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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptyTer 18 Dez 2018, 19:15

Meus olhos percorriam aquela inexistência de vida por todo lado, neutro, sem expressar realmente algum tipo de sentimento. Particularmente, aquilo, substancialmente, não me alegrava nem entristecia, de forma geral, apesar de não ser exatamente o que eu esperava da visão da primeira ilha da Grand Line. - É, tudo na merda mesmo. - Tinha de dizer aos aliados, dando de ombros, pra sentir a armadura dar uma leve saltada junto com o corpo.

Mais passos até encontrarmos aqueles indivíduos de antes. Estavam nas mesmas condições, cabisbaixos, rodando em círculos, e tenho de admitir que a primeira impressão que tive era de que fazia sentido diante do lugar de bosta que eles viviam. Não sei se isso faz muito sentido, mas por um instante pra mim fez.

Isso até que meus olhos captassem os estranhos sorrisos forçados nos rostos. Possuíam também armas, mas a expressão daqueles sorrisos cínicos chamara mais minha atenção do que qualquer coisa. "Estranho. Para. Caralho." Era minha conclusão, sem proferir no primeiro momento nenhuma palavra. Tinha o desejo de chegar atacando aqueles indivíduos, mas foi cortado quando notei então o ser no meio da roda.

Um palhaço tão estranho quanto os outros ali, alegando distribuição de uma tal "pequenalegria", que no segundo primário me remeteu álcool, de alguma forma, apesar de logo em seguida ter concebido que era mais uma droga. Talvez isso tivesse algo a ver com os estranhos sorrisos no rosto deles. "A palavra tem alegria no meio, e eles parecem tão felizes. Será que estão todos drogados?" Apesar disso, não chegava a mais nenhuma conclusão.

- Valharianos... - Meu rosto de viraria de forma a olhar para os companheiros piratas, buscando entre eles o homem-macaco de pelugem branca. - Albo, desgraçado, você vai na frente e tenta conseguir essa pequenalegria, fingindo interesse. Tente... Forçar um sorriso como o deles... Não parece tão difícil... E espere a porra do meu sinal. - E então, o olhar voltaria para os outros dois, Rurik e Groggy. - Vocês se posicionem, se possível, no entorno deles por lados diferentes. Quando Albo sacar a espada, nós atacamos e anunciamos o saque. - E nisso, puxaria com a esquerda o revólver da cintura, e o martelo das costas com a destra, firmando as mãos em ambos, tentando ao máximo encontrar o encaixe correto da mão naquela arma de fogo. -  Se necessário, mataremos todos os malditos, e roubaremos as mulheres e o álcool que houver.

Assim, apontaria para cada um dos outros dois pontos que poderiam alcançar, se houvesse possibilidade com a forma do local, visando entrar em formação de flanqueamento, vindo cada um de  nós de cada lado para surpreender o grupo, enquanto que eu próprio tentaria me mover de forma a ficar posicionado também nesta lógica, tomando cuidado para não me aproximar de mais ou fazer algum barulho que pudesse chamar a atenção dos indivíduos para nós.

Com isso, acenaria com um apontar para Albo, tentando captar o momento exato em que ele sacasse sua espada para iniciar o ataque. Se, contudo, eles desconfiassem de alguma forma dele, e atentassem contra antes mesmo do primata sacar a arma, adiantaria o avance e início do ataque.

- OREEEEEEEEEEAAAAAAAAAAAH! - Bradaria como se fosse uma fera, enquanto me lançasse na direção dos homens, erguendo a mão do martelo e o revólver um pouco a frente, já tentando projetar algum tipo de mira, ou coisa do tipo. O semblante, amparado nas natas habilidades de intimidação, buscaria o mais próximo de um misto entre o selvagem e o demoníaco, erguendo o corpo para me impor ainda mais contra aqueles homens. - SEJAM BEM VINDOS A BARCA DO INFERNO! EU SOU SIEGFRIED ULLER FREY, SOMOS OS VALHARIANOS, MAS VOCÊS PODEM NOS CHAMAR DE O PIOR PESADELO QUE JÁ TIVERAM! NÃO HÁ "PEQUENALEGRIA" QUE COMPENSE "A GRANDEDOR" IAHAHAHAHA! - Já não seria só um brado, mas um rugido, de tão feroz que seria naquele instante, como bárbaro, como Frey.

E então buscaria serpentear, rodopiar e saltar por entre os indivíduos ali, como um peão, aplicando-lhes golpes em arco com o martelo, girando-o e rotacionando-o, esticando e retraindo o braço destro para martelar aqueles que possuíssem, em primeira instância, armas visíveis, e em segunda os que parecessem mais inofensivos também. A arma bárbara dançaria de um lado para o outro, sempre atacando, mas quando errando, buscando ser redirecionada sem perder a energia cinética. Os golpes visariam desde as pernas dos inimigos, tentando desequilibrá-los junto aos golpes, como seus troncos, querendo quebrar-lhes costelas, ou até mesmo o pescoço e a cabeça.

Junto a isso, o revólver estaria posicionado para, nas oportunidades certas, atirar contra os inimigos, tentando ainda apreender mais de como utilizar aquela engenhoca bélica. Atiraria somente quando visse que este tiro não tinha chances de acertar alguns dos aliados, tentando inclusive, em todo momento, dançar junto a dança deles, ou seja, lutar em harmonia com as movimentações que estava fazendo, nem que para isso tivesse que apontar as vezes com a arma a direção que deveriam ir para que nosso ataque fosse mais efetivo.

Também, manteria os padrões de utilização das pernas em chutes para empurrar e desequilibrar os inimigos, mas também para causar dano. Levantaria as pernas, em meio as movimentações, socando contra os inimigos as canelas ou plantas dos pés, quando fosse propício e pudesse ajudar. Em meio a tudo isso, estaria buscando tentar entender o padrão de movimentação dos novos adversários, e como reagiriam, ainda mais considerando a surpresa e o posicionamento, que seriam elementos estratégicos ao nosso favor.

Num sentido de defesas, a própria movimentação propiciaria, certamente, a evasão de diversos golpes, principalmente por conta do estilo de luta diferenciado e, consequentemente, pouca noção dos inimigos de como seriam minhas movimentações. Saltos e giros, abaixadas e impulsos utilizando das habilidades de Aceleração seria primordiais para tal. Mas, quando o mover do corpo não fosse o suficiente, utilizaria do próprio martelo para golpear ataques que pudessem vir contra mim, lançando-os em outra direção e, se possível, tentando forçar a abertura de uma brecha na base do inimigo, aproveitando com um tiro ou chute. Poderia, contudo, apenas colocar o martelo a frente do ataque, dependendo de como fosse, e enrijecer os músculos para defender-me.

Ainda, por conta da armadura, conseguia uma facilidade de bloqueio extra, que seria tentando bater com a próprio estrutura metálica nas laterais de um golpe, por exemplo, para que não me acertasse em outro ponto não protegido. É claro que tomaria cuidado com pontas de lâmina, por exemplo, mas usaria o quanto pudesse a armadura para me defender.
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptyQui 20 Dez 2018, 20:06


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

O barbaro voltou suas atenções para seu grupo, em especifico Albo para lhe dar uma ordem, ir até aquelas estranhas pessoas e tentar obter seja lá o que fosse aquela tal de pequena alegria. Concordando com a cabeça o mink respondeu -Certo, vou tentar falar com eles. Não dando certo, vou me preparar para o pior!- e seguiu andando em direção dos estranhos humanos que circulavam o palhaço. Enquanto Albo seguia normalmente andando, os demais piratas foram pelo flanco, todos incluindo Siegfried tomavam cautela para não serem descobertos.

Quando foi avistado, Albo parou de forma repentina, acenando para aquelas pessoas. -Olá, gostaria de saber se essa substancia que vem tomando pode ser compartilhada...?- Disse ele, com todos o encarando, depois três deles cambalearam na direção de Albo, e apontaram seus dedos indicadores para o mesmo. -Um forasteiro!- Gritou o sorridente homem sacando uma adaga, e os demais o seguiram, indo na direção de Albo, que com o braço acenou desesperado para Barba Ruiva e os outros virem. -FODEU!- Deixou escapar ao dar alguns passos em recuou.

Siegfried veio com sua pistola apontada em mãos, mas o que acabou usando primeiro foi o martelo. Saiu serpenteando e golpeando os alvos que vinham pela frente, no total de uns três, que pareciam tão leves e frágeis que até voavam alguns metros antes de cair de face no chão, e mesmo com os dentes quebrados e sangue escorrendo, aquelas estranhas pessoas continuavam sorrindo. Dos flancos, Rurik e Grogy vinham correndo e gritando, tentando acompanhar seu capitão.

Em meio aos golpes, uma coisa é certa, sempre que o palhaço parecia ser o próximo alvo, alguém se jogava para protege-lo. -Protejam nossa pequena-alegria, protejam nossa amada salvação da tristeza!- Ordenava o homem com cara de palhaço, e assim o faziam com seus corpos sofrendo disparos, marteladas e cortes. Ao todo já haviam caído oito pessoas. Maioria pelas mãos de Barba Ruiva. Porém, elas ainda insistiam em tentar a voltar ficar de pé, repetindo de forma hipinótica a mesma frase "Minha alegria, minha pequena alegria..." e chegou até um ponto em que parecia mais um coral de tantas pessoas repetindo a mesma coisa...
               



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySab 22 Dez 2018, 23:52

E a chacina começava. Enquanto meus pés se moviam de um lado para o outro, batendo-me de direção em direção como um peão mortífero, com meu martelo a fluir em caos pelo ar, e com os estampidos agudos daquela arma de fogo, não podia deixar de reparar, mesmo que fosse com canto de olho, como aqueles indivíduos, mesmo caídos, permaneciam com o extremo sorriso inerte nos rostos. Porra, eles já perdiam dentes e não o sorriso. "É a porra da Pequenalegria... Só pode ser..." Pensei, apesar de não me perder muito naquilo em meio as trocações.

Golpes e mais golpes, e uma coisa a mais se notava: quando estava me aproximando daquele palhaço das seringas, o que distribuía a substância a todos, eles simplesmente entravam e se jogavam na frente, como que protegendo-o com suas próprias vidas. Eu começava a assimilar cada vez mais o efeito daquela "Pequenalegria", de forma que era muito óbvio que existia uma necessidade, um vício maior que o meu por álcool, naqueles indivíduos que desejavam ser seringados.

E o coral de vozes daqueles escravos da pseudo-alegria seguia, não sendo a música que gostaria de ouvir naquele ataque. Pra ser sincero, queria gritos, desespero, e aquilo era muito... Mórbido, quem sabe. Foi quando algo se acendeu em minha mente, como se uma lamparina tivesse seu pavio incendiado, clareando as ideias. "É isso, porra..."

Com uma ideia formada em minha mente, eu assim manteria quase que o mesmo padrão de movimentações de antes. Neste caso, não me aprofundarei tanto aqui nestes padrões de movimentações, ataques e defesas, de forma que se baseie no escrito anterior, até para que não fique de alguma forma repetitivo. Basicamente, ainda estaria batendo entre os homens, utilizando do martelo e do revólver, com os movimentos próprios do estilo que já propiciavam alguma evasão, e utilizando da arma bárbara e da armadura para realizar os bloqueios ao quanto fosse necessário, pelo já descrito.

Enquanto isso, contudo, tentaria agora variar em um ponto: estaria focando totalmente chegar naquele palhaço que portava as seringas. Os golpes, desta vez, se fosse necessário, seriam muito mais para remover quem houvesse na frente dele, combando os tiros e as marteladas enquanto fosse propício, até mesmo, como também descrito antes, chutando, agora para os lados, para que os adversários abrissem espaço para aquele ser. Assim que sobrasse uma brecha, avançaria com um dash em minha máxima velocidade em sua direção. Faria de tudo para alcançá-lo, nem que tivesse que usar do próprio corpo, com a armadura, munindo-me de encontrões para empurrar qualquer dos indivíduos para o lado.

No primeiro momento não avisaria de meus aliados aquilo que estava fazendo, contudo caso notasse que os inimigos já haviam percebido minhas motivações em ir de encontro ao palhaço, então não faria mal em bradar para os que estavam comigo os planos, visto que isso não ajudaria muito os oponentes. - Valharianos, precisamos pegar o palhaço! Se pegarmos toda a Pequenalegria, nos darão o que quisermos em troca. - "Inclusive bebida." E sim, eu preciso dessa porra, já está ficando complicado todo esse tempo sem uma única gota de álcool na boca.

Desta maneira, conseguindo de alguma forma, entre minhas tentativas, alcançar o palhaço, tentaria rapidamente, ainda naquela tentativa do estilo de combate de não perder a energia cinética da movimentação, segurá-lo com um dos braços, contornando-o enquanto o envolvesse, o fazendo da forma mais confusa e imprevisível que pudesse para que ele ficasse perdido em meio aquilo, tentando inclusive prender nisso seus braços num meio abraço, ficando por trás dele, e tentando golpeá-lo com o martelo na cabeça quantas vezes fosse possível e necessário para a imobilização ficar mais fácil. Se fosse possível, tentaria encostar a arma em sua cabeça o quanto antes e disparar, tomando cuidado para não ferir a mim, nem nenhum dos Valharianos, neste processo. - Rurik, me ajude a segurar esse desgraçado! - Gritaria, se fosse necessário, pedindo ajuda do companheiro tritão que tinha, tenho de admitir, mais força bruta do que eu, de alguma forma. Conseguindo contê-lo, afastaria-me com saltos, tentando puxá-lo, auxiliado por minha velocidade, para alguns metros dos inimigos, me afastando mais caso tentassem se aproximar.

- Valharianos, agrupem-se! Precisamos estar próximos para protegermos uns aos outros agora! - Daria a ordem de comando, e então puxaria o ar com força para minhas narinas, mordendo levemente o canto inferior da boca enquanto que, por um segundo, fecharia os olhos, concentrando-me em toda intimidação que pudesse ter, rapidamente. No instante que os abrisse, já direcionaria o olhar mais demoníaco, mais assustador, mais intimidador, para os inimigos, usando de cada partícula de minhas habilidades para os fazer tremer na base. - TODO MUNDO PARADO NESSA PORRA! - Aí já não estaria nem mais falando, mas rugindo como uma fera selvagem, até de alguma forma forçando uma posição mais intimidadora do que a que já tinha naturalmente. - ESCUTEM TODOS, SE ALGUÉM OUSAR DAR MAIS UM PASSO, VOCÊS NUNCA MAIS VÃO VER ESSA PORRA DE PEQUENALEGRIA. - E o olhar, monstruoso, iria para cada um daqueles malditos viciados. - EU QUERO 10 LITROS DE RUM, 10 MILHÕES DE BERRIES E UMAS VADIAS BEEEEM GOSTOSAS! E EU TO POUCO ME FODENDO DE COMO VOCÊS VÃO CONSEGUIR ESSA MERDA NESSA ILHA DE BOSTA DE VOCÊS, MAS EU VOU LHES DAR... - Pegaria, com a canhota, o relógio, conferindo o horário. - ...10 MINUTOS PARA VOCÊS TRAZEREM ESSA PORRA AQUI, E EU LHES DOU MINHA PALAVRA QUE TERÃO ESSA PEQUENALEGRIA DE VOCÊS. - Mas foda-se minha palavra também, piratas não precisam disso. Encararia-os por um segundo, tentando dar mais uma martelada na cabeça do palhaço, tentando mantê-lo certamente afastado dos outros viciados.

Também ficaria atento as movimentações deste palhaço, de forma que tentaria sempre apertá-lo com os braços o suficiente para imobilizá-lo, e tentando sempre aplicar golpes com o martelo o quanto fosse possível. Se Rurik tentasse ajudar a imobilizar, tentaria agir em sincronia com seus movimentos para segurar o homem e tentar desmaiá-lo. Se possível, caso ele estivesse desmaiado ou morto, tentaria pegar as seringas contendo a droga, tomando cuidado para não ferir-me. Enquanto ele estivesse acordado e resistindo, contudo, manteria a movimentação de pernas e tronco tanto num sentido evasivo quanto num defensivo (colocando a armadura a frente de algum afronte, por exemplo).[/color][/i]

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySeg 24 Dez 2018, 17:16


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

O Bárbaro prosseguiu com seu avanço desenfreado, visava a todo custo alcançar o palhaço que vinha se esgueirando e sendo protegido por seus “escravos” da droga de nome pequena-alegria. Um homem primeiro ficou na frente do pirata, que rapidamente o removeu de seu caminho, vendo finalmente uma abertura para alcançar o seu alvo, o palhaço.

O auxiliando logo atrás o tritão Rurik estava arrastando aos dentes outro homem, até que uns três indivíduos pularam sobre ele. O mesmo se sucedeu com Barba Ruiva, que teve algumas pessoas o agarrando onde fosse possível para deter seus movimentos, sendo um indivíduo em cada perna e outros dois presos em sua cintura, um de cada lado.

Os rostos dos inimigos enquanto o seguravam é de extrema felicidade, prosseguindo com sua cantoria desenfreada. Já aquele palhaço, optou por recuar e sair pela retaguarda às pressas, corria igualzinho a um verdadeiro palhaço de circo, com as pernas abertas e de forma lateral, muito bizarro. Seus comandos finais não fugiram muito do que já havia tido. -Protejam nossa alegria, nossa pequena-alegria!- Ordenou em sua ligeira correria e seus usuários o atendiam de imediato.

Sendo que ainda restava um certo montante de pessoas, talvez umas dez, mas seria difícil para os piratas definirem o número, já que até os caídos faziam esforço para tentar voltar a ficar de pé e acatarem as ordens do palhaço. Além de seu problema com os sorridentes inimigos que impediam seus movimentos, Siegfried também pode acabar tendo que ficar preocupado com seus dois outros valharianos, o macaco e o gordo, que pareciam bastante estranhos…

Andavam na direção do bárbaro como dois zumbis, sorridentes, pareciam estar visando chegar até ele enquanto realizavam alguns passinhos estranhos de dança. Nos ombros de cada um, uma seringa estava presa! Isso já podia trazer claramente uma definição para o que pode ter ocorrido.

E voltando ao palhaço, ele ainda não havia sumido de vista, mas sua velocidade de corredor também não era nada comum, porém, por razões que apenas um afetado por drogas poderia entender, ele desdobrou um monociclo "sabe se lá de onde surgiu" e subiu no mesmo, pedalava no mesmo, mas se movia pouco comparado ao correr com os pés. -Minha alegria vocês não tomaram, pois o palhaço "Frusty" jamais alcançaram!- Falava de si na terceira pessoa; provando cada vez mais a falta de sanidade mental.




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySeg 24 Dez 2018, 18:21

- SOLTEM-ME, DESGRAÇADOS! - Gritava eu, Siegfried Uller Frey, em raiva, vendo meus planos simplesmente falhando quase que totalmente. Estava em um misto entre a ira bárbara de não conseguir ir em frente com a estratégia e a quase abstinência, ocasionada pela falta de álcool cada vez maior em meu sangue. Era, convenhamos, desesperados, mas neste caso eu não sentia desespero, afinal não era um sentimento tão típico de mim, mas um ódio tão profundo, tão intenso que bastava se manifestar, no primeiro instante, em ameças. - EU VOU FAZER VOCÊ SENTIREM TANTA DOR QUE VÃO DESEJAR NUNCA TEREM NASCIDO!

E aqueles malditos sorrisos que apenas aumentavam minha cólera. Os desgraçados simplesmente NÃO PARAVAM DE SORRIR. "EU VOU TER QUE QUEBRAR CADA DENTE DE CADA UM AQUI PARA QUE ELES TIREM ESSA PORRA DE SORRISO DO ROSTO, CARALHO?" Pensava, já me limitando a nem dizer mais. Precisava agir, e agir rápido, de forma que as próximas palavras seriam somente direções aos Valharianos, até segunda ordem, até que estivéssemos em uma situação um pouco mais controlada. Porra, a gente vai mesmo deixar um bando de DROGADOS nos subjugar dessa maneira? NÃO! NÓS SOMOS VALHARIANOS. E EU SOU... EU SOU...

- EU SOU... - Tá, foda-se também essa coisa de limitar minhas palavras. Os próprios Valharianos, com exceção de Rurik aparentemente, já estavam dominados também pela droga. E o maldito palhaço fugindo. AH NÃO, ELE NÃO VAI FUGIR, NÃO. - SIEGFRIED ULLER FREEEEEEEEEEY! - E chega de brincadeira nessa caralha.

Nisso, já me impulsionaria para o lado, lançando-me ao chão, mas visando acertar aqueles que me seguravam com o próprio peso, corpo e velocidade, esmagando-os contra as terras desérticas daquele inferno, tentando retrair as pernas para que os joelhos os atingissem como ponta, e forma a intensificar o dano. Tão logo, estaria girando o martelo no mesmo movimento, com todo o ódio acumulado no apertar do cabo da arma bárbara, tentando abranger o máximo de inimigos com aquele golpe. Também atiraria para todos os lados, não evitando ninguém a não ser Rurik e eu próprio, apesar de se possível não atirar diretamente nos aliados. Desenfreado, moveria os cotovelos e a cabeça, tentando acertar de qualquer forma aqueles seres desprezíveis que só mereciam o inferno. "ISSO, MANDAREI TODOS PARA O INFERNO!"

Enquanto movesse o braço esquerdo de um lado para o outro, tentando atingir aqueles inimigos próximos ou juntos a mim com o martelo ou com o próprio membro, tratando a arma bárbara quase como uma extensão de meu corpo, e as pernas chutando, joelhando, empurrando todo que viesse contra mim naquele momento, tentaria me levantar num dash caso houvesse ficado no chão com aquele movimento anterior para tentar me livrar dos inimigos. Se fosse necessário, contudo, me mover no chão, rolaria, saltaria e até me impulsionaria com movimentos do tronco e da cintura, frenético, para me desvincilhar e evitar qualquer ataque que fosse. Quando possível, ainda, tentaria bloquear utilizando ainda da armadura e do martelo, além dos próprios membros que poderiam ser usados contra ataques que não viessem com lâminas, por exemplo.

- DESGRAÇAAAAAADOS! MORRAM! MORRAM! MORRAM! - Balbucearia, denotando a consciência que ainda tinha, como forma de mostrar que aquele não era um estado irracional. Era de raiva, de barbarismo, mas de insanidade ainda não. Isso é, depende do que você considera insano. - MOOOOOOOOOOOOOORRAAAAAAAAAAM!

E, como ato desesperado, havia de lembrar-me e utilizar de um artifício que não achava que usaria tão cedo em minha aventura pela Grand Line, mas que de qualquer forma era o que tinha naquele instante, então usaria. Assim, já tendo guardado o revólver enquanto gritava, distribuindo também socos e cotoveladas agora com a canhota aos inimigos, buscaria em meio a estes, com esta mão esquerda, o interior do chapéu viking, cruzando os dedos por entre as madeixas castanho-ruivas embaraçadas, para pegar o objeto escondido abaixo do adorno com chifres: O cantil de rum de meu tio Loki, estampando a bela caveira pirata em seu metal.

O abriria, mantendo as movimentações ofensivas, e defensivas - tentando saltar de um lado para o outro, com os dashs, ou girar, dar passos, abaixar-me ou subir o corpo, inflando ou desinflando o peito, e arqueando para frente e para trás o tronco e os membros ao quanto fosse necessário, tanto para bloquear os ataques com a armadura e o martelo (podendo usar do cabo e da cabeça da arma) -, que na verdade já se confundiam, pois as defesas poderiam surgir com o rebater dos inimigos, ou as ofensivas poderiam surgir de uma primeira defesa, empurrando com o corpo, com os braços e com as pernas quem quer que fosse, para então virar a bela golada do delicioso, maravilhoso e prazeroso rum sobre minha boca, engolindo como um naufrago engoliria água que não bebia a dias. Engoliria aproveitando cada gota daquela golada, lambendo até os beiços para que não restasse nenhuma pequena parte de álcool que não fosse consumida. "Prioridades, porra!" Eu respondo a quem poderia questionar-me sobre beber antes de usar o rum para fins estratégicos. Tamparia com o simples movimento dos dedos, para seguir sem molhar-me - algo que eu também tentaria tomar cuidado.

Pois então, buscaria também a caixa de fósforos, que deixava sempre no bolso da frente, para que não houvesse maiores dificuldades no seu alcance, ainda tentando fazê-lo enquanto distribuía golpes para os inimigos em volta, principalmente se houvessem alguns ainda tentando me prender. Alias, para que se desprendessem, as próprias movimentações, como giros e encontrões com o corpo nos outros, poderiam auxiliar. De qualquer forma, alcançando então a caixa de fósforos, na mesma mão do cantil, o dedão voltaria a abrir o recipiente, agora lançando o braço para os lados enquanto girava, tentando jogar rum para todos os inimigos ali, os de pé e os no chão, é claro que com um mínimo cuidado para não molhar a mim, a Rurik, nem aos Valhariano, por mais malditos drogados que eles fossem/estivessem agora. Assim, logo em seguida, daria um curto tempo no segurar do martelo, segurando-o ainda com três dedos e a palma da mão fechada, usando do que restava para acender fósforos e começar a lançar na direção dos inimigos possivelmente molhados pelo rum, enquanto que tentaria saltar, em dashs, na direção de outros que não houvessem ficado molhados, tentando molhá-los e colocá-los em chamas.

Em segunda instância, assim que houvesse tempo, derramaria parte do líquido alcoólico na cabeça do martelo, como diversas outras vezes fazia, acendendo-o também com um fósforo. Isso, colocaria a cabeça da arma bárbara em chamas, e então poderia preocupar-me menos com o acender de fósforos, pois quando desejasse incendiar alguém já molhado de rum, usaria desta vez do próprio martelo.

Desta forma, distribuiria movimentos em arco verticais e horizontais com o martelo, na mesma lógica de movimentação anterior, mas agora tentando golpear os inimigos enquanto jogaria o rum neles, para tentar incendiá-los. Golpearia-os para que os próprios golpes causassem dano, para que o fogo da arma os queimasse, mas também para que fosse o início da chama em seus próprios corpos. De novo, enfatizo, estaria tomando todo o cuidado possível naquela situação para não me molhar, não molhar a Rurik, nem sequer nenhum dos Valharianos.

- QUEEEEEIMEEEEEEEM! QUEIMEM NAS CHAMAS DO HERDEIRO DE VALHALLA... - Gritaria, enquanto impusesse o fogo sobre os inimigos, já notando que o sorriso bárbaro, determinado e voraz, estaria novamente estampando as feições, no prazer que tinha da batalha, da destruição, do caos de forma geral. - ...SIEGFRIED ULLER FREEEEEEEEEEEY! SIEGFRIED ULLER FREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY! - Quando me desse conta, estaria de novo repetindo o nome, como o grito de guerra que tinha, como impondo quem era diante daqueles reles seres desprezíveis.

E, ainda, caso em meio as movimentações passasse perto de Groggy, ou até de Albo (apesar de esperar maior eficácia disso com o bebum), tentaria não causar-lhe dano muito grave, batendo com o corpo, chutando, dando cotoveladas e encontrões, mas tudo para que conseguísse atingi-lo com o verdadeiro plano, que seria colocar o recipiente com bebida em sua boca, virando o rum para dentro, enquanto tentaria tirar a seringa - empurrando-a mesmo, por mais que isso pudesse gerar, não faço ideia, alguma complicação -, gritando o mais próximo de seu ouvido que pudesse. - VOCÊ É A PORRA DE UM VALHARIANO! PARA. COM. ESSA. MERDA. CARALHO! - Mas, se visse que aquilo não era tão efetivo, desistiria sem insistir muito, apesar de ter sim alguma insistência, principalmente com Groggy, utilizando do álcool.

Caso passasse, em meio as movimentações, próximo a Rurik, e ele estivesse tendo problemas, tentaria golpear, da mesma forma já descrita, quem quer que estivesse causando problemas a ele. Mas convenhamos, um tubarão de três metros deve ter maior facilidade de se desvincilhar de humanos tentando prendê-lo. De qualquer maneira, não daria álcool para ele agora, apenas caso fosse realmente muito propício, como se estivéssemos por segundos fora da trajetória dos inimigos, eu mesmo tentando virar o cantil em sua boca, com cuidado com seus dentes para não perder a mão, mas mantendo o objeto comigo. Afinal, aquilo tinha ainda certo valor sentimental, e era algo, a princípio, para emergências, então não largaria de jeito nenhum.

De qualquer forma, meu objetivo principal ainda era o palhaço, e não podia deixá-lo fugir. Assim, utilizando de minha aceleração, de impulso em impulso, quando fosse possível, tentaria alcançá-lo, e agora diferente de antes, tentando acertá-lo com o martelo incendiado, rodando-o ao lado do corpo, e circundando eu mesmo o inimigo, quando fosse possível, para diminuir suas capacidades de evasão naquele instante. Ainda, se tentassem se jogar na frente, tentaria colocá-los em chamas, a menos que fossem os Valharianos, os quais tentaria simplesmente empurrar. Poderia empurrar também os outros, se fosse mais propício, sempre dependendo da situação e do caso, avaliando com o uso de meus conhecimento de batalha e estratégia. De qualquer maneira, precisava acertar o palhaço, o tal de "Frusty" - "alias, nome de viadinho do caralho." -, e se o acertasse, golpearia diversas vezes, tentando enquanto isso pegar alguma seringa, algum recipiente onde estivesse a Pequenalegria.


Explicação - Cantil:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySab 29 Dez 2018, 11:48


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Aquela situação deveres embaraçosa de estar sendo barrado por meros drogados não agradava nem um pouco o bárbaro, que começou a gritar e reclamar daquela situação. E como não bastasse todo aquele empecilho, o seu alvo principal que é o palhaço Frusty estava fugindo para longe de toda aquela confusão. Para desfazer todo aquele problema, Siegfried começou fazendo alguns movimentos com suas pernas e corpos, batendo os corpos dos drogas contra o solo do local até que o largassem, depois com a pistola adquirida realizou disparos contra os que ainda se opuseram em seu caminho.

Não foram lá tiros precisos, mas como aqueles loucos sorridentes faziam questão de virem de frente, também não foi nenhum desafio os derrubar com tiros e outros golpes. Mas claro que os sorridentes não parariam por aqui, voltando a ficar de pé com seus corpos feridos, e sem outra alternativa, Barba Ruiva recorreu ao aparato que havia embaixo de seu elmo, um cantil no qual utilizou para beber e derrabar álcool contra os inimigos e também em sua própria arma. Gritou enquanto colocava fogo no que podia, exceto seus companheiros...

Seguiu golpeando e queimando o que podia, fazendo finalmente com que os sorrisos nos rostos dos drogados "apagasse" e seus corpos em chamas corressem em direção da praia e dor mar, outros apenas ficavam rolando no chão quente em gritos angustiantes e choro. Rurik foi ajudado por seu capitão na retirada dos estorvos vivos de suas costas, e assim seguiu para ajudar Albo e o gordo, os segurando para que Siegfried os golpeasse e eventualmente ficassem desacordados, quem sabe até o efeito da droga passar...

Mas a confusão ainda não havia terminado, pois o barbaro prosseguiu no encalto do palhaço, o alcançando e tentando golpear o mesmo com sua arma em chamas, mas de forma inesperada Frusty saltou de seu monociclo e empunhou o mesmo, sim, empunhou aquele monociclo e bloqueou o ataque de Siegfried, depois apertou um pequeno botão no objeto e laminas afiadas surgiram furando a unica roda daquele transporte. As laminas giravam de forma frenética como uma hélice. -Naninanão! O palhaço Frusty você não vai queimar, pois sou eu que o vai triturar!- Proclamou apontando sua arma peculiar na direção do Barba Ruiva.      




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySeg 31 Dez 2018, 15:35

Música para os meus ouvidos eram os gritos daqueles desgraçados malditos, que não mereciam sequer as chamas que queimavam seus corpos fracos e inúteis. Bastardos! Bastardos! Era aquilo que mereciam por se opor ao caminho do guerreiro, futuro herdeiro de Valhalla, Siegfried Uller Frey, e seu bando de Valharianos. O prazer em ver-lhes sofrer era imensurável, indescritível.

Tudo aquilo só me inspirava, como se fosse uma musa encantadora, a seguir no avance contra o maldito palhaço, talvez o responsável por grande parte daquela confusão na qual nos encontrávamos. A comparação com uma musa, em minha visão, é muito válida, pois tenho por mim que a desgraça de meus inimigos é realmente uma musa, uma mulher, uma vadia que se entrega a mim a cada batalha, me deliciando em suas carnalidades e obscuridades mais profundas. Não semelhante, mas quase comparável a um orgasmo.

Assim, disparei contra o inimigo, no descer da arma bárbara contra si, contudo tive uma surpresa quando ele bloqueava meu golpe com aquele veículo estranho que ele utilizava anteriormente. Num piscar de olhos, aquele objeto se tornava uma arma mecanizada, acompanhado de uma rima - convenhamos - bastante tosca proferida pelo tal Frusty. Contudo, não pense que aquilo me desanimava. Não, de forma alguma.

- É DISSO QUE EU ESTOU FALANDO, CARALHO! HAHAHAHAHAHA - Exatamente. O prazer de incendiar aqueles inimigos viciados e fúteis, de alguma forma, era incrível sim, mas o prazer de uma batalha direta, um contra um, era incomparável. Chegava quase ao êxtase, possivelmente até tremulando de tanto prazer que aquela situação propiciava. - VEREMOS QUEM TRITURARÁ QUEM, PROJETO DE VERME! - Acompanhando o grito, os pés apertados contra o chão, a destra unida ao cabo do martelo, um último gole do cantil para fechá-lo, metendo-o no bolso, para ficar então com aquela mão livre. Não me limitaria sequer a olhar para trás, para Rurik. Aquela batalha era minha, e se o tritão quisesse participar, que participasse, mas eu claramente não faria questão.

Arrastaria levemente um dos pés para trás no chão, e esta perna daria início ao movimento me disparando em total velocidade, logo de inicio, na direção do antagonista, projetando o martelo já para frente, como uma extensão do próprio braço, esticando-o, de forma a tentar um ângulo reto (90°) com meu corpo. Assim, estaria avançando com o máximo de alcance para frente, tentando mirar o peito do palhaço, enquanto reduziria, no primeiro momento, suas capacidades de acertar-me, exatamente pelo tamanho do martelo somado ao braço, que tornaria a distância entre nós maior que dois metros, talvez.

De qualquer maneira, aquele seria o primeiro movimento, utilizando de toda a impulsão e peso do próprio corpo para tentar alcançar o inimigo com o máximo de potência naquele golpe, contudo, logo em seguida, tendo passado por ele ou acertado, já saltaria para o lado, e iniciaria as movimentações que se baseariam nos passos e giros rápidos, com saltos de um lado para o outro, arqueando e esticando o tronco para criar não um padrão de movimentações, mas ataques imprevisíveis contra o palhaço.

As marteladas seriam desenhadas na horizontal, vertical e diagonal, pelo mover do braço que portava a arma bárbara, somado a toda a inércia da movimentação constante do corpo. E não me permitiria perder tal inércia, de forma que se um golpe passasse no ar, já giraria, ou em torno do próprio eixo, ou o próprio braço ao lado do corpo, emendando um outro ataque, com máxima velocidade, amparado pela própria aceleração, visando dar pouco espaço para o palhaço. Enquanto isso, suprindo o tempo que poderia haver entre uma martelada e outra, as pernas se elevariam com velocidade, fosse para frente, fosse para trás, e para um lado ou outro, batendo com a sola, frontalmente, ou com a canela e pé como um todo, lateralmente. Dependendo da distância, poderia ainda lançar mão de uma joelhada ou outra contra o abdome do adversário.

Contudo, não sabia o potencial de ataque daquela arma-veículo giratória, de forma que esta seria minha principal preocupação. Com mais prioridade até que os próprios golpes, viriam os bloqueios, que se consistiriam, em primeira instância, no rebater de qualquer ataque que fosse direcionado a mim, usando da cabeça do martelo e de seu cabo, empurrando o ataque em outra direção e tentando complementar com ataques corpo-a-corpo nas possíveis brechas que surgissem. Neste ponto, a mão livre, que antes estaria apenas auxiliando no manter do equilíbrio do corpo nas movimentações, poderia ser usada em socos contra a face do palhaço, contudo sempre tomando cuidado para não ferir-me em sua arma. Alias, todo ataque, principalmente os utilizando o próprio corpo, teria o cuidado para não lançar parte de mim diretamente contra arma do oponente, recuando de forma rápida sempre que percebesse que havia esta possibilidade, ainda tentando rebater, se possível, seu ataque.

Com a preocupação com esta sua arma peculiar, a principal estratégia deste meu primeiro avance estaria no prestar atenção na rotação daquele objeto, buscando um momento propício, fosse em meio a um bloqueio, fosse com uma esquiva (que, como sempre, viria naturalmente em meio as movimentações, com o mover do corpo de um lado para o outro, sem padrões e imprevisível), para assim empurrar, ainda sem perder a cinética dos movimentos, o próprio cabo do martelo roda a dentro, impondo força e impacto, de forma a tentar travá-la, de alguma maneira, ou ainda tirá-la da posse do palhaço, lançando-a longe. Se fosse necessário ainda, em meio a isso, poderia rapidamente largar o martelo travando a arma inimiga, já puxando com a canhota livre o machado na cintura, tentando descê-lo em golpes rápidos contra o inimigo.

Ainda, de forma totalmente secundária, exatamente por não saber plenamente o potencial de sua arma, poderia utilizar-me de bloqueios movendo o corpo de forma a armadura bater de lado em suas lâminas(não deixando a lâmina vir de encontro direto ao metal da proteção, por mais fortificada que fosse), aproveitando sempre das possíveis brechas que poderiam haver para atacar.


Atualizado objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySex 04 Jan 2019, 00:06


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Sem deixar sua euforia de combatente esvair com os novos desdobramentos do confronto, Siegfried prosseguiu bastante animado ao ver que o palhaço possuía suas próprias surpresas, além também das rimas fracas e aspecto estranho. Enquanto isso, Albo e Grogy vinham recuperando a consciência e também a sanidade, sendo amparados pelo médico da tripulação o tritão Rurik...

O bárbaro deu um ultimo gole em sua ilimitada bebida antes de voltar suas ações para o palhaço, que apenas riu e debochou dele naquele momento. -Aproveite a bebida, pois será a ultima coisa boa que sua garganta sentirá antes de eu lhe decapitar!- E ao final das palavras correu com sua inusitada arma na direção do pirata, que retribuiu da mesma forma.
              
Como se tivessem combinado tudo entre ambos, cada qual fez o mesmo movimento em angulo com a própria arma, bem como também atingindo seus alvos. O palhaço rodopio com o golpe que havia lhe cortado na frente do corpo, depois ficou sacudindo a cabeça para ficar recuperado de sua momentânea tontura.

Já Siegfried, este não sofreu nada mais do que um pequeno rasto na pele do ante-braço esquerdo devido aquela arma de laminas giratórias. Prosseguiram novamente com os golpes, tendo Barba Ruiva fazendo movimentos e saltos para enganar o palhaço, que até ficava vesgo ao tentar acompanhar com seus olhos as ações do pirata.

Seguiu com suas marteladas na direção de Frusty, que parecia nem um pouco preocupado com tantos golpes o atingindo. O corpo do palhaço ia para cima e para baixo, levando ataque após ataque do bárbaro, tanto com o martelo quanto com golpes físicos.

E no final ficou um trapo só, com vários cortes, mas ainda assim voltava a ficar de pé, realizando um ou dois golpes, que Siegfried bloqueou e ainda o desarmou. Aquele sorriso de sempre prosseguia na face do inimigo, que colocou uma mão no bolso e pegou um frasco da sua pequena-alegria, mas tudo que obteve foi algo estilhaçado, muito provavelmente pelos golpes de barbar ruiva. Lambeu ainda assim o frasco com cacos de vidro e liquido com imensa felicidade.

Olhou com as pálpebras inchadas na direção do bárbaro e falou -Quer... Um pouco...? Vai curar sua tristeza...- Balbucio erguendo a mão tremula para seu oponente o pirata. Talvez já fosse esperado que dentre os viciados na droga, o palhaço não seria exceção em ficar de pé mesmo todo arrebentado, e ainda por cima prosseguia falando como se tudo estivesse normal naquele momento... Ao longe poeira estava sendo levantada por um grupo fardado em branco e azul. -Estou vendo fogo! Me sigam!- Gritou ao longe um dos muitos marinheiros...




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptySex 04 Jan 2019, 22:47

O peso do olhar quase soberano sobre o oponente caído vinha, e apesar de caído, notava que ele, como os tantos outros viciados, também insistia em manter-se consciente, metaforicamente de pé, mesmo levando tanta e tanta porrada. Meu semblante vazio o contemplava enquanto ele, como um verme que era, tentava aproveitar o que sobrara daquela tal Pequenalegria. Chegava a oferecer-me, dizendo que curaria minha tristeza. Mas o desprezo que eu sentia por aquele relés ser me fazia sequer mover os músculos do rosto de um jeito diferente ouvindo aquilo.

Contudo, minha percepção notava algo mais naquele cenário mórbido e desértico das terras avermelhadas de gente pseudo-alegre. Forçando um pouco o olhar, as fardas azuis e brancas não me deixavam dúvida. "Então tem marinheiros desgraçados por aqui também..." Era uma conclusão simples, mas que me levava a outra, talvez um tanto mais complexa. "Deve haver alguma civilização melhor estabelecida nesta ilha. Um vilarejo, cidade, alguma coisa..."

De qualquer forma, tínhamos inimigos que se aproximavam, e viriam em nossa direção provavelmente, atraídos pelas chamas. Bem, se eles quisessem chamas, minha mente bárbara e, eu diria, demoníaca, só concebia uma forma de resolver aquilo, mas antes ainda tinha de dar conta no palhaço, que agora desarmado provavelmente seria muito mais fácil de lidar.

- Escute, palhaço maldito... - O olhar voltaria a ele, já tentando intimidá-lo de alguma forma, forçando a expressão bárbara, e tentaria então dar um chute, aproveitando este ainda estar no chão, ou caso já houvesse se levantado, tentaria chutar para derrubá-lo, mirando suas pernas. Na condição em que estava não acreditava que precisaria daquilo, mas se fosse necessário daria impulsos e repetiria quantos chutes fossem necessários para acertá-lo. Enquanto isso, a mão antes livre buscaria o machado, de forma que este estivesse em mãos no instante posterior ao chute, para usá-lo logo depois de completar a fala: - ...Adeus. - E miraria machadadas contra seu rosto, seu pescoço, rápidas, tentando acertá-lo ao máximo, mesmo que precisasse dos tais impulsos, mesmo que precisasse pisar em suas pernas ou mãos para segurá-lo, mesmo que precisasse combar com movimentos do martelo para impedir sua reação de defesa(ou até para defender possíveis golpes, desarmados ou não, que ele pudesse tentar), mesmo que tivesse que dar mais chutes ou até cuspir em sua cara, como já havia feito outras vezes, para humilhá-lo sim, mas principalmente para distraí-lo. Estaria tentando matá-lo o mais rápido possível, da forma mais apressada que podia, para então dar sequência nos planos que tinha para aqueles marinheiros.

Ao obter tal sucesso, os olhos se voltariam novamente, de um jeito rápido, para a direção a qual havia visto a aproximação dos porcos do Governo. Tentaria, mesmo sem muitas noções, imaginar quanto mais demorariam para que chegassem até o local onde estávamos, isto apenas para tentar ter alguma noção de quanto tempo teria para realizar meu plano. - Afastem-se, malditos! - E assim, pegaria o cantil de rum, e abrindo-o, viraria para o chão, começando a derramar o líquido por ali. Andaria e andaria, preenchendo a maior área do chão que pudesse com o álcool, com um breve sentimento de desperdício, mas motivado pela ideia de que aquilo tudo seria lindo.

Enquanto derramasse, daria várias e esporádicas olhadas na direção de que vinham, para ver quanto mais tempo tinha. Assim, estaria tentando despejar pelo maior espaço que fosse possível o líquido, encharcando uma porção das terras desérticas com o saboroso rum. E tudo isso, como se desenhasse um grande muro, o maior que conseguísse, que separasse nós Valharianos e os marinheiros que cada vez se aproximavam mais. Tomaria, é claro, o cuidado sempre para não molhar-me, evitando inclusive de pisar na área que houvesse despejado a bebida, além do próprio cuidado para que o álcool que estava despejando não entrasse em chamas pelo contato com algo que já pegava fogo ali.

Despejaria até o resto daquela outra garrafa que não sabia direito se havia alguma coisa ainda ou não. E faria isso da maneira mais rápida que pudesse, cessando quando estivessem os marinheiros relativamente próximos, sempre fazendo-o de forma a esconder o que fazia com o corpo, ocultando aquilo da visão dos homens para que não entendessem o que estaria fazendo, amparado ainda pela distancia, que estaria a meu favor em quase toda a execução do plano. Vale lembrar que tudo isso seria feito, sempre, da maneira mais rápida possível também, para ter o máximo de efetividade.

Assim, quando estivessem relativamente próximos, ou caso conseguísse despejar uma quantidade considerável para a execução de meu plano antes que estivessem realmente próximos, me distanciaria correndo daquele espaço onde houvesse derramado, despejando um fio enquanto corresse, uma linha de álcool que fosse até onde parasse, próximo dos Valharianos, até mesmo orientando-os para que se distanciassem mais, caso achasse que era mais seguro neste sentido. Tinha em mente, mais ou menos, como desejava ter feito aquilo, e teria feito segundo a imagem mental que tinha, é claro que sempre dentro das limitações de tempo até a chegada dos oficiais. Tamparia o cantil, e o guardaria então, tendo já guardado as armas todas, mantendo em mãos agora somente a pequena caixinha de fósforos em uma, e um único fósforo na outra. O sorriso cínico aguardaria a aproximação daqueles homens, enquanto ocultaria os objetos nas mãos, falando baixo com os companheiros Valharianos. - Apreciem, homens. Será glorioso.

E estaria somente esperando, sem resposta e sem qualquer reação além do sorriso, o momento em que eles estivessem bem posicionados sobre o espaço no qual havia derramado o liquido. Alias, dependendo da forma como os marinheiros se dirigissem a nós, poderia até colocar as mãos atrás da cabeça, como que rendido, e sussurrar para os companheiros fazerem o mesmo, mas sem perder o sorriso, até a hora que fosse o momento certo.

Então, com eles posicionados, da forma mais certa que pudesse visualizar com meus olhos treinados na estratégia de guerra, riscaria o fósforo e lançaria ele, aceso, naquele fio de álcool que se ligava até o resto da parte encharcada. Assim, o sorriso se intensificaria enquanto o fogo provavelmente pegasse, engolindo os homens da lei a alguns metros a nossa frente, e fazendo-os queimar. Não havia como preverem se eu fizesse certo, e por isso teria me esforçado ao máximo para tal.

Mas, de qualquer maneira, logo após isso pegaria o martelo e, proferiria as palavras enquanto sorrisse, de um jeito tão cínico, tão provocativo e irônico que superaria o próprio sorriso sádico. - Quem não gosta de um bom churrasco, não é mesmo, Valharianos? - E então ergueria a arma barbara, guardando o isqueiro, pronto para combater qualquer um que pudesse, de alguma forma, ter superado aquela minha artimanha.

De qualquer forma, em qualquer momento que fosse necessário me defender, desconsiderando somente os momentos posteriores a meu truque -os quais eu descreverei melhor no próximo instante(vulgo próximo post), se necessário -, estaria sempre amparando nos saltos, pulos, giros e movimentos com todas as partes do corpo, fosse evadir, fosse para de alguma forma bloquear algum atentado contra mim, rebatendo ou colocando o martelo a frente, ou mesmo batendo de lado no mesmo com a armadura, dependendo do que viesse. Apenas para via das dúvidas.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptyDom 06 Jan 2019, 16:43


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

A situação apenas continuava ficando mais e mais complicada para o Bárbaro, não que ele não gostasse disso, já que parece ter um imã para confusão, mas logo seu oponente seria a marinha e não mais loucos nas drogas.

Seja como for, ainda faltava para Siegfried finalizar o persistente palhaço que estava ali ainda insistindo em ficar de pé, e com alguns golpes tanto físicos quanto de sua arma, em um determinado momento Frusty não estava mais fazendo movimentos, porém, com seu sorriso e olhos poderia parecer difícil para qualquer um determinar se ele estava mesmo morto...

Os metros entre onde os valharianos estão e os marinheiros encurtou na metade, com uns vinte metros de diferença restando para que um novo embate fosse realizado, mas Barba Ruiva teve um plano, espalhou uma quantidade absurda de álcool do seu cantil no solo infértil até um certo ponto e manteve distancia com seus companheiros bem atrás dele. Depois foi só atear fogo com mais um fosforo bem gasto no momento que os soldados foram passando...

Somente os apressados na frente é que sofreram algo, os demais que vinham nas filas traseiras logo recuaram e como já estavam cientes que enfrentariam fogo, alguns trouxeram pás para jogar areia no fogo. E assim o faziam, para logo que possível pudessem alcançar os piratas. Ao todo, uns quinze marinheiros, sendo que alguns armados com pistolas até atiravam para tentar atingir Siegfried do outro lado do fogo, este que bloqueava quando possível com sua arma, sofrendo apenas alguns tiros de raspão no ombro, ao todo uns três.

-Deem cobertura até que o fogo apagu... O QUE FOI ISSO!?- Indagou um marinheiro ao ser interrompido no final por um forte estrondo que estremeceu os céus junto a um clarão que foi visto e escutado por todos no local, mas tudo indicava que fosse o que fosse, caiu longe de onde estão os valharianos e os marinheiros, talvez até em outra ilha da grand line... O estrondo fez o tritão saltar de susto. -PUTA MERDA! O MUNDO TÁ ACABANDO! VAMOS DAR O FORA DAQUI!- Resmungou Rurik.
   



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 5 EmptyQua 09 Jan 2019, 14:02

Tenho de admitir que o plano de queimar os marinheiros, apesar de não ser totalmente efetivo, havia me concedido a possibilidade de sentir o prazer de alguns poucos porcos malditos queimarem, e isso já me deixava minimamente satisfeito com a situação como um todo. De qualquer maneira, os inimigos pareciam estar realmente preparados para lidar com fogo, e com suas pás começavam a apagar os chamas cobrindo-as com os solos arenosos daquele espaço estranho.

Contudo, uma surpresa vinha, que acabava por chamar a atenção de ambos os lados, tanto dos marinheiros, quanto dos Valharianos, fazendo Rurik até soltar um grito, crendo que o mundo estava acabando. Um enorme clarão, com um som distante, tomava a atenção de todos e, por poucos instantes que fosse, fazia meu coração dar uma batida mais forte, involuntária, quase um susto. Mas não um susto. Não, um susto não.

Independente disso, era fácil diagnosticar que aquilo não era obra dos supostos homens da lei, e aparentemente eles sequer tinha noção da origem daquele efeito sonoro e luminoso, mas com o brilhar do céu, brilhou também uma ideia em minha mente, e desta faria uso rápido, não dando quase tempo para que alguém pensasse, ou conseguísse minimamente levantar uma dúvida. Sequer teria tempo de explanar aos camaradas, mas era o que tinha.

- IAHAHAHAHAHAHAHA MARINHEIROS OTÁRIOS E FRACOTES! EU TINHA CERTEZA QUE NÃO HAVIA COMO ISSO DAR ERRADO! - O grito brotaria da cordas vocais, com todo ar que tivesse tomado para os pulmões em um caçoar puro, quase natural, elevado por todas as habilidades de intimidação que conseguíssem usar, para dar sequência aquilo que poderia ser chamado, talvez, de um blefe, que talvez fosse auxiliado por toda a situação coincidentemente construída, impedindo maiores reflexões sobre a realidade dos fatos. - ENQUANTO ESTÃO AQUI, PREOCUPADOS COM TODAS ESTAS CHAMAS E CAOS BÁSICOS, PERDERAM O GRANDE SHOW QUE ESTÁ OCORRENDO NA AMADA CIDADE DE VOCÊS! - "Tomara que tenha mesmo uma cidade, se não vai foder tudo." - ESTÃO PERDENDO O ESPLENDOR DE NOSSAS FRUTAS DO DIABO, QUE A ESTE PONTO JÁ REDUZIRAM SUA CIDADE A CINZAS! HAHAHAHAHAHAHAHAHA - E daria leves batidas discretas nas costas dos Valharianos(no caso de Rurik, pernas), como que indicasse para que rissem também, mas mesmo não contando necessariamente com isso, esperava que tudo aquilo tivesse alguma chance de nos favorecer. Em todo tempo, manteria o peito erguido, como que orgulhoso por tudo aquilo, não permitindo a mim transparecer a dúvida. - E EU NÃO SEI VOCÊS, MAS NÓS NÃO PRETENDEMOS PERDER O SHOW... VALHARIANOS, PARA O HOLANDÊS! - E apontaria na direção da embarcação, para que pudéssemos ir enquanto os malditos fardados ainda tivessem alguma dificuldade de nos alcançar por conta das chamas, além da possibilidade de toda a intimidação que havia usado, de alguma forma, preocupar-lhes, causar-lhes dúvida, ou algum outro sentimento que poderia atrasar ou atrapalhar o coordenar de suas ações, ainda mais considerando um grupo maior, o qual propiciaria, naturalmente, uma maior discordância entre seus membros. Assim, correria, dando leves empurrões logo no início para que os piratas assimilassem mais rápido que precisavam ir imediatamente.

- Valharianos, vão a frente, preparem as velas, a âncora e os canhões. Se houver mesmo uma civilização, não é possível que não haja um porto ou alguma forma acesso pelo mar para ela. Não faria sentido todo esse trajeto desértico. - Orientaria os liderados, agora baixando um pouco o tom da voz para que, se possível, os antagonistas não escutassem aquilo.

E, de novo, eu me vinha confrontado com uma situação que, de alguma forma, colocava a prova minhas intenções em tornar-me um verdadeiro líder para os companheiros piratas. Por um lado, havia o senso egocêntrico, natural de mim, de seguir na frente, aproveitando-me de minha impulsão natural e capacidade de atingir minha máxima velocidade rapidamente, deixando talvez os aliados para trás, mas por outro - e neste ponto, eu acho que seria a escolha ideal para um bom líder -, se deixasse os aliados irem a frente, ficando para trás, poderia bloquear ainda os tiros que os inimigos davam contra nós, enquanto também poderia, de alguma forma, atrasá-los. Também estava levando em conta, é claro, que se os aliados chegassem antes, poderiam preparar todas as coisas para a saída do navio, com alguns poucos segundos de vantagem que fossem, de forma que eu somente assumiria o timão para dar cabo da direção, a qual cria que nenhum dos outros tinha tantas capacidades.

Desta forma, tentaria ficar por último naquela espécie de fuga - alias, não chamemos de fuga, porque afinal aquele era um ponto estratégico, que visaria causar ainda mais caos e destruição, além de nos permitir melhores saques, provavelmente. Quem sabe não conseguimos, inclusive, mais um boom em nossas recompensas? Com esta ideia, deixaria os companheiros seguirem na frente em direção ao Holandês, inclusive apontando a direção quando notasse a possibilidade deles estarem confusos de onde pudesse estar o barco, recordando-me, a aproveitar de minha mente genial, do caminho e até da forma que havíamos posicionado as pedras para esconder a embarcação.

No trajeto, teria em mãos o escudo - que, na realidade, seria calçado com sua haste no braço esquerdo -, o belo cantil de bebida e os certos fósforos que possuía. Assim, em primeira instância, tentaria defender com o escudo, que não teria de ser necessariamente agarrado por estar preso no braço, os tiros que pudessem vir em nossas direções, tentando repeli-los com o objeto de proteção para os lados, da melhor forma que encontrasse para que o dano dos mesmos não fosse efetivo contra os Valharianos, de forma geral - o que inclui a mim. Enquanto isso, distribuiria pequenos focos de incêndio, jogando quantidades não muito grandes de bebida para o chão, e atirando os fósforos, tentando não fazer um fogo contínuo, mas pontos de fogo que poderiam atrapalhar a aproximação dos homens da lei. Alias, se eles mesmo se aproximassem de mais, tentaria colocar fogo nos mesmos ou até empurrá-los com o próprio escudo para que se distanciassem ou até caíssem, atrapalhando a si próprios, aproveitando de novo do fato deles estarem em um certo bom número. Caso se aproximassem de mais, ainda, poderia tentar passar rasteiras e aplicar chutes, rápidos, sem perder a impulsão da corrida, apenas para distanciá-los cada vez mais.

Aproximando-me então do Holandês, tentaria, se fosse necessário, ir pisando pelas pedras que havíamos colocado, usando dos impulsos da Aceleração, para me lançar, como numa espécie de escada, irregular que fosse, cada vez mais próximo do barco, e tentar saltar para dentro dele quando fosse possível. Se não houvesse necessidade de isto tudo, tentaria somente subir da maneira mais rápida, ainda ateando fogo em que pudesse estar perto, ou no próprio solo para dificultar que nos alcançassem, mas é claro que sempre com o cuidado para não por fogo na embarcação em si.

Subindo então, verificaria as velas, a âncora, e os canhões, se os companheiros já houvessem preparado-os, enquanto que com gritos ordenaria que fizessem o que ainda não havia sido feito, dando a maior prioridade para as coisas ligadas ao velejar do barco(âncora e velas), para logo em seguida pensar nos canhões. Rapidamente, me aproximaria do timão, e quando fosse possível tentaria manobrar o navio com a máxima maestria que tinha do ofício, tendo até mesmo puxado a âncora, caso fosse necessário, para que tudo ocorresse da maneira mais rápida possível. - ATIREM NOS MALDITOS! - Ordenaria, apontando com uma das mãos para o canhão, enquanto a outra estaria no objeto de direção do Holandês, girando-o para o sentido necessário.

- Albo, dê-me a luneta! - E, tendo conseguido ou não o objeto, tentaria visualizar, no contornar da ilha que estaria fazendo, um local onde pudesse haver maior proximidade com a civilização da ilha, conduzindo a Escuna para tal espaço, sempre tomando os devidos cuidados para realizar manobras evasivas de girares rápidos do timão, evitando possíveis danos ao casco e a embarcação como um todo. - Segurem-se, desgraçados! - Gritaria, se tivesse de fazer algum movimento brusco com o Holandês, tentando eu mesmo me manter firme para não ser jogado para fora do barco.

E assim seguiria a navegação, ficando a alguns metros da costa, evitando possíveis obstáculos para o barco, enquanto seguiria as ordens para que os Valharianos atirassem nos Marinheiros. A distancia que manteria da costa seria tomando os devidos cuidados com rochas que poderiam estar próximas, e também para diminuir a possibilidades dos marinheiros causarem danos a nós e ao Holandês. E alternaria entre olhares, preferencialmente com a luneta, procurando por um ponto melhor para atracar, mais próximo de uma civilização, ou qualquer lugar que poderia ter acesso a civis de modo geral. Quando fosse possível ainda, travar o timão sem riscos ao barco, o faria, dando corridas rápidas para os canhões, eu mesmo tentando carregá-los e atirar com eles na direção dos marinheiros, se estes ainda nos perseguissem de alguma forma.

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