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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato I - O Terremoto do Amanhã

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySeg 12 Nov 2018 - 16:49

Relembrando a primeira mensagem :

Ato I - O Terremoto do Amanhã

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Naomi Kutsuke. A qual não possui narrador definido.


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Naomi Kutsuke
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptyQua 27 Mar 2019 - 13:37

Terry e Katara aceitaram ir no almoço, tenho que trabalhar esse plano com o Kuraha, não posso por ele a perder com algum vacilo, ainda mais se Kuraha os expulsar... Ele pode ser um gentil cavalheiro, como também, pode parecer um ogro bem ranzinza. Eu diria um tanto eufórica ao casal em minha frente:

- Okay! Pela posição do Sol agora, deve ser umas 10 pra 12h... Nos encontramos em meia hora então?

Eu perguntaria apoiando as mãos sobre o quadril, praticamente segurando em minhas nádegas, como se estivesse buscando um "bolso de trás" em minha mini-saia. Caso eles concordassem, eu diria um "Ótimo! Em meia hora, então!", para logo em seguida ir em leves trotes na direção da casa para encontrar Kuraha e explicar-lhe o plano.
Caso um dos dois colocasse um "porém", eu diria ao mesmo, com uma seriedade na voz, mas tentando não perder o tom dicreto, afinal, nunca se sabe quem está ouvindo:

- Olha... São umas 10 pra 12h, daqui a meia hora é um horário propício pra almoço, e não corremos o risco de ninguém desconfiar de nada. Caí entre nós, não confio em muita gente, sou um tanto paranóica, mas é o que me mantém viva. Então, em meia hora?

Diria na tentativa de convencê-los. Embora estivesse disfarçando (ou tentando muito), sabia que um tom mais raivoso aparecera em minha voz. Odeio gente que coloca um porém em tudo. Convencendo-os ou não, eu voltaria até a casa de Kuraha, para lhe explicar o plano e seu passo seguinte. Caso o casal resolvesse ir direto comigo até a casa e esperar pelo almoço, eu andaria um pouco a frente, para dar-lhes privacidade, enquanto articulava os meus próximos passos o plano.

Mesmo um tanto concentrada em meu plano, eu tentaria ficar alerta as movimentações ao meu redor. Havia uma distância de três ou quatro passos entre eu e o casal atrás de mim, olharia discretamente para todos os lados mantendo assim um espectro de visão completo de ambos os lados. Me lembrei que não estava armada, então qualquer movimento tinha que ser decisivo o mais preciso o possível. Um movimento em falso, e "bye, bye Naomi!".
Caso algo acontecesse alguma coisa, não sei se poderia contar com Terry de apoio, já que ele priorizaria a Katara obviamente, eu tinha que estra atenta a qualquer movimento suspeito.

- Então... Como vocês vão querer comer o peixe?

Diria na tentativa de quebrar o gelo entre nós, mas sem me distrair das movimentações suspeitas.
Assim que chegássemos, que pelos meus cálculos demoraria de 5 a 7 minutos de caminhada na nossa velocidade, eu abriria a porta e pediria a eles que ficassem a vontade enquanto eu iria ver Kuraha e dizer que teríamos visitas. Eu os deixaria na sala, enquanto buscava por Kuraha na casa.

Começaria pela cozinha, onde eu esperaria que ele estive limpando o peixe, ou fazendo alguma outra coisa para acompanhamento. Se ele não estivesse na cozinha, eu iria até seu quarto e o chamaria ali, batendo com um ritmo de 6 toques (pam, para, ram, ram, pam, pam), e tentarai brir a porta. Caso não o encontrasse nesses locais, iria até uma pequena clareira numa parte próxima da casa, o nosso local de treinamento onde ele talvez se encontrasse.

Quando encontrasse Kuraha, eu lhe diria com uma voz calma e risonha:

- Jii jii, tenho novidades para você! O plano está em curso...

Terminaria a frase com um tom risonho e malicioso, deixando bem claro que eu estava pronta para a próxima fase que dependia exatamente dele. Voltaríamos para casa,caso ele estivesse em algum local fora da casa, e se ele me fizesse alguma pegunta no caminho eu diria:

- Eu já vou te contar tudo! O plano é o seguinte, tem um cara o Terry, ele é namorado da Katara, aquela menina de mais cedo, quando eu fui na ponte te ver... - esperaria ele confirmar que lembra pra continuar - Então! O namorado dela é da Força Revolucionária, eu acho que se eu conseguir convencer ele a vir comigo, ou conseguir alguém que queira ir comigo e me emprestar uma das embarcações dele, eu posso conseguir mais informações sobre meu tio em alguma outra ilha!

Depois de explicar essa parte do plano eu diria a ele, com mais alegria na voz:

- E é ai que você entra! Eu preciso que você seja gentil, acima de tudo com a Katara, ela é meu plano B. Se o Terry me negar, eu posso usar a Katara para persuadi-lo. Se essa opção também falhar então terei que entrar na Revolução.

Esse era meu plano, agora restava me saber se Kuraha iria de acordo, ou como sempre iria decidir que sua "abordagem" era melhor, eu realmente espero que ele não estrague isso, eu o amo, mas ás vezes ele é um velho muito teimoso.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySab 30 Mar 2019 - 9:25



Narração - Post 04 + 01


Depois de aceitarem o almoço, Naomi não perdia tempo para logo demonstrar suas habilidades quanto à noção exata do tempo e diante de tais informações, nenhum dos dois reclamou nada quanto à hora de almoçar e sequer perguntaram algo referente à localização da residência, ou seja, estava bem claro que estariam dispostos a acompanhá-la até sua residência.

- Fique tranquila, guria, você ainda está muito agitada. Haha! Quanto à como desejamos o peixe, nah, fique tranquila. O que tiver para comer, eu como. Estou mais interessado em entender toda a urgência que requisitou nossa presença em sua casa. -

- Eu prefiro peixe frito! -

Katara logo se dispunha a dar sua opinião, enquanto que Terry demonstrava-se bem humilde e não requisitava nada para comer. Ele mantinha-se curioso e interessado em tal urgência a qual Naomi logo os chamou.

Em pouco logo chegavam à humilde residência de Kuhara, era uma casa bem calma, humilde, mas que parecia ser o suficiente para todos os anseios de pescador. Uma pequena brisa passava pelo nariz de Naomi, era um odor de peixe cru, não se sabia bem se Kuhara já havia começado os preparos do belo peixe, mas o odor parecia demonstrar que o peixe ainda estava cru, ou seja, seria a hora perfeita de tentar intervir e pedir para Kuhara a maneira do cozimento do mesmo. O casal parecia logo estar sentado no sofá da residência, depois de todo acolhimento de ambos para com o almoço.

- Plano? De que plano você está falando, menina? -

Depois de um estranho sorriso malicioso da garota, ela logo saia de perto do velhote, algo que até mesmo o deixava confuso momentaneamente. Enquanto que o casal parecia bem descontraído a conversar coisas aleatórias. Mas e agora? Naomi era livre para conversar direito com Kuhara sobre como pretendia pedir o peixe, e o tal casal encontrava-se tranquilo e sentado no sofá de sua residência. Tudo parecia tranquilo até então, mas o que a jovem de madeixas presas faria?

Observação:
 



Histórico Naomi:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySab 13 Abr 2019 - 0:19

Enquanto Kuraha trabalhava no peixe, eu iria até a sala e conversaria com o casal, esperando que Kuraha terminasse o almoço. Enquanto esperava, puxaria algum assunto,me direcionando a Katara tipo "Como se conheceram?","Quais são seus hobbys?", "Você também faz parte da Revolução?", e caso ela disse que também fazia parte perguntaria "Qual sua patente?", eu sorriria gentilmente a cada pergunta, com um olhar de divertimento, demonstrando curiosidade a cada resposta dela.

Depois me direcionando a Terry, faria perguntas como "A quanto tempo você está a Força?","Quantas pessoas estão na Revolução?" e "Qual sua patente?", obviamente com a intenção de saber se ele realmente podia me ajudar. Se ele respondesse pelo menos a ultima pergunta, eu perguntaria com um pouco de relutância:

- Lembra que disse que precisava da sua ajuda? - esperaria ele assentir com a cabeça, daria um leve suspiro, e diria tentando impor confiança na fala - Eu preciso de uma embarcação e alguém pra ir comigo! - Pensando pelo tempo que Kuraha havia começado a fazer o almoço, ele já deveria estar acabando, então eu usaria isso ao meu favor.

Eu sabia que ele estaria terminando o almoço, e que estaria indo arrumar a mesa, e que me chamaria pra entender qual plano que eu havia falado. Sinceramente, ele tem uma memória parecida com o nosso almoço, quando não se trata de armas e suas qualidades... E bebidas! Eu me levantaria da poltrona que fica em frente ao sofá onde eles estavam, e diria:

- Olha, não me responde agora, pensa um pouco. Vou ajudar a arrumar a mesa. E a gente conversa depois, com mais calma. Ok?

E iria até a cozinha, onde Kuraha estaria terminando a comida, pronto para me chamar para ajuda-lo. Eu já entraria na cozinha, pegando os pratos no armário, perguntando sem olhar para o mesmo, com um tom carinhoso na voz:

- O senhor se lembra do que eu disse sobre o plano? Ou quer que eu repita tudo?

Caso ele não se lembrasse (o que é BEM provável), eu repetiria a ele todo o plano. A Embarcação e pelo menos um tripulante; A ajuda de Terry; Katara como minha ajuda, pelo menos espero; Conseguir as armas, ou melhor dizendo, pedir o par de pistolas especiais de Kuraha.

Se antes de interrompê-lo, Terry me dissesse um não, eu lhe diria, com uma voz semelhante a quando eu os convidei para o almoço, seria sem perder o tom gentil:

- Certo, é o seguinte, eu PRECISO MUITO disso. Eu tenho que entender o que aconteceu com meus pais, e a única pista que eu tenho é meu tio, que está em alguma ilha por este Blue. Se não puder me emprestar algum dos seus soldados, me empreste pelo menos uma de suas embarcações, não precisa ser grande, só precisa me levar até a próxima ilha.

Se ele mantivesse sua decisão, eu diria me direcionando a Katara com uma expressão de fofura e preocupação com o não recebido:

- Katara, por favor me ajuda a convencê-lo. Eu preciso MUITO disso.

Se ele ainda assim se negasse, mesmo com Katara me ajudando (ou não), eu diria com uma voz desafiadora com um pouco de deboche em meu tom:

- Vamos apostar. Pode escolher qualquer pessoa do seu grupinho, se eu ganhar eu levo um soldado e uma embarcação, se eu perder, eu fico sob comando da Força Revolucionária. Apostado?!

Se ele aceitasse meu desafio, eu diria mantendo o tom debochado:

- Okay, apenas me diga quando e onde! Mas agora vamos almoçar!

Se ele aceitasse meu pedido, sem eu ter que desafia-lo, ou apelar pela ajuda de Katara eu diria com uma voz alegre e risonha:

- Muito, muito, MUITO OBRIGADA! Aos dois.

Daria uns pulinhos de felicidade, e um beijinho na bochecha tanto de Katara quanto de Terry, obviamente primeiro em Katara. Em seguida, ainda com a felicidade e determinação estampada na minha cara, diria com um tom de voz risonho:

- Vamos o almoço já vai ser servido!

Em qualquer das situações, nós iriamos para a mesa, e eu (pelo menos) tentaria manter um clima legal para todos comermos bem, embora eu possivelmente fosse estar um pouco irritada.


Objetivos:
 

Histórico:
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySeg 22 Abr 2019 - 9:23



Narração - Post 05 + 01


Para consumir o tempo de espera, Naomi não perdeu tempo e tentou interagir melhor com sua nova amiga, a Katara, fazendo perguntas simples o qual logo foram respondidas.

- Puts, como nos conhecemos? Haha! Sou sobrinha do Noskir, uma vez fui visitar meu isolado tio e encontrei o Terry pescando com ele. Achei estranho porque nunca tinha visto meu tio pescar com ninguém, mas o conheci e já me apaixonei de cara. Hihi. Hobbies? Por aqui o meu melhor lazer é não ficar sozinha e, principalmente estar ao lado do meu amor. Mas as vezes costuma estar sempre ocupado com isso do exército revolucionário. Arf. E não, não faço parte disso. -

Naomi demonstrava-se bem curiosa a respeito de seus novos convidados, mas seria bom saber já de cara o papel desses jovens dentro àquela almejada força.

- Bem, eu faço parte desta luta à cerca de um ano, para ser mais exato, quando o meu irmão foi assassinado pelas mãos de um homem rico e a marinha ou governo, não me lembro bem, mas protegeram tal cidadão dizendo que o meu irmão era uma espécie de ladrão. Logo o meu irmão?! Mas que merda! Se tem alguma coisa que eu posso falar do meu irmão, é que ele era justo! Sobre quantidade, digamos que nessa ilha, por sorte temos muitos ao nosso lado. Por sorte essa ilha não tem nenhum quartel general ou coisa do tipo para trazer problemas à nossa revolução aqui dentro. Ah, sobre minha patente, sou humilde, mas já sou um Cabo. -

Sem demorar muito, Naomi acabava por pedir ajuda, mas uma ajuda que talvez não fizesse muito sentido naquele momento para Terry. Mas quando ele pensou em responder bem, a atiradora logo pediu um tempo para que o mesmo pensasse bem a respeito e seguiu para ir falar com seu tio e relembrar todo o seu "plano".

- Menina, sobre minhas pistolas, elas já tem um tempo sem uso, mas se quiser tentar, posso dá-las a você. O importante é você seguir sua vida e chegar aos seus verdadeiros objetivos! -

O velho logo levou à mesa uma bela amostra de salmão assado, não era frito, mas o odor que dali saía era deveras muito agradável. Kuraha logo saiu da sala e caminhou para dentro de algum dos quartos, não se sabia bem o que o mesmo estava a fazer por lá, enquanto que o odor agradável logo fazia os convidados se aproximarem à mesa.

- Olha, Naomi, sei que você pode ter convicção e estar disposta a seguir sua jornada almejando fazer o que quiser nesse mundo afora, acho brilhante toda a sua garra, mas não sei como poderíamos ajudá-la nisso. Sei que é parte do meu dever ajudar meus companheiros de luta, no caso, outros revolucionários, sei que você é gentil e merece, mas não posso fornecer nada da força para civis que não façam parte dela. Mas essa aposta agora me pareceu interessante. Haha. Caso você vença, eu farei de tudo para ajudá-la a arrumar um transporte adequado, caso contrário, também poderemos te arrumar um transporte, mas agora você seria parte do nosso grupo! -

A tal aposta parecia ter ocorrido numa boa interação, todos pareciam se agradar e estar dispostos a segui-la com convicção.

- Amanhã de manhã todo o meu grupo se reunirá na Grande Casa. Apareça por lá às 8 horas que explicaremos tudo. Mas agora vamos comer que esse cheiro está nos deixando loucos haha! -

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Sem demorar, logo partiram para a comida, o belo odor do salmão parecia trazer ainda mais fome. Agora Kuraha vinha à mesa com algo embrulhado em suas mãos, mas o que estava embrulhado logo deixou quieto no canto da mesa e também sentou-se para comer, comida esta o qual se Naomi experimentasse, sentiria um sabor excepcional, o velho se bem que, cozinhando assim, poderia até se tornar um cozinheiro, meu deus.

Depois de sasciarem sua vontade, todos agradeceram pela exímia refeição do velho, em seguida logo seguindo até a porta para irem embora. Mas agra o que Naomi faria?

Histórico Naomi:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptyDom 5 Maio 2019 - 22:29

Eu estava eufórica! Como assim? O que eu estava pensando pra desafiar a Força Revolucionária? Não tenho nem armas, e essas pistolas de Kuraha já estão mais para enfeite... Droga! Vou ter que comprar uma arma.

Mas, isso é o de menos, tenho que pensar em como vou vencer. Não que eu não queira ser uma Revolucionária, só não quero que eles interfiram nos meus planos. Tenho que conseguir respostas. Os meus pais não foram mortos por um atirador, e não conheço outra forma de conseguir aqueles buracos se não com balas. Mas esse não meu foco agora, tenho que pensar em como vou fazer.

Deveria ser por volta das 13 horas da tarde, Terry e Katara já haviam ido embora e eu estaria ajudando Kuraha a retirar a mesa. Depois o deixaria na cozinha, e seguiria para o quarto para tomar um banho. Depois do banho, e vestida eu sairia pela cidade a procura de uma loja de armas:

- Incrível como eu nunca reparei se tinha alguma loja de armas por aqui! Eu sou meio burra as vezes...

Eu diria para mim mesma, balançando levemente a cabeça em negativa. Depois de andar bastante, eu entraria no primeiro bar que me aparecesse e me sentaria em um lugar vazio, de preferencia perto do balcão. Esperaria ser atendida pelo(a) balconista e pediria um copo de água e informação:

- Então, tu sabe onde ou como posso achar alguém ou alguma coisa pra aprender acrobacia? Ou uma loja de armas? Já me ajudaria bastante!

Caso ele respondesse onde eu poderia encontrar um dos dois, diria com um sorriso largo no rosto:

- OBRIGADA! É sério, eu agradeço MUI-TO! Eu já nem sabia onde ir!

Se ele não soubesse nenhum dos dois, eu diria depois de beber com voracidade o copo d'água:

- JÁ SEI!

Diria alto, na verdade quase gritando, atraindo alguns olhares confusos dos outros cliente do local, se tivesse algum ali. Sairia correndo do estabelecimento, e pararia a primeira pessoa que estive por ali e perguntaria olhando com uma euforia e determinação no olhar:

- Desculpa te incomodar, mais sabe onde eu poderia aprender sobre acrobacia? Ou a localização de uma loja de armas? Tô precisando dos dois...

Diria e daria uma risada procurando usar meu carisma para conseguir alguma boa informação. Como eu não havia pensado nisso antes? Aprender a dar saltos é a melhor estratégia para um atirador, ainda mais pra mim, que AMO usar pistolas! É perfeito!
Caso a pessoa que eu tivesse parado não soubesse me informar nada, eu diria com o sorriso ainda no rosto:

- Mesmo assim, obrigada!

Se eu conseguisse a informação sobre a loja de armas me direcionaria para o local indicado, e chegando no local eu diria ao vendedor da loja, se ela estivesse aberta:

- Com licença vocês possuem algum exemplar de pistola H&K USP Match de 9mm?

Caso o vendedor me confirmasse eu diria:

- Tem como me vender um par delas, com uns cartuchos de munição por 30.000B§?

Caso ele me vendesse, o que seria BEM difícil, já que essas pistolas são muito boas para serem tão baratas. Mas caso ele vendesse, eu diria com um sorriso enquanto apontava a pistola na direção da parede, testando o peso da pistola em minha mãos:

- Muito, muito obrigada! Você me ajudou muito!

Se não tivesse as pistolas que eu havia pedido, pegaria a melhor que eu pudesse pagar, ainda pechinchando o máximo que conseguisse, para ver se conseguiria manter um pouco de dinheiro, ou compra-las com alguns cartuchos extras de munição.Aproveitaria pra perguntar para o(a) moço(a) da loja:

- Você saberia onde posso encontrar alguém ou algo pra aprender acrobacia?

Mesmo que não conseguisse a informação, consentiria e acenaria a cabeça, agradecendo com um leve sorriso e sairia para a rua onde buscaria pela informação.


Objetivos:
 

História:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySeg 6 Maio 2019 - 18:26



Narração - Post 06 + 01


A jovem Naomi mantinha-se ligeiramente confusa, mas nada demais, a garota apenas refletia sobre tudo o que havia acontecido até então. Sem muito demorar, a garota logo voltou a seus afazeres e ajudou Kuraha a arrumar o que necessário fosse. Às 13 horas, Naomi tinha certeza de tudo o que deveria fazer àquela hora, mas inicialmente, precisava tomar logo um banho para tentar manter-se limpa depois de toda essa correria de agora então, mas o principal seria preparar-se apara amanhã, sem dúvidas as armas velhas de seu companheiro não a ajudariam, mas nada demais, rapidamente pensou em buscar alguma loja para tal na cidade, uma sacada bem interessante.

Não demorava muito para o fim do banho de toda a arrumação da jovem atiradora - 13:17 para ser exato - que logo abria a porta de casa e saía em busca de seus preparos para o grande dia de amanhã.

Já fora de sua residência, era visível toda uma agilidade nas passadas e na busca da jovem por uma tal loja de armas, uma boa sacada, inclusive refletia por nunca haver pensado nisso antes, mas talvez fosse porque nunca havia enxergado alguma por ali e, de fato, não era visível nenhuma loja para tal. Sem pestanejar, logo dirigiu-se até o bar, informação era o que mais precisava. Já eram 14:03.

Dentro deste estabelecimento, era possível sentir um forte odor de álcool, não sabia-se ao certo se era o cheiro de todo aquele estabelecimento mesmo ou apenas várias baforadas dos vários cidadãos que ali estavam, de um lado inclusive era possível ouvir gritos e muitas risadas vindo de uma mesa, mas nada demais para a jovem em questão, que apenas mantinha-se interessada em outros detalhes, logo adiantando-se até o balconista daquele estabelecimento.

- Olá, jovem! Nunca a vi por aqui, você é nova na cidade? Vai querer alguma coisa? - Depois da resposta da garota, o homem logo seguiu até uma bela taça de vidro, parecia muito bonita, parecia ser uma daquelas de chopp. - Aqui está, senhorita e, não se preocupe, vai ser por conta da casa. Sobre isso de armas de fogo, aquele homem ali saberá te explicar melhor, ele trabalha com vendas desse tipo e está de passagem pela cidade. - Disse enquanto apontou para uma mesa em que havia um homem agasalhado sozinho, no canto do bar.

Sem pestanejar, a ousada Naomi logo seguiu até o indivíduo em questão, inclusive deixando seu copo cheio de água no balcão do bar se, sequer tocá-lo, inclusive deixando o balconista meio confuso com a situação. Era um homem na faixa dos 40 anos de idade. Naomi se aproximou da mesa do mesmo e este a encarou com um olhar estranho.

- Perdeu alguma coisa aqui, garota? Puff, sobre armas? Arf, estava tirando uma folga... Enfim, não sei do tipo que você ta falando, mas tenho esses três tipos, e o preço varia de acordo com cada uma. A primeira custa 30.000 B pois requer recarga após 6 disparos. Ela já vem com o cartucho cheio e custam 10.000 um cartucho novo. A segunda custa 40.000 mas possui 8 disparos, vem com o cartucho cheio e sua recarga custa 10.000. A terceira custa 50.000, vem com o cartucho cheio e requer 10 disparos para uma nova recarga. Seua recarga comigo também custa 10.000. Quanto está disposta a pagar? -

Depois de sua escolha, o homem logo lhe entregaria a arma referente ao devido pagamento e em seguida se acalmaria e voltaria a beber na tranquilidade.


Arma1:
 
Arma2:
 
Arma3:
 


Histórico Naomi:
 

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Naomi Kutsuke
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptyTer 18 Jun 2019 - 13:27

- Quanto está disposta a pagar?

Era isso que eu queria ouvir, pelo que eu notei no jeito que esse cara falava, não estava em um pouco afim de conversa. Mas eu não queria saber, se ele queria me vender aquelas pistolas, ele teria que me ouvir e negociar. Eu dirigiria um olhar profundo e sério, diferente de todas as pessoa que conversei hoje, ele não foi e não iria querer ser gentil, então, acho que ele também não esperava gentileza de minha parte. Diria com uma voz séria e com uma expressão mais carrancuda:

- Estou disposta a pagar 30.000 em uma boa pistola e alguns cartuchos de bala - depois com um olhar esnobe olharia o mesmo de cima a baixo - Mas, não acho que você tenha a pistola que eu quero.

Daria um suspiro, e puxaria uma pequena mecha do meu cabelo para trás da minha orelha, depois olharia para ele com firmeza e desdém como se o olhasse de cima para baixo, e diria:

- Me diga se estou enganada?!

Se ele demonstrasse que estava incomodado eu daria um sorrisinho vitorioso e perguntaria ao mesmo:

- Qual a MELHOR pistola que tem e pode me vender?

Caso ele ficasse indiferente com meu comentário eu diria:

- Tá bom, esquece a arma. Sabe onde posso encontrar alguém que me ensine acrobacia?

Se ele não soubesse eu o olharia com uma expressão de "Okay, obrigada por nada", e depois diria sem o olhar já me levantando da cadeira que havia me sentado para falar com ele:

- Muito Obrigada!

Me dirigiria ao balcão, e tentaria falar com o balconista primeiro sobre a informação que eu teria conseguido com o tal vendedor de armas:

- Então, aquele seu "amiguinho" me deu a dica de um lugar pra aprender acrobacia... Eu não confio nele, então, você pode me confirmar se esse lugar/pessoa existe ou é de confiança?

E depois, incomodada pelo barulho, perguntaria sobre os tumultuantes do bar, indo pedir silêncio para os mesmos:

- Seu bando de porcos barulhentos, vocês podem ficar quietos? Estão incomodando os outros clientes!


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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptyQui 20 Jun 2019 - 11:19



Narração - Post 08 + 01


- Então, garota, por 30.000 tenho essa pistola aqui. - Mostrou mais uma vez a arma em questão. - Você ainda poderia comprar uma ou mais recargas por 10.000 cada, mas se for só 30.000, posso te oferecer a pistola e os seis disparos que já vêm carregados nela. - Depois de olhar o homem com desdém e ainda rebaixá-lo a um vendedor que parecia não oferecer produtos bons, o homem ficou muito ingrato, afinal, ele sequer estava num horário de trabalho, ao ver, parecia estar em meio à uma folga e tranquilo em um bar por ali, mas abriu a exceção para a moça para ainda tentar vender algum dos itens de sua alvoroçada mochila. Agora o sujeito realmente mantinha-se furioso. - Claro que está enganada! Sou um vendedor honesto e estava dentro de uma pausa mas abri exceção para você e você ainda me questiona e fala como se eu não tivesse nenhum produto útil? Puff.. Saí pra lá, criança! - Depois da plena insatisfação do homem, ele sequer deu bola para o que viesse de palavras da jovem em questão, apenas virou o rosto em um tom de ignorância.

Percebendo que sequer haveria algum resultado por ali, Naomi seguiu até o balcão e fez um questionamento ao homem que por ali estava, uma pergunta meio sem nexo, mas o homem parecia ter entendido. - Acrobacia? Olhe, por aqui eu acho que o único especializado é o palhaço Tiniko. Acredito que ele está duas ruas à direita, entretendo algumas crianças que por ali habitam. Mas e aí? Conseguiu resolver o assunto da arma? - Perguntou, atenciosamente, mantendo todo o respeito anteriormente dado. O balconista realmente parecia um homem bom.

Sem pestanejar, Naomi sequer deu ouvidos ou parecia entender a localidade onde se encontrava, até então não haviam barulhos tão atenuantes, e fora a Naomi quem fez o maior barulho até então, questionando-se a respeito de querer que, por ali, todos se calassem. - Como é, garota? Quem você pensa que é?! - Falou um homem gordo que logo se levantava, batendo furiosamente uma garrafa de vidro à mesa que a sua frente havia. Ao levantar-se mostrava-se como um homem bem grande, tudo bem que eleparecia meio barrigudo, mas seu porte era grande e ele parecia ter cerca de dois metros de altura. - Eu acho que é melhor você sair daqui agora! Não tô afim de matar ninguém agora cedo.. - Agora falava um homem magro mais baixo, mas que logo sacava um punhal e começava a manuseá-lo habilmente.

Caso Naomi saísse nas pressas do bar e entrasse na rua indicada, logo poderia ver ao longe um homem com estatura baixa, parecia ser até menor do que a própria atiradora.
Se permanecesse no bar, precisaria estar pronta para entrar em combate.
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySex 28 Jun 2019 - 20:13

Odeio ter esse temperamento, me meto em confusões desnecessárias, mas se eu fugir agora isso vai criar uma reputação negativa de mim na ilha... Não que ter um surto no meio do bar pudesse me ajudar! Meu orgulho ou minha vida? Com certeza a minha vida!

- Eu sou Naomi Kutsuke! E não baixo a cabeça pra homens como vocês!

Logo após dizer isso eu me prepararia para qualquer ataque, fosse do Grandão, ou o baixinho da faca. Após encara-los por uns segundos, eu me viraria, prestando atenção a qualquer movimentação dos tais homens e saíria do bar, tentando seguir a direção que o balconista havia me dado.

- Tiniko... Como devo me preparar para ele?

E logo após parar um pouco pra pensar, eu diria a mim mesma:

- Tenho que procurar aquele vendedor novamente... Acho que peguei um pouco pesado com ele.

Tentaria então seguir até o lugar que o balconista havia me guiado, não teve tanto tempo que eu fiquei - e causei - no bar, devia ser por volta de umas 14:00 quando me dirigia até o tal palhaço.

- "Duas ruas a direita daqui...", acho que era isso!

Eu repetia o que o balconista havia me dito, tentando lembrar onde eu devia ir. Enquanto eu seguia o que o balconista havia me dito, mas um pouco mais a frente, pelo final da rua, numa esquina, pra falar a verdade, na qual que deveria virar, havia um homenzinho. Ele parecia tão baixinho, talvez menor até que eu...

- Deve ser só a perspectiva!

Eu seguiria até o tal anãozinho, até por que o mesmo estava no meu caminho e então tiraria minhas duas dúvidas: Se ele era tão baixo quanto parecia, e se ele era o tal Palhaço Tiniko.


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Última edição por Naomi Kutsuke em Qua 2 Out 2019 - 15:46, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptySeg 1 Jul 2019 - 9:28



Narração - Post 09 + 01


Não demorava muito até que Naomi dizia seu nome ainda tentando se impor dentro daquele estabelecimento. - Sai logo daqui, criança! - Depois de dito mais uma vez essas palavras, o tal grandalhão gordo se sentava mais uma vez e voltava a beber sua devida bebida a qual Naomi não sabia ao certo o que era. Mais uma vez o bar parecia se acalmar, onde cada um em suas mesas fazia o que lhe parecia ser mais conveniente. E não demorava muito até que Naomi compreendia a situação e logo alvejava seguir o que lhe dito fora. Saindo do bar, a mesma acabou repetindo várias vezes o sentido a qual seguiria, tudo para ter certeza de que nãoi esqueceria.

Duas ruas a direita não parecia algo assim tão difícil, mas a púbere não gostava de trabalhar com incertezas, ou seja, por sua segurança, logo repetiu algumas vezes enquanto seguia a alvejada rota. Ao longe pôde visualizar um palhaço baixinho que parecia divertir as crianças em meio a cambalhotas e rodopios incríveis, inclusive também parecia ter um utensílio interessante, uma espécie de enorme esfera. A medida que se aproximava, conseguia ter certeza do quão pequeno era aquele homem. Sua altura Naomi não tinha certeza, mas o mesmo parecia mal conseguir alcançar seu ombro, seria ele também uma criança? Por seu trabalho de palhaço, acredita-se que não, mas se fosse realmente um homem, era muito pequeno.

- Então, crianças, estão interessadas em ver o equilíbrio do peão ou o caminhar equilibrado?! HAHAHA! - As crianças pareciam vibrar com ambas as opções e nesse caso, o palhaço acabava por manter-se tranquilo em fazer ambos. - Eu faria apenas uma, mas como gosto da alegria de vocês, vou fazer os dois, ta bem? HIHI. - O palhaço inicialmente colocava ambos os braços ta tal esfera, esta parecia ser um pouco pesada para aguentar tranquilamente seu peso, ou quem sabe o palhaço pesava muito pouco, Naomi não sabia ao certo, mas depois de posicionar-se com ambos os braços em cima da tal esfera, o pequeno parecia ter muita força em ambos, pois com estes pequenos bracinhos, logo se manteve equilibrado a ponto de ficar em cima da bola e ainda movendo-se apenas com os tais braços. A bola rolava de um lado para o outro, com o palhaço em cima da mesma, e, por incrível qe pareça, este não caía.

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As crianças mantinham-se sempre impressionadas, gritos de animação e alegria vindo de todos os lados, este homem realmente parecia gostar de ouvir a satisfação dos tais menores. - Agora vai ser a mais difícil! Mas fiquem tranquilos, o Tiniko aqui vai fazer tudo para a alegria de vocês! HIHI. - O palhacinho descia rapidamente da bola, de qalquer modo, o que havia feito nela, realmente era impressionante. Fora da bola, o tal palhaço parecia pegar dois pazinhos de madeira e em seguida apoiar dois pratos em cima de cada um. Tratáva-se de algo bem complicado, na certa não era qualqer um que fazia tal arte. Mas o Tiniko não parava por aí, equilibrando dois pauzinhos, ele rapidamente colocava um destes no nariz e rapidamente pegava mais um e assim equilibrava três destes. Ah, mas se você acha que está fácil demais, não para por aí, o palhacinho logo se manteve com apenas uma perna apoiando-se no solo, e, sim, única perna esta que ainda saltava e voltava para cima da bola.

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Quase tudo caía meio que como uma espécie de avalanche, mas não caíra, o palhaço realmente era bem equilibrado, e agora se amntinha com três pauzinhos equilibrando três pratos e ainda em cima daquela enorme bola, tudo ainda com apenas uma de suas pernas. Esse palhaço parecia ser único. A alegria das crianças parecia preencher toda a emoção do palhaço, mas não demorava muito até que este saltasse da bola e jogasse as coisas para o alto, onde que estas se separavam e o mesmo se flexibilizava para pegar cada uma antes de cair no chão, eram movimentos acrobáticos descomunais. Mas tudo realmente parecia desgastar um monte aquele palhaço, e, se desgaste era bem notável. Mas sua alegria nãoparava de contagiar as crianças. Depois de guardar todo o seu material, Tiniko estranhava a presença de uma mulher alta por perto, era Naomi. - Olá, senhorita, posso lhe ajudar em alguma coisa? - Falava em um tom de voz simpático e agradável.

Dica:
 
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã - Página 2 EmptyQua 2 Out 2019 - 15:38

Depois das crianças ao redor terem saído, eu me aproximei do tal Palhaço que me perguntou com um tom de gentileza na voz: 


- Olá, senhorita, posso lhe ajudar em alguma coisa? 


Eu o responderia com um tom semelhante: 


- Sim! Eu gostaria de aprender sobre Acrobacia, e notei que você é um especialista nisso. 
 
Eu terminaria a frase com um leve sorriso, tentando arrancar alguma reação positiva do pequeno palhaço, para logo em seguida continuar:


- E então, você pode me ensinar?


E completaria com: 


- Posso lhe pagar se for preciso... Dependendo do preço, claro!


Caso ele aceitasse, com a condição do pagamento eu tentaria pechinchar o máximo para que sobrasse o mínimo para que eu pudesse comprar uma arma qualquer. Caso a pechincha falhasse, eu me mostraria disposta a pagar-lhe de outra forma, sem ser o dinheiro, como sendo ajudante de palco por algum curto espaço de tempo (no máximo 3 dias), e no último dos casos, ele ainda assim recusasse eu o pagaria, mas somente depois de propor todas as opções anteriores. Se ele aceitasse, sem a condição do dinheiro eu o agradeceria dizendo:


- Muito obrigada! Isso pode realmente mudar o rumo da minha vida!


E um pouco mais feliz e com um tom risonho na voz lhe perguntaria: 


- Quando começamos?


Caso ele me negasse, eu o questionaria sobre outro lugar para aprender a perícia ou para comprar armas que fossem mais baratas. Caso ele não soubesse me informar outro lugar para aprender a perícia, eu tentaria usar isso a meu favor, lhe pedindo mais uma vez para ser meu professor: 


- Por favor, isso é muito importante! Aprender sobre essa arte pode mudar o destino da minha vida... 


Eu terminaria a frase com um tom de apreensão para lhe mostrar a disposição que me seria necessária para isso. Se mesmo assim ele me negasse, eu respiraria bem fundo e com um ar de seriedade, respeitaria a vontade do mesmo e daria um aperto de mão amigável e lhe agradeceria pelo tempo, para logo após voltar a andar para procurar outro professor ou outra forma de aprender a tal perícia.

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