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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caminhos revelados

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MensagemAssunto: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptyQui 15 Nov 2018, 23:44

Relembrando a primeira mensagem :

Caminhos revelados

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shaanti Mochan. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptyQui 24 Jan 2019, 18:45




Pique e esconde.

35


- QUEEEE?? - Shaanti parou escancarando a boca dentro do capacete. - Ele gosta mesmo de lã? NÃOOO.

Recomposta voltou a andar, não esperava por aquela, mas agora ao menos sabia uma grande fraqueza do seu oponente, contudo sentir-se-ia extremamente desconcertada se vence-se-o através de algo assim, para não dizer envergonhada e decepcionada com si mesma.

- Não creio que todos fossem ir se seguindo. Não há nada que revele pra alguém que você é meu alvo… Para todos os outros vamos parecer uma dupla e se você achar seu alvo um trio. - daria os ombros. - De toda forma, só eu ganharia em você achar teu alvo, hehehe.. - caminhando mais um pouco lhe viria uma imagem na cabeça.

O leão compenetrado lutando contra o seu oponente e ela atirando um novelo de lã ao redor da luta…. Não podendo se conter, ela riu.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. - se perguntada do motivo, responderia enquanto ‘secava’ uma lágrima por cima do capacete. - Nada não….ai,ai…. uma bobagem minha. - ainda ria, o que entrecortou a frase.


Caminharam então por um bom tempo até que finalmente chegassem ao local que o leão havia comentado. Teria pago o suco e as comidas secas, embora ainda não fosse comer e se dirigido para uma das mesas junto com seu alvo.

- Tem um pessoas bem relaxado. - pensou enquanto via o dorminhoco ao lado.

Shaanti enfiaria o canudinho pelas frestas do capacete tomando seu suco enquanto ouvia o leão falar, ato o qual ele parecia bastante contente de poder fazer.

- Não que você precise seguir. Você pode chegar e dizer. Eu sou seu oponente, prepare-se, amanhã ao meio dia em frente ao QG da marinha. - Daria os ombros e disfarçadamente levaria o suco a boca, mas babaria-se no processo, pois não conteve o riso. - Hahaha, seria engraçado de ver, hahahaha. - Shaanti teria ignorado a pergunta sobre ser mulher, não que não fosse, mas também não gostava de sair por aí dizendo: Ai, eu sou uma menininha.

- Hnmm, minha vez? - Como assim? - arregalou os olhos. - Quão bonzinhos todos esses desgraçados são? - Shaanti só conseguia ter suas possíveis próprias atitudes como medidor comparador e ela, no lugar dele, certamente não agiria assim.


Shaanti teria por exemplo continuado andando pela cidade, preferencialmente pelos locais mais movimentados até que o oponente do seu oponente os visse. Poderia não servir de nada? Obviamente, visto que poderia, como ela mesmo disse, ser julgados por uma dupla e não por rivais e isso iria desincentivar uma aproximação, ou não… Há verdade é que não havia como saber em meio a tantas incógnitas, mas de uma coisa ela tinha certeza. Não iria permitir que seu oponente declaro escolhesse para onde ir, já que não sabia se ele poderia ter ou não outros aliados.

Todavia, não havia porque recusar tal oportunidade e assim aproveitou-a.

- Estou em uma hospedagem por aqui. - esperava lembrar-se de onde ficava. - Bom, fica na rua que dá no porto… Enfim, tem 2 crianças que estão comigo, acho que seria bom avisar que não irei aparecer por dois dias… - estava ficando sem jeito por estar mostrando esse lado mais maternal. - Errr. Bem… N.. é… Não quero deixá-los preocupados. - desembuchou.


Assim, se o leão concordasse buscaria achar o rumo para a pousada, onde pretendia gritar por Emily até que a pirralha aparecesse. No caminho obviamente se manteria atenta a Rim, e também a possivelmente enxergar o oponente do leão.


- EMILYYYYYYYY, DESCEEEE AQUIIII. - Gritaria do lado de fora. - EIII, você pode ver se os pirralhos estão no quarto? - perguntaria se algum atendente aparecesse.


- Vou ter que ficar dois dias sem aparecer. - diria quando visse a garota, estaria em pé olhando para baixo, no máximo fazendo um cafuné caso a mesma tivesse lhe abraçado. - É o tempo que vai durar essa etapa. - caso Emily perguntasse do leão. - Ele? Ele é meu alvo, sorteei o número dele. - apontaria pra própria plaqueta no abdome. - Alguém por aí deve ter pego o meu número. - Como Emily era esperta ela acreditava que esse tanto de explicação bastaria.


- Rim passou por aqui? - se a resposta fosse positiva Shaanti perguntaria se havia algum recado. - Ela disse algo? - novamente ouviria e depois se abaixando encostaria com cuidado a testa na testa de Emily. - Nos vemos em dois dias, não deixa o pirralho se matar.

Caso Rim não tivesse passado por ali:

- Hnnn, bom se ve-la… Da um recado? - Shaanti então instruiu Emily sobre o que dizer. Marcando assim um encontro com Rim na clareira as 5h da manhã. Esse horário seria tempo suficiente para enfrentar o leão, se esconder para descansar e ir até o local para aguardar o possível encontro.


Despedir-se-ia e então iria se voltar mais uma vez para seu oponente.

- Era só. - e então mantendo o ‘jogo” . - Tem uma prainha afastada onde deixei o bote que usamos pra chegar aqui. Podemos esperar lá até a hora de lutarmos… Prefiro um lugar afastado, já que não podemos envolver a população. - justificou.


Na verdade ela aceitaria qualquer lugar onde houvesse alguma claridade ao anoitecer. Por mais que a praia pudesse ser afastada era ainda assim próxima a água e se desse sorte e a noite estivesse limpa a lua deveria ser o suficiente para que ela mantivesse o combate. Afinal, já havia lutado em uma mina completamente escura somente com um lampião.

Assim sendo, ela recusar-se-ia a seguir o leão para locais onde percebesse que a noite seriam uma completa escuridão.

- Se ele está escolhendo esse lugar… É provável que consiga enxergar.

Nesses casos, embora fosse uma sorte infeliz, ela abandonaria a ‘perseguição’, já que estava ali para vencer e não para ser saco de pancadas por não estar enxergando nada.

Durante o caminho continuaria de olho na possibilidade de ver Rim, e também o número 98. Caso visse a jovem agiria da mesma forma anterior, gritando e acenando até que a mesma viesse até ela. Já no caso de ver o 98 informaria para seu ‘amigo’.

- Lá. Tá vendo. O cara ali, é teu alvo. Hehehehe, quer convidar ele pro grupo? Talvez a fila ainda seja uma possibilidade, hahahahahaha.



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySeg 28 Jan 2019, 10:17



Caminhos revelados - 32


A ideia do grandão brincando com um novelo de lã poderia ser engraçada e assim continuaram a conversar, o apontamento feito por Shaanti, também teria feito sentido afinal, alianças não eram proibidas e desde que não houvesse um alvo seu na dupla, poderia ser um bom jeito de sobreviver as 48 horas e talvez candidatos que se conhecessem de anos anteriores, poderiam não só formar alianças como ter desavenças, era algo bem lógico de se pensar. Não era de fato um tempo desagradável, quando Shaanti riu, sem entender o leão riria, como sinal de educação ou para fingir que entendeu uma piada que não era capaz de perceber que era ele mesmo. Quando abordado sobre como deveria agir com seu oponente, bem o homem colocou a mão sobre o próprio queixo pensativo, enquanto a olhava.

-Se eu conhecesse meu oponente e pudessse toma-lo como honrado eu o faria, mas sem conhecer a natureza, é difícil confiar muito... No fim, eu só teria de caça-lo quando estiver sob o veu da noite, humanos não enxergam tão bem geralmente.

Dizia o Mink que dava ali uma pista que a pouca claridade para ele não era um problema mas, uma vantagem. O gato grande não via muito problema em ter algumas perguntas não respondidas e com aquilo a oportunidade de ouro para ela teria vindo e conforme ela explicava era possível vê-lo ter um olhar interessado e seu olhar era o suficiente para que ela acabasse falando e ele começasse a rir ao final, antes que pudesse respondê-la.

- Se for uma boa hospedaria eles vão ficar bem, a maior parte oferece três refeições e eles vão ter um teto, se concentree no teste que você vai sofrer mais que eles.

Teria dito de forma espirituosa, enquanto poderia a acompanhar, algo que levaria algum tempo, até que pudessem chegar, era coisa de pelo menos 40 minutos de caminhada, durante essa caminhada o leão teria apontado para uma pessoa que estava em meio a um grupo de 8 pessoas, mas era o único com plaqueta.

- Aquele ali é o meu alvo... hm... acho que ele contratou gente por fora....Não é conra as regras mas vai ser problemático.... Vou ter que pensar no que fazer.

O mink acabava por suspirar, como em desanimo de certo modo, mas não parecia assustado com a ideia ou animado, talvez seu plano não envolvesse uma confiança absoluta em batalha, o que para ela poderia mostrar que ele seria um oponente dificil de se bater de frente, já que a confiança não tapava seus olhos. De longe alguem com o número 11 destacava-se ele mantinha os olhos atentos ao grupo e pouco depois de eles se moverem, pareceu que ele teria se movido, não ficando muito afastado, não era algo discreto, já que a sua armadura fazia barulho e este aproximou-se até que pudessem quase esbarrar, ele olhava bem apra o número de shaanti por um momento e então seguiu caminho sem dizer nada em meio a multidão. Talvez ela fosse o seu alvo ou talvez... Ele fosse miope? Bem, a segunda possibilidade era mias divertida de imaginar. Poderia ter visto também alguns candidatos, mas nenhum muito chamativo que merecesse um destaque, poderia até dizer que eram meio que o tipo de personagem cinza.

Uma vez que chegassem lá, Shaanti gritaria por Emily, algo que se ela tivesse no quarto dificilmente poderia ouvir mesmo que ela gritasse com toda a força, mas por conveniência do destino, Emily havia descido para pegar algo para comer e estava bem perto da entrada no momento, ouvindo a voz de sua amiga, sem que pudesse sair do local ela colocava a cabeça pra fora, enquanto segurava com as mãos próxima da entrada, o que era um bom sinal, ela não sairia dali mesmo que ouvisse sua voz, era algo reconfortante. Ela olhava e tentava assimilar... Dois dias, ainda bem que Shaanti havia pago adiantado, era notável em seu olhar por um momento que ela sentiria saudade, mas em seu sorriso parecia que iria ficar tudo bem.

- Que gato bonito! Eu sempre li sobre uma raça que tinha integrantes assim, mas nunca pensei que poderia vê-los tão cedo.

Sua voz era de curiosidade e por consequência isso acabaria a levando a ouvir e entender melhor sobre como era a etapa desse teste e com isso ela sorriria, o leão por outro lado tinha um sorriso simpático ao elogio da garota, o maldito estava muito feliz com aquilo. e com isso sua segunda pergunta teria sido sobre Rin, a garota pareceu pensativa por um momento e então comentaria.

- Se ela chegou a passar eu não a ouvi, mas posso dar sim o recado, vou tentar ver com o gutinho se a gente reveza em ficar por aqui embaixo, lá de cima não daria pra ouvir vocês não, se chamassem.

Se emily pudesse ver um sinal paraq ue pudesse sair só pra se despedir, ela daria umabraço rápido em Shaanti e lhe desejaria sorte, do contrário o teria feito dali da porta mesmo. Com isso o leão acabaria comentando ao fim.

- Sua irmã é legal, gosto de gente como ela.... Gostaria que tivesse mais gente que me visse assim

Diria o rapaz enquanto suspirava e a seguiria, dessa vez em silêncio.O homem a teria ajudado com preparativos e se pudesse té encostaria para dormir um pouco em uma arvore próxima dali, parecia inteligente dormir enquanto se podia, o homem no entanto caso fosse pedido para embarcar ou coisa assim, recusaria educadamente.

-Água não é legal... Ainda mais de armadura, eu respeitosamente recuso.

Teria ele medo de água? Ou só seria um ponto muito justo para o homem para que não pudesse ter o risco de cair e afundar? Bem, a primeira opção provavelmente seria a mais provavel, se ela levasse pela lógica. Com isso no local escolhido poderiam ter relativa paz, até o horário e se pudesse o leão teria dormido até que faltasse cerca de 5 minutos para meia noite, que seria onde ele se levantaria e começaria a fazer movimentos para se esticar.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySeg 28 Jan 2019, 13:02




00:00

36



- Sim, sei que vão ficar bem lá. Só vou avisar que não vamos nos ver por uns dias. - responderia ao leão durante o caminho, este que revelaria ao seu oponente o próprio alvo.

- Hahaha, parece que alguém ta realmente fudido. Só azar pra você hoje. - embora parecesse que ao todo ele estava tendo um bom dia, este que aparentemente seria melhorado pelo sempre grande coração de Emily.

- HAHAHA, se o pirralho ver a Rim não vai é fazer nada, hahahahahaha. - comentária com Emily quando a mesma sugeriu de revezar com Gutinho. - Bom, não há nada que possa ser feito.

>>>><<<<

Acenou brevemente como despedida para Emily, partindo dali com o leão.

- Ela não é minha irmã. - responderia com um tom normal, sem ser ríspida, apenas como um comentário. - Mas sim, o mundo seria melhor com mais dela. - Sorria com verdadeira alegria ao dizer aquilo prosseguindo o caminho. - Acho que não deve existir nada, nada mesmo que faça ela olhar com medo ou preconceito. - sua voz assumiu um tom de nostalgia. - O coração dela é enorme. - depois olhando para o leão. - NEM PENSE EM DIZER A ELA QUE EU DISSE ISSO. EII, CERTO? - como se Emily precisasse de qualquer sinal extra que Shaanti a amava.


>>><<<


Uma vez na praia a tritã apenas sentar-se-ia encostada no bote para descansar. Não havia planejado usá-lo ou algo do tipo, sendo que a escolha do local devia-se única e exclusivamente a sua falta de conhecimento da cidade e por ser um ponto que imaginava ser possível lutar sem ser incomodada.


Relaxando veria o seu oponente dormir relaxadamente e ali aproveitaria não só para dormir como também para comer, erguendo apenas um pouco do seu capacete para levar a comida a boca.

- Acho que posso dormir também. - Olhava pro seu adversário que fazia isso nesse exato momento, pois aquela era realmente o melhor momento para isso, todavia… Poderia ela confiar que o mesmo não esgueirar-se-ia para longe enquanto ela dormia? - Se bem que ele é todo, Honra “pra isso”, Honra “pra quilo”, e “pra quele” outro também.

Por fim resolveu dormir, ou ao menos cochilar o quanto fosse possível.


>>><<<

Por fim a hora estava quase chegando, Shaanti sabia por senso, mas esperava que fosse haver algum tipo de sinal que indicasse que o momento havia chego. A reflexo do leão ela também se alongaria, aliviando a rigidez de dormir no chão dentro de uma armadura.

- Já pensou em um plano B? - diria ao esticar-se para um dos lados. - Sabe… Já que você não vai passar, hehehehe. - Não era nenhum tipo de estratégia para abalar o psicológico dele, era apenas uma constatação de que ela o venceria ali e ele estaria fudido tendo que enfrentar 9 outros oponentes para conseguir 5 pontos e depois ainda outros 5. Na verdade, seria mais fácil coletar 10 placas aleatórias do que pegar a do seu próprio alvo. - -É… você ta fudido amigo. - completaria em tom completamente casual, esperando possivelmente por uma gargalhada do mesmo, a qual ela acompanharia e eventualmente se veria confrontada pela mesma pergunta.

- Hahahaha, não considero perder, mas…. HAHAHAHAHA, disse pro marinheiro que fez a inscrição que se eu fosse inútil ao ponto de não virar cavaleira me alistaria na marinha. - então começaria a rir.

Mais calma, removeria o arpão das costas, soltaria sua corda dentro do bote junto com o saco de comida restante e olharia em volta.

- Consegue ver mais alguém próximo? - perguntaria ao leão. - Preferiria que não ser incomodados.

Embora o terreno lhe fosse minimamente ‘favorável’ Shaanti planejava lutar limpo, pois não queria uma meia vitória ou uma vitória incontestável. O sentimento da luta contra Delgado ainda lhe incomodava e por isso, naquele momento ela não se daria por satisfeita com uma vitória incompleta.

Se concluírem que estavam sós ela tomaria sua posição.

- Algo que queira acrescentar? - seria sua última pergunta, pois talvez ele fosse daqueles que gosta de ter regras de combate justo. - Que tal se essa for nossa única luta, não importando quem vença respeitarmos o que acontecer?

Assumiria sua postura rodando o arpão como era seu costume e intercalando-o de mão como também era seu costume. - Esquerda agora? - ali o deixaria.


Nesse tempo analisaria o quanto possuía de claridade, as condições da areia e quantos metros de terreno limpo tinham para se movimentar. Veria também qual sua distância até a borda do mar, somente depois desta inspecionada que voltaria sua visão mais uma vez para o leão.

- É uma armadura bem grande. - diria ao mesmo não escondendo totalmente o descontento em sua voz. - Se Rim estivesse aqui… deixa pra lá, hahahaha.



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptyQui 31 Jan 2019, 01:34



Caminhos revelados - 33

O leão divertia-se com o modo como Shaanti as vezes tinha dificuldade em demonstar os próprios sentimentos em relação às pessoas queridas, talvez pudesse lembrar um pouco de si mesmo ou de alguém a quem havia conhecido quando via esse tipo de orgulho a sua frente, como se sentir pudesse tornar alguém mais fraco e essa não era a realidade, vendo aquilo o leão bateria contra o próprio peito, se deixando passar vergonha de certo modo pois a tritã poderia achar engraçado o modo certinho como ele falava.

- Você deveria dizer essas coisas a ela, não há vergonha naquilo que vem do coração, é bonito.

Dizia ele então sorrindo, mostrando bem suas presas enquanto sorria, era algo bem fofinho de certo modo de se ver, ele não falava muito mais que isso até que pudesse de fato dormir no lugar indicado pela tritã. Ainda que pudessem haver suspeitas por conta da mesma, logo poderia tê-lo visto em sono profundo e após comer, teria seguido o que para o seu corpo era o mais inteligente a se fazer, descasnsar para a maratona que viria, o tempo passou e ambos haviam despertado próximo do horário, após se alongarem o leão se aproximaria, estendendo a mão direita para a moça, para cumprimentá-la, antes que o combate pudesse começar, esperaria o tempo que fosse enquanto falavam, não era alguém impaciente.

- Sendo honesto não sei nem se pensei em um plano A, eu acho que eu sou mais de instinto e menos de planejamento.

Dizia o Mink enquanto ele fechou os olhos por um momento, enquanto suspirava, antes que acabasse se surpreendendo com a atitude debochada da ruiva e isso o levasse a rir da fé que ela tinha em si mesma, não era um riso de zombaria, verdadeiramente achava o tipo de pessoa que Shaanti era algo engraçado, possívelmente o levando alguma memória de alguém que ele conheceu no passado. Então ele responderia a ela novamente.

-Ser marinheira não é mal caminho não, fico feliz que se eu te vencer, devo fazer algum bem para o mundo te mandando pra lá.

Dizia o rapaz dessa vez claramente brincando com a tritã, testando sua reação e com isso faltava pouco tempo para que o combate se iniciasse, o rapaz então levantou a mão, fazendo um sinal para que ela esperasse, e era possível vê-lo farejar, bem como procurar possíveis sinais com sua audição de qualquer aproximação, o que poderia indicar a tritã que todos os sentidos do leão eram de alguma forma aguçados e então ele responderia balançando a cabeça de um lado para o outro indicando que não havia mais alguém próximo. O leão então voltaria a se aproximar, dando uma distância de pelo menos 5 m da tritã, ele sacava suas duas espadas e abaixava a sua postura em forma de arco, deixando a perna de trás flexionada enquando o braço esquerdo segurava a espada levemente afastada do corpo, enquanto a outra espada mantinha-se a sua frente próxima do próprio rosto, era uma postura bem única pela envergadura do Mink, poderia ver que o alcance que ele teria com suas espadas deveria ser de cerca de 3 metros e sua postura revelava que ele era um lutador ágil, poderia esperar no mínimo que a posição de suas mãos pudesse se inverter rapidamente e giros velozes pudessem ser feitos, em momento algum poderia ter visto a espada como se não parecesse parte do corpo dele a partir do momento em que ele sacou a arma.

- Se me derrotar, estarei derrotado. No entanto caso isso aconteça, gostaria de uma revanche no futuro, mesmo que não tão próximo. O que acha?

Diria o leão esperando a resposta da tritã, na mesma posição, não parecia que ele falaria muito mais em combate, não em um primeiro momento. A claridade que a lua lhe gerava era grande o suficiente para que pudesse ver de forma razoavel o leão, seus pelos brancos ajudavam ela a o ver, mas poderia ver claramente que caso ele em algum momento se movesse para mais perto das arvores, que ele teria a absoluta vantagem. Shaanti estava a ceca de 4 metros de distância do mar e não seria de esperar que um gato corresse na direção da água para perseguí-la se essa fosse sua intenção, a areia sobre os pés de ambos era fofa, não rigida e afundaria levemente os pés para que caminhassem ouc orressem, informação esta que limitaria um pouco a movimentação de ambos. Poderia ver o Mink com os pés levemente afundados na areia em sua postura, o que talvez pudesse ser algo que o atrapalharia ou que levantaria areia em caso de um movimento súbito. Pela sua postura era possível ver que ele esperava que ela entrasse em seu alcance para iniciar sua investida.

”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptyQui 31 Jan 2019, 13:22




00:05

37


Embora ainda agisse daquela forma a verdade era que Shaanti já havia se revelado muito mais para Emily do que jamais havia e assim sendo, a garota provavelmente enxergava muito bem através das atitudes dela.

- Ela já sabe. - resmungava baixinho virando a cara pro outro lado.

>>><<<

Por fim haviam podido passar o restante do tempo de forma tranquila e sem perturbações, de modo que comer e descansar se tornou possível. A noite havia chegado e com ela a ansiedade do que estava por vir.

Shaanti tinha fé em suas capacidades e a ansiedade não lhe acometia pela chance de perder ou dar errado, era mais pela expectativa de começar logo que o frio agitava-se em sua barriga. Nos minutos seguintes pode ficar ainda mais consciente das habilidades de seu oponente, que ao que parecia não contava somente com alguma visão noturna como também excelente audição e olfato.


- Talvez seja de se esperar isso de um leão. - concluiu.

Com o arpão na mão esquerda avaliou sua situação. Areia fofa, água de um lado, sombra de árvores de outro. Uma postura completamente estranha para alguém tão grande… Com isso tomou a decisão de se mover, inicialmente caminhando de forma circular em direção às árvores, ou melhor dizendo, para fazer com que as árvores ficassem a suas costas.


- Na verdade a marinha não me aceitaria. - o que era verdade, embora provavelmente o leão não fosse capaz de entender os motivos.

Quando de costas para as árvores a tritã avançaria contra o leão, não havia muito o que inventar ou analisar inicialmente, pois ante qualquer coisa era um combate direto, o qual mais uma vez seria travado com alguém maior e que parece querer esperar ataques para reagir.

- Todos os homens são indecisos assim?   - HAAAAAAAA.

O arpão escorregaria em sua mão até que a mesma chegasse mais próxima do fim do cabo com o intuito de aumentar o alcance de sua arma.

O golpe inicial levava em conta uma diferença fundamental entre arpões e simples lanças, ou espadas ou essas armas convencionais, pois o mesmo era uma ferramenta criada com um gancho oposto a lâmina para que assim pudesse se prender na carne e capturar a presa.

Com essa peculiaridade explicada se torna possível entender de onde o pensamento de Shaanti surgiu, pois seu primeiro golpe seria um ‘corte’ circular baixo em direção ao calcanhar da perna frontal. Golpe este que não possuía o intuito de ferir, ou causar dano, mas sim de medir a reação do seu oponente e analisar como a postura adotada pelo mesmo operava.

A escolha da perna se dava por ser um alvo que poderia manter Shaanti longe do alcance inicial das espadas, ou ao menos suficientemente na borda para que sua esquiva fosse facilitada.


A partir daí as possibilidades de Shaanti variam em uma grande gama de movimentações, considerando fatores como ter enganchado ou não o arpão e o tipo de golpe que receberia como contra-ataque.  


No caso de ter acertado o golpe circular a probabilidade maior é que o mesmo não causasse nada, mas forneceria para ela uma âncora para seu movimento seguinte. Shaanti supunha que pela postura de seu oponente o mesmo iria trocar a perna de apoio momento antes do golpe, ou seja, jogar o peso para a perna da frente enquanto impulsiona suas espadas, ou iria recolher a perna da frente, puxando-a para trás criando assim força rotativa para o mesmo propósito, impulsionar suas espadas.

Em ambos os casos a tritã pretendia se ancorar a perna frontal e se puxar enquanto se joga contra o chão, ou aproveitar o movimento da perna do leão para ser puxada e gerar o mesmo efeito. Afinal, considerando o tamanho de seu oponente ela teria muito mais facilidade em impulsionar a si mesma do que desestabiliza-lo com sua força.

Assim, aproveitando-se da areia fofa, do ponto de ancoragem, de seu já acelerado movimento e da altura muito superior do leão ela pretendia escorregar ou por baixo das pernas dele, ou pelo lado, em um movimento inesperado que lhe permitisse evitar o contragolpe que provavelmente estaria sendo direcionado a um ângulo baixo, mas não colado ao chão.


O golpe circular de Shaanti, ainda a faria deslizar de barriga para baixo, afinal seu tronco havia girado no momento do golpe e ela também iria rotacionar o punho para poder se puxar nessa nova posição. Assim sendo, deslizava de peito de uma forma que seria-lhe rápido travar os pés e novamente acelerar contra seu oponente enquanto com as mãos fornecia o apoio para voltar a se levantar.


Nessa altura seria provável duas situações, o leão ter acompanhado a mudança e estarem novamente frente a frente, ou ter ficado para trás devido o movimento inesperado e ainda estar rotacionando para corrigir a frente de combate. (Sim, havia a terceira, a opção onde Shaanti é cortada ao meio, mas esta opção ela estaria ignorando)

Erguendo-se, e soltando o arpão, ela mais uma vez avançaria, porém agora já estando a curta distância. Ainda lhe era uma incógnita o quão resistente seu oponente poderia ser, ou o quão dura seria bater em sua armadura, todavia… Era o momento de descobrir.


Se o leão estivesse completamente girado ela tentaria rapidamente encurtar a distância que pudesse ter se formado, devido a algum afastamento ou somente por decorrer da movimentação, tentando permanecer o mais próxima dele, onde as espadas não teriam como ganhar força. Em um combate fechado, com a postura fechada a tritão distribuiria socos nas laterais do abdome de seu oponente, procurando os locais onde sentisse uma menor resistência da armadura, uma dobra ou qualquer sinal que a mesma desse de ceder sob a força do seu soco. Pois diferente da sua armadura leve a dele parecia ser composta de mais placas de metal e embora não entendesse de forma sábia ao menos que precisariam haver pontos móveis e flexíveis, caso contrário ele não poderia ter assumido aquela postura de combate.


Se o leão não estivesse ainda completamente virado o primeiro golpe após sua recuperação seria aplicado na lateral do joelho de apoio, visto que este seria provavelmente o joelho mais perto de si. O golpe teria a finalidade de quebrar a reação do leão, assim como havia feito com Delgado.

- Quanto maior, maior a queda. - MORRAAAA. - gritaria, mesmo que aquilo nem de longe era um golpe fatal.

Após o golpe no joelho e somente se este houvesse sido bem sucedido que ela completaria o movimento de se erguer, estando agora possivelmente capaz de alcançar o rosto do seu oponente. (considerando que ele tenha se desequilibrado e ajoelhado momentaneamente. ) Shaanti miraria seu próximo soco ali, nas faces do leão, preferencialmente de forma a acertar frontalmente o focinho, tal qual havia feito com Megalo. (O tubarão da aventura passada)

Estaria atenta a revides, similares aos que Delgado havia realizado, como o soco Martelo duplo. Pois embora seu oponente use espadas nada lhe garantia que não seria capaz de atacar com a base delas, acertando assim mais uma vez suas costas desprotegidas. Assim, se percebesse esse tipo de movimentação ela abandonaria o movimento de se levantar e jogar-se-ia para o lado rolando seu corpo na areia antes de mais uma vez parar e tentar o que havia planejado. Acertando o rosto se este ainda estivesse no seu alcance, ou colando em um corpo-a-corpo fechado para atingir múltiplos socos nas laterais do abdome a fim de identificar uma área mais frágil da armadura.


Só Leia daqui para baixo caso o movimento inicial de enganchar o arpão tenha falhado.

Se o leão houvesse evadido seu pé a ruiva ficaria impossibilitada de seguir com sua sequência primária, assim alternaria para o plano B, interrompendo seu avanço enquanto faria o possivel para não deslizar na areia, usando de seu calcanhar para parar rapidamente enquanto flexiona o joelho para poder rapidamente saltar para trás evadindo-se do possível revide de espadas.

Saltaria mais um, duas, ou três vezes se os ataques fossem consecutivos, seguindo a direção das árvores até o momento que percebesse que as sombras iriam cobrir o leão, nesse momento buscaria realizar um salto para o lado, como se fosse um mergulho, pois atirar-se-ia de cabeça usando os braços para apoiar-se no chão e rolar para a outra direção, evitando assim entrar na sombra das árvores.


- Hehehehehe, você não gosta de água e eu de sombra. Que bela dupla formamos, hehehehe. - comentaria saltando na direção da água agora para analisar como proceder no combate a partir desse momento.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySex 01 Fev 2019, 19:15



Caminhos revelados - 34
O combate em um primeiro momento começava como uma guerra fria, como se ambos parassem para analizar um ao outro a postura do leão implicava em um estilo bem único de combate para alguém de seu tamanho, o que em um primeiro momento gerava estranheza a idéia da tritã circular era inteligente, pois o seu oponente teria de inicio uma dificuldade em manter a sua postura enquanto virava em sua direção e com isso parecia tornar-se claro como deveria ser a investida da garota, quando a tritã buscou  um corte circular baixo, e naquele momento o leão teria jogado o próprio peso na perna trazeira, enquanto levantou a sua dianteira, quase como um chute giratório, o movimento do leão em um primeiro momento evitava uma perfuração, no entanto por ser um arpão,  parte se prendia sobre uma fresta da armadura e com isso a própria força do leão era usado para impulsionar-se, o peso adicional faria o movimento giratório do corpo do leão ser lento e as espadas que viriam a complementar o movimento nad aali encontraria, já que sua nova postura era completamente diferente da esperada pelo mink, já que ela faria um movimento giratório.

Usando do cenário ao seu favor a tritã teria aproveitado o movimento longo para diminuir a distância entre eles e com isso aplicaria alguns socos no abdomen, graças a armadura o leão não sentiria mais do que o impacto o fazendo dar um ou dois golpes para trás, no entanto para a ruiva era ali que se fazia útil as manoplas, diferente de Delgado, ela não ficaria dolorida ao usar as mãos contra o metal, por mais que fosse possível ver que quando bateu no mesmo ponto um amassado se formou e havia incomodo por parte do leão que cruzava ambas as espadas, fazendo um movimento empalatório para baixo, visando ambos os ombros da tritã  que visando o joelho do Mink teria feito com que suas espadas mais uma vez não encaixassem por completo, o barulho do metal contra o metal se fez  no momento que as espadas passaram  pela proteção de sua armadura e deslizaram por suas costas,enquanto o golpe no joelho faria a perna do leão recuar, ele havia sentido bem aquele golpe, era possível ouví-lo dar um pequeno rugido de dor, o que dava altura o suficiente para que Shaanti lhe aplicasse um bom soco no rosto, mas não era rapida o suficiente para acertá-lo no focinho, já que ele por reflexo viraria o rosto de lado, com um movimento de mãos as laminas do leão teriam voltado na direção do próprio corpo e com o cabo ele teria golpeado quase como um gancho em resposta ao golpe da tritã, porém a força do leão se fazia reduzida, a deixava levemente tonta mas, ele era quem perdeu o equilibrio, estava quase indo em direção ao chão o leão  jogava a esquerda de modo que a epada ficaria presa na areia mas lhe daria o suporte para não cair, nesse momento  revelava-se na armadura que havia pontos menos protegidos nas juntas flexiveis, não era rigida na dobra dos braços, em parte da cintura, e possívelmente atrás das pernas, pelas articulações se fazerem necessárias. Se estabilizando o leão tentou com a direita como modo de complementar o seu movimento girar duplamente, o que forçou a tritã a recuar na idreção da água para que evitasse o corte, que passava bem perto.  Ela havia tido um sucesso maior que o dele em acertar golpes cheios e mesmo que o golpe que ela tenha levado tenha parecido reduzido em relação a força máxima, daria para ver pelo modo como o leão passava a mão no rosto após largar a espada esquerda por um momento que ele não era exatamente resistente mas, forte.

- Você tem um jeito de lutar diferente... Eu nunca vi movimentos como estes! Bom, vou mostrar um pouco mais do meu estilo das espadas gemeas, você pode ver elas como duas, mas se tratar como duas, você ira perder o combate, pois uma é o complemento da outra...

O leão pegaria a espada com a esquerda e fazia um movimento giratório em sentido anti horário, usando de seus dedos de modo que novamente o cabo ficou a frente, enquanto a sua direita levantaria a espada levemente acima da própria cabeça, a direcionando diagonalmente para baixo, dando a impressão que  movimentos fechados seriam sua escolha para o estilo de combate da ruiva. O leão, dessa vez não manteria-se parado, começava a circular a tritã, a certa distância, em um movimento quase predatório, ele parecia muito mais inspirar que expirar em sua respiração, seria aquela alguma estratégia?

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySab 02 Fev 2019, 10:44




Espadas gêmeas ainda são duas espadas, baka.

38


Amassou. - foi tudo que teve tempo de concluir antes que o leão conseguisse uma forma de reagir a sua tática de corpo fechado. Iria rir depois, momentos mais tarde, quando notasse que os grandes só conseguiam encontrar aquela forma de atacar-lhe, pois o movimento feito pelo leão era de fato muito semelhante ao soco martelo duplo de Delgado.

Talvez por já ter enfrentado tal situação havia conseguido se livrar daquela com uma maior facilidade e sem prejuízos. A experiência com Delgado mais uma vez se mostrava válida no momento seguinte, quando o golpe lhe dava a brecha que precisava para causar maiores danos.

- Vocês… - Movia os pés para uma postura mais firme juntando também os braços no corpo assumindo a postura do Karate. - Cavaleiros acabam pensando na luta diferente. - pensava na experiência que havia tido com Rim. - esperam que se lute em pé, ou com espadas e lanças, escudos pomposos. De onde vim, se você ficar parado esperando arrancam a sua cabeça. e então considerando a afirmação sobre as espadas. - Ser gêmeos não torna algo Um, ainda é dois. Você é idiota? - teria sido bom uma risada para mostrar que era brincadeira, mas na verdade Shaanti era sincera demais para que isso fosse uma piada, ela sim só havia achado o comentário idiota.


Todavia agora se encaminharam para a nova etapa do confronto. Esse também parecia ser um conceito daqueles que ali habitavam…. Intensas trocas de carícias com breves momentos de cordialidade.

Nesse momento também lembrou-se do confronto anterior, e achou que era um bom momento para aquilo.

- Sou Shaanti. Futura Cavaleira dos Mares. - daria a deixa para que o leão também se apresentasse. E na absurda hipótese dele ter algum nome como Lion, ou outros que parecessem fofinhos a tritã inclinaria a cabeça para o lado, não podendo esconder a descrença e a dúvida sobre tal resposta. Em um mangá certamente haveriam pontos de interrogação sob sua cabeça, mas na falta destes a ruiva dava voz ao sentimento.

- Ta me achando com cara de palhaça né, isso aí só pode ser piada. Hahahahaha. - Com isso a ruiva inclui mais coisas a sua lista de atitudes tremendamente mal educadas.


Aproveitava o tempo para rodar e observar a nova postura. Ele ta imitando uma árvore? - era a primeira ideia que aquela posição toda enfeitada lhe dava.


Então sem perder mais tempo avançaria, esperando para ver o que esse merchan chamado estilo das espadas gêmeas era capaz, pois também pretendia usar alguns de seus movimentos especiais que não tiveram propaganda.

A nova postura poderia ser relacionada a uma adaptação para enfrentá-la no combate mais próximo, ou seja, o leão havia assumido que não seria capaz de impedir a aproximação dela caso mantivesse a postura de maior alcance. Enquanto a espada da frente provavelmente cobriria ângulos baixos a de cima cortaria ângulos altos.

Assim sendo Shaanti mais uma vez traçava um ângulo de movimento baixo, analisando a postura supunha que o golpe seria vertical a curta distância. Em um jogo de leitura de movimentos aquilo deveria fazer Shaanti saltar para trás, expondo-se ao golpe circular amplo da segunda espada.

- Não hoje grandão. - Shaanti não agiria assim, não haveriam recuos em frente ao perigo por parte dela.

Aguardando o movimento através da sua noção de tempo, baseada na primeira troca de golpes, ela mover-se-ia lateralmente no momento do golpe. A mão direita do leão se encontrava a frente, o que faria que o golpe de esquerda fosse um giro realizado para a direita dele. Assim essa análise a ruiva estaria correndo inicialmente de forma deslocada à esquerda do oponente, obrigando-o a um corte baixo diagonal de direita, o qual ela tentaria evitar, como dito anteriormente, saltando para o lado, mas qual?


Shaanti buscaria saltar para a direita do leão, abaixando-se ainda mais e pulando em ‘desequilíbrio’, ou assim seria sem suas habilidades acrobáticas. Com este salto baixo, e o conjunto de sua movimentação esperava passar pra trás do golpe do leão, aproveitando-se desta posição para atacar o próprio movimento do mesmo.

- Hissatsu. - diria no primeiro movimento, ao saltar para o lado, movendo o punho esquerdo para trás e espalmando sua mão. - Jodannnn - mirava o cotovelo do braço direito. - Bakusho - aplicaria sua técnica mortal de impacto no cotovelo do leão, mais uma vez cantando um movimento assassino em um local que não poderia estar mais distante de ser fatal.


O plano teria sido roubar a possibilidade de reação do Leão, forçando-o a rogar da direita para a esquerda, o que seria o oposto do necessário para o golpe da espada esquerda, a não ser que ele aproveitasse isso  para prosseguir com a rotação girando de costas, mas mesmo que ocorresse isso a somatória de movimentos de Shaanti a teriam afastado do golpe.

Tendo aplicado sua técnica mortal em uma posição de pouca base ela teria contado apenas com sua força do tronco e com isso o mesmo golpe que forçaria o leão a atrasar o revide a jogaria para trás com impulso para rolar na areia.


Spoiler:
 

Shaanti chocar-se-ia com as costas na areia macia, utilizando-se de sua acrobacia para não perder o impulso ela puxou as pernas aumentando a rotação para concluir o giro a fim de para novamente em pé e com sorte próxima à posição inicial do confronto, onde haveria de reaver seu arpão durante sua rotação.

Se obtivesse sucesso em pegar sua arma ela novamente se desfaria dela, desta vez com um arremesso. A rotação teria terminado com o pé direito mais atrás servindo de trava e gerando impulso para um arremesso da arma. O intuito era pegar desprevenido o leão que possivelmente estaria se recuperando do giro, ou de um ataque no vazio, visto que o rolamento de Shaanti deveria ter sido o suficiente para removê-la do alcance do leão.


Se esse fosse o caso a ruiva arremessaria sua arma, a qual, devido suas baixas capacidades seria mirada no maior alvo possível, o peitoral de seu oponente que envolvia também todo o abdome. Um golpe que teria como intuito mais causar um reflexo defensivo do que propriamente ferir, já que dificilmente a arma teria força suficiente para penetrar a armadura de seu oponente, ou ela perícia suficiente para mirá-lo na cabeça.

Logo a seguir do arremesso Shaanti arrancaria em nova corrida contra o seu oponente, desta vez preparando um soco mirado no mesmo ponto onde havia encontrado as placas frágeis do peito.

- Água mole em pedra dura. - bateria no ponto, mas não afastaria a mão, aguardando que o leão iniciar o movimento de contra ataque. O soco teria sido sustentado pela perna traseira que adicionava força empurrando Shaanti para frente, enquanto isso a perna frontal realizaria a passada de modo a se manter seu pé alinhado ao de seu oponente e no momento que  contragolpe estivesse sendo iniciado ela descarregava sua eletricidade no mesmo aproveitando-se do ponto danificado da armadura que estaria fazendo um contato direto mais preciso contra o corpo do mesmo.

Nesse momento jogaria o peso para a perna frontal, esticaria as mãos de modo a agarrar o braço de seu oponente e então torcendo seu corpo Derrubando-o. O movimento teria se aproveitado da postura de desequilíbrio gerada pelo golpe que estaria sendo realizada para baixo, o qual teria sido possivelmente paralisado momentaneamente pelo choque, o pé ao lado do corpo de seu oponente e a torção realizada por Shaanti eram de tal forma feitos para permitir que ela usasse sua estatura mais baixa para minimizar a quantidade de força necessária para assim derrubar o leão na areia.

- Gyojin Karate. - teria dito mais alto que o pretendido, impulsionada pela adrenalina do embate. - Hyakumaigawara Seiken - Realizaria um soco de punho fechado em direção a face de seu oponente.


>>><<<


Movimentos de esquiva realizados por Shaanti seriam sempre realizados de forma baixa, jogando-se contra a areia e apoiando-se com o braço, não com as mãos a fim de evitar torções, e rolando para novamente se erguer. Não seriam realizados por ela saltos altos para não ficar indefesa contra o possível golpe alto  das espadas gêmeas.

Se as esquivar fossem necessárias após o arremesso do arpão ela as faria, mas tentando recuperar-se rapidamente com ajuda de sua aceleração e acrobacia para poder realizar o golpe pretendido.

>>><<<

Havia a possibilidade da recuperação do leão, após os primeiros movimentos, ter sido mais rápida e assim ele estar correndo na direção dela no momento em que estivesse recuperando o arpão, ou apenas erguendo-se após a troca inicial. Neste caso ela esquivar-se-ia para trás, novamente em direção às árvores até que houvesse uma brecha entre os ataques que lhe permitissem saltar para frente e aplicar o soco no abdômen do mesmo, todavia o soco nesse momento seria aplicado com o próprio arpão, o qual ela estaria segurando próximo a cabeça do mesmo, usando-o como parte do soco no ponto danificado da armadura. Realizando assim a mesma tática de antes, mas deixando o arpão ali cravado se possível.


>>><<<


No caso de não ter sido capaz de rolar na direção do arpão ela realizaria o movimento seguinte do mesmo jeito, apenas não dispondo da distração que o mesmo poderia ter causado. Todavia mantendo-se pronta para realizar as esquivas baixas anteriormente ditas. Rolando na areia, ou saltando SEMPRE para trás evitando assim expor-se aos possíveis golpes altos que ela supunha do estilo.


Manter-se-ia inclusive atenta a possibilidade dele voltar para a primeira postura, o que lhe indicaria que estaria novamente ampliando o alcance de seus movimentos, para assim adaptar sua movimentação e reflexos a golpes mais longos do que os que esperava com esta segunda postura.



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySab 02 Fev 2019, 17:59



Caminhos revelados - 35
Ainda que usando de suas mãos e não armas Shaanti tivera um sucesso grande em danificar um pouco da armadura do mink, era um feito ao qual poderia orgulhar-se e ver que talvez o combate contra alguém armadurado não fosse algo irreal de se enfrentar em suas condições atuais, com seu equipamento atual.Algo que havia encontrado até então como um par, teriam sido dois tipos de oponentes similares que eram muito mais reativos que ativos e até então seria ela a pressionar ao invés de ser pressionada, poderia ela contar com essa sorte por muito tempo? O leão analisava como que a tritã se movia e o seu movimento aos poucos tornou o circulo que ele fazia mais fechado ao redor da garota, que zombava da afirmação do Mink é, ainda eram duas espadas, ainda que pudessem ser tratadas como uma pelo próprio, e ali ele riria e apenas se ateriaa um comentário.

- Bom, espero que o seu corpo entenda isso melhor, esta sendo divertido lutar com você.

Diria de certa forma confiante, não fosse ela digna de sua simpatia talvez o leão já tivesse dado um bote, mas essa não era a realidade ali, e o rapaz teria se apresentado. também.

- Eu sou Liontom Fofo, terceiro de meu nome, herdeiro da linhagem felina da vanguarda Mink!

O leão teria dito seu nome com certo orgulho de sua própria origem e com a provocação da tritã, ele teria avançado rapidamente com uma estocada de seu braço direito diagonalmente de cima abaixo, o que faria a postura do leão abaixar-se lentamente a frente, enquanto a tritã já antevendo o golpe teria evitado com sucesso. O mink continuava o movimento e o esquerdo em simultaneo com o cabo da espada e um impulso dos pés de Liontom cobriria a distância que a ruiva teria criado, com não um golpe lateral em um primeiro momento mas um frontal usando do cabo da espada a tritã poderia ver o lado direito já recuando da estocada quando movee-se saltando para a direita em uma esquiva imperfeita, dado a porrada que levaria no ombro esquerdo que a faria aterrissar em uma postura desconfortável, o local acertado ficaria dolorido por não mais que um segundo as habilidades acrobáticas da tritã ajudariam, o recuo do leão seria possibilitado para que com os dedos girasse a espada que antes fazia o papel defensivo para uma posição a frente, enquanto com a direita, automáticamente teria feito o movimento contrário, colocando o cabo para frente e a lamina para trás, de modo que parecia parte da Lamina como a fronte de seu antebraço, o Mink teria girado na direção da tritã com demasiada velocidade fechando o movimentoo com uma perfuração visando a posição atual da tritã.

Aquele seria o fim da ruiva, fosse ela uma oponente normal, mas o seu movimento era mais sagaz do que uma esquiva nesse momento, ao golpear o ombro direito do mink, a precisão deste teria feito com que sua lamina raspasse próxima do visor do elmo, ao invés de telo atravessado, a ruiva poderia ver o quão perto havia sido aquele golpe e com isso poderia ver que o leão apesar de ser bonzinho, não a tratava como menos, seu golpe era claramente mortal, não tivesse ela evitado o leão com o movimento e a postura torta buscou recuperar-se permitindo o recuo da tritã, que recuaria pela areia, o que mostrava-se incoveniente era, que pelas pequenas frestas da armadura, uma sensação desconfortável se dava pela areia adentrar levemente, poderia avaliar que o dano feito por Liontom, havia aberto levemente o seu visor, não mais do que um centimetro, ainda não possibilitando que seu rosto pudesse ser visto.

A continuação do movimento da ruiva, teria sido ao ter sucesso em recuperar o seu arpão, o lançar em direção ao seu oponente que conseguiria bloquear muito mal o golpe com o seu lado esquerdo e esse era o seu maior erro, tivesse ele desviado, poderia ter evitado criar um ponto cego ao qual a ruiva poderia aproveitar e com isso conseguiria atingido sobre as placas mais frágeis no peito o leão tentaria aplicar-lhe novamente um contra ataque que poderia ser percebido pelo movimento de seus pés, o golpe no ponto fraco havia se aberto levemente a proteção do felino que teria seu movimento interrompido pelo forte choque elétrico que o faria emitir uma mistura de miado e rugido alto que era o suficiente para deixar a tritã levemente atordoada devido a proximidade, o atordoamento não era o suficiente para que ela não pudesse encaixar o seu movimento, aplicando uma torção do braço agarrado, usaria o próprio peso do oponente contra ele para que ele pudesse ser jogado na areia com violência o leão cairia e não mais segurando as espadas, desde o choque que o havia feito soltar, com a finalização da tritã estava ali, inconciente. sua plaqueta estava localizada próxima da cintura naquele momento, dada a movimentação do combate o leão desacordado estava ali, estirado contra o chão e dada a movimentação do mar, havia uma escolha moral ao qual ela poderia fazer.

Parecia que na posição atual, se ela o deixasse lá, a depender do tempo que levasse para que ele acordasse, ele poderia afogar-se, no entanto, movê-lo levaria tempo e esforço, de um combate que mesmo rapido, era intenso. Seu oponente teria feito isso por ela, mas teria ela o mesmo peso moral? Seus olhos poderiam ver no canto mais distante o que parecia ser uma tocha, implicando talvez em uma ou mais pessoas, pelo movimento alto de pés que ela poderia ouvir, ainda que mal devido ao rugido alto, estava indo na direção da clareira ao qual havia enfrentado Rin antes, continuasse ela observando, poderia ver pelo menos mais quatro daqueles tochas irem na mesma direção, como se tivessem encontrado algo ou alguém. A temperatura começou a abaixar de forma intensa e a ventania começaria a levantar um pouco da areia.

”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySeg 04 Fev 2019, 10:15




Fofo-Kun

39


- Parece que é o fim Fofo. - Parou e então riu. - Hahahahaha, um fim fofo, hahahahahaha. Ai, ai. Quem inventa esses nomes?

Por um momento, apoiando-se sobre os joelhos e inclusive ajoelhando-se na areia ela aguardava, recuperando o fôlego e observando o movimento distante. Shaanti não possuía nenhum tipo de curiosidade que a impulsionava a saber tudo sobre aquilo, mas lhe era importante observar a movimentação que começava a tomar conta da noite.

- Vão ser dois dias agitados. E QUEM FOI O MERDA QUE INVENTOU DE LUTAR NA AREIA? - reclamou devido ao desconforto que a areia causava internamente em sua armadura, mesmo tendo sido ela própria a preferir ter ido a praia.

Erguendo-se após um minuto ela começaria por considerar suas opções, a primeira teria sido recolher a placa de Fofo e prendê-la junto a sua própria placa.

- Creio que o mar. - olhou para Fofo, depois para suas espadas e sua mente começou a trabalhar.

Nos minutos seguintes se prepararia para sua partida, deixando Fofo onde estava por enquanto. Arrastaria o bote para bem próximo do leão, pegaria as espadas do mesmo e joga-las-ia para dentro do bote, faria o mesmo com a mochila dele. A seguir pegaria o seu arpão, inspecionando-o para garantir a integridade e também o colocaria no bote.

De dentro pegaria a corda. - Porque sempre tão grandes. - O plano de Shaanti era passar a corda ao redor dos braços de Fofo, fazendo algo similar a alças de mochila, pois um corpo desmaiado poderia ser bastante pesado.

Usando a corda como alça ela poderia com algum conforto maior erguê-lo o suficiente para jogá-lo dentro do bote. Com as alças terminadas ela tentaria por-lo sentado, encostando-se nas costas do mesmo e “vestindo” a alça improvisada.

Shaanti teria deixado o bote bem próximo a água, mas não o suficiente para ser levado, arrastaria Tom para mais perto e aguardou. Usando-se de seus conhecimentos de navegação a ruiva observaria o mar, ou melhor, a maré para calcular o tempo de subida. Se lhe parecesse menos de 5 minutos ela esforça-se-ia para jogar Fofo para dentro do bote. Não ligava se o mesmo virasse um pouco, pois poderia puxar Fofo pelo lado oposto até equilibrá-lo.

Iria deixá-lo do jeito que caísse, não preocupando-se muito com o conforto. Talvez os pés ficassem para fora? - Ninguém mandou ser tão grande. - Com o leão a bordo ela esperou pela subida da maré, aproveitar-se-ia dela para empurrar o bote para água. A fim de não molhar as plaquetas ela as teria posto momentaneamente dentro do bote. Ou na impossibilidade de fazer isso com a sua, iria tentar prendê-la mais alto em sua armadura, talvez acima do ombro. E assim, zarparam em seu bote, que felizmente não era ilegal pelas regras do torneio.

Durante um tempo se iria se esforçar para vencer a arrebentação, mas depois disso buscaria uma corrente mais propícia para lentamente viajar na direção do QG da marinha, mas atenta ao aviso anteriormente recebido, buscando não se afastar em demasia para não ser desclassificada.

Deixaria o leão apagado, para que se recuperasse bem. Caridade? Honra? Algum código moral talvez? Teria sido por isso que Shaanti o havia posto no bote? Mesmo que isso lhe houvesse custado energia e tempo? Seria pouco provável que qualquer uma dessas opções fossem verdades.

Se até as 4 da manhã o gigante não houvesse acordado a Ruiva começaria a cutucar o rosto dele com a pá do remo.

- Ta na hora de acordar roncador. EI, ACORDA PORRA. - teria jogado água na cara dele, mas receou que isso o fizesse entrar em desespero e virasse o bote. - Acho que vou ter que apelar. - considerou no caso de ainda não ter obtido resposta de suas tentativas de acordá-lo e então, enchendo o pulmão ela berrava. - A LINHAGEM DOS FOFO SÃO TODOS FRACOTES. - apelaria ao orgulho do mesmo para fazê-lo despertar. (Similar a cena do Ussop despertando Luffy, Zoro, Sanji em Thriller Bark. ) - Hahahahahaha, funcionou. - divertir-se-ia neste caso.

Talvez tivesse que aguardar um pouco até que o leão se desse conta de onde estava. - EIEIEIEI, Não se mexe rápido assim, vai virar o bote. - reclamaria se este fosse o caso.

A conversa poderia divergir para muito pontos a partir dali, a depender do quanto Fofo se lembrava. A primeira possibilidade que Shaanti havia considerado, dada a personalidade do leão era que fosse acusada de trapaça, afinal, havia sido o golpe elétrico que lhe dera a oportunidade derradeira de finalizar o combate.

- Errr, vai começar a chorar agora? Hahahaha. Como se eu precisasse trapacear para vencer. HEHE. - provavelmente seria questionada sobre o que foi aquilo se não trapaça. - Aquilo é algo que eu posso fazer, você enxerga no escuro. - daria o ombro para justificar que era a mesma coisa. - Trapaça seria eu ter atirado areia no teus olhos, ou roubado a placa enquanto dormia. Usar o que é nosso, é estratégia.

Provavelmente teria de ouvir algo como: “Humanos não dão choque.” Nessa possibilidade de ser dada mais uma vez como humana ela diria. - Eu nunca disse que era. - nesse momento parou de remar, tirando os remos da água e passando para o leão.

- Já que acordou reme um pouco.

Não sabia como Fofo reagiria aquele tipo de afirmação, mas remar o ajudaria a focar a energia em outra coisa, assim deixá-lo-ia absorver, até que ele porventura finalmente fizesse a pergunta certa, a qual seria respondida com outra pergunta.

- O que você acha que sou? - seria a resposta para: “Então o que você é” ou similares. - Bingo. - diria sem humor quando ele acertasse.

Tudo aquilo ainda poderia parecer uma incógnita para muito, inclusive para o leão. Porque ela estava contando tudo aquilo, porque ela o havia trazido a bordo depois de derrotá-lo? Mas para Shaanti as coisas pareciam fazer sentido que fossem assim, ao menos na sua leitura atual da situação.

- Pensei em um plano C para você. - ignoraria as perguntas de Porque e similares, prosseguindo do princípio para que suas intenções fossem entendidas. - Você tá com 0 pontos, na merda, atualmente sem chance alguma. Eu por outro lado, desde que me mantenha assim. - abriria os braços para mostrar que estava razoavelmente incólume. - Estou aprovada. Então não confunda o que faço com caridade ou generosidade, estou pensando apenas em mim.

- Seu alvo… Considerando a quantidade de guarda-costas… Bem, é possível que ele não dê importância para apenas capturar a placa do próprio alvo. Com a vantagem numérica é possível que ele vá apenas capturar placas até ter 10 pontos. - Os próprios 5 e mais 5 placas. - Assim… Se você aguardar 1 dia e pegá-lo… É provável que junte 10 pontos vindos dele.

Haveria chance disso falhar é claro, o mesmo poderia ter feito igual a Shaanti e estar com apenas duas placas, mas ainda assim para ela, o seu raciocínio era válido. - Planejo encontrar Rim, uma amiga. Eu e ela podemos segurar os guardas… Você só precisa derrotá-lo. - este era o plano dela.

A ideia poderia gerar perguntas como: “Se não é caridade, o que é?”

- Como eu disse. - ergueria o visor, revelando para Tom o seu rosto e então abaixou novamente o mesmo. - Acredito que os aprovados serão algum tipo de grupo. Planejo apenas melhorar minha vida. Se terei que estar junto de outros…. Que seja aqueles que não quero matar.

Olharia para o céu.

- Vou ter um caminho difícil quando entrar. Você… Melhor do que outros deve poder imaginar. - então voltando-se novamente para ele exaltar-se-ia. - ENTÃO POR ISSO NÃO CONFUNDA COM CARIDADE, EI, TÁ ME OUVINDO? NÃO TO FAZENDO ISSO POR TI… NÃO OUSE PENSAR QUE GOSTEI DE VOCÊ.

Depois de se acalmar continuaria.

- Preciso encontrar a Rim, ajudar ela no que puder e depois você. Quanto mais o tempo passar, mais desesperados alguns vão ficar. Mesmo que no um a um eu possa vencê-los.. Sozinha vou ter luta atrás de luta até que eu quebre. - apontaria o dedo para Tom. - Ai que você entra, hehehe, guarda-costas-kun.

Já havia se aberto demais para um estranho, mas havia considerado um risco necessário. - Se alguém pode entender parte do que vou passar é ele, mesmo que não totalmente. - e por isso ela havia falado, precisava que não houvesse receio ou desconfiança por parte dele, precisava que ele aceitasse a derrota e a visse como líder. - Hehehehe, parece que estou fazendo outra tripulação pirata, hehehe, bons tempos. - se viu sorrindo dentro do capacete ao chegar a essa comparação.

- Temos um acordo, Fofo-kun? - esticaria a mão para ele. Não é vergonha nenhuma se aliar. - Shaanti havia sido honesta, talvez não completamente consigo mesma, mas Fofo poderia ter visto por trás da exaltação que não havia só egoísmo nas escolhas dela, embora ela mesma preferisse acreditar que era assim.

Se apertasse as mãos ela ordinária.

- Para a praia Fofo-Kun, para a praia. - já voltando às boas e velhas atitudes de capitão pirata. (Para a praia senhor Gibs, para a praia.)


Com a ajuda de Tom tentava ocultar o bote, pegando novamente suas coisas no interior do mesmo. Corda, arpão, placa, comida.

- A clareira que falei com Emily, é aquela onde nos encontramos….. Não vejo no escuro, hehehe, você na frente. - Como é bom voltar a mandar. - Shaanti sentia falta dessa sensação.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySeg 04 Fev 2019, 11:16



Caminhos revelados - 36

O fim da batalha havia se dado, poderia dizer que era de fato um fim fofo, um gato grande chamado fofo caindo na areia fofa... Enfim... Shaanti pensava nas alternativas para que pudesse lidar com aquele problema, já que não queria deixar o felino para a própria sorte, o que poderia provar-se uma decisão muito boa de sua parte se ainda quisesse vê-lo, pois uma escolha diferente da que havia feito em ajudá-lo e estaria o condenando para a própria morte. O mar teria sido a alternativa, de certo modo poderia considerar que não poderiam ser feitos de alvo e também com isso ganhariam algum tempo enquanto poderiam se mover mas para que pudesse utilizar desse artifício, primeiro teria de movê-lo até o barco e isso provou-se ser uma tarefa muito ingrata pois o leão era bem pesado e sua armadura não ajudava muito, mas graças ao artificio inteligente ela teria sucesso em coloca-lo dentro do barco, pelo seu tamanho ele ficava com os pés para fora e a posição em que ele ficava não era exatamente das mais confortáveis, mas esse era um problema que ele mesmo teria de lidar quando acordasse.

Tomou as medidas preventivas para que pudesse não molhar as placas e tinha sucesso, apesar da propriedade que ajudava a fixar na armadura, um puxão mais forte era o suficiente para que ela pudesse tirar de sua armadura e usando de seus conhecimentos de navegação, em um primeiro momento teria dificuldades com a quebra de ondas que faria o progresso do barco mais lento, por arrastar levemente para a direção da praia, mas assim que conseguiu afastar-se um pouco não demorou muito mais para que pudesse encontrar uma corrente para que pudesse começar a seguir na direção do QG. Fosse por caridade, honra ou interesses maiores o esforço já a teria custado um bom tempo, guiar-se no escuro mostrava-se um desafio mas ainda assim não era o suficiente para desviá-la muito da rota certa. Poderia ver que o horário aproximava-se ao das 4 da manhã e o leão continuava a dormir, quando fosse acordá-lo poderia ver que parte de sua linguá estava para fora, meio que de lado, o que dava um ar bem engraçado a sua face. Apelando para o maior ponto fraco de alguém orgulhoso Shaanti teria atacado o leão onde mais machucava... Em seu ego. Quando terminou a frase, poderia tê-lo visto levantar-se confuso e pelo sopetão por um momento desequilibraria o bote, mas não oferecendo riscos para que ele pudesse tombar em momento algum. Ele parecia confuso, olhava para o mar ao redor e por um momento era notável um certo pânico em sua feição, por estar cercado por água, ele recolhia rapidamente os pés para dentro da embarcação e então olhava para a garota, o leão então tentou respirar fundo e manter a pose, antes de falar.

- Eu perdi.... Não foi? Aquele choque... Como conseguiu?

Ela ouviria a tritã curioso, mas ainda parecia encucado com a resposta não ter-lhe sido muito direta, ele teria ficado quieto por alguns instantes e então levantaria o indicador como se tivesse finalmente sacado o que ela era e para ele poderia fazer todo o sentido.

- Você não é humana... Certo? Bem..Acho que se você fosse uma Mink como eu provavelmente não estaria usando o capacete... É, meu pai tinha uma técnica parecida, ele chamava de o orgulho dos Fofos, era capaz de usar da fricção de nossos pelos para gerar eletricidade, ele dizia que de onde vinhamos era comum que até crianças pudessem usar disso... Mas no entanto nunca nos ensinou...Não até que provássemos nosso valor... Bem, Você é uma tritã?

Diria ele já pegando o remo para ajudar naquele momento, queria ver-se distante da água o quanto antes. Com a resposta ele então sorriria de leve, era interessante o meio dela conseguir uma posição, já sabendo de como eram restritivas as posições que alguém como ela poderia ocupar dentro do governo, algo que pudesse mostrar o mérito era muito mais do que inteligente, poderia respeitar isso. O leão ouviria todo o plano, antes de manifestar-se.

- Eu entendo, é um ótimo plano mas, que mal lhe pergunte... Por que?

Liontom ouviria sobre uma tal amiga e ficava intrigado sobre quem poderia ser, e então a resposta da tritã o fazia dar a sua risada única que se misturava com rugidos quando finalmente entendia que ela havia de certa forma se afeiçoado um pouco a ele, ele demorou um pouco para que pudesse parar de rir e estendeu a mão amigavelmente para a moça, mas não antes de deixar o remo onde não caísse na água, em um aperto de mão.

- Gosto de você, é honesta. Do seu modo mas honesta, se há alguém que eu quero ver passar agora é você, eu imagino a reação deles de ver pessoas como nós roubando-lhe as vagas.... Ou melhor, conquistando cof... Bem considere o trato feito.

Dizia ele olhando para a moça, seus olhos inflamavam em determinação e sua voz era bem forte. Então com alguma dificuldade eles chegariam novamente para a margem, já próximos do QG onde com algumas folhas o leão havia a ajudado a camuflar o bote próximo de um arbusto, parecia de certa forma um lugar tranquilo pois não havia muito barulho ou parecia haver muita movimentação, Fofo decidiu ajudar Shaanti ao guiá-la pela escuridão enquanto andavam Shaanti poderia ver um rastro de sangue, quase como uma linha que se fazia para a direção da clareira e próxima a essa linha haviam pelo menos 7 pessoas caídas, armadurados e sem suas devidas plaquetas, caso as procurassem, quem quer que tivesse feito aquilo era bravo. A preocupação com Rin talvez pudesse intensificar-se, pois mais corpos apareciam da mesma forma, se contasse deveriam ser pelo menos mais 3, o barulho de espadas se cruzando já poderia ter sido ouvido, até que quando chegavam na clareira o ultimo golpe teria sido feito e sangue jorraria, enquanto um rosto familiar precisava apoiar-se na própria lamina para que permanecesse de pé. Era Rin, sua armadura estava completamente manchada de sangue, assim como também a sua espada, era notável que ela estava com o rosto inchado de modo que apenas um de seus olhos ainda poderia a permitir ver devido ao inchaço.

Era quase como um milagre a ver de pé, pois era possível ver que sua perna direita pelas frestas da armadura pingava bastante sangue, teria sido provavelmente ela arrastando essa perna que teria feito aquela linha, e seria fácil ligar que teria sido ela a derrubar aqueles oponentes no caminho. A sua frente havia um cara armadurado de pelo menos 3 metros próximo aos pés dela, já inconciente e elanão sendo capaz de ver muito ou notar que era Shaanti, ouvindo a aproximação, já que armaduras faziam barulho enquanto andavam a moça teria dito.

- Se afastem! Eu... Não vou cair ainda! E não vou deixar que vocês sejam uma ameaça para a minha amiga quando ela chegar! Se vocês vieram o destino de vocês será o mesmo!

A garota bradava com certa dificuldade e era difícil acreditar que ela poderia ser desafio para alguém, parecia que ela mesma poderia tombar a qualquer instante, quando finalmente pudesse ver Shaanti, era possível ela dar um sorriso, antes que seu corpo enfim tombasse, inconsciente. Shaanti poderia ver quando a ajudasse a erguer-se que com ela haviam 10 plaquetas, na parte da frente de sua armadura, para além da própria numeração 100... Definitivamente poderia julgar pelo porte das pessoas derrubadas que nenhum teria sido um oponente fácil mas, Rin ainda assim queria a proteger de ter de enfrentar essas pessoas, talvez Liontom pudesse ajudá-la, mas o Mink parecia confuso e talvez precisasse de que Shaanti o explicasse que tratava-se de Rin, sua amiga para que ele ajudasse. Quando olhasse para o felino, um detalhe interessante poderia ser notado, quando ele ajustou a própria mochila, teria ficado expostas algumas bandagens, poderia ser o destino tão conveniente?

”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 8 EmptySeg 04 Fev 2019, 12:44




Quem não tem cabeça tem pernas.

40


O trato com o leão havia sido firmado, o sujeito parecia ser bem sagás… Ao menos ao seu modo, todavia era capaz de entender quando lhe explicavam.

Era provável que não fosse mais utilizar o bote, ainda assim preferiu ocultá-lo para não chamar algum tipo de atenção desnecessária, ou dar recursos para algum oponente e então com um guia noturno começou a avançar.


O hora se aproximava daquela que deveria ser o suposto encontro entre ambas. - Preciso arranjar algo pra poder me comunicar com a pirralha. - considerou durante o caminho, pois se já o tivesse poderia ter feito Rim entrar em contato com ela no momento que a mesma encontrasse com Emily e isso já lhes teria tornado possível encontrar-se. - Ainda tenho coisas pra aprender.

Se aproximavam do local e da hora, e seria somente uma caminhada normal se não fossem os corpos.

- Devagar. - a preocupação com Rim obviamente aumentava, pois se a mesma estivesse ali seria provavelmente por causa do recado. Todavia era uma preocupação vacilante, pois a cada novo corpo que não era a mesma uma dose de tranquilidade era-lhe adicionada.

Não era possível afirmar que uma única pessoa havia derrotado todos, pois poderiam ter sido um combate total, ainda assim era incrível a quantidade de pessoas reunidas ali.

- Se juntando assim tão cedo? Apenas para se massacrarem? - para Shaanti, que já havia feito suas considerações sobre a etapa, aquilo era burrice, pois só maximizaria a quantidade de ferimentos, mas havendo apenas pontos suficientes para uma ou duas pessoas.

Conforme se aproximava da clareira ela era capaz de sentir seu coração martelando no peito.

- Não esteja aqui… Não esteja. - Mas estava. Quando a luz da lua novamente lhe fez a graça ela pode ver o que não desejava ter visto.

- Você foi imprudente pirralha. - Estaria ajoelhada com a perna esquerda ao lado da loira. - Surpreendente também. - diria ao erguer a cabeça para ver em volta, mas não sendo capaz de entender porque tantos haviam se reunido. - Ouve mais alguém? - perguntaria a Fofo. Em caso de resposta negativa diria. - Me ajude aqui.Tirar a armadura dela. Talvez o QG da marinha forneça primeiros socorros. - Shaanti mordia o lábio, sabia que era provável que fornecessem, mas este tipo de ajuda externa talvez fosse desclassificá-la.

- Que? - diria confusa, no caso do leão afirmar ser capaz de tratar algo. - Que? - replicou a voz da sua mente sem conseguir acreditar.. Era quase como se cada vez que ela fazia algo “Bom” acabasse por ser recompensada.

Tinha tido a escolha de simplesmente deixar o leão para trás, mas por motivos, os quais justificou como: Puramente estratégicos, ela optou por levá-lo. E agora… De alguma forma.. - Você não tá brincando comigo né? - a voz carregava traços de alegria em meio a desconfiança. - Então tá esperando o que cacete?

Através de misteriosas forças do destino Rim poderia ser tratada sem ser desclassificada. Embora somente isso não fosse a deixar apta a lutar novamente.

- Ainda assim… Só precisamos do alvo do tom e teremos todos os pontos.

- Cuide dela.. Vou amarrar esses caras antes que acordem. Grite se perceber que alguém se aproxima.


A hora seguinte a ruiva passaria trabalhando, arrastando os corpos desacordados dos derrotados para a clareira, enquanto usava da corda que tinha para amarrar os pulsos de um no outro. A ideia era fazer um círculo com eles, prendendo um de costas para o outro com punhos amarrados entre eles.


Nas coisas dos mesmo procuraria por água, a qual beberia um pouco e levaria para Fofo.

- De pra ela Fofo. - alcançar-lhe-ia o cantil.

- Se tivessem sido, hunmm. Eu diria honrados, se tivessem sido eu não pegaria nada…. Mas a verdade é que iria pegar de qualquer jeito. HAHAHAHAHA. - amarrá-los-ia, separando qualquer equipamento que encontrasse, e privando-os de suas armas.


Caso algum acordasse aplicar-lhe-ia um potente murro na cabeça. - Panaca. - Sim, ela descontava a raiva neles. Durante o tempo que Rim recebesse o tratamento a ruiva esperava ser capaz de inutilizar aqueles homens, que não lhe eram nada além de lixo humano. Ter-lhes-ia privado de suas comidas e bebidas e mantido-os desacordado.

- Assim que você achar que ela pode ser movida nós partimos….. Precisamos achar um ponto mais fechado de floresta para descansar durante o dia. - Shaanti teria confiscado alguma mochila e nela teria posto alimento, água, e equipamento útil. Fósforos, corda, entre outros itens destas características, mas em respeito a não retornar tão profundamente para suas raízes ela não pegaria o dinheiro.


Quando pudessem sair, e se Tom ainda não tivesse dito, ela perguntaria.

- Como ela está? - sentia seu coração apertado. Havia gostado de Rim, principalmente por ela ser tão parecida com Emily, mas então sendo um pouco mais fria e permitindo que seu lado mais estrategista falasse a ruiva completaria.

- Eu e ela ja temos os pontos. Ela mais do que o preciso. Vamos descansar pelo resto do dia e caçaremos ao anoitecer.


Shaanti pretendia também dormir um pouco, contando com a ajuda de Tom para se revesarem.

>>><<<<

- O que te deu na cabeça pra enfrentar tantos? EU SEI ME CUIDAR PIRRALHA, VOCÊ PODIA TER SÓ CORRIDO, NÃO PRECISAVA TER SE FERIDO TANTO ASSIM. - poderia ser insensível? Mas a verdade é que não passamos a mão na cabeça daqueles que gostamos, e sim nos irritamos com nós mesmos por não ter podido fazer nada



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