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 Caminhos revelados

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MensagemAssunto: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyQui 15 Nov 2018, 23:44

Relembrando a primeira mensagem :

Caminhos revelados

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shaanti Mochan. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyQui 10 Jan 2019, 18:38




Hehehe, Nem morta.  

25


- Preciso ensinar uns palavrões pra ela também, que nem pra Emily. Toda essa bondade deve fazer mal. - não se conformava com o quão fácil aquela Emilyana deixava as coisas pra lá, nem com a facilidade com que ela aceitava ser subestimada. Porém respiraria fundo e se daria por vencida, algumas pessoas simplesmente eram assim e já havia percebido que era impossível mudá-las, afinal, Emily lhe havia perdoado e o que havia feito era milhares de vezes pior que aquele tipo de comentário.

- Tenho que ensinar você xingar. - ainda assim, acabou por constatar isso para Rim.

>>><<<<


- É um lugar bem famoso para pessoas que estão dispostas a talvez encarar uma confusão ou outra... A bebida é boa também.. Digo... Não é como se eu tivesse visitado uma ou duas... Talvez sete vezes...  Enfim haha, deixemos isso de lado.

- Você??? Aqui??? Nãooooo. - balançava a cabeça. - Há, isso eu gostaria de ver. Hahahahaha, mas você ainda pode ter salvação, ao menos tenta mentir, hahahahahaha. - não que pessoas normais fossem considerar mentir como uma qualidade, mas para a tritã… era, ao menos tirava um pouco daquela aura de perfeição que parecia rodear a cavaleira.

>><<


Por fim acabaram por retornar para a hospedaria, já que haveriam algumas horas até o anoitecer, lá em um ímpeto convidou Rim para acompanhá-las, de início não foi capaz de entender, mas depois perceberia que o havia feito por Emily, já que supunha que ambas dar-se-iam bem.  


- Sim, vamos, por favor. Com crianças.... Deve ser mais legal de chegar lá né? Digo... Eu já não sou tão novinha e... Acho que você entende

- Porque a maldita tá tão animada.. - Porque tenho a impressão que você sempre vai lá? Aghh. - passou as mãos no braço como se para limpar todo o Doce que a alegria de Rim espalhava. - Certo, certo pirralha, nós já vamos e se você se comportar te compro um pirulito. Hehehe. - foi-lhe impossível não ‘tirar’ uma com a atitude criançona que Rim demonstrava.


Já no quarto tudo parecia estar em paz e sua preocupação efetivamente se mostrava ter sido invã, pois Emily mostrava ser capaz de ser bem independente e Gutinho...


- Eu ouvi quatro? - estreitava os olhos para ele. - Espero que tenha sido quatro centos.

Deixando isso pra lá Shaanti voltou-se para responder Emily.

- Hnmmm. E posso saber porque vocês dois. - movia o dedo lentamente de um para o outro. - Supuseram que eu seria um monstro que me negaria a levá-los lá? A resposta pode salvar alguns dentes.  - porém embora tentasse fazer parecer uma intimidação ela não conseguiria conter o sorriso de estar fingindo a irritação, ainda que Gutinho pudesse já estar assustado demais para perceber.


>>><<<

Acenava afirmativamente para Rim, permitindo que ela mostrasse a espada para Emily, todavia uma ruga de irritação formava-se em sua testa, a ruga aumentava a cada vez que Gutinho entrava e saia de suas costas, quando começou a gaguejar a ruga quase estourou, ela então virar-se-ia para o pirralho, abaixando-se para ficarem na mesma altura e com ‘carinho’ colocaria uma mão em cada ombro do mesmo.

- Se fizer isso de novo vou daqui até lá te chutando, entendido? - diria em um tom falsamente controlado.

>>><<<


Já na fila as coisas pareciam correr um pouco melhor e como boa adulta ela havia se mantido no cantinho dos pais observando suas três crianças empolgadas na fila.

- Parece que to fazendo coleção. Só ficam maiores. - considerou sobre a escadinha que os três formavam em altura. - Pode ser uma boa lutadora, mas é uma criançona. - foi nesse momento que sentiu um arrepio lhe advertindo, e então observando melhor pode notar que Rim parecia ansiosa para que ela se juntasse aos 3 na fila.

- Aaaaaa não, nem morta que vou ficar na fila com um monte de ranhentos pra falar com um velho gordo, hahahaha, se vira aí. - virou-se então olhando para além, para qualquer lugar onde pudesse ignorar os olhos suplicantes de Rim. - Talvez eu devesse também…. - certamente não pensava em ir para a fila, mas sim, comprar ela mesma um presente para Emily.

Observaria então o tamanho da fila e o quanto cada moleque demorava para sair, estimando assim o tempo que tinha e então acenando começaria a ir para longe sem dizer o que pretendia.


- HEHEHEHE, ela vai entrar em pânico, hehehehehe. - - Você mereceu por ser tão inocente, hehehehe.


Seguindo dali Shaanti pretendia procurar por alguma livraria, no local perguntaria por algum livro antigo de contos com fantasias e aventuras, tentaria recordar os que Emily possuia para não levar algum repetido.


Seu plano inicial teria sido apenas esse, porém no caminho resolveu procurar algum lugar que vende-se pesos, onde compraria uma grande barra de ferro para Gutinho se exercitar.

Já estaria retornando quando lhe passaria uma última ideia para a cabeça e então voltar-se-ia procurando uma loja de doces, local onde pediria por um grande pirulito e então mudando de ideia pegaria três.

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- A festa vai ficar pra depois que eu passar nos testes, mas isso deve deixar ela feliz. - olhava para os presentes que havia comprado, e então com os presentes adquiridos voltaria para o local onde os havia abandonado.

-  Hehehehe. - começaria rir, se ao longe observasse o trio e percebesse que Rim estava desorientada.


Ao chegar esperaria algum protesto pelas suas atitudes, protestos que seriam calados com um pirulito enfiado na boca.

- Pra você, pra você e pra você. - enfiaria um pirulito na boca de cada um esperando-os assimilar o que havia feito. - Achei um livro que você pode gostar. - esticaria o mesmo para Emily. - Pra você uma barra de ferro para ajudar nas quatrocentas flexões. Você fique feliz com o pirulito.


Caso percebesse olhares estranhos, talvez com um forte sentimento de gratidão junto a um ‘quero tanto te abraçar’ a tritã recuaria um passo.

- Ei, ei, ei, não me olhem assim. - erguia as mãos a frente do corpo em defensiva. - Nãooo, nãooo, parem… Não pensem nisso. - falava como se para três cachorrinhos que estivessem prontos para saltar em enchê-la de lambidas.

- Se eu soubesse que iriam ganhar um abraço triplo… Bom… não tá ruim. - talvés ela só se negasse a acreditar que tinha sorte.


>><<<

Por fim, após mais algum tempo caminhando para permitir que Emily olhasse a cidade Shaanti guiaria novamente o grupo para a pousada, despedindo-se de Rim e indo para o quarto descansar o restante do tempo até anoitecer. Pediria para Gutinho buscar comida para todos e então, depois de descansar e jantar desceria novamente para se encontrar com Rim e seguir para a caçada.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptySex 11 Jan 2019, 19:45



Caminhos revelados - 22

Para uma garota tão boa como Rin, seria mesmo uma surpresa pensar que ela poderia ir a algum lugar como aquele para beber ou mesmo encarar alguma confusão mas...Pensando bem, mesmo que ela não tivesse experiência contra lanceiros e tenha caído em um truque de Shaanti, ela era uma boa lutadora e seria difícil pensar que ela nunca tinha brigado antes, talvez isso pudesse mostrar que haviam coisas mais interessantes sobre a loira, e naquele momento, a garota teria apenas sorrido, a quebra de expectativa foi algo que havia divertido as duas naquele local.

Já na hospedaria, seria lógico para que se pensasse que a garota iria sempre, mas sua expressão dizia muito claramente que ela sempre tinha vontade, mas nunca foi, ir junto era a desculpa perfeita para que ela parecesse menos infantil.

Quando chegou no quarto bem, o complô formado, de certo arrancaria algo que a irritou, ela não era alguém que os negaria a alegria dos dois, em especial da pequena que teria a explicação que salvaria os dois ali.

- Bem.... Eu não acho que você negaria, mas pensamos que talvez fosse difícil, com as etapas para se tornar uma cavaleira, então... Um incentivo para vencer o cansaço, talvez fosse legal...

Diria a pequena, já ajeitando-se, antes que o rumo os levasse ao encontro e reunião do quarteto que bem.... Era beeem chato para Shaanti a forma como Gutinho comportava-se perto da Rin.


Uma vez que já estivessem na fila, poderia ver que estava começando a formar quase uma escadinha, já que a altura de Gutinho, Emily e Rin pareciam ir na ordem crescente de acordo com a ordem ao qual ela havia os conhecido, o que lhe esperaria no futuro algum ruivo de pernaslongas de 3 metros?Nah, isso soava tão maluco quanto a perseguição que os corações tinham com ela. A empolgação de Rim, na verdade não agradava, era na verdade assustadora e sabe o pior? É que Emily vendo sua versão maior parecia super empolgada para que ela se juntasse também, afinal teria algo mais marcante na memória do que a ruiva toda armadurada fazendo um pedido de red festival? De certo não haveria.

Olhando para quanto cada criança demorava, poderia fazer uma média de 2 minutos e meio por criança, ao ver pelo menos dez crianças, para ter uma estimativa boa, apesar de que haviam crianças que demoravam menos de um minuto... De toda forma tinha tempo, haviam muitas crianças na frente das suas. Os três pareciam super empolgados e Rin, a maior das crianças ali era a mais empolgada, contava uma história pros dois.

- Dizem que o Red festival, é a época do amor e união sabe? É onde a família e amigos se juntam, inimigos se perdoam e o maior espírito de todos é o de dar antes de receber, eu até mesmo acredito que às vezes seria legal que as pessoas fossem assim o ano inteiro mas, não somos perfeitos né? Bem.... Vocês já ouviram sobre isso? Dizem que tem uma ilha lá na Grand Line, a ilha que inspirou a festa, que lá é assim o ano inteiro, que eles têm fábricas e se presenteiam com frequência... É um lugar que eu  gostaria de ir a um dia, mas bem... Só funciona com crianças boazinhas, mas vocês parecem ser hahaha.

Shaanti poderia presenciar o quanto ela se empolgava enquanto contava, fazendo gestos com as mãos, boca com caras e caretas, poderia jurar que se desse bonequinhos pra ela, até faria uma apresentação com fantoches para as crianças, e a forma como Emily a olhava, tinha certo brilho no olhar, de certo modo parecia que ela ficaria bem cuidada ali e Gutinho? Nunca havia visto o rapaz tremer tanto ou ficar tão vermelho, ele se encantava também com a moça, de seu próprio jeito. O trio parecia que se divertiria ali e que certamente ao notar a ausência da tritã, tomaria um belo susto.

Seguindo em sua rotina para surpreender a todos ali, como se o espírito vermelho lhe invadisse, procuraria por uma livraria e olha, não haveria lugar em que se sentisse melhor provavelmente, o motivo? Diferente dos demais lugares estava quase vazio e o melhor de tudo, estava fresquinho ali dentro, poderia até ouvir seus próprios pensamentos novamente. Havia como atendente um senhor de cabelos brancos, sem muitas características marcantes, além de seus óculos bem pequenos e redondos, o senhor apontaria para a estante onde poderia encontrar o livro e haviam três nomes que destacavam-se a tritã:  A cavaleira do fundo do mar; Lime: A redenção pirata; O reino dourado: A história da garça dourada de Mawakun. Todos os livros eram chamativos e o preço deles era bem acessível, cerca de 5.000 berrys cada, poderia levar os três se quisesse e o senhor lhe seria muito grato se o fizesse, lhe oferecendo para embrulhar para presente, se assim ela quisesse.

Partindo dali,poderia ver uma loja de artigos esportivos onde uma tritã bem bonita parecia gerenciar a loja, a garota lhe seria gentil, apesar de não muito comunicativa, e mostraria a ela pesos diferentes, fossem aqueles de se levantar ou até aqueles de se fixar em braços e pernas, havia uma grande variedade o preço seria de algo equivalente a  2.000 berrys por kg do peso que escolhesse. Recebendo o dinheiro,  a moça apontaria para dois balcões, se ela queria levar na sacolinha ou como presente, e a depender de sua escolha, ela embrulharia ou só empacotaria direitinho.


Já mais perto do trio, haveria uma loja de doces e bem... Diferente dos outros locais estava lotado, tinham crianças jogadas ao chão fazendo birra, chorando catarrentas, algumas levando uns tapas pra se comportarem... Era até pior do que a fila. Mas, passando por tudo isso, poderia ver pirulitos redondos bem chamativos, onde cada um lhe custaria 5 mil berrys, estavam bem caros, pela procura grande. Nessa loja, poderia ver um atendente que claramente tinha quase escrito em sua testa " me mate por favor, se eu tiver que lidar com mais um pirralho", algo que talvez ela se identificasse bastante, após várias crianças durante seu trajeto esbarrarem nela enquanto corriam. Receberia uma sacolinha de papel, que poderia não só  conservar, como também não mostrar o que havia comprado ali  e como esperado, apesar de eles já estarem bem próximos ali de chegar e de algum modo Emily e Gutinho estarem até que bem tranquilos, era bem possível ver  Rin com um olhar preocupado procurando aos arredores de modo " disfarçado", para não preocupar as crianças e no momento em que pareciam abrir a boca quando a viam, ela teria enfiado um pirulito na boca de cada um, como se fosse adocicar o que teriam a dizer e cada um deles se mostraria muito grato com o presente, o olhar deles era perigoso...

Era quase como se... Quisessem abraçá-la? Que tipo de ideia maluca era essa?  Eles se entre olhavam, parecia o trio de capetinhas prestes a fazer algo terrível, se visse uma brecha a loira teria feito um ataque de cócegas na tritã, abrindo a sua guarda para que enfim, mesmo qu eela levasse alguns em meio ao ataque de riso que poderia ter, que um abraço triplo fosse feito, o que chamava muita atenção das pessoas que haviam ali ao redor, mas que era mágico, se assim ela permitisse. De toda forma, não demoraria muito para que cada um deles sentasse e conversasse por um tempo sobre o que queriam para o velinho vestindo vermelho e o pedido dos três era algo bem bonitinho. " Eu quero poder viver aventuras com ela", " Eu quero me tornar forte", " eu quero me tornar guarda real", eram o que  Emily, Gutinho e Rin pediam, e o velho ria, entregando uma balinha pra cada um, lhes confortando dizendo que se fossem bons, seus desejos seriam realizados e bem, sem dúvidas atrairiam muitos olhares, em especial a marmanjona, quando sentou no colo do bom velhinho que bem, talvez tivesse ficado muito animado, ou talvez a armadura tenha espetado de algum modo que o tenha machucado, pois o seu " hohoho" sairia até mais fino e... Acertaria aquele que pensasse que a armadura machucou o bom velhinho, o que certamente renderia boas histórias ou risadas, talvez até algo como talvez ela estar pesada pro velho, ou algo do tipo, se assim quisessem.

No fim já na pousada, poderiam comer e descansar, todos pareciam bem cansados da fila que tiveram de enfrentar  e as crianças dormiram rapidinho após comeram junto a Shaanti, quando o rapaz buscou umabela macarronada para os três. Caso Shaanti descesse, poderia ver a garota em um banquinho de cabeça baixa, cochilando, teria de acordá-la.


”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptySab 12 Jan 2019, 17:59




Atendendo a todos os pedidos.

26


As decisões de Shaanti quanto aos presentes teriam sido de certa forma simples, Emily merecia e por isso compraria os 3 livros que o velho havia apresentado, embora tivesse se sentido um pouco incomodada com a quantidade de referências.

- Esse velho sabe demais? Ou foi sorte?

A cavaleira do fundo do mar não seria um título ruim para ela própria, enquanto a redenção pirata não deixava de ser o caminho que ela trilhava, e a história da garça…. Não era a ilha que estava na carta que os pais de Emily haviam lhe deixado?

Para Gutinho havia decidido por ser realista, pois muito embora fosse apreciar vê-lo sofrendo com enormes pesos… Sim… - Talvez 50kg fosse uma boa. - Mas não, havia decidido por ser realista e por tal escolheu o peso de 5kg para levar.


Já a maior batalha chegou para cumprir a brincadeira que havia feito com Rim ao compará-la a uma criança, havia decidido que daria um pirulito para a mulher pelo bom comportamento, mas não imaginava que sofreria tanto para comprar um. Felizmente para seu humor, havia alguns em pior situação.


E depois de toda essa provação, a qual poderia não ser nada de mais para alguns, mas era para a tritã, pois lidar com multidões de humanos e alegria de crianças lhe era puxado, mas como isso não basta a ainda teve que lidar com um ataque triplo, era um ataque idiota, principalmente o das cócegas.


- Você sabe que tô de armadura né? Não vou sentir cócegas. - não que essa blindagem houvesse lhe garantido proteção contra todo aquele amor e carinho.


Acompanharia as crianças até que pudessem sair da fila, não havia ainda entregue os outros presentes e agora… por mais alguma coincidência, sorte ou mesmo talento, os presentes pareciam ganhar ainda mais significado.

- - Aqui. Livros para as nossas próximas aventuras…… essa não é aquela ilha da carta? diria ao entregar os livros para Emily e virar-se-ia para Gutinho a seguir. - Pra você um peso pra ficar mais forte. - Rim teria que lutar pelo próprio e por isso não havia nada para ela, não de dia ao menos.


>>>>>><<<<<<


Olhava para a loira dormindo debruçada sobre a mesa, pensando naquele momento em usar o megafone que carregava, todavia... - Hehhh, achei que ela ia tá uma pilha de nervos. - aproximar-se-ia para dar petelecos na testa da mesma. - Ei, ei, ei, ei acorda pirralha. - Rim havia sido oficialmente promovida para pirralha, não havia outra forma depois de tudo que havia feito durante o dia, era uma pirralha crescida. - Tá na hora do teu presente. - embora tentasse negar com todas as forças ela havia gostado da mulher, ela ter muito de Emily e ter cuidado bem da mesma haviam contribuído muito em seu favor. - Será que ela também não daria bola deu ser tritã?


Após ter dispersado sairiam da hospedagem, Shaanti agora olharia para a cidade com outros olhos. Na vida noturno era provável que certas coisas mudassem, nada drástico certamente, mas talvez visse pessoas conversando em alguma sombra escura, ou no fundo de um beco e esses seriam aspectos que ela estaria prestando atenção nesse momento, pois talvez lhe ajudassem a achar o outro procurado que precisavam encontrar.


Caminharia também atenta aos telhados, pois era locais estratégicos para se movimentar sem ser visto, o que no geral era a demanda de atividades menos lícitas. Porém apenas guardaria os fatos para si, excetuando o caso de enxergar o outro indivíduo a quem procuravam e assim sendo, apenas gravaria o que lhe fosse interessante, mas não desviaria do caminho para o bar xique.

- Eu pensei em um plano. - diria sem poder esconder o orgulho em sua voz. - Hehehehe, vai ser fácil. - e então, não resistindo ao trocadilho. - Igual colocar doce na boca de criança. - sim, estava errado, mas era pra ser esse mesmo o trocadilho.

- É assim, você fica do lado de fora, eu entro lá e faço ele sair para lutar. Simples, não tem o que dar errado. - talvez Rim tivesse alguns aspectos que discordassem, talvez justamente para simplicidade do plano, mas Shaanti não a deixaria falar. - NAhhh, não se preocupe, eu tenho um plano. - E esse talvez fosse o motivo da preocupação.


Chegando lá a tritã seguraria Rim do lado de fora a alguma distância, pedindo ali naquele momento para ver novamente o cartaz e o nome do sujeito.

- Delgado.. Nome estranho. Bom, vamos lá, preparada? - Era provável que não, mas Shaanti iria mesmo assim. Caminando dali para o bar a ruiva sem fazer qualquer cerimônia ou preparação extra entraria no local.

Abrindo as portas ela pararia alguns passos logo após cruzá-las, faria o mesmo para o caso de estarem abertas. Observando daquele ponto o salão ela procuraria por seu alvo ao mesmo tempo que buscaria observar o ambiente. Coisas como, música ao vivo, distância do balcão, quantidade de pessoas.

Caso não enxergasse o alvo dentro do local ela iria mais uma vez sair e se juntar a Rim.

- Ele não estava lá, vigiamos a rua por um tempo. - diria para Rim.

Nesse caso ainda poderiam abordá-lo antes que entrasse no bar e por isso seria importante observar até bem ao longe das avenidas, mantendo-se atenta ainda ao fato de outros as estarem observando, pois naquele momento também poderia acontecer de alguém suspeito deixar o bar para dar algum recado, este que poderia ser para Delgado ou não. Todavia Shaanti achava que seria interessante seguir um possível mensageiro para ver o que descobriram.


Todavia era possível que Delgado já estivesse lá e nesse caso a impulsividade de Shaanti falaria mais alto que qualquer fração de sua prudência e assim, retirando o megafone gritaria.

- DELLLLLGAAADOOOO, VAMOS LÁ FORA PRA MIM ACABAR COM A TUA RAÇA. - a boa e velha tática suicida, está que poderia somente gerar olhares de confusão e diversão, era possível que o riso estourasse no lugar, porém naquele momento Shaanti havia se preparado para tal reação e até a esperava. - - A NÃO SER QUE VOCÊ TENHA MEDO DE APANHAR PARA UMA MULHER. Maricão, te espero lá fora. - esse era um dos motivos pelos quais ela não teria se afastado da porta, para que com ligeireza pudesse novamente sair antes que fosse impedida pelos demais no recinto.

Do lado de fora seguiria até o meio da rua, virando-se novamente para o bar e aguardaria que Rim se juntasse a ela. - Você ouviu? Hehehehe. Espero que funcione. Homens não resistem a esse insulto.


”objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyDom 13 Jan 2019, 11:27



Caminhos revelados - 23


Shaanti parecia ter consigo o verdadeiro espirito do Red festival ativo, pois assim teria feito a sua escolha, de presentes que a muito haviam agradado a todos aqueles que haviam os recebido e o carinho que eles tinham por ela era a maior resposta, onde até mesmo um ataque de cócegas foi cogitado... Apesar de ela vestir armadura, algo que não diminuiu a diversão do quarteto de modo que cada um parecia muito empolgado com o seu próprio presente, Gutinho teria seus próprios pesos que pudessem ajudá-lo em seu desejo por tornar-se forte para que um dia pudesse capturar seus pais, Emily? Não parecia haver presente maior para a pequena do que livros, ela parecia tão encantada que não sabia para qual olharia direito e era notável que ela tinha sua atenção chamada em especial pelo que também havia na carta que seus pais haviam deixado, Rin havia gostado muito do gesto, além de seu gerente que as vezes lhe dava uma folga ou outra nessa época como presente, a garota não teria experiência de como era ganhar algo assim, ainda que fosse um pirulito, seus olhos transbordavam gratidão.

- Obrigada! Sim, eu espero que um dia possamos ir visitar lugares assim, não só para as caçadas de tesouro que eles parecem ter preparado pra mim mas... Conhecer novos lugares, viver diferentes aventuras e quem sabe ver lendas como de Norland?

A garota mal poderia conter sua empolgação ao pensar no futuro e bem, para todos que ali estavam, era inevitável que não pudessem pensar dessa forma. O dia como um todo havia sido bem cheio e cansativo e com o tempo, a hora da caçada havia finalmente chegado para as duas garotas Rin teria acordado com os petelecos na testa, onde teria limpado qualquer possível baba do próprio rosto, seus olhos ainda estavam se abrindo de forma lenta e ela teria se esticado levemente antes que pudesse levantar, onde alguns barulhos de estralo poderiam ser ouvidos de algumas juntas da garota naquele momento, com um pequeno delay a garota teria uma expressão de dúvida que claramente mostrava que ela pensou ter entendido errado ou algo do tipo " Pirralha?", era o que estava quase escrito em um balão de pensamento acima de sua cabeça, com a frase que não era dita, mas ficava muito claramente expressa pelo modo como ela olhava " mas eu tenho quase a mesma idade que você...Acho.", a garota sacudiria a cabeça e daria uns tapinhas de leve na própria bochecha pra acordar mostrando-se animada.
- Então vamos caçar uns vilões? haha ... Soa quase como se já fossemos cavaleiras, apesar de que penso que deva ser só a primeira de muitas etapas, vamos lá.

Enquanto caminhavam a garota parecia até que iria para um passeio, estava animada... Demais e isso era expresso pelo modo como ela caminhava e pelo seu sorrisão no rosto, que era muito bonito, diga-se de passagem. As ruas estavam mais tranquilas, apesar da iluminação tornar tudo ainda mais bonito pela noite, as cores destacavam-se nas luzes que enfeitavam as casas e havia até mesmo um lugar onde parecia ter uma festinha por onde passavam, que usava de uma misteriosa concha que reproduzia sons de uma música bem moderna e peculiar Rin parecia cantarolar fazendo pequenos sonzinhos com a boca não muito altos, como se tivesse ficado com aquilo na cabeça, mas para além disso não havia muito que se destacava durante o trajeto, até que podiam chegar ao local que agora tinha algumas luzes neon, de coloração rosadas, que tornavam o lugar bem bonito, a loira olhou para a armadurada, quando ouviu sobre um plano.

- Um plano? Gostei, me conta mais.

Já diria a moça interessada, a confiança da tritã parecia a inspirar e quanto mais ela dizia que parecia que seria fácil, mais os olhos da garota pareciam brilhar, parecia realmente impressionada com  o que poderia ver, era um olhar cheio de expectativa e inocência, talvez fosse até um pecado decepcionar aqueles olhos.
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A garota então até mesmo fazia um sinal batendo levemente a mão direita em formato de punho acima da outra aberta, mostrando que claramente tinha entendido.

- Oh entendo.

Diria a garota concordando com o plano, colocando a mão sobre a bainha de sua espada, com um sorriso confiante, parecia que pela parte dela tudo daria certo, estaria ali pronta esperando para que pudessem enfrentar o inimigo juntas e com isso, Shaanti adentrou o local, era um lugar bem bonito e organizado, havia uma música ambiente não muito chamativa e haviam vários tipos de pessoa, desde grupos de amigos que estavam lá só pra curtir, bem como alguns grupos de meninas bem frufru, até um povo mais mal encarado. No balcão haviam bancos com algumas pessoas sentadas e a bartender era bem bonita Em um canto mais afastado, segurando um caneco de madeira bem grande, que era quase como um mini barril, estava o homem procurado por ela, apesar da aparência ameaçadora que tinha no cartaz, não destacava-se em nada ali enquanto homem beberrão, dava risadas, mexia com as moças que achava bonitas e até teria levado uns tapas sem que apresentasse agressividade contra elas ali, parecia muito mais alguém que ladrava do que mordia, pelo menos quanto a aquilo.

Frente a provocação da tritã, o homem riria levando a sua boca um gole grande que acabava por derramar um pouco do liquido sobre ele mesmo, o homem a olhava bem e pela armadura feminina, claramente era possível vê-lo arquear as sombrancelhas  e bater com tudo a caneca contra o balcão, onde ele tirou algum dinheiro e deixou jogado ali, antes que se levantasse.

- Tudo bem mocinha, eu brinco com você lá fora.

Seu tom de voz era grosseiro, passando um som parecido a um ogro parrudo, ou algo do tipo, havia um sorriso debochado no rosto do homem que teria a seguido pouco tempo depois. No entanto, uma coisa poderia surpreender Shaanti... Bem,  talvez a idéia de lutarem juntas não seria tão bem em algo como dois contra um a cada procurado mas... Talvez um dois a dois? Rin estava com a sua espada fora da bainha, já trocando intensos golpes com o que parecia ser o homem do cartaz que ela precisaria derrotar, enquanto isso, quase como uma montanha o homem teria de se abaixar para passar pela porta do bar  dando alguns passos e acendendo um charuto que manteve na boca dando uma grande baforada, olhando para a luta que acontecia ali.

- Caçadoras? Ou vocês querem conseguir uma vaga nesse campeonato de merda? Hahaha, vocÊ já vai ser o que a ... 3ª pessoa hoje?

Diria o homem indicando que já havia enfrentado outras pessoas no dia e não haviam marcas de batalha em seu corpo, o homem fazia uma postura de batalha colocando um dos punhos a frente e as pernas levemente arqueadas, indicando que ele poderia ser um lutador físico, os sons do choque entre a espada e o martelo se faziam intensos logo ao lado, não muito longe dali e Rin parecia bem focada, apesar de não demonstrar uma dificuldade, parecia que ela estava tentando... Aprender? Certamente, pelos sorriso em seu rosto e como ela começava a aos poucos pressionar o barbaro, só poderia chegar a um possível resultado a miserável era um gênio.
”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyDom 13 Jan 2019, 18:56




Alip fanzoca da Saber

27


Seu plano havia funcionado melhor que a encomenda, talvez por seu oponente ser alguém que simplesmente gostasse de lutar, somado ao fato de ter uma rotina conhecida e com esses dois fatores havia rapidamente conseguido uma luta contra o seu alvo.

Do lado de fora foi com alguma surpresa que percebeu que o acaso havia mais uma vez trabalhado para elas e feito o outro inimigo ao qual procuravam também fosse um frequentador do bar, ou ao menos tivesse tido vontade de ir naquela noite.

- Hehehe, isso vai poupar tempo. - animou-se, pois já havia esperado que passariam dias procurando o bárbaro apenas para capturá-lo, todavia o destino lhes havia sorrido e no momento a loira parecia estar dando conta do recado.

- Sim, candidatas. Embora fazer o serviço da marinha não me agrade. - daria os ombros. - Ainda assim vou levar tua cabeça espetada no meu arpão. - usaria a deixa para puxar o arpão das costas girando-o a frente do corpo antes de acomodá-lo na mão esquerda.

- Pra já ter lutado três vezes e estar bem… Ele deve ser bastante resistente. É provável que o arpão não me ajude aqui. - Ainda assim era um dos dois blefes estratégicos que possuía, sua imagem e seu segredo.


Não negando suas palavras anteriores a ruiva não aguardaria antes de avançar em direção ao seu oponente em uma corrida rápida, seria uma corrida franca sem zigzags onde manter-se-ia atenta a mãos e pés do seu oponente, usaria os golpes iniciais com o arpão para medir com eficiência o tempo de reação do homem, usando-o mais para compensar a diferença de envergadura e assim lhe permitir ficar fora do alcance ou ao menos o mais próximo disso.

O primeiro golpe seria dado na forma de estocada na direção do peito de seu adversário, estando segurando o arpão a dois palmos da base inferior onde seria o suficiente para ampliar o alcance e manter alguma estabilidade no golpe com o mesmo.

- AHHHHHHHH. - seria obviamente o seu orgulhoso brado antes do golpe.

Nesse golpe estaria aguardando algumas possíveis reação, sendo elas:

A falta de reação, onde o inimigo se deixaria acertar, podendo sofrer ou não danos, aí poderia ouvir alguma daquelas frases clichês onde ele diz que aquele seria o seu único ferimento, ou alguma parabenização de ter sido capaz de arranhá-lo, ou o simples deboche por não ter sido capaz de feri-lo.

- Impressionante. - concordaria ela nessa possibilidade. - Você poderia fazer isso em circos, hehehe.

A segunda opção seria um bloqueio/esquiva seguido de contra-golpe. Talvez a pose adotada lhe permitisse mover rapidamente o braço desviando a estocada de Shaanti com o plano de fazer com que o próprio impulso dela a desequilibrasse ou ele simplesmente saisse da frente esperando o mesmo efeito e assim lhe desse a chance de um contra golpe. Para tal a tritã não aplicaria a estocada em movimento e sim travaria com uma passada pesada o seu movimento de corrida para gerar força para o golpe ao mesmo tempo que cessária seu avanço a fim de impedir que o não acerto do alvo fosse lhe arremessar para frente roubando-lhe o equilíbrio, e ainda aproveitando-se desse pé de apoio impulsionar-se-ia para trás e lado, inclinando também o tronco para afastá-lo mais rapidamente do alcance do homem. O lado dependeria de qual pé fora usado para o apoio, se, pé esquerdo, seria para trás e esquerda, se, direito, seria para trás e direita.

A terceira opção poderia ser um bloqueio que subjugasse o avanço de Shaanti travando o arpão. Este bloqueio poderia ser feito segurando a lâmina do arpão o que mostraria muita força e resistência, ou pelo cabo o que demonstraria força e habilidade. Em qualquer dos casos a tritã usaria o mesmo pé de apoio citado anteriormente para se impulsionar para longe de um possível golpe, mas soltaria o arpão nesse caso, evitando que o seu oponente pudesse puxá-la através dele.


Para os casos onde conseguisse com sucesso se esquivar de algum contragolpe ela realizaria um movimento de pêndulo, onde logo que se apoiasse com o pé oposto ao recuo ela impulsionar-se-ia novamente para frente, mas dessa vez para tentar aplicar um soco no estômago dele. O movimento de pêndulo nada mais é que um salto para trás seguido de um para frente logo após o perigo do contragolpe ter passado.

- Gyojin… - enunciaria em voz baixa durante o salto curto para frente. - Karate. - diria ao concluir o passo. - Hyakumaigawara - sua voz teria aumentado um pouco em tom, mas ainda estaria baixa, mas crescendo junto ao avanço do braço, até que explodiria em um alto e bom. SEIIIKENNN - um golpe de soco com um meio giro característico do seu estilo de luta, embora não tivesse sido executado nas melhores das condições e nem mesmo mirado em uma área frágil do corpo, ainda assim seria um golpe no qual ela esperaria conseguir arrancar algo mais significativo de seu oponente.

Ainda assim, após o soco ficaria atenta a socos que pudessem ser aplicados para tentar esquivar-se de tais inclinando o corpo antes de tentar mover as pernas, retirando-se assim da linha alvo com o movimento do tórax, afinal devido a proximidade e a diferença de altura os golpes do seu oponente mais facilmente seriam dados na altura da cabeça o que propiciaria mais facilmente esquivas de tronco do que a tentativa de retirar o corpo todo da região algo.

Todavia, para o caso de algum chute a tritão tentária mover a própria perna para interceptar o golpe. Não seria o mais efetivo dos bloqueios, mas reduziria a distância que o golpe iria percorrer e através disso retiraria potência e perigo do mesmo.


Todavia, se tivesse tido acertada por golpes, fossem eles da espécie que fossem ela deixar-se-ia ser atirada para assim poder rolar para longe de seu oponente e mais uma vez estabelecer-se em postura e equilíbrio.


Ao final desta inicial troca de golpes haveriam duas possíveis respostas.


- Você deve ter enfrentado 3 vovozinhas se isso é tudo que tem. HAHAHAHAHAHAHA. - diria no caso de ter considerado que estava em vantagem, ou…

- Parece que não estava mentindo, Hehehehehe. - diria no caso de estarem equilibrados ou estivesse em desvantagem.



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptySeg 14 Jan 2019, 12:14



Caminhos revelados - 24


Sua estratégia havia funcionado, já que havia conseguido levar o seu oponnete até o lado de fora do estabelecimento, o homem parecia bem convencido de si e por conta disso subestimava a capacidade  de sua oponente, o que poderia ser um erro muito grande por parte dele, já que a ruiva mostrava-se uma oponente dura de se enfrentar a estatura do homem por si só, dava aos seus braços um alcance grande e a sua postura era bem firme, estava livre de muitas brechas das quais ela poderia ver naquele momento o homem por um momento teria desatado um sorriso quando ouviu a moça falar que levaria a sua cabeça em um arpão e o homem, parecia levar aquio numa boa, talvez até demais, já que  achou espaço para tentar zoar a sua oponente de seu próprio modo.

- Minha cabeça em uma estaca ou arpão? Péssimo gosto pra decoração,  convenhamos. Vamos ser justos então, se eu vencer vou beber usando seu capacete de copo, que tal?

Diria o homem em um tom debochado, enquanto seus olhos pareciam acompanhar a garota que teria tomado a iniciativa em um movimento de zig zag, um movimento  de aproximação que poderia tê-lo feito vacilar em sua postura, mas o homem parecia bem atento a movimentação da tritã e naquele momento em que a tritã começou o movimento de sua estocada, onde a lança poderia ser o seu meio de sobrepor o alcance que a diferença de tamanhos poderia gerar o homem jogou o pé esquerdo a frente virando o corpo levemente para a mesma direção, escorregando o pé e o corpo a frente, com esse movimento o homem conseguia duas coisas, fazer com que o golpe da tritã pudesse atavessar parcialmente, fazendo com que o ferimento que haveria de ser em seu peito, fosse aplicado às suas costas de raspão e o que viria a seguir era que com uma movimentação intensa, o braço do homem teria se esticado em um movimento de giro de modo a alcançar a parte lateral  da tritã, aplicand-lhe um golpe com as costas de seu braço.

A troca de golpes rapida havia forçado a tritã a afastar-se para o lado, devido ao impacto do golpe, o metal teria protegido a sua cabeça de um atordoamento e um ferimento maior, mas ainda assim naquele momento ela teria perdido um pouco do equilíbrio, devido a reação de ataque rápida do homem. Seria possível para que ela pudesse ver uma leve linha vermelha nas costas do homem naquele momento, que iam da parte de trás de um ombro ao outro, na mesma altura do peito e se fosse ainda mais atenta, poderia ver as costas da mão do homem levemente rosadas devido ao impacto contra o metal. Havia sido um movimento reativo, mas não era algo como uma defesa propriamente dita, era um ataque muito bem dado, o que poderia dar pistas a tritã que o jeito do homem de defender-se, não era através de uma esquiva ou bloqueio invejável, sua resistência não parecia ser algo que o tornasse blindado, no entanto o seu ataque?  Era preciso  o suficiente para que pudesse agir como sua principal arma de ataque e defesa e a sua estrutura corporal, também lhe ajudava. O golpe não havia a machucado, mas havia doído do mesmo jeito e o ferimento que ela causou não era de fato significativo naquele momento, já que o homem mantinha ainda um sorriso confiante no rosto.


O homem manteria a postura após o seu golpe, onde ele continuou o movimento em um giro, tentando agora socar a tritã com sua mão direita, colocando-se a frente dela, colocando seu pé direito também a frente estabelecendo uma postura que teria ganhado espaço ali, onde a tritã teria se esquivado ao inclinar o seu corpo, dando a oportunidade para que a sua técnica fosse aplicada ali em um ponto que pela posição do homem acabava sendo critico, sendo as costelas de seu lado direito o alvo e com isso o homem teria sentido muito bem o golpe pois era possível ver sua reação de dor ao contorcer levemente antes que o seu cotovelo  com violência  golpeasse a parte de cima do capacete da tritã, algo que quase a teria derrubado de imediato ao chão, o homem vendo a vunerabilidade que teria ao arpão, caso o golpe não a tivesse atordoado por completo deu alguns passos para trás, voltando a postura inicial, esse golpe diferente do primeiro machucava, não era o suficiente para que pudesse sentir que seu couro cabeludo poderia estar sangrando, mas estava latejando levemente na região atingida pelo golpe, a armadura estava  sendo uma aliada muito grande contra o homem, que dava uma leve conferida no próprio cotovelo, como se tivesse ardido um pouco aplicar o golpe.

A troca era até que equiparada, nenhum dos lados tinha grandes ferimentos, Shaanti teria um acerto parcial que havia lhe aberto um corte superficial nas costas, bem como encaixado um soco bem dolorido, enquanto o homem, teria encaixado dois golpes que graças ao capacete não lhe garantiram grande vantagem o homem então cuspia no chão, como um ato que poderia ser uma mania, ou simplesmente falta de educação mesmo.

-  He, você é durona menina, talvez até te chame pra sair, se o capacete proteger bem o seu rosto, antes de eu te derrubar.

Diria o homem confiante. Enquanto isso, a menos de dois metros dali, era possível ver o baixinho pular em uma altura bem grande para golpear por cima a cabeça de Rin, que jogaria o pé para frente, bloqueando o martelo com a a espada segurando apenas com a mão esquerda, enquanto posicionou o seu corpo de costas para o homem pequeno e com a direita, teria puxado o braço do homem o jogando por cima dela de modo que o fizera bater suas costas com o chão, em uma sequência de movimentos impressionante onde era possível ver o homem de baixa estatura até quicar no chão pelo impacto, a espadachim, completou o seu movimento tentando  espetá-lo no chão, não o dando espaço para que se recuperasse e o homem teria rolado, para o lado, uma, duas, três vezes, já que três estocadas eram realizadas e quando of ez, conseguiu fazer um quarto movimento que o teria jogado para frente de modo que lee conseguiu se levantar, de modo que Rin, vendo o homem e a própria postura aberta, teria dado um passo para trás, tomando uma postura onde segurava apenas com a mão esquerda, a frente de seu corpo a sua espada, era possível ver um sorriso na garota, que estava animada com seu combate estar sendo intenso.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptySeg 14 Jan 2019, 18:01




Alip Ainda MAIS fanzoca da Saber

28




A troca franca havia lhe animado, ainda mais por o oponente lhe lembrar muito o seu próprio modo de lutar, ainda que um pouco mais reativo do que ela. Ofensividade acima da defensividade.

- HEHEHEHE, você também não é mal, talvez eu aceitasse tomar uma cerveja se não tivesse que por tua cabeça em uma estaca. - dando os ombros. - Sabe? Prioridades. - embora talvez a cerveja fosse piorar o sino que tocava em sua cabeça.

- Pelo jeito que falou, ele deve bater para atordoar. - ela se referia ao fato dos consecutivos ataques na direção da cabeça e também as palavras do homem. - Ainda que não tenha certeza se é assim mesmo.

As posições iniciais basicamente haviam retornado, e Shaanti novamente tomaria a iniciativa avançando em velocidade contra o alvo, um salto a direita seguido de um a esquerda quando ainda estivesse a alguns metros e saltaria. O arpão, assim como antes estaria na mão esquerda para que durante o salto Shaanti pudesse torcer seu tronco para a esquerda e rotacioná-lo para a direita em um movimento de arremesso da arma, tal como um baleeiro faria para pescar.


Não esperava acertar, pois acreditava que, assim como antes o Delgado seria capaz de se mover para contra atacar e por isso as posições de salto e rotação do corpo haviam sido escolhidas para que lhe permitissem rotacionar o corpo no ar, usando-se da força gerado no arremesso para prosseguir com o giro, mantendo o corpo inclinado na diagonal e descendo com um chute giratório, uma versão simplificada do Ka Ka Kakato Otoshi que anteriormente havia usado para enfrentar o Megalodon. Embora fosse mais fácil girar na água do que no ar e era justamente por isso que esta versão era uma simplificação da técnica do Karate Tritão.


A intenção do chute era justamente travar o contra golpe de Delgado, e por isso estaria sendo mirado para essa finalidade, a de acertar o soco/cotovelada que o sujeito pudesse estar preparando, usando também da flexibilidade que seus conhecimentos para criar ataques diferentes de onde seu oponente pudesse não estar esperando, transformando o que para ele era um acerto fácil em uma dura disputa de golpes.


- AHHHHHHHHHHHH, TOMA ESSAAAA MALDITOOOO. -gritaria aplicando pressão em seu chute giratório, fazendo uso do seu peso para compensar a falta de base.


Era provável, que ambos ‘perdessem’ naquele embate, já que nenhum se defendia e assim acabassem os dois sendo atirados para longe. Em todo caso, após o golpe Shaanti tentaria rolar no chão apoiando-se com as mãos e rolando com as costas para tentar se recuperar, todavia não sendo possível recuperar assim tão facilmente o equilíbrio ela apenas fecharia do corpo tentando se ‘condensar’ para minimizar outros danos.

- Começo a achar que a convencidinha não estava mentindo sobre a armadura. - resolveria admitir após tantas vezes ter os danos minimizados por aquelas placas de aço e couro.


- O que você fez? - perguntaria quando estivesse mais uma vez em pé. Estaria caminhando durante a pergunta, como se traçando um círculo ao redor de Delgado para que ambos pudessem se recuperar do choque. - Pra ser perseguido. - Era uma pergunta que ela não poderia deixar de fazer, afinal, ela mesma já havia sido uma criminosa e assim estado no lugar daquele homem. Ainda lhe era fresca a memória de como era estar tranquila em um momento, festejando com seus amigos e lutando no outro para se livrar de caçadores de recompensas.


Pararia de rodar a caminhada, assumindo a postura base do Karate tritão, as pernas afastadas e flexionadas, um braço mais a frente e outro junto ao corpo. - Não me agrada fazer o trabalho da marinha, ainda lembro como era ser caçada. - flexionaria mais as pernas aplicando força em sua musculatura, fechando também as mãos com mais forças. - Mas… Tenho coisas mais importantes que meu orgulho. - se referia a Emily e ao desejo que tinha de realizar os sonhos da garota, mesmo que isso fizesse ela ter que abrir concessões em seu orgulho e ajudar a marinha. - Talvez com uns anos de prisão você também ache esse caminho. - a franca troca de golpes e a breve conversa teriam alterado suas pretensões iniciais, parte também se dava ao temperamento descontraído do homem.


- Emily aprovaria essas segundas chances. - firmou-se em sua resolução.

Deixaria que o homem falasse o que mais tivesse para dizer, mas para ela a conversa teria de acabar ali, pois caso contrário seria mais fácil que ela se visse entrando no bar para beber com o sujeito do que entregando-o para a marinha.


Ao final da conversa ela avançaria novamente, uma corrida franca com um golpe de direita, seguido de uma inclinação do corpo para minimizar a potência do contra-golpe que provavelmente receberia.


No caso de Delgado atacar antes que ela tivesse alcance para fazer o mesmo a tritã tentaria se jogar no chão buscando ‘deslizar’ com as caneleiras no piso de pedra antes de efetuar um soco no interior da perna do seu oponente ao lado do joelho, tentando se levantar logo após.


Desse momento em diante Shaanti não mais tomaria distância, bateria com punhos firmes no abdome de seu oponente com golpes a curta distância enquanto tentava minimizar danos movendo o corpo para acompanhar os golpes de seu inimigo. Não seriam esquivas completas, era algo como tentar se afastar do golpe para fazer com que este perdesse força ao acerta-la.


Se Delgado buscasse tomar distância ela pularia junto ao mesmo, mantendo-se em um combate fechado onde tentaria ficar grudada ao seu oponente para impedi-lo de usar sua maior envergadura como vantagem.


Shaanti esperava que uma oportunidade surgisse, está que seria em um dos golpes dados por seu oponente. Neste momento ela tentaria agarrar o braço do mesmo, em uma chave de braço prendendo-o contra sua cabeça. Um braço circundaria o braço do oponente enquanto o outro amortecer o impacto do mesmo para assim prendê-lo ali, ficando vulnerável a golpes do outro braço, no entanto.


- É jogo sujo, mas…. - descarregava sua eletricidade através de sua armadura. Provavelmente haveriam algumas perdas, mas o golpe eletrico abriria a guarda de seu oponente, se não pela dor, pela inesperada surpresa.

Feito isso a tritã largaria a chave de braço e direcionaria ao centro do abdome de Delgado poderosos socos para compensar os danos que havia tomado até ali.

- URA URA URA URA URA URA URA URA. - terminando com um soco pesado para empurrá-lo para longe. A sua respiração estaria provavelmente pesada nesse momento, talvez sangue escorresse por dentro da sua armadura, mas sorria com franca sinceridade.


Ignorando o desgosto por estar fazendo o trabalho da marinha ela sorria, sorria por estar correndo atrás de realizar o seus sonhos, sorria pela adrenalina da luta, sorria pela dor de estar viva.

- Por ela eu não posso perder. - diria, mas sem direcionar a ninguém.



Durante a luta Shaanti beirava a uma teimosia suprema de seu orgulho, se acertada com força rolaria e teimava na mesma tática, aproximando-se mais uma vez para um combate fechado com Delgado, onde aceitava os golpes em troca de dar outros golpes levando a luta para onde quem tivesse a maior vontade de vencer saísse por cima.




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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019, 11:25



Caminhos revelados - 25

A semelhança dos estilos de combate era algo agradável, de certo modo compatível para que a tritã pudesse testar e medir a própria força a medida que o combate poderia prosseguir, o sujeito era bem bonachão, por assim dizer, tinha seu próprio modo meio cafajeste que poderia atrair ou afastar muita gente e a troca de golpes que eles tinham era muito bem executada de ambos os lados, dado o pouco conhecimento que tinham sobre o estilo do combate do outro, a eles tudo o que restava seriam as próprias experiências e suposições. Em relação a brincadeira da tritã o homem deu um sorriso confiante, como se gostasse de sua oponente, ainda que não pudesse ver o seu rosto, tinha alguma afinidade e isso lhe dava ainda mais vontade de continuar.

Shaanti tinha em um primeiro momento a suposição de que o homem tentara atordoá-la, dado aos golpes na cabeça e o modo como eles haviam agido até então, era uma suposição bem justa, dado o modo como o combate ocorreu até então, o homem parecia a esperar, em sua posição de combate que para ele era mais confortável, a tritã tinha mais de uma arma a sua disposição, não só tinha o físico, como também o arpão, para ele era uma oponente problemática, mas sua expressão? Não poderia haver sorriso maior por sua parte. O homem não parecia até então querer tomar a iniciativa, parecia para ele comodo procurar os erros do adversário e assim puní-los, pelo menos até que pudesse se sentir mais solto para que pudesse tomar a própria iniciativa. De forma veloz a tritã avançou contra ele com um salto a direita e a esquerda, naquele momento a tritã poderia ver o homem abaixar a sua postura, como em uma fração de milésimo de segundo e subisse ali com um soco longo de direita, que por toda sua extensão o poderia ter feito jogar o corpo de lado, colocando as suas costas a exposição novamente, o movimento era firme e veloz mas, tudo que o homem havia encontrado era o ar, assim como também seria o caso do arpão da tritã, o movimento do homem completou jogando seus pés de trás a frente onde com um rápido giro o cotovelo do homem teria ido contra os pés da tritã onde havia um choque entre os ataques, onde por um momento o moreno pareceu ter a vantagem, pois tinha a base do chão ao seu favor, mas técnica e a força centrípeta aplicada no golpe, faziam a desvantagem irrelevante, onde a disputa de forças teria jogado ambos para longe um do outro como se suas forças ali fossem equivalentes.

A tritã tinha sucesso em se recuperar do ataque, de certo a sua armadura teria feito muida diferença na trocação de golpes, pois poderia ver um leve tom arroxeado no cotovelo do homem e a forma como ele abria e fechava os dedos como se fosse para o sangue circular melhor, a pancada havia machucado e era possível ver uma expressão de dor leve, que não durou muito no homem com postura de machão, parecia que era uma oponente digna para ele.

- O que eu fiz? Arrumei uma confusão por aqui e ali, fiz uma baguncinha com uns marinheiros e acabei matando uns 3 ou 4... Talvez alguns caçadores que vieram atrás de mim, pela minha cabeça e é isso ai, nada de diferente sobre a noite. Gosto de beber, de mulher e de brigar, não podia ser muito diferente o meu destino haha, uma hora eu encontro o meu caminho para a vala, será você a me levar?

Dizia o homem de modo truculento, enquanto ainda recuperava-se da pancada... É, o grandão tava com uma dor ferrada. O olhar do homem na direção da armadurada, era como a de um predador e todo o seu corpo parecia ser feito para o combate, dada as suas proporções e até o seu gosto pela batalha.

- Talvez não pela marinha, se eu pudesse encontrar algum lugar como Ho kong, estaria feliz haha, apesar que, vida de monge não deve ser legal não... mas, porrada deve ter pelo menos.... Você sabe meu nome menina, me diga o seu!


Dizia o homem, agora voltando a sua postura inicial, dessa vez tinha o lado direito a frente, tanto em mãos quanto em pés, e o seu punho esquerdo estava fechado a mais próximo da cintura, como se pudesse esperar algum movimento por parte da tritã, parecia que a conversa teria uma pausa por ali, mesmo que momentânea o homem sorriria se a garota escolhesse lhe responder, e repetiria o seu nome, como se tentasse gravar na memória, talvez um sinal de respeito do homem que tinha confiança de que teria de lembrar-se de sua oponente. com isso mais um avanço seria feito pela armadurada o homem então teria dado um longo soco, aproveitnado-se de sua envergadura, mas era esse o primeiro erro crucial do homem, que com isso abriria brecha para que suas pernas fossem atingidas, o homem teria conseguido acertar parcialmente o ombro da tritã onde um baruho metâ-lico se fez, mas não havia impedido a moça de jogar-se no chão e lhe desse um soco forte no joelho, de modo que a postura do homem nquele momento fraquejou e a perna direita que estava mais a frente, quase o fez cair para a frente, o homem aproveitou aquilo e unindo ambas as mãos como uma marreta, teria descido contra a tritã com violência.
-Soco martelo duplo!

O homem usando a lendária técnica do soco martelo duplo acertava a garota pelas costas com violência a jogando contra o chão o golpe era violento e forte o suficiente para que mesmo com armadura pudesse meio que quicar no chão, onde a tritã teria sentido ali que não fosse a armadura, talvez o combate tivesse encerrado ali mesmo, o ar lhe faltaria, e talvez tivesse até mesmo trincado alguma coisa, pois a dor não cessou. No entanto não estava completamente derrotada, sua veste havia lhe absorvido impacto o suficiente para que ela pudesse ali reagir a oportunidade que lhe era dada e antes que o homem pudesse recuar o braço, a garota teria agarrado tentando-lhe aplicar uma chave, ela não tinha forças o suficientes para que pudesse aplicar-lhe uma chave naquele momento e postura, mas conseguiria prendê-lo o suficiente para que uma descarga elétrica poderosa pudesse ser efetuada com sucesso pelo braço do homem.

Um cheiro subiria ao ar, era de couro queimado, tanto um pouco da armadura, como da pele do homem que não conseguiu não berrar naquele momento de dor, enquanto sua guarda era ali aberta.

- Maldita que técnica é essa?

Preguejou o homem, antes que um soco pesado pudesse tÊ-lo empurrado longe o homem mantinha-se de pé, mas com dificuldades, o choque, o impacto dos golpes em especial em sua perna haviam minado o sucesso da garota, o homem? Parecia ainda ter um pouco mais a mostrar, ele respirava ofegante enquanto recuperava-se e então com um grande animo, o grandão teria colocado ambos os braços próximos do rosto e dava alguns pulos pequenos, era a sua postura final de combate, parecia mais ágil apesar dos ferimentos, talvez fosse a adrenalina?

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o homem parecia que msotraria o resto do que era capaz antes de cair, poderia ali ser o fim do embate épico entre os dois? A batalha estava tão emocionante para a tritã e para o homem naquele momento, que mesmo a batalha que ocorria ao lado deles, não parecia importar ou chamar sua atenção. Aquele era o round final, para umd os dois, se soubessem aproveitar de suas próprias forças.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyTer 15 Jan 2019, 17:57




Caminhos Opostos

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No fim eram diferentes, pois se a história de Delgado fosse verdade, ele era ainda menos criminoso do que ela havia sido no passado. Shaanti não arrumava briga por gostar de lutar, não só por isso, ela matava humanos porque os odiava, ela vivia para caça-los e empalar suas cabeças e por isso, na verdade ela havia sido, no passado, muito pior que o homem a quem caçava naquele momento. Um homem que só parecia querer viver sem que os outros lhe dissessem como deveria fazê-lo.

- Sou Shaanti. - e naquele momento quase cedia ao ímpeto de retirar o capacete e revelar para o homem com quem ele lutava. Lutar escondida, lutar pela marinha, caçar aqueles que só queriam viver livremente… Essas… Todas essas coisas machucavam pouco a pouco seu orgulho. O orgulho de ser tritã. - É algo que vou mudar. - era um mal necessário no momento, um mal com o qual deveria conviver e superar, pois só depois de vencer que seria capaz de se mostrar orgulhosa como tritã a frente de todos e fazê-los aceitá-la, pois era isso que à movia agora, esse desejo de traçar esse caminho para que Emily pudesse viver plenamente ao seu lado e sempre pudesse sorrir com orgulho do que haviam conquistado.

Embora, no fundo ela soubesse, que talvez Emily ficasse feliz pelo simples motivo de estarem juntas, mesmo que acabassem se tornando procuradas por coisas menores… Ela sabia que Emily seria feliz, desde que acreditassem que o seu caminho era correto e que não fosse rude ou violenta com pessoas boas, mas… Ainda que soubesse isso, ela não se contentaria se não desse o seu melhor pela pirralha.


Ambos haviam aumentado a intensidade, mas nenhum queria se dar por vencido, pois agora, mesmo que doloridos, estavam novamente em pé prontos para mais um assalto brutal.

E então, indiferente a nova postura de seu oponente a tritã assumiria a sua boa e conhecida postura, aquela que Toch incansavelmente havia gravado em seu corpo com as seções de treinamento na infância.

Respirava fundo e lentamente, sentindo a dor que irradiava por suas costas, esforçando-se para aceitá-la e suportá-la, desejava poder cuspir que nem seu oponente, mas com a cabeça coberta lhe parecia impossível fazê-lo de forma menos nojenta.

Sendo oposta ao seu inimigo, Shaanti iria desta vez avançar com um arrastar firmes de pés que lhe manteriam na base do Karate, um caminhar lento no qual aguardava alguma resposta do seu oponente e da sua mudança de postura, talvez algo que indicasse que seus papéis haviam se invertido naquele confronto.

Respirando de forma profunda e controlada tentava acalmar o corpo para poder observar com precisão a movimentação do seu oponente.

- Um.. Dois.. Um.. Dois. - contava o tempo de sua movimentação analisando-o com a noção das movimentações anteriores por ele realizadas.

- Venha. -provocaria por fim, se o mesmo ainda não houvesse avançado.

Shaanti dessa vez aguardava o movimento de seu oponente e para pegá-lo desprevenido o imitaria, ou algo que era próximo disso.

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Shaanti aguardava o ataque, para então nesse momento deslocar-se para o lado, travando mais uma vez sua postura para com sua aceleração impulsionar-se para cima de Delgado. O movimento para o lado seria feito com um giro de 90º usando uma das pernas de base e movendo a outra mais para trás. A perna escolhida de base dependeria da sua percepção do ataque para tentar mover-se de forma mais segura nesse um quarto de rotação.

Após a rotação, que tinha como intenção a efetiva esquiva do ataque, a ruiva usaria a perna que fora movida para trás como ponto de apoio e impulsionar-se-ia através dela para sua própria investida que dar-se-ia com um salto o qual carregava um soco vindo do braço que anteriormente houvesse ficado recuado. (Se Shaanti houvesse rotacionado o pé direito para trás seria um soco de direita, ou o oposto) Este estaria sendo mirado no centro alto do peito de seu oponente, na região próxima ao pescoço.

Caia. - soava uma prece silenciosa, pois embora a luta estivesse divertida ela já não mais gostaria de matar Delgado. Vencê-lo-ia, e o prenderia, mas negar-se-ia a tirar a vida do homem que acabou por conhecer, não era mais a assassina de outrora e não lhe cabia mais essa razão de viver, faria apenas o que fosse preciso e o que fosse correto para que pudesse viver a vida plena ao lado de Emily.   - UOHHHHHHHHHH! - gritava no caso do soco ter acertado, algo como uma cena clichê de extraindo forças do além. - CAIAAAA

Pousaria depois do salto com certo desequilíbrio devido a dor nas costas, ‘dançando’ alguns passos para frente enquanto tentava retomar o mesmo.

- Devíamos ter bebido antes.   - Voltar-se-ia girando para ficar novamente de frente para Delgado. Esperava mesmo que ele tivesse caído, se não inconsciente ao menos derrotado.


>>><<<

Porém teria sido possível que não houvesse conseguido esquivar e acabasse sendo ela a ser arremessada. Nessa situação tentaria fechar o corpo para reduzir os danos do impacto contra o chão, rolar e voltar a se levantar, mesmo que fosse necessário manter-se apoiada também com as mão no chão e assim que firme assumiria novamente sua postura, para reavaliar como este novo comportamento de Delgado deveria ser abordado.


>>>><<<<

Caso Delgado caísse, mas demonstra-se ânimo para levantar a tritã não permitiria que houvesse esse espaço para se recuperar. Saltando imediatamente sobre o mesmo ela elevaria sua perna e desceria sobre ele com um forte chute de calcanhar que visaria atingir o centro das costas ou a região próxima ao pescoço, levando é claro, em consideração que ele houvesse caído e ainda se levantava, pois se o caso fosse outro o chute seria aplicado com a sola do pé na direção do joelho do mesmo.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 6 EmptyQua 16 Jan 2019, 17:22



Caminhos revelados - 26

Seu oponente refletia uma natureza que era em muito compativel ainda que o homem talvez pudesse seguir a mais básica premissa de um pirata, era alguém que buscava a liberdade de ser o que a natureza ou a vida haviam o moldado para ser, não era o mal encarnado e era alguém que fazia o que fazia de forma muito diferente do que ela fazia, o homem matava por consequência das batalhas e não pelo prazer de matar o homem reconhecia o nome e como descrito anteriormente, teria sorrido e repetido o nome, havia conquistado o seu respeito, ainda que para muitos aquilo não valesse de algo, lutar escondida era algo que não incomodava o homem o homem não pediu pro mais do que o seu nome, talvez para ele isso bastasse em sua nova postura o homem parecia muito mais ativo, parecia pronto para avançar a qualquer momento.

O caminhar lento do karatê em contra partida a velocidade que o homem dava pequenos pulos para frente e para trás enquanto avançava, pareciam correr de forma ritmada, compassada onde suas posições se inverteriam o homem seria aquele a usar da sua ofensiva naquele momento, quase que como uma troca final de golpes, com o direito o homem teria então aplicado um soco longo e com isso, como se pudesse prever o soco, em um giro de 90 graus a ruiva teria feito com que seu soco passasse reto e com isso rotacionando o pé direito para trás, havia impulsionado-se com intensidade e então aplicaria um soco de direita na altura do seu peito, o homem levantava-se tentando com a outra mão segurar o ataque da tritã mas o estrago já estava feito o homem recuou um ou dois passos, mas o mais assustador acontecia, quando o homem teria fechado os olhos e conseguido fechar sua mão direita sobre o pulso da tritã, apertando com uma força esmagadora, parecia que o homem seria capaz de ter amassado seu pulso mesmo com a armadura, devido ao barulho que o metal fazia, mais um segundo, e ele teria feito isso... Mais um único segundo... Que não tinha de consciência, a força aplicada cederia e o homem cairia para trás a soltando, no entanto era possível ver as marcas de seus dedos no local onde ele segurou, o modo como ele havia caído estirado de ambos braços abertos e com um sorriso no rosto era quase como um desafio para a tritã, quase como se dissesse " Você venceu, agora se vire para me carregar" , era notável que no local socado, havia uma marca roxa se formando com o formato de seu punho..

Um barulho alto metálico poderia ter chamado atenção de Rin, onde o homem do cartaz de 5 milhões havia caído justamente ao lado de Delgado, completamente descordado, seu rosto? Estaca cheio de marcas de cortes, por outro lado, Rin estava naquele momento, apoiada sobre os joelhos com a espada naquele momento no chão, ofegante de um grande desafio cumprido.

- Lutar com alguém mais baixo é difícil...

Acabava suspirando a garota em meio ao fim também de seu combate, aquele era o fim da batalha para ambos os lados e também o ticket de entrada para a próxima fase do que viria a ser o real começo da jornada para que pudesse tornar-se parte da guarda real.

”Histórico”:
 


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Virtudes?

30



Shaanti flexionava a mão enquanto olhava para o corpo caído de Delgado. Aquele momento de força final havia-lhe plantado uma dúvida na cabeça.

- Será que esse desgraçado lutou a sério? - o aperto havia sido poderoso, a força que ele possuía por trás dos músculos superaram em muito a dela, e assim, havia ele pego leve por algum motivo? - Filha duma puta seja se fez isso. - irritou-se com essa possível desfecho, pois não deixaria barato caso ele houvesse se segurado.

- É, deve ser. - respondeu Rim com mais grosseria do que ela merecia, não tirava os olhos do Delgado e não percebia também que havia dado uma resposta torta para sua companheira, mesmo que ela não merecesse-a.

Olharia em volta após algum tempo, dando finalmente atenção aos arredores após tanto tempo focada na luta, então iria até o arpão e poria-o novamente preso nas costas. Então encararia seu novo problema.

- Ele é enorme. - refere-se-ia a ter de carregá-lo até o QG da marinha. - Onde tá a marinha quando se precisa dela, aqueles inúteis poderiam ao menos carregar ele, já que pro resto não servem. - olhava em volta a procura de algum maldito branquinho, ainda com sensível irritação em seu tom de voz.


- A vontade que me dá é de chutar esse desgraçado daqui até lá. - - ARRRRR, Droga. - com a irritação ignoraria a dor nas costas. - Vamos, se vamos levar a noite toda pra arrastá-los que comecemos logo. - de fato espetar a cabeça de Delgado no arpão pouparia muito trabalho, mas já não mais poderia fazer aquilo, principalmente porque Emily não veria tal ação com bons olhos, mas também havia criado respeito pelo homem e não tiraria a sua vida.

Posicionar-se-ia nos pés do mesmo e começaria o árduo trabalho.

- Segue um pouco atrás, pra avisar se ele se mexer. - diria a Rim.

Durante o caminho a tritã ficaria procurando pelos branquinhos sem moral, algum recruta preguiçoso em uma ronda desmotivada, ou qualquer um do gênero. Nesse momento soltaria Delgado avançando sobre a patrulha.

- Ei vocês, que tal serem úteis e arrastar aquele cara pro QG? É o Delgado…. - Se isso se tornasse possível a tritã apenas acompanharia de perto, ficando de olho para que os marinheiros não fizessem nenhuma gracinha, como se vingar do mesmo por ele ter matado marinheiros antes. - Eu falei carregar. - diria irritada. - Se não os próximos a dormir são vocês. - diria aos marines, justamente por não ser da competência deles decidir o que deveria acontecer com o homem. - Se querem dar algum troco nele, podemos esperar que ele acorde e aí vemos o que acontece com franguinhos como vocês. - sim, ela ainda estava irritada.


Tendo ajuda de marines ou não a ruiva se esforçaria durante o caminho para arrastar o grandão, esperando que Rim fizesse o mesmo. Eventualmente parariam para descansar, momentos os quais aproveitaria para observar atentamente os dois homens a fim de ter certeza que não haviam acordado e continuavam fingindo estar dormindo para terem tempo de se recuperar e caso percebesse algum desses estratagema não se faria de rogada e daria dois bons socos na cabeça do espertinho para que este permanecesse confiavelmente desacordado.


>>><<<


- EIIIII, TROUXEMOS OS PROCURADOS PRO TORNEIO. - Gritaria após ter chego no QG e restabelecido um pouco do seu fôlego. Sua vontade naquele momento era de apenas sentar e deixar suas costas, que ainda doíam intensamente, descansare. Todavia se negaria a mostrar-se fraca em frente a tão inúteis seres.


>>><<<<

Com a recompensa e o ânimo nem um pouco melhor a ruiva deixaria o QG. O peso daquele dinheiro, especificamente daquele, lhe era incômodo, lhe era errado e desagradável,o pior é que nunca antes havia sentido isso com dinheiro, ainda mais aquela quantidade.


Ela teria recusado qualquer convite para se oficializar como caçadora, aquilo não a interessava e agora constatava que o dinheiro também não. - Quando que criei esse tipo de consciência?


Começaria a caminhar de volta para a hospedagem, e ao passar pela primeira pessoa bateria o saco de dinheiro no peito da mesma. Talvez fosse um bandido, talvez uma viúva com dez filhos, talvez um nobre metido que nem sequer precisava daquilo, ou talvez um pai de família desesperado trabalhando até tarde para sustentar sua esposa e filhos. A verdade é que para ela não importava, só desejava se livrar daquele peso e assim seria a cargo do destino decidir quão benéfica ou traiçoeira aquela atitude seria. Obviamente não daria a nenhum marinheiro, para esses ela estaria atenta.

- Feliz Red Day. - seriam as palavras que diria ao bater com violência o dinheiro no peito do sujeito, fosse ele quem fosse.


Após mais alguns minutos caminhando ela sentir-se-ia finalmente mais leve, como se de alguma forma o ato de recusar-se a permanecer com o dinheiro houvesse aliviado o fardo das suas dúvidas.

- Você viu para quem eu dei o dinheiro? - perguntaria para Rim, se a mesma estivesse lhe acompanhando. - Acho que…. A luta me irritou, fiz as coisas sem pensar.



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