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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Caminhos revelados

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MensagemAssunto: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyQui 15 Nov 2018, 23:44

Relembrando a primeira mensagem :

Caminhos revelados

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shaanti Mochan. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyTer 11 Dez 2018, 11:42




It is time

10


Arrrr, finalmente aqui.

Soltaria o carrinho frente a casa. Arfava levemente curvada apoiando-se sobre os joelhos quando começou a ouvir a voz de Emily e não por arrogância, ou mesmo orgulho a tritã se ergueria, buscando controlar a respiração. Muitos vão sim pensar que ela somente queria manter a pose de durona e implacável, mas no fundo a verdade era mais simples…. Ela apenas animou-se ao ouvir a voz da criança e revigorada ergueria-se sorrindo confiante.

- Hehehehe, quer dizer que o pirralho bancou tudo? - olharia para Emily carregando as duas mochilas e então estreitou os olhos para Gutinho. - Já tá de moleza né pirralho? - andaria em direção a dupla, cruzando rapidamente a distância que os separavam.   - Falei pra você cuidar dela e não para deixar ela carregando duas mochilas que nem uma mula, ahnn, qual tua desculpa? Ahnn? - assim que Gutinho começasse a dizer algo Shaanti o cortaria. - NÃO QUERO SABER, MAIS DUAS VOLTAS NO LAGO, VAI, VAI, VAI. OU VAMOS FICAR TODOS SEM JANTA.


Assim que ele se afastasse voltar-se-ia para Emily dando-lhe uma piscadela.

- Ele quer capturar os pais que viraram piratas. - não sabia se Emily já tinha ouvido a história, pois quando o velho lhe falou a pequena estava desacordada, todavia era possível que durante o dia Gutinho tivesse comentado. - Eu poderia fazer isso pra ele. - cruzaria o braço na frente do peito. - Mas me ensinaram que o valor está na aventura. - recordou-se das palavras de Emily e do vazio que sentiu ao só coletar o ouro. - Então? O que compraram? - ao dizer isso estaria olhando para o lago e a pequena forma atrapalhada de Gutinho correndo.

- Pra mim? - pegaria a mochila quando Emily lhe alcançasse. - HEHEHE, tava precisando mesmo de uma, encher de pedras e dar para ele carregar. HEHEHEHEHEHE. Falei isso alto? - Daria os ombros. - Talvez não pedras. - com a cabeça faria um sinal para o ouro. - Alguém vai ter que carregar e bem. Hahahahahah, não vou ser eu.

Se Emily em algum momento comentasse sobre também ter comprado roupa para ela e para si.

- Roupas? -um pequeno tremor correu a espinha de Shaanti e uma imagem logo se formou em sua cabeça…. Emily certamente ter-lhe-ia comprado um vestido, ou talvez roupas coloridas com corações e quanto mais pensava mais o frio na espinha crescia, um tão intenso que não se recordava de ter sentido, nem mesmo quando esteve à beira da morte ou lutando contra o tubarão. - Que….roupas? - não conseguiu esconder nem o medo nem a desconfiança da voz. - Na verdade… Deixa pra depois. É, sim, sim, melhor vermos mais tarde.. Hun, hun. - queria adiar o inevitável.


- A pedra ainda estava rolando. - mudaria o assunto, ou apenas começaria um se não estivessem falando de nada. - Não sei quê que fizeram, mas ainda tava lá de um lado pro outro. - chegando mais próxima de Emily a tritã colocaria uma mão sobre a cabeça da mesma e olhando para o pirralho correndo perguntaria. - O que fizeram além de compras?



>>>><<<

Mais tarde, após Gutinho terminar suas duas voltas a ruiva tentaria por a maior parte do ouro na mochila a fim de deixar mais prático levá-lo.

- Ei velho… se sabe onde dá pra tocar isso? - apontava para o ouro e joias.

Shaanti precisaria trocar, ao menos parte do dinheiro, pois pretendia comprar um barco no dia seguinte para que assim pudessem zarpar daquela ilha para prosseguir com suas aventuras.

Ali já haviam conquistado o que desejavam, não só o ouro, mas também um propósito para a jornada que viria. Emily seguiria a trilha de migalhas deixada por seus pais para assim descobrir a vida que eles tiveram e Shaanti construiria uma família para elas e para os outros, afinal, porque não?


>>><<<

Mais uma vez o ritual iria provavelmente se repetir, comer, conversar, rir, e tomar suco.

Amanhã vai ser a primeira coisa que vou fazer. Comprar Run.

E provavelmente com isso a lista de tarefas dela.estaria fechada.

Comprar rum, barco, aprender a navegar em segredo para impressionar Emily, comida e partir.

- Tem..hnmm. hnmm mastigava tentando engolir, bebendo o suco pra ajudar. - Uma loja de armaduras por aqui?



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyQui 13 Dez 2018, 17:20





Caminhos revelados - 7
Ver ambos bem, talvez fosse uma das melhores coisas que a tritã poderia ter visto, quando estava chegando em casa, não só poderia aliviar o sentimento esmagador de saudades que poderia existir em algum momento em seu peito, como também qualquer curiosidade sobre o rumo dos dois ou o que faziam, de imediato, pelo olhar já poderia se sanar as dúvidas, a dupla aproximava-se da casa, levando um tempo até que notassem a ruiva que os esperava, Emily parecia super animada, enquanto o rapaz, teria desviado o olhar levemente para o chão, enquanto suas bochechas teriam um pouco de cor nelas, como se o rapaz tivesse um pouco de vergonha de encará-la, talvez como uma admiração pura, vinda do fato da moça permitir que seu sonho, agora tenha sim chances de se realizar, algo que ele por conta, nunca teria feito por conta própria, segundo o que ele mesmo acreditava.

Enquanto Emily prontamente avançou, correndo mais rápido para aproximar-se o rapaz manteve o mesmo ritmo e com um sorriso meio sem graça, enquanto levou o indicador para coçar a bochecha, olhando para o lado e em um tom trêmulo o rapaz teria a respondido.

- E-Eu achei que seria importante comprar suprimentos médicos e algumas coisas com o que eu tinha… Sabe? Para caso precisar, poder ajudar….

Diria o rapaz que chegava a parecer uma vara de bambu tremendo, naquele momento, enquanto tentou a olhar diretamente nos olhos, o que não durou mais de um ou dois segundos. Então o segundo questionamento, o fez tentar responder sobre a bolsa, havia sido um pedido da criança, um capricho que ele havia concedido a ela, mas explicar isso talvez fosse complicado, seus lábios tremiam e palavras tentaram sair da sua boca, mas era interrompido assim que balbucia-se algo que não poderia sequer ser entendido, o rapaz, teria olhado para Emily que pareceu ali tentar tomar as rédeas, mas o rapaz apenas colocou a mochila apoiada sobre a entrada, para que não pudesse estragar nada do que havia comprado e partiu dali, para cumprir a ordem a ele dada, o rapaz poderia ter questionado, ou mesmo reclamado, mas algo dentro dele apenas lhe disse que ter ido, teria sido mais fácil para que todos pudessem comer depois, do que discutir com a tritã.


Era notável que Emily teria tentado puxar o rapaz, mas não teria sucesso e com isso ela teria olhado com as bochechas levemente inchadas de ar, como se estivesse prestes a dar uma bronca em Shaanti.

- Foi um presente que eu pedi pra ele comprar e mesmo ele insistindo para carregar, eu queria te dar com minhas mãos, para te ver com um sorriso depois que a gente chegasse, pra mostrar que eu mesmo longe tinha pensado em você… Bruta.

Ainda que fosse carinhosa em suas palavras, a bronca teria soado como deveria e a garota teria com a pouca força que tinha empurrado a mochila contra Shaanti a forçando a segurar e a soltando. Era uma bolsa grande e bem bonita, ao qual sem dúvidas poderia fazer os gostos da garota, mas antes que Emily decidisse simplesmente entrar na casa, como se tivesse ofendida, a história que Shaanti havia dito sobre o rapaz a teria chamado atenção… No fim tinha um propósito para aquele tratamento espartano? A garota parou ali e olhando para baixo, apenas pensou em como deveria ser difícil para o rapaz, que ainda assim se mostrava muito, muito gentil. Emily alcançou a maçaneta, enquanto com a outra mão tentou arrastar a mochila de Gutinho pra perto.

- Foi divertido, a gente passou em um monte de lojas, incluindo uma onde tinha um ferreiro que fazia armaduras bem bonitas, você iria gostar.

Teria dito a garota já girando a maçaneta e com a força de seus bracinhos, teria aberto a porta e conseguido arrastar a mochila pro lado de dentro, deixando a oportunidade para que a tritã entrasse e fechasse a porta. Uma vez que já estivessem lá dentro, poderia notar um cheiro bem gostoso de café, assim como de pão quentinho, quase como se tivesse algum poder mágico o velho havia preparado as coisas a pouco tempo e já encontrava-se na mesa, comendo. E com um sinal de mãos logo chamou as duas para que se juntassem, tendo elas se juntado de imediato ou não, levaria cerca de mais quinze ou vinte minutos para que Gutinho chegasse, com uma aparência física realmente cansada, onde ele se arrastaria praticamente até uma das cadeiras, onde teria pego algo para comer e assim o faria. A mesa do café era farta como sempre, destacava-se dessa vez o pão fresco e o café, mas ainda assim havia um suco avermelhado, que pelo gosto, poderia supor que era de morango, assim como algumas frutas e frios diversos que encontravam-se sempre em boa disposição, o velho não economizava mesmo em fazer algo bem feito para a hora de comer. O homem teria parecido entretido comendo até que em um momento teria perguntado ao neto.

- Você está bem? Parece que lutou contra um esquilo e perdeu. De toda forma, depois de comer, entre no banho, não sinto seu cheiro daqui, mas pelo estado das suas roupas, não deve estar bom não.

O garoto concordou com a cabeça e levantou-se indo lavar as mãos, lembrando-se disso naquele momento, antes que voltasse a comer, de cabeça baixa, mas ouvidos levantados, prestando atenção na conversa.O Senhor então, teria respondido após um tempo sobre o possível local de troca.

Há um centro de trocas, próximo da região portuária, com o nome L.A, em um painel com neon vermelho, bem chamativo, procure pelo Rick, é um velho conhecido meu e ele deve fazer uma conversão justa pra vocês.


Teria dito o velho, enquanto continuou a comer. As tarefas para o dia seguinte pareciam claras, bem estabelecidas e cabia a Shaanti, decidir como o faria.


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyQui 13 Dez 2018, 20:37




Pirralha

11


-Também pensei em você pirralha. - pensava enquanto agarrava a mochila. Não haveria se incomodado tanto com a reação de Emily nem com o xingamento de bruta. - Você só ainda não entende o que ele precisa de mim.

Gutinho havia tido uma vida que talvez pudesse ser descrita como complicada, mas pelo outro lado só havia recebido pena, Shaanti tentava fazer o mesmo que seu mestre havia feito, pois era assim que havia aprendido.

- Ele ficará forte, mesmo que não acredite que consegue. - falaria ao ver Emily entrando, mas ela própria ficaria ali parada em silêncio esperando que ele concluísse como prova do que havia dito, pois não mentia e só comeria se Gutinho se mostrasse capaz de fazer o que ela mandasse. Talvez fosse estranho, mas era seu modo de mostrar para ele que contava com ele e que acreditava…. Bom, bem lá no fundo acreditava.


- Hnm, foi um pouco melhor que antes pirralho, mas ainda não tá legal. - teria usado sua habilidade nata de medir o tempo para chegar nessa constatação? Sim, poderia ter usado, mas não o fez e por isso havia sido só um comentário que pra ela poderia ser verdade.

Logo haviam entrado, o velho resmungão já havia deixado uma refeição completamente pronta para elas.

- Depois tem a cara de pau de dizer que não gosta da gente, tsc. - Puxou a cadeira sentando-se com as pernas abertas. - Só faltou bebida para adulto. - reclamaria, desconsiderando toda a hospitalidade que já lhe era oferecida.

Se Emily lhe chamasse a atenção ela completaria.

- Ta, ta, valeu a comida velho. Agradeço por ela ser nova e não velha que nem você. - Se mais uma vez fosse chamada a sua atenção pela rudeza completaria. - Ta, não velho. Centenário… Nem vem, ele é centenário, no mínimo. Ou tá muito acabado, você sabe que eu… bem, eu… - viraria a cabeça para o lado esganiçado a voz. - SÓ FALO A VERDADEEEEEE. - a verdade era que sim, mas sempre tentava mentir e por isso mesmo nem a tritã era capaz de acreditar que era verdadeiramente honesta, embora todos os outros pudessem perceber quando o era.

>>><<<

- Rick? Seu amigo? HAHAHAHAHA. ACHEI QUE TODOS OS SEUS AMIGOS JÁ TINHAM MORRIDO, HAHAHAHAHA. ELE TEM O QUE? 115? HAHAHAHA. . - se mais uma vez repreendida só responderia com um: - Tá…. - - Chata. - mostraria a língua para Emily.

>><<<

Depois da janta, já com o ouro devidamente acomodado na mochila e tritã iria para o quarto.

- Gostei da mochila. - diria quando a sós com Emily. - Agradece o pirralho também. - Não vou, ele não precisa disso de mim. - responderia no caso de Emily dizer que ela mesma deveria agradecer. - Você não vai conseguir entender o que ele precisa de alguém como eu. - viraria para o lado, um pouco chateada. - Amanhã vou arrumar as coisas para partirmos. - sentiu-se amarga, pois também havia pensado em fazer isso sozinha e isto lhe trouxe o sentimento de solidão que havia sentido durante o dia de volta. - Mas vou te impressionar quando eu aprender a navegar.


>>>><<<

Shaanti pretendia sair cedo no dia seguinte, daria folga para o pirralho naquela manhã, já que acreditava que o mesmo estaria com dores em todo o corpo.

- Vou deixá-lo apreciar as dores, hehehehe, se for esperto deve sair pra correr sem que eu mande. - movimentar-se ajudaria a soltar os músculos e ele como médico deveria compreender isso.

>>><<<

Não havia pegado instruções precisas com o velho, mas perto do porto não deveria ser algo difícil de se achar, ainda mais que a cidade ficava em frente e assim Shaanti seguiria por fora dos limites da cidade.

Anteriormente havia até mesmo entrado em uma loja… Mas naquele momento Emily estava em perigo e isso lhe deu coragem de avançar, mas agora? Ela teria parado nos limites da mesma, olhando para as casas enquanto lembrava do fogo se alastrando e das pessoas gritando. Fecharia a mão ao redor do arpão que estaria carregando consigo e a outra da alça da mochila.

- É só uma cidade humana que você não pode incendiar… Não é nada demais. - suspirava profundamente, mas não atravessaria a cidade, seguindo então de uma forma que a levasse a contornar a região até alcançar o mar, pois lá ainda seria forçada a passar pelas construções, mas aí teria o mar ao seu lado.

Ao chegar no mar ela viraria mais uma vez para a direção da cidade de modo a cruzar o porto de um lado a outro até ver a maldita loja com letreiro vermelho neon.


- Ele devia querer ter um puteiro.

Se chegasse até a mesma e pudesse entrar.

- EIIIII, ALGUÉM AQUI? UM VELHO ME FALOU QUE PODERIA TROCAR OURO AQUI. - Se visse o dono, o qual esperava ser velho ela diria. - Centenário também. - Caso fosse o oposto. - Você devia ser velho. - reclamaria com o mesmo, soltaria a mochila com o ouro sobre o balcão em qualquer um dos casos.

- O velho que é avó do Gutinho me falou que você faria um cambio justo. Pelo bem dele espero que sim, hehe.

Todavia Shaanti se encontrava sem muitas opções, já que não sabia quanto ouro valia, nem negociar e para piorar estava precisando de dinheiro e por isso acabaria aceitando o que lhe fosse oferecido dado a sua incapacidade de saber se era muito, justo ou pouco.

- Ta, pode ser. Você deve tá me roubando, mas tenho coisas mais importantes pra fazer que perder tempo aqui… Diz aí, pra que lado mesmo tem uma carpintaria?



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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptySex 14 Dez 2018, 17:51





Caminhos revelados - 8

Para Emily, talvez faltasse um pouco de compreensão, de que aquilo era para o próprio bem de Gutinho, mas poderia Shaanti a culpar? Ainda lhe faltava maturidade como adulta, quem diria  a uma criança? Ainda que bem, Emily fosse bem precoce em muita coisa, lhe faltava muita vivência, coisa que a tritã tinha de sobra. De todo modo, ambas poderiam crescer juntas enquanto estivessem em uma mesma jornada, decidiu esperar em pé, talvez fosse o seu modo de mostrar-se séria quanto ao que havia dito, sua auto-punição, também era motivacional, querendo ela ou não, o rapaz preocupava-se também com ela, afinal… Como poderia ele esperar realizar o seu sonho se não tivesse o suporte da tritã?  O rapaz  estava estrupiado e bem cansado, era notável pelo modo como ele mal conseguia se colocar de pé, mas havia um sorriso no rosto do rapaz, ao vê-la esperando por ele, talvez o rapaz tivesse entendido o propósito daquilo?

Enquanto comiam, o velho parecia tão entretido com a própria comida, que só fazia uns olhares tortos, a pequena, por outro lado, dava pequenos chutinhos por baixo da mesa, que não chegavam a doer, enquanto a olhava com repreensão, estavam sendo muito mais do que bem tratadas, o comportamento de Shaanti deveria melhorar, pelo menos enquanto fossem hóspedes, era algo que ela poderia cobrar um pouco da ruiva. No fim seu jeito e até a voz esganiçada, conseguia arrancar risos do próprio velho, como se ela não tivesse jeito mesmo e por fim ele após beber um grande copo de suco, por fim falaria.

- Bebida pra adultos? Quem sabe quando você for menos criança que a mocinha eu compre alguma para você? Ou quando vocês forem, acho que  é mais fácil isso acontecer primeiro.

Teria dito o velho em um tom de zombaria, como se tivesse entrado no espirito da brincadeira, pelo seu próprio tom de  gargalhar logo depois, isso seria bem notável.

Quando enfim terminaram de jantar, Gutinho teria ido para o banho, e o próprio velho cuidou de arrumar as coisas, parecia estar acostumado as tarefas de casa, fazendo com que a tritã e Emily pudessem ficar livres, a só ao se dirigirem para o quarto de hóspedes, e frente ao agradecimento a garota demonstraria alegria ao ver a reação da tritã sendo grata.

- Fico feliz que você tenha gostado, foi difícil achar algo que eu pensasse que pudesse te agradar mas… Eu pediria pra você agradecer a ele… Ele que pagou né… Mas acho que você agradecer duas vezes em um dia, provavelmente causaria um furacão em alguma parte do mundo hahahaha

Diria a garota que se divertia com a situação de forma descontraída, ainda assim pela bronca anterior, a tritã ainda se sentia um pouco amargurada, e ao deitar-se, pensava que poderia a impressionar, quando aprendesse a navegar. Saindo Cedo, pela manhã seguinte, poderia já encontrar Gutinho e o velho preparando as coisas para a rotina logo cedo, e para a surpresa de Shaanti o rapaz estava  calçando  tênis para corrida, onde com um sorriso meio assustado, teria dado a sua resposta para a tritã, que poderia muito bem ter visto que sua tutoria tinha algum  resultado.

Quando andou pela Cidade, Emily a acompanhava e era inevitável  que isso pudesse chamar um pouco de atenção e alguns olhares fossem direcionados a dupla, não era uma cena comum. Alguns cochichos maldosos poderiam até ser ouvidos em parte, assim como algumas crianças também apontavam com comentários como “ olha, ela é azul mãe”, e similares, incomodada com isso, a própria Emily, segurando a mão da tritã, antes que ela fosse comprar briga a apertaria e diria:


- Eles são bobos, nunca viram moça bonita, por isso que ficam falando essas coisas

Teria dito a garota em um tom gentil e sincero, ainda que fosse claro pela sua expressão que ela estava muito irritada com o que ouvia, a sua gentileza talvez apartasse uma possível cólera e a vontade de botar fogo na cidade, talvez só aumentasse em algum momento ali. Não levou muito tempo para que chegassem a região portuária, que nesse momento estava bem agitada, haviam diversos tipos de navio, comercial aportando e vários produtos sendo descarregados, haviam barraquinhas vendendo diversos tipos de comida, fosse peixes frescos, ou frutas como uma grande feira ou até mesmo  barraquinhas de pastel e similares, onde poderiam passar e beliscar alguma coisa depois. Mais ao fundo, próximo das docas, poderia ver uma loja com um grande painel indicando que ali haviam embarcações e se trabalhava com marcenaria e o nome: Jorge Carpinteiro estampado na entrada, só ajudava ainda mais a quem não tivesse entendido. Andando mais um pouco, teria  encontrado o chamativo lugar, que era bem grande, para uma loja de penhores, trocas e cambio, uma vez que tivesse entrado, poderia ver os mais diversos tipos de quinquilharias, desde armaduras medievais puramente para enfeite, até mesmo quadros de arte, relógios e várias coisas que se encontravam a disposição a venda, mais ao fundo, atrás do balcão, havia um rapaz que parecia ter pelos seus 40 anos, loiro vestindo um chapéu listrado das cores verde e branca, praticamente tapando os olhos, pelo seu jeito meio vagabundo e charlatão, fácilmente seria dito como desonesto se fosse levar apenas a aparência física em consideração.

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- Bem vindas a minha loja! Vocês vieram fazer câmbio, penhorar, vender ou comprar algo?

Logo tendo sua resposta o homem riu ao ver que esperava que ele fosse velho também e levou um tempo até que pudesse entender de quem tratava-se a pessoa que havia o recomendado pegou um leque e abanou levemente a sua frente o próprio rosto enquanto riu, enquanto com a outra mão colocou sobre o balcão de vidro.

- Oh,  isso explica o porque você esperava que eu fosse mais velho, devo aceitar como um elogio? Bem, aproxime-se aproxime-se,  não sei se ele me apresentou mas, sou Rick, sou herdeiro desse estabelecimento e bem, ele não mentiu, ele ajudou meu avô a construir esse lugar, que eventualmente foi do meu pai e… Agora é meu.  Não não, meu pai ta bem, ele não morreu não, apenas tinha ambições de tornar-se cavaleiro em uma ilha próxima, ou algo assim, ele deixou a loja pra mim quando eu ainda era bem novo ohohoho.

O homem então apontou com  a mão um balcão de madeira onde ela poderia por o tesouro que gostaria de converter em berries, e o homem analisou peça por peça de maneira meticulosa, parecia saber o que estava fazendo e então o seu jeito meio vagabundo, deu lugar para um olhar sério, ao terminar de ver a última peça do tesouro.

- Vou ser honesto com vocês duas, não sei onde conseguiram mas, é um tesouro bem valioso. Deve valer algo na faixa dos doze  a quinze milhões de Berries… Isso é, caso vocês queiram passar pelo menos dois meses, procurando e vendendo a diferentes pessoas, eu gostaria em respeito ao velho de lhes oferecer uma quantidade mais próxima do valor total, mas tenho uma loja para gerir, funcionários para pagar e eu provavelmente vou ficar com esse tesouro parado aqui por um tempo, gerando custos de armazenagem e…. Bem, eu preciso de algum lucro. Então essa é a proposta, eu posso te conseguir um desconto de 1 milhão de berrys em algum dos itens da minha loja junto a 10 milhões de berrys, pagos em dinheiro. O que acham?

O homem faria a proposta, como negociador, era bem sério, e mesmo que tivesse ouvido que provavelmente estaria roubando, ele só deixaria o semblante mais sério de lado novamente, se deixando relaxar um pouco com sua risada chamativa,  não teria algo a acrescentar, afinal, ele havia explicado o quanto valia e o porque poderia pagar menos pelo tesouro.

- Bem, aqui perto mesmo, tem  a carpintaria do Jorge, caso queira comprar uma embarcação grande, os preços dele são bons, se você não mostrar de cara quanto dinheiro tem e… Tem  ao lado dele, uma que eu pessoalmente recomendaria, ela é mais humilde e faz embarcações mais humildes, também.a loja de Orihara, moça bonita e que cobra barato!

Teria dito o rapaz olhando pra cima, como se pudesse imaginar a imagem da bela moça, onde ele acabava até mesmo ganhando uns tons de vermelho na bochecha. Emily, enquanto isso parecia distraida, olhando as coisas da loja.


”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptySex 14 Dez 2018, 20:39




Um velho não tão velho.

12



Uma das sobrancelhas de Shaanti ergue-se a visão matutina de um jovem já pronto para correr. - Parece que tem alguma fibra em meio a essa covardia. - Pode decidir quantas voltas. - teria dito logo antes de deixar a casa.

>><<

O caminho seguido só servia para inflamar suas antigas memórias e comportamentos. Shaanti começava a sentir o forte pulsar do seu coração gritando pelo sangue daquelas criaturas detestáveis, ecos do seu passado que atualmente permaneciam adormecidos em seu interior apenas esperando a melhor oportunidade.

Seu rosto já se torcia em um sorriso sádico e em sua boca respostas ácidas ganharam vida.

- AHNNN, TA OLHANDO O QUE BASTARDO? AHN? ANG?

Mas foi de seu lado que a resposta que precisava chegou, um pequeno conforto ergueu-se pelo seu braço com o aperto delicado da pequena, o sentimento foi o suficiente para desinflar seu ânimo, ainda que sua resposta seguinte ainda fosse regida pela fúria cega.

- Sorte deles que você ta aqui. - Não havia provável necessidade de completar a frase, pois seu significado teria ficado completamente compreensível dado o tom utilizado… por fim, respirou fundo e liberou o ar após um momento suspenso. - É difícil ser boa. - ainda que tivesse se acalmado um pouco ruiva prometeu a si mesma que se visse a criança que lhe chamou de azul deixa-lo-ia com um olho tão azul quanto.

- Bobos? AHH, VAMOS, você faz melhor. Diga comigo: r-e-t-a-r-d-a-d-o-s. - após o golpe. - AII, O QUE? São mesmo…hnm

>>><<

O café da manhã ter-se-ia mostrado garantido enquanto permanecessem no porto, quitutes aqui e ali serviram de desjejum para ambas assim que a fome apertasse, não que fosse ruim comer de graça na casa do velho, na verdade comer e de graça eram duas coisas que muito agradavam Shaanti, mas naquele dia havia decidido partir sem o café para poder experimentar algo novo, embora pagar fosse tirar um pouco do sabor da refeição.

>><<

- Não, não foi um elogio. - sacudia a cabeça sem nem mesmo perceber abanando a mão em frente ao nariz.

- Ahn? Teu pai foi embora? HAHAHAHAHAHAHAHA, é algum tipo de costume popular? Abandonar os filhos? HAHAHAHAHAHAHAHAHA. - ria por ter sido abandonada também.

Não sabia quem era seus pais, mas vindo de onde veio era provável que fossem piratas e que houvessem morrido durante alguma viagem, o que parando agora para pensar…. Era uma história parecida com a de Gutinho. - Será que foi por isso que ….. Nahh, eu só quero alguém pra atazanar. Sim… é isso.

Procuraria alguma cadeira/banco para sentar enquanto ouvia as explicações do comerciante.

- E porque eu vou querer alguma tranqueira? - retrucou com genuína confusão, mas de toda forma começou a passar os olhos pela loja de quinquilharias e por fim daria os ombros. - Ve se quer algo. - diria para Emily se virando a seguir novamente para o vendedor. - Também pensei em virar cavaleira…. Qual o nome da ilha mesmo pirralha? - esperaria Emily fornecer a informação enquanto palitava os dentes com a unha do mindinho. - Isso, Lvneel…. Se eu ver teu pai lá dou uma surra nele por você. - falaria imaginando que essa também era a vontade do vendedor… Porque não seria.

Então antes de alguma reação prosseguiria. - Então? Cadê meu dinheiro? Não acho que tu tá ficando mais novo.

Enquanto o comerciante estivesse indo contar os berries a tritã se levantaria para procurar alguma manopla surrada que pudesse lhe servir de arma, gostava é claro do arpão, mas também precisava de algo mais realista às suas necessidades, já que nem sempre estaria lutando contra tubarões monstro e por fim se achasse algo que lhe service gritaria. - VOU FICAR COM ESTAS TAMBÉM.

Por fim pegaria seu dinheiro, pondo-o na mochila e a mesma nas costas, as manoplas e o que quer que Emily tivesse escolhido e por fim, se houvesse sobrado algo do vale falaria. - De pro velho… Ele deve gostar de coisas da idade dele. começaria a caminhar para fora da loja. - Qual o nome do teu pai? - perguntaria quando já estivesse na porta. - Hnm, certo. Ahh, pode deixar, direi para a tal de Orihara que você mandou um beijo, HAHAHAHAHAHAHAHAHA. - não havia deixado passar totalmente despercebida a reação do homem ao falar dela.

- Vamo lá, tá na hora de comprar um barco de presente pro Gutinho, hehehehehe. - o jeito que havia falado deixaria completamente claro que não tinha somente boas intenções com esse presente, se é que houvesse alguma boa.

>>><<<

- EIIIIII, Oriharaa? O Rick apaixonado por você nos mandou aqui. - seria este o cumprimento da tritã. - Preciso de um barco e ele de um beijo. - se repreendida pr Emily. - QUEE, você viu a cara dele tanto quanto eu.




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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyDom 16 Dez 2018, 08:34





Caminhos revelados - 9


A gentileza de Shaanti a Gutinho, certamente seria lembrada, quase como em um jogo Storrytale, de certo aquela escolha positiva teria bons frutos no futuro e ela poderia sentir isso pelo modo como o rapaz havia lhe sorrido. O caminho até a loja do rapaz, se fazia até que tranquilo, isso é se você consideresse como tranquilo de se lidar a situação chata ao qual a dupla havia passado, ainda que  tivesse um fim tranquilo para aquilo, onde poderiam prosseguir pelo caminho, de certo aquela criança merecia muito ter o olho azul, se não tivesse noção de sair apontando para as pessoas e dizendo suas cores, obviamente as pessoas sabiam suas próprias etnias, porém apontá-las como algo estranho, de certo não  agradaria ninguém e certamente, mostrava-se como mais uma provação em como ser boa era difícil, talvez em outros tempos tivesse socado o garoto ou até feito pior, de todo modo uma realidade poderia se passar ou não em sua cabeça, alguém assim uma hora acha o dele.

Emily olharia para Shaanti e quase como se tivesse corrompido um anjo,naquele momento poderia ter visto a garota forçando os lábios para repetir em um tom que parecia empolgado demais por fazer algo que em sua cabeça talvez fosse errado.

- São retardados mesmo!

A criança teria colocado a mão em frente a boca se deixando divertir-se um pouco com aquilo, enquanto  a tritã teria de lidar com o loiro, para a pequena aquele lugar era o paraíso, havia história para toda parte, talvez mesmo um parque de diversões, não fosse tão legal para Emily, quanto aquela loja. Quando perguntado sobre o possível costume popular o rapaz teria colocado a mão por baixo do queixo, onde ficava mais notável a barba por fazer olhando de modo sério, como se tivesse o olhar mais julgador do mundo, sua mão alisava o próprio queixo, como se esfregasse uma lâmpada mágica e então ele diria:


- Pensando bem, a maior parte das pessoas com quem cresci, não tiveram seus pais… Talvez seja cultural mesmo Ohohoho.

Diria o homem desfazendo toda e qualquer seriedade que uma vez já teve. O homem pareceu um pouco confuso, com uma possível recusa do bônus, no entanto para a criança, aquele era como o melhor dia de todos, havia visto tanta coisa que lhe atraia a atenção, que tinha até dificuldade de escolher o que levaria, por fim, seriam alguns livros raros as suas escolhas, alguns deles contendo ilustrações ou capas com pedras coloridas, bem bonitos por sinal.

- Oh, você vai dar uma surra nele? Bem, nunca ouvi falar sobre uma cavaleira, talvez seja hora de começar a ouvir? Ohohoho, mas, aqui esta o dinheiro, não me deixe tomar mais do seu tempo.

Diria o homem entregando prontamente o dinheiro, após pegá-lo de um balcão, sem qualquer problema, enquanto Shaanti teria sucesso em encontrar vários tipos de par de luvas e manoplas, algumas mais surradas, claramente, mas poderia escolher uma que fizesse o seu gosto. O homem então, por fim contabilizaria o que havia sido pêgo, Emily estava tão encantada com os novos livros que mal parecia ter notado  o comentário de Shaanti em um primeiro momento, o vendedor, tiraria então qualquer tipo de trava que seus materiais poderiam ter, para evitar ser roubado, já que elas haviam adquirido de forma legal e então responderia a garota sobre o pai.

-   Sue…. Sim, ele é um garoto chamado Sue… Talvez isso explique muito sobre os problemas de abandono, pensando bem… Ohohoho e… Bem, quem sabe com você mandando as coisas não sejam diferentes?

Diria o homem, que claramente não tinha um pingo de vergonha na cara. Saindo da loja, frente ao comentário de Shaanti, a pequena responderia, com uma genuína dúvida.

- Como assim?

Era o tom mais puro  que uma dúvida poderia ter e tivesse ou não uma resposta, ela prosseguiria para a loja, junto a ruiva. Adentrariam loja de Orihara, lá poderia ver diversos tipos de modelos de barcos e botes pequenos, assim como remos, não era nada muito chique, mas era tuodo muito bem trabalhado. Ao fundo, havia uma moça de cabelos marrons bem bonita que devia ter entre seus 25 e 30 anos, claramente muito mais nova que Rick.

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- Olá, bem vindos!... Rick? Provavelmente deve ser mais uma de suas brincadeiras haha, Vocês procuram por que tipo de produtos ou serviços? Querem comprar um barco? Querem Que eu arrume algum barco de vocês? Eu trabalho sozinha, então, não consigo fazer nada muito grande, mas, meus preços são pequenos, também.

Diria a moça de forma simpática, sua voz era o mais puro veludo e ela debruçava-se sobre o balcão enquanto esperava pela resposta. Emily sentou-se em um dos banquinhos, onde começou a ler o seu livro novo, se Shaanti lhe pergunta-se sobre  o que lia, ela poderia lhe mostrar a capa do livro, cheia de cristais e diria com empolgação.

- Esse é um livro sobre as guerreiras  de cristal! Eu sempre ouvi falar, mas sempre foi difícil de achar

Diria ela enquanto balançava os pezinhos na cadeira, esperando pela escolha da tritã. Enquanto isso a vendedora, esperaria a decisão da tritã, deixando a mostra um catálogo de preços a mostra.

Citação :


Bote: Preço: 50.000 B$
Canhoneira: 500.00 B$
Escuna: 3.000 B$

Se perguntada sobre a possibilidade de um projeto próprio, e não algo já pronto, a garota responderia com um sorriso no rosto.

- Todos meus produtos eu mesma que faço, desde que use a mesma quantidade de material, posso fazer alterações, tem algo em mente?

Diria a garota com simpaticidade, aguardando fechar negócio.


”Histórico”:
 

[/quote]

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyDom 16 Dez 2018, 11:41




Ué, você faz barcos?.

13



Não havia entendido bem ao sair da loja, afinal que filho chama seu pai de garoto? Mas de toda forma teria gravado aquele nome na memória para que assim pudesse mandar “lembranças” ao pai do vendedor. Quanto a manopla a tritã pouco teria se importado com a beleza escolhendo unicamente pela funcionalidade e o conforto que proporciona ao usar.


>>><<<

- Você que faz barcos? - havia uma completa incredulidade na voz de Shaanti. - Achei que seria um tipo de mulher gorila musculosa. Sabe? Toda fortinha… - Shaanti estava decepcionada com o mundo. - Você parece uma florista.


- Mas se você diz. - daria os ombros. - Mas o Rick tava com.cara.de.idiota sonhador imaginando os seus beijos. E vou querer um bote mesmo. - se aproximou da mulher e com um tom.de.voz bem baixo, para aproveitar- se do fato de Emily estar distraída a ruiva completou. - E bem… Também…. Sabe… - fazia sinais com a mão imitando o segurar de um timão. - Você sabe…. - provavelmente a vendedora não saberia. - Aprender a navegar. - as bochechas dela corariam pela vergonha do pedido. - Eu… - essa era uma das palavras que ela tinha maior dificuldade em dizer. - Pa… paaagoooo, ufa.


Esperava como uma criança ansiosa a resposta da moça. Nunca havia sido muito boa em esconder os sentimentos e esses sempre se mostravam facilmente, ansiedade e vergonha por ter de admitir para uma humana tão mirrada suas deficiências.

- Tem um…. Pirralho que vai viajar com nós. É molenga e chorão, bastante medroso…. Mas tem alguma determinação. Remar vai ser um bom treinamento. - seria a resposta caso fosse indagada sobre porquê de ser apenas um bote, ou sobre não desejar algo um pouco maior.

Se a mulher se mostrasse disposta a ensinar a Tritão perguntaria se Emily poderia ficar por ali, e se era seguro. Pois agora que a criança havia começado a.ler era provável que nem percebesse a ausência delas ou visse o tempo passar. Todavia se ela própria não pudesse ensinar a ruiva perguntaria com quem poderia aprender e se nesse caso Emily também pudesse ficar ali lendo enquanto ela aprendia.


Sendo possível o aprendizado naquele momento a ruiva se dirigiu para Emily.

- Vou com a florista… errrrr…. Testar. Isso, isso, sim, só testar, mais nada, vou com ela…. Testar os barcos… fica aqui e se comporta. - obviamente era Emily que precisava desse aviso e não ela própria.


Início do aprendizado de navegação.

Acompanharia a florista até onde a mesma a leva-se, e durante algum tempo tentaria ser educada e quem sabe uma boa aluna, não que isso lhe impedisse de a cada tantos momentos questionar se a florista teria realmente certeza do que estava ensinando.

- Tem certeza que você não é mesmo uma florista? - Devia ter procurado um Tritão pra me ensinar, de onde foi que tirei que humanos sabem navegar?

Ainda assim se esforçaria para manter o foco, pois queria impressionar Emily na próxima vez que fossem navegar.

Fim do aprendizado

De volta a loja a tritã pagaria o barco.

- Vamos pegar depois, zarpamos daqui mesmo. - avisaria a vendedora sobre suas intenções.

Começaria a sair da loja.

- Onde eu arrumo um megafone? - e sem agradecer a possível informação sairia chamando Emily pra ir consigo. - Vamos lá tracinha. - embora pejorativo o apelido teria sido dito com carinho. - Vai querer comer o que? - daria dinheiro para que a pirralha fosse comprar a comida que quisesse.

Mais tarde enquanto mordia o que Emily tivesse comprado perguntaria. - Pra onde era a loja de armaduras?

Com a resposta começaria a andar e só então perguntaria do que o livro se tratava.

- Guerreiras de cristal Não me parece nada bom, HAHAHAHAHAHAHAHA, deviam viver quebrando, HAHAHAHAHAHAHAHA.






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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyDom 16 Dez 2018, 21:14





Caminhos revelados - 10

Surpreendia-se com o fato de moça tão esbelta ser a sua atendente, de certo ela não tinha o porte físico para uma construtora naval, mas nesse mundo muito poderia se enganar, caso fosse levar tudo pelas aparências, diante do comentário, aceitando como um elogio a moça com um sorriso, simplesmente teria dito:


- Eu gostaria de trabalhar com algo mais leve, sempre me falam sobre isso mas… No final do mês, quem tem de levar a comida pra casa sou eu e… Mesmo sendo um negócio difícil, é o que eu sei fazer… Pensei em abrir uma loja de marcenaria de outras formas, talvez artigos de decoração, algo mais a minha cara, sabe? Mas, infelizmente eu não tive sucesso vendendo essas coisas e… Manter uma loja no porto é caro, se você não faz dinheiro.

Teria dito a moça coçando levemente o queixo com o dedo indicador, claramente sem muito jeito, era uma vendedora simpática e poderia surpreender talvez, que a movimentação de sua loja fosse tão baixa se comparada a loja vizinha que era muito maior, talvez pela demanda por coisas grandes e pelos prazos serem menores atrairem mais do que algo feito por uma só pessoa. Diante dos comentários da ruiva, a garota ruborizou um pouco, como se finalmente começasse a acreditar na idéia que até então parecia uma piada, ainda que tivesse certa idade, não se sentia preparada para algo assim, pelo menos, nunca pensou no rapaz como algo mais do que um colega vendedor e isso a deixou desconcertada por alguns instantes. Voltou a realidade, quando o negócio lhe foi oferecido e prontamente a moça com um sorriso a olhou, mostrando-se bem prestativa.

- Claro, claro! Um bote. Eu preciso de três horas para fazer um, se ele for comum, você tem alguma especificação? Algum tipo de detalhe, uma vela extra, algum nome talhado na madeira como preferência? Se tiver posso arranjar, coisas como velas, não são muito eficazes para botes, mas há quem use para esportes puxados por outras embarcações, então, mesmo não sendo prático, tem doido pra tudo!

A moça esperaria a resposta e na ausência de algum detalhe a mais,continuou a prestar atenção no que a tritã havia a lhe pedir, onde colocou ambas as mãos sobre os ombros da tritã, era possível ver que os olhos da moça enchiam-se de água, como se ficasse muito feliz com alguém lhe pedindo para ensinar algo e suas palavras, só confirmariam isso.

- Claro! Eu te ajudo, eu tenho alguns conhecimentos navais, de navegação e tenho alguns bons materiais de apoio para ajudar… Sabe, eu sou muito chamada para encontros e coisas assim, mas é a primeira vez que alguém me pede para ensinar algo! Não precisa me pagar, caso você queira, sua irmã pode ficar mais a dentro da loja, enquanto eu te ajudo, é mais seguro e tem um sofá muito bom!


A moça logo se recolhia, após excessivo empolgamento apontando a direção, e abrindo a parte do balcão para que pudessem passar, uma vez que pudessem passar, a moça se concentra muito mais no que havia de fazer do que em especificações sobre o porque ela queria o bote, não importava muito para ela, se fosse honesta. Emily teria ficado lendo, seguindo as instruções de Shaanti, a menos que ela tivesse a chamado para que pudesse aproveitar do sofa, para fazer sua leitura, enquanto ela aprendia.

Atrás do balcão, havia uma porta ao qual onde elas passaram, havia um escritório simples, com alguns livros espalhados e alguns materiais de construção, com um sofá bem grandão que Emily poderia ou não estar desfrutando nesse momento. A moça, foi bem atenciosa e aprender com ela não seria un desáfio para a tritã, já que a didática era muito boa, ainda assim, passaram-se pelo menos 3 horas, até que pudesse sentir firmeza de que poderia navegar, usando dos conhecimentos a ela transmitidos.

A moça pegou o dinheiro e logo teria dito,após ser pega, enquanto já estavam na parte da frente da loja sobre o prazo de entrega e tudo mais.

- Tenho, bem eu gostaria de ser uma florista, mas… Bem, até as 20h seu barco deve estar pronto! Vocês mesmas vem buscar? Ou querem que eu entregue em algum lugar? Se não for muito longe, eu não cobro nada a mais.

Uma vez que tudo estivesse claro a moça simplesmente acenaria, grata por ter concluído a negociação, até que quando estivessem quase saindo, houvesse por parte dela, uma pergunta ao qual ela saberia responder e poderia ajudar mais uma vez.

- Bem, um megafone? É bem específico mas… Em loja de utilidades gerais, você deve achar, no porto, próximo da loja do senhor Rick, tem uma loja de utilidades, que você pode encontrar, provavelmente, eu não sei muito sobre os preços ou quem trabalha lá, mas de certo deve ser por lá a loja mais perto daqui.

Com isso, ambas poderiam ter saído da loja e Emily finalmente fechou o seu livro, com um grande sorriso no rosto, deixando um marcador de página, na metade dele. Ela voltou a atenção a Shaanti e então comentaria algo que a deixou um pouco encucada, já que ela não sabia muito como tinha acontecido a negociação.

- Ela foi difícil de negociar? Você levou um bom tempo, deve ter escolhido um barco bem bonitão, né? Hm… Bem, eu gostaria de comer um crepe ou algo assim, algo mais leve antes de chegarmos para comer uma boa refeição, mas eu quero que seja algo que possamos desfrutar juntas, tudo bem?

Teria dito a criança, com um sorriso no rosto, enquanto caminhava ao lado de Shaanti, talvez com um direcionamento específico ou não, por parte da tritã, para a pequena não fazia muita diferença para onde iam, desde que estivessem juntas. Quando perguntada sobre a loja de armaduras, a garota por um momento parou para pensar um pouco.

- Ah sim! A loja, a gente viu uma loja com uma vitrine de armas e armaduras bem bonitas do lado de uma farmácia bem grandona, a loja não era muito chamativa, mas a farmacia, era bem iluminada, tinha uma cruz vermelha com umas luzes, não tem como não ver! Fica a…. A… Acho que uns vinte minutos andando daqui.

Diria a garota de forma empolgada, olhando para Shaanti, guardando enfim o livro na própria mochila, ao invés de levá-lo nos braços, enquanto continuou a caminhar em frente junto a tritã, até que a pergunta sobre o livro poderia vir.

- Bem, é essa a graça sabe? Elas são frágeis, fisicamente mas ainda assim se arriscam para salvar os outros! Eu… Meio que acho legal a idéia do herói fraco ou imperfeito sabe? Muito mais legais que aqueles invencíveis, são as histórias onde eles reconhecem suas fraquezas e as superam para lutar, pelo que acreditam ou por quem amam, para mim esses são os heróis de verdade! São mais… Reais, sabe? Não que guerreiras de cristal existam… Acho.

A menina comentou em extrema empolgação, ao falar sobre o que gostava e ao ver que havia interesse por parte da tritã, de fato o livro parecia a ter cativado bastante e algumas de suas palavras, mesmo que indiretamente, talvez pudessem fazer com que a tritã pudesse ver que não teria de ser perfeita para ser a imagem heróica para a pequena, apenas deveria continuar a ser a si mesma, pois era esse o verdadeiro tipo de herói, pela concepção a ela apresentada.

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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptySeg 17 Dez 2018, 12:09




Creeps?

14


A reação instantânea de Shaanti foi endurecer e se preparar para dar um forte soco na mulher, suas mãos já estavam fechadas e tremiam prontas para bater, seus olhos ter-se-iam arregalado olhando para a mão pousada em seus ombros.

- O que você acha que ta fazendo verme maldito!!

Foi então que percebeu que a moça a segurava emocionada e alegre, o que era algo relativamente novo para ela. Só depois de perceber isso é que foi capaz de relaxar.

Ahn? O que essas pessoas têm?

Tudo parecia-lhe novo, a simpatia que estava encontrando nos humanos era-lhe estranha, mas calorosa ao mesmo tempo, dava-lhe uma sensação de aceitação que só conseguia sentir em meio ao seu povo e isso lhe confundia, pois aceitava até então somente aquela sentimento de desprezo, tal qual o que havia recebido no caminho até o porto. Porém…


- O que essas pessoas têm? Emily, o velho, Gutinho, Rick, essa florista… Até o cara da loja dos 20… - com tudo isso que ocorria, até mesmo ela começava a criar alguma simpatia por essas pessoas, um sentimento que em sua juventude nunca havia esperado encontrar. Uma pequena chama de aceitação havia se acendido em seu interior naquele momento, sendo alimentada por pequenos galhos que estavam sendo depositados um a um pelas pessoas boas que encontrava.

- C..C..Certo...Obrigado. - agradecer havia-lhe sido estranho, mas espontâneo frente ao olhar brilhante da mulher. - Eu pedi um bote…. Ela não vai ganhar praticamente nada com isso e mesmo assim essa maldita tá feliz? - Ce...Certo, pra dentro…

Iria até a cadeira, na qual pegaria Emily erguendo-a por baixo dos braços e carregando-a assim para dentro da loja, igual teria feito com uma boneca e assim que entrasse a soltaria no sofá para que continuasse lendo. Teria feito isso sem sequer notar, tal era o nível de confusão pelo qual passava.

- Só sente aí bonitinha. - falaria caso ouvisse algum tipo de questionamento/reclamação da pequenina.

>>><<<

Foi-lhe impossível não gostar da vendedora, a simpátia da mesma aos poucos foi-lhe amolecendo o coração, a dedicação que a mesma lhe mostrou para lhe ensinar, junto ao fato de se negar a cobrar e ainda estar feliz por isso, todos estes aspectos somados lhe foram demasiado.

- Gostei de você. - diria simplesmente, a qualquer momento com grande espontaneidade, tanto que ela própria teria sido pega de surpresa por suas palavras, entendendo só depois de dito, o que, de fato, havia dito. - Da onde saiu essa merda? - É estranho…. Nunca gostei de humanos. - debruçava-se sobre a mesa interrompendo o aprendizado. - Mas gosto de você. - sorriu aceitando o som dessas palavras em seu ouvido.

>>><<<

- Volto às 20. Não precisa se preocupar. Valeu por enquanto. - de costas erguia a mão na saída da loja acenando para a simpática vendedora. Sentia inclusive uma sensação que nunca antes havia sentido, pena de ter gasto tão pouco naquela loja.

- Devia ter sido mais…. Como é a palavra… Legal? Isso, legal com ela.

>>><<<

- Na verdade não foi difícil. - respondia a pergunta de Emily sobre a negociação. - Só fiquei conversando com ela mesmo…. Foi...hnmm… Legal. - olharia para Emily desafiando-a a fazer alguma piadinha. - Aqui… Vamos comprar algo pra comer. - daria 50k na mão de Emily e começaria a caminhar na direção das bancas de comida, lá deixaria que Emily fosse até o local enquanto esperava a certa distância mantendo apenas um olhar vigilante sobre a garota, pois já estava satisfeita de encontrar pessoas amáveis e não queria mais arriscar. - Vou acabar gostando de humanos assim. - por estar atônita ela também não estaria dando bola para qualquer ofensa que pudesse ser dirigida a sua beleza.


Com a comida em mãos guiaria a criança para a loja de utilidades, igual a antes, pediria que Emily entrasse e comprasse um megafone enquanto ela esperaria do lado de fora, evitando assim ter mais um contato com algum vendedor alegre e simpático.

- Vou acabar pegando alguma alergia. - sem perceber já se coçava.

- Vou acabar pegando alergia com tanta alegria alheia… - falaria caso Emily lhe questionasse do porque ela mesma não entrava para comprar. - Você não me quer coçando que nem um cão sarnento quer? Vai lá vai. Xô, xô.

Achava que os 50k que havia entregue a Emily pagasse um lanche e também o megafone no interior da loja, mas se necessário entregaria mais dinheiro para a piveta.

- Bom trabalho baixinha. - bagunçava o cabelo da pequena quando esta saísse da loja. - Agora só preciso testar. - Se questionada do porque precisava de um megafone a ruiva responderia. - Pra várias coisas, uma você já vai ver. Hehehehehe.

Com o megafone em mãos a ruiva iria até em frente a loja de Rick de modo que o som também chegasse na carpintaria da florista.

- TESTANDO… 1..2…. - RIIIIIIIIICCCCKKKKKKKKKKK CONVIDA ELA PARA SAIR DUMA VEZ, OU EU VOU FAZER ISSO, HAHAHAHAHAHAHA. - tiraria o megafone da boca e começaria caminhar com Emily.

- Funciona perfeitamente, hehehehehe. Pra onde mesmo a loja de armaduras? - e traçaria seu rumo para aquela direção, ignorando qualquer balburdio que suas atitudes pudessem ter causado. - Os dois são legais, devem se dar bem.

- O que foi aquilo? - retrucava a pergunta de Emily caso a mesma há fizesse. - Ele gosta dela, mas não tem tido bolas, só deu um empurrãozinho. Hehehehe. Eles nem precisam me agradecer. Viu como sou boa? Hehehe. - coçava o nariz orgulhosa de si mesma.

>>><<<

Seguiria pelos caminhos que Emily indicasse revezando com ela mordidas no que quer que tivessem comendo. Nesse momento estaria em paz e justamente por isso não se afetaria por outros comentários maldosos que por ventura chegassem aos seus ouvidos. Já que Rick e Orihara haviam lhe causado um bom sentimento.

Se chegassem na loja de armaduras ela não poderia fazer muito a não ser entrar, desta vez não poderia evitar a interação social que há aguardava e embora as três últimas tivessem sido positivas a ruiva não esperava manter esta boa sorte para sempre e por isso, assim como sempre fazia, entrava desconfiada do que encontraria.

- HEIIII, quero uma armadura. - bradou ao entrar na loja, olhava atenta para o interior analisando como seria o vendedor deste novo butiquim.







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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyTer 18 Dez 2018, 21:59





Caminhos revelados - 11

Naquela ilha, há muito estranhava como as coisas corriam as pessoas eram… Estranhas elas eram… Na maior parte… Gentis? Era definitivamente algo que a tritã não estava acostumada e até mesmo, em um primeiro momento, teria quase socado Orihara, se não fosse desarmada pelo encanto e pela gentileza que a moça tinha ao ver que alguém lhe pedia para ensinar algo, muitas vezes quando se olha para um rosto bonito, há quem tenha dificuldades de ver que as vezes há muito mais que isso e a garota, de coração poderia agradecer por uma oportunidade de mostrar isso a alguém. Emily não teria oferecido resistência a tritã, na verdade, até poderia mostrar um sorriso bem bonitinho, quando chamada de bonitinha, antes de voltar a ler, pelo tempo que passaram ali. A experiência havia sido como um todo muito agradável de se vivenciar, para todos os lados  e pelas palavras de Shaanti, o que ela poderia ter visto como resposta, não viria através de palavras mas, através de um sorriso tímido, com bochechas bem coradas de alguém que havia ficado muito feliz com o que havia ouvido.

Era uma sensação gostosa e bem única, um sentimento muito difícil de sentir, inclusive, afinal quantas vezes na vida alguém pode sentir que foi tão bem atendido em uma loja, que desejaria poder ter gastado mais para ver o sucesso do vendedor? Pessoalmente, é um sentimento que de verdade espero um dia entender. Enquanto Shaanti falava sobre como havia sido a negociação, era notável que Emily se mostrava bem curiosa a respeito, na verdade empolgada com a idéia da experiência ter sido boa para ela.

- Fico feliz que tenha sido algo legal, eu gostaria que você me contasse mais alguma hora, se você achar bacana!

Era o reflexo da inocência infantil e empolgação naquele momento, em que pegou o dinheiro a ela dado e em uma das barraquinhas, ela havia pego um crepezão, recheado de queijo, com dois palitos, onde a garota dividiria e prontamente entregaria a Shaanti, junto a 40.000 de troco, mas, como se a gentileza fosse um agente alérgico, a tritã havia pedido para que a pequena  comprasse para ela o megafone, algo que levantava a curiosidade da garota e, pela sua própria expressão, havia sido o suficiente para que a tritã lhe explicasse, fazendo com que nesse momento ela acabasse rindo um pouco, enquanto acabou segurando o dinheiro para fazer a compra.

- Você desse jeito, me lembrou até os guerreiros de Yougopotamia que tinham problemas com coisas boas e fofas, sendo até mortalmente alérgicos! Foi de um livro que eu li, bem engraçado por sinal, pois eles são vilões que podem ser vencidos por… Coisas como chocolates e gentileza ahhahaha

A garota teria virado então suas costas e entrado na loja de utilidades, saindo com o megafone um ou dois minutos depois, dessa vez  sem  os 40.000, quando o fez, teria os eu cabelo bagunçado e curiosa, havia muitas perguntas ali sobre o porquê de um megafone e bem, como toda criança o que ela teria feito, seria perguntar.

- Para que o megafone?

E com a resposta da tritã, ela só ficaria mais e mais curiosa, até que sendo guiada por ela, iriam novamente até próximas da loja de Rick, onde o teste era feito, o grito no megafone repercurtia por quase toda região do porto e atraiu muuuitos olhares, mas o que mais chamava atenção  de fato é, o barulho de vidro quebrando que vinha da loja de Rick, como se ele tivesse acabado quebrado algum item ou… Vários itens pelo barulhão de vidro. Emily não tinha pegado muito bem o que estava acontecendo ainda ou porque o cupido marinho agia daquela forma, e com isso havia a dúvida.

-  Por que você fez isso? Coitado, pode ter se machucado!

E com a explicação de Shaanti, de algum modo a  garota havia entendido que… De seu próprio jeitinho distorcido, era como ela pensava estar ajudando a unir o casal… Espalhando para o mundo o que deveria talvez ser um segredo. A balbúrdia não era muito grande, as pessoas só olhavam estranho mesmo, e continuavam suas vidas, como se as duas fossem uma dupla de malucas, com um megafone e… Talvez não estivessem tão erradas assim, a depender do ponto de vista.

Com aquilo, seguiriam em rumo a loja que Emily havia visto, ela ficava super feliz de guiar o caminho, se sentia a  maioral, e isso se notava pelo modo confiante como ela andava que bem… Se  a tritã observasse bem, tinha tantos traços seus que chegava a ser quase como se olhasse no espelho, como  ela também transmitia coisas para a menina, assim como o contrário acontecia. Na loja, poderiam ver uma vitrine com vários tipos de armaduras de diferentes tipos de metal, assim como armas como espadas, lanças, adagas e manoplas, já prontas em um mostruário, com uma espécie de manequim. Ao fundo havia uma moça de olhos verdes e cabelos brancos, com uma pele que dada a pouca iluminação da loja, se fazia difícil de ver se pela fornalha onde ela trabalhava, sua pele era mais morena ou se era reflexo da iluminação. A moça demorou um tempo para responder, enquanto martelava um pedaço de metal aquecido.

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- Oh, clientes, legal. Armaduras… Bem,  temos essas prontas no mostruário, ou posso fazer alguma com suas especificações… São mais caras. Aguarde um pouco que eu já pego um catálogo pra você.

Teria dito a garota em um tom um pouco mais truculento, enquanto limpou o suor da própria testa e jogou de qualquer jeito o martelo de lado, enquanto batia as mãos uma contra a outra, indo até um balcão de madeira, jogando um livro já aberto com preços.

Citação :

  • Armadura completa de metal : 200.000 Berrys
  • Armadura de couro : 150.000 Berrys
  • Armadura de metal sem capacete 180.000 berrys
  • Armadura feita com algum metal colorido: 250.000 Berrys
  • Armadura sob medida: de 200.000 a 300.000 Berrys.
  • Partes avulsas: Dividir o valor na tabela por cinco, determinará o valor de cada peça.
  • Armaduras usadas sem reparo: 40.000
  • Armaduras usadas com reparo:  de 80 a 100.000 berrys


A moça esperaria pacientemente por… Uns 30 ou 40 segundos e voltaria ao trabalho, caso Shaanti não se manifestasse. Esperando que viesse até ela para lhe falar o que desejava. A própria loja tava cheia de armas também, algo que ela encontraria o preço, ao virar a página.

Citação :


  • Baixa qualidade: 30.000
  • Média qualidade: 450.000
  • Alta qualidade:  1.000.000
  • Usadas ou com defeito: metade do preço da categoria.


Bastaria a ela escolher como seguiria ali, a moça não parecia muito boa com pessoas, diferente  do que apresentava com o martelo, mostrando um jeito mais “ parrudo”, mas não de todo grosseiro.

”Histórico”:
 


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MensagemAssunto: Re: Caminhos revelados   Caminhos revelados - Página 3 EmptyQua 19 Dez 2018, 09:50




Sem corações.

15


Ficou para trás olhando a pirralha entrando na loja para comprar o megafone.

- Se eu fosse desses tal de youg...nãoSeiDasQuantas eu já teria sido derrotada a muito tempo por você….. Mas ainda coça…

>>><<<

- Talvez ser boa ainda possa ser divertido. Hahahahahahahahaha. - ria por dentro e. - HAHAHAHAHAHAHAHA. - por fora conforme o barulho de vidro parindo chegava aos seus ouvidos. - Nahhh, ele só deve ser desastrado mesmo, HAHAHAHAHAHAHA.

Com essa bela despedida deixariam o porto, revezando as mordidas no creeps.

- Até que é bom, é do que?


Foi-lhe impossível não reparar em Emily durante o caminho, embora os seus trejeitos não lhe remetesse nada. - Olha essa pirralha, toda metidinha caminhando, hahahahahahahahaha, queria saber da onde ela tira essas coisas. - ignorava o fato que o mais provável era que fosse dela mesmo.

Não muito depois elas estariam chegando na ferraria, fazendo com que por antecipação a tritã coçasse o braço esquerdo.

- Tomara que seja um gordo, velho, mal-cheiroso e ranzinza… Eu disse em voz alta?

Entraram.

- Ehhhh, vou morrer de doçura. - foi o pensamento imediato na cabeça de Shaanti ao ver aquela mulher que mais uma vez parecia deslocada. - O que tem de errado aqui? - coçava o braço. - Vou acabar morrendo desse jeito. - falava pra Emily.

Mas novamente, como tantas outras vezes a primeira impressão de Shaanti foi aos poucos se quebrando, começando pela ausência imediata do atendimento, seguida pela voz mais rustica e o tom bem menos amigável.

- ISSOOOO. - Comemorou. - FINALMENTE, eheheheheheh, você é um colírio para meus olhos. Aleluia. - esquecia a coceira finalmente.

Shaanti ignorava por completo o livro.

- OHHH, eu por acaso tenho cara de quem olha catálogos? - dava um sorriso cheio de dentes inclinando-se sobre o balcão e olhando intensamente nos olhos da vendedora. - Finalmente alguém que age como devia. - Quero uma armadura leve, mas fechada, com um elmo também completamente fechado. - Shaanti já havia tido tempo para pensar em seus desejos e também nas necessidades.

Seus sensos estratégicos e lógicos ter-lhe-iam sido úteis nessas conclusões, pois embora arrogante e orgulhosa, era ao menos agora, capaz de pensar racionalmente e não apenas orgulhosamente. Esse era um outro possível efeito Emily em sua vida, pois finalmente começava a dar o braço a torcer para admitir suas deficiências.

- Sou mais rápida do que forte, mais flexível do que robusta. Quero uma aparência feroz, que lembre o mar, mas não aterrorizante. Quero que ao me verem não saibam julgar. Gosto de verde, ou vermelho…. E então ferreira? Consegue? - teria sido dito como ameaça.


Shaanti podia não entender de processos de fabricação e justamente por isso não teria especificado nada além dos seus desejos. Teria descrevendo suas habilidades para deixar assim na mão da ferreira as especificações que combinasse com aquelas habilidades.

- E… talvez corações nos braços…. - não conseguia esconder o que sentia, e acima de seu próprio orgulho, estava com toda a certeza o desejo de agradar a pequena pirralha a qual amava. - O valor não deve ser problema.

Esperaria a resposta da garota e pagaria. - Quando posso pegar? …. - Estarei aqui.

Sairia da loja chamando Emily mais uma vez.

- Já passou da hora do almoço. - diria olhando para o alto. - Mas talvez o velho tenha deixado algo pra gente. Hehe. Vamos voltar?


>>><<<


Dessa vez Shaanti não teria tentado evitar passar por dentro da cidade, de certa forma até necessitava de um pouco de hostilidade alheia para não ficar complacente de mais.

- Acho que você tava certa. Esses ai não sabem apreciar minha beleza, HAHAHAHAHAHAHAHA.

Por fim se chegassem a cabana perguntaria por comida para o velho e se possuísse comeria junto a Emily, caso não houvesse:

- AHNNNN? Como assim? E ta esperando o que pra fazer? - Só essa que me faltava, não ter comida. - Eu to com fome. - explicaria para Emily se a mesma lhe repreende-se pela grosseria, como se este fato realmente explicasse a grosseria.

O resto da tarde passaria no lago, agora que não havia mais o grande tubarão era provável que o mesmo fosse seguro. Teria levado Emily consigo para nadar, e se visse Gutinho faria com que o mesmo também nadasse, embora para ele…

- MAIS RÁPIDO, OU VAI SER DEVORADO POR UM TUBARÃO NA PRÓXIMA VEZ QUE PRECISAR NADAR. - ou seja, para ele não seria diversão e sim mais treinamento.

Enquanto isso estaria boiando de costas deixando Emily sentada em seu abdome.

- Ele é mais esforçado do que pensei. - falaria apenas para ela. - Ou é louco.

>>><<<


Próximo às sete da noite chamaria tanto Emily quanto Gutinho para buscar o barco. Já teriam deixado o lago algumas horas antes e provavelmente Emily e ele estariam secos, Shaanti por outro lado estaria apreciando suas roupas úmidas.

- Hehehehe, vocês vão adorar o barco, hehehehe, você principalmente Gutinho, escolhi especialmente pra ti. - - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA. - Calma, vocês já vão ver.

Novamente se dirigiria para o porto da cidade, acompanhada pelas duas crianças e com uma forte ansiedade martelando em seus peito.- Hehehehehe, só quero ver a cara deles. HAHAHAHAHA. - Shaanti não se iludia, sabia que não iriam gostar e era justamente isso que a divertia.

- FLORISTAAAAA, VOLTEIII.





”objetivos”:
 

Histórico:
 

Spoiler:
 




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