria que a ponta da foice atingisse ela pela lateral do corpo em uma grande estocada dilacerante, é claro que ela poderia se esquivar ou bloquear, nesse caso, já traria de volta a foice para mim, indo em sua direção, caso tivesse se afastado, e giraria minha arma de modo que a lâmina ficasse próxima ao chão, voltada para trás e o cabo voltado para cima, então levantaria um pouco meu corpo.

“Isso deve funcionar...”

Se me posicionasse como queria, passaria uma das pernas na frente do cabo de minha arma e a puxaria para trás com a perna, enquanto empurraria com a mão para frente, dando um grande impulso para que a arma gire em alta velocidade, se tornando praticamente uma serra no ar que se moveria um pouco na direção da garota. A acertando ou não, pegaria a foice de volta ao colocar a mão em seu centro, antes que a mesma caísse e segurar a mesma pelo cabo.

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- Você é persistente, Rosa, se não fosse eu aqui, você poderia sair vitoriosa... –

Diria levemente irritada, embora estivesse até me divertindo com a luta, durante a fala, já partiria mais uma vez para cima dela, sendo que dessa vez, tentaria um corte diagonal, ao balançar a foice que segurava com apenas uma mão e tenta atingir de seu ombro esquerdo, até sua cintura, seria o mais rápida que conseguisse, tentando fazer com que a ponta da lâmina entrasse o mais profundamente possível em sua pele no instante em que a atingisse.

Assim que esse movimento fosse executado, a acertando ou não, aproveitaria do impulso do ataque para girar meu corpo, já andando em sua direção para me aproximar mais, durante o giro, tentaria atingir a lateral de seu abdômen com o cabo da foice, violentamente, mas meu objetivo principal seria acerta-la com uma estocada, dada pela lâmina da foice em um corte vindo horizontalmente, visando atingir a garota em seu ombro.

Com isso, daria um salto para trás, me distanciando um pouco da garota e mais uma vez avançaria em sua direção, mas pularia rotacionando meu corpo junto de minha foice, tentando passar por cima dela e atingir suas costas ao fincar a ponta da lâmina de minha arma nela. Faria esse movimento de modo que caísse em pé, de costas para Rosa, já me preparando para seu próximo movimento, dando um grito pouco antes, brava por essa luta ter chegado até aqui, se fosse o caso.

"Como assim, ela ainda está viva!?"


- CAIA LOGO, DESGRAÇADA! –


Caso tivesse conseguido chegar nas costas dela, tendo a acertado ou não, sem olhar para trás, moveria meu braço de modo que a parte de trás da lâmina de minha foice, que não tem corte acertasse com força na lateral da garota e logo depois, rotacionaria mais uma vez, mas na outra direção, sendo que junto da foice, moveria meu corpo, para que ficasse mais uma vez de frente para ela, tentando dessa vez dar uma estocada horizontal, atingindo a outra lateral do corpo da Rosa.

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Logo depois desse movimento, giraria minha foice em torno de meu corpo, junto de seu cabo em torno de si mesmo, fazendo com que sua lâmina ficasse atrás de mim, com sua ponta voltada para cima, sendo que durante esse giro, tentaria acertar a garota com o cabo da foice, mas a acertando ou não, faria o movimento que pretendia, giraria em sua direção a foice quatro vezes, tentando acertá-la na cabeça com cortes verticais que iriam até sua cintura, se acertassem com êxito e fizessem o que eu pretendesse no momento.

Por fim, tendo êxito em atingi-la ou não, giraria levemente o cabo da foice em minha mão, de modo que a lâmina da mesma se voltasse para cima em minha frente e utilizando o próprio braço da mão que segurava a foice como apoio, giraria a mesma verticalmente três vezes ao tentar atingir do centro de sua cintura até o seu queixo em um corte vertical, feito isso, pararia o movimento, pulando para trás e me distanciando um pouco, a olhando diretamente nos olhos com um sorriso, enquanto tentaria não demonstrar a dor que sentia nos ferimentos que latejavam e o enfraquecimento devido ao sangue perdido, diria confiante, sabendo que venceria, mesmo que não parecesse ser o caso ou que fosse uma realidade distante, independente do que tivesse acontecido, meu orgulho superaria qualquer dificuldade e estaria acima disso.

- Você é forte, para ter aguentado chegar até aqui... Provavelmente não é qualquer uma, já deve ser alguém no governo... Mas mesmo assim, não é como se eu fosse perder aqui! –

Durante o combate, me manteria sempre em movimento, tentando nunca ficar na mira de sua arma, de modo que se em algum momento a garota fizesse algum disparo em minha direção, eu tivesse a chance de me esquivar. Além disso, sempre que me afastasse da garota ou pulasse, deixaria a lâmina de minha foice em minha frente, mais precisamente entre mim e a arma de fogo, de modo que possíveis balas vindas em minha direção fossem bloqueadas.

Talvez Rosa tentasse usar de seu sabre para me acertar, se esse fosse o caso, me esquivaria ao retirar meu corpo do trajeto de seu ataque, sendo que se ela tentasse um corte na horizontal, eu pularia por cima dela ou me abaixaria, dependendo da altura, se fosse abaixo da cintura, pularia, acima, me abaixaria. Caso tentasse um corte vertical, me esquivaria ao me movimentar para a lateral, de acordo com o golpe dela, indo sempre para o lado mais propício a ter êxito em desviar de seu ataque. Se ela fosse me cortar pela diagonal, eu me esquivaria ao ir para o lado, indo para o lado de onde o corte viesse, se fosse de cima para baixo ou na mesma direção do corte, se fosse na diagonal, de baixo para cima. Em casos de estocadas, retiraria a parte do corpo que fosse almejada da direção, ao mexer minhas articulações para os lados, seja a cintura, o pescoço, as pernas ou os braços, sempre o mais propício para me esquivar.

Talvez ela tentasse algum golpe contundente como um soco, um chute ou uma cabeçada, nesse caso, para sair do caminho, faria dos mesmos movimentos que os que faria para me desviar de seu sabre, ainda mais porque o sabre é como se fosse uma extensão de seu próprio braço, mas com uma lateral cortante e provavelmente muito afiada, meu objetivo seria não ser tocada por ela em nenhum momento.

Se por algum motivo eu fosse jogada longe, assim como ela fez com meu corpo da última vez, eu lançaria minha foice mais a frente de onde meu corpo cairia, girando, de modo que a lâmina da mesma se encravasse no chão, se conseguisse, me mexeria ainda no ar para que meus pés fossem de encontro  com o topo da foice e eu parasse em cima dela ao realizar essa acrobacia, mas logo pularia de volta no chão, já pegando a foice e continuando com a luta.

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Caso ela bloqueasse algum de meus ataques, recuaria um pouco a foice pelo mesmo lado que tivesse a atacado, mas fazendo o movimento contrário, já me preparando para o movimento seguinte que faria contra a garota. Se ela se esquivasse ao ir para trás ou se afastar de alguma forma, iria em sua direção, mas nunca andando em linha reta, sempre tentando evitar de ficar na mira de sua arma de fogo e deixando a lâmina de minha foice entre mim e ela.

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptyQui 06 Dez 2018, 18:46




Fanalis B. Ria

Caí o disfarce! A roseira mortal

Algo estava errado, muito errado, a simpática garota que acabava de lhe atender em poucos segundos foi de simpática, para psicopata, a mudança de clima e situação foi tão brusca, que seu cérebro tentava buscar algo para agarrar, em um momento vocês bebiam água, e em outro ela atira contra sua pessoa. A bala alojada em seu ombro ardia como fogo, a sensação de dor era bem parecida com a de queimação, era como se você estivesse forjando uma arma, e deixasse uma parte do metal fumegante encostar em seu corpo antes de o esfriar na água, a ardência ia passando aos poucos, mesmo assim o gosto amargo do metal iria ficar no seu consciente, não que isso não houvesse acontecido outrora, talvez fosse tempo de tatuar um alvo em seu ombro.

Sua movimentação de foice era algo tão natural que seu corpo reagia como se fosse pegar uma xícara para beber café, seus olhos nem mesmo precisavam acompanhar a trajetória da arma para ver se sua ação havia sido bem sucedida, isso lhe mostrava sua grande curva de aprendizado, desde o East Blue até agora na Grand Line, de roubar munições à causar o caos em cidades, grandes coisas lhe aguardavam adiante, e não seria uma agente do governo que a pararia de seguir em frente.

- Eu não entreguei o jogo, o jogo acabou, porque acha que Albion não está aqui? - Dizia a garota com um tom sério, apesar do sorriso no rosto. - Pobrezinho do bibliotecário.

Mesmo a situação caminhando para a pior ainda sim era possível ver resquícios de sua essência, seu lado ferreiro é rapidamente despertado ao botar os olhos na arma de sua oponente, um belo sabre prateado, que parecia ser bem comum, não havia nada nele que chamasse a atenção, sem ser por sua forma.

Spoiler:
 

Por outro lado a agente não parecia ligar nenhum pouco para você e seus comentários, disparando contra sua pessoa sem nem hesitar, e ainda durante sua fala, algo um pouco rude de se fazer, mas sua agilidade foi maior e movendo seu corpo foi possível desviar dos projéteis facilmente.
Spoiler:
 

O momento de descontração havia passado, agora era tudo ou nada, para seguir era preciso acabar com a luta, e pela postura da jovem, o embate somente acabaria com a morte de uma das duas, o giro de sua foice e o balançar do sabre de Jiru somente confirmavam o que ambas já sabiam, a luta começaria. Correr direto para a inimiga seria um erro fatal, por esse motivo seu corpo se movia em zigue e zague, nunca permanecendo em um padrão, já que o plano era escapar da mira inimiga, rapidamente seu esguio corpo pulava de um lado para outro, saltitando no campo aberto que estava em volta, algumas balas chegaram a ser disparadas, mas nenhuma chegou a atingir, no máximo passaram o próximo suficiente para fazer seu ouvido se irritar com o zunido do ar.

Seu primeiro movimento foi bem executado, sua rapidez influenciou a agilidade e destreza a qual girara sua foice, infelizmente, ou felizmente, ela esquivou com certa facilidade, dando um mortal para trás, aquela agente do governo não cairia em um primeiro ataque, e tendo isso em mente seu segundo ataque foi posto em prática, sua visão foi o suficiente para lhe dizer onde ela cairia ao final de seu mortal, acompanhando o trajeto e se posicionando onde queria, sua foice girou, como uma serra, indo de encontro ao corpo da agente, que seria dilacerado, visto que não havia tempo para ela conseguir desviar, porém ela não quis desviar, usando seu sabre a jovem golpeou sua arma, fazendo a foice parar em pleno ar, como se ela houvesse golpeado uma barra de ferro, a arma da garota não tinha corpo para absorver tanto impacto, e ela não parecia ser forte muscularmente, como ela havia feito aquilo? Seria alguma técnica?

Sem tempo para pensar você pegou a foice no ar e recuou alguns passos, já que seu ataque não havia sido bem sucedido o mais sensato a se fazer seria sair de perto, mesmo assim, desperdiçar o calor da batalha era tolice, pelo menos para uma pirata combatente isso era impensável. O corte foi feito e apesar de não atingir a jovem totalmente, lhe causou alguma ferida, realizando um corte em sua cintura, graças às habilidades acrobáticas o ferimento não foi mais grave, um giro foi o suficiente para seu ataque não ter o impacto esperado.

O giro parecia só ter evitado um de seus golpes, mas na verdade havia evitado dois, sua estocada também passou longe do alvo, graças a distância ganha pela oponente, e isso abriu a oportunidade dela atacar, com o braço direito ela girou a espada, movendo a lâmina da mesma em sua direção, não que ela fosse lhe acertar tão facilmente, infelizmente não havia tempo para esquivar, então fora necessário uma defesa, usando do cabo de sua arma foi possível bloquear o ataque, mesmo assim seus braços tremeram e seus pés nem mesmo tiveram forças para se manterem firmes, o ataque, que veio na vertical, de cima para baixo, havia sido tão forte que a obrigou a ficar de joelhos, e lhe arrastou para trás poucos centímetros, que tipo de mulher era aquela?

De toda forma, com um salto, usando a foice de apoio, foi possível ir para as costas de Jiru, mas a continuação do ataque não fora feito como queria, ao impulsionar seu corpo na direção da sua oponente você podia ver o sorriso sádico dela, enquanto a mesma esquivava de sua foice, dando alguns passos para o lado.
- Bright bullet! - Exclamou a jovem ao direcionar a pistola em sua direção.

O disparo fora feito, mesmo com sua esquiva sendo sua melhor carta na manga havia algo estranho na bala, ela era maior que o normal, uma explosão vinda da bala liberou um brilho intenso, o qual cobriu tudo ao redor, como se o sol houvesse sido invocado por poucos segundos a sua frente, aquilo não havia sido um tiro, era uma granada de luz! A única coisa que podia se ver era o branco, a granada cumpriu seu papel, e isso era ruim, muito ruim.

Um golpe lhe atingiu, a arremessando para longe, assim que atingiste o chão outro barulho pudera ser escutado, o estalo da pistola, ela estava pronta para efetuar um disparo.
- Foi bom lhe conhecer ruiva, sinta-se honrada.


O barulho estrondoso do disparo sendo efetuado fora escutado, mas não havia qualquer outra dor em seu corpo, havia você morrido? Outro barulho acompanhava após o tiro, algo atingia o chão, e passos podiam ser sentidos, eles iam até você.
- Você é Fanalis B. Ria? - Questionava uma voz encorpada, certamente não era feminina, muito menos a da roseira mortal.
O silêncio lhe acompanhou por mais segundos enquanto que sua visão passava para turva, com isso era possível ver algumas sombras ao seu redor, caso viesse às golpear elas recuariam, mas logo você podia ver quem eram.

Spoiler:
 

- Ei! - Dizia o primeiro. - Somos aliados ok?! Sou Jeremy, capitão dos piratas Solstício, viemos aqui para ajudar.

Atrás dele haviam mais pessoas, as quais podiam muito bem se destacar em meio a população por serem piratas, não parecia que eles queriam esconder quem eram, todos que estavam ali eram o que eram, e nem pensavam em mentir, pelo contrário, jogavam na cara. O primeiro que começou a falar também foi o que continuou.

- Sei que não nos conhece, mas conhecemos você, da biblioteca, o que fez mais cedo foi impressionante.

A animação do tal Jeremy era contagiante, apesar de que outra pessoa é que lhe atraia atenção.

Spoiler:
 

- Sou May, muito prazer gracinha, sou a médica do grupo, então, eu irei lhe tratar. - Disse a loira ao se aproximar, e tocar no ombro machucado, com ela havia uma bolsa, a qual carregava diversos suprimentos médicos, os quais ela começou a tirar, um por um, e então começou o procedimento. - Pode doer um pouco, mas fique tranquila. - Ela começava. - Os outros não vão se apresentar?

O procedimento consistia da médica, com uma pinça, começar a vasculhar em meio de sua carne a bala, apesar de o ferimento não ter sido muito fundo, ou numa área mais perigosa, ainda sim era necessária cautela, e por isso o processo era lento, mesmo com a bala até um pouco visível.

Spoiler:
 

- Perdão. - O homem irrompia o silêncio com sua voz grossa. - Sou Remmnant, o navegador de nossa tripulação.

- É isso aí. - Completava Jeremy, era bem visível que ele estava engrossando a voz para se sentir superior, mesmo já tendo se anunciado como capitão. - Aquele ali é o nosso atirador de elite, Finn, ele não fala, mas escuta muito bem. - O capitão completava a frase com um sorriso.

Spoiler:
 

O homem com a carabina na mão se mantia sério, mas ao ser mencionado seu nome ele logo expressou o que parecia ser um sorriso, não dava para saber, sua máscara impedia uma visualização completa, mas ele acenou para você, era um bom sinal, e realmente ele não falou nada, quieto e sereno, como se apenas fosse uma sombra.

Spoiler:
 
- Sou Miyo. Espadachim do bando. - Disse o homem com tom sério, tanto na voz, quanto no rosto, ele não parecia gostar de conversas, sua cimitarra comprovava isso, homem de poucas palavras.

Aquele bando não parecia ser tão distante do seu, era somente mais controlado, seus companheiros de certo não podiam ser copiados, suas existências eram únicas, eles todos estavam posicionados a sua volta com sorrisos, pareciam estar felizes.
- Continuando. - Voltou a falar Jeremy. - Viemos aqui por uma simples razão, ajudar.

Sua cabeça poderia não processar muito bem o que havia acabado de acontecer, ao fundo podia-se ver o corpo caído de sua inimiga, um tiro certeiro nas costas, bem na direção do coração, a fumaça vinda da carabina de Finn apenas confirmava que fora ele o culpado da morte.


Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Lupin:
 

Jiru, a roseira mortal:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptySex 07 Dez 2018, 11:08

Recuperação! Aparecem Os Piratas do Solstício!

Eu me sentaria olhando para os piratas que haviam brotado do nada ao esbanjar um sorriso, com os olhos fechados, mas logo os abrindo de novo, olharia bem para cada um enquanto se apresentavam. Deixaria que a garota me tratasse e durante o ato, diria algumas doces palavras, os respondendo em relação a sua chegada, coisa essa que não havia me impressionado tanto, já que minha grandiosa presença costumava atrair pessoas, embora fosse uma surpresa que aparecessem naquele momento, embora os pensamentos que se passavam em minha mente não tivessem muito a ver com o fato de que eles me ajudariam no futuro com seja lá o que eu fosse, ao menos por enquanto.

- Piratas do solstício, ein? Certo, eu ia acabar com aquela agente logo, mas já que decidiram aparecer, ao menos adiantaram as coisas enquanto eu ela estava distraída comigo... Mas não interfiram de novo em minhas lutas do nada, podem acabar se machucando... Imaginem se ela fosse tão forte quanto eu. –


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“Mais uma vez fui interrompida no meio de uma luta, acho que nunca vou conseguir um x1 digno pelo jeito, sempre acontece alguma coisa, sejam meus companheiros, seja uma fuga por parte do outro lado, seja alguém aleatório aparecendo e matando meus inimigos... Bem, de toda forma, eu ia acabar com ela, já havia a machucado gravemente e estava me preparando para reagir a ter sido lançada naquele momento de distração e correr em sua direção... Foi ai que esses piratas chegaram... Mas qual será a deles?”

Estalaria meu pescoço ao passar a mão por cima de minha cabeça, a puxando e logo depois a empurrando para o lado, então daria uma olhada em minhas vestes cobertas pelo sangue que saíra do ferimento, coisa que me incomodaria bastante, levando em conta que gostava de manter minha higiene impecável ou perto disso. Com isso, olharia para o ferimento e logo depois para aqueles que me cercavam, dizendo algumas palavras durante o tratamento, sempre tentando segurar a dor, de modo que não esboçasse fraqueza sobre aquilo, afinal, já havia sido baleada algumas vezes desde minha saída de Conomi Island, daria até mesmo uma gargalhada ao final de minha fala, pensando em planos futuros para aquela bala alojada.

- Poderia me deixar essa bala? Quero tentar uma coisa com ela, nada que precisem se preocupar, ou precisam... Brincadeira. RIAAHAHAHA. Vamos entrar na casa, preciso me trocar e lá podemos conversar melhor, algum de vocês sabe um pouco de carpintaria? Queria concertar a entrada da casa, eu acabei quebrando ela durante a luta com a garota... –

“|Vamos ver... Um capitão, uma médica, um navegador, um atirador e um espadachim... É realmente um bando completo, talvez tenham mais deles por aí... Mas eles não disseram com o que exatamente gostariam de me ajudar, isso não me ajuda muito, no final aposto que eu é que vou ajudar essas pessoas... Ao menos elas poderiam me ajudar a ajudar elas... Hahaha.”

Escutaria se algum deles quisesse me dizer algo durante o tempo que passássemos do lado de fora da casa, mas assim que a médica terminasse o tratamento, sorriria para ela, guardaria a bala em minha mochila, pegaria minha foice e a colocaria nas costas, então me levantaria devagar para não forçar as costas e o abdômen dos quais sentia uma leve dor por ter sido arremessada de surpresa e ter caído de mal jeito no processo. Estando de pé, andaria até o corpo da mulher que estava na casa, ela tinha usado algo que tinha me interessado.

“Aquela granada de luz que saiu de sua pistola foi muito interessante, imagino que tenha usado alguns elementos químicos que reagem e explodem sem causar estilhaços ou danos quando entram em contato, além de um forte clarão, é claro. Imagino se ela não teria mais dessas balas em sua arma ou em suas coisas...”

Me aproximando do corpo, me agacharia ao seu lado, fecharia os olhos da garota se estivessem abertos, colocaria o chapéu em minha mochila sobre seu rosto e checaria seus bolsos, pegando qualquer coisa que tivesse de valor ou parecesse interessante, como algum papel escrito, retrato ou coisa parecida, isso se houvesse algo, de toda forma, encontrando alguma coisa ou não, pegaria seu sabre e o arremessaria para trás, com cuidado para que não acertasse ninguém, de modo que ficasse cravado no chão em frente a casa, depois, checaria sua arma de fogo, para mim, que tinha uma facilidade absurda com todo tipo de armas, provavelmente não seria nem um pouco difícil de entende-la e manuseá-la, checaria a munição e se teriam mais alguma daquelas granadas de luz que ela havia utilizado contra mim em seu último ataque, com isso, pegaria a munição, caso houvesse alguma e a arma de fogo, então as colocaria em minha bolsa, deixando no lugar junto à garota a pistola sem munição que carregava comigo, então a olharia com um semblante um pouco triste por alguns instantes, até sorrir novamente e desviar meu olhar para os que estavam lá.

“Ela deu bastante trabalho e eu até gostava dela, é uma pena, mas esse é o destino de pessoas que traem minha confiança, mais cedo ou mais tarde... Uma ruiva tão bonita... Que desperdício! Tenho certeza de que está em um lugar melhor agora.”

- Algum de vocês... Enterre o corpo dela enquanto conversamos! É melhor evitar um corpo se decompondo na frente desse lugar, acho que vou fazer daqui minha base enquanto estiver nessa ilha, vamos entrar... –

Diria com bastante convicção do que falava, sem demonstrar nenhuma insegurança, olhando fixamente nos olhos de cada um, precisaria ser firme naquele momento, ainda mais porque não conhecia aquelas pessoas, mesmo assim, já assumindo como se os piratas do solstício fossem meus subordinados e tivessem que acatar as minhas vontades. Com isso, me levantaria e passaria por cima do corpo cuidadosamente, adentrando o lugar e falando com um sorriso no rosto para os piratas, caso houvessem me acompanhado, dando algumas gargalhadas durante a fala e abrindo um de meus olhos ao puxar a pálpebra inferior do olho direito para baixo quando falasse sobre estar de olho neles.

- Ela deve ter algumas roupas por aqui, vou me trocar, podem ficar à vontade, mas não roubem nada, estou de olho em vocês, piratas... RIAHAHAHA. Brincadeira... Mas também é sério, estou de olho em vocês, desde que conheci Savage, penso duas vezes antes de me juntar com piratas, apesar de ser uma. RIAAHAHAHA. Na verdade, já ouviram falar sobre Savage? –

Dito isso, escutaria eles caso tivessem algo a dizer, mas logo depois faria um sinal com a mão para que me esperassem e sairia procurando pelo quarto da garota ou um quarto qualquer na casa, dando uma leve vasculhada pelo lugar, sempre observando cada mínimo detalhe, como a mobília, os cômodos, bens, dinheiro, papéis com anotações, tudo que tivesse naquela casa, queria entender exatamente que tipo de lugar era aquele e se realmente não passava da casa de uma agente no meio de The Wonderful Land ou se não estaria mais para uma base de operações que utilizava de uma casa normal como faixada. Pegaria qualquer coisa de valor que visse e pudesse carregar comigo, guardando em meus pertences, de toda forma, se conseguisse chegar ao quarto, procuraria por algum vestido, de preferência preto ou branco, já que é o tipo de traje que tenho uma maior intimidade, se conseguisse encontrar algum, me limparia e me trocaria, vestindo ele e as luvas que mantinha em minha mochila, sendo que durante a troca de roupas, pensaria nas palavras que a garota disse durante nossa luta.

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“O jogo acabou... Por que acha que Albion não está aqui? Pobrezinho do bibliotecário... Mais uma vez parece que a vida deu voltas... Pelo que entendi do que Jiru disse, o Barra de Aço foi atrás do Rabo de Cavalo e ele está em risco... Mas isso de que o jogo acabou... O que esses agentes estão fazendo aqui nesse ilha, afinal? Eu sei que agentes fazem coisas que a marinha não faz, algo como o submundo do governo, realizando o serviço sujo... Mas a ilha é dominada por grupos aleatórios... Bem, acho que o ideal é irmos o quanto antes para a biblioteca e encontrarmos ou com aquele Mordomo que esconde coisas ou com o Barra de Aço e tentar entender o que está acontecendo aqui... Tudo aponta que meu inimigo é o governo, mas nem sempre as coisas são o que parecem, pode ser que ambos sejam meus inimigos...”

Assim que acabasse de me trocar, jogaria minhas antigas vestes fora em qualquer lixo que encontrasse e logo após fazer isso e vasculhar a casa, encontrando ou não por algum vestido, ajeitaria meus longos cabelos ruivos, pegaria meus pertences e iria de encontro aos outros, de modo que assim que os alcançasse, me sentaria em qualquer móvel que encontrasse onde não houvesse ninguém, olhando diretamente para o capitão daquela tripulação e começaria a falar um pouco mais séria do que o habitual, mostrando minhas intenções sobre o que gostaria de fazer, já que ele havia oferecido ajuda, mostrando que os lideraria para o sucesso.

- Eu não conheço vocês ainda, mas não fizeram nada para trair minha confiança... Eu já me dei mal ao confiar em piratas no passado, mas mesmo assim, dou um voto de confiança para as pessoas, ao menos até que me traiam, por mais idiotas que pareçam... A situação é a seguinte, você devem conhecer o Bibliotecário já que estavam na biblioteca e também viram o homem que o atacou, aquele com quem lutei, algo está acontecendo nessa ilha e é muito estranho, tanto com o governo atacando aquele Mordomo por deixar que piratas se reúnam em seu estabelecimento, reuniões de piratas acontecem em qualquer bar ou navio o tempo todo, me parece que o Mordomo está escondendo alguma coisa e é isso que quero descobrir... –


“O que será que eles pretendem me ajudando... Eu tenho bastante interesse no tesouro, mas e essas pessoas? Melhor não mencionar sobre isso, sei bem como piratas são com tesouro, até porque eu mesma quero tudo para mim, armas decentes não são baratas, vou precisar gastar muito dinheiro se quiser fazer algo decente."

Olharia para cada um deles, começando com o capitão e terminando com a médica que me tratara, então me levantaria utilizando minha foice como apoio, sempre tomando cuidado para não forçar de mais meu corpo, levando em conta que havia me machucado um pouco. Estando de pé, continuaria com minhas palavras, se tinha algo que não se podia confiar, era em piratas, ainda mais desconhecidos, manteria meu tom firme ao os questionar sobre suas razões.

- Me digam, eu sei que sou uma pessoa fenomenal e que qualquer um que me seguir terá sorte, mas qual o interesse de vocês em me ajudar? E mais importante, além do que eu falei, o que sabem sobre o Doutrinadeiro e o Mordomo? Sabem de algo que eu não disse ou achem que eu não saiba? –

“Quero conhecer melhor essas pessoas, ao menos me prevenir um pouco, não sou muito fã de ficar lidando com o desconhecido, ainda acho que informações são tudo nesse mundo, depois de meus sonhos, é claro. Pensando nisso, depois preciso arranjar algum tempo para ler o livro do ferreiro lendário que está em minha mochila... “

Escutaria atentamente o que tinham a dizer, concordando com a cabeça e os analisando, utilizando do que sabia sobre atuação para determinar se parecessem mentir em algum momento, analisando qualquer pequeno movimento, como coceiras atrás da orelha, um desviar de olhos de quem pareça estar inventando algo ou qualquer coisa do tipo, geralmente sempre tem alguém que entrega o grupo, ainda mais com mentiras em conjunto, mas percebendo alguma mentira ou não, sorriria e falaria convicta de que teria tomado a decisão certa, já pensando em me precaver em casos de traição, fazendo uma piada ao fim, olhando para o grupo e dando um sorriso sádico, junto de minha risada.

- Entendi. Bem, é melhor irmos, o Doutrinadeiro está na nossa frente, ao menos em questão de distância geográfica, porque eu estou anos-luz em sua frente, se pensarmos em um contexto geral, mais uma coisa, se chegar em uma situação onde eu lute com ele, não interfiram, ele é meu! Ah, é mesmo, se algum de vocês decidir me trair, essa pessoa morre. RIAAHAHAAHAHA. –


Com essas palavras, viraria mais meu rosto para saída da casa, daria uma olhada em meu relógio de pulso para ver as horas e andaria na rumo à cidade, seguiria na direção da biblioteca, sabendo que lá provavelmente encontraria ao menos um dos que procurava, de modo que no lugar, analisaria a situação, levando em conta que poderia ser que algum tipo de luta estivesse ocorrendo ou prestes a ocorrer, independente do caso, se parecesse que os dois que procurava estivessem no lugar, faria sinal para que os outros piratas esperassem do lado de fora ao levantar o indicador, como se pedisse por um minuto e utilizaria de minha furtividade, juntamente de algumas acrobacias, ao entrar sem ser percebida no lugar, seja pela entrada principal, caso fosse possível, seja por alguma janela, utilizando de piruetas e mortais, sem fazer qualquer barulho, de modo que conseguisse me posicionar em ao menos algum lugar alto, como algum mezanino, ou janela, de onde olharia para as pessoas que estivessem na biblioteca. É claro que poderia ser que nenhum dos dois que procurava estivesse no lugar, nesse caso, iria na direção de Hell’s Beer, na tentativa de encontrá-los, tomando as mesmas ações de se percebesse que estavam nas biblioteca.

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptySex 07 Dez 2018, 20:32




Fanalis B. Ria

Caminhando para frente! O brilho do solstício

A aparição repentina dos “aliados” fora algo chocante, eles acabaram vindo em boa hora pelo menos o timing foi perfeito, mesmo assim eram desconhecidos, ainda que se apresentando, sua falta de crença na chegada dos piratas foi visível, sua pose manteve-se estática por um breve período de tempo, por sorte seu cérebro usou o tempo ganho para processar as informações coletadas e as organizar em sua mente, limpando sua visão, agora era possível pensar claramente. Sua mente logo voltava ao funcionamento padrão, usando de combustível seu inflado ego de rainha dos piratas, nada mais justo que se gabar pela batalha de a poco, a qual já estava ganha, pelo menos na sua cabeça, mesmo com um certa “dificuldade” a batalha estava acirrada, e seria um ótimo mano a mano, isso se, mais uma vez, sua onda não fosse interrompida.

Mais uma vez, suja, aparentemente sua higiene gosta de ser questionada durante as batalhas, não há uma em que seu corpo saia impune de sujeira, seja de sangue ou sujeira propriamente dita, dessa vez mesmo que houvesse um ferimento do qual minava sangue, o mesmo não chegou a manchar tanto sua roupa, pelo menos podia estar pior, somente a manga e parte do peitoral estavam manchados. Com sua autorização a médica começou o tratamento, sua força de vontade era forte e grande o suficiente para impedir que tanto seu rosto, quanto sua voz, esboçassem qualquer sinal que indicasse sua dor, graças a sua atuação era possível mascarar o amargo sentimento, mesmo que em algumas horas fosse quase impossível, longos minutos se passaram até que finalmente a médica pôde costurar seu ombro, o restaurando a forma natural.

- Tudo bem querida. - Disse a médica entregando a bala em um saquinho para você. - Tomei as providências para não permitir que fique uma marquinha na sua pele tão sedosa. - De alguma forma a voz daquela mulher a tranquilizava, havia como se fosse uma espécie de aroma nela o qual lhe fazia querer a obedecer.

A médica levantou e reuniu-se com o resto do bando.
- Esses idiotas tem sorte de eu estar com eles, ou todos teriam morrido. - Ela pronunciou encarando seu capitão de uma forma, não tão amedrontadora, provavelmente não era a intenção.

O mais alto daquela tripulação era o navegador, que na maior parte do tempo ficava calado, apenas encarando a situação, ele devia ter cerca de 1,80, em seguida vinha o espadachim, com quase a mesma altura, talvez uns dois centímetros mais baixo, o capitão devia ter 1,75 de altura, assim como o atirador, e a médica devia ser a mais baixa, mesmo que por poucos centímetros. Graças ao comentário da médica o capitão começou a rir, nervosamente, enquanto sua mão pairava sobre a nuca.

- Melhor médica. Salvou nossas vidas. - Comentou o espadachim.

- A ruiva tem sorte de termos a encontrado, May era a melhor médica do North blue. - Completou o navegador. - Sinto pena de lá, agora que ela está conosco não terão tanta sorte.

O time parecia ter uma boa sintonia, todos tinham uma boa conexão, ao fazer seu comentário sobre a porta o capitão abriu um grande sorriso, saltando à frente de todo seu time e buscando manter todo o foco para si.
- Eu! Eu sou o grande carpinteiro que procuras.

- Ela só pediu pra consertar a porta. - Comentou o navegador, interrompendo a animação do capitão.

- É uma tarefa importante. - Retrucou o capitão.

- Capitão importante também. - Completou o espadachim.

- Como assim também?! - Esbravejou Jeremy.

A cena cômica de interação poderia até lhe arrancar gargalhadas, porque dos tripulantes ela tirava, o navegador ria escondido, não fazendo muito alarde, assim como o atirador, que somente parecia dar um curto sorriso por trás da máscara, a médica não se controlava e caia na risada, apontando para seu capitão e rindo dele, o espadachim apenas mantia um sorriso no rosto, sem fazer qualquer tipo de barulho, talvez fosse a forma dele rir.

Levantando de maneira cuidadosa e lenta foi possível andar até o corpo de sua já falecida oponente sem se machucar ou sentir qualquer dor forte, chegando no corpo já não havia mais nada para se fazer se não o saquear, os olhos da jovem já se encontravam fechados, provavelmente isso fora feito pelo mesmo que a matou, em seus bolsos haviam papéis com localizações e nomes, entre eles haviam os de Lupin e também o seu, o nome Jerome Jazz também se encontrava presente, um retrato feito a mão, o qual se assemelhava com o rosto de Lupin, também estava presente, junto de tudo isso haviam também algumas balas, certamente munição, mas nenhuma delas era como a bala que disparada contra você, aquela era maior, essas eram de tamanho normal.

Você seguiu sozinha por um tempo enquanto todos do bando pirata se entreolharam e pareceram falar algo, a médica foi na direção do corpo abandonado e sem vida, enquanto que o resto foi realizar seus afazeres, o capitão foi ver a porta, deixando o atirador no meio do campo aberto, tendo uma visão plena de tudo, o espadachim e o navegador foram ajudar a médica, cavando o buraco.

Pouco tempo depois o resto do grupo voltou, haviam enterrado a garota usando pás emprestadas que encontraram pelas laterais da casa, enquanto que o carpinteiro e também capitão terminava de fazer uma porta, nova em folha.
- Savage? - Perguntou o capitão enquanto martelava alguns pregos. - Não, acho que nunca ouvi falar.

A médica foi a primeira a sentar-se no sofá, esticando as pernas.
- Nossa, eu to morta.

- Nem fizemos nada. - Comunicou o navegador. - Vão querer água?

- Vou ajudar. - Respondeu o espadachim.

Os dois foram até um cômodo logo a frente, curiosamente acertando onde seria a cozinha. Mas você não se importava com isso, já estava indo para o final do corredor, o primeiro quarto que ficava a esquerda era possivelmente o quarto de hóspedes, o segundo também, assim como o terceiro, nenhum dos locais pareciam estar ocupados, não havia um segundo andar na casa, então um dos três devia ser o certo, por sorte era o terceiro, você descobriu isso mexendo nas gavetas, as quais estavam quase todas vazias, somente a última estava sendo usada, e era a com as roupas da garota, que nunca mais precisaria usá-las, a mobília era toda simples e extremamente limpa, não haviam muitas coisas por ali, mas em meio as roupas havia algo interessante, dinheiro, era “pouco” cerca de 50 mil berries, provavelmente para despesas diárias, aquilo era tudo, menos uma base de operações, agentes realmente são precavidos.

Aparentemente a jovem agente do governo também tinha gostos iguais aos seus, pois as roupas usadas por ela eram do mesmo estilo que as suas, então não foi difícil encontrar algo do seu agrado, como um vestido negro por exemplo. Mesmo que o momento fosse de descontração sua mente não pensava o mesmo, portanto pensamentos sobre tudo que houvera acontecido até o momento começavam a surgir em sua cabeça.

Infelizmente não dava para perder tempo pensando, graças as últimas palavras da mulher o jogo havia acabado, então uma certeza era a que aqueles agentes estavam à sua frente, tanto em planejamento, quanto objetivamente, mas sua ascensão vinha aos poucos, portanto era necessária a comunicação, principalmente com aqueles que agora estavam ao seu alcance, e para aumentar sua influência com eles, era necessária também aumentar sua confiança, tanto neles, quanto eles em você, e a melhor forma de fazer isso é dialogando. Na sala o capitão estava em pé, próximo a parede à sua esquerda, sentados estavam a médica e o atirador, lado a lado em um sofá, o qual você outrora sentou, no outro estavam o navegador e o espadachim, sentando-se no último sofá livre, o que ficaria de frente para todos, você começou a falar, e eles a lhe escutar, até a última palavra.

- Sei, então o Lupin está envolvido em algo clandestino? - Falou primeiro o capitão. - É difícil acreditar em algo assim… - Disse ele meio incrédulo.

- Você que nos trouxe capitão, estamos seguindo você. - Respondeu o navegador.

Seguindo o silêncio você preferiu falar, era melhor do que deixar todos perderem o foco e o raciocínio.

- Lupin me salvou. - Respondeu Jeremy imediatamente. - Eu iria morrer, uns arruaceiros me encontraram e me matariam, eu não tinha tanta experiência então fui derrotado facilmente, achei que ia morrer, mas aí ele apareceu e me ajudou, ele é uma boa pessoa.

- Mordomo me ajudou. Me deu comida. Morreria de fome.

- Sabe, eu precisava de livros, e ele foi a única pessoa que me ajudou, mesmo com uns 5 caçadores de recompensa atrás de mim. - Comunicou May com um sorriso.

- Sabe, não acredito que ele é santo, mas que é uma boa pessoa é. - Disse o navegador. - Nunca cheguei a passar pelos problemas de meus amigos, mas ele os ajudou, e nunca me tratou mal, só por isso ele tem meu respeito.

- Ele também nunca chegou a maltratar nenhum de seus clientes, na verdade ele nunca maltratou ninguém, viemos o ajudar, não podemos sozinhos, por isso viemos até você, mesmo que apenas seja mais uma, você ruiva, trará um balanço ao nosso lado. - Jeremy fecha os punhos e levanta a voz, com um tom de animação, mas não tirando a seriedade. - Os outros piratas não se importam com ele, mas nós sim, por isso estamos aqui, ele me ajudou muito e não vou virar as costas pra ele, muito menos agora.

A convicção do capitão parecia contaminar seus companheiros, pois a cada palavra os sorrisos deles cresciam cada vez mais.

- Não. - Disse a médica para sua outra pergunta. - Não sabemos mais que você, o governo está atrás dele, só.

- O doutrinador está a procura de Lupin agora. - Respondeu o navegador. - Enquanto que há um tal de Aglige está liderando buscas à biblioteca e a casa de Lupin, este é somente alguém do governo, ele não é tão perigoso quanto os agentes, somente tem influência.

- Não se preocupe, não iremos lhe trair, temos que nos manter unidos. - Completou Jeremy. - Há outros agentes do governo atrás de Lupin também, se não me engano eram cinco, o Doutrinador e aquela garota faziam parte do time, há mais três, nenhum neles são conhecidos, podem estar sob qualquer disfarce, apesar de achar que eles estão com o Aglige.

Nada do que todos disseram até o momento parecia ser mentira, ou eles deveriam atuar muito bem, ou então estavam contando a verdade.

- Não iremos interferir, gosto das minhas lutas também. - Respondeu o capitão.

Sua risada ao final, e a visível falta de confiança fez todos se questionarem se sua sanidade estava no máximo, de qualquer forma, todos a seguiram. 17:30, o horário indicado por seu relógio, ao entrarem na biblioteca, a visão era de se cortar o coração, livros para todos os cantos, pelo chão, rasgados amassados e espalhados, não havia nenhum movimento, além do de vocês, vendo que não ganhariam nada ali todos concordaram em ir embora, porém ao tentarem sair, não foi possível.

Pessoas bloqueadoras de saída:
 

- Onde pensa que vai? - Começou o loiro.

- Senhorita Ria. - Completou o de cabelos negros.

Os dois homens apareceram do nada, ambos ao mesmo tempo, mesmo com o silêncio da biblioteca não foi possível os ver, ou ouvir chegando, nenhum deles possuía arma alguma em mãos.


Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Lupin:
 

Jiru, a roseira mortal:
 

Piratas Solstício:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptySab 08 Dez 2018, 16:51

Mais Agentes do Governo!? É Uma Biblioteca Ou Um Coliseu?

Meu semblante de decepção por não ter encontrado o Mordomo ou o Agente na biblioteca seria evidente, mas nada que já não fosse esperado, o lugar estava todo bagunçado, o que só poderia significar que os agentes que faziam buscas já haviam passado por ali ou coisa parecida, não me restando escolha, se não ir até a casa do Rabo de Cavalo e depois ao bar, caso não houvesse encontrado nada e nem ninguém na casa também, pensaria enquanto estivesse saindo.


“Eles realmente fizeram uma bagunça aqui, será mesmo que esses agentes estão atrás do tesouro daquele homem? Deve ser uma quantia bem alta para que o governo decidisse intervir, quer dizer, esses agentes poderiam ser melhor aproveitados em outro lugar, a não ser que realmente valesse a pena que ficassem aqui... Estou ficando empolgada para por as mãos nesse tesouro do falecido pirata, Jerome Jazz! O Mordomo já tem essa biblioteca, está feliz, não precisa de um grande tesouro, não é mesmo?”

O problema foi que antes mesmo que colocássemos os pés do lado de fora da biblioteca, dois homens chegaram, o que causou o arregalar de meus olhos com a surpresa, eles sabiam meu nome e aparentemente não queriam deixar que eu saísse do lugar. Vendo sua aproximação, pegaria a foice que estava em minhas costas, já me preparando para uma eventual luta, mas antes queria dialogar um pouco, então colocaria seu cabo do meu lado, apoiado no chão, com a lâmina dela voltada para o lado oposto ao meu corpo, enquanto olharia diretamente nos olhos dos homens, dando um sorriso levemente sádico e dizendo algumas palavras, sem demonstrar afobação ou qualquer medo diante da situação, por mais que eles parecessem intimidadores aparecendo assim do nada.

“Eram cinco agentes, seriam esses, dois deles? Só pode ser isso, a Ruivinha tinha informações sobre mim, escritas em um papel, então não seria estranho que eles também tivessem, mas porque querem impedir meu caminho agora? Só pode ter sido uma ordem do Doutrinadeiro, provavelmente se sentiu ameaçado diante de minha presença ou devido a nossa luta...”

- Onde eu vou? Estou indo acabar com o chefe de vocês e conversar com o Bibliotecário, eles têm algumas informações sobre um certo pirata que viveu entre nós, seu nome era Jerome Jazz... Na verdade, talvez queiram dizer o que sabem, seria de grande ajuda para a futura Rainha dos Piratas... –

Talvez rissem de mim ou não quisessem falar nada, isso seria o esperado, mas de toda forma, continuaria firme com minhas palavras, sem tremer diante deles, ainda mais porque não passavam de dois agentes do governo, ou seja, nada, se comparado a toda minha grandiosidade. Ainda mantendo minha postura e a forma, falaria mais algumas palavras, mantendo meu sorriso e alegria ao encarar aqueles dois que surgiram para tentar me impedir, fazendo até mesmo uma piada com a situação.

- Mas e vocês, quem são? O que querem comigo? O que pesam que estão fazendo aqui? Vestidos assim... Vieram me trazer um chá ou coisa parecida? Pffff. RIAAHAHAHA.  –

“Se foram enviados aqui para me matar, acho melhor cuidar deles logo, provavelmente não trairiam seu chefe, fora que a garota que estava no meio da floresta não batia muito bem da cabeça... Acabando aqui, é melhor nos apreçarmos para a casa do Mordomo, pode ser que acabem torturando ou matando ele, se ele morrer, eu nunca vou achar o meu futuro tesouro.”

Me posicionaria ao curvar levemente meu corpo, deixando minha foice não mais encostada no chão, mas posicionada para que meu próximo movimento de ataque pudesse ser realizado. No mesmo instante, olharia para os piratas do solstício que me acompanhavam e logo depois para os homens que haviam adentrado no lugar, feito isso, mantendo meus olhos no homem moreno, falaria algumas palavras séria, levando em conta a situação onde não queria que eles se machucassem, mas mesmo assim, dando um leve sorriso ao final de minha fala.

- Se eles forem tão fortes quanto a agente com quem eu estava lutando antes, podem dar algum trabalho, vou lutar contra do Loiro, se quiserem, podem ficar com o Moreno, mas se acharem que não vão dar conta, podem deixar que eu fico com os dois... Só não vão morrer! –

“Não queria que eles arriscassem aqui, mas acho que não tem o que fazer, geralmente piratas não fogem de uma boa briga, acho que esses não vão ser diferentes... Essa biblioteca já está uma bagunça, então acho que não vou precisar me segurar ou tomar cuidado com nada... Vamos ver...”


Ditas essas palavras, testaria se o movimento de meu braço estaria normal, levando em conta que havia sido baleada no mesmo, mas de toda forma, a primeira coisa que faria seria utilizar do ambiente ao meu favor, giraria algumas vezes minha foice no ar, então bateria com a parte traseira de sua lâmina na parte inferior de qualquer objeto ou mobília propícia para meu ataque, que estivesse próxima de mim, de modo que ela fosse lançada para cima e assim que o fizesse, utilizaria a lâmina da minha arma com a intenção que se encaixasse ou cravasse no objeto, ainda no ar, dando um rápido giro e o lançando na direção dos homens, mais especificamente o loiro, se eles estivessem separados um do outro em questão de distância.


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Dando certo ou não, faria de novo o movimento, mas dessa vez, enfincando minha lâmina em algum objeto próximo desde o início, fazendo o giro de minha foice, de modo que o objeto se soltasse da mesmo no instante exato para que fosse arremessado na direção dos homens, sendo que mais uma vez, tentaria acertar preferencialmente o homem loiro, se eles estivessem muito distantes um do outro. Com isso, diria alguma palavras ao sorrir para o homem e investir em sua direção com uma rápida corrida em linha reta logo depois.

- Está na hora de começarmos! –


Assim que me aproximasse do homem, tentaria o acertar com uma estocada vinda horizontalmente, que acertaria seu corpo pela sua lateral direita ao ser atingido pela ponta da lâmina de minha foice. De modo que, o acertando ou não, aproveitaria o movimento para tentar o mesmo golpe mais duas vezes na intenção de atingi-lo, sendo que se ele defendesse, recuaria a foice pela mesma direção que tivesse tentado o atingir e faria o ataque ao tentar quebrar sua defesa, mas se ele se esquivasse, simplesmente me aproximaria para tentar acerta-lo com o mesmo movimento, fazendo isso para o segundo e o terceiro ataque.

Logo depois, posicionaria minha foice de modo que sua lâmina ficasse em baixo, com sua ponta apontada para o homem e o cabo apontado para cima, feito isso, giraria minha foice verticalmente várias vezes em alta velocidade, de modo que ela se transformasse praticamente em uma serra, enquanto estivesse fazendo isso, avançaria contra o homem, almejando que a lâmina atingisse seu abdômen e causasse um profundo corte vertical no mesmo.

Conseguindo o acertar ou não com o último ataque, dessa vez, aproveitaria meu movimento para que meu corpo desse um giro em torno dele mesmo, de modo que pararia o giro na foice e faria com que ela se deslocasse comigo, sendo que o intuito do giro, seria para que o pegasse de surpresa em um corte diagonal, onde tentaria o acertar indo do ombro até sua cintura em um corte limpo e profundo. Poderia ser que meu adversário ainda não tivesse caído depois desses ataques, se esse fosse o caso, o encararia com as sobrancelhas levemente abaixadas, mas ainda sorrindo e dizendo algumas palavras, demonstrando minha empolgação para com a luta.

- Vocês agentes são duros na queda, não é mesmo? Já fazia algum tempo desde a última vez que encontrei oponentes não formidáveis quanto vocês... Fico me perguntando como é o treinamento que o governo dá para vocês, até que cheguem nesse nível. Só é um pouco estranho ver vocês perdendo tempo com piratas e tesouros, coisa que deveria ser trabalho da marinha... Aí tem coisa... Não deviam estar escoltando alguém ou lutando contra os revolucionários? –

“É bem possível que tenha algo a mais envolvido, como uma arma grande, alguma informação ou coisa parecida, ainda não faz sentido para mim agentes lutando comigo... Mas acho que é melhor eu focar na luta de toda forma...”

Saltaria para trás, pegando alguma distância do homem, com cuidado para que não esbarrasse em nada e nem ninguém, assim que me posicionasse, colocaria minha foice com a lâmina atrás de meu corpo, de modo que sua ponta ficasse voltada perpendicularmente para o lado contrário ao meu corpo, feito isso, daria uma pequena corrida e saltaria na direção do homem, sendo que assim que saltasse, giraria no ar em torno de mim mesma, utilizando a mesma técnica que usei para acertar o outro agente, quando lutamos na biblioteca algumas horas atrás, tentando acertar o peito do Loiro horizontalmente ao gritar o nome da técnica.

- CEIFAMENTO DAS MIL ALMAS! –

O atingindo ou não, aproveitaria da técnica para parar meu giro, posicionando minha foice acima de meu ombro, de modo que sua lâmina ficasse voltada para cima, já tentando um corte vertical ao desce-la rapidamente , de modo que almejaria atingir com a ponta de minha lâmina o topo de sua cabeça com toda minha força, sendo que se conseguisse o atingir, provavelmente teria seu crânio perfurado e dilacerado pela violência do golpe que tentaria executar caso chegasse nesse momento, após a técnica que tivesse utilizado, sendo que se ele se esquivasse, eu giraria minha foice uma vez, já indo em sua direção e tentando o mesmo golpe, no mesmo lugar, com o intuito de neutralizá-lo.

Aparentemente os homens não possuíam armas, se esse fosse o caso, provavelmente lutariam utilizando de artes marciais, então, se tentasse golpes pela horizontal, pularia por cima da pessoa dando um mortal e caindo em suas costas, mas sempre pronta para fincar a lâmina de minha foice no chão e desviar meu trajeto, isso se fosse necessária uma esquiva enquanto ainda estivesse no ar, isso tudo, se fosse ser atingida da cintura para baixo. Caso fosse ser acertada da cintura para cima, me abaixaria rapidamente, já dando uma cambalhota pelo lado de seu corpo, tentando chegar em suas costas, na tentativa de sair da trajetória de seu ataque e me posicionar para realizar meus golpes.

Se o homem tentasse me atingir com algum golpe vertical, movimentaria meu corpo rapidamente para o lado, para sair da direção do mesmo, dando saltos para os lados ou simplesmente movendo minhas articulações, para que saísse da direção do ataque, sempre me movimentado para o lado mais propício para que minha esquiva fosse feita com êxito. Faria o mesmo para possíveis estocadas ou golpes diagonais, sempre me movimentando e nunca me mantendo parada quando percebesse que o inimigo tentaria me atacar de alguma forma.

Poderia ser que possuíssem alguma arma de fogo que eu não tivesse feito, se percebesse qualquer coisa do tipo, sempre que corresse na direção do homem, evitaria de correr em linha reta, fazendo meus movimentos em ziguezague, para que assim tivesse a chance de evitar possíveis tiros, além de manter os olhos em sua arma, de modo que possa evitar de ficar na mira da arma que o homem portasse e usasse para tentar me atingir com uma bala, além de pensar nela, caso o mesmo sacasse algum.

“Chega de levar tiros por hoje, tenho certeza de que um é o bastante. Hahaha.”

- Uma arma de fogo também, é sério isso? -


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Talvez o homem moreno decidisse me atacar também no meio da luta ou os piratas do solstício sequer quisessem se envolver com o Moreno, de toda forma, embora focasse meus ataques no Loiro para que depois cuidasse do moreno, manteria minha atenção também nele e em qualquer pessoa que pudesse aparecer no lugar, utilizando das mesmas defesas que utilizaria para o homem Loiro para qualquer ataque que fosse tentado contra a minha pessoa, fora que também faria as mesmas defesas para qualquer arma que fosse utilizada, além de artes marciais, levando em conta que eles poderiam ter diversos tipos de armas escondidas em suas vestes.

Ceifamento Das Mil Almas:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

Feitos:
 


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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptyDom 09 Dez 2018, 13:27




Fanalis B. Ria

Os agentes gêmeos! Futago Ryu

Mais uma vez você era atraída para o campo de batalha, dessa vez os inimigos estavam em menor quantidade, mesmo assim isso não significava nada, já que um deles poderia valer por todo o bando pirata que estavam servindo como seus subordinados, suas lutas contra o Doutrinador e contra a Roseira lhe provaram isso, os agentes não podiam ser subestimados, já ciente disso sua arma rapidamente foi preparada, a luta seria inevitável, se estavam bloqueando a saída era porque não queriam que saísse daquele local, a expressão de surpresa no seu rosto aos poucos saiu, aparecer subitamente em um local é uma arte, raras são as pessoas com passadas tão suaves, e aparentemente ambos tinham esse dom, e mais uma vez aquele prédio iria hospedar uma batalha, curiosamente a biblioteca está cumprindo melhor o papel de palco de batalha do que o de ser uma biblioteca propriamente dita.

A frase antes dita por Jeremy agora ecoava em sua cabeça, seus olhos fitavam os possíveis inimigos, que nem mesmo mostraram sinais de que iriam recuar, na realidade desde que apareceram eles nem mesmo se moveram, pareciam mais duas estátuas, estáticos e sérios, eles só esperavam o estopim da batalha, ou então algum sinal de hostilidade, o estalo de sua foice batendo no chão fez ambos os homens fixarem melhor os pés no chão, eles pretendiam avançar, mas ao ver que nenhum movimento fora feito nenhum deles tomou o primeiro movimento, seus rostos estavam limpos e serenos, sem expressão alguma, como se estivessem com máscaras de porcelana.

- Acabar com nosso chefe? - Começou o loiro.

- Idiotice. - Terminou o moreno. - O bibliotecário está com eles.

- O interrogatório deve ter começado.

O restante de sua frase fez ambos os jovens se encararem por poucos segundos, mas logo os olhos dos dois voltou a focar-se em vocês.
- Rainha dos piratas...

- Uma ótima rival para os futuros melhores agentes. - Uma pausa deu ao loiro tempo para pensar em suas próximas palavras. - Jerome Jazz foi só outro pirata.

- Os segredos dele que importam.

Ambos abriram um sorriso um tanto quanto sádico, talvez fosse a intenção deles, suas pernas tremularam ao encarar os dois agentes sorrindo, era como se estivessem tentando a intimidar, e funcionou, ainda mais quando eles falaram de maneira uníssona.
- Conhecimento pode matar, senhorita Ria.

Mesmo já estando em situações piores e mais amedrontadoras, algo naquela dupla mexia com você, assim como esse sentimento podia ser sentido nos outros piratas, a conexão deles era tão forte, ao ponto de que mesmo podendo ver claramente dois, era possível sentir uma só presença, como se fossem apenas uma pessoa. Aquela dupla não estava ali a toa.

A conversa continuou, bem como as perguntas que surgiam em sua mente, e mesmo fazendo brincadeiras diante a situação, para tentar demonstrar que não iria se intimidar com tais coisas, isso não funcionava, a pressão da presença dos agentes era maior que seu sorriso no rosto, que a uma altura dessas, nem conseguia ser mais esboçado, aquela situação não era uma dos blues, onde seu egocentrismo poderia sobrepor seu nervosismo, a tensão estava no ar, você quase morreu na última luta, nada impede de morrer nessa. Os jovens não retiravam a expressão vazia do rosto, se mantendo sérios a maior parte do tempo, se é que sua apatia podia ser considerada seriedade.
- Somos Han, o luar. - Disse o loiro, respondendo a sua pergunta.

- E Bun, a alvorada. - Completou o moreno. - É óbvio que estamos aqui para a silenciar.

- O governo já tem problemas, mais um não ajuda.

Forçando sua risada para esconder a preocupação, sua piada foi feita, outra silenciosa e rápida troca de olhares ocorreu entre a dupla, antes que ambos abrissem um pequeno sorriso no canto de suas bocas.
- Podemos fazer um chá, se quiser.

- Infelizmente o gosto de sangue não combina com o chá das 6.

- Podemos alertar, cuidado para não se afogar. - Responderam ambos, em sintonia.

Mais pessoas incomuns para sua lista, mesmo falando algo tão mórbido, ambos continuaram com sua apática reação, talvez fossem ciborgues, quem sabe se olhar diretamente em seus olhos haja uma linha de códigos, dúvidas essas que deveriam ficar para si.

Ao mover seus olhos para ver a situação de seus aliados pode-se ver todos já preparados, a médica estava com sua pistola em mãos, o capitão com dois machados, os quais se assemelhavam com os usados para cortar árvores, o atirador já estava mais atrás com sua carabina apontada para a frente, o espadachim sacava sua cimitarra, uma espada que chegava a ser um tanto incomum pelos mares, o navegador continuava em sua pose costumeira, com os braços cruzados e de olho no inimigo.

- Pode deixar, o moreno é nosso! - Respondeu o capitão já em pose de batalha.

Seu pensamento sobre piratas não fugirem de batalhas aparentava estar correto, eles lutariam ao seu lado.

- Será que Albion ficará triste se matamos ela?

- Ele queria ela para si, não? - Perguntou o loiro. - Mas acho que entenderá.

- Concordo.

O curto bate-papo dos agentes foi interrompido por uma prateleira que foi arremessada até eles, seu braço parecia estar bem, apenas um incômodo restava como resquício do ferimento, apesar disso, um golpe naquela região poderia lhe desconcertar, aquela área ainda se encontrava sensível, o que deveria ser evitado era o contado naquela área. Apesar de a prateleira ter sido jogada de forma eficiente não é de seu costume arremessar coisas contra seus inimigos, tornando a tábua de madeira algo fácil de se desviar, o loiro apenas precisou retirar o tronco da trajetória e isso fez com que a tábua passasse reto, sem atingir ninguém, assim como a segunda munição usada, que foi um livro, o qual foi pego no ar pelo agente de cabelos negros.
- Acho que ela lhe quer como oponente. - Disse o moreno observando o livro em mãos.

- Porque dizes isso? Como chegou nessa conclusão? - Questionou o loiro.

- Esse livro é de auto-ajuda, “Como se livrar de seus rivais” é seu nome. - Respondeu Bun, mostrando o livro ao seu parceiro.

- Boa leitura. - Comentou Han.

Por algum motivo os jovens pareciam estar fazendo piadas um para o outro, mesmo assim nenhum deles ria, algo estranho de se acontecer, ainda mais levando em consideração de que eles estavam trocando palavras em meio a um campo de batalha. Não fora esperado nenhum segundo por uma abertura, você já estava próxima o suficiente para começar seu ataque, o de cabelos negros apenas a olhou de relance, dando um salto e saindo da rota de seu ataque, deixando o loiro para ser seu oponente, assim como você queria.

O giro com sua arma foi na direção exata da área a qual pretendia ser atacada, mas o homem esquivou-se do ataque realizando um pequeno salto para trás, como se houvesse trotado, o mesmo aconteceu com todas as outras vezes as quais você pretendeu fazer o mesmo ataque, tentar se aproximar também não deu certo, pois quando avançaste ele usara este momento para ir em sua direção, passando pelo seu lado enquanto você ainda tentava se posicionar. Partindo para seu segundo ataque, o de transformar sua arma em uma serra, seu avanço fez o agente recuar a todo momento, ele parecia um pouco temeroso, observando seu golpe sem agir, porém essa reação durou poucos segundos, realizando um mortal ele agarrou um pedaço de madeira com os pés, e plantando bananeira ele a usou de escudo, parando o seu ataque ao fincar o pedaço de madeira na lâmina da foice e usar suas pernas para forçar a parada, uma vez com sua arma parada o agente aproveitou a situação para lhe golpear, girando seu corpo, ainda mantendo uma perna bloqueando sua foice, o calcanhar do agente foi de encontro às suas costelas, a jogando levemente para o lado, de forma inconsciente, seu cotovelo foi para a área afetada, tentando de alguma forma aliviar a dor pressionando o local.

Mesmo assim seu golpe giratório foi aplicado, seu eixo fez a foice tomar impulso, uma força centrípeta concentrada, que convergiu suas forças para a lâmina da arma, mas graças aos reflexos rápidos do agente, ele saiu impune do ataque, pulando para o lado contrário ao golpe diagonal, infelizmente o golpe surpresa pareceu ter sido percebido.
- Não tenho necessidade de contar nada futura rainha dos piratas, e você também não é nada mal, não esperava menos de uma rival a nossa altura.

Com um movimento rápido sua técnica já estava em execução em meio ao ar, o giro da foice feito de forma perfeita lhe deu o impulso e força o suficiente para cortar uma pessoa ao meio, isso se seu oponente não fosse aquele agente, ao mesmo tempo que a lâmina da sua arma abaixou, se direcionando para o inimigo, o mesmo lançou-se em sua direção com um salto poderoso.
- Kick house: Impact!

O chute encontrou a cabeça da foice, como se fosse um chute de bicicleta, fazendo a foice ir totalmente para baixo, cancelando seu golpe, mas havia tempo de ter outra ação… Com a outra perna livre o jovem teve reação o suficiente para acertar um belo golpe.
- Tatsumaki kick! - Exclamou o loiro.

Ambos, tanto você, quanto o agente rodopiaram no ar como um tornado, a deixando tonta e com náusea, isso antes de sentir a dor latente, ao atingirem o chão suas costas foram de encontro a uma estante tombada, a quebrando, quando a poeira baixou você saiu da cortina de fumaça, deslizando com seus pés e mão livre no chão, mantendo a foice apoiada nas costas, você conseguiu realizar um rolamento, evitando boa parte dos danos, mesmo assim seu estômago estava revirado, enquanto que suas costas doíam, um pouco de sangue saía de sua boca, o gosto de metal perambulava por sua língua, do outro lado estava o agente, sangrando de um ferimento nas costas. Um pouco antes de cair, quando Han lhe acertou abriu espaço para que você pudesse girar sua foice e aplicar um golpe em suas costas, agora um belo corte estava presente no jovem, que tinha um pequeno sorriso no rosto.
- Uma bela luta. - Ele respondeu antes de entrar novamente em sua pose de batalha.

Indo contra você o homem tentou-lhe aplicar alguns chutes, o primeiro foi um simples, reto, como uma estocada de uma espada, esse foi esquivado facilmente, o segundo foi um chute horizontal, da esquerda para a direita, também foi evitado dando um mortal para trás, e o último de cima para baixo, foi evitado com o cabo de sua foice, o qual fora usado para sua proteção e depois para empurrar o homem para longe, fazendo ele voltar a posição inicial.

A batalha contra o moreno não se mostrava tão fácil, este por sua vez usava técnicas de boxe, quem lutava contra este era o capitão Jeremy, que aparentava conseguir estar defendendo e atacando bem, já que ambos estavam sangrando quase que igualmente, foi possível ver o momento em que o agente exclamou um golpe.
- Dynamic punch!

Afundando o punho no abdômen do bárbaro, que respondeu com uma cotovelada no rosto e uma tentativa falha de abrir um corte no ombro do boxeador, que já parecia ter sido atingido no peito, já que sua roupa social estava aberta. Os outros da tripulação Solstício mantiam-se calmos, mas observando a situação, caso algo desse errado eles iriam se intrometer, Finn parecia manter seus olhos em sua luta, enquanto o restante do grupo aguardava algum sinal.


Histórico Ria:
 

Albion, o doutrinador:
 

Lupin:
 

Jiru, a roseira mortal:
 

Han e Bun, o luar e a alvorada:
 

Piratas Solstício:
 

Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas!   Chegada da Ruiva! A Terra das Maravilhas! - Página 2 EmptyDom 09 Dez 2018, 19:55

Quebrando O Luar! A Luta Continua!

Olharia para o homem que lutava comigo, dando um sorriso de empolgação para com a luta que se desenrolava, manteria meu olhar fixo em seus olhos, analisando cada movimento. Nesse momento, responderia sua última fala de modo casual, como se não estivéssemos lutando por nossas vidas naquele instante, fazendo mais uma piada engraçada, ao menos para mim que sempre achava graça das próprias piadas, mas duas coisas fariam com que meus pensamentos saíssem por um breve instante da luta, sendo a primeira, as falas dos agentes e a segunda, a arma inusitada, da qual eu não havia prestado muita atenção até o momento, o que me levaria a desviar meu olhar por um instante, mesmo que mantendo minha atenção no homem que lutava comigo até então.

- Sim, é realmente uma bela luta, concordo, mas seria ainda mais bela se você aceitasse seu destino logo. RIAHAAHA. –


“Ele disse que o tal do J.J. foi só um pirata, mas também falou que o Bibliotecário estava escondendo algo... Será que não tem a ver com o tesouro do J.J., como eu já suspeitava? Melhor me apressar com ele logo, se aquele Mordomo estiver sendo interrogado, pode ser que ele solte para os agentes a informação, só espero que ele não revele onde está o meu tesouro... Mas e aquela arma, uma cimitarra, não é? Não é algo que se vê por ai todo dia, acho que vou fazer uma para mim qualquer dia desses... Calma, foco, não posso ficar desviando meu pensamento, preciso me concentrar em ir logo salvar o Mordomo, afinal, ele me salvou e deve saber onde meu tesouro está.”

Daria uma leve olhada para o homem que lutava com o outro agente, vendo que parecia que ele daria conta, voltaria meu olhar para o agente que me enfrentava e diria algumas palavras, independentemente da situação em que o meu aliado se encontrava, além de dar algumas orientações para os outros que nos observavam, aparentemente seu líder não era dos melhores para desempenhar a função, ao menos pelo que eu havia visto até o momento.

- Cuidado aí, eu já acabo aqui, Capitão Solstício... Quanto aos outros, continuem observando, talvez aprendam algumas coisas comigo, mas se seu capitão precisar de ajuda, o salvem... –

“Esse Capitão não é nada mal também, com certeza o agente com quem ele está lutando é bem mais fraco do que o que está lutando comigo, mas estou impressionada por ele conseguir segurar um agente assim, ainda mais sem eu para distraí-lo, como eu fiz com aquela ruivinha de antes, melhor eu focar em acabar com essa... Lua!? Esse cara conseguiu machucar minhas costas, afinal, o que esses agentes têm contra as minhas costas?”

Sabendo como meu inimigo lutava, tentaria ignorar o desconforto causado pela dor de meus ferimentos, como minha costas que estavam doloridas por ter caído em cima de uma prateleira e avançaria em sua direção, de modo que assim que ele entrasse em minha mira, tentaria um corte horizontal com minha foice, onde utilizaria da ponta da lâmina para realizar uma estocada na lateral de seu abdômen. Sabendo que muito provavelmente ele se esquivaria, assim que o fizesse, continuaria meu avanço e o movimento da foice, mas dando um giro em meu corpo juntamente de minha arma, de modo que realizasse um segundo corte horizontal, mas dessa vez um pouco mais em cima que o anterior, tentando atingir o ombro do homem, de modo que caso ele se esquivasse de novo, dessa vez não daria mais um giro no corpo, mas retornaria com a foice pelo mesmo lugar que ela tivesse passado, isso enquanto manteria meu avanço em sua direção, de modo que a parte traseira da lâmina da foice o acertasse, como uma grande marreta fina, sendo que nesse último ataque, tentaria atingir sua cintura com força.

Tendo êxito em meus ataques ou não, me afastaria um pouco pulando para trás, isso se já não tivesse me distanciado, então, assim que tomasse dois ou três metros de distância, posicionaria minha foice de modo que seu cabo ficasse do lado direito de meu corpo, a lâmina ficasse logo atrás de minhas costas, na horizontal e a parte cortante apontasse para a esquerda de meu corpo, com isso, avançaria mais uma vez na direção do homem como se fosse tentar desferir mais um corte horizontal em sua lateral, mas assim que me aproximasse, daria um carrinho, deslizando no chão e passando ao do lado direito do homem de acordo com meu ponto de referência, com isso, deixaria a foice de modo que suas pernas sofressem algum corte com a alta velocidade em que deslizaria puxando elas com o corte de minha arma.

Assim que fizesse esse movimento, tendo dado certo ou não, me levantaria ao bater no chão com o cabo da minha foice, de modo que me lançasse um pouco para cima, com isso, assim que ficasse de pé, saltaria na direção do teto do lugar, de modo que no ar, daria uma pirueta para que meus pés fossem de encontro ao teto, sendo que tendo êxito em meu movimento, flexionaria minhas pernas assim que fosse de encontro ao mesmo, dando um sorriso de empolgação, com isso saltaria violentamente na direção do agente, posicionando a lâmina de minha foice em frente ao meu corpo, tentando uma estocada com a ponta daquela belíssima arma confeccionada por mim. Além disso, daria um grito durante meu ataque, levando em conta que estaria tentando acabar com tudo naquele momento.

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- MORRA AGORA! –

Se ele tivesse conseguido se esquivar, franziria minhas sobrancelhas em sinal de descontentamento, além do que, meu sorriso se esvairia, algo que raramente ocorria. De toda forma, o atingindo ou não, se ele ainda tivesse forças para continuar com a luta, não perderia tempo, me afastaria do homem ao saltar para trás, sempre com cuidado para não esbarrar em nada e nem ninguém, então tentaria algo diferente, assim como havia feito antes, tentaria jogar objetos nele, de preferência, objetos pequenos como livros, tentaria fazer exatamente como um jogador de golf, mas ao invés de um taco, utilizaria minha foice e no lugar de bolas, qualquer coisa que estivesse no chão, rebateria com a lateral da lâmina da foice alguns objetos na direção do homem, pontaria não é o meu foco, mas o objetivo principal daquilo seria causar uma distração.

Quando o último objeto próximo a mim fosse lançado, correria junto na direção do homem, sendo que assim que chegasse a três metros de distância, saltaria dando um mortal com minha foice tentando passar por cima dele, de modo que ela girasse juntamente com meu corpo, tendo como objetivo atingir verticalmente com minha arma onde já havia o causado algum dano, em suas costas. Se percebesse que ele tentaria algo enquanto eu estivesse no ar, impulsionaria o cabo de minha foice para frente, de modo que o topo de sua lâmina batesse no chão e eu tivesse como me esquivar do golpe vindo em minha direção de alguma forma ao me mover levemente para o lado contrário ao ataque.

Assim que chegasse ao chão, saltaria na direção do agente, já posicionando a lâmina de minha foice, de modo que ficasse com sua ponta direcionada para frente e a parte cortante voltada para cima, então quando me aproximasse dele devido ao salto, desferiria um corte vertical indo de baixo para cima, onde tentaria atingir um corte indo do lado esquerdo de sua cintura até a altura de seus ombros, o mais profundo possível, levando em conta que o objetivo de uma foice usada em combate é dilacerar a pele dos adversários, conseguindo ou não, aproveitaria o movimento para dar mais um giro na foice, no mesmo sentido, mas dessa vez almejando atingir o lado direito de seu corpo, embora ainda tentasse acertar sua frente, indo da cintura até a altura de seu ombro.

Com isso, encaixaria minha foice de modo que a lâmina fosse parar atrás de meu adversário, seja pela lateral de seu corpo, por cima ou por baixo de suas pernas, assim que o fizesse, saltaria para trás com tudo, de modo que a parte cortante fosse de encontro com suas costas, deixando que ela deslizasse, até que se soltasse e eu tomasse alguma distância do homem com mais um salto. Se ele ainda não tivesse caído, mantendo minha sobrancelhas franzidas, sorriria para o mesmo ao dizer algumas palavras, animada, apesar de não gostar de situações onde uma luta se estendesse tanto.

- Olha, devo confessar que acabei subestimando vocês agentes, não é qualquer um que consegue durar tanto tempo assim comigo em uma luta, é claro que o resultado é inevitável, afinal, se eu não conseguisse nem ganhar uma simples luta em uma biblioteca, não chegaria nem perto de me tornar a Rainha dos Piratas, não é mesmo? Vocês falaram sobre quererem ser os melhores agentes, eu sequer sabia que cães do governo tinham tais ambições... Interessante... –

“Eles realmente são bons, quer dizer, chegar até aqui e ainda achar que consegue me derrotar? Não é qualquer um que faria isso... Mas afinal, o que eles querem do Bibliotecário para irem tão longe assim? Talvez esses dois sequer saibam, pensando bem... Eu tenho que ver mesmo é com o tal do Doutrinadeiro, que aparentemente é o líder deles... Acho que vou usar uma de minhas técnicas e acabar logo com isso.”

Dessa vez, seria para valer, ainda mantendo meu sorriso, avançaria na direção do homem, de modo que mais uma vez tentaria um golpe horizontal, mas ao invés de tentar cortá-lo, manteria a lâmina de minha foice voltada para o lado contrário ao seu corpo e tentaria o acertar com o cabo da mesma na lateral de seu corpo, sendo que se esquivasse, voltaria com a foice pelo mesmo lado, atingido o lado contrário de seu corpo, em relação ao primeiro que almejava, de modo que a lâmina fosse parar em suas costas, mas se ele bloqueasse, giraria o cabo de minha foice, o que traria a mesma situação onde a lâmina da mesma se posicionaria nas costas dele, assim que a lâmina ficasse em suas costas, a puxaria com toda minha força de uma só vez, enquanto gritaria o nome de minha técnica especial.

- CEIFAMENTO DA DEUSA DA MORTE! –

Levando em conta que o agente com quem eu lutava utilizava os pés, manteria meu foco especialmente neles, sendo que daria pequenos saltos para trás no caso de possíveis golpes vindos na vertical ou diagonal. Agora se ele tentasse me atingir com ataques vindos na horizontal, me abaixaria rapidamente se fossem atingir da minha cintura para cima, mas se fossem acertar da cintura para baixo, daria um mortal para trás ou por cima da pessoa, dependendo da situação, sempre espera para utilizar o cabo de minha foice para me desviar de possíveis chutes ou outros tipos de golpes que fossem dados enquanto eu estivesse no ar.

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Caso o homem tentasse me atingir dando estocadas ou se eu percebesse que não daria tempo de desviar de outros golpes ao saltar para trás, agachar ou dar mortais, simplesmente mexeria a parte de meus corpo para o lado, desviando-a do ataque ao removê-la de seu trajeto. É claro que o homem também poderia arremessar coisas em minha direção assim como fiz com o mesmo, o que faria com que eu desviasse ao me mover para os lados com pequenos saltos ou dependendo do tamanho dos objetos lançados, dando rápidas cambalhotas ou mortais, sempre tentando evitar ao máximo que me tocassem de alguma forma.

Em cada uma de minhas esquivas, manteria minha o cabo de minha arma entre mim e o ataque, de modo que caso não desse tempo de me esquivar, ao menos teria o cabo da foice impedindo que o golpe que fosse dado, fosse realizado com sucesso e me causasse algum dano ao meu corpo. Se o outro homem decidisse me atingir também ou se chegassem outras pessoas no lugar, prestaria atenção nelas também, tanto quanto no homem que já estava lutando, de modo que utilizaria das mesmas defesas que faria para com os ataques do agentes, sempre tentando evitar de ser atingida.

Ceifamento Da Deusa Da Morte:
 

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