One Piece RPG
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» What do You do For Money Honey
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Greny Hoje à(s) 2:26

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 2:15

» 1º Ato - O Despertar
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Chaitanya Mahaprabhu Hoje à(s) 1:12

» VI - Seek & Destroy
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 23:52

» Chapter I: Seafret - Oceans ♪♫♪
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor tamerex12 Ontem à(s) 23:24

» [LB] O Florescer de Utopia III
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Kekzy Ontem à(s) 22:52

» [MINI-Ballu] Um momento desesperador
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor DarkWoodsKeeper Ontem à(s) 22:34

» Enuma Elish
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 22:05

» The Claw
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Achiles Ontem à(s) 20:46

» Vamos nos aventurar! Anjinhas me aguardem...
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Pippos Ontem à(s) 20:15

» III ~ Uma Loira na Ilha das Aranhas?
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor PepePepi Ontem à(s) 20:06

» MaikLynn Scarlaiti de Orr
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor GM.Noskire Ontem à(s) 19:24

» II - Aliados
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Hunson Ontem à(s) 19:19

» Tríade Selvagem
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor GM.Furry Ontem à(s) 19:18

» Escuridão total sem estrelas
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor K1NG Ontem à(s) 19:17

» Rumo à Grand Line?
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Kekzy Ontem à(s) 19:00

» Una Regazza Chiamata Pericolo
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Vrowk Ontem à(s) 18:40

» Arco North Blue: Uma Odisseia no Santuário
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor tamerex12 Ontem à(s) 18:26

» O início da pesquisa.
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor K1NG Ontem à(s) 18:07

» Yami Sukehiro
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Emptypor Mad Ontem à(s) 17:50



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 53
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyTer 6 Nov 2018 - 0:11

Relembrando a primeira mensagem :

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Wild Ragnar
Narrador
Narrador


Data de inscrição : 24/06/2014

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyTer 22 Jan 2019 - 2:15


O homem com o machado andava em passos lentos por entre os destroços que um dia foram as mesas e cadeiras daquele bar. Era possível ver que o rapaz de cabelos brancos não havia morrido já que esse conseguira guardar uma de suas armas e tentava usar a outra para levantar. Nos olhos de Mizzushiro tudo menos o inimigo desaparecia, nada mais existia. Ele esperava que o homem avançasse até um ponto exato enquanto firmava sua base, mas o cavaleiro parava e virava para trás rapidamente movimentando o machado. Percebendo isso, o jovem via naquele momento sua chance de virar o jogo e acabar com o inimigo de uma vez por todas.

Se apenas fosse tão simples assim.

O motivo pelas ações do cavaleiro era ninguém menos que Hornee. O agente sabia estar por um fio, e sentia suas forças desaparecerem. Dessa forma havia decidido fazer uma última tentativa, eliminar um ultimo inimigo e rezar para que alguém o ajudasse a chegar em um hospital depois. Dessa forma ele rapidamente pegava um pano disponível atrás do balcão e pulava sobre o mesmo realizando um rolamento, caindo ao lado do cavaleiro que usara uma espada e um escudo como armas. Usando o pano ele pegava o escudo e avançava contra as costas do inimigo com o machado, sacando uma de suas shurikens com a mão pretendendo acerta-lo caso o adversário resolvesse ignora-lo.

Mas ele não ignorava. Assim que percebeu a movimentação atrás de si, o cavaleiro se virou rapidamente e ao ver que o Mink que estava com um pé na cova pegara o escudo do chão, sua resposta era imediata, digna de alguém com amplo treinamento em combate. Por saber que o jovem de cabelos brancos tentaria aproveitar esse momento para ataca-lo e que por isso não podia perder tempo com o caprino, ele realizava um golpe de cima para baixo, ao que o agente respondia erguendo o escudo para bloquear da melhor forma que podia. Nada fora do esperado. O que certamente foi fora do esperado, ao menos para Hornee, foi o passo a frente com a perna direita que o homem dava aumentando um pouco seu alcance no ultimo momento. Não era suficiente para atingir Hornee atrás do escudo, claro, mas esse nunca havia sido o objetivo.

Com aquele simples passo, toda a natureza do golpe mudava. O que antes era um ataque que atingiria o escudo e precisaria passar pelas defesas dele, e na verdade provavelmente faria devido a diferença de forças, havia se tornado em um ataque que acabava enganchando uma das lâminas do machado na borda superior do escudo. Era uma tática comum e normalmente ele forçaria o escudo para baixo, utilizando a outra mão para atingir o defensor. Mas não era o que ele fazia. Ao invés ele puxava fortemente o escudo para si, ao mesmo tempo em que dava uma passada para esquerda saindo do caminho.

Era como se ele tivesse uma noção exata do tempo. Controle total sobre a situação. O resultado de suas ações era que Hornee sentia uma força avassaladora o puxando para frente, e de repente ele estava voando, não de encontro ao inimigo, mas sim de alguém que estava atrás deste. Mizzushiro. O rapaz havia aproveitado a oportunidade para imediatamente realizar seu ataque, mas enquanto erguia a lâmina para desferir o golpe, o cavaleiro saía da reta e o caprino aparecia voando em seu lugar com um escudo levantado.

Ninjaken encontrava com escudo e por pouco os dois não se embolavam. A sorte é que desde o início o golpe do homem com uma marca no peito era uma finta e ele desviava para direita tentando dar continuidade ao movimento e aplicar o golpe real, mas o impacto com Hornee reduzira sua velocidade e o ataque era parado pelo machado do adversário, que já tendo se virado para trás, o defletia facilmente e respondia com um estocada. O topo do machado acertava em cheio Mizzushiro em seu queixo, o tirando do chão e lançando para trás, fazendo que visse estrelas e caísse de novo em meio aos destroços.

- Ah, qual é... cadê a pessoa que acertou o Bucefalo no saco? Não me diga que você é só isso?! – Com um misto de desprezo, ironia e rancor na voz, o cavaleiro disparava tais palavras para o humano. Quanto ao Mink? Bem, após seu “voô” ele também caíra e rolara pelo chão, mas dessa vez não se ergueria para continuar na luta. Estava inconsciente.

---

No lado de fora...

De forma similar ao que estava acontecendo na parte de dentro na taberna, a batalha na rua entre Blaze e o cavaleiro com a alabarda quebrada ocorria a todo vapor. Ambos se erguiam, e apesar de não estar com uma perna ferida como o espadachim, o cavaleiro andava de forma forçada, como se cada movimento lhe trouxesse dor. Vendo o menino demoníaco recuando aos poucos enquanto mostrava os dentes sujos de sangue em um ato de desafio e intimidação, o homem avançava falando roucamente. – Vou te fazer pagar pela Nimeria. –

Vendo que o jovem estava se apoiando majoritariamente na perna direita, o lanceiro sabia o que fazer. Primeiro ele aplicava um golpe na horizontal da esquerda para direita na altura do tronco, de forma que se abaixar ou se mover para os lados não seria uma opção para o adversário. Só lhe restaria se mover para trás, e devido a forma que o golpe era aplicado, não seria difícil de usar sua perna saudável para isso. E assim era feito.

A questão era que esse ataque era mais uma finta do que qualquer outra coisa. De forma fluida assim que a lamina da alabarda passava na posição onde Blaze estava, o cavaleiro dava um passo para frente e com um controle perfeito sobre a força de seus movimentos, o corte era parado e o ataque virava uma estocada visando o peito do espadachim. O jovem tentava esquivar para o lado, mas como acabara de dar um passo para trás com a perna direita, era forçado a usar a esquerda para isso. Como esperado.

A lamina da alabarda vinha em sua direção e ele ia para o lado, mas a fraqueza em sua perna e a dor que sentia ao se apoiar nela tirava parte de sua velocidade, tendo como resultado um corte profundo em seu braço direito, na altura do cotovelo, que certamente deixaria uma cicatriz. No entanto o jovem mostrava sua habilidade. Usando o pé direito ele avançava um passo, e vinda de baixo para cima a lâmina de sua chokuto entrava pela garganta do cavaleiro. O último movimento que seu braço direito conseguiria fazer antes de ser tratado devidamente.

Imediatamente seu antebraço perdia as forças devido ao corte mais acima e ele soltava a espada involuntariamente. O cavaleiro tinha o rosto cheio de descrença perante aquela derrota e a morte que ela acarretava, caindo de joelhos e finalmente para o lado.

Aegir por outro lado agia de forma aparentemente irracional, mas na verdade estava apenas tentando ser um bom capitão. Ignorando completamente o cavalo louco que lhe atacava e o cavaleiro montado mais ao longe, ele ia em direção a Blaze, mas o mesmo já se erguia e percebendo que o companheiro não precisava de sua ajuda, ele se voltava para o cavalo que tivera uma das pernas decepadas e estava caído, dando um pisão em sua cabeça. O problema é que enquanto fazia isso, ele tomava mais duas patadas do cavalo enfurecido que passou os últimos dois posts lhe atacando o último minuto descontando sua fúria nele. O tritão até tentava agarrar suas patas, mas como estava de costas pisando na cabeça do outro, não tinha sucesso.

— KYAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! ESTÁ SE DIVERTINDO HUMANO?! SE VOCÊ BATE ASSIM, ENTENDO POR QUE TÊM TANTO MEDO DE NÓS TRITÕES, OLHA SÓ, ATÉ AGORA VOCÊ PRECISOU DESSAS CRIATURAS PARA ME CAUSAR APENA SUMA MASSAGEM DE LUXO! — Gritava o tritão, e como para que confirmar, o cavalo lhe dava mais uma cabeçada e que apenas o fazia dar um passo para o lado, e como reposta ele finalmente revidava dando um soco na cabeça do cavalo o fazendo se abaixar e ficar tonto. Mas então um segundo e um terceiro soco se seguiam, depois um quarto e finalmente o cavalo saía cambaleando para longe tentando escapar, cavalgando enlouquecido noite a dentro relinchando alto. O Tritão mal parecia se importar e continuava seu discurso mostrando a cabeça do cavalo que conseguira esmagar.

– GAAAARARARARARARARA. – Gargalhava o inimigo em cima de sua própria montaria. – Admito que você é durão, mas vinte golpes? NAHHHHHHH, dez, quinze talvez. Mas você definitivamente não vale vinte dos meus golpes. – E assim que acabava de falar o homem voltava a galopar a toda visando voltar ao ataque. A estratégia que ele utilizava não era muito inovadora. O mesmo empinar do cavalo, as mesmas duas patadas e a maça indo contra a cabeça para impedir o tritão de fazer algo contra as patas. E assim como antes os três golpes conectavam lindamente, mas dessa vez Aegir reagia dando um soco na lateral do pescoço do animal, o fazendo ir para o lado. Logo depois ele tentava agarrar a arma do oponente, mas esse a retraía e aplicava mais um golpe entre o ombro e a face do azulão, como se para se vingar do golpe que seu animal recebera.

E mais uma vez o ser dos mares tentava agarrar a arma do inimigo, dessa vez até conseguindo, mas surpreendentemente o humano se mostrava muito mais forte do que o esperado e puxava a arma de volta escapando do agarrão. O que ele não se livrava era da agarrada em seu braço feito pelo outro braço do peixe, que o puxava e o lançava contra o chão. A luta por um instante havia virado, mas o cavaleiro rapidamente mostrava o porque ser o mais forte dos quatro. Ao invés de perder os sentidos ao se chocar contra o solo, ele fazia o possível para manter a cabeça clara, e usando da mesma força absurda que demonstrara anteriormente, ele libertava seu braço e contra-atacava com a maça atingindo a panturrilha esquerda de Aegir, e como se tivessem praticado isso mil vezes, sua montaria dava uma força dando uma esbarrada no tritão.

Quatro metros levados ao chão. Caído de costas, o Tritão podia ver o céu escuro e as estrelas lá em cima. O seu inimigo se erguia com a maça pronta para aplicar outro golpe, seu alvo era a perna esquerda do grandão. Enquanto isso seu cavalo se afastava um pouco, olhando a cena e esperando o sinal de seu mestre para voltar a ação.

Off:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Alê
Narrador
Narrador
Alê

Créditos : 2
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 21
Localização : Farol - Grand Line

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyQua 23 Jan 2019 - 17:44

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Imagens para usar de Referência:
 

Aquele humano havia me impressionado com sua força, porém, créditos não deveriam ser distribuídos em excesso. Havia lutado até então com apenas um braço. Era hora de lutar a sério. Não perdendo tempo em meus pensamentos, tentaria rolar levando minhas pernas à cima, um rolamento inverso, coisa que havia treinado muito no treinamento do Karatê Tritão. Abrindo mão de qualquer proteção que houvesse em meu braço antes quebrado, tentaria me erguer usando ambos os braços, entretanto, me apoiaria mais no que não havia sido fraturado. Se em algum momento ele continuasse a me atacar, tentaria rolar, sempre atento com o que estivesse atrás de mim. Rolamentos laterais, se fosse para o lado do meu braço recém-machucado, tentaria rolar para trás, tudo tentando esquivar dos ataques inimigos. Tentaria me manter atento a barulhos provindos da criatura ensandecida que poderia me atacar de novo.

— Maldição! Insetos trabalhosos! — bradaria, não gostando nada de toda essa persistência. Em pé, respiraria fundo, tentando acalmar meu coração repleto de ódio e assim tentaria canalizá-lo apenas em meus golpes precisos. Mantendo minha base em Heiko-Dachi tentaria me acalmar, respirar fundo e ouvir os barulhos no exterior, tentando ficar em paz com o ambiente. De olhos fechados, esperaria o momento adequado para firmar minha base em Heisoku-Dachi, preparando-me para a continuação do combate. Durante essas execuções, tentaria sentir se a qualidade de meu braço já me permitia alguma movimentação, porém, não tinha muita saída, tinha de usá-lo de toda forma naquele momento.

Alternando minha postura para a Jigotai dachi, esperaria a movimentação inimiga. Com ambos os pés apontando para fora em 45º, aproximadamente, as articulações dos joelhos apontam para frente. Devido a tal abertura minha a base ganha estabilidade adicional, fazendo com que consiga relativo conforto quando obrigado a defletir ataques frontais. Vindo um golpe inferior, usaria do tetsui para golpear a arma do inimigo abaixo e em seguida aplicando um shuto lateral, tentaria acertar o pescoço do inimigo. A ideia era não dar brechas para um contra-ataque inimigo. Com um Ieishe tentaria golpear com a palma de minha mão alternada o centro de seu abdômen, tentando assim atrapalhar sua base, quando prosseguiria com o Teisho, onde buscaria acertar a sua cabeça, mesmo envolta do capacete. O golpe era ascendente, ou seja, visaria acertar o queixo do adversário.

Com o Enpi-uti, tentaria acertar uma cotovelada em seu braço o qual seguraria a arma nesse momento. Rotacionando meu corpo, levaria meu cotovelo até o local golpeando-o, porém, se mesmo esse golpe não fosse o suficiente, rotacionaria novamente meu corpo, dessa fez para o lado contrário e aplicaria outra técnica similar a anterior em seu braço, porém, pelo lado contrário. Se conseguisse desarmá-lo, aplicaria um Yama-zuki com ambos os punhos, evidentemente, no tronco do adversário, flexionando meu joelho de base, dando mais firmeza.

Se em algum momento ele esquivasse ou eu não conseguisse tirar a arma de sua posse, mudaria minha base para o Kosa dachi, que era uma postura inversa, onde deixaria meu braço mais debilitado, ou recém-melhorado mais atrás, e usaria o outro como atacante inicia. Em um golpe frontal, tentaria golpear sua mão base com um koken, usando meu punho, onde visaria acertar usa mão para tentar retirar sua arma. Se não conseguisse, tentaria usar o shotei para golpear com a palma de minha mão o seu braço e por fim com um shuto tentaria golpear seu pescoço em um golpe lateral. Se viesse um golpe lateral contra mim, tentaria usar wan para com meu antebraço acertar o seu braço, não defendendo da arma em si, para após isso rotacionar meu corpo e usar o enpi para com meu outro cotovelo acertar também seu braço. Durante esse movimento, se ele tentasse me empurrar ou me golpear com seu ouro braço, usaria o enpi novamente, só que agora no seu braço e por fim encerraria com o seiken em seu tronco para distancia-lo.

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por SirAlencar em Sab 26 Jan 2019 - 12:04, editado 5 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyQua 23 Jan 2019 - 21:38

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Finalmente aquele cavaleiro estava morto, ao terminar a luta não consegui me conter, deixei meu corpo cair naquele solo, tentando não esboçar minha felicidade – Pegue a alma para você meu parceiro – sentia o demônio esticando a mão e pegando a alma daquele sujeito que havia me dado tanto problema, eu não podia escutar as vozes que vinham do outro mundo, mas so de ver o rosto do homem se contorcendo e posteriormente sendo esmagado pelo Susano’o já me deixava animado com aquela situação, no final das contas, eu havia derrotado um sujeito realmente forte – Acabei de subir outro nível – descansava os músculos do meu rosto, quase abrindo um pequeno sorriso, mas logo senti a dor que vinha do meu braço, além dos sons vindo da batalha do meu capitão – Até agora não terminou com o seu – pensava decepcionado, o grandão estava realmente com problemas – Onde esta Baphomet? – olhava para meu lado sem ver nada, além de um cavalo estacionado frente ao bar – Merda, aqueles caras vão matar os dois – não que me importasse com Mizzushiro, mas o sujeito era um aliado, e deixar que ele morra ali, seria uma derrota para o bando, eu teria que fazer algo.

Me arrastando ate a parede que estava quebrada, usaria a mesma para tenta me levantar, usando apenas meu braço esquerda, e minha perna boa para me apoiar e conseguir ficar de pé, depois procuraria minha chokuto, tentaria me agachar para pega-la, e a embainharia, com o sangue quente do sujeito ainda pingando na ponta. Olharia com desprezo para o sujeito batalhando com Aegir, eu poderia fazer algo ali, mas o pouco que conhecia sobre Aegir, era que ele não aceitaria minha ajuda numa luta solo, tudo que poderia fazer era deixar ele se virar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
... usando meu braço esquerdo, para "abraçar" o direito

Com minha chokuto embainhada, caminharia mancando ate o bar, usando  meu braço esquerdo para “abraçar o direito” de modo que o mesmo não fique balançando ao vento, enquanto isso, usaria o peso do meu corpo na minha perna boa, e na outra pisaria rapidamente e na ponta dos dedos, trocando rapidamente o passo, assim, tentaria chegar ate o bar, la veria o que poderia fazer – Aquele cavalo pode ser um problema – olhava aquela fera la fora – Maldito animal – estava passando a odiar aquele bicho, como pode ser tão grande e musculoso, aquilo não era normal.

Com passos lentos, me arrastaria pelas ruas de Lvneel, com a respiração pesada e possivelmente cuspindo sangue pela boca, ou deixando um rastro pelas minhas pegadas, pelo menos quando o dia raiar, teriam algo para comentar na cidade, so de pensar na falação eu já ficava excitado e desejando um novo combate, mas primeiro precisava curar meu corpo – Talvez seja melhor ir direto pro Hospital – a tentação de ir me curar era grande e talvez consiga chegar lá – O que devo fazer? – trincava meus dentes, normalmente eu deixaria aqueles sujeitos para lá, mas havíamos lutado juntos duas vezes e quase sido mortos inúmeras vezes, eu não sabia como entender esse sentimento, mas talvez, apenas talvez, eu devo considerar essas pessoas minhas amigas e não apenas aliadas – Elas fariam a mesma coisa por mim? – um conflito interno começava a inflamar em meu interior.

Se durante minha “caminhada” ate a loja, algum dos cavalos que estivesse com Aegir avançasse contra mim, tentaria sair da frente do animal saltando com um impulso na perna boa, o básico para sair da frente, não teria pouso perfeito ou seguro, apenas tentaria sair da frente daquela máquina de matar, não importaria em cair de cara no chão, de costas, pouco importa, so não podia tomar mais dano no meu corpo. Contudo, se fosse o cavaleiro que tentasse algo, faria o mesmo movimento, mas nesse sacaria minha chokuto para caso notasse que o homem já estivesse muito próximo, colocaria a chokuto a frente da maça do sujeito e tentaria bloquear seu golpe, iria apenas absolver o golpe e ser jogado para longe, era essa a ideia, sair daquele embolo de patas, maças, punhos e tritões, quanto mais longe dali no momento, seria melhor, olharia furioso para Aegir, pelo sujeito não terminar o serviço e ainda deixar um deles seguir para meu lado.

Doravante, se conseguisse passar sem problemas quanto aos cavalos e o cavaleiro, voltaria minha atenção para o bar, colocando meus olhos no animal, normalmente eu mataria aquele cavalo rapidamente, como foi com o outro, mas no meu estado, a chance de tomar um puta coice e quebrar uma perna era enorme. Por isso, tentaria verificar um modo de passar pelo animal sem que o mesmo se aproxime de mim. Tentaria me aproxima sorrateiramente pela traseira do animal, meio de diagonalmente, retiraria a chokuto da bainha de modo mais silencioso possível, manteria uma respiração lenta e constante, para que o animal acostume com esse pequeno barulho, tentaria me aproximar lentamente da parte traseira, so que meio na diagonal, de modo que não fosse possível receber um coice, a não ser que o animal gire e rapidamente desfira um golpe, se ele fizesse isso, eu daria um passo para trás rapidamente, mancando o máximo possível para sempre transferir o peso entre as pernas.

Caso consiga me aproximar das pernas do animal, usaria meu braço bom ou seja, meu esquerdo para tentar desferir um corte horizontal no animal, usando o golpe que outrora foi eficiente no outro animal, contudo, nesse não queria arrancar a pata, e sim fazer um corte para que o animal ainda consiga andar, ou que pelo menos relinche alto com a dor, logo após dar o golpe, já saltaria para trás e manteria distancia do animal, esperando não se atingindo pela loucura daquela besta. Tendo sucesso em atingir sua pata traseira (direita ou esquerda), dependeria de qual lado o bicho estaria, usaria esse momento para tentar passar pelo mesmo e ficar na porta do bar, com a chokuto na mão esquerda, e o braço direito inútil e sangrando, provavelmente pingando sangue, eu não consiga me ver, mas imaginaria um cena macabra, o rosto coberto de sangue, o cabelo espetado e seco pelo sangue das feridas anteriores, minha calça colada as minhas pernas, também manchada de sangue, aproveitaria disso para tentar intimidar o sujeito que estaria ali dentro, ou os sujeitos.

Ao mostrar minha silhueta na porta, já usaria minha visão aguçada para obter o máximo de informações possíveis, quantas pessoas estariam ali, onde estava Baphomet e Mizzushiro, e os inimigos – Um deles está caído – observava vendo seu corpo ao chão, pela minha surpresa, o demônio cabra também estava morto – Ele deve estar pregando uma peça em nos – tentava pensar no melhor, não era possível matar um demônio, então minha atenção ia para o ninja branco que parecia estar enrascado, não era um bom ator, mas esperava que minha intimidação juntamente com minha aparência acrescentasse algo de verdade naquelas palavras – Seus amigos já foram mortos, assim como seu cavalo – falaria firme, mostrando meus dentes e dando um sorriso debochado  - O sangue deles esta quente em minha lamina – mostraria a chokuto, esperando que o sangue pingasse e trouxesse um extra aquela cena.

Toda aquela encenação, ou pelo menos, meia encenação, era para tirar a atenção do cavaleiro e assim fosse aberta uma brecha para que Mizzu atacasse o sujeito por trás, ceifando assim a sua vida, contudo, se isso não fosse possível, e o homem avançasse contra mim, rapidamente sairia da porta e procuraria me afastar para a lateral da porta, longe também do animal, seguraria a chokuto na altura do meu peito, com o cotovelo recuado, e caso o sujeito passasse pela porta, tentaria efetuar uma estocada na parte lateral da sua garganta, pegando na sua jugular e me afastaria pulando numa perna só, caso a dor fosse muita.

Entretanto, se não tivesse êxito a minha fala, recuaria um passo e olharia para a luta de Aegir, sempre atento ao cavalo, que se tentasse me morde, ou empinar para me acertar, eu não pensaria duas vezes e usaria meus reflexos para saltar para dentro do bar e sair da frente do animal. Caso Aegir tenha vencido a luta, ficaria satisfeito com a luta e faria um sinal chamando o tritão, com nos três o homem não teria chance, Mizzu so teria que aguentar mais um pouco, naquele meu estado, não poderia ajudar o ninja em nada. Mas se fosse efetivo minha tentativa e o Ninja conseguisse matar o cavaleiro, adentraria o bar, e buscaria o homem bode em algum lugar, colocaria o dedo em seu pescoço, usando minha anatomia humana para verificar se estaria vivo ou não, posteriormente, esperaria por Aegir, para decidir o que fazer, apenas buscaria uma cadeira para sentar, e um pano para amarrar sobre o ferimento no meu braço direito.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Legenda:
Pensamentos
Fala

Histórico:
 

Feitos na Aventura:
 

Objetivos na Aventura!:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bread
Civil
Civil
Bread

Créditos : 22
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 03/04/2017
Idade : 30
Localização : Cactus Island - 1st Ilha 7th Rota

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyQui 24 Jan 2019 - 0:55

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


*Onde... mas... onde estou?

Um breu era tudo o que eu conseguia enxergar. Não respirava, não sentia dor e nem mesmo ansiedade... eu sentia que tudo o que havia conseguido no final das contas era uma paz interior - *Mas não é bem isso o que eu queria...*

Aperto minhas bochechas e não sinto o contato dos meus dedos com minhas bochechas. Meu tato se foi, minha visão se foi, meu olfato e minha audição... breu total...

A sensação da morte não é bem-vinda mas é reconfortante. Ela te joga na cara um sentimento de derrota do qual você não pode tentar de novo... você simplesmente perdeu... você morreu. Sinto como se tivesse errado em minhas escolhas e minhas opções e, talvez, não houvesse mais tempo para retomar o que fora perdido - *Mas não custa tentar...*

Olharia para os lados, procurando alguma visão reconfortantemente familiar. Eu poderia me ver, inconsciente, pálido e abandonado como um boneco de neve na noite de Natal. Aprendi técnicas novas de combate e acredito que mandei bem... mas, simplesmente, o combustível não era o suficiente para o caminho que deveria ser percorrido. Desmaiei longe do fim.

Agora, se eu já não estivesse morto, estaria à mercê de Guardas Reais que não queriam nada além da minha morte ou - *No pior caso para eles, é claro* - minha prisão. Minha vida jazia na mão de um tritão gigantesco e seus acompanhantes e isso era deveras ultrajante... - *Que Mr. Badmoney nunca saiba disso* - e me sentia vulnerável, frágil e derrotado - *Odeio isso!*

Meu único erro foi confiar de mais nas palavras de Higor... porém, meu pai sempre dizia: "Os inteligentes aprendem com a experiência alheia, os comuns com a própria experiência, e os imbecis com nenhuma das duas". Bom... eu não quero ser um imbecil e, no caso de ter acreditado em Kallif, já não me torna inteligente. Me manterei dentro do jogo e não acreditarei mais em falácias manipuladoras.

- É... você? - uma voz doce e tão macia quanto um punhado de algodão ecoava ao longe... - Joana? - respondo prontamente e, de um modo completamente estranho e inesperado, uma voz limpa e agradável sai de minha boca assim como eu facilmente fazia em minha juventude.

Olho para trás e ninguém está lá. Uma voz muito familiar de fato, consigo a reconhecer mas ela parece estar armazenada em uma área muito profunda de meu cérebro como se fosse uma memória de uma vida passada - *Talvez...* - como se eu fosse alguém antes de ser Hornee Diamond... como se eu tivesse...

- Um amor... - balbucio sem conseguir frear minhas emoções. Bizarramente um assassino frio de aluguel tinha dado lugar à alguém com um coração... um coração pronto para amar uma pessoa desconhecida - *Este NÃO SOU EU!*.

Colocaria minhas mãos sobre minha cabeça dura e, apesar de não sentir o tato de minha pele, bateria em minha cabeça tentando voltar a consciência - *O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI???* - gritaria em meu sonho, ou seja lá qual plano do qual eu estivesse presente - EU QUERO ACORDAR!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Historico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]~~~~~~~~~~~~~~~~~~[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Legendas:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Mizzu
Pirata
Pirata
Mizzu

Créditos : 10
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 9010
Masculino Data de inscrição : 26/07/2011
Idade : 22

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyQui 24 Jan 2019 - 2:44

Mais um voo. Tudo que resumia aquela intensa batalha era o simples ato de lançar os inimigos aos ares, assim me referindo ao meu inimigo em peculiar, o Cavaleiro dos Machados. “Da fuck!?” Eu me surpreendia, e esse foi meu pecado. No momento em que eu havia elevado a minha concentração ao máximo, já não cabia mais espaços para qualquer outra coisa a não ser que meu inimigo em comum ali. Mesas, cadeiras, pessoas, tudo isso havia sido apenas ignorado, eu estava em um intenso frenesi perante aquela cena, e o sangue que me alucinava era exalado pelo bárbaro ali, mas uma coisa eu havia pecado, uma coisa eu não tinha imaginado ou me precavido, a brutalidade daquele cavaleiro era tanta, que o mesmo conseguiu quebrar minha concentração emplacando um bode ensanguentado naquele cenários de duelo.

Eu não sabia o que fazer no momento, minha técnica já havia se iniciado, juntamente com o meu grande plano de luta, mas pelo simples fato daquele corpo ser atirado para mim, isso quebrava totalmente minhas ideias e planejamentos. Não sei ao certo se foi reflexo, mas algo me fez esquivar daquele ser horrendo ali, e perdido em pensamentos como também com a concentração abalada, eu apenas pensava em seguir com o ataque, e era nesse momento que eu novamente pecava. “Não posso parar aqui! Se não for essa a chance, não será mais nenhuma!” Esse era meu pensamento otimista, para não dizer ao contrário, sobre o que iria ocorrer após eu me esquivar daquele objeto aéreo. Sem mais delongas eu tentava voltar ao meu destino, e com a perca de alguns milésimos ou centésimos de segundos, eu perdia a agilidade como também a força de impacto do ataque, e essa falha era drasticamente usada contra mim pelo maldito empacotado.

“Ahh... Qual é?! De novo voando!” Entre tantos pensamentos e devaneios, eu mesmo brincava com a situação atual. O meu ataque havia sido totalmente parado pelo machado do inimigo ali, que logo não hesitou em novamente me atacar, estocando-me com o machado e transformando-me novamente em uma ave, voando por cima de mais cadeiras e mesas daquele bar, se já não houvesse destruído todas. “Estrelas? Mesmo de noite já são muitas aqui nesse bar!... Pera eu estou num bar, como pode ter estrelas?! Maldição, ele me pegou em cheio! E o que é que ele está falando, hein... Odeio Tagarelas!” Momentos únicos como esse eram difíceis de acontecer na minha vida, nunca havia sido nocauteado em um duelo um contra um, e também não era esse que seria, mas aquele ataque havia me deixado de portas para o desmaio e isso até não me irritava, o que mais me irava mesmo era o debocha daquele miserável.

Novamente eu entendia que não estava em condições totais de luta, o sangramento em meu tórax continuava e cada vez mais eu me sentia mais fraco, não tinha solução para aquele situação, assim tentava me erguer mais uma vezes, como um boxeador após ser derrubado pela terceira vez no ringue, me sustentando pela minha lamina e pelo meu orgulho, enquanto ignorava as baboseiras que saiam da boca daquele bosta, que chamavam de Cavaleiro real. “Preciso me recompor, se continuar assim vou morrer para esse merdinha, não é esse o meu destino, ainda tenho que cumprir com minha vingança ao ninja rubro! Merda! Como foi que eu vim parar aqui!... Pense! Como posso acabar com esse cavaleiro!” Palavras e mais palavras enchiam meus neurônios, e com pensamentos eu ia me erguendo aos poucos meu moral de lutador ali.

Tentaria olha ao meu redor, agora eu sabia que não poderia mais falhar, e também não errar nos mesmos pecados, de pé eu começava novamente elevar toda minha concentração, mas agora não só no inimigo e sim em tudo ao meu redor, tentando bolar um plano ou alguma tática mirabolantes para virar aquele jogo da morte que estava sendo travado ali. Embainhando agora a segunda lâmina em sua bainha, eu estava com as mão nuas para aquele combate, ou assim esperava demonstrar para meu inimigo. Com a habilidade de prestidigitação, eu conseguia rapidamente surgir kunais, shurikens e sebons nas mesmas, mas para isso eu tinha que ter algum plano em mente, e no momento eu apenas pensava enquanto ouvia suas provocações.

Caso meu inimigo continuasse a provocar, eu tentaria esperar qualquer vacilo que o tirasse sua atenção de mim, do simples piscar de olhos ao virar o rosto para responder alguém, apenas isso era o suficiente para eu tentar usar toda a minha concentração embasada na aceleração para pegar quatro shurikens, duas em casa mão, e atirar visando o tórax do inimigo. No mesmo momento eu tentaria também usando a aceleração dar um dash para perto do inimigo e se caso não conseguisse apenas correria de maneira rápida, tentando acompanhar a velocidade dos projeteis, coisa que talvez não fosse possível, mas quanto menor a diferencia fosse melhor, e assim que o inimigo tentasse defender as shurikens, eu realizaria um ataque em desembainhar uma de minhas Ninjakens da bainha, com as duas mãos a uns dois metros de distância dele, segurando-as com força e utilizando a mesma força para realizar um corte rápido em seu pescoço, colocando toda força necessária, afim de degola-lo ali. - Arte ninja ~ Corte do Deus do trovão - Pararia cerca de dois metros atrás do mesmo, com a minha lamina com a ponta voltada para cima.

Caso o inimigo percebesse minha artimanha, e antes de eu iniciar o ataque eu apenas tentaria me afastar do mesmo, dando alguns dashs e pulos para longe do mesmo, realizando ataques com minhas sebons e shurikens simultaneamente, esperando assim o vacilo do mesmo para realizar o tal ataque. Se durante o ataque o mesmo não quisesse se defender dos projeteis, os recebendo, e partisse para o ataque propriamente dito, eu continuaria o ataque, mas agora eu tentaria apenas abafar qualquer tipo de investido do mesmo, e logo após abafada, eu tentaria já próximo a ele, sacar uma kunai e com uma mão segurando a ninjakens, usaria a outra para deferir um corte em sua jugular para acabar de vez com sua vida ali. Mas como nem tudo são flores, caso eu não conseguisse abafar o ataque, apenas tentaria redirecionar o mesmo para os lados, e caso ainda conseguisse extrair forças de meu corpo, realizar um novo corte na horizontal novamente visando o pescoço ou qualquer junta de seu corpo que não estivesse coberto por armadura.

- Maldito! Nunca deboche de um Arashikage! Agora sua alma está nessa lamina! – Bradava para o corpo, caso o mesmo estivesse ido a óbito, enquanto embainhava a arma ali, mesmo ensanguentada na bainha. Seguraria por apenas uns dois segundos a firmeza ali, mas logo me jogava aos pés da fraqueza, deixando um joelho beijar o chão, enquanto me sustentava com o punho cerrado no chão ofegante depois da luta. – Leve o bode o mais rápido possível, eu ainda tenho alguma vida sobrando! – Falaria ou para o tritão, ou para o espadachim amaldiçoado, se aparecessem ali, logo após tentaria sentar em alguma cadeira ali, caso ainda estivesse alguma intacta, se não, deitaria no chão mesmo, com as penas e os braços abertos, olhando para o teto daquele estabelecimento. – Realmente, eu estou acabado! – Falava baixo, apenas demonstrando um pensamento alto ali, pois apenas quem realmente estivesse próximo a mim ouviria.
Spoiler:
 

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Ficha na sign

♥:
 

Fã:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 38
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptySab 26 Jan 2019 - 16:58


As coisas não pareciam estar indo muito bem para aquele grupo apesar de já terem conseguido derrotar dois dos guardas reais. Aegir jogado no chão ao ver o ataque que vinha em sua direção, tentava fazer um rolamento para trás e se desviar daquele golpe, mas não era rápido o suficiente. O ataque, que mirava a perna já atingida, atingia ao invés o pé dele causando uma pontada de dor ali.

Ao menos a pancada não era suficiente para frear a movimentação do tritão, que conseguia se erguer e formar sua base, mas percebia que seu pé esquerdo estava doendo quando o peso era jogado em cima dele, mas felizmente não a ponto de atrapalha-lo por enquanto. Outro golpe de massa vinha na sua direção e o tritão tentava acertar a arma como forma de bloquear o golpe, tendo como resultado sua mão atingindo parte do cabo da arma e a força do golpe fazendo com que ela (mão) se dobrasse levemente de forma que a “cabeça” da arma atingia a região do seu pulso e antebraço, lançando o membro do homem peixe para cima e impedindo que ele aplicasse o shuto lateral que gostaria.

No entanto isso não significava que Aegir havia acabado. Usando a esquerda ele aplicava um golpe com a palma da mão no centro do corpo do inimigo atingindo sua armadura, e apesar de não ferir o homem, era suficiente para fazê-lo cambalear para trás. O tritão continuava com um teisho tentando acertar o queixo do adversário, mas sua mão encontrava a massa dele que havia sido retraída e era segurada com ambas as mãos na reta do ataque, o bloqueando.

Sem desistir agora que tinha a iniciativa, o Tritão girava e acertava uma cotovelada no ombro do Cavaleiro o fazendo cambalear para a lateral e contra-atacar com um golpe horizontal, acertando o tritão quando esse começava seu segundo rodopio, o parando dessa forma. Aegir por sua vez percebendo que não havia conseguido desarmar o adversário, assumia uma nova posições começava uma nova barragem de ataques, koken, shotei, shuto e cada um de seus ataques era bloqueado duramente pelo homem que se movia constantemente e movia a maça para bloquear os ataques. – Já acabou Jessica peixinho? – Perguntava o homem com um sorriso arrogante no rosto.

---

Enquanto isso Blaze se levantava com dificuldade e recuperava sua espada, após analisar a situação e ficar em dúvida sobre o que fazer, o homem se decidia em ir prestar auxilio aqueles que estavam dentro da taberna. No entanto o cavalo ali parado lhe deixava receoso de entrar diretamente e assim ele se posicionava furtivamente atrás do animal e aplicava um golpe em uma das suas pernas, o que fazia o animal relinchar e dar um coice, mas isso já era esperado e logo após ter realizado seu golpe Blaze saltara para trás usando o pé bom e escapava do ataque.

O cavalo relinchava e vendo que não acertava nada com seu coice começava a trotar um pouco para frente e fazer a volta para verificar o que havia lhe acertado. Blaze aproveitando desse momento se dirigia para a taberna parando na porta e observando o que estava ocorrendo lá dentro.

Haviam três pessoas encolhidas na outra extremidade do bar, tremendo de medo. A maioria das cadeiras e mesas do local estavam quebradas, de fato apenas uma mesa e cadeira estavam intactas onde um homem estava sentado bebendo um copo de Whisk sem a mínima preocupação no mundo, observando a luta com cara de quem estava curtindo o show. No meio dos destroços estava Hornee, ou melhor, Baphomet, inconsciente e possivelmente morto com um escudo em mãos.

Um dos cavaleiros jazia caído no chão morto com uma espada em mãos, e Mizzushiro se encontrava arremessando shurikens e sebons contra o Cavaleiro que portava um machado, ao mesmo tempo em que tentava se afastar dele. O Cavaleiro por sua vez apenas bloqueava os ataques que lhe causariam algum dano, deixando que a maioria acertasse sua armadura de forma impotente. Andando em direção ao Ninja, ele o pressionava de forma a encurrala-lo entre duas paredes, sem apresentar muita pressa. Com seu machado erguido, ele estava prestes a realizar seu ataque final quando... – Seus amigos já foram mortos, assim como seu cavalo –

Essa frase vinda da porta tirava a atenção do Cavaleiro por um instante, e era nesse momento que Mizzushiro usava sua técnica do Deus do Trovão e disparava em direção do Cavaleiro aplicando seu ataque. Seu objetivo era o pescoço, e normalmente o Cavaleiro teria bloqueado completamente o golpe, mas aquele momento de distração o custaria caro.

Apesar de ter bloqueado em parte o ataque e saído com vida, no fim uma das lâminas conseguia acertar seu rosto e seu olho direito, o cegando daquela vista. O elmo que usava também era retirado e caía no chão.

- MEEEEU OOOLHOOOOOO!!! – Gritava o homem levando uma mão a face sanguenta. – UAAAAAAAARRRRRR!! – E com um grito de guerra ele disparava em direção a Mizzushiro aplicando um golpe de cima para baixo, na diagonal da direita para esquerda. O balcão estava atrás do rapaz com cabelos brancos e seria difícil recuar por ali, e se esse ataque o atingisse, seria difícil sobreviver.

Já Blaze, antes que pudesse continuar com sua frase, era forçdo a dar um salto urgente para frente de forma a escapar do cavalo que ouvira cavalgando contra as suas costas, escapando por pouco de uma cabeçada deste.

---

Enquanto a luta prosseguia, Hornee enfrentava uma batalha diferente. Uma batalha contra a própria morte. Ele ouvia vozes e se encontrava em um lugar como se fosse uma densa neblina. Sem entender o que estava acontecendo, tudo que ele queria era acordar e era nesse momento que a neblina se remexia e as vozes se calavam.

Da neblina, dois objetos indo em direções diferentes surgiam. Eram duas escadas mas eram tão diferentes entre si quanto o dia e a noite. Uma era bela, iluminada, transmitia paz, calor e tranquilidade. Em sua base havia uma Mink caprina olhando de forma carinhosa para Hornee. No topo da escada um globo de luz estava presente pulsando levemente.

A outra escada, no entanto, estava em ruínas, dilapidada, transmitindo misteriosamente um sentimento de angústia, raiva e dor. Na sua base, um outro Mink caprino se encontrava presente usando um robe preto com um capuz cobrindo parte de sua face. Nas suas mãos, uma foice grande. No topo da escada havia outro globo, mas essa era tão escura quanto o robe do Mink que estava em sua base.

- Eu esperei por você meu filho. – Disse a mink caprina olhando atenciosamente para Hornee, enquanto estendia a mão para ele. Sim, aquela era sua mãe, a mulher que morrera baleada para protege-lo em sua infância!

off:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
Bread
Civil
Civil
Bread

Créditos : 22
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 03/04/2017
Idade : 30
Localização : Cactus Island - 1st Ilha 7th Rota

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyDom 27 Jan 2019 - 1:49

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Vozes sussurrantes e uma densa neblina me faziam companhia naquele local estranho. Tais vozes eram inaudíveis de um modo que eu não conseguia identificar de quem seriam ou sequer o que estariam conversando. Toda a ambientação me levavam a crer que eu estava diante de algum tipo de purgatório ou limbo... mas, como nunca fui religioso, apenas me limitaria à ir até o fim - *Tem que ter alguma saída! Não posso simplesmente morrer...* - daquela tortura psicológica da qual eu convivia.

Eis que a saída que eu tanto almejava vinha até mim... ou talvez não. O fato é que duas escadarias, completamente disparates, emergiam por de dentro da misteriosa neblina de um modo que a faziam se remexer como se estivessem buscando seu espaço. Duas escadarias, dois orbes, dois minks caprinos... um completamente diferente do outro.

De um lado a pureza, calmaria, beleza e a segurança proveniente de uma energia extremamente calentadora para a alma que certamente atrairiam qualquer pessoa para lá. Sentimentos bons.

Já do outro me era apresentado o medo, a tristeza, a solidão e uma frieza que gelava meu espírito de uma forma que eu pressentia que poderia sentir dor física naquele plano de existência e sofrer por muitos anos a fio enquanto eu estivesse por lá. Sentimentos ruins.

Essa é a tal balança da vida? - Rio ironicamente enquanto desviava meu olhar para o chão enquanto balançava meus ombros com a risada, falando normalmente em alto e bom som como se meu pai ainda estivesse vivo - Não parece ser o caso quando traz sentimentos bons e ruins - pararia imediatamente minha demonstração de indignação e olharia fixamente para o centro entre as duas escadarias de um modo aterrorizante - Eu não tenho emoções - e que, pelo menos para mim, estariam em um nível no mínimo tão assustador quanto aquele circo de horrores do qual eu estava vivenciando.

Estaria atento para qualquer tentativa de um dos dois caprinos tentar me atacar desprevenido. Se eu estivesse com o escudo do Guarda Real próximo de mim o suficiente para erguê-lo e colocá-lo entre mim e algum possível golpe de foice do homem de manto negro ou da mulher que parecia minha falecida mãe eu assim o faria. Golpes por baixo também seriam levados em conta para que o escudo me protegesse de modo que ele ficasse em uma angulação de 45 graus. Após aparar os ataques, eu faria uma alavanca jogando a arma do atacante para o lado de modo que eu expusesse seu peito pronto para receber uma shuriken que arremessaria de baixo para cima em seu peito como se joga uma bola de boliche e uma segunda shuriken arremessada da direita para a esquerda na horizontal em direção ao seu pescoço. Se por ventura o golpe do meu oponente trespassasse meu escudo com o intuito de quebrar minha defesa (como se o homem da foice pudesse usá-la como um gancho para puxá-lo, por exemplo) eu rapidamente o ergueria para causar o efeito oposto e desestabilizar a tentativa do oponente e imediatamente o afastaria para que eu não me ferisse com sua arma.

Caso não desse tempo de bloquear o golpe com meu escudo, eu estaria pronto para efetuar um rolamento para a frente de modo que o ataque do meu adversário surpresa tivesse de encontro ao chão e, assim que eu percebesse que seu movimento havia falhado o encontro comigo, eu lançaria uma shuriken de baixo para cima na lateral de seu rosto e outra da direita para a esquerda na horizontal na lateral do seu pescoço. Se o rolamento falhasse no meio do caminho eu prontamente me levantaria tentando resistir ao ataque sofrido e golpearia o punho de meu adversário com um forte gancho no intuito de desestabilizar sua base armada e prontamente daria uma chifrada em seu pescoço e rapidamente afastaria minha cabeça para não receber um contra-ataque semelhante de meu inimigo.

Ando em passadas tranquilas e vagarosas deixando o som de meus sapatos no solo ecoando até o homem de capuz com os braços cruzados para traz e o olhar fixo para a frente. Sorriria amistosamente até me aproximar dele e daria dois tapinhas em seu ombro esquerdo. Escreveria um bilhetinho e colocaria ele ao lado do meu rosto, com os mesmos dizeres que minha boca repetiriam - Hoje não... - é o que limitaria-me em dizer.

Se o homem de capuz fosse algum tipo de minha imagem espelhada eu sorriria mostrando os dentes de forma jocosa - Que orgulho! O espírito assassino em sua mais pura forma... e se eu identificasse que o mink caprino fosse meu finado pai, eu balançaria a cabeça negativamente e, de forma abrupta, toda a minha fala voltaria como pensamentos ressoados em minha cabeça - *O senhor me faz falta... sua falta mudou minha vida...* - e traria meus lábios para dentro da boca de modo que eu engolisse qualquer tipo de choro ou demonstração de emoções fracas e vãs - *Mas é assim que as coisas são* - finalizaria.

Faria isto até mesmo enquanto ignoraria o que aquela mulher que provavelmente não era minha mãe de verdade teria a dizer, e apenas responderia a ela ao terminar: - Sinto muito... mas eu não sou mais quem você largou no plano terreno - franziria a testa e responderia com algum resquício de bondade em meu coração, se é que ainda restava algum - Quanto mais longe minha ganância, que me é tão prazerosa, ficar longe de você... - viraria o rosto para o lado oposto - Melhor será para ambos

Finalizaria minha mais sinceras falas colocando minhas mãos nos bolsos do paletó e entrando na densa e curiosa neblina que havia entre as duas escadarias. *Não vou subir nenhuma das duas* - inspiraria e expiraria profundamente conforme caminhava - *Sentimentos não combinam comigo... eles te deixam fraco.*

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Historico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]~~~~~~~~~~~~~~~~~~[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Legendas:
 


Última edição por Bread em Seg 28 Jan 2019 - 23:23, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
West
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
West

Créditos : 38
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 8010
Data de inscrição : 12/03/2016
Localização : East Blue

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyDom 27 Jan 2019 - 22:37

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento


Por pouco aquele cavalo não me mandava para junto do meu demônio, que aliás, devia estar demasiadamente cansado, mal sentia sua presença, sequer via algum resquício da sua proteção, assim como meu corpo, aquele protetor estava tão ferido, ou eu não tinha forças para traze-lo, jamais iria saber, afinal, ele não falava comigo. Rapidamente observava o combate que se desenrolava – Bom golpe – pensava observando o ataque de Mizzushiro, mas não tinha sido o bastante, o cavaleiro era difícil de cair, assim como seu aliado – Ele deve dar conta – por fim, ignoraria a luta, e procuraria pelo homem bode de antes, se ele estivesse morto, nada desse combate valeria a pena – Cadê ele? – olharia ao meu redor, enquanto isso, conseguia ver um sujeito estranho observando aquela cena, se o mesmo olhasse para mim, devolveria o olhar, tentando intimida-lo – Algum problema? – diria sem esperar alguma resposta, pois possivelmente acharia o bode no chão.

Ao ver aquela criatura, abaixaria e colocaria meus dedos em sua jugular tentando sentir o pulso, notando que o mesmo estava vivo, já pensaria em algo para levar ele para o hospital, ambos precisaríamos de tratamento. Mesmo não sendo um médico, conhecia um pouco sobre o corpo humano, desse modo, tiraria minha camisa, deixando meu físico e meus machucados a mostra, rasgaria a camisa na parte da frente, de modo a fazer com que ela ficasse maior, usaria meu braço bom e minha boca, para rasga-la, deixando meu braço machucado descansando. Tentaria pegar o escudo e arrastar o bode pelos chifres e coloca-lo sobre o escudo, então amarraria um lado do pano na parte de segurar o escudo, com um nó bem apertado e seguraria firme na outra ponta, com isso seria possível arrastar aquela criatura ate o hospital com apenas um braço, sempre xingando baixinho enquanto fazia esse esforço, a dor estava latente em meu andar e em minha feição, não esconderia minha dor, com o maxilar apertado e respirando com dificuldade, tentando fazer o possível para ajudar aquele companheiro demônio.

Com o sujeito sobre o escudo e o plano de amarra-lo dando certo, tentaria arrasta-lo pelo bar, não me preocuparia com mesas ou cadeiras, empurraria para fora do caminho com dificuldade, se fosse preciso soltar o pano para tirar os obstáculos, faria isso – Que desgraça de vida – pensava arrependido da minha escolha, arrastar um desconhecido sem que este sequer saiba quem esta fazendo isso, eu torço para ser recompensado. Se durante minha “caminhada” eu passasse próximo ao corpo do cavaleiro morto, soltaria o pano e pegaria a espada do mesmo, aproveitando para pegar sua bainha, colocando a bainha acima da minha atual, ambas em minhas costas, depois embainharia a espada do sujeito, ficando assim com duas, o que me agradava mais pela minha habilidade de usar duas mãos, usar duas espadas seria uma escolha melhor.

Ao terminar esses breves movimentos, olharia para a luta de Mizzu, se o ninja tivesse conseguido derrotar o cavaleiro, não reagiria com elogios ou coisas do tipo, apenas olharia satisfeito e informaria o que iria fazer – Estou levando o Baphomet para o Hospital, se conseguir venha conosco, ou então ajude Aegir em seu embate, mas se não tiver condições, apenas fique aqui, logo retornarei para ajudar vocês – não demostraria interesse, minha voz seria tênue e calma, como se não me importasse com aquele sujeito, o que era verdade. Contudo, se o embate ainda não tivesse acabado quando eu começasse a sair, apenas diria para não chamar a atenção e desconcentra-lo – Estou indo no Hospital – nada mais seria dito, pois seguiria meu caminho deixando os dois duelando em minhas costas.

Mas se o cavaleiro consiga nocautear ou matar meu aliado, soltaria o escudo e concentraria em meu oponente – Que merda – olharia para a postura do sujeito, notando seu ferimento no lado direito do rosto, sacaria minha chokuto e a seguraria na mão esquerda, usaria minha visão para observar como ele segurava sua arma, se na mão esquerda/direita ou se usava as duas mãos, isso seria de grande importância para minha defesa, olharia também o campo de batalha, observando onde poderia me esquivar e onde seria bom levar o combate – Venha maldito – diria esperando o ataque do homem, se este viesse por cima, usando as duas mãos, faria uma esquiva rápida para a direita, usando minha perna boa de apoio e aproveitando que o homem não conseguia ver seu lado direito, usaria a ponta da chokuto para tentar desferir uma estocada em seu pescoço, se funcionou com o outro, poderia funcionar com esse, para não forçar minha perna, tendo sucesso em fincar minha espada no pescoço do sujeito, deixaria meu corpo cair no chão, afinal, não tinha mais inimigos ali para ter que lutar, então não teria que me preocupar ao meu redor.

Caso o golpe venha pelos lados, faria uma disputa de velocidade e acerto, tentaria ser mais rápido e igualar nossas velocidades para tentar uma estocada na mão que o homem segurasse o machado, iria apostar tudo que tinha, confiava em minha velocidade e meus olhos eram bons, diferente do sujeito, que não teria uma visão limpa, logo após conseguir acertar sua mão e ele parando o golpe no meio do avanço, recuaria meu cotovelo esquerdo e efetuar uma estocada no seu outro olho, tentando atravessar seu rosto, ceifando sua vida. Tendo sucesso em matar o homem, caminharia lentamente ate Mizzu, se ele estivesse morto, daria as costas e continuaria a salvar Baphomet, mas se o ninja estivesse acordado, diria para o rapaz – Eu vou levar o homem bode e volto pra te buscar – escutaria caso ele dissesse algo, e daria as costas logo após.

Por acaso se alguém me oferecesse ajuda, não rejeitaria, mas não agradeceria, apenas faria um sinal positivo com a cabeça, e deixaria ele ajudar, caso o sujeito queira levantar o bode e ambos levarmos ele nos ombros, cada um segurando o peso da criatura, faria isso, mas se ele quisesse puxar o escudo, não reclamaria, apenas olharia desconfiado para a pessoa. Doravante, se ninguém comentasse nada, e eu conseguisse chegar na porta com tudo dando certo, ou seja, o bode amarrado no escudo e dando certo eu puxa-lo, olharia pela porta em busca daquele cavalo – Onde está aquele animal maldito? – olharia para os lados, vendo que a fera estava próxima, sacaria apenas 5 centímetros da chokuto e a deixaria ainda na bainha, e puxaria o escudo como estava fazendo, se o animal por fim tentasse se aproximar, tentaria uma esquiva para o lado da minha perna boa e tentaria dar uma estocada no pescoço daquele bicho, tentando usar a ponta da espada para perfurar os músculos e provocar alguma dor para que ele se afaste, a posição da estocada seria de modo que caso ele tente dar algum coice quando passasse próximo, não fosse possível me acertar, mas caso eu não consiga, não deixaria de dar a estocada, mas ao efetuar o golpe, saltaria para trás, deixando o escudo e me safando do golpe.

Afastando ou quem sabe matando aquela besta, continuaria minha caminhada, dando uma pequena olhadela para Aegir, conferindo como meu capitão estava se saindo – É bom você vencer grandão, ou deixarei essa merda de bando – viraria o rosto e sairia do local, sem alerta-lo sobre onde estava indo. Puxaria o escudo no meu ritmo, caminhando lentamente e se possível escorando na parede para não cair – Vamos Susano’o, preciso de suas forças, so mais um pouco – pensaria caso ficasse difícil andar, eu sabia o caminho do Hospital, então não teria problemas em saber o local, faria de tudo para chegar la acordado, se não aguentasse a dor, vomitaria, cuspiria sangue, mas tentaria continuar meu caminho, pararia para respirar, e continuaria usando o que me restava de forças para chegar naquele maldito hospital, se meu corpo chegasse no limite, sentaria, descansaria alguns minutos e depois continuaria a arrastar o escudo com a criatura sobre ele – Só mais um pouco – barganharia com minha mente, tentando não pensar na dor, puxando com um só braço, e caminhando aos trancos e barrancos, esperaria chegar ao meu destino.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
.. EU DISSE AGORA, ME AJUDE AGORA SEUS DESGRAÇADOS!

Quando avistasse o hospital não esconderia minha felicidade, sorriria e logo continuaria minha caminhada ate chegar na entrada, onde soltaria o escudo na porta e entraria – Ajude aquele demônio e cure meus ferimentos – se ninguém se mexesse, ou ficassem parado olhando aquilo tudo, fecharia meus punhos e bateria na parede – EU DISSE AGORA, ME AJUDEM AGORA SEUS DESGRAÇADOS! – diria gritando, usaria o que me restasse de intimidação e força para tentar fazer aquilo acontecer, vendo que não iriam me ajudar de forma alguma, ou chamasse seguranças, teria que falar a língua deles – Eu lhes pagos, so me ajudem e ajudem aquela criatura – jogaria o que restasse de dinheiro no chão, pelo menos iria vê-los se arrastando para pegar aqueles pedaços de papel pelo qual eu pouco me importava.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Legenda:
Pensamentos
Fala

Histórico:
 

Feitos na Aventura:
 

Objetivos na Aventura!:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Alê
Narrador
Narrador
Alê

Créditos : 2
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 21
Localização : Farol - Grand Line

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptySeg 28 Jan 2019 - 22:00

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento
Aquele humano se mostrava muito mais forte do que imaginava. O seu manuseio era excepcional. O seu bloqueio era incrivelmente forte, fora do padrão que havia imaginado para os humanos. Cada vez mais essa raça me impressionava. Vendo que força bruta apenas não funcionaria, tinha de ser mais, tinha de ser melhor, tinha que evoluir em plena batalha. Cheio de si, esse seria o momento da ruína daquele homem. — Tenho de confessar humano, você é bom! —afirmaria, andando lateralmente, lentamente — Mas se não percebeu, ainda não conseguiu me derrubar sem a ajuda da sua criatura — continuaria, enquanto pensava na melhor abordagem para a situação. Nesse tempo tentaria olhar e analisar a situação, como estavam meus aliados, além disso, meu braço estava bem, eu conseguia sentir ele como antes, não, estava diferente, ele está mais forte. Parando pra pensar, eu me sentia mais forte. — Péssima notícia pra você... — comentaria comigo mesmo, olhando para meu adversário.

Sabendo como funcionava a luta com aquela maça, o estilo bloqueador de força, era hora de mostrar como a utilização daquela arma seria a sua ruína. Esperando ou não a aproximação de meu adversário, não fugiria do combate. A inciativa seria tomada pelo ser imponente: eu. O golpe inicial seria aplicado perante a utilização da arte do seiken, os punhos fechados. Iniciando na linha da cintura, com a mão fechada e os dedos para cima, no nível da cintura, levaria o braço para frente, procurando mantê-lo encostado ao corpo, raspando no tronco. Em seguida, quando o cotovelo chegasse à cintura, rotacionaria minha mão, completando-a apenas quando ela atingisse o alvo, concentrando todo o meu golpe em um ponto só.

Porém, sabendo do exímio bloqueio do inimigo, não poderia ser tão simples. Antes de aplicar o soco pensado inicialmente, tinha de evitar o bloqueio inimigo. Como fazer isso? Usando a versatilidade que presenciei em lutas mundanas. Ao preparar o soco, tentaria ver de relance a reação do adversário, se ele estivesse totalmente focado no bloqueio superior, era a hora de agir. De base armada, preparando o soco, ao ver tal cena, levaria minha perna de trás e levando meu corpo tentaria aplicar um chute lateral na direção do seu joelho, mais lateralmente, onde visse que a armadura estava. Uma vez que estivesse já avançado por causa do chute, era hora de não parar, usando a arte do Nukite, golpes aplicados usando as técnicas de dedo em forma de agulha ou lâmina, isto é, são golpes de natureza perfurantes, tentaria acertar um golpe com meu braço contrário ao que preparava o soco, o canhoto, no pescoço do adversário. Não dando tempo para ele se restabelecer em combate, com meu pé esquerdo, tentaria pisar em seu pé, qualquer um deles, mas de preferência o destro, com a maior força possível e segurando-o assim, era o momento de desferir o golpe de punhos fechados visando o centro de sua face com todas minhas forças.

— AAAAAAARHHHHHHHHGGGGGGGGGGG! —bradaria em meio aos golpes, exalando toda minha fúria perante aquela situação. Vendo que minha sequência havia se concluído ou pelo menos o último golpe, daria duas passadas para trás e saltaria em direção ao inimigo, tentando colocar o peso de meu corpo contra qualquer bloquei que pudesse vir de sua parte, para em seguida começar uma sequência de socos contra a face do humano, sem deixa-lo sair ou escapar. Soco após soco, só cessaria quando seus movimentos se esvaíssem.

Em situação de bloqueio do adversário com sua arma, tentaria usar o braço mirado como isca e acertá-lo com o outro. Em golpes sofridos, não cessaria meus golpes, continuaria. Se caso pendesse, flexionaria meus pés e pernas para voltar rapidamente a luta. Quanto mais ele me batesse, mais tentaria batê-lo não cessando em momento algum.

Histórico do Tritão:
 

Objetivos da Aventura:
 

Spoiler:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Mizzu
Pirata
Pirata
Mizzu

Créditos : 10
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 9010
Masculino Data de inscrição : 26/07/2011
Idade : 22

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptySeg 28 Jan 2019 - 23:07

O sangue banhava minha lâmina, eu sentia que aquele momento seria o ponto de parada para o abismo, era matar ou morrer, e nesse caso, eu ainda tinha um objetivo para se concluir antes da morte, e não era esse. Aquele cavaleiro havia pecado no momento do seu descuido, poderia ser experiencia ou até mesmo sorte, mas eu sabia que em algum momento ele falharia então não poderia desperdiçar tal chance. A força que eu exercia naquele ataque era enorme, meu objetivo inicial era acabar com ele nesse mesmo ataque, mas como o destino nunca da sua sorte por completa, eu apenas conseguia ferir seu rosto, mais precisamente seu olho direito e ainda retirar seu elmo, então eu não podia reclamar.

O maldito amaldiçoado que fazia todo aquele plano ardiloso se concretizar, o mesmo havia chamado a atenção do cavaleiro para eu realizar a manobra, mas nem prestava muito atenção ao mesmo, ate por que o inimigo iniciava sua fúria contra mim, e eu não podia mais dar chances para o erro ali. “Maldição, tenho que pensar em algo rápido contra esse merda!” Pensei rapidamente, enquanto os passos frenéticos e gritantes de meu inimigo vinham contra mim, eu tentava em poucos instantes de segundos olhar ao redor, procurar algum método de fuga ou contra-ataque, pois em minhas costas estava o balcão daquele bar, me impedindo de realizar qualquer tipo de escape para trás.

“O demônio deve estar quase com o pé no inferno agora...” De relance me lembrava que existia uma pessoa pior que eu naquele bar, o bode ensanguentado no qual eu havia dado um chute. – Ei! Salve o bode! – Falava rapidamente, pois o ataque do cavaleiro era eminente, até mesmo poderia bradar tais palavras enquanto tentava realizar alguma manobra de escape ou contra-ataque, mas eu gritava de forma para que o garoto amaldiçoado entendesse que tais falas era para ele. Com a parte direita do inimigo cega, eu tentaria me esquivar de seu ataque justo pelo mesmo ponto, só que no meu caso era o lado esquerdo. Com minha ninjaken presa em meu punho, eu a segurava com as duas mãos apenas tentava estocar o machado contra minha lamina, não para defende-lo, mas sim para abafar seu ataque e o redirecionar para longe de mim, enquanto isso eu movimentava todo meu corpo para o lado cego do mesmo.

Caso tal avanço fosse realizado com sucesso, não mediria esforços para do ponto em que eu estivesse, com minha espada ali, tentar realizar um corte horizontal contra o inimigo visando novamente seu pescoço, o mesmo agora estava sem elmo e com seu lado direito cego esse ataque poderia ser fatal ali. Tentaria decapita-lo, mas se não fosse possível, apenas um corte profundo para ceifar sua vida ali era o necessário para mim. Poderia ser que por instinto o inimigo ali tentasse defender tal ataque, mas eu não me reprimia, e em um giro para as costas do mesmo, no lado onde ele não tinha visão, tentaria sacar uma de minhas kunais, e para finalizar, cravar na brecha que deveria ter entre sua armadura e seu pescoço, descendo a mesma na diagonal afundando pelo resto de sua garganta.

Poderia ser que a força daquele merda como sua velocidade tomasse âmbitos extraordinários, me fazendo assim no momento da esquiva perceber que não conseguiria realizar tal ato, logo apelaria para o simples rolamento para minha esquerda, no mesmo instante que eu visse ele desferir o ataque, pois assim seria difícil do mesmo para-lo e virar contra mim, caso ainda assim conseguisse, mesmo assim tentaria me levantar o mais rápido possível, e lançar uma shuriken em seu rosto para o atrasa-lo, logo após tentaria realizar o movimento de ataque sempre puxando para o lado cego do mesmo.

Minhas forças estavam se esgotando, mesmo não estando em cem por cento de mim desde o inicio da batalha, eu poderia ter a sorte de acabar com a vida daquele outro cavaleiro, logo assim pararia de lado de seu corpo olhando fixamente para o mesmo. – Sua alma fará companhia aos meus inimigos, tenha bom proveito em minha lâmina! – Logo após cederia um joelho ao chão, meu ferimento a baixo do peito ainda estava ruim e cada vez piorava, me fazendo assim levar minha mão sobre o mesmo para tentar estancar algo. – Vá! Deixe que eu me cuido aqui! – Falaria para o Espadachim, caso o mesmo ainda estivesse naquele bar e tivesse ou não levado o mink ao hospital.

“Mais uma vez sangue... Desde que eu me aliei a esse tritão tagarela, a desgraça me persegue! Pelo que eu entendi mais cedo, todos estão mortos lá fora, aquele enorme falador deve ter dado conta fácil daqueles outros dois cavaleiros!” Pensava, enquanto eu tentava olhar aquele bar ali, procuraria uma bebida qualquer, teria apenas um requisito que era a mesma ter álcool, e caso a achasse lançaria sobre minhas férias para ajudar no estancamento. – Arghh! – Rugiria, e assim tentava em passos curtos, mancando sair daquela taberna logo após guarda minha ninaken na bainha.

Com uma mão sobre a ferida de minha barriga, a outra ia apenas solta enquanto eu andava meio que cambaleando e mancando, fora do bar eu tentaria procurar o tritão ali, com um aspecto de totalmente acabado fisicamente, eu apenas demonstraria que havia acabado com os dois cavaleiros que havia entrado no bar com um acenar positivo de minha mão esquerda. Caso o mesmo ainda estivesse a lutar contra o inimigo, eu mesmo naquele estado, seguiria até ele, lentamente, mas seguiria contra o inimigo em comum e de uma certa distância, tentaria auxiliar o tritão lançando kunais e sebons para atrapalhar o desempenho da luta do inimigo ali. Caso tudo estivesse normal e os cavaleiros mortos, ou o tritão jogasse sobre si a responsabilidade do mesmo, eu apenas voltaria a seguir vagarosamente na direção do hospital, tentaria chegar mesmo que lentamente, o mais rápido possível, pois minha vista começara a embaçar, e isso não era bom.

O hospital era meu objetivo, mas eu poderia não chegar no mesmo ou entrar em um outro estabelecimento qualquer, nas minhas condições eu não conseguia discernir muito o que era o que, mas é claro que tentaria ao máximo voltar para aquele maldito hospital. Chegando eu não mediria esforços, me entregaria de vez a fraqueza, e em um despencar, eu era nocauteado pela falta de força ali, caindo ao chão restando apenas as forças para dizer: - Preciso de cuidados! – Bradava enquanto estava deitado no chão sem forças.

____________________________________________________


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Ficha na sign

♥:
 

Fã:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 38
Warn : Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 EmptyQui 31 Jan 2019 - 0:04


O rosto da mãe de Diamond claramente assumia uma expressão triste ao ouvir as palavras do filho que a negavam. Ele não conseguia identificar quem era o caprino debaixo do capuz negro, e o mesmo não se movia para além do primeiro degrau da escadaria e nem falava nada. O mesmo não poderia ser dito da mulher.

- Por que resiste tanto meu filho? Eu vi tudo que ocorreu, e sinto muito não ter estado presente. Eu queria. Mas agora podemos ficar juntos novamente. E em paz.

Mais uma vez o Mink a negava e dizia que seria melhor ficarem distantes, caminhando por entre ambas escadas, ela estendia a mão tentando alcança-lo e dizia quase chorando – Por favor, não! – Mas não saía além da escadaria também.

A medida que ele caminhava pela neblina tudo desaparecia mais uma vez e era incerto quanto tempo estivera andando. Um minuto? Um dia? Uma semana? Mês? Ano? Mas finalmente o cenário mudava um pouco a medida que a neblina dispersava dando lugar a um ambiente montanhoso. Ele estava no alto de um cume sem ter como prosseguir ou recuar, se fizesse um desses cairia no abismo entre as montanhas.

Era possível sentir um vento forte soprando e passando por ele, assim como ver o céu com nuvens carregadas. E então do nada ele também viu um poderoso rebanho de vacas que tinham olhos vermelhos atravessando os próprios céus irregulares o arando. Suas estigmas ainda estavam em fogo e seus cascos eram feitos de aço, seus chifres eram pretos e brilhantes.

Mesmo de longe Hornee podia sentir a respiração quente delas trazendo momentaneamente um raio de medo que não podia ser evitado já que o cheiro que sentia enquanto elas atravessavam o céu era o cheiro da morte. E isso não era tudo. Atrás delas ele também podia ver cavaleiros vindo à toda, clamando tristemente:

- Yippie-i-a, yippie-i-o, cavaleiros fantasmas no céu. - Seus rostos magros, seus olhos borrados, suas camisas encharcadas de suor, eles estavam cavalgando forte para pegar aquela manada, mas não conseguiam. Jamais conseguiriam. Porque eles teriam que cavalgar para sempre aquela distância no céu, com seus cavalos bufando fogo.

- Hornee. – Chamou um dos cavaleiros com sua voz fantasmagórica enquanto voavam sobre ele. - Se você quer salvar sua alma do inferno ou de cavalgar conosco, então mude hoje sua rota ou conosco você cavalgará, tentando coletar o rebanho do diabo através destes céus sem fim.

- Yippie-i-a, yippie-i-o, cavaleiros fantasmas no céu. -

---

Enquanto o agente do governo inconsciente tinha seu “encontro com a morte”, seu corpo físico era auxiliado por Blaze. Mizzushiro havia pedido que ele ajudasse ao capiroto, e mesmo com toda dificuldade do mundo o rapaz que era protegido por um demônio próprio ia até o corpo do caprino, parando por um momento para encarar o estranho que estava sentado tomando seu rum e o confrontar além de pegar a espada do cavaleiro morto.

- Nada amigo, só apreciando o show. – Respondia o homem com um sorriso leve erguendo o caneco para o ar como em um brinde ou saudação. Nos seus olhos, entretanto, era possível notar algo de afiado, e até mesmo perigoso.

Assim, com o cavaleiro restante ali dentro estando focado em Mizzushiro e ninguém interrompendo as ações do pirata, Blaze começava seu resgate amarrando Hornee ao escudo e o puxando para longe em uma extrema lentidão e dificuldade devido todas suas dificuldades. Enquanto fazia isso, ele via claramente o que ocorria com seu “companheiro” de bando.

Ao se ver naquela situação, das duas opções que lhe vinham em mente apenas tentar realizar um rolamento era viável e assim ele escapava por um triz do machado que lhe era mirado. Assim que se erguia o ninja lançava uma shuriken atingindo o rosto do cavaleiro e o fazendo se virar violentamente com o machado enquanto gritava de dor e fúria – AAAAAAAHHHHHRRRRRGGGGG!!! –

Dessa vez era o cavaleiro que escapava por pouco da morte certa e conseguia defletir a ninjaken de Mizzushiro para cima, apenas para ver o ninja rodopiando para o lado e momentaneamente sumindo do seu campo de visão. Sabendo que aquilo não poderia ser bom de forma alguma, ele dava um passo para a lateral e uma ombrada/esbarrada com o corpo, mostrando assim porque era o segundo mais forte daquele grupo ao acertar o ninja e o empurrar e desquilibrar.

No entanto a kunai que o pirata havia sacado pretendendo acertar a garganta do cavaleiro penetrava ao invés suas costas, e ali ficava, causando grande dor e lhe tirando a iniciativa por um momento. Agora separados por alguns passos, os dois se encaravam respirando pesadamente e bem ensanguentados, mas ainda assim com suas armas erguidas. Nenhum deles conseguia se mover devido a fadiga e era aquele tempo em que ambos tentavam concentrar suas energias que Blaze utilizava para resgatar o Mink caído.

---

Deixando aquele impasse momentâneo para trás na taberna, Blaze procurava pelo cavalo mas percebia que ele estava distraído. O corte na perna traseira havia lhe machucado, mas não a ponto de entrar em fúria e sair atacando inconsequentemente. No fim das contas era um animal, treinado sim, mas no momento sem seu mestre. Assim, o espadachim continuava na sua ardorosa jornada até o hospital alguns edifícios abaixo, mas parecia estar levando uma eternidade e assim conseguia ver um pouco do que ocorria com seu capitão e o oponente deste.

Ele não tinha visto as provocações do tritão, nem o primeiro soco que fora bloqueado pela maça do Guarda Real, ou o chute na lateral do joelho do Cavaleiro que o desequilibrou. Nem mesmo o pisão no pé e o soco na cara que se seguiu acertando o homem em cheio. Toda sua tática certeira havia levado o homem a cair no chão e se erguer meio zonzo balançando a cabeça.

O próprio tritão recuara brevemente se preparando e partindo para usa serie de socos que eram bloqueados em sua maioria, mais um ou dois acertavam algum local da armadura e aos poucos o cavaleiro era sobrepujado mais e mais, e outros socos conectavam até que o som de um alto assobio era escutado vindo de sua boca.

Essa parte Blaze via e ouvia. Assim como os dois cavalos que restavam responderem imediatamente ao chamado. Os dois disparavam contra Aegir e o atacavam com patadas e encontrões, o afastando do inimigo e desequilibrando o suficiente para que o homem recuasse e saltasse para cima do próprio cavalo, erguendo sua maça pretendendo voltar a atacar.

O segundo cavalo por sua vez, o que havia sido ferido por Blaze, recuava e olhava em volta, avistando a criatura que lhe machucara.  Com seu “modo batalha” ativado, ele ia de encontro ao espadachim que retirava apenas parte de sua espada da bainha. No último instante ele se esquivava e retirava toda a lâmina dando uma estocada no pescoço do animal e o atingindo.

O golpe liquidava a vida daquele animal, mas não antes que esse passasse cavalgando por cima de Hornee que estava sendo arrastado pelo chão atrás de Blaze e havia ficado completamente indefeso ali. Pisoteado, ele nem mesmo reagia. Mas por dentro de sua cabeça só ele sabia o tormento que estava passando.

HP:
 

Hornee: Vivo pelo poder do protagonismo e dos Blues.

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty
MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento - Página 7 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento
Voltar ao Topo 
Página 7 de 9Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: North Blue :: Lvneel Kingdom-
Ir para: