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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada

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MensagemAssunto: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySex 02 Nov 2018, 18:43

Relembrando a primeira mensagem :

Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Ahab. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptyDom 20 Jan 2019, 12:55

A luta seguia dentro das expectativas, embora não tivesse previsto adequadamente as lâminas traiçoeiras dos inimigos, um gravíssimo erro meu, uma vez que já conhecia a natureza daqueles covardes. Caso alguma faca ainda estivesse presa ao meu corpo, arrancaria-a e jogaria no chão, sem demonstrar dor ou fraqueza, embora o aço contra a minha carne certamente provocava uma tortura dilacerante.

- Você chama isso de luta? - diria com raiva. Em seguida, manteria o martelo em frente do corpo, para que pudesse bloquear mais algum projétil caso fosse atirado contra mim, neste caso eu moveria a cabeça do martelo até o ponto em que eu fosse ser atingido, e balançando-o para que repelisse a arma. Assim que me aproximasse do inimigo, avançaria com um salto e buscaria o atingir de cima para baixo, esmagando-o com toda minha força, caso ele desviasse, eu ergueria o martelo novamente o mais rápido possível e o atacaria pela lateral, na direção em que tivesse se esquivado.

Sabendo do estilo escorregadio das hienas, não baixaria minha guarda, prestaria atenção nos arredores para ter certeza que nada viesse contra mim e se fosse esse o caso, interceptaria qualquer golpe oscilando meu aço contra o atacante, da forma que fosse mais ágil.

Por fim, avançaria novamente contra meu alvo, se ele ainda não tivesse sido derrotado, e dessa vez meu objetivo era o arremessar, atacando-o de baixo para cima na vertical. Se o derrotasse, levantaria-o pelo pescoço até que se aproximasse do meu rosto.

- Quem vocês pensam que são? - vociferaria, sem esconder o ódio. - Conseguem ser piores do que humanos. - e daria uma cabeçada, chocando meu crânio duro contra o dele. Era péssimo ter que atacar minks, mas o leopardo tinha razão. Existem minks bons e minks maus, estes certamente deveriam ser punidos com a mesma moeda.

Olharia ao redor para mensurar o estrago, caso a luta tivesse acabado. Esperava que a hiena revelasse algo pertinente, mas se terminasse tudo ali mesmo, voltaria para a forja, ver o que poderia ser feito a seguir.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySeg 21 Jan 2019, 11:01

Ahab



Meu macaco-porrete varria seus primos, tingindo de vermelho o palco de batalha. A situação cômica de eu espancando macacos com outro macaco me fazia carregar um sorriso no canto da cara impossibilitado de se completar devido à ferocidade da luta. - Vamos lá macacos, isso é tudo que cês têm? - Debochei, segurando, ao lado de minha perna, o cadáver mole como uma tira de couro puído. Entretanto, o que tem mais perna curta que a mentira é o deboche. Poucos segundos após a minha pergunta zombeteira dois vultos voaram para cima de mim. Estes me morderam no braço e na perna. Meus olhos estatalaram mais pelo susto do que pela dor. Mas o que eu não previ foi um terceiro ser que avançou covardemente por minhas costas e cravou seus dentes em minha bunda. Sim, na bunda! Meus olhos arregalaram-se mais. - Maldito! - Urrei, tanto pela surpresa como pela dor. A bunda - mesmo a de um gigante - continua sendo uma das partes mais sensíveis do corpo.

Esse desconforto transformou-se subitamente em impaciência. “Na bunda não! Na bunda não!” Exclamava em espírito, humilhado. Mas foi ai que tive a ideia da vingança perfeita. Sem pensar duas vezes, aproveitando que o macaco parasitava minha nádega, eu flexionaria meus joelhos levemente para frente, jogando a minha cabeça na mesma direção e então rapidamente voltaria com ela para trás, trazendo agora meu corpo junto, erguendo meus pés e caindo de bunda no chão, ou melhor, caindo de bunda no macaco. O meu objetivo era triturar o animal com meu peso para ensinar à sua tribo que não se morde a bunda de um gigante.

E sentado, eu colocaria o cano da pistola contra a cabeça do macaco em minha perna esquerda e dispararia mais uma vez. Após o tiro, daria três rápidos golpes com o macaco-porrete na cabeça do chimpanzé que me mordia o antebraço. Feito isso, eu me ergueria novamente, contando quantos macacos ainda estavam de pé.  

Vocês não desistem? - Cuspiria no chão. Inspiraria profundamente o ar e começaria então mais uma onda de golpes. Dessa vez o movimento do macaco-arma seria no formato de V. Eu o puxaria para perto da minha virilha e então o bateria contra meu ombro esquerdo; dai ele voltaria para frente da minha pelvis e logo voaria contra meu ombro direito. Esse movimento, parecido com o de um nunchaku, seria constantemente repetido, não pararia nem que meu braço doesse. E então eu voltaria a avançar contra os macacos que faltavam, correndo ao máximo que meu ritmo permitisse, tentando acertá-los seja com o avançar do meu corpo ou seja pelo meu macaco-nunchaku.

Caso algum golpe viesse ao meu rosto, usaria o próprio primata em minha mão esquerda, brandindo-o o mais próximo possivel de minha fronte tentando antecipar e aparar o golpe com seu corpo.

-Hector! Já podemos ir embora? - Exclamaria em meio à carnificina.

Tudo o que eu queria era me ver longe daquele inferno. "Macacos não me mordam!" Pedia, corrigindo o ditado pois quem o criou provavelmente nunca levou uma mordida de macaco na bunda.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySab 26 Jan 2019, 19:39


NARRAÇÃO
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Baldur


O mink sentia raiva, fúria era um sentimento recorrente em seu ser quando se tratava de humanos, mas sentir aquilo por Minks era de fato, desconfortável. Brandindo seu machado com maestria, Baldur conseguiu atacar a hiena risonha, jogando-a contra uma parede e assim, não demorou para que o osso duro de seu crânio, somado com os seus chifres, dessem uma poderosa cabeçada no alvo. A hiena caiu no chão, inconsciente com o baque em sua face e logo Baldur se voltou para a terceira hiena, a mais medrosa entre os três.

Baldur estava confiante de que os minks não eram grande coisa, tanto em tamanho quanto a  força contra ele. O último mink de pé logo pulou por uma janela e correu em direção a floresta. A mesma estava barulhenta, grunhidos e gritos eram ouvidos dali e Baldur tinha quase certeza que o som se tratava de macacos. Olhando pela janela, viu a Hiena adentrar a mata e correr para o norte, ainda faltava um alvo para completar a sua vingança.

Off:
 

Ahab


Indignado pelo fato do macaco escolher uma parte muito sensível e carnuda para morder, seu bumbum. Via-se mordido pelo animal, isso era inaceitável e, sem pensar duas vezes, levantou as pernas e com um pulo, jogou-se no ar na tentativa de sentar sobre o macaco que lhe mordia. É, de fato, levar uma mordida ali não era agradável, e como lutar sem machucar não era uma opção, Ahad deu uma ‘’bundada’’ no animal, caindo de bunda no chão. O tamanho do gigante e seu pulo fez o chão tremer ao redor da onde estavam, mas seu oponente havia finalmente desgrudar de suas nádegas. A sensação de alívio era instantânea, mas logo Ahab poderia sentir um ventinho sobre o local, se olhasse, veria que o animal havia rasgado suas calças, deixando sua bunda de fora.

Ainda faltavam outros macacos para lidar, assim, com a pistola em mãos, deu um tiro no macaco que agarrava sua perna, se livrando de todos ao seu redor com um movimento com o corpo do macaco falecido, Ahab pode notar que os animais começavam a recuar. Os humanos abaixo de si continuavam a atirar e assim, as criaturas foram para dentro da floresta em retirada.

- Os desgraçados estão fugindo! - Disse Hector em um grito triunfante enquanto seus homens gritaram atrás dele, comemorando. O homem logo se aproximou de Ahab, olhando para cima para encarar o gigante. - Está ferido? - Ele perguntou enquanto do meio da mata, um mink hiena surgia do nada, fugindo como se não houvesse amanhã. Hector foi rápido e mandou prender o mink, alguém como ele andando por aquelas bandas era muito suspeito. - Quem é você? Porque está fugindo da cidade assim? - O mink não respondeu e Hector dando de costas enquanto seus homens o amarraram em uma árvore, logo pediu para cuidarem do gigante. - Tragam um médico para ele. - Ele disse enquanto Ahab continuava a sentir um ventinho sobre sua bunda. A médica se aproximou do gigante e pediu para ver as feridas do gigante, se ele aceitasse, ela os trataria de forma profissional, até mesmo o de sua bunda.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptyQua 30 Jan 2019, 20:55

Ahab


O macaco-porrete afastou e amedrontou o restante dos primatas, que fugiram em bando. Me deixaram para trás sorrindo e com a bunda, provavelmente, do lado de fora. Uma brisa na região denunciava isso. Mas naquele momento eu não me importei, ergui ambas as mãos para cima e uivei. – VENCEMOS PORRA! – Meus dentes escancarados refletiam a alegria da vitória.

O lobisomem indagou sobre meus ferimentos e eu, abaixando os braços moles e cansados, respondi com certa fadiga: - Eles me morderam um pouco, mas nada demais... – E soltei o macaco e a pistola no chão, já que não me eram mais necessários.

Foi ai que um humanoide estranho, um cachorro meio desgastado, invadiu correndo o que até então era o palco de batalha. Talvez fosse o cansaço da batalha terminada ou a própria figura caquética daquele bicho, mas eu não me sobresaltei; limitei-me a observá-lo, com o rosto relaxado de indiferência e quando ele foi pego pelos seguidores de Hector eu passei a ignorá-lo completamente, voltando-me para a médica que se aproximava.

- Prazer, meu nome é Ahab. E o seu, flor? – Numa tentativa despretensiosa de cortejo, eu inclinaria a cabeça levemente para baixo. – Já vou pedindo desculpas... – Viraria a cabeça para a direita, tentando estalá-la. – Mas você vai ter que cuidar da minha bunda! BAHAHAHAHAHA! – Gargalhei, como se fosse um castigo, jogando a cabeça pra esquerda para completar a dupla de estalos.

E então ficaria imóvel, deixando que a profissional fizesse seu trabalho. Para passar o tempo, eu voltaria a olhar para o bicho feio que havia sido capturado. Buscaria o motivo daquela fuga afobada.

Terminada a cura, caminharia até Hector, ainda olhando para o capturado. – Ei, Hector... – Diria, sem desviar os olhos do cativo. - ...você sabe onde acho uma calça pra gigante por ai? – Perguntaria.

Para a comédia, um gigante de bunda de fora é obviamente perfeito. Até eu, o próprio gigante, vejo certa graça nisso. Mas por questões sociais não é inteligente viver desse modo. Vai que, num movimento exagerado, se revele aos minks o que existe dentro de minhas nádegas? Como eu seria capaz de olhar-los na cara depois disso? Morreria, no descuido, a situação cômica. O engraçado viraria tragédia, e das brabas. Com a calça eu evitaria isso. Pouco me importa, então, ser uma calça, uma sunga, uma tanga de folhas. Não ligo, pra mim tanto faz.

Qualquer coisa que escondesse o escondido seria recebida de braços abertos.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySab 02 Fev 2019, 16:59


NARRAÇÃO
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Ahab


A euforia da batalha era compensada com a alegria da vitória. O gigante sorria e comemorava a saída daqueles animais insolentes como se tivesse lutado contra alguém vinte vezes mais forte que si mesmo. Levantando os braços e gritando em euforia, Ahab agitava a terra abaixo de si, deixando os menores desequilibrados. Largando a Pistola e o macaco morto, Ahab avistou o mink hiena correr pela floresta em desespero, mas aquilo não era problema dele, então deixou quieto.

Respondendo ao homem que estava bem, Ahab se dirigiu até a médica do grupo, precisava dar um jeito naqueles arranhões em sua pele e especialmente nas mordidas que os macacos haviam feito… Em especial uma em um lugar muito carnudo e sensível. Ahab logo permitiu que a médica do grupo se aproximasse e de maneira cortês, ele perguntou o nome dela. - ME chamo Samantha, mas pode me chamar de Sam senhor. - Ela sorriu para ele de maneira gentil enquanto ele se explicava a respeito de sua nádega machucada. A mulher deu uma risadinha engraçada enquanto ele comentava.

- Compreendo, pelo menos eles não morderam lugar pior né. - Ela disse dando uma arregalada nos olhos e gesticulando com a mão a respeito do que se tratava. Estralando o pescoço, permaneceu quieto enquanto a médica aplicava algum tipo de pasta medicinal sobre seus ferimentos. Era gelado e Ahab sentiu seu corpo todo se arrepiar. Na hora de tratar de sua bunda, a médica disse de maneira engraçada. - Vira o bumbum pra tia agora. - Como se estivesse passando pomada na bundinha de um nenêm. Ahab sentiu o gelado na sua parte traseira, o que poderia tirar dele uma sensação estranha.

Após ser tratado, o gigante observou que o mink hiena havia sido capturado pelo grupo, e a única coisa que o animal dizia é que precisava fugir, que ‘’ele’’ viria atrás dele para matá-lo. Dando de costas, o gigante tinha uma tarefa melhor, precisava arrumar uma calça nova… Ou ao menos um remendo na atual, porque ficar sentindo o ventinho na polpa da bunda para sempre não era agradável...Para os olhos das pessoas abaixo de si, claro. Caminhando até Hector, o gigante logo perguntou se teriam uma calça para ele ou poderia arrumar uma para si. O homem passou a mão sobre o rosto e após verificar com uma pessoa, respondeu: - Então, não temos nada aqui do seu tamanho a não ser uma lona, acho que pode servir em você. - Ele disse enquanto duas pessoas traziam uma lona vermelha, provavelmente usada antigamente para alguma tenta. Antes que o gigante pegasse sobre o material, uma pessoa questionou Hector se era possível remendar a calça de Ahab, que gastaria menos tecido. Concordando, Hector pediu a calça para Ahab. - Se não se importar… Poderia deixar a calça para meu subordinado costurar? - Perguntaria, se o gigante aceitasse, poderia usar algumas folhas para cobrir as partes enquanto o funcionário costurava um tecido acima de sua calça em formato de coração, que era o formato do rasgado, dando uma aparência engraçado a traseira de Ahab, que agora tinha um coração na parte traseira.

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySeg 04 Fev 2019, 22:48

Aquela breve batalha parecia chegar ao fim com a derrota das hienas, exceto pela que covardemente fugia. Não a culpava, é claro, mas era tarde para reparar os danos causados e instintivamente disparava em sua direção, pois minha fúria era alimentada com as macetadas e detestava um trabalho interminado. Era como forjar uma espada sem terminar a bainha.

Caso perdesse o contato visual, usaria de meu olfato para farejar o maldito. Sangue covarde era fácil de detectar. Pesadamente correria pela floresta sem me preocupar em manter qualquer discrição, queria me impor da maneira que fosse.

- Mas o que. - minha busca dava para um local que provavelmente eu não conhecia, mas olharia atentamente para cada um dos presentes. Haviam minks de diversos tipos, nada de extraordinário, exceto por uma figura que se destacava pelo seu tamanho monstruoso, incluindo os glúteos expostos. Apesar da impassividade, não deixava de expressar um ligeiro espanto. Haviam poucas coisas que eu não estava habituado, e uma delas era ter que erguer o queixo para fitar algo ou alguém, dado meu tamanho bem acima da média dos outros minks. E aquele sujeito justamente me obrigava a isso.

Parecia um humano, mas eu sabia que não era. Longe disso. Apesar da anatomia semelhante da raça que eu tanto desprezava, a estatura era incomum, provavelmente dava dois de mim.

"Um gigante." - pensaria comigo mesmo. Havia um deste no circo em que fui aprisionado tanto tempo, o picadeiro abria espaço para todas as aberrações (como se os humanos não fossem a pior delas) que o dono colecionou ao longo de suas expedições escravocratas. Entre eles estava Oni, o gigante de pele escura e jeito desleixado, cujas algemas precisavam ser tão grandes e fortes quanto as que prendiam meus punhos e calcanhares. A empatia era imediata, talvez pelas histórias parecidas e outras semelhanças, contou-me muito a respeito de sua raça e ilha natal, cujo nome esquisito eu já me esquecera. Oni foi crucial para minha fuga e de outros, mas não sei mais nada sobre seu paradeiro desde então.

Por um segundo cogitei que ele estivesse diante de mim, talvez alguns anos envelhecido, cabelo maior e barba descuidada, mas era claro que se tratava de outro gigante. As memórias revoavam em minha mente feito um espelho onde observava os ausentes, fazendo-me esquecer por alguns segundos da hiena.

A hiena. Estava amarrada e feita de prisioneira daquele grupo desconhecido. Minha raiva facilmente me levaria a esmagar o crânio da infeliz ali mesmo, naquele estado, porém as distrações ao meu redor, junto com as memórias, levava-me a adotar outra postura.

- Não sei quem são vocês, mas aquela coisinha miserável ateou fogo na minha forja. Se ela é prisioneira de vocês, acredito que não estão do lado dela. - buscava retomar a calma, eu não podia enfrentar todos ali ao mesmo tempo. - Quem são vocês?

Aguardaria por algum esclarecimento, sem perder a postura e com o martelo em punho. Ainda havia meus ferimentos das facas, mas não podia demonstrar fraqueza. Quando fosse conveniente eu daria um jeito nisso.



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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptyTer 05 Fev 2019, 11:18

Ahab


- Hmm, não me importo não. – Respondi à sugestão de Hector, puxando as pontas do lábio para baixo em um beiçinho. – Pera ai que eu já te dou ela. – Disse ao homem que a costuraria, olhando em volta e procurando por algo grande o bastante para me cobrir. Ao encontrar tal coisa (árvore, pedra, barranco...)  correria pra atrás dela. Escondido, tiraria minha calça e a arremessaria do outro lado do esconderijo. – Se eu fosse vocês eu não viria aqui não hein! BAHAHAHAHAHA – Gargalharia, colando minha virilha contra o local no qual eu estaria escondido.

Esperaria pelo fim do remendo ali, pelado da cintura pra baixo, sem poder me mexer. A sensação de medo começaria despontar em mim. Um medo de um maldito mink se esgueirar e ver o que não devia ser visto. A situação era pior, até porque a bunda, enquanto fechada, não oferece perigo. A outra coisa, no entanto, não dá pra fechar. Por isso eu esconderia ela pressionando-a contra a superficie do que me cobria, apesar de saber que só isso não seria o suficiente. Bastava um curioso querever ver que ele veria. E quanto mais eu cogitava isso mais a angústia ia crescendo como um mal estar em meu estômago.

Ficaria tão imerso no receio que eu mal perceberia o novo sujeito entrar em cena. Só captaria sua presença quando ele falasse, com sua voz grossa, em minhas costas. Meu corpo teria um espasmo: eu ficaria na ponta do pé, os músculos da bunda se enrijeceriam e minha mão agarraria com força o bolso em meu peito onde estava a fotografia de minha vó. Um sopro de gelo subiria pela espinha. Ele tinha visto, ao menos, minha bunda. Eu rezava para que ele não tivesse visto o resto. “Vó, não deixa ele ver...” pedi, como se a velha do além pudesse fazer alguma coisa.

O desenrolar da conversa indicaria, pela falta de surpresa nas palavras do desconhecido, que ele não havia visto o que eu não queria que ele vesse. – Ufa... – Soltaria o ar pela boca, eliminando toda a tensão de meu corpo.

E esperaria a calça remendada ainda sem mexer o corpo, ouvindo tudo o que tinha para ouvir nesse meio tmepo. Quando a calça chegasse, vestiria-a rapidamente e sairia de trás da pedra em passos lentos.  

Então Hector, o que vamos fazer com esses dois? – Cruzaria os braços, franzindo o cenho e o rosto inteiro numa expressão artificial de malvadeza. Queria intimidá-lo com a minha carranca a não fazer nenhum comentário sobre o que ele viu ou deixou de ver. Ao mesmo tempo em que eu queria uma resposta sobre a ocasião, eu também não queria. Apostaria, por fim, em silenciar ele com a ameaça de minha ira que, em minha face franzida, estaria só na aparência. Na minha essência, o que havia era um medo, medo dele contar para todos sobre o negócio.



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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySeg 11 Fev 2019, 13:41


NARRAÇÃO
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Largado e pelado, Ahab retirou sua calça, entregando o gigantesco tecido ao costureiro enquanto se escondia atrás de algumas folhas de bananeira que havia encontrado. O ventinho frio que passava por suas nádegas era um tanto estranho, já havia esquecido como era a sensação de estar tão vulnerável daquele jeito, especialmente pela parte da frente. Não seria legal as senhoritas presentes ficarem traumatizadas com o tamanho de seu… Instrumento. O gigante teve a sorte de encontrar algumas pedras para se esconder, e assim o fez, não notando a presença ilustre de um mink bode que se aproximava a passos fúriosos do acampamento.

Baldur estava em perseguição, a vingança não era completa se todos os responsáveis não fossem punidos, em sua mente, não havia outra alternativa se não a de conseguir o sangue daquele mink covarde. O mink teve uma pequena surpresa ao avistar um homem mais que a si próprio, normalmente ele era o gigante do rolê, mas daquela vez se deparou com um sujeito que lembrava seu velho eu, quando ainda fazia parte do circo. Gigantes eram, a grosso modo, perseguidos e maltratados. Olhar para a alta criatura o fazia ter lembranças boas e ruins… Mas ainda sim, precisava manter o foco.

Andando um pouco mais, Baldur viu a hiena ser capturada e não demorou dois minutos para vir tirar satisfação. - É ELE, ELE VAI MATAR TODOS NÓS. - Gritou o mink hiena em desespero. Ao verem Baldur e a barulheira da hiena, os homens foram em cima de Baldur, que tentou se defender até levar um dardo sonífero sobre sua pele. O grande mink caiu no chão em um sono profundo.

Logo o gigante perguntou o que seria feito com ambos os minks que agora se encontravam amarrados. - Temos de seguir em frente… Fique aqui e tome conta desses dois, nós vamos na frente para abrir caminho. Você é o único que aguentaria parar esse bode. - Disse o homem, mobilizando seus homens a seguir em frente. Assim, Ahab ficou sozinho em meio a clareira junto aos dois minks, a hiena estava assustada e o bode começava a acordar, percebendo que estava amarrado próximo ao seu rival e sendo vigiado pelo gigante.

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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptySeg 11 Fev 2019, 19:55

Ahab



Sobrou para mim a tarefa de cuidar daqueles dois seres estranhos. Sentado eu os  observava com um sorrisinho faceiro no canto do rosto. - Cachorro, pare de frescura, ele nem acordado direito está! BAHAHAHAH! - Gargalhei ao ver a tensão na qual o cão capenga estava. O bode, em contrapartida, estava grogue de algum veneno que haviam injetado nele. Vê-lo assim fez sumir qualquer desconforto em relação a ele ter me visto ou não pelado. A fragilidade era agora dele, estava caído que nem um pedaço de bosta. Completamente a mercê de minha pessoa. Isso nos colocava como iguais.

Por não haver, no momento, qualquer chance de um assassinato entre os dois eu deixei-me abstrair da situação, meio que sem perceber, mergulhando solitário em meus pensamentos.  

'Por que ele pediu pra eu ficar aqui?' Me indaguei. Não fazia sentido o Hector ir levar as armas e depois voltar para nos buscar. Eu poderia muito bem arrastar os dois até o esconderijo, até porque o bode, que provavelmente seria o mais problemático deles, está praticamente dormindo. 'O que aquele lobisomem está planejando?' Cruzei os braços e olhei para cima sem mexer a cabeça. 'Será que ele não quer que eu volte agora? Hmmm é, pode ser isso. Talvez ele queira ir na frente para mudar o barco de localização. Assim eles asseguram que eu fique mais tempo com eles, merda...' Essa excursão com o Hector poderia ter sido uma maneira de provar minhas habilidades, e agora que elas estavam provadas eles fariam de tudo para me manter do lado deles até o dia do massacre. 'O que é faço?' O indicador e o polegar seguraram o queixo, intensificando ainda mais minha pose pensadora.

O fato do bode estar gradualmente recobrando a normalidade me tirou daquele transe da imaginação. Olhei prisioneiros e a resposta da minha pergunta veio como se neles estivesse.

- Ei, o que vocês acham desses caras que lutam pra juntar vocês e os humanos? - Perguntaria, descruzando os braços e colocando ambas as mãos no chão. - Não precisam ter medo de mim, podem falar! Eu só estou com eles por um tempo... Eu mesmo, por exemplo, acho eles uns idiotas! BAHAHAHAHA!- Gargalharia, tentando mostrar para eles que eles estavam livres para serem sinceros.

A pergunta era uma forma de medir o quão amistoso eles eram com o grupo de Graham. Se eles fossem contrários aos ideias daquele grupo, eu só tinha que promete-los a liberdade e em troca pedir que mostrassem uma rota alternativa para além da gruta onde o barco (provavelmente) estava. Se fossem simpatizantes, deveria matá-los ali mesmo e então regressar em linha reta para gruta, atropelando qualquer um que estivesse no meu caminho. Como a primeira situação era mais tranquila, queria fazer de tudo para que ela funcionasse.

Não fazia nem um dia que eu estava naquela ilha e ela já começava a me saturar. Não sei se era o calor, a paisagem repetitivamente selvagem, os animais malucos. Mas alguma coisa - ou um conjunto de coisas - me infligia com um tédio tremendo. 'Era pra eu estar na Grand Line uma hora dessas...'Bocejei, esperando a resposta do corno e do desmilinguido.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptyTer 12 Fev 2019, 21:03

O que eu mais temia era precisamente o que se desenrolava. A hiena, por mais que estivesse amarrada, fazia parte daquele grupo que imediatamente se voltava contra mim. A luta por si só jamais seria justa ou limpa, dada a quantidade de adversários na minha direção, mas como se não bastasse isso, a situação era fechada com chave de bosta, pois algo era atirado na minha direção, e após isso tudo ficava escuro.

Muito escuro.

Raramente eu sonhava. Quando acontecia, não passava de pesadelos disformes retratando traumas do passado. Não lembro exatamente o que minha mente formara durante a escuridão, mas certamente eram imagens desconexas da difícil época da escravidão circense. Sonho e realidade se misturavam, e eu não tinha certeza de mais nada. Seja lá o que corria na minha corrente sanguínea, era bem forte.

Oni estava ao meu lado, só podia ser ele, o grandalhão do circo que tanto havia aliviado meu sofrimento com suas palavras e companhia, até pouco tempo eu estava no picadeiro, preso, quanto tempo havia se passado? Anos? Minutos? Não sabia muito bem, estava grogue e tudo que minha mente projetava era a figura do velho companheiro ali.

- Que meeeeeehhhhhhhrda é essa? - forçava-me a dizer, desentendendo de tudo. - ONI... Oni é você, não acredito que vocêëe tá vivooo0oo... - não sabia que tom estava usando, se eu sussurrava ou berrava, mas estava emocionado. Lágrimas caíam descontroladamente, chorava como nunca antes. - Eu to tão feliz... beeehh.... ONII!!!!! Onde você tavaa??? - sentia minha cabeça pesada, portanto tinha dificuldades de fixar o olhar no ponto que fosse, ainda mais porque as pálpebras pesavam igualmente. - ONDE É ISSO ei peraí, essa hiena do inferno. Você tentou me matar e o velho...

- Ei, o que vocês acham desses caras que lutam pra juntar vocês e os humanos? - Oni me perguntava, fazendo-me esquecer da hiena.

- Como se você não soubesse. A maior bobagem é claro. - respondia irritado. - Humanos são um saco, por mim que todos fossem pro inverno... inferno. SIM ELES SÃO UNS IDIOTAS!!! BEHEHEHEHEHHE ONI É ISSO AÍ!!! EEI por que estou amarrado? POR QUE TÔ AMARRADO? - de repente, a ideia de estar aprisionado me desesperava profundamente, sentia meus músculos tremerem, aquilo me remetia demais aos tempos de escravidão, despertando a angústia somada ao ódio, ambos amenizados pela anestesia, mas ao mesmo tempo era sufocante.

Faria o máximo de força possível para me livrar das cordas, empurrando-a com meus músculos na medida do possível. Caso conseguisse, respiraria fundo para retomar a consciência, e se nada adiantasse insistiria para que o gigante me ajudasse e ouvir o que ele tinha a dizer.



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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 4 EmptyQua 13 Fev 2019, 09:25


NARRAÇÃO
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Os olhos pesados do Mink logo se fechavam em um profundo sono. Não sabia exatamente por que os Humanos o haviam atacado. Mas em seu descanso momentâneo, se viu novamente no Circo só que de uma maneira boa. Os pesadelos antigos foram substituídos por um sonho belo, uma cena de seu passado que agora repousava apenas em sua memória. Viu o grande amigo gigante, Oni e seu jeito engraçado e sorridente de ser, era o único amigo que realmente lhe fazia falta. Aos poucos, Baldur se voltava a realidade, estando meio atordoado e confuso pelo sonífero. Enquanto o Mink estava dormindo, o gigante se questionava do porque realmente estava num local como aquele, sendo ordenado para que cuidasse de algo que ao todo, não se importava.

Ao ver Baldur abrir os olhos e começar a balbuciar algo  a respeito de um tal de Oni, pode ter certeza que não era só sonífero que colocaram naquele dardo. O mink falava mole e logo tomava reconhecimento da realidade, quem estava ali não era Oni e sim um outro gigante, o mesmo que tinha tido o infortúnio de ver a bunda para fora. Ao olhar pro lado, viu a hiena que queria atacar. A mesma estava assustada. - Eu não fiz nada!! Meus irmãos que tiveram aquela ideia! Eu apenas estava em casa quando eles foram aprontar!! - Disse a hiena, sua voz era amedrontada e talvez Baldur considera-se que ela dizia a verdade… Ou não. O mink logo ouvia o gigante comentar que os humanos que o amarraram eram um grupo de idiotas. Baldur concordava, chamando o gigante de Oni. Ahab ouvia as palavras do Mink e via sua tentativa de tentar sair dali que era em vão, estava muito bem amarrado e só se soltaria com ajuda externa.


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