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 Ato I - O Terremoto do Amanhã

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySeg 12 Nov 2018, 15:49

Ato I - O Terremoto do Amanhã

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Naomi Kutsuke. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Ato I - O Terremoto do Amanhã - Part I - Tremores   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySex 23 Nov 2018, 13:56

~FLASHBACK~



- Filha, fica calma!

- Filha, a gente só queria te proteger...

~DIAS ATUAIS~



- NÃOOOO! NÃO ME DEIXEM POR FAVOR!

  Eu gritava em desespero, estava de novo sonhando com aquela cena, a cena mais traumatizante da qual fui ensinada a não lembrar para não ter surtos como esse que acabará de ter. Depois de esfregar meus olhos eu tentaria voltar a dormir, dizendo a mim mesma:

- Fica calma, foi só um sonho! Eles já se foram e não pode mudar isso!

  Então eu sentiria uma lágrima escorrendo de meu olho, a enxugaria rapidamente, odeio me sentir frágil. Não posso mais chorar por eles, já fazem oito anos, chorar não os trará de volta, é inútil. Mas porque esse sentimento não vira apenas uma leve sensação? Porque ainda me sinto tão culpada de uma coisa que eu nem poderia evitar? E o que mais me dá agonia, porque eles tinham um buraco de bala no peito se não havia estilhaços de bala, ou porque eles não tinham sinais de luta? Eu queria respostas e sabia que não as conseguiria deitada.

  Eu me levantaria e depois de completar minhas higienes diárias e vestir minhas roupas sairia atrás de meu mentor, Kuraha, um velho aposentado do Exercito Revolucionário que me treinou nos últimos oito anos. Por me tratar como sua neta, eu o chamo de vovô, embora não tenhamos parentescos. Andaria pela cidade em busca daquele velho alcoólatra, para que o mesmo me ajudasse a planejar meu próximo passo, para encontrar meu tio e perguntar umas coisas pra ele.


- VOVÔ, ONDE O SENHOR ESTÁ?

 Eu gritaria pela casa e pelo quartel onde ele vai as vezes, para conversar com seus amigos, também velhos e alcoólatras. Caso o mesmo não estivesse em nenhum desses lugares, pediria informação á algum cidadão que parasse para conversar comigo, o que poderia ser difícil, já que quase todos os cidadães de Centaurea Island tinham medo de falar comigo, pelo jeito que meu pais morreram. A história já havia se distorcido tanto que me acusaram de matá-los, dei até risada dessa teoria. Pediria a informação assim:


- Com licença, poderia me dizer se viu meu avô, Kuraha!

  E se caso alguém não o reconhecesse por nome, eu descreveria assim:

- Ele é um homem alto, de cabelos grisalhos, usa um tapa-olho, e quase sempre ta com uma jaqueta de couro com detalhes em vermelho. O(A) senhor(a) não o viu?

  Se conseguisse a informação diria um "Obrigada" e daria um sorriso simpático e seguiria a direção informada. Caso não conseguisse a informação o procuraria nas tabernas onde ele frequenta normalmente.


Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySex 23 Nov 2018, 16:01

Um começo para a liberdade

Naomi naquele momento havia acordado de mais um dos pesadelos, onde ela relembrava da morte de seus pais. Era impossível não se perguntar por que eles morreram, ou mesmo saber de onde vieram aqueles ferimentos, e ainda mais, se eram de fato balas, porque não tinha resquícios de pólvora, ou estilhaços. Apesar de aquelas perguntas lhe tirarem da realidade, não podia esperar por uma explicação de fato ativa sem que buscasse por isso.

Sabendo de sua posição, ela começava a procurar por seu avô, ela queria poder ver ele antes de qualquer coisa, em primeiro ela o chamava pela casa, indo até o que parecia a sala principal próxima a porta, onde ficavam penduradas as espadas do velho. Talvez mais de enfeites que qualquer outra coisa que tivesse ali. Vendo que ele não estava na casa, ela partia em direção ao quartel, onde ele muitas vezes estava. O que de fato ainda não mostrava ele, chegando no quartel ela apenas via os homens trabalhando por ali, que cumprimentavam ela, afinal já tinham costume de ver a presença da mesma, eles não diziam muito apenas acenavam quando ela passava.

A última escolha que ela tinha era de procurar por ele na rua e para isso usava da primeira pessoa que via ali por perto questionando se havia visto seu avô por ali. A pessoa questionada era uma mulher adulta de longos cabelos negros, olhos esverdeados, que tinham um brilho bonito que lembrava as esmeraldas. Ela parecia ter uma forma serena cuidando das flores.

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A mulher ouvindo a pergunta da garota apontava em direção a ponte norte que ficava não muito longe dali dizendo. - Ele esteve ali a pouco tempo, e seguiu para a ponte, de algum modo ele carregava uma vara de pescar, acredito que ele tenha ido fazer algo do gênero. O Kuraha é imprevisível, ele pode fazer qualquer coisa com uma vara de pescar, desde a função primordial dela, até matar alguém com isso hahaha… Seu avô é um homem misterioso, e famoso pelas histórias passadas.- A mulher comentava isso com um sorriso simpático no rosto, as palavras dela vinham como uma forma de talvez ser amistosa e gentil com a garota. Seria uma maneira de dar a informação e ao mesmo tempo se divertir talvez.

A moça seguia para encontrar ele, indo finalmente até a ponte, onde de cara podia sentir um vento muito mais forte naquela região, e claro dava pra ver o começo da densa floresta do inicio da ponte. O sol brilhava refletindo a luz na água, uma coisas que acabava por ser bonita dado o brilho. Eram plenas 9:00 da manhã o que trazia ainda mais uma sensação de frescor, o vento dali era bastante úmido, e de certo um pouco frio, mas não chegava a incomodar, pois equilibrado pelo calor dos raios de sol, o clima era quase perfeito. Alí na ponte um gato preto passeava se exibindo por ali, enquanto se espreguiçava, colocando as patas da frente bem firmes e as unhas no chão, onde puxava sua parte inferior para trás, como se alongasse.

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Alí tinha uma garota jovem também, que parecia estar esperando alguém naquele lugar. Talvez seus amigos ou família naquele momento. Na outra ponta da ponte estava seu tutor, que pescava tranquilamente na margem, apenas aproveitando a paisagem, ela poderia facilmente ir até ele se desejasse, esse era o menor dos problemas com toda certeza.

OFF:
 

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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Naomi Kutsuke
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptyDom 20 Jan 2019, 00:18

Depois de seguir para a ponte, vi Kuraha sentado ali, numa paz que quase não o via ter. A última vez que o vi ter tanta paz foi..

~FLASHBACK~

- Feliz aniversário, pirralha!

  Kuraha sempre teve um jeito de ser antipático, mesmo quando era gentil. Esse era meu 14° aniversário, e ele havia me entregado uma caixa branca com uma fita vermelha enlaçada ao abrir a caixa, vi um par de pistolas.

- Essas são especiais para mim, de toda minha coleção. Estão longe de serem as maiores ou mais perigosas, mas são minha prediletas. Quero que elas sejam suas.

  Eu senti meus olhos encherem de lágrimas, ele olhou pra mim, com um sorriso no rosto. Pela sua expressão dava pra entender que ele também estava emocionado, embora não demonstra-se. Me esforçando pra que minha voz não tremesse, o que foi um esforço vão, perguntei:

- Porque essas de toda a coleção?

  Assim que fiz a pergunta, sua expressão mudou de feliz para triste e melancólico. Ele parecia preso em uma espécie de transe, e pela primeira vez em todo o tempo em que estive com Kuraha, uma lágrima escorreu de seus olhos.

- Elas... Eram de uma pessoa... Muito... Importante pra mim?

  Ele completou a frase, com um pouco de dificuldade, e em seguida ele disse enquanto me abraçava:

- Você me lembra tanto ela! Desculpe garota não queria que me visse assim!

 Ao completar a frase ele me apertou mais contra seu corpo, eu então o afastei um pouco, para depois o abraçar novamente, encostando sua cabeça em meu peito, enquanto afagava seus cabelos grisalhos, e dizia:

- Não sei quem era "ela", mas é uma honra pra mim parecer com alguém tão importante pra você!

  Nesse dia, exatamente naquele momento, senti como se aquilo já tivesse acontecido, e o mais importante, senti que Kuraha era muito mais próximo de mim agora. Ele me olhou com uma expressão de alegria e paz, que eu nunca o virá ter.


~DIAS ATUAIS~

- Ei, não iria me levar em algum lugar hoje?

  Eu disse a Kuraha, com as mãos em forma de punho apoiadas na cintura, tentando parecer nervosa. Mas, na verdade estava feliz de vê-lo com aquela expressão de paz. Notei que havia uma garota na outra ponta da ponte , ela parecia entediada e impaciente, como se estivesse esperando alguém. Por algum motivo eu sentia que conhecia aquela menina, não de vista, como conheço muitos da ilha. Intrigada com a menina, eu diria como resposta a qualquer coisa que Kuraha me dissesse:

- Eu já volto! Por favor, não sai daqui não!

  Logo após dizer isso, iria até a garota a passos rápidos e precisos, notava que um gato passeava pra lá e pra cá na ponte. Aquele gato travesso, não havia alguém na ilha que não o conhecesse. Daria um leve sorriso e diria um "Oi, Salém!" para o gato e continuaria em direção a garota. Caso quando eu estivesse chegando a garota resolvesse ir embora, eu aumentaria o ritmo dos meus passos, até correria se necessário, enquanto pediria para que esperasse. Se eu chegasse até a mesma antes ela sair da onde estava eu diria:

- Oi! Me chamo Naomi Kutsuke! Notei que estava com uma expressão meio triste e emburrada, então resolvi lhe fazer companhia, se não for te incomodar.

  Caso a menina recusasse minha companhia me retiraria do lugar sem olhar pra trás e iria ao encontro de Kuraha, continuar com meus planos para encontrar meu tio Hendric.


Objetivos:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySex 15 Mar 2019, 11:22



Narração - Post 01 + 01


Finalmente havia encontrado o seu formoso mentor, Kuraha, este que parecia bem entusiasmado em um de seus melhores lazeres, pescar. O clima por ali era bem refrescante e a bela silhueta do sol sendo refletida nas águas era uma exímia visão, uma vista tão bela que não parecia ser fácil de se ver. Ver o bom Kuraha mais uma vez fazia a jovem remeter-se a boas lembranças sobre este bom senhor. Sim, o mesmo a criara tão bem que a fez hoje ser uma jovem gentil, carismática e empolgante cidadã de Centaurea.

- Nah, fique tranquila, menina. O dia só está começando... Eu só estou aqui pescando porque você sabe... É algo que amo fazer para passar o tempo. Quando eu acordei você ainda estava dormindo de boca aberta feito uma pedra. Haha! Eu só aproveitei esse tempo para descontrair um pouco, mas fique tranquila. -

O velho parecia estar animado hoje, mas sem muito se questionar, logo voltou à seus afazeres fitando as belas águas daquele belo âmbito. Por outro lado, Naomi logo havia visto uma garota que parecia estar bem desanimada enquanto mantinha-se sentada em uma escadaria próxima ao outro lado da ponte. Naomi, entusiasmada como sempre, logo pediu licença para o velho que sequer deu muita bola para a menina, afinal, estava bem mais concentrado na sua pesca. Sem muito demorar, Naomi logo acelerou seus passos para chegar até à garota que se mantinha sentada na escada numa situação bem desanimada.

- Ah, quer sentar aí? Não vou te proibir, eu não consigo fazer nada direito mesmo. Meu namorado me deixou plantada aqui esperando por ele. Quando que, sabe o que ele deve estar fazendo? Deve estar reunido com aquele grupo bobo de revolucionários, arf. Sei que eles pensam em mudar o governo ou o mundo, mas eu bem que queria ter um tempo com ele só entre nós, pra quê namorar assim?!

A jovem em questão parecia bem frustrada com toda a situação, ela parecia querer ter um bom tempo com seu namorado mas este parecia costumar sempre estar ocupado com afazeres junto a esse grupo revolucionário.

- Mas, parando de falar de mim, o que você faz aqui a essa hora? A propósito, eu me chamo Katara. -
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A curiosidade parecia bater à porta da tal jovem de madeixas negras, ela parecia inicialmente ainda estar meio emburrada, mas o carisma de Naomi parecia ter mudado algo nela. Ao longe um rapaz parecia estar se aproximando, não dava para enxergar bem quem era, mas era a silhueta de um homem. O que Naomi faria?

Histórico Naomi:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySex 15 Mar 2019, 14:15

- Mas, parando de falar de mim, o que você faz aqui a essa hora? A propósito, eu me chamo Katara.

Eu a diria enquanto me sentava ao seu lado, para poder conversar melhor com mesma:

- Prazer me chamo Naomi, Naomi Kutsuke!

Caso ela tivesse uma reação de espanto, já que a reputação do meu nome não fosse boa, eu diria com a voz calma para ela:

- Relaxa, eu não esse monstro que todos falam. E você não vai morrer só porque está falando comigo, eu te garanto.

Se mesmo assim ela ainda persistisse em ficar com medo da minha "reputação", eu levantaria e enquanto tirava a sujeira da minha roupa, a olharia com uma expressão de tristeza misturada com deboche, e diria a mesma:

- Boa sorte com seu namorado!

E sairia dali com passos precisos e voltaria a conversar com Kuraha para planejar minha ingressão ao Exercito Revolucionário.

Se ela não se espantasse com meu nome, eu continuaria respondendo-a, e apontaria com o polegar na direção de Kuraha:

- Estava procurando aquele velhote ali atrás.

E então pegaria sua mão e diria a ela:

- E sobre seu namorado... Como ele se chama?

Independente do nome eu diria que o reconhecia, não por sermos próximos e sim porque eu vivia indo ao quartel da Célula Revolucionária. E continuaria:

- Olha, pelo que eu vejo dele no quartel, ele é bem ponderado e calmo. Fala com ele, ué!

Se ela não me deixasse pegar sua mão eu pediria desculpas, e faria a pergunta:

- Se não está feliz com ele, porque não deixa ele?

Caso ela respondesse que é porque ela o amava, eu lhe diria de forma rápida e até groseira:

- VOCÊ DEVE AMAR MAIS A SI MESMA! ISSO NÃO TÁ TE FAZENDO FELIZ ENTÃO SE DECIDA DE UMA VEZ!

E então diria a ela, depois de um suspiro:

- Me desculpe! Eu me alterei um pouco... O que eu queria dizer é que, amor é só aquilo que te faz bem. E se você, Katara, o ama de verdade, tem que deixar ele ir.

Eu terminaria a frase com um sorriso carinhoso e um olhar amável. Depois de um tempo em silêncio eu diria a ela:

- Pensa no que eu disse, mas, conversa com ele primeiro, peça mais atenção do lado dele. Se ele não quiser abrir mão da Revolução por você, ele não te merece! Okay?!

Depois eu diria a ela, enquanto encostaria minha bochecha na sua e fazendo som de beijo:

- Depois a gente se vê! Não sei porque, mas tenho a sensação que te conheço de algum lugar... Bom, não deve ser nada! Tchau!

E então iria até Kuraha, e chegando até ele diria:

- Pegou alguma coisa, Velhote?

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySeg 18 Mar 2019, 08:50



Narração - Post 02 + 01


A jovem parecia não fazer muita coisa ou mudar ao ouvir o nome da garota alta de curvas fartas. Até acabava por ficar meio enciumada.

- Olá Naomi, é esse o seu nome, certo? Eu nunca havia conhecido alguém por aqui que se chamasse assim. Na verdade também nunca tinha visto ninguém falar seu nome, mas fique tranquila. -

O tal homem não demorava para se aproximar de ambas as jovens, parecia realmente ter passos apressados, e, quando mais perto, era possível observar toda a descrição física do jovem. Era loiro, alto, um porte físico um tanto extravagante, o que fazia realmente se admirar com a boa aparência do rapaz. Parecia ter algo em torno de 1,87 metros de altura.
Spoiler:
 

- Oi, Katara, me desculpe por todo o meu atraso, realmente as vezes cobram demais de mim lá na força revolucionária. Você sabe, o meu papél é importante lá dentro, se eu pudesse, passaria muito mais tempo com você. -

- Pare com tudo, Terry. Eu estava aqui conversando com a Naomi sobre o fato de você nunca abrir um espaço para mim em sua vida. Eu entendo que essa tal "força" cobra muito de você, mas você precisa medir suas prioridades. Eu não sou importante para você? -

- Claro que é, meu amor, mas o nosso objetivo é garantir mudanças reais na vida das pessoas, parar de oprimir os pobres e lutar contra todas as diferenças sociais. Afinal, você sabe, estamos numa sociedade em que o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre. Mas eu não esqueci de você, olha aqui... -

E de sua pequena mochila escondida nas suas costas, o homem logo retirou uma pequena caixa de chocolates. Realmente pareciam até belas trufas com o sabor de nozes e amêndoas, algo que fazia os olhos de Katara brilharem, demonstrando o quanto a mesma parecia amar aquele tipo de chocolate.

- Nossa! Como você me conhece bem, e como eu te amo! Meu chocolate favorito. -

Em meio à tal troca de favor, agora a jovem parecia bem empolgada com o seu namorado, o cognominado Terry. Segundo suas palavras, o mesmo parecia realmente já servir à força revolucionária, então será que já seria uma boa Naomi pedir mais informações a respeito e já tentar entrar em tal grupo? Isso não se sabia, apenas ela poderia responder.

Por outro lado, o velho Kuhara parecia logo se aproximar do grupo em questão mostrando um belo e farto salmão em suas mãos.

- Olha o que peguei hoje, haha! Nosso almoço vai ser uma delícia. -
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Em poucos segundos, o casal parecia se afastar com alguns leves passos do velho e de Naomi, agora pareciam seguir a sós pelas belas ruas de Centaurea. Mas e agora, o que Naomi faria? Tentar se dispor a conversar com o tal "Terry" cujo parece ter algum papel importante entre os revolucionários da ilha, ou quem sabe se manter com Kuraha e apreciar sua pesca?

Histórico Naomi:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptySeg 18 Mar 2019, 17:05

Depois de ver o tal Terry, me lembrei de onde conhecerá Katara. Ela sempre ia no quartel para levar as refeições de Terry, e as vezes ele dividia comigo. Quer dizer, ele me dava as partes dos vegetais que ele não gostava, mas não queria contar pra Katara com medo de magoa-lá.

Confesso que os acho um casal bonito, mas Katara é bonita demais para Terry. Também admito que já olhei Katara com outros olhos, acho que por ficar muito estranha perto dela nunca fomos muito amigas. Mas esse não é o momento nem o lugar pra ficar pensando nisso, tenho que mante o foco.

O mais importante é que Terry é um revolucionário, ou seja ele pode me ajudar, se ele estiver disposto obviamente. Eu tinha que criar um plano, mais antes de tudo teria que achá-los. Eu pararia ali no meio do caminho, e enquanto Kuraha se afastava e continuava a contar de como foi "emocionante" pegar o peixe, e então eu gritaria para o mesmo:

- Jii jii, tenho que resolver umas coisas com aquele casal de mais cedo, depois a gente se vê, ta bom?

E então sairia correndo para alcançar Terry e Katara. Caso Kuraha tentasse me impedir usando argumentos como "não iriamos fazer aquele plano hoje?" ou "não queria conversar sobre alguma coisa hoje?", eu responderia:

- Isso pode me ajudar com nosso plano, Jii jii! Confia em mim, tá?!

Se eu conseguisse encontrá-los, assim que conseguisse alcança-los, eu daria um leva tapa no ombro de Terry e diria com uma voz mais séria, porém tentando recuperar o fôlego da corrida atrás dos mesmos:

- Preciso... Da sua... Ajuda!

E olhando pra Katara, diria, com a voz já mais normal:

- Oi... de novo!

E depois de recuperar o fôlego, diria a eles:

- Não querem ir almoçar comigo e com meu avô? Eu juro que ele não morde... Pelo menos não todo mundo!

Diria enquanto esfregava meu antebraço lembrando de eu treinamento e, na tentativa de fazê-los rir e tentar convencer Katara a levar o Terry, que é com quem preciso conversar. Se eles ainda assim se negassem, eu diria:

- Por favor, eu realmente preciso da sua ajuda, mas não posso contar o porquê... pelo menos não aqui!

Diria enquanto olhava discretamente pros lados. Se ainda assim eles recusassem, eu diria um tanto cabisbaixa:

- Okay! Mas estão me devendo uma refeição!

E voltaria pra casa para ajudar Kuraha a preparar o almoço, e conversar sobre meu plano.
Se eu não os achasse, pediria informações sobre Terry:

- Com licença, você conhece um cara alto, mais ou menos 1,80 de altura? Loiro? Musculoso?

Se me respondessem sim, eu diria a ele(a):

- Viu ele por aqui? Sabe onde ele mora?

Se eu conseguisse a informação eu diria com um sorriso no rosto:

- Muito obrigado, e boa tarde!

E então seguiria a direção sugerida.

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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptyQua 20 Mar 2019, 08:44



Narração - Post 03 + 01


Não demorava muito até que Naomi percebia toda uma situação o qual seria completamente favorável para sua ideologia. Terry parecia ser alguém importante dentro da força. Inicialmente a mesma recuou e voltou sua atenção para Kuhara, mas tudo foi sem sequer algum motivo, afinal, ele mal conseguiu terminar de contar sua mera história de aventura diante daquele peixe de tamanho impressionante.

- Você sabe, eu tive de usar toa a minha força sagaz para capturar este peixe fabuloso. Não foi nada fácil, eu tive que... -

Sem sequer dar tempo de alguma coisa ao velho, Naomi iniciou uma corrida incessante que sequer deu algum fôlego para seu corpo. Levou exatamente 27 segundos até alcançar o casal em questão. Sim. Ela ficou bem desgastada com essa corrida rápida e inexperada. Mas de qualquer modo, ela havia conseguido chegar ao seu objetivo atual.

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- Calma, garota. Você está bem, respire fundo e mantenha a respiração. -

- Oi, Naomi, podemos te ajudar em alguma coisa? Estávamos dispostos a ficar juntos e sozinhos por mais um pouco de tempo que nos restava. -

- Nah, fica tranquila, Katara. Se ela veio até aqui com toda essa correria, deve ser algo importante. Ah, sim. Por que não? Podemos almoçar com você se isso for realmente algo importante. Queremos te ajudar no que for necessário. -

Uma breve brisa parecia aliviar o semblante desgastado de Naomi. O pequeno ar gélido acabava por ser até um pouco refrescante ao seu corpo, mas o cansaço ainda parecia ser bem chato. Mas Naomi logo havia os chamado e sequer avisou algo a Kuraha, será que ele ficaria tranquilo com tudo isso? E o que Naomi faria logo depois de convidá-los à um almoço? Agora a mesma mantinha-se quieta sentindo o breve ar momentâneo que por ali assoprava.

Observação:
 



Histórico Naomi:
 

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Naomi Kutsuke
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MensagemAssunto: Re: Ato I - O Terremoto do Amanhã   Ato I - O Terremoto do Amanhã EmptyQua 27 Mar 2019, 13:37

Terry e Katara aceitaram ir no almoço, tenho que trabalhar esse plano com o Kuraha, não posso por ele a perder com algum vacilo, ainda mais se Kuraha os expulsar... Ele pode ser um gentil cavalheiro, como também, pode parecer um ogro bem ranzinza. Eu diria um tanto eufórica ao casal em minha frente:

- Okay! Pela posição do Sol agora, deve ser umas 10 pra 12h... Nos encontramos em meia hora então?

Eu perguntaria apoiando as mãos sobre o quadril, praticamente segurando em minhas nádegas, como se estivesse buscando um "bolso de trás" em minha mini-saia. Caso eles concordassem, eu diria um "Ótimo! Em meia hora, então!", para logo em seguida ir em leves trotes na direção da casa para encontrar Kuraha e explicar-lhe o plano.
Caso um dos dois colocasse um "porém", eu diria ao mesmo, com uma seriedade na voz, mas tentando não perder o tom dicreto, afinal, nunca se sabe quem está ouvindo:

- Olha... São umas 10 pra 12h, daqui a meia hora é um horário propício pra almoço, e não corremos o risco de ninguém desconfiar de nada. Caí entre nós, não confio em muita gente, sou um tanto paranóica, mas é o que me mantém viva. Então, em meia hora?

Diria na tentativa de convencê-los. Embora estivesse disfarçando (ou tentando muito), sabia que um tom mais raivoso aparecera em minha voz. Odeio gente que coloca um porém em tudo. Convencendo-os ou não, eu voltaria até a casa de Kuraha, para lhe explicar o plano e seu passo seguinte. Caso o casal resolvesse ir direto comigo até a casa e esperar pelo almoço, eu andaria um pouco a frente, para dar-lhes privacidade, enquanto articulava os meus próximos passos o plano.

Mesmo um tanto concentrada em meu plano, eu tentaria ficar alerta as movimentações ao meu redor. Havia uma distância de três ou quatro passos entre eu e o casal atrás de mim, olharia discretamente para todos os lados mantendo assim um espectro de visão completo de ambos os lados. Me lembrei que não estava armada, então qualquer movimento tinha que ser decisivo o mais preciso o possível. Um movimento em falso, e "bye, bye Naomi!".
Caso algo acontecesse alguma coisa, não sei se poderia contar com Terry de apoio, já que ele priorizaria a Katara obviamente, eu tinha que estra atenta a qualquer movimento suspeito.

- Então... Como vocês vão querer comer o peixe?

Diria na tentativa de quebrar o gelo entre nós, mas sem me distrair das movimentações suspeitas.
Assim que chegássemos, que pelos meus cálculos demoraria de 5 a 7 minutos de caminhada na nossa velocidade, eu abriria a porta e pediria a eles que ficassem a vontade enquanto eu iria ver Kuraha e dizer que teríamos visitas. Eu os deixaria na sala, enquanto buscava por Kuraha na casa.

Começaria pela cozinha, onde eu esperaria que ele estive limpando o peixe, ou fazendo alguma outra coisa para acompanhamento. Se ele não estivesse na cozinha, eu iria até seu quarto e o chamaria ali, batendo com um ritmo de 6 toques (pam, para, ram, ram, pam, pam), e tentarai brir a porta. Caso não o encontrasse nesses locais, iria até uma pequena clareira numa parte próxima da casa, o nosso local de treinamento onde ele talvez se encontrasse.

Quando encontrasse Kuraha, eu lhe diria com uma voz calma e risonha:

- Jii jii, tenho novidades para você! O plano está em curso...

Terminaria a frase com um tom risonho e malicioso, deixando bem claro que eu estava pronta para a próxima fase que dependia exatamente dele. Voltaríamos para casa,caso ele estivesse em algum local fora da casa, e se ele me fizesse alguma pegunta no caminho eu diria:

- Eu já vou te contar tudo! O plano é o seguinte, tem um cara o Terry, ele é namorado da Katara, aquela menina de mais cedo, quando eu fui na ponte te ver... - esperaria ele confirmar que lembra pra continuar - Então! O namorado dela é da Força Revolucionária, eu acho que se eu conseguir convencer ele a vir comigo, ou conseguir alguém que queira ir comigo e me emprestar uma das embarcações dele, eu posso conseguir mais informações sobre meu tio em alguma outra ilha!

Depois de explicar essa parte do plano eu diria a ele, com mais alegria na voz:

- E é ai que você entra! Eu preciso que você seja gentil, acima de tudo com a Katara, ela é meu plano B. Se o Terry me negar, eu posso usar a Katara para persuadi-lo. Se essa opção também falhar então terei que entrar na Revolução.

Esse era meu plano, agora restava me saber se Kuraha iria de acordo, ou como sempre iria decidir que sua "abordagem" era melhor, eu realmente espero que ele não estrague isso, eu o amo, mas ás vezes ele é um velho muito teimoso.


Objetivos:
 

Histórico:
 

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