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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

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MensagemAssunto: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptySeg 05 Nov 2018, 23:11

Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente Hornee Diamond. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptyQua 07 Nov 2018, 00:04


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 01


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Um grande desafio para mim de fato. Era a primeira vez em toda minha vida em que pisava em um amontoado de terra do qual a Badmoney's quase não tinha influência. Aqui em Lvneel, eu dependeria apenas de mim mesmo e do Aproximador, já que nosso patrono não alcançava tão profundamente com suas mãos para "mexer os pauzinhos" aqui e nos dar um pontapé inicial - *Conquistarei o reconhecimento com meu próprio empenho... hehehe, divertido...* - eu sorriria enquanto ajeitaria meu paletó e respiraria profundamente, sentindo a brisa desta ilha do North Blue me dando boas vindas e, por que não, trazendo bons presságios consigo...


Eu já punha meus cascos vestidos com sapatos de grife no chão ao passo que pensaria adiante em melhorar minhas capacidades combativas. Acreditava que um dos meus maiores pontos fracos era minha habilidade defensiva, então eu tinha para mim que aprender devidamente como usar um escudo poderia me trazer benefícios interessantes e abrir portas para conseguir enfrentar inimigos mais qualificados.


Coçaria minha barbicha e mediria mentalmente qual era minha ambição para um novo treinamento. A primeira vista um escudo muito grande poderia atrapalhar minha movimentação de arremessos, mas o desafio me excitava demais... eu queria ser diferenciado dos demais... eu queria defender ataques de cinco inimigos enquanto assassinava quinze. Eu seria melhor e isso era fato. Botar a mão na massa e treinar para atingir meus objetivos nunca foi algo que me detesse e não seria agora que isso se tornaria uma verdade.


Já havia entregue dentro do zeppelin para o Aproximador um papelzinho indicando que eu gostaria de resolver alguns assuntos enquanto devolvíamos Mia para seu pai nobre contrabandista. Confiava no meu aliado e eu aguardaria uma posição dele e da garota cega se iriam me acompanhar na minha empreitada, se me aguardariam na estação ou se nos encontraríamos no caminho até a residência dos Hatti.


Independentemente da decisão de meu companheiro como agente duplo, eu seguiria em direção à área nobre da ilha onde John havia me indicado que Mustafar residia. Caso adentrasse com sucesso à área urbana, eu procuraria por alguma loja de armas ou metais para adquirir um escudo. Mas eu não queria comprar um simples escudo... eu queria um escudo GRANDE - *O maior possível! Quanto mais proteger do meu corpo, melhor...* - para que eu pudesse treinar e desenvolver melhor habilidades como escudista e, se eu dominasse a arte com um escudo gigante, utilizar posteriormente um escudo diminuto seria como tirar doce de criança.


Se eu encontrasse uma loja que pudesse me fornecer tal escudo almejado, eu adentraria o local de modo estiloso, com a cabeça ereta e esbanjando classe. Apesar de minks serem seres raros eu era bem vestido e acreditava piamente que as roupas da Badmoney's seriam um cartão de visitas suficiente para que as pessoas ao meu redor se sentissem aconchegadas com minha ilustre presença.


Por ser mudo, eu escreveria em um papelzinho como costumeiramente fazia, porém desta vez eu utilizaria minha mão esquerda e capricharia de modo à não tornar minha letra um garrancho por mais que levasse um tempo maior para escrever. Eu tinha noção de minhas habilidades, e como já tinha iniciado um treino para o lado esquerdo inábil de meu corpo na viagem para cá dentro do zeppelin, qualquer oportunidade amena e de calmaria da qual eu pudesse dispor de tempo para forçar meu lado esquerdo à trabalhar como o direito, eu o faria. No papelzinho, a mensagem abaixo seria escrita e a entregaria para um lojista que por ventura me atendesse:


Papelzinho:
 



Simples, direto e educado. Meu bilhete deixaria claro minhas intenções naquele local... além de comprar o tão desejado escudo gigante, eu queria aproveitar meu cérebro genial para estudar um pouco mais sobre a utilização de escudos e bloqueios, bem como técnicas de deflexão e reflexão avançadas para me tornar o melhor escudista que eu poderia ser lendo um livro na teoria, para quando chegasse a hora de executar o conhecimento na prática, ela já fluísse naturalmente como se fosse algum tipo de dom.


Tendo finalizado minha compra do escudo gigante que eu tanto desejava e estudado sobre perícias avançadas com escudo pois pagaria o preço estipulado, eu me dirigiria para a casa de Mustafar acompanhando o Aproximador caso ele estivesse ali comigo e com Mia andando lado a lado com ele ou ainda seguindo para um provável ponto de encontro que ele possa ter sugerido caso não estivesse presente durante meus estudos.


Se o agente e a garota cega optassem por me esperar na estação de zeppelin porém, eu retornaria para lá com um largo sorriso de satisfação estampado em meu rosto por ter realizado meu desejo pessoal e seguiria o cientista para a casa do nobre pai de Mia para entregarmos o "pacote" como John havia requisitado...  

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptyQui 08 Nov 2018, 20:31


Chegando em Lvnell, Diamond tinha vários pensamentos rodeando a sua cabeça. Precisava cumprir a missão que lhe fora passada pelo seu patrono, ao mesmo tempo em que o alcance deste era frágil na ilha. Por outro lado, estava ansioso por aumentar suas capacidades de batalha e já tinha pensado a forma ideal de fazer isso.

Após entregar o papelzinho avisando seus planos para o Aproximador, o ouvia responder que era melhor finalizarem a missão o mais rápido possível para evitar qualquer risco, e que haveria tempo para compras depois. Ainda assim, a escolha era de Hornee e vendo o caprino se afastar em outra direção, o Aproximador apenas balançava a cabeça negativamente e dava um suspiro, seguindo com a garota cega rumo a residência dos Hatti.

Não era difícil encontrar uma loja de armas naquele reino, e após entrar o Caprino passava um bom tempo parado tentando escrever num bloquinho de papel com sua mão esquerda, o que arrancou algumas encaradas daqueles que ali estavam.

- Posso te ajudar com algo? – Perguntava um atendente, sem obter resposta no entanto. – Senhor? – Completava ele olhando com estranheza para o agente, mas sem tomar nenhuma outra ação já que via as roupas caras usadas pelo mink.

A loja era relativamente grande e outros clientes estavam fazendo compras, alguns conversando entre si.

– O torneio começa amanhã e você só está comprando uma arma agora?

– Sabe como sou, deixo tudo para última hora. É o jeito que nasci, fazer o quê

Quando Hornee finalmente terminava de escrever o que desejava, conseguia ouvir tal conversa antes de passar o bilhete para o atendente, que por sua vez levava um tempo para entender, mas logo abria um sorriso. – Ahh sim, um escudo grande e pesado, e um livro a respeito.

E era dessa forma que após pagar 370.000 berries, Hornee adquiria um escudo retangular com 1,6 metros de altura e o livro desejado. No entanto não saía da loja, ali mesmo ele abria o livro e começava a ler, arrancando mais olhares dos que ali estavam, com alguns balançando a cabeça negativamente.

Após sair da loja, ele se encaminhava para a residência dos Hatti, onde dois guardas armados com lanças bloqueavam a passagem no portão. – Essa é uma propriedade privada. Peço que dê meia volta se não tiver negócios a tratar aqui. – Dizia um deles.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptySab 10 Nov 2018, 01:16


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 02


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*Risco ele diz? Tsc tsc...* - eu discordava completamente do Aproximador com relação à isso. Nós já havíamos sobrevoado até o North Blue e não seria aqui em Lvneel que Mia iria surtar. Eu de fato não entendia porque os outros funcionários da Badmoney's fugiam tanto dessa missão tão simples de transportá-la até seu pai. Ela parecia ser uma menina simples e tranquila... nada de anormal.


No meu ponto de vista, o meu colega com a espada reluzente daria conta de ficar sozinho com ela por instantes enquanto eu comprava meu escudo. Se ele não conseguisse algo tão básico como isso, eu tinha realmente me enganado sobre seu potencial...


A palavra "torneio" entraria por um de meus ouvidos e pairaria em minha mente que me faria esbanjar um sorriso de contentamento - *Ora ora... um torneio aqui?* - e o motivo para tal era bem simples: ganhar um torneio de luta era uma excelente maneira de aumentar meu prestígio local bem como o nome da Badmoney's pela região. Mas isso não era tudo... uma ótima oportunidade de estrear meu futuro grande escudo e executar na prática os conhecimentos que por enquanto eu teria que mantê-los limitados à teoria.


*Parece que estudar não é um hábito que as pessoas tem por aqui...* - aparentemente, olhando ao meu redor, as pessoas que me olhavam com desdém por estar estudando um livro no meio da loja de armas não tinham simpatia pela leitura. Para mim era algo extremamente natural... talvez para pessoas com intelecto pouco privilegiado ler um pouco cause aversão - *Vai saber...*.


Eu apostava em meu intelecto genial e superior à media para absorver o máximo de conhecimento possível daquele livro e, mesmo sem nunca ter usado um escudo anteriormente, eu conseguiria assim que possível usá-lo com maestria quando fosse o momento propício. O engraçado é que muitos lutadores se limitam a usar os seus escudos apenas como auxílio defensivo, mas é evidente que ele é um recurso muito além disso... pode servir como modo ofensivo e inclusive abrir brechas na defesa inimiga possibilitando um ataque poderoso com a arma primária sem que seu oponente sequer tenha a chance de impedir o seu fim - *Hornee Diamond, o Início do Fim...* - arquearia os ombros e concluiria que minha alcunha fazia mais sentido do que eu pensei que fizesse.


Acredito que fui bem breve na minha visita à loja de armas e não tinha motivo nenhum para o Aproximador ter ficado emburrado daquela forma. De qualquer modo, eu me dirigiria até à residência dos Hatti pois era lá que deveríamos nos encontrar e é para lá que deveríamos levar Mia.


Porém, os guardas da nobreza não foram muito com minha cara e impediam a minha passagem. Eu não ficaria nem um pouco zangado ou triste com tal recepção, até porque eles não tinham motivo para me conhecer e estavam apenas fazendo o seu trabalho - *Do mesmo modo que eu gosto de fazer o meu... lealdade é a palavra chave!*.


Escreveria ainda com minha mão esquerda mesmo que com dificuldade, mas eu evitaria o máximo deixar a letra garranchal e manteria em uma qualidade semelhante como se tivesse escrito com a mão direita. Meus exercícios de ambidestria não incluíam apenas arremesso de armas com minha mão inábil, mas a escrita era algo que eu tinha como um prazer pessoal e um carinho especial. Um bom ambidestro em combate não depende apenas da força e pontaria com as duas mãos, mas também depende de esmero e sutileza para que possa executar movimentos com precisão. Meu treinamento seria, ao meu ver, completo.


Terminando de escrever, eu já imaginaria que os guardas ficariam se entre-olhando ou torcendo seus narizes enquanto eu entregaria meu bilhete para eles do mesmo modo que as pessoas cheias de preconceito me olharam na loja de armas. A grande verdade é que eu não estava nem ai para o que pessoas abaixo de mim pensavam... o reconhecimento tem que vir de cima.

Papelzinho:
 



Eu cria que a verdade fosse o suficiente para que os guardas me deixassem entrar. Cruzaria os braços e aguardaria que liberassem minha passagem e, adentrando o local, eu viraria meu rosto de um lado pelo outro e varreria o local com os olhos procurando vestígios de onde o Aproximador e Mia poderiam estar para me juntar novamente à eles.


Se por ventura os guardas não deixassem minha passagem ser liberada após a entrega do papelzinho, eu manteria meus braços cruzados e iria em direção à uma parede ou árvore bem próxima local onde eu recostaria minhas costas e aguardaria pacientemente que o Aproximador voltasse de lá de dentro ao meu encontro.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptyDom 11 Nov 2018, 16:01



Assim como esperado, havia um olhar estranho nos rostos dos guardas ao verem o Caprino ali parado anotando algo, sem responde-los nem se afastar. Um dos guardas chegava a levantar o tom de voz e parecia estar ficando aborrecido – EI VOC... – Mas era interrompido pelo outro, um homem loiro, com um sinal de mão o mandando esperar.

E esperaram mais que o ideal. Não é fácil para alguém sem costume de escrever com a mão esquerda fazer uma frase bonitinha como o Mink desejava. Os minutos se arrastavam, e até o o guarda mais calmo começava a sentir uma veio pulsando na lateral da testa. Pelo bem de Diamond, o que quer que estivesse escrevendo era melhor ser muito importante.

Felizmente, era. Assim que ele entregava a notinha aos guardas, a situação mudava completamente. – Espere aqui! – Mandava o loiro antes de disparar portão adentro. Mais alguns minutos se passavam e o guarda retornava com um homem de terno e gravata borboleta.

- Compreendo que deva ser o Sr. Diamond. Queira me acompanhar por favor. – Dizia ele enquanto olhava ao redor procurando por algo mais. O caminho após o portão era feito de paralelepípedos, com jardins e arvores frondosas do lado, levando a uma grande mansão de três andares, que mais parecia um castelo.

- Lord Hatti está ansioso para rever sua filha. – Ao chegarem a entrada da mansão, o mordomo dizia tais palavras e guiava Hornee por um corredor largo e com diversos quadros nas paredes, subindo por uma escada e passando por mais um corredor, onde finalmente entravam em um escritório. O local tinha poltronas, tapeçarias, lareira, diversas armas penduradas nas paredes, janelões. Tudo no ambiente gritava “Sou rico, muito rico.” Mas era o homem sentado em uma cadeira que não perdia em nada para um trono, que realmente passava uma sensação de grandiosidade.

Com cabelos loiros, um bigode preto e olhos de cores diferentes, um azul e outro vermelho, Lord Hatti esbanjava poder de uma forma rara de se ver, quase opressiva. Batendo com um dedo ritmicamente na mesa a sua frente, ele não se erguia com a chegada do mordomo e de Hornee, apenas encarando os dois por alguns instantes.

- Então, onde está minha filha? – Seco e direto ao ponto. Pela sua pergunta ficava claro que o Aproximador e Mia não haviam chegado ainda.

Mordomo:
 
Lord Hatti:
 


 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptyDom 11 Nov 2018, 22:41


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 03


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Os guardas da mansão dos Hatti estavam claramente incomodados com minha presença ali e ainda mais incomodados com minha lentidão para a escrita. Mas eu não estava me sentindo nem um pouco ameaçado pela irritação deles e eu estava tranquilo no meu espaço. Eu não achava motivos para que eles me atacassem só porque eu estava levando um pouco mais de tempo que o usual para escrever - *E eles nem faziam ideia de quanto tempo um mink caprino leva para escrever, se é que sabiam que existíamos...* - e, portanto, eu simplesmente continuava a me comunicar como podia e gostava, para explicar o motivo de minha visita.


Estava satisfeito com minha escrita. Eu esperava que gradualmente minha agilidade para escrever com a mão esquerda fosse sendo aprimorada e, por conseguinte, seu uso em combate se tornar tão hábil quanto como eu fazia com a mão direita. Talvez eu estivesse tranquilo demais lá com a irritação dos guardas, mas eu realmente preferiria me manter calmo e sereno... qualquer hesitação ou demonstração de fraqueza emocional poderia fazer com que eles se voltassem contra mim - *E não havia motivo nenhum para isso.*


Após entregar meu papelzinho e aguardar mais alguns minutos à pedido do guarda loiro, eu estaria ainda mais tranquilo do que quando estava escrevendo. Obviamente que minha mensagem fora compreendida e que eu não representava ameaça alguma ao palácio - *Muito pelo contrário... se é parceiro comercial do meu chefe, é um aliado.*


Um mordomo "clássico" aparecia na minha frente de um modo cortez e estiloso do qual eu não poderia esperar por menos em um local como esse. A mansão à minha volta era tão cheia de estilo quanto o funcionário que lá trabalhava e eu particularmente adorava demonstração explícita de poder com arquiteturas luxuosas tanto quanto eu me aficcionava por estruturas antigas devido meu ofício e paixão pela arqueologia.


Quão não foi minha estranheza da qual me forçaria à levantar uma das sobrancelhas por baixo dos óculos escuros quando o mordomo dos Hatti mencionou que seu chefe estava ansioso para rever sua filha - *Hmmm... que estranho...* - pois se eu já tinha chegado aqui, o Aproximador já deveria estar terminando um café de recepção ao lado do hospedeiro.


Analisaria atentamente as figuras e rostos que poderiam estar presentes nos quadros do largo corredor, tentando reconhecer alguém que me lembrasse à menina cega ou do qual pudesse identificar como parentes dela. Caso não tivesse nenhuma pintura ou fotografia familiar, eu apenas apreciaria as obras bem como faria com o restante da decoração da mansão Hatti e todo o esplendor que a circundava.


O homem sentado no trono exalava uma aura de poder que quase machucava e oprimia a alma - *Deve ser o senhor Hatti...* - pensaria comigo enquanto concluiria que de fato Mia puxou muito a genética da família do pai, já que ambos tinham traços extremamente semelhantes.


O meu temor com a fala no andar de baixo do mordomo se tornava real com a pergunta do senhor Hatti. Mia e o Aproximador ainda não haviam chegado e, se eu já estava aqui e o cientista estava tão certo de caminhar para cá diretamente, a chance deles terem se envolvido em alguma enrascada era enorme - *DROGA APROXIMADOR! EU CONFIEI EM VOCÊ CARA!*


Mas no fundo das sinapses de meu cérebro privilegiado, eu sabia que me desesperar e contar verdades ou mentiras completas só iria me colocar em uma situação desvantajosa e embaraçosa perante o aliado comercial de meu patrono. Respiraria profundamente e tentaria manter a calma para não exarcebar nenhuma tensão para o homem que receberia a "encomenda" e estenderia o dedo indicador como se pedisse um tempo...


Escreveria em mais um papelzinho do meu amado bloco de anotações algumas meias verdades e outras meias mentiras e o entregaria para o senhor Hatti. Ainda utilizaria minha mão esquerda para tal feito pois eu tinha a consciência que durante os combates é que a tensão e a adrenalina mais tomam conta do seu corpo e é justamente por isso que eu manteria minha exigência pessoal com meu treinamento de ambidestria na escrita: Estava de fronte de um momento repleto de tensão e adrenalina e esbanjar serenidade seria o ponto chave para sair dessa situação por cima:

Papelzinho:
 



Meias mentiras e meias verdades. Eu assumia meu erro pessoal de ter confiado demais a missão nas mãos do Aproximador... eu já tinha feito isso em Las Camp quando ele devolveu o corpo de Pou Pay para o QG da Marinha. Todavia, neste momento, eu já sabia que ele tinha falhado comigo e não havia mais nada a ser feito do que voltar atrás e tentar corrigir meu erro e garantir a segurança da garota antes que fosse tarde demais.


Aguardaria educadamente algum comentário do senhor Hatti tentando manter um semblante calmo que meus óculos escuros ajudariam escondendo minha visão e manteria minha respiração ritmada para ocultar meus batimentos cardíacos acelerados pela adrenalina da situação.


Menearia afirmativamente com a cabeça para o pai de Mia após suas palavras e me dirigiria novamente até a entrada da mansão, da qual eu partiria atento à movimentações e colocaria meus ouvidos para se manterem a postos tentando escutar qualquer pista que pudesse me levar de volta aos dois. Eu inicialmente faria o caminho mais curto das ruas até a estação de zeppelin procurando qualquer sinal ou pista de Mia ou do Aproximador.


Se Hatti me perguntasse se eu saberia precisamente qual a localização de Mia eu arquearia de ombros não demonstrando ironia mas certa incerteza. Era fato que ambos ainda estariam na área nobre de Lvneel ou, no pior dos casos, ainda estivessem na estação de zeppelin e não tivessem partido ainda por qualquer razão que fosse.


Caso Hatti oferecesse alguns guardas para me acompanhar na procura do Aproximador e de sua filha eu aceitaria de bom grado. Qualquer busca com mais olhos é mais fácil de ser feita.


Eu não queria pensar no pior... mas por mais que eu tentasse, só vinha na minha cabeça que o Aproximador poderia estar tendo um mau tempo lutando contra alguém para proteger a criança ou que sua fama de "arteira" tivesse sido revelada e por algum motivo qualquer ela havia fugido da guarda de meu companheiro.


Seja lá qual for, por mais bizarro que estava sendo aquilo tudo, eu ficaria empolgado. Levar uma encomenda viva de uma cidade para outra era algo muito fácil e sem nenhuma dificuldade aquilo não teria graça ou prazer nenhum. Independentemente disso, quando eu prometo alguma coisa para o Mr. Badmoney eu cumpro e ponto final - *Ei de encontrar Mia com vida, ou não me chamo Hornee Diamond!*

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptyTer 13 Nov 2018, 23:32

A pergunta do Lord Hatti pegava Hornee em cheio. O caprino fazia o possível para se manter calmo, mas pequenos detalhes acabavam por trair que não esperava por aquilo. Um suspiro, uma arqueada de sobrancelhas meia escondida pelos óculos escuros, a demora para escrever. Nada disso escapava dos olhos de Mordecai, mas ainda assim o homem esperava pacientemente sem fazer comentários.

O bilhete era passado ao mordomo, que por sua vez passava ao seu senhor. Ao ler o que estava escrito, o dono daquela mansão acenava lentamente enquanto voltava a olhar para Diamond. – Alfred, envie Magnus com ele. – Ordenou Lord Hatti com um sorriso leve que não chegava realmente aos seus olhos frios.

- Sim senhor. – Se curvando em reverencia, o mordomo se retirava levando consigo Hornee. Passando de volta pelo corredor com os quadros, o agente do governo apreciava as belas pinturas presentes, algumas retratavam batalhas, outras retratavam cidades, e um dos quadros mostrava a figura do Lord Hatti que acabara de conhecer sentado em um trono, uma Mia poucos anos mais nova do que atualmente sentada em seu colo e uma mulher linda de cabelos brancos longos e olhos azuis em pé do lado, usando uma tiara, ou coroa dependendo do ponto de vista, sendo presumivelmente a mãe de Mia.

– Queira esperar no portão por um instante Sr. Hornee, Magnus o encontrará em um instante. – Levando-o até a saída da mansão, o mordomo se despedia no mesmo tom cordial de sempre, fechando a porta em seguida.

No portão os dois guardas não mostravam reação ao ver o agente sair, e nem ao vê-lo ali esperando. Impassíveis, olhavam para frente vigiando as poucas pessoas que passavam pela rua. Poucos minutos se passavam quando outra pessoa saía pelo portão, ruivo com um grande chapéu preto e detalhes dourados, assim como sua roupa, ele era alto e tinha um dos seus olhos cobertos por um tipo de máscara.

- Vamos lá, sigh. - Sem se apresentar, nem perguntar mais nada, ele resmungava baixinho e tragava um cigarro que trazia consigo.  – O dia tava tão bom hoje... – Hornee seguia em silencio ao seu lado caminhando pelo caminho mais curto até a estação, mas não havia sinais de Mia ou do Aproximador.

Olhando em volta, Magnus já acendia o segundo cigarro e perguntava ao Caprino com uma voz de interesse– E então, onde estão?
Mulher no Quadro:
 
Magnus:
 

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptyQui 22 Nov 2018, 20:38


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LVNEEL / POST 04


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*Magnus?* - Eu não fazia a menor ideia de quem era aquela tal pessoa... talvez fosse algum funcionário do Lorde Hatti que pudesse estar me acompanhando para o reencontro de Mia com seu pai ou até mesmo um capataz para me matar por ter deixado sua preciosa filha com um mongolóide que ninguém fazia a mínima ideia de onde ele estaria. Nenhuma das duas opções porém alteraria meu humor, pois eu não gosto de trabalhar com quem não conheço e eu não temia a morte... o que eu realmente temia era falhar com meu senhorio, Mr. Badmoney, e essa possibilidade dava leves pontadas em meu coração pois isso provavelmente tinha acontecido no momento que joguei toda a missão e confiança no colo do Aproximador mesmo que por poucos instantes.


A humana no quadro junto com Lorde Hatti e Mia realmente chamaria minha atenção. Para os padrões humanos ela era muito bonita e também era perceptível que a grande maioria dos traços da garota cega vieram provenientes dos genes maternos. O seu paradeiro era definitivamente incerto tanto porque até agora pelo que minha memória refresca ninguém havia mencionado nada sobre a Leide podendo ela ter se ausentado para alguma missão diplomática ou mesmo já falecido... mas eu cria que ela não estaria presente na mansão dos Hatti no momento pois dificilmente uma mãe não estaria aguardando ansiosa pelo retorno de sua filha junto ao esposo - *Pelo menos é o que eu concluiria...*.


Novamente à entrada do portão do qual as veias das jugulares dos guardas quase saltaram para fora impacientes por esperar minha apresentação, eu aguardaria de braços cruzados um tanto quanto impaciente a chegada desse tal de "Magnus". Se dependesse apenas de minha vontade e liberdade para trabalhar, eu já teria corrido Lvneel inteira atrás daqueles dois sumidos - *Mas o cliente sempre tem razão...* - e o cliente era Mordecai. Se ele quisesse que um de seus homens me acompanhasse na caçada, então que assim fosse...


O sujeito era realmente arrogante e desprezível esse tal de Magnus. Mas eu tinha que dar o braço à torcer... o cara realmente tinha estilo! Aquele chapéu e máscara eram artigos que combinavam e o colocavam em uma posição de destaque e poder apenas pelo mero vislumbre de sua aparência. Seu ar repleto de soberba terminavam por completar a obra de arte em vida daquele homem que, se não era o braço direito ou predileto de seu chefe, um dia viria à ser.


O desespero aumentaria e meu coração aceleraria a cada instante que eu mirasse em algum ponto almejando que o Aproximador ou Mia estivessem por ali e me frustrando ficando apenas no desejo. As chances de frustrar meu patrono gradualmente se intensificavam e a minha esperança de não me envergonhar e não diminuir meu valor social diminuíam em razão oposta com a mesma intensidade.


Eu já estaria no fim de minhas esperanças de encontrá-los ao chegar na zona de pouso dos zeppelins. A verdade era que eu não desconfiava no fundo da minha alma que Mr. Badmoney contrataria alguém que não soubesse o mínimo de habilidades de combate para defender um "pacote vivo" de ser roubado ou destruído. Todavia, ultimamente, era notável que lealdade não era um forte de todos os funcionários da Badmoney's - *Principalmente em Las Camp. Holff e Pou Pay estavam ai para não me deixarem mentir.* - e eu conheci o Aproximador já como um agente duplo em pessoa.


*Aliás, esta é uma outra possibilidade...* - O meu aliado aqui na cidade poderia muito bem ter se escondido ou desviado sua rota por conta de sua dualidade com o Governo Mundial... se algum agente ou marinheiro o visse andando com a filha de um mafioso sem um mandato ou coisa oficial poderia acabar colocando Mr. Badmoney contra a parede. Sorriria orgulhoso do raciocínio que bolei de possibilidade para um aliado leal à nossa causa e era muito mais agradável falar que o Aproximador se escondeu com Mia para evitar algum embate ou atrair atenção indesejada do que simplesmente supor que eles foram atacados e capturados sabe-se lá por quem.


Eu colocaria minhas narinas para funcionar e inspiraria de forma à preencher meu peito vagarosamente com ar e expirava para manter a calma e o controle da situação. Pessimismo nessa hora não ia fazer com que a garota caísse dos céus direto no meu colo, então eu precisaria estar sereno e racional o suficiente para achá-la. Voltaria a escrever em um papelzinho com calma e tranquilidade e tentaria transparecer toda essa serenidade no ambiente para Magnus como se tudo estivesse sob controle quando, no fundo, o trem já havia descarrilhado em cima da ponte. Entregaria o papelzinho escrito com minha mão esquerda para treinar a grafia com a mão ruim após completar a seguinte mensagem:

Papelzinho:
 



Eu não só tinha criado na minha mente todo um cenário que seria o mais otimista possível como eu faria questão de destacá-lo para Magnus através de meu bilhete. Desse modo, eu conseguiria ao mesmo tempo manter a tranquilidade que a situação necessitava para deixar o nível de racionalidade superior ao da emoção como de quebra eu ainda garantiria alguns pontos por deixar Mia com alguém de confiança e precavido para que o homem da máscara mantivesse a confiança em nosso potencial e transferisse isso para seu chefe Lorde Hatti.


Aguardaria pacientemente as palavras de Magnus sobre algum rival de seu patrão na região que poderia estar ameaçando a garota cega. Seria interessante se ele concedesse alguma informação sobre como os homens desse rival costumavam se vestir e que lugares costumavam frequentar ou mesmo se tinham algum tipo de "quartel general". Concordaria com a cabeça sobre suas palavras e decidiria que iríamos nos dirigir até esse grupo que poderia estar ameaçando a senhorita Mia para "deixar um recado" para eles que a Badmoney's estava na área e que Lorde Hatti era nosso parceiro comercial.


Entretanto se Magnus não soubesse muita coisa a respeito de quem pudesse estar perseguindo ou ameaçando a filha do Lorde, meu objetivo seria procurar diretamente pelos dois mantendo o máximo possível o otimismo de que o Aproximador tinha se escondido com Mia para segurar a calmaria que a situação exigia. Procuraria majoritariamente e atentamente pelos becos de Lvneel pois além de serem bons esconderijos nas sombras, foi justamente em um desses que conheci meu parceiro de missões - *Tanto que mal percebi quando ele se aproximou de mim... fazendo um grande jus ao seu apelido.* - e ele era bom nisso!

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptySex 23 Nov 2018, 12:51



- Huh, vocês realmente sabem ser cuidadosos. Primeiro você foi na frente para checar o caminho, depois ele sum... se escondeu ao perceber estar sendo seguido... impressionante. – Magnus falava com o levíssimo sorriso no rosto, deixando transparecer um traço de ironia que não poderia ser disfarçado nem se ele quisesse. Rasgando o papelzinho que acabara de ler, ele levava o cigarro aos lábios e dava mais uma tragada profunda, olhando para o alto por alguns segundos, expirando a fumaça no fim.

Sem falar novamente com Hornee, muito menos para explicar sobre inimigos em potencial, ele saía da estação de zeppelin e andava não até um dos soldados do reino que por ali estavam fazendo ronda, mas sim até uma pequena lojinha de conveniências onde um homem de meia idade estava atendendo.

Com um movimento de mãos, uma moeda de ouro aparecia entre seus dedos, brilhando naquele local. – Sabe quem sou? –  Se a aparição daquela moeda havia feito o homem arregalar os olhos, a primeira pergunta feita pelo ruivo fazia com que o dono da lojinha engolisse em seco e acenasse positivamente várias vezes seguidas.

– Então sabe as consequências de mentir para mim. – Continuava o ruivo, recebendo mais um acenar de cabeça em resposta. – Quero saber se viu uma garota de cabelos brancos, mais ou menos dessa altura – usando a mão livre para demonstrar por um instante, ele prosseguia apontando para Hornee – Acompanhada por esse camarada e mais outro homem, humano, também de terno.

Ouvindo sobre o que aquilo se tratava, o senhor ficava pensativo por alguns segundos antes de acenar lentamente, mas dessa vez ele finalmente falava algo. – Sim, sim acho que me recordo. Eles seguiram na direção da Cidade Alta (área nobre). – Apontando na direção em que Hornee, o Aproximador e a menina tinham ido quando saíram da estação, os olhos do homem não desgrudavam da moeda.

E assim como prometido, não com palavras, a moeda era lançada como em um jogo de cara ou coroa em direção do homem. Sem prestar mais atenção a ele, Magnus saía do local e andava mais algumas quadras, Hornee olhava nos becos, mas nada podia encontrar, e no fim eles passavam pelo local onde o Caprino havia se separado dos outros mais cedo ao ir procurar por um escudo.

Logo a frente, uma loja bonita de roupas onde uma atendente estava a mexer nos manequins podia ser vista, e uma moeda de ouro já aparecia na mão do ruivo que começava a se encaminhar para lá. As perguntas seriam as mesmas provavelmente, variando apenas dependendo das respostas, que certamente seriam diferentes das de antes já que naquele ponto, Hornee já havia seguido por outro caminho mais cedo.

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MensagemAssunto: Re: Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento   Frenesi Ep.II: Formação de um Delírio Violento EmptySeg 26 Nov 2018, 21:38


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HORNEE DIAMOND



LVNEEL / POST 05


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Uma ironia suave por parte de Magnus até que era um cenário favorável se analisasse todo o contexto. Por mais que Mia ainda estivesse segura junto com o Aproximador, eu não fazia a menor ideia de onde os dois acabaram indo e mesmo que ele não tivesse caído na minha lábia, Lvneel era uma cidade relativamente grande para se procurar uma garota cega sozinho então uma mão extra seria muito bem-vinda...


O misterioso e estiloso homem se recusa à compartilhar dados confidenciais sobre seus rivais da região - *Algo do qual eu humildemente respeito* - e simplesmente segue até uma lojinha próxima como se o mudo da dupla não fosse eu próprio.


Magnus exibe uma moeda e ao mesmo tempo profere palavras um tanto quanto ameaçadoras para o dono da vendinha. Eu sinceramente não conseguia distinguir se ele estava intimidando o homem ou o subornando, ou se aquele sinal de exibir uma moeda fosse algum código da máfia local. Era óbvio que eu estava lidando com criminosos e pelo visto eles eram bem reconhecidos na região então pouco me importava como iria executar seus métodos de ação, apesar de aguçarem minha curiosidade acerca da história e da influência que representavam na cultura local que, para um arqueólogo mafioso como eu, era um prato cheio.


Eu me postaria ao lado de Magnus com os braços cruzados e botando certa banca no ambiente levado de carona pela pompa que o próprio ruivo trazia consigo. Ao ser indicado por estar acompanhando a menina, eu acenaria com a cabeça inclinando-a levemente para frente e para trás confirmando o que estava sendo dito pelo mascarado.


Apesar de Magnus ser obviamente temido na região, mencionar "Uma garota de cabelos brancos" deixava evidente que Mia não era um rosto conhecido dos Hatti ou que pelo menos Magnus e o Lorde não tinham um vínculo tão na cara dura com os civis como eu imaginava que teria - *Mas nada de se surpreender, já que ninguém de fora me vê como braço direito do Mr. Badmoney's...*.


A moeda é entregue ao vendedor que quase por completo responde minha pergunta anterior se ele foi ameaçado ou subornado - *Talvez um pouco dos dois*. Lorde Hatti certamente era rico, mas quanto valeria aquela simples moeda para que um civil corresse tanto risco assim de passar por engano uma informação falsa à Magnus?


Agora pelo menos tínhamos uma direção. Isso significava que dificilmente Mia e o Aproximador tinham voltado para a estação dos zeppelins após nos separarmos. O ruivo do chapéu engraçado novamente faz seu ritual de coleta de informações do qual eu já estava um tanto quanto habituado e agora seu alvo era uma mulher em sua loja de roupas.


Eu me postaria novamente ao lado de Magnus aguardando que ele tomasse a iniciativa de comunicação e subornos aguardando algum milagre de uma informação determinante para que encontrássemos a garota cega, já que era conhecido na região e não era mudo. Talvez subornar loja por loja não fosse a ideia mais inteligente para encontrar dois perdidos em uma cidade grande, mas eu sinceramente estava sem ideias principalmente porque os becos do qual peruaria estariam aparentemente vazios sem sinal de nenhum dos dois fujões.


Sinceramente os dois estarem mortos ou sequer gravemente feridos era algo que não passava pela minha cabeça. Era mais provável o Aproximador ser um traidor - *Las Camp está cheio deles afinal...* - e ter fugido com Mia do que ele ter sido emboscado e capturado por um grupo péssimo de ladrões locais. O tal Agente B não era só um membro influente da Badmoney's e do Governo Mundial como também ficou quase um mês coletando informações do sargento Pou Pay sem que este desconfiasse... e convenhamos que enganar alguém poderoso por tanto tempo não é para poucos.


Logicamente que eu sou superior à ele em qualidades de luta e discrição. Mas eu tenho que dar o braço à torcer e admitir que ele tem seus méritos e não é à toa que ganhou parte de minha confiança - *O que é raríssimo! Portanto NÃO A DESPERDICE MISERÁVEL!!!*

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