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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ato IV: A Busca Pela Cura

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Ato IV: A Busca Pela Cura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyDom 21 Out 2018, 12:18

C'mon Baby



Desde que ingressara aos revolucionários minha vida se tornara um tanto mais agitada, diferentemente de quando trabalhava no circo. Tive a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, que auxiliaram nesta curta caminhada até o Farol na Grand Line, mas como nada dura para sempre tivemos que nos separar e seguir caminhos diferentes. Jormungard, uma espécie de palavra secreta que eu teria de dizer para conseguir uma carona com um navio que também vinha até onde eu estava, o que seria bem prático para mim, já que não precisaria realizar uma troca ou pagar para me levarem até a ilha mais próxima. Don Karthus se demonstrara para mim alguém amigável mostrando algo que com certeza seria extremamente útil para continuar minha jornada, mas em troca eu teria de participar de um jogo apostando o tal Log Pose por dinheiro e a música do meu violino. Por alguns instantes permaneceria parada pensando na possibilidade de ser uma armadilha, afinal não conhecia a muito tempo o homem a minha frente e sequer sabia suas verdadeiras intenções comigo ”Você vai se matar desse jeito garota, quantas vezes eu já te disse para não confiar em estranhos?” Mal tive algum tempo de sossego e já estou sendo atormentada por essa minha “Amiga” com suas reclamações ”Sabe, você deve saber que não se pode julgar um livro pela capa certo? apesar de também não estar confiando nas palavras de Karthus, eu não podia ter certeza que ele tentaria retirar a minha vida e tampouco que iria me enganar com a história da aposta.

As incertezas ainda estariam comigo, porém eu teria de arriscar aceitar a proposta feita pelo Faroleiro até porque poderia acabar perdendo esse mecanismo tão importante - Tudo bem, eu aceito essa aposta sorriria empolgada para começarmos logo - Mas, não se esqueça que eu também quero a informação sobre o Kienzanti relembraria o homem mantendo meu sorriso no rosto, estava realmente empolgada. Caso fossemos para dentro do Farol prestaria atenção em tudo ao meu redor, observando a paisagem da ilha e com o sinal de “alerta” ligado para evitar qualquer perigo ”Perigo de verdade é sair por aí andando com uma pessoa que acabou de conhecer” sua insistência é algo que consegue me retirar do sério facilmente, será que algum dia eu consigo me livrar dela? ”Até pode ser, mas eu sei que você está usando isso apenas como pretexto para me fazer voltar atrás e viver a mesma vida de antes” diria sem muita paciência para continuar ouvindo o que ela tinha a dizer ”Na verdade, você nem deveria voltar ao circo e sim começar a tocar violino por aí” a paciência estava se esgotando, nenhum sinal de apoio com as minhas decisões e somente críticas ao que eu faço ”Bem, eu meio que imaginava isso” falaria pela última vez com ela nesse momento, talvez ficasse mais louca do que já sou se continuasse essa conversa por mais tempo com alguém que não me entende. Assim que chegássemos até o Farol, procuraria um local para me sentar e com isso iniciar minha aposta com Karthus - Vamos lá? mal posso esperar para ver este jogo! sorriria em empolgação.

De toda forma, precisaria pensar em meus próximos passos por conta própria agora que estava sozinha, talvez se não conseguisse encontrar os revolucionários poderia acabar fazendo alguma troca caso ganhasse a aposta e tivesse o Log Pose em minhas mãos. Agora tinha um verdadeiro objetivo para continuar essa caminhada, até o momento parecia estar fazendo isso apenas por diversão própria e não ter algo a se almejar torna as coisas vagas e bem, talvez agora eu possa alcançar o que eu realmente quero.  Eu não sei o que me espera nesse mar imenso, mas tenho a certeza que muitas emoções começarão a partir deste Farol e por isso tenho que aproveitar isto tudo ao máximo para não acabar como uma velha repleta de arrependimentos depois de tomar diversas decisões erradas. Não é como se eu fosse me matar como a voz sempre diz, mas se arriscar de vez em quando pode tornar as coisas mais interessantes principalmente quando não se possui nada a perder de tão significativo a não ser a própria vida, porém eu acredito que todo aventureiro está consciente que coloca sua vida em risco e certamente deveria estar pronto para perdê-la. Cada um escolhe viver da forma que mais lhe satisfaz, provavelmente a minha fragilidade provoca esse sentimento de proteção na voz e mesmo irritando muitas vezes sei que ela apenas se preocupa comigo. Possivelmente ficaria perdida em pensamentos por alguns minutos, todavia voltaria minha atenção a Karthus  em seguida e passaria a voltar toda minha concentração em suas palavras sobre o jogo juntamente da nossa aposta - Estou muito empolgada! permaneceria com o sorriso anterior.
Histórico:
 

Objetivos:
 

Offzão:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyQua 24 Out 2018, 00:21



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol

Katherine Silverstone
Após algumas discussões internas a jovem revolucionária aceitava os termos de Karthus e ainda comentava sobre a informação que desejava. - Bom, já que você quer assim, isso acabou de entrar para os termos da aposta. Dinheiro e Música pelo log pose e a informação. - Falou o Don já andando em direção ao farol. - Já sei até qual será o jogo que faremos. - Disse entrando no farol. Katherine foi seguindo-o. Havia alguns poucos homens ali próximos do farol. Todos estavam com diferentes tipos de peixes, meio ansiosos para falarem com Karthus. Todos foram devidamente ignorados pelo homem que simplesmente fez um sinal para voltarem mais tarde.

Silverstone ao entrar percebeu imediatamente o óbvio, uma falta de espaço muito acima do normal pela quantidade de coisas que ali haviam guardadas. Diversos itens, que a moça conseguia imaginar que Karthus não havia comprado, estavam espalhados pelo local. - Sabe, muitos me perguntam o segredo para a pessoa se dar bem na Grand Line. - Falou o mesmo pegando dois bancos e uma mesa e indicando para que a jovem sentasse em um dos bancos. O mesmo começou a mexer em suas coisas e voltou com uma tigela e três dados de seis faces. - Eu diria que existem diversos fatores obviamente, mas um deles é bem simples, se chama sorte e por isso adoro apostas. - Falou o mesmo sentando-se na frente de Katherine.

Ele tomou um ar de satisfação quando a moça a sua frente sorriu e disse que estava muito animada. - Esse jogo é simples. Eu vou rolar os três dados nesta tigela. Se eles caírem três números iguais nos lados dois a seis eu venço, ou tirar quatro, cinco e seis. Se não cair nenhum desses casos, eu checo se tenho dois dados iguais, se sim, a minha pontuação será o valor do terceiro dado. - Ele deu uma pausa e sorriu. -Se eu tirar 3, 3 e 5, eu teria feito cinco pontos. Se isso não acontecer, eu rolo os três dados de novo. Se nada acontecer de novo, eu rolo eles mais uma vez. Se mesmo na terceira nada tiver acontecido, acaba minha vez e vamos para a sua vez, onde você terá as mesmas três chances para rolar os três dados. - Ele iria jogar os dados, mas parou. - Se eu tirar três números 1 eu perco instantaneamente, igual tirar um, dois e três.

Foi então que ele jogou os dados pela primeira vez. Não resultando em nada.

jogadas:
 

Na segunda vez no entanto, viu os dados e comemorou. -Oh minha querida, acho que você não é tão sortuda assim, minha pontuação é cinco. Sua vez. - Falou o homem entregando os dados para a jovem.


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyQua 24 Out 2018, 03:35

Let's go bet!


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Karthus adicionava também aos termos da aposta a informação sobre o Kienzanti, assim seguíamos diretamente para o Farol onde ele dizia já saber o jogo que iriamos realizar ali. Adentrando o local, eu podia perceber de cara uma óbvia falta de espaço no lugar por conta das inúmeras que estavam guardadas por ali e que certamente não eram dele ”Já não basta aqueles revolucionários, agora você também está se juntando a um ladrão? Isso só pode ser algum tipo de brincadeira desta vez não me surpreenderia tanto, afinal esse comentário era o esperado e estranho mesmo era ela não dizer nada ”Sabe, eu só estou tentando conseguir uma informação e uma coisa importante para o meu seguimento na Grand Line, então não estou me ajuntando a ele a paciência com ela estaria no limite, talvez fosse a hora de ignorá-la por algum tempo antes de “explodir” mentalmente. O homem explicava que a sorte era um dos fatores para se dar bem na Grand Line enquanto pegava dois bancos para que pudéssemos começar a aposta, antes ele me explicava as regras detalhadamente para jogarmos corretamente. Era preciso rolar os dados e conseguir três números iguais de dois a seis, além de que quando dois números fossem iguais o terceiro se diferente seria a pontuação e da sequência 4. 5 e 6, talvez eu tivesse uma boa chance de vencer antes do início da aposta.

Não sabia ao certo como reagiria ao ver que ele conseguia pontuar cinco pontos - Eu também acho que a sorte não está comigo apesar de estar sorrindo, estaria frustrada com a situação no momento e provavelmente só poderia recorrer a algo - Bem, essa rodada parece que foi decidida e por isso por que não fazemos uma melhor de três? questionaria na esperança do homem concordar com mais aquela condição imposta por mim. Caso ele aceitasse, teria mais uma chance para conseguir vencer isto tudo ”Desista, você não irá conseguir vencer” de certa forma, estas palavras acendiam uma chama dentro de mim, afinal como ela poderia duvidar de mim tanto assim? ”Fique sabendo que eu vou ganhar e esfregar a minha vitória na sua “cara” responderia sem a menor paciência restando dentro de mim. A concentração ao máximo na hora que apanhasse os dados, utilizaria um toque de jeito juntamente de um pouco de força para realizar aquela que chamaria de jogada “perfeita” para mostrar a essa voz que não se deve me subestimar ainda mais em algo que requer competividade - Toma essa! exclamaria em alegria tanto para Karthus quanto para a minha “querida” voz a minha vitória parcial, até porque eu poderia não conseguir na primeira jogada e ainda teriam mais duas rodadas para lançar os dados. Nesse momento, sequer tentaria conter toda a felicidade esboçando muitas vezes sorrisos involuntários e que poderiam acabar provocando Karthus, mas que eram uma característica minha. Se por acaso acabasse perdendo a primeira rodada desta melhor de três, apenas esboçaria um desapontamento - Droga esbravejaria batendo levemente sobre as pernas utilizando um tom baixo para que somente eu pudesse me ouvir.

É claro que ele simplesmente rejeitasse a minha proposta sobre a melhor de três, assim eu realmente teria de contar com a sorte para vencer isto - Ah, que pena me sentiria frustrada por ele ter recusado e me contentaria em manter a atenção para não acabar perdendo a rodada seguinte. Até por que, mesmo que remotas ainda tinha chances de conseguir vencer esse jogo - Fala sério, parece que eu perdi diria caso não obtivesse êxito em minhas jogadas - Tome, aqui está o dinheiro e bem, pode escolher qualquer música que eu toco diria sem demonstrar muito ânimo, entregaria nas mãos de Karthus o dinheiro requisitado e em seguida pegaria o violino para cumprir as condições da aposta. Caso conseguisse ir contra as “estatísticas" e vencesse o jogo seria obrigada a comemorar espalhafatosamente, afinal poderia ter alcançado o “impossível" nessa aposta - Parece que a sua sorte acabou né? perguntaria com certa ironia ”Se isto acontecesse, eu pararia de duvidar de você” essa era alguma piada de mal gosto? ”Querida, eu já te provei o contrário muitas vezes e você ainda não deixou de duvidar de mim” riria mentalmente com meu próprio comentário acerca do assunto. Depois da comemoração me voltaria novamente até o faroleiro para requisitar meus ganhos - Então, agora você pode me dar a informação e entregar o tal Log Pose colocaria meu melhor sorriso nos lábios, esperando pela resposta dada pelo homem. Eu não sabia ao certo as chances que tenho de vencer essa aposta, a única certeza que carrego comigo é que nunca poderia cogitar em desistir, já que como dizem a esperança é a última que morre.
Jogadas:
 



Histórico:
 

Objetivos:
 

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Última edição por Vincentão em Qua 24 Out 2018, 23:38, editado 2 vez(es)
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyQua 24 Out 2018, 23:21



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol

Katherine Silverstone
O homem ouviu a proposta dela e refletiu por um momento sobre aceitar ou não a melhor de três. - Geralmente eu não faço isso, mas vou abrir uma exceção aqui porque eu havia esquecido um detalhe importante. Nós não falamos quantos berries você teria que me pagar, você poderia não ter a quantidade desejada desde o começo. - Ele coçou a barba. - Mas eu basicamente já venci essa rodada, então se eu vencer no final vou querer ainda mais berries. Que tal além da música, meio milhão de berries? - Falou ele com um sorriso meio mal. - Afinal, já estou sendo gentil de aceitar que você tente uma melhor de três. - Com a condição agora nova, a jovem chifruda celestial jogou os dados pela primeira vez e viu um sorriso no rosto de Karthus. - Uma pena, mas você ainda tem direito a duas jogadas. - E assim a jovem acabou por jogar mais duas vezes e não contrariando as estatísticas, mostrou que o resultado mais provável eram realmente três números diferentes.

- Que pena, aparentemente a sorte não está sorrindo para a sua pessoa. Agora está um a zero para mim. - Falou ele pegando os dados de volta. - Devo admitir que estou me sentindo bem sortudo agora. Espero que não fique muito triste ao perder senhorita. - E falando assim acabou por jogar os dados.

Jogadas:
 

Caso os dados fossem bons novamente para Karthus, o homem acabaria por sorrir de orelha a orelha e diria bem animado. - A deusa da sorte realmente está sorrindo para mim! - E batendo as mãos na mesa, pegaria os dados e passaria para a jovem. - Infelizmente para você, mas vamos ver se você ainda consegue ir bem.

Caso os dados não dessem em nada. Karthus ficaria meio cabisbaixo por um momento, mas depois animaria imaginando uma situação futura. - Pelo visto teremos um bom terceiro round. A não ser é claro... - Falaria ele pegando os dados e passando para Katherine. - Que você perca direto. - Completaria sorrindo, azarando um pouco os dados que passava, desejando a derrota da menina.

Caso ele vencesse automaticamente. Riria para si mesmo. - Tem certeza que não deseja voltar para os blues? Ainda da tempo. Com essa sua sorte eu não acho que você irá muito longe infelizmente. - Ele esticaria as mãos para frente, claramente querendo o dinheiro. - E não se esqueça da música por favor.

Caso ele perdesse automaticamente. Riria para si mesmo também. - Olha só, quem diria então que isso seria possível. Nunca imaginei que uma virada de sorte tão forte fosse possível. - Ele pegaria os dados e passaria para Katherine da mesma forma. - Quem começa tem vantagem, eu perdi direto, então é justo que você comece a próxima. Um a um, vamos ver se a sua sorte conseguiu melhorar tanto do nada...


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyDom 28 Out 2018, 01:15

O importante é se divertir

Após ouvir a minha proposta, Karthus refletiu por um momento até aceitar a melhor de três, porém pedia 500.000 Berries se eu perdesse - Tudo bem, acho que assim é justo, afinal fui eu quem pedi para que você adicionasse mais condições responderia sorrindo gentilmente - Bom, espero que não possa se arrepender depois diria, permanecendo com o sorriso em meus lábios, talvez estivesse sendo muito presunçosa. Nem mesmo a minha jogada “perfeita” pode evitar que eu saísse derrotada da primeira rodada, mas minha maior decepção era ver que nem ao menos conseguira um número igual, desde quando era tão azarada assim? - Realmente, parece que a sorte não está sorrindo para mim hoje diria calmamente enquanto entregava os dados nas mãos de Karthus. Estaria com os olhos fixos e atentos, observando como o homem fazia suas jogadas, talvez conseguisse retirar algo de útil para mim, afinal o Don novamente conseguia dados bons em sua primeira jogada, seria macumba?  - Que sorte incrível comentaria levemente impressionada, a perplexidade preencheria meus olhos. Fala sério, de onde estaria saindo tanta sorte? ”Por que você não desiste logo hein?” não seria pessimista, já que tinha alguém para ser por mim e ainda muito melhor do que eu ”Por que eu desistiria?” queria ver o que ela responderia ”Sabe, somente os idiotas respondem com outra pergunta” mas olha só que audácia dessa filha da puta voz ”Pare de me encher, eu não vou desistir agora, entendeu!? por que eu ainda perco meu tempo discutindo com ela? Parecemos duas crianças e na maioria das vezes acabo sem minha paciência.

Como de costume, passaria ignorar a voz para me concentrar no que tinha para fazer e qualquer erro poderia me levar a perder esta aposta, só me resta uma única chance então não poderia estragar tudo. Desta vez, procuraria tentar lançar os dados de forma diferente, provavelmente utilizando mais força do que jeito na primeira a vez e vice-versa na segunda tentativa, mas na última buscaria usar a jogada “perfeita” - Acho que agora eu consegui! fecharia os olhos com confiança em minha jogada, esperando sair vencedora naquela rodada - É isso aí! comemoraria caso conseguisse uma boa jogada - A sorte está do meu lado também! sorriria ao encarar Karthus, estava esperançosa e nesse momento teria uma boa chance para vencer a aposta, assim conseguiria as informações que queria juntamente do Log Pose - Posso tocar uma música de consolação, se você quiser provocaria ainda com um sorriso no rosto, mas tentaria não cantar a vitória completa antes da hora mesmo estando extremamente ansiosa para o desenrolar dos próximos passos. As chances de que eu perdesse essa rodada também eram bem grandes e caso isso acontecesse, abaixaria a cabeça em desânimo - Parece que eu perdi... estaria decepcionada comigo mesma e com a minha sorte - Bom, aqui está o dinheiro e a música você pode escolher que eu toco diria pegando o dinheiro necessário e entregaria nas mãos de Karthus sem muita animação no rosto pela derrota. Depois disso, sem dizer nada me levantaria da cadeira onde estava sentada e sem dizer qualquer coisa iria até a saída - Fique esperando, a próxima eu venço! quebrando o silêncio que provavelmente estaria instalado com estas palavras, em seguida faria uma careta e sairia rapidamente dali.

Spoiler:
 

Mesmo que remota, ainda teria a chance de eu ganhar automaticamente a aposta e isso me deixaria em um estado de euforia imenso - Eu só perdi antes para dar uma emoção e esperança de vitória a você! exclamaria olhando para Karthus sorrindo imensamente, é claro que isso era uma grande mentira, afinal estávamos em um jogo em que a sorte era o fator que levaria a vitória, mas uma provocação sadia é sempre bom.

Spoiler:
 

Após todo esse momento de comoção, tentaria estar mais calma para então fazer algumas perguntas sobre o que eu precisava - E então, onde está o Kienzanti? perguntaria sorrindo ao homem mais uma vez ”Se você conseguir vencer isso sem precisar da última rodada, eu teria de tirar o meu chapéu pra você” Alô? Desde quando uma voz tem um corpo e ainda mais um chapéu? ”Será que deveria levar isto a sério?” Não sei quem é mais louca, eu quem estou conversando com uma voz do subconsciente e levando isso a sério ou ela com seus besteiróis sobre tirar um chapéu inexistente, talvez eu somente não a compreendi corretamente.  Manter-me-ia atenta em todas as palavras proferidas por Karthus para evitar que acabasse perdendo algum detalhe que viesse a ser importante no futuro - Entendo, agora que me deu a informação só fica faltando o Log Pose diria ao me levantar da onde estava sentada e estenderia a minha mão até o homem fazendo um sinal para que ele entregasse o objeto. Com isso, seguiria para fora dali - Até mais, quem sabe um dia a gente não possa fazer mais uma aposta? Talvez você consiga ganhar me despediria com um pequeno aceno utilizando as duas mãos e assim começaria pela busca dos revolucionários que me dariam uma carona até a próxima ilha.

Spoiler:
 

Jogadas:
 

Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyDom 28 Out 2018, 04:10



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol

Katherine Silverstone
Aceitando a proposta de Karthus não que tivesse muita escolha a filha do vingador conversava com a sua outra voz interna e esta já falava como tudo aquilo poderia dar muito errado e seria melhor desistir por ali mesmo. No entanto Katherine não se deixaria perder tão facilmente e assim tentou mostrar confiança apesar das péssimas jogadas que havia conseguido em sua primeira rodada. Não só isso, como na segunda Karthus novamente conseguira pontos, não tanto quanto na primeira, mas não seria tão simples para Katherine. Esta tentou variar a forma que jogava os dados, mas tudo fora em vão. Não só perdera, como novamente não conseguira nenhum dado igual, quais eram as chances disso?

- Nossa... eu nunca tive uma vitória tão fácil. - Falou o homem surpreso. - Você não conseguiu nem mesmo um único dado igual. - Ele aceitou o dinheiro de bom grado e sorrindo perguntou se a mesma conhecia a música Binks no sake que é a única música que eu conheço de nome em One Piece. Após a música tocada, a moça levantou-se cabisbaixa e saiu provocando-o e fazendo careta, o homem sorriu com a animação dela e não a impediu de sair.

Ao sair do farol deparou-se com os vários homens que o Don havia rejeitado anteriormente, todos olharam esperançosos pensando que era ele. A expressão de decepção em suas faces era evidente. A maioria começou a ignorá-la e voltaram suas atenções para o farol, a esperança de que Karthus saísse de sua casa por algum motivo. No entanto, um dos homens, que nada tinha a oferecer para o homem e mesmo assim por algum motivo estava por ali acabou falando com a jovem. - Imagino que não tenha vencido, não é mesmo minha querida? - Ele era meio baixo, um pouco corcunda e estava sorrindo para Katherine de uma forma muito gostosa de se ver, aquele sorriso que passaria confiança para a jovem, confiança de que tudo ficaria bem com o tempo. - Esse velho maldito tem uma sorte infinita. Mas não se preocupe, tenho certeza que o próximo navio vindo da reverse está próximo. - Ele parecia ser até mais velho que Karthus, mas o jeito que havia falado era engraçado, era estranho pensar em alguém naquele local sendo tão velho.

Os outros homens que ali estavam carregavam diversas tralhas que provavelmente queriam apostar. Uma fila se formava e uma mulher ia furando ela sem problema só de conversar um pouco com cada um dos homens que ali estavam. O vento soprava forte por causa da reverse mountain que estava logo ao lado, e aparentemente iria chover forte daqui um tempo. A jovem conseguia ver que mesmo assim vários homens continuavam pescando normalmente, algumas pessoas iam na direção da red line para se esconder nas cavernas. Katherine estava totalmente avulsa naquele momento, ela só podia esperar o navio revolucionário chegar, ou quem sabe entender o que acontecia ali, quem sabe não pudesse recuperar seu dinheiro ou pelo menos conseguir um log pose e a informação que tanto desejava. E enquanto pensava nisso, vira que Karthus saia do farol e sentava-se tranquilo em um banco logo a frente do mesmo. O banco estava virado para a reverse mountain e enquanto ele observava a mesma, os homens que ali estavam, iam se aproximando e tentavam diversas manobras de apostas com ele diferentes, diferentes propostas até mesmo para lutarem na próxima vez que algum navio surgisse. O único homem que nada fez, foi o que havia falado com ela, observando a montanha igual Karthus, ele parecia bem triste perdido em seus sonhos por um instante e então começou a se dirigir na direção da red line.

off:
 

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyQua 31 Out 2018, 12:05

Aprendizado

A sorte realmente não era minha amiga e eu acabava por perder a aposta, o meu azar era tão grande que até mesmo surpreendeu Karthus por ter vencido o jogo facilmente. Fala sério, nem mesmo um dado igual? Mesmo que fosse para perder, ao menos um me daria mais esperanças para vencer ”Eu te disse, era melhor ter desistido enquanto ainda tinha dignidade” até mesmo ela estava querendo brincar com a minha cara, o que me resta é aguentar isso, afinal um dia se perde e no outro se ganha ”Perder com dignidade é bem melhor que desistir e sair com o rabo entre as pernas” responderia sabendo que aquela não era uma pergunta "Já é louca e agora um animal pra ter rabo?” ela realmente estava querendo me irritar ”Não troque de assunto!” esbravejaria com a paciência em seus últimos resquícios dentro de mim e terminaria com aquela conversa antes que enlouquecesse ainda mais. Depois de aceitar o meu dinheiro, Karthus requisitava a música Binks no Sake a qual eu tocava de boa vontade, já que não faria as coisas de má vontade para sair algo ruim e passar vergonha na frente dos outros ”Até que não foi tão perder essa aposta” pensava enquanto tocava a canção. Do lado de fora, haviam diversos homens esperando que fosse o Don a sair do farol para fazer uma aposta com eles, porém ficaram decepcionados ao perceber que apenas era eu e me ignoraram para continuar esperando pelo faroleiro que ainda estava lá dentro.

Apesar disso um dos que estavam ali vinha falar comigo, me perguntando se eu também tinha perdido uma aposta para Karthus - Parece que eu não sou muito sortuda sorriria sem muito ânimo para o pequeno homem corcunda. Seu sorriso radiava tamanha confiança que eu jurava ter certeza que tudo iria ficar bem - Espero que tenha razão, afinal não tenho praticamente mais nada para fazer por aqui e nem quero ficar esperando muito tempo por algum navio permaneceria com o sorriso em meu rosto, tentando esconder a frustração de perder a aposta. Não estava nem aí para o dinheiro perdido, o que mais me chateava certamente era ter perdido uma informação valiosa - Sabe, o senhor conhece um médico chamado Kienzanti soltaria o questionamento no ar, ele provavelmente sequer saberia me responder e por isso não me importaria tanto ”Lá vai você confiando nos outros sem conhecê-los direito” você de novo? ”Eu pensei que esse assunto estava encerrado, mas vejo que você não vai dar o braço a torcer” mais uma vez encerraria o “papo”, não adiantava insistir em discussões que ninguém aceita estar errado e outro errado. Ali parada avulsa a toda aquela situação que estava o Farol, pude notar que uma fila era formada por alguns homens que carregavam objetos para apostar, todavia o fato mais interessante fora uma mulher que conseguia furar a fila apenas conversando com os que estavam ali ”Será que ela utilizou a lábia?” pensava sem desgrudar meus olhos da mulher. Creio que se aprendesse isso poderia conseguir escapar de situações onde não seria necessário lutar contra o meu inimigo e sim somente convencê-lo ou bajulá-lo ”Com isso, você certamente vai se tornar uma verdadeira ladrazinha” será mesmo? ”Olha, eu sei que você não gosta das coisas que faço, mas ao menos uma vez poderia parar de se intrometer?” eu tinha quase certeza que ela não concordaria com isso, mas nem por isso deixaria de fazer o questionamento ”Se eu não for a voz da razão, você vai acabar dentro de um caixão" e não é que até rimou? Ela que defendesse seu lado então.

Afastaria os pensamentos balançando a cabeça para os lados, se acabasse demorando demais poderia perder de vista a mulher em meio a fila. Assim, calmamente caminharia até onde ela estava para realizar meu pedido a respeito do aprendizado - Olá, tudo bem? sorriria ao estar próxima da mulher, caso ela repetisse a pergunta para mim apenas assentiria com a cabeça - A gente poderia conversar um pouco? prosseguiria permanecendo com meu sorriso nos lábios. Se ela aceitasse o meu pedido, a seguiria para algum lugar mais afastado ou então a levaria para outro local - Eu estou interessada no que você fez para furar aquela fila falaria em um tom para que apenas ela pudesse ouvir - Se chama Lábia correto? poderia me ensinar? seria direta na hora do questionamento final, não estava a fim de perder tempo. A paciência nunca havia sido meu forte, às vezes poderia até parecer um pouco autoritária por conta disto, mas não podia evitar já que não era lá muito fã de esperar pelas coisas por isso ficava ansiosa para receber a resposta da mulher e se ela me negasse ajuda estaria mais uma vez frustrada - Poxa, não te custa nada e se você quiser até posso te auxiliar em algo depois insistiria com ela, talvez nesse momento a mulher pudesse mudar de ideia. Caso ela aceitasse me ensinar procuraria manter minha atenção em suas palavras para não perder nem sequer um detalhe do aprendizado, prezava muito o que quer que fosse aprender e ao menos tentaria dar meu máximo “absorver” todo o conhecimento passado pela mulher - Obrigada! agradeceria empolgada, mesmo estando um tanto cansada mentalmente por conta do aprendizado.

Independente de ela ter insistido em recusar ou ter me ensinado Lábia, buscaria por um local onde pudesse descansar por algum tempo e esperar pelos revolucionários que provavelmente já estariam próximos do Farol. Me sentaria em qualquer lugar onde não tivesse alguém, mas se houvesse procuraria saber sobre Kienzanti assim como fiz a pergunta anteriormente ao velho corcunda, porém sem muito ânimo até porque não sabia se alguém além de Karthus conhecia o médico. Aproveitaria também para apanhar o violino para tocar uma música para passar um pouco de tempo e me divertir utilizando meu instrumento ”Eu já disse alguma vez que era melhor você seguir a carreira de música, ao invés de ficar arriscando sua vida sendo revolucionária?” novamente essa história? ”Não só disse, como na maioria que vou tocar você tem de ficar relembrando isso, cansa não?” estava perdendo a paciência mais uma vez com essas perturbações, isso parece até mesmo combinado porque não é possível uma coisa dessas. Ao som de Binks no Sake primeira coisa que veio na mente olharia possivelmente para o mar, todavia se estivesse impossibilitada disso observaria a Red Mountain observando todos os navios que se aproximavam.


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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyQui 01 Nov 2018, 00:08



Narração
Clima: Verão
Localização: Farol
Anoitecendo

Katherine Silverstone
Katherine, triste com a derrota acabou recebendo perguntas simples de um homem que ali estava e respondendo, acabou perguntando se o mesmo sabia alguma informação sobre Kienzanti. -Desculpa, mas nunca ouvi falar. Provavelmente Karthus sabe. - Respondeu ainda sorridente. - Ele tem algum segredo que acaba sabendo tudo de todos. - Aquilo obviamente não ajudou a jovem revolucionária em nada, a filha do vingador acabou então decidindo ir até a mulher que vira furando fila sem nenhum problema.

Quando se aproximou, viu que a mulher jogava algum tipo de jogo de cartas contra Karthus. Não soube distinguir o jogo a tempo, pois quando finalmente se aproximou o suficiente, ouviu. - Bem, mais sorte da próxima vez. - A moça, claramente frustrada saiu batendo os pés com força. Mas Katherine foi em sua direção determinada. Perguntando se estava tudo bem, viu só a mesma se emburrando. - É claro que não né!? Ele ganhou mais uma vez! - E ao ouvir o pedido de Katherine, deu de ombros, não tinha o que fazer ali mais mesmo. E assim afastaram-se do local enquanto o vento aumentava ainda mais. Silverstone fez seu pedido e a moça logo recusou o pedido, porém a revolucionária falava que poderia ajudá-la com algo depois e aí o olho dela brilhou por um instante. - Vamos vencer o Karthus em uma aposta! Uma aposta com outra dupla, aposto que ele vai adorar a ideia! Se ele não gostar a gente convence ele de qualquer forma. - O olho dela brilhava de excitação com a ideia. - Vamos, preciso te ensinar muita coisa se quisermos convencer o Karthus de que podemos fazer uma aposta em dupla.

A nova dupla acabou indo na direção de uma caverna que havia na red line e lá a mulher de nome desconhecido ensinou o que podia para Katherine. No meio tempo começou a chover do lado de fora da caverna, a chuva era bem barulhenta e isso dificultou um pouco o aprendizado que acabou durando ainda mais que o normal. Quando acabaram já estava anoitecendo. - Vamos falar com Karthus agora. - Falou ela animada saindo quando a chuva havia acabado. Indo em direção ao farol. O chão molhado e o clima estavam bem gostosos, agradáveis.

A fila já estava formada com Karthus de novo, o povo provavelmente nem havia saído apesar da chuva. Mas a moça mal falava algo com os homens e ia passando por eles facilmente. - Karthus, tenho uma proposta irrecusável para você. Uma aposta em dupla. Uma aposta de puro entretenimento. - Falou a moça animada. Karthus que estava jogando dardos parou por um segundo e olhou para a moça falando. - Geovanna, já não falei para esperar a sua vez igual todos os outros? - Apesar da pergunta, ele não parecia irritado, parecia sim interessado e isso bastou para que ela continuasse. - Eu e ... - Ela olhou para Katherine percebendo que não sabia o nome da revolucionária mesmo após várias horas ensinando a jovem. - Bem, eu e a chifruda aqui contra uma dupla a sua escolha. Vamos disputar no que você escolher e o vencedor, se for entretenimento o suficiente para você, irá receber o que geralmente pede nas apostas solos. - Karthus meditou por um tempo e depois jogando o dardo precisamente no meio do alvo acabou por falar. - Ok então. Mas eu preciso ser realmente entretido pela A-T-U-A-Ç-Ã-O de vocês. - O homem soletrou cada letra da palavra atuação e a cada letra, Geovanna parecia ficar mais apreensiva. - Vocês tem até amanhã ao meio dia para criarem uma peça mental em dupla e me apresentarem. - Falou ele sorrindo e Geovanna puxou Katherine enquanto andava na direção das cavernas. - Sabe alguma coisa sobre atuar? - Perguntou a mesma com uma voz meio chorosa.

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MensagemAssunto: Re: Ato IV: A Busca Pela Cura   Ato IV: A Busca Pela Cura EmptyDom 04 Nov 2018, 17:36

Aprendizado Parte 2

Como o esperado, o velho corcunda não sabia nada sobre Kienzanti e com isso eu seguia até a mulher que furará a fila. Ela jogava algum tipo de jogo de cartas com Karthus e como havia acontecido comigo perdera para o homem, deixando-o para trás emburrada pela derrota. Apesar de escutar o que eu tinha para dizer, ela prontamente rejeitava me ensinar Lábia até que chegou na parte em que disse que poderia ajudá-la no que quisesse e assim finalmente ela aceitava conceder o conhecimento a mim. Estava ficando cada vez mais empolgada pela quantidade de coisas novas que estava aprendendo nessa nova caminhada ”Você está aprendendo é como ser uma criminosa, aliás você não deveria novamente estar confiando em pessoas desconhecidas” mais uma vez ela tinha que vir me chatear ”Olha aqui, a gente já conversou sobre isso e você sabe muito bem a resposta que eu dei” estava ficando irritada demais para perder tempo com discussões e principalmente com minha inimiga mortal. Depois de algumas horas, o ensinamento da mulher acabou mesmo com dificuldades por causa da chuva que assolara o lado de fora da caverna para onde tínhamos ido antes da aprendizagem. Quando voltamos até o faroleiro, descobri que ela se chamava Geovanna e que provavelmente iria me dar mal novamente, já que a mulher sugeria a Karthus uma aposta em dupla ”Olha onde eu fui me meter” pensava ao escutar que teríamos de fazer uma atuação para o homem. Confesso que ser chamada de chifruda incomoda, ainda mais porque é algo de que não gosto e quero encontrar uma solução - Você nos meteu nessa enrascada e eu que tenho que resolver tudo? suspiraria ao olhar para Geovanna, ambas não sabiam nada sobre atuação - Vem, vamos encontrar alguém para nos ajudar a puxaria pela mão e começaria a procurar por algum ator ou uma pessoa que pudesse nos ajudar com isso.

Para falar a verdade, nem sabia por onde iniciaria as buscas por ajuda, mas alguém teria que “assumir” a liderança não? "Você não possui capacidade para isso, volte pro seu violino vai” insistência provavelmente era o nome do meio dessa voz ”Eu não disse que era capacitada, mas que uma de nós precisa guiar a outra” a paciência estava sendo perdida aos poucos, parece que ela tem o “dom” para me irritar ”Boa piada, agora vai ser uma cega ajudando a outra, vão acabar as duas caindo no buraco” essa foi a gota d'água para retirar minha tranquilidade. Como de costume ignoraria ela por um tempo para evitar mais chateações já sou louca o suficiente, imagina se acabo fazendo caretas aleatórias demonstrando minha irritação para os transeuntes - Já que não temos outra solução, o segredo é sermos otimistas sorriria para ela procurando passar tranquilidade a Geovanna, mesmo que a situação não fosse propicia era melhor do que ficar choramingando por aí. Procuraria por qualquer um que chamasse a minha atenção atuando ou então que estivesse usando roupas que “caracterizassem” como um ator, afinal em minha visão não teria outra forma de encontrar um, já que estaria fora de realidade achar um Tom Cruise da vida ator famoso aleatoriamente por aqui. Caso conseguisse encontrar alguém, logo o abordaria para que pudesse ajudar a mim e Geovanna - Olá, tudo bem? Poderia nos ajudar com um “pequeno” problema? perguntaria dando ênfase na penúltima palavra - Então, a gente precisa ganhar uma aposta do Don Karthus e precisamos que nos ensine sobre atuação prosseguiria colocando um sorriso em meu rosto - Por favor... Até posso te pagar! insistiria se a pessoa rejeitasse nos ajudar. Se não encontrasse, somente nos restava continuar procurando e tentando identificar um ator para nos auxiliar nessa aposta com o faroleiro.

Se porventura a pessoa viesse a nos ajudar me animaria - Muito obrigada! sorriria sem tentar esconder a alegria que estava sentindo nesse exato momento. Assim, mais uma vez procuraria me concentrar em todo o conhecimento passado pela pessoa e trataria de fazer com que Geovanna mantivesse toda sua atenção no que estava sendo dito, não seria só eu a dar duro para aprender - Presta atenção! perderia a paciência caso ela estivesse viajando e desferia um leve tapa sobre sua cabeça para acordar para a vida. Com o fim do aprendizado, procuraria descansar ali mesmo onde estava, se estivesse em pé me sentaria e caso já estivesse permaneceria sentada aproveitando para pensar sobre a peça que iriamos realizar - Já sei! saltaria de uma vez me colocando em pé para explicar o que se passava na minha cabeça - A gente faz o seguinte, você interpreta uma mulher sozinha e atormentada pela morte do marido, já eu uma empregada desastrada que não sabe o que é o amor estava empolgada, podia não ser a melhor ideia, porém era a primeira coisa digamos que interessante que surgia em minha mente - Assim, no caso uma vai ajudando a outra a resolver seus problemas e acabam se apaixonando, mas por conta do preconceito se afastam por algum tempo se reencontrando no final da peça diria sorrindo, provavelmente não teríamos para onde correr - Posso tocar algumas músicas também pra ficar mais imersivo faria um comentário final mostrando a ela meu violino. De toda forma, precisaria estar preparada para realizar a peça, talvez precisávamos ser o mais convincente possível e até mesmo uma cena de beijo nas cenas de romance, todavia isso poderíamos decidir mais tarde.



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