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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato IV: A Busca Pela Cura

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Ato IV: A Busca Pela Cura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:00

Eu não morri?


Para a minha surpresa, o número 2 aceitava facilmente pular da prancha e dizia que os escolhidos divinos sempre seriam salvos. Antes que ele pudesse continuar proferindo suas palavras, um outro homem interrompia a nossa “conversa” com uma gargalhada abafada fazendo com que o número 2 o olhasse com um semblante sério. Ao que parece aquele era o número 7, algo a mais que poderia ser notado era que eles não pareciam ter alguma hierarquia entre si, visto não se tratavam de forma respeitosa, talvez somente o 0 por ser o líder dos piratas fosse respeitado. Após isso, o número 2 me empurrava até a ponta da prancha e em seguida tomava a dianteira para pular na água anteriormente ele dizia que iria primeiro para quando eu caísse vê-lo praticamente livre dos pesos. Posteriormente a isso, os homens que o número comandava procuravam me empurrar da prancha, mas eu facilmente conseguia desviar e quem acabava por cair era o pirata, todavia a “palhaçada” acabava quando o outro “líder” decidia por cortar a madeira e assim finalmente me derrubar ”Isso combina muito com você que trabalhou num circo, uma verdadeira palhaça que vai sumir com meu corpo!” nem mesmo agora nesse final, ela parava de me atazanar ”Parece que esse é o meu fim” possivelmente estaria triste demais para esboçar qualquer expressão nesse instante. Com toda certeza enquanto caía os flashes das 3 fases da minha se passavam diante dos meu olhos, primeiramente os tempos em Skypiea da minha infância até a fase adulta, em seguida o ano como circense e por fim a atual como revolucionária que até então fora curta em demasia. O impacto do meu corpo contra fazia com que eu perdesse todo o ar que residia em meus pulmões e enquanto mantive consciência pude ver também que o número 2 lutava  contra algum ser desconhecido por mim, com isso adormecia contra minha própria vontade.

~Sonho~

Despertava assustada, como se tudo aquilo que havia vivenciado até o presente momento não passara de um terrível pesadelo onde eu acabava por falecer. A tosse que me fez expelir uma pequena quantidade de água salgada mostrava que tudo fora real, ainda mais porque eu estava em uma caverna que nunca tinha visto em minha vida. A sensação ainda era estranha, parecia que ainda estava dentro d'água sentindo as ondas do mar se movimentando, mas eu estava apenas ali olhando para o teto da caverna - Então eu não morri? perguntei ao me colocar sentada.

Ao menos a voz parecia ter desaparecido momentaneamente, já que ela seria a primeira a reclamar sobre a minha atual situação. Bastaram poucos instantes para que eu pudesse perceber que não estava sozinha havia uma outra garota ali, afinal não existia a menor possibilidade das correntes terem se soltado sozinhas ou então eu ter me soltado estando inconsciente. Ela olhava incessantemente para uma fogueira que também utilizava para se esquentar do frio - Parece que a preguiçosa acordou  sua voz era idêntica a daquela que habitava meu subconsciente, mas agora estava em uma forma humana, o que era impossível na minha visão.

A mulher aparentava ter a mesma idade do que eu, seus cabelos ruivos chamavam a atenção por serem tão belos a minha vista  Os olhos eram como duas piscinas que brilhavam em um dia ensolarado de verão, esperando que eu fosse em sua direção - O que foi? A queda te deixou muda? continuou a falar, enquanto eu começava a ficar perplexa - Quem é você? estando cheia de incertezas, o melhor a se fazer no momento era perguntar para sanar todas as minha dúvidas. Logo, ela levantou-se de onde estava para se aproximar de mim - Já se esqueceu de mim? Bem, era de se esperar que não conhecesse aquela que mora em sua mente sorriu ao procurar indicar a resposta para a minha pergunta - Você é aquela voz? Mas isso não tem como acontecer, afinal você é fruto da minha imaginação ela permaneceu sorrindo, mas desta vez com uma pitada de cinismo - Eu sou Azura Silverstone, sua outra metade falou de forma convicta.

Estaria ainda mais perplexa, nunca em toda minha vida presenciei tal coisa, até porque algo imaginado não deveria se tornar real assim do nada. Ela permanecia sorrindo, o que acabava por me irritar com tanta presunção - Sabe, eu não me importo com você e muito menos confio nas suas decisões, mas você têm algo pertencente a mim a mulher segurou meu rosto, já com um expressão mais séria - Portanto, devolva o meu corpo me soltou de forma brusca - Seu? Como vou te entregar se eu nasci assim? além de confusa, estava começando a ficar irritada com tudo isso.

Sem se importar em fazer barulho, a tal Azura começava a gargalhar como se tivesse escutado a melhor piada de todos os tempos - Você não passa de apenas uma parasita que se instalou em algo dos outros, um ser nojento e inescrupuloso que agora se finge de desentendido permaneceu rindo enquanto proferia suas palavras. A minha paciência estava praticamente esgotada, afinal não ficaria escutando insultos calada - E você? Não passa de uma ilusão que ‘Eu’ criei, então abaixa um pouco a sua bola porque só sabe reclamar de tudo o que faço daria ênfase ao me citar como criadora dessa alucinação - Que piada engraçada após ouvir minhas palavras ela continuou a rir.

Com um estalar de dedos, o ambiente da caverna se transformava em outro local e que aos meus olhos era muito familiar. Aquela era Skypiea no dia do meu nascimento, mas algo estava diferente parecia que ela mudará algo para ratificar suas ideias - Não me lembro disto olhei para tudo o que acontecia - É por que isso fora antes de você se parasitar dentro do meu corpo ela disse calmamente, desta vez sem nenhum sorriso. Nessa época, eu deveria possuir somente 5 anos de idade e parecia ser muito mais introvertida do que me recordava - Resolveu agora deturpar os verdadeiros acontecimentos? Katherine Silverstone nunca agiu desta forma esbravejava com o que estava  ocorrendo diante dos meus olhos - É o que realmente aconteceu! Por que você não aceita logo que é uma parasita? Que não serve para nada e rouba as coisas dos outros assim como eu, ela começava a se alterar de uma grande forma.

Não era idiota ao ponto de começar alguma briga corporal, mas cogitava  iniciar uma discussão com ela até pelo menos resolvermos essa situação - Aceite que você é só uma ilusão, até porque mesmo se estivesse certa sou eu quem está a mais tempo no controle diria num momento de convicção. Nesse instante, voltávamos novamente até a caverna - Você pensa isso porque fui obrigada a me manifestar como uma voz, afinal eu precisava evitar que machucassem meu corpo até que encontrasse uma forma de voltar até o controle novamente! Azura permanecia irritada em suas palavras.

Da forma em que as coisas sucediam, ficaríamos em uma discussão eterna e eu não aguentaria por muito tempo, provavelmente morreria com tanto stress. Precisava então achar um jeito de acordar, já que pelas coisas que aconteceram eu certamente ainda estava desacordada após a queda no mar - Como vou acordar? perguntei a mim mesma - Esqueça, você não irá sair daqui enquanto não passar o controle do meu corpo de volta! ela vinha em minha direção a passos largos, forçando mais uma vez a nossa aproximação. Antes disso, eu utilizava minhas duas mãos para bater em meu rosto com uma quantidade até que grande de força - Acorda pra vida! gritaria ao mesmo tempo em que fizesse isso.

Aos poucos as coisas começavam a ficar extremamente claras até chegar em um ponto em que mal conseguia enxergar direito devido a claridade. Azura parou na onde estava, bem perto de mim e sorriu de forma cínica - Eu irei aguardar ansiosamente, até que você desista e me passe o controle do meu corpo, lembre-se que agora que conhece minha verdadeira face estarei sempre presente em seus pensamentos era com isso que eu deixava aquele “mundo" existente apenas em meu subconsciente.

~Fim do Sonho~

Eu acordava finalmente e realmente vivíssima da silva, isto é, tossindo  semelhante a um tuberculoso o corpo cheio de água, mas ainda viva. Ao meu lado havia uma espécie de sereia ao meu lado - Ei moça, moça... Acorde! me ergueria da onde estava deitada, com isso me aproximaria dela para cutucá-la e fazer com que a mulher acordasse. Aguardaria para que ela recobrasse os sentidos para que pudéssemos conversar sobre o que acontecera - Foi você que me salvou? questionaria colocando um sorriso em meus lábios - Muito obrigada por isso, de verdade eu acabaria morrendo se não fosse por você estaria verdadeiramente agradecida por ela ter me resgatado. Prestaria atenção em tudo que ela tivesse para me falar e caso perguntasse o porque de eu estar naquela situação, ficaria por alguns instantes calada - Eu sou uma revolucionária e alguns inimigos me capturaram começaria a explicar aos poucos - Eles colocaram pesos em mim e fizeram com que eu caísse da prancha até o mar terminaria minha explicação - A partir daí acho que você já sabe o que aconteceu né? Mas, e com você o que houve? manteria meu sorriso nos lábios ao realizar mais esta pergunta. Com isso, só esperava não estar sendo muito desagradável ao realizar vários questionamentos para a sirena, todavia eu realmente precisava saber o suceder dos fatos após eu ficar desacordada.



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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptyTer 11 Dez 2018, 14:23



Narração
Clima: Verão
Sensação térmica fria por estar de noite na beira do mar
Localização: Farol
Noite

Bipolar Silverstone
A jovem revolucionária acabou acordando depois de um sonho que nunca pensaria que teria. Teria aquele sonho sido mera imaginação, ou algo a mais? Aquilo não importou muito depois que a mesma acordou. A noite estava fria e o oceano logo atrás estava bem agitado, igual sempre era por causa da reverse mountain. A jovem Silverstone se aproximou da sereia que a cutucando pediu para que a mesma acordasse. Seu corpo estava pesado. Sentia a dor ainda no peito de ter engolido muita água. Erguendo-se andou até a sereia e percebeu que seus calcanhares estavam machucados e sangrando. As correntes foram retiradas de alguma forma diferente, com certeza não havia sido pelas chaves das mesmas. Cutucando a sereia para que a mesma acordasse, percebeu que a mesma não demonstrava nenhum sinal por enquanto de que acordaria.

Não ouvia nenhum barulho a sua volta além do oceano agitado, mas sentia que estava no farol ainda. Talvez em alguma região que ainda não havia visitado. O tempo foi passando e a mesma só cutucava a sereia, esperando que a mesma acordasse. O surpreendente é que acabou por funcionar. A mesma foi abrindo os olhos com dificuldade e a bipolar revolucionária acabou perguntando se ela que havia salvado Silverstone. A sereia balançou a cabeça positivamente. Agradecendo por ter sido salva, a jovem poderia acabar se perguntando como exatamente foi esse salvamento, já que a sereia não tinha nenhuma forma ali de destruir as correntes e muito menos as correntes estavam por perto. Havia passos de alguma pessoa que haviam passado por ali, provavelmente a pouco tempo. A sereia não perguntou nada para a jovem chifruda, se ela tinha algum interesse na mesma simplesmente não demonstrou. A sereia levantou o tronco e usou suas mãos para tamparem os seios e o corpo, num gesto de proteção e de querendo se esquentar ao mesmo tempo. A jovem então, percebendo que a sereia não falaria nada, acabou perguntando para ela, mas antes da mesma responder, acabou por ouvir uma voz conhecida. - Eu pedi para ela te salvar. - E caso se virasse, veria Alyssa aparecendo com um casaco que entregava para a sereia. - A sua amiga Geovanna me falou que você foi de dia, eu não acreditei muito na hora, mas pedi para a Ariel não sei nome melhor aqui te observar pela água se fosse possível. Ela acabou me acordando depois quando ouviu algo sobre jogarem vocês da prancha. - A mesma se aproximou de Ariel e olhou as marcas de ferimentos de unhas. - E então, o que você descobriu nessa sua tentativa suicida? - Perguntou a mesma enquanto a sereia colocava o casaco. - Me ajuda aqui. - Falou a mesma para a revolucionária, sem se importar com o fato de que o corpo dela doía, de que a mesma quase não conseguia ficar de pé ou qualquer coisa do tipo. - Vamos levar ela para a embarcação.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptySab 15 Dez 2018, 11:24

Saco vazio não para em pé


Aquela noite estava fria o que somente poderia piorar minha situação como um todo, as algemas que se localizavam em meus calcanhares provavelmente haviam sido retiradas a força. Demorou um bom tempo para que a sereia despertasse de seu sono, mas eu conseguira fazer com que ela acordasse para responder aos meus questionamentos a respeito do salvamento. Ela se manteve calada por muitos instantes fazendo apenas um gesto com a cabeça para confirmar o que eu praticamente já sabia e que somente precisava de uma confirmação da parte dela. Logo, Alyssa aparecia para finalmente esclarecer toda a situação, afinal tinha sido ela a enviar a tal Ariel atrás de mim - Obrigada de novo então sorriria ao agradecer novamente pela ajuda que ambas haviam prestado, mesmo que a líder somente tivesse dado as ordens. Uma sensação de alívio me preenchia totalmente, já que conseguira evitar a morte e estava ali um pouco ferida, mas com sucesso consegui sobreviver - Bem, eles se denominam números e querem purificar o mundo dos pecados começaria a explicar as minhas recém descobertas - Não possuem um líder fixo aqui, o que têm são espécies de sub-lideres que possuem seus próprios grupos menores encerraria colocando mais uma vez um sorriso em meu rosto, buscando indicar que só sabia daquilo e se ela fizesse outro questionamento sobre o tesouro, balançaria a cabeça negativamente apenas.

Sem  se importar com o meu estado no atual momento, a mulher pedia para que eu a ajudasse a levar a sereia até a embarcação - Calma aí, eu mal estou conseguindo ficar em pé, só me deixa descansar alguns minutos diria rapidamente, como se implorasse para Alyssa aguardar um pouco. Após isso, iria até ela para carregar Ariel - Agora sim, vamos lá desta vez estava empolgada, queria retribuir o favor que a sereia fizera a mim, afinal não é todo dia que alguém te salva das correntes no fundo do mar. Permaneceria calada durante a grande parte do trajeto precisava reunir forças para continuar segurando a garota e não deixar a parte que eu levava cair no chão ”Você está se esgotando de novo? Já não basta o que passou agora pouco ou você quer acabar mais ainda com meu corpo?” Por uma fração de tempo cheguei a pensar que ela havia desaparecido depois daquele sonho maluco ”Sabe, eu estou recuperada e isso não é algo muito difícil de se fazer" diria sem me importar muito, mas se ela acabasse por continuar a me azucrinar a paciência com toda certeza se esgotaria em pouco tempo ”Aliás, acho que irei te chamar por Azura” falaria por fim, antes que ela começasse a me perturbar com as reclamações e eu não estava nem um pouco afim de ficar ouvindo baboseiras no momento. Depois de algum tempo, eu finalmente quebraria o gelo que possivelmente havia se instalado entre nós se nenhuma de nós três dissesse algo - O que aconteceu com o outro homem? Aquele era o número 2, um dos sub-líderes que eu tinha dito perguntaria me direcionando a sereia, já que poderia ser com ela quando vi o pirata lutar contra alguém assim que eu caí da prancha em direção ao mar.

Quando chegássemos no navio, primeiramente acomodaria Ariel em um bom local juntamente de Alyssa e em seguida me sentaria em qualquer lugar no convés para mais uma vez recuperar as energias - Ufa! Chegamos sem problemas exclamaria um pouco exausta. Com isso, me levantaria após algum tempo para buscar algo para me alimentar, fazia algum tempo desde que eu tivera uma refeição "Está na hora" pensava assim que me levantava de onde estava sentada. Procuraria por uma cozinha, mas como não conhecia totalmente o brigue teria de ir atrás de Alyssa ou Battos para perguntar sobre - Olá de novo, pode me dizer onde fica a cozinha? sorriria ao realizar o questionamento, acho que desta forma poderia facilitar uma entrega de informações de bom grado. Independente de responderem a minha pergunta ou não caminharia até o local indicado ou então prosseguiria em minha busca por alimento ”Finalmente Katherine, está fazendo algo que irá beneficiar a nós duas, afinal saco vazio não para em pé” quanta chateação essa voz maldita está me proporcionando e mesmo dizendo que a chamaria pelo nome teria de me acostumar por um tempo ”Azura, me faz um favor? Cala a boca!” perderia minha paciência ao menos por agora. Assim que encontrasse a cozinha adentraria o local rapidamente - Cheguei! estava animada e faminta - O que temos para comer hoje? colocaria um sorriso em meus lábios - Quer alguma ajuda? me ofereceria para auxiliar o cozinheiro se nada estivesse pronto. De toda forma, quando fosse me alimentar sentaria em qualquer lugar ali mesmo com um prato em mãos e saborearia a comida aos poucos, isto é, se estivesse realmente boa.




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Última edição por Vincentão em Ter 18 Dez 2018, 15:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptySeg 17 Dez 2018, 19:50



Narração
Clima: Verão // Sensação térmica fria por estar de noite na beira do mar
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Noite

Bipolar Silverstone
Respondendo Alyssa, a jovem chefe acabou parando por um tempo para pensar no que tinha ouvido. - Que estranho... isso não combina muito com o que aquele homem que foi resgatado primeiro havia falado. - Comentou Alyssa. - Ele falou que o grupo é responsável por sequestrar crianças e treiná-las, além de vender escravos. - Comentou a mesma, claramente falando do homem que havia caído na água pouco antes de Silverstone, dado que provavelmente o número 2 não contaria esse tipo de coisa.

A jovem percebeu que conseguiria após um descanso levar a sereia e assim foi feito, no meio do caminho a jovem bipolar ficou conversando com ela mesma mentalmente, era uma situação no mínimo inusitada e inovadora pensar que agora ela tinha dois nomes de acordo com ela mesma. E após um tempo, cansada de discutir consigo mesma, acabou perguntando para a sereia sobre a luta que vira enquanto caía na água. A sereia aos poucos começou a falar, parecia que isso era difícil para ela. - Eu salv... salvei aquele... que caiu primeiro. Na volta vi outro homem cain... caindo, fui salvar ele. Mas ele já tava com uma chave guardada e se soltou sozinho. - Foi explicando calmamente a sereia. - Ele me atacou por perceber que eu havia salvado o outro homem e no meio de tudo aquilo eu vi você caindo e afundando. Quando consegui me soltar dele fui até você, ele não conseguiu me alcançar nadando. - Ao chegarem no navio, Alyssa foi passando sem se importar com as perguntas que surgiam do povo que olhava para a situação. Desceram e acabaram indo para uma sala fechada, Alyssa soltou por um instante a sereia e abriu a porta, lá dentro havia um aquário onde as duas colocaram Ariel. - Salvei Ariel de um grupo que escraviza pessoas e as vendem depois. E agora aparentemente tem um naquele navio se o que o homem disse for verdade. - Explicou enquanto olhava para Ariel no aquário. - Se eu soubesse que esse navio era perigoso dessa forma não teria mandado ela... - Falou a mesma claramente preocupada com a sereia. Ambas saíram da sala e fecharam a porta. - Os civis não sabiam que havia uma sereia aqui no navio... vou ter que acalmar eles. Depois precisamos ver o que faremos, agora que eles sabem que temos uma sereia é melhor que partamos o mais cedo possível. Ainda está com o log pose não é? - Perguntou a major e após receber a resposta. - Ok... acho que podemos conseguir mais informações, mas por enquanto já está bom, passe depois na minha sala para concluirmos a sua missão e já pensarmos na próxima.

Enquanto a mesma saía a jovem bipolar percebeu que não precisaria perguntar onde ficava a cozinha, pois o cheiro já era auto-explicativo. E quando chegou viu que o homem que estava na cela ao lado comia também, ele estava devorando a comida com ferocidade e felicidade. - Não sabia que você tinha todo um plano! - Falou ele empolgado parando de comer por um instante enquanto comia. Claramente ele já havia tomado um banho, bem, só de cair no mar já ajudaria, mas era perceptível que ele havia tomado um banho ainda assim. - Eu pensava que você era só uma retardada. Mas pelo visto me enganei. - O homem que antes parecia tão insensível estava meio animado, claramente algo que ocorreria com alguém que parecia tanto tempo sem comer. Ele estava com algum tipo de sopa e peixe. E a jovem Silverstone também poderia comer tranquilamente naquele momento.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptyQui 20 Dez 2018, 10:51

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Ao ouvir a minha resposta, a líder parava por alguns instantes e dizia que o homem que estava preso comigo contará algo diferente a ela. Tempos depois, Ariel respondia minha pergunta explicando tudo o que acontecera, primeiramente resgatara o que caiu primeiro, entrou em confronto com o número e por fim, foi até mim. Desta forma, nós três chegamos no brigue, onde Alyssa nos levou em sua sala e explanou a respeito de como salvara Ariel de um grupo que escravizava pessoas - Entendo, mas agora ela está segura  sorriria ao dizer estas palavras. Ao ouvir sobre o Log Pose minha expressão mudaria automaticamente - Bem, nessa confusão toda eu acabei perdendo ele no mesmo instante abaixaria a cabeça demonstrando estar triste e esperando algum tipo de bronca por parte da mulher ”Além de ser presa e machucada, você ainda conseguiu perder o único meio da gente sair daqui? Meus Parabéns” obviamente ela estava sendo irônica, o que me deixava mais irritada ”Me faz um favor? Cala a merda da boca!” estaria exaltada no momento por conta de suas palavras ”Ficou bravinha foi?” prosseguiu com a provocação, talvez devesse evitar falar muito para não me estressar ainda mais com ela. Após esse momento com Alyssa, eu conseguia facilmente me dirigir até a cozinha pelo aroma que exalava mesmo fora do local, assim facilmente poderia ficar ainda mais faminta do que já estava ”Finalmente chegou a hora de tirar a barriga da miséria” pensava assim que adentrava o local. Ali, a primeira pessoa que pude avistar era o homem que estava preso comigo - Eu só fui inconsequente, tá legal? Calculei errado a chance de fazer merda, mas não precisa me chamar de retardada falaria incomodada pela forma que ele se dirigia a mim - Ainda mais vindo de alguém que já tinha aceitado que iria morrer encerraria aquela breve troca de palavras para pegar também um prato para mim ”Ele têm razão ao te chamar assim, mas é claro que você não pode deixar um idiota desses sair por cima nessa situação” Não havia muito o que falar no momento.

Repetiria a mesma ação de procurar um local para me sentar quando estivesse com o prato em mãos, olharia também para os lados me precavendo de não tropeçar em algo e cair no chão. Me manteria quieta por ali, afinal não tinha muito o que conversar com o homem, talvez somente perguntar seu nome - Como o senhor educação não me disse o nome antes, poderia me dizer agora? ironizaria a situação anterior quando ele acabara por ignorar a minha pergunta no navio, sorriria minimamente de forma cínica. Se o homem respondesse ou não, voltaria a ficar quieta enquanto tomava a sopa e caso ele fizesse alguma pergunta também colocaria minha atenção em suas palavras para responder adequadamente. Assim que terminasse de comer olharia novamente para o homem - Obrigado pela companhia agradeceria e em seguida me retiraria dali para ir mais uma vez até Alyssa. Iria até a sala anterior e bateria 3 vezes contra a madeira, de forma que fizesse um barulho alto o suficiente para que a mulher conseguisse escutar - Oi, eu voltei assim como você pediu sorriria para ela quando a porta se abrisse. Logo, procuraria por algum lugar em que eu pudesse me acomodar, estaria atenta para ouvir suas ordens - Então, você pretende me mandar de novo lá ou então quer que eu vá atrás do Karthus? somente diria estas coisas e esperaria pela resposta que a mulher teria para falar. De certo, estava começando a ficar cansada do Farol e precisava imediatamente sair daqui, mas antes era preciso recuperar o meu Log Pose ou então arranjar um novo - Entendo, eu vou dar o meu melhor para não te decepcionar novamente! exclamaria num puro momento de animação e até um pouco de ansiedade para resolver aquilo de uma vez - Até mais, só retornarei quando conseguir era a última coisa que diria antes de sair dali ”Não vai voltar nunca então” ela ria de mim, mas não deixaria que estragasse minha momentânea alegria. Passaria agora a buscar pelo homem novamente, pelo convés, cozinha, porão, popa e proa, assim que o encontrasse teria de pedir sua ajuda - Ei, vou precisar de ajuda no que vou fazer e essa é uma boa oportunidade para você ajudar quem te salvou diria a ele sem enrolação, afinal eu também não gostava daquilo - A gente vai atrás daquele Log Pose falaria com um sorriso, caso ele perguntasse na onde iriamos.

Caso não encontrasse Alyssa ou ela pedisse para que eu aguardasse mais alguns instantes, caminharia até o convés onde me sentaria sobre o chão. Não tinha muito o que fazer por ali e por isso faria o que costumeiramente fiz em todas as minhas viagens até aqui ou quando estive sem nada para fazer, apanharia o violino. Nesse momento recordaria da mesma música que tocará dias atrás, mas que poderia refletir corretamente a minha situação agora -  This is such a crazy world, Sometimes it makes me lose sight of who I am ressoaria as primeiras palavras que me recordava da música - Do you want to leave the traditional ways?Just don’t make that decision for me prosseguiria tranquilamente, apesar de querer aumentar a intensidade -  I’m going down my own path. Just standing around here, waiting. Never try to start anything encerraria a música, para recuperar o fôlego e também para voltar até Alyssa. De toda forma, eu estava salva e conseguira dar uma de Ronaldinho para driblar a morte por afogamento, mas eu não deixaria tão cedo de encontrar os piratas dos números novamente.





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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptySex 21 Dez 2018, 21:29



Narração
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Bipolar Silverstone
Não gostando de ser chamada de retardada, a bipolar acabou por responder o homem que caso tenha ficado surpreso, não demonstrou. Ele pediu desculpas e continuou comendo um pouco mais desanimado enquanto a jovem Silverstone acabava por procurar um banco para sentar-se para começar a comer. Ao perguntar o nome dele, ouviu em sequência. - Alexander... Alexander Greenwood. - Ele não perguntou nada, talvez ainda se sentisse meio mal por ter chamado a menina de retardada, porém era difícil saber, ele mantinha uma aparência bem apática naquele momento. Ele, que havia começado a comer antes, acabou antes e assim acabou saindo antes. Deixando a mesma ali comendo com ela mesma, não que isso significasse que estava sozinha naquele momento.

Ao acabar, a mesma pôde por fim levantar-se e ir até a sala de Alyssa, ao entrar, viu que Alexander, Battos e Geovanna estavam por lá também. Ao falar que havia voltado por causa que a chefe, a mesma concordou com a cabeça. - Sim... aqui está o pagamento pela sua missão de informações, apesar de considerar que teremos mais informações daqui um tempo. - Falou a mesma passando um pouco de dinheiro para a mesma. E ao ouvir a pergunta da celestial, Alyssa acabou respondendo. - Claro que vamos para o barco deles, mas não é simplesmente por causa do Log Pose... bem, saber que tem um tesouro lá é interessante e claro que isso é um ótimo motivo para irmos para lá. - Ela fez uma pausa e olhou para Alexander. - Mas... - Fez uma pausa pequena. - Primeiro de tudo, temos que salvar as crianças antes que elas se tornem o que serão treinadas para se tornarem... além do outro detalhe, eles são vendedores de escravos. Acho que vão acabar atacando este barco querendo ou não, pois podem desejar Ariel, agora que a conhecem, ela valeria uma fortuna. - Ela parou e olhou para todos ali. - Eu não conheço a força de vocês três. Mas eu e Battos já nos conhecemos bem e eu confio na força dele. Eu vou com Katherine e Alexander. Battos e Geovanna vão ficar aqui para proteger o navio caso ele seja atacado por esses tais números. - Geovanna estava meio que tremendo, mas parecia engolir isso por conta própria, ao mesmo tempo que Alexander ainda apático começou a falar. - É interessante tentarmos descobrir sobre esse números mesmo. Eles não parecem ter motivos para estarem juntos. Eu tenho certeza que esse número 7 não compactua com nenhuma "religião" ou algo do tipo. - Ele deu uma pausa e apontou para a bipolar. - E Katherine afirma que é um grupo religioso. Acho que nós dois podemos estar certos da nossa própria maneira. - Alyssa já concordava com a cabeça. - Sim, por isso mesmo que eu acho que teremos mais informações querendo ou não. - Ela deu uma pausa enquanto pensava em como falaria. - A nossa missão é simples, nós vamos lá libertar as crianças e qualquer outro escravo que tiver por lá em alguma outra sala avulsa. Pegar o log pose de volta ou qualquer outra informação é um bônus. - Falou a mesma olhando para Alexander e Silverstone. - A missão de vocês é proteger o navio para o caso de algum ataque. - E assim, Battos e Geovanna concordaram e acabaram saindo do local.

Alyssa esperou que os dois saíssem para olhar para os dois que sobraram por um instante e assim começar a falar novamente. - Bom, eles tem o costume de atirar o povo do navio pelo visto... vocês precisam saber de uma coisa antes de seguirmos. - Falou a mesma e assim ela acabou segurando um copo de água. - Eu comi aquelas frutas lendárias que todos conhecem como akuma no mi. - Naquele momento o copo foi ficando gelado e a água virou gelo. Os lábios azuis dela ficaram num tom um pouco menos azulados. - Se eu cair na água, preciso que vocês pulem para me resgatar. É só isso que vocês precisam saber. - Falou a mesma e em seguida, antes deles perguntarem qualquer coisa, a mesma continuou. - Vocês dois são os que mais tem informação de lá. O que preciso saber antes de irmos?


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptyDom 23 Dez 2018, 12:39

Porradaria



Ao ouvir minha resposta o homem ficou um pouco desanimado e acabou por me pedir desculpas por ter me chamando de retardada. Após isso, ele somente me dizia seu nome, Alexander, e quando terminou de comer saiu da cozinha sem me direcionar mais a palavra. Todos os mais importantes estavam na sala de Alyssa, ali ela realizava o pagamento da minha missão de conseguir as informações no navio dos piratas. Após isso, ela começava a explicar a nova missão que teríamos de fazer na embarcação dos números, nossa missão era invadir o navio deles, libertar os escravos e obter de volta o Log Pose, enquanto que Battos juntamente de Geovanna teriam de proteger o navio de algum possível ataque dos inimigos. Quando a dupla de defesa saiu, a mulher nos informou sobre ter comido uma fruta lendária chamada Akuma no Mi que lhe proporcionou poderes, mas em contrapartida parecia que não a deixava nadar e assim nós precisávamos resgatar ela se a mesma caísse no mar. Por fim, ela perguntava sobre o que necessitava saber antes de partirmos para realizarmos a mais nova missão - Bom, eu te contei tudo o que sei sobre eles, acho que o Alexander deve saber bem mais do que eu dizia de maneira calma e passaria a olhar para o albino - As únicas coisas que não contei, foram que as celas ficam embaixo do convés e que o número 7 luta com espadas, mas isso nem deve ser importante falaria encerrando minha parte e esperando que o homem realmente tivesse algo a dizer para Alyssa. No fim, apenas soltaria um sorriso quando ela desse a ordem para irmos ”Você acabou de sair de uma cela e ainda quase morreu, agora quer voltar de novo pro mesmo navio?” Azura estava indignada com aquela situação ”São ordens de uma superior, quer que eu faça o que? Não estou acima dela" queria somente escutar sua resposta ”Não é com ela e nem com a droga das ordens que eu me importo, mas com você e o que faz nesse corpo” isso não me surpreendia tanto.

Desta forma, eu caminharia ainda um pouco pensativa e justamente por conta disso seguiria atrás de Alyssa ou Alexander para me segurar em um dos dois, caso acabasse por tropeçar no caminho até a embarcação. Ainda não havia o perdoado pelo o que acontecera, mas em meio a missão não poderia ficar descontando a minha raiva nos meus próprios companheiros, aliás eu ainda tinha algo a resolver com o número 7 por ter cortado a prancha naquele momento. Quando estivéssemos próximos do navio, pararia de andar por um instante - Já que a Geovanna não está por aqui, eu gostaria de perguntar se algum dos dois sabe sobre furtividade, talvez fique mais fácil entrarmos não acha Alyssa? perguntaria tranquilamente, afinal a líder poderia entender que eu estava tentando  passar por cima de suas ordens, o que eu não queria que transparecesse para a mulher. Independente de quem fosse, seguiria dizendo algumas ideias de minha própria autoria - Acho que podemos fazer o seguinte, Alyssa/Alexander você se esgueira lá pra dentro enquanto eu e ela/ele distraímos os piratas para que não tenhamos problemas maiores  sugeria olhando para ambos, aguardando uma resposta tanto positiva quanto negativa para podemos seguir em frente. Esta parte poderia ser essencial para que nós conseguíssemos obter êxito nessa missão ”Com você dando essas sugestões perigosas, isto está é fadado ao fracasso imediato” Aos poucos, eu estava começando a ficar irritada com suas palavras ”Não acha melhor calar um pouco esta boca?  Já está começando a me dar nos nervos com tanta chateação” paciência realmente não era um dos meus pontos fortes ”A verdade dói tanto assim?” prosseguiu na mesma tentativa de me irritar, mas desta vez não responderia e sequer ligaria para o que ela achasse disso. Se algum dos dois sugerisse uma ideia diferente da minha, colocaria toda minha atenção nisso para saber a minha parte de agir - Vamos lá nesse instante começaria a me animar para fazermos aquilo.

Se por acaso algo desse errado ou lutar fosse realmente nosso objetivo, a primeiro momento focaria em me defender dos golpes do meu futuro oponente. Analisaria seus movimentos para tentar descobrir o seu estilo de luta, antes que fosse pega desprevenida por seus ataques - Vem pra cima! exclamaria animada. Caso viesse um ataque pela diagonal independente de ser de cima para baixo ou o lado que fosse feito a tentativa saltaria para trás e em seguida jogaria todo meu corpo na direção contrária realizando um rolamento como acompanhamento, de maneira que eu ficasse de forma lateral ao inimigo, miraria na região da têmpora, parte do corpo que fica na lateral do rosto entre a linha do cabelo e a sobrancelha, um chute preciso onde colocaria força suficiente para leva-lo ao chão. Se porventura fosse um ataque na horizontal somente me preocuparia na esquiva, não contra-atacaria nesse momento e esperaria uma brecha para que eu pudesse derrotá-lo - Eu consigo! procuraria me animar para conseguir evitar o máximo de ferimentos possíveis, assim quando o golpe viesse abaixaria e movimentaria meu corpo para o lado, além disso caso precisasse rolaria para evitar uma nova continuidade dos ataques do meu oponente. Caso o golpe realizado fosse um pela vertical na altura do meu peito ou em qualquer parte do corpo, andaria para os lados contrários sempre fazendo um giro para conseguir com êxito ou somente diminuir os danos, se fosse o caso também saltaria para trás e com isso, poderia conseguir alguma brecha na defesa do homem, caso obtivesse um espaço realizaria um chute incisivo no maxilar do inimigo e finalmente acabar com ele - Yeah! Toma essa! gritaria na direção dos céus. De toda forma, eu teria que estar preparada para embarcar mais uma vez nesse navio e com isso, acabar com todos esses piratas dos números que me prenderam, além de bater em mim.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptyDom 23 Dez 2018, 20:18



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Bipolar Silverstone
Com toda a informação nova, a jovem bipolar acabou respondendo que a única nova informação que poderia passar para Alyssa era sobre o número sete ser espadachim e que talvez Alexander saberia mais do que ela para informar melhor. - Eu fui capturado pelo número sete também. - Informou ele rápido. - Acho que o número sete não é só um membro desses tais números. Acho que ele é parte de algo a mais. - Ouvindo isso Alyssa acabou pensando por um tempo. - Vamos tentar capturá-lo então ao invés de simplesmente matá-lo. Pode ser que descubramos muito mais do que simples piratas. - Assim quando iam começar a andar, Alexander acabou comentando. - Eu aceitei ir pois estou devendo minha vida a vocês. Mas eu não tenho nenhuma arma comigo. Não acho que eu consiga ajudar muito. - Falou o mesmo direto, sem se preocupar muito com a entonação. Alyssa percebeu que aquilo poderia ser um problema. - Infelizmente não temos armas nenhuma aqui conosco. - Falou ela já sabendo que isso poderia ser um problema. - Tente evitar lutar, será melhor assim. - Ela não falava isso só por causa da falta de armas. O homem havia ficado vários dias presos sem comida e havia acabado de comer muita comida de uma vez. Seu corpo provavelmente reagiria daqui um tempo.

De qualquer forma, começaram a andar na direção do navio dos piratas, era difícil estimar as horas. Silverstone já não saberia dizer quanto tempo havia passado desacordada quando havia sido espancada, depois então, quando desmaiou complicou ainda mais a situação e agora só sabia que o clima ali era bem sinistro. Só era possível ouvir o barulho das ondas e o local estava bem escuro, os navios com iluminação própria chamavam atenção naturalmente, o navio dos números era um deles. Foi quando a jovem celestial perguntou para os dois sobre conseguirem ser furtivos. - Essa é a minha especialidade. - Falou ele direto novamente. - Ótimo então. - Reagiu a líder rapidamente. - Eu e Katherine iremos chamar a atenção desses números. Antes entraram dez no nosso navio, não sei quantos eles são, mas se forem daquele nível será fácil. - Alyssa parecia confiante na situação apesar de serem duas contra pelo menos doze homens se conseguissem chamar a atenção de todos. Assim acabaram por se separar, Alexander foi se afastando a distância. - Nunca pensei que confiaria em um desconhecido após poucas horas. - Falou a mesma antes de irem na direção do barco, Alexander não era um revolucionário, só era um inimigo do inimigo, mas as duas confiaram que ele faria tudo que havia prometido. Uma situação meio delicada.

Talvez um plano para acabarem com um ou dois piratas antes de subirem poderia ter sido feito e chamariam atenção depois, mas as duas queriam ação aparentemente. O barco ia se aproximando a cada passo e já era visível que havia pelo menos dois guardas, ambos usavam espadas e as duas podiam reconhecê-los como inimigos que haviam invadido o navio mais cedo. - Poderiam pelo menos velar pelos homens que matei... - Falou a mesma baixo para Silverstone enquanto simplesmente subiam na rampa de acesso ao navio, a raiva dela era palpável, aparentemente não gostara de matar a toa. Os homens gritaram intrusos quando as duas iam subindo e já iam retirando suas espadas para atacarem. Um deles mirou na bipolar enquanto a mesma subia, a espada ia cortar de forma diagonal a jovem, a mesma então acabou dando um salto para trás, porém o chão demorou e muito para chegar. E assim a mesma viu que havia deixado Alyssa contra os dois piratas sozinha. A própria chefe não pareceu tão surpresa, talvez fosse simplesmente o plano de distrair e ela que havia entendido errado. De qualquer forma estava sendo efetivo. Passos eram ouvidos do convés e alguns piratas acabaram surgindo por toda a borda do navio. Havia pelo menos uns dez mesmo, entre eles, o número sete. O número dois não estava lá e a mesma reparou que entre eles ali, havia alguns que haviam invadido o navio antes e outros que não. Pela rampa já estar "cheia" a mesma acabou vendo a maioria dos dez pulando do convés para o lado de fora. Um deles chegou rápido até ela, ele tentou um chute vertical ascendente que acertaria no meio das pernas de qualquer ser humano. A celestial conseguiu esquivar-se pulando para trás. E acabou chutando o mesmo no maxilar, o suficiente para desequilibrar o homem e ver ele caindo no chão no pé da rampa. Lá em cima, na rampa, Alyssa ia desviando-se com maestria dos dois espadachins que estavam contra ela. A mesma por algum motivo não usava o poder da tal fruta amaldiçoada igual fizera no navio defendendo. Silverstone viu três piratas a sua esquerda e outro a sua direita. Cinco haviam pulado, dos outros cinco, três estavam pensando se valia ou não a pena pular e iam na direção da rampa. O número sete ficou parado olhando com um homem ao seu lado.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptySab 29 Dez 2018, 17:20

Se for pra apanhar, tem que ser com estilo




Alexander se dizia ser especialista em furtividade, assim eu e Alyssa teríamos o trabalho de distrair os guardas para que ele se infiltrasse sem grandes problemas.  Era bem verdade que a gente poderia tentar outro método para invadir o navio dos piratas, mas eu não queria perder tanto tempo com isso e desta forma, a gente provavelmente terminaria mais rapidamente ou então só estava falando asneiras. A ação começava assim que chegávamos até a rampa que dava o acesso a embarcação, dois homens nos atacavam e quando conseguia me esquivar infelizmente acabava por deixar a comandante sozinha lutando contra ambos os inimigos. Logo, surgiam mais oponentes no convés chegando ao total de 10 piratas, a maioria pulava para o lado de “fora” e em seguida um dos homens vinha na minha direção para realizar um chute vertical, mas eu conseguia evitar o golpe para então corresponder com um outro em seu maxilar. O primeiro fora derrotado e caía no “pé" da rampa, todavia não bastou muito tempo para que estivesse cercada por 4 adversários, 3 de um lado e o restante do outro, enquanto isso mais 3 se preparavam para fazer o mesmo que os companheiros. Bom, eu não sabia quanto tempo a gente precisaria para distrair os homens e para que o albino voltasse com sua parte da missão cumprida, assim daria o meu máximo para que tudo desse certo ”As duas retardadas vão acabar morrendo,  fala sério você não consegue perceber a diferença de números?”  mais uma vez ela estava ali para me irritar com seus comentários ”Se não for ajudar dizendo que seja interessante para se fazer na missão, é melhor ficar quieta" diria já sem muita paciência ”Só de eu dizer pra  você que eles estão em maior número, já ajuda esse seu cérebro infradotado” estou achando que ainda vou morrer de tanto stress.

A primeiro momento esperaria que os homens viessem até mim, já que meu objetivo principal era somente distrai-los para que não fossem atrás do Alexander. Caso eles optassem em virem um de cada vez, primeiramente observaria o estilo de luta do meu oponente para encontrar a melhor forma de evitar que fosse atingida pelo seu golpe - Vamos lá diria a mim mesma, procurando estar animada para o seguimento da luta. Se um ataque vindo da vertical fosse realizado, buscaria desviar rodando meu corpo para a direção contrária ao golpe realizado, com isso procuraria chutar uma das pernas do homem para fazê-la se chocar com a outra e assim forçar o seu desequilíbrio, em seguida emendaria outro ataque na direção do rosto ou do corpo do meu oponente. Caso fosse um golpe na diagonal repetiria os saltos para trás, desta vez somente realizaria os movimentos e se precisasse jogaria parcialmente o meu corpo para baixo - Morrer aqui não é escolha soltaria um suspiro de alívio se conseguisse com sucesso evitar o ataque realizado pelo o meu oponente. Caso obtivesse sucesso em meus movimentos escolhidos, provavelmente o homem estaria com sua guarda aberta e desta forma, eu teria uma chance para acerta-lo e não perderia a minha oportunidade, assim  miraria o chute num dos locais mais dolorosos para o homem, se não o mais, um golpe com bastante força no meio de suas pernas provavelmente o faria cair de imediato ao chão e se acabasse exagerando estaria matando toda uma geração que ainda não tinha vindo ao mundo. Se não tivesse sucesso, recuaria alguns metros para trás tanto para me recuperar dos ataques sofridos quanto para idealizar meus próximos passos naquele “duelo" contra o pirata ”Você realmente deve ter algum problema mental, porque não é possível uma coisa dessas só pode ser algum tipo de brincadeira sem graça” era direito dela estar indignada, mas ofender já e demais ”Claro, pra ficar ouvindo uma idiota eu devo ter mesmo”
Spoiler:
 

Era possível que eles também fossem impacientes e quisessem vir todos de uma vez contra mim, para isso eu observaria o estilo de luta de cada um. Apesar de não interferir tanto na minha tomada de ações, era uma forma de me assegurar que todos utilizavam as mesmas armas ou de alguma forma parecidas. Era óbvio que nenhum dos homens eram idiotas ao ponto de todos tentarem ataques na mesma direção e se eu cogitasse pensar nisso, com toda certeza seria atingida por golpes “inesperados", assim eu teria de me esquivar possivelmente para todos as direções possíveis que eu conseguisse no momento. Para os ataques baixos, eu realizaria saltos em conjunto de recuos jogando meu corpo totalmente ou parcialmente para trás, não emendaria contra-ataques, afinal eu possivelmente sequer teria tempo para isso. Se viessem ataques altos ou na horizontal, me abaixaria rapidamente e em seguida pularia sem sair do mesmo local, desta forma realizaria um split kick, golpe que se consiste em realizar um salto e chutar com ambas as pernas divididas semelhante a um espacate aéreo, focaria o ataque na cabeça ou então no peito dos meus inimigos. Com isso, eu poderia diminuir consideravelmente os números inimigos, mas não estava num mundo cor de rosa onde tudo dá certo e assim, se acabasse ocorrendo algo de errado iria tentar me apoiar com a perna direita sobre alguém para poder me impulsionar para conseguir me safar sem muitos danos. Caso as tentativas fossem golpes laterais realizaria movimentos para o lado contrário acompanhado de giros e se porventura viesse a precisar realizaria um rolamento, também buscaria passar uma rasteira no oponente que estivesse mais próximo de mim. Um combate realmente me animava e quanto mais se tornasse intenso, era melhor ainda dependendo dos oponentes que viessem a aparecer para trocar forças comigo - Eu vou derrotar todos vocês! gritaria na direção dos homens estando em um momento de êxtase de animação ”Você realmente é uma retardada”   mais uma vez  ela aparecia para testar minha paciência, o que já se tornou praticamente uma rotina até mais do que diária na minha vida.

Spoiler:
 

Caso a minha paciência acabasse se esgotando, seja por esperar ou então por não estar atacando meus oponentes e assim consequentemente nem estaria findando com aquilo de maneira rápida. Iria na direção obviamente do que estava em menor número, nessa situação eu estaria em pé de “igualdade” num duelo, assim eu me prepararia para correr em sua direção, antes recuaria alguns metros para não correr o risco de não atingir minha velocidade máxima. Em meio a corrida também realizaria alguns Dashs, facilitando um pouco a minha movimentação, quando estivesse próxima ao pirata utilizaria minha perna esquerda para me impulsionar em sua direção num chute lateral visando acertar seu crânio com precisão no meio da terra e mesmo que ele acabasse bloqueando ou então acertando, utilizaria seu corpo para realizar um salto de costas juntamente de um chute finalizador sobre o topo da cabeça. Obtendo êxito ou então sendo atingida, buscaria recuar alguns metros para analisar a situação atual do combate e também para me esquivar dos ataques seguintes. A minha animação nesse instante estaria em seu ápice, era possível também que estivesse com “pressa" para acabar logo com aquilo tudo, mas isso somente dependeria da precisão dos meus ataques e do Pepe agora. Caso mirassem um ataque frontal na direção do meu peito ou então uma região um pouco mais abaixo, buscaria evitar isso jogando todo o corpo para lado juntamente de um rolamento para um lado contrário ao do ataque feito pelo meu oponente - Vai precisar de mais do que isso pra me derrotar! bradaria na direção do pirata utilizando um tom de provocação. Nem sempre isso dava certo, mas eu poderia acabar encontrando algum esquentadinho como eu e com sorte teria sucesso em minhas tentativas, independente disso esperaria por uma abertura na defesa para enfim contra-atacar ao me apoiar sobre a perna esquerda, desta forma faria um salto no ar girar 2 vezes para finalizar com um chute com a outra perna. Diante de tudo isso, acho que esse é o básico para conseguir me dar bem nessa luta ”Você vai é morrer” sério, “Saaanto" pessimismo.
”Flying Side Kick”:
 
”Back Flip Kick”:
 
”Final Kick:
 


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptyDom 30 Dez 2018, 03:39



Narração
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Bipolar Silverstone
Quem dera os piratas fossem do tipo cavalheiros que não atacassem damas ou que pelo menos fossem cavaleiros que atacariam um por um por causa de honra... ali não seria tão simples assim, principalmente contra uma pessoa que já havia desonrado o grupo deles duas vezes. A primeira ao proteger o próprio navio e a segunda quando sobreviveu a punição que haviam feito. Agora que estavam mais próximos, a jovem celestial percebia que os três piratas a esquerda possuíam espadas e todos eles pareciam membros do grupo que atacaram o navio de Alyssa mais cedo, claramente queriam vingança pela vergonha de mais cedo, além de possuírem alguns machucados pelos golpes dela mesma e de Battos. Agora não atacariam sem saber o que faziam. O da direita estava com uma adaga.

Enquanto eles avançavam na direção dela acabaram todos ali parando, o tempo pareceu perder a importância por um instante por causa de toda a atenção ter sido tomada por Karthus. O mesmo gritando furioso, um grito tão estrondoso que fazia todos do farol olharem para a direção do grito, quer o vissem, quer não o vissem. O velho do farol acabou pulando em um barco e saiu mar a dentro, a raiva dele era sentida por todos ali, a pessoa despertaria fácil o décimo sentido só para alertá-lo de não mexer com tal pessoa naquele momento.

Aos poucos, todos ali voltavam a própria luta. Viu um dos espadachins e o homem o homem com a adaga se aproximando ao mesmo tempo, os outros dois espadachins já iam se aproximando também em uma velocidade menor. O espadachim tentou um golpe horizontal na altura dos peitos da revolucionária. Agachando-se e pulando, a mesma aproveitou o movimento para acertar um chute no espadachim e no gatuno ao mesmo tempo. Porém ao mesmo tempo que impulsionava seus pés nos inimigos, via outro espadachim acertando-lhe um corte na lateral de seu corpo, na região das costelas. Graças a isso o corte havia saído mais fraco do que o pirata pretendia. Ao chegar no chão, teve que ser rápida. O mesmo então tentou acertá-la mais uma vez, porém a mesma recuou alguns metros. O segundo espadachim que não havia sido acertado se aproximou tentando acertar de forma frontal numa estocada, Silverstone conseguiu desviar-se e ainda aproveitou para provocar o inimigo. A mesma foi rápida, apoiou-se na sua perna esquerda e saltou, preparando um chute. No meio do ar. Um clarão veio e um som diferente veio em sequência:



Esse som que a jovem celestial ouviu provavelmente foi repetido por algum eco ou por mais de um clarão veio em sequência do primeiro, era difícil saber, pois a mesma não enxergava mais nada naquele momento. A luz do clarão havia sido tão forte que a única coisa que sabia era que seu golpe havia sido executado com sucesso por já estar no meio do movimento. Seu pé chegou ao chão após o golpe e Silverstone agora só poderia confiar na sua audição por um tempo, quem sabe para sempre, era difícil saber naquele momento, talvez o pânico a deixasse desesperada, era difícil saber. No momento só sabia que não enxergava nada. Pelos gritos que ouvia a sua volta percebeu que não havia sido a única infectada pelo forte clarão.

Na melhor das hipóteses ela já havia derrubado quatro dos cinco inimigos que haviam descido, na pior, todos os três que havia acabado de acertar já estariam se levantando e o que havia acertado antes já havia se levantado também. Era difícil determinar suas opções naquele momento.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 4 EmptySab 05 Jan 2019, 14:15

Meus Olhos





Como eu havia previsto, os homens vinham de uma vez realizar seus ataques contra mim, enquanto que um dos espadachins e o gatuno se aproximavam, os inimigos que sobravam chegavam mais tardiamente, anteriormente a isso Karthus surtava soltando um grito furioso e de repente saia do Farol num navio, provavelmente deixando tudo para trás. O meu split kick havia sido bem sucedido e nesse momento haviam menos guardas para serem enfrentados, mas com isso um dos homens me atingia com um corte lateral na região das minhas costelas. Permanecia animada com essa batalha, após o outro espadachim tentar uma estocada conseguira me esquivar e desta forma seguia para o meu ataque seguinte, todavia enquanto estava em pleno “voo” um grande clarão surgia de maneira inesperada seguido por um barulho curioso, que se não estivesse em um momento mais sério faria com que tivesse uma crise de risos. Um som praticamente característico para esse acontecimento inusitado que acabava me deixando sem ver mais nada a minha frente, o motivo daquilo tudo era até então desconhecido por mim (Narrador FDP You!), talvez o universo não quisesse mais colaborar comigo. Nesse momento de incertezas, a única coisa em que poderia confiar era que mais uma vez obtinha êxito em meu golpe contra o pirata, de resto só poderia acreditar quando recobrasse a minha visão ”Tá vendo? Se você não se metesse tanto em perigo não estaria sem ver para sempre agora” com ela falando desta forma, ao mesmo tempo que me irritaria o pavor também surgia de maneira rápida perante a minha situação atual ”Fala sério, a minha situação já não está legal e você ainda quer ficar me dando mais stress? Tenho sorte de ainda não ter explodido de tanta raiva que você me faz passar Azura” seria direta, a paciência estava praticamente se esvaindo totalmente.

A única coisa que eu poderia considerar “boa" para mim em meio a isso tudo, era que não fora somente eu que estava sem enxergar, apesar que isso acabava sendo uma desvantagem para ambos os lados.  Teria de me concentrar para conseguir ouvir os sons produzidos ao meu redor, não tinha uma super audição para escutar tudo naturalmente e com isso, teria que tentar me manter calma para realizar isto - Droga, isso é mais difícil e demorado do que tinha imaginado soltaria um murmúrio, reclamando da minha atual situação ”Isso é porque você é burra, Katherine saí daí logo, é você contra um ou mais homens armados! Vai acabar morrendo” ela novamente surgia para me irritar e eu sempre acabava como ela queria. Eu nem tinha certeza se os piratas se os outros piratas se levantariam para tentar me atacar novamente, fora que ainda havia o único que restará ali em pé pronto para me enfiar a espada no meu peito - Eu posso ser idiota, mas ainda assim não sou tão burra para ficar aqui parada sem ver e esperando um golpe mortal diria em um tom de voz moderado para o homem, mas provavelmente acabaria soando apenas para mim ” Garota, você conta tanta piada que já poderia vir uma palhaça profissional, acho que até passou da hora de voltar para o circo não? a audácia estava em dia ” Você deve ter alguma deficiência, faz muito pouco tempo que eu deixei o circo e você já quer que eu volte com outra função, só deve ser pra me irritar mesmo tudo isso” eu praticamente não aguentava mais tanta chateação dessa maldita voz, ou melhor Azura e como eu possivelmente já havia dito ela vai acabar me matando algum dia com tanto stress.

Ouvindo ou não os barulhos que estavam ao meu redor, agiria da maneira mais rápida que pudesse e assim saltaria para trás, mas em meio as minhas passadas procuraria firmar meu pé sobre o chão, também verificaria a minha distância de algum local que fosse perigoso para minha integridade física ou que pudesse acarretar de alguma uma desvantagem para mim no seguimento final desse embate - É isso aí! exclamaria se conseguisse fazer o meu movimento com sucesso, caso contrário não faria nada e muito menos diria algo para me manter confiante. Se sentisse que um inimigo estivesse próximo ou acabasse sendo atingida, giraria todo o meu corpo para realizar então um chute de potência forte o suficiente para ao menos conseguir derrubar quem estivesse perto, afinal não poderia me dar ao luxo de querer executar um ataque mais sofisticado nesse momento, precisava somente garantir a minha segurança para não acabar num caixão. Enfim, não sabia o que iria acontecer daqui pra frente e nem por quanto tempo permaneceria sem enxergar nada a minha frente, a única certeza que eu acho que poderia ter nesse momento era que a Azura continuaria me azucrinando.


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