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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas

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MensagemAssunto: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptyQua 21 Nov 2018, 16:26

Relembrando a primeira mensagem :

Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Lotus Chô. A qual não possui narrador definido.


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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptyQui 06 Dez 2018, 00:23




Para a minha surpresa toda aquela euforia não era por um motivo ruim, suspirei aliviado por perceber que se tratava apenas de uma causa simples, enquanto caminhei por entre as barracas, tendo de aguentar firmemente o alvoroçar das vendas, principalmente os gritos desconexos por todo o local, talvez a situação não fosse lá muito favorável para o que eu tinha em mente, passei observando os mais diversos tipos de vendedores e compradores, talvez a resposta para um bom ato estaria em saber onde atacar, provavelmente a céu aberto minha melhor das opções fosse encontrar algo que não fizesse tamanho barulho, as possibilidades passavam em minha cabeça, mas tudo ainda era muito primitivo, como começar? Eu me pergunto a todo momento, não era uma tarefa fácil, planejar algo tão primitivo e selvagem, ainda me acostumando com a ideia de matar por simples vontade, me cingiu essa ideia faz pouco tempo, mas uma parte racional e lúcida de mim ainda me pedia que aquilo fosse planejado e feito da maneira correta para se trilhar meus objetivos.

Aos passos moderados, chegaria mais perto, esbarrando em alguns no meio do caminho se preciso, elevando meu corpo, mesmo que não fosse dos maiores, sobre os que não me dessem passagem, ignorando aquela comoção exagerada, os preços pareciam gerar revolta, mas para mim era insignificante o fato, eu espero consegui-lo de volta em pouco tempo, e mais uma vez a paciência se torna uma virtude, mas não se engane, eu odeio a ideia de ter que esperar para fazer as coisas, meu temperamento não é do tipo calmo, quero agarrar minhas conquistas o mais rápido possível.

Meu interesse levaria meus dedos por entre as prateleiras, fuçando os vários componentes que lá havia, não era com grande esforço que meus olhos encontravam o que mais me chamava a atenção, estava tudo por lá, e a ausência de clientes me deixou mais ouriçado para a situação, mantive meu foco, exibindo estar completamente vidrado nos produtos, pois de fato eu estava, pegaria o primeiro a mão para verificar seu frasco, seria a Soda Caustica, de preferência líquida, pois se não tivesse em seu estado, me contentaria com um frasco de Ácido Fluorídrico e então puxaria o frasco para perto do corpo e calmamente abriria a tampa com o frasco escondido pelo corpo, para disfarçar meu movimento ainda mais eu continuei passando a mão pela prateleira e caminhando de lado, assim buscando outros itens na compra.

Meu próximo seria o álcool, talvez não muito difícil de encontrar, na verdade esse era o que eu menos esperei ter dificuldade para pegar, tomaria um frasco de vidro de preferência, ficando em aberto aos diferentes tipos de álcool ou outros compostos na loja que tivessem em sua composição, agora com o que eu já precisava, colocando-o na mesma mão que o ácido a essa altura já aberto, mas não sendo um completo idiota, eu teria a decência de manter ao menos a tampa no gargalo do frasco para simular estar fechado, deixando mais difícil de notar que estava aberto.

Com a dor nas costelas finalmente me deixando e os produtos em mão, não teria como eu estar mais feliz, finalizaria minhas buscas caminhando e procurando por ipirita, não era uma das minhas maiores pedidas, nem ao menos esperava encontrá-la em um local tão comum e exposto, mas se eu a encontrasse seria mais vantagem para mim, me pouparia um tempo desgraçado daqui pra frente e ainda acabava de me deixar mais próximo do almejado sucesso, sem a ipirita eu iria apenas buscar por qualquer outra coisa pra entregar na mão daquele cara, algo de preferência pesado, mas não grande. Assim que tivesse tudo em mãos, ou quase tudo, partiria em direção ao balcão onde o homem estaria sentado, se fizesse menção de levantar, eu iria intervir.

-Não precisa, eu ainda estou procurando algumas coisas, só passando no balcão para deixar algumas coisas - Tentaria mantê-lo sentado, apenas por precaução visto que seu tamanho era bem elevado, naquela posição eu poderia efetuar minha emboscada de modo mais eficiente, entregaria a ele o objeto pesado ou a ipirita - Coloque esse na sacola fazendo favor, Merley me falou dessa loja, realmente estou encontrando bastante coisa por aqui, sabe me dizer onde eu poderia encontrar alumínio e óxido de ferro ( ferrugem )? - Tentaria levá-lo na conversa, distraí-lo um pouco ou fazer com que olhasse em outra direção, mas sem não antes obter a resposta da localização do que eu havia perguntado, assim que me fosse apontado ou direcionado, aproveitando que este estaria com a ipirita em mãos ou qualquer outra coisa pesada, iria apontar o frasco que eu havia deixado aberto com a tampa por cima, apertando-o com o intuito de derramar o líquido sobre o corpo do vendedor, meu movimento seria rápido e vertical, de cima para baixo tentando banhá-lo com a substância altamente corrosiva de cima a baixo, se desse certo, ele iria urrar com tamanho tom que causaria espanto ou iria alertar alguém que estivesse na loja, tentando poupar sofrimento, puxaria minha espada da bainha para tentar aplicar-lhe uma estocada no peito momentos depois de atirar o ácido para terminar sua miserável vida.

Se desse certo, eu iria acabar rápido com a vida daquele inútil, aproveitando sua morte para pegar o que quisesse da loja sem precisar ser roubado nos preços, o ladrão sendo roubado - poético - Mas caso ele conseguisse suportar a dor de um ácido lhe corroendo o corpo de alguma forma e parasse a espada ou o plano não fosse tão bem como o planejado, eu iria aproveitar-me do segundo frasco, este sendo de álcool e altamente inflamável, para arremessar em seu corpo, aproveitando-me também da aproximação privilegiada, e então banhá-lo com aquilo também.

-Você é bem persistente heim! - Diria caso precisasse fazer o segundo ataque, ficando somente necessário buscar o isqueiro em minha bolso, acendê-lo e tacar no homem para chegar ainda mais dor para sua miserável vida. Caso tudo ocorresse de forma natural e dolorosa, pegaria as coisas que me interessavam, a ipirita - tomaria outra da prateleira se houvesse alguma - e os metais que havia perguntando, iria seguir rapidamente para fora da loja encarando quem se opusesse em meu caminho enquanto portava a espada, tentando até mesmo convencê-los de alguma forma - A loja é de vocês idiotas, peguem tudo rápido e coloquem a culpa em Lotus Chô! -


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptyQui 06 Dez 2018, 20:02


Narração
Clima: Agradável
Localização: Wonderful Land
Final de tarde

Chô
O panda não se intimidava com os preços que ali estavam expostos, continuava tateando todos os itens como queria, preparando seu movimento para o que viria a seguir. Chô ia recolhendo diferentes materiais que já planejava usar em seu atentado mais tarde. A loja era abastecida com componentes bem básicos, não contendo o gás mostarda que tanto queria. Talvez o vendedor saberia onde venderia, mas isso ficava para depois. Ele foi pegando os itens como queria, sem problema algum, Olivar não dava muito atenção ao mesmo. Não indagou em momento algum e só viu o panda colocando os itens ali perto dele enquanto falava que iria pegar mais coisas.

Jogando a conversa fora, Lotus se preparou para então realizar seu golpe no pobre vendedor, que simplesmente fazia as coisas ali sem pensar muito. Ao ouvir a pergunta do panda, começou a responder de forma bem lenta, como se acabasse se lembrando onde era o local. - Bom, não acho que uma loja que venderia isso... a melhor coisa que me vem a mente é o ferreiro. Ele trabalha quase do outro lado da cidade. Precisa passar por Hell's Beer e seguir ainda mais um tempo. Não tem como explicar sem você se perder já que é novato por aqui. Pergunte em uma loja lá perto de Hell's Beer, chamada Unique que eles vão te contar melhor. É uma loja de ternos, fale que Olivar te recomendou que eles irão te guiar melhor. - O homem bem amistoso não esperava que algo tão ruim fosse acabar acontecendo. Chô utilizou-se do máximo de sua velocidade e derrubou o ácido em cima do mesmo, o homem ia gritar de dor, mas o panda acabou por enfiar a espada em seu peito.

- Onii-chan! - Ouviu vindo da porta da frente da loja enquanto a espada entrava no peito de Olivar. A [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] foi entrando na loja a procura de Olivar. - ONII-CHAN!! - Gritou a mesma desesperada, desta vez o tom era do mais puro medo e era bem agudo, atingindo profundamente os ouvidos do mink. A menina ao ver a cena em sua frente do panda matando Olivar começou a correr para longe, derrubando diversos produtos químicos no chão enquanto corria por trombar com as prateleiras.

off:
 

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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptySex 07 Dez 2018, 00:26






Já teve aquela sensação de iluminação? Alguns mais religiosos a chamam de “epifania” e bem, acho que eu acabei de ter uma, se me perguntassem como eu cheguei nessa merda toda eu nem saberia responder, minhas decisões pareciam mais simples impulsões em relação ao ambiente, eu nunca senti que tivesse um objetivo ou uma personalidade fixa, vai ver eu não passo de um doente louco que sofre de múltiplas personalidades, mas naquele momento, em que a tampa do ácido lentamente voava e aos poucos o líquido escorria, ao som de alguma música dos anos 80 ou 90 que você provavelmente está escutando nesse momento, tudo parece ser mais metafórico, como aquelas cenas em séries que vemos antes de um grande desfecho.

Deixe-me ir direto ao ponto, a sensação que eu tive não fora nem boa, nem ruim, eu apenas fiz o que tinha de ser feito, quando se entra em um negócio delicado você deve estar pronto para enfrentar o mais diversos problemas, quem sabe algum dia um maluco decida meter uma bala na minha testa enquanto eu estiver bebendo uma vodka ou alguém decida me envenenar, a vida é imprevisível nesse ponto. Bom, no fim das contas eu tinha conseguido o que tanto procurava, uma loja só para mim? Aquele era meu parque de diversões.

Quis dar mais importância para aquela garota, mas depois de tanto planejamento - ou quase isso - minha conquista estava logo ali, eu era um atleta cansado chegando em casa só querendo poder desfrutar de uma boa e gordurosa pizza, já devem ter se sentido assim, acho que esse é o melhor exemplo que eu posso dar para exemplificar minha ansiedade. Eu caminharia calmamente em direção a porta, se com esforço eu conseguisse alcançá-la ou ao menos chegar perto de alguma prateleira que ela estivesse perto para que eu pudesse empurrar em cima de seu corpo, bem, eu apertaria o passo e não pensaria duas vezes antes de utilizar toda minha força restante para despencar a pilha de químicos em seu corpo.

Minhas poucas opções era de esperar que ela ficasse ali de baixo por um tempo, se já não tivesse morrido com a queda dos objetos sobre seu corpo, se fosse esse o caso, daria de ombros, aproveitando minha proximidade com a porta para tratar de trancá-la e impedir mais surpresas, se ela conseguisse escapar, eu faria o mesmo, só que nesse caso eu teria a decência de puxar alguma prateleira para colocar em frente a porta e travá-la por alguns instantes, eu poderia deixar por isso mesmo, mas seria fácil demais, eu também colocaria mais alguns frascos de ácido fluorídrico por cima da porta, isto é, com a tampa entreaberta e o frasco de cabeça para baixo, tomaria o exímio cuidado para que aquela merda não caísse no meu dedo, eu não queria ter o mesmo destino e ter o corpo apodrecido igual o otário atrás do balcão. Eu colocaria o frasco no pequeno vão da porta, para que assim que o enxerido abrisse ele iria ter uma bela surpresa, um banho de ácido caindo do teto.

Bem, essas seriam minhas especificações, ou se a garota fosse uma pequena de sorte, o que eu espero que seja, a prateleira cairia sobre ela quebrando um ou dois ossos no pior dos casos, na verdade eu não faria muito a partir de então, apenas teria o cuidado de me abaixar próximo a ela para poder conversar um pouco. - Olá pequena, como se chama? Não precisa gritar, seu irmão ali não era um homem de sorte, mas você pode ser uma menina de sorte, se ficar quietinha ai todos iremos sair daqui felizes e inteiro, ou quase isso - Diria caso a garota tivesse ouvido, se ela insistisse em gritar ou espernear por ajuda, eu iria dar-lhe uma coronhada na nuca para desmaiá-la, odeio crianças irritantes.

No fim, eu era uma criança em uma doceria, com uma mochila bacana cuja qual poderia me dar um bom espaço de armazenamento, eu poderia levar uma boa quantia de frascos por ali. Primeiramente eu buscaria por mais frascos de ácido, sim eu estava começando a ficar viciado nessa droga e eu iria usá-lo para muitas outras coisas, inclusive fugir. Algumas garrafas de álcool que tivessem por ali eu usaria para bombardear a entrada, na verdade, eu iria encharcar toda a prateleira, o máximo que conseguisse. Cantarolando então, pude caminhar pelas prateleiras recolhendo o que me era interessante, além do ácido, eu iria buscar por Amônia, um frasco de Ricina, alguns potes de Efedrina, ácido clorídrico - é, se lembra dessa belezinha que eu falei antes que iria utilizar? Bem aqui está, preciso do clorídrico agora, mas eu ainda quero dois do tipo fluorídrico - e um pouco de morfina, se tivesse clorofórmio eu também pegaria. - Eita, eu poderia ter usado isso na menina ao invés de dar uma porrada na nuca - Indagaria caso fosse isso que tivesse acontecido.

Minhas buscas são bem específicas, um pouco de inteligência já pode entender bem onde eu estava para chegar, a produção de drogas seria o primeiro passo na minha caminhada rumo ao sucesso, é fato que eu poderia investir em coisas tipo cassinos e venda de bebidas, mas eu precisava de algo novo no mercado, algo que me desse uma base dependente, nada melhor do que produtos químicos viciantes para isso não é? Bem, o que eu faria com toda essa porcaria não interessa mais, meu próximo passo e objetivo seria sair dali o mais rápido possível, se a garota tivesse conseguido fugir a minha busca teria tido um pouco de adrenalina e velocidade em buscar tudo e colocar dentro da mochila, bom, eu ainda tinha um último sonho antes de partir. De qualquer forma, minha pressa era tamanha para abrir o frasco de ácido que eu havia reservado antes, iria arrastando a orelha pelas paredes do fundo da loja, batendo levemente por entre a estrutura para tentar descobrir onde estaria mais oca ou mais fina, iria atirar o ácido na parede uma vez que ele seria capaz de corroer aquilo também, a menos que fosse de plástico - nesse caso eu teria uma fuga mais rápida ainda - iria esperar o químico fazer seu efeito, se preciso eu iria pegar o corpo do defunto com cuidado para não segurar nas partes em que estava decomposto, assim, utilizaria todo aquele peso para tentar empurrar a parede e abrir um buraco, aproveitaria que ela já poderia estar frágil devido ao efeito do ácido, em alguns minutos ela deveria estar aberta.

Se eu conseguisse, ou não quem sabe, iria abrir a caixa registradora e puxar a maior quantidade de dinheiro que eu conseguisse para dentro da bolsa, lá eu também iria procurar por explosivos ou mesmo pólvora, caso a parede não tivesse cedido com o uso do ácido ela poderia se romper com uma explosão, do contrário eu apenas pegaria os explosivos para utilizar em outra ocasião. É nesse instante que eu partiria, se a garota estivesse lá, inconsciente ou consciente - somente sendo importante estar viva -, eu levaria ela no colo depois de acender algum pano ou papel com o isqueiro e tacar na prateleira da porta que estaria encharcada com álcool para atear fogo em tudo.

Sairia correndo da loja, com ou sem a garota, importantemente com os itens e minha vida, iria tentar rumar para os fundos e seguir o mais rápido possível em direção a cidade, com sorte ninguém teria me visto uma vez que era fim de tarde, bom, eu espero conseguir ao menos um pouco de tempo para sair de lá e correr em direção a algum hotel na cidade, se não me contentaria com uma estalagem qualquer. - Quero um quarto para a garota - Diria caso conseguisse chegar a cidade e visse um anúncio na fachada que desse a entender ser o que eu buscava. Após dito o preço da estadia, eu pagaria sem muitas opções, pegando o dinheiro que eu havia acabado de roubar ou - se não tivesse conseguido nada da caixa registradora, seria do meu próprio mesmo.


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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptySex 07 Dez 2018, 01:12


Narração
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Final de tarde

Chô
O panda teve que reagir rápido a aparição da menina que já estava correndo. O mesmo começou a correr, porém não em direção a menina e sim a entrada da loja. No meio do caminho percebeu que não alcançaria a jovem a tempo. Por isso acabou fazendo força na prateleira que havia próxima e a mesma bateu na do lado e em um efeito dominó acabou acertando a pequena com toda a força na porta da loja. A cena a seguir não foi bonita. A prateleira enquanto caia em cima da menina ia despejando diferentes tipos de produtos químicos e os vidros iam quebrando em cima da mesma a medida que iam acertando-a. Um banho de produto químico e sangue começa a se juntar enquanto a prateleira ia esmagando a mesma no chão. A criança começou a gritar enquanto engasgava por causa da dor que sentia. Uma cena horrível começava a acontecer ali. Alguns produtos químicos que caíram sobre a perna da jovem começavam a deixar a pele dele cheia de bolhas, enquanto algo que caiu sobre seu tronco e pescoço parecia queimar a mesma. Seu rosto num misto de lágrimas, sangue e algum líquido laranja deixavam o mesmo bem estranho. O braço esquerdo da jovem estava numa posição bem estranha por causa da queda. Chô ao ver aquilo tudo, fez o básico de qualquer psicopata, se aproximou e desmaiou a criança porque ela estava incomodando.

A partir daquele momento, o panda fechou a porta com outra prateleira e começou a procurar pelos itens que queria a vontade. Acabou por encontrar tudo que queria, com exceção do ácido clorídrico que acabou por descobrir que estava na prateleira que derrubou na menina e por isso a pele dela foi corroendo e enchendo de bolhas. Enquanto descobria isso, acabou por ver que a criança já havia morrido. Foi executando tudo aos poucos, jogou álcool onde queria, colocou ácido armadilha onde queria, achou o ponto mais fraco da parede ao invés de simplesmente procurar por outra saída quem sabe e acabou fugindo enquanto o fogo na loja ia aumentando. Antes de tacar fogo, procurou por dinheiro no caixa e se deparou com o estranho fato de que o caixa não possuía nenhum dinheiro. Estranho para uma loja que possuía tais preços, talvez não tão estranho se Chô lembrasse que aparentemente os preços eram normais até o dia anterior e só então haviam sido modificados. Algo ali não era normal, mas aquilo naquele momento não importava mais, a loja estava pegando fogo enquanto o mink se afastava. Não saberia falar se havia sido visto ou não, mas aquele fogo com certeza seria visto, pois com todos os agentes químicos que ali haviam, não só o fogo ia aumentando rápido, como várias mini-explosões iam acontecendo.


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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptySeg 10 Dez 2018, 03:37




De todas as formas possíveis para aquele desfecho, eu estive pensando sempre positivo, mesmo que minha petulância em achar que a garota fosse ficar bem depois de ter sido atingido por uma prateleira, quem lá iria saber as diversas possibilidades para compostos corrosivos pudessem justamente cair sobre ela, talvez o destino não tivesse guardado uma vida próspera para ela - ou quem sabe o grande coordenador dessa merda toda só seja um sádico desgraçado que gosta de ver garotinhas sofrerem, o maldito ainda parecia querer me fazer sentir culpado vendo todo aquele show de horrores acontecer -, mas eu ainda sinto minha alma parcialmente limpa, mesmo que a morte não muito honrosa que eu dei ao velho, o ato misericordioso de desacordar a garota talvez a fizesse sofrer menos.

Embora todo meu cuidado planejado para que nenhuma outra morte acontecesse, ela vinha inevitavelmente, sucessivas explosões me faziam acreditar que outros também se foram além daqueles dois, afinal, explodir uma loja de químicos poderia ser um problema a curto e longo prazo, imagine todos aqueles compostos se misturando e formando novos elementos quem sabe até piores do que os anteriores, tudo aquilo acompanhado de muito fogo proporcionando energia de ativação de mais elementos, além de proporcionar a reação entre eles e ebulir muitos outros; imagine essa porcaria indo toda para a atmosfera e se fundindo com as moléculas de água que caem com a chuva, você tem um cenário perfeito para a queda de uma chuva ácida e contaminação do ar pelos químicos. Quem sabe isso pudesse causar doenças, epidemias ou crianças nascendo com quatro braços - outra boa ideia pra esse cara que curte descrever o sofrimento de lolis, agora poderia descrever o de uma ilha inteira -

“Provável que a notícia vai se espalhar rápido, sem a loja de químicos eu creio ter afetado alguma coisa de fato, se aquele homem aumentou os preços não deve ter sido por acaso, então eu devo ter afetado algum comércio, não há uma loja de químicos que não tenha compradores, talvez eu possa procurar saber sobre os grupos ligados a aquele velho em Hell’s Beer, queimar a loja foi um tanto imprudente sem procurar mais sobre isso, mas que se dane, isso não vai me impedir de saber!”

O meu objetivo agora parecia mais do que claro, seguir para Hell’s Beer como fora sugerido pelo velho, ou quem sabe quase isso, me falara sobre um tal ferreiro que iria me conseguir ferrugem e alumínio, mas quem sabe as coisas pudessem ficar mais interessantes se eu desse uma breve passada nesse lugar, e em falar em uma tal de Unique talvez fosse essa a loja que comprei meu terno um pouco antes nesse mesmo dia, eu ainda estava devendo uma visita àquele senhor, me faltava a calça e ajustar as medidas do terno. Com tudo arquitetado só restava caminhar até lá, então rumaria a passos largos em direção ao bar sem me importar muito com empecilhos que poderiam aparecer durante o caminho.

“Tenho que arranjar alguma maneira de falar com a Auster, eu pedi para que ela se encontrasse comigo na frente da fábrica, mas ela não havia voltado até então, vou passar lá rapidamente e depois ir para essa tal de Hell’s Beer, imagino que seguindo por alguma estrada principal eu devo chegar lá, do contrário eu só preciso perguntar a alguém...”

Sem muitas surpresas, meus pensamentos logo desviavam meu trajeto, como eu sempre fazia, talvez ursos geralmente não pensem por esse motivo, eu acho que devo ser o único que conheço, mas que merda eu sou uma maldita aberração em extinção, sou o último mamute panda polar! Eu tentaria ver de longe se ela estava por lá, convenhamos que mesmo que a iluminação não colaborasse muito, ainda era uma mulher de cabelo AZUL, se eu perguntasse a qualquer doente por ali não seriam muitas mulheres de cabelo azul que eles tivessem visto durante a vida. Caso Auster estivesse me esperando, iria caminhar calmamente em sua direção, carregando bem à mostra a bolsa com os itens que eu havia pegado quase agora, não só para querer instigá-la a me perguntar o que eu carregava ali, mas também porque eu gostava daquela minha mochila estilizada de panda. – Demorou hein?! Como você não estava aqui quando terminei com aquele cientista fui buscar algumas coisinhas para começar a criar nossas mercadorias, conseguiu alguma coisa pra mim? – Diria e, após feita a pergunta tentaria olhar por cima dela com a intenção de encontrar o diário que eu havia lhe dado para realizar anotações e afins durante sua pesquisa sobre os oito grupos de Wonderful. – Obrigado, agora só precisamos passar em Hell’s Beer, tem uma loja por lá que eu preciso pegar alumínio e ferrugem. – Indagando assim que ela me dissesse tudo o que descobriu, mesmo que não tivesse descoberto nada eu agradeceria pelo esforço. Seguiria para meu objetivo principal caso a encontrasse ou não, afinal o plano ainda seria o mesmo no fim das duas situações, sendo apenas que em uma delas eu estaria acompanhado de minha nova fiel escudeira.

Não pensava em mais coisas durante o caminho, nem mesmo existia um plano ou uma “cola” com as perguntas que eu deveria fazer quando chegasse lá, teria de recorrer ao bom e velho improviso, por uma certa questão de segurança e plena sanidade dessa vez não haveria ácido no meio dos meus planos. Chegando no lugar – caso não conseguisse dar cabo do trajeto por mim mesmo eu iria perguntar a alguém durante minha caminhada, abordando-o de forma sucinta e gentil “Boa Tarde, poderia me apontar a direção onde possa me levar ao Hell’s Beer?” fosse somente isso para adquirir a resposta, apenas me empenhando para achar outra pessoa caso a anterior não soubesse me informar a direção – iria diretamente para o balcão, se acompanhado de Auster eu sugeriria um jogo para ela antes de chegar ao balconista. – Então, tenho uma última tarefa para você! Tente encontrar alguns desses homens que você me falou, ou os capangas que fazem parte dos grupos que temos por aqui, o máximo que puder localizar, preciso ter uma noção do quanto eles vem por aqui – Finalizaria, não esperando muito antes de ir fazer a minha parte nessa busca toda.

Se a garota não estivesse comigo ficara mais difícil, mas não impossível, seria de meu prestígio e cuidado olhar para cada canto ao adentrar no local, capturar desde a formação das mesas aos seus ocupantes, talvez para encontrar ao menos um grupo dos que controlavam Wonder eu precisaria buscar características semelhantes, como roupas e afins estéticos, da ausência desses utensílios eu não iria desviar minha atenção, pelo contrário, só fazia aumentar minha curiosidade e interesse em descobrir quem eram os membros de cada grupo.

“Talvez o balconista deva saber sobre algo, do contrário vou ter que pensar em alguma coisa depois” Na verdade eu já estava considerando invadir aquele local de um modo mais agressivo, mas eu estava ali me postando com carisma, não queria ter de buscar as informações de um jeito ofensivo, mas se fosse o necessário, teria de me preparar antes de sair atacando um local cheio de possíveis inimigos. – Boa tarde, vou querer duas dozes, uma de vodka pura e outra de informações sobre Mihoki, preciso encontrar esse homem ou quem trabalhe para ele – E da minha fala calma e mansa, acompanhava passando a pata sobre a fedora, havia tempos que eu não ajeitava aquela aba que dadas as circunstâncias já deveria estar desarrumada no momento. Se o balconista quisesse dinheiro eu daria a ele pelas informações, um agrado de dez mil berries para começar.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Costelas quebradas (7/7)

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptyQua 12 Dez 2018, 04:19


Narração
Clima: Agradável
Localização: Wonderful Land
Final de tarde

Chô
O mink começou a andar numa direção alucinando sobre alguma força sobrenatural querer culpá-lo sobre algo que ele mesmo havia feito. No meio do caminho, decidiu mudar sua rota e ir procurar por Auster no local que haviam indicado anteriormente. Ao chegar lá, logo avistou a forma feminina de cabelo azul e ao se aproximar começou a falar, porém percebeu que era outra [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Qual era a chance de uma mulher de cabelo azul estar passando por ali naquele exato momento? Foi então que Lotus acabou vendo outra, e ao chegar perto percebeu que [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] também não era Auster. Antes de perceber, viu que outra e mais outra mulher de cabelo azul passavam por ali, alguns homens também de cabelo azul passavam por ali e sem entender o que estava acontecendo, acabou sentindo alguém tocando-lhe o braço. Era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], ela apontou para um local lá perto, onde havia uma tenda improvisada e uma grande faixa escrita: ENCONTRO ANUAL DOS CABELOS AZUIS. A mesma deu de ombros com um sorriso como se aquilo explicasse o fato de existirem tantas pessoas de cabelos azuis por ali naquele momento. O panda então decidiu falar que já havia passado por ali, apesar de não se lembrar daquela tenda anteriormente, talvez a mesma tivesse sido colocada a pouco tempo naquele local, pois a mesma já estava sendo desmontada e levada para outro local. - Eu consegui descobrir algumas coisas sim... - Falou a mesma e então uma outra menina passou e entregou um papel sorrindo depois saiu de perto indo para outra direção. - Mas vamos falar disso em outro lugar, que aqui ta muito cheio. O encontro vai andar por toda a ilha. - Falou e era perceptível que todos os cabelos azuis iam andando na mesma direção, a direção do rio e da floresta.

Enquanto se afastavam do aglomerado a mesma ia falando sorridente. - Uma pessoa me contou que não importa muito os oitos, já que só dois são realmente poderosos, tanto que os outros seis se juntaram para tentar bater de frente com os outros dois. - Ela parecia feliz de ter feito uma nova amizade e de quebra ter conseguido cumprir um pouco do que o urso queria, mas a informação não parava por ali. - Tem o grupo do Mihoki, que é um cara que está preso por aí... - Falou ela se lembrando aos poucos, como se a informação tivesse vindo de diversas pessoas que havia conhecido, não de uma unica pessoa. - Mentira, eu lembro que anotei certo. - Falou apontando pro caderninho que o panda havia lhe entregue. - Mihoki é um dos grupos fortes que está atualmente livre, o grupo que tem o cara preso é o Arko. Esses são os dois grupos principais, o grupo Arko e o Mihoki, os outros seis juntos são chamados de "Inovadores". - Complementou a mesma. Ao finalizar sua fala, o panda então a contou que estavam indo para Hell's Beer. E ao falar isso, foi como se o mesmo tivesse ligado o pensamento dela em algo importante. - Se não me engano, os Inovadores vivem indo nesse lugar aí. - A informação foi solta como se a mesma houvesse ouvido isso de algum amigo em uma roda de amigos cor do cabelo unindo o povo desde que o bear disse que cabelo azul é raro. O assassino de lolis panda agradeceu pela informação, a mesma havia sido bem prestativa até.

Chegaram na taverna sem problemas, a mesma estava lotada e chamava muita atenção do lado de fora, sendo fácil de encontrá-la. As mesas cheias complicavam para o panda achar pessoas que vestissem as mesmas roupas, principalmente sabendo agora que o bar era frequento por seis grupos diferentes que se juntaram, seria difícil achar um padrão realmente útil ali. O mesmo passou mais uma "ordem" para Auster, que sorriu com a oportunidade de ser útil para Chô novamente e assim saiu em sua busca. O mesmo então seguiu na direção da [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Que obviamente também tinha um cabelo azul. O mink falou o que desejava ali e a mesma o olhou de cima a baixo, não acreditando na figura que via a sua frente. - Você está procurando por Mihoki e veio aqui? - A voz dela era bem aguda e irônica. - Não era mais fácil ter procurado na carpintaria dele? - Respondeu a mesma ainda irônica porém já servindo a bebida que o mesmo pedira. Ela mostrara dois dedos, simbolizando que a dose era dois mil berries. Antes que Chô conseguisse pagar, Auster chegara perto dele e cochichara. - Achei os Inovadores. - Falou a mesma já sorrindo e pedindo uma dose também para a balconista logo em seguida.


Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptySex 14 Dez 2018, 20:47




Essa maldita ilha parece estar me testando a cada passo que avanço, já me sinto como em uma bolha temporal onde as coisas mais improváveis do mundo acontecem, então era isso o que a ruiva queria dizer quando disse que estávamos na Grand Line? Parecia que eu havia retornado para minha terra natal, com coisas bizarras acontecendo a todo momento ou até mesmo dentro de um daqueles quadrinhos. O fato é que no fim das contas, eu tinha as devidas respostas que procurava, tinha Auster sã e salva depois de uma jornada aparentemente perigosa de capturar informações, agora tudo dependendo da minha própria vontade de dar continuidade aos planos, finalmente minha paciência estava esgotada o bastante para me fazer querer esperar e prosseguir com acuidade um degrau de cada vez.

Me veio a pergunta, parecia óbvio a resposta, visto que todos os manés por ali pareciam usar Azul e eu, como um panda branco de marrom, não estava a caráter só poderia se tratar de um estrangeiro - Seria se eu soubesse que ele tem uma carpintaria e o endereço dela- Passaria a pata dose para o lado com a pata esquerda e com a direita iria colocar o dobro do dinheiro pedido sobre o balcão, mas não o soltando ainda, iria esperar pela informação, caso a mulher se fizesse de sonsa ou desentendida, nada me restara senão dar um breve suspiro “Alguém aqui tem déficit de atenção” pensei logo indagando o que me incomodava e me impedia de entregar o dinheiro- O endereço meu bem, da carpintaria de Mihoki - é obvio que eu não estava pagando pela informação, o dinheiro dado dobrado era por conta da dose de Auster, como uma companheira prestativa me arranjando tantas informações era o mínimo que eu poderia fazer - Me diga onde estão - perguntaria logo após ter ou não o endereço de Mihoki, ele seria interessante no futuro, por hora eu prefiro ir conversar um pouco com esses Inovadores, dessa forma, a garota de cabelos azuis - a original - iria me mostrar o resultado de sua breve busca pelo local - Obrigado, fique ai e tome umas por minha conta, se quanto mais bêbada você causa mais confusão, quero esse lugar revirado -

Seguiria até a mesa ou local apontado - caso esses caras ficassem em algum tipo de área vip seja lá qual for o motivo - com a dose da vodka na mão esquerda, já na mão direita pousando o isqueiro, andando de modo destemido - como quando alguns caras da máfia explodem um carro atrás de si e saem andando com estilo ao som de um solo de violão ou coisa do tipo - até chegar onde estavam reunidos, eu puxaria uma cadeira para me unir a mesa sem qualquer aviso prévio - Pode me chamar de Juggernaut Soviético - me apresentaria em meio a todos, caso não prestassem a atenção em mim ou algum capanga viesse para me tirar do local ou algo do gênero, iria tentar chamar esperar que se aproximasse para que eu conseguisse jogar a vodka em vertical com a certeza de que não iria errar, cerca de um metro de mim, para logo em seguida jogar o isqueiro aceso com o intuito de atear fogo no capanga e assim chamar um pouco mais de atenção para mim, iria continuar sentado ou, caso não tivesse conseguido me sentar até então, iria fazê-lo ignorando as ameaças que poderiam surgir com o meu feito. Caso conseguisse acertá-lo com a bebida. Mas percebesse que não teria tempo de utilizar o isqueiro, iria tentar bloquear o ataque sacando minha espada largando o copo da vodka que estaria agora vazio, movendo a lâmina em diagonal de modo que conseguisse aparar o ataque e, logo em seguida, usando o isqueiro já me aproveitando da brecha para o contra-ataque, me distanciando logo em seguida já que eu não gostaria de ter uns pelos queimados. Se em algum dos casos a figura ainda insistisse em partir para cima de mim pegando fogo, eu não conseguiria conter as risadas da situação cômica - Zehahahaha! Sai Sai! Zehahahahahah - ao passo que tentaria dar alguns saltos para trás tentando escapar até que ele caísse morto e chamuscado ou desmaiasse.

-Vou lhes dar um motivo para que não me matem ainda - Seguiria esperando ainda estar vivo e inteiro para conseguir falar e manter a pose destemida, na verdade eu não tinha medo algum das consequências do que eu faria, talvez pudesse ser um ato irracional ou desnecessário para a ocasião, mas eu sabia bem que estava lidando com homens poderosos, apesar de não serem os mais influentes, tinham lá suas partes da ilha e um dia já a tornaram um grande terror - o qual eu estava agora tentando restabelecer - esses tempos de paz são uma piada, então eu precisaria ganhar a atenção deles de alguma forma e agindo seria oito ou oitenta.

Ou é louco e quer morrer, ou não é qualquer um. Qualquer uma das opções me serviria.

-Chefões de Wonderful, passam os dias organizando os encontros de vocês nesse bar… Há alguns anos vocês eram todos unidos, Fagoras acho que era o nome do cara que vos comandava, ou seus falecidos parentes, não importa… Mas ai certo dia ele parte e todos começam a brigar pelo legado que ele deixou, vocês se dividiram, esse lugar era um caos certo? - Pausei com a intenção de fitá-los nos olhos com o rosto inclinado - O que aconteceu senhores? Mihoki e Arko comandam esse lugar, e vocês? Ficam comando ossos e migalhas que eles largam? Busquei me informar melhor sobre os líderes desse lugar, me disseram o nome desses dois como importantes, vocês são só… Os inovadores - Novamente estava ouvir alguma explicação ou comentário que fosse relevante, se não fosse algo pertinente que não respondesse minha pergunta eu apenas iria prosseguir interrompendo quem fosse - Olha, eu não estou interessado em… desculpinhas bobas ou esses papinhos de paz, vocês se reúnem aqui e em dois anos essa ilha vai estar infestada por aqueles marinheiros enquanto só aqueles “grandes” brigam pelo osso - Interromperia minha fala olhando para os lados em busca da bebida de alguém que estivesse pela mesa, quando costumo falar bastante minha garganta coça - Não estou aqui para lhes fazer… Sei lá, um pedido ou coisa parecida, estou aqui para lhes fazer um favor, essa ilha está para sofrer uma… Grande! Mudança, muito em breve e eu estou lhes oferecendo a chance de não sucumbirem com a maré -e provável de que ririam de mim, na verdade eu tenho certeza de que fariam isso, mas nada como o bom e velho silêncio para lidar com isso, sou convicto do que estou para fazer e do que posso arranjar em tão pouco tempo, se fossem meros idiotas eles iriam pagar pela vituperação - Olha, se fosse alguns meses atrás vocês poderiam me achar um maluco, mas é só olhar para vocês agora e perceberão o quanto se rebaixaram… Eu vou dar um tempo para que pensem mais sobre isso… - Finalizando minhas palavras, talvez eu conseguisse despertar o interesse de um ou outro ali, mas meu objetivo desde o começo nunca fora sair daqui com uma aliança formada, dessa forma, iria partir breve após meus comentários, não esperando ouvir muita coisa além disso, mas se alguém tivesse interesse em se unir, eu surpreso ficaria para prestar atenção no que ele/ela tivesse a dizer - Espere meu próximo movimento, entrarei com contato -

Iria sair rapidamente, sem olhar para trás e ajeitando calmamente da fedora, com a mão sendo levada ao bolso em busca do frasco de ácido para o caso de alguém me seguir com uma intenção negativa, tentaria percorrer meu caminho aos passos largos, usando o corpo de outros no meio do caminho para despistar o rastro e enfim chegar até onde eu havia deixado Auster, com sorte ela ainda estaria por lá ou brigando com um bêbado qualquer por um motivo que não me interessa; pegaria a garota pelo braço para sair de lá rápido, precisávamos agora chegar até o Mihoki, isso seria possível graças ao endereço que com sorte a mulher por trás do balcão teria me dado, se alguém ficasse em meu caminho atrapalhando nossa retirada do local, iria utilizar do frasco de ácido para despejar no corpo do empecilho - não tudo, apenas um terço do frasco-, puxando Auster para longe dos respingos da substância.

-Ótimo, já falei com aqueles caras, com o tempo eles devem perceber que a ilha está para sofrer grandes mudanças, vamos ao meu próximo passo -

Sem outra opção senão seguir até a forja, faria meu caminho até lá com as instruções que eu conseguisse perguntando a moradores ou transeuntes do local, nesse caso eu iria caminhar a passos moderados, minha pressa não era tamanha para chegar até lá, ainda mesmo que aqueles elementos fossem realmente necessários para a construção do meu grande ato. Conseguindo chegar a loja e adentrar, ainda com Auster ao meu lado, olhando o local bem, averiguando os preços para ter a certeza de que dessa vez ninguém estaria tentando aumentá-los de forma absurda - embora não tivesse como saber, iriam me atentar bastante a quantidade de quilograma de um saco de alumínio em pó e de óxido de ferro para a quantidade de zeros no preço. Achando os produtos em procura, seguiria até o balcão, assim como eu faria caso não encontrasse para poder pedir ao vendedor que me arranjasse um pouco - Vou querer dois quilos de alumínio em pó e dois quilos de óxido de ferro, três de cada se puder fazer tudo por um preço camarada - eu tentaria conseguir uma pechincha a depender do preço, sem depender do nome de Oliver - talvez esse merda tenha morrido e chamado atenção-, mas eu não aceitaria nada acima do orçamento de duzentos mil, ficaria com metade do pedido para que não me desse muito prejuízo. Assim que conseguisse arrumar os metais pelo preço que buscava, iria sair da loja sem muita enrolação, agora seguindo meu caminho para encontrar uma carpintaria, aproveitando a loja para perguntar sobre - Conhece alguma carpintaria por aqui? A de Mihoki - seguiria se me dada a direção.  

Sendo a carpintaria meu novo objetivo principal, seria para lá aonde meus largos passos iriam me levar, carregando pelo braço logo atrás de mim, Auster, isto é, estivesse ela bêbada e não conseguisse caminhar no meu ritmo por conta própria. Chegando ao local seria onde eu encontraria a calma, ajeitando o terno antes de entrar e tomando cuidado para não parecer desajeitado, a arma guardada, o frasco de ácido lacrado e posto dentro da bolsa, completamente desarmado e a mercê da minha própria simpatia, caminharia até o outro do lado oposto do balcão pondo a garota ao meu lado - Gostaria de falar com o Mihoki - caso fosse me perguntado o assunto, eu indagaria breve - Negócios… Quero tratar de negócios, tenho alguns serviços a oferecer - dessa vez eu me apresentava de uma forma diferente, não querendo parecer destemido, mas sim misterioso e o que tinha a oferecer. No caso de estar falando com o próprio, não me restava nada senão cumprimentá-lo - O Juggernaut Soviético, estou aqui para falar sobre a Máfia e negócios, quero ingressar no ramo vendendo algumas armas que estou para produzir com o uso de química, eu posso… Fazer os primeiros projetos de graça desde que me arranje os instrumentos para trabalhar - Agora eu estava sério e interessado em conseguir convencê-lo a me aceitar, não como no bar, agora o jogo estava correndo e qualquer passo falso me custaria a possibilidade de prosseguir com o plano de forma linear.



Histórico:
 

Objetivos:
 

Costelas quebradas (7/7)

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptySeg 17 Dez 2018, 18:18


Narração
Clima: Agradável
Localização: Wonderful Land
Final de tarde ~~ Noite

Chô
Irritado com o fato da balconista ter falado daquela forma com ele, o panda respondeu a mesma informando o básico. A mesma olhou para ele por um tempo, refletindo. Não para zombar dele ou qualquer coisa do tipo. - Não sei qual a melhor forma de te explicar como chegar lá. - Ela estava servindo uma dose para outras pessoas enquanto falava. - Você sabe o quartel general da marinha? É lá perto. Acho que assim é mais fácil de descrever, fica entre o quartel general e o rio. Mesmo se você se perder algumas vezes vai acabar achando, é uma construção até grande. - Falou ela rindo e então já ouvindo o pedido de outro cliente acabou por ignorar qualquer outra reação ou fala do panda. Com a informação em mãos, o mink decidiu que tinha outra missão naquele bar, pedindo para que Auster ficasse no balcão bebendo, acabou se afastando indo na direção que a jovem havia pedido.

O bar que até então estava cheio, começou a esvaziar enquanto o mink andava, tudo isso graças a ao barulho de tiros que começaram a ser ouvidos do lado de fora. A maioria do povo ali começava a correr para fora, no entanto, a mesa para qual Chô de dirigia continuava tranquila. A mesa parecia ter certa segurança, porém aquilo não parecia importar muito para o mesmo, que simplesmente foi andando sem se preocupar e puxando uma cadeira sentou na mesma e encarou todos que ali estavam. Em ordem, eles iam do [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], para o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] já o encarava com um sorriso no rosto, o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] continuava comendo sem dar nenhuma importância para o panda que havia acabado de sentar ali e a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] o olhou curiosa por um instante, indagando-se o que aquele ser tão estranho estava pensando em fazer. Apesar de todos olharem para o mesmo, nenhum disse qualquer palavra, tiros ainda eram ouvidos do lado de fora e o clima estava ficando tenso entre os guarda costas que nada fizeram, talvez por não sentirem medo ou qualquer coisa de Lótus. O mesmo veio sem atacar, já era um sinal de que vinha em paz perto do ambiente hostil que estava do lado de fora do bar. O mesmo acabou se apresentando quando viu que nenhum deles faria aquilo. Percebendo que nenhum deles falaria qualquer coisa, acabou continuando por conta própria falando que havia um motivo para não matar eles. A menina a esquerda e o sorridente logo a frente soltaram uma risadinha quando ouviram aquilo.

A risadinha quebrou um pouco o clima e foi o suficiente para que Chô pudesse falar a vontade várias e várias coisas, o mesmo falou todo o seu ponto de vista sobre a situação. Em um certo ponto, quando mencionou que eles eram somente os Inovadores, viu que o homem a esquerda havia parado de comer e o encarou, apesar de não ver os olhos do mesmo, Lótus acabou sentindo que não era bom incomodar muito ali. E o mesmo continuou falando, sem ninguém comentar nada. Eles não riram, a maioria nem esboçou reação. Mas sentindo que alguém ali precisava falar algo, o homem mais a direita decidiu falar algo. - Sabe... nós estamos aqui tem um tempo igual você disse. Você não é o primeiro e com certeza não será o último novato que anda por aí pensando que sabe o que está falando. - Ele olhou sem medo algum para o panda e continuou ainda calmo. - Quem sabe... quando você for minimamente importante nós não te ouçamos? Agora você não é ninguém. - Ouvindo tudo, o panda levantou-se falando para que eles esperassem o próximo movimento deles e que entrariam em contato. O mesmo saiu com seu estilo próprio, a maioria ali nem se importou muito com ele entrando ou saindo daquele local. E ao chegar no balcão viu Auster conversando com a balconista, ambas estavam rindo apesar dos tiros que ocorriam do lado de fora, a sua amiga não estava bebendo apesar do que Chô havia dito para ela fazer, a mesma parecia se divertir o suficiente com a companhia da balconista. Chamando a jovem, acabou saindo de perto do local com ela, foi fácil sair, não havia mais ninguém basicamente naquele local por causa dos tiros que ocorriam do lado de fora.

Ao pisarem do lado de fora enquanto falava, a jovem acabou lembrando-se de algo. - Você queria alumínio e ferrugem, não é? Eu perguntei para aquela mulher simpática, ela me disse onde eu conseguiria. - Falou Auster se referindo a balconista. Tanto o panda quanto Auster simplesmente ignoraram os tiros que ocorriam na região próxima e acabaram andando para a direção que Auster considerava a certa por causa de sua conversa com a balconista. E assim, com o passar do tempo, pegaram a loja quase fechando. O dono da mesma era um homem forte e careca não achei imagem de ferreiro com cabelo azul que reabriu a loja quando viu Auster sorrindo para ele e pedindo para que a abrisse por uns momentos. Lótus foi andando pela loja e encontrou tudo que queria, não saberia julgar exatamente se aqueles preços eram justos, mas não pareciam tão abusivos ao ouvir que conseguiria os 3kg de cada um dos dois elementos por cento e cinquenta mil berries. Ao terminar suas compras, perguntou se o homem sabia onde ficava a carpintaria Mihoki e o homem fechando a loja de novo apontou. - Fica naquela direção, só passar o quartel general que você chegará lá. - E assim eles foram andando.

O tempo foi passando sem que nenhum dos dois falassem qualquer coisa. Lótus viu o quartel general e foi andando ainda na direção indicada, provavelmente a direção do rio pelo que a balconista havia dito mais cedo. Já se podia dizer que era mais noite que tarde, talvez a carpintaria em si já estivesse fechada. Mas não foi isso que aconteceu, ao chegar lá, viu que as luzes estavam bem acessas e já se preparando, arrumou-se como desejava para entrar no local de forma que demonstrasse não ser hostil. Porém ao entrar na Carpintoki, que era o nome dado a marcenaria de Mihoki, deparou-se com uma imagem diferente da que esperava. Havia pelo menos uns seis marinheiros por ali, eles estavam revistando o local. Havia o balcão logo a sua frente e para cada lado havia três marinheiros, havia um recepcionista que conversava com um deles, não era possível determinar se haviam mais marinheiros mais a dentro da loja, mas era claro que o recepcionista estava acostumado com a situação.

O panda, de alguma forma milagrosa chamada off game acabou decidindo que iria esperar o marinheiro falar com o recepcionista e tal situação só foi concluída quando alguns marinheiros acabaram por aparecer de outros cômodos e falaram que estava tudo ok como sempre. Nesse meio tempo, o panda foi reparando em detalhes da loja, a mesma possuía diversos mini modelos de barcos e a maior diversidade de itens de madeira espalhados por todos os lados. O cliente poderia simplesmente escolher o tamanho que desejava e o objeto seria fabricado no tamanho correto. Os marinheiros passaram por Lótus estranhando a imagem do mesmo, porém não o reconheceram, sua fama ainda não era tamanha o suficiente para que eles soubessem que aquele ali era O Juggernaut Soviético. Sério e de forma bem diferente da anterior, o mesmo foi até o recepcionista que já o esperava, pois, afinal, um panda com cores disformes chamava a atenção e o mesmo já havia percebido que o mesmo fora bem paciente em sua espera. Após ouvir o que mesmo estava querendo, o homem olhou para ele por um instante. - Até posso leva-lo até lá, porém peço que deixe sua arma aqui. E que me deixe revista-lo. Existem vários grupos contrários a nós e não é bom deixar qualquer um se encontrar com Mihoki.


explicação do preço:
 

Legenda:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptyQua 26 Dez 2018, 20:12

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Eu particularmente estou desacreditado, sempre imaginei que grandes líderes e chefões como o Mihoki fossem do tipo difícil de se encontrar, mas venho aprendido uma coisa interessante, até mesmo importante em toda essa jornada, os núcleos do crime giravam atrás de uma base que eu mesmo me recusava a me sustentar, mas acho que no fim das contas eu tenho de ceder a alianças com o outro lado, toda essa merda de destruir o governo não seria mais do que um sonho distante, é mais fácil financiar alguém que faça isso por mim, eu só precisaria de bons contatos e me queixar do roubo de mercadorias sempre que quiser vender alguma coisa para os agentes do caos.

Não que eu esteja reclamando, mas chegar até um dos grandes líderes foi verdadeiramente uma tarefa fácil, talvez se eu fosse “minimamente importante” eu teria a mesma sorte? No fim eu estava certo sobre esses grupos menores, não são do tipo que incomodam, só são alguns cães que se deve manter longe. Ainda sim me senti na desvantagem, estava prestes a ficar cara a cara com o homem que eu precisava me livrar se para mandar naquela ilha e ainda queriam me despir de armas e afins, é nesse momento que me sinto culpado por não usufruir dos antigos planos de guerra e esconder algum frasco de ácido no ânus, era fácil e seguro já que não era feito de vidro, caso eu acidentalmente apertasse não resultaria em uma hemorroida ou coisa pior… “Se bem que enfiar um negócio daquele tamanho no rabo deve ser desconfortável” pensei melhor sobre essa hipótese, talvez fosse melhor deixar pra lá por hora, esse plano só parece mais genial quando se tem alguém para fazer isso por você.

Olhei para Auster, por alguns instantes me passando a ideia maliciosa pela cabeça “Se bem que ela poderia esconder dois frascos… O que eu estou pensando? Não, foco animal! Não era isso que eu ia pedir” balancei a cabeça para livrar-me daquela ideia maldosa, quando pensei em virar para ela foi para entregar-lhe minhas coisas, da mesma forma que eles não confiavam minha presença com as armas, eu não confiaria naquele cara para guardar minhas coisas que consegui com tanto… Suor?

- Fique aqui cuidando das coisas, não arriscaria te levar lá, já fez demais por mim hoje - Além de querer poupar seus esforços, não sei se era correto colocar a vida dela em jogo também, nunca tive um plano para falar com aqueles caras, especialmente o mais importante , tudo seguiria na base do improviso como eu fiz naquele bar, com sorte eu não teria que lidar com nenhuma ameaça dessa vez já que aquele cara iria me escoltar até o Mihoki, ou outra pessoa, não importa, eu era como uma visita e naturalmente deveria demonstrar respeito ao dono da casa, mas quem disse que eu ligo para essas regras cerimoniais? Assim que já tivesse entregue minha espada e bainha, colocado a mochila sobre o balcão bem ao lado da garota e passado os sacos com os pós que havia pego na forja para mais perto de seus pés, estaria pronto para a revista, livre de quaisquer suspeitas ou armas, nem mesmo escondidas… Heh.

Vou falar a verdade, nunca confiei nesses homens que dizem fazer revista, eu só imagino que esses malditos usam essa desculpa para alisar o corpo de alguém, não é como se todo segurança ou guarda-costas cometesse assédio, mas todo assediador já foi um segurança Você Não Precisa - Olha essa mão ai! - Diria caso eu visse que aquele cara estivesse com uma mão boba demais, esse também era um dos motivos para não querer que a Auster viesse comigo, não era do meu gosto vê-lo alisando-a, e o que me faria pensar que esse cara ter problemas sexuais caso me alisasse demais era o fato de eu ser um Mink! “O filho da puta está me assediando? UM MINK URSO?” Querendo acabar com aquilo logo, ao término dessa situação específica eu entregaria algum dinheiro a ele - Toma, vai se divertir na noite por ai, você deve estar precisando depois disso - me referindo ao constrangimento que me fez passar. Se tudo ocorresse bem, eu não diria uma só palavra até o fim, apenas partiria em direção ao balcão uma última vez antes de segui-lo para pegar uma de minhas provetas, jogar uma mistura de óxido de ferro e alumínio em pó, metade de cada, cobrindo até o topo do instrumento, se me perguntando o motivo daquilo ou tentasse me barrar por querer levar aquilo e a caixa de fósforos, tentaria convencê-lo de que aquilo fazia parte da minha apresentação, faria um sinal de mão indicando para que chegasse mais perto, eu sussurraria em seu ouvido - É uma ferramenta surpresa que usaremos mais tarde - Não poderia esconder o sorriso malicioso, mas talvez dizer aquilo fosse só dificultar as coisas.

Depois de muita democracia e enrolação, eu só queria resolver aquela situação de uma vez, carregando em mãos - ou não - o meu experimento e o meu cu, que estava trancado apesar de em meu semblante eu passar a imagem de alguém despreocupado, eu estava prestes a pedir um emprego de mafioso, depois de tanto tempo vivendo às custas do Estado para agora ter de me render ao maior terror de um Comunista “Vou ter que deixar minhas raízes para me juntar a essa economia capitalista opressora! Que Marx tenha dó de minha alma” Já passava em minha cabeça essa realidade desde que imaginei ingressar no mercado negro, mas vendo a faceta da moeda como um empregado a situação não era tão divertida.

- Quando disse sobre os opositores, falava daquele grupo de terapia social dos cabelos azuis anônimos que tem em Hell’s? - Aquela quantidade de gente com cabelo azul me deixava puto, e eu estava deixando isso evidente na minha fala sem me preocupar se aquele carpinteiro ou algum outro dentro da sala teria - na verdade, se ele tivesse eu acredito já teria sido enfatizado anteriormente, uma que o condutor disso aqui ou é o Ary Toledo ou o Hirohiko Araki me fazendo viver uma Chô Chô Bizarre Adventure Part 9-, mas meu objetivo com a fala não era necessariamente demonstrar meu incômodo, eu queria ter certeza do meu próximo alvo para quando aquela entrevista acabasse - e se meu corpo sair inteiro também.

Assim que chegasse até o local onde estaria Mihoki, iria sorrindo caminhar para dentro, ainda com o cagaço - Aaaah! Então encontrei o grande Mihoki que controla metade dessa ilha - Caminharia em direção a algum outro homem ali, sendo segurança ou qualquer outro auxiliar que estivesse dentro junto conosco, levando os braços para trás do tronco e deixando cair meu terno sobre eles, logo em seguida jogando sobre o ombro ou os braços daquele outro figurante enquanto sorria - Pode pendurar meu terno, sim? Obrigado! - Sem esperar muito a resposta, voltando a atenção para o que verdadeiramente importava, todo aquele jeito desengonçado e despojado só forçado vinha de minha tentativa de diminuir aquela tensão que corria por minhas veias, mas se eu quisesse relaxar e me sentir mesmo em casa, só com uma boa dose de bebida - Aqui está muito… Quente, sentem esse calor? Eu estou sentindo, aceito uma Vodka bem gelada se tiver, ou um sal de frutas, tenho sentido uma azia esses últimos dias - Buscaria cumprimentaria o meu - quem sabe - futuro chefe com um aperto de mão ou um beijo na parte superior dela, soube que os líderes da máfia gostavam daquilo e que os chamassem de padrinho, deve ser cumprimento de Europeu, eles tem essa coisa estranha de beijar e amar homem, não tomar banho e comer espaguete sem cortar com a faca ou o dente - Boa Tarde Padrinho - Assim diria caso necessário me dirigir a ele como tal.

Após as apresentações feitas, buscaria um lugar para sentar, nada mais irônico do que o dono de uma carpintaria que não tivesse um banco ao dispôr para seus convidados, no pior dos casos era só mandar aquele balconista criar algum de última hora - Estou muito… Lisonjeado que tenha me recebido pessoalmente, mas deixa de papo furado que eu vim tratar de negócios - Apesar de ter de reconhecer sua presença, eu não estava ali para ilustrar as bolas de alguém que já deve ter muitos que fazem isso - Antes de falar o que eu tenho a oferecer, deixe-me demonstrar algo - Isso só seria dito caso eu conseguisse entrar com a ferramenta surpresa que eu fiz antes - sem ela as ações do parágrafo seguinte podem ser totalmente e cruelmente desconsideradas, preservando apenas a explicação -

Pediria para alguém segurar enquanto eu buscava pelo fósforo - Segura isso ai bem forte maluco - Após pegar a caixinha, só me restava apresentar o projeto - Tenho ali uma mistura de Pó de Alumínio e um pouco de Óxido de Ferro, quando misturo essas duas substâncias e adiciono fogo, elas resultam em uma reação que resulta em uma liberação de energia superior a três mil graus célsius, algo com o dobro da temperatura de fusão do vidro que ele está segurando - Assim que terminasse, já teria o fósforo pronto para riscar e atear fogo na mistura, com o pouco que expliquei, talvez eu conseguisse fazer alguém tremer na base por conta das estatísticas, em especial eu queria assustar aquele cara segurando a mistura, mas é claro que quando eu adicionasse o fósforo nada demais aconteceria, apenas um susto - Mas sua… Energia de ignição é também alta, o que me impede de queimá-la com um simples fósforo… O que eu preciso para esse experimento é um tanto de fio de magnésio para servir como ignição, mas ele também é um pouco difícil de incendiar - Ao término da explicação, chegaria no ponto em que tanto queria - Não é muito difícil conseguir fazer um grande estrago com um pouco dessa substância, mas pense o que um equipamento bélico bem aplicado e construído pode fazer com… todas as possibilidades da engenhosa Química! - Nesse ponto, eu estaria olhando para o teto imaginando estrelas e o universo todo girando ao redor da minha cabeça, evidenciando uma falsa alucinação.

- Não sabe aonde quero chegar? Bom, eu sou um cara com uma mente brilhante, não louca ou paranóica, brilhante! E você é um homem de contatos, influência e nome. Se trabalharmos juntos… Imagine nas possibilidades, em todas as armas que podemos criar, colocaríamos seu adversário no chinelo e você poderia tomar desse lugar… Eu vi o que estava acontecendo lá fora, você não que esses marinheiros enchendo seu saco e isso é fato, por isso precisamos ser silenciosos, deixar que matem uns aos outros, eu vi aqueles… “concorrentes” no bar e eles estão mais preocupados em gastar jogando truco e bebendo pitu, em alguns meses nunca mais vão precisar temer esses Inovadores, mas você pode melhorar suas relações com a Marinha e ainda se livrar dessas pedras no caminho se souber vender! - Diria erguendo o copo, se a bebida tivesse sido me oferecida, do contrário eu passaria a mistura experimental que havia levado.

- Me disseram que um novato para ter sorte aqui deveria mostrar ser importante, então se tem dúvidas, me financie nesse meu primeiro projeto, garanto que não vai se arrepender, preciso de alguns dias para conseguir arquitetar o projeto, adquirir os materiais necessários, você me provê alguns deles e então estará pronto para os primeiros testes em breve, o que me diz? - Depois da apresentação, eu estava confiante de conseguir alguma coisa, nem que fossem alguns preparativos, mas o que ele pudesse me prover como financiamento já seria um grande avanço, se me perguntado sobre o que eu precisaria, não tardava a falar - Eu preciso, como falei, de fios de magnésio, Thermate, nitrato de bário, enxofre, gelificante e um ferreiro para criar a estrutura; Se puder me arranjar um Sphynx também seria bom, sabe… animais costumam deixar o ambiente químico mais… relaxante - Promissor, mas eu não sabia muito bem como ele reagiria com meu pedido, no pior dos casos eu sairia dali de mãos vazias assim como entrei, mas não sem um plano para chamar a atenção que todos esses fodidos queriam.

“Se querem que eu seja importante então vou dar a eles uma demonstração!” Logo seguindo até o reservatório de água.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas - Página 2 EmptySab 29 Dez 2018, 03:28


Narração
Clima: Agradável
Localização: Wonderful Land
Noite

Chô
Apesar de não estar feliz com a situação, o urso entendeu o pedido e acabou aceitando ser revistado. Antes disso, o mesmo entregava suas armas e outros itens para Auster. O recepcionista o revistou sem nenhum problema real, foi rápido e apalpou o mínimo necessário, não parecia ter nenhum tipo de prazer pervertido que um urso imaginou antes. Pensando que tudo seria simples naquele lugar, o mesmo queria misturar dois pós desconhecidos na frente do recepcionista. - Sério que eu acabo de te revistar e você começa a misturar pós na minha frente? - O mink assim tentou explicar que era uma surpresa para mais tarde. - Meu trabalho aqui é exatamente evitar surpresas. - Repetiu firme o recepcionista.

Aceitando que não havia o que fazer ali, o mink seguiu sem suas ferramentas, no meio do caminho perguntou se o principal problema eram os inovadores e o recepcionista riu da pergunta. - Eles estão com cabelo azul agora?- Desdenhou o homem enquanto andava. - Eles estão longe de ser problemas aqui. Arko preso é mais problemático do que eles. - Continuou o homem com desdém enquanto chegavam a uma grande sala, esta sala cheirava ao mais puro pó de madeira. Havia alguns homens trabalhando em um canto, outros simplesmente conversando e um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] no centro que parou de conversar quando viu o recepcionista e o mink entrando no local. Era possível ver as mais diversas plantas de navios e objetos espalhados. Serragem no chão em abundância. - Outra avaliação surpresa? - O tom apesar de sério mostrava que era uma piada de alguma forma, ninguém ali imaginava que aquele urso era um marinheiro.

O homem já foi fazendo um sinal para que vários homens ali surgissem com uma mesa, a situação era bem diferente da que Chô imaginara. - Senhor, este mink deseja uma reunião com você, para discutir negócios. - O tom do homem era totalmente neutro. Não demonstrando desdém ou gosto pelo mink que ali se apresentava. - Imaginei, uma coincidência dessas é interessante. - Falou o homem pensando na marinha que havia acabado de sair daquele local. A mesa que havia surgido ali já era limpa e o homem sentava-se a vontade em uma ponta indicando para que o mink sentasse na outra. O mesmo retirava seu terno e reclamava do calor que estava ali. O chefe ali parecia se divertir com aquilo e pedia para trazerem a vodka para o urso.

O mink começou a falar e falar tentando explicar mais ou menos o que a sua mente brilhante havia planejado. Ergueu seu copo de vodka para demonstrar que estava próximo do fim e quando por fim finalizou ouviu o homem então finalmente falando. - Quanta pressa. Você realmente é um novato pelo visto. Vamos começar com o básico. Eu sou Mathus Mihoki. Você, senhor urso, não sei seu nome, infelizmente então se contente comigo te chamando de ursinho por enquanto. - Falou o homem bebendo um drinque de sua própria bebida, que havia aparecido junto com a vodka do mink. - Você falou bonitas palavras, deveria estar planejando isso por um tempo, mas como você mesmo disse, você não é ninguém. E eu não vou financiar qualquer novato corajoso que apareça por aqui. - Virou mais um pouco do copo dele, a bebida não parecia afetá-lo de forma alguma. - Mas não é tão difícil de me convencer também. Faça algo que impacte a ilha e eu serei todo ouvidos. Não precisa se preocupar com demonstrar que o evento é propriamente seu, eu saberei. - E daquele jeito concluía-se a pequena reunião. O mink aceitando saiu sem nada além da informação de que o grupo do Mihoki iria ficar de olho nele.

Meio puto com aquilo tudo, Lótus seguiu em caminho ao reservatório de água. Não demorou muito para encontrar a proteção da marinha que haviam lhe contado. O reservatório ficava proximo do rio e das montanhas. Havia toda uma grade em volta do reservatório e vários marinheiros postos em volta. O terreno não favorecia, por estar próximo das montanhas conseguiam criar postos de vigia bem altos e protegidos. A noite já estava a muito passando e Auster parecia meio cansada. Era difícil determinar quantos marinheiros haviam por ali no total por causa das torres de vigia, mas, pelo menos do lado de fora, era possível de se contar oito. Dois em cada lado do portão e dois em cada tore de vigia. A tubulação do reservatório não era visível a olho nu, provavelmente estava alguns metros abaixo da terra. A grade possuía pelo menos três metros de altura e era possível ouvir um ruído constante de uma bomba de água, mas não conseguia localizá-la de onde estava. Era perceptível que seria difícil subir a montanha para dar a volta pois a mesma era bastante ingrime naquele local.


Legenda:
 

Histórico:
 

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Aval Urso

Perdas:
● 150k de berries - Alumínio em pó e óxido de ferro Ok

Ganhos:
● Perícia Criação de Explosivos Ok
● Diversos compostos químicos Ok
Citação :
- Soda Cáustica
- Amônia
- Ácido Fluorídrico
- Clorofórmio
- Álcool
- Um frasco de Ricina
- Alguns potes de Efedrina
- Morfina
● 3kg de Alumínio em pó
● 3kg de Óxido de Ferro
● Aumento de recompensa + 1kk
Relação de personagens:
● Ele faz

Exp:4  xp
EdC: N/A

Localização: The Wonderful Land - 1ª Rota ok

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): West - 3
PepePepi - 6 ok

feedback urso:
 

feedback narradores:
 


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