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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caminhos revelados

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MensagemAssunto: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyQui Nov 15 2018, 22:44

Relembrando a primeira mensagem :

Caminhos revelados

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shaanti Mochan. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyQua Jan 16 2019, 17:41




Virtudes?

30



Shaanti flexionava a mão enquanto olhava para o corpo caído de Delgado. Aquele momento de força final havia-lhe plantado uma dúvida na cabeça.

- Será que esse desgraçado lutou a sério? - o aperto havia sido poderoso, a força que ele possuía por trás dos músculos superaram em muito a dela, e assim, havia ele pego leve por algum motivo? - Filha duma puta seja se fez isso. - irritou-se com essa possível desfecho, pois não deixaria barato caso ele houvesse se segurado.

- É, deve ser. - respondeu Rim com mais grosseria do que ela merecia, não tirava os olhos do Delgado e não percebia também que havia dado uma resposta torta para sua companheira, mesmo que ela não merecesse-a.

Olharia em volta após algum tempo, dando finalmente atenção aos arredores após tanto tempo focada na luta, então iria até o arpão e poria-o novamente preso nas costas. Então encararia seu novo problema.

- Ele é enorme. - refere-se-ia a ter de carregá-lo até o QG da marinha. - Onde tá a marinha quando se precisa dela, aqueles inúteis poderiam ao menos carregar ele, já que pro resto não servem. - olhava em volta a procura de algum maldito branquinho, ainda com sensível irritação em seu tom de voz.


- A vontade que me dá é de chutar esse desgraçado daqui até lá. - - ARRRRR, Droga. - com a irritação ignoraria a dor nas costas. - Vamos, se vamos levar a noite toda pra arrastá-los que comecemos logo. - de fato espetar a cabeça de Delgado no arpão pouparia muito trabalho, mas já não mais poderia fazer aquilo, principalmente porque Emily não veria tal ação com bons olhos, mas também havia criado respeito pelo homem e não tiraria a sua vida.

Posicionar-se-ia nos pés do mesmo e começaria o árduo trabalho.

- Segue um pouco atrás, pra avisar se ele se mexer. - diria a Rim.

Durante o caminho a tritã ficaria procurando pelos branquinhos sem moral, algum recruta preguiçoso em uma ronda desmotivada, ou qualquer um do gênero. Nesse momento soltaria Delgado avançando sobre a patrulha.

- Ei vocês, que tal serem úteis e arrastar aquele cara pro QG? É o Delgado…. - Se isso se tornasse possível a tritã apenas acompanharia de perto, ficando de olho para que os marinheiros não fizessem nenhuma gracinha, como se vingar do mesmo por ele ter matado marinheiros antes. - Eu falei carregar. - diria irritada. - Se não os próximos a dormir são vocês. - diria aos marines, justamente por não ser da competência deles decidir o que deveria acontecer com o homem. - Se querem dar algum troco nele, podemos esperar que ele acorde e aí vemos o que acontece com franguinhos como vocês. - sim, ela ainda estava irritada.


Tendo ajuda de marines ou não a ruiva se esforçaria durante o caminho para arrastar o grandão, esperando que Rim fizesse o mesmo. Eventualmente parariam para descansar, momentos os quais aproveitaria para observar atentamente os dois homens a fim de ter certeza que não haviam acordado e continuavam fingindo estar dormindo para terem tempo de se recuperar e caso percebesse algum desses estratagema não se faria de rogada e daria dois bons socos na cabeça do espertinho para que este permanecesse confiavelmente desacordado.


>>><<<


- EIIIII, TROUXEMOS OS PROCURADOS PRO TORNEIO. - Gritaria após ter chego no QG e restabelecido um pouco do seu fôlego. Sua vontade naquele momento era de apenas sentar e deixar suas costas, que ainda doíam intensamente, descansare. Todavia se negaria a mostrar-se fraca em frente a tão inúteis seres.


>>><<<<

Com a recompensa e o ânimo nem um pouco melhor a ruiva deixaria o QG. O peso daquele dinheiro, especificamente daquele, lhe era incômodo, lhe era errado e desagradável,o pior é que nunca antes havia sentido isso com dinheiro, ainda mais aquela quantidade.


Ela teria recusado qualquer convite para se oficializar como caçadora, aquilo não a interessava e agora constatava que o dinheiro também não. - Quando que criei esse tipo de consciência?


Começaria a caminhar de volta para a hospedagem, e ao passar pela primeira pessoa bateria o saco de dinheiro no peito da mesma. Talvez fosse um bandido, talvez uma viúva com dez filhos, talvez um nobre metido que nem sequer precisava daquilo, ou talvez um pai de família desesperado trabalhando até tarde para sustentar sua esposa e filhos. A verdade é que para ela não importava, só desejava se livrar daquele peso e assim seria a cargo do destino decidir quão benéfica ou traiçoeira aquela atitude seria. Obviamente não daria a nenhum marinheiro, para esses ela estaria atenta.

- Feliz Red Day. - seriam as palavras que diria ao bater com violência o dinheiro no peito do sujeito, fosse ele quem fosse.


Após mais alguns minutos caminhando ela sentir-se-ia finalmente mais leve, como se de alguma forma o ato de recusar-se a permanecer com o dinheiro houvesse aliviado o fardo das suas dúvidas.

- Você viu para quem eu dei o dinheiro? - perguntaria para Rim, se a mesma estivesse lhe acompanhando. - Acho que…. A luta me irritou, fiz as coisas sem pensar.



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyQui Jan 17 2019, 17:10



Caminhos revelados - 27


Com seu oponente derrotado, havia ainda algumas perguntas em sua cabeça, ele teria pegado leve? Sua força de aperto parecia a da mordida de um crocodilo ou algo similar, era algo absurdo, já que havia deixado marcas de dedo sobre sua armadura na parte do pulso, talvez se aquele fosse um combate prolongado as coisas pudessem ir para um caminho muito diferente, Ross tinha dois problemas muito grandes ainda que fosse um lutador forte. Era excessivamente confiante e o fato de ele gostar de lutar o fazia não lutar com tudo de uma só vez, queria sempre um crescendo dentro de uma luta e essa era uma problemática para alguém direto como Shaanti que não esticava muito seus combates. Havia um grande problema, que talvez não fosse tão claro antes, mas se fazia agora. O bicho era grande, não era pouco não e o caminho até o QG seria extremamente cansativo, talvez fosse tarefa tão ingrata quanto capturá-lo, Rin a observava durante o tempo, mas mesmo na brutalidade, entendia que talvez como suas situações fossem opostas, tenha parecido que ela tenha dito que ela teve uma vantagem na luta. A loira mostrou-se preocupada, talvez atoa.

-... Sabe que eu não quis dizer que você venceu seu oponente por isso certo? Eu não vi muito, mas você foi incrível ali.

Teria dito Rin em uma tentativa de deixar a situação melhor, suas suposições não iam na direção correta muito provavelmente, mas era boa demais para que não se desculpasse de seu próprio modo. Ela olhava o rapaz, gigante como era e até havia pensado em se oferecer para  uma carregar o da outra, no fim aquilo também era uma forma de treino e  a loira não dispensaria uma oportunidade desta, mas antes que pudesse o fazer, Rin ficaria responsável por vigiar o homem, que parecia ter o melhor sonho da sua vida, pelo sorriso que havia em seu rosto, enquanto era arrastado e diga-se de passagem, aquela jamanta não era fácil de levar não, felizmente para Shaanti, havia um grupo de marinheiros, pareciam ter por volta da idade da Rin, eram certamente mais novos que ela, mas nenhum deles tinham traços muito chamativos. O rapaz que seguia a frente do grupo, segurava um cartaz e era possível vê-lo surpreso ao ver que o homem ao qual procuravam estava a sua frente. Quase como um sinal de derrota o homem teria sinalizado para os outros três que iam com ele e cada um pegou um membro, o erguendo para ser levado, era um silêncio grande e enquanto andavam, era inevitável que não chamassem muita, muita atenção, de todos que estavam ali nas suas e não eram poucas pessoas. Rin levaria ainda o próprio procurado, o puxando pelos pés, já o estava fazendo a um tempo.

Não levou muito tempo até que pudessem chegar ao QG na recepção, estava sentado um homem alvo com diversas queimaduras pelo corpo, como o recepcionista. Sua postura era desleixada e não colaborava muito para a visão da tritã sobre a marinha naquele momento, já que ele apenas mandou   que os recrutas levassem ambos os procurados para as celas.

- Vocês tem interesses em se tornarem caçadoras, também? Se essa vida não der certo, como guarda real, há sempre essa chance.... Bem de toda forma, vocês deram sorte. Vou pegar o comprovante de inscrição de vocês, amanhã vocês terão novas instruções sobre a próxima etapa por volta do meio dia, na região portuária, há quem diga que o próprio rei fará o seu anuncio esse ano.

Dizia o homem, enquanto pegou duas plaquetas, uma contendo o número 99 e outra  100. Eram as ultimas candidatas possíveis para a disputa o homem antes de entregar também o dinheiro a elas, não as deixaria sair antes que elas pudessem ouvir isso, pois era importante.

- é completamente opcional que vocês mostrem uma a outra suas plaquetas... Mas vocês não podem perdê-las de jeito algum até amanhã... Entenderão o porque.

Disse o homem agora  entregando a elas o dinheiro merecido, era notável que a loira tinha um brilho muito grande no olhar, não pelo dinheiro mas  ela segurava sua  plaqueta quase como um treinador Pokemon teria segurado uma insignia, a loira até mesmo ignorava que haviam pessoas ao redor e teria dado um beijo em sua plaqueta de forma rápida, uma leve bitoca, enquanto segurou firmemente em suas mãos.
- Nós conseguimos! É o primeiro passo, somos oficialmente candidatas!

Seria inevitável não ver a alegria que ela carregava consigo, enquanto andava para o lado de fora junto a tritã. Não querendo ficar com o dinheiro que vinha da marinha, por questão de principios a garota queria entregar para a primeira pessoa que pudesse ver e a primeira pessoa que ela via, era uma moça de cabelos negros e lábios bem vermelhos, vestia uma gargantilha e um colar metálico, que não aparentava ter muito valor seus olhos eram selados por algo que pareceu algo como uma cera negra e ela carregava consigo um bastão, a moça  daria alguns passos para trás, não entendendo muito bem o que acontecia, e Rin surpreendia-se com o que estava acontecendo, a moça cega parecia não entender muito bem o que havia recebido, mas lhe daria um sorriso muito bonito, enquanto suas mãos teriam dado a ela uma noção do que havia recebido.

-F-Feliz Red day... Eu não sei quem é você mas, se isso for o que estou pensando que é... Vai ajudar as crianças de onde eu vivo... Talvez possamos comer de maneira farta... Obrigada senhor ou senhora... Eu poderia saber o seu nome? As crianças iriam gostar de saber que as ajudou... Eu... Eu também...

Diria a moça com os lábios um pouco trémulos de nervosismo, era notável que apesar de bela, era magra e quando mais perto, poderia ver que a moça sequer tinha sapatos, andava descalça e seus pés estavam bem machucados. Em um reino como Lvneel, era onde mais forte a disparidade de classes poderia ser vista, se Shaanti não respondesse, Rin responderia em seu lugar, estava comovida  e lágrimas já mareavam seus olhos azuis ainda mais, enquanto ela colocou sua mão sobre a boca, tentando segurar a emoção.

- Essa é a futura guarda real Shaanti, conte as crianças também que a acompanhava, uma guerreira chamada Rin... Que não pôde fazer muito além disso..

Rin abaixaria-se, teria dito a segunda parte de toda forma. e então retirou suas grevas, revelando que vestia uma espécie de calçado leve de couro por baixo, para uma proteção extra e também por ser mais confortável. Ela desamarrou ambos seus calçados e então olharia para a moça de negro.

- Você pode levantar seus pés? Tenho algo para você.

Havia um sorriso bonito e humilde na loira, que  teria calçado com delicadeza seus sapatos na  moça cega, enquanto levava suas grevas metálicas na mão, andar descalça era mais confortável do que aquilo, e enfim ela teria se erguido.Estivesse Shaanti ainda com ela ou não.

-Você tem em suas mãos 10 milhões de berrys... Não deixe que alguém se aproveite de você e te diga que você tem menos... Se você precisar de ajuda há uma pousada próxima do porto, eu usarei o dinheiro que ganhei, para garantir, que sempre que um de vocês precisar de um teto, com comida, banho... Uma cama macia, vocês possam ter acesso, darei a vocês o meu próprio quarto... O dono não verá problema na quantia, pelo que ele vai dar em troca...

Teria dito a moça, enquanto se despedia com um tchauzinho verbal e de gesto, onde se Shaanti já tivesse a frente, entrelaçaria o seu braço jogando o próprio corpo na direção da tritã, ou mesmo puxaria ela também entrelaçando o braço, deixando a moça cega para trás, de modo que ela parecia cheia de gratidão. Rin teria dito a Shaanti naquele momento com um sorriso no rosto e agora deixando suas lágrimas cairem.

- Você é tão legal Shaanti! S-Seus irmãozinhos devem ter muito orgulho de você!

Dizi aa loira em um tom choroso e orgulhoso, enquanto seguiria para onde a tritã tivesse determinado.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyQui Jan 17 2019, 21:16




Destinos

31


Rim havia de algum modo compreendido que haveria sido o seu comentário que azedou o humor de Shaanti e tentava-se desculpar de algum modo.

-... Sabe que eu não quis dizer que você venceu seu oponente por isso certo? Eu não vi muito, mas você foi incrível ali. - como se alguém que não havia visto muito pudesse ter realmente de fato alguma opinião, todavia vindo dela o mais certo era que apenas tentava ser gentil como sempre era. Ainda assim, não era isto que havia irritado Shaanti, porém fosse provável que, se ela já não estivesse irritada e tivesse realmente prestado atenção ao comentário, ela ficasse irritada justamente pela dupla interpretação que o mesmo pudesse ter causado.

Todavia, ouviu o comentário, mas não o assimilou, ao menos não naquele momento assim como também não assimilava as desculpas furadas de Rim, focando-se apenas no sentimento amargo que sentia em seu peito. Tal era sua desatenção que, mesmo após conseguir marinheiros para carregar o imenso corpo de Delgado ela não percebia que Rim ainda havia de arcar com seu fardo e assim ela seguiu o grupo como a única sem arrastar alguém até a chegada no QG.


- Vocês tem interesses em se tornarem caçadoras, também? Se essa vida não der certo, como guarda real, há sempre essa chance....

- Se eu for tão inútil assim eu me candidato pra marinha, não precisa se preocupar. - teria sido esta a sua resposta ao convite de se cadastrar como caçadora. Sendo justos, ela não poderia candidatar-se a marinheira, mas o pensamento não lhe ocorria no momento e por tal ficou apenas como sua conclusão, que, se fosse inútil a esse ponto era melhor se juntar a outros inúteis.

Assim com o dinheiro e a plaqueta no interior da armadura ela deixava o QG para trás.


>><<

A tritã não havia parado, nem sequer teria olhado para trás, se apresentado, ou mesmo ouvido algo que tenha sido dito, também não teria se dado conta da temporária ausência de Rim. Haveria de ignorar por completo a cega sem jamais ter sequer assimilado algum traço da mulher, havia feito isso com tal intensidade que, se esbarrasse com a mesma 5 minutos depois não a reconheceria e assim sendo, prosseguia caminhando até que fosse prontamente surpreendida por um completo e inesperado abraço.


- EIEIEIEIEI, TA MALUCA PIRRALHA? - desvencilhando-se do abraço. - Parece que quer me sufocar. - mexeu-se desconfortavelmente devido às costas. - Porque diabos ela tá tão feliz comigo? - Eles não são… hnmm… Meus irmãos… Também não são irmãos… É complicado. - resumia a relação dessa forma. Não sendo sua intenção parecer ainda mais legal por estar cuidando de crianças que não tinham nenhum laço sanguíneo com ela, sua única intenção era que Rim parasse de fazer confusão com o assunto, ainda que o efeito pudesse ser diferente do que ela esperasse.


- O QUE DIABOS ESSAS PESSOAS ENTENDEM QUANDO EU FALO???? - pensaria se Rim acabasse achando ela ainda mais legal/incrível/altruísta.


- Alias, você viu pra quem eu dei o dinheiro? - Agora que havia sido tirada do seu estupor era que as coisas que haviam passado começavam a ser compreendidas, um delay justo, dada a irritação que havia travado seu raciocínio. Shaanti esperava no fundo uma resposta completa, como: Aparência da pessoa, nome, quem era talvez… Todavia estava perguntando para Rim e a resposta poderia ser apenas mais alguma exaltação de alegria que acabaria por não responder a pergunta real. Talvez um: “Sim eu vi, foi tão legal o que você fez.” E se assim fosse a respostas Shaanti gemeria em um misto de bufo.

- ARRHHh, eu mereço. Eu queria saber pra quem, não se foi fofinho. - Ahn, hnm, certo… Obrigado? - realmente tinha dúvidas sobre agradecer o possível elogio ou bater na cabeça de Rim até que ela entendesse a pergunta.


-AHHHH… - lembrou-se do ocorrido anterior. - RIIIMMM? - chamou a loira animada, colocou as duas mãos apoiadas no quadril e começou a bater um pé no chão. - Por acaso você insinuou que eu só derrotei o Delgado porque era mais baixa? AHNNN? FOI, EIN?? AHNN? - Sim, o Delay. - To de olho einn, nessa gracinhas aí. - Apontava para ambos os olhos e depois para Rim. ÓÓ, fica ligada. - retomou seu caminho para a pousada.


- Amanhã no porto então? - esperaria o assentimento. - Nos vemos aqui embaixo então. - dito isso subiria para o seu quarto. E somente por respeito a Emily ela buscaria entrar em silêncio no local. Isso considerando que desse sorte da porta estar aberta, já que em nenhum momento havia pensado em levar uma chave do quarto, já na outra possibilidade ficaria batendo na porta, primeiramente de forma controlada, mas aumentando a frequência caso começasse a demorar muito para ser atendida.

- Achei que ia ter que passar a noite no corredor. - diria até mesmo se a porta houvesse sido aberta rapidamente, apenas pelo simples prazer de reclamar.

Dentro do quarto ela trancaria mais uma vez a porta e livrar-se-ia da armadura, sentindo-se livre após um dia inteiro presa naquilo.

- Se pagou no primeiro dia. - Consideraria sobre a mesma ao colocá-la em um canto. Os amassados teriam de ficar para o dia seguinte. Dali seguiria para um banho, onde permitir-se-ia relaxar com a água morna, tentando aliviar assim suas costas.

- Boa noite pirralhos, nos falamos… - não teria completado a frase, pois ao virar para o lado teria se permitido desmaiar na cama. - Amanhã.


>>>>><<<<

- Só mais 5 minutos. - diria ao sentir que tentaram acordá-la, ou mesmo se o barulho do quarto o tivesse feito. - Só mais cinco minutinhos. - virar-se-ia na cama tentando fugir do que quer que a estivesse tirando o sono. - OKKKK, JÁ ACORDEI. - sentou na cama de olhos ainda fechados e postura curvada, respirando profundamente como se ainda estivesse dormindo, mas agora, sentada.


- Quero café.


>>>><<<


Tendo comido era provável que voltasse a se sentir melhor e mais desperta e finalmente conseguisse olhar para as crianças no quarto e ver o que estavam fazendo.





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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptySex Jan 18 2019, 14:19



Caminhos revelados - 28




Shaanti poderia até não perceber, mas havia feito uma boa ação muito grande para algumas pessoas sem sequer ter se importado ou assimilado muito e aquilo era algo que em muito havia agradado a Rin, frente a forma como a garota havia lidado com as coisas, a garota apenas teria sorrido, já esperava uma reação mais carrancuda, antes que pudesse lhe dar um pouco mais de espaço, seus olhos azuis se dirigiam para onde ela pensou que seria a armadura e com isso teria lhe dito.

-Família não precisa ser de sangue pra ser família, sabe?

Diria a garota, agora olhando para os próprios pés, enquanto caminhava junta da tritã, seria notável  um olhar um pouco mais distante, enquanto com a direita ela teria levado a própria mão para secar um pouco os olhos, a mesma mão com que segurava suas grevas, ela no fim, mesmo que um pouco distraída com o pensamento de como deveria ser ter uma família, olharia novamente para Shaanti.

- Vi.... Era uma moça cega, não parecia ter muito e... Eu não acho que ela nasceu daquele jeito, parecia que alguém havia tirado a luz de seus olhos de algum jeito... Parecia Cera... Eu não sei o que pode levar uma pessoa a fazer isso com outra... Ela era bem magrinha, tinha dificuldades de levar até o dinheiro e equilibrar-se... Tinha os pés machucados por andar descalça e sem ter como se guiar muito provavelmente... Então eu dei os meus sapatos pra ela... Espero que ajude, não pareceu que o tamanho dela era menor que o meu, então deve tudo ficar bem... Espero... Eu fiquei feliz que você a tenha ajudado... Eu também tinha dificuldades quando era menor e... Parecia que ela poderia ajudar crianças também de onde ela veio eu... Gostaria de ter conhecido alguém como você quando era menor... Teria tornado as coisas mais fáceis..

Havia certa melancolia, muito mais que alegria em sua voz, onde ela novamente afastou um pouco o olhar, enquanto suas bochechas coraram um pouco, como se fosse algo de sua vida que ela não tivesse muito orgulho de falar, ou lhe trouxesse alguma vergonha. Com a súbita lembrança, a garota então teria soltado a tritã, mostrando uma expressão confusa e com isso, ela teria sorrido e dado um soquinho amigo no ombro da tritã.

- Se eu insinuasse isso, também insinuaria que nosso testes de forças só deu certo por eu ser mais baixa que você, não? Hahaha

Teria dito a garota brincando com a própria falta de altura em relação a tritã, tentando manter o resto do caminho amigável. Quando chegassem, ela bateria os pés antes de entrar, procurando atentamente por alguma possível feridinha de sua caminhada, mas não havia nada para que ela se preocupasse ali e olhando Shaanti entrar ela responderia.

- Amanhã estaremos lá, vamos nos ver como guardas reais ainda, então não podemos perder até lá, é uma promessa.

Diria a garota com um sorriso no rosto, que era belo, assim como também era a promessa que ela firmava pelas duas, não esperando uma resposta de Shaanti, seria notável no entanto ver que ela ainda estava um pouco amoadinha, por não a olhar nos olhos por muito tempo, como sempre fazia, sua expressão era bem honesta. Ao subir ao quarto, poderia ver Emily lendo, encostada na cama, arqueando os olhos para que pudesse ver quem entrava e ela dava um sorriso bem grande ao ver que era Shaanti, ela poderia notar que ao redor dela, haviam os livros que ela havia comprado de presente e que o que estava em sua mão, tinha o marca páginas pelo menos na metade. Gutinho, estava de lado com o braço pra fora da cama abraçando algo, que a tritã poderia ver que era o peso que ele havia ganhado, algo que o rapaz teria estimado muito, provavelmente, já que até havia dormido abraçado. Emily parecia bem animada para perguntar, mas respeitou no momento que o cansaço pudesse ser maior.

- Amanhã você me conta então, musculos, descansa .

Era a forma carinhosa dela de lidar com aquilo, enquanto fazia a sua leitura, e com isso, até que Shaanti terminasse de tirar a armadura e saísse do banho, já poderia vê-la dormindo também. A noite passou rapido e poderia sentir-se bem melhor pela manhã e poderia ver Emily a chamando cutucando.

- Acorda, ela disse que vocês vão se atrasar se vocês não conseguirem comer e se arrumar pra segunda fase.

Nesse momento ela poderia ver quando despertasse Gutinho completamente paralisado, tentando dizer oi a moça, em uma visível estratégia de Emily para que ele ganhasse tempo para que Shaanti se trocasse e se arrumasse, era possível inclusive ouvir a voz de Rin do lado de fora em algo que parecia ser " Olha, vou deixar com vocês o café, diga que vou esperar ela lá embaixo, por favor, certo?"

-C-c-certo.

Diria gutinho carregando uma bandeja enquanto caminhava mais trêmulo que bambu verde, era um milagre que não derrubasse tudo antes que pudesse apoiar em algum lugar. O café tinha para cada um suco de melão, uma caneca de café e um prato que poderia claramente classificar aquilo como um brunch que não só parecia como era bem gostoso, era um pão coberto por uma camada de gema amarela e bacon ao lado, quando mordesse ou cortasse, como ouro poderia cair um pouco mais de gema em uma textura que lembrava o ouro, poderia sentir na mordida também carne, era uma refeição que unia o café da manhã com almoço, era algo bem reforçado. Cada um deles pegava a sua parte e comiam enquanto esperavam que Shaanti pudesse contar um pouco mais sobre seu dia anterior, Emily em especial, nesse tempinho que tinham antes que ela pudesse descer.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptySex Jan 18 2019, 17:05




Segunda Fase

32


- Então foi pra uma cega? - teria ponderado um pouco a questão ao saber o que havia feito, mas no fim não conseguia chegar a uma conclusão, não sabendo se sentia-se bem ou não com aquilo. - Melhor com ela do que com aqueles marinheiros folgados. - Por fim, foi a melhor conclusão que conseguiu tirar. - Porém… - olhou para a loira que desejava ter conhecido alguém como Shaanti na infância. - Certamente você não sabe o que está dizendo. - a ruiva ainda se via em parte como seu antigo eu e duvidava que Rim fosse gostar desse seu lado.

>>><<<


O dia seguinte surgia conturbado, sendo agitado por uma loira ansiosa.

- Ela é mais ansiosa que você. - responderia Emily enquanto sentava-se na cama. - EU JÁ DESÇO, VAI TOMAR UM CHÁ PRA SE ACALMAR. - gritaria ainda da cama alto o suficiente para que Rim fosse capaz de ouvir.


- O que foi pirralho? Parece que viu um fantasma. - questionaria ao perceber o estado de Gutinho ao entrar no quarto. - Parece que você tem mais medo dela do que de… HNM, de MIM? SE FOR ISSO, HEHEHEHE, PODEMOS DAR UM JEITO RAPIDINHO, HEHEHEHE.


Levantaria, lavando o rosto na sequência antes de pegar café e um pedaço daquela coisa dourada, pois era assim a única definição que Shaanti conseguiria dar, já que nunca havia sido muito ‘refinado’ o seu paladar.


- O que tá olhando? - perguntaria desconfiada caso percebesse que Emily lhe observava com alguma intensidade, visto que como uma magnífica leitora de intenções a tritã não conseguiria de modo nenhum perceber que a garota aguardava ansiosamente pelo relato das aventuras da noite anterior. - AHH, ontem… - diria no caso de Emily lhe questionar sobre os acontecimentos.


Todavia, falar do dia anterior era um pouco diferente do que lhe havia sido outras vezes. Geralmente gosta de gabar-se de seus feitos, até aumentá-los de modo que ela parecesse infinitamente incrível, mas… - Porque ele se segurou? - esse pensamento ainda a incomodava e com este prego fincado em suas memórias o ato de gabar-se pareceu estranhamente deslocado, junto a isso havia ainda a tensão de tudo que estava fazendo, ser candidata a guarda-real, ocultar sua aparência, a carga da responsabilidade pelo futuro de Emily.

- Foi normal. Bati no cara, ele era grande. Eram… 10 milhões a recompensa pela cabeça dele, mas levei ele vivo…. Fiz uns marinheiros levarem ele vivo. - levantar-se indo até onde havia deixado suas coisas e de lá pegaria a plaqueta. - Completamos a inscrição. - dava a placa para Emily. - Foi só.

Emily sendo sua companheira de já algum tempo talvez fosse perceptiva o suficiente para perceber o que havia de errado com aquele relato. A falta de emoção, ou de invenções seria nítida para alguém que ouvia Shaanti se gabando por diversas coisas a todo momento.

De fato, a história por ela contada poderia ser no mínimo classificada como decepcionante.

Se Emily a pressionar, perguntando o que havia errado, ou se era só isso mesmo a tritã fecharia os punhos.

- Ei pirralho… Porque não vai correr um pouco? Você pode sair pela porta, ou voando pela janela. - ameaçaria Gutinho esperando que assim ele evaporasse do quarto.


(suspiro)


- Você quer que eu diga o que? - esbravejou após o garoto ter saído. - Eu acho que o cara pegou leve, não sei por qual motivo, mas não acho que eu devia ter ganho dele. Ele… ele não era mal, era menos monstro do que eu fui… Só um cara grande que gostava de beber e arranjar uma confusão aqui e ali. Ele matou uns marinheiros… - Shaanti ficava um pouco emotiva, mas precisava daquilo, só tinha Emily para partilhar aquelas coisas, pois não mostraria isso ao pirralho e muito menos a Rim. - Mas eu fiz pior… pior. E então tive que prender um homem que é muito menos culpado do que eu, em troca de dinheiro… pra marinha que nunca fez nada por mim. - chorava sem perceber.


Se Emily perguntasse do dinheiro ela completaria a resposta.

- Eu tava puta, não consegui engolir ficar com o dinheiro, também não ia deixar praqueles marinheiros inúteis… Eu peguei e dei, joguei ele contra a primeira pessoa que vi, nem olhei pra ver quem era. - ofegava um pouco, havia sentado nesse momento, as pernas abertas com os cotovelos apoiados sobre o joelho, a cabeça baixa. - A pirralha grande pareceu ficar feliz com o que fiz, me disse depois que era uma cega, parece que ela cuida de algumas crianças…. Então… talvez… - erguendo a cabeça daria um sorriso débil. - Não foi ruim foi?


Odiou-se por falar aquilo para Emily, mas não conseguiria seguir em frente enquanto segurava tudo aquilo no peito. Porém… Emily poderia interpretar que ela só estava sofrendo daquele modo por estar tentando fazer as coisas para agradá-la, entender que, se não fosse o desejo de Shaanti vê-la feliz aquela dor não estaria ali e por isso Shaanti se odiou naquele momento.

No entanto, não era esse o fardo que pesava sobre o seus ombros e sim o seu passado. O fato de ter condenado um homem, que se comparado a ela era um santo, a prisão. A quem diga no entanto, que as atitudes dela haviam sido nobres, que a doação do dinheiro faria bem, e que mesmo Delgado não sendo tão ruim, ainda era um cara mal e assim se posto na balança, o resultado final havia sido bom.

Durante um tempo não falou, ouviria o que Emily teria a dizer e garantiria que ela não entendesse errado.

- Entrar pra guarda não é nenhum fardo… O pior foi punir alguém que merecia menos do que eu. - - Desde quando surgiu toda essa consciência? - havia sido provavelmente um brinde que acompanhava o amor. - Fazer o trabalho da marinha… Perto disso, a guarda parece bastante boa pra mim. - havia descoberto que o que lhe incomodava era caçar. - Preciso ir. - levantou-se para começar a se arrumar.


De cara lavada começaria a vestir a armadura, pedindo ajuda de Emily no que fosse necessário.

- Não queria te preocupar… Eu.. só… (suspiro), você sabe. - Só tenho você pra me ouvir e entender.

>>><<<

Mais tarde, vestida e alimentada desceria para o saguão, local onde procuraria por Rim, fazendo-lhe um sinal com a cabeça e ao notar que havia sido percebida seguiria para fora e então para o porto.

Se recebesse um bom dia, responderia de forma apropriada.

- Hnmm. - não, seu humor ainda não havia voltado, principalmente pela desconfortável sensação que se espalhava por seu rosto por ter chorado, ainda assim, haveria de melhorar após algum tempo, pois sentia finalmente que havia liberado o peso que carregava.


Neste dia teria saído com 100 mil Berries, a corda e o arpão, além é claro da armadura completa e as velhas manoplas compradas com Rick e por último, mas não menos importante, a plaqueta numerada que estaria guardada internamente em sua armadura.

Procuraria olhar para alguns dos candidatos mais próximos. Havia algo no aviso do marinheiro que lhe havia despertado a atenção na noite anterior.

- Você devia esconder a plaqueta. - diria a Rim caso percebesse que ela carregava ela a mostra. - Algo que o queimado disse, lembra? Sobre podermos ou não mostrar, só não devíamos perder… Acho que era isso. Se ele se prestou a dar esse aviso, então talvez deva ser importante. - seu lado lógico e estratégico haviam resolvido tirar as teias de aranha.

E exatamente por isso, buscaria observar se haveriam outros candidatos próximos com seus números a mostra.





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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyDom Jan 20 2019, 09:35



Caminhos revelados - 29


O dia já começava com certa agitação, afinal para a loira não havia animação maior do que aquela de finalmente poder completar o objetivo que havia em seu peito, era para ela como se a cada segundo que estivesse mais próxima do seu sonho mais emocionante e a ansiedade parecia viver bem forte em seu peito. E bem, ainda que fosse um pouco na grosseria sua sugestão não era ruim, Rin teria ficado um pouco sem graça por parecer uma criança na vespera de natal querendo abrir seus presentes.

Gutinho ainda estava quase como um tomate, o rapaz mesmo comendo para tentar disfarçar era tão efetivo nisso quanto Shaanti tentando disfarçar qualquer emoção, ou seja ele praticamente gritava em um megafone o que sentia. Emily tinha muita expectativa sobre o que tinha acontecido, parecia ser uma história incrível para ela e ninguém mais interessada por uma história seria do que Emily, em especial se envolvia a tritã. A garota balançava os pézinhos pra fora da cama e enfim dizia, Shaanti não era boa em decifrar pessoas.
-  Eu queria saber como foi o dia ontem...

Disse a garota com um brilho no olhar, em expectativa e era notável que suas palavras não atendiam a expectativa dela, como se ela notasse que havia algo de errado com a tritã que era tão eloquente e pomposa em seus feitos normalmente em até coisas menores, ela suspirou e insistiu.

- Foi só isso mesmo? Sem grandes batalhas ou aventuras? Vocês chegaram meio tarde, eu  tinha pensado que seria algo grande... Vindo de você, ta tudo bem?

Havia uma sincera preocupação dela e com isso cerrando os punhos era notável sua irritação, Gutinho olhava para tudo aquilo, ainda meio sem entender, era de fato um bom e  nada pois até a frustração ele tinha dificuldade de entender naquele momento.

-C-Correr?

Teria perguntado o rapaz pouco depois de ver  Emily fazendo sinal com o dedo pra que ele fosse pra fora,seria o momento em que pra ele finalmente era possível entender, o rapaz leventou-se e foi até a porta o abrind e ao sair por ela a teria fechado,  ainda seria audível pela proximidade o som dele " descendo as escadas", o que seria mais justo por dizer rolando por elas, já que alguma coisa havia o distraído ou desestabilizado e era fácil imaginar o que era. De toda forma quando estavam a sós poderia se abrir melhor, vendo que sua amiga precisava de conforto, Emily não hesitou, Shaanti podia reclamar, mas ela precisava de um abraço bem apertado e era o que ela faria antes de falar algumas coisas.

-  Talvez ele tivesse visto algo em você ou talvez você tenha aproveitado de uma brecha quando ela surgiu... Em histórias não é sempre o mais forte que vence, eu acho que na vida real também deve ser assim...Mas...Você mesma disse, ele foi levado vivo então... Assim como você, ele pode acabar encontrando um caminho para fazer o bem, você disse que ele não era tão mal assim não era? Além disso, o que você fez com o dinheiro? Eu... Sei que você não gosta muito deles mas, eles não são o lado ruim da história, não tem lado ruim nessa história.


Emilye sperou pacientemente pelo que a tritã poderia ter dito a ela, suas mãos faziam um movimento pra cima e pra baixo, como se buscasse acalmar a tritã, mostrando que estava ali, presente e com isso a teria soltado para que ela pudesse sentar. E ela lhe daria um sorriso.
- Você devia ter orgulho de si mesma, você ajudou, fez o bem, não fica pra baixo por conta disso, se veio de um tesouro ou de uma recompensa... Você trabalhou duro por isso não trabalhou? Eu vi como ficou sua armadura e deu pra ver que você teve uma batalha bem intensa com esse cara, qual era o nome dele?

Diria a garota encarando tudo aquilo como algo bom.  No fim, Emily teria a ajudado como pudesse, e antes que ela pudesse sair, Emily deu uns tapinhas na armadura bem leves na parte das costas. e ela com uma energia confiante dizia:

- Eu sei, agora vai lá e mostra pra eles!

Diria a garota  já indo em direção a um dos livros e sentando na própria cama e o abrindo, usando do marcador de paginas, antes que  a ruiva pudesse sair pela porta e descer as escadas, levando seu arpão e parte de seu dinheiro consigo, talvez viesse a precisar, em especial para que pudesse fazer reparos ou eventualmente comprar alguns suprimentos que pudessem lhe ser necessários, nunca se sabe. A loira levantou rapidamente para falar com ela.

- Bom dia! Desculpa a pressa eu... Estava meio ansiosa e... Estar com uma amiga... Me faria me sentir mais confiante...Desculpa de toda forma...

A garota dizia com sinceridade, emoção e um certo pesar, queria a considerar como amiga mas não sabia se estava sendo precipitada demais em seu sentimento, ela não insistia muito mais naquilo e com isso prosseguiriam até o local que estava bem cheio, havia mais que 100 pessoas, haviam curiosos e tornava impossível da posição em que estavam visualizar o palanque onde encontraa-se o rei, mas poderiam ver a sua tenda, com o simbolo dos montblanc. A frende elas, tinha um rapaz mais alto de armadura negra, com a númeração 01. destacava-se como o primeiro a cumprir o desafio da inscrição, logo atrás delas chegava também uma moça de cabelo curtinho era bem bonita e tinha a plaquetinha de numero 62 o anuncio havia começado e todos poderiam ouvir muito bem.

- A SEGUNDA ETAPA COMEÇA HOJE, NA PARTE DA NOITE! A PARTIR DE AGORA, TODOS TERÃO DE ANDAR COM SEUS NÚMEROS VISÍVEIS EM ALGUMA PARTE DO CORPO,  ESSA É A PARTE ONDE MAIS ELIMINAREMOS CANDIDATOS.CADA UM PRECISA DE JUNTAR 10 PONTOS PARA PASSAR PARA A PRÓXIMA ETAPA, VOCÊS IRÃO PEGAR UM NÚMERO SORTEADO.... ESSE NÚMERO SORTEADO SERÁ O SEU ALVO E A PLAQUETA DELE VALERÁ 5 PONTOS... CLARO A PRÓPRIA PLAQUETA DE VOCÊS JÁ VALE 5 TAMBÉM... TODAS AS OUTRAS VALEM APENAS UM PONTO A PROVA TERÁ DURAÇÃO TOTAL DE DOIS DIAS, NESSE TEMPO VOCÊS ESTÃO PROIBIDOS DE ENTRAR EM ESTABELECIMENTOS OU CASAS, PARA ALÉM DISSO TODOS VOCÊS TEM A ILHA TODA COMO TERRITÓRIO. AO TÉRMINO DAS 48 HORAS, CADA UM TERÁ O SEU PONTO DE ENTREGA, EM UM TOTAL DE 100 PONTOS EM QUE APENAS O EXAMINADOR LOCAL SERÁ INFORMADO NA HORA E VOCÊS NA HORA DO SORTEIO.VOCÊS NÃO PODEM ENVOLVER CIVIS, NOBRES OU PERTURBAR A VIDA DA CIDADE OUD E SEUS CIDADÃOS, MAS O JEITO COMOV OCÊS IRÃO CONSEGUIR A PLAQUETA É INTEIRAMENTE A RESPONSABILIDADE DE VOCÊS...CRIMES COMETIDOS CONTRA A POPULAÇÃO OU CONTRA OUTROS CANDIDATOS SERÃO TRATADOS DA MESMA FORMA....COM ISSO,  EM ORDEM REGRESSIVA, OS CANDIDATOS DEVEM VIR E TIRAR O SEU NÚMERO, AP´OS ISSO SERÃO VENDADOS E GUIADOS PAR AALGUM CANTO DA CIDADE, O TEMPO COMEÇA A CONTAR 00:00, ATÉ LÁ VOCÊS NÃO PODEM ATACAR UM AO OUTRO.

O rei dava as instruções e com isso, Rin seria a primeira a ir, ela seguia até  o palanque onde tinha uma caixa contendo uma bolinha com um número 53  e então era guiada vendada até um canto da cidade. Shaanti, teria o mesmo destino, onde ela poderia pegar umabolinha que conteria um número 50. Parecia que a segunda etapa seria mais longa e difícil que a primeira, tinha de atacar e proteger ao mesmo tempo, aquela prova eliminaria pelo menos metade dos candidatos.


Shaanti teria sido guiada por pelo menos 15 minutos, teria várias oportunidades para perguntar durante o caminho suas dúvidas, mas ainda assim ao final da caminhada ela teria as vendas tiradas e um rapaz de armadura esverdeada com elmo era ali o seu avaliador, eles estavam em meio a uma rua cheia de barraquinhas de serviços diversos, o rapaz parecia um pouco aereo pois ficaria observando os arredores, como se esperasse algo para que pudesse falar e dar as ultimas instruções para Shaanti.

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Última edição por GM.Alipheese em Dom Jan 20 2019, 14:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptySeg Jan 21 2019, 08:54




Vantagem ou Desvantagem, como Shaanti Simplifica

33


Após ser pressionada, não que Emily tivesse precisado insistir muito, a tritã contou-lhe o que vinha a incomodando. Talvez pudesse ser dito: Mais do mesmo e ainda não seria mentira, pois Shaanti realmente cedia ainda a culpa que sentia do seu passado e por isso lhe era difícil perceber que estar presa ou morta não era o único jeito de pagar por seus erros.

Delgado podia não ser ruim ou cruel como ela havia sido no passado, mas ainda estava errado… Gostar de brigar não poderia servir de desculpa para ceifar a vida de outros e se olhado por este ponto, prende-lo havia sido a coisa certa e isso também fazia parte da sua própria punição pelos erros passados, seu próprio caminho de redenção, embora este ainda não fosse suficientemente claro para a tritã.


Avançando contra a correnteza em um leito rochoso ela lutava para seguir em frente, confortada com as doces palavras de Emily. Era estranho ver que alguém tão grande quanto ela pudesse ser confortada por palavras de alguém tão pequena quanto Emily, mas para ela, assim o era.


Por fim, um pouco melhor ela deixou a hospedagem acompanhada por Rim. A garota estava um pouco desconcertada, ansiosa e sem jeito. Teria sido provável que algumas palavras de Shaanti, tais como: Claro que somos amigas. Melhorassem o humor da garota, lhe deixassem mais confiante e acalmassem seu ânimo, todavia a tritã era despida dessas características de trato social e por isso:

- Hnm, sem problemas. Tomou o chá? - o conceito de, amigos humanos ainda era um pouco surreal.

>>><<<

Já no porto elas não precisaram aguardar durante muito tempo, pois logo o Rei apresentou a segunda etapa como um grande jogo de gato e rato.

- Lutar dentro da cidade sem prejudicar a população? - Isso seria especialmente difícil, já o havia feito com delgado, mas era tarde da noite e por isso houveram poucas pessoas na rua, mas se as lutas se intensificarem durante o dia? Talvez nesses momentos seria melhor seguir seu alvo até que o terreno se mostrasse mais favorável. - Dormir também vai ser um problema. - Haveria o constante desconforto de poder estar sendo espreitado. - Talvez eu possa dormir dentro d'água.

Continuando com as instruções a tritã removeria a plaqueta de dentro da armadura e veria se era possível prendê-la em seu abdome.

A seguir, percebendo que seria a próxima começou a caminhar.

- Maravilha, assim todos ficam sabendo que fomos as duas últimas. - Esse fato poderia por acabar gerando reações tão diversas que seria quase impossível prever. Talvez aqueles que considerassem difícil de mais a tarefa de conseguir a placa de seu alvo, fosse por não poder descobrir quem o mesmo era ou fosse por conhecê-lo e saber que era demasiado forte, poderiam acabar indo atrás delas, visando-às possivelmente como as mais ‘fracas’ entre os competidores e mesmo que fosse impossível decorar todos os 100 era basicamente fácil recordar das duas primeiras competidoras a ser chamadas. E também seria fácil para aquele que tirasse os seu numero saber quem era o seu alvo.

- Cinquenta. - ao ver seu número uma possibilidade começou a se formar em sua mente, uma luz estratégica que facilitaria sua vida. - Vai depender da distância. - vendada aceitou ser guiada.


- O local de entrega, será o mesmo que me deixar agora? - seria a primeira pergunta que faria.

- Barcos são considerados como entrar em estabelecimento? - a segunda.

- Caso uma luta se intensifique e esteja acontecendo em um local remoto e um dos lados acabe ferido gravemente e morra pelas circunstâncias, como será considerado? - era uma pergunta válida, pois dado o desejo de vitória de cada competidor seria possível supor que as lutas não seriam sutis.

- Depois de chegarmos sou livre para me deslocar pela ilha? - seria sua última pergunta.

Com ela feita se concentraria exclusivamente em medir o tempo transcorrido da caminhada do palco até o local que seria deixada e ao chegar e ter a venda tirada ela preocupar-se-ia em ler o nome das lojas tentando gravar algum que fosse bastante específico, para que quando fosse voltar pudesse se guiar por este nome.

- Se houverem outras dúvidas durante a etapa é possível procurar algum lugar para tirá-las?

- Uns 15 minutos.. Considerando que o tempo mínimo possível de cada candidato seja 30s… Então chamaram no máximo mais 30, estando próximo ao 70. Como tirei o 50… Se eu voltar correndo chego lá antes de chamarem o número dele.

Com esta última resposta e conclusão a tritã correria, abordando alguém na rua não muito depois de começar. - Pra que lado fica o porto central? - perguntaria, uma, duas e talvez três vezes durante a corrida para ter certeza de que não erraria a direção. Seguiria preferencialmente para a costa e depois correria por ela em direção ao porto central.


Uma caminhada vendada de 15 minutos não poderia tê-la levado tão longe e por isso acreditava que correndo deveria ser capaz de fazer o percurso em cinco minutos.


Se assim fosse em breve chegaria no porto, local onde procuraria uma posição que fosse possível ouvir os números chamados. Ali aguardou para descobrir quem era o seu alvo, obviamente se houvesse chegado antes do mesmo ser chamado.


- HEHEHEHE, foi moleza, como tirar doce de criança. - comemoraria o sucesso de seu plano caso o mesmo tivesse se mostrado efetivo. Obviamente só havia sido possível por causa de uma estranha coincidência de sortes consecutivas. Ser a segunda a ser chamada, pegar um número distante o suficiente, e ser levada para um local não muito distante. Shaanti não acreditava no divino, mas começava a crer que o destino gostava dela.


Quando visse seu alvo sendo chamado ela iria aguardar até o mesmo ser vendado e então seguiria ele e seu avaliador até o local que fosse ser designado para o mesmo, sendo o mais paciente que conseguia enquanto esperava que chegassem no local e ficando bem próxima, sem se esconder, quando chegassem.


- EII, hehehe. - sem se preocupar ela iria simplesmente se aproximar, sem cerimônias. - Tirei você, me pareceu uma boa ficarmos juntos, hehehehe. - com certeza pra ele não. - Você pode correr e eu correrei atrás de você o dia todo, ou podemos ir descobrir onde está quem você tirou e depois acampar até dar a hora. Do fácil ou do difícil, não ligo. - como alguém reagiria a tão ‘Shaanti’ modo de ser?


Não havia planos complicados, não havia armadilhas, nem nada. Era apenas o modo simples e direto da tritã pensar. Sem joguinhos e sem rodeios. Tirei você, você não vai se livrar de mim é melhor aceitar, vamos lutar a meia-noite e vou pegar sua placa… Está erá a simples e pura verdade. - Quem você pegou? Se for eu vai facilitar bastante, ai podemos ir fazer um assado na floresta. - de fato seria sorte demais se ele também a tivesse tirado. - HEEEE, não seja fresco, fala aí quem você pegou… Tsc, esse negócio de joguinhos é pra covardes. “Ai eu não quero dizer quem peguei, isso vai me deixar na desvantagem.” Tsc, bixa. - responderia ao mesmo caso este tivesse se negado a revelar quem havia tirado.


Analisaria a postura do seu oponente antes de decidir o que fazer. Agradecendo caso ele também fosse simples e direto como ela, já que seria um saco lidar com pessoas falsas e escorregadias.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyTer Jan 22 2019, 10:58



Caminhos revelados - 30

Para a tritã muitas experiências em sua jornada para se redimir lhe apareciam, poderia ver de diferents formas a grandeza quando a gentileza era aplicada ou quando alguém poderia agir com alguma nobreza, poderia ser muito bem visto isso com Emily e as vezes até mesmo em Rin que apesar de serem muito menores, tinham corações enormes, algo que estaria ela aprendendo a fazer com que o seu tomasse a mesma forma naturalmente? Quando chegou na portaria a sua pergunta não teria arrancado mais do que um sorriso da loira e todo o caminho havia sido bem tranquilo.

O desafio no entanto? Não era lá a coisa mais fácil do mundo, a idéia de uma espécie de battle royalle sem que pudesse prejudicar a população certamente colocaria muito marmanjo na cadeia, ou talvez pudesse requerer mais meios do que apenas o combate, a esperteza e a sutileza eram a chave.Era uma prova que não só exigia que se fosse um bom guerreiro, mas também contava com estratégia, resistência, pois nada impedia que lhe roubassem enquanto dormia, você precisa estar com o seu número a mostra o tempo todo, sua plaqueta vulnerável... É, seria certamente problemático. Um detalhe que talvez Shaanti tivesse entendido errado era que serem as ultimas necessariamente fosse um sinal de fraqueza, era normal que na maior parte dos anos a ordem fosse do menor para o maior número, esse ano estava cheio de bizarrices mas, ela não teria como saber sem perguntar sobre isso a alguém. Aquele que a levava parecia silencioso, poderia ouvir apenas o barulho dos passos armadurados ao seu lado, até que ela pudesse romper o silêncio e então calmamente enquanto andavam o homem começou a respondê-la.

- Não... Atrás da sua plaqueta, deve haver um mapa, indicando o local, mas eu mesmo vou apontar pra ti, antes que você possa seguir, não são todos que tem o dom da leitura de mapas. Mas bem, o ponto vermelho será a posição onde irei lhe deixar... Guarde isso bem...Já tivemos candidatos que foram eliminados por não chegarem aos seus locais de entrega e...Outro não servirá.

O homem continuaria caminhando por mais um tempo, antes que pudesse responder a tritã, como se esperasse que perguntas viessem de forma seguida, para que ele pudesse responder, sua voz seria tranquila e paciente, como de alguém já mais velho, ainda que o capacete pudesse distorcer um pouco a voz.

- Depende do tipo de barco, se for propriedade de alguém e houverem quatro paredes em volta de você sim, são considerados..Mas algo como um bote? Não, não seria. No entanto, devo lhe alertar algo importante...

O homem lhe tiraria as vendas, apontando para uma barraquinha de livros, antes que prosseguisse e pediria a plaqueta com as mãos por um segundo e se ela o concedesse isso, ele a mostraria.

- Deixe me te mostrar. Parece uma plaquetinha simples não? Mas olhe dos lados, há dois cuidados que você deve tomar, no lado direito, se você puxar, deve ver um mini mapinha, como eu havia lhe dito, ele é bem fininho, então só olhe quando for vir entregar ou quando pensar nisso...Além disso, há uma distância máxima... Se você for usar um bote... Tenha certeza de algo que não faça o mar te levar para longe ou você será desqualificada... O mesmo vai ocorrer se você entrar em um ambiente entre quatro paredes, nós saberemos, tome cuidado para não molhar ou danificar sua plaqueta, ela é importante e... Bem... Respondendo sua pergunta... A idéia não é que seja uma matança, haverá sim talvez casos assim, mas a guarda real precisa saber lidar por mais caminhos que o do sangue então... Se posso te dar uma dica é, fique esperta. Você não pode entregar antes do prazo e é livre para se mover, quando tiver se afastando demais, vai ouvir um barulho de apito...De tempo em tempo a área de circulação vai ser menor e o circulo irá ir se fechando... O som vai ser o seu guia.

Passava o homem as ultimas inscrições, tomando uma longa lufada de ar, antes de responder a ultima pergunta, com  o olhar idrecionado ao horizonte, mais especificamente o capacete.

- Se você me ver ou ir até o seu ponto de entrega pode tirar mais dúvidas sempre... Aliás, meu nome é Leoria, prazer.O seu examinador estará em dois dias a esperando e seu nome é Sue.

Diria o homem estendendo a mão como se sugerisse um cumprimento, que poderia ou não ser aceito antes do homem apontar a direção do porto.  Shaanti não lembraria de ter feito curvas, ela literalmente só andou reto para longe, desviando de algumas pessoas com a ajuda do homem, mas ainda assim poderia ter confirmado a ela até que seus olhos pudessem ver o sorteio que ainda acontecia. Não demorou mais que cinco minutos correndo para que ela tivesse chegado e o número ainda estaria no 70, quando ela chegasse, teria de esperar um bom tempo, até que um Mink leão armadurado subiu ao local para que fosse sorteado e com isso, ele seria guiado por mais um bom tempo vendado, onde ela poderia ter seguido. Eles paravam próximo a clareira onde havia lutado com Rin, o qu era um boom tempo até que eles chegassem lá de caminhada. O leão ao ver a apresentação honesta da garota colocou a mão sobre o próprio rosto e desatou a rir, era uma risada bem única e engraçada, pois pareciam se misturar rugidos a ela, parecia despreocupado e após receber instruções similares de seu instrutor, não teria mais perguntas a ele.

-  Bom, bom, já sei com quem devo ter o meu primeiro combate. Mesmo que pra mim não seja muito interessante, eu não tirei você, tirei um rapaz franzino que subiu logo depois de ti. Mas, eu não vou fugir não, se quiser me acompanhar, eu vou procurar o meu alvo, se não se importa, mas não antes de comer algo, aceita uma bebida? Tem uma barraquinha muito boa, que vende um rum dos bons, vende uma comida barata também, capaz de vermos mais candidatos por lá, quem sabe eu não acho o meu?

O jovem deveria ter por meio dos 2.45, tinha duas espadas consigo e sua armadura parecia bem sólida, mesmo nas frestas, o modo como ele não se assustava, poderia ser fruto de um grande orgulho como guerreiro de suas próprias habilidades, poderia ter sido interpretado como um modo de subestimá-la, ou simplesmente o mink estava mais focado em outros problemas, não parecia haver muitas brechas no rapaz e mesmo que houvessem, ele não podia ser atacado antes da meia noite ou seria desclassificada. O Mink a olhava interessado, e nesse momento, por baixo de sua capa negra, quando ele tentou alcançar algo era possível ver que ele tinha uma mochila consigo, onde ele com sua mão tirou cerca de 30 mil berrys, separando quinze com  uma das mãos, era notável a dificuldade do rapaz em ter de usar suas garras para pegar objetos pequenos dada a grande proporção de sua mão.

- Vamos lá? Eu pago, se você não quiser ser vista comigo pagando ou conversando, ta aqui, as pessoas geralmente tem medo de mim, quando me veem, então eu entenderia. Eu iria te propor até mesmo uma ideia, mas vamos ver como as coisas seguem, se você acha um bom plano.

O mink esperou a resposta da tritã, antes que pudesse dar qualquer passo, para guiá-los para onde queria ir, querendo ou não, era um gato grande bem simpático.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyTer Jan 22 2019, 14:18




Hnnn, eu acho que vi um gatinho.

34


Talvez os mais atentos poderiam perceber uma leve ondulação esbranquiçada escapando pelas frestas do capacete da tritã durante a explicação do guerreiro sobre a etapa a seguir. Limite de afastamento, mini-mapa dentro da plaqueta que era muito fino… Ao menos em tudo isso conseguia supor que acharia facilmente seu lugar de entrega, já que o mesmo parecia ser a loja de livros do outro lado de onde estava, isso considerando que também não estava muito longe do porto e mais…

- Sue? Hehehehe. - com mais alguma intervenção do destino a ruiva acabaria por encontrar o Pai de Rick. Talvez o soco dado pudesse lhe desclassificar, mas precisaria ainda assim cumprir com sua palavra.

Havia contudo conseguido aproveitar bem a tirada de dúvidas, sabia o local de entrega e também que a área de confronto iria diminuir, fato que iria complicar ainda mais as necessidades básicas como dormir, comer, ou mesmo descansar brevemente.

- E lá se foi meu plano de dormir dentro do mar.


>>><<<

Por fim havia retomado caminho para a seleção facilmente e chegado com bastante sobra de tempo. Não havia visto Rim, talvez por não ter prestado atenção ou talvez pela mesma não ter maldade em seu coração para traçar uma estratégia como aquela.

- Aposto que ela vai jogar dentro de todas as regras, isso se não colocar algumas extras a si mesma. Hehehehe, boboca.   - Porque diabos to me preocupando com ela? - a resposta era óbvia, ela apenas não admitia. Nesse momento com tempo até ser alvo ser chamado ela se dedicaria a pensar em todas as repercussões que aquele modelo de competição poderia gerar, ao menos todas que ela conseguisse imaginar, pois embora, muitas vezes não parecesse a tritã era sim uma estrategista.

Sendo justo, havia aprendido essa habilidade em um passado já bastante distante e a usado quase exclusivamente para planejar ataques a vilas e matar humanos enquanto mantinha-se longe do radar da marinha. Por um bom tempo funcionou, o que lhe dá créditos nessa habilidade, embora tenha falhado quando se tornou orgulhosa de mais o que lhe mostra que ainda há muito caminho a percorrer.

- No inicio, ao menos. A maior parte dos candidatos vai acabar focando seus recursos, energia e tempo, em encontrar seu alvo por ser o caminho mais fácil. - sendo cavaleiros, ou aspirantes, era provável que a maior parte fosse lutar com honra, mas era algo que não poderia afirmar.

Todavia ela logo percebia que nem todos teriam competência, sorte ou sagacidade para encontrar seu alvo e assim, com o tempo diminuindo e o desespero crescendo ses voltariam para a outra opção… A captura de diversas placas.

- Os mais burros atacaram os primeiros que virem. Mas é provável que os espertos percebam que, alguém ferido que ainda possui a sua placa terá no mínimo duas placas, alguém ferido e sem placa estará provavelmente sem nada.

Porém essa conclusão a levou a algo ainda mais preocupador.

Se, ao derrotar o seu oponente ela estivesse ferida, seria alvo para esses desesperados, mas se ainda assim tivesse forças para vencer, um, dois, com um milagre três…. Era provável que essas lutas demorassem e outros participantes encontrassem o local o que eles veriam?

- Uma mulher cansada com uma grande coleção de placas que garantirá sua aprovação.

Ou seja, no final, sozinha era provável que fosse entrar em lutas consecutivas até que não tivesse mais energias para vencer e fosse vencida pelo cansaço. Sem poder dormir, ou comer de forma relaxada, sem poder se descuidar de ataques a todo momento em uma área que estará ficando cada vez mais restrita.

Foi nesse momento que olhou com novo respeito para o palanque e para além, a tenda do rei.

- HEHEHEHE, maldito. Que teste cruel, HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.


Com essa resolução ela pode chegar a uma única conclusão.


- Preciso não só encontrar meu alvo, como também a Rim. - Rim era a outra única pessoa além de si mesma que ela confiaria, pois Shaanti tinha certeza que encontraria seu alvo, precisava vencê-lo e depois encontrar Rim o mais rápido possível, pois aí poderia protegê-la após a luta da mesma se necessário e se andassem juntas as chances de serem atacadas por competidores isolados e desesperados seria drasticamente reduzida.

Quando percebeu, chamavam seu alvo.

Acabou, com ajuda de seu plano, achando facilmente seu oponente. Alguns poderiam dizer que aquilo havia sido algum tipo de trapaça, mas ela não se importaria com tais opiniões, já que o importante era que havia conseguido facilitar sua própria vida e isso a deixaria mais perto de realizar seus sonhos e por consequência os de Emily.


>>><<<

- Outro tagarela…. - pensou assim que o leão começou a bombardeá-la de informações.

- Não tenho outra escolha. Seria um saco de achar de novo. - daria ao ombros para o convite do mesmo, enquanto olhava com desconfiança para a proposta dele sobre pagar. - Não preciso que pague, posso me virar. - depois olhando-o de cima a baixo ela completou. - Medo? De você? Haha, tenho a impressão que se te jogasse uma bola de lã você iria atrás, hahahahaha. - e esse comentário sincero e bem colocado poderia rapidamente por fim a toda cordialidade do leão, ainda assim, não era algo que Shaanti era capaz de controlar, já que ela sempre falava a primeira coisa que vinha à cabeça sem ponderar se seria ou não ofensivo, era simplesmente sincera com suas impressões.

Não que julgasse ele fofinho ou algo do tipo, ela só não poderia evitar a reação ao olhar para um gato grande que estava sendo todo amigável com sua oponente declarada.

- HAHAHAHAHA, foi mal, foi mal, não pude evitar, HAHAHAHAHAHAHA. - andando diria. - Vamos lá beber, se acharmos teu oponente a gente convida ele gentilmente pro bando. HAHAHAHAHA. - Não sei se sairei sem punição de uma luta com ele. - concluiu após ter tido sua primeira impressão.

>><<

Todavia seria um pouco complicado para Shaanti comer ou beber algo sem se revelar, então teria de evitar fazer isso próxima de outras pessoas. Infelizmente sua própria estratégia acabaria por lhe prejudicar nesse aspecto, já que ela a levaria passar o restante do dia com o leão.

- Merda, não pensei nisso…. Não acredito que vou ter que tomar de canudinho. - suspiraria na caminhada lamentando-se, mas também irritando-se por essas dificuldades.

Nesse aspecto poder-se-ia dizer que Shaanti invejava os outros. Mesmo o leão que afirmava causar medo nas pessoas podia andar por aí com sua face exposta sem ser impedido de participar da competição. Ela por outro lado tinha a certeza que não poderia sequer ter-se inscrito se fosse revelada sua verdadeira natureza.

- Ao menos é um leão, seria mais insuportável passar o dia do lado de um humano pra cima e pra baixo, embora fosse mais satisfatório bater nele depois.

- Seu oponente é o 98 então? - perguntaria para confirmar e com esta confirmação ajudá-lo-ia a procurar em meio a multidão outros competidores.

Já quando estivesse na barraca citada pelo leão ela se resignou a suco… Sim, suco. Negar-se-ia a beber rum de canudinho, não macularia aquela bebida com tal desonra, e assim se contentaria pedindo suco ou água e canudos para que pudesse enfiá-los pelas frestas do seu capacete.

Compraria também alguma comida seca, que pudesse ser consumida mais tarde. Pão, queijo, biscoitos, barras de cereais, esse tipo de coisa, obviamente não todas, escolheria algum dos possíveis produtos e o levaria pagando do seu próprio dinheiro.

- Então…. - perguntaria impulsionada pelo tédio. - Quem você capturou para se inscrever? - não que ela fosse conhecer, apenas queria algo para matar o tempo.

>><<

Caso em algum momento visse Rim, ser-lhe-ia impossível conter sua empolgação dada a sua sorte.


- EIIIII, RIMMMMM, AQUIIII, OUUU PIRRALHAAA, AQUIII.   - gritaria para chamar a atenção da mesma, embora não fosse sair do lado do leão.

Se o leão perguntasse algo como: ‘Sua amiga?’

- HAHAHAHAHA, se a desgraçada vir até aqui vai ser minha MELHOR AMIGA, hahahahaha. e tentaria levar o leão até ela. Sem se importar se estaria atrapalhando a moça, visto que era possível que ela estivesse espreitando sua ‘presa’.

-  Hehehe, já achou o seu? - perguntaria para ela, caso é claro, houvessem podido se aproximar. - Eu tirei esse cara aqui. Ele tirou o 98, não viu por acaso? - Shaanti poderia estar sendo mais ‘casual’ do que de costume, a verdade? Só estava feliz, pois aquele encontro não poderia ter sido mais fortuito, embora ela ainda não pudesse explicar para Rim isso.


Caso não visse Rim ela apenas continuaria acompanhando o leão, mantendo a conversa casual para ajudar as horas passar.

- Acabei pegando um cara chamado Delgado. Bom sujeito. - diria, embora fosse soar estranho esse adjetivo para um criminoso. - Pensa em fazer o mesmo que fiz com você se encontrar teu alvo? - perguntou a seguir.


Dado
Chance de achar a Rim 30%
Chance de caçador me achar 10%
Valores informados pela Narradora
Quantidade aleatória (1,100) :
37



”objetivos”:
 

Histórico:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyQui Jan 24 2019, 16:07



Caminhos revelados - 31
Shaanti parecia satisfeita com o que ela ouvia, afinal um de seus objetivos ali na ilha parecia vir de forma conveniente até ela, pois Sue convenientemente viria a ser o seu examinador o que implicava em pelo menos mais uma fase depois daquela, ou que nessa mesma fase pareceria haver uma apuração. Retornando pelo caminho ao ser indicada a garota pensaria nas mais diversas problemáticas que a prova poderia abordar, a primeira vista parecia muito simples mas, abria espaço para reviravoltas a todos os momentos e a segurança daqueles que pensaram já terem sido capazes de passar poderia rapidamente tornar-se em desespero. Haviam várias pequenas implicações que teriam feito daquela uma prova cruél, testava todo tipo de habilidade, desde sobrevivência a até mesmo inteligência, não era só força, pois não bastava vencer o adversário, essa era uma coisa que sequer se fazia necessária, deveria dar um jeito de conseguir sua plaqueta correspondente e por fim com isso teria não só se localizado, mas poderia surpreender-se em como seu alvo parecia tranquilo com aquilo.

Frente a gentileza do rapaz, uma tirada sagaz havia sido feita, o grandalhão teria franzido levemente a testa e com sinceridade ele teria olhado onde julgou que seriam os olhos da garota.

- Não me teste, humana... Bolas de lã são... Difíceis de resistir.

Teria dito o rapaz levando a garra para a bochecha a coçando de leve olhando para outro lado enquanto caminhavam, tentando disfarçar, como se aquilo realmente não fosse vergonhoso de admitir ou algo do tipo, as vezes seus instintos primais poderiam tirar mais dele. No fim ele acabou rindo quando notou que era uma piada, se mostrando bem espirituoso e sua risada, bem, preciso dizer que era bem engraçada novamente? Talvez ele fosse inocente demais ou mesmo lento para entender brincadeiras, poderia ser uma característica dele por ser honesto demais e talvez esperar isso de outras pessoas ou não tinha muita experiência, apesar de não parecer a primeira vez dele disputando o torneio, não parecia que ele tinha muita experiência com pessoas, talvez por elas o evitarem.

- Heh? Assim a gente vai sair andando com uma fila de 50 candidatos, já imaginou? Se todo mundo começa a seguir todo mundo, vai virar um treino para fila de banco...Mais sangrenta... Ou menos... Acho que menos se for começo de mês.

O ledão ria com o próprio pensamento, enquanto caminhando, eles teriam chegado até o local onde ele teria feito o pedido para si e esperou que a tritã fizesse o mesmo e com isso, conseguiria não só o suco para que pudesse beber de canudinho, como também poderia escolher um saquinho generoso de alguma comida seca de sua escolha, completando o valor total de 25.000 berrys. O leão levava consigo uma grande jarra de suco consigo até uma das mesas em uma das mãos, enquanto com a outra levava uma caneca de cerveja grande o suficiente para ser maior que a cabeça de Shaanti, talvez se prevenisse contra um possível mal estar que a bebida pudesse lhe causar ou simplemente com tantos pelos deveria estar um inferno dentro daquela armadura para o mink e ele deveria estar sedento. Em uma mesa próxima havia alguém com uma armadura chamativa, com o número 19 totalmente debruçado sobre a mesa, deveria ser pelo tamanho mais novo ou mais nova que Rin, já que a armadura não permitia identificar muito a que sexo pertencia a pessoa. O leão então teria respondido a garota.

- Eu capturei um da minha espécie, era um ursídeo com nome bem estranho, acho que era uma alcunha aquilo, não era possível que alguém se chamasse manbearpig... Valia 8 milhões... Não era um sujeito legal... Pertubava as moças...Fazia com que tivessem mais medo da gente... E o seu?


Ele estranhava e era notável em seus olhos de gato que ele queria muito perguntar, mas desviou o olhar e terminou a sua caneca em um gole longo para tentar disfarçar, mesmo pelos seus pelos era notável um certo rubor de algum modo que o plot ajuda que faça sentido, mas ele não seria invasivo ali, respeitava a moça e a oportunidade que tinha de poder conversar sem que fugissem dele.

- Sendo honesto, não sei bem o que vou fazer se o encontrar, não sei nem se eu quero realmente o encontrar antes da hora seria... Estranho ficar seguindo alguém. Você ta com armadura, é menina...Você é menina né ? Bem... pra um cara grandão como eu... Eu já chamo atenção e é uma atenção negativa... Não é muito bom eu ficar seguindo alguém não.

Diria o Mink agora dedicando-se a sua outra jarra, mais saudável, enquanto poderia ali passar mais um tempo com Shaanti até que eventualmente ele acabaria se cansando de ficar sentado e se levantaria se espreguiçando em um som que poderia jurar que era um ronrom mais alto, infelizmente não havia visto ainda Rin, o cenário ideal seria aquele que pudessem se unir logo, talvez ela mesma estivesse pensando nisso.

- Bom, eu decidi para onde iria primeiro, quer decidir o próximo? Seria chato você me seguindo o dia inteiro e... Eu não tenho bem pistas de onde meu alvo esta, vai que eu vejo por ai...

Teria concluído o mink leão.
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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 7 EmptyQui Jan 24 2019, 17:45




Pique e esconde.

35


- QUEEEE?? - Shaanti parou escancarando a boca dentro do capacete. - Ele gosta mesmo de lã? NÃOOO.

Recomposta voltou a andar, não esperava por aquela, mas agora ao menos sabia uma grande fraqueza do seu oponente, contudo sentir-se-ia extremamente desconcertada se vence-se-o através de algo assim, para não dizer envergonhada e decepcionada com si mesma.

- Não creio que todos fossem ir se seguindo. Não há nada que revele pra alguém que você é meu alvo… Para todos os outros vamos parecer uma dupla e se você achar seu alvo um trio. - daria os ombros. - De toda forma, só eu ganharia em você achar teu alvo, hehehe.. - caminhando mais um pouco lhe viria uma imagem na cabeça.

O leão compenetrado lutando contra o seu oponente e ela atirando um novelo de lã ao redor da luta…. Não podendo se conter, ela riu.

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. - se perguntada do motivo, responderia enquanto ‘secava’ uma lágrima por cima do capacete. - Nada não….ai,ai…. uma bobagem minha. - ainda ria, o que entrecortou a frase.


Caminharam então por um bom tempo até que finalmente chegassem ao local que o leão havia comentado. Teria pago o suco e as comidas secas, embora ainda não fosse comer e se dirigido para uma das mesas junto com seu alvo.

- Tem um pessoas bem relaxado. - pensou enquanto via o dorminhoco ao lado.

Shaanti enfiaria o canudinho pelas frestas do capacete tomando seu suco enquanto ouvia o leão falar, ato o qual ele parecia bastante contente de poder fazer.

- Não que você precise seguir. Você pode chegar e dizer. Eu sou seu oponente, prepare-se, amanhã ao meio dia em frente ao QG da marinha. - Daria os ombros e disfarçadamente levaria o suco a boca, mas babaria-se no processo, pois não conteve o riso. - Hahaha, seria engraçado de ver, hahahaha. - Shaanti teria ignorado a pergunta sobre ser mulher, não que não fosse, mas também não gostava de sair por aí dizendo: Ai, eu sou uma menininha.

- Hnmm, minha vez? - Como assim? - arregalou os olhos. - Quão bonzinhos todos esses desgraçados são? - Shaanti só conseguia ter suas possíveis próprias atitudes como medidor comparador e ela, no lugar dele, certamente não agiria assim.


Shaanti teria por exemplo continuado andando pela cidade, preferencialmente pelos locais mais movimentados até que o oponente do seu oponente os visse. Poderia não servir de nada? Obviamente, visto que poderia, como ela mesmo disse, ser julgados por uma dupla e não por rivais e isso iria desincentivar uma aproximação, ou não… Há verdade é que não havia como saber em meio a tantas incógnitas, mas de uma coisa ela tinha certeza. Não iria permitir que seu oponente declaro escolhesse para onde ir, já que não sabia se ele poderia ter ou não outros aliados.

Todavia, não havia porque recusar tal oportunidade e assim aproveitou-a.

- Estou em uma hospedagem por aqui. - esperava lembrar-se de onde ficava. - Bom, fica na rua que dá no porto… Enfim, tem 2 crianças que estão comigo, acho que seria bom avisar que não irei aparecer por dois dias… - estava ficando sem jeito por estar mostrando esse lado mais maternal. - Errr. Bem… N.. é… Não quero deixá-los preocupados. - desembuchou.


Assim, se o leão concordasse buscaria achar o rumo para a pousada, onde pretendia gritar por Emily até que a pirralha aparecesse. No caminho obviamente se manteria atenta a Rim, e também a possivelmente enxergar o oponente do leão.


- EMILYYYYYYYY, DESCEEEE AQUIIII. - Gritaria do lado de fora. - EIII, você pode ver se os pirralhos estão no quarto? - perguntaria se algum atendente aparecesse.


- Vou ter que ficar dois dias sem aparecer. - diria quando visse a garota, estaria em pé olhando para baixo, no máximo fazendo um cafuné caso a mesma tivesse lhe abraçado. - É o tempo que vai durar essa etapa. - caso Emily perguntasse do leão. - Ele? Ele é meu alvo, sorteei o número dele. - apontaria pra própria plaqueta no abdome. - Alguém por aí deve ter pego o meu número. - Como Emily era esperta ela acreditava que esse tanto de explicação bastaria.


- Rim passou por aqui? - se a resposta fosse positiva Shaanti perguntaria se havia algum recado. - Ela disse algo? - novamente ouviria e depois se abaixando encostaria com cuidado a testa na testa de Emily. - Nos vemos em dois dias, não deixa o pirralho se matar.

Caso Rim não tivesse passado por ali:

- Hnnn, bom se ve-la… Da um recado? - Shaanti então instruiu Emily sobre o que dizer. Marcando assim um encontro com Rim na clareira as 5h da manhã. Esse horário seria tempo suficiente para enfrentar o leão, se esconder para descansar e ir até o local para aguardar o possível encontro.


Despedir-se-ia e então iria se voltar mais uma vez para seu oponente.

- Era só. - e então mantendo o ‘jogo” . - Tem uma prainha afastada onde deixei o bote que usamos pra chegar aqui. Podemos esperar lá até a hora de lutarmos… Prefiro um lugar afastado, já que não podemos envolver a população. - justificou.


Na verdade ela aceitaria qualquer lugar onde houvesse alguma claridade ao anoitecer. Por mais que a praia pudesse ser afastada era ainda assim próxima a água e se desse sorte e a noite estivesse limpa a lua deveria ser o suficiente para que ela mantivesse o combate. Afinal, já havia lutado em uma mina completamente escura somente com um lampião.

Assim sendo, ela recusar-se-ia a seguir o leão para locais onde percebesse que a noite seriam uma completa escuridão.

- Se ele está escolhendo esse lugar… É provável que consiga enxergar.

Nesses casos, embora fosse uma sorte infeliz, ela abandonaria a ‘perseguição’, já que estava ali para vencer e não para ser saco de pancadas por não estar enxergando nada.

Durante o caminho continuaria de olho na possibilidade de ver Rim, e também o número 98. Caso visse a jovem agiria da mesma forma anterior, gritando e acenando até que a mesma viesse até ela. Já no caso de ver o 98 informaria para seu ‘amigo’.

- Lá. Tá vendo. O cara ali, é teu alvo. Hehehehe, quer convidar ele pro grupo? Talvez a fila ainda seja uma possibilidade, hahahahahaha.



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