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Capítulo III: Destinos Cruzados XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo III: Destinos Cruzados

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptyQui 8 Nov - 0:05

Capítulo III: Destinos Cruzados

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) revolucionários Hisoka Kurayami e Crisbella Rhode. A qual não possui narrador definido.


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Luizatomita
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Luizatomita

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptyQui 8 Nov - 17:55

SUNSHINE
Capítulo III: Destinos Cruzados



Despedidas nunca foi o meu forte… Deixar alguém para trás era doloroso, ainda mais bons amigos que eu havia feito desde Shell’s Town… Mas pensar em meu futuro era mais importante agora… Meu presente, as pessoas ao meu redor, tudo era tão importante quanto a minha história passada. Daario havia nos trazido em segurança para o Farol e, ver aquela construção exuberante me deixava atônita, com os olhos brilhantes. É aqui que os renegados e impróprios param para seguir seus destinos…E agora eu era mais uma a cruzar aquelas águas salgadas rumo a meu novo amanhã.

Procuraria Daario, o Major guia de nossa expedição para ajudá-lo nos preparativos para desembarcarmos no Farol. Olharia o tempo ao meu redor, se o clima estava propício para a proteção de minha capa caso estivesse chovendo, cobriria minha cabeça para fugir da chuva. Sorriria de canto ao Major, perguntando a ele em que estávamos nos metendo. -Da-Daarius… Eu nunca estive aqui antes, esse farol, o que tem lá? N-Nunca nos contaram sobre quem o mantinha acesso…- E de fato era verdade, o Farol era só referenciado em livros da escola ou pelas bocas de bagunceiros, mas sua real história, eu desconhecia, talvez eu não estivesse tão atenta a estudos naquela época como sou agora…

Coçaria minha cabeça em sinal de confusão, sorrindo para o homem de maneira sem graça até que ele me responde-se, caso não fosse de seu interesse interagir comigo, procuraria meu companheiro de viagem, Klaus. Andaria pelo barco a sua procura e quando o encontra-se, o chamaria para desembarcar na estrutura que havia ali. - K-Klaus! Acho melhor levarmos os refugiados lá para dentro… T-Temos que encontrar abrigo com outros revolucionários… Daario te pediu alguma coisa? - Diria a ele de maneira séria mas não áspera, era essencial que as pessoas resgatadas em nosso barco estivessem a salvo e, que minha mensagem aos comandantes revolucionários, junto ao meu relatório que estava com Daario fosse entregue. Caso o Major nos ordenasse sair do navio, acataria imediatamente… Aquele barco já estava deixando meu estômago enjoado… Toda aquela viagem havia deixado… Sentiria uma náusea, forte o suficiente para me dar vontade de vomitar, caso meu almoço quisesse ir para o mar, correria até a borda do navio, deixando a natureza cumprir seu papel.

-x-

Histórico:
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Dados:
Spoiler:
 

NEW FRIEND
IT'S A BEAUTIFUL DAY
SKY FALLS, YOU FEEL LIKE IT'S A BEAUTIFUL DAY! DON'T LET IT GET AWAY, YOU'RE ON THE ROAD BUT YOU'VE GOT NO DESTINATION YOU'RE IN THE MUD IN THE MAZE OF HER IMAGINATION...


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Hisoka
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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptyQui 8 Nov - 22:50



Destinos Cruzados

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#Post 1


Cingido pelo silêncio, Hisoka folhearia os últimos livros em busca de alguma informação sobre o cabalístico "Cubo de Ilusia". Fadigado após a intensa leitura, o cabo inflaria os pulmões e suspiraria subitamente, fechando o alfarrábio com o auxílio de ambas as mãos, gesto que provocaria um baque surdo e a suspensão de algumas partículas de poeira. Depois de devolver o exemplar à prateleira, Hisoka secaria o suor derradeiro na região temporal com o antebraço esquerdo, prendendo as retinas ao teto enquanto ruminaria a cerca do enigma.

O arqueólogo ainda estava recheado de dúvidas, as quais remoíam sua mente numa tortura pungente. Carregar tamanha responsabilidade nas costas promovia certa pressão ao historiador, sentimento com o qual ele não está muito acostumado a lidar. Por sorte, seu temperamento calmo o ajudaria a manter as rédeas de seu feitio. Você terá tempo para fazer isto mais tarde, foque no que é mais importante para o momento, pensaria o Revolucionário. Em resposta, Hisoka vedarias as pálpebras e abanaria a cabeça horizontalmente, apartando os ponderamentos e salientando a Grand Line como escopo majoritário.

– Parece que paramos... – Comentaria ao atinar a falta de movimentação da embarcação.

Antes de sair das dependências da biblioteca, Hisoka ergueria os braços acima da altura da cabeça e estiraria todos os músculos e articulações num espreguiço. O cabo poderia ouvir as parcelas de líquidos sinoviais sendo desprendidos das cavidades articulares, propiciando audíveis sucessivos estalos. Para quem estava sentado na mesma posição há minutos, o sentimento era reconfortante, pois trazia a tona uma sensação de rejuvenescimento. Destarte, o Revolucionário deixaria escapar, entre os lábios ressecados, um ulo prazeroso em consequência do comportamento balsâmico. Por outro lado, o meneio provocaria, também, um leve fisgar nos músculos dorsais, sensação decorrente de seu ferimento ainda não completamente cicatrizado.

Por fim, moveria as íris em direção do Cubo de Ilusia, congelando a vista nos hieróglifos recônditos por alguns segundos numa última tentativa de recobrar o significado dos símbolos. Em vão, pressionaria a língua contra o céu da boca, gerando um som agudo, e colheria o artigo com ambas as mãos antes de guardá-lo num bolso que o retivesse.

Assim que deixasse a biblioteca do Paradise Star, Hisoka galgaria pelas escadarias da embarcação até que tivesse acesso ao convés. Na superfície do navio, o cabo protegeria os olhos dos raios solares com o metacarpo direito, se necessário, ao dispor da mão em frente a testa. Ademais, premeria a abertura ocular numa tentativa de ajuste dos cristalinos, almejando maior enfoque e alcance do ambiente ao seu redor. Seu conhecimento em história o permitiria saber que há um famoso farol na Reverse Mountain, apesar de desconhecer se há algum morador ou, até mesmo, se a estrutura ainda está em atividade. Onde será que estão os demais? Movido pela pergunta intrínseca, Hisoka saltaria do navio em terra firme, amortecendo a queda ao flexionar os joelhos. Com a palma da mão sinistra, palparia as vestes com o objetivo de desprender alguma espurcícia remanescente, principalmente nas nádegas outrora em contato com o chão da livraria.

– Olá, tudo bem? Tem alguém que more aqui afinal? – Perguntaria para o primeiro companheiro que observasse. A glabela crispada e o olhar fixo enalteceriam o teor curioso no questionamento. – Nossa, sério? Me parece ser impossível. – Numa eventual resposta positiva, Hisoka abriria brevemente a boca e elevaria as sobrancelhas em surpresa.

Com a mão direita apoiada no mento, o Revolucionário se mostrou incapaz de se imaginar morando num local aparentemente inóspito. Para ele, viver tão isolado seria uma tarefa extremamente complicada. A reflexão, por sinal, seria bastante irônica, afinal Hisoka passou a maior parte de sua vida sozinho. Provavelmente a mudança na forma de pensar é um reflexo de seu novo estilo de vida junto aos Revolucionários, pois há muito o cabo desconhece a sensação de estar desamparado, sensação esta que ele vivenciou por quinze anos.

– Bem, para onde iremos a partir daqui? – Fixaria o olhar na imensidão do mar da Grand Line durante a pergunta.

Independentemente da resposta, Hisoka estaria de prontidão para acatar com as instruções ou ordens dos companheiros, levando em conta que estava num ambiente novo e sem muita premissas a cerca do que fazer. Assim, buscaria se manter próximo dos demais, ou ao menos de um Revolucionário, e auxiliá-lo com as atividades desempenhadas levando em conta suas incumbências periciais e sua restrição pelo ferimento em suas costas.

Histórico:
 

Informações do Personagem:
 

Objetivos:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptySex 9 Nov - 16:32



O encontro do Leste e Oeste


A tripulação de Helena foi a primeira a chegar ao farol naquela manhã que acabara de começar já bem ensolarada. Seu navio carregava não só os revolucionários e a banda de Jovi, mas também mais de uma dúzia de fugitivos de Ilusia. Pouco antes do navio sair da Reverse Mountain, Hisoka recebeu um presente inusitado do músico, uma espécie de cubo mágico onde os tradicionais cubos de sua estrutura ao invés de serem cores eram hieróglifos de uma escrita antiga. Como era de se esperar de um professor de história, Kurayami sabia que já havia visto esses símbolos em algum livro anteriormente, mas sua memória não era perfeita ao ponto de recordar o significado de uma escrita de milhares de anos atrás. Exatamente para tentar se lembrar da origem dessas palavras que Hisoka caminhou em direção à biblioteca do Paradise Star e começou a buscar nos livros de história mais antigos que ali havia.

A biblioteca do navio não era a maior que já vira, mas com certeza tinha mais livros ali do que em sua casa em Las Camp, porém bem menos do que tinha na universidade, algo bem cabível, já que lá havia uma variedade maior de temas, enquanto aqui era mais focado em livros de história. O professor passaria algumas boas horas ali folheando páginas empoeiradas até encontrar algo que finalmente lhe desse uma pista de como traduzir os hieróglifos. A essa altura sua mão direita imobilizada já não parecia doer tanto quanto antes, então era certo dizer que ele já podia desenfaixar-la. Durante o tempo gasto na sua pesquisa, Hisoka descobriria que a escrita gravada no cubo teve origem milhares de anos antes daquela que hoje está gravada nos raros Poneglyphs, ainda de uma época onde Grande Reino sequer havia surgido. Seria esse cubo tão antigo assim?

Traduzir aqueles seis lados do poliedro não seria fácil ainda que soubesse a origem das palavras, isso porque nenhum livro traria estampado um dicionário sobre a escrita e para tornar tudo mais difícil, registros de algo tão antigo nem existem mais, talvez na grande biblioteca de Ohara tivesse algum exemplar ou pergaminho com essa informação, mas hoje é bem provável que tenha sido tudo transformado em cinzas. Mesmo assim não era o fim do mundo para o professor que é dono de uma das mentes mais brilhantes no assunto da criptografia (provavelmente o único jogador do fórum com essa merda kkk), tanto é que havia conseguido interpretar bem um dos símbolos como "amanhecer". Restava ele saber agora em qual dos seis lados do cubo essa palavra pertencia e em que posição, mas para isso ainda tinham outras dezenas de hieróglifos para traduzir.

Retornando ao convés do navio, o arqueólogo tentava encontrar seus principais companheiros de viagem, mas no momento apenas os cabelos rosas de Gear apareciam no seu campo de visão. Ao aproximar-se da engenheira, Hisoka aproveitaria para fazer uma pergunta a respeito da sua dúvida sobre o enorme farol logo adiante de onde haviam atracado o navio. - Sim, há um senhor morando aqui, a Major, quero dizer, Comandante está nesse momento conversando com ele. - Respondeu ela enquanto apertava um parafuso em algum objeto desconhecido para o professor. Antes de responder a segunda pergunta, a jovem parou o que estava fazendo e olhou para o horizonte. - Eu realmente não sei, mas não é incrível essa sensação de estarmos prestes a começar uma grande aventura?

Agora restava à Hisoka decidir no que exatamente ele iria fazer enquanto esperava o retorno de Izzy, ele poderia ficar ali e auxiliar Gear em suas invenções, ou então ir até a cozinha ver se Pepper precisava de alguma ajuda, já que o número de bocas para se alimentar havia dobrado, talvez ele estivesse sobrecarregado de trabalho, mas quem sabe o melhor a se fazer não fosse retornar à biblioteca e continuar seus estudos sobre o misterioso Cubo de Ilusia. Entretanto, temos que concordar que mais importante do que ajudar seus companheiros ou ir até onde estava a Comandante Izzy, sem dúvidas seria ver como estava Milla, afinal na última vez que a viu ela ainda sequer tinha aberto os olhos, mas talvez ainda fosse pesado demais para Hisoka ter que voltar a vê-la nesse estado e por isso continuaria mais um tempo evitando visitá-la na enfermaria.

Um pouco mais tarde nesse mesmo dia, quando o sol já estava chegando ao seu ápice do meio-dia, uma segunda embarcação veio descendo a Reverse Mountain em direção ao farol. Esse navio, que por sinal era bem menor e simples que o pomposo Paradise Star, se tratava da tripulação de Daario, um major do exército revolucionário que trazia com ele uma meia dúzia de revolucionários e, coincidentemente, também levava a bordo algumas pessoas resgatadas. Entre esses tripulantes estava Crisbella, preocupada se poderia estar chovendo como na montanha, mas o sol do outro lado da Red Line não poderia estar mais lindo. A jovem revolucionária parecia empolgada com o momento e por isso procurava o major para lhe fazer algumas perguntas a respeito do farol que via mais a frente.

- O que tem no farol? Ah, nada demais, acho que somente um velho gagá que gosta de fazer aposta com aqueles que passam por aqui. Eu pelo menos nunca entrei lá para saber, mas… - Respondeu ele sem parar de fazer suas atividades de capitão do navio, permitindo dessa maneira que ele conseguisse chegar com segurança até o pé do farol, onde lá já estaria presente o grande navio turnê de Sir Jovi. Cris poderia notar a expressão de Daario mudar assim que avistou tal embarcação. - Tsc, o desgraçado está aqui… - E não era uma expressão muito contente.

Pouco antes de ir até o seu companheiro, Bella sentiu como se um redemoinho tivesse acabado de começar na parte interior da sua barriga, era quase como se um buraco negro estivesse nascendo no seu estômago, a diferença é que ao invés de estar absorvendo tudo, ele parecia é querer expulsar qualquer coisa que estivesse por ali. A viagem havia lhe deixado enjoada e só agora que a adrenalina se foi que essa sensação bateu com força. A garota até tinha a intenção de falar com Klaus, mas sequer conseguiu chegar até ele, sendo forçada a correr até a borda do navio onde iria botar para fora tudo que comera nas últimas horas. Percebendo o que a companheira estava fazendo, o espadachim se aproximou dela para segurar seu cabelo, porém mais parecia que ele estava sendo forçado por alguém a fazer isso, mesmo que tivesse ido ali por vontade própria.

- É melhor você desembarcar, eu cuido dos refugiados… Vá sentir novamente um pouco de terra firme e uma boa brisa no rosto. - Diria ele enquanto Cris ainda estava vomitando por conta do enjoo provocado pela viagem. Assim que ela ficasse um pouco mais estável, Klaus se afastaria e retornaria logo depois com uma garrafa de água gelada. - Tome, vá bebendo isso.

Sem dizer mais nada, o espadachim se afastou e seguiu em direção aos refugiados, deixando para Crisbella a decisão se iria ou não sair do navio, mas vendo que o próprio major já estava fazendo isso, talvez fosse uma boa ideia segui-lo. Se assim fizesse, ou pelo menos deixasse a embarcação como Klaus sugeriu que ela fizesse, Cris poderia já enxergar de longe o pequeno grupo de pessoas que estava ao redor do farol conversando com um senhor de idade, provavelmente o tal velho gagá mencionado por Daario, porém diferente do que Bella poderia chegar a imaginar com tal descrição, o morador do farol era grande (gordo), forte e com uma enorme barba grisalha.

- Que surpresa horrível encontrá-lo aqui, Sirggiovi. - Disse Daario de maneira provocativa para alguém presente no outro grupo de pessoas.

- Incrível, nunca imaginei que alguém com um QI tão baixo fosse capaz de sobreviver a Reverse Mountain. - Implicou de volta um outro homem, alto, bonito, loiro, talvez Cris já tivesse ouvido falar dele, talvez não, depende do quanto ela é fã de astros de rock.

- Hahaha. - Forçou Daario uma risada e logo depois fechou a cara. - Resgatamos um grupo de pessoas no caminho daqui e não sei se no meu navio temos espaço para abrigar todos elas.

- É, no meu muito menos, nós também resgatamos algumas pessoas e o navio tá praticamente lotado. - Respondeu Jovi como se estivesse disputando com Daario.

- Mas minha tripulação salvou sete pessoas.

- Nós salvamos treze! E com direito a confronto com a Marinha e a CP-3.

- Calem a boca vocês dois, não é por causa disso que nós ajudamos os outros, seus idiotas! - Brigou Helena, uma mulher de cabelos escuros e um tapa-olho. Para punir Jovi, ela lhe deu um pescotapa.

- Tsc, tudo bem, mas pelo menos podem ficar um tempo com algum dos meus revolucionários? Nós realmente não temos espaço, e seria só até chegarmos em uma de nossas bases. - Pediu Daario, mas não estava olhando para Jovi dessa vez, falava com a verdadeira líder do grupo.

- Ok, me passe as informações sobre eles e peçam para que subam a bordo, mas só podemos levar mais três. - Concordou Helena com seu jeito sério de ser.

- Obrigado pela gentileza, Major. - Agradeceu Daario fazendo uma breve reverência para a companheira revolucionária.

- Agora é Comandante… Nós fomos promovidos. - Corrigiu Jovi olhando para o seu rival com um sorriso convencido no rosto.

- Pera… Então quer dizer que agora você é um… - Disse o major com uma feição de espanto.

- Comandante, sim, haha! Acho que… OH MY GOD! - Começou o loiro em resposta, mas rapidamente interrompeu o que estava para dizer e arregalou os olhos, surpreso com algo que havia acabado de ver. Suas íris azuladas fixaram-se em um rosto um pouco mais afastado de onde estavam, mas já era suficiente para chamar sua atenção, levando-o a caminhar de boca aberta e olhos brilhando na direção da jovem e bela Crisbella. Quando conseguisse se aproximar o suficiente dela, Jovi se ajoelharia e seguraria a mão direita dela, caso lhe desse esse direito. - Não tenho dúvida de que você é a mulher mais linda que já vi em toda minha vida, seria você um anjo entre nós mortais? Desculpe a inconveniência, mas a senhorita poderia me conceder a honra de seu nome?

OFF:
 

CUBO DE ILUSIA:
 

NPC's da aventura do Hisoka:
 

Mandando o rand aqui só por tradição:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptySab 10 Nov - 5:12



Destinos Cruzados

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#Post 2


Apesar dos esforços depositados em horas de estudos, Hisoka não conseguiu encontrar nenhuma informação que pudesse utilizar na resolução do enigma do Cubo de Ilusia. O cenário já era esperado pelo professor, pois ele já imaginava que o dialeto antigo dificilmente fosse encontrado numa biblioteca tão trivial. Na verdade, o historiador está cada vez mais convicto que este conhecimento esparso em sua mente é oriundo de alguma leitura que sua mãe fez com ele há mais de quinze anos. Contudo, mesmo com o cenário desastroso, tendo em vista que o exemplar pode ter sido único e trazido diretamente de Ohara, Hisoka não perderia as esperanças, depositando as crenças remanescentes numa provável chave na Grand Line.

No convés do navio, Hisoka encontrou Gear, a engenheira da tripulação. O professor apreciou sua presença, levando em conta que não a via há um bom tempo devido os imbróglios em Ilusia Kingdom. Assim, mostrou um sorriso breve para a garota, fixando os olhos cintilantes em sua beleza idiossincrásica, a qual é oriunda, principalmente, de um vasto intelecto e criatividade. De certa forma, vê-la desarraigou as amarras que o prendiam à responsabilidade pela resolução do enigma. Sem o estafante fardo em suas costas, o arqueólogo pôde realçar uma expressão muito mais álacre em comparação a feição tensa estampada em seu rosto assim que deixara a livraria. Ela tem razão. Aproveite a aventura. Sortiria os próprios pensamentos, agarrando convictamente a sensatez no comentário da engenheira.

– Realmente... – Comentaria a medida que direcionaria o olhar para o vasto oceano da Grand Line. Ao contrário do sorriso que salientara para Gear assim que a viu, Hisoka franziria os lábios, estiraria os orbiculares e acentuaria os zigomáticos num tímido e sincero riso. – Obrigado. – Voltaria a fitar à engenheira, levando o indicador flexionado em direção ao olho, friccionando-o levemente sobre a pálpebra num gesto pacificador em resposta ao embaraço. Provavelmente Gear não entenderia o motivo pelo qual Hisoka estaria a agradecendo e, se ela o indagasse, teria como resposta um meneio de olhos fechados e breve bulido com a cabeça por parte do professor, insinuando que ela esquecesse o que foi dito.

Depois do curto diálogo com Gear, Hisoka iria em direção da proa do navio, sítio em que vislumbraria o oceano com os olhos castanhos enquanto sentiria o zéfiro pelágico. Com os antebraços cruzados e apoiados sobre a estrutura de madeira, o professor permitiria que a aragem e a maresia balouçassem suas negras madeixas em ritmo do zimbrado da embarcação. No pequeno instante de ócio, o historiador ponderaria a cerca de seus próximos passos enquanto a tripulação estivesse ancorada. De soslaio, as fóveas captariam um pequeno grupo de companheiros numa conversa com um provecto homem anafado. Com um pouco de argúcia, Hisoka nem ao menos precisaria de sua lógica para discernir que ele era o senhor que mora no farol, o qual fora mencionado há pouco por Gear.

O breve momento garantiria a Hisoka poucos minutos de elucubração em que relembraria de alguns lampejos memoriais de Ilusia Kingdom, principalmente aqueles que remetem à Milla. De certa forma, o Revolucionário ainda não foi capaz de se perdoar, pois acredita que o atual estado da companheira é resultado da fraqueza que demonstrou no reino, mesmo que sua atuação na derrota de três inimigos sozinho tenha sido imprescindível no sucesso da missão. Preciso ficar mais forte, se não a Grand Line irá engolir meus companheiros e eu. Com certo conhecimento dos perigos que abrangem este mar, Hisoka atinaria o óbvio, porém o notório pensamento carrega, em seu âmago, um ônus intenso em razão dos últimos acontecimentos.

– Como será que ela está... – Murmuraria com os pensamentos voltados em Milla.

De olhos fechados, Hisoka suspiraria suavemente antes de seguir em direção da enfermaria. Considerando um pensamento racional, típico de seu feitio, o arqueólogo reconheceria que as chances de encontrar a companheira acordada são baixas. Entretanto, ele iria se agarrar em suas esperanças parcas, afinal não poderia apenas desistir e parar de acreditar numa recuperação de sua amiga. Assim, desceria a escadaria que dava acesso ao interior do navio com um semblante mais fechado, recluso em seu próprio cerne, quase como num transe. Os olhos não se moveriam, permanecendo inteiramente focados em chegar na enfermaria. Lá, promoveria passos suaves e ternos até o leito de Milla, engolindo em seco pouco antes de observar a Revolucionária.

Na possibilidade de Milla estar acordada ou despertar depois de sua chegada, Hisoka mostraria um semblante de surpresa, afinal ele esperava o contrário. Assim, com as sobrancelhas alçadas, olhos bem abertos e maxilar inferior combalido, o professor fixaria seu olhar na enfermeira. Apesar dos primeiros passos hesitantes, tendo em vista o espanto, não pestanejaria em apressar a breve caminhada, já esticando os braços para ajudá-la a apoiá-la na cabeceira da cama. Em seguida, atropelaria algumas palavras, enrolando-se com o primeiro assunto do diálogo.

– E-Ei você... C-Como está...? S-Sabe... D-Desculpa... E-Eu não c-consegui... – Abaixaria a cabeça em constrangimento, franzindo os lábios a medida que buscava as palavras corretas. Primeiro é preciso que ela fique bem, depois você se explica. – D-Depois falamos sobre isto... Irei chamar Helena. – Pensando em manter o estado de saúde de Milla estável, Hisoka daria prioridade em comunicar Izzy. Antes, entretanto, o professor envolveria a enfermeira com seu braços, entrelaçando seus dedos nas costas da jovem, abraçando-a confortavelmente com a cabeça apoiada em seu ombro. – Volto já... Bem, de verdade, desta vez. – Comentaria com as mãos segurando paralelamente os braços de Milla, de modo a fitá-la proximamente, apresentando-a um semblante convicto.

Ao contrário de sua ida até a ala médica, Hisoka não pouparia esforços em retornar ao convés, extremamente ansioso em avisar à Izzy que Milla havia despertado. Assim, com uma taxa respiratória bem mais intensa, o arqueólogo correria em direção do último local em que havia visto a Comandante. Assim que chegasse, retomaria o fôlego com inspirações e expirações acentuadas, descansando as mãos sobre os joelhos.

– M-Milla... Argh... Milla despertou... – Inclinaria a cabeça para observar Helena após passar a mensagem, retornando junto a ela até a enfermaria.

Na hipótese de encontrar Milla ainda desacordada, Hisoka relaxaria as pálpebras outrora tensionadas, desviando o olhar para o canto inferior direito. Na mão esquerda, a unha do polegar friccionaria constantemente com os dermatóglifos dos demais dedos num gesto pacificador para atenuar a apreensão. Com o lábio inferior mordiscado entre os incisivos, o arqueólogo novamente se veria atingido por uma forte onda de culpa e mazela. Desculpa, desculpa... A palavra repetiria-se sucessivas vezes em sua cabeça até ser timidamente murmurada em tom constrangido, inicialmente falhando em detrimento da boca ressecada.

– D-Desculpa... – Paulatinamente, Hisoka ergueria o braço direito até alcançar a face de Milla com a mão destra. Com brandura, afagaria a maçã de seu rosto com as costas das falanges, tateando a maciez de sua pele alva a medida que buscava remeter a ela um meneio que ele muito fizera. Pouco a pouco, a feição taciturna seria substituída ao entesar a boca num pequeno sorriso ao estender os risórios. – Até breve. – Promoveria a última blandícia ao tocar na franja sobre sua testa, levantando-a com o dedo.

De volta a superfície, Hisoka iria de encontro com os demais Revolucionários em terra firme. Como em sua última batalha o chicote pacificador foi danificado, ele utilizaria o tempo livre para perguntar à Helena se ela tem alguma vergasta no arsenal da tripulação, pois Hisoka imagina que, na Grand Line, existirão adversários que irão exigir além do máximo de seu potencial, sendo assim, ele não poderá se dar o luxo de encarar o novo mar sem estar devidamente munido. Isto porque, por mais que detenha habilidades físicas que o permitem exercer um combate de mãos nuas, certamente sua capacidade iminente é melhor operada com um chicote.

– Comandante Helena, tens um momento? – Chamaria sua atenção com um simples aceno realizado com a mão esquerda. Se fosse correspondido, continuaria: – Em Ilusia eu acabei perdendo o meu chicote e, bem, aproveitando que estamos atracados por enquanto, queria saber se você tem algum em seu arsenal para substituir o antigo. – Ao contrário de quando se uniu aos Revolucionários, Hisoka possui bem mais naturalidade em dialogar com Helena, sentindo-se bem mais à vontade e livre da forte tensão anteriormente gerada por uma atmosfera pesada. – A propósito, parabéns pela promoção. – Elogiaria Helena com apenas uma das sobrancelhas erguidas e um sorriso acentuado no canto da boca. Como o arqueólogo teve poucas oportunidades de falar com a Comandante, seu encômio viria um pouco atrasado, mas ele acredita que seria bem recebido pela caolho.

Durante o diálogo, um forte estrondo oriundo do impacto do casco de uma embarcação em contato com a correnteza chamaria a atenção de Hisoka, que voltearia o pescoço para que pudesse observar o foco do barulho no topo da Reverse Mountain. Para a sua surpresa, um outro navio estava realizando a entrada na Grand Line, apesar deste ter dimensões menores que o Paradise Star. Como ele não viu adornos que remetem a marinha na vela ou couraça do nau, o historiador não ficaria preocupado, ainda que mantivesse a glabela crispada no decorrer de toda a descida do barco pela montanha. Por outro lado, sua lógica não o deixaria perder o estado de alerta, tendo em vista que há a remota possibilidade de se tratar de um grupo pirata baderneiro.

Contudo, assim que ancoraram, Hisoka seria novamente surpreendido, pois o homem mais evidente da embarcação aparentava conhecer Jovi. O contato entre o popstar e o sujeito desconhecido era caloroso, porém não agressivo. Era como se fossem rivais, disputando um com o outro quem detinha os maiores feitos. Levando em conta o teor da discussão, o historiador atinaria que o grupo recém-chegado também era uma tripulação de Revolucionários, pois comentavam sobre um resgate, indicando que tiveram um prólogo similar ao que Hisoka e seus companheiros desfrutaram em Ilusia Kingdom.

O desacordo entre ambos acabaria com a intromissão de Helena numa cena relativamente cômica, dado o feitio sério da Comandante. Em resposta, Hisoka daria de ombros e abafaria o riso na garganta, balançando a cabeça suavemente com os olhos fechados em concomitância. Na verdade, independentemente da intervenção de Izzy, o dissenso não duraria muito tempo, pois a presença de uma jovem ruiva fascinaria Jovi que, com sua idiossincrasia galanteadora, não mediria esforços em cortejar a menina. O que o astro do rock não esperava, entretanto, seria uma reação dotada de extremo constrangimento por parte da garota, que claramente estaria deslocada com a conduta do loiro. Ao notar o comportamento canhestro da moça, Hisoka retiraria a palma da mão esquerda outrora sobre a testa, imediatamente alongando os passos até se apropinquar de Jovi, cuja gola da camisa seria agarrada pelo professor numa tentativa de arrastá-lo de volta ao seu local de origem.

– Perdoe o Jovi... – Suspiraria com os olhos fechados e braços cruzados. – As vezes ele não parece perceber que está incomodando. – Moveria as íris lateralmente para fitar Jovi, denotando um julgamento negativo de sua conduta. – Bom, também são Revolucionários, correto? – Abriria um pouco mais a postura ao descruzar os braços e colocá-los nos bolsos da calça, mostrando maior recepção ao diálogo. – Me chamo Hisoka. Hisoka Kurayami. É um prazer. – O arqueólogo se apresentaria com um breve reverenciamento ao curvar o tronco. Sem notar, Hisoka estaria tomando as rédeas da interação, comportamento que ele certamente nunca apresentaria há semanas atrás, novamente mostrando uma evolução de seu feitio desde que se tornou um Revolucionário. – Como foi a conversa com o morador daqui? Existe alguma taxa para passarmos ou algo do gênero? Como funciona afinal? – Vivaria o corpo na direção de Helena, questionando-a a cerca de algumas dúvidas pendentes. Como já estão parados há algum tempo, Hisoka havia começado a se perguntar se aconteceu algum imbróglio para ainda não terem prosseguido com a viagem e, usufruindo de sua lógica, ligaria o diálogo com o velho residente com o atraso.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptySab 10 Nov - 14:39

SUNSHINE
Capítulo III: Destinos Cruzados



Daario podia ser um Major meio atrapalhado às vezes, mas eu não podia negar que sua eficiência e conhecimento eram de surpreender. Saber que o morador do Farol era um velho ‘’gagá’’ não me agradava muito, afinal, esse tipo de homem que gosta de apostas geralmente tende a ser trapaceiro… Ou isso era apenas preconceito meu. Me afastando de Daario, consegui sentir o sol quente que tocava em meu rosto. Era agradável, mas a sensação que vinha logo em seguida, a guinada de meu estômago e o desejo sombrio de meu almoço vir ao encontro do mundo novamente me deixava irritada. Corri com as mãos sobre os lábios da maneira mais rápida que pude, me agarrei a borda do barco e deixei tudo aquilo que meu pobre estômago havia comido.

’’ - Droga… O almoço estava tão bom.’’ - Pensei enquanto uma voz gentil e dedos gelados tocaram meu corpo por de trás. Klaus estava comigo e eu mal podia sorrir para ele. Senti minhas bochechas corarem um pouco, meio sem graça pela situação em que eu estava. Sentia minha garganta queimar enquanto deixava sobre as águas o enjoo daquela subida e descida malucas que havíamos passado. Minhas mãos apertavam aquela madeira de maneira firme até a força se esvair de meu corpo. Caí de joelhos na madeira do barco, limpei a boca com a manga de meu vestido, ainda sem graça pelo ocorrido. - Obrigada Klaus… - Disse de maneira tranquila para o rapaz, respirando fundo para recuperar o ar de meus pulmões.

Sentia minha garganta irritada por contra do atrito contrário da comida, assim, Klaus deixou o meu lado, aconselhando a ir para terra firme. Me levantei calmamente enquanto ele se afastava. Comecei a lentamente andar para fora do barco até ser parada novamente. Uma garrafa de água ele dava em minhas mãos. Sorri para ele com a maior felicidade do mundo, aquela garrafa era o que eu realmente precisava. - Obrigada! - Meus dentes brancos exibidos em um sincero sorriso logo seriam ocupados pela garrafa.

Bebi aquela água com vontade, deixando algumas gotas escaparem de meus lábios, escorrendo para meu pescoço. Lentamente, andei para fora do barco e lá pude avistar Daario e um outro grupo revolucionário.

Eu não estava prestando muito atenção no que eles falavam e acabei reparando mais a frente um grupo conversando com um velho bem do gorducho. ‘’ - Papai Noel existe pelo jeito. - ‘’ Pensei enquanto dava uma leve risadinha e mais uma golada na garrafinha de água. Respirando fundo, tentando acalmar meu estômago depois daquela viagem. QUando voltei meus olhos a Daario novamente, ele estava conversando com um sujeito loiro, e pelo tom da conversa, parecia que estavam disputando algo… Ao prestar um pouco de atenção, percebi que era uma briguinha do tipo ‘’Meu cavalo é maior que o seu’’, o que me fez fazer bolinhas de ar dentro da garrafa de água que eu bebia.

Até mesmo aqui os homens conseguiam ser tão bobos assim e, em um instante o loiro parou de falar e começou a vir em minha direção. Olharia para os lados, procurando alguma pessoa por ali a qual ele pudesse dirigir sua atenção, e ao não ver ninguém e ouvir sua voz bem em frente a mim, soube que eu era o alvo. O rapaz se ajoelhou e estendeu a mão tentando pegar a minha. Imediatamente eu recuaria, minhas bochechas coradas ficariam vermelhas novamente enquanto eu agarrava a garrafa de água com ambas as mãos.

Odeio esse tipo de situação. Odeio esse tipo de homem, que só tem olhos para o que sou por fora. - N-N-Não sou ninguém impo-importante. - Diria ao homem virando o rosto para desviar meu olhar. Minha cara emburrada e tímida logo foi se suavizando aos poucos que um novo homem se aproximava. Esse era diferente, tinha um jeito mais tranquilo e não era tão chamativo quanto o loiro escandaloso. Olharia para ele, ainda estando sem graça com toda a situação, mas sua abordagem mais pacífica me faria ser menos arredia quanto antes. - Cri-Crisbella… Humm- Agradeceria o rapaz apenas com um aceno positivo com a cabeça, segurando a garrafinha entre o peito, parecendo uma criança assustada com toda aquela situação.

Puxaria o gorro de minha capa para cima de meu rosto. Aquela situação toda havia me incomodado mais que o necessário e, infelizmente Klaus não estava ao meu lado no momento para me ajudar com aquelas pessoas desconhecidas. Meio acanhada, me aproximaria de Daario, ficando ao seu lado esquerdo. Ouviriria o rapaz de cabelos negros, Hisoka falando com uma mulher, perguntando sobre como tudo funcionava. Por curiosidade, me aproximaria deles, a fim de saber se poderíamos seguir viagem, afinal, todos somos revolucionários não é mesmo?

-T-Também queria saber… E-Eu preciso chegar em Mawakun, descobrimos que lá existe um grande leilão de escravos… - Diria para a moça, ficando do lado direito de Hisoka, de cabeça baixa e com o rosto rosado, aguardaria suas instruções e se precisasse de fazer alguma coisa, estaria pronta para ajudar.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptyTer 13 Nov - 16:17



O Guardião do Farol


---Hisoka---

Assim que adentrou o quarto hospitalar do Paradise Star, diferente de como foi quando saiu dali, Hisoka se deparava com duas enfermeiras no local, elas pareciam responsáveis pela saúde e conforto da garota inconsciente (tá aí porque ela não foi jogada para fora da cama quando subiram a Reverse Mountain). A cama onde esteve há pouco tempo estava arrumada, sinal de que alguma das moças teria feito isso por ele. Assim que avistaram o professor, as duas fizeram uma reverência, mas apenas uma delas se dirigiu até ele para perguntar:

- Você está bem, senhor Kurayami?

Como uma enfermeira que deve ter auxiliado Helena no seu tratamento, fazia sentido pensar que ela ainda se sentia na obrigação de cuidar de seu paciente. Se o arqueólogo mencionasse qualquer tipo de dor ou desconforto, ela tentaria verificar a situação analisando o corpo de Hisoka, porém, se ele respondesse que está tudo bem, então ela daria a ele a liberdade para fazer o que veio fazer, inclusive se fosse do desejo do professor ficar a sós com Milla, nenhuma das duas enfermeiras iria negar se retirar.

E nada havia mudado. A culpa ainda consumia Hisoka quando ele voltava a ver sua amiga naquele estado, ele queria poder mudar isso, mas como conseguiria? Não tinha nenhum poder em suas mãos para curá-la ou fazê-la acordar, tudo que podia fazer é desejar que ela melhorasse e mandar energias positivas. Ao tocar o rosto de Milla, Kurayami percebeu que ela não estava muito quente, mas também não estava muito fria, talvez estivesse na temperatura ideal para alguém em coma. Após esse momento onde acariciou a face da bela jovem inconsciente, Hisoka se despediu e se retirou outra vez para seguir caminho de volta para a parte superior do navio, devolvendo Milla aos cuidados das enfermeiras. O arqueólogo assim que chegou ao convés foi direto até Helena lhe perguntar sobre o arsenal de armas do navio.

- Oh, claro, eu vi que seu chicote foi danificado pelo Steven, imaginei que você não teria um reserva e trouxe de Ilusia um novo para você. - Ao dizer isso, a comandante se afastou em direção à uma caixa e tirou de dentro dela um chicote novinho. - Peguei um modelo semelhante ao seu antigo, já que não sabia se poderia atrapalhar seu manuseio. Apesar de ser bem parecido com o seu antigo, o material desse tem uma qualidade superior que você com certeza notará a diferença. Tome, também trouxe o seu chicote destruído, talvez você queira guardar ou então jogar fora você mesmo. - Então Helena entregou na mão de Hisoka tanto o seu antigo Pacificador cortado em dois, quanto o seu novo chicote. Pouco depois ela viria a agradecer pelo elogio de sua promoção. - Oh, obrigada, digo o mesmo para você.

Visualmente falando era difícil diferenciar os dois chicotes, talvez nos pequenos detalhes do cabo da mão, mas tirando isso todo o resto era muito parecido e só seria notado uma diferença significante quando o professor segurasse ambos, o antigo Pacificador era muito mais leve do que a sua nova arma, e isso com certeza irá influenciar no dano que poderá ser causado. Antes mesmo de testar sua aquisição, Hisoka e Helena teriam a conversa interrompida pela chegada de um outro navio ao farol, algo que levou a comandante ficar alerta e já se apressar para descer do convés, assim como alguns outros tripulantes.

---Luiza---

Era triste para Cris ver seu delicioso almoço se tornar comida de peixe, mas ao menos a memória da refeição continuava com ela, ao contrário do conteúdo dela em si. Era um pouco constrangedor passar por isso, mas ao menos não havia muitas pessoas no momento olhando para ela, todos estavam mais atentos ao enorme farol que se aproximava, muitos ainda sequer acreditando que haviam adentrado a Grand Line. Graças à Klaus que lhe entregou uma garrafa cheia de água, Bella pode aliviar a irritação da sua garganta ao bebê-la.  

Era ideal que Cris saísse da embarcação e respirasse um pouco em terra firme, por isso assim que seu corpo se estabilizou, a garota desceu as escadas do navio e pisou pela primeira vez em terras do outro lado da Red Line. Daario já havia feito isso muito antes dela e aparentemente estava discutindo com um loiro desconhecido, mas antes de reparar nos dois, Cris não conseguiu deixar de notar no “Papai Noel” que estava próximo deles, seria este o tal velho gagá do farol? Prestando mais atenção no que seu major e o loiro estavam falando, a garota logo concluiu que era só mais uma discussão masculina idiota.

Infelizmente ficar invisível ainda não era um dos poderes de Crisbella, pois era tudo que ela queria fazer quando viu aquele homem andando em sua direção. Para deixar a situação ainda pior, ele se ajoelhou diante dela e tentou segurar sua mão, mas sua timidez a fez recuar automaticamente, ao mesmo tempo que seu rosto ruborizou. A garota detestava passar por essa situação, mas mesmo odiando a atitude desse homem, Cris não era capaz de expor esse lado, dando uma resposta tímida de que não era ninguém importante para precisar ser apresentada.

- Holy Mother! - Exclamou o músico ainda mais encantado com Crisbella depois dela ter lhe dirigido a palavra. - Sua voz é ainda mais linda! É quase como um soneto angelical. Você já tentou cantar? Temos uma ban…

- Pare de incomodá-la, maldito! - Para interromper o loiro, Daario o agarrou por trás cruzando os braços ao redor do seu pescoço e puxando-o para longe de Cris. Ainda assim ele tentava se libertar para continuar falando com ela, mas era inútil. Depois de afastá-lo o suficiente, Daario o chutou para longe.

Foi nesse momento que Hisoka foi até Bella para cumprimentá-la e também pedir desculpas pelo comportamento invasivo de seu companheiro Jovi. O loiro e o moreno eram quase que opostos em suas personalidades, algo que acabava deixando a garota um pouco mais confortável com a presença de Kurayami, mas mesmo assim o desconforto com o ocorrido era grande o suficiente para ela não querer trocar muitas palavras, optando por se esconder debaixo do seu capuz… Que voltando ao assunto, infelizmente não a deixava invisível como a da Sheila de Caverna do Dragão :c.

Rodeada por desconhecidos, a tímida garota não sabia muito bem o que fazer, Klaus não estava por perto para ajudá-la a se sentir mais confortável, por isso ela se aproximou de Daario, a única pessoa que tinha alguma intimidade ali, e permaneceu ao seu lado observando e ouvindo o que o restante do grupo. Notando que Hisoka estava conversando com uma mulher sobre algo que lhe interessava, Cris passou por cima da primeira barreira da sua timidez e chegou mais perto deles para entrar na conversa, onde então quebrou a segunda barreira e interagiu verbalmente. Quando questionada pelo seu já conhecido tripulante, Helena se preparou para responder normalmente, mas a chegada de Crisbella com seu jeitinho tímido fazia a comandante erguer uma sobrancelha de forma involuntária.

- O desgraçado quer fazer um desafio ao invés de simplesmente nos vender um Log Pose, ele deve estar pensando que estamos aqui de passeio… Não temos tempo para brincadeiras! - Respondeu a caolha direcionando um olhar irritado para o velho gorducho ao final da sua frase. Caso algum dos dois lhe perguntasse sobre o que é um Log Pose, Helena então explicaria brevemente: - É como se fosse uma bússola especial para a Grand Line, digamos que é extremamente difícil navegar por essas águas sem ter um desses, pois somente ele é capaz de se adaptar as frequências magnéticas de cada ilha e indicar a localização delas. - E com isso, a comandante aparentemente havia ignorado a fala de Crisbella sobre querer ir para Mawakun. Não que ela tenha feito isso por maldade, apenas estava focada em outro assunto no momento e não tinha como comentar algo a respeito, no entanto, como Cris iria interpretar isso poderia ser completamente diferente.

- Rowrowrow! - Riu o velho depois de ouvir Helena irritada com ele. - Que graça teria a vida se vocês conseguissem tudo usando o ouro? Não é mais interessante saber que conseguiram algo através do mérito?

- Não quando querendo poupar nosso tempo! Não dificulte as coisas para nós, Karthus! - Respondeu a comandante ainda irritada.

No fundo dessa cena, Jovi tentava se aproximar de novo de Crisbella, mas Daario lhe dava uma voadora e jogava ele para longe de novo.

- Vamos lá, aceite meu desafio. Consigo ver no perfil de vocês a mente brilhante que possuem, por isso apostaremos em cima de algo que vocês podem responder… Se conseguirem me dizer quantos números podemos ver no infinito, entregarei de bom grado um Log Pose para vocês. - Disse Karthus de maneira bem tranquila, mantendo as mãos sobre a sua grande barriga.

- Isso é impossível, não se pode contar o infinito! Está tirando onda com a nossa cara? - Reclamou a mulher levando uma das mãos para sua espada. - Não me obrigue a ter que fazer isso…

- Ué, se é tão importante assim ter um Log Pose, porque não compraram um antes de vir para cá? Rowrowrow!

- Tsc, Jovi, vá chamar a Gear! Ela deve saber responder esse troço… - Ordenou a comandante para o músico que nesse momento já tava lá no fundo da cena sem camisa lutando boxe com Daario.

- Não precisam ter pressa, tenho todo o tempo do mundo para esperar essa resposta. - Então ele caminharia em direção a sua cadeira de praia que ficava bem na frente da porta entrada do farol, porém, se alguém ali presente já fosse capaz de lhe dar uma resposta, o velho gorducho olharia para trás sorrindo com a surpresa… Caso contrário, deitaria na cadeira e ficaria tomando um pouco de sol como se estivesse de férias em um resort.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptyQua 14 Nov - 15:02

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Capítulo III: Destinos Cruzados



A insistência do loiro em tentar alcançar qualquer reação positiva minha me fazia revirar os olhos. Que insistência chata, mal podia esperar para aquilo terminar até que Daario tomou a iniciativa de me livrar daquele homem. Um Major dando lição em um Comandante, em que mundo estamos mesmo? Ah sim, o dos revolucionários que, pelo jeito não seguiam tantas regras de conduta como a Marinha seguia. Suspirei alto de alívio após meu provocador ser levado para longe, foi assim que conheci Hisoka, o rapaz alto de cabelos negros.

Ele me parecia simpático de certa maneira, mas também, depois daquilo, quem não se simpatizasse com minha condição seria uma completa porta. Dei uma breve golada na garrafa de água novamente, ainda sem sinal de Klaus, eu comecei a ouvir atentamente a conversa da mulher com o Papai Noel. A maneira como o homem ria, me fazia lembrar mais ainda o Papai Noel de minha ilha, que cantava todo o Natal para as crianças. Era algo que eu adorava, e que agora é só uma mera lembrança.

Ouviria atentamente a discussão dos dois. Mais porte da revolucionária, eu não a conhecia então não conseguiria prever direito o seu comportamento, se era normal dela ser assim ou não. Passei a mão direita sobre meu rosto, molhando o mesmo com o suor da água gelada da garrafa. A garota continuava a falar e em um súbito momento ela começava a ficar cada vez mais irritada até o ponto de colocar a mão em sua espada. Olharia para ela e para o homem que relaxava em sua cadeira como se tivesse de férias, esperando por uma resposta.

Eu me aproximaria de Helena, deixando o capuz de meu rosto para trás, olhando nos olhos dela, diria de maneira tranquila. - E-Eu acho que sei do que ele falou… Posso tentar solucionar o enigma? - Perguntaria com um pequeno sorriso acanhado. Me sentir útil é algo que prezo e, enigmas não são tão difíceis assim para mim, desde pequena, já era considerada uma pessoa genial. Caso a mulher permitisse minha tentativa, iria para frente de Karthus, observando o velho relaxado, diria a ele de maneira suave e confiante: - A-A resposta é q-quatro. Existem quatro números no Infinito. - Diria a ele e em seguida, procuraria meu diário em minha mochila junto a uma caneta. Desenharia o Símbolo do Infinito em uma das páginas em branco do diário, olhando para todos ao redor antes de começar a explicar.

Spoiler:
 

- O primeiro número que podemos ver é o 8… O segundo é o 0, que junto com outro 0 forma um 8. - Desenharia dois zeros um em cima do outro, assemelhando-os ao símbolo. - O terceiro é o número 9… E se virarmos ele… Podemos ver o número 6… Que cruzados em uma linha a mais, formam o 8… - Desenharia o número 6 e 9 antes e logo após os fecharia formando um 8. Observaria a reação do homem, se ele esboçava alguma reação.

Caso eu acertasse, pegaria o Log pose com o homem barbudo e entregaria nas mãos de Helena de forma radiante e feliz. - Eu acertei! - Diria de maneira animada, mostrando o objeto a ela e aos outros, inclusive Hisoka. Olharia para o Log Pose e perguntaria ao homem barbudo: - Para onde este aqui vai? - Dado a resposta para mim, abriria a boca incrédula. - M-Mas eu preciso ir a Mawakun, minha amiga precisa de mim! - Diria de maneira firme mas ao mesmo tempo chorosa. - E agora…? - Olharia para Helena, talvez ela tivesse alguma ideia de como prosseguir com os dois navios revolucionários.

Caso eu falhasse no teste, olharia para o chão e para meu caderno, analisando novamente o que eu havia descrito para arranjar outra forma de resolver aquilo, se depois de um tempo nada acontecesse. Perguntaria aos outros suas opiniões. Se Helena não permitisse minha intromissão no teste desde o começo, apenas ficaria calada e me afastaria, afinal não queria participar de uma briga por ali.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptySex 16 Nov - 21:38



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#Post 3


Na ala hospitalar, Hisoka se deparou com Milla ainda em estado adormecido. A jovem estava sob os cuidados de duas enfermeiras, indicando que teve auxílio durante a truculenta viagem pela Reverse Mountain. Por mais que nunca tenha desacreditado numa inopinada recuperação da Revolucionária, o arqueólogo já esperava o cenário infausto, salientando uma singela linha tênue entre o racional e o emocional que sustentam a perspectiva ao redor da imprevisível condição de sua companheira.

– Sim, estou bem. – Com um sutil meneio positivo de sua cabeça, Hisoka responderia à enfermeira que se aproximou e o questionou a cerca de seu estado de saúde. O tom de voz alquebrado deixaria evidente a preocupação com Milla, uma vez que a culpa pela atual situação da Revolucionária ainda amarga o professor.

Depois de averiguar Milla na ala hospitalar, Hisoka retornou ao convés do Paradise Star e encontrou a Comandante responsável pela tripulação, Helena. Em virtude da perda de seu chicote na missão anterior, o historiador estava preocupado se a falta do manejo de seu principal estilo de combate iria prejudicá-lo na Grand Line. Para sua sorte, Izzy já havia pensado neste imbróglio e o sanou facilmente, uma vez que trouxera uma nova vergasta diretamente de Ilusia Kingdom. Sempre bem planejada. Refletiria o arqueólogo num intrínseco elogio à capacidade de Helena estar um passo a frente independentemente da situação, idiossincrasia que realça a grande líder que ela é. Hisoka, de certa forma, se inspira na Revolucionária, principalmente após descobrir os nuances por trás de seu passado, que denotam o seu espírito forte e de extrema resiliência.

– Obrigado, Helena. – Agradeceria com um sorriso desornado, sem mostrar os dentes, mantendo os olhos fixos em sua mais nova aquisição.

Hisoka estenderia os braços a frente do corpo, retendo as palmas das mãos viradas para cima, agarrando, assim, o chicote em dois pontos homogêneos. De início, o arqueólogo sentiria uma maior pressão em seus membros, em contraste com o leve pacificador. Na expectativa de confirmar o peso do utensílio e se acostumar com a carga, o professor ergueria e abaixaria o antebraço sucessivamente. Em seguida, manejaria o flagelo da vergasta com a mão direita, puxando-o em direção contrária ao cabo, certificando-se da resistência do material. Por fim, bobinaria o equipamento e o guardaria no cós da calça como de praxe.

– É perfeito, Comandante. Obrigado. – Novamente demonstraria gratidão, desta vez fitando-a nos olhos. Hisoka ponderaria que levaria alguns tempo para se acostumar à nova arma, mas ela certamente seria um emolumento em seus futuros combates. – É... Bem, este... – De ombro e cabeça inclinados, Hisoka revelaria um sorriso desconcertado ao receber a sua antiga arma, aliás, o que restou dela, mostrando a palma da mão canhota num gesto de embaraço. – Melhor me livrar, não? – Alçaria as sobrancelhas com a pergunta retórica, ainda com o risório desnivelado. Em seguida, prestes a concluir o giro do corpo para prosseguir, o historiador ouviu a voz de Helena mais uma vez, agradecendo-o e retribuindo o elogio. Sucinto, Hisoka fechou os olhos e franziu o queixo num riso tímido.

Nestas poucas semanas que esteve com Helena, Hisoka viu muitas facetas da Comandante, porém um encômio foi uma atitude ainda não presenciada pelo historiador, de forma que ele acabara sendo pego de surpresa. Assim que ela seguiu seu caminho, o professor completaria a rotação de seu corpo e soltaria um sorriso um pouco menos acanhado e, de olhar distante e desacreditado, mostraria júbilo pelo panegírico recebido. Por mais que já tivesse auferido diversos elogios em sua vida, principalmente voltados ao seu grande intelecto e conhecimento, ter sua mais nova incumbência valorizada e, essencialmente por Izzy, fora um evento bastante único para o Revolucionário, pois até então ele não sentia-se completamente incluído na tripulação. Comportamentos como este, no entanto, fazem Hisoka notar que está começando a ganhar seu espaço, mesmo que pouco a pouco.

Seu pequeno momento de reflexão, contudo, seria interrompido pela chegada de uma nova embarcação no farol. Poucos minutos seriam necessários para que Hisoka atinasse que se tratavam de Revolucionários, majoritariamente após a interação de Sir Jovi com um dos tripulantes cujo nome ainda não fora concebido pelo professor. Além do arquirrival do loiro, uma outra figura dentre os novos sujeitos chamou a atenção do historiador. Se tratava de uma garota de estatura mediana, mas dotada de fisionomia relativamente pueril, o que geraria dúvidas a cerca de sua real idade. No mais, era difícil agregar conclusões mais desenvolvidas sobre a moça, uma vez que ela é portadora de um feitio extremamente acanhado e que agrega pouca notoriedade, de forma que fosse provável que Hisoka nem a notasse se não pela exdrúxula atitude do músico. Talvez sua característica mais explícita até então, além do tímido temperamento, seria o belo contraste do rubor nos zigomáticos com a alva pele em detrimento do pejo.

Após o momento de altercação entre Jovi e seu velho desconhecido, Hisoka preferiu dar novamente atenção à Helena e aproveitar para sanar algumas dúvidas a cerca da demora pelo reembarque. A resposta da Comandante veio guarnecida com outra questão, uma vez que o termo "Log Pose" era completamente desconhecido pelo historiador, assim como todas os eventuais conhecimentos atrelados à geografia, navegação e tempo. Sem se acanhar, Hisoka crisparia a glabela e indagaria Izzy com curiosidade:

– O que seria um Log Pose? Por que ele é tão importante a ponto de não podermos navegarmos sem um? Chegamos até aqui sem um afinal. – Ao fim do último leigo comentário, apoiaria o indicador sinistro no canto do mento. A medida que Helena o respondia, seus olhos cresciam em conjunto com as sobrancelhas cada vez mais arqueadas. Hummm... Então é por isto. Aqui é realmente um mar único. Pensaria a cerca da Grand Line, uma imensidão oceânica que cada vez mais surpreende o arqueólogo. – E pensar que até as relações magnéticas são singulares... – De lábios franzidos, Hisoka voltearia a cabeça para observar a quebra das revoltas ondas na base do farol. Mawakun? O nome do local ecoaria em sua mente após ser referido por Crisbella. Imediatamente o recinto seria ligado a uma informação que Hisoka supostamente adquiriu no passado através de sua mãe. Era um dia em que Meiko estaria educando-o a cerca de antigas civilizações que ainda se mantém na atualidade. Um dos palcos da explicação seria Mawakun. – Terra dos destemidos e honrados guerreiros Zhanshis? – Questionaria Crisbella com o indicador destro sobre os lábios, inclinando vagarosamente o tronco para se adequar à altura da garota, porém respeitando a distância entre ambos para não constrangê-la, uma vez que sabe a cerca de sua timidez e não gostaria de infortuná-la. Independentemente de sua resposta, completaria o comentário: – Bem, não sei como está a atual situação de lá, mas certamente é um ótimo lugar para quem gosta de longevas culturas preservadas. – Interpelaria com as mãos nos bolsos, elevando as íris ao vasto céu celeste, como se buscasse imaginar o cenário.

A breve interação seria interrupta pelo caloroso desentendimento entre Helena e Karthus. Enquanto a Comandante parecia irritar-se cada vez mais com a situação, o barbudo denotava diversão com o cenário, comportamento facilmente visível pelo teor provocativo em cada frase retrucada. Como forma de instigar algum entretenimento, o provecto sugeriu uma espécie de enigma, cuja relação era voltada à área da matemática. Apesar da aparente complexidade em torno do problema, garantir uma chance de conseguir a bússola especial acalmou Helena, principalmente com a confiança incumbida em Gear, fazendo-a desistir do uso de força bruta. Hisoka, por outro lado, manteria-se calado e de braços cruzados a frente do tórax. Respirava paulatinamente na tentativa de utilizar sua lógica ou, até mesmo, sua criptografia na descoberta da charada, afinal seu conhecimento em história ou arqueologia não eram úteis para resolver este imbróglio. No entanto, a voz menos esperada na conjuntura selou seu raciocínio, fazendo-o abrir os olhos e focar sua atenção em Cris. A iniciativa da tímida menina não era a única surpresa. Sua voz era detentora de uma suavidade cativante, característica que ele ainda não havia percebido. Se fosse definir numa única palavra, certamente seria encantadora. Assim que ela avançava sua elucidação, revelando os pormenores de sua linha de raciocínio com o auxílio de um caderno e um lápis, Hisoka conseguia enxergar a genial concepção por trás de seu ponto de vista. Ela até poderia estar errada, mas havia um notável sentido em sua perspectiva.

– Bom trabalho. Foi uma boa sacada. – Se Crisbella acertasse a charada, Hisoka a elogiaria com um sorriso singelo. O arqueólogo não via aquilo como uma competição, tampouco era orgulhoso para sentir ojeriza pela jovem ter conseguido resolver o enigma primeiro, afinal a recompensa era beneficente a ambos. Contudo, se porventura Crisbella errasse o pequeno jogo, Hisoka expressaria o mesmo semblante e buscaria confortá-la: – Não se preocupe, foi uma boa sacada. – Posteriormente, uma vez que não era capaz de saber a resposta por trás do enigma, não restaria outra opção se não esperar pela chegada de Gear.

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Na possibilidade de ganharem o Log Pose, Hisoka estaria apto a acatar com os pedidos que viriam a seguir. Agora que suas feridas não mais o incomodam, o professor poderia auxiliar com os manuseios internos da embarcação para desatracarem, tal como inferir outras atividades que fossem necessárias. Se não fosse requisitado, limitaria-se a sentar próximo da proa do navio, encostando as costas no suporte de madeira. Manteria a perna esquerda esticada sobre o convés, enquanto a direita seria flexionada, de modo que o joelho serviria de apoio para o braço correspondente. De olhar distante, ruminaria a cerca de seus próximos objetivos na próxima localidade.

Histórico:
 

Informações do Personagem:
 

Objetivos:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: Capítulo III: Destinos Cruzados   Capítulo III: Destinos Cruzados EmptySex 23 Nov - 1:23



”Iti Malia!”


Karthus havia deixado um enigma para os revolucionários resolverem em troca de um Log Pose, a bússola especial usada para se navegar na Grand Line. Achando que se tratava de um desafio matemático, a Comandante Helena pediu para que Jovi fosse buscar Gear para solucionar o problema, no entanto, para sua surpresa, a pequena Crisbella se aproximou dela e pediu de forma meiga para tentar resolvê-lo. Bastou que Helena erguesse a sua mão direita para o lado e Jovi parou seu percurso até o navio, dando a entender que ele deveria esperar. A comandante fitou a soldado com seu olho dourado, então de maneira séria, acenou levemente com a cabeça dando-a a autorização para tentar passar no teste de Karthus.

Na medida que a menina ia explicando sua linha de pensamento, o velho do Farol ia se mostrando surpreso, arqueando as sobrancelhas a cada palavra de Cris. Quando ela começou a desenhar em seu diário para auxiliar a explicação, o barbudo levou a mão esquerda até os fios grisalhos de sua barba, enquanto a outra ficava posicionada sobre a barriga. Assim que terminou de desenhar, Bella olhou para Karthus na espera de uma resposta, então ele olhou de volta e sorriu com seus dentes amarelos antes de soltar sua característica risada natalina.

- Rowrowrow! Você é boa, sabia que iriam acertar, mas não achei que fossem conseguir tão rápido assim. Uma mente brilhante essa sua, pelo visto o Exército Revolucionário está carregado com a força da nova geração. - Disse ele presenteando a garota não apenas com um Log Pose, mas dois, o que significa que ambos os navios poderiam sair dali e caminhar para alguma rota. Logo que olhasse para as "pulseiras com uma agulha dentro de uma esfera", mesmo não sabendo nada de navegação, Cris iria notar que ambos apontavam para lugares diferentes, podendo achar que algum deles estava com defeito, por isso se ela ou até Hisoka viessem questionar Karthus a respeito disso, ele iria responder: - Oh, não estão quebrados, na verdade a Grand Line é composta por sete rotas diferentes, saindo daqui desse Farol é possível que cada Log Pose aponte para uma direção, pois há sete ilhas que podem ser identificadas por eles. Inclusive, quando chegarem ao destino apontado, é importante que permaneçam nessa ilha o tempo necessário para que o Log Pose seja atualizado para a ilha seguinte, tempo este que pode variar de ilha para ilha. - Após a explicação, quando Cris lhe fizesse a pergunta sobre o destino de cada um desses, ele passaria a mão esquerda sobre a barba e pensaria um pouco a respeito. - Eu não sei, não sou muito bom em navegação, mas ouvi você dizer que queria ir para Mawakun, lamento pequena, mas tenho certeza que nenhum dos Log Pose que saem desse Farol apontam para essa ilha.

Era decepcionante para ela ouvir que nenhuma das bússolas poderia levá-los para Mawakun, enquanto isso, Hisoka, que já tinha um conhecimento prévio sobre a história dessa ilha, soltava comentários a respeito, mas talvez acabasse não recebendo muita atenção, o que seria quase como se estivesse pensando alto. Com um tom de voz um pouco choroso, Crisbella voltava a olhar para Helena, perguntando-a o que poderiam fazer, desejando que a comandante de alguma forma pudesse lhe trazer uma solução, mas tudo que ela recebia em resposta nos primeiros segundos era um olhar frio daquele olho dourado junto a uma face intimidadoramente séria.

- Ownt meu deuso! - Então ela abraçaria Cris de maneira calorosa, apertando as bochechas dela com a sua própria. - Não fique triste, eu vou dar um jeito. Você quer ir pra Mawakun, bebê? Eu te levo para lá, tá bom? - Diria ela fazendo uma voz fofinha para falar com a garota que já havia deixado de abraçar para acariciar os cabelos. Então ela se virou para seus tripulantes no navio e sua expressão mudou para a habitual. - BLINK, TRATE DE DAR UM JEITO DE CHEGAR EM MAWAKUN!! - E aí voltava a olhar para Bella, sorrindo de forma gentil, com o olhinho brilhando e um arco-íris escorrendo pelo canto da boca. - Você precisa de um quarto no nosso navio, não se preocupe, arrumarei um bom quarto pra você… HISOKA! Seu quarto agora é dela, então pegue suas coisas e vá dormir com o Rin! - Ao dirigir a palavra para outra pessoa que não Cris, Helena voltava ao seu tom de voz natural, inclusive ela foi na direção do professor, que provavelmente estava próximo para parabenizar Crisbella, e lhe deu um forte pescotapa. - Você é o professor!! Deveria ter sido você a solucionar o enigma! Deixou aquela pobre garotinha estressar a mente tentando resolver algo que era sua obrigação!

- Sempre soube que você tinha uma mente brilhante, Cris. - Elogiou o major se aproximando dela para pegar um dos Log Pose. - Fico feliz que esteja se entendendo com eles… mas fique longe do Sirggiovi, ok?... Acho que com isso eu posso partir com a mente tranquila de que você está se dando bem.[/b] - Então ele sorriu para ela passando a mão sobre a cabeça de Bella para lhe bagunçar os cabelos. A partir dali, Cris, se já tivesse entregado o Log Pose para Helena, estaria livre para andar para onde quisesse, como por exemplo retornar ao navio de Daario e chamar Klaus. - Só que antes de ir, Comandante Helena, obviamente não posso sair daqui sem vê-la… Então me diga, onde está Milla?

Assim que fez essa pergunta, o clima entre os três tripulantes do Paradise Star poderia ficar um pouco mais tenso, Jovi engoliu em seco, enquanto Helena virou levemente o rosto para olhar para Hisoka. O silêncio pairou sobre o local, apenas o som da Reverse Mountain e das gaivotas pode ser ouvido por aqueles segundos que se sucederam, até mesmo Karthus olhou de maneira curiosa para o grupo, percebendo através do silêncio que algo de ruim teria acontecido, então esperava ouvir uma resposta explicando o ocorrido. Sim, havia ficado bem óbvio através da reação dos três, por isso Daario, que até então estava sorridente, encarou o trio de maneira mais firme.

- Por que estão demorando tanto… O que foi que aconteceu? - Perguntaria ele esperando que alguém lhe fosse responder, porém, Helena e Jovi pareciam estar esperando que Hisoka fosse aquele a fazer isso, por isso enquanto ele não explicasse, o silêncio continuaria. - O quê? Por que diabos vocês permitiram isso?! - Diria ele caso tivesse uma resposta do professor, então reagindo de maneira explosiva, Daario avançaria na direção de Hisoka e pularia contra seu corpo, tentando derrubá-lo. - Seus desgraçados, a culpa é de vocês!

Por conta da atitude inesperada do major, Kurayami acabaria não conseguindo reagir a tempo, ou talvez, sequer tentasse se esquivar dessa explosão de raiva, pois de certa maneira entendia o lado de Daario, mesmo que não soubesse qual era a ligação entre ele e Milla. Ainda enfurecido, o major aplicaria um soco contra o rosto do professor e daria um segundo se Jovi não tivesse aparecido para segurar seus braços e puxá-lo para longe de Hisoka, imobilizando-o para impedir que continuasse agredindo o seu companheiro.

- Calminha aí, rapaz, ninguém aqui tem culpa de nada, a decisão foi totalmente dela. - Disse Jovi fazendo um certo esforço para parar o frenesi de Daario.

- Me solta, Jovi! Me deixe vê-la, eu preciso ver a minha irmã!

OFF:
 


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