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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyTer 6 Nov - 2:11

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyQui 31 Jan - 2:04


O rosto da mãe de Diamond claramente assumia uma expressão triste ao ouvir as palavras do filho que a negavam. Ele não conseguia identificar quem era o caprino debaixo do capuz negro, e o mesmo não se movia para além do primeiro degrau da escadaria e nem falava nada. O mesmo não poderia ser dito da mulher.

- Por que resiste tanto meu filho? Eu vi tudo que ocorreu, e sinto muito não ter estado presente. Eu queria. Mas agora podemos ficar juntos novamente. E em paz.

Mais uma vez o Mink a negava e dizia que seria melhor ficarem distantes, caminhando por entre ambas escadas, ela estendia a mão tentando alcança-lo e dizia quase chorando – Por favor, não! – Mas não saía além da escadaria também.

A medida que ele caminhava pela neblina tudo desaparecia mais uma vez e era incerto quanto tempo estivera andando. Um minuto? Um dia? Uma semana? Mês? Ano? Mas finalmente o cenário mudava um pouco a medida que a neblina dispersava dando lugar a um ambiente montanhoso. Ele estava no alto de um cume sem ter como prosseguir ou recuar, se fizesse um desses cairia no abismo entre as montanhas.

Era possível sentir um vento forte soprando e passando por ele, assim como ver o céu com nuvens carregadas. E então do nada ele também viu um poderoso rebanho de vacas que tinham olhos vermelhos atravessando os próprios céus irregulares o arando. Suas estigmas ainda estavam em fogo e seus cascos eram feitos de aço, seus chifres eram pretos e brilhantes.

Mesmo de longe Hornee podia sentir a respiração quente delas trazendo momentaneamente um raio de medo que não podia ser evitado já que o cheiro que sentia enquanto elas atravessavam o céu era o cheiro da morte. E isso não era tudo. Atrás delas ele também podia ver cavaleiros vindo à toda, clamando tristemente:

- Yippie-i-a, yippie-i-o, cavaleiros fantasmas no céu. - Seus rostos magros, seus olhos borrados, suas camisas encharcadas de suor, eles estavam cavalgando forte para pegar aquela manada, mas não conseguiam. Jamais conseguiriam. Porque eles teriam que cavalgar para sempre aquela distância no céu, com seus cavalos bufando fogo.

- Hornee. – Chamou um dos cavaleiros com sua voz fantasmagórica enquanto voavam sobre ele. - Se você quer salvar sua alma do inferno ou de cavalgar conosco, então mude hoje sua rota ou conosco você cavalgará, tentando coletar o rebanho do diabo através destes céus sem fim.

- Yippie-i-a, yippie-i-o, cavaleiros fantasmas no céu. -

---

Enquanto o agente do governo inconsciente tinha seu “encontro com a morte”, seu corpo físico era auxiliado por Blaze. Mizzushiro havia pedido que ele ajudasse ao capiroto, e mesmo com toda dificuldade do mundo o rapaz que era protegido por um demônio próprio ia até o corpo do caprino, parando por um momento para encarar o estranho que estava sentado tomando seu rum e o confrontar além de pegar a espada do cavaleiro morto.

- Nada amigo, só apreciando o show. – Respondia o homem com um sorriso leve erguendo o caneco para o ar como em um brinde ou saudação. Nos seus olhos, entretanto, era possível notar algo de afiado, e até mesmo perigoso.

Assim, com o cavaleiro restante ali dentro estando focado em Mizzushiro e ninguém interrompendo as ações do pirata, Blaze começava seu resgate amarrando Hornee ao escudo e o puxando para longe em uma extrema lentidão e dificuldade devido todas suas dificuldades. Enquanto fazia isso, ele via claramente o que ocorria com seu “companheiro” de bando.

Ao se ver naquela situação, das duas opções que lhe vinham em mente apenas tentar realizar um rolamento era viável e assim ele escapava por um triz do machado que lhe era mirado. Assim que se erguia o ninja lançava uma shuriken atingindo o rosto do cavaleiro e o fazendo se virar violentamente com o machado enquanto gritava de dor e fúria – AAAAAAAHHHHHRRRRRGGGGG!!! –

Dessa vez era o cavaleiro que escapava por pouco da morte certa e conseguia defletir a ninjaken de Mizzushiro para cima, apenas para ver o ninja rodopiando para o lado e momentaneamente sumindo do seu campo de visão. Sabendo que aquilo não poderia ser bom de forma alguma, ele dava um passo para a lateral e uma ombrada/esbarrada com o corpo, mostrando assim porque era o segundo mais forte daquele grupo ao acertar o ninja e o empurrar e desquilibrar.

No entanto a kunai que o pirata havia sacado pretendendo acertar a garganta do cavaleiro penetrava ao invés suas costas, e ali ficava, causando grande dor e lhe tirando a iniciativa por um momento. Agora separados por alguns passos, os dois se encaravam respirando pesadamente e bem ensanguentados, mas ainda assim com suas armas erguidas. Nenhum deles conseguia se mover devido a fadiga e era aquele tempo em que ambos tentavam concentrar suas energias que Blaze utilizava para resgatar o Mink caído.

---

Deixando aquele impasse momentâneo para trás na taberna, Blaze procurava pelo cavalo mas percebia que ele estava distraído. O corte na perna traseira havia lhe machucado, mas não a ponto de entrar em fúria e sair atacando inconsequentemente. No fim das contas era um animal, treinado sim, mas no momento sem seu mestre. Assim, o espadachim continuava na sua ardorosa jornada até o hospital alguns edifícios abaixo, mas parecia estar levando uma eternidade e assim conseguia ver um pouco do que ocorria com seu capitão e o oponente deste.

Ele não tinha visto as provocações do tritão, nem o primeiro soco que fora bloqueado pela maça do Guarda Real, ou o chute na lateral do joelho do Cavaleiro que o desequilibrou. Nem mesmo o pisão no pé e o soco na cara que se seguiu acertando o homem em cheio. Toda sua tática certeira havia levado o homem a cair no chão e se erguer meio zonzo balançando a cabeça.

O próprio tritão recuara brevemente se preparando e partindo para usa serie de socos que eram bloqueados em sua maioria, mais um ou dois acertavam algum local da armadura e aos poucos o cavaleiro era sobrepujado mais e mais, e outros socos conectavam até que o som de um alto assobio era escutado vindo de sua boca.

Essa parte Blaze via e ouvia. Assim como os dois cavalos que restavam responderem imediatamente ao chamado. Os dois disparavam contra Aegir e o atacavam com patadas e encontrões, o afastando do inimigo e desequilibrando o suficiente para que o homem recuasse e saltasse para cima do próprio cavalo, erguendo sua maça pretendendo voltar a atacar.

O segundo cavalo por sua vez, o que havia sido ferido por Blaze, recuava e olhava em volta, avistando a criatura que lhe machucara.  Com seu “modo batalha” ativado, ele ia de encontro ao espadachim que retirava apenas parte de sua espada da bainha. No último instante ele se esquivava e retirava toda a lâmina dando uma estocada no pescoço do animal e o atingindo.

O golpe liquidava a vida daquele animal, mas não antes que esse passasse cavalgando por cima de Hornee que estava sendo arrastado pelo chão atrás de Blaze e havia ficado completamente indefeso ali. Pisoteado, ele nem mesmo reagia. Mas por dentro de sua cabeça só ele sabia o tormento que estava passando.

HP:
 

Hornee: Vivo pelo poder do protagonismo e dos Blues.
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptySex 1 Fev - 2:21

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Para mim era óbvio que aquele ser energético queria me aprisionar lá para sempre... escolher me juntar à um dos caprinos, subir uma das escadarias ou descobrir o mistério de um dos orbes era claro como água que seria como firmar um contrato para permanecer aqui pela eternidade. A escolha não era nem um pouco difícil - *Talvez, um tanto quanto exaustiva* - mas eu torci minha alma como um pano molhado e vi todos os sentimentos e emoções escorrerem por ela no dia em que meu pai morreu...

De brinde, perdi minha voz no processo. Não era um espírito com a aparência e voz da minha finada mãe que iria retroceder todas as fraquezas que eu havia deixado no passado. Eu não seria um caprino fraco - *Não posso ser! Eu quero reconhecimento!* - e, para isso, o primeiro passo seria colocar minha toalha sobre os ombros ao invés de jogá-la no chão. Com a cabeça erguida, em riste, parti para dentro da neblina sem nem sequer pensar uma segunda vez com a clamação de minha mãe para que eu ficasse, para com a qual eu não dava nem um puto de atenção.

Dias, meses, anos, séculos... - *A sensação de tempo e espaço aqui é completamente quebrada...* - eu não sabia nem onde e nem quando era. Para minha sorte, eu conseguia ainda me lembrar de QUEM eu era. Me ateria à isto como maior triunfo, pois se eu deixasse minhas memórias escaparem, sabia que rapidamente beiraria à loucura neste limbo.

A incerteza e irregularidade espacial era tão nítida que eu caminhei em uma linha reta por um tempo inestimável e, mesmo assim, eu surgia aleatoriamente no cume de uma montanha como se tivesse escalado durante todo esse tempo - *Ou teria eu?*. Chacoalharia a cabeça e daria um tapa na minha testa tentando me manter focado no caminho buscando uma saída. Tentar interpretar logicamente um labirinto maldito deste como era este plano - *Ou serã tudo fruto da minha imaginação?* - era um atalho para o fracasso em minha jornada.

*O rebanho do... diabo?* - eu não era nem um pouco religioso, mas aquela cena bizarra apresentada na minha frente era para fazer qualquer ateu começar a rezar. Imaginar que eu poderia estar para sempre correndo atrás de um objetivo inalcançável era o pior castigo que minha frutífera mente poderia bolar para minha pessoa. *Não... eu... eu...* - gaguejava em meus pensamentos enquanto tentaria me recompor - *Não posso aceitar tal destino!* - e era óbvio que eu negaria - *Nasci para VENCER PORRA!* - pensaria enquanto rangeria os dentes olhando fixamente para o rebanho e os cavaleiros que cantarolavam.

O que era ainda mais assustador - *Como se já não fosse o bastante...* - era que nenhum dos cavaleiros poderia ser distinguível. Para mim estavam todos iguais, exercendo uma atividade inútil como passatempo, pois de produtivo não poderiam mais render nada. Não queria ser igual ou indistinguível... eu quero ser o melhor!

*Mudar a minha rota? - coçaria o cavanhaque enquanto olharia para o solo coberto pela neblina, como se isso ajudasse a buscar respostas em minha mente - *Mas o que será que esse cara quis dizer?*

Uma mudança repentina talvez? Ou pode ser uma rota material para algum lugar desconhecido... eu ainda não havia decifrado sua charada - *Pelo visto eu tenho bastante tempo nessa porcaria de lugar...*. Sentaria-me no chão com as pernas cruzadas e escreveria a frase que o cavaleiro fantasma me disse em um papelzinho:

Papelzinho:
 

Olharia para aquele papelzinho com um ponto de interrogação gigante crescendo em minha cabeça. Aquilo não fazia sentido nenhum... - *Deveria eu abandonar Mr. Badmoney?* - cuspiria ao gargalhar com tal pensamento esdrúxulo - *Isso não faz o menor sentido... ele é minha maior escadaria para chegar ao topo!* - apoiaria a palma das mãos atrás das costas e jogaria meu tronco para trás, me colocando em uma posição confortável para apreciar o céu, se é que haveria algum - *O Governo Mundial que me colocou à beira da morte desde o começo...*

Por algum motivo ainda desconhecido, se é que havia alguma razão lógica, Kaliff odiava o Governo e a Badmoney's - *Ou simplesmente não soubesse os limites de onde estava se metendo* - e suas atitudes de prender e tentar assassinar um agente do Governo que ao mesmo tempo era mafioso, iria irritar pessoas muito mais poderosas do que simplesmente a merdinha de um Guarda Real de uma província do North Blue.

Porém não torceria para minha morte apenas para ter o prazer de ver o cachorro correndo atrás do próprio rabo. Minha ambição era grandiosa e eu estava apenas começando... era talvez o único membro da Badmoney's que tinha até hoje tido permissão para responder em nome da empresa sozinho - *Não irei te decepcionar patrão...* - descruzaria as pernas e me levantaria batendo nas minhas vestes como de costume para retirar o excesso de poeira enquanto procuraria em meio a neblina algum ponto seguro para fora do cume do qual pudesse dar sequência à minha caminhada em busca da saída e assim o faria - *Sou seu melhor homem e em breve serei você!* - sorriria orgulhoso de minha determinação.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptySab 2 Fev - 2:46

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


- Eita – olhava para o caprino deitado sobre o escudo – Foi mal – eu não havia tirado o corpo da criatura da trajetória e infelizmente o sujeito foi pisoteado pelo animal, que agora agonizava mais a frente, finalmente aquele bicho não iria causar mais problemas – Tomara que Aegir cumpra sua parte nessa combate – conseguia escutar os relinchos dos animais e golpes, a luta ainda estava a todo vapor, mas conhecia o estilo de luta daquele tritão, ele avançaria com tudo que tem, sua pele resistiria a vários golpes, então não tinha com o que se preocupar, ao contraria de mim, o sangue pingava dos machucados, sentia cada músculo do meu corpo dolorido, tudo que eu precisava era chegar ao maldito hospital, mas depois de caminhar apenas alguns metros, já estava completamente esgotado.

Seguraria firme novamente no pano rasgado, e tentaria puxar novamente o escudo com o demônio bode sobre ele – Mais alguns metros, vamos Susano’o – buscaria força no demônio interior, usaria minha perna boa como apoio, e a machucada apenas para não cair, colocando o mínimo possível de força sobre a mesma, o mesmo valeria para meu braço, usaria apenas o esquerdo. Puxaria oxigênio para os meus pulmões pelo nariz e soltaria pela boca, buscando a melhor forma de me locomover sem gastar energia.

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... sentia o suor escorrer pela minha testa

Sentia o suor escorrer pela minha testa, se misturando com sangue e poeira, escorrendo pelo meu rosto, meu peito colava na camisa, estava realmente chegando no meu limite, minhas pernas tremiam, meu braço não tinha força, apenas segurava o pano, já minhas pernas custavam dar o passo, e quando dava, sentia uma pontada pela perna machucada, mesmo com tudo isso, não desistiria, teria que levar o demônio ao hospital ou seria tirado de mim a maldição e meu destino seria quebrado, eu era o escolhido para algo grandioso, e aquela maldita noite so me comprovava como aquilo era verdade, mesmo com todo aquela dor, me sentia realizado, derrotar aquele cavaleiro era algo a se vangloriar, eram os melhores guerreiros da ilha aparentemente, deviam ser os guardiões de algo, ou mercenários do prefeito ou rei daquele lugar, so sabia que me sentia um nível superior, assim como havia sido em Wars Island após derrotar aqueles marinheiros e conseguir fugir com o barco deles.

Seguraria firme e não deixaria de puxar o escudo, caso Baphomet comece a sair de cima do objeto, pararia e o puxaria para cima do escudo novamente, eu só pensava em como seria recebido pelo sujeito amaldiçoado – Será que ele conseguira ver Susano’o? Não posso deixar de perguntar – tentava ocupar minha mente com outros pensamentos, mandando a vontade de soltar tudo e ir sozinho ate o hospital para longe, mas não faria isso, não nessa situação. O barulho que o escudo fazia ao raspar nas ruas poderia chamar atenção de quem dormia por ali, ainda bem que ainda é de noite, se estivesse claro, seria bem mais complicado – Nossos rostos já devem estar em cartazes de procurados – não havia pensado nisso, depois da “baguncinha” que fizemos em Wars, com certeza que a Marinha não deixaria barato e nos daria uma recompensa – Quanto será a minha? – iria procurar um jornal para saber se havia alguma noticia do que havia ocorrido.


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...olharia bem nos olhos da pessoa

Arrastando o escudo pelas ruas, assim que visse o hospital teria minhas forças renovadas, buscando o ultimo folego, carregaria o bode ate a porta do hospital, soltando-o bem em frente, caminharia ate a recepcionista ou qualquer pessoa que trabalhasse ali – Preciso de um medico, assim como meu amigo ali fora, quero isso para agora sua puta(o) – olharia bem nos olhos da pessoa, sentido o suor escorrer pelo meu rosto, tentando intimida-la a fazer aquilo que eu queria, se não fosse atendido, seguraria no cabo da chokuto, sentindo o peso da espada nova, se eu tivesse os dois braços bons, poderia experimentar seu peso e seu corte, deviam ser realmente bons, usaria a espada para mostrar o quão seria eu falava – Vamos caralho, não tenho muito tempo, perdi muito sangue – Se por acaso cobrassem antes do tratamento, sacaria meu dinheiro, tudo que havia em bolso e jogaria no chão – Peguem essa merda, agora onde esta o maldito medico – diria incisivo e sempre com a feição seria, tentaria ficar ereto enquanto falava, não demonstrando como minha situação era horrorosa.

Conseguindo o que queria, ou seja, o tratamento, baixaria a guarda e deixaria o sujeito curar as feridas, caso ele me pergunte o nome, diria com orgulho – Kaleb Blaze – nem olharia para o sujeito, mas tentaria passar a imponência pela forma como diria. Ao fim, perguntaria pelo homem bode – Onde está a criatura que eu trouxe? – se conseguisse caminhar, iria ate o quarto para buscar minhas respostas, caso contraio, ficaria descansando. Se em algum momento a pessoa tente pegar minhas espadas, seguraria na mão do sujeito com força, e olharia para seus olhos – Nem pense em tocar nas minhas espadas, ou então cortarei fora seu braço – soltaria e esperaria ser atendido.



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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptySab 2 Fev - 18:31

Um duelo? Talvez. Minha fadiga já consumia todo meu corpo, o sangramento causado pela machadada surpresa ia cada vez mais me prejudicando, eu já tinha tentado de tudo um pouco, mas parecia que aquele cavaleiro era bastante resistente. “Novamente eu me pergunto, o que eu estou fazendo aqui!” Não dava nenhum passo sequer, aquele momento era crucial para poder recarregar um pouco do que sobrava de minhas energias, como também era o momento ideal para o espadachim amaldiçoado poder levar o mink desmaiado para ser tratado.

Ofegante, eu estava frente a frente contra meu inimigo, não estava melhor que ele, mas também não estava pior. Cada vez mais que a batalha se estendia, minhas forças iam diminuindo e isso era totalmente prejudicial naquele momento, pois eu sentia que não tinha muitas forças sobrando ali, restando apenas um ultimato, agora seria matar ou morrer, e eu não estava afim de morrer. “Preciso mudar meus planos, tenho que tentar algo inusitado para surpreender esse maldito!” Respirava fundo, sentia meu sangue quente bombear por todo o meu corpo, e isso era bom. Oxigenando o cérebro, eu tentava não me perder em pensamentos fúteis, me concentrando ao redor eu me prendia a detalhes, ou coisas que havia passado despercebido antes e agora eu poderia usar ao meu favor. “O que aquele cara está fazendo ali?!” Pensava quando via o maldito mau encarado apenas apreciando a batalha, mas logo era reprimido por mim mesmo, eu não podia perder minha concentração com aquilo.

Em minha mente várias previsões de batalhas ocorriam de forma assustadoramente rápidas, eu tentava imaginar táticas de combate em que eu conseguisse assassinar aquele cavaleiro ali, mas pela projeção em minha mente, varias delas eram falhas e isso me indignava. “Mestres! Me perdoem! Não sei o que fazer, será matar ou morrer aqui e se por ventura eu vim a óbito, me aceitem com vocês meus ancestrais!... Agora eu não posso me controlar, terei que usar aquilo que os senhores sempre oprimiram de mim!” Por alguns instantes eu meio que me despedia de meus mestres, eu não tinha a certeza do que aconteceria dali pra frente, mas uma coisa era certa, algo mudava em mim, e isso não era bom, não para mim, mas sim para meu inimigo.

O sangue rodeava meu corpo, eu podia sentir o cheiro do mesmo, como também a sua textura rubra, que até então não estava me incomodando muito, mas me forçava a usar um trunfo que eu não queria utilizar. Guardado em meus bolsos, eu me equipava com um óculos especial que havia ganhado em aventuras passadas, o mesmo tinha inúmeras habilidades, mas a que mais me agradava era de retirar a cor do mundo, deixando tudo daltônico aos meus olhos, e era por meio dessa habilidade que minha concentração aumentava assustadoramente. De óculos branco com as lentes espelhas, eu estava sem camisa ali, com alguns cortes e arranhões, levava assim meu punho direito sobre minha marca, minha honra, e nesse mesmo momento eu sacava minha ninjaken ou a empunhava na mão esquerda(caso ela já estivesse fora da bainha). Meu rosto mudava totalmente, eu entrava em um estado frenético que muitos apelidavam por frenesi, por ter características com o estado que o tubarão ficava, um grande e belo sorriso em meu rosto se ocupava, mas não de graça e sim de sarcasmo, eu entendia assim que não podia mais tentar investidas convencionais, então aquela postura firme e bem treinada era totalmente quebrada para um instintiva, com os joelhos um pouco retraídos, a guarda aberta e a ninjaken segurada no punho com a ponta para trás eu olhava fixamente meu inimigo esperando um breve momento para atacar.

Estando ou não atento a mim, eu tentava espera algum descuido do mesmo, digo do inimigo. Um piscar de olhos, ou uma respirada mais profunda, algo que tirasse seu foco de mim mesmo que por milésimos que me faria utilizar minha ultima carta de batalha ali. Tentaria dar meu máximo, usando minha aceleração correria de forma absurda até ele, e mesmo eu e ele estando fadigado, eu apelaria apenas para o ataca frontalmente, caso o mesmo não conseguisse acompanhar minha velocidade e não se defendesse ou atacasse, eu tentaria empunhas a minha lâmina com meus dois punhos, e crava diretamente em seu peito, afim de perfurar seu coração e para os batimentos do mesmo, o levando a óbito. Mas como tudo não são flores, o mesmo poderia reagir ali, e ao me aproximar ele poderia querer defender ou atacar, isso me faria pensar rapidamente, pois eu estava apenas usando o instinto para lutar ali, eu não tinha planos, e de reflexo eu tentaria gingar rapidamente na frente do mesmo, com uma jogada de pés, curvaria meu corpo para o lado visível do inimigo, e rapidamente gingaria para o outro lado, afim de ludibriar o mesmo e abrir uma brecha para poder atacar, vale ressaltar eu tentaria ficar o mais longe possível daqueles machados, pois mesmo me esquivando eu poderia ainda ser acertado pelos mesmos e isso não seria bom.

Minha ginga poderia dar certo, e com o corpo meio que virado para o lado cego do inimigo, eu tentaria dar um rodopio, usando a minha lâmina que estava na mão esquerda com a ponta para trás, para realizar um corte visando sua jugular, vulgo pescoço, logo após realizar tal movimento, rapidamente tentaria seguir para as costas do mesmo, e novamente tentar cravar com as duas mão no punho da ninjaken, a lâmina em suas costas, cravando a mesma na diagonal para de baixo para cima, e depois que cravada, tentaria girar a mesma para dar mais dano ao meu inimigo. Se por um acaso durando meu dash ou minha esquiva o inimigo conseguisse ainda assim me atacar, eu tentaria parti para o tudo ou nada, visando seus braços e tentando aumentar minha velocidade para corta o mesmo antes que seu ataque chegasse até mim.

Poderia ser que a morte para aquele cavaleiro chegasse, e logo após isso eu não me aguentaria em dor, e me deitaria do chão ali, como se também houvesse perdido, mas quem percebesse ali, saberia que o sorriso em meu rosto demonstraria ao contrário, enquanto eu levava o punho direito ao meu peito.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyDom 3 Fev - 21:53

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aquelas criaturas voltavam a me importunar. Não sabia o quanto elas eram persistentes, porém, tinha de reconhecer que eram bem treinadas. Já era a segunda ou terceira vez que me atacavam enquanto focava no inimigo. — Droga... — exclamei em meio a tanto desapontamento. Focar no humano ou no animal... Eis a questão. O animal vindo me atacar novamente, em qualquer momento da luta, tentaria acertar um soco focando a sua força em meus dedos indicador e médio, com o punho de maneira lateral. Esse era um soco característico do Karatê Tritão para dar um dano mais focado, não desperdiçando a força do impacto. Em seguida, rotacionando meu corpo, tentaria desferir uma cotovelada na cabeça do animal para em seguida, com um gole usando apenas meus dedos, abordando uma área mais de estocada do karatê, buscaria acertar as partes de seu pescoço que não estivessem envoltas de armadura, se essa existisse. — Maldita criatura... — resmungaria em meio ao ato.

Se o humano aproveitasse dessa brecha para me atacar, ou em qualquer momento me atacasse, tentaria bloquear o golpe com ambas as mãos, abertas, buscando dividir o dano sofrido caso fosse um golpe frontal e superior. Dessa maneira, mesmo que isso pudesse machucá-las, tentaria segurar a maça alguns instantes para com um chute frontal, afastasse ele. Não dando brechas, ao aplicar o golpe, partiria para próximo, tentando não dar brechas de defesa para o mesmo. Um golpe com a palma de minha mão no centro de seu peito seria usado para quebrar o equilíbrio que pudesse tentar ser instaurado, seguido de um chute lateral em sua perna para aliar-se ao golpe anterior, buscando o seu desequilíbrio. Com minha mão esquerda, a levaria para próximo do seu rosto, mas que no fim era só uma finta para o real golpe, de mão aberta, lateralmente, como uma fatiada quebra taboas, tentaria acertar as brechas de sua armadura próximas ao pescoço, para que em seguida, finalizando a sequência de golpes atual, um belo soco no centro de sua face, usando toda minha força restante.

O contra-ataque inimigo podia também ser feito, o que já havia se mostrado bem poderoso. Caso de bloqueios com sua maça, tentaria golpear sua mão caso conseguisse perceber tal movimento, tentando assim atrapalhá-lo em seu bloqueio. Em golpes médios que visassem a altura de meu tronco, tentaria firmar minha devesa mantendo meu braço referido em paralelo, aliado ao meu corpo e o braço restante, dando apoio para que o mesmo não perdesse impacto de defesa ao firmar minha base para receber o golpe. Fazendo isso, tentaria entrelaçar meu braço em sua arma, agarrando-a e assim começando meu combo anterior. Golpes inferiores, usaria meus punhos abertos para amortecer o impacto com a palma de minhas mãos, tentando pisar em seguida em sua arma, prosseguindo com o início do combo anterior. Falhando em meu combo, tentaria me afastar para olhar bem a situação como um todo, atentando-me para com ataque da criatura destemida. — Você novamente... — reclamaria ao ver a criatura retornando ou dando suas caras pela primeira vez.

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyDom 3 Fev - 22:39


Mizzushiro estava numa posição que era matar ou morrer e sabia disso. Ajeitando a Ninjaken na mão, colocando seus óculos especiais, e abandonando a racionalidade em função do instinto ele reunia o restante de sua energia para um ataque final. O cavaleiro, por sua vez também respirava pesadamente, já tendo arrancado do rosto a shuriken e a tombado no chão. Quase que ao mesmo tempo eles avançavam um contra o outro, prontos para um confronto final que decidiria quem sobreviveria aquela noite.

- AAAAAHHHHHHHHHH!! – Gritava o Cavaleiro Real erguendo seu machado e atacando de cima para baixo. O ninja por outro lado estava silencioso, e com um jogo de pés ele girava se esquivando para a lateral e atacando com a ninjaken visando atingir o pescoço do homem mas acertando ao invés sua ombreira já que os braços estavam erguidos.

O bárbaro até tentava se virar rapidamente, mas infelizmente para ele naquele momento o rapaz de cabelos brancos era mais rápido e com um segundo ataque enterrava a ninjaken em suas costas e a torcia. Um movimento fatal que garantiria que o cavaleiro sangrasse até a morte. A velocidade com que as forças sumiam de seu corpo era assustadora e o seu machado que o acompanhara por tanto tempo se tornava muito pesado. Ele tentava balança-lo mas não conseguia. – GWAAK!! – Ao tentar dizer algo sua garganta se inundava de sangue, e era cheio de confusão e falta de resignação que ele tombava para frente, caindo ao chão e deixando esse mundo de vez.

Mizzushiro em seguida também tombava ao chão exausto, e as poucas testemunhas ficavam olhando assustadas por uns momentos antes de se levantarem e saírem correndo da taberna soltando leves gritos. O único que não agia assim era o homem que estivera apreciando a luta o tempo todo. Ele ao invés, se erguia e tomava um último gole de rum antes de começar a aplaudir lentamente “PAK! PAK! PAK! PAK! PAK!” e se aproximar de Mizzushiro.

- Realmente impressionante rapaz. Palmas. Não é todo dia que se vê uma luta dessas, simplesmente lindo. – Pegando algo em seu bolso, ele retirava um pequeno cartão. – Apesar que era apenas de se esperar do último Arashikage vivo, não é mesmo? – Se abaixando ele colocava o cartãozinho na mão de Mizzushiro. – Quando estiver melhor, pode vir me procurar se assim desejar, assim como seus amigos. O bando que faço parte estará mais alguns dias na ilha tratando de negócios. Lembre-se de levar o cartão e procurar por Shinso, senão as coisas podem ficar complicadas. Boa sorte, que possamos nos encontrar novamente!

Se erguendo ele dava as costas e saía da taberna destruída, deixando para trás os três cadáveres e um Demônio Branco extremamente ferido, tendo em sua mão um cartão onde uma lótus sangrenta com uma caveira em cima podia ser vista.

---

Enquanto seus companheiros conseguiam encerrar suas lutas um após outro e derrotar seus oponentes, o mesmo não era verdade para o capitão do grupo. Embolado em uma troca de socos, patadas, golpes de maça, relinchares, grunhidos. Primeiro foi um golpe de massa que mirava sua clavícula, o cavaleiro em cima do cavalo atingia o local conseguindo passar pela defesa das mãos de Aegir, mas isso dava uma chance ao peixoso de segurar a arma por uns instantes e aplicar um chute que atingia a lateral do cavalo o afastando um pouco.

O cavaleiro conseguia puxar de volta sua maça mas não conseguia bloquear a tempo o ataque eu o atingia em seu peito e quase o tirava de cima do animal. O impacto foi tamanho que para se manter acima da cela ele puxava a rédea urgentemente e fazia o animal empinar e aplicar uma patada no tritão que respondia com um soco na lateral da cabeça do bicho e o fazia tombar pro lado e se erguer com dificuldade, sem o cavaleiro em cima. O homem tinha um fiapo de sangue escorrendo pela boca e mergulhava a frente fazendo um rolamento no chão e atingia o tritão mais uma vez em sua panturrilha, dessa vez a direita, sem conseguir tomba-lo de imediato no entanto já que o cavalo aparentava estar zonzo e não prestava auxílio.

Percebendo isso ele saltava para cima do animal e o afastava um pouco. Ambos respiravam pesadamente e nesse momento algumas pessoas saíam correndo aterrorizadas de dentro do bar. Franzindo a testa ele olhava para Blaze que já se afastara carregando puxando um dos fugitivos e também para os outros cavalos mortos e o cavaleiro que podia ver também caído. Sabendo que seus aliados haviam perdido dentro do bar ele dizia em voz baixa – Imprestáveis!

Olhando para Aegir ele esporeava o cavalo e se afastava desse falando com raiva e dificuldade. – Vocês podem ter vencido esse round, mas eu voltarei com outros. Vamos ver por quanto tempo vocês vão conseguir resistir o poder de todo um reino!!

---

Deixando todo aquele combate para trás, Blaze se focava na missão que assumira para si mesmo de levar o caprino ao hospital o arrastando em cima do escudo. Era forçado a parar duas vezes para ajeitar o mesmo e impedir que ficasse para trás, e ele próprio se sentia prestes a desabar devido suas feridas e o cansaço. Depois do que parecia uma eternidade ele chegava a frente do hospital e se deparava com uma mulher alta e loira de jaleco branco, com curvas acentuadas e grandes peitos, uma pinta abaixo da boca dava um charme quase que sobrenatural a ela.

– Preciso de um medico, assim como meu amigo ali fora, quero isso para agora sua puta(o) – Dizia o espadachim, mas para sua surpresa a mulher não parecia se intimidar nem um pouco com suas ações.

- Dinheiro, educação e a promessa de irem embora o mais rápido possível. Em breve mais guardas chegarão e não quero ter que explicar o porquê ajudei criminosos.

– Vamos caralho, não tenho muito tempo, perdi muito sangue, Peguem essa merda, agora onde esta o maldito medico? -

Olhando para a quantia pífia de dinheiro que era jogado a sua frente, nem mesmo cinquenta mil berries, a mulher dava um sorriso de lado cheio de escarnio. – Isso é o suficiente para um curativo. E ainda falta os outros itens. Qual seu nome rapaz?

- Kaleb Blaze.

- Bom, senhor Blaze. Um milhão de berries e tratamos você e seu amigo. Como garantia suas espadas ficarão comigo até que o dinheiro seja entregue. – Com tais palavras ela ficava de lado e deixava a entrada livre.

– Nem pense em tocar nas minhas espadas, ou então cortarei fora seu braço –

- Bom, então sem tratamento para vocês. – Ao dizer isso os olhos da mulher brilhavam em diversão e de dentro das suas mangas duas seringas enormes escorregavam para suas mãos, cheias de um líquido amarelado. - E então, o que vai ser? Dinheiro, educação e uma fuga rápida após o tratamento, ou se arriscar assim pelas ruas? – O sorriso dela crescia ainda mais – Claro que pode tentar se forçar, mas vi sua luta e garanto que não pode me derrotar. Se tentar, o incapacitarei e entregarei de bom grado aos guardas.

---

Após uma longa introspecção, Hornee Diamond, se erguia e se preparava para prosseguir quando uma dor absurda o assolava por todo seu ser, como se estivesse sendo pisoteado pelas mil patas daquela manada que vira a pouco. Tudo ao seu redor escurecia e a dor continuava, aquela sensação de distorção temporal retornava e era como se ele estivesse a uma eternidade naquele tipo de sofrimento.

Que tortura seria aquela? O inferno talvez?

Não havia mais nada além de dor, sofrimento e escuridão. Eternas. Inescapáveis. Ou será que não?

Aos poucos a escuridão tremulava e mesmo com dor ele conseguia reparar em uma cena que surgia parecendo perto e distante ao mesmo tempo, de forma que ele não conseguiria interferir nem se quisesse. Duas escadarias familiares surgiam, mas seus “guardiões” eram diferentes agora, eram humanos. Na frente deles três cavaleiros segurando seus cavalos pelas suas rédeas e um deles subia pela escadaria bem construída e desaparecia no orbe de luz que havia em cima. Os outros dois, no entanto, tentavam seguir para a outra escadaria mas eram bloqueados pelo homem que a guardava. Uma batalha intensa ocorria e eles eram bloqueados vez após vez até que no fim um se resignava e seguia para a outra escadaria, também adentrando o orbe de luz e desaparecendo.

O último cavaleiro era aquele que segurara um machado, e o primeiro a sumir havia sido o que segurara a espada. Ambos haviam sido vistos claramente por Hornee. O que tinha o machado parava e olhava em volta, seguindo por entre as escadas como o próprio Hornee fizera uma vez e desfazia-se em meio a escuridão.

A cena ia comprar cigarros na padaria desaparecia e a imensidão de nada aparecia novamente com apenas a dor para fazer companhia ao agente do governo. Se o inferno existisse, ele estava nele.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptySeg 4 Fev - 3:03

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Repentinamente algo estranho me ocorreu... dor - *AHHHHHHHHHHH!* - como se eu estivesse sendo torturado como aquele homem que abandonei na prisão de Kaliff - *"Abandonei" entre aspas... ajudei ao meu modo!*. Sentia meu corpo sendo pisoteado por aquela manada de vacas estranhas do mundo dos mortos da qual eu tinha acabado de presenciar.

Ao conseguir me recompor da sensação angustiante de dor intensa percorrendo pelo meu corpo, refletiria - *Parece que o espírito neste mundo também está sujeito à sensações físicas desconfortáveis* - e eu nem sequer sabia ao certo o que estava me fazendo sentir daquele jeito, sendo que minha visão só enxergava um breu escuro como piche completamente negro e sombrio me fazendo inclusive sentir um pouco de falta daquela neblina densa de outrora.

Eu já não conseguia distinguir o que era físico e o que era psicológico. Tudo estava misturando para minha percepção assim como o espaço e o tempo se misturavam de modo completamente homogêneo. Minha mente se enfraquecia e pouco a pouco eu sentia que estaria ficando louco e cada vez mais duvidar se de fato havia alguma porta de saída daquele inferno - *Sim... o inferno não é feito de chamas ardentes afinal...*.

Finalmente uma tremulação na escuridão intensa me faria respirar aliviado. Qualquer bizarrice que se apresentasse à minha frente me remeteria à alguma felicidade que o abraço das trevas não proporcionava, por mais que o cenário incluísse minha finada mãe caprina ou cavaleiros fantasmas perseguindo inutilmente um rebanho por toda a eternidade.

Desta vez, a cena era um tanto quanto familiar mas, ao invés de me apresentar espíritos que remetessem à minha pessoa eles remetiam àqueles Guardas Reais que eu tinha enfrentado pouco antes de desmaiar. Eles talvez não fossem tão relevantes quanto Kaliff ou o corcunda de sua prisão mas eles certamente pareciam ser os mais recentes à chegarem ao meu "novo lar" - *Pff...* - de modo que eu rejeitaria minha própria conclusão cuspindo ao chão na diagonal enquanto cruzaria meus braços.

O circo dos Guardas Reais enfrentando os guardiões das escadarias estava armado - *Pena que eu não trouxe uma pipoca...* - e eu tinha uma breve prévia do que poderia ter acontecido comigo se eu tentasse seguir por uma das escadarias até o orbe, ou se tentasse enfrentar um dos guardiões, ou mesmo saber o destino do guarda do machado que tinha seguido pelo meio das escadarias.

Nada perguntaria e nem ao menos duvidaria. Não acredito que eu poderia ter uma segunda chance de subir uma das escadarias e por ter guardiões humanos eu nem mesmo achava que elas poderiam ser usadas por mim - *Se é que havia algum sentido naquela loucura toda* - então eu descruzaria os braços e caminharia tranquilamente por entre as escadarias de novo pois, se há alguma saída deste lugar, não é ficando parado que eu iria encontrá-la...

Novamente escuridão total - *Mas que MERDA!* - e novamente eu sentia a dor percorrendo meu frágil corpo por um tempo inestimável. A sensação de impotência me incomodava profundamente enquanto eu só poderia aguardar para ver qual seria a próxima peça teatral que eu iria presenciar, enquanto tentava segurar o rolar de minhas lágrimas corajosamente por desacreditar cada vez mais que os meus sonhos ainda poderiam ser cumpridos...

Porém, se eu por milagre escapasse de lá e acordasse encontrando um dos soldados do tritão gigantesco me perguntando se eu era algum tipo de Baphomet, eu negaria suavemente com um balançar de cabeça e escreveria um papelzinho sendo cordial pela ajuda oferecida, mas ainda meio receoso por estarem querendo algo em troca de mim ou da corporação:

Papelzinho:
 

Estranharia obviamente o fato de não ser reconhecido e chamado de "Baphomet" - *Sabe-se lá quem é esse figura...* - o que aparentemente descartava a hipótese de terem me ajudado querendo armas ou influências da Badmoney's - *O que esses caras tão tramando?* - e me recusava piamente a acreditar que o auxílio veio por compaixão ou por me confundirem com algum tipo de divindade que me era desconhecido...

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Historico:
 


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Última edição por Bread em Ter 5 Fev - 14:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyTer 5 Fev - 4:04

Aplausos, somente a zoada das batidas de mãos me espantava ali, eu estava deitado no chão exausto a procura de forças para voltar ao campo de batalha, mas aquelas palmas me chamavam a atenção. Muitos haviam corrido daquela cena horrível de batalha, corpos e mais corpos como também bastantes itens quebrados e destruídos, e por sinal muito sangue espalhado naquele bar, com isso a rápida fuga como também seus leves gritos eram um tanto que normal para cena, mas o que não era normal foi um homem estar ali apenas apreciando tudo e deixando suas palmas no final.

“Quem é esse cara?!” Pensei logo depois de ver que o mesmo estava bebendo rum e se aproximará de mim batendo palmas, coisa essa que me intrigava ali, poderia ele estar me avaliando ou algo de tipo, quem ele pensa que era para me testar, se eu pudesse eu lutaria contra aquele verme ali mesmo, só pela sua audácia, mas era logo surpreendido quando o mesmo me identificava por ser o ultimo Arashikage vivo. “Como esse maldito sabe do meu clã?!” Pensei indignado. “Deve ter reconhecido devido ao símbolo do meu peito!” Novamente pensei, mas agora um tanto mais calmo, enquanto no chão percebia o mesmo sacar um tipo de cartão enquanto continuava suas falas. – Como você sabe sobre mim?! EI... – Tentava retirar algumas respostas daquele individuo ali, enquanto sem forças para recusar, eu era obrigado aceitar o cartão que o mesmo colocava em minha mão.

Eu não entendia a real causa daquilo, lhe procurar, com meus amigos, seu bando estava na ilha, Shiso, tais palavras que mais me intrigavam no dialogo daquele individuo, e a pergunta pairava no ar, quem era ele para me dar tais ordens?

O silencia me cobria, eu não respondia suas palavras de nenhuma maneira possível, não queria dar ao luxo do mesmo ter alguma expectativa sobre mim e sobre meus amigos, como também não o conhecia, eu sempre aprendi que algo com isso nunca é bom, mas por outro lado ele conhecia sobre os Arashikages, mesmo eu não sendo uma pessoa curiosa aquilo me intrigava ao ponto do mesmo deixar uma pequena semente de curiosidade em mim, que agora não germinaria, mas num futuro próximo talvez. Logo o mesmo não falavas mais nada, sem um pingo de misericórdia com todos e tudo que havia acontecido ali, ele dava as costas ao caos e saia como se estivesse seguindo para o arco-íris no céu. Não queria ajuda do mesmo, mas naquele momento eu percebi que ele era uma pessoa um tanto que notável por assim dizer.

Respirava fundo, eu tinha poucas forças naquele momento, e com dois caminhos, eu tinha a escolha de continuar ali e sangrar até alguém vim me dar auxílio ou morrer, ou como também eu poderia usar ainda o que me restava para seguir novamente até o hospital, para ser tratado. Logo eu nunca fui de depender de ninguém nessa vida, sempre tomei minhas atitudes sozinho, pois aquele que confia em um outro homem é realmente um inútil, e não existia frase melhor para se resumir o que eu pensava no momento. Com as mínimas forças restantes em mim, eu tentava me levantar daquele chão alcoólico, de maneira devagar e sem pressão, não queria me desgastar ali e piorar cada vez mais meu estado. De pé eu olharia mais uma vez para o cartão que assim foi me dado, uma lótus sangrenta com uma caveira estava no mesmo e isso me deixava curioso. “O que seria isso, poderia ser o bando ao qual ele falou? Pelo que eu entendi seu nome era shiso!” Pensava coisas avulsas enquanto tentava observar mais o cartão, o olhando frente e verso, e em seguida o guardava pois mesmo não dando muita importância agora, num futuro próximo eu poderia usa-lo de alguma maneira.

Com as duas mãos ocupadas abafando os ferimentos causado pelas batalhas, eu tentaria sair daquele bar e ir direto ao hospital local, meio tonto e com os passos um pouco fracos, eu não pararia para nada, apenas se o chão me atraísse mais uma vez e eu não pudesse relutar com o mesmo, mas tirando isso, eu tentaria usando todas as minhas forças seguir até o hospital ou até mesmo algum medico mais próximo para tratar de meus ferimentos.

Se as forças que ainda me restavam não fossem o suficiente para seguir até o hospital, tentaria pelo menos sair do bar e fora do mesmo me abrigar em algum lugar a espera de socorro, mas caso ainda conseguisse chegar até o mesmo, procuraria alguma cama mais próxima, e caso não encontrasse me jogaria no chão ali mesmo, pois eu estava extremamente exausto, e qualquer força a mais que eu tentasse ali poderia ser fatal. – Me tratem! Estou extremamente ferido! – Guardaria assim forças pra poucas palavras enquanto logo deitado em algo ou no chão, todo ensanguentado eu esperaria por auxílio.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyTer 5 Fev - 12:01

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


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... "Olha Aqui" - manteria meu tom de voz baixo

- Ahhh, mas que merda – olhava nos olhos peitos da mulher buscando de onde vinha tanta confiança – Se ela me viu lutar, então ela sabe que não sou qualquer um – buscaria me manter de pé, não iria me rebaixar perante aquela loira, me aproximaria da mesma, perto o bastante para ela sentir o cheiro do meu suor, do meu sangue, e eu sentir o perfume dela – Olha aqui – manteria meu tom de voz baixo, olharia bem nos olhos dela ao dizer – Eu não tenho nada além daquilo que já te dei, so peço que estanque meus sangramentos e o que sobrar pode colocar naquela criatura – com meu maxilar trincado, a raiva ia crescendo dentro de mim, nunca uma mulher havia me confrontado daquele jeito, quer dizer, talvez sua postura lembre um pouco a minha mãe, autoritária a ponto de fazer coisas que não quero nem lembrar.

- Eu prometo que sairemos pelos fundos sem chamar atenção, eu ficarei lhe devendo uma, o que acha? Um dia eu serei alguém famoso e importante, então poderei lhe pagar dez vezes esse valor, eu sou o escolhido – tentaria apelar com aquela moça, mesmo sendo um pouco tímido e reservado, agora não era hora de apelar para o medo, não de novo, não sabia o porquê mas não queria lutar ali, não no meu estado atual – Já me atenderam aqui mais cedo, contudo meus ferimentos se abriram rapidamente, eu garanto que irei embora sem causar mais problemas – eu não esperava cumprir essa promessa, mas tentaria passar confiança enquanto falava – Eu sou um pirata, eu acho – falaria mais baixo – Estou apenas esperando meu barco ficar pronto e zarparei para a Grand Line – Não era totalmente verdade, o barco era do bando, mas tinha esperança que ao citar a Grand Line, ela me respeitasse um pouco mais.

Esperava que a mulher tivesse compaixão e nos ajudasse – Então escolho educação, e uma fuga rápida, o dinheiro já lhe disse, tudo que eu tenho esta em suas mãos – poderia revistar o caprino, mas creio que ele não deveria ter algum dinheiro – Reféns de uma folha, que mundo estranho esse – Por nunca ter experimentado o luxo, sempre fugindo dos malucos que queriam me sacrificar ou o outro lado que me adorava como um deus, viver em florestas comendo o mínimo e dormindo ao relento, essa era minha infância, não conseguia entender como se matavam por aquela cédula, mas se ela trouxesse poder e respeito, não teria outro modo, iria ter que começar a recolher mais dinheiro.

Dito isto, se a loira resolvesse nos ajudar, cumprimentaria com um aceno positivo com a cabeça, acompanharia a mulher e em hipótese alguma deixaria minhas espadas com ela – Eu farei tudo que pedir, menos entregar minhas espadas moça – se por isso ela se recusasse, paciência. Mas caso de tudo certo, iria hospital a dentro puxando o bode, caso ninguém faça nada a respeito, seguiria a mulher e a deixaria fazer seu trabalho, sempre atento a minha volta, ela poderia muito bem ser algum tipo de impostora e trabalhar para aqueles cavalheiros – Creio que não, ela nos viu derrota-los e não fez nada – a duvida iria ficar apenas em minha mente.

Ela terminando minha parte, a ajudaria com a criatura com chifres, se fosse necessário, caso contrário, apenas observaria o tratamento do demônio Baphomet se possível. Doravante, a loira negando em nos ajudar, daria as costas girando meus calcanhares e daria o fora dali, mas não sem antes pergunta-la – Tem algum lugar onde posso me curar? Um curandeiro ou coisa do tipo? – obtendo a resposta positiva, apenas acenaria com a cabeça, sempre com feição fechada e o rosto sem reação, se eu estivesse em boas condições, iria por esse Hospital abaixo. Pegaria o pano e continuaria minha peregrinação ate o local indicado, sempre olhando para trás para ver se algum dos meus aliados estavam ali, atento aos barulhos das ruas, não queria escutar mais cascos de cavalos vindo em minha direção.

Caso veja alguma pessoa, perguntaria sobre o tal curandeiro ou qualquer outra pessoa que a moça tenha indicado que poderia nos ajudar, não agradeceria pela informação, apenas seguiria em frente, usando o ódio como combustível para chegar lá, mesmo com o corpo todo fudido, não iria parar agora – Talvez seria melhor voltar ate o bar e ver o que iremos fazer, ahh, que se foda, depois eu acho aquelas caras – como anteriormente, caminharia lentamente e buscando respirar pausadamente para cansar o mínimo possível.

Pois bem, caso a loira nos cure, tanto o bode quanto eu, faria como prometido, sairia dali o mais rápido possível, se a criatura não pudesse andar, colocaria ele em meus ombros e tentaria caminhar para fora dali, esperava não abrir meus ferimentos com estes esforços, mas não tinha outra alternativa, estenderia minha mão a mulher – Valeu pela ajuda, jamais esquecerei, qual seu nome mesmo? – perguntaria meio sem jeito, provavelmente com as bochechas coradas, recebendo a resposta daria as costas e sairia dali – Eu deveria chama-la para o grupo, precisamos de um médico- viraria para a mulher e gritaria – Se procurar por aventuras, nos encontre no cais amanhã, precisamos de um medico em nosso bando – viraria e caminharia de volta ao bar, esperava encontrar Aegir vitorioso e iria ajuda-los.

Se durante o caminho de volta para o bar, ou ate alguma pessoa indicada pela moça o caprino acordasse, olharia bem o sujeito e diria calmamente – Sou Kaleb Blaze, portador do demônio Susano’o, você por acaso seria Baphomet, Rei das almas perdidas? – esperaria a respostas, caso ele não diga nada, continuaria meu caminho sem me estressar, demônios eram realmente difíceis de lidar, talvez assim o meu protetor, aquele demônio bode não consiga se comunicar.

Durante minha caminhada pelas ruas, se algum cavalheiro passe trotando com seu cavalo pelas ruas, tentaria sair do seu caminho para não ser atingido por algum golpe ou ate mesmo pelo animal – Se ele esta vivo, o que aconteceu com o Tritão? – nesse momento tentaria acelerar meus passos para saber o que teria acontecido ao grandão, eu não poderia acreditar que ele perderia um combate mano-a-mano.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 8 EmptyTer 5 Fev - 16:45

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento
A batalha havia se perdurado mais do que havia previsto. Os humanos me impressionavam por demasiado. Além de possuírem habilidades físicas louváveis, alguns, outros conseguiam ter domínio sobre criaturas e as usar como bem quisesse, além disso, as suas manipulações com armamentos eram interessantes também. Realmente eles poderiam oferecer alguma resistência à minha ascensão. — Tsc... — com a mão em minha panturrilha, lamentava a partida do humano — Desculpas e mais desculpas para não me enfrentar! — bradaria totalmente enraivado com total descaso daquele frouxo humano. Não tendo mais o que fazer ali, apenas tinha de acreditar nas promessas feitas pelo adversário, acreditar que iria acabar com ele da próxima vez. Não me prendendo apenas no passado, tinha de olhar em frente, de cabeça erguida. O primeiro passo era averiguar como meu corpo havia reagido com a batalha recém terminada. Tentaria firmar minhas pernas, as quais foram mais focadas, e seguir para meus braços. Estando tudo aceitável, prosseguiria andando pelo campo de batalha procurando alguma arma, objeto deixado para trás, ou alguma informação. — Onde estão aqueles safados... — pensaria em alto e bom tom imaginando onde estariam os meus aliados.

Prosseguindo, entraria na taverna e busca dos aliados. Encontrando alguém de meu bando tentaria ver se ele estava bem de saúde. — Está tudo bem? Qualquer coisa podemos ir para um ambulatório e ver suas feridas em seu corpo, entendido? — falaria, oferecendo minha ajuda se necessário. Estando esse aliado mal o bastante para detectar com minha visão, apenas o pegaria, colocaria em meus ombros e levaria para um local onde poderia curá-lo, o qual já sabia. — Humanos são muito frágeis... — comentaria, a ver que suas peles eram tão frágeis para se ferir de tal modo. Não encontrando ninguém, questionaria o primeiro que visse a cerca de suas localizações, informando alguma característica marcante de cada. — Você, humano — encararia olho a olho, se preciso, erguê-lo-ia pelo pescoço — Avistou algum humano de olhos sangrentos ou um homem vestido de branco? — questionaria, seriamente, tentando intimidá-lo. Conseguindo informações, prosseguiria caminhando na direção dita, se não, apenas sairia, deixando o ser cair em qualquer lugar, partindo em busca dos aliados.

Estando com meu aliado próximo a mim, o levaria até o ambulatório. — Tenho que conseguir uma forja para a embarcação. Além disso, precisamos de um nome para nos definir, além disso, a embarcação precisa de um nome único — debateria comigo mesmo, porém, devido ao tom que falava, quem estivesse comigo poderia ouvir também — Tenho outras coisas a fazer, mas não lembro o que é. Acho que é a garota sumida, certo? Acho que sim, temos que nos preparar que aqueles humanos retornarão e acredito que em maior número. Vamos! — bradaria, indo em direção ao local medicinal. Durante o caminho, tentaria manter-me atento em alguma presença aliada, além e informações entre debates. Os olhares esguios e maliciosos para minha presença seriam inevitável, mas isso não seria problema. Peito inflado, queixo levantado, minha moral não seria afetada por humanos sem importância. Chegando no local antes visto, entraria e deixaria o aliado abatido em algum lugar. — Você pode olhar como esse humano está? — questionaria, seriamente — Acho que você não entendeu — falaria caso se negassem — Deixa refazer a pergunta. Você quer curá-lo ou quer precisar de cuidados tanto quanto ele? — seriamente, deixaria meu olhar demonstrar toda a seriedade e ira que estava contida dentro de mim — E você ver esses ferimentos que me fizeram, além de me dar alguma coisa que melhore esse dano, vai me falar tudo que sabe sobre a Guarda Real, acho que é esse nome. O que eles protegem? Quem é esse Real? — concluiria meus questionamentos.

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

NPC Acompanhante:
 

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Dor. A única palavra que restava no universo de Hornee era essa. Dor. Cada pequenina parte do seu ser sofria por um tempo indeterminável, um tempo que não mais tinha importância pois no fim tudo se resumia aquela simples e cruel palavra. Dor.

E então mais uma vez a escuridão se movia e mudava, duas escadarias surgiam novamente, e dessa vez eram idênticas a primeira vez. Aos poucos a dor retrocedia, mas não por completo, apenas o suficiente para que o Mink pudesse compreender o que estava acontecendo a sua volta naquele local.

– Esse não é um sonho meu filho. Você já sabe disso. – Veio a voz tristonha de sua mãe mais uma vez. – Não há porque resistir tanto, quanto tempo mais pode aguentar sem perder completamente a noção de si mesmo? Já não sofreu o suficiente?

Ela não saía do degrau onde estava, o primeiro da escadaria, mas estendia a mão para ele. – Por favor, venha comigo. Tudo isso vai acabar, eu vim recebe-lo e guia-lo para o que vem a seguir. Não precisa temer. – E enquanto ela dizia tais palavras, olhava para o orbe de luz branca no topo da escadaria antes de olhar para ele novamente. – Tudo que precisa fazer é pegar minha mão, e todo seu sofrimento chegará a um fim.

---

Aegir ao ver seu inimigo escapando ficava inconformado, mas sabia que pouco poderia fazer agora além de se preparar. Olhando em volta não avistava seus companheiros, e as poucas pessoas que podia ver estavam distantes, correndo por suas vidas. Entrando na taberna, ele encontrava um Mizzushiro tentando se erguer com um cartão estranho em mãos. Pegando o companheiro e o colocando nos ombros, ele se virava e ia em direção a saída do local destruído, pegando um machado no caminho e duzentas mil berries.

---

A mulher ouvia impassível aos apelos de Blaze, isso é, até ouvir o mesmo dizendo que iria para a GL. Com os olhos se enchendo de interesse ela olhava para ele novamente de cima a baixo, e suspirava. – Ok, suponho que por dez vezes e a palavra do escolhido eu possa trata-los, entrem e boa sorte Senhor Blaze. – Havia um certo deboche ao dizer “escolhido” mas nada muito gritante. - Marie, Stich, temos pacientes que precisam de tratamento imediato! – Gritou ela e logo outras duas pessoas apareceram, levando os dois para dentro e começando a trata-los com destreza e precisão, aplicando injeções uma vez ou outra que ajudavam a aliviar a dor, limpando feridas, costurando e mais. No entanto enquanto as injeções ajudavam, elas também paralisavam o corpo e antes que se desse conta Kaleb Blaze estava a mercê do homem que o tratava.

Enquanto isso o tritão de quatro metros chegava a frente do local encontrando a mesma mulher bela e loira ali. — Você pode olhar como esse humano está? —

– Por 500.000 berries, sim. – Dizia ela olhando o tritão e o humano em seu ombro.

— Acho que você não entendeu. Deixa refazer a pergunta. Você quer curá-lo ou quer precisar de cuidados tanto quanto ele?

- Bom com você falando assim... o preço acabou de subir para um milhão para ele. Eu te vi lutando e garanto que te coloco para dormir antes que cause algum dano a mim ou ao hospital, e o entregarei aos cavaleiros que retornarem. Alem disso deveria saber que o outro humano que lutou com o senhor está sendo cuidado lá dentro e ao meu sinal o envenenarão sem que perceba. Boa sorte tentando sair daqui com vida, senhor... ? – O sorriso da mulher se abria, e as seringas com líquido amarelo reapareciam em suas mãos.
off:
 

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