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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada

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Mephisto
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MensagemAssunto: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptySex 02 Nov 2018, 18:43

Relembrando a primeira mensagem :

Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Ahab. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptySeg 31 Dez 2018, 13:28


Narração : 09

Ahab

No momento em que Ahab perguntava sobre o barco Graham e Hector se entreolharam, afinal agora já sabiam da procedência pirata do gigante, mas não confunda com falta de confiança, era mais algo como uma reação inconsciente em se preocupar com a validade do trato antes feito, mas se quisessem uma parceria efetiva os mink não tinham nada a esconder, fora o lobo o qual respondeu a pergunta.

- É uma pena que você não consiga ver com os próprios olhos, mas essa entrada na verdade é apenas a saída de uma gruta que está conectada ao mar, o barco está lá dentro, talvez você até consiga ver se for pelo outro lado das montanhas, mas ainda não é a hora, é perigoso com os Radicais ainda alertas. - Ele dava uma pequena pausa apenas para se lembrar de algo que talvez fosse revelante ali. - É uma boa embarcação, demos sorte de conseguir ela, ainda precisa de uns reparos, está meio danificada, mas estará pronta na hora correta não se preocupe. Attros está cuidando dela, ele é um ótimo carpinteiro. - Finalizou fazendo um sinal positivo com o polegar.

Em seguida o questionamento era sobre Malcárques, e era o macaco que tomava a frente dessa vez.

- Ele era um velho mink que servia de guia para nossa comunidade, era de fato muito sábio, iniciou as palavras de igualdade entre os animais e humanos, todo o MIR existe graças a ele. Infelizmente fora morto pelos planos de um da nossa espécie recentemente, a culpa foi toda jogada em um humano, este fora executado na hora e desde então os radicais vem ganhando moral dentre a população. - Enquanto falava, era perceptível uma certa tristeza no olhar de Graham, muito provavelmente fora próximo do sábio. Por fim, a última pergunta de Ahab, e era ainda o macaco que explicava enquanto as outras duas minks trazidas para servir o gigante se retiravam.

- Bom, nosso foco principal é impedir essa execução pública dos humanos, só isso já deve bastar para baixar a moral dos radicais e acalmar a população, nem todos os apoiam sabe, os minks na verdade só estão com medo. - Ele dava uma pausa e olhava brevemente para a raposa. - Eu concordo que raramente algo de bom pode vir de um conflito armado, mas as vezes é a única opção, ou então aqueles ao nosso redor não acordarão para a realidade nunca. - Grazi ainda parecia incomodada, mas não tinha como refutar tal fato, seria apenas teimosia, dito isto ela apenas fechou os olhos meio cansada de tudo aquilo e então adentrou a caverna.

Façam o que acharem melhor então”, disse meio de birra. Deixando então para que Graham terminasse sua palavra.

- Como eu ia dizendo… Os que nos apoiam não são de fato os melhores lutadores, diferente das radicais que pregam a violência e superioridade mink acima de tudo, especialmente aquele gorila incrivelmente grande que você deve ter conhecido antes, não temos como parar um monstro daquele.

- E é aí que você pode nos ajudar grandão. - Interrompeu Hector. - Se conseguirmos ao menos abrir passagem e segurar os radicais enquanto os outro soltam os humanos, a vitória é nossa.

- Agora mesmo Hector está indo buscar algumas armas que podem nos ajudar. - Complementou o macaco. - Se puder ajudar ele com isso seria de grande ajuda também.

Baldur
Um pouco mais cedo no mesmo dia...

A manhã de Baldur se iniciava de forma usual, um tranquilo passeio até as partes altas de Kyanon Island, de lá era possível observar uma parte da ilha com certa facilidade, mas não era só o interior, pois também era um ótimo lugar para observar internamente, e quando digo isso falo de auto reflexão, talvez aquele fosse o lugar que o mink bode fosse para desestressar, quem sabe pensar o por que diabos ainda se encontrava naquela ilha, muito provavelmente a espera de um empurrão. Mas deixando isso de lado, uma vez que não se pode definir o que se passa na mente de Baldur, vamos ao menos mostrar o que se passou em seus sentidos.

Um pouco ao longe, se aproximando da ilha, era possível ver uma pequena embarcação atracando, normalmente não chamaria atenção alguma, e talvez nem mesmo poderia ser vista a distância, mas o que roubava os holofotes era uma de tamanho considerável em cima do veículo. Uma movimentação na floresta também era notável, passos pesados vinham de dentro da selva, e não demorou muito para o som de tiros ser projetado até as orelhas do bode, algum conflito estava acontecendo, o que na verdade era normal nos últimos dias de Baldur.

Ele sabia - sendo um morador do local - que um certo escândalo corria pela ilha, Marcárques, uma figura importante da sociedade mink parecia ter sido assassinado por um humano, e desde então uma retaliação se iniciara, com radicais sedentos pela superioridade mink se livrando de qualquer não animal na ilha. Algo que também poderia vir das memórias de Baldur eram as palavras de seu mestre, o velho leopardo tinha convicção que aquilo tudo estava errado, humanos e minks não deveriam brigar de tal forma, e que o assassinato do velho guru muito provavelmente havia sido uma armação.

Isto posto, ali perdido em pensamentos, o mink finalmente se lembrava de algo importante, uma tarefa passada por seu mestre que não só era seu dever como discípulo como também interesse próprio. O Mink desceu até a “cidade” e lá só confirmou mais uma vez a situação caótica que se passava. Os radicais, antes um grupo recluso, uma minoria sem muito poder, agora se manifestavam nas ruas abertamente e demonstravam sua violência justificada pelo apoio moral do povo, cartazes com o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de uma besta cruzada por garras representavam o movimento, traziam mensagens como “ajude-nos a exterminar a praga”, “Supremacia Mink”, “Colocaremos os humanos em seu devido lugar”, dentre outras. Era quase como se eles tivessem assumido o poder da ilha, não em questões políticas mas sim ideológicas.

Passando pela Old Tree, Baldur avistava a região no qual se encontrava um cárcere aberto de humanos, expostos ao ridículo para que quem passasse jogasse objetos ou xingamentos, havia também um certo rumor correndo pelo local, rumor este que dizia que tais humanos não seriam mantidos ali por muito tempo, que seria bom aproveitar o quanto dava, pois em dois aconteceria uma execução pública. Obviamente que nem todos concordavam com isso, também era possível ver minks que evitavam o local, protestavam contra e até tentavam convencer terceiros de que aquilo estava errado, mas acabavam sendo ridicularizados pelos Radicais que os chamavam de “Humanistas”.

Após caminhar mais alguns minutos Baldur chegava a um pequeno estabelecimento bem abaixo da grande árvore, parecia um armazém em geral, lá continha comidas, materiais medicinais, de uso comum dentre outras coisas. Conhecendo bem o local Baldur se dirigia prontamente para o balcão onde era recebido por um Mink cachorro bem velho.

- Ooh, bom dia garoto, já faz um tempo que não lhe vejo, como tem passado? - O pedido pelo material era feito, quando o dinheiro era posto a mesa e o nome de Gulin era citado era possível notar um certo descontentamento e cansaço no velho cachorro. - Ainda com aquele leopardo fanfarrão? - Ele pegava os Berries e os pesava na mão, como se medisse o valor e indicasse escassez. - Você sabe que ele ainda me deve o pagamento do mês passado certo? - Dizia com um olhar meio triste por alguns segundos antes de suspirar bem profundamente. - Ok! - Recolhia então o pagamento e dos fundos da loja trazia uma algibeira com alguns lingotes de ferro dentro. - São tempos difíceis, vou lhe fazer esse favor dessa vez. Agora caia fora daqui! - Finalizou meio carrancudo.

Uma vez com o material em mãos Baldur partiu em direção a sua casa, ou melhor, oficina, chegando lá o local estava surpreendentemente vazio, o local se dividia em basicamente três partes, a entrada, com uma pequena recepção e uma parede aberta que levava até a segunda parte que se tratava da oficina, e em seguida uma porta que levava para o resto do que deveria ter uma casa. Lá se encontrava os materiais de uma forja completa, e enquanto guardava os materiai em seus devidos lugares checava que havia o suficiente para forjar seu estimado martelo.

Um barulho vinha da porta, era um velho leopardo com roupas de tecido e uma prótese de metal na perna esquerda, Gulin, o mestre de Baldur. Ele mancava para dentro carregando uma figura encapuzada no qual levou até um banco um tanto oculto dentro da oficina, por dentro dos pano, o mink bode podia observar que se tratava de um humano velho, em um estado entre a consciência e o desmaio.

- Bom dia Baldur! - Dizia um tanto empolgado até. - Não se preocupe com detalhes, acenda as Fráguas que eu tive a ideia para uma nova arma que vinha projetando. - O bode então fazia seu pedido, recebendo uma resposta quase que imediata e brincalhona. - Oooh, então meu bodinho está crescendo? Querendo fazer a própria arma? Kakakaka. Muito bem, acenda duas então, vamos ter trabalho hoje.




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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyTer 01 Jan 2019, 19:58

Ahab


Mastigando eu escutava suas respostas. Quando terminaram eu bati com a mão esquerda em minha coxa, enquanto os dedos direitos lutavam para tirar um fiapo da polpa que havia se prendido entre os dentes. - Clalo qui ayudo. (Claro que ajudo) - Tiraria então aquele resíduo de minha boca e arremessaria-o para longe com um peteleco. Então colocaria-me de pé num pulo, apoiando as mãos nas coxas se necessário. - Ah, o coco estava maravilhoso. Espero que tenha mais quando eu voltar. - Sorriria para Graham, numa tentativa de mostrar que aquilo não era um desejo retórico. - Bora? - Bateria uma palma, depois esfregando as mãos para limpá-las.

E então o seguiria.

A análise das respostas que eles haviam me dado seria essa caminhada. “Então Graham não é Malcárques…” bem, isso me decepcionou um pouco. Por um momento achei que aquele velho era um mestre da intriga, um sujeito misterioso com três identidades, mas no fim eu só estava exagerando. No entanto, eu ainda manteria minha guarda alta em relação a ele. Até porque aquela estranha história de um outro exército era uma incógnita que empurrava o sucesso do meu plano de fugir com o barco ainda mais para o campo da incerteza.

Falando no barco, olha, a informação que eles me deram foi ótima. Arrisquei-me em perguntar tão cedo sobre, mas foi um risco bem recompensado. Agora tudo o que eu teria que fazer é dar tempo ao tempo. Se a história do carpinteiro for verdade, se eu fosse cedo e encontrasse um barco estragado meus planos iriam por água abaixo e eu estaria isolado na ilha, inimigo de todas suas forças. Então o melhor era esperar e aproveitar uma abertura. No que consigo pensar agora,  o dia da execução é o que mais se parece essa tal abertura.

Ah, e se tinha qualquer chance de eu me sentir mal por estar traindo esses idealistas, bem, elas morreram quando eles me contaram o meu real papel nesse plano todo. Idiotas, falar para alguém que ele se sacrificará enquanto vocês salvam o dia não é a melhor forma de convencer ele a participar dessa maluquice. Mas é aquela coisa, eles acham que me enganam e eu fingo que acredito, pois sei que eu serei aquele que rirá por último.

E dando um sorrisinho de canto de rosto eu pararia a análise. Meus olhos procurariam à minha volta por perigos camuflados naquele ambiente selvagem. Depois seria Hector a vítima de minha vigília, observaria se ele era forte, se carregava armas e também como ele se portava. Andava desconfiado ou seguro? Analisaria essas coisas mais por diversão do que por necessidade. Mas qualquer coisa que eu descobrisse sobre ele poderia me dar um vislumbre de possíveis intenções camufladas contra a minha pessoa. Sim, nós, traídores sem escrúpulos, esperamos traições de todos, até daqueles que vamos traír. É um jogo tenso de quem atira primeiro. Então eu faço de tudo pra ter certeza que o primeiro gatilho puxado será o meu. Na pior das hipóteses, esses esforço serviria só para preencher o tempo vazio daquela andança.

Em algum momento no meio do percurso eu quebraria o silêncio. - Ei, Hector, vou te fazer uma pergunta mas não me leve a mal, ok? - Sorriria sem abrir a boca. - Comigo fora da ilha, o que impediria eles de massacrarem vocês? - Agora meus dentes superiores estariam à mostra. Minha natureza peçonhenta adora provocações, então eu não pude deixar essa oportunidade de lado. Vamos ver o que o cachorrinho tem a me dizer.



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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyQua 02 Jan 2019, 22:56



Kyanon Island testemunhava alguns momentos turbulentos que quebravam a rotina da ilha. Eu observava tudo atentamente, as manifestações que ganhavam voz e força, dividindo-nos em relação aos humanos. O que me impressionava era que pela primeira vez os minks pareciam finalmente querer exercer sua soberania por direito, mesmo que em escala regional possivelmente por influência de Shizuka, que não permitia que nossas questões fossem além-mar.

Eu não escondia meu contentamento. É completamente natural e justificável que anos de repressão se convertessem naquele espetáculo de justiça, embora parecesse simples vingança aos olhos dos minks mais simplórios, eu não tinha dúvidas de que os humanos estavam tento o que mereciam pelo que fizeram ao meu povo por tanto tempo, sobretudo recentemente por Marcárques. Ainda assim, eu não desejava tomar parte de nada daquilo diretamente, a não ser que me levasse ao meu objetivo de deixar a ilha. Ao menos saberia que meus irmãos mink estavam seguindo na direção correta.

Eu pagava ao velho cão, ainda que incomodado com o fato de Kambi de não ter deixado seus velhos hábitos da fanfarrice. Por mais que não fosse problema meu, sentia-me um pouco responsabilizado por ser seu aprendiz. Entretanto não faria nada, já que o lojista praticamente me expulsara.

Cumprimentava meu mestre normalmente, e como esperado ele me cedia material e espaço para realizar meu próprio projeto. Estava pronto para acender a fornalha, mas meus olhos se fixavam em algo que por pouco eu não notara e tal visão me distraía das últimas palavras do leopardo, que ecoavam sem sentido enquanto sentia meu punho se fechar.

- Gullin, eu não aceito isso. - vociferaria, extremamente sério. - Não na MINHA casa! Eu simplesmente não aceito que um humano esteja aqui! - elevaria o tom da voz cada vez mais. Considerava aquilo um ultraje, uma piada de mau gosto, um desrespeito vindo do meu próprio mestre, na minha própria casa, embora não fosse mais minha por direito. - Não no teto que cresci pra ser tirado por esses desgraçados, pra ser feito de escravo e espetáculo! ISSO É INACEITÁVEL! - andaria na direção do ferreiro, impondo-me a cada passo e fechando cada vez mais o semblante. Sentia minhas narinas dilatadas e meus punhos apertados próximo do insuportável, sedentos por esmagar o crânio daquele sujeito desconhecido, que pertencia à raça que trouxe todo infortúnio de minha vida. Sentia-me traído e apunhalado pelo leopardo, sabia que o velho tolo compactuava com algumas ideias pacifistas e "humanistas", mas trazer um desses vermes ultrapassava qualquer limite. Meu ódio beirava o incontrolável, sentiria minha mão direita fazer um gesto que não saberia decifrar de imediato, talvez apontar o dedo para o focinho do ferreiro e gritar "humanista!", ou até ataca-lo, mas tal ideia era justamente o que me forçava a recuar. Eu não podia deixar minha fúria tomar conta de mim novamente, sobretudo contra o mink que me acolhera em meu retorno para Kyanon.

Respiraria fundo antes de afrouxar o punho e recobrar minha sanidade. Era difícil manter controle sobre o ódio, para isso evitaria de olhar diretamente na direção do humano maldito e focaria fixamente os olhos vermelhos para os de Gullin. Lentamente reduziria o tom da voz. Minha boca se mexia lentamente, hesitante em pedir desculpa. - Sinto muito. - enfim diria. - Mas eu... - daria uma longa pausa. - ... simplesmente não aceito. - não era possível que Kambi se esquecera de tudo que eu o contara sobre os anos de tortura em uma ilha distante. - O velho cão disse que o senhor não pagou as compras do mês passado. - Não sabia ao certo porque dissera isso, talvez não o quisesse confrontar mais e diria isso com total naturalidade, retornando às fráguas.

Meu semblante não esconderia o que se passava em minha cabeça, pois isso era impossível. Precisava digerir aquele amargo na boca, arrepiava-me de ódio ao saber que compartilhava o mesmo cômodo de um humano de maneira tão casual. Entretanto, acenderia as fornalhas, separando os metais e posicionando os materiais em seus devidos lugares. Sim, era a forja que me libertaria da fúria, cada martelada levaria um pouco de minha cólera. Enfim, faria meu martelo seguindo todos os procedimentos necessários, e auxiliaria o leopardo com o que ele pedisse, entretanto sem trocar muitas palavras.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyQua 09 Jan 2019, 10:35


Narração : 09

Ahab

Ahab não precisou pensar muito para para aceitar o pedido, em fato, sua resposta fora quase que imediata enquanto acabava por completo com aquele coco, tal ato também não poderia satisfazer mais os membros do M.I.R, o Cabo Graham não continha seu sorriso maluco, como se estivesse planejando ou imaginando algumas coisas.

- Isso é ótimo! Conto com vocês então, voltem seguros!

- Claro, não precisa se preocupar. - Respondeu Hector confiante. - Não é a primeira vez que eu faço isso, vamos lá grandão, nosso carregamento está lá nas montanhas. - A após andar alguns passos com Ahab logo atrás, o logo finalmente se dispôs a perguntar. - Na verdade, acho que nunca disse seu nome. Ou estou ficando maluco? Hahaha. De qualquer forma, como prefere ser chamado?

O caminho parecia tranquilo, apesar de andar pela mesma floresta no qual antes corria por sua vida, ainda que em uma região diferente, Ahab não sentia ameaças ou escutava sons muito diferentes da natureza comum. Seu principal alvo de estudo no entanto - Hector - trazia consigo algumas informações interessantes.

O lobo não aparentava carregar consigo uma arma, seu andar no entanto era confiante e sua postura indicava segurança, suas roupas sociais, desde sapato a camisas estavam um pouco desgastados, provavelmente por tanto andar pela selva ou quem sabe fazer algumas guerrilhas, ainda assim, a primeira vista, não aparentavam ser resistentes para combate e muito menos esconder algo perigoso. Analisando um pouco mais a fundo, suas unhas apesar de pontudas eram curtas, porém essa área era um pouco desgastada na ponta dos dedos, o que poderia indicar que ele afetava naquela região com frequência, talvez com trabalhos manuais ou quem sabe era algum desgaste causado por uma expansão e contração das garras. Ainda nos dedos, Ahab notava que eram um pouco chamuscados, sujos com algo escuro, talvez fuligem ou pólvora, e por fim, a última pista corporal que o mink passava, sua passava esquerda mais forte juntamente com um desgaste maior no sapato desse mesmo pé, fato que indicava que aquela era sua perna de apoio, muito provavelmente sendo alguém destro.

No meio do percurso, já adentrando as montanhas, Ahab deu uma pausa para fazer sua pergunta provocativa, era quando Hector pausava seus passos por um instante, olhando bem para o rosto do gigante e respondendo com um sorriso aberto no canto de seu rosto mostrando os caninos.

- Nada… - Respondia curto e grosso. - Em uma luta direta seríamos massacrados na hora. É claro, isso no modo mais burro de lutar, sempre há outras formas de ganhar essa guerra, afinal matar todos não é o nosso objetivo e sim o deles, enquanto conseguir evitar isso estaremos sempre na vitória. Tenho certeza de que seguiríamos um bom plano, sua aparição foi como um bônus. - Hector então dava uma pausa, olhando bem nos olhos de Ahab. - Claro, que se você apenas fosse embora nós daríamos um jeito, mas se fosse prejudicando um dos nossos, então eu não perdoaria quem quer que fosse. - Concluiu com uma determinação ávida e inabalável, logo então se virando de costas e tornando a andar. - É claro… Hipoteticamente falando. Não falta muito, por aqui.

Enquanto subia o terreno íngreme, Ahab conseguia ver tanto o lado da costa oposto ao qual atracara quanto a grande árvore que marcava o coração da ilha. Escondido debaixo de uma grande pedra no qual Hector empurrou, havia um buraco com uma enorme mochila cheia de armas, de rifles, pistolas, lanças, espadas até as mais sutis como adagas e bastões.

- Certo, agora é só… - E antes que Hector terminasse algo, um som tumultuado surgia da floresta, gritos e urros de macacos incompreensíveis que pareciam se aproximar cada vez mais. - Droga, seguiram a gente. - Reclamou o lobo. - Prepare-se, estão vindo. - Disse tentando apanhar a bolsa com as diversas armas, por sorte, ou até mesmo para tranquilizá-los, o som de terra tremendo no qual representava o macaco gigante não podia ser ouvido.

Baldur

Apesar de não no mesmo nível de periculosidade, Baldur se encontrava em uma situação tão tensa quanto, talvez até mais, devido ao sangue que subia em sua cabeça. Gulin meio que já sabia o que aconteceria ali, e para evitar que a vizinhança escutasse, o velho leopardo rapidamente ligou uma lixadeira que ressoava um alto e agudo som. A fúria de Baldur era evidente em suas expressões corporais como um todo, a medida que se aproximava de Gulin, cada vez mais irado e talvez perdendo a racionalidade, o velho ferreiro apenas permanecia calmo, olhando bem para Baldur e acostumado com reações como aquela, conhecia bem de seu trauma, mas também achava que já era a hora de ajudá-lo a superar isso.

Por fim o mink bode de alguma forma conseguia se controlar, apesar de tudo, além de todas as confusões, aquele ainda era o homem, digo, o mink que o acolhera em um momento de necessidade. Sua atitude ia abaixando juntamente do tom de voz, Baldur pedia desculpas, um pedido desnecessário para alguém já tão próximo e acostumado quanto Gulin, no momento em que perguntara sobre o dinheiro ele apenas soltou uma risada e riu sarcasticamente para o lado.

- Aquele cachorro fala demais! Não se preocupe com dinheiro agora, nós chegamos até aqui certo? - Ele então olhava diretamente nos olhos de Baldur, colocando uma pata sobre seu ombro. - Agora garoto, não é com dinheiro que você tem que se preocupar, e sim com você mesmo. - Com a mão livre ele apontou para o coração do mink bode. - Eu sei muito bem o que houve com você, e sei que é difícil, já devo ter te contado que foi um humano que levou minha perna também. Mas veja, nem todos os humanos são ruins, da mesma forma que nem todos os Minks são bons, cada um tem suas características e diferenças, mas no final se você não conseguir conviver com isso, como vai viver lá fora? Como vai viver com medo o tempo todo atacando cada humano que ver pela frente se eles são a espécie mais populosa do mundo? Estão em todas as ilhas, e você não pode se virar contra o mundo sozinho. - Em algum momento daquilo tudo, já não era apenas uma mão mas ambas que se apoiavam em Baldur pelo ombros. - Me diga, por que não saiu desta ilha ainda? Eu sei que não foi por causa das picuinhas de Shizuka, você não se deixaria levar só por uma pessoa. Foi por que seus companheiros não quiseram ir junto? Porque eles tem medo, e sei que você também tem, ou iria sozinho, não quero lhe ofender sabe disso, mas saiba que você tem que abraçar esse medo, conviver com ele, porque em algum momento quando você tomar a coragem pra sair dessa ilha e ir lá fora, talvez um não mink precise de você, ou talvez você precise de um destes, e vai ser nessa hora que sua coragem será verdadeiramente testada.

O som do sino preso a porta tocava e interrompia as palavras do leopardo, Baldur então retornava as fráguas enquanto Gulin ia, de mal gosto, falar com o cidadão que entrara. Se tratava de um mink lobo, baixinho e armadurado carregando um machado, sua pelagem era cinza e seu único olho castanho, pois o outro se encontrava fechado com um corte vertical cruzando todo seu rosto, Baldur sabia bem quem era aquela figura, todos o chamavam de “[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]”, comandante dos extremistas, fato que só se comprovava pela tatuagem em seu ombro muito similar aos cartazes.

- O que você está fazendo aqui?! - Vociferou o velho leopardo em um tom agressivo. - Não tenho nada para vender a vocês, eu já disse que não tomo lados! - O lobo então deu uma gargalhada.

- Vamos lá Gulin, você sabe que precisamos um do outro, nós queremos armas, e você precisa do dinheiro, é simples. - Gulin cerrava os dentes, sabia que era a verdade, mas ainda assim se negava a aceitar. - Veja, eu estou sendo bem paciente aqui, você é amado pela comunidade em geral e por isso está tranquilo em sua oficina falida, mas deixe-me colocar um ponto importante, ou você escolhe um lado, ou escolheremos por você. - Sem resposta alguma do velho leopardo, apenas um olhar fixo e mal encarando, o Gungnir apenas deu de ombros e saiu pela porta tocando novamente aquele sininho. - Não me diga que eu não lhe avisei. - Disse por fim antes de se retirar completamente.

Um clima tenso atrás do outro e por fim tanto Baldur quando Gulin poderiam relaxar fazendo algo que gostavam, a forja! Dadas as circunstâncias o leopardo achou que seria uma boa ideia apenas auxiliar seu aprendiz ao invés de fazer algo próprio, sabia que não estavam cem por cento bem e não havia forma melhor de se comunicar do que algumas marteladas em cima de uma bigorna, após algumas horas de trabalho, finalmente sincronizando os horários entre Ahab e Baldur, o martelo estava pronto, talvez um dos melhores que o mink teria feito até agora, deixando seu mestre orgulhoso.

- Ficou perfeito garoto, acho que finalmente você est… - Mais uma vez os dois eram interrompidos, o som de vidro quebrando era escutado das janelas e logo um brilho alaranjado era visto pela oficina, paria uma garrafa com pano molhado, que uma vez quebrada, espalhava uma quantidade considerável de chamas, alguém de fora estava ateando fogo na casa, o responsável? Difícil de enxergar naquele momento, Gulin cobria bem o rosto do humano para que ficasse irreconhecível e o colocava em cima do ombro, ainda mancando com sua prótese de metal.

- Temos que sair daqui. - Eram suas palavras aforadas. - Rápido!



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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyQui 10 Jan 2019, 22:22

Ahab


Ahab. - Respondi à pergunta sobre meu nome. Meus olhos, desconfiados, foram do Hector ao Graham. Havia uma cisma em mim por conta da risada exagerada do macaco e meus olhos reforçavam esse desconforto com tal movimento. Mas foi uma olhada rápida pois tive que seguir o homem lobo que já havia começado a andar. “Esse macaco…” Algo nele me era amargo, mas, como não tinha o que fazer a não ser especular, preferi deixar de lado. Melhor ser surpreendido do que se deixar comer pelas dúvidas.

Não demorou muito para estarmos completamente envolvidos pela floresta. A caminhada foi sossegada. Sossegada até demais. O tédio já podia ser considerado um terceiro membro do nosso grupo de caminhantes. Tentei expulsa-lo através de uma análise de Hector. Porém, ao termina-la, achei ter sido melhor ficar olhado a vegetação que nos rodeava. Não havia nada de muito interessante naquele lobisomem. Foi ai que eu lancei minha pergunta venenosa, uma última tentativa de matar o aborrecimento daquela andança.

Sua resposta foi realista. Mas no final, quando ele adicionou aquela ameaça camuflada em sua fala, ele conseguiu balançar meu estado de enfado. Uma sobrancelha minha ergueu mais do que a outra, os cantos de minha boca empurraram as bochechas para cima em um sorriso. - Ba! Você é engraçado, Lobo… - E ele era de fato. Um sujeito tão mediocre como aquele me ameaçando não passava da mais pura comédia. Uma comédia, no entanto, que fez valer a pena toda aquela chatíssima caminhada.

Subimos um planalto e a vista privilegiada que ele nos dava tornou irresistivel aos meus olhos caminharem pela costa exposta da ilha. Procurava por algum barco. Minha atenção, no entanto, foi subitamente pescada por um som áspero. Virei meu rosto e vi o lobisomem empurrar um pedregulho que revelava mais uma toca. - Vocês amam um buraco, hein. - Comentei, me referindo à caverna de outrora. Dentro da cova haviam inúmeras armas. Busquei rapidamente por alguma que servisse ao meu tamanho.

Foi então que guinchos de macacos ressoaram na mata, anunciando a aproximação deles. Girei em torno do meu próprio eixo, buscando a nascente daqueles gritos diabólicos.

Caso houvesse alguma arma que eu pudesse usar, apontaria para ela com o indicador direito. Minha cabeça moveria lateralmente, reposicionando meus ouvidos para que eu encontrasse pela audição a fonte de meus inimigos. - Ei, Hector, me da aquilo ali… - Diria se houvesse a bendita da arma, esperando que ele me entregasse-a para empunhá-la. Mas inexistindo qualquer arma que eu pudesse usar, eu não me estressaria. As manoplas permaneciam equipadas. Esperaria os chimpanzés estralando as juntas dos dedos de uma mão contra a palma da outra.

O primeiro movimento eu já deixaria preparado como se fosse um golpe latente, pronto para sair ao primeiro estímulo como um reflexo. Se a arma que eu estivesse segurando fosse cortante, este movimento seria diagonal, buscando riscar profundo a carne do ombro à virilha do bicho. Entretanto, se fosse uma contudente, puxaria-a para atrás da lateral do meu corpo para acumular energia e então estocaria o primata no umbigo. Queria fazê-lo vomitar o próprio estomago. Agora, se fosse uma arma de fogo, atiraria mirando em seu peito, crente de que minha falta de habilidade com tal mecanismo seria compensada pela área ampla do alvo. E por fim, se eu só tivesse minhas mãos, eu agarraria os dois braços do primata na região do bíceps e puxar-lo-ia para perto de mim, batendo o centro de minha testa com a dele. Esse último movimento eu faria com um sorriso no rosto, uma lembrança feliz para o coitado condeando.

E esperaria, então, para que todos ali chegassem e eu pudesse ter uma noção mais geral da batalha. - Hector, se quiser, eu posso cobrir você enquanto tu arrasta as armas, o que acha? - E faria a sugestão sincera ao lobisomem. Sem o som dos passos pesados do gorila de antes, acho muito dificil perder essa luta. Se o homem aceitasse, eu me colocaria entre ele e os oponentes.

Com os olhos faria uma vistoria pelo local e pelos adversários, buscando entender a composição do ambiente e dos oponentes. - Almocei coco e vou jantar sopa de macaco. Essa ilha está realmente ganhando meu coração... - E rindo de minha própria zombaria eu bateria seguidamente com os punhos nos peitos, interrompendo o tamborilar com uma batida dupla mais forte do que as outras, chamando a macacada para batalha.  



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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptySab 12 Jan 2019, 20:35

A atividade na forja ajudava a aliviar o estresse e digerir pontualmente as palavras do leopardo. Entretanto, ainda era impossível engolir o discurso pró-humano, nada me levava a crer que eu deveria os perdoar ou agir com misericórdia, nada parecia ser minimamente convincente. Forjar uma ideia era muito mais difícil do que forjar uma arma.

E justamente, em minhas mãos eu finalmente tinha meu próprio equipamento, o que me fazia depositar um pouco mais de dedicação no ofício. Sentia seu peso com a minúcia analítica de um ferreiro, apertava o cabo com força, pois queria sentir cada centímetro do meu trabalho e mensurar o que aquilo causaria. Mal havia tempo de admirar um trabalho bem feito, quando o local era invadida pelas chamas repentinamente, certamente o resultado das ameaças dos extremista. "Velho tolo... se tomasse partido nada disso teria acontecido." Era o primeiro pensamento, culpabilizando meu mestre de forma irracional devido a raiva que percorria meu corpo. Não era hora de pensar nisso, deveríamos agir rápido se quiséssemos sobreviver.

Em um ato de desespero, buscaria pela água usada para têmpera como recurso de amenizar as chamas, mas reconhecia que era improvável que fosse suficiente. Não deixaria que meu mestre ficasse para trás, manteria-me em sua retaguarda para que o pudesse cobrir em todo caso.

- Merda... desgraçados! - amaldiçoaria, enfurecido por terem colocado a vida de Kambi em risco, e destruírem a casa onde vivi. Os humanos haviam me destruídos de inúmeras maneiras, mas ser atingido assim por minks? Era demais para mim. - Fique seguro, Gullin. Vou resolver isso.

Sabendo que a oficina havia sido atacada por uma garrafa inflamável, respiraria fundo em busca de odores que lembrassem combustível, óleo ou álcool. Estes produtos normalmente possuem um aroma característico, ainda mais em um ambiente tão bucólico quanto Kyanon Island, certamente se destacaria. Guiaria-me pelo meu olfato naturalmente aguçado para rastrear o agressor, eu precisava fazer algo a respeito.

Correria em direção ao aroma, caso sentisse, e devidamente armado com o martelo procuraria identificar o mink incendiário. Pouco me importava os detalhes, apenas queria liberar o ódio que sentia no momento de alguma forma, e estrear meu martelo parecia um ótimo método.

- É você que está causando problemas? Pois acaba de arranjar mais um. - caso identificasse o responsável, iria isso para chamar atenção e poder analisar a possível batalha que estaria prestes a entrar. Manteria-me atento para pode me defender com o martelo, este firmemente seguro em minhas mãos, pronto para repelir qualquer investida.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptySeg 14 Jan 2019, 16:36


NARRAÇÃO
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Ahab


As palavras do lobo eram um tanto engraçadas para Ahab, como o animal ousava ameaçá-lo assim na cara dura? Bem, talvez ele não soubesse do potencial para matar que o humano tinha, a intuição do mink estava um tanto deturpada. No buraco de armas, Ahab pode notar uma pistola muito bonita em meio a todas aquelas armas.

Spoiler:
 

Embora não soubesse como manusear a tal arma corretamente, uma pistola grande o suficiente para si era algo tentador. Assim, o Mink entregou a pistola ao gigante, que a segurando pode ver que sua qualidade já havia sido melhor, ficar escondida em um buraco em meio a mata não era a melhor opção de se conservar uma arma como aquela. Analisando brevemente a pistola, Ahab logo colocou-se em posição de combate. Inimigos se aproximavam e o gigante pode ouvir os grunhidos de vários macacos pela floresta. Um a um, os grandes animais começavam a aparecer. Eles tinham certa de dois metros de altura cada, o suficiente para deixar qualquer humano de estatura comum aterrorizada, o que não era o caso de Ahab, logicamente para o gigante, eles nem eram tão grandes assim.  

Apontando a pistola para um dos macacos, Ahab efetuou um disparo que passou longe de seu alvo. Ainda não tinha prática o suficiente com aquela arma e a mesma estava velha e desalinhada. Os macacos ao verem o gigante bater em seu próprio peito como se os desafiasse, começaram a se jogar para cima do gigante. O gigante conseguiu pegar um dos macacos com suas mãos e acertou em cheio um dos primatas.

Abaixo de seus pés, seus companheiros atiravam contra os animais, e logo Hector ouviu as palavras de Ahab a respeito da cobertura. - Sim! Vamos tirar as armas daqui, obrigado! - Disse o homem enquanto movia outros subordinados para remover as armas de dentro daquele buraco. Ahab logo pode notar que havia no mínimo vinte macacos cercando todo o grupo distribuídos por todos os lados ao seu redor, um deles não demorou e saltou sobre as costas de Ahab, mordendo seu ombro esquerdo.


Baldur


Martelar o aço e o ferro era mais simples que martelar as próprias ideias em mudar suas visões de mundo. Definitivamente Baldur ainda não tinha a intenção de amenizar o estrago e o sofrimento que os humanos haviam lhe causado, porém ver que tamanho fogo e destruição havia vindo das mãos de minks assim como ele, o fazia se sentir pior. Gulin do lado de fora da casa que ascendia em chamas, dobrou os joelhos sobre o chão, olhando a madeira se tornar cinzas enquanto o fogo consumia tudo ao redor. O mink olhou para o bode que pedia para ele ficar seguro. - Baldur! Espere… *cof cof cof* - O velho mink tossia enquanto o bode se afastava, sentindo o cheiro da hiena que havia incendiado a sua casa. Estava furioso.

Avançando com passos firmes e narinas bufantes, Baldur seguiu para o norte a procura das malditas hienas que haviam colocado sua vida e de seu mestre em risco. Segurando o pesado martelo de batalha, o bode pode finalmente ver que seus inimigos entraram em uma cabana mais afastada da cidade próxima a entrada da floresta. O mar de folhas verdes estava agitado e Baldur pode ouvir barulhos de macacos ao longe, como se estivessem agitados por algo. A cabana era pequena e rústica e Balduh não tinha ideia de quantos estava ali, mas de qualquer modo, estava preparado para lutar.

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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyTer 15 Jan 2019, 15:28

Ahab


Apertei o gatilho e POW! A bala voou longe de um macaco que acabara de pular com seus companheiros. Reagi ao barulho da arma primeiro esbugalhando os olhos, uma fração de segundo depois dando um leve princípio de sorriso e por fim matando esse sorriso através do completo relaxamento do rosto em uma expressão de descontentamento. Como pude errar de tão perto? Nunca me interessei por armas de fogo porque só a minha força bruta já faz o estago necessário, mas também não pensei que fosse tão ruim com elas. - Merda. - Franzi a boca para o lado, contrariado. Dei uma breve olhada pra arma que eu tinha em mãos para ver se o meu problema estava nela e não em mim, não estava, então voltei meus olhos para o campo de batalha que cada vez mais este se enchia de macacos.

Projéteis vindo de baixo do planalto afugentaram os bichos. “Reforços?” Ergui o sorriso de um só lado do rosto, ao mesmo tempo em que agarrava um macaco com uma das mãos livres e lhe dava uma cabeçada na testa. Sugeri então que eu desse cobertura à Hector, este aceitou, mas quando tentei tomar meu papel como barreira entre a macacada e as armas nós jás estávamos cercados.

Um dos bichos, que media um pouco menos da metade do meu tamanho, montou em mim e cravou-me os dentes no ombro. Grunhi para dentro, o som abafado quase não viu a luz do dia. - Vem cá, vem... - As palavras sairiam arrastadas de minha gargantas, gulturais, como um pedido amaldiçoado. E então meu braço esquerdo avançaria, com a mão aberta em garra na direção da cabeça do vampiro simão. Seguraria-a com força entre meus dedos, não, esmagaria-a se eu conseguisse, só com o apertar. Puxaria-o para minha frente, sem soltá-lo. Se eu não conseguisse destroça-lo só com um apertão, colocaria o cano da pistola que eu tinha na minha mão direita no centro de sua testa primata. - Dessa distância eu não erro! BAHAHAHA! - E gargalhando eu daria o disparo, cuidando para a pressão não deixar ele escapar do meu poder.

Ele em minhas mãos - seja vivo ou morto - seria de grande serventia. Pegaria por sua canela, ao invés de sua cabeça, e lembrando do tempo em que treinei o bastão no corpo dos mercantes de Yakira eu o bradiria como se fosse uma arma contra os de sua espécie. Minha aproximação seria simples: correrian até o mais próximo e o atacaria. E então repetiria o processo até derrotar os vinte macacos.

Eu aplicaria três tipos de golpes. No primeiro, eu ergueria o corpo do macaco acima do meu ombro e num movimento vertical de cima para baixo tentaria acertar o alvo no rosto utilizando da própria cabeça do meu macaco-porrete. A cabeça do macaco-porrete seria o ponto de contato que eu tentaria utilizar em todos os meus movimentos. O segundo ataque seria um horizontal que visasse derrubar o macaco-alvo do planato acertando-o em seu baço com a lateral do corpo do macaco-porrete. O terceiro e ultimo movimento seria o de erguer o macaco-porrete acima de minha cabeça, descer meu braço para trás - e como consequencia o próprio animal-arma - de modo que ele fizesse uma meia lua no ar até suas extremidades tocarem no chão; e, sem parar o movimento de meia lua, tentando completar a lua cheia, continuaria o movimento de empurrão para frente, fazendo com que sua cabeça e membros se movessem de baixo para cima na direção do ventro do adversário.

E então repetiria esses tres movimentos, alternando entre eles de forma aleatória, sem me preocupar em criar um quarto. Venceria-os na base da força e da repetição. Não acho que eu seja um sujeito simples, eu só não acredito em sofisticações em uma batalha de um contra vinte.

Mas se por alguma maldade do destino esse macaco que mordeu meu ombro fugisse de mim, eu buscaria primeiro um outro macaco para servir como defunto-bastão. Correria para perto do mais próximo, visando agarrar sua cabeça com a mão esquerda e esmagá-la. E se isso não desse certo  puxaria o gatilho à queima-testa, igualzinho na primeira tentativa. Se o segundo macaco fugisse, tentaria com o terceiro, com quarto, com quantos fossem precisos, até que eu tivesse em mãos um macaco morto pra ser meu cacete.

E assim eu faria todos aqueles três movimentos, correndo de um macaco pra outro, forçando meus músculos em cada um dos golpes para torná-los mais fortes e para diminuir o tempo de intervalo entre eles, mesmo que esse momentâneo incremento de força me custasse músculos e trouxesse mais cedo a maldita fadiga.

Na questão de defesa, eu só me preocuparia com os olhos no momento. Se percebesse que eles estariam em perigo, o antebraço direito defendido pela manopla viria na horizontal para cubri-los. E ao sentir no antebraço o impacto do golpe que era destinado à minha visão, eu descobriria meus olhos dessa proteção e voltaria a atacar. Os três golpes variando. O que eu gostaria de ver era o corpo de cada um dos macacos voando para fora do morro como se fossem cometas com caudas de sangue.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyTer 15 Jan 2019, 19:12

Eu tinha diante de mim uma cabana infestada de traidores. Minks que se colocavam contra si não poderiam ser menos do que desleais, o inimigo não estava entre nós, não deveria, e sim, está por aí invadindo nossas terras e dominando os oceanos. A exceção era clara, colocou-se contra mim, e acima disso contra meu mestre, eu não podia perdoar. Fosse mink ou humano, um ataque desses exigia uma retaliação à altura.

Com minha nova arma, posicionava-se em frente à cabana e com o martelo firmemente seguro em minhas mãos, desferiria um poderoso golpe de baixo para cima, na diagonal, com o intuito de causar o maior estrago possível na estrutura, para que minha entrada causasse o máximo de impacto possível, e no mínimo arrombasse a porta, e na melhor das hipóteses já fosse suficiente para ferir ou até mesmo derrotar alguma hiena.

- São vocês que estão causando problemas? Pois acabam de arranjar um ainda maior. - declararia, assim que estivesse dentro. - Vai ser uma pena macular um aço tão bom com sangue tão covarde.

Aguardaria pela reação deles antes de agir, pela incerteza de quantos estavam lá dentro. Assim que alguém avançasse contra mim, defenderia balançando o martelo na direção do agressor na lateral, para que o afastasse logo de mim. Se possível contra-atacaria imediatamente erguendo minha arma e atingindo a cabeça do meu oponente. Caso errasse em algum momento, eu não recuaria para poder me impor adequadamente, sem demonstrar fraqueza.

Após esse momento de luta inicial, ou se ninguém viesse na minha direção, minha ofensiva seria correr na direção do mais próximo, agarrando firmemente a base do cabo e desferindo um golpe semelhante ao dado na porta, na diagonal de baixo para cima, e em seguida emendaria um segundo golpe lateral.

Limitaria-me a poucos golpes básicos, apenas para me adaptar e reconhecer meus inimigos, para que eu pudesse ter uma noção melhor do que poderia ser feito e usar todo meu potencial. Não baixaria a guarda, sabendo que aqueles minks eram traiçoeiros, e procuraria sempre me manter atento a golpes escorregadios que viessem inesperadamente, estes eu tentaria bloquear com a cabeça do martelo, posicionando-o em frente ao meu corpo.


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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyQui 17 Jan 2019, 23:09


NARRAÇÃO
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Ahab


Embora a situação toda parecesse uma enrascada das boas, Ahad não perdia seu bom humor para uma batalha. Infelizmente a pistola em suas mãos não era a das melhores, mas se ele tombasse a mira um pouco para a direita, poderia compensar seu cano torto para atirar. Testou a arma e viu que não estava ficando louco e sem mira, apenas estava com um objeto sobressalente.

O macaco em suas costas era um dos vários que o rodeava, não delongou em agarrar o animal e dar-lhe um tiro com a arma novamente. Ainda faltava 4 balas para brincar e agora tinha em mãos um corpo de um macaco morto que serviria muito bem de porrete contra os outros. Os humanos e os minks abaixo das pernas de Ahab, poderiam jurar que estava chovendo sangue, mas felizmente as nuvens não tinham tamanha proeza consigo. Um a um, Ahab esperava os macacos virem para golpeá-los… Usando o corpo do animal morto em suas mãos, conseguiu espantar a maioria deles, mas não pode evitar de ser agarrado e mordido por outros. Aquelas criaturas eram realmente irritantes.

Três macacos pularam de uma vez em Ahab, um deles tentou ferir seus olhos, mas o gigante já estava preparado, podia ficar machucado, mas cego não era opção, protegendo a região dos olhos, sentiu os três animais morderem sua perna esquerda, seu antebraço direito e sua nádega… Esse último fez Ahab dar um pulinho para frente ao sentir os dentes do animal, aparentemente, vovó havia passado açúcar nesse gigante.

Baldur


Muitas pessoas começavam o seu dia com o pé esquerdo, mal humoradas, ranzinzas com todos e com tudo. Baldur embora não fosse do tipo de acordar mal humorado, ver a forja de seu mestre em chamas e sua casa não era uma maneira nada agradável de começar o dia. Puto, andou atrás dos causadores de tamanho desastre, encontrando a cabana próxima a floresta. Sem pensar duas vezes, usou de seu novo e poderoso martelo para arrombar a porta do local, entrando com o pé direito dentro da cabana. Os três minks que estavam ali dentro quase infartaram de susto, não era todos os dias que um bode furioso invadia para matá-los se fosse possível.

Ameaçando as hienas presentes, Baldur viu que os presentes começaram a se mover para atacá-lo, assim, colocou-se em modo de defesa, usando seu martelo para proteger seu peito do primeiro mink que o atacava. Embora fossem fortes, o bode era maior, mais musculoso que os demais dali, isso lhe dava uma bela vantagem de força. Brandindo seu martelo de guerra com destreza, Baldur empurrou o primeiro mink que o atacava, derrubando-o sobre o chão, na mesma hora, usou o martelo para golpear a cabeça da criatura, deixando-a sangrando pelo chão.

A segunda hiena, vendo que seu aliado estava caído e quase que com certeza morto, tirou várias facas de seu casaco e as arremessou na direção do bode. uma, duas, três facas acertaram o corpo peludo de Baldur. Uma em seu antebraço esquerdo, uma próxima a cintura e a outra em seu ombro direito. - Hahahah você é grande mas não é doooois. - Disse a hiena com uma risada típica da espécie. A terceira hiena parecia mais acovardada, e ao ver o mink, podia-se ter certeza de que ela fugiria a qualquer momento.

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MensagemAssunto: Re: Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada   Sessão da Tarde: Um Zoológico da Pesada - Página 3 EmptyDom 20 Jan 2019, 12:55

A luta seguia dentro das expectativas, embora não tivesse previsto adequadamente as lâminas traiçoeiras dos inimigos, um gravíssimo erro meu, uma vez que já conhecia a natureza daqueles covardes. Caso alguma faca ainda estivesse presa ao meu corpo, arrancaria-a e jogaria no chão, sem demonstrar dor ou fraqueza, embora o aço contra a minha carne certamente provocava uma tortura dilacerante.

- Você chama isso de luta? - diria com raiva. Em seguida, manteria o martelo em frente do corpo, para que pudesse bloquear mais algum projétil caso fosse atirado contra mim, neste caso eu moveria a cabeça do martelo até o ponto em que eu fosse ser atingido, e balançando-o para que repelisse a arma. Assim que me aproximasse do inimigo, avançaria com um salto e buscaria o atingir de cima para baixo, esmagando-o com toda minha força, caso ele desviasse, eu ergueria o martelo novamente o mais rápido possível e o atacaria pela lateral, na direção em que tivesse se esquivado.

Sabendo do estilo escorregadio das hienas, não baixaria minha guarda, prestaria atenção nos arredores para ter certeza que nada viesse contra mim e se fosse esse o caso, interceptaria qualquer golpe oscilando meu aço contra o atacante, da forma que fosse mais ágil.

Por fim, avançaria novamente contra meu alvo, se ele ainda não tivesse sido derrotado, e dessa vez meu objetivo era o arremessar, atacando-o de baixo para cima na vertical. Se o derrotasse, levantaria-o pelo pescoço até que se aproximasse do meu rosto.

- Quem vocês pensam que são? - vociferaria, sem esconder o ódio. - Conseguem ser piores do que humanos. - e daria uma cabeçada, chocando meu crânio duro contra o dele. Era péssimo ter que atacar minks, mas o leopardo tinha razão. Existem minks bons e minks maus, estes certamente deveriam ser punidos com a mesma moeda.

Olharia ao redor para mensurar o estrago, caso a luta tivesse acabado. Esperava que a hiena revelasse algo pertinente, mas se terminasse tudo ali mesmo, voltaria para a forja, ver o que poderia ser feito a seguir.


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