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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptyQua 21 Nov 2018, 16:26

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Lotus Chô. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptyQua 21 Nov 2018, 17:37

Eram as poucas palavras daquele que me faziam pensar, suas reais intenções? Não sei ao certo, mas se o via despido completo da mesma malha que eu viera a me apresentar, éramos, talvez, dois com os mesmos gostos homicidas, mas meu cuidado para transparecer diferente era tamanho, já aquele nem parecia querer manter em oculto. Peguei-me a sorrir meio constrangido, tomei a aba dianteira da Fedora ao indicador e polegar para ajeitar sua posição, tomei alguns segundos para um ávido suspiro.

- Certo então, acho que não vou conseguir nada com essa premissa de bom moço, estamos em Wonderful, correto? Eu não menti sobre estar aqui para aprender mais sobre Química, isto posto eu deveria ter especificado melhor. Eu quero saber mais sobre os agentes químicos letais, como ácidos e explosivos, que me ensine a produzir drogas como a nicotina e outras mais pesadas, assim como o senhor, em minha vida de merda, o dinheiro não me interessa coisa alguma, meu interesse está no poder de atuação no livre mercado, onde o governo e a marinha não podem colocar o dedo. – Eu estava ali, outrora em vestes formais, apresentado como um mero estudante, agora completamente outro, talvez ele pudesse então me ver de uma forma negativa, eu estava apostando minhas fichas naquele único momento, a mercê da confiança de um cientista louco que há pouco conheci, não é negável minha sensação de plena insegurança, como se a cada palavra fosse importante ou determinante para definir suas próximas ações entre me ajudar ou chamar a Marinha para me caçar, honestamente não me vinha a temer esta segunda ideia, mas ainda sim, aquele homem era minha única esperança em uma cidade contrastada pela indústria.

Não sei dizer ao certo quanto tempo eu ficaria ali até ele decidir, talvez um minuto ou uma hora, no fim das contas, a indecisão que eu tive estava agora resolvida, estava quase por completo submerso na incerteza, a decisão de fugir não me parecia mais sensata do que permanecer ali, resolvi assumir o risco, correndo para sair dali não iria diminuir o preço pela minha cabeça ou me livraria de ser capturado, o caminho para isso, na verdade, estava bem na minha frente, uma oportunidade de agir nas sombras para nunca mais ser incomodado, com o controle de armas poderosas ou sob influência de grandes regiões eu poderia simplesmente corrompê-los. Querendo ser otimista, acreditei fielmente na resposta positiva ao meu pedido, que viesse a me dar um aperto de mão para firmar nossa aliança quer este fosse dos mais abrasivos. Minha coisas seriam depositadas gentilmente no assoalho, era de se esperar que um químico como este dizia ter, rico o bastante para falir tantas vezes, tivesse os bens necessários para a produção das substâncias que eu tinha interesse, pois se não, estariam – em sua grande maioria – depositados naquele pequeno amontoado que eu carregava na bolsa de couro. – Tenho alguns equipamentos na bolsa, se precisar de alguns. Também não tenho condições para começar me avise se quiser arrumar alguma coisa antes de começar, mas se estiver tudo pronto eu peço que começássemos agora. – Tento ser o mais educado possível, apesar de ser difícil para um Urso de dois metros com braços, dito pelas más línguas, de um mutante.

Em recusa ao meu pedido, eu iria tentar me retirar do local, carregando minhas coisas enquanto passara o tempo pensando no que fazer adiante, pois como bem sei, minhas ações precisavam ser minuciosamente calculadas, a resposta mais sensata para a situação seria então esperar Auster com as informações que eu havia lhe pedido que pegasse sobre os grupos.

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptySex 23 Nov 2018, 15:31



WONDERFUL LAND - BEAR - POST 1

O mink observava com atenção o homem a sua frente, sua presença era intimidadora, sua respiração era pesada e lenta, como se estivesse cansado, ou talvez, fosse o resultado de uma vida regrado a drogas, mulheres e bebidas sonho meu. Chô analisava o rapa, imaginando que ambos tinham gosto peculiares, quem sabe, homicidas.

Chô entendia como as coisas funcionavam naquela ilha, afinal, não estavam mais no East Blue, o mar mais fraco de todos, agora estavam na Grand Line, local onde apenas os fortes sobrevivem, e os fracos são subjugados. A humildade do panda era visível, seu interesse era aprender sobre químicos letais, como produzir drogas, explicava seu pouco interesse em dinheiro, mas sim sua ambição em atuar no livre mercado, a cada palavra dita pelo espadachim, o homem de amarelo demonstrava mais interesse naquele sujeito a sua frente, até que por fim, limpou sua garganta, cuspindo ao lado, próximo ao pé do mink.

- hahaha – a risada do homem era grossa, talvez quem estivesse fora da fábrica conseguisse escutar – Você me lembra meu filho, Jason – o olhar do homem era desviado para o lado, mas logo voltava a encarar Chô – Ele queria o mundo em sua mão, tudo culpa minha, enchendo sua cabeça com minhas histórias loucas, ahhh sim, aqueles eram bons tempos, eu já tive o poder em minha mão garoto – erguia sua mão direita, suas unhas eram sujas de algum pó amarelo – Eu seguia um grande homem, o único homem que eu amei, o único homem que eu segui – a voz do homem ia ficando mais fraca – Mas tudo tem um fim, é o meu e nesse local sujo, no fundo de uma fábrica – ao terminar a frase, o homem se levantava, meio lento, como se suas juntas estivessem enferrujadas.

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... O caos é uma escada

- Muitos dizem que Wonderfull não passa de um abismo, cheio de caos e piratas haha, não sabem de nada, o caos não é um abismo garoto – diria apontando um dedo para Chô – O caos é uma escada, muitos que a tentam escalar, falham e nunca mais tentam de novo – sua fala era seria, sua voz voltava ao tom grosso de antes – A queda quebra eles, e a alguns é dada a chance de subir, não se esqueça, apenas a escada é real, a escalada e tudo que existe – quando foi dita a última palavra, o homem estava frente a frente como mink, olhando bem nos olhos do panda.

- Irei lhe ajudar garoto, mas apenas por que eu quero ver o caos instalado nessa ilha novamente – dava as costas para o mink, sem apertar mão ou algo que sinalizasse o acordo, tudo que o espadachim tinha era a palavra de um sujeito desconhecido. Aquilo bastava para o panda, pois, ao perceber que o homem iria lhe ajudar, começou a depositar suas coisas no assoalho, enquanto que o homem sequer olhava para a ação do mink, caminhando até um tapete que ficava no canto esquerdo do local – Vamos, siga-me – surpreendentemente, ao tirar o tapete, havia um alçapão, que ao ser levantado, parecia levar para algo no subsolo.





Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptySex 23 Nov 2018, 18:49




Trejeitei ao terno com o tom áspero daquele homem, tomando o pedaço de tecido em meio as mãos para então atirá-lo em direção a alguma cadeira ou apoio, deste modo, ficando apenas com a camiseta branca que muito me custara, as medidas não tão precisas do material deixavam por sobrar bordas no antebraço que me obrigaram a dobrar as mangas para que ficasse em um tamanho ideal, tomei por vez o tempo para ouvir, refletir, eram breves as passagens, mas que muito me acendiam o resvalo das memórias passadas, isto posto pude contemplar por momentos muitos breves minha caminhada até aqui, sempre tendo um posicionamento neutro ou de pouco destaque. Quis fazer parte daquele meio para me tornar relevante, não se bastava uma luta apenas pelo reconhecimento de um simples prepotente.

“A diferença do que sigo para comparado com meros piratas se torna discrepante, estes são baderneiros que fazem o que querem em um grande circo do governo, toda vez a história se repete. O governo não os teme, na verdade precisa de todos eles, precisa do crime para mobilizar soldados e impor seu controle sobre a população; Revolucionários não passam de idealistas radicais, lutam contra um governo autoritário para implantar outro pior ainda, essa premissa de igualdade e liberdade é só conto de fadas mais fantasioso que Rapunzel ou Cinderela, Zehahahahah! Mas se quiser se opor ao poder deles, simples, quebre suas filiais, destrua seu mercado e acabe com sua propaganda, quem controla o comércio controla tudo.”

Passei o tempo escorado sobre alguma parede, o olhar perdido e fixo no homem, os pensamentos afugentado, mas ainda sim os ouvidos captavam bem as mágoas de um homem que tive prazer com término. Já não podia mais ocultar tamanha ansiedade, éramos enfim sócios de uma causa maior, para se promover a destruição e profanação completa de uma ilha durante minha moderada estadia, ainda tinha muito a se fazer, embora o primeiro passo no degrau tivesse sido dado – de minha sinuosa e fulgaz subida, outra centena ainda me esperava logo adiante, não passando a depender mais unicamente de mim, eu agora estava à completa mercê de outros para continuar o trajeto, coisa esta que me fez pensar na importância de reunir bons nomes ao meu lado, de quem eu pudesse satisfazer plena confiança e fidelidade.

“No momento só posso confiar inteiramente em Auster, com o tempo vou ter de aprender a lidar com traições, outrossim, como evitar ao máximo esse tipo de situação, por hora eu devo apenas desejar que Auster tenha uma boa performance.”

Com o almejado fim do diálogo, partiríamos para a parte interessante do dia, finalmente entrar em um verdadeiro laboratório depois de muitos anos fora de um, talvez eu ainda pudesse reconhecer certos equipamentos e instrumentos que utilizavam comigo naquela época, mas era difícil dizer com tamanha certeza, tempos ruins e fúteis como os quais eu tinha costume de me desfazer completamente, sem nenhum motivo aparente, apenas não queria relembrá-los com tamanha frequência. Observando o alçapão sendo aberto deixei escapar um sorriso tímido de canto de rosto.

- Me interesso pelos seus antecedentes, talvez queira me contar depois em alguma rodada da boa e velha Vodka quando acabarmos? – Minha sede, além de por conhecimento, era pela trivial bebida soviética, aos poucos o vício que me maculara transtornava meus neurônios ansiando por mais até o ponto da abstinência que certamente me causaria a insanidade.

As coisas geram fascínio, mas um sentimento relativo, para um animal - por exemplo - uma pessoa pode lhe fascinar facilmente, reflete diretamente em nossa emoção ao nos deparar com algo novo ou um resquício de utópico, finalmente poder tocar um objeto tão almejado ou ilustre. Meu fascínio se daria por deparar com o laboratório, tateio no escuro ao tentar gerar fascínio por algo que não me fora ainda descrito, mas eu tenho certeza de que observar aqueles instrumentos todos juntos em um pequeno cômodo esgotado. Tentei captar os detalhes das estruturas, quer fossem tonéis bem robustos ou mesmo garrafas e frascos espalhados por alguma prateleira no canto, eu estaria nesse instante tentando me distrair como qualquer juvenil faz ao adentrar em um ambiente novo de estudo, como o qual sempre quis estar, olhando para as coisas e apontando o dedo para as quais sabia a resposta ou o nome, bem como sua função. Comigo não sendo diferente, tentaria identificar – ainda perto do Doutro – frascos ou tonéis contendo ácidos ou inflamáveis, quem sabe alguns metais espalhados pelo lugar ou uma porção de equipamentos para uso exclusivo da comunidade científica, como livros ou o manuseio de algumas substâncias mais instáveis.

- Fascinante, é a primeira vez que vejo um desses em anos! Parece-me em tão bom estado, o senhor deve ter sido bem feliz em suas empreitadas, ha?! Com toda certeza as horas aqui dentro devem passar rápido, mas não me apresso em aprender, quer leve horas ou dias aqui dentro. Creio que devemos nos trajar de acordo antes de qualquer coisa... – Já conhecendo os procedimentos de rotina, era fácil deduzir de que o primeiro passo seria o uso de roupas especiais, ficar a mercê de algum acidente químico seria a última coisa que mentes brilhantes estariam dispostas a fazer, deste modo, buscaria por um lance de armários por algum canto, onde pudesse depositar minhas roupas atuais e substituí-las por um macacão, luvas – colocadas com a ajuda do Doutor – e uma máscara. Caso bem sucedido em minha procura e roupagem, iria auxiliar o outro a também se vestir, lacrando o zíper e colocando as luvas para isolamento completo de contato com o corpo.

“Uf, finalmente estou podendo testar minhas capacidades em um verdadeiro laboratório, espero não estar sendo muito apressado com os procedimentos, não quero irritar esse homem que está fazendo muita coisa por mim, embora eu ainda não saiba o motivo com clareza, ele diz querer caos, mas o que será que move esse seu desejo? Penso que é melhor não tocar no assunto por hora, devemos ficar aqui por algum tempo até que eu aprenda verdadeiramente como lidar com os Explosivos que pretendo comercializar. Argh eu deveria ter trago uma garrafa de Vodka, já estou começando a sentir minha garganta ficando seca!”

Histórico:
 

Objetivos:
 

Costelas quebradas (4/7 posts para passar)


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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptySab 24 Nov 2018, 00:42




WONDERFUL LAND - BEAR - POST 2

Com o alçapão levantado, Merley sumiu das vistas do Panda, aparentemente havia uma escada ali, e o homem começava a descer, o espadachim dava um pequeno sorriso, e seguia o misterioso rapaz. De fato, as escadas eram estreitas, o mink tinha dificuldades para descer, quase ficando entalado na entrada, alguns pelos ficaram pelo caminho, mas o esforço valia a pena, quando seus olhos acostumou com a claridade do local, podia ver um belo laboratório.

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... O laboratório era estreito

O laboratório era estreito, mas largo, havia uma grande mesa no centro, com uma pia grande e outra pequena, na lateral direita havia frascos com substancias desconhecidas para o humano comum, mas para quem tinha o conhecimento e não estava mais na vala comum, aquilo era como o paraíso, borbulhas e fumaça saiam de alguns frascos, era como pequenas porções que se lia nos livros. No lado esquerdo havia uma cortina de plástico, onde parecia descansar algumas misturas, mas não podia saber por certo do que se tratava.

Na parede a direita, havia ainda, um pôster grande da tabela periódica, contendo cada elemento conhecimento pelo homem, alguns estavam com um risco vermelho, outros com risco preto. Um pouco ao lado do pôster, havia um exemplar em perfeita condição de uma espingarda customizada, seu cano era do formato de um dragão, era preto com detalhes em vermelho, entalhado no cabo “Sopro do Dragão”.

O urso antes de dizer algo sobre o laboratório, mostrava sua sede, tanto pela bebida, quanto pela curiosidade pelo passado do homem a sua frente, este por sua vez, sorriu ao ouvir aquilo – Está tentando me agradar garoto? Quem te falou que eu gosto de uma vodka pura? Hahaha – a pergunta era visivelmente retorica, logo que terminou sua risada, Merley caminhava até o final do laboratório, onde havia um armário que ia do chão até o solo, sacou uma chave do seu bolso, abrindo-o. La dentro havia algumas vestimentas iguais a que ele usava, mascaras e óculos de proteção, além de alguns papeis, mas não se sabia seu conteúdo – Pega rapaz, vista-se, irei lhe ensinar o básico sobre criação de explosivos – o homem jogava o casaco para o mink, que ao pegar, começava a se vestir. Ao pegar a roupa, Chô salientava seu fascínio quanto ao laboratório, de fato, o local era limpo, seus equipamentos por mais que não eram de última geração, estavam completamente limpos e organizados – Eu não gastei tudo com bebida e mulher haha, um homem deve ter pelo menos um vício que preste, digamos que esse é o meu.

Perto do armário ao fundo, havia uma pequena prateleira, continha alguns livros, pareciam ser velhos, sua capa era amarela e suja, alguns nem era possível ler o título, mas Merley sabia exatamente qual pegar. O homem pegava 2 livros, colocando sobre a bancada no centro da sala – Venha aqui, conhece estes elementos? – o homem apontava para algo no livro, e assim, começava a explicar o funcionamento e a composição que se teria, caso misturasse alguns elemento, suas mãos era inquietas, seus olhos brilhavam ao explicar sobre as misturas que ele conhecia, principalmente aquelas feitas em casa, ou que ele havia criado por conta própria.

Naquele local, não havia um relógio, parecia ser intencional, assim como nos cassinos, onde não se tem janela alguma, fato este, para as pessoas não se importarem com o tempo, assim era naquele laboratório, não se põem prazo no conhecimento, e ambos se esforçavam, um para mostrar aquilo que amava, e outro para absorver aquilo que almejava. Mesmo o laboratório sendo no subsolo, o local era frio, se olhasse para cima, era possível ver pequenas caixas com furos, dali, saiam uma fumaça que se dissipava no ar, era como uma nevoa, aparentemente, aquilo fazia o ar quente se concentrar próximo ao solo, enquanto que a nevoa transparente ia para baixo, dando a sensação de frescor.

O tempo não perdoa ninguém, esse ditado era certo como dez e dez são vinte, a garganta do Panda, assim como do homem pareciam coçar, foi quando finalmente Merley dava uma ideia – Acho que já lhe ensinei mais do que suficiente, daqui pra frente, você deve forjar seu próprio modo operantes – o homem tirava suas luvas, e abria seu macacão – Que tal aquela bebida? Haha – caminhando ate os fundos, abria novamente seu armário, tirando de la uma bela garrafa, seu liquido era azul escuro – Eu mesmo que fiz, “Saliva de Dragão”, eu também batizei haha – sente-se em qualquer lugar, apenas tome cuidado para não derrubar nada.

O homem se recostava na parede, enquanto abria a garrafa, arrancando sua rolha, sem se importar com nada nem ninguém, virou a garrafa em sua garganta, dando alguns goles longos – Ahhhh, precisa fermentar mais – esticava a mão e entregava a garrafa para Chô – Não vai cuspir hein, foi difícil de fazer – o homem parecia relaxado, olhando para a espingarda na parede – Qual seu plano na ilha? Explodir alguns chefões e ganhar respeito? Seria a escolha certa, mas tem um problema, essa ilha não tem apenas um chefe como outrora – Merley encolhia suas pernas, talvez seus joelhos estavam doloridos por ficar muito tempo em pé, seus olhos estavam diferentes, como se estivesse marejados – Meu capitão era um grande, Fagoras era seu nome, impiedoso, cruel, e acima de tudo, fazia aquilo que queria, ele fundou essa ilha, eu era apenas um garoto, devia ter uns 12 anos, mas ele me aceitou, me acolheu, colocou uma arma na minha mão, ele me fez ser respeitado, é eu fiz ele ser temido haha, mas como disse, tudo tem seu fim, fomos derrotados, meus amigos morreram, meu capitão desaparecido, eu fiquei na ilha, eu não tenho para onde ir, então resolvi ficar, hoje em dia ta uma merda isso aqui, crianças brincando de guerra, meu filho segue agora um tal de Mihoki, um cara fraco, eu perdi meu filho para um miserável, acredita nisso garoto? Mas vamos deixar de falar de mim, e você, e dono da própria vida, ou é subordinado de alguém? – perguntava o homem erguendo a mão para pegar de volta a garrafa.



Ganhos:
 



Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptySab 24 Nov 2018, 23:18




É interessante o fato de como as pessoas podem te surpreender, seja para melhor ou para pior, esse momento sempre chega, desavisado, lhe acerta como um soco. O baque é duro, pois quando entrei na casa eu não achei que tivesse tamanha comodidade, volto a repetir como era estranho, tudo aquilo na verdade. A primeira vista ele me parecia diferente, tinha o jeito introvertido, cujos gostos homicidas me realçavam uma profunda melancolia, em tão poucos momentos minha visão para daquele mudou de tantas formas – como um camaleão que muda de cor em meio a uma herbácea – agora eu podia vê-lo com mais clareza, talvez fosse por nossos gostos em comum pela matança, somente éramos dois genocidas, loucos, em um pequeno quarto a explorar mais de nossos intensos desejos por esse estranho sentimento. Cultivei naquele momento o tanto que pude, eu estava interessado em mais, passar o tempo naquele lugar começava a se tornar mais um privilégio do que um dever ou um favor, quer talvez fosse o estopim de nosso companheirismo – por minha parte, a grande surpresa do gosto casual pela Vodka.

Aquela gama de informações se tornava mais chamativa, dentre as papeladas que folheava o homem eu podia ver, reconhecer, até mesmo aprender mais sobre o funcionamento de certos elementos, quer fossem ligações diferentes e mais funcionais, ou até mesmo substâncias que eu nunca iria imaginar que fosse capaz de serem unidas de tal forma a tornar possível a criação de tóxicos e explosivos. Aquele outro tinha um interessante amor pela profissão, suas pesquisas e experimentos próprios evidenciavam o cuidado e a experiência, eu também estava apreciando sua interação, como quando me demonstrava alguma anotação com o apontamento de substâncias ou me perguntando se eu sabia seus nomes, eu acenava com a cabeça indicando sempre uma posição positiva aos seus questionamentos, eu podia citar, sem olhar, do começo ao fim os elementos da tabela, eu já tinha visto as explicações sobre todos eles muitas vezes, básicas aplicações e manejo como não outros, agora eu conseguia descobrir ramificações nessa grande árvore de interpretações químicas, meus conhecimentos se abriam assim como as visões para novos ares, muitas outras misturas me invadiam a mente, como as quais não estivessem nos livros me apresentados, algumas impossíveis de serem unidas sem auxílio de um equipamento diferente, como aqueles que só poderiam ser encontrados em grandes centros de pesquisas, usinas ou grandes aceleradores.

“Então eu posso realizar certas misturas que vão me gerar mais energia na hora da reação, há grandes opções para se utilizar ao invés de simples pólvora, podemos criar bombas com reações simples, até mesmo alguns produtos em sua composição original podem resultar em reações explosivas impulsionados por um meio externo. Acho que mais pra frente eu consiga produzir alguns instrumentos para coordenar essas reações, como granadas ou dispositivos mais especializados, ou quem sabe eu possa pedir para a Ruiva forjar em troca de alguns favores, como não tenho muitos contatos por hora eu vou ter de recorrer a antigos aliados e tirá-los da mira de meus novos inimigos o mais rápido possível...”

- É muito interessante ver o quão amplos são os livros, são informações valiosas a respeito de suas próprias pesquisas, talvez até mesmo possamos dar continuidade a projetos não terminados, melhorar algumas reações que talvez não tenham toda energia aproveitada... Farei bom uso dessas informações. – Diria ao término dos primeiros estudos, com tanta leitura e tantas informações eu precisava mesmo de um drinque como sugerira Merley, eu podia sentir meus neurônios latejando, eu preciso de algo para aliviar toda essa carga, me dar mais um choque de energia antes de prosseguir com os estudos, mas o mais importante, aliviar aquela ambientação mais formal, dar uma breve descontraída e, quem sabe, criar um importante aliado logo no começo, quem sabe aprender um pouco mais sobre a história deste na ilha possa me ajudar com futuros planos, mas ainda me lembro de ter cuidado em minhas perguntas e minhas respostas, até que ponto ele estava me revelando?

“Hum, um passado interessante, agora essa história me começou a fazer gosto, não mais papo sobre melancolia e coisas do gênero, sinto uma verdadeira necessidade de descobrir sobre o papel desse homem nessa ilha, afinal, já esteve aqui nos tempos de guerra.”

- Zehaha! Não tenho muitas experiências com essas bebidas diversificadas e misturadas, o que tem aqui dentro? Acho que vou pegar um gole para limpar a garganta. – Eu pegaria a garrafa, tomando em mãos a estranha bebida de composição desconhecida, eu só esperava que não fosse um amontoado de bebidas baratas. - Cuspir? Eu jamais faria isso com álcool, a não ser que isso seja Licor, eu acho uma ofensa chamar aquilo de bebida alcoólica. – Com o gargalo da garrafa no beiço, tomaria o primeiro gole, experimentando o sabor, se fosse leve ou forte, amargo ou talvez nem tanto, quem sabe aquela realmente fosse uma bebida boa para consumo, se me agradasse ao palato, algo refrescante e amargo, iria logo colocá-la a frente de meus olhos, observando o líquido por entre o vidro e logo virando o rosto com uma face impressionada – Muito bom! Essa mistura está perdida no meio desses livros por acaso? Pois eu com toda certeza iria gosta de levar algumas dessas garrafas, Zehahahah! – Terminando meu elogio, a garrafa na mão seria devolvida ao homem, parecendo estar mais necessitado de um gole daquela do que eu, o tempo realmente era uma merda, nos deixava frágeis, nos tirava parte da energia, nos deixa memórias que adoraríamos reviver algum dia.

- Meu plano para esse lugar? Não pretendo fazer isso, eu perderia importantes aliados logo no começo, os demônios que esses chefões mantêm na palma das mãos iriam estar à solta, apavorar a população é uma coisa que chamaria muita atenção... Não, eu vou mantê-los perto, muitos deles, quero saber seus aliados e seus inimigos, vou financiar cada um deles e dá-los o necessário para que matem a si mesmos, vai ser uma grande corrida armada que eu irei financiar, a Marinha não vai intervir nesse conflito, não... Vão estar ocupados demais lidando com outros problemas ao redor da ilha, a Ruiva irá fazer um favor de distraí-los, ao que sei, isso também vai provocar um pequeno genocídio em toda Wonderful... Posso garantir que seu filho saia ileso dessa, como é mesmo o nome dele? Também posso dar Mihoki ao senhor, caso queira é claro, recupere a confiança e o amor de seu filho, ou deixe que ele siga os verdadeiros grandes. – Eu faria uma pausa, estava falando há tempo o bastante, precisando de outra bebericada na garrafa, caso ainda houvesse algum líquido, pediria a mesma com um gesto simples de mão, iria dar um curto gole, apenas para deixar que a sensação fulminante fizesse cócegas em minha garganta. Nesse instante, com as mãos ainda recobertas pelo traje, iria me despir de alguns dos acessórios de segurança, isto é, máscara, a touca do macacão e as luvas, ficando apenas com o macacão recobrindo o corpo – o calor já me castigava o bastante dentro daquela roupa especial.

- Hum, a sim! Você tinha me perguntado sobre minha filiação, bom, agora eu estou sozinho nessa ilha, mas estou prestes a criar novas alianças importantes, só quero saber com quem começar, o melhor comprador, outrora eu fui um combatente no bando de uma garota chamada Ria, mas eu a deixei assim que desembarquei em Wonderful, percebi que não éramos nada além de revolucionários baratos, meu bando estava repleto de pessoas estranhas, aparentavam não ter cunhagem alguma para lutar, e assim como, meus objetivos não batiam com os objetivos do grupo, irei fundar minha própria família, mas não pretendo abandonar a garota ainda, ela quer se tornar a Rainha dos Piratas, admiro esse desejo, me faz querer sonhar também, serei nada mais do que parte de sua frota, irei atuar no mercado negro para verdadeiramente atingir o governo e todos estes que se dizem defensores da justiça. Espero que um dia eu possa ser grande, heh! Mas o tempo de sonhar não existe no mundo dos negócios, é apenas expandir e esperar boas oportunidades para isso. –

“Eu ainda tenho que pensar melhor nos meus planos de atacar o governo, acredito que eu não posso fazer dele meu inimigo tão breve quanto imagino, quem sabe eu deva torná-lo um aliado antes de derrubar os primeiros pilares, mas antes disso eu preciso de renome, algo que me dê devida importância para eles e para o mundinho utópico que esses rasga tangas vivem. “

- É importante que eu aprenda coisas valiosas aqui, que é o que o senhor está me provendo, boa parte do que eu quero vender precisa ser inovador e acessível para esses grupos, quero voltar o ódio que eles tinham antes da chegada da marinha, quero fazer isso se tornar tão intenso que supere o medo que eles tem desse maldito QG. Zehahahah! Se tudo ocorrer como o planejado, serão cachorros brigando pelo maior osso, darei armas poderosas nas mãos de meras crianças, meus primeiros itens serão o Gás de Dióxido de Enxofre, alguns explosivos também vão vir a calhar para começar, assim que a confusão estiver instaurada, armas ainda mais poderosas vão circular pelo mercado. O que sugere como preço para elas? Quanto devo cobrar por poderosos instrumentos de guerra? – Estaria disposto a aceitar sugestões para preços, afinal, eu não era nenhum gênio da economia ou algo parecido.

Iria percorrer a sala, esticando um pouco as pernas, ganhando um pouco mais de disposição para continuar os estudos, eu estava adorando ficar aquele tempo aprendendo, ainda mais conversando, mesmo com minhas ideias de não revelar sobre meus planos eu ainda não conseguia parar de falar, era uma metralhadora de palavras que eu não conseguia controlar, estava tratando aquele homem como um amigo próximo de tempos, com base apenas em alguns gostos em comum. Terminaria minha passada pela sala ao pé da ilustre arma, com um olhar curioso corri sobre sua estrutura, observei aos mecanismos, o material.

- Uma arma, é seu esse objeto? Foi um atirador em seus melhores tempos ou pertence a alguém importante? – Perguntei querendo saber mais um pouco, estender a conversa antes de mergulhar completamente nos estudos como antes, teria a intenção de dar um último gole na bebida. – Bem, acho que agora eu preciso aprender um pouco mais sobre Armadilhas agora, teria algo para mim aqui? Se não eu vou ter que buscar por algo um pouco mais adiante, mas acho que posso ficar mais um tempo aqui e decidir alguns problemas em aberto... Eu gostaria de comprar alguns elementos antes de partir, quem sabe me direcionar para alguma coisa com o que você pôde me prover, vamos lá – Faria uma breve pausa, pensando no que deveria comprar, logo após, voltando a lucidez e me preparando para pedir o que me faltava – Eu preciso levar uma boa quantidade de Cianeto, Amônia e Ácido Sulfúrico, teria alguma coisa por aqui? Pretendo encaminhar alguns planos o quanto antes e essas substâncias vão me ajudar, não vai ser o necessário para criar as armas, na verdade eu penso em fazer isso um pouco mais tarde, são apenas preparativos por hora. Também gostaria de saber se tem algumas informações; primeiramente sobre esse tal de Mihoki, ele pode ser um bom nome para começar, eu mandei uma aliada me conseguir as informações, mas como você já pode me poupar tempo e me dar um novo lugar para seguir, o nome de uma rua ou local da ilha já iria ser de grande valor, Zehahah; segundamente eu estou interessado em estudar melhor o reservatório de água da cidade para que meus aliados tenham sucesso em sua empreitada por lá, pode me dizer onde encontrá-lo? Seria de grande ajuda também se souber algo sobre a segurança ou algo parecido, mas se, novamente, puder me dar apenas uma direção vai ser mais do que o necessário.  –

Iria aguardar até que o homem me desse o que pedi, ou se recusasse a dar, seja pela falta de vontade ou ausência do que pedi, nesse caso, eu teria de me virar sozinho dali em diante. - Obrigado por tudo, eu vou voltar aqui para buscar a fórmula dessa sua bebida depois, Zehahaha! Brincadeiras a parte, creio que estarei de volta em breve, na verdade, virei com uma proposta para você, uma proposta irrecusável! –

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- Seria mais uma compensação de amigo, quero lhe pagar por tudo o que fez por mim até agora.. -Sorrindo, deixando escapar o brilho sinuoso das presas, expressava minha gratidão nua neste momento de partida, nunca antes alguém fizera tanto por mim e agora eu estava em dívida, quem sabe eu pudesse recompensá-lo em algum momento futuro, durante é claro minha estadia nessa ilha fardada ao fim, começava a correr o contador para a completa desolação daquilo que se conhecia por Wonderful Island, seriam postos a meu subjugar milhares de vidas, inocentes ou não, apenas por diversão própria a saciar meus desejos genocidas, mas o que estava em jogo não era apenas isso.

“Acabei ficando tempo demais, espero que Auster esteja bem, mas se ela tiver sido pega por algum desses grupos eu vou ter que saber lidar muito bem com a situação, eu a pedi que investigasse os grupos mais perigosos da ilha, não me surpreenderia que algum pudesse tê-la pego ou algo parecido, manter a cabeça fria e solucionar tudo em seu tempo vai ser a chave para meu sucesso, agora tenho que ir até esse reservatório e começar estudar melhor suas fraquezas, quer tenha segurança ou não, vai ser importante forjar um culpado para isso, vou precisar de evidências que provem ser um ato de Ria, a Ruiva – quem sabe esses trabalhadores inúteis que rodam por ai possam espalhar a notícia certa pelo preço certo.”


Seguiria rumo ao local que antes estávamos – Auster e Eu estacionados para o planejamento dos primeiros movimentos, eu iria ficar por lá durante alguns minutos esperando a garota aparecer antes de ir embora, isto posto, caso ela já não estivesse esperando por mim, em ambos os casos, iria aguardar até que ela me desse todas as informações que conseguira em sua busca, checando bem o papel com as anotações que provavelmente fora utilizado durante a busca, para anotar nomes e localizações. Na ausência da senhorita, eu partiria em direção ao reservatório, primeiramente tomando como plano principal as informações dadas por Merley, mas caso ele não tivesse me dado nenhuma, eu iria caminhar até algum trabalhador qualquer, ou um grupo destes que me renderiam maior probabilidade de sucesso.

- Olá senhores, desculpe atrapalhar a conversa ou o trabalho de vocês, estou procurando pelo reservatório de água da cidade, poderiam me indicar onde ele fica? – Caso perguntado sobre o motivo de minha busca, nada melhor e mais clássico do que ajeitar a Fedora, acompanhado de um pigarro e a boa imagem de estudioso disposto a realizar algumas pesquisas ou algo do gênero, só ficando com medo de que algum deles tivesse me visto saindo da casa do cientista, desse modo, eu iria tomar cuidado em escolher um grupo o mais afastado possível do local – Bom, estou aqui em nome de Fanalis Ria, ela me pede para averiguar o sistema de água aqui presente, é sabido por todos que essa ilha gera muitos poluentes no ar e, conseguintemente, na água de seus rios que vão para suas casas, desejo melhorar o tratamento por aqui, vai ser algo benéfico para todos eu imagino.-

Diria olhando diretamente nos olhos do homem mais a frente ou mais próximo, tentaria convencê-lo de meu ponto e da veracidade de minhas informações, embora, eu não tivesse muito que fazer senão desejar que nenhum deles tivesse visto o cartaz de procurado de minha Ex-Capitã. Caso as informações me fossem dadas de bom grado após minha retórica, iria ajeitar o terno e cumprimentar os homens antes de sair, primeiramente para agradecer pela informação. – Obrigado pela orientação, não recebi muita instrução de onde encontrar o local do reservatório, na verdade eu vim aqui para averiguar mais o principal causador do problema, mas acho que já basta, agora podem ir dormir felizes em suas casas, Fanalis Ria irá melhorar a água que chega em vossas casas como nunca antes, vocês vão ver! -

Seguiria em direção ao local agora, tentando manter um caminho focado e rápido em direção ao mesmo, tentaria chegar ao longe já colhendo importantes informações, como a presença ou não de vigília pelo local, nesse caso, eu iria ficar um pouco longe, observando a distância para determinar os pontos em que rondavam os seguranças, absorvendo o necessário para determinar se eu precisaria de mais tempo para descobrir os horários de troca de vigilância, os locais de fraqueza e o tanto de guardas que eu teria de eliminar, do contrário, na ausência completa de guarda a primeira impressão, eu iria caminhar para mais perto, tentando determinar a estrutura, como por exemplo o local por onde a água era armazenada para depois ser distribuída, o fluxo por onde ela entrava para depois ser distribuída, meu principal objetivo seria encontrar a tubulação, afinal, seria onde eu deveria jogar a substância para a contaminação, o Cianeto, que em poucas quantidades pode causar a morte – 1mg – e em frascos comuns podem ser encontrar em 25 gramas, com sorte, o químico poderia me arranjar quatro ou cinco desses

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptyQua 28 Nov 2018, 12:28



WONDERFUL LAND - BEAR - POST 3

O espadachim ficava espantado com a grande quantidade de informações químicas que os livros de Merley continha, dês de simples receitas para vodka, até coisas complexas que pessoas leigas não entenderia. Era claro como cristal que o homem não se tratava de um simples trabalhador de uma fábrica no fundo de uma ilha de merda, aquele homem estava num patamar diferente, as rugas em sua face, as olheiras em seus olhos, era cicatrizes de alguém que outrora ficou tempo demais acordado fazendo Deus sabe o que, para pessoas que apenas o Demônio tem afeição.

Perdido em sua leitura, o Panda finalmente salientava sobre aquilo que lia, era como se sua mente expandisse, evoluísse, seu conhecimento havia aumentado naquela sala, naquelas horas que ali passara. Como dizem, ninguém faz amigos bebendo leite, assim, após terminarem os estudos, Merley abria uma garrafa com liquido feito por ele, ambos bebiam, o Mink não era um beberrão, mas tinha o culhao de um homem (ou panda), a bebida era forte, mas saborosa, e como um russo, degustava o liquido queimando seus pulmões.

Entre as goladas, Merley questionava chô sobre seus planos e ambições naquela ilha, o Panda sem pestanejar começava a falar sobre o que planejava fazer ali, Merley escutava sem esboçar nenhuma emoção, ouvia tranquilamente enquanto bebia, ao final, comentava toda aquela situação – Você não tem nenhum contato na ilha ne garoto? Haha, isso vai levar tempo, não se esqueça que eles não são crianças querendo biscoitos – o homem dava outra golada na garrafa, o liquido escorria pelo seu queixo – São homens! – enfatizava a palavra no final – Eles chegaram no topo por algum motivo, se acha que ira conquista-los com meros brinquedos haha, sinto lhe informar, sua jornada será curta haha – sua risada ecoava pela sala – Meu filho atende pelo nome de Jason, ele era genial, mas sua ambição o cegou, cuidado para o mesmo não ocorrer com você garoto.

Merley passava novamente a garrafa para Chô, que matava sua sede, talvez pela bebida, o Panda começava a sentir calor, e se despia do seu macacão e sua máscara, e assim feito, começava a falar sobre sua filiação na ilha, e sobre ser seu passado no bando de uma garota chamada Ria, eles pareciam ser Revolucionários baratos, muito comum nos dias de hoje, por terem objetivos diferentes, pareciam ter se separados momentaneamente – Ria? Nunca ouvi falar, bem, tomara que consigam fazer aquilo que desejam haha – a conversa entre outrora dois estranhos, que agora pareciam se divertir contando sobre seus passados e sobre o futuro que desejavam.

O Panda falava sobre querer voltar com o ódio de antes da Marinha tomar o poder em metade da ilha, sobre as armas que queria fabricar, e por fim queria uma opinião sobre o preço que poderia colocar em suas criações – Nunca – salientava novamente – Nunca, deixem que terceiros coloque preço em suas criações, você fez, você sabe a dificuldade que foi, eu não darei pitaco, isso você terá que aprender sozinho garoto, assim como eu aprendi- O Panda se levantava e começava a caminhar pela sala, suas pernas estavam meio bambas pela bebida em seu organismo, sorte que o mink era grande e gordo, senão já poderia estar embriagado.

Chegando próximo da arma pendurada na parede, o mink perguntava curioso sobre o objeto, arranco um belo sorriso no homem – Eu era um atirador, já acertei um tiro há 4 quilômetros de distância, essa belezinha é a única coisa que me resta haha, um companheiro fez para mim, um brinde ao ferreiro Gyorjin, grande homem – ao terminar a frase, bebia novamente da garrafa, que já estava quase vazia. O espadachim queria aprender um pouco sobre armadilha, Merley coçava a cabeça como se não entendesse sobre o assunto – Sou químico garoto, não caçador, não conheço ninguém bom nesse assunto, mas se caminhar pela cidade ai, que deve encontrar alguém, não deve ser difícil – O urso fazia uma pause, quem sabe pensando sobre o assunto, depois falava novamente, aparentemente queria alguns elementos – Não sou vendedor, eu compro minhas coisas com Olivar, ele fica la no grande mercado, se caminhar mais para o centro dos barracos, você vai achar, fica sempre lotado – dizia o homem – Sobre Mihoki, é um miserável asqueroso, não teria graça se eu disse tudo né? Descubra o resto por conta haha, você deve ter opinião própria, agora sobre o reservatório, deve ficar no local perto da montanha, bem guardado pela Marinha, eu acho, nunca fui la, mas o povo sempre tenta roubar agua de lá, sabe, nem todos podem ter esse privilegio na ilha haha.

Ao que parecia, tudo estava resolvido por ali, Merley se levantava após terminar a garrafa e começava a arrumar os livros na mesa, o Mink parecia que teria que se virar sozinho, o Panda agradecia e salientava sobre a ótima bebida, arrancando sorrisos do homem, mas logo voltava ao assunto sério, diria que voltaria em breve com uma proposta irrecusável – Estarei te esperando com a garrafa cheia garoto, gostei de você, tomara que sobreviva por mais de dois dias haha – sorrindo, ambos se despediam, o homem ficava no seu aconchego, enquanto que Chô seguiria seu próprio rumo.

O Panda caminhava ate o local onde havia combinado com Auster, ali espero por algum tempo, mas não havia nenhum sinal da garota. Sendo assim, o espadachim iria seguir o caminho que Merley havia lhe dado, começava a caminhar rumo a montanha, que ficava mais ao fundo da cidade, num local alto, com boa visão da cidade, ficava longe do QG aparentemente, contudo, enquanto caminhava, era possível ouvir alguns gritos, agitação, e se reparasse bem, podia notar que ali era o mercado ao qual lhe fora dito.




Ganhos:
 



Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptyQui 29 Nov 2018, 23:18




Com poucas doses eu já podia sentir os primeiros indícios de perda total - PT para os chegados - meu gosto apurado por bebidas já parecia estar desgastado, eu não era o mesmo de antes, na verdade acho que nunca tive um gosto muito apurado e diversificado, desde que me conheço por… Urso, tenho apenas gosto pela tradicional Vodka, talvez os tempos em bares me faltam em horas de vida, há ainda muita coisa que eu desejo experimentar, mas ao menos que se esteja em uma festa ou a caminho desta, nunca beba algo sem saber o que é, o sacana poderia ter me dado um pouco de boa noite cinderela se quisesse, eu sei que esse não seria um dos casos que mais se encaixaria para a situação, mas é outra lição que eu tiro: nunca beber do copo ou garrafa de ninguém.

“Por que eu fui dar três malditos goles, eu deveria ter parado na primeira…” E foi assim que cessei aqueles pensamentos alheios, com sorte eu não teria problemas até que os efeitos negativos me deixassem, um pouco mais de acuidade e cuidado em meus movimentos talvez desse conta, mas algumas outras coisas me causaram um incômodo além da bebida, coisas que não faz sentido ficar remoendo, no fim de tudo eu ainda continuava a ser o bom e velho Urso, sempre falando merdas ou mudando de ideias, o que me levava a crer na possibilidade de me existir uma dupla personalidade, e mesmo que não, me faltava certo controle na hora de decidir o momento propício para cada qual, onde e quando encarar as coisas com seriedade, mas ao longo de toda essa minha pequena estadia na ilha me faltava o principal caráter cujo qual me definia, era como ostentar roupas caras e nunca sair com elas por medo de estragá-las, eu zelava por uma reputação ou identidade que me cobrisse dos crimes, foi quando na lucidez da embriaguez me veio o questionamento: “Tá, você quer ser um mafioso sem renome? Um pirata sem alcunha?”

Estava na hora de corrigir alguns erros que eu persistia em continuar cometendo, não se tratava mais de reputação ou mercado negro, era um assunto pessoal, como um rito de passagem como se faz em tribos ou qualquer outra coisa parecida. “Beleza, não vai ser uma das coisas mais sensatas a se fazer, mas nem sempre um plano segue como o esperado” Doutra vez tocaria a fedora, agora para torná-la ao rosto e cobrir-me a face a seu negrume. Dirigir-me-ia na direção de que se provinham os gritos e era nos arranjos e montagens que denotavam a presença de mercadorias e do mercado citado pelo químico, ao menos de algo me fora útil no fim das contas, acredito não ter sido uma decisão sensata pedir demais de um velho como ele.


“Ali deve ser… O Mercado, isso! Como ele havia me dito para seguir o caminho, só espero que Olivar possa me arranjar algumas misturas por um preço bacana, eu odiaria ter que sair de lá com as mãos vazias ou em um não tão bom negócio. Agora tenho que me aproximar e ver o motivo de toda essa baderna, me esconder não vai ser algo fácil e de longe possível, dependendo da ocasião eu posso tentar usar a boa e velha química. Acho que é importante me manter longe de conflitos por hora, ao menos até o efeito dessa maldita bebida passar, argh!”

Tentaria seguir à encolha, não me dava o esforço para encobrir-me, mas na presença do negrume, seria nesse que me manteria “oculto” durante o trajeto, iria ao máximo esgueirar por alguma estrutura, caso houvesse, ou mais ao longe em uma ambientação de campo aberto, tentaria localizar a origem dos gritos, a presença ou não de confusão não mudaria minha abordagem e foco, os olhos estariam centrados na principal busca pela loja ou venda dos produtos químicos; tentaria identificá-la através dos dizeres em placas ou mensagens contidas em tubulações de manuseio especializado ou os mostruários, aqueles que tivessem frascos ou equipamentos de laboratório como os quais eu tinha na mochila iriam me dar a certeza de estar lidando com a pessoa certa.

Sendo a gritaria causada por uma confusão generalizada, tentaria caminhar para a pequena venda em segurança e a uma boa distância dos gritos, mas se me bloqueasse a passagem ou estivesse acontecendo na frente da loja, ficaria à encolha, ao longe tentando ouvir e entender a situação, não querendo me envolver o bastante uma vez que talvez a situação pudesse ser benéfica para mim. No caso de não haver como me esconder ou me encontrassem durante todo este percurso, seguiria até onde não desse mais com minha atuação de cavalheiro, ao termino, meu brado seria em um tom intimidador, que embora não me abençoasse o destino com esta vantagem, o tamanho e as presas seriam meus alicerces. - Certo, certo! Eu estou procurando o Olivar, ouvi dizer… na verdade o próprio Merley me disse sobre seu fornecimento de produtos químicos, eu estou a procura de alguns! - sem baixar a guarda, estaria a postos aguardando uma investida ou ameaça para que, no mínimo sinal de hostilidade, me viesse a vontade de sacar a arma e empunhá-la com a postura de defesa. Isto posto, se desde o começo ou ao término de minha indagação a passagem para a loja se tornasse possível, seguiria calmamente até dar de frente com o vendedor, que creio eu, deveria ser o chamado “Olivar”.

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptyQua 05 Dez 2018, 01:19


Narração
Clima: Agradável
Localização: Wonderful Land
Final de tarde

Chô
O panda encarava o mercado central, que era bem grande e bem variado, não só uma variedade incrível de produtos, como uma variedade de raças que nunca encontraria em qualquer blue. Membros de diversas espécies andavam por ali o que faria o panda em si não se destacar tanto mesmo se andasse por aí normalmente. No entanto, o mesmo preferiu não dar chance ao azar, e por isso andou de forma mais precavida do que o normal por todo o mercado a procura da loja de Olivar. Os bons goles que havia dado na bebida anteriormente haviam prejudicado um pouco seu senso, mas não o suficiente para realmente o prejudicarem.

Enquanto o mesmo andava, ouvia vários gritos de mercadores aleatórios oferecendo itens que podiam ser até desconhecidos para o panda, os itens eram diversos. Demorou um pouco para chegar até onde imaginava ser o centro do mercado. E então uma loja bem cheia acabou chamando a atenção do mink. Chô lembrava a descrição feita por Merley. Mas o panda não entendeu o motivo de tal loja ser tão popular enquanto entrava em suas dependências, pois a mesma lhe parecia bem mais cara do que o normal. Havia itens simples que valiam até mesmo cem mil berries. Claramente algo ali não batia com a realidade, isso era perceptível até mesmo para o ingênuo Lotus, afinal, a loja estava cheia e todos ali reclamavam.

- Olivar, reconsidere! Esse preço está ridículo! - Falou um homem na multidão.

- Isso aqui valia vinte e cinco mil berries ontem! - Falou outro apontando para um objeto que estava valendo setenta e cinco mil.

- Essa balança aqui ta adulterada! - Reclamou outro que mostrava o número na balança indicando três quilogramas. A mesma com certeza não possuía material em pó em seu prato que fosse para ter aquilo tudo de peso, talvez a densidade do pó fosse alta, mas mesmo assim era difícil de acreditar que aquilo fosse possível.

Foi quando um homem mais alto acabou por aparecer e pedir a calma de todos com um gesto manual. - Já expliquei a todos que agora os preços são esses, caso não gostem, por favor, retirem-se daqui. - A voz dele estava tensa, mas o povo começou a dispersar.

O urso acabou perguntando de Olivar para um cara que estava de saída, simplesmente para confirmar o óbvio e o cara apontou para o homem grande que ali havia acabado de falar. Ouviu o homem reclamando de "mercenário" enquanto saía. O tal Olivar era ainda mais alto que o próprio Chô. Era um homem com uma barba de respeito, a idade era difícil de estimar, mas poderia chutar que tinha facilmente passado dos sessenta anos. A loja começava a esvaziar, os produtos químicos que Lotus queria estavam espalhados por toda a loja, preços com zeros colocados na etiqueta a pouco tempo estavam presentes por toda a loja. Olivar sentou-se em sua cadeira atrás do balcão e respirou fundo.


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas   Bang! Bang! Vamos disparar com nossas armas EmptyQui 06 Dez 2018, 00:23




Para a minha surpresa toda aquela euforia não era por um motivo ruim, suspirei aliviado por perceber que se tratava apenas de uma causa simples, enquanto caminhei por entre as barracas, tendo de aguentar firmemente o alvoroçar das vendas, principalmente os gritos desconexos por todo o local, talvez a situação não fosse lá muito favorável para o que eu tinha em mente, passei observando os mais diversos tipos de vendedores e compradores, talvez a resposta para um bom ato estaria em saber onde atacar, provavelmente a céu aberto minha melhor das opções fosse encontrar algo que não fizesse tamanho barulho, as possibilidades passavam em minha cabeça, mas tudo ainda era muito primitivo, como começar? Eu me pergunto a todo momento, não era uma tarefa fácil, planejar algo tão primitivo e selvagem, ainda me acostumando com a ideia de matar por simples vontade, me cingiu essa ideia faz pouco tempo, mas uma parte racional e lúcida de mim ainda me pedia que aquilo fosse planejado e feito da maneira correta para se trilhar meus objetivos.

Aos passos moderados, chegaria mais perto, esbarrando em alguns no meio do caminho se preciso, elevando meu corpo, mesmo que não fosse dos maiores, sobre os que não me dessem passagem, ignorando aquela comoção exagerada, os preços pareciam gerar revolta, mas para mim era insignificante o fato, eu espero consegui-lo de volta em pouco tempo, e mais uma vez a paciência se torna uma virtude, mas não se engane, eu odeio a ideia de ter que esperar para fazer as coisas, meu temperamento não é do tipo calmo, quero agarrar minhas conquistas o mais rápido possível.

Meu interesse levaria meus dedos por entre as prateleiras, fuçando os vários componentes que lá havia, não era com grande esforço que meus olhos encontravam o que mais me chamava a atenção, estava tudo por lá, e a ausência de clientes me deixou mais ouriçado para a situação, mantive meu foco, exibindo estar completamente vidrado nos produtos, pois de fato eu estava, pegaria o primeiro a mão para verificar seu frasco, seria a Soda Caustica, de preferência líquida, pois se não tivesse em seu estado, me contentaria com um frasco de Ácido Fluorídrico e então puxaria o frasco para perto do corpo e calmamente abriria a tampa com o frasco escondido pelo corpo, para disfarçar meu movimento ainda mais eu continuei passando a mão pela prateleira e caminhando de lado, assim buscando outros itens na compra.

Meu próximo seria o álcool, talvez não muito difícil de encontrar, na verdade esse era o que eu menos esperei ter dificuldade para pegar, tomaria um frasco de vidro de preferência, ficando em aberto aos diferentes tipos de álcool ou outros compostos na loja que tivessem em sua composição, agora com o que eu já precisava, colocando-o na mesma mão que o ácido a essa altura já aberto, mas não sendo um completo idiota, eu teria a decência de manter ao menos a tampa no gargalo do frasco para simular estar fechado, deixando mais difícil de notar que estava aberto.

Com a dor nas costelas finalmente me deixando e os produtos em mão, não teria como eu estar mais feliz, finalizaria minhas buscas caminhando e procurando por ipirita, não era uma das minhas maiores pedidas, nem ao menos esperava encontrá-la em um local tão comum e exposto, mas se eu a encontrasse seria mais vantagem para mim, me pouparia um tempo desgraçado daqui pra frente e ainda acabava de me deixar mais próximo do almejado sucesso, sem a ipirita eu iria apenas buscar por qualquer outra coisa pra entregar na mão daquele cara, algo de preferência pesado, mas não grande. Assim que tivesse tudo em mãos, ou quase tudo, partiria em direção ao balcão onde o homem estaria sentado, se fizesse menção de levantar, eu iria intervir.

-Não precisa, eu ainda estou procurando algumas coisas, só passando no balcão para deixar algumas coisas - Tentaria mantê-lo sentado, apenas por precaução visto que seu tamanho era bem elevado, naquela posição eu poderia efetuar minha emboscada de modo mais eficiente, entregaria a ele o objeto pesado ou a ipirita - Coloque esse na sacola fazendo favor, Merley me falou dessa loja, realmente estou encontrando bastante coisa por aqui, sabe me dizer onde eu poderia encontrar alumínio e óxido de ferro ( ferrugem )? - Tentaria levá-lo na conversa, distraí-lo um pouco ou fazer com que olhasse em outra direção, mas sem não antes obter a resposta da localização do que eu havia perguntado, assim que me fosse apontado ou direcionado, aproveitando que este estaria com a ipirita em mãos ou qualquer outra coisa pesada, iria apontar o frasco que eu havia deixado aberto com a tampa por cima, apertando-o com o intuito de derramar o líquido sobre o corpo do vendedor, meu movimento seria rápido e vertical, de cima para baixo tentando banhá-lo com a substância altamente corrosiva de cima a baixo, se desse certo, ele iria urrar com tamanho tom que causaria espanto ou iria alertar alguém que estivesse na loja, tentando poupar sofrimento, puxaria minha espada da bainha para tentar aplicar-lhe uma estocada no peito momentos depois de atirar o ácido para terminar sua miserável vida.

Se desse certo, eu iria acabar rápido com a vida daquele inútil, aproveitando sua morte para pegar o que quisesse da loja sem precisar ser roubado nos preços, o ladrão sendo roubado - poético - Mas caso ele conseguisse suportar a dor de um ácido lhe corroendo o corpo de alguma forma e parasse a espada ou o plano não fosse tão bem como o planejado, eu iria aproveitar-me do segundo frasco, este sendo de álcool e altamente inflamável, para arremessar em seu corpo, aproveitando-me também da aproximação privilegiada, e então banhá-lo com aquilo também.

-Você é bem persistente heim! - Diria caso precisasse fazer o segundo ataque, ficando somente necessário buscar o isqueiro em minha bolso, acendê-lo e tacar no homem para chegar ainda mais dor para sua miserável vida. Caso tudo ocorresse de forma natural e dolorosa, pegaria as coisas que me interessavam, a ipirita - tomaria outra da prateleira se houvesse alguma - e os metais que havia perguntando, iria seguir rapidamente para fora da loja encarando quem se opusesse em meu caminho enquanto portava a espada, tentando até mesmo convencê-los de alguma forma - A loja é de vocês idiotas, peguem tudo rápido e coloquem a culpa em Lotus Chô! -


Histórico:
 

Objetivos:
 

Costelas quebradas (7/7)

Off:
 


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