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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I

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MensagemAssunto: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptyQui 18 Out 2018, 00:43

Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Ryujin . A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptySex 19 Out 2018, 21:12


Why my face look so E-M-O
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I. Amizades...
Eu nunca tinha sido o tipo de pessoa que tentava imaginar como seria o futuro, isso me parecia uma ideia um tanto inútil que poderia nos distrair do agora e distração não é o tipo de luxo que um simples peão e assassino, como eu no passado, deveria ter mas agora entendia a verdade por nunca ter apreciado tal gesto e o motivo era porque eu não conseguia, ainda estava ali sentado naquele buraco dentro de um outro buraco no início da tão falada Grand Line tentando imaginar como seria a minha vida agora que tinha chegado tão longe junto de um grupo tão peculiar, ainda estaria bebendo meu sake sentindo aquela ardência descer pela minha garganta em um sabor e sensação que nunca tinha apreciado antes e mesmo que o sabor de tal bebida pudesse deixar a desejar existia algo prazeroso naquela ardência que começava a aquecer meu corpo, algo que ainda não entendia muito bem, estaria tentando prestar atenção em qualquer coisa que Mephisto pudesse estar falando já que o revolucionário não tinha conquistado só meu apreço como também minha admiração sendo talvez o motivo de uma das poucas coisas a quais era grato até agora, sua presença.

Em meio dos meus devaneios eu tentava imaginar como seriam as coisas agora que estava ali, tinha seguido um longo caminho com os revolucionários mas não queria continuar seguindo com eles já que quando os conheci eram cinco seguindo o comando de Athena e seu auxiliar Purg mas agora esse número eram apenas dois contando com Mephisto e Katherine. ~ Uma comandante que já perdeu três oficiais e não dá a menor importância para isso… De certa forma eu poderia concordar com sua atitude já que se importar com as pessoas não ajuda muito no ramo e não muda nada, se importar com um soldado faz você sofrer quando ele morre, se importar com uma missão faz você se sentir um lixo quando fracassar… Se importar com algo nos faz ver valor onde não existe… Era isso que eu acreditava no passado, por que só agora essa ideia me parece errada, seria por causa dele? ~ Meus olhos que até então se atentavam ao vazio agora iriam em direção ao alvo espadachim como se eu com aquele simples gesto tentasse decifrar um pouco mais sobre o meu colega para que assim fosse capaz de decifrar um pouco mais sobre mim, mas mesmo assim isso não podia me distrair da minha linha de raciocínio, me ajeitando na cadeira podendo talvez expressar um pouco do meu desconforto com um breve suspiro eu tirava os olhos de Mephisto tentando voltar a ponderar em como seria a minha vida agora.

Pelos fatos já citados eu não queria continuar viajando com os revolucionários e mesmo que tivesse gostado de Katherine a celestial o meu apreço por ela ainda não era grande o bastante para me segurar com o grupo, por outro lado Mephisto talvez conseguisse ter esse poder sobre mim. ~ Será que se ele me pedir para me juntar aos revolucionários eu iria? Eu mudaria de ideia sobre seguir um mestre apenas para continuar em sua companhia... ~ Um outro gole era dado em minha bebida buscando as respostas naquele ardor. ~ Não… Eu o adoro mas ainda vivi muito pouco por este mundo para arriscar minha liberdade por um sentimento que sequer entendo ainda… Seria injusto com aqueles abandonei e matei até chegar aqui desistir da liberdade que tanto lutei para conquistar… Também não posso pedi-lo para que venha comigo em uma jornada que sequer imagino como darei continuidade... ~ Daria mais um gole em minha bebida podendo já sentir a embriaguez nascer, talvez a timidez ainda me deixasse desconfortável em entrar em certos assuntos e por isso eu tinha que pisar em ovos ali para não deixar algo que me envergonhasse ou entristecesse Mephisto escapulir durante aquele efeito que só o álcool bem destilado era capaz de gerar.

Entre as opções ainda tinha Siegfried e Rurik os piratas e donos da embarcação que tinha nos levado até ali, o tritão pareceu gerar alguma simpatia por mim depois que o salvei e lutei ao seu lado contra os marinheiros que o cercavam, graças ao meu plano tinha conseguido salvar ele e seu amigo bárbaro das garras, ou da lâmina, do Cpt. Eric, dentre os revolucionários e os piratas imaginava que seria de maior interesse seguir com os piratas já que a essa altura eu já deveria ser visto como um, no entanto a maneira como o viking reagiu após ser salvo ainda perturbava a minha cabeça não sendo nada difícil lembrar da cena dele esperneando e choramingando sobre uma morte honrada e seu caminho para Valhalla. ~ Arh… Foda-se o Sieg no final das contas ele é apenas uma escolha tão ruim quanto os revolucionários... ~ Buscaria mais um gole em minha bebida caso ainda não tivesse terminado com ele, minhas opções estavam acabando assim como o álcool que ainda pudesse ter ali naquela garrafa a única opção que restava seria buscar eu mesmo um navio mas como iria fazer isso em meio ao nada e sem nenhuma habilidade náutica.

Olharia em minha volta tentando discernir melhor o ambiente em que estava e as pessoas que estavam ali, mesmo em minha embriaguez eu tentaria formular um motivo lógico daquelas pessoas ficarem assim já que cenas como aquelas me criavam um desconforto mesmo que as pessoas pudessem parecer satisfeitas, tinha vivido a minha vida não só preso em uma verdadeira jaula como também em uma jaula psicológica assombrado pela falta de um passado, falta de uma história, ainda quando era criança aprendendo já como manusear uma espada e servir ao clã e a família Ketsueki em minhas noites de sono eu sonhava em voar para longe de tudo aquilo e ver pessoas vivendo em buracos era uma ideia completamente contraditória a qual eu achava ser a ideal, onde pessoas voariam para onde desejam. ~ Talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto dos celestiais… Foi um grande decepção notar que eles não podem voar ou pelo menos são preguiçosos demais para tentar. ~ Estava em meio de perguntas que sinceramente eu não tinha respostas, Mephisto era sim meu amigo mas por quanto tempo duraria a amizade entre um pirata e um revolucionário, como eu seguiria para fora daquele farol sozinho sem ter a mínima noção náutica, por que as pessoas viviam em um lugar que claramente não era apropriado para fornecer vida e se alguém estivesse feliz ali então qual seria o motivo daquela alegria, será que eu conseguiria outra bebida? Todas perguntas sem respostas até o momento mas se meu amigo chamasse por mim notando meu devaneio eu tentaria olhar em seus olhos e abrir um sorriso com a ajuda dos efeitos fornecidos pelo álcool. - Ah… Desculpe, me distraí um pouco… Você estava falando de... - Diria com um leve sorriso que rapidamente iria morrer durante a fala que soaria lenta e desajeitada já que não tinha tido tempo para formular palavras. - Gatos? - Completaria em um tentativa de mostrar minha atenção e noção em um possível assunto que Mephisto certamente citaria apesar da minha incerteza sobre o tema.

OFF: O cenário e itens citados se referem ao último post da aventura anterior utilizado apenas para dar continuidade ao sentimento expressado em meu último post.



- Falas -
~ Pensamentos ~
Objetivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptyQua 24 Out 2018, 18:10



Ryu bebia seu seque observando aquele momento, ele ainda estava com algumas das pessoas que tinha acabado de conhecer naqueles últimos dias, ele em principal prestava atenção a Mephisto, que estava afastado ali falando algo com a sua ex comandante, o que se tratava sobre ideais e funcionalidades, ele sabia que a justiça poderia vir de qualquer área além disso, não importava em qual grupo estivesse, era assim que a mente do Ex revolucionário funcionava, entretanto ele também tinha percebido que a liberdade que ele procurava não estava entre os revos.

Ryu pensava, e se fosse o contrário, e se Mephisto o tivesse convidado para se juntar a causa? Ele iria? Ou talvez o espadachim não estivesse disposto a isso, ele imaginava que não se juntaria a algo desconhecido de forma explosiva, ou menos ainda sem conhecer aquilo. Além do mais outra coisa o colocava em pensamentos, e a oficial, a frieza dela diante da perda dos oficiais era singela, ela nem mesmo parecia ter ligado pra aquilo aparentemente. A mente de um superior pode ser incrível agora, é sempre complicado os entender ou mesmo fazer relação ao que eles pensam, no entanto Ryujin entendia em parte, ou melhor, ele sentia que aquilo fazia sentido.

O rapaz tomava mais uns goles da sua bebida, pensando agora que existiam muitas coisas difíceis de se conversar ou falar para o seu novo companheiro, talvez fosse viável evitar esses assuntos que pudessem o deixar envergonhado ou entristecer Mephisto no processo, o que não seria algo ao qual ele gostaria de ter feito. Ele por fim levantava buscando ter melhor visão do ambiente do Farol. O lugar era uma grande beirada de terra longa, que ficava colada a Red Line, havia a distância o que ele podia notar como a única construção aparente, uma enorme coisa conica, um farol que ficava ao centro do ambiente, e se prestasse atenção poderia ver que haviam cavernas na zona mais distante, apenas dava pra ver pequenos buracos na parede da red line.

Ele estava ali lembrando dos seus momentos com Sieg e Rurik, era uma memória bem vivida e recente, lembranças de como era se sentir preso, se sentir em uma jaula todo o tempo, mas a liberdade era algo que o instigava, era charmosa, bonita, e cheia de aparentes grandes momentos que poderiam vir a qualquer hora, apesar dessa visão, algo que talvez não se passasse na cabeça do espadachim é que a liberdade é muito mais perigosa, pois quando se é livre você está por sua conta, você está sozinho contra o mundo. Tudo bem, nem sempre sozinho às vezes existem pessoas ao nosso lado pra lutar, mas sempre é preciso saber se virar.

Naquela hora Mephisto se aproximava do ombro de Ryu tocando nele para o chamar para irem para o farol, o rosto dele estava sério e aparentemente tranquilo, ele então dizia. -Então moça.. Digo… Ryu, é isso… Vamos explorar o lugar, deve ter alguma coisas importante por aí aliás é bom a gente achar um barco.- O garoto no entanto estava distraído e voltava a si se desculpando pelo caso específico e soltando um tema improvável que o revolucionário poderia estar falando. Mephisto soltava um leve riso e com um olhar um tanto irônico falava. - Certamente gatos… Sobre que tema mais eu falaria? Sabe aqueles bichinhos com as almofadas fofinhas? São impressionantes né, peludinhos e tudo mais, e são legais de levar num barco porque eles comem peixe… Daí só precisamos de uma vara de pescar e alimentamos eles facinho não é?- Dava pra notar que ele fazia uma piada sobre a situação mas logo retomava falando após essa fala. -Certo eu estava falando para irmos em direção ao farol, ou as cavernas, da pra explorar a região e descobrir melhor se tem formas de sair, conseguir um barco ou similares. Até por que não parece um boa morrer num farol isolado...- Ele apontava para a torre fazendo aquele velho olhar mais debochado, e começava a mais um de seus momentos de despreocupação com a vida. -Se bem que não seria assim tão ruim, a gente morava ali no topo, o único problema é que não poderíamos ter um gato… Ele iria saltar e morrer caindo lá de cima… Um cachoro talvez, daí você aprende a tocar violão e ganhamos dinheiro com sua música.- Ele colocava a mão no queixo como se estivesse de fato pensativo, apesar de claramente ser apenas seu modo de ser mesmo, sem levar nada a sério. -Viu só, pra tudo tem um jeito, eu poderia aprender a dançar algo, usar umas castanholas e uma flor na boca, e ajudar a arrecadar grana também, tudo planejado, hora de morar no farol HAHAHAHAHAHA- Ele não conhecia bem a palavra limites aparentemente.


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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptySex 26 Out 2018, 19:04


Feeling Good
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II. Dois malucos e um farol
Era fascinante analisar o quanto eu já me sentia confortável com a presença de Mephisto enquanto com as demais pessoas eu ainda poderia parecer um tanto tímido e acanhado, o fato era que tal interação com o revolucionário havia se tornado natural até mesmo para mim que agora entendia a sua confusão com o meu gênero algo tão casual quanto respirar, comer ou beber, algo que já não valeria a pena discutir ou explicar. Se talvez eu fosse mais naturalizado com as interações sociais básicas de seres biologicamente vivos eu até poderia ser capaz de entender a piada e assim poderia ou não ver alguma graça na mesma, no começo ao ver o espadachim me falar mais sobre aqueles pequenos felinos um certo prazer se alojava em peito fazendo o meu interesse naquela conversa nascer quase de imediato, levando o meu olhar para cima em um breve momento eu imaginava um pequeno gatinho preto caolho… (afinal o gatinho também seria um pirata com tapa olho) ...dentro de todo cenário que Mephisto citou já quase podendo visualizar o pequeno gatinho sentado ao meu lado enquanto eu pescava usando um grande chapéu de palha para proteger a minha cabeça do sol. ~ Eu não sei pescar... ~ Imaginei já tentando pensar em uma solução para que aquele sonho pudesse se tornasse realidade, talvez fosse difícil admitir mas tudo aquilo me parecia um cenário bem tranquilo e calmo, algo que eu poderia sim desfrutar.

Toda a minha fantasia era soprada para longe como uma cortina de fumaça em meio a ventania com o revolucionário mudando de assunto do nada e misteriosamente achando graça de um tema que ele mesmo tinha levantado, eu poderia contestar e continuar com o tema mas parecia ser alvo leviano em comparação com o verdadeiro assunto de Mephisto, eu levaria uma de minhas mãos até o meu queixo enquanto a outra ia de apoio para o cotovelo ligado na primeiro mão para que assim eu pudesse sustentar um pouco a minha cabeça de maneira reflexiva sobre o meu punho fechado, neste momento eu deixaria que o rapaz continuasse com sua fala tentando absorver qualquer informação útil e até mesmo considerar as suas ideias por um momento. ~ Eu não acho que seria bom nós ficarmos aqui na verdade… Quando eu pensei em explorar o mundo não esperava terminar em um farol... ~ Nesse momento meu raciocínio travava como em um estalo, meu cenho franzia e mesmo com uma postura reflexiva a minha cabeça já não estaria mais apoiada no meu punho, minha atenção e minha postura se erguia como um suricato que se atenta a um perigo distante mas o sentimento não era o mesmo, eu não estava alerta com uma ameaça e sim com algo diferente, algo... “bom”, meu olhar se direcionaria para o Mephisto enquanto em minha face o semblante neutro abria espaço para o espanto e curiosidade. - Irmos? - Uma longa pausa viria após tais palavras. - Você vem comigo? - Completaria a pergunta falando de uma maneira mais lenta que a habitual, não acreditava naquilo talvez fosse um mal entendido meu ou o rapaz tenha se empolgado ou simplesmente acreditava que eu seguiria com os revolucionários. - Eu não sou um revolucionário… Você sabe disso né? - Completaria considerando que a última alternativa era a mais plausível.

O motivo de tal surpresa era a minha clara distração com o que ele conversava com Athena mas com tudo esclarecido eu não tinha motivos para conter minha felicidade, ou não teria se não fosse minha timidez e estilo, um gesto exagerado de felicidade não combinava comigo afinal toda minha história deixava clara que eu não era alguém digno de tal sentimento, abaixaria minha cabeça de leve tentando fazer que minhas madeixas negras vinhessem cobrir o meu rosto para que assim, nas sombras, eu pudesse abrir um leve sorriso escondendo também o leve rubor que surgiria em meu rosto. Usando de minha calma eu voltaria com meu semblante habitual e neutro antes de levantar novamente meu rosto e com uma de minhas mãos ajustar as minhas mechas de cabelo as colocando atrás de minhas orelhas em um movimento delicado. - Nada de morar aqui, ficou louco... - Diria tentando fazer aquilo soar como uma repreensão afinal aquela era uma ideia ridícula eu nunca pegaria em um violão na minha vida. - Violão...Tsc… Eu tocaria shamisen, isso sim é um instrumento de verdade. - Completaria enquanto começava a caminhar em direção ao casebre do lado do farol.

O lado positivo de Mephisto me agradava e aquecia meu coração, não sabia se ele acreditava ou não nas possibilidades que ele apontava mas de alguma forma ele conseguia me fazer acreditar que dariamos um jeito. - Mesmo que consigamos um barco ainda precisaríamos de um navegador… Será que encontramos um aqui disposto a nos ajudar? - Perguntava de maneira casual deixando que as incertezas ficassem apenas em meu peito, as pessoas poderiam ser imprevisíveis e eu era um exemplo disso, se encontrasse alguém com os conhecimentos náuticos necessários para seguir pela Grand Line não poderíamos esperar que tal ser viesse de bom grado, talvez pudesse cobrar algo, poderia tentar nos matar ou roubar, eram inúmeras possibilidades e por isso eu teria que me preparar para elas. Puxaria o meu relógio no bolso para ter uma noção de que horas eram e assim que tivesse essa informação eu guardaria o item de volta no meu bolso e seguiria com uma contagem mental em minha cabeça, sabia a importância daquela informação e por isso eu teria que me habituar ter ela sem precisar puxar o relógio toda hora, se fosse um horário em que pessoas costumam estar acordadas eu pararia então em frente a porta do casebre e daria algumas batidas fortes na porta esperando que alguém atendesse e se por sorte fossemos atendidos então eu olharia para a pessoa a encarando por alguns segundos fazendo uma breve análise que poderia se estender mais algum tempo antes de me virar para Mephisto um pouco envergonhado em um claro sinal para que ele continuasse com o assunto.



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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptyDom 28 Out 2018, 01:53



A ideia que vinha para ele após ouvir o rapaz era um grande devaneio, um gato pirata caolho… Depois ele pescando… É com toda certeza não era o vislumbre mais comum de uma mente sã, mas o que fazer era uma coisa que despertava sua curiosidade, ele não entendia bem da convivência social e piadas para poder diferenciar as coisas sérias que o Ex-revolucionário falava e as coisas que eram bem… Ironia e similares. Após tudo o homem parecia mudar de assunto o que não deixava muito bem explicado o por que disso, ele apenas parecia ter mudado subitamente.

Após tudo o samurai se perguntava se o garoto sabia que ele não ia entrar nos revolucionários e mais ainda se eles estava falando sério em seguirem em frente. - [color=#ff0000]Sim eu sei disso, não tenho motivos pra seguir o rumo que estava, é uma longa história… Mas não esquenta com isso, nós somos revolucionários sim, nosso tipo de revolucionários.- Ele mostrava um leve sorriso pra ele e piscava o olho direito olhando diretamente para o rosto de Ryujin. - Nós não precisamos estar no meio de uma organização para sermos revolucionários, só precisamos ter nosso próprio modo de justiça, e lutar contra o que achamos errado.- O rapaz era pouco explicativo, apenas dando de ombros quando terminava de falar.

Mephisto aparentemente não pretendia ser mais detalhado sobre o que poderia ter acontecido, talvez ele só tivesse se frustrado com o que viu, ou mesmo foi expulso por tomar a culpa do que tivesse acontecido ali, afinal as pessoas tendem a não assumirem a culpa por as coisas, líderes então? Eles são uma coisa estranha. Nunca erram, nunca fazem coisas que não tinham planejado, Pegos de surpresa? Não!! Jamais!! Eles estavam te testando!! Ou ao menos são esses seres onipotentes que eles gostam de parecer… O que o levava aquela surpresa era saia pouca atenção ao que ele conversava com Athena assim como também o deixaria na dúvida por mais tempo.

Ryujin após refletir sobre aquilo escondendo sua timidez meio a sua franja, decidiu por tentar retomar o assunto anterior, dizendo que o homem só poderia estar louco e tocaria um outro instrumento diferenciado, aquela pegada mais oriental. Mephisto inicialmente ficava cheio de interrogações em torno de sua cabeça, mas imaginava que fosse um tipo de piada também. - Shamisen, sério? Eu sempre achei que você tinha cara de que tocaria algo mais voltado para guitarra, naquele estilo meio duvidoso, meio gótico, meio emo… Essas coisas, quando vejo você sempre te imaginei fazendo um solo de guitarra com a língua de fora e uma multidão aplaudindo, algo assim.- Comentava coçando o queixo em relação a história que propunha, era claramente uma piada, ele começava a elevar o nível daquilo.

Ryu caminhava sendo seguido por o espadachim enquanto aparentemente tinham o casebre na mira como primeiro lugar para visitar. Ele comentava sobre a probabilidade de acharem um navegador o que eventualmente poderia se tornar uma coisa complicada, o Revolucionário no entanto continuava com a sua forma descontraída de ver o mundo. - Um navegador em? Pra que isso? A gente mesmo coloca o barco em curso, só precisamos de muito vento, ou um motor potente, e aí eu começo a acelerar, precisão? Rumo? Pra que… A gente só precisa de velocidade, e pra parar? Eu bato numa pedra com força na hora que vir, e garanto que a gente para, só que eu teria que te amarrar no mastro...- Comentava coçando o queixo ainda caminhando, afinal parecia uma proposta convincente… Não não parecia, mas ainda assim ele tentava fazer parecer que sim. -É que sabe… Se eu não te amarrasse, quando parassemos você poderia voar pra fora do barco, por garantia que eu não vá dormir, eu me amarro no timão!! E pra melhorar ainda mais minha direção, eu vou beber muito vinho antes, que assim eu não vou ter medo de bater!!! Genial né?- Ele gargalhava quando terminava de falar aquilo passando o braço por cima dos ombros de Ryu, enquanto fazia uma coisa com a mão como se fosse um arco íris.

Ele logo começava a comentar algo após fazer o arco com a mão em direção ao céu na frente do rosto dele. -Vê algo ali em cima?- Era o que ele perguntava com rosto de extremo sério, não tinha nada no céu, nem mesmo nuvens, apenas o azul límpido, nem uma ave voava ali. Era uma coisa estranha mas ainda assim após a resposta de Ryu ele dizia. - Não tem realmente nada… Isso representa, tudo que temos que nos preocupar.- Mas após tudo sua feição ficava realmente mais centrada ele olhava pra a frente colocando a mão perto das pistolas que carregava na cintura, ele estava vendo a figura do velho que caminhava em direção a eles dois. -No fim… Talvez seja bom você procurar um gato e aprender a pescar, se não acharmos um navegador vai ser bem útil aqui… Aliás, você aprende a pescar enquanto eu procuro o gato… E quando você for pescar eu fico na lateral atirando na água… Não teria graça se não fosse desafiador não é mesmo?- Mas apesar da fala dele ele tinha noção do que estava acontecendo, Ryu tinha acabado de olhar as horas, quando voltava a visão pra frente pra o velho. Eram 9:45 da manhã.

A voz era grossa e surgia como um trovão vinda do homem barbudo, ele carregava o que parecia ser uma espada na lateral, uma carabina nas costas e caminhava devagar saudando eles. - Naufragados por aqui rapazes? Desejam alguma coisa? Um barco talvez...- Falava o homem que continuava caminhando em direção a eles. - Desculpem a grosseria, me chamo Don Karthus. É um prazer conhecer vocês.- Mephisto ficava mais tranquilo ao lembrar que tinha escutado esse nome quando chegaram próximos desse lugar, ele tinha sido alertado de alguém que fazia apostas com forasteiros. Meph falava baixinho no ouvido de ryu como um fofoqueiro nato apenas sussurrando o que lembrava -Caralho… É o maluco doente das apostas...- Uma veia dilatava na testa do homem que claramente tinha escutado ele. -Eu posso te ouvir maldito!!! Não diga essas coisas na frente das pessoas!!- A situação era trágica e cômica ao mesmo tempo, o que o nosso samurai fazia enquanto seu parceiro apenas coçava a parte de trás da cabeça com um sorriso sem graça.

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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptyDom 28 Out 2018, 15:20


Let's go, let's go little Kitty Kat
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III. John Wick dos gatos
A visão de Mephisto em alguns aspectos era similar a minha, ele tinha uma maneira descontraída e divertida de ver as coisas ou pelo menos era isso que ele dava a entender, mas diferente de mim ele via o que precisava ser feito mas nem por isso se sucumbia a um comprometimento exagerado ou um senso de dever. Eu já era o lado contrário da moeda, como uma sombra no canto de uma sala eu não agia sem corresponder a algo, eu diria que sou como uma pessoa engolida pelos próprios pecados que agora vagava sem um rumo original devido os meus feitos naquela mancha de sangue negro que alguns poderiam chamar de passado, eu acabei me tornando o portador da alcunha de Dragão do Norte, um infame título que fazia alusão a criatura ao qual meu nome homenageia mas sendo honesto eu nunca me senti um dragão. Durante toda a minha vida tinha sido criado como um cão de guarda e devido a isto acabei matando a sangue frio alguém precioso para mim, alguém que como Mephisto eu também considerei um amigo, alguém cujo a existência tornava o mundo e meu sofrimento um pouco mais tolerável, claro que com o tempo eu lutei pela minha liberdade matando algumas pessoas, participei de uma breve discórdia no clã que antes servia mas isto não era o bastante para apagar os pecados que cometi, muito pelo contrário, eu tinha acumulado mais como se em vez de nadar para fora daquele mar de sangue eu tivesse ido mais ao fundo, me tornando uma criatura das profundezas daquele oceano garantindo que o sangue sempre corresse pelas minhas águas, olhando por esse lado então talvez eu tenha uma semelhança com aquele dragão.

Ser associado como alguém “justo” aos olhos de Mephisto me fazia reviver aquela culpa, meus serviços como cão, a morte de Ichaku, a batalha pela liderança do clã Ketsueki, tudo isso se tornava real outra vez para mim me fazendo lembrar o porque eu estava ali, muitos seguiam para o mar em busca de fama ou riquezas enquanto eu só queria deixar o meu passado para trás e encontrar uma vida confortável, aprender o que quisesse aprender, fazer o que quisesse fazer mas talvez isso fosse pedir demais já que no fundo eu não tinha grandes desejos só queria seguir pelos mares debaixo de um céu estrelado e qualquer coisa que viesse com isso seria lucro para mim. No geral eu já não sentia nada quando o assunto era sobre mim em particular, tinha chegado no fundo do poço como espadachim, sofri derrotas que nunca imaginaria, me tornei um ronin e agora tinha que conviver com todas as merdas que me assombram durante o sono.

~ Se ele soubesse mais sobre mim… Se soubesse sobre tudo que eu fiz… será que ele ainda seria o meu amigo? ~

Era uma pergunta sem respostas para mim, o espadachim me conheceu em meu auge por assim dizer, eu apareci do nada na frente dele e de seus colegas para avisar sobre os marinheiros que os seguiam de maneira furtiva, juntos derrotamos o sargento local e assim criamos uma oportunidade de fuga para os seus colegas, em Lvneel eu tinha frustrado os planos do Capitão Eric salvando Siegfried e o tritão enquanto matava dezenas de marinheiros no processo. ~ Se eu fosse um Dragão de verdade teria queimado centenas... ~ Pensei levantando um pouco meu olhar quando percebi que Mephisto tinha me perguntado algo o que automaticamente me trouxe de volta a realidade e antes mesmo que pudesse perceber todos os pensamentos ruins tinham sumido ao ver a maneira curiosa que o ex-revolucionário mexia os braços, como resposta eu o encarei em silêncio por um tempo com um semblante curioso de quem espera uma resposta e estava cansado demais para tentar chutar uma palavra aleatória, não queria arriscar um tema novamente e parecer um idiota já que tinha aprendido a lição de que gatos não seriam um tópico muito popular para conversas e ao ouvir sua resposta eu logo percebi que deveria ter prestado mais atenção no que ele tinha dito já que basicamente eu que abordei o assunto sobre navegação então o mínimo que eu deveria fazer era prestar atenção nas respostas e nas opiniões dele mas pelo visto minha inabilidade social ia além da timidez. ~ Ele falou algo sobre rochas… Motor… Timão… Algo me diz que eu não deveria deixar Mephisto pegar no timão de um navio… Talvez nem nos remos de um barco. ~ Quase como no automático enquanto raciocinava as informações fragmentadas em minha cabeça eu seguiria respondendo o que ele tinha dito. - Tem toda razão... - Era uma resposta comum que era proferida já sem sequer precisar de um contato visual podendo até mesmo dar indícios de que eu já sequer prestava atenção na nossa conversa, foi quando ele voltou no assunto dos gatos e era aí que eu ficava confuso, feliz? Óbvio! Confuso? Também afinal gatos eram ou não um tema popular entre as pessoas? - Pera, gatos? De que estamos falando mesmo, acho que me perdi... - Deixaria o assunto morrer após uma pausa voltando para as batidas na porta.

Ao bater na porta de alguém é natural esperarmos uma resposta afinal se não quiséssemos uma então era só não bater ou seguir entrando como um criminoso e mesmo que fosse adepto das duas opções apresentadas, naquele momento as intenções ali eram outras, estávamos lá para buscar um jeito de seguir viagem então precisávamos entender a situação geral de onde estávamos para podermos entender onde e como conseguir recursos para deixar aquele pedaço de terra e ouvir uma resposta no interior daquele casebre era algo bom mas a maneira repentina e o tom daquela voz me pegaram desprevenido como em um susto quando você esbarra em algo que cai e se quebra no chão, o susto já era esquecido tanto pela minha mente quando pelo meu corpo que já voltava a assumir uma postura mais relaxada enquanto a porta se abria, ao se abrir, entre ela surgiu aquela figura um tanto curiosa. - Hm...Ryu- Ryujin... - Responderia a apresentação do homem com palavras lentas enquanto encostava em mim mesmo com a minha mão direita. - Este é meu amigo… Mephisto… Mephisto Redgrave... - Seguiria apontando para Mephisto com a mesma mão que usei apontando para mim, tais palavras eram proferidas de maneira lenta soando um pouco baixas, em cada pausa eu iria parar um pouco para tomar um pouco de ar enquanto meu olhar se manteria abaixado mirando apenas no maxilar barbudo de Karthus tentando assim evitar o contato visual com os olhos daquele senhor.

Alguns poderia acreditar que tal reação de timidez poderia me causar algum constrangimento mas isso não era verdade, mesmo sendo tímido minha mente ainda era fria e meu semblante ainda seria capaz de transmitir alguma seriedade em meio a tempestade de informações que minha mente se tornava quando tinha que tratar de questões sociais, Mephisto se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido uma característica importante do tal Don, infelizmente nunca tinha escutado sobre ele já que por mais absurdo que pudesse parecer eu realmente tinha chegado no Farol por mero acaso do destino, eu estava prestes a me virar e questionar Mephisto sobre mais informações quase esquecendo que o senhor ainda estava na minha frente ouvindo tudo que falávamos quando o velho cortou qualquer possibilidade de diálogo vociferando em meio aquela manhã e mais uma vez me dando um baita susto.

- Foi mal... - Diria tentando soar um pouco mais firme finalmente fazendo contato visual com o homem me desculpando não só pelas minhas ações como as de Mephisto também, tenho certeza que ele também não queria criar nenhuma confusão ou desavença com o velho. - Mas é como o senhor falou… Estamos a proucura de uma embarcação e de uma maneira para sair daqui... - Terminaria com uma longa pausa levando mais uma vez minha mão até o meu relógio de bolso para conferir o tempo que tinha passado, na última vez tinha visto que era em torno das nove horas chegando quase às dez, dessa vez também olharia para o céu tentanto memorizar em minha cabeça a posição que o sol ficava no céu ao dar tal horário, não olharia diretamente para o astro eu apenas estreitaria os meus olhos e colocaria uma das minhas mãos em frente aos raios de luz que pudessem causar de algum flagelo para a minha visão, depois disso eu guardaria o instrumento e voltaria a olhar para o senhor. - O senhor sabe como conseguir um barco por aqui… E um gato? - Essa de fato era uma pergunta séria que soaria com certa casualidade já que Mephisto entenderia o porquê de eu perguntar sobre um gato. Se em algum momento eu chegasse a ser convidado a entrar no local eu faria sem pensar duas vezes, pararia depois de dar dois passos ao passar da porta para analisar um pouco o interior daquele ambiente e para que Karthus claro me guiasse por ali ou simplesmente que ele apontasse para onde eu poderia sentar ou algo do gênero.

Não sabia muito sobre aquele homem e nem sobre onde de fato eu estava, por tais motivos eu ficaria alerta, Mephisto tinha citado sobre o homem ser um viciado em apostas então podia esperar pelo convite de alguma ou algo do tipo e isto era um assunto que precisaria de mais reflexão com o tempo para poder medir todos os prós e contras de cada aposta, no entanto se algo era certo ali é que eu manteria a minha katana na cintura deixando-a sempre próxima de meu corpo como garantia de um possível ataque repentino, caminharia alguns passos atrás de Karthus assim que ele fechasse a porta e resolvesse nos guiar casa adentro tentando prestar atenção em tudo que ele tinha para falar.



- Falas -
~ Pensamentos ~
Objetivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptySex 02 Nov 2018, 07:53



Ryujin se perdía em pensamentos naquele momento, observando o próprio contraste entre ele e o espadachim, apesar de terem uma certa semelhança, ele notava que ele mesmo parecia bem mais como uma pessoa que hoje se arrependia dos crimes e lutava para se redimir? Não, talvez apenas vagava sem rumo. Mas aquilo rumava de uma maneira diferente do esperado, onde eles estavam finalmente frente a frente com o homem das apostas após um leve momento onde o rapaz se confundia com o assunto. De toda forma ele tinha a certeza não era bom que ele deixasse o gatuno com o controle de alguma embarcação… Nem reamar alguma talvez… Mas aquele homem que via a sua frente havia removido todo o raciocínio.

Ele se apresentava ao homem e até mesmo se desculpava pelo mal entendido, além de claro confirmar aquilo que eles precisavam. Ele adentrava no ambiente assim que o homem o convidava. - Estão no lugar certo então, entrem.- O velho adentrava deixando a porta aberta enquanto Mephisto seguia ele, falando então para Ryujin baixinho. - Deixa essa comigo que eu resolvo, eu sou bom apostador… Sabe? eu conheço um jogo infalível.- Ryu apesar da frase de Mephisto apenas questionava ao velho sobre um gato e um barco, aquela frase em específico deixava Karthus confuso, ele olhava com certo tom de dúvida naquele momento.

Já o gatuno, segurava o riso, ele começava a colocar a mão na frente da boca, segurando para não estourar em risos quanto a pergunta do gato, respirava bem fundo retomando a respiração para ficar mais tranquilo. Karthus coçava o queixo sentando no sofá que era bem pequeno cabendo apenas ele. Entretanto havia outro sofá na frente deste, que cabia umas 3 a 5 pessoas, dependia da largura e tamanho geral delas. Ele logo começava a falar. - Um gato em? Eu gosto de gatos… Nunca vi muitos no farol, acho que vi um único gato aqui realmente, claro que algumas tripulações passaram com alguns como mascotes, mas isso eu acho que seria melhor se procurasse nas cavernas, no entanto o barco é comigo mesmo.- Falava apontando o polegar para si mesmo enquanto piscava o olho direito para eles.

A casa dava todo o clima para a cena, uma mesa de centro bem colocada entre os dois sofás, e claro as paredes circulares do ambiente que mais lembravam o próprio farol do que uma casa em si, apesar de claro, a casa apenas estar ligada ao farol. Além disso havia uma luminária pendurada no teto, ela estava apagada pois a luz entrava por uma única janela que ficava ao lado esquerdo da porta que eles tinham entrado, havia ali também uma porta de ferro que ficava na parte de trás do sofá onde o velho sentava bem a esquerda dele. Um lugar bem diferente que dava ainda mais clima de mistério ao homem. Mephisto não esperava pra se tornar quase um dono do ambiente, ele sentava no sofá, colocava as duas pernas cruzadas sobre a mesinha de centro, pegava uma comida que tava no seu casaco, no lado direito e começava a morder.

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O comportamento dele era um tanto exagerado mas parecia ter um tipo de plano, ele olhava para Karthus dizendo palavras que seriam inesquecíveis para todos naquela sala. - Vamos jogar então algo que eu aprendi um tempo atrás. Sabe… o jogo se chama não pense no jogo!! E você acabou de perder o jogo.- Apesar do ar vitorioso do gatuno, ele tinha esquecido de um detalhe. - Ih rapaz, eu esqueci de estabelecer os termos antes…- Era difícil saber se ele tinha feito uma piada, ou de fato queria estabelecer isso como jogo, mas seja como fosse não tinha funcionado muito bem. Karthus começava a olhar um tanto perplexo para o gatuno, seria aquilo uma cura para o problema com apostas? Pois era um jogo que ele podia apostar infinitamente consigo mesmo. Ele coçava o queixo pensando alguns segundo sobre aquilo balançando a cabeça de um lado para o outro recobrando a sanidade.

Mephisto parecia carregar com ele alguns pontos de insanidade infligidos por sua mera presença no lugar. Karthus recobrando a palavra voltava a falar.- Muito bem, façamos o seguinte, existem duas coisa que precisam, então serão duas apostas tudo bem? Uma delas pra você e a outra para o Gatuno o que acha? Porém uma eu escolho o jogo, a outra o rapaz folgado escolhe.- Mephisto olhava pra ele com um maneirismo um tanto sarcástico. - Ow ow ow, não é bem assim, folgado não… Isso aqui é senso de estilo, não vou deixar de sentar desse modo maneiro, só pra sair bem na fita do velho do farol… Se fosse uma moça gata no entanto… Não… Ela iria gostar disso… É não tem saída esse é o jeito certo de sentar!!!- O velho apertava os olhos diante da colocação que o garoto gatuno especificava, mas naquela hora ele ignorava. - Muito bem, mas e você garoto sombrio, o que acha da ideia? Quais suas propostas para isso, e aliás, escolha, quem desafia quem primeiro? E aliás quase esqueci…O segundo item caso não saibam é uma bússola especial, chamada Log Pose, ela é a única maneira de se navegar aqui, já sabem sobre ela certo?- Falava ele esperando uma resposta de Ryujin.

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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptySex 02 Nov 2018, 12:12


Teach me a lesson
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IV. Você não vai querer apostar comigo, baby.
Eu tinha conseguido uma informação valiosa junto com a decepção de não conseguir o felino, pelo menos a informação era onde eu poderia encontrar um exemplar daquela espécie, não entendi muito bem a reação do Mephisto com a minha pergunta mas deixei isso de lado enquanto eu seguia o faroleiro para o interior de sua moradia e a analisando bem eu não via nada demais ou algo que valesse a pena suspeitar senão a porta de ferro atrás de um dos sofás que logo veio a ser ocupado por Karthus, eu não era nenhuma pessoa curiosa já que sabia que a curiosidade matou o gato então naquele momento guardaria tais dúvidas em minha cabeça, seguiria andando até a janela e caso a mesma tivesse alguma cortina entreaberta permitindo apenas que a iluminação entrasse ali então eu tocaria na fresta entre as cortinas com meus dois dedos somente para abrir um espaço adicional para que eu pudesse inspecionar o lado de fora do casebre, caso não existisse cortinas então eu apenas caminharia até a janela sem tentar me expor muito a luz que entrava pela mesma, inspecionaria o lado de fora buscando por mais informações de onde estava e também por qualquer movimentação que pudesse ser suspeita. Quem olhasse de fora poderia me achar paranoico ou coisas do gênero mas eu já tinha sido, ou ainda era, um assassino então tal ação para mim era natural sem contar que ainda não sabia da índole das pessoas naquela região, poderíamos estar sendo vigiados ou não, mas é como dizem. ~ Velhos hábitos nunca morrem. ~

Mephisto já andava como certa intimidade com o velho faroleiro o que de certa forma era reconfortante ver, o espadachim tinha falado que eu poderia deixar o assunto das apostas com ele então por que eu iria interferir? Pessoas com aquela confiança não são algo que se vejam todos os dias e por isso tinha certeza que Mephisto brilharia e nós garantiria a nossa passagem pela Grand Line, vendo ele se sentar daquela maneira relaxada colocando os pés na mesa era algo que logo fazia um pequeno sorriso se desenhar em meus lábios. ~ Sim… Mostre para ele Mephisto… Mostre a sua força quando…. ~ Meu pensamento era interrompido pela sua fala e é claro pelo detalhe que ele também deixava passar fazendo de imediato eu levar a minha própria direita contra o meu rosto tentando esconder a vergonha perante aquela cena. - yare yare daze... - Diria descontente em um tom de voz baixo junto com um breve suspiro de decepção algo que uns poderiam ver humor mas eu mesmo só via vergonha ali.

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Nem mesmo Karthus pareceu acreditar na estupidez que meu colega falava e o pior é que por dentro eu sabia que ele estava tentando e que aquilo não tinha sido uma piada, isso só servia para deixar tudo mais triste ou mais engraçado, o velho começou apresentado suas condições o que poderia ser algo justo tirando o fato que eu não poderia escolher nenhum jogo o que de certa forma lhe daria alguma vantagem quando jogasse contra mim. ~ Será que poderei usar aquilo? ~ Pensei levando uma de minhas mãos até o queixo. ~ E muito arriscado mas se eu não tiver outra opção… Eu terei que ir com tudo. ~ Só a ideia de considerar fazer tal ato me deixava nervoso mas não era algo que ficaria muito visível devido a minha grande calma, no entanto algo ali me surpreendia. ~ O gato não está nas apostas? Log o quê? ~ Na minha cabeça quando o faroleiro citava duas coisas uma deles era associada a embarcação e a outra o gato, uma bússola não estava nos meus planos mas tinha que reconhecer que era uma ferramenta importante. ~ É por isso que precisamos de um navegador ou navegadora! Em nenhum momento eu sequer considerei das demais ferramentas necessárias para navegação… Mas essa bússola, ele acabou de falar que é algo especial... ~ A verdade é que eu não sabia sobre nada daquilo e não via nenhuma vergonha em admitir. - Na verdade Sr. Karthus eu não sei nada sobre esse Log pose... - O nome da ferramenta ainda me era estranha e por isso eu citava seu nome de maneira um pouco mais lenta me certificando que tinha falado certo. - Na verdade eu sequer faço ideia do porquê das pessoas seguirem por esse mar já que um Blues é bem mais pacífico, existe um motivo grande para isso? - Perguntava inclinando um pouco a minha cabeça para o lado.

Talvez minha falta de conhecimento surpreendesse aqueles que estivessem ali, até mesmo Mephisto poderia se surpreender já que ele não sabia sobre o meu passado e nem em como tinha sido criado, ouviria tudo com atenção e quando terminassem, caso realmente a história e as razões fossem relatadas então eu estaria um pouco mais ciente sobre a atual situação dos mares, os desejos que guiavam o espírito de aventura das pessoas que se arriscavam em desbravar aqueles mares turbulentos, motivo de só um Log pose poder ser utilizado para navegar na Grand Line e a reação que tudo isso geraria eu guardaria no interior de meu peito tentando demonstrar um puro desdém com tudo aquilo. - Entendo... - Responderia de maneira casual deixando uma longa pausa após tais palavras, diferente do Mephisto eu ainda estava de pé e de preferência próximo da janela para que tivesse chances de perceber qualquer movimentação estranha do outro lado. - Sobre as apostas… Eu deixo isso com vocês, confio no meu colega e também... - Nesse momento meus olhos buscariam se cruzar com os do Don deixando por um momento o meu instinto assassino emanar já que naquela hora todos os meus instintos me diziam para ficar alerta. - Não é como se você fosse gostar de apostar comigo agora... - Eu não gostava de jogos mas já tinha experimentado alguns e a minha vivência em tais ambientes, a minha vivência naquele dia, tinha feito com que eu sempre ficasse alerta para essas coisas.

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Da mesma maneira repentina que tal reação vinha ela também se ia e da mesma maneira casual em que tinha citado as palavras anteriores eu seguia com o meu diálogo. - Por sinal Sr. Karthus eu gostaria de saber se o senhor tem algum para me emprestar apenas para que eu possa matar o meu tempo, vou deixar vocês com suas apostas mas seria tedioso demais para mim ficar aqui em pé só assistindo. - Confiava que Mephisto venceria o jogo e talvez seguiria até vencer o segundo por isso eu acreditava que seria melhor para mim focar esse tempo com algo produtivo como aprender algo novo, se fosse me dado autorização para seguir a um outro cômodo para procurar um material de literatura ou se naquela sala mesmo tivesse uma estante de livros então eu procuraria por um tema que me interesse mas antes de seguir até o local eu pararia no lado de Mephisto. - Acabe com isso logo, conto com você. - Diria sem sequer precisar virar o olhar para encarar o espadachim e de alguma forma aquilo me pareceu certo, talvez fosse assim ter amigos.

Diante de uma estante de livros eu vagava o meu olhar pelos títulos existentes ali quando talvez meus olhos poderiam se atentar a um que abordasse sobre lógica, veria aquilo como uma oportunidade já que considerando a situação atual e a inúmeras situações que poderiam estar por vir lógica era algo que seria uma mão na roda, se tal título fosse encontrado então passaria um tempo lendo sobre aquilo e também não veria nenhum problema em reler sobre tal assunto, durante a minha vida já tinha escutado as pessoas associarem o meu nome junto com a palavra “gênio” eu não acreditava naquilo e na verdade eu tampouco me importava mas tinha que admitir que comparado a alguns palermas o meu raciocínio poderia sim ser mais rápido, em caso de um tema que fosse um pouco mais difícil surgir em algum dos capítulos então eu tentaria memorizar a página para que pudesse perguntar a Karthus quando o ele e o mephisto terminassem as apostas. Só então quando terminasse minha leitura é que eu iria voltar a me encontrar com os demais. - Sr. Karthus… Er… Poderia me ajudar com este tema aqui? - Diria abrindo nas páginas em que tinha as dúvidas e assim seguiria até saciar a minha sede pelo assunto.

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Quando tudo estivesse resolvido eu caminharia para o lado de Mephisto e me manteria em pé deixando o livro possivelmente utilizado sobre a mesa e com as mãos em meus bolsos eu olharia para a mesma tentando identificar o jogo que eles estavam jogando enquanto eu estava fora. - E então quem ganhou? - Perguntaria com o olhar focado na mesa, se Mephisto me respondesse relatando a sua vitória então eu deixaria o sorriso se desenhar mais uma vez em minha boca e fecharia os meus olhos em um semblante alegre afinal era reconfortante saber que as coisas estavam dando certo para nós, no entanto ainda existia uma possibilidade do contrário ocorrer, era algo que eu não gostava sequer de pensar já que considerar a derrota de um colega é quase o mesmo de dizer que não confia e por isso sequer considerar tal possibilidade para mim já era um insulto, Mephisto tinha se provado alguém valioso, um colega e um ser humano que poucos conseguiriam ser e por isso se ele fosse isso para mim só poderia significar uma coisa. - Ah é... - Diria com uma entonação mais forte virando o meu olhar em direção de Karthus deixando qualquer timidez que pudesse me atrapalhar de lado, meu coração batia mais rápido e meu sangue parecia ferver, o meu instinto assassino se levantaria novamente. ~ Esse cara… É problema... ~ Pensaria o encarando-o de maneira séria e ao mesmo tempo feroz, não sabia se ele tinha trapaceado ou não mas era importante manter tal possibilidade em minha cabeça.

Se a derrota de Mephisto se tornasse real então mantendo a postura selvagem que tinha surgido eu começaria. - Que rude Sr. Karthus... - Diria levando uma de minhas mãos até a cintura enquanto o meu olhar se levantaria empinando um pouco meu nariz como se fosse alguém de status superior ao faroleiro, não sabia exatamente o porquê de tais ações mas em meio aquele instinto selvagem e assassino eu me sentia mais seguro, mantendo o ar de “nobreza” e fuzilando o velho com o olhar assassino eu continuava com a fala. - ...não percebeu que ainda estou de pé… O senhor sequer me convidou para me sentar ou ofereceu uma xícara de chá, mas acho que está tudo bem, vou tirar tudo isso do senhor... - Deixaria o meu corpo repousar caindo no sofá me sentando ao lado de Mephisto e cruzando as minhas pernas passando a direita por cima da esquerda eu encerraria ali a minha fala. - Vamos jogar, Don Karthus… Mephisto, escolha poker para que eu possa tirar tudo que pedimos desse velho mais o nosso almoço aqui... - Tal cenário só ocorreria se de fato Mephisto fosse derrotado o que eu ressaltaria aqui como sendo algo que sequer acreditava ser capaz.

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Se Mephisto ganhasse - como eu já imaginava - então eu sequer veria o motivos de jogar contra o velho afinal Mephisto já estava ganhando e aparente estaria com sorte na jogatina mas se o faroleiro insistisse naquilo então eu não veria escolha a não ser apostar com ele, me sentaria no mesmo sofá junto de Mephisto assim que fosse convidado a me sentar, não queria ser rude na casa daquele senhor se eu é claro não tivesse motivos para isso.

OFF: Eu não espero intimidar e nem nada do tipo, nesse post eu só queria mostrar que Ryujin ainda tem um pouco desse lado monstruoso de assassino e tals... O mistério sobre a reação dele com apostas foi algo intencional para atiçar a curiosidade de quem for ler o post, a verdade vai vir em forma de flashback.
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MensagemAssunto: Re: Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I   Um samurai do barulho: Guerra Infinita part. I EmptySex 09 Nov 2018, 03:47



Ryujin estava em uma situação complicada, apesar de ainda não estar com plena noção disso, no entanto a paranoia continuava a seu favor, ele analizava a parte de fora do casebre parte a parte, vendo em principal a janela, para ter certeza de onde estava, afinal pessoas de má índole podem estar em qualquer lugar de respeito. Ele por fim via que Mephisto no entanto já estava ali se enturmando, o que era um pouco reconfortante, ver que o gatuno tinha uma presença forte, ele via que ele se propunha a jogar com o homem, o que fazia Ryu torcer por ele, pra que ele acabasse com o velho apostador maluco. Mas bem… O jovem gatuno não ia muito bem.

Isso fazia com que Ryu mudasse um pouco de expressão, vendo que era completamente inacreditável que o ex-revolucionário fizesse aquilo, era de um nível alto demais de tolice, até mesmo para ele. Mas não demorava muito para as informações passadas se tornarem curiosas. Eram muitas perguntas, o que é um log pose? Por que o gato não está nas apostas? Eles iriam morar mesmo no farol? Como o Mephisto guarda pizza no casaco e ela não estraga? Eram coisas sem resposta até então.

Porém diante da questão apresentada por Ryujin, Karthus tomava a palavra para abordar -Isso é uma boa história, irei contar ela pra você. Mas primeiro explicarei os Log Poses. Eles são uma bússola especial que pode ser usada para navegar a grand line, outras bússolas simplesmente não irão funcionar pelo campo magnético diferente e estranho que a grand line possui.- Comentava ele puxando o pequeno globo de vidro de dentro do bolso, a agulha parecia apontar para um ponto fixo. -Isso aqui nas minhas mãos é o que eu chamo de Log Pose- Mephisto estava parado observando bastante aquela especiaria, parecia nunca ter visto um também.

Ele olhava para o velho com um rosto tranquilo começando a bocejar para o que era apresentado, por um momento ele cogitava interromper o velho e ele mesmo contar a história sobre a Grand Line ao modo de como seu pai o contava, mas deixava pra lá só ouvindo. Karthus começava a falar sobre tal naquele momento. -Há muito tempo atrás um homem conquistou todos os mares, Will D. Chris, esse homem acumulou inúmeras riquezas, desafiou o mundo para ser o homem mais livre do mundo, aquele que ganhou o Título de rei dos piratas- Falava ele coçando o queixo após esse começo onde parava dando um leve tempo bebendo um gole de água antes de prosseguir.

Mephisto aproveitava que ele tinha parado e olhava para Ryujin. -É sério mesmo você não conhece a história do One Piece? Nunca ouviu de fato falar do Rei dos piratas?- Comentava com um olhar sério naquele momento, ele achou de inicio que não fosse sério, afinal essa história percorria todo o mundo. Karthus esperava a resposta de Ryu antes de prosseguir e continuaria contando a história. -Esse homem no entanto estava doente, ele não tinha muito tempo e vendo isso, ele decidiu se entregar. Ele foi levado para ser Executado em LogueTown, a cidade da qual ele tinha nascido também- Karthus respirava fundo naquele momento perdido em pensamentos como se lembrasse de alguma coisa.


Ele não demorava a retomar a palavra ainda prosseguindo a história. -A cidade do começo e do fim, o lugar de ascensão e morte do rei dos piratas. Ele no entanto na hora de sua morte disse as palavras que moveriam o mundo: “Meus tesouros? Hahahah.. Encontre-o!! Eu deixei tudo naquele lugar, chamo-o de One Piece… Aquele que conquistar o meu tesouro terá nas mãos o poder para mudar o mundo..” e essas palavras, passaram de boca em boca, contando a história de uma a um, dando início a época em que estamos, a famosa era dos piratas- Ele completava aquilo inevitavelmente com um sorriso no rosto, era uma história empolgante mesmo pra ele.

Ele olhava para Ryu com um olhar de empolgação. -Agora você entende Jovem Garoto? O motivo que todos navegam pelos perigos da Grand Line? Todos estão em busca do ONE PIECE!!! O maior tesouro que já existiu. Todos tentam se tornar o Rei dos Piratas.- Aquele momento fazia Mephisto se questionar, o que teria feito Ryu virar um pirata se não o one piece. Ele então usava aquele momento para perguntar ao samurai tal coisa. Com os olhos semi fechados ele dizia. -Cara, mas aí… Se você não virou pirata em busca do one piece, o que te fez escolher esse caminho? Sabe, eu tenho meus motivos para estar na Grand Line, minha mãe é o principal deles, eu de inicio vim aqui por sentir vontade de rever ela. Acabei virando pirata por sua conta, no caso pela liberdade. Mas você deve ter tido algum motivo certo? Pra escolher essa vida?- Karthus não interrompia, esperando que o assunto deles terminasse, até Ryujin voltar para falar das apostas.

Ele direcionava naquele momento as palavras de volta sobre ele não precisar definir os jogos, ele não tinha sequer algum interesse naquilo aparentemente. O olhar de Ryu fintava o Karthus trazendo uma aura assustadora para a cena, sua maneira de se portar e as palavras eram claramente o porte e aura de um assassino, o Don estava tranquilo nem sequer parecia temer aquilo. Já o Gatuno começou a suar frio naquela hora, e com um sorriso meio desconcertado de canto de boca, apesar de achar não ser hora para piadas, era tudo que ele sabia fazer. -Ih rapaz… Você despertou a TPM dele… Agora fodeu de vez mesmo...- No entanto a fala de Ryu mudava pedindo um possível jogo ou livro o que fazia o grandão comentar. -Bem quando me referi a um jogar, me referia a cada um ter um papel principal no jogo, mas todos irão jogar, no entanto darei um tempo para pensarem e se colocarem a pensar, se quiser tem uma estante de livros depois daquela porta, pode escolher qualquer um que quiser e ler, enquanto isso vou pegar minhas coisas mais a fundo no quarto- Nesse tempo Ryu se colocava a ir para a prateleira de livros onde podia ver uma série de títulos.

Os que pareciam chamar mais atenção que tinham nomes peculiares, eram “O Código dos Vagabundos”, “Dedo no olho e chute no saco”, “A arte de apostar”, “Como ensinar luta para idiotas”, “Se alguém morreu não fui eu que matei”, “Ginosaji, O assassino da colher”. Eram livros bem diferentes do comum que ele poderia seleccionar para ler. Ele começava gastando seu tempo por ali até a volta do Don. Que vinha com sua proposta direta para Ryu e Meph. -Vou fazer a proposta do primeiro jogo, onde o Mephisto seria o portador do problema. O jogo é o seguinte, Mephisto segurará nas suas mãos essa bola- Falava jogando uma bola de couro para o garoto, que estava completamente cheia de ar. -O objetivo de vocês é não deixar a bola estourar por 5 minutos, e o meu é estourar a bola. Ryujin irá proteger Mephisto, que será irónicamente a princesa indefesa protegendo o filho de vocês. Se a bola estourar, vocês perdem. Se ela sobreviver eu perco.- Falava com um enorme sorriso no rosto.

Ele tinha aparentemente um plano com aquilo para os dois naquela sala. Mephisto no entanto perguntava com um olhar desconfiado. -Ow ow, pera aí, por que eu sou a princesa? A moça aqui é ele!! Não seria mais apropriado não?- Karthus gargalhava do comentário do garoto provocando ele. -O pitoquinho de gente é medroso demais pra proteger uma bolinha? Pó Pó Pó Pó- Falava Karthus imitando uma galinha com os braços enquanto fazia o canto de uma para insultar o Gatuno. -Foda-se essa merda!!! EU VOU SER A PRINCESA SIM POR QUE EU SOU HOMEM SUFICIENTE PRA ISSO!!! Ryu, vamos proteger nosso filho desse crápula!!!- as coisas estavam esquentando, e o jogo parecia ter uma finalidade estranha no fim das contas… Como isso iria se suceder dependia agora apenas de Ryu.


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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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