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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptyQua 17 Out - 14:37

Relembrando a primeira mensagem :

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptyQua 9 Jan - 11:02

Tenho de admitir que o plano de queimar os marinheiros, apesar de não ser totalmente efetivo, havia me concedido a possibilidade de sentir o prazer de alguns poucos porcos malditos queimarem, e isso já me deixava minimamente satisfeito com a situação como um todo. De qualquer maneira, os inimigos pareciam estar realmente preparados para lidar com fogo, e com suas pás começavam a apagar os chamas cobrindo-as com os solos arenosos daquele espaço estranho.

Contudo, uma surpresa vinha, que acabava por chamar a atenção de ambos os lados, tanto dos marinheiros, quanto dos Valharianos, fazendo Rurik até soltar um grito, crendo que o mundo estava acabando. Um enorme clarão, com um som distante, tomava a atenção de todos e, por poucos instantes que fosse, fazia meu coração dar uma batida mais forte, involuntária, quase um susto. Mas não um susto. Não, um susto não.

Independente disso, era fácil diagnosticar que aquilo não era obra dos supostos homens da lei, e aparentemente eles sequer tinha noção da origem daquele efeito sonoro e luminoso, mas com o brilhar do céu, brilhou também uma ideia em minha mente, e desta faria uso rápido, não dando quase tempo para que alguém pensasse, ou conseguísse minimamente levantar uma dúvida. Sequer teria tempo de explanar aos camaradas, mas era o que tinha.

- IAHAHAHAHAHAHAHA MARINHEIROS OTÁRIOS E FRACOTES! EU TINHA CERTEZA QUE NÃO HAVIA COMO ISSO DAR ERRADO! - O grito brotaria da cordas vocais, com todo ar que tivesse tomado para os pulmões em um caçoar puro, quase natural, elevado por todas as habilidades de intimidação que conseguíssem usar, para dar sequência aquilo que poderia ser chamado, talvez, de um blefe, que talvez fosse auxiliado por toda a situação coincidentemente construída, impedindo maiores reflexões sobre a realidade dos fatos. - ENQUANTO ESTÃO AQUI, PREOCUPADOS COM TODAS ESTAS CHAMAS E CAOS BÁSICOS, PERDERAM O GRANDE SHOW QUE ESTÁ OCORRENDO NA AMADA CIDADE DE VOCÊS! - "Tomara que tenha mesmo uma cidade, se não vai foder tudo." - ESTÃO PERDENDO O ESPLENDOR DE NOSSAS FRUTAS DO DIABO, QUE A ESTE PONTO JÁ REDUZIRAM SUA CIDADE A CINZAS! HAHAHAHAHAHAHAHAHA - E daria leves batidas discretas nas costas dos Valharianos(no caso de Rurik, pernas), como que indicasse para que rissem também, mas mesmo não contando necessariamente com isso, esperava que tudo aquilo tivesse alguma chance de nos favorecer. Em todo tempo, manteria o peito erguido, como que orgulhoso por tudo aquilo, não permitindo a mim transparecer a dúvida. - E EU NÃO SEI VOCÊS, MAS NÓS NÃO PRETENDEMOS PERDER O SHOW... VALHARIANOS, PARA O HOLANDÊS! - E apontaria na direção da embarcação, para que pudéssemos ir enquanto os malditos fardados ainda tivessem alguma dificuldade de nos alcançar por conta das chamas, além da possibilidade de toda a intimidação que havia usado, de alguma forma, preocupar-lhes, causar-lhes dúvida, ou algum outro sentimento que poderia atrasar ou atrapalhar o coordenar de suas ações, ainda mais considerando um grupo maior, o qual propiciaria, naturalmente, uma maior discordância entre seus membros. Assim, correria, dando leves empurrões logo no início para que os piratas assimilassem mais rápido que precisavam ir imediatamente.

- Valharianos, vão a frente, preparem as velas, a âncora e os canhões. Se houver mesmo uma civilização, não é possível que não haja um porto ou alguma forma acesso pelo mar para ela. Não faria sentido todo esse trajeto desértico. - Orientaria os liderados, agora baixando um pouco o tom da voz para que, se possível, os antagonistas não escutassem aquilo.

E, de novo, eu me vinha confrontado com uma situação que, de alguma forma, colocava a prova minhas intenções em tornar-me um verdadeiro líder para os companheiros piratas. Por um lado, havia o senso egocêntrico, natural de mim, de seguir na frente, aproveitando-me de minha impulsão natural e capacidade de atingir minha máxima velocidade rapidamente, deixando talvez os aliados para trás, mas por outro - e neste ponto, eu acho que seria a escolha ideal para um bom líder -, se deixasse os aliados irem a frente, ficando para trás, poderia bloquear ainda os tiros que os inimigos davam contra nós, enquanto também poderia, de alguma forma, atrasá-los. Também estava levando em conta, é claro, que se os aliados chegassem antes, poderiam preparar todas as coisas para a saída do navio, com alguns poucos segundos de vantagem que fossem, de forma que eu somente assumiria o timão para dar cabo da direção, a qual cria que nenhum dos outros tinha tantas capacidades.

Desta forma, tentaria ficar por último naquela espécie de fuga - alias, não chamemos de fuga, porque afinal aquele era um ponto estratégico, que visaria causar ainda mais caos e destruição, além de nos permitir melhores saques, provavelmente. Quem sabe não conseguimos, inclusive, mais um boom em nossas recompensas? Com esta ideia, deixaria os companheiros seguirem na frente em direção ao Holandês, inclusive apontando a direção quando notasse a possibilidade deles estarem confusos de onde pudesse estar o barco, recordando-me, a aproveitar de minha mente genial, do caminho e até da forma que havíamos posicionado as pedras para esconder a embarcação.

No trajeto, teria em mãos o escudo - que, na realidade, seria calçado com sua haste no braço esquerdo -, o belo cantil de bebida e os certos fósforos que possuía. Assim, em primeira instância, tentaria defender com o escudo, que não teria de ser necessariamente agarrado por estar preso no braço, os tiros que pudessem vir em nossas direções, tentando repeli-los com o objeto de proteção para os lados, da melhor forma que encontrasse para que o dano dos mesmos não fosse efetivo contra os Valharianos, de forma geral - o que inclui a mim. Enquanto isso, distribuiria pequenos focos de incêndio, jogando quantidades não muito grandes de bebida para o chão, e atirando os fósforos, tentando não fazer um fogo contínuo, mas pontos de fogo que poderiam atrapalhar a aproximação dos homens da lei. Alias, se eles mesmo se aproximassem de mais, tentaria colocar fogo nos mesmos ou até empurrá-los com o próprio escudo para que se distanciassem ou até caíssem, atrapalhando a si próprios, aproveitando de novo do fato deles estarem em um certo bom número. Caso se aproximassem de mais, ainda, poderia tentar passar rasteiras e aplicar chutes, rápidos, sem perder a impulsão da corrida, apenas para distanciá-los cada vez mais.

Aproximando-me então do Holandês, tentaria, se fosse necessário, ir pisando pelas pedras que havíamos colocado, usando dos impulsos da Aceleração, para me lançar, como numa espécie de escada, irregular que fosse, cada vez mais próximo do barco, e tentar saltar para dentro dele quando fosse possível. Se não houvesse necessidade de isto tudo, tentaria somente subir da maneira mais rápida, ainda ateando fogo em que pudesse estar perto, ou no próprio solo para dificultar que nos alcançassem, mas é claro que sempre com o cuidado para não por fogo na embarcação em si.

Subindo então, verificaria as velas, a âncora, e os canhões, se os companheiros já houvessem preparado-os, enquanto que com gritos ordenaria que fizessem o que ainda não havia sido feito, dando a maior prioridade para as coisas ligadas ao velejar do barco(âncora e velas), para logo em seguida pensar nos canhões. Rapidamente, me aproximaria do timão, e quando fosse possível tentaria manobrar o navio com a máxima maestria que tinha do ofício, tendo até mesmo puxado a âncora, caso fosse necessário, para que tudo ocorresse da maneira mais rápida possível. - ATIREM NOS MALDITOS! - Ordenaria, apontando com uma das mãos para o canhão, enquanto a outra estaria no objeto de direção do Holandês, girando-o para o sentido necessário.

- Albo, dê-me a luneta! - E, tendo conseguido ou não o objeto, tentaria visualizar, no contornar da ilha que estaria fazendo, um local onde pudesse haver maior proximidade com a civilização da ilha, conduzindo a Escuna para tal espaço, sempre tomando os devidos cuidados para realizar manobras evasivas de girares rápidos do timão, evitando possíveis danos ao casco e a embarcação como um todo. - Segurem-se, desgraçados! - Gritaria, se tivesse de fazer algum movimento brusco com o Holandês, tentando eu mesmo me manter firme para não ser jogado para fora do barco.

E assim seguiria a navegação, ficando a alguns metros da costa, evitando possíveis obstáculos para o barco, enquanto seguiria as ordens para que os Valharianos atirassem nos Marinheiros. A distancia que manteria da costa seria tomando os devidos cuidados com rochas que poderiam estar próximas, e também para diminuir a possibilidades dos marinheiros causarem danos a nós e ao Holandês. E alternaria entre olhares, preferencialmente com a luneta, procurando por um ponto melhor para atracar, mais próximo de uma civilização, ou qualquer lugar que poderia ter acesso a civis de modo geral. Quando fosse possível ainda, travar o timão sem riscos ao barco, o faria, dando corridas rápidas para os canhões, eu mesmo tentando carregá-los e atirar com eles na direção dos marinheiros, se estes ainda nos perseguissem de alguma forma.
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptyQui 10 Jan - 11:25


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Passado o susto com o clarão no céu que fez todos no local ficarem surpresos e até mesmo fazer o coração do bárbaro bater mais forte, o confronto entre piratas e marinheiro deu continuidade, com os soldados ainda apagando o fogo com suas pás carregadas uma atrás da outra de terra, enquanto o bárbaro vinha tentando bloquear os ataques daqueles soldados que disparavam com suas armas de fogo na direção dos valharianos.

Foi então que o capitão pirata teve a ideia de realizar um blefe para cima dos seus oponentes, alertando sobre um possível ataque em alguma cidade daquela ilha. -Mas que diabos você tá dizen... Ah, sim! ATAQUE! O ATAQUE! HUEHEUEEHUHEU- Concordou o tritão e riu junto depois de compreender o plano... O encarregado dos marinheiros ficou chocado ao escutar tais palavras, retirou um den den mushi do bolso e fez uma rápida ligação. -É verdade que está ocorrendo um ataque na cidade!? Não!? Oras... Então é mentira! Apenas continuem avançando, homens!- Indagou desligando seu meio de comunicação e apontando na direção dos piratas.

Logo, um caminho foi aberto entre as chamas e os soldados começavam a passar para o outro lado, e naquele momento os valharianos já estavam recuando para sua embarcação conforme ordens do capitão barba ruiva. Enquanto que o próprio capitão ficava para trás tentando barrar os marinheiros, utilizando de seu escudo para afastar um ou outro soldado veloz que havia chegado até ele. Aproveitava também do mesmo truque com cantil e fosforo para atear fogo nos marinheiros, mas que logo tinham suas chamas contidas pelo auxilio dos outros soldados que jogavam terra em seus corpos.

A perseguição prosseguiu até chegarem no holandês arrombador, que estava pronto para zarpar e somente aguardava seu navegador o bárbaro para tal. E depois de Siegfried saltar entre as pedras até o navio, finalmente todos os tripulantes estão abordo. -Urgh... Que dor de cabeça ~hiccc~ Não sei o que me derrubou, mas quero outra dose!- Dizia Grogy sem ter ideia da terrível droga que o assolou.

Os marinheiros pararam em uma linha vertical, apontando suas armas para o barco. -FOGO!- gritou um deles, realizando os disparos, alguns furos na vela central e no casco foram feitos, mas logo que os canhões atingiram os soldados, eles começaram a ficar espalhados na praia aturdidos. -Recuem, recuem homens! Devemos relatar isto para caso retornem...- E assim deixavam a praia os marinheiros que fugiam dos disparos pouco precisos de Siegfried e seu bando.

Já estavam longe da costa daquela ilha os valharianos, tendo sua fuga concretizada com sucesso. Os companheiros de Siegfried comemoravam rindo e pulando, enquanto que o proprio bárbaro poderia notar uma nova presença entre eles, uma gaivota que também dançava com sua tripulação, em sua pata esquerda e amarrado em um cordão, uma bussola semelhante a que ganhou de Don Karthus, era ligeiramente diferente da outra...
   



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptyQui 10 Jan - 12:44

- IAHAAAAAA MUITO BEM, VALHARIANOS! BOA, CARALHO! - Lá estávamos todos nós, em nosso belo Holandês Arrombador, pulando e comemorando aquele início de aventura, que havia, de certa forma, dado bastante certo. Apesar de não termos feito nenhum saque em específico e não termos conseguido mulheres, que eram nossos dois objetivos principais, havia, de fato, sido bastante divertido, e no mais profundo de meu ser eu sentia um prazer que a muito tempo não sentia. Estava me sentindo como não sentia a anos, quando participava, mesmo que de maneira não tão ativa, dos ataques do Freys. Me sentia, integralmente, um Frey, e agora um Valhariano, entre aquelas pessoas que, apesar de peculiares, eram meu bando, tendo mostrado-se fieis - com exceção de quando drogados, mas relevemos. - EU DIRIA QUE FOI UMA VITÓRIA! E, COMO EM TODA BOA VITÓRIA, BEBEREMOS! - E então, ainda com uma das mãos segurando o objeto de direção, o timão da embarcação, puxava o cantil do interior das vestes, abrindo-o, para dar aquela bela golada, no puro prazer que só o álcool pode concretizar, passando também para que os outros Valharianos pudessem apreciá-lo.

Contudo, em meio a toda a festa e farra, meus olhos notavam algo ainda mais peculiar do que o normal: um pequeno ser animal, uma gaivota, também dançava conosco, como se também comemorasse a vitória, apesar de eu saber que ela não fazia parte daquela conquista. De qualquer maneira, era um animal irracional, e não tinha necessariamente que me irritar com aquilo. Alias, no primeiro instante sequer acreditava no que estava vendo, de forma que chegaria a conferir, balançando a cabeça, crente até por um instante de que poderia, de alguma forma, ter sido afetado pelo efeito da tal Pequenalegria. "Não, não é uma alucinação..." Por mais alguns poucos instantes, observaria aquele animal, até que o objeto preso em sua pata me roubasse mais a atenção do que a ave em si. "Outro Log Pose..."

E então, mesmo em meio aos pulos e gargalhas dos companheiros, caminharia a passos calmos e pesados, após ter travado a direção, até a gaivota, a princípio não imaginando uma reação de fuga da mesma, tentando colocar a mão e tirar o objeto preso a ela. Se fosse possível fazê-lo de forma pacífica, assim faria, até mesmo cortando o cordão com o machado, caso não conseguísse simplesmente arrebentá-lo com as mãos sem provocar uma reação mais enérgica do bicho. E tomaria a bússola em mãos. Se, contudo, a ave parecesse não aceitar tão bem aquela interação, de certa forma forçada, tentaria com impulsos e saltos alcançá-la, tentando com uma mão agarrar e com a outra, munida do machado, golpeá-la, ou mesmo golpear diretamente o cordão para rompê-lo e pegar a bússola.

- Hm... - Pararia, tendo conseguido pegar o objeto, olhando para o mesmo, e depois para o Log Pose preso no pulso. Naqueles segundos estaria analisando de forma comparativa, observando um e outro, e tentando ver se eram realmente diferentes, e em que ponto seriam. Após isso, os olhos voltariam-se para os companheiros, enquanto o sorriso nascesse de novo na expressão, com certa esperança. - Valharianos... - Diria, distribuindo o olhar para cada um, inclusive para a gaivota, se ela ainda estivesse ali. - Nossa aventura na primeira ilha da Grand Line não foi assim tão boa quanto poderia ser. Brigamos, ateamos fogo em desgraçados, mas essa ilha é uma merda e não tivemos tantas oportunidades de aproveitar o que ele poderia ter a nos oferecer... - Fecharia os olhos por um instante, calmo, puxando o ar para os pulmões pelas narinas, naquela breve pausa, para então... - MAS, os deuses não nos permitiriam perder tempo em um lugar que não valeria a pena, por isso, nos enviaram ISSO! - E então, levantaria a nova bússola, mostrando para os camaradas Valharianos. - E agora, seguindo este Log Pose, iremos para uma aventura de verdade! Estão comigo? - De novo, um olhar pra cada, esperando uma confirmação, mas na realidade independente do que eles dissessem, finalizaria minha fala dizendo: - ENTÃO AVANTE, VALHARIANOS! RUMO A VALHALLA! AHOOOI!

E então, me impulsionaria para correr de novo ao timão, e então já acertaria suas direções conforme o novo objeto de navegação. Prenderia o mesmo no pulso contrário ao Log Pose de Karthus, olhando para ele e girando o timão ao quanto fosse necessário para mudar a direção que o Holandês seguia para a orientada pelo ponteiro do novo Pose. Observaria as velas, tentando procurar com os olhos se haviam furos muito significativos, lançando as palavras para o primata da tripulação. - Albo, avalie os danos a vela! E volte para o cesto! - E então, me dirigiria aos outros dois tripulantes, o tritão e o bebum. - Rurik, Groggy, as velas!

E assim, daria início a navegação, olhando por um instante para a ilha para conferir se não estaríamos sendo seguidos ou algo do tipo.


Viagem:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptySeg 14 Jan - 8:28


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 1/18 to Dream Whater

Mesmo com todos os problemas que ocorreram e fizeram com que os objetivos iniciais não fossem completados, Siegfried considerou aquele confronto na praia como uma boa vitoria para sua tripulação. Deu um novo gole em sua bebida ilimitada, enquanto que manobrava a embarcação para longe da ilha dos malucos que viviam literalmente nas drogas. Foi quando percebeu que seu convés havia um novo tripulante, este que é uma simples gaivota, mas foi o que carregava em sua pata que chamou a atenção do bárbaro.

Andou até aquele pássaro com cautela e com sua mão puxou o cordão que segurava a bussola em sua pata, cortando o mesmo e retirando aquele objeto para si mesmo. Na parte de baixo da bussola o capitão podia ver uma escrição que dizia "eternal pose" enquanto que na parte superior do objeto o nome "dream whater" estava gravado. Aquele eternal pose tem uma armação de madeira detalhada, diferente do log pose que na sua simplicidade só é um ponteiro dentro de uma esfera.

O barbaro colocou aquela nova bussola no braço oposto ao que já havia uma e anunciou aos seus valharianos que o rumo de sua jornada havia mudado, muito devido aos acontecimentos na ilha atual, onde não obtiveram tanto da diversão que almejavam e nem dos próprios objetivos, talvez até mesmo para piratas loucos aquela loucura da pequena-alegria fosse muito.

Seguiram navegando e tomando cada vez mais distancia de tutz tutz island, com Barba Ruiva dando ordens ao primata ao mudar as velas e verificar os danos causados as mesmas. -Foram pequenas variações, capitão! Uns quatro ao todo! Nada que uma costura não resolva!- Disse o Albino que futucava com o dedo indicador os buracos. Em meio a tantos acontecimentos, talvez alguns houvessem passado despercebidos, entre eles um que poderia se tornar até rotineiro...

Grogy, o gordo bêbado, sacolejava seu barril, que novamente tem algo dentro. E como Rurik achou aquilo estranho, logo pediu para o maldito abrir aquilo. -O que DIABOS você tá levando aí dentro!? Abri logo isso MALDITO- Resmungou ao agarrar o barril com as mãos, tendo o gordo reclamando para ele devolver sem sucesso. Despejou o conteúdo do barril no chão do barco, e para a surpresa "ou nem mais tanto" dos valharianos, um homem é quem saiu do objeto. Loiro, na faixa dos trinta e quarenta, estatura média e utilizando um macacão com ferramentas, ainda respirava, tendo apenas alguns "galos" na cabeça. -A-alegria? Onde estou...? Preciso voltar e consertar meu veiculo...- Confuso o novo tripulante coçava sua própria cabeça olhando para todos os lados.          
   



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptySeg 14 Jan - 9:46

Com o semblante neutro, aparentando talvez até um pouco fechado por conta das grossas sobrancelhas e outros pelos faciais que cobriam meu rosto, cantarolava de leve uma canção pirata enquanto mantinha as mãos enganchadas ao timão, travado na direção que deveríamos seguir, até a tal Dream Whater. Mesmo com a boca fechada, pelos buracos das narinas o som nasalizado de uma canção pirata era produzido enquanto observava o gordo bêbado de nossa tripulação a fazer suas graças com seu barril, e ser repreendido por meu companheiro, e agora imediato, Rurik, o Branco.

Não dava-me sequer o trabalho de mover a cabeça para observar a situação, direcionando somente os olhos tom-de-oliva para aquele episódio, somente imaginando o que poderia haver dentro do recipiente que aquele valhariano tinha tanto apreço. Devo dizer que havia um certo prazer em mim ao ver que Rurik se portava com certa liderança diante da tripulação, assimilando com certa facilidade o papel de imediato no Holandês.

Quando um homem caiu do barril, contudo, tinha uma certa surpresa, apesar de não ser tanta por já ter visto Groggy trazendo defuntos, na confusão com a preparação de um drink. "É, mais um corpo para o mar." Sequer dava de ombros, no primeiro segundo, imaginando que o próprio Branco faria o trabalho de despejar aqueles restos mortais no mar. Mas eis que eles se mostravam não restos mortais, mas um indivíduo.

Convenhamos que aquela situação tinha sim um certo ar cômico. Da última vez, com o corpo, não havia me permitido enxergar o humor que o acontecimento tinha, e toda a confusão do gordo bebum, mas hei de admitir que ele ter colocado um ser humano, desta vez vivo, dentro de seu barril, era algo minimamente engraçado. Apesar daquilo, como capitão do Holandês Arrombador e daqueles Valharianos, não poderia permitir que o sentimento transparecesse, ao quanto que tinha de tomar uma posição acerca do clandestino. Mais uma vez, um certo esforço ligado a condição de liderança, talvez. O timão voltaria a ser travado.

- Ora, ora, parece que temos a porra de um clandestino... - A passos pesados, começaria a locomover-me, lenta e dramaticamente, na direção daquele novo indivíduos em questão. A princípio, as palavras sairiam arrastadas, direcionando primeiro o olhar com um toque de desgosto para Groggy, não muito, e então, rapidamente, passando para as profundezas do olhar do loiro, cortando-o o máximo que pudesse com a intimidação natural de um simples fitar, fixo. - Eu não sei se vocês sabem, Valharianos, mas existe uma regra no mar sobre clandestinos... Alguém arrisca? - E então, voltaria o sorriso embebecido de cinismo para os camaradas, esperando por alguns segundos caso alguém desejasse dar um palpite. A mão cataria um revólver, envolvendo-o em uma tentativa de empunhar da melhor maneira possível, puxando-o enquanto erguesse o braço no tom da citação. - "O destino de clandestinos e traidores é a prancha."

- MAS, oh céus, os deuses sabem o quão misericordioso sou... - E então, aos poucos o sorriso iria surgindo, num quase fechar dos olhos pelas bochechas, rindo, mas sem produzir som, direcionando-me aos companheiros como num convite para a gargalhada. Nem eu acreditava naquilo que estava dizendo, sequer acreditava no que ia fazer, mas como um bom pirata conhecia o valor da pressão psicológica, do fazer um maldito sofrer, e era isso que importava: o sentir do medo.

Pararia, do nada, sem avisos, de surpresa, inesperadamente, deixando o semblante quase alegre morrer instantaneamente, fechando-o no abaixar das sobrancelhas, com semblante mais cruel que rotineiramente estampava minhas feições. A este ponto já teria parado de andar, não tão longe de nosso não-convidado, mas também não perto o suficiente parar ser surpreendido. Encararia ele, numa pausa curta, para voltar a falar com o tom rouco, quase como uma fera próxima de seu abate. - Te darei quinze... Não, dez... Dez segundos para me dizer quem és e porque eu não deveria te lançar ao mar, ou te matar agora mesmo... - Num movimento até sincronizado, subiria o braço para frente, mirando o revólver em sua direção, frio como gelo, enquanto puxaria com a outra mão o relógio de bolso, dando uma curta mirada no mesmo. - Dez, nove... - Começaria a acompanhar os compassos do relógio, alertando que o tempo já havia iniciado. - E sem gracinhas...

E olhos permanecendo nos dele o quanto fosse possível, entre os curtos intervalos no ponteiro, sem demonstrar um pingo de sentimento, como um verdadeiro bárbaro, pirata, Frey havia de fazer, inclusive com o dedo no gatilho da arma para que soubesse que aquilo não era um blefe. Em sinais de quase coragem do maldito, chegaria a tremer o dedo na alavanca que liberaria a bala, somente no cuidado para não realmente disparar - não ainda, pelo menos.

Estaria pronto também para uma reação, disparando caso visse que não havia jeito e que o desgraçado tentaria, de alguma forma, fazer alguma coisa que atentasse contra nossa integridade. Contudo, não atiraria em sua cabeça, apesar da arma apontada sempre na direção da mesma, mas em sua perna, ou braço, algo que o incapacitasse ou pelo menos dificultasse suas capacidades de reação, enquanto assumiria a postura de batalha, lançando a arma para trás e puxando o martelo. Se fosse necessário, esquivar-me-ia com saltos e passos, giros e abaixadas, subidas e descidas com o corpo, com o fim principal de evadir, mas dependendo do caso usando dos mesmos movimentos para bloquear batendo no que viesse contra mim, de lado, com minha Couraça do Caos.


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptySex 18 Jan - 16:21


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 02/18 to Dream Whater

Agora que um novo tripulante deu as caras, não que ele tivesse feito isso por vontade própria, já que sua condição no barril foi algo feito por Grogy. Siegfried que considerou até bem humorado aquele momento, travou o timão de sua embarcação, para assim ir em alguns passos até o estranho indivíduo que vem estando de pé em seu convés.

Em sua caminhada pesada, o bárbaro podia notar o semblante de medo sendo formado na face do homem, que apesar de ter ficado de pé, logo voltou ao chão com suas pernas bambas. O homem de macacão não foi o único recuando, pois Grogy também sentiu um pouco de temor ao receber uma encarada de seu capitão, desviou assim o olhar para outra direção…

E para aquela pergunta sobre clandestinos feito por barba ruiva, o único que se prontificou a respondê-lo naquele momento foi Rurik. -Eles se tornam comida de tubarão? HEUEHEUHEUE- Respondeu ele e passou a língua nos dentes. A resposta logo foi escuta, e o tritão deu um soquinho no ar como se dissesse “quase”.

O homem continuou recuando ao arrastar sua bunda no chão, até parar em um dos mastros do barco, e lá ficou abraçado no mesmo. -N-não me coma! E-eu vou dar dor de barriga! N-não me jogue na água! Vai que isso ofende o mar!- Dava desculpas enquanto era intimidado por Siegfried que encontrava-se a alguns passos dele, com uma pistola apontada na direção do corpo humano, enquanto fazia contagem regressiva com seu relógio na outra mão.

Os demais Valharianos ficavam observando aquela cena, cada qual em seus lugares, esperando para ver o que o homem faria em seguida. E antes que a suposta contagem terminasse, ele moveu sua mão até o bolso do macacão, retirando uma “chave de boca” e erguendo tal objeto. -Eeeuuu sei consertar coisas! Sou o mecânico de automóveis! Me chamo Cidd VII!- Vociferou erguendo aquela ferramenta, e depois de usar toda a coragem que tinha, deixou com que o item caísse aos pés do bárbaro.

O mar estava relativamente calmo, mesmo para a grand line, e o silêncio dos demais tripulantes só deixava tudo mais tenso. Restava saber qual seria o destino que Siegfried reservou para “Cidd VII” em meio a sua navegação até Dream Whater...



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptySab 19 Jan - 15:12

É interessante pensar como o destino realmente é moldado pelos deuses para que caminhos se cruzem, pensando desde Rurik, ainda no North Blue, até os demais Valharianos, no Farol, principalmente, e naquele instante, aquele homem loiro que sabe se lá de onde havia vindo, capturado pelo maldito Groggy que não consegue ficar nem um segundo sem fazer merda.

Era nítido o ar que conseguia produzir na tripulação e no próprio homem, talvez no ambiente como um todo, e aquilo me embebecia em orgulho, na sensibilidade notada de estar cada vez mais me destacando entre os homens, o que se esperaria de um herdeiro de Valhalla. Mesmo com o prazer gerado por isso, contudo, não podia deixar transparecer em meio aos olhares malignos aquilo.

E com a resposta daquele ser, enxergava rapidamente uma forma que poderia me beneficiar daquela situação como um todo. Contudo, a angustia ainda pairava no ar, e provavelmente nos corações de todos ali, minimamente. Talvez não no de Rurik. De qualquer maneira, seguiria com o jogo.

O olhar não seria desviado mais do homem, mesmo com o relógio ainda erguido pouco abaixo do peito. Já pouco me importavam os segundos. Somente o encararia, expurgando pelas janelas da alma - os olhos - todo o ódio bárbaro que tinha contido dentro de meu eu. Das profundezas do meu íntimo, um desejo puro pela destruição, pelo caos, pelo terror, transparecido no olhar cruel do pirata que era, permanecendo por segundos naquilo, estático, enigmático, e talvez fosse impossível discernir se estava pensativo ou o que.

- Cidd VII. - Depois de bons segundos de tentação, cortaria tudo com uma fala curta de seu nome, quase sussurrando, mas suficientemente alto para que ouvisse, no tom arrastado. A arma, ainda levantada, e o dedo no gatilho como quem poderia fazer uma bobagem a qualquer segundo. - Ajudará os Valharianos com suas habilidades. Mas, se estiver mentindo, ou tentar alguma coisa, será obrigado a comer os próprios olhos. - De um jeito até meio pitoresco, giraria o braço e guardaria novamente a arma na cintura, já travada. - E eu não estou exagerando. - E só então permitiria que os olhos desgrudassem dos dele, cortando-o.

- Comprove seu valor então. Explique-me sobre o que é essa porra de mecânico de automóveis. Pelas ferramentas, consigo brevemente imaginar, mas... - Daria uma leve pausa, balançando de leve a cabeça para os lados. - Me explique o que sabes. - Novamente, a valorização do aprendizado, algo que vinha me acompanhando a algum tempo e havia me propiciado o aprender de diversas novas habilidades úteis. Tentaria, assim, forçá-lo a me ensinar essas coisas de mecânico, não sei exatamente os termos, essa coisa da engenharia, talvez, enquanto focaria minha atenção, ainda com um olhar naturalmente fechado, sem fazer muitas perguntas. Alias, não faria nenhuma, se fosse necessário

Enquanto isso, é claro, manteria-me atento a possibilidade de ele tentar fazer alguma bobagem, sempre pronto para defender-me num movimento rápido sacando o machado, subindo-o, ou com a própria armadura indo de encontro lateralmente a algum atento contra mim. Ainda, manteria as ordens aos Valharianos para que, se necessário, fizessem as adaptações necessárias no navio para que o curso se seguisse normalmente, com dizeres como. - Soltem mais/Prendam mais as velas!


Explicação:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptyTer 22 Jan - 19:47


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 03/18 to Dream Whater

Logo que escutou sobre o novo passageiro de sua embarcação ter algum tipo de habilidade que lhe pudesse ser útil, Siegfried não perdeu tempo e com mais algumas ameaças exigiu que o tal de Cidd VII o ensine sobre suas habilidades mecânicas.

O homem loiro sacudiu ligeiramente sua cabeça para baixo e para cima, concordando com o que lhe foi pedido, depois se pôs de pernas juntas ali mesmo no chão do convés, retirando todas suas ferramentas para fora do cinto de sua cintura. Depois puxou um papel azul e o abriu de um lado ao outro, revelando uma estranha imagem de várias peças separadas, parecia ser de alguma geringonça, um relógio talvez?

-Bem, bem. Podemos começar com esse “projeto engenhoso”. Ele é bem simples, e até um brutamon… Digo, homem valoroso como o senhor deve conseguir montar! Depois podemos passar para outros mais complexos! Sorte nossa que além das ferramentas tenho as “plantas” que são tipo mapas para as geringonças e também suas pequenas peças em meus vastos bolsos. Então vamos projetar!- Em um tom animado Cidd VII disse todo que poderia para o bárbaro, mesmo que quase tenha escorregado em algumas palavras.

Eles acabariam passando algumas horas trabalhando no que seria o primeiro projeto mecânico, entre estudos na planta do projeto e em descobrir como formá-lo. Rurik e os demais não pareciam tão animados sobre aquele assunto e logo voltaram aos seus afazeres no barco.

O homenzinho de madeixas loiras também decidiu mencionar sobre sua outra habilidade, esta que vem a combinar com sua primeira sobre engenharia. -Ah, você também vai precisar aprender bastante sobre mecânica, se quiser descobrir como desmontar algumas coisas. isto é, se ainda não for me matar é claro…- murmurou desconfiado Cidd VII enquanto mexia uma de suas ferramentas entre os dedos de forma ágil.

Ah, e antes que o capitão e navegador esquecesse… Eles ainda estão na Grand Line, então… nada menos surpreso que o navio mesmo indo em linha reta ter acabado em sair do curso! Logo tal aviso sobre o ocorrido foi dito por Albo do alto do mastro. -Opa, Acho que estão fora do curso, capitão! Melhor verificar sua bússola!- Gritou o Albino. E barba ruiva prosseguiu com as ordens, mas ainda precisava arrumar o curso do Holandês… Parece que não dava para ter sossego nem em um novo aprendizado enquanto estivessem naquelas águas...




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptySex 25 Jan - 17:05

De estudos em estudos, figuras em figuras no projeto, e peças em peças, os olhos de tom verde acinzentado saltavam de um lado para o outro, acompanhando pelo apreender da função de cada uma daquelas coisas. Todo o projeto, em seus detalhes, estava para o engenheiro com um mapa estaria para um navegador, e era interessante, de alguma forma, pensar nisso. De certa maneira, ciências muito distintas, mas que tinham, em alguns aspectos, semelhanças, ou melhor, equivalências.

Toda acumulação do conhecimento era, de fato, muito interessante. Em cada detalhe, minha mente quase que se expandia, pelo contato com conhecimentos que não tinha antes. E o tal Cid VII ainda citava um outro ramo daqueles saberes que eu certamente, levando em conta toda a linha que já estava estabelecida, teria um grande prazer de aprender.

Contudo, antes não esqueçamos do essencial. E talvez eu houvesse me distraído por alguns instantes, tendo os dizeres do valhariano primata me trazido de volta a realidade de que, apesar dos mares calmos, a Grand Line ainda era traiçoeira, e era importante, neste instante, corrigir a rota do navio, de forma que aproveitaria dos instantes entre um aprendizado e outro para rapidamente correr na direção do timão, enquanto apontava ainda para o maldito mecânico, lançando-lhe a ordem. - Então vai me ensinar. - Não haveria ânimo nenhum transmitido vocalmente, apesar do mesmo existir. Meu tom seria somente imperativo, de ordem, como capitão.

No timão, verificaria o Eternal Pose em meu pulso, girando o instrumento de direção quantos graus fossem necessários para que retornasse a rota correta, corrigindo-a com um longo movimento de rotação, e não um simples girar rápido. Enquanto isso, inconscientemente, estaria tentando imaginar as engrenagens e partes da engenhoca que fazia o leme se mover ao girar do timão.

- Venha aqui. - Proferiria, lançando o olhar gélido ao loiro, enquanto ainda com as mãos no timão. - Me ensine tudo o que sabe sobre essa mecânica. - E assim, tentaria mais um aprendizado, com minha mente acima da média neste quesito. Tentaria, no primeiro momento, manter-me firme na direção enquanto escutasse e observasse o que fosse necessário, mas quando fosse preciso travaria a direção para aplicar os saberes que estava aprendendo ali, sempre atento com a direção para adequá-la segundo o Pose, se precisasse, e dando as ordens ligadas as velas aos Valharianos como já descrito anteriormente, tudo sempre com base nas minhas percepções de navegador sobre o mar e a direção na qual estávamos indo.

E manteria-me atento aos dizeres do loiro, também pronto para defender-me, como antes, se ele tentasse algum tipo de gracinha antes, durante, ou depois do aprendizado. Contudo, quando sentisse que aquele momento estava chegando ao seu fim, discretamente acenaria para que os Valharianos se aproximassem, e dado seu fim, esperando que eles já estivessem próximos, estaria com um sorriso no rosto. Talvez um sorriso claramente simulado, levando em conta minhas poucas habilidades no quesito atuação, mas que por ser forçado poderia ser confundido com um doentio até, quem sabe. - Muito bom, muito bom. - Bateria palmas levemente, sem produzir muito som. - Valharianos... Segurem-no. - A ordem seria dada aos companheiros sem muita expressão, e então o sorriso se tornaria um pouco mais real, mas agora realmente doentio, naquele sadismo puro de quem não conseguia mais conter os desejos bárbaros.

- Devo admitir que os conhecimentos transmitidos por este maldito foram minimamente interessantes. - Os olhos iriam ao céu, dando uma averiguada em como estavam as condições climáticas naquele momento, mais para dar a pausa dramática do que para realmente avaliar alguma coisa. O sorriso cínico, demoníaco, estampando as feições. - Mas isso não o faz menos clandestino. - O machado surgiria em uma das mãos, levantando-o como se o apresentasse a todos: o protagonista naquela ocasião.

Assim, aproximaria-me lentamente, com aquela arma bárbara mais leve em uma das mãos, fitando novamente Cid, sem nenhum sentimento além do puro prazer na dor alheia. Usaria de tudo aquilo para manter a pressão psicológica, principalmente se ele estivesse sendo segurado pelos Valharianos, deixando que o machado se aproximasse lentamente de seu corpo, mas com firmeza nas mãos de que não hesitaria porque queria muito aquilo. E ignoraria tudo que aquele homem pudesse estar dizendo, apenas medindo seu desespero enquanto a lâmina se aproximasse vagarosamente de seu pescoço, até tocá-lo, com toda suavidade do mundo.

Seguraria um riso prazeroso dentro de mim, somente com o sorriso, a poucos centímetros do rosto do homem, encarando-o para extrair tudo que ele tinha de sofrer. Os olhos tão compenetrados nos dele não moveriam-se nem um centímetro para a rota de encontro entre os olhares. O machado, antes encostado em seu pescoço, começaria a descer sutilmente, com um mínimo cuidado para não matar-lhe, apesar de não necessariamente evitar cortes, mesmo que não fosse a intenção naquele instante. O fio passaria por suas roupas tentando rasgá-las no descer, puxando-as com a outra mão, caso necessário. Pretendia despir-lhe como um todo, deixando que suas roupas cheias de bolsos caíssem na madeira do chão, até sua peça íntima. Lento, respiração profunda, e quem sabe ansiosa.

E ainda o ignoraria. Sempre. Para que, quando estivesse sem roupas, enquanto o machado passasse por seu corpo nu ameaçando ferir-lhe, pudesse deleitar-me naquele instante. Numa surpresa, o machado iria até seu rosto com velocidade, batendo com a parte plana, chapada e sem lâmina, em um dos lados de sua face, mas evitando cortar-lhe ali. E mais outra, alguns segundos depois, do outro lado. E outra, esbofetando sua face livremente, cruel, enquanto pretendia ouvir seus pedidos de clemência, transmitindo-lhe o sentimento de que morreria quando eu desejasse.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptySeg 28 Jan - 11:07


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 04/18 to Dream Whater

Ao terminar o primeiro aprendizado do barba ruiva, logo Cid avisou o bárbaro sobre um segundo ensino que é essencial para complementar o anterior. Mas antes de começar seu estudo em mecânica, Siegfried foi alertado por sua tripulação que precisava tomar cuidado com a direção em que seu barco estava indo, fazendo assim uma pausa para corrigir a trajetória da viagem. Com a embarcação colocada novamente no caminho correto, o novo aprendizado teve início, aprendendo assim sobre mecânica e todos os seus métodos de montar, desmontar e consertar equipamentos. E quando o tempo do estudo passou, finalmente Siegfried havia concretizado seu aprendizado tanto de engenharia mecânica quanto da própria mecânica em si, ou seja, ele não precisava mais de Cid para mais nada... O bárbaro ordenou que sua tripulação segurasse o loiro, e assim Rurik o fez, o homem ficava esperneando sem entender o porque daquilo. Barba ruiva retirou sua arma, e começou sua tortura cortando o corpo do recém chegado tripulante. Cid era tão frágil que logo no começo desmaiou sem forças e sem oferecer nenhuma resistência para tudo que vinha acontecendo. -Posso comê-lo?- Perguntou o tritão.            



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 6 EmptyTer 29 Jan - 17:38

Malditos sejam os fracos e suas fraquezas! Pois quando eu estava a começar minha sensação de diversões com aquele loiro maldito - com conhecimentos interessantes, mas maldito ainda -, tão pouco o fio do machado passava por sua pele e ele já desmaiava, não me concedendo sequer o direito de vê-lo gritar enquanto tirasse algum de seus dedos ou coisa do tipo. O sorriso simplesmente caiu quando, ao olhar para o mesmo, estava já inconsciente.

Digamos que eu seja um homem que dificilmente se frustra contudo, naquela ocasião, era inevitável que, pelo menos nos primeiros segundos, sentisse alguma frustração, que ficava evidente em meu semblante pelo já citado desmanchar do sorriso instantaneamente. Primeiro, um olhar de dúvida, só enquanto durava o pensamento "Esse maldito já desmaiou?" E bem, depois disso, dar de ombros. E o pedido de Rurik para se alimentar.

- Pode, pode. Pensei que seria mais emocionante. - De certo, tendo dito isso, já nem teria mais a frustração. Tinha demais coisas para pensar, e apesar de ter perdido aquele lazer, não fazia necessariamente questão. - Mas separe as coisas dele e a cabeça. Veja se o desgraçado não possuía alguns berries. - E assim, arrancaria de dentro dos bolsos o belo cantil infinito, abrindo-o, para despejar uma única golada na boca, como um bom alcoólatra. Se alguém desejasse um gole, cederia, mas não faria questão de oferecer-lhes desta vez.

Bem, neste ponto acho que se torna propício falar um pouco mais deste belo cantil. A lembrança mais antiga que tenho dele talvez seja de meus dez ou onze anos - a idade que, por sinal, eu dera inicio a minha vida de bebedeiras. Em minhas memórias, recordo-me claramente, quase como se pudesse retornar em minha mente àqueles momentos, da forma como Loki Frey protegia o objeto. Na época, os Freys até estavam vivos ainda, mas Loki não ousava compartilhar seu cantil com ninguém. Tanto que, quando já mais velho, ele oferecera o objeto para mim, não podia acreditar que estava falando sério...


~Flashback

- Tome, moleque. Fique com meu Cantil de Rum Infinito. - Eram as palavras proferidas pelo velho de cabelos mistos entre o prateado e ruivo, Loki Frey, com nós dois sentados no convés da embarcação em que vivíamos, com as costas encostadas na amurada lateral do navio, em alto mar do North Blue. Nessa época, estava alcançando quase aquela idade que chamam de "maioridade".

- Seu Cantil de Rum Infinito? - Minhas grossas sobrancelhas se levantavam em um ar de dúvida e espanto. Antes, ele não havia permitido que ninguém sequer tocasse o objeto. - Tem certeza que quer me dar isso, tio?

- Caralho Sieg, larga mão de ser viadinho. Pega a porra do Cantil e não me enche o saco. Eu to te dando essa merda. - E eu acabei pegando o objeto, tomando-o em minhas mãos. - Mas apenas comece a usar em uma emergência.


Fim do Flashback ~

Eu quero que se foda se você imaginou uma história mais complexa. Eu nunca disse que tinha sido algo emocionante ou algo do tipo. Na realidade, não houveram mais menções ou episódios ligados a este cantil depois disso. Enfim, de qualquer forma, desde então, eu enfiei o cantil embaixo do chapéu viking e jurei para mim mesmo que apenas o usaria em uma emergência. E no fundo eu nem sei se aquilo fora mesmo uma emergência ou não, mas acabei considerando um momento propício para utilizar o objeto. No fundo MESMO, eu não faço ideia de como o rum neste recipiente nunca acaba, mas este tipo de coisa não é feita para nós questionarmos, apenas para aceitarmos e usufruirmos, não é mesmo?

Estaria então, frente ao timão, para corrigir a rota se houvéssemos nos desviados como antes, tentando assim travar o objeto de navegação antes que eu pudesse seguir para a próxima coisa que queria fazer. Neste ponto, imaginava que Rurik já houvesse devorado Cid inteiro, mas se não houvesse também, poderia esperar mais alguns instantes. Apenas desejava, naquele instante, pegar suas coisas para mim, seus berries, e sobretudo, sua cabeça.

E tendo sua cabeça, sequer daria satisfação para algum dos tripulantes - afinal, não devia satisfação a ninguém - buscando uma daquelas espadas que havíamos roubado dos caçadores. Talvez ela estivesse comigo, ou talvez pelo convés, não tinha certeza.

Independente de onde estivesse, assim que a tomasse, tomaria cuidado pois não possuía maestria com aquela arma, mas tentaria utilizá-la da mesma maneira que utilizara a lança também roubada dos caçadores: indo até afrente do navio, e cravando-a com sua lâmina no chão, não muito distante da própria lança, afundando-a na madeira do convés. Em seguida, tomaria a cabeça de Cid, se Rurik houvesse a deixado como eu solicitara, e a enviaria no cabo da espada - que, pelo lógica, havia de ficar apontado para cima. Assim, o Holandês estaria ostentando duas cabeças de filhos da puta desgraçados.

Contudo, se acabasse por não encontrar a cabeça, me dirigiria então ao companheiro tritão, e havia de reclamar com ele, não de uma forma intimidadora talvez, mas um pouco inconformado. - Porra sardinha de merda, cadê a cabeça do desgraçado? - Sacanagem ter comido ela quando eu pedi para deixar.


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