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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I. RISING SUNSHINE

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MensagemAssunto: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptyDom 21 Out 2018, 13:13

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Sol Clair. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptySeg 22 Out 2018, 08:04

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Mais um amanhã em Karate Island. É claro que o pôr do sol sempre viria, e é claro que eu acordaria para ver mais um dia. Era muito cedo para morrer agora, apesar de toda confusão que eu faço dia após dia. Acordaria perto do lago, num lugar onde as pessoas geralmente não vinham tanto assim - subi numa árvore e tudo mais só pra não sofrer incômodo enquanto descansava. Pularia lá pra baixo sem problema algum, já estando acostumada a me equilibrar em lugares assim sem nenhuma dificuldade.

— Mais um dia aqui... — Agora, olharia para o lago. É o mesmo lago que eu via todo dia por uns, quantos seriam agora… vinte anos? Nunca mudou. Talvez mudou um pouquinho. Nunca percebi, porque parece que eu já estou parada no tempo. Tudo é a mesma coisa. Não mais.

Quero dizer, provavelmente não mais. Eu sabia que escapar desse lugar não ia ser tarefa fácil sem um barco… e sem alguém que saiba como navegar um. Eu nem sabia para onde iria, mas sei que precisaria ir para um lugar que não era aqui. Karate Island, nunca mais! Talvez. Não, talvez nada! Claro! É hoje que acontece. Só preciso achar alguém que tenha um navio e que vai me tirar dessa espelunca.

Tentaria me aquecer só um pouquinho. Geralmente as pessoas que sabiam das coisas geralmente estavam na cidade, o que não era muito longe daqui - norte era o caminho que eu tinha que seguir, então é hora de acelerar. Correria até a cidade, tentando passar por qualquer pessoa que estava ao meu caminho. Pensaria de onde a maioria das pessoas envolvidas com navegação ficariam…  

Bem, os piratas são as pessoas que mais causam confusão por aí, mas eles também são pessoas que sabem como é que é as vidas nos mares. Claro que tem os marinheiros, mas eu dúvido que eles me deixariam entrar no barco deles assim do nada; e tenho essa sensação de que eles não gostariam de eu metendo porrada por aí sem pensar nem um pouquinho. Só intuição.

Então, onde os piratas ficariam? Pensaria um pouquinho mais. Minha imagem de um ‘pirata’ era um homem bem feio com uma barba enorme, dentes horríveis e uma aparência completamente desagradável. Sim, isso era um pirata. E uma pessoa horrorosas dessas geralmente ficava onde? Claro, nos bares! Só pode. Nunca fui muito de entrar ali, mas agora chegou a hora.

Caso chegasse na cidade sem ninguém me parar, já iria direto para o bar mais próximo. Entraria com minha pose de sempre, sorriso no rosto e olhar fixo - olhando as pessoas que estivessem no bar. Já daria um toque para pessoa que tem mais ‘cara de pirata’, tentando pegar sua atenção. Qual seria meu tom de voz? Confiante e alegre, como sempre. — Então, ô, cê sabe dessas coisas de navegação ou sei-lá-o-quê? Tô meio que precisando sair desse lugar, sabe como é, né?

Se não achasse ninguém que parecesse assim, então já iria falar com qualquer outra pessoa mesmo. Talvez outra pessoa poderia me dizer onde encontrar alguém que saiba sobre isso. Sem pensar muito sobre a aparência, puxaria conversa com qualquer pessoa mesmo. — Desculpa aí, mas você sabe onde eu posso encontrar alguém que saiba de navegação? Tô precisando de uma ajuda...

Maaaas caso alguém tentasse me parar ou alguém quisesse ficar no meu caminho por qualquer motivo, o sorriso desapareceria só um pouquinho. Não faria cara feia, mas só um pouquinho menos amigável. Estava com pressa! — Que foi? Olha, desculpa, mas eu tô com coisa pra fazer… Tem como ser pra depois, não?

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptySeg 29 Out 2018, 17:45


Toda Boa Aventura Começa em Uma Taverna : 01

O dia começa cedo em Karatê Island, ali, do alto de uma grande árvore, Clair despertava lentamente conforme os raios solares se encontravam em seu rosto, o clima quente da floresta já iniciava a manhã em todo vigor , devido a isso, cigarras saíam de seus abrigos e começavam a cantar suas campainhas insanamente chatas devido ao calor. Quando o barulho infernal de insetos dava uma pausa, Sol conseguia ouvir, ao longe, o som de baques e pessoas gritando, apenas o conjunto de dojos em seus treinamentos matinais.

Clair podia achar sua vida repetitiva, mas pelo menos ela possuía algum tipo de liberdade, escolheu esse tipo de liberdade quando ficou órfã, sem treinamentos em dojos, sem orfanatos, e ouso dizer que ela com certeza recusaria abrigo da Marinha, a garota era, e ainda é, um espírito livre. Enquanto os artistas marciais seguem uma pesada rotina tanto física e nutricional quanto de agenda, Sol tinha pelo menos a escolha do que faria a seguir e quando lhe bem desse vontade. Suas atividades de certa forma variavam, poderia ser abater umas carteiras na zona urbana, quebrar a cara e roubar de alguns bandidos ou bêbados, quem sabe arrumar um troco em lutas armadas do submundo, claro, sempre havia a opção de simplesmente tirar o dia para relaxar.

Contudo, isso era tudo, mesmo que tivesse essa falsa impressão de “escolha”, como a própria jovem denominou, era um lago de pouca possibilidade que ela via todo dia, não tinha o “seguir em frente”, um sonho, um motivo pelo qual viver, isto é, até agora.

Descendo de seu lugar de descanso com o auxílio de alguns cipós presos na árvore, Sol se propôs a; por este dia, fazer algo completamente inusitado, enquanto andava pela trilha do bosque até a civilização, a garota tinha um único objetivo em mente, não era exatamente um plano de vida de dez anos, era um simples desejo que finalmente lhe fazia agir. O por que de ter esperado longos vinte anos para tal, isso talvez nem mesmo ela saiba responder, como se finalmente deixasse de ser um npc apenas existir e talvez desse início a uma vida, como se tivesse acordado de um coma, ou tomado a pílula vermelha, Clair por fim tinha uma vontade que a moveria por um rumo diferente.

Uma vez na cidade sua busca era pelo ditado clássico, “Toda boa aventura se inicia da taverna”, a realidade é que a garota estava apenas estereotipando os piratas, mas um detalhe aqui e ali não mudam os fatos. Durante o percurso era possível observar pequenos detalhes daquela pequena área urbana, as casas locais não fugiam muito do padrão oriental de templos e dojos, estruturas e pisos de madeira com portas que correm para o lado. Na rua, alguns artistas marciais se aqueciam correndo em forma, um número considerável de crianças brincavam na rua de forma que era muito fácil esbarrar em uma, quanto ao resto da movimentação? Mediana, o comércio ainda não havia aberto completamente e isso reduzia um pouco o fluxo de pessoas. Em becos, Clair podia ver alguns bêbados e moradores de rua, vomitando em latas de lixo ou simplesmente dormindo, alguns desses sendo até mesmo conhecidos da garota, que talvez até parasse para cumprimentá-los em outra ocasião, mas este era um dia especial.

Era um horário difícil para procurar pessoas no bar, o início da manhã é o momento que os taberneiros expulsam os bêbados e enxotam charlatões, os demais que permanecem lá, ou muito raramente estão sóbrios ou estão caídos de sono. Clair no entanto conhecia, em sua vasta experiência de 20 anos, um lugar que podia confiar e que talvez encontrasse o que procura.

“A Árvore do Mundo”; era o que dizia a placa do estabelecimento, se tratava de uma taverna com tema de floresta, tudo era de madeira, desde o chão e paredes até as mesas, cortadas diretamente de troncos de árvores, adentrando o local Sol avistava homens nas exatas condições citadas anteriormente. Quem atendia no balcão era uma rapaz fumante com um terno barato e óculos escuros roxos, em seu peito uma identificação, “Black”.

Black pausava sua tarefa de lustrar os copos por um breve instante, com a mão que segurava o pano ele acenava para a garota, parecia conhecê-la, um cumprimento no entanto era tudo o que ele fazia antes de focar novamente em suas tarefas. O lugar estava silencioso, não haviam tantas pessoas despertas e nenhuma música era tocada. Dando uma escaneada com seus olhos Sol encontrava exatamente o que tinha em sua mente, um homem alto e encorpado, sujo e com uma grande barba desgrenhada, usava de uma calça preta e botas de couro, sua camisa, branca e maltrapilha, parecia se vangloriar de suas aventurar com seus amigos, não prezava segredo nenhum, assim que via a jovem se aproximando ele até se gabava um pouco mais.

- Ei mocinha! Interessada nas minhas histórias também? Sente-se! Pegue uma bebida! Bahahaha! - Mas toda a euforia não durava tanto, especialmente para Sol, no momento em que a garota perguntava sobre navegação o rosto do homem ficava confuso, como se não acreditasse no que ouvisse. - Navegação? Do que é que você está falando? Vai dizer que não me conhece? - Ele estufava o peito e esticava o braço esquerdo enquanto o direito virava uma caneca de bebida. - Eu sou o famoso lutador Beowulf! - A mão antes esticada batia com tudo em seu peitoral. - Eu lá quero saber de navegar? Estou perto assim de virar o novo mestre da ilha, já derrotei dois dos três dojos, passei os últimos quatro meses nas montanhas treinando para vencer o desafio de boxe, até tive que lutar com um urso! - Bradava o homem orgulhoso. - Por que acha que eu estou tão acabado, me confundiu com um pirata pobretão ou algo assim? Bahahaha!

Tendo sua busca frustrada, quem chamava a atenção de Sol era Black, o taverneiro, ele lentamente retirava o cigarro da boca expelindo uma certa quantidade de fumaça, parecia ter feito a ação para que pudesse falar, mas quebrando todos os paradigmas ele se mantinha calado, apontando para uma mesa não muito distante.

- Hey irmãzona! Querendo vazar daqui né? - Era dito da direção apontada, a princípio Sol poderia até achar que o rapaz estava ironizando sua altura em chamá-la por um aumentativo, mas a realidade é que mesmo sentado, o que dificulta para medir alturas, o dono da voz não passa de um metro e cinquenta e cinco de altura, se tratava de um rapaz com aparência jovem, olhos brilhantes em um amarelo fogo e de cabelos pretos espetados para cima, uma única mecha, de onde deveria ser a franja era descolorida em amarelo, suas vestes no geral eram simples, camisa laranja com calça e sapatos pretos, cobria seu corpo também com um casaco, no entanto aparentava ter um volume estranho nas costas, uma mochila talvez?

Se Sol decidisse se aproximar do garoto ele sorriria, com uma pose desleixada e os pés em cima da mesa ele começaria a girar uma bússola entre seus dedos. - Eu acho que posso fazer isso por você… - Por fim ele jogaria o objeto no ar o apanhando com a outra mão ao mesmo que levantaria. - A pergunta é, o que você poderia fazer por mim? Sabe, em questão de ganhos, ou utilidade, se é que me entende.




Garoto Navegador:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptySeg 29 Out 2018, 18:41

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Mas foi um caminho muito horroroso pra achar esse lugar, ein. É meio díficil manter o sorriso no rosto todo dia e toda hora, especialmente quando dá pra ver as pessoas que estão numas situações piores que a minha. Posso morar na rua e tudo mais, mas geralmente me mantenho sóbria - nunca gostei muito de álcool (o gosto é horrível! como as pessoas bebem essas coisas, eu me pergunto todo dia) e meu corpo sempre em boa forma. Afinal, é bom pra mente e tudo mais!

Ih, rapaz. Será que eu estou virando um deles? Aqueles artistas marciais que tão sempre naquela balela de ‘cuidar do corpo, cuidar da mente, treinar todos os dias’ e blá blá blá… nunca fui fã. Só pensar nisso me dá um medo e tanto, imagina! Lembro quando eu era criança eu sempre pensei que eles tinham que ser carecas ou coisa do tipo, e lembro ter no mínimo ter visto alguns assim um tempinho atrás. Se eu fosse um deles, deus me livre. Espera. Espera aí, o que é que eu tô fazendo mesmo?

Ah, sim. Não demorou muito - mas cheguei aqui, na Árvore do Mundo. Sabia desse lugar, mas nunca entrei nele. Afinal, nunca queria beber nada de álcool, e geralmente não tinha nada para falar com as pessoas que entram nesses lugares. Mas hoje era diferente. Hoje eu precisava mesmo encontrar alguém que sabia das coisas, então é isso ou nada. Olharia para o local com um olhar curioso, mas com o mesmo sorriso no rosto de sempre - nossa, que lugar esquisito mesmo!

Já tava com um pouquinho de vontade de já ficar pulando por aí, tentando descobrir todo segredinho desse bar (sempre achei que a Árvore do Mundo tinha algum tipo de tesouro ou coisa do tipo escondido dentro dele, mas isso era mais quando eu era mais criança e quando só sabia o nome do lugar. não mudou muita coisa, acho eu)... mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, avistaria o homem chamado de ‘Black’.

Ele só acenou, então acenaria de volta, né. Sorriso alegre no rosto, quase mostrando todos meus dentes - só que só por um tempinho. Eu tava meio que em uma ‘missão’ aqui, e tinha que achar quem eu estava procurando. Felizmente, não foi muito difícil. Já achei esse cara aí que tava falando sobre alguma coisa, mas meio que perdi o interesse no instante que ele falou que não tinha nada a ver sobre navegação. Distraída como sempre.

Ficou meio confuso na minha cabeça, mas acho que ele falou alguma coisa que era tipo … ‘Vai saber que não me conhece? Blá, blá, blá… Beowulf… sei lá do que, lutador incrível, blá blá blá’. É, foi isso mesmo. Sorriria um sorriso meio abobado, porque eu não sei muito bem o que falar pra esse cara. Parecia um homem bastante orgulhoso, no mínimo.

— Não sei quem é você mesmo não, velhote! Mas eu gostei da paradinha que você fez… — Tentaria imitar o que ele fez, estufando o peito e tudo mais, só que riria um pouquinho depois disso. Claro que não ia ser igualzinho. — Tipo assim, né? Mas se você num sabe de nada, tô indo! Obrigada!

Depois disso, já sairia perto daquele cara o mais rápido possível. Putz, busca frustrada mesmo… Onde é que eu vou agora? Olharia para o Black, e por sorte… parece que essa foi a coisa certa a se fazer. Já olharia para onde ele estava apontando, e…

Irmãozona? Tá bom, essa é mesmo a primeira vez que eu ouço alguém me chamar assim. Andaria até ele e sentaria perto, só pra ouvir o que ele tem pra me dizer. Nossa, essa bússola é legal mesmo, ein… Mas aí ele me pergunta, o que eu poderia fazer pra ele?

Bem, só tem uma coisa que eu sei fazer, mesmo. Agora seria um sorriso bastante orgulhoso, tom confiante, responderia:

— Me deixa sair daqui, e eu meto porrada em qualquer um que você quiser! -— Riria um pouco e já daria uma olhada nele de novo. — ‘Cê é meio pequeno mesmo, então eu acho que você tá precisando de uma guarda-costas ou sei lá o que, né? Que tal?


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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptySab 03 Nov 2018, 10:23


"First Quest" : 02
Diante da Resposta de Sol, o garoto abria um sorriso malandro um tanto satisfeito com o que ouvia. - Oh-hoooo. - Era o som que emitia em um misto de surpresa junto de um tom provocativo, como se desafiando a garota a se provar. Enquanto os dois conversavam era possível notar a insatisfação do velho lutador Bewoulf, que reclamava para seus confrades, algo como “Esses jovens de hoje em dia não tem mais respeito”. Mas este era totalmente ignorado em meio aquele ambiente formado por Clair e o garoto.

- Você é bem confiante na própria força pra alguém quase do mesmo tamanho que eu. - Ainda sentado na cadeira ele aproximava com uma feição séria, encarava Sol por alguns segundos e então sorria voltando com tudo para o apoio das costas de seu assento. - Gostei de você! O importante é ter a confiança. - Ele pegava novamente sua bebida e terminava tudo em uma virada só, era leite, quem sabe ainda na esperança de crescer mais um pouco. - Agora deixa eu te falar uma coisa. - Ele limpava o bigode branco que havia ficado devido a bebida. - Eu sou pequeno mas não sou meio, e os outros podem ser grande mas não são dois. Se a coisa sujar eu não vou ficar atrás de um guarda-costas. - Por fim ele se levantava bruscamente quase derrubando a cadeira para trás mas ainda assim produzindo o som de seu arrastar pelo piso de madeira.

- Meu nome é Abel, e o que eu preciso mesmo não é alguém pra me proteger, e sim de um “parceiro de crime”. Te-he. - Com a mão estendida para um cumprimento de mãos, o garoto aguardava - com um sorriso excêntrico - a resposta de Sol.

Neste momento Black ia até a mesa recolher o copo já vazio aproveitando também para pegar o pagamento que já se encontrava em cima da mesa. Os velho lutadores de antes se retiravam, Bewoulf um pouco revoltado por já não tão famoso dentre os jovens, e com eles abrindo a porta para sair era perceptível que as ruas já se encontravam um pouco mais movimentadas.

Caso Sol venha a aceitar seu aperto de mão ele se novamente sentaria na cadeira enquanto continuaria a falar. - Bom agora você aceitou, agora não tem como voltar atrás. Hehehe. - Levando a mão até a parte de trás de sua cabeça e a coçando ele prosseguiria. - Bom acho que agora também é um bom momento para dizer uma coisa. - Daria uma pausa limpando um pouco a garganta. - Eu meio que não tenho um barco comigo agora, você não teria um né? Bom, mas não se preocupe, eu até que tenho um plano, se você não tiver um melhor, claro. Por que não arruma suas coisas pra viagem enquanto eu te explico? Não é uma boa ideia ficar muito tempo no mesmo lugar, tenho que pegar as minhas também. - Concluía ele olhando meio desconfiado aos arredores e principalmente para a pota de entrada.




Abel:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptySab 03 Nov 2018, 15:06

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Esse Abel tinha uma confiança bastante esquisita, mas era algo que eu conseguia entender um pouquinho. Era parecido comigo de uma maneira ou de outra, o que só deixava meu sorriso ainda mais alegre! Era perfeito que eu achasse alguém como ele. Ele explicava que não realmente precisava de um guarda-costas e que ele sabia se virar de uma vez, o que já ajudava bastante! Não tinha a menor ideia de como ser uma coisa dessas, então já tirou um peso da consciência caso eu fizesse uma coisa errada.

Levantaria junto com ele, quase pulando de alegria. O sorriso dava até pra mostrar os dentes, e já apertaria a mão dele com uma pegada só um pouquuuuinho forte, mas nada que poderia machucar ele nem nada. Era só pra mostrar que eu tinha um pouco de força, também. — Gostei do teu estilo! Me chama de Sol. — Depois do aperto de mão, já colocaria a mão de volta no meu bolso.

Bem, ele levantou e já sentou de novo, né… então bora fazer o mesmo. Sentaria meio sem pensar muito sobre o assunto, tentando dar uma olhada por aí só por um tempinho antes dele falar comigo novamente. Ele não tinha um barco? Eu também não tenho um barco! Com os olhos arregalados e uma expressão de choque, responderia a pergunta dele:

— Então, hehe… Tenho não. — A mão que estava no queixo já iria pros meus cabelos cacheados; brincaria com eles só um pouquinho enquanto eu tinha um sorriso bastante abobado no rosto. Felizmente, ele tinha um plano. Pelo menos eu acho que ele tinha, né.

— Ah! Bem…

Tinha eu um plano melhor?

… Não. E também não tinha muita coisa pra pegar.

— Eu não tenho nada que eu quero levar não, vou assim mesmo! Vamos pegar suas coisas e a gente já sai dessa ilha miserável! — Provavelmente não foi uma boa ideia falar isso numa voz tão alta, mas meio que perdi o controle. Não que me importasse, já me levantaria e começaria a andar para fora.

Caso alguém tentasse me parar por qualquer motivo, olharia para a pessoa com uma carranca no rosto. Eu tô com pressa, e eu não quero que ninguém fique no meu caminho desse jeito. — Escuta aqui, pode sair da frente? Eu tô meio ocupada agora, e eu quero só terminar essa coisa toda de uma vez. Falou?

Caso ele me seguisse, olharia para ele com uma expressão meio confusa. — Então, que plano é esse que você tem, ein? Não dá pra sair daqui nadando, e eu tô meio… sabe, meio que um pouquinho sem dinheiro agora. A gente vai roubar um barco ou o quê? — Falaria isso sem nem uma gota de hesitação, minha alma já estava bastante determinada sobre isso. ‘Crimes’ assim não importavam muito para mim se significava que eu poderia começar minha aventura.

Aí depende de onde a gente estava indo. Ele provavelmente queria pegar as coisas dele, então se a gente estivesse indo para um lugar que não fosse um porto para pegar esse barco de uma vez, perguntaria: — Então, onde é que você deixou essa suas coisas, ein? — Pensaria mais um pouquinho. Me dá um tempo. — Pera, você é daqui, mesmo?

Maaaaas caso ele não me seguisse e estivesse fazendo qualquer outra coisa, já olharia para trás, tentando encontrar ele. — Ô, Abel, vamo indo! Suas coisas tão esperando, viu! Para de fazer o sei lá o que aí e bora andando! — Andaria até onde ele estava, tentando ver se ele se meteu em algum problema ou coisa do tipo. Só daria uma olhada na situação para ver se aconteceu alguma coisa séria antes de agir.

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptyTer 06 Nov 2018, 04:37


"Plan" : 03
Durante o aperto de mão Clair notava uma tática muito perspicaz por parte de Abel, ao estender ambos os dedos indicador e médio durante o cumprimento, a garota não conseguia colocar força enquanto ele apenas sorria inocentemente sem nem perceber suas intenções, parecia uma mania automática do garoto que provavelmente já foi muito maltratado por brutamontes. Uma vez que a parceria estava feita Abel sugeria que ambos saíssem de lá, e Sol, como sempre pronta, já declarava suas intenções de sair daquela ilha o mais rápido possível. Durante o grito da loira ele parecia ainda mais desconfiado com os arredores, mas não podia deixar de continuar sorrindo, afinal, compartilhavam do mesmo objetivo.

- É assim que eu gosto de ouvir! - Exclamava ele enquanto seguia junto da garota, antes de sair Abel dava uma última olhada para trás com uma despedida de mão. - Adeus Black, valeu pela ajuda! Você ainda vai ouvir falar de mim! - O taberneiro não respondia com palavras, estava muito ocupado fumando seu cigarro, mas assentia com a cabeça, demonstrando confiança no garoto.

Uma vez do lado de fora era perceptível que o comércio já estava completamente aberto, cada vez mais trabalhadores comuns e donas de casa à caminho das comprar podiam ser vistos.

- Tem certeza que não vai levar nem uma muda de roupas? Bom… Acho que tanto faz, só vou pegar as minhas e a gente vaza daqui. Por aqui.

Abel então começava a guiar Sol pela cidade, ao invés de seguir linha reta ele se colocava em becos, sempre vigilante e desconfiado, quando saiam na rua aberta ele sempre ficava em meio a multidões ou usando a própria Clair como cobertura da visão dos outros, levavam cerca de vinte minutos para atravessar um percurso que normalmente duraria a metade do tempo. Sem explicar nada por um bom tempo, em meio a caminhada Sol decide perguntar qual era o tão famigerado plano que Abel havia mencionado, e como se saísse de um transe ele despertava retornando a falar com seu tom ainda empolgado no entanto um pouco omisso.

- Ah, é, verdade. Foi mal, acabei me distraindo. A verdade é que tem um pessoal chato atrás de mim, mas não precisa se preocupar com isso, a gente vai vazar logo. - Respondia ele enquanto seguiam o caminho já citado. - O plano em si é simples, a verdade é que eu tinha um barco, muito bom por sinal, mas alguns caras roubaram de mim, já tô a um bom tempo tentando juntar coisas para recuperá-lo, você apareceu em boa hora. São bandidos, mas não fazem confusão o bastante na cidade por isso os mestres dos dojos não os expulsaram ainda. Eles tem uma pequena base no deserto ao norte daqui, tem todo o tipo de coisa por lá, inclusive barcos, quer dizer, meu barco.

Por fim, após tanto arrodeio a dupla chegava em um beco sem saída, Abel levantava uma tábua de madeira e revelava o buraco em uma parede que levava para uma casa abandonada, ao menos por fora, pois o interior, apesar de empoeirado, era relativamente bem cuidado, o maior local de destaque era uma escrivaninha com diversos mapas e diagramas que ele parecia observar em seu tempo livre, se Sol se aproximasse para olhar, veria um mapa detalhado de Karate Island junto de uma marcação em vermelho na costa do deserto. Uma rede improvisada se prendia na parede, e no mais, o lugar era apertado no entanto aconchegante.

- Não ligue pra bagunça. Haha. Não sabia que ia ter visitas. - Assim como Clairm o garoto não pegava mochila alguma, ele apenas abria um baú velho e começava a retirar algumas armas, os primeiros objetos que a loira conseguiu observar era um conjunto de vinte shurikens que Abel escondia em algum bolso interno do casaco, após isso sacava duas kunais as escondendo na manga de sua roupa, era impressionante como ele escondia tantos itens mas sem privar da movimentação. Por fim, Abel pegava uma ninjaken embainhada, desta vez, ao invés de guardá-la, ele amarrava um pano quadriculado no objeto para que pudesse carregar um trouxinha com seus itens mais importantes, uma muda de roupa reserva e alguns lanches. - Foi mal a demora, tudo pronto, agora só falt…

Algo interrompia a fala do garoto, era um baque na madeira que tapava o buraco de entrada capaz de assustar qualquer um desavisado. - Oe oe! Garoto! Sabemos que você entrou aí, saia agora ou nós vamos ter que entrar pra te colocar na linha! - Sua voz era rouca enquanto gritava com o que parecia ser raiva pelas falas do homem e o barulho externo, ele não parecia estar sozinho. Abel no mesmo instante ficava em alerta.

- Merda! Eles me viram até aqui? - Murmurava o rapaz enquanto os homens do lado de fora poderiam entrar em qualquer momento. - Isso é mal, devem ser aqueles bandidos de novo, não ficaram satisfeitos com meu barco, vamos! Vamos sair daqui, tem uma rota de fuga por aqui. - Apontava Abel para o único corredor estreito, e obstruído por alguns objetos, que levava para o resto da casa. Apenas aguardava por alguma ação de Clair, ficar e lutar? Ou fugir e dar continuidade ao plano?



Abel:
 

Histórico - Sol:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptyTer 06 Nov 2018, 06:40

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RISING SUNSHINE
this sunshine is about to go in overdrive

Continuaria seguindo até onde seja lá que ele onde que ele estava me levando. A pergunta dele sobre levar uma muda de roupas, eu responderia só balançando a cabeça. Ele não se importava muito se eu levasse mais coisas para me vestir depois ou não, mas geralmente eu pegava as coisas das pessoas inconscientes que eu geralmente brigava no meu dia a dia. Então só ia meio que fazer o que eu fazia todo outro dia - a confusão geralmente me encontra de um jeito ou do outro, então a muda de roupas vai chegar pra mim logo logo. Pelo menos eu espero que sim, né.

Não prestaria muita atenção para onde a gente estava indo. O caminho ficou meio como um borrão, olharia para as pessoas e para qualquer outra coisa minúscula que achasse interessante. Os vinte minutos nem pareceriam ser tudo isso para mim - o que talvez seja uma boa vantagem de ser tão distraída como eu sou. Mas eu consigo prestar atenção o suficiente quando ele decide explicar o plano dele.

Então roubaram dele. E a base é lá no deserto do norte? Parece simples o suficiente! Nossa, se soubesse disso antes, já iria até lá sozinha. Claro que provavelmente não ia acabar muito bem, mas o espírito de aventureira já me deixa um pouquuuinho curiosa para ir lá de uma vez. Porém, agora eu sou parte de um time! E eu vou lá daqui a pouco assim mesmo, então sem pressa pra essa missão só um pouquinho suicida.

— Aaah, tá bom, então! — Sorriria, mostrando todos os meus dentes; caninos só um tiquinho afiados. Obviamente, nada sobrenatural. Era um tiquinho tiquinho mesmo. Tom de voz? Seria o mesmo de sempre, confiante e quase pulando de alegria. — Então é só ir lá e meter a porrada em todo mundo. Saquei! Sem problemas. Deixa que eu tomo conta de tudo.

E depois dos vinte minutos que não pareceram vinte minutos, chegaríamos na casa dele. Espelunca do lado de fora, até melhor que as outras casas que já vi por dentro. Até que gostei. Daria uma olhada por aí, como sempre tentando encontrar qualquer coisa de interessante ou qualquer segredo… e bem, tinha esse mapa. Não precisaria ser um gênio para conectar os pontos: a marcação em vermelho era onde as pessoas que roubaram o barco dele estariam.

… Pelo menos, era o que eu achava, porque eu não sou nenhum gênio mesmo não. Bem, bem longe disso. Mas agora não era muita hora de pensar sobre isso. Olharia para o mapa só por alguns instantes mesmo, já esperando o Abel pegar as coisas dele pra gente ir embora. Tinha algumas coisas naquele baú, mas nunca fui muito fã de usar armas, então não teve a mesma curiosidade de sempre ali. Ele disse que estava pronto, então…

Nossa! Que baque foi esse?! Pularia um pouco assustada. — Caramba! Que falta de bons modos, ein? É sempre assim? — Riria um pouquinho para mim mesmo, enquanto o Abel tentava me explicar sobre a rota de fuga.

Rota de fuga? Rota de fuga nada!

— Espera só um pouquinho aí, Abel! — O sorriso de sempre agora estaria um pouquinho mais confiante. Obviamente, a maioria das pessoas escolheriam já sair daqui o mais rápido possível, mas eu não gosto muito de ser ‘a maioria’. Ficaria onde estava, tentando ficar numa posição de luta de Taekwondo. Pé direito a frente. — Eu vou lutar! Ou ‘cê me ajuda pra gente tirar essas pessoas do nosso pé, ou você vai na frente enquanto eu distraio eles!

Agora é uma questão deles virem aqui. Nunca fui uma pessoa de armar armadilhas, então só esperaria para eles virem todos de uma vez. Minha posição de combate já estava pronta, então estava confiante que eu tinha um pouquinho de chance. Claro que tinha, pô! Eu sou a Sol Clair!

Caso ele quisesse me ajudar, eu já ficaria um pouquinho mais alegre. Afinal, lutar em equipe sempre é melhor! Já brincaria com minha stance, pé direito na frente, pé esquerdo na frente, pé direito na frente. — Aí sim! Vamô lá, Abel! — Agora olharia para seja lá quem entrasse dentro da casa, olhar fixo. — Vamos ver o que vocês podem fazer!

Mas caso ele decidisse fugir, bem, acontece. Aparentemente é ele que eles querem, e eu ganho a luta que eu queria mesmo assim. Olharia para quem entrasse na casa com o mesmo olhar fixo da outra opção, só que meu tom não seria tão alegre assim. — Bora lá, então. Como é que eu vou ganhar dessa… — Sussurraria para mim mesma, prestando atenção em quem estaria do outro lado da porta...

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Última edição por crawling em Qui 08 Nov 2018, 14:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptyQui 08 Nov 2018, 07:17




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"The Berserker awakening"


ㅤㅤㅤㅤㅤ Quando se está longe de tudo, no fim da linha, algumas coisas se tornam mais perceptíveis que as outras. O caminhinho até o mar do norte foi extremamente longo, e olhares tortos não deixaram de ser lançados em minha direção nem um segundo da viagem. Quando cheguei ao local conhecido como Wars Island me encontrava fadigado, mas não poderia deixar de maneira alguma me abalar, afinal estava ali por um motivo: REDENÇÃO! ... Ou não, na realidade nem mesmo eu conseguia de fato encontrar um único motivo por ter deixado o lar.

O fato de ter saído de minha ilha natal afim de encontrar um novo caminho me confortava por dentro, emoções complexas demais para serem explicadas com simples palavras, mas no fundo eu não sabia ao ceto qual seria esse caminho. Assim que coloca-se os pés na ilha começaria a olhar em volta, perceber as coisas era algo de grande ajuda em lugares desconhecidos e uma de minhas manias, procuraria por qualquer lugar que chama-se minha atenção, afinal inicialmente não tinha muitos objetivos em mente. Estralei o dedo indicador da mão esquerda usando o polegar, e notei algo: Não tinha nenhuma arma nas mãos. Minhas soqueiras haviam ficado em casa.

Ter percebido isso me fez sorrir, um sorriso irônico -Realmente eu sou um idiota!- Tais palavras foram ditas para ninguém em especial, o sorriso largo deixava a mostra os grandes dentes mas eu não me importava nem um pouco, além disso uma risada curta que soava como m "shsishsishsi" foi solta. Começaria então a caminhar, buscando letreiros ou qualquer sinal de alguma loja ou mesmo um vendedor ambulante que pudesse me vender um par de soqueiras, com as mãos nuas eu me sentia esquisito. No caso de não encontrar nada logo de cara procuraria por alguma pessoa na rua, qualquer uma que não corre-se ao me ver e caso encontrasse alguma tentaria perguntar -Hey, onde posso achar uma boa loja de armas?- As palavras seriam ditas sem nenhum tipo de respeito, mas também não tinham nenhuma má intenção junto delas.

Na possibilidade da primeira pessoa não me dar uma resposta satisfatória eu simplesmente sairia de perto dela e voltaria a caminhar, procurando novamente algum cartaz ou loja visível, ou então outra pessoa para que eu tentaria repetir a pergunta, até conseguir um resultado satisfatório, ou não. Caso encontra-se uma loja de armas, tentaria empurrar a porta da mesma com a mão direita enquanto falaria -Eae, estou procurando algumas soqueiras do meu tamanho.- Falaria e aguardaria uma resposta. Caso fosse uma positiva e tivesse as soqueiras eu perguntaria -Quanto pelo par?- No antando se na loja não tivessem as soqueiras eu tentaria sair da mesma e voltar a procurar outra.


Off /Objetivos:
 

Histórico:
 




[END]




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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: I. RISING SUNSHINE   I. RISING SUNSHINE EmptySab 10 Nov 2018, 22:38


Dois encontros pelo preço de um : 04
Sol

Digamos que a situação ficava um pouco mais, empolgante, o baques sucessivos na porta - se é que pode chamar aquele pedaço de madeira de tal - ficavam cada vez mais frequentes e fortes, Abel não parecia gostar nada da situação e seus olhos arregalavam ainda mais que o natural em ouvir as palavras de Clair. Por um instante ele se virava, averiguando sua rota de fuga, Sol não percebia o rapaz realmente planejava correr em disparada segurando-a pelas mãos, conhecia o possível perigo em que estavam, mas no momento em que observava o corredor Abel avistava uma figura alta de máscara um tanto quanto simpática e chapéu, suas demais vestes era um terno preto e básico, o garoto cerrava os dentes amaldiçoando sua sorte.

- Não haverá escapatória dessa vez. - Pronunciava o mascarado de uma forma calma puxando as luvas em suas mãos como se as ajeitando para um combate. Nesse mesmo momento a cobertura que tapava o buraco da parede era arrombada com um chute de um homem branco com fios de cabelo loiros e altura similar ao outro, e assim como seu parceiro, utilizando de um terno preto, seus olhos eram azuis e tinha uma feição até que bonita. Suas falas, mistas a uma expressão um tanto animalesca, eram cheia de “marra”, ou até mesmo falta de classe.

- Agora eu te achei seu punk! - Não pareciam “bandidos” normais, aliás, não pareciam bandidos, mas era o que o pequeno navegador anunciava. Por um instante o homem estranhava a presença da loira, fazendo uma careta para tal, mas logo continuava falando. - Oe garota, como eu sou bonzinho vou te deixar ir embora, você nunca nos viu aqui, só deixa esse maloqueirozinho com a gente que tá tudo certo, ok? - Concluía sua frase com um sorriso simpático.

- Certo Sol! Vamos ficar e lutar então, mas vai ser do meu jeito ok? - Sussurava Abel tentando evitar que os outros dois escutassem. - Meu primeiro ataque vai ser uma distração, aí a gente inverte posições e você pega o cara de máscara, pode ser? Tenta pressionar ele pra junto do outro que eu cuido do resto. He-he. - Após uma risada de nervoso o garoto esperava uma a resposta de sua “parceira no crime”, Clair soltava seu brado animado, e logo a cara do homem loiro deixava o tom brincalhão para se transformar em algo um pouco mais sério.

- Tsch, então vai ser do jeito difícil. - Respondia ele com um tom um pouco puto impaciente, colocava a frente direita de seu paletó para trás e então revelava em revólver de 9 mm, simples, mas discreto. - Odeio bater em garotinhas. - Seus dentes ficavam amostras, não sacava sua arma, apenas a deixava exposta, talvez por arrogância, ou quem sabe em uma simples tentativa de intimidar.

- É o nosso trabalho Blue. - Respondia o mascarado ainda em seu tom desanimado, ele mostrava sua mãos esquerda, completamente livre, e então, como se fizesse um truque de mágica, ele retirava uma lâmina curta - cerca de 30 cm - e sem proteção de mão de sua manga, claro, isso para nós observadores do plano divino, para a pequena dupla ali, era como se a lâmina tivesse vindo do nada. - Não temos outra opção.

Clair notava que Abel estava tremendo um pouco, talvez de nervosismo, quem sabe empolgação, ou sabe-se lá de medo, muito provavelmente os três. - Beleza Sol, espero que estivesse falando sério sobre meter porrada em qualquer um.

Tensei

Aaah, o South Blue, ninguém sabe ao certo certo como as pessoas vão parar lá, apenas que é o berço de muitas lendas, em especial Karatê Island, enquanto alguns tentam evitar ou sobreviver ao conflito, outros optam por buscá-lo incessantemente, muitos por prazer próprio, por orgulho, talvez dinheiro, e quem sabe redenção, mas o resultado era o mesmo, alguém na lona e caído no chão. Talvez fosse o mesmo para o tritão que emergia nas praias da ilha, talvez o destino o tivesse levado para um ambiente tão perfeito e propenso a lutas quanto ele necessitava.

Logo de cara a primeira vista de Tensei era a borda de uma cidade em um bioma de floresta, era uma manhã quente, à sua direita, um grande lago, e a esquerda, quase que no horizonte, uma região um pouco nublada, provavelmente neve, de fato uma ilha com clima um tanto quanto peculiar. O homem peixe caminhava pela rua atrás de reparar seu pequeno erro de esquecimento, uma arma, durante o percurso conseguia notar diversas reações, alguns olhares curiosos de crianças, outros de receio de mães que puxavam seus filhos para o mais longe, algumas pessoas uniformizadas o encaravam também, artistas marciais imaginando que seria um bom treino lutar com um tritão.

Com o tempo sua caminhada começava a ser em vão, estava demorando para encontrar algo e decidia por pedir uma indicação. Um grupo de homens já com uma certa idade passava por ali, o “líder” do grupo, um homem de roupas acabadas, alto e forte com cabelos longos e barba desgrenhada parecia entediar seus amigos com reclamações - que pela cara dos demais - estavam rolando por minutos.

- Esses jovens de hoje não tem mais respeito, não reconhecem uma lenda quando veem uma. - Tensei soltava sua pergunta, e sem mudar a expressão, com a mesma carranca o homem se queixava com os amigos. - Viu? Sem o mínimo respeito, como se eu não fosse o grande Bewoulf! - Ele parecia inicia um gesto estufava um pouco o peito e preparava para bater a mão neste, mas por algum motivo parava, parecia se lembrar de um piada de mal gosto. - Como é que é? Loja de armas? Daqui a duas ruas deve ter algo do tipo. - Respondia sem o mínimo temor e tratando o tritão como se fosse qualquer outra pessoa normal. - Mas armas não vão te ajudar aqui garoto, ao menos não se quiser desafiar os dojos, lá só se luta de punhos vazios. Bahahaha! - Quando soltava a gargalhada os outros ao redor arqueavam o tronco levantando o ombro, pareciam já de saco cheio, mas o acompanhavam por algum motivo, Bewoulf continuava seu caminho, como se nem tivesse prestado atenção direito em Tensei, mas ao menos lhe ajudava com uma ou duas informações úteis.

Atsuchi não demorava muito para encontrar o local, não parecia muito com o lugar certo, mas era a única loja da região, um estabelecimento cheio de bugigangas e tralhas, parecia mais um ferro velho. Lá dentro, num balcão estreito, um homem alto e esguio, usava um terno barato listrado de preto e vermelho, e a única coisa que enfeitava sua cabeça careca e brilhando era um óculos escuro redondo.

- Oooh, seja bem-vindo, muito bem-vindo. - Dizia o homem com uma voz estridente esfregando as mãos de uma forma maquiavélica, assim como o velho lutador de antes não parecia se importar com aparências, dessa vez a beleza do dinheiro falava mais alto. - Em que eu posso lhe eng… Digo, ajudar? Isso, em que posso lhe ajudar? - O tritão anunciava seu pedido, soqueiras. De imediato o vendedor respondia, como se o item estivesse fresquinho em sua mente. - Oh-hoho. Eu tenho uma coisa perfeeeita! - Contarolando a última palavra ele colocava um par de soqueiras no balcão. - São novinhas! Por um mísero preço de vinte mill berries. - Um momento de observação e o careca notava uma coisa, a arma estava meio suja de sangue. - Ops. - Dizia ele enquanto pegava o exemplar sujo e limpava em sua manga. - Parece que alguém já fez o test-drive, mas como pode ver, em perfeitas condições. Hehehe, acabei de pegar o carregamento, pode testar para ver se serve direitinho. - Concluía ele com uma postura meio curva e humilde ainda com as duas mãos juntas enquanto aguardava com um sorriso fanfarrão. Apesar da atitude estranha do homem, e do sangue no objeto, Tensei conseguia notar que se tratava de algo com uma qualidade aceitável, não se tratava de uma obra prima, mas cumpriria seu propósito.



Abel:
 

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