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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQua 17 Out 2018 - 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyTer 29 Jan 2019 - 20:38

Malditos sejam os fracos e suas fraquezas! Pois quando eu estava a começar minha sensação de diversões com aquele loiro maldito - com conhecimentos interessantes, mas maldito ainda -, tão pouco o fio do machado passava por sua pele e ele já desmaiava, não me concedendo sequer o direito de vê-lo gritar enquanto tirasse algum de seus dedos ou coisa do tipo. O sorriso simplesmente caiu quando, ao olhar para o mesmo, estava já inconsciente.

Digamos que eu seja um homem que dificilmente se frustra contudo, naquela ocasião, era inevitável que, pelo menos nos primeiros segundos, sentisse alguma frustração, que ficava evidente em meu semblante pelo já citado desmanchar do sorriso instantaneamente. Primeiro, um olhar de dúvida, só enquanto durava o pensamento "Esse maldito já desmaiou?" E bem, depois disso, dar de ombros. E o pedido de Rurik para se alimentar.

- Pode, pode. Pensei que seria mais emocionante. - De certo, tendo dito isso, já nem teria mais a frustração. Tinha demais coisas para pensar, e apesar de ter perdido aquele lazer, não fazia necessariamente questão. - Mas separe as coisas dele e a cabeça. Veja se o desgraçado não possuía alguns berries. - E assim, arrancaria de dentro dos bolsos o belo cantil infinito, abrindo-o, para despejar uma única golada na boca, como um bom alcoólatra. Se alguém desejasse um gole, cederia, mas não faria questão de oferecer-lhes desta vez.

Bem, neste ponto acho que se torna propício falar um pouco mais deste belo cantil. A lembrança mais antiga que tenho dele talvez seja de meus dez ou onze anos - a idade que, por sinal, eu dera inicio a minha vida de bebedeiras. Em minhas memórias, recordo-me claramente, quase como se pudesse retornar em minha mente àqueles momentos, da forma como Loki Frey protegia o objeto. Na época, os Freys até estavam vivos ainda, mas Loki não ousava compartilhar seu cantil com ninguém. Tanto que, quando já mais velho, ele oferecera o objeto para mim, não podia acreditar que estava falando sério...


~Flashback

- Tome, moleque. Fique com meu Cantil de Rum Infinito. - Eram as palavras proferidas pelo velho de cabelos mistos entre o prateado e ruivo, Loki Frey, com nós dois sentados no convés da embarcação em que vivíamos, com as costas encostadas na amurada lateral do navio, em alto mar do North Blue. Nessa época, estava alcançando quase aquela idade que chamam de "maioridade".

- Seu Cantil de Rum Infinito? - Minhas grossas sobrancelhas se levantavam em um ar de dúvida e espanto. Antes, ele não havia permitido que ninguém sequer tocasse o objeto. - Tem certeza que quer me dar isso, tio?

- Caralho Sieg, larga mão de ser viadinho. Pega a porra do Cantil e não me enche o saco. Eu to te dando essa merda. - E eu acabei pegando o objeto, tomando-o em minhas mãos. - Mas apenas comece a usar em uma emergência.


Fim do Flashback ~

Eu quero que se foda se você imaginou uma história mais complexa. Eu nunca disse que tinha sido algo emocionante ou algo do tipo. Na realidade, não houveram mais menções ou episódios ligados a este cantil depois disso. Enfim, de qualquer forma, desde então, eu enfiei o cantil embaixo do chapéu viking e jurei para mim mesmo que apenas o usaria em uma emergência. E no fundo eu nem sei se aquilo fora mesmo uma emergência ou não, mas acabei considerando um momento propício para utilizar o objeto. No fundo MESMO, eu não faço ideia de como o rum neste recipiente nunca acaba, mas este tipo de coisa não é feita para nós questionarmos, apenas para aceitarmos e usufruirmos, não é mesmo?

Estaria então, frente ao timão, para corrigir a rota se houvéssemos nos desviados como antes, tentando assim travar o objeto de navegação antes que eu pudesse seguir para a próxima coisa que queria fazer. Neste ponto, imaginava que Rurik já houvesse devorado Cid inteiro, mas se não houvesse também, poderia esperar mais alguns instantes. Apenas desejava, naquele instante, pegar suas coisas para mim, seus berries, e sobretudo, sua cabeça.

E tendo sua cabeça, sequer daria satisfação para algum dos tripulantes - afinal, não devia satisfação a ninguém - buscando uma daquelas espadas que havíamos roubado dos caçadores. Talvez ela estivesse comigo, ou talvez pelo convés, não tinha certeza.

Independente de onde estivesse, assim que a tomasse, tomaria cuidado pois não possuía maestria com aquela arma, mas tentaria utilizá-la da mesma maneira que utilizara a lança também roubada dos caçadores: indo até afrente do navio, e cravando-a com sua lâmina no chão, não muito distante da própria lança, afundando-a na madeira do convés. Em seguida, tomaria a cabeça de Cid, se Rurik houvesse a deixado como eu solicitara, e a enviaria no cabo da espada - que, pelo lógica, havia de ficar apontado para cima. Assim, o Holandês estaria ostentando duas cabeças de filhos da puta desgraçados.

Contudo, se acabasse por não encontrar a cabeça, me dirigiria então ao companheiro tritão, e havia de reclamar com ele, não de uma forma intimidadora talvez, mas um pouco inconformado. - Porra sardinha de merda, cadê a cabeça do desgraçado? - Sacanagem ter comido ela quando eu pedi para deixar.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQui 31 Jan 2019 - 11:51


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 05/18 to Dream Whater

Logo no primeiro "pode" dito por seu capitão o tritão já saiu rasgando carne e comendo feito um esfomeado. -CARALHO! *much much* FAZ UM TEMPINHO QUE NÃO COMO CARNE FRESCA! *much much* ALGUÉM QUER UM POUCO? TO SÓ SENDO AMIGÁVEL PORQUE *mush much*NEM QUERO DAR MESMO! HUEHUEHEUE- Falou bastante Rurik em meio as suas mordidas, e recebeu como resposta dos outros dois tripulantes apenas um mero aceno negativo de cabeça.

E assim prosseguiram os Valharianos em seu barco, com o bárbaro dando novos goles em seu cantil de bebida infinita e decorando sua embarcação da forma que melhor gostava, com duas cabeças ensanguentadas penduras logo a frente, uma na lança e outra na espada adquiridas dos caçadores de um tempo atrás no farol.

Tudo continuava seguindo de forma "normal" já que na grand line chuva constante e mudança de clima no meio do nada é até natural, nada fora isso vinha ocorrendo e que pudesse chamar a atenção de Siegfried e sua tripulação. Até mesmo sua navegação por um tempo não exigiu dele manobras ousadas no mar turbulento daquele cruel mar.

E estando no meio do oceano, talvez os valharianos precisassem ser antenados com o que vinha ocorrendo no resto do mundo, e nada mais comum que uma daquelas gaivotas do jornal, daquelas com chapeuzinho bonito e tudo mais, surgir com exatamente um jornal em suas patas. Vinha voando na direção do Holandês Arrombador toda serelepe e assobiando completamente distraída...

Quando do nada surge uma ENORME GARRA VISCOSA do mar agarrando aquele pássaro, puxado para dentro da água em um rápido movimento, tudo que restou da ave é suas penas e o jornal embrulhado flutuando na água, de onde dois abugalhados olhos emergem fazendo o jornal ficar em cima do seu olho esquerdo.

A vil criatura encarava o barco logo ao seu lado, fazendo alguns grunhidos e cuspindo água para cima dos valharianos! É sem duvidas difícil descrever o que pelos sete mares é aquela coisa bizarra, que parecia uma mistura de crustacito com lesma e pablo vittar sabe se lá o que mais. Os três tripulantes colegas do Barba Ruiva ficavam sem palavras, encarando o monstro no aguardo de quais ordens seriam dadas para lidarem com o novo visitante do holandês arrombador.

Para piorar tudo, estava quase chegando a noite mais uma vez, o que poderia acabar dificultando as coisas caso fossem lutar, não que houvesse outras boas alternativas, mas pela cara daquela criatura talvez tudo que ela enxergue em Siegfried e sua tripulação seja nada mais que o seu lanche da tarde. As ondas batiam no casco do barco, sendo empurradas pelos movimentos desengonçados da criatura que vinha chegando cada vez mais próxima, era difícil dizer sua distancia com exatidão ou quanto tempo levaria para finalmente alcança-los. Minutos? Segundos?
            



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptySeg 4 Fev 2019 - 16:34

Tenho de admitir que na sou, talvez, um maldito entusiasta de aves, de forma geral. Mesmo assim, desde o início da navegação, um fenômeno minimamente peculiar já havia ocorrido, ligado com um ave e me concedendo uma dádiva dos deuses, e agora outra ave vinha de maneira despreocupada, com algumas características em sua aparência, como chapéu e a coisa que carregava, me chamando a atenção. "Será mais um presente dos deuses?" pensei, em minha ignorância.

Na realidade, toda a excitação que sentia brotar em meu peito, prevendo alguma coisa incrível ligada aquele segundo pássaro, se revelou não sendo por conta de sua presença em si, nem mesmo sua possível chegada ao Holandês - por sinal, nunca ocorrerá. Uma formação estranha, monstruosa, e indiscernível para mim no primeiros segundos, agarrava o bicho no céu. E ali o sonho daquela maldita acabou.

- PUTA QUE ME PARIU OLHA O TAMANHO DESSA CARALHA! - E se você leu isso imaginando um tom assustado, você errou, desgraçado. O grito dado foi de animação, talvez já num quase êxtase de ver aquela criatura, tirando até uma mão do timão por um instante, levantando-a com o punho fechado em uma curta comemoração.

Tal animação, acompanhada pelo sorriso por detrás das barbas, não duraria muito tempo, pelo que o olhar rapidamente correria até os Valharianos, já sentindo o espírito do prazer adquirido em liderar subindo pela garganta e saindo em forma de voz. - VALHARIANOS! FECHEM UM POUCO MAIS AS VELAS! RÁPIDO!

Nisso, estaria já com os pés firmados no chão. A mão esquerda agarraria com tanta força a madeira do timão, deslizando os dedos com desejo na pegada, projetando os ensinamentos ligados a mecânica e sua engenharia, somados a carpintaria, para imaginar o mecanismo que compunha o sistema de direção do Holandês. A partir dele, os movimentos de direção teriam, quem sabe, melhor execução, ainda mais em um momento daqueles.

A destra, logo assim, subiria ao céu já lambida rapidamente e apontada na direção do céu, medindo direção para qual os ventos sopravam, a qual usaria ao meu favor tentando endireitar de forma a seguir sua trajetória, desde que esta não nos levasse diretamente na direção do monstro vil. O dedo não permaneceria levantado por mais de três segundos, voltando então ao timão, para que sua mão pudesse ser usada na direção e rotação do objeto. Ainda assim, esporadicamente, repetiria o processo, testando a direção dos ventos para adaptar-me.

Desta forma, com a visão treinada para ambientes com pouca iluminação - considerando o cair da noite -, com as noções (leia pericias) que possuía, adaptando-me aos ventos e, é claro, a direção apontada pelo Eternal Pose, empreenderia a navegação de fuga tentando despistar o bicho, conferindo sempre onde ele estava e tentando, o máximo que conseguísse, não perdê-lo de vista. Manteria movimentos contínuos numa mesma direção o quanto fosse possível, para desta forma adquirir maior velocidade, mas quando fosse necessário, se fosse necessário, tentaria dar "dribles" com o barco no monstro, de forma que caso previsse um salto ou avance seu, tentaria tirar a embarcação para o lado para que não fossemos atingidos.

E ainda, em meio a isso, daria ainda as ordens ao Valharianos, ligadas as velas. - SOLTEM MAIS/PRENDAM MAIS AS VELAS. - Sempre diante da necessidade, apesar de preferir não fazer muitas alterações enquanto empreendesse fuga, ou se fosse possível, nenhuma. Também, tinha outra artimanha que poderia estar preparada. - OS MELHORES EM ATIRAR NOS CANHÕES! MAS SÓ ATIREM AO MEU SINAL! - Sinal este que somente seria dado em duas possibilidades específicas: caso notasse uma aproximação muito hostil em nossa direção, estando bem próximo do Holandês e prestes a atacar, ou caso este apresentasse algum salto, avance, qualquer movimento de ataque em si que viesse contra nós, no instante que isso ocorresse, combinando neste caso um movimento rápido com o timão logo em seguida aos tiros, como uma tentativa de evasão - basicamente, atiraria e tentaria então sair para o lado e evitar sermos pegos. - ATIREM! - Seria o sinal para atirarem.

Apesar disso, ainda tínhamos a possibilidade de sermos pegos por aquele monstro horrível. Afinal, era um ser enorme, e se desejasse realmente nos comer, seria uma difícil tarefa não termos o navio minimamente acertado por ele. Neste caso, caso visse que um ataque seu nos atingiria mesmo, sem chances de desvio com a embarcação, e ele estivesse vindo diretamente onde eu mesmo estava, amparado pela aceleração me moveria com saltos e dashs de forma a tentar sair para outra parte do navio. Se não houvesse outra parte do navio a ser atingida, infelizmente, me atiraria no mar, tentando ao menos escapar, e visualizar qual a condição dos demais Valharianos. - VALHARIANOS! UNAM-SE!

É, apesar de toda a animação do primeiro instante, de forma geral, ficava realmente preocupado com os danos que aquela criatura poderia nos causar.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyTer 5 Fev 2019 - 19:52


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 06/18 to Dream Whater

O presente dos deuses não durou muito aos olhos de Siegfried, que viu assim como todos os outros tripulantes quando o pobre pássaro virou comida de monstro marinho. Animado com o surgimento de tal criatura, ele fez questão de comemorar com seu punho fechado tal visão como se fosse uma criança encontrando um novo brinquedo. Podia agora sentir que seu corpo voltou a ficar completamente recuperado do machucado daquele combate com os drogados a alguns dias atrás, melhor momento para isso impossível...

Concluindo aquela frase do seu capitão, Rurik mesmo que suando bastante decidiu entrar na brincadeira -ESSA PORRA DEVE DAR UMA PUTA SOPA DE CRUSTACIO HUEHUEHUE- Disse, mesmo que sua vontade fosse sair dali o quanto antes. Já Grogy não havia entendido bem o que estava diante de seus olhos. -Que mulherão enorme ~hicc~ ela tem lindos olhos. Será que quer dançar comigo?- E depois de tais palavras, escutou Barba Ruiva ordenar para arrumarem as velas da forma que desejava, uma medida rápida para escaparem do monstro.

E assim os valharianos fizeram, as pressas agindo perante o perigo eminente. Prosseguiu assim Sigfried manobrando sua embarcação, utilizando de sua visão na penumbra para não se perder na noite, enquanto tinha em seu encalço o monstro do mar. Em meio aos mergulhos e ressurgimentos da criatura, ela vinha cuspindo água e também um material viscoso no barco. Albo pegou uma amostra na mão da viscosidade e reparou em algo.

-Essa coisa… Começa a ficar endurecida com o tempo…- Analisou o Albino. E como seu navegador, o bárbaro podia sentir aos poucos que estava ficando cada vez mais pesado manobrar sua embarcação. Em vários cantos do Holandês se podia ver endurecidas amostrar daquela coisa. Ao todo aquela monstruosidade demonstra ser bem lenta em seus nados, mas tinha o seu próprio truque para tentar parar presas bem maiores…

Com a distância encurtada, as ordens para utilizar dos canhões foram ditas. Mas quando não erravam, paravam na couraça da criatura que apenas ficava com rachaduras, em todas as vezes um detalhe ocorria, seus olhos sempre encolhiam para escapar dos disparos, ficando ocultos como o que fazem as tartarugas com suas cabeças dentro de seus cascos... No céu da noite, as primeiras estrelas do anoitecer iluminam o céu logo acima dos valharianos, uma imagem que talvez não tivessem tempo de apreciar naquele momento...        
             



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQua 6 Fev 2019 - 0:29

Dizem as línguas que quando um homem está sob perigo de morte, seus sentidos se aguçam de uma tal forma, que alguns chegam a narrar situações em que viam as coisas em câmera lenta. Eu, de forma propriamente dita, não estava vendo as coisas realmente mais lentas, mas talvez com toda aquela descarga de hormônios - os quais eu pouco conhecia - em meu sangue, rodando por todo o corpo, me faziam ao menos prestar atenção em cada detalhe do que estava havendo naquela perseguição.

Com a gotas suor descendo pela testa e parando nas grossas sobrancelhas, sentia os músculos de meus braços contraídos enquanto portava em mãos o tão essencial timão, me fazendo quase que um com o Holandês, minha estimada embarcação. Com as percepções acerca das estratégias do monstro marinho, e o cair da noite, novas necessidades e possibilidades de navegação surgiriam em uma tentativa de salvar nossas carnes de serem devoradas tal como Rurik anteriormente fizera com o falecido Cid VII. Ainda, contudo, o sorriso persistente, determinado, quase vil, permanecia desenhado no rosto deste bárbaro chamado Siegfried Uller Frey, no caso, eu mesmo.

- AVANTE, VALHARIANOS! - Bradava, tão bárbaro quanto somente um Frey poderia ser, distribuindo o olhar, que nunca parava em um só canto, para cada um dos companheiros, como tentando, e realmente se esforçando para tal, transmitir-lhes um pouco da determinação que tinha correndo em mim. - NÃO SERÁ HOJE QUE VEREMOS A ESTIMADA MORADA!

A partir dai, já somando aos conhecimentos que estava usando naquele conduzir, as habilidades dos olhos treinados a pouca luz, e o testar e adaptar-me diante dos ventos pela suspensão do dedo lambido, teria agora também as estrelas para, de alguma forma, me auxiliarem. Eu tinha a noção de que a Grand Line era um lugar totalmente perturbado em suas estações e variações climáticas, de forma geral, mas as estrelas talvez não enganassem aquele que as conhece como a palma de suas mãos. Assim, enquanto pudesse, ainda adicionaria um novo movimento em meio a navegação, subindo agora também um pouco o olhar, quando pudesse e tentando fazê-lo da forma mais rápido possível, tentando identificar conjuntos de constelações e astros em meio aos brilhos cintilantes da abóboda celeste, para quem sabe identificar alguma que trouxesse relação ou informação sobre as marés. Como bom navegador, bem sabia o que podia apreender das estrelas, e de tais tiraria o máximo que pudesse para me auxiliar no trajeto por entre os mares, de forma que o que percebesse sempre tentaria ser utilizado da forma mais eficaz, fosse pelo identificar de como os ventos e as marés poderiam se mover pela formação luminosa acima de nós, a até que estação deveria estar aquele ponto da Grande Linha onde estávamos, o que de alguma forma também poderia auxiliar no entender e movimentar no barco pelo reconhecer das características climáticas básicas de cada tal - um saber, infelizmente, não tão aprofundado com os conhecimentos de meteorologia, talvez, mas que vinham ainda com as noções que tinha pela pura experiência e ensinamentos da navegação.

- GROGGY, VENHA AQUI, MALDITO! - Eu não podia, contudo, me limitar a melhores técnicas de navegação e pilotagem. Precisava de um segundo plano, ainda mais tendo em vista o peso que o navio vinha adquirindo com aquela sua substância estranha lançada em nossa direção. Por conta disso, gritaria ao bebum, impositivo, como um capitão, um líder, certas vezes precisa ser. Quem sabe, até um pouco intimidador. - ME DÊ O BARRIL. - Ordenaria, sem pestanejar, sem hesitar, olhando profundamente nos olhos do gordo. Assim, caso ele soasse com um mínimo de hesitação, ou mesmo de cara já discordasse, qualquer situação em que ele não me desse o objeto imediatamente, seria respondida com um maior elevar da voz, e um bater da bota com força no chão. O olhar diretamente ao seu encontro, voraz. - ESTÁ NEGANDO ALGO AO SEU CAPITÃO? QUER SER DEVORADO POR AQUELA CRIATURA, DESGRAÇADO?

- ENCHA ESSA PORRA DE RUM! - Afirmaria, com a possibilidade dele acabar entregando seu barril, ao quanto que eu entregaria em suas mãos o Cantil de Rum Infinito, dando a ordem quase que no mesmo tom que a crítica anterior. Se não entregasse, contudo, apenas forçaria uma última encarada, mortal. Neste caso, seria sua última gracinha no meu Holandês. - BEBA APENAS DEPOIS DE ENCHER. E ME DEVOLVA ESSA MERDA, MALDITO. - No mesmo, voltaria o olhar para os outros Valharianos, já não mais sorridente, mas sério. - VOCÊS DOIS, DE NOVO, ATIREM AO MEU SINAL, PRECISO QUE TENTEM AO MÁXIMO ACERTAR O BARRIL! NÃO PODEMOS PERDER ESSA CHANCE!

E nisso, estaria esperando o momento certo, estudando todas as condições e coisas a minha volta com os olhos treinados na estratégia e na navegação/pilotagem. Enquanto manteria o mesmo padrão de manobras já citadas antes, tentando escapar do monstro, mas também de suas estranhas cusparadas, ficaria também de olho em Groggy para que ele não fizesse nenhuma besteira, pois caso notasse que havia alguma possibilidade dele perder meu sagrado cantil, tomaria de suas mãos no mesmo instante, e, dependendo de quanto ele já houvesse enchido, encheria eu mesmo mais, tentando ainda manter uma das mãos no timão para não perder a direção em nenhum momento.

O ponto era: precisava utilizar aquilo somente em uma possível aproximação muito perigosa do monstro. Desta forma, dobraria, ou até triplicaria a atenção para com ele. E talvez você esteja se perguntando "como ele utilizaria isso?" E particularmente, eu não imagino de verdade que haja essa dúvida em alguém que já, minimamente, me conhece. Na realidade, todos já devem ter deduzido. Basicamente, tentaria encontrar o momento mais propício para lançar o barril no mar, na direção do monstro, largando então momentaneamente o timão para sacar os revólveres que ainda tinha comigo, dando então o sinal para os Valharianos quando notasse que o barril estava suficientemente próximo do monstro para ele ser pego por uma explosão. - ATIREM! - Gritaria, novamente, enquanto eu próprio prenderia então minha respiração, mesmo que boa parte do fôlego se fosse com o grito, pois precisava de concentração. Por instantes, como nunca na vida, precisava concentrar toda as habilidades que havia adquirido com aquelas armas, que talvez não fosse muita, mas serviria como uma segunda possibilidade do barril ser realmente atingido e assim, iniciar a combustão e explosão que poderia acertar o monstro. Não estaria pensando em nada, somente em acertar aquela caralha, e explodir a porra toda, descarregando os revólveres, com tentativas o máximo precisas que conseguisse. Continuaria com ordens para que atirassem caso o objeto não fosse acertado, ou até mesmo me impulsionaria para os canhões, em último dos últimos casos, tentando assim utilizá-los com as algumas habilidades em armas de fogo que havia adquirido.

- MORRA, MALDITA CRIATURA VIL! - E vamos ver o que vai dar essa merda...

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptySab 9 Fev 2019 - 21:22


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 07/18 to Dream Whater

Prosseguindo com o oponente dos mares... Os Valharianos tentavam a todo custo afastá-lo, mas não vinha dando algum resultado. E seu capitão que utilizava até mesmo do céu estrelado para tentar ganhar orientação em sua navegação, chegou em fim na conclusão de que precisava de um melhor plano para expulsar a vil criatura de seu encalço, e para tal, necessita do barril de Grogy.

O gordo bêbado exitou no primeiro pedido, ficou olhando para o barril e depois para o Barba Ruiva, ele sabia que algo terrível estava por vir daquela ordem dita por seu capitão. -Ah… Adeus velho amigo, sentirei saudades ~hicccc~ Espero que ele não sofra muito...- E fez sua despedida como se estivesse falando com um fiel animal de estimação, depois começou a encher o fundo do barril com o álcool do cantil, fazendo intervalos para beber.

Sem outra alternativa, o próprio Siegfried tomou o cantil em mãos ao ver que aquilo vinha demorando mais que o previsto, e começou a derramar o líquido o mais rápido que podia, mesmo que o processo fosse lento uma vez que era um cantil e não tinha um espaço de saída tão grande quanto o do barril. Não era por que nunca acabava o liquido que ele conseguiria fazer tão rápido aquela ação.

A criatura logo atrás da embarcação abriu sua enorme boca, e começou a sugar água ao redor para dentro, assim também como o Holandês. O bárbaro juntamente com Rurik e Albo fizeram força para jogar o barril na direção do monstrengo, depois com disparos de pistola e canhão fizeram com que quando o objeto cheio de álcool estivesse entrando no bocão da criatura viesse a explodir. A fumaça obscura da explosão encheu o céu acima deles.

Com sua boca em chamas, aquela criatura afundou no mar, mas não antes de dar seu derradeiro golpe, um baque no casco do barco por baixo, quase que por impulso, que foi sentido como um leve tremor por seus tripulantes. Sem falar no barulho de água jorrando logo depois… -Merda, acho que ele quer nos levar junto para o fundo do mar, vamos morrer afogados…- Reclamou Rurik totalmente frustrado esquecendo que é um tritão... Se a embarcação já não estava indo tão rápido, agora então começou a pender para trás! (inserir música do titanic aqui).




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyDom 17 Fev 2019 - 10:56

- MORRA, MALDITA CRIATURA VIL! - As palavras se desenrolavam de minha boca enquanto os diversos tiros, diferentes, de canhões e de meus revólveres empunhados como um armas da morte, estouravam aquele recipiente enorme, o barril que antes pertencia a Groggy. Em chamas e produzindo grande quantidade de fumaça negra, que seguia cortando momentaneamente a visão de algumas estrelas no céu também negro. O sorriso, por um instante, se intensificou, com o sentimento de vitória de quem teria logo em seguida um segundo brado bárbaro, em comemoração.

Mas nem tudo são rosas na vida no mar, e antes de que sua inevitável queda viesse, o monstrengo ousou macular o Holandês Arrombador, ferindo-lhe o casco num ataque que possivelmente nos afundaria. No mais fundo de meu ser, quando o possível rombo se abriu na embarcação, eu próprio senti um princípio de dor tão terrível, quase que num sentido empático com meu barco. O sorriso deu lugar a expressão quase neutra, que pelas sobrancelhas abaixadas lembrava, talvez, certa irritação, enquanto ouvia os dizeres de Rurik sobre possivelmente morrermos afogados.

E eu tinha noção de que o tritão não morreria sem ar, por conta de sua natureza de peixe, mas não poderia dizer o mesmo dos outros. Mesmo que ele respirasse debaixo d'água, também, era evidente que a Grand Line era um mar diferenciado, que poderia ser perigoso para um ser tão ínfimo como Rurik - por comparação. O capitão daquele navio precisava tomar uma decisão, e o capitão era, feliz ou infelizmente, eu mesmo.

Inspiraria. Os olhos correriam rapidamente de um lado para o outro, buscando os companheiros, julgando suas expressões diante do perigo eminente. Por mim, não havia algo que fizesse perder o ânimo da eterna chama Frey queimando em meu peito, mas talvez essa reação não pudesse ser esperada dos demais Valharianos. Admito que por um instante tinha um desejo de tomar minhas próximas decisões ignorando Groggy e Albo, metendo-me com Rurik em uma jangada improvisada ao mar, em fuga. Mas, como capitão daqueles Valharianos, não poderia. A honra aos companheiros garante aliados em futuras batalhas e bebedeiras.

- Valharianos, estamos afundando. - Diria, sem muita empolgação, sequer tristeza. Era óbvio, sim, mas a palavra do capitão dizendo aquilo tinha outro valor. -
Não teremos muito tempo, desgraçados. Arranquem tábuas do convés, recolham as cordas e arranquem panos das velas. Rurik, recolha alguns dos suprimentos que ainda temos. - E assim, não afetado pela situação de pressão, mas ainda apressado por conta do pouco tempo que nos restava, correria a procurar pelas ferramentes de Sid VII que provavelmente haviam caído no instante em que rasgara suas roupas, deixando-o desnudo.

A partir dai, tudo com grande velocidade, tentaria tomar partes do navio, arrancando tábuas do convés ou de outras partes mais fáceis de retirar pedaços grandes de madeira, desamarraria cordas das velas ou de qualquer outra parte do navio, e rasgaria panos que encontrasse, utilizando-me sempre do machado e do martelo, quando fosse necessário cortar ou romper alguma coisa com maior facilidade. Recolheria e amontoaria estes materiais em algum ponto do convés, junto dos que os outros Valharianos houvessem reunido.

Havendo o suficiente para começar a trabalhar com minha ideia, iniciaria os trabalhos, reafirmando novamente a velocidade com a qual teria não só de trabalhar, mas raciocinar e projetar. Com os saberes da mecânica e engenharia recém-adquiridos, mas principalmente com tudo que sabia sobre projeto de barcos, da carpintaria e da navegação, começaria a conceber a ideia de uma jangada, juntando pedaços de madeira e amarrando-os com nós navais fortes, escolhendo com boa análise os locais ideais para dispor tais pedaços e amarrações com o fim de substituição, mesmo que não tão efetiva quanto este, do Holandês a afundar.

Usaria ainda as ferramentas que encontrasse, pregando, girando porcas e parafusos, sempre que fosse possível, apesar da maior importância do uso das cordas e nós. A tentativa era de formar uma superfície navegável, que coubesse minimamente os Valharianos e a mim. Não me importaria tanto com instrumentos de direção, ou qualquer mecânica do tipo, apenas levantando uma pequena vela com os pedaços de pano e madeira, se assim conseguísse, o suficiente para que nosso pequeno e improvisado barco tivesse alguma impulsão e forma de navegar pelos mares.

E não transparecia desespero jamais. Não tinha isso em mim, e não tinha porque ter. Naquele instante, só precisava salvar nossas vidas e garantir que conseguiríamos aproveitar ao máximo dos pedaços do Holandês, orientando e ordenando os Valharianos para que me ajudassem na construção rápida que tentava fazer. Assim, quando possível e necessário, avaliando sempre os momentos que ainda tinha com a Escuna, lançaria ao mar o projeto de barco improvisado, tentando dispor com ordens os Valharianos neste, mesmo que fosse necessário fazer alguns ajustes mesmo depois que já estivéssemos sobre ele.

Se me perguntassem algo não relacionado aquilo, sequer olharia na face do tripulante que houvesse perguntando, seguindo os trabalhos com a máxima velocidade que conseguísse, para tentar assim colocar aquela espécie de barco salva-vidas para navegar.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQua 20 Fev 2019 - 15:37


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 08/18 to Dream Whater

Em alto mar os valharianos continuavam afundando devido ao ataque derradeiro que o monstro do mar acabou realizando na embarcação. E sem muitas alternativas o capitão barba ruiva decidiu ordenar aos seus tripulantes que fossem arrancar as tábuas do barco e assim começar a construção de uma jangada improvisada. Um plano ousado, largar o barco atual para se aventurar no mar da Grand Line em nada mais que uma jangada, ou isso dará certo ou resultará em mais problemas...

-Pode contar comigo, capitão!- Afirmou o Albino, e começou a utilizar sua força primata para arrancar as tábuas uma a uma. -Ainda quero beber bastante com todos ~hiccc~ Então mãos à obra!- Disse também Grogy que foi ajudar no trabalho de construção da jangada. -Espero que essa bosta não vá afundar com nosso peso HEUEHUEHEUE- Brincava o tritão, mesmo que sua expressão facial estivesse mostrando preocupação. A cada minuto que passava mais e mais água adentrava o holandês que já não conseguia seguir em frente devido ao extremo peso feito na sua parte traseira.

Finalizado aquela réplica mal feita de embarcação, Siegfried que até fez um bom trabalho a jogou no mar, subindo com os demais valharianos. Graças ao pouco conhecimento que tinha de carpintaria, ao menos flutuar com o peso dos três ela foi capaz... Mas já para se locomover será preciso com que todos deem sua contribuição braçal. Não será fácil manter o ritmo de antes com apenas um ou dois, mas quem sabe o vento ajude no começo...

-Espero que tenha pregado bem todos os pregos dessa coisa, ou ela vai arriar com os três em cima…- Sussurrou o Rurik de forma que não fosse desmerecer o trabalho de seu velho companheiro e capitão. O vento ficava a favor deles, bem como as ondulações do mar, fazendo assim com que prosseguisse em sua jornada… Já o Holandês arrombar, este afundou aos poucos até começar a sumir no horizonte.




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQua 20 Fev 2019 - 16:41

É certo de que a vida terrena é cíclica. Vivemos momentos que muitas vezes nos jogam para baixo e para cima, de um lado para o outro, interpretando isso como você, maldito, quiser. Torna-se assim, inevitável para mim traçar a comparação direta com os astros celestes, que desde que conhecemos permanecem em uma rotação constante, e apesar de repetirem sua rota após dado período de tempo, já não são mais os mesmos quando passam novamente por uma parte do sistema ao qual pertencem.

Com essa ideia, eu quero dizer que apesar de vivermos ciclos, e consequentemente eventos de nossa vivência no presente trazerem a memória momentos anteriores, de nosso passado, nunca somos os mesmos quando passamos novamente por fases parecidas. E com essa ideia eu contemplava o naufragar do Holandês Arrombador, totalmente negra, sumindo ao ser engolida pelas águas, relembrando a última despedida que havia tido de um barco: o dia em que Loki me deixaria em Micqueot, partindo com a embarcação Frey rumo a Lvneel, cumprir seu destino dado pelos deuses.

Havia um sentimento parecido, essa coisa da despedida, uma sensação de perda que se transfigurava-se em esperança. Quando meu tio Loki me deixara na ilha do vinho, a primeira coisa em minha mente era uma certa impotência, que felizmente não durava mais que alguns poucos segundos, dando lugar então para a esperança, ou melhor, a convicção de que algo novo estava se iniciando. Assim era também.

- É isso, desgraçados. Algo novo está começando. - As palavras deixariam minha boca firmes, mas sem que olhasse necessariamente para os companheiros naquele primeiro instante, permitindo-me virar para eles logo em seguida, já sem a imagem da antiga embarcação para vislumbrar. - Eu não sei ao certo o que os deuses pretendem fazer separando-nos do Holandês Arrombador, mas sei que isso representa uma nova fase para nós, Valharianos. - O semblante que até então talvez não tivesse denunciado muito sentimento, em sua expressão neutra, viria agora revelando um sorriso curto por trás das barbas, determinado. - Quando chegarmos nesse tal Dream Whater já não seremos aqueles que deixaram o deserto de merda da primeira ilha. Estamos nos tornando mais fortes, guerreiros mais preparados, mais dignos e próximos de Valhalla! - E então, uma curta pausa, tomando ar para manter aquele tom sincero com os companheiros.

- Mas antes disso precisamos chegar nessa porra. - Um olhar para cada um, mais sério, refletindo em como novamente havia de exercer a liderança que cada vez mais se desenvolvia. Estufaria o peito, ajeitando o chapéu na cabeça, para então impor o tom imperativo. - Nos revezaremos em pares remando. Primeiro, Albo e eu, e depois Rurik e Groggy. Enquanto uns remam, os outros descansam e se preparam para seu turno.

E assim, lançaria o olhar para o macaco, acenando positivamente com a cabeça para que dessemos inicio àquilo. No primeiro momento, tentaria ver se havia sobrado algum pedaço de madeira ou coisa do tipo que poderíamos utilizar como remos, tomando-os para tal uso então. Caso contrário, tomaria o martelo e o escudo, e eles seriam os objetos utilizados como remos naquela situação de pura improvisação, dando o escudo para Albo e utilizando eu mesmo a arma bárbara.

Assim, tentaria apoiá-lo na lateral daquele barco improvisado, enquanto que faria movimentos colocando o martelo na água verticalmente e puxando com força para trás, de forma a empurrar as águas para trás e, consequentemente, o navio para frente. Se Albo estivesse fazendo aquilo da forma errada(ou menos efetiva), tentaria corrigi-lo, enquanto que em todo tempo lançaria as orientações de quanta força deveria ser aplicada a mais em um lado ou em outro, corrigindo-me também, para que assim seguíssemos o trajeto daquele Eternal Pose, tentando ainda aproveitar do ondular do mar e do bater dos ventos para nos impulsionar com maior força. E assim seguiríamos até a primeira troca de turnos.

Quando trocássemos, antes de fazer realmente a troca, daria uma bela golada no cantil em satisfação, passando também para que Albo pudesse dar um gole. Se Rurik ou Groggy (principalmente o segundo) desejassem um gole, diria que este seria dado ao fim do turno dos mesmos. Assim, tentaria sentar-me, se fosse possível, enquanto ainda manteria as orientações de força e direção que impulsionariam o pequeno barco improvisado na direção que devíamos seguir. E manteríamos as trocas, tentando manter um certo padrão de igualdade entre o tempo que cada dupla ficasse remando.

Ainda, com a luneta, em alguns momentos olharia para a direção que apontava o suposto Dream Whater, buscando de alguma forma visualizar aquela ilha, ou qualquer coisa que pudesse encontrar em meio aquele enorme e perigoso mar da Grand Line.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQui 21 Fev 2019 - 17:53


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 09/18 to Dream Whater

Depois do barco que os levava ter afundado no oceano vasto da Grand Line, não restou muito a ser feito se não seguir em frente, e assim os valharianos em seu pequeno barquinho construído por Siegfried prosseguiram adiante em sua jornada. Utilizando de algumas tabuas para remar, foram revisando o trabalho manual por turnos, sendo agraciados no final com alguns goles da bebida ilimitada do capitão.

-Como eu gostaria de comer um frango agora...- Disse Albo no seu turno, e quase que como mágica um frango boiando surgiu. Mas não foi apenas ele, vários outros alimentos vinham boiando na direção do grupo. Frutas, carne e algumas roupas encharcadas, com um diferencial, tinham marcas de queimadura em algumas. -Olhem! lá na frente!- Alertou o albino. E o que estava para ser presenciado é nada mais que o confronto entre dois navios, mas especificamente de um com bandeira pirata, a tradicional caveira, e o outro é da marinha, muito maior e imponente.

Os disparos de canhão podiam ser escutados de forma abafada, enquanto o navio pirata afundava aos poucos e seus tripulantes se jogavam ao mar. Antes que alguns o fizessem, uma enorme mão esverdeante os agarrava e derretia seus corpos, poupando talvez por capricho as roupas. Tal mão vinha de um marinheiro enorme, um gigante do navio da marinha. Assim que terminou seu trabalho, o navio dos marinheiros seguiu em frente, deixando os piratas e os tubarões que haviam recentemente chegado terem um bom café da manhã, que seria apenas unilateral...

Os valharianos não foram os únicos azarados naquela noite ao que tudo indicava... Com o sol surgindo no horizonte, Siegfried agora também podia notar novos objetos flutuando, que incluem um capacete com chifres de boa aparência, ele vinha preso em uma tabua qualquer. E ao contrario do navio da marinha, os tubarões ainda rodeavam o lugar, mas quem sabe já tivessem saciado sua fome...                        
             



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 7 EmptyQui 21 Fev 2019 - 19:08

Se existe de fato o que chamam de "amor a primeira vista", eu estava vivendo aquilo no exato momento. No instante em que meus olhos contemplaram aquele belo capacetes nas águas, como partes dos restos e destroços do navio pirata abatido por marinheiros a poucos instantes, um brilho sem igual deve ter irradiado de minhas iris tamanho foi o desejo de possuí-lo que me consumiu. Era como se me chamasse, dizendo meu nome, pedindo para que o tomasse para mim como um verdadeiro pirata toma despojos de uma vila que saqueara.

Tão bem desenhado, com enormes chifres, só podia ser mais um presente dos deuses para a minha pessoas. Não fazia sentido ser diferente. E apesar de por toda a minha vida eu ter permanecido com aquele capacete padrão viking que utilizava até então, nada mais justo, considerando a transição de fase que eu falava anteriormente, que fazer mais uma melhoria em meus equipamentos, equipando-me melhor ainda com aquele objeto.

- O CAPACETE, HOMENS! - E não poderia conter a animação, com um sorriso quase infantil de uma criança que desejava um brinquedo novo. Sequer havia dado tanta atenção para os eventos anteriores entre os piratas e marinheiros, mas aquele capacete tinha um ar especial que não poderia ser ignorado. Para tal, apontaria em sua direção, ordenando e orientando para que movêssemos o navio até ele, para que eu assim tentasse alcançá-lo com o martelo e puxar o mais próximo, e recolher. Seguraria-o com ambas as mãos, mas antes de colocá-lo deixaria de lado por um instante, para então virar-me para o primata do grupo. - Albo Drolerove, Valhariano que já mostrou seu valor em combate. - Colocaria as mãos em minha cabeça, para pegar então o capacete velho, levantando-o e em um movimento em arco depositando-o na cabeça do albino. - Será conhecido como Albo, a Peste Albina, por toda a eternidade. Os cantos bárbaros levarão seu nome e ecoarão até mesmo em Valhalla. - E o fitava, sendo firme mas verdadeiro, demonstrando a esperança que conseguia sentir na presença do macaco. - Para sempre lembrarão de seu poder e tremerão. Pelo que será o terceiro em comando dos Valharianos. Primeiro, eu, Siegfried Uller Frey. Segundo, Rurik, o Branco. Terceiro, você. Não me decepcione, desgraçado.

E caso, de alguma forma, fosse questionado por Groggy daquilo que estava fazendo, lançaria o mesmo olhar orgulhoso de antes para ele, deixando um curto sorriso na expressão enquanto respondesse. - Tem provado também seu valor, mas ainda não é o suficiente, maldito. Quem sabe em breve comprove que também é digno de herdar Valhalla. - Aquilo, contudo, sairia com um ar de encorajamento, e mais uma vez eu me via pondo a prova toda a questão ligada a liderança, depositando também certa esperando no bebum enquanto o olhasse nos olhos. Se não perguntasse, também não faria questão de dizer nada.

De qualquer maneira, enquanto faria um próprio ritual colocando o novo capacete na cabeça, sem dizer muito sobre, e tentando ajeitá-lo da melhor forma possível, como também adaptar-me ao novo peso e medidas, lançaria palavras para o Branco, com um curto ar de incerteza sobre aquilo que estava dizendo. - Tritão viadinho desgraçado, você não consegue conversar com os tubarões, maldito? - Sequer esperaria uma real resposta, já lançando mais palavras a ele, sabendo da capacidade que tinha de se comunicar com outros de sua espécie tubarônica. - Consiga informações. Se estamos próximos a alguma ilha, se existe algum fluxo de águas que pode nos auxiliar a chegar mais rápido em Dream Whater, qualquer coisa.

E assim, seguiria como antes, alternando entre os turnos das remadas, com orientações e ordens para corrigir ou aplicar mais força em algum lado, de forma a nos adequarmos a rota indicada pelo Eternal Pose. Continuaria com o uso da bebida como um incentivo, da exata mesma forma que antes, enquanto que, se o tritão conseguísse alguma informação, tentaria utilizá-la em favor de nossa navegação.

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