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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato IV: A Busca Pela Cura

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Ato IV: A Busca Pela Cura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyDom 18 Nov 2018, 01:31

Sherlock Holmes


No meio tempo que o homem esperava eu entregar o Log Pose para si, o grupo que estava o acompanhando subia ao barco num total de 10 criminosos. Geovanna juntamente dos outros pareciam estar assustados com a aparição dos piratas por ali, talvez não estivessem acostumados com incidentes do tipo ”Você também deveria ter ficado com medo, sua boba essa “piada" me renderia boas risadas se ela não estivesse falando sério - Eu voltei a ser criança e nem estou sabendo, só você” nesses últimos tempos estava me estressando demais com essa voz. Com a demora do homem para vir me atacar, eu mesma tinha de ir para cima do pirata espadachim e nem mesmo esperava que o derrotaria com apenas um chute em sua cabeça ”A sua sorte é que esse aí era bem fraquinho, porque se fosse outro...” essa chateação não tem fim? ”Sorte? Tá mais fácil porcos voarem do que eu ter sorte em alguma luta” será que algum dia eu finalmente vou me livrar dessa voz? Talvez não, mas sonhar um pouco não custa nada. A confusão acabara nos rendendo grandes problemas, já que os homens percebendo que não conseguiriam nos derrotar em uma luta decidiram por atacar o navio e o danificar, assim perderíamos mais tempo para sair do Farol, o que me deixava ainda mais impaciente ”Malditos piratas” era o que pensava ao analisar todo o estrago que os homens haviam feito no navio.

Com as ordens de Alyssa dadas para eu ir procurar o navio dos piratas, primeiramente olharia na direção de Geovanna, talvez ela pudesse ser útil nessa busca - Ei, você sabe algo sobre furtividade? Ou então algo que possa nos ajudar? questionaria esperançosa por uma resposta positiva - Se quiser pode apenas me acompanhar então abaixaria o semblante um pouco triste, mas não ao ponto de achar que tudo estava perdido. Independente dela vir comigo ou não, seguiria calmamente pela costa da ilha observando atentamente algum barco pirata suspeito - Como vou achá-los? me perguntaria enquanto olhava para os navios, provavelmente teria de me atentar na bandeira de cada embarcação para ter ao menos alguma dica de como iria prosseguir. Mesmo não tendo certeza, se conseguisse encontrar o navio dos piratas buscaria por algum local para me esconder e assim evitar que fosse avistada pelos homens, caso Geovanna estivesse comigo e soubesse algo sobre furtividade seria sua hora de agir - Você que sabe ser furtiva, vai até lá e observa melhor o navio dos piratas falaria em um tom tão baixo que somente ela pudesse ouvir o que eu estava dizendo. Se porventura a gente acabasse sendo descobertas, provavelmente viriam diversos homens em nossa direção e mesmo que obtivéssemos êxito em nossas ações correria para longe voltando até o navio - Corre que os corno tão puto! brincaria em meio a corrida se tudo acabasse dando errado. Mesmo tendo de contrariar minha vontade de agredir um desses malditos, não era tão idiota ao ponto de me matar indo pra cima dos piratas a menos que viessem um de cada vez, com isso a história seria outra ”Se eles te pegarem, eu nem sei o que serão capazes de fazer” ela realmente não acredita em mim ”Vamos lá, nem é tão difícil assim crer na minha força” responderia um pouco decepcionada, apesar de que estaria quase perdendo a paciência.

Quando conseguisse voltar até o navio dos revolucionários, procuraria para Alyssa para informar que suas ordens haviam sido cumpridas - Achei o navio dos piratas exclamaria com um sorriso em meu rosto - E agora? O que pretende fazer? questionaria a superior mantendo a expressão de felicidade naquele momento. Aquela situação toda estava me deixando animada, afinal me encontrava tendo ao menos um pouco de ação o que pelo menos deixava toda minha impaciência para seguir até Aracne, todavia não sabia quanto tempo isso iria durar - Vamos ataca-los ou só quer se manter informada? realizaria mais uma pergunta a mulher. Caso fôssemos realizar mais alguma ação, buscaria estar preparada para o nosso próximo passo no Farol ”Espero que isto não seja muito longo" pensava instantes antes de deixarmos o navio ou então quando Alyssa começasse a dar suas mais novas ordens. Caso mais nada fosse realizado, só me restaria aguardar o zarpar de nosso navio para a próxima ilha - Finalmente gritaria em estado de animação na direção do céu. Por fim, procuraria por um local para me sentar na embarcação juntamente do meu violino para tocar um pouco do instrumento recostada sobre a amurada do navio - Isso soa bem dizia ao tentar uma nova melodia para as próximas músicas que tocaria. Aliás, após algum tempo procuraria por uma cozinha ali no navio para ajudar com a preparação dos alimentos - Eu posso ajudar exclamaria ao adentrar o local.



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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyDom 18 Nov 2018, 13:07



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Começo da tarde

Katherine Silverstone
A jovem revolucionária não pensou que seria tão fácil derrotar o pirata e ao mesmo tempo viu-se triste por demorar mais tempo ali no farol por causa dos mesmos. Ouvindo a ordem de sua superior, virou-se para Geovanna que havia meio que fugido da luta e perguntou se a mesma sabia algo de furtividade para ajudar na procura. A mesma já havia respondido com o gesto de cabeça, mas mesmo assim acabou por falar sua resposta. - Sim... - Já sabendo o que viria em seguida. O pedido de Katherine foi aceito, talvez a jovem pirata sentisse que devesse algo para Silverstone e assim foi com a mesma. Saíram do navio de Alyssa a procura de tais piratas.

Sem saber onde procurar por tais piratas, as duas jovens foram andando na borda do local olhando os navios que ali haviam. Havia uma grande população de pessoas reunida perto do navio que havia chegado a pouco tempo. A movimentação ali era grande e Katherine poderia jurar que um dos dez homens que haviam entrado em seu barco havia passado por ali para ir para o navio. A jovem Silverstone falou com Geovanna sobre a mesma tentar se aproximar do navio para ouvir mais, enquanto isso a mesma ficou ali perto da multidão. A mesma começou a ouvir algumas informações por ali mesmo. - (...) o nome do bando é esse mesmo? - Ouviu um dos homens que estavam por ali perguntando. Alguns murmúrios de sim foram soados em resposta. - Mas é um nome muito idiota. - Ouviu um cara falando, este estava do lado do cara que havia perguntado antes. Naquele momento uma rede acabou caindo por cima dos dois caras e foi puxada com tamanha força que era difícil de entender o que estava acontecendo. Um homem estranho estava na ponta da corda que havia sido jogada. E puxando-os até sua pessoa, olhou para a multidão que começou a se dispersar a força pelo medo da situação, com isso Katherine se viu a procurar algum lugar escondido para ficar. O homem subiu no navio com a rede prendendo os dois homens a força ainda, o povo ali o recebeu como chefe. Geovanna apareceu tempos depois, com uma cara bem estranha. - Não entendi tudo... - Falou ela pensando em como contar enquanto se distanciavam mais do navio. - Eles se chamam de os números e um homem que parecia o chefe estava dando bronca nos homens que haviam acabado de chegar porque eles precisam ir para Aracne por causa de um tesouro. - Pela entonação dela, apesar de não conhecer o tesouro, parecia imaginar que o tesouro era riquíssimo por algum motivo. - Mas não entendi direito, porque outro homem chegou com dois caras e ele já estava falando para alguns subordinados prenderem eles no porão do navio. Não sei qual dos dois manda ali.

As duas acabaram voltando para o navio de Alyssa, que aos poucos ajeitava tudo. Ao ouvir as informações de Katherine ela acabou se interessando por um todo com a informação. A mulher ficou pensativa por um tempo, pensando em qual seria a melhor linha de trabalho. - Se partirmos eles vão simplesmente nos seguir com grandes chances de nos afundarem no meio do caminho. - Falou e olhou a sua volta, a maioria dos homens ali presentes não pareciam combatentes. - Tente descobrir mais sobre esse tesouro e sobre esses dois homens que não sabe quem manda. Tome o tempo que quiser, precisamos ter noção real de com quem estamos lidando. - O cabelo dela já estava ficando mais claro.

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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyTer 20 Nov 2018, 21:30

Sherlock Holmes Pt 2


Geovanna aceitava me ajudar com sua furtividade, assim começamos a caminhar pelas bordas da ilha observando os navios que estavam atracados. Não demorou muito para que encontrássemos uma grande multidão ao redor de uma embarcação que acabara de chegar no Farol, mas logo todos se dispersaram com medo da ação de um homem que jogará a rede em dois indivíduos que me proporcionaram as primeiras informações a mim. Após algum tempo Geovanna voltava até onde eu estava com mais alguns esclarecimentos da situação daquele navio, com isso já podíamos seguir novamente para o brigue revolucionário. Depois de informar a situação a Alyssa ela me passava novas ordens para seguir mais uma vez até o navio pirata para descobrir mais sobre um tal tesouro citado pelos homens e também saber a respeito de quem estava liderando, mas acho que o maior interesse da mulher era o tesouro mesmo. Eu não poderia negar que ir atrás de um tesouro seria interessante, afinal poderia render mais aventuras e desafios futuros ”Eu vejo você falando isso e só penso nos perigos” costumeiramente ela só me lembrava das partes ruins e com sua forma irritante de falar as coisas somente pioravam ”Fala sério, você não sabe pensar em outras coisas não?” perguntaria praticamente já sabendo a resposta que me seria dita ”Até poderia pensar, mas prefiro me preocupar com sua integridade física” e a rodada de chateações prosseguia.

Instantes depois passaria a olhar para Geovanna novamente, procurando pensar no que iria fazer em seguida se poderia levá-la comigo ou então a deixaria ali para seguir sozinha - Ei, desta vez vamos nos arriscar mais, mas se quiser pode ficar por aqui diria com um sorriso em meu rosto. Feito isto, se ela decidisse por me seguir ou não desceria do navio para seguir mais uma vez até a embarcação dos piratas - #Sohvamo não me lembrava ao certo de onde retirara essa expressão, mas acho que pode caber bem nessa situação. Sem a ajuda de Geovanna teria de usar um misto de minhas habilidades para conseguir o que queria e com isso seguiria pela borda da ilha planejando o que faria pra alcançar meus objetivos. Quando chegasse até o navio procuraria pelo homem que prendera na rede os indivíduos - Olá, tudo bem? utilizaria das minhas habilidades em atuação para franzir o cenho numa expressão de tristeza claramente mentirosa - Nos últimos dias meu irmãozinho foi acometido com uma doença praticamente incurável e somente com muito dinheiro o tratamento pode ser realizado inventaria algo no momento, provavelmente a história não seria tão boa e por isso buscaria ser o mais convincente possível com minhas expressões de tristeza - É claro que você, um homem que exala imponência e seriedade é o comandante desse navio não? fingiria estar esperançosa e colocaria um sorriso em meus lábios enquanto realizava meu pedido - Pode me ajudar? Por favor... juntaria as duas mãos, enquanto fitava incessantemente o homem a minha frente. Caso não conseguisse encontrar o homem que vira antes, teria de perguntar aos tripulantes do navio e torcer para evitar me encontrar com um dos piratas que atacaram o brigue - Olá, você pode me levar até quem está liderando aqui? questionaria o indivíduo sorrindo.

Eu teria de estar preparada para contratempos, afinal não poderia ter certeza se obteria êxito em minhas ações e assim teria de ter ao menos uma alternativa se tudo acabasse dando errado. Por exemplo, se os homens descobrissem quem eu realmente era a chance de que eles viessem me atacar eram grandes - Opa, parece que eu fui descoberta sorriria ao dar de ombros para os piratas. Seguidamente a minha fala, me colocaria em posição de luta esperando pela vinda dos homens sem me mover um milímetro até que realmente se aproximassem de mim, meu contentamento seria apenas observar suas movimentações - Venham logo! faria um sinal chamando-os para briga. Não sabia ao certo se todos eles utilizavam espadas como os outros, mas com base nos meus conhecimentos julgaria que a maioria estaria com as armas cortantes ou semelhantes. Primeiramente, caso fosse realizado um golpe direto na direção do meu peito ou rosto, procuraria desviar girando todo meu corpo na direção contrária seja para direita ou esquerda me retirando da trajetória do ataque - Olé provocaria sorrindo se conseguisse com êxito no meu movimento. Caso acontecesse um ataque na diagonal, tentaria evitar ser atingida saltando para trás e acabasse por não consegui concluir o pulo, agacharia para então rolar para a direção contrária - Olé repetiria a provocação acompanhada do meu costumeiro sorriso. Aliás, se muitos dos piratas se juntassem para me enfrentar teria de prezar pela minha segurança, já que eu podia ter um parafuso a menos, todavia não era nenhuma retardada mental ao ponto de pensar que poderia derrotar todos - Parece que a minha hora chegou olharia para o céu rapidamente e em seguida correria na direção da amurada para salta-la em direção a ilha.

Seguindo a possibilidade de Geovanna me seguir até o navio dos piratas, buscaria não perder muito tempo para desembarcar do brigue e começar mais uma vez a caminhar na direção da embarcação - Vamos rápido! exclamaria animada para cumprir as ordens de Alyssa. Pouco antes de realizarmos algo contra os piratas, procuraria me reunir com a mulher para combinarmos como faríamos nossos movimentos - Então, você tem alguma ideia? Se não tiver, acho que a gente vai ter que seguir alguma loucura minha sorriria para ela, mas com toda certeza estaria transbordando nervosismo para ela ter alguma alternativa melhor que a minha. Caso ela não me apresentasse nada, ficaria pensativa por alguns segundos até que achasse uma boa ideia - Façamos o seguinte então, enquanto eu distraio eles, você utiliza sua furtividade pra se infiltrar em algum quarto ou local parecido para conseguir as informações que necessitamos explicaria calmamente meu plano a Geovanna. Feito isto, sairia na sua frente para não acabar estragando meu próprio plano - Ei seus lesados! bradaria com os homens na frente do navio, provavelmente não estaria irritada e por isso teria que fingir esse sentimento tão presente em mim. Com isso, esperaria gerar alguma confusão para atrair toda a atenção dos piratas para mim e assim permitir que Geovanna adentrasse a embarcação sem muitas dificuldades - Vim aqui para dar uma surra em todos vocês! gritaria com um sorriso provocativo em meus lábios, apesar de estar me arriscando seria somente até Geovanna conseguir todas as informações necessárias para cumprir as ordens de Alyssa.

Minhas palavras não seriam soltas ao vento, eu iria cumpri-las e não esperaria que eles viessem até mim, talvez isso fosse minha impaciência agindo. Não poderia prever se iriam vir todos de uma vez só ou então um de cada vez, por isso priorizaria um primeiro golpe em área, antes precisava me colocar no centro dos homens para então apoiar todo meu corpo sobre minhas mãos e com isso erguer minhas pernas girando-as para acertar os inimigos ao meu redor e também com aqueles que tentassem se aproximar. Se fosse um por vez, primeiramente realizaria um chute com a perna direita alto a lançando na direção da  mandíbula do meu oponente e seguiria com outro golpe, porém este seria direcionado ao peito do inimigo. Caso tentassem alguma estocada ou ataque semelhante que visasse atingir meu peito, procuraria utilizar a parada de mãos ao contrário para me afastar mais rapidamente do que com saltos e aproveitando isso, saltaria para os lados voltando até minha posição original com as pernas sobre o chão ”Você é bem inconsequente hein? Tá querendo morrer fazendo essas manobras?” mais uma vez ela estava querendo me tirar do sério, todavia não responderia nada e somente me manteria em silêncio. Se porventura os ataques viessem por baixo ou acima de mim, saltaria para trás para a primeira opção e na segunda jogaria todo meu corpo na direção contrária ao golpe também girando caso fosse possível, assim teria 100% de certeza que estaria evitando o ataque do meu provável oponente. Dadas as circunstâncias, poderia dizer que havia pensado em uma alternativa se conseguisse voltar a embarcação acompanhada de Geovanna, assim haviam possibilidades para o que estava prestes a ocorrer a minha frente, agora só restava que o narrador se decida as coisas de fato acontecessem nos momentos a seguir.

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptySex 23 Nov 2018, 21:09



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Começo da tarde

Katherine Silverstone
Com as novas ordens, Katherine novamente procurava por Geovanna para segui-lá, porém desta vez a jovem recusou. O tom foi agradável, mas era claro que a menina achava Katherine maluca de fazer isso aquela hora, o olhar dela faria algumas pessoas indagarem porque a jovem revolucionária estava indo para o barco daquela forma. Todavia, com uma determinação e calma além do normal, a jovem partiu na direção do navio. Por estar sozinha, começava a imaginar seu plano e o que falaria no meio do caminho.

Ao chegar no navio, simplesmente subiu. O navio estava de lado, de forma que a ponta do mesmo estava para a esquerda enquanto Katherine subia. Já no convés, viu a sua volta uma situação bem incomum, muito sangue estava espalhado no chão. A sua direita, na popa do navio, via a cabeça dos dois sujeitos que haviam sido capturados. Os corpos, não saberia dizer. O homem que havia capturado os sujeitos estava logo a frente do "altar" e rezava de forma convicta. Dois homens rezavam junto do mesmo. Talvez devesse ter escutado a voz para variar um pouco, mas a mesma foi até o povo e acabou se apresentando com sua falsa história. Os homens ali presentes reagiram de forma diferente a frase dela. O homem a direita olhava de forma estranha pro chifre de Katherine. O homem a esquerda parecia encantado com a moça e já estava até mesmo emocionado com a história que a mesma estava contando. Já o do meio, o que ela perguntava e precisava retirar as informações, olhava-a com uma cara diferente do normal. - Que bela donzela. Uma pena tal atrocidade acontecer a sua pessoa. - Falou o mesmo mais sério do que Katherine poderia esperar. - Eu não sou o chefe aqui, na verdade, ninguém é o chefe deste navio. Ele está em outro lugar, estamos somente em uma missão que ele nos encaminhou. - Falou o mesmo bem tranquilo, o mesmo fez um sinal para que os dois homens ali presentes saíssem de perto.

Navio, não coloquei os tripulantes normais por preguiça:
 

O homem ia falar outra coisa, mas antes que pudesse, um outro homem que havia saído do alçapão acabou por gritar. "ELA ESTAVA NO NAVIO QUE NÓS ATACAMOS! ELA TEM O LOG POSE PARA ARACNE!" Aquele pequeno detalhe que passou desapercebido era crucial para Katherine. Porém, a mesma não se importou e provocou de qualquer forma. Foi assim que ela viu o homem a atacando rapidamente, de mãos nuas mesmo, era um soco em direção a seu peito com a mão direita. A jovem acabou desviando para a esquerda enquanto provocava o homem. Mas aquilo não durou muito, pois o mesmo já vendo a jovem desviar, acabou realizando uma joelhada na barriga da mesma com seu joelho esquerdo. Katherine viu-se ficando sem ar naquele instante. O homem já estava preparado e não se preocupou em basicamente cair em cima dela. - Preciso de uma corda. - Falou o mesmo ainda calmo. - Isso claramente é uma prova que o senhor está olhando por nós. - Continuou o mesmo olhando para os céus. - Não podemos matar um presente divino, prendam-na com os outros prisioneiros. - Ela até poderia desejar falar algo, mas os homens que haviam fugido do navio dos revolucionários não estavam felizes com aquilo e fizeram questão de amordaçá-la e até mesmo de bater um bocado em sua cara e em geral no seu corpo. Sentiu seu chifre sendo visado algumas vezes de propósito e poderia jurar que sentira o mesmo trincando, talvez fosse mera imaginação dela. Não se lembra quando, porém acabou por desmaiar enquanto ouvia o homem soltar um simples. - Lembrem de deixá-la viva.

Não sabia dizer quanto tempo se passou. Porém, a única coisa que conseguia ouvir era o som do mar e do navio. Ou assim pensava, percebia que havia um silvo no fundo, como se fosse uma simples melodia, vinha de algum andar superior, provavelmente algum pirata estava tocando. Era perceptível que ventava bastante. Seu olho esquerdo estava inchado e não conseguia abrir para ver com o mesmo. Sentia todo o seu corpo dolorido de alguma forma. Katherine se viu presa no piso logo abaixo do convés ou quem sabe em um ainda mais abaixo. De uma pequena janela percebia que já era noite. Suas mãos e pernas estavam presas com correntes. Com seu único olho aberto conseguiu ver crianças na cela esquerda logo ao lado e um homem na cela a sua direita. Sua cela não era muito grande, um pequeno quadrado de talvez dois por dois. O chão estava basicamente vazio. As correntes eram presas em seu punho por dois cadeados bem grossos apesar de meio enferrujados. Conseguia ver chaves penduradas do outro lado do local em que estava. Havia algumas cadeiras por ali, porém todas estavam vazias, bem, havia uma vela em cada uma, era delas que vinha a iluminação local.

Prisão:
 

Uma coisa que acabou por chamar a atenção da mesma, era o cheiro podre ali embaixo, cheiro de dejetos humanos. Foi então que percebeu que não havia nenhum local ali para que ela fosse no banheiro. Bem, talvez ela nem quisesse ir já que somente grades separavam ela e o homem ali ao seu lado, seria uma situação constrangedora. As crianças, que eram três, nada falavam, pareciam simplesmente com medo, mas claramente estavam em um estado muito melhor que o homem que parecia não comer havia dias. As correntes, que eram presas a parede, permitiam pelo tamanho delas, que Katherine se movesse a vontade pela pequena área que possuía ali.



Legenda e Imagens:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyQua 28 Nov 2018, 10:33

A vaca faz moo

Inicialmente as coisas pareciam estar dando certo para mim ou então era somente apenas uma impressão minha, já que nenhum dos homens se demonstraram hostis até que minha farsa fosse descoberta. Além disso havia conseguido somente uma informação mínima sobre quem verdadeiramente era o líder naquele navio, a única citação que o  ruivo dissera era sobre um tal “Ele" o que não me ajudava em nada basicamente. As coisas começaram a desandar quando um dos homens que atacaram o navio surgia e interrompia qualquer outra fala vindo em minha direção para me atacar,  a primeira esquiva fora um sucesso, mas logo o homem acertava meu estômago consequentemente me deixando sem reações. Após isso, os piratas me amordaçaram e em seguida começaram um momento de agressão, apesar disso a coisa que mais me incomodava era o quanto focaram no chifre ao ponto de eu jurar que eles tinham o trincando diante de tantos golpes.

Meu maior problema sequer era apanhar para os piratas ou até ser acorrentada para logo após ser jogada em uma cela, o que viria a seguir e como eu sairia dali poderiam se tornar questões com muito stress com uma pitada de complexidade ”Qual o seu problema hein!? Eles vão te oferecer naquele altar seja lá pra quem e você vai morrer sem nem ao menos uma vez me escutar” Era vez dela perder um pouco da compostura ”Eu avisei diversas vezes para não se meter em enrascadas e evitar as coisas perigosa, mas a idiota resolveu dar uma de Supergirl para salvar o dia e agora tá ai presa numa cela com o olho roxo." Estava aos poucos começando a me sentir ofendida com suas palavras ”Pelo menos fizesse as coisas certas né!? Ou tá achando que esses piratas são um bando de velhos com Alzheimer para esquecer de uma hora pra outra essa porra no meio da sua testa?” Ela estava sendo até um pouco mais agressiva do que o normal e eu pensando que iria ficar esfregando toda hora na minha cara que tinha razão ”Eu nem  posso negar que fiz besteira, mas também não precisa descer o nível e começar um show de baixaria.” Talvez estivesse preocupada demais com outras coisas e isso me fazia estar um pouco menos impaciente ”Parece que eu tenho que descer mesmo, será que eu vou ter que mugir pra vaca entender?” Apesar de tentar ficar um pouco calma, isso com certeza faria com que minha paciência fosse direto para o espaço ”Olha aqui, você viu que com essa inutilidade não vai me fazer mudar de opinião e agora partiu pra agressão verbal, mas é mesmo muita audácia sua.” Diria por fim a minha provável última fala nesses instantes.

Não conversaria mais com a voz por enquanto, passaria então a observar as coisas que estavam ao meu redor com meu único olho que estava bom desde as crianças assustadas na esquerda até o homem de cabelos brancos na minha direita. O cheiro que exalava daquele local provavelmente era o pior que já havia sentido, aqueles dejetos por ali me faziam pensar em como os humanos eram um tanto porcos por deixarem os outros fazerem suas necessidades em qualquer lugar ”Que cheiro horrível!” Pensava ao colocar uma das mãos sobre o nariz para o tampar e evitar sentir aquele fedor por algum tempo. Depois de algum tempo, tentaria puxar algum assunto por ali e talvez tentar ajudar os que estavam ali escapar para longe - Não tenham medo, eu vou tirar vocês daqui, está bem? - Não que eu estivesse com algo planejado, mas era melhor do que estar aterrorizada e gritando feito uma louca para me retirarem da cela - Eu sou  a Katherine  e vocês como se chamam? - Realizaria uma nova pergunta as crianças, tentando deixá-las tranquilas e evitar que pelo menos por alguns minutos esquecessem o medo que sentiam. Após isso, me viraria com um pouco de dificuldade para a direção do homem, era ele quem estava em pior estado e parecia que estava sem comer há algum tempo - Olá, como você se chama sorriria procurando ser gentil, aliás na situação em que estávamos seria um tanto idiota perguntar se ele estava bem - Ei, acha que a gente consegue fugir daqui? praticamente sussurraria para o homem em um tom que somente ele pudesse ouvir, afinal não queria que fossemos descobertos antes mesmo de planejar alguma coisa. Esperaria pela resposta tanto do homem quanto das crianças com um sorriso em meu rosto, talvez estivesse sendo otimista demais diante da situação e acabaria por ser ignorada pelos os que estavam ali, todavia alguém ao menos teria de mostrar força de vontade para escapar da prisão. De toda forma, passaria a observar tudo o que falassem atentamente e mesmo que se mantivessem em silêncio, insistiria em desenvolver uma conversa amigável com meus “companheiros” de cela.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptySab 01 Dez 2018, 03:03



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Noite

Katherine Silverstone
A discussão mental havia sido maior do que o esperado, provavelmente por causa de tudo que ocorrera. Agora Katherine se via presa e sem saber o que fazer exatamente. O cheiro ali a fazia ficar enojada com toda aquela situação. A mesma acabou falando com as crianças, em um tom amigável e tentando acalmá-las, aos poucos elas iam se acalmando, porém antes mesmo de se acalmarem por completo, todos ali acabaram por ouvir. - Desista. - A voz vinha do homem da outra cela. - Esses piratas sequestram crianças e treinam as mesmas para se tornarem assassinos para eles. Não fale nada muito importante, ou eles podem acabar até mesmo dedurando você. O medo anterior era só fingimento. - Falou o homem rápido, seco e de forma bem insensível quanto ao medo das crianças. Porém, aquilo se mostrava verdade, elas não demonstraram qualquer sentimento em relação ao que o homem falou e o semblante de medo delas havia desaparecido por completo em um piscar de olhos. Aquela informação batia com a fácil percepção de que elas realmente eram melhores alimentadas que ele. Talvez porque os piratas não quisessem que as mesmas morressem ou ficassem fracas demais. Katherine acabou então por se aproximar das grades que a separavam do homem e se aproximando perguntou se sabia uma forma deles fugirem.

Ele nem se deu o trabalho de falar, só balançou a cabeça negativamente. Silverstone perceberia que ele não chegou a falar o próprio nome. - Eles não vão nos deixar sair daqui nunca, não vão nos dar comida, não vão deixar a gente ir no banheiro. Uma vez por dia me dão água. - Respondeu ele em tom normal. Aquelas informações não precisavam ser cochichadas. - Nós vamos simplesmente morrer aqui. Quanto antes você aceitar isso melhor. Conseguirá dormir mais tranquila quando aceitar. - A sinceridade dele era quase palpável. O mesmo não hesitava em falar aquelas informações e agora Katherine só percebeu que sua situação era ainda pior que antes. Precisava fugir sem que as crianças acabassem por dedurá-las.

A jovem revolucionária percebeu que a baixa música acabou por parar de tocar. Passos começaram a ser ouvidos e cinco piratas surgiram na cela. Todos usando túnicas, ajoelharam-se na frente da cela de Katherine e um deles falou.

- Enviada divina, alguma palavra antes de te encaminharmos para sua santa terra novamente? - O tom de voz era de respeito, mas a cara dele era pena, como se ela fosse uma pecadora. Quase todos os outros piratas eram de raiva, um ou outro destoavam, como se Katherine fosse realmente um ser divino, talvez tivessem visto as asas da mesma durante o tempo dela desacordada. - O número 2 disse que conversou com o senhor. Ele havia se enganado, você será enviada para sua terra pela prancha, amarrada com pesos para que sua alma fuja de desespero de seu corpo, evitando-se afogar e subindo aos céus por fim. Fugindo deste terreno carnal e desta prisão que você chama de corpo.



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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyQui 06 Dez 2018, 10:03

Tentar sempre desistir jamais

Aos poucos as chances de escapar daquele navio se tornavam remotas, afinal as crianças “inocentes" poderiam acabar dedurando qualquer plano e as coisas só “melhoravam" quando o homem dizia que não nos deixariam fazer nada por ali. A sua sinceridade era algo praticamente palpável e digamos que ele também era um tanto insensível em sua forma de falar, até porque quem aceita a morte assim tão fácil? Eu não vou conseguir dormir sabendo que irei morrer no dia seguinte, ainda mais quando os meus objetivos sequer ainda foram totalmente alcançados. Provavelmente os outros devem estar preocupados comigo  ou então ainda não estou demorando o tempo suficiente para desconfiarem de algo ”Eles queriam é se livrar de você, por isso eu sempre digo pra você não confiar nas pessoas tão facilmente” já não bastava o meu estado, essa voz também tinha que ficar me incomodando ”Calada você é uma poeta” responderia perdendo um pouco da paciência. Assim que a música se cessou um grupo de cinco homens se aproximou da minha cela me dizendo que iriam me empurrar de uma prancha para que eu pudesse me liberar do meu corpo ”O que vai ser de mim!? Por que eu fui acabar aqui com essa idiota?” ela estava começando a ficar mais preocupada, talvez até mesmo beirando o desespero por completo ”Se acalma, eu vou dar um jeito pra me livrar disso” esse drama estava começando a me dar nos nervos ”Não me fala pra ficar calma, você vai acabar com o ‘MEU’ corpo, não tem como eu aceitar isso!” a cada fala eu realmente acabava ficando um pouco mais irritada ”Você é tão inútil que se eu estivesse no seu lugar conseguiria evitar tudo isso, ou melhor, um poste faria mais coisas que você!” Talvez, ignorar fosse o melhor remédio para essa situação.

Procuraria me conter a primeiro momento, já que a forma como esses homens falam me dá nos nervos e se eu acabasse por dizer algo inadequado poderia destruir todas as minhas chances de fugir daqui. Fingiria um sorriso e procuraria entrar na “onda" dos homens - Esperem, antes de me libertarem eu preciso cumprir uma missão aqui mentiria simulando uma expressão angelical para convencê-los - Antes de vocês virem aqui, o senhor me disse para soltar aquele homem apontaria na direção do meu companheiro de cela - Assim que fizerem isso, eu poderei subir aos céus novamente diria tentando passar alguma espécie de mensagem religiosa com um largo sorriso no rosto. Esperaria pela resposta do homem que estava a frente, provavelmente ele não acreditaria em minhas palavras, até porque o tal “senhor” poderia ser o chefe deles e nessa possibilidade o tiro sairia pela culatra. Não era algo impossível, mas caso ele acreditasse sorriria ainda mais para o pirata e os seus companheiros - Estão fazendo a escolha correta ao confiar na enviada divina ao menos garantiria que o homem fosse libertado, talvez ele pudesse vir a me ajudar mais tarde, mas como eu não o conhecia muito tempo descartaria essa possibilidade ”Você acha mesmo que eles vão acreditar no que você falou e ainda soltar esse cara? Vai acabar trazendo problemas maiores dos que já estão aí” mesmo sendo ignorada, ela ainda quer conversar? Insistente até demais essa voz.

Caso percebesse que o homem não acreditaria em minhas palavras buscaria uma outra forma de abordagem, desta vez querendo causar um sentimento de revolta ou um descontentamento no coração destes homens. Passaria alguns minutos pensando no que iria dizer para conseguir o meu objetivo - Você não acha que é injusto esse número 2 estar no comando? Afinal ele nem é o verdadeiro líder para ficar dando ordens a companheiros que deveriam estar no mesmo nível e não como subordinados diria em um tom provocativo para instigar sua fúria que até poderia ser latente - Mas, se fosse preciso ter alguém no comando a pessoa certa seria você que me parece alguém tão inteligente e forte tentaria bajulá-lo um pouco para ver suas reações - Aquele 2 perto de você não é nada, acho que você conseguiria ser um líder melhor que ele o meu intuito era fazer com que os homens se virassem contra os próprios companheiros para que eu pudesse deixar aquela cela - Se me tirar daqui posso ajuda-lo a derrotar o número 2 e aí será você a dar as ordens, não acha que essa é uma boa proposta? sorriria olhando para o homem. Com a reação positiva ou negativa por parte homem aguardaria por suas movimentações para saber o que aconteceria comigo dali pra frente e como os fatos se sucederiam, assim também poderia entender como funcionava a hierarquia dos piratas, além disso saberia o nível sua camaradagem  e lealdade para com os outros companheiros  de navio.
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptyQui 06 Dez 2018, 22:23



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Noite

Katherine Silverstone
Katherine continuava a discutir mentalmente antes de falar qualquer coisa para o povo a sua frente, aquilo daria alguns segundos para sua mente enquanto pensava no que falar. A jovem então, parando de discutir consigo mesma acabava falando que tinha uma missão para cumprir ali na terra ainda, a liberação daquele homem que estava na cela ao lado. Os homens então olharam uns para os outros. - Bom, se você insiste, claro que podemos jogá-lo com você. - Falou o representante daquele grupo ali. - Acho que o nosso senhor não terá problemas com mais uma purificação acontecendo. Principalmente com a enviada divina pedindo. - O homem fez um sinal para todos os outros quatro e eles fecharam seus olhos. - Vamos rezar por esse momento de paz e pela alma desses dois nobres seres. - Enquanto eles rezavam, o homem começava a olhar de forma bem desacreditada para Katherine que havia acabado de levá-lo para a tumba junto dela.

Mas claro que Katherine não poderia ficar só por isso e assim tentou estimular um motim entre eles. - Todos aqui são subordinados dele sem problemas. Caso chegue nossa hora de virar um número nós iremos. É simples assim. - Falou ele já abrindo a cela e indicando para que ela saísse. Os outros piratas abriram a cela do homem, pedindo para que ele saísse também. Silverstone continuava falando. Enquanto falava, a mesma sugeria que poderiam derrotar o número 2 e então ele tomaria o lugar dele. - Você não entende nada, não é mesmo? O número 2 é o escolhido divino. Ele irá eventualmente tomar o poder do número 0 e ser o líder dos números. Assim mudará o nome para Os Julgadores e poderemos seguir mares a dentro julgando os pecadores como este cara. - Falou o mesmo apontando para o homem que antes estava na cela ao lado. Ao ouvirem isso, os outros homens puxaram a corrente dele e ele foi forçado a andar para a então saída do estabelecimento. Katherine se viu puxada também, sendo obrigada a ir na direção da escada e subir.

Enquanto era forçada a subir, sentia o cheiro de podridão que vinha do homem da cela ao lado, o cheiro parecia ainda pior agora que ele estava andando. Ao chegaram no convés, Katherine viu a prancha preparada e várias correntes com pesos foram presas aos seus pés. - Por que trouxeram ele junto? - Perguntou o número 2 para seus subordinados enquanto estes arranjavam novos pesos para acorrentar o homem também. - A enviada divina disse que o último papel dela aqui na Terra era libertar esse homem. - Falou o subordinado olhando para o número 2 como se ele fosse um messias. O número então olhou para ela de forma alegre. Se aproximou e falou bem baixinho com Katherine. - Então a emissária do nosso senhor queria salvar esse homem? Que coisa. - Pelo tom, ficava claro para Katherine que o número não achava realmente que ela qualquer tipo de ser divino, estava simplesmente enganando aqueles homens. O número 2 então se levantou e foi até o homem que estava na cela. O levantou e o forçou a ir para a prancha. - Eu não vou pular daqui nunca. - Falou o homem de forma simples e sincera em cima da prancha. O número 2 então se aproximou e o chutou com incrível facilidade. Silverstone viu o homem da cela caindo na direção da água até uma certa linha e depois só ouviu o barulho do mesmo caindo na água, onde estava não podia ver e não deixaram a mesma se mover. O número 2 ficou um tempo quieto enquanto rezava. - Que o senhor traga a paz a esta pobre alma! - Falou o mesmo no final. - Você! - Falou ele apontando para Katherine. - Para a prancha agora.



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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptySex 07 Dez 2018, 17:21

Instantes finais da quase morte

Apesar de tentar ajudar o homem, somente acabava por piorar as coisas e provavelmente muito por conta das palavras que estava utilizando. Com isso ele também fora levado até o convés para ser empurrado da prancha, o que me deixava em um enorme estado de culpa por obriga-lo a participar daquilo tudo. As palavras que o homem dissera anteriormente ainda ressoavam sobre minha mente, todos eles estavam verdadeiramente cegos com essa história de divindades, números e julgadores, haviam se tornado uma seita que acreditava estar livrando o mundo dos pecadores. No momento em que o tal número 2 empurrava o homem para a  água, eu começava a ficar mais apreensiva visto que seria a próxima caso não tentasse encontrar uma forma de escapar desse destino ”Se você não fosse tão inútil, já teria fugido desse navio a algum tempo" ela se demonstrava novamente a mim, sua forma um tanto agressiva de se expressar poderia muito bem indicar que estava com medo do que aconteceria logo mais ”Eu posso morrer aqui, mas ainda assim não me arrependo de nada do que fiz" mesmo não querendo aceitar o que estava por vir, ainda assim estaria convicta de todas as decisões que tinha tomado ”É claro que não se arrepende, afinal além de ser fútil é a pessoa mais idiota que se pode haver no mundo" seu medo resultava em mais ataques e ofensas a minha pessoa. Passaria como sempre a ignora-la de uma vez, talvez assim ela desistisse de me atacar e se concentrasse mais em seu desespero confesso que se ela tivesse um rosto, provavelmente eu estaria rindo de suas caras e bocas.

A primeiro momento ignoraria as ordens dadas pelo número, me concentraria em pensar numa forma de escapar dali - Sabe, há alguns entre vocês que também são pecadores diria decepcionada, talvez não houvesse muito o que fazer mesmo para tentar evitar a minha morte - Os mentirosos são pecantes certo? Até porque distorcer as palavras dos outros é errado abaixaria a cabeça e a balançaria para os lados demonstrando estar desapontada com aquilo tudo. Minhas tentativas ao menos poderiam atrasar o que estava se tornando inevitável, a verdade é que eu queria poder dar uma boa surra em todos esse homens, todavia as correntes e a grande quantidade de inimigos tornavam as coisas mais difíceis. Independente do homem acreditar nas minhas palavras teria de prosseguir falando para conseguir um pouco mais de tempo para ter outras ideias - Eu sugiro que o número 2 prove que é mesmo o escolhido divino pulando na água igualmente a mim com um peso sobrea perna, se ele conseguir escapar não haverá mais dúvidas de minha parte Talvez fosse clara a obviedade de que o homem evitasse pular, porém o meu real objetivo era só continuar falando - O que foi? Está com medo? Ora vamos, você é um homem ou um saco de batatas? riria ao tentar provocar o homem e encintá-lo a fazer exatamente o que eu queria - O senhor deverá salvar o seu escolhido divino não? Ou então a sua divindade é inexistente e você só está enganando estes pobres coitados? sorriria neste momento e se viessem tentar me calar de alguma forma usaria as correntes para afasta-los juntamente disso me debateria de forma que os pesos atingissem quem se aproximasse de mim.

A remota possibilidade de aparecer alguém para me salvar dos homens poderia acabar acontecendo e com isso eu me animaria com uma verdadeira chance de me livrar de pular no oceano - Yup! A cavalaria chegou mesmo! gritaria estando em êxtase por estar “sendo” salva ”Somente você para achar que alguém iria salvar um fardo inútil, talvez se tivesse outra utilidade uma alma vivente surgiria” será que ela não vai desistir de ficar me insultando gratuitamente? Fala sério, quem mais ajuda é quem não atrapalha - Nem que seja por alguns minutos, mas por favor você pode se calar um pouco? eu estava começando a ficar ainda mais irritada com suas palavras, mas acredito que o melhor remédio seria mais uma vez ignorar o que ela diria em seguida. Esperaria até que fosse liberta e procuraria evitar que me empurrassem ao mar, mesmo com a movimentação limitada eu teria de improvisar de alguma maneira para evitar que fosse pega. Caso tentassem algo diretamente em meu peito buscaria agachar rapidamente e ainda esticaria uma das pernas para estender a corrente e derrubar o inimigo que estava mais perto - Mesmo comigo presa desse jeito, você ainda consegue perder num combate pra mim? diria ao tentar provocar mais uma vez um dos piratas. Enfim, de qualquer forma eu teria de aguardar para ver com os meus próprios a forma que as coisas se sucederiam naquele navio dos piratas dos números.
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptySex 07 Dez 2018, 18:44



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Noite

Katherine Silverstone
A situação desesperadora da jovem revolucionária parecia só piorar. A mesma havia acabado de condenar o homem que nem havia descoberto o nome. E agora num debate interno pensava no que poderia fazer para impedir a sua morte. Não conseguia ver muita saída, a morte estava se aproximando rápido de sua pessoa, a única alternativa que havia visto foi algo que já havia tentado antes. Instigar a revolta naquele povo. Agora seu alvo era o número 2. E a mesma acabou por sugerir que o homem pulasse com ela na água para mostrar que era um escolhido divino. O número 2 olhou para ela por um instante e com um sorriso no lábio acabou falando. - Essa me parece uma ótima ideia. - E então com um simples gesto alguns piratas que ali estavam começaram a se mover para buscar mais um peso. No meio daquela movimentação toda para pegar outro peso o número 2 falou com Katherine. - Nós escolhidos divinos sempre seremos salvos. - E logo após falar isso, Katherine e o número ouviram uma gargalhada abafada, o número 2 olhou para trás com um leve semblante de raiva. - Número 7... - O homem que entrou estava com outros piratas atrás dele e quatro crianças acorrentadas. Ele estava com uma espada na bainha. - Espero que já esteja acabando o que quer que esteja fazendo. Quero partir amanhã bem cedo para Aracne. - Falou o número 7 para o número 2, o tom deixava claro que aquilo não era uma sugestão. - Eu que achei o log pose e você que quer determinar esse tipo de coisa? Nós vamos quando eu quiser. - Falou o número 2 começando a andar na direção do número 7. O tom do número 2 também não era sugestivo. Ambos pareciam ser o líder naquele momento. - Bom, tenho certeza que você já sabe o que vai falar para ele depois então se ficarmos aqui por mais um dia. - O tom do número 7 era de uma confiança exorbitante. O número 2 não chegou a falar nada naquele momento. Virou-se para Katherine. - Bom moça, vamos nadar um pouco então? - Falou o mesmo já olhando para a celestial.

O homem foi se aproximando aos poucos de Katherine, a segurou e a jogou para a ponta da prancha. - Bom, eu vou primeiro, que aí quando você cair, já me verá quase livre. - Falou ele simplesmente pulando do barco para uma região próxima de onde a jovem cairia se caísse da prancha. Um dos piratas do número 2 tentou derrubar Katherine, mas a mesma conseguiu desviar na prancha e derrubar o mesmo. O número 7 então olhando aquilo tudo perguntou. - Posso saber o que é essa palhaçada toda? - Falou o mesmo em um tom bem alto e autoritário. A maioria dos crentes, os seguidores do número 2, se negaram a falar por um tempo. Até que o homem que havia falado com ela enquanto estava na cela decidiu explicar tudo. - Esta heroína trouxe o log pose para gente, o nosso nobre messias conversou com deus e este avisou que ela deveria ser libertada desse corpo físico. - O número 7 ouvia tudo com pouco interessa, até ele ouvir a parte de deus ter falado algo. Naquele momento um sorriso apareceu em seus lábios e o mesmo foi se aproximando da prancha.- Nós faremos ela se afogar para que a alma dela queira fugir do corpo físico e assim vá para o céu que pertence. - O número 7 ainda se aproximava de Katherine enquanto ouvia o resto da explicação. - Deveras interessante. - Falou o mesmo segurando o queixo de Katherine e olhando para o rosto dela. - Um rostinho tão bonito, uma pena que deus age de formas estranhas. - Falou o mesmo tocando depois tocando no chifre. - Bom, não vamos deixar deus esperando sua enviada. - O mesmo sacou sua espada e em um movimento rápido a prancha em que Katherine estava foi cortada e a mesma se viu caindo.

A vida pode ou não ter passado pelos olhos de Katherine durante a queda, só ela saberia. A água bateu em suas costas e o impacto fez a mesma perder o ar que prendia em seus pulmões. A jovem viu o número 2... lutando com alguma coisa? Era difícil dizer, como estava de noite a água estava muito escura para ver direito. E assim a mesma foi afundando presa nos pesos, a única certeza que tinha é que o pirata não afundava. Com o tempo acabou não aguentando e sentiu a água entrando em seu corpo pelo nariz e boca, a dor era insuportável e aos poucos foi perdendo a consciência.

Quando deu por si, estava acordada na praia, o seu corpo doía e tossia a água que havia dentro de seu corpo para fora. Havia uma estranha forma perto de Katherine. A parte humana estava nua, com alguns pequenos cortes nos braços que pareciam formado por unhas.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura - Página 3 EmptySeg 10 Dez 2018, 16:00

Eu não morri?


Para a minha surpresa, o número 2 aceitava facilmente pular da prancha e dizia que os escolhidos divinos sempre seriam salvos. Antes que ele pudesse continuar proferindo suas palavras, um outro homem interrompia a nossa “conversa” com uma gargalhada abafada fazendo com que o número 2 o olhasse com um semblante sério. Ao que parece aquele era o número 7, algo a mais que poderia ser notado era que eles não pareciam ter alguma hierarquia entre si, visto não se tratavam de forma respeitosa, talvez somente o 0 por ser o líder dos piratas fosse respeitado. Após isso, o número 2 me empurrava até a ponta da prancha e em seguida tomava a dianteira para pular na água anteriormente ele dizia que iria primeiro para quando eu caísse vê-lo praticamente livre dos pesos. Posteriormente a isso, os homens que o número comandava procuravam me empurrar da prancha, mas eu facilmente conseguia desviar e quem acabava por cair era o pirata, todavia a “palhaçada” acabava quando o outro “líder” decidia por cortar a madeira e assim finalmente me derrubar ”Isso combina muito com você que trabalhou num circo, uma verdadeira palhaça que vai sumir com meu corpo!” nem mesmo agora nesse final, ela parava de me atazanar ”Parece que esse é o meu fim” possivelmente estaria triste demais para esboçar qualquer expressão nesse instante. Com toda certeza enquanto caía os flashes das 3 fases da minha se passavam diante dos meu olhos, primeiramente os tempos em Skypiea da minha infância até a fase adulta, em seguida o ano como circense e por fim a atual como revolucionária que até então fora curta em demasia. O impacto do meu corpo contra fazia com que eu perdesse todo o ar que residia em meus pulmões e enquanto mantive consciência pude ver também que o número 2 lutava  contra algum ser desconhecido por mim, com isso adormecia contra minha própria vontade.

~Sonho~

Despertava assustada, como se tudo aquilo que havia vivenciado até o presente momento não passara de um terrível pesadelo onde eu acabava por falecer. A tosse que me fez expelir uma pequena quantidade de água salgada mostrava que tudo fora real, ainda mais porque eu estava em uma caverna que nunca tinha visto em minha vida. A sensação ainda era estranha, parecia que ainda estava dentro d'água sentindo as ondas do mar se movimentando, mas eu estava apenas ali olhando para o teto da caverna - Então eu não morri? perguntei ao me colocar sentada.

Ao menos a voz parecia ter desaparecido momentaneamente, já que ela seria a primeira a reclamar sobre a minha atual situação. Bastaram poucos instantes para que eu pudesse perceber que não estava sozinha havia uma outra garota ali, afinal não existia a menor possibilidade das correntes terem se soltado sozinhas ou então eu ter me soltado estando inconsciente. Ela olhava incessantemente para uma fogueira que também utilizava para se esquentar do frio - Parece que a preguiçosa acordou  sua voz era idêntica a daquela que habitava meu subconsciente, mas agora estava em uma forma humana, o que era impossível na minha visão.

A mulher aparentava ter a mesma idade do que eu, seus cabelos ruivos chamavam a atenção por serem tão belos a minha vista  Os olhos eram como duas piscinas que brilhavam em um dia ensolarado de verão, esperando que eu fosse em sua direção - O que foi? A queda te deixou muda? continuou a falar, enquanto eu começava a ficar perplexa - Quem é você? estando cheia de incertezas, o melhor a se fazer no momento era perguntar para sanar todas as minha dúvidas. Logo, ela levantou-se de onde estava para se aproximar de mim - Já se esqueceu de mim? Bem, era de se esperar que não conhecesse aquela que mora em sua mente sorriu ao procurar indicar a resposta para a minha pergunta - Você é aquela voz? Mas isso não tem como acontecer, afinal você é fruto da minha imaginação ela permaneceu sorrindo, mas desta vez com uma pitada de cinismo - Eu sou Azura Silverstone, sua outra metade falou de forma convicta.

Estaria ainda mais perplexa, nunca em toda minha vida presenciei tal coisa, até porque algo imaginado não deveria se tornar real assim do nada. Ela permanecia sorrindo, o que acabava por me irritar com tanta presunção - Sabe, eu não me importo com você e muito menos confio nas suas decisões, mas você têm algo pertencente a mim a mulher segurou meu rosto, já com um expressão mais séria - Portanto, devolva o meu corpo me soltou de forma brusca - Seu? Como vou te entregar se eu nasci assim? além de confusa, estava começando a ficar irritada com tudo isso.

Sem se importar em fazer barulho, a tal Azura começava a gargalhar como se tivesse escutado a melhor piada de todos os tempos - Você não passa de apenas uma parasita que se instalou em algo dos outros, um ser nojento e inescrupuloso que agora se finge de desentendido permaneceu rindo enquanto proferia suas palavras. A minha paciência estava praticamente esgotada, afinal não ficaria escutando insultos calada - E você? Não passa de uma ilusão que ‘Eu’ criei, então abaixa um pouco a sua bola porque só sabe reclamar de tudo o que faço daria ênfase ao me citar como criadora dessa alucinação - Que piada engraçada após ouvir minhas palavras ela continuou a rir.

Com um estalar de dedos, o ambiente da caverna se transformava em outro local e que aos meus olhos era muito familiar. Aquela era Skypiea no dia do meu nascimento, mas algo estava diferente parecia que ela mudará algo para ratificar suas ideias - Não me lembro disto olhei para tudo o que acontecia - É por que isso fora antes de você se parasitar dentro do meu corpo ela disse calmamente, desta vez sem nenhum sorriso. Nessa época, eu deveria possuir somente 5 anos de idade e parecia ser muito mais introvertida do que me recordava - Resolveu agora deturpar os verdadeiros acontecimentos? Katherine Silverstone nunca agiu desta forma esbravejava com o que estava  ocorrendo diante dos meus olhos - É o que realmente aconteceu! Por que você não aceita logo que é uma parasita? Que não serve para nada e rouba as coisas dos outros assim como eu, ela começava a se alterar de uma grande forma.

Não era idiota ao ponto de começar alguma briga corporal, mas cogitava  iniciar uma discussão com ela até pelo menos resolvermos essa situação - Aceite que você é só uma ilusão, até porque mesmo se estivesse certa sou eu quem está a mais tempo no controle diria num momento de convicção. Nesse instante, voltávamos novamente até a caverna - Você pensa isso porque fui obrigada a me manifestar como uma voz, afinal eu precisava evitar que machucassem meu corpo até que encontrasse uma forma de voltar até o controle novamente! Azura permanecia irritada em suas palavras.

Da forma em que as coisas sucediam, ficaríamos em uma discussão eterna e eu não aguentaria por muito tempo, provavelmente morreria com tanto stress. Precisava então achar um jeito de acordar, já que pelas coisas que aconteceram eu certamente ainda estava desacordada após a queda no mar - Como vou acordar? perguntei a mim mesma - Esqueça, você não irá sair daqui enquanto não passar o controle do meu corpo de volta! ela vinha em minha direção a passos largos, forçando mais uma vez a nossa aproximação. Antes disso, eu utilizava minhas duas mãos para bater em meu rosto com uma quantidade até que grande de força - Acorda pra vida! gritaria ao mesmo tempo em que fizesse isso.

Aos poucos as coisas começavam a ficar extremamente claras até chegar em um ponto em que mal conseguia enxergar direito devido a claridade. Azura parou na onde estava, bem perto de mim e sorriu de forma cínica - Eu irei aguardar ansiosamente, até que você desista e me passe o controle do meu corpo, lembre-se que agora que conhece minha verdadeira face estarei sempre presente em seus pensamentos era com isso que eu deixava aquele “mundo" existente apenas em meu subconsciente.

~Fim do Sonho~

Eu acordava finalmente e realmente vivíssima da silva, isto é, tossindo  semelhante a um tuberculoso o corpo cheio de água, mas ainda viva. Ao meu lado havia uma espécie de sereia ao meu lado - Ei moça, moça... Acorde! me ergueria da onde estava deitada, com isso me aproximaria dela para cutucá-la e fazer com que a mulher acordasse. Aguardaria para que ela recobrasse os sentidos para que pudéssemos conversar sobre o que acontecera - Foi você que me salvou? questionaria colocando um sorriso em meus lábios - Muito obrigada por isso, de verdade eu acabaria morrendo se não fosse por você estaria verdadeiramente agradecida por ela ter me resgatado. Prestaria atenção em tudo que ela tivesse para me falar e caso perguntasse o porque de eu estar naquela situação, ficaria por alguns instantes calada - Eu sou uma revolucionária e alguns inimigos me capturaram começaria a explicar aos poucos - Eles colocaram pesos em mim e fizeram com que eu caísse da prancha até o mar terminaria minha explicação - A partir daí acho que você já sabe o que aconteceu né? Mas, e com você o que houve? manteria meu sorriso nos lábios ao realizar mais esta pergunta. Com isso, só esperava não estar sendo muito desagradável ao realizar vários questionamentos para a sirena, todavia eu realmente precisava saber o suceder dos fatos após eu ficar desacordada.



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