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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyQua 28 Nov 2018, 21:16

Dada a ordem de que os colegas deveriam ser tratados primeiro - uma decisão que havia tomado considerando as virtudes de um líder que tenho tentado desenvolver cada vez mais -, veio a minha cabeça a ideia de voltar a mexer com aquele revólver de antes.

Assim, mesmo com o cansaço que sentia, por conta das batalhas provavelmente, uma de minhas mãos caçou a arma de fogo vestes adentro até lhe encontrar. Assim, eu teria permanecido por alguns instantes, fuçado e analisando como aquela arma havia sido feita, tentando encontrar um sentido claro para cada peça que possuía, levando em consideração os conhecimentos básicos de forja. Meus olhos, semicerrados, aproximariam-na do rosto, mas como tinha uma mínima noção de como manuseá-la, não apontaria o cano para minha cara, ou coisa do tipo.

Até passou pela minha cabeça caçar algum valor alcoólico entre os suprimentos que havíamos adquirido de Karthus. Mas não houve tempo, pois sentira-me maculado, ferido, talvez até... Doente? "Não, eu não posso estar..." E então o grito de espanto de Rurik, comentando de minha condição.

- Do que você... - A voz já saia meio preguiçosa, como se o sono estivesse a me tomar pelos braços, mesmo não sendo exatamente o caso. Queria buscar com os braços um apoio para não tombar, mas os membros não respondiam como eu desejava, ou talvez sequer houvessem respondido, eu já não sabia mais.

Dando conta, estava no chão. Apesar de tudo, perdera a consciência com o pleno sentimento de satisfação, cruzando olhares vivo-morto com o antagonista recém derrotado. Para qualquer um, seria o susto, ou até talvez, dependendo do caso, alucinações e pensamentos perdidos, com um olhar mórbido como aquele nos poucos instantes de sumir da realidade.

Mas para mim não. Afinal, eu sou Siegfried Uller Frey. E talvez não tenha uma relação tão direta quanto as outras vezes que utilizo estes termos, afinal sabia que não me assustaria porque já era acostumado de berço a ver inimigos mortos, degolados, torturados. Era comum. Assim, só sobrava o sentimento de satisfação por ter derrotado aquele inimigo, em minha mente que alguns poderiam chamar de doentia, ou ao menos, afetada.

- LEVANTA RÁPIDO, SEU ESTRUME! - Rurik gritava comigo, contudo, impedindo-me de perder a consciência então. Num salto, eu levantava, e já tomava um dos pequenos machados em mãos, mesmo sem observar quem estava ali. Mas então eu vi...

Uma caralhada de porcos como aquele de antes. Talvez uns 14, 15, e todos aqueles junto a figura suína que eu já conhecia. Naquele instante, só podia sentir ódio, apesar de me questionar de onde haviam surgido.

- Hahahahaha vocês acharam mesmo que eu ia deixar vocês escaparem? Oinc, Oinc. - Bradava o suíno, adversário no jogo de Karthus no Farol, a frente do grupo, com uma espada em sua mão, levantada.

- Não conseguiu aceitar a derrota, não é mesmo, porco-otário? - Eu caçoava, em tom que demonstrava aquilo totalmente, totalmente são de novo. Estava louco para batalha, louco para lutar, e louco gritava para o inimigo. -
CAI DENTRO ENTÃO, CARALHO!

- Piratas da Fazenda, atacar! - E então, com o grito do suíno, o combate se iniciava, com o avance dos porcos, armados alguns de espadas, outros de armas de fogo, e alguns outros desarmados.

Trocavam-se golpes entre meus aliados e os inimigos, enquanto eu girava pelo meio dos animais humanizados, dançando a arma bárbara leve por seus corpos, ferindo-lhes e matando. Estava garantido a janta daquela noite: porco.

- Não tão rápido. - Contudo, algo me surpreendeu. Aquele caçador antes derrotado, degolado, agora estava ali de novo. Não, mas ele não estava com seu corpo, era uma cabeça flutuante, pálida como morta, mas se movimentando como vida. - Minha Fruta do Demônio me deu poderes que vocês nunca poderão imaginar. Piratas da Fazenda, avante! - Ele comandou os seres ali também, rodando de um lado pelo outro, pelos ares, como pronto para atacar. "Caralho, onde eu arrumo uma dessas será?" Pensei, por um instante, sobre a tal fruta que ele tanto mencionou antes, e agora voltava a falar.

Apesar daquilo, não nos rendemos, sequer vacilamos. Seguimos firmes no combate por mais alguns instantes, mas outra surpresa havia de vir. Quando eu levantava o olhar, percebia que o porco agora também estava sem seus pés no chão, Ele flutuava, subindo cada vez mais, de braços abertos. Seus olhos estavam negros, e ele dizia. - Eu também comi uma Fruta do Demônio, idiotas! Oinc! Sintam me poder! - E então, as muitas águas que caíam do céu se converteram.

Elas estavam convertidas em pura chuva de vinho. Isso, vinho caindo do céu, e tenham certeza: eu soube que era vinho na primeira gota que caiu e minha pele, sentindo o teor alcoólico subir manifestado em cheiro para minhas narinas. O desejo era de abrir a boca e beber, ou melhor, de até colocar algum balde, alguma coisa, para não dispersar tanto vinho.

Mas, em meio a minhas distrações, veio minha ruína. Só notei a cabeça, voando em minha direção, pronta para me acertar bem na cara. Mas, de novo, eu não tinha porque temer. Era hora da melhor luta da minha vida.

- MORRA! - Gritaria então, possivelmente recuperando a consciência em um susto, um balançar rápido do corpo, erguendo o braço para bloquear aquele ataque, cortando-o ao meio com o machado.

Mas nem o machado estaria em minha mão, presumo. Por um instante, balançaria a cabeça de um lado para o outro, completamente perdido. -
Caralho. - Soltaria, apalpando o próprio corpo com as palmas das mãos rapidamente para saber se estava acordado, mas também para notar se ainda estava com todos os pertences. -
Malditos, vocês conseguiram recolher um pouco daquele vinho?
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyQua 28 Nov 2018, 22:19


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Depois de ter chegado em sua embarcação, Siegfried acabou dando algumas ordens para os subordinados, até que acabou sentindo um pouco tarde que sua condição física não estava sendo uma das melhores, e pior, ele acabou desmaiando devido o atraso em tratar de alguns machucados que infeccionaram. Assim o bárbaro que resistiu a tantos golpes, foi derrubado por seu próprio descaso.

Enquanto dormia e sonhava com algumas situações bizarras e talvez até perturbadoras, os seus colegas cuidavam de tudo no barco, já fazendo alguns preparativos para caso o ruivo queira sair de imediato para o alto mar. Então quando acordou, viu que estava com algumas ataduras no corpo e deitado em cima do manto que obteve na caverna, com Rurik ali do lado direito dele dormindo também.

A bolha na narina do tritão estourou com o despertar de seu capitão -MORRER!? QUEM? ONDE? Ahhh é só você HUEHUEHEUE- Em um salto para ficar de pé o tritão gritou olhando para os lados, até notar que era apenas Siegfried acordado. Em cima do mastro, o macaco estava pendurado ao ver toda aquela cena, enquanto que Grogy ficava em cima de seu barril. Curioso que o barril do gordo vinha espalhando sangue no convés e o dor vindo do mesmo também não era dos melhores.

-É bom que despertou depois de meio dia dormindo. Pois estou ansioso para navegar e explorar mais uma vez a Grand Linha, quem sabe o que poderemos descobrir?- Indagou Albo do alto do mastro, ele estava bem a vontade naquela altura, como se fosse uma coisa bem natural para ele. Depois decidiu descer aquele mastro como se estivesse descendo um coqueiro, com os braços e pernas em uma ótima sincronia. Foi até onde Siegfried estava para prosseguir com seu dialogo. -Sorte sua que eu reconheci a infecção pois já havia visto ela sendo tratada antes e auxiliei o médico com o que sabia, tsc, aquele porco já deveria ter morrido!- Resmungou com um olhar para baixo.

A chuva continuava caindo, mas agora sendo apenas uma leve garoa. O mar por outro lado ainda se mantinha um pouco agitado, fazendo fortes ondas baterem com tudo nas rochas da encosta do farol. E agora que Barba Ruiva está acordado, resta apenas aguardar pelas suas próximas ações de agora em diante para prosseguir em sua jornada de lutas, porcos e cabeças decapitadas... Sim, a cabeça ainda está no chão o encarando, só que agora é roxa e inchada...
       



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyQua 28 Nov 2018, 23:31

Eu assustei. Rurik assustou. Todo mundo assustou nessa porra. - Vai se foder HAHAHAHAHAHA - Gritava, batendo amigavelmente no braço do companheiro, onde alcançasse, enquanto distribuía-lhe um sorriso amigável, conseguindo assimilar que realmente o que acontecera até então havia sido um sonho.

Minha teoria estava mais uma vez comprovada com a fala do primata Albo, mas caralho, meio dia? Não havia percebido o quão cansado estava, afinal. Com suas movimentações de macaco, ele descia pelo mastro e completava seus dizeres sobre ter ajudado no meu tratamento, e sobre até a possibilidade do porco ter morrido. Afinal, aquela criatura tinha algo a ver com meu mal súbito, então.

No primeiro segundo talvez não soubesse o que responder depois daquilo. Porra, não iria agradecer, isso seria muito, muito, muito viadinho. Mas também não ia mandar o cara se foder, não naquela hora, então a resposta tinha de ser melhor elaborada. No caso, acho que foi uma boa responder. - Foi um ato de fidelidade. Salvou seu capitão. - Apontava com o indicador enquanto falava, e então dava um curto e leve soco em seu peito, um cumprimento másculo, mantendo o semblante neutro.

Enfim, com os ferimentos de todos tratados, nossos corpos descansados, só haviam mais algumas pendências antes de deixarmos o Farol com aquela chuva que caía sobre nossos corpos, nos trazendo o refrigério dos deuses. Assim, tomaria a lança em uma mão, e a cabeça do caçador na outra. Cravaria a arma com sua ponta no chão, pouco atrás da proa do navio, quase encostada na amurada. Logo em seguida, ergueria um pouco a cabeça, com as duas mãos, gritando para os companheiros. - VALHARIANOS, ESTE FOI NOSSO PRIMEIRO INIMIGO ABATIDO. O PRIMEIRO DE MUITOS! - E então enfiaria a cabeça no cabo da lança, pelo buraco do pescoço, encaixando-a o mais profundo possível, mesmo que houvesse que forçar um pouco. - E QUE OS FILHOS DA PUTA SAIBAM QUE QUALQUER UM QUE SE OPONHA A NÓS ACABARÁ COM A CABEÇA NO NOSSO CONVÉS! OREAAAAAAAAAH! - Gritaria, levantando a cabeça e os braços, com os punhos fechados.

- Albo, permaneça no cesto. - Puxaria a luneta de dentro de minhas vestes, entregando para ele. - Olhos atentos ao mar! - Esforçaria-me, ainda, para soar como um líder virtuoso. Assim, viraria-me par Groggy, com um olhar com um toque de estranheza. - Groggy, não me diga que a caralha do corpo daquele cara ainda está aí dentro. - Apontaria para o barril, pois me lembrava sim de tê-lo visto colocar o espadachim ali, apesar de não ter me preocupado tanto na hora. - Essa porra está começando a feder. Ou joga no mar esse caralho, ou dá pro Rurik comer. - Não se preocupe, nós conseguimos aguentar alguns momentos sem bebida. Quando chegarmos na primeira ilha da Grand Line, beberemos até que nosso sangue vire álcool puro AHAHAHAHAHA

E então, por último, voltaria as proximidades de Rurik, lançando um sorriso de canto de rosto para aquele que já podia chamar de amigo. - Ei sardinha desgraçada, pronto para partir? Precisamos chegar na maldita primeira ilha logo pra comprarmos bebidas o quanto antes! - Diria a ele, insistindo nessa questão da importância da bebida. - Recolha a âncora ao meu sinal. Vamos navegar, meu imediato. - E assim, rapidamente, iria sinalizar com os dedos para que Albo soltasse as velas, enquanto correria para o timão, posicionando-me a sua frente, colocando-lhe as mãos. Conferiria o Log Pose em meu pulso, e lamberia um dedo, colocando-o para cima, para testar a direção dos ventos. Daria uma última olhada no relógio, voltando-o ao bolso, e então era hora de partir.

- VALHARIANOS! HOJE COMEÇA NOSSA JORNADA NO HOLANDÊS VOADOR! - O sorriso, tão animado, não deixaria o rosto, entusiasmado e realmente alegre no início da viagem pela Grand Line de verdade, apesar da falta momentânea das típicas reservas de álcool. - SEGUIREMOS PELA GRAND LINE... NUM CAMINHO JORRADO DE BEBIDAS E SANGUE DE NOSSOS INIMIGOS... RUMO A VALHALLA! - E então, apontaria para Rurik puxar a âncora.

Iniciando assim a navegação, tentaria ajustar o navio para que ficasse na rota do Log Pose, seguindo-o com uma bussola, testando na prática como estariam aqueles mares.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptySex 30 Nov 2018, 16:29


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 1/3 to Terralegre

Com o despertar de seu sono de várias horas, o bárbaro deu continuidade em sua aventura, ainda que estivesse no começo desconfiado de realmente estar ou não acordado, mas logo suas dúvidas perante isto foram cessando. E ao ouvir os dizeres de Albo, fez questão de o cumprimentar da sua maneira, evitando o máximo possível ser grosso para não passar à má ideia de ser um mal líder. -É claro, plena fidelidade, até valhala e além!- Respondeu de forma animada o mink, que retornou para o alto do mastro, agora na posse de uma luneta entregue por Siegfried. Seria aquele um presente para Albo em sua função de vigiar os mares?

Agora que todos os preparativos estão quase prontos, restou apenas pedir para que o gordo bêbado desse um jeito de se livrar daquele corpo em seu barril, mas ele parecia um pouco relutante quanto a isso. -Ahhh corpo? ~hiccc~ É que me disseram que existe uma deliciosa bebida chamada “sangria” ~hiccc~ não é assim que faz uma?- Provando que é burro ou louco, Grogy respondeu o ruivo e, acabou mesmo que meio cabisbaixo arremessando o cadáver no mar ao se livrar do mesmo. Resolvido mais esse problema, agora restava apenas partir adiante.

A ordem para erguer a âncora do barco foi dada para Ruriki que de imediato o fez, enquanto que Siegfried manobrava seu holandês arrombador conforte mostrado no ponteiro do log pose ganho. Assim finalmente estavam de volta em alto mar, navegando sabe se lá para onde aquele log pose os levaria. Com águas que antes agitadas agora ficavam calmas, mas mal passava alguns minutos e voltavam a ficar agitadas com fortes ventos. É melhor ele não sair por muito tempo do timão ou pode acabar ficando perdido nesse estranho mar...

Uma loucura só aquele oceano, que também mostrava para o Barba Ruiva algumas criaturas nada normais, como um golfinho gigante de três chifres saltando próximo de seu barco, que durou apenas uma ou duas olhadas, já que do nada desceu um pássaro ainda maior de duas cabeças e o apanhou com suas afiadas garras, o levando para algum lugar onde pudesse desfrutar de uma boa refeição. O descer e subi de suas asas fez a embarcação ter uma leve balançada. -Me lembre de não nadar nessas águas…- Murmurou Rurik com um pouco de apreensão.              



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyTer 04 Dez 2018, 13:17

O Holandês Arrombador dançava e serpenteava por entre as vis ondas daquele mar tão perigoso. E se perigo sempre vem relacionado com aventura, podemos pensar numa dualidade entre estas duas coisas. Ora, não há como haver verdadeira diversão se não houver a porra de um risco envolvido, não é mesmo? E ainda é delicioso para o ego entender ter vencido uma situação perigosa.

"Caralho, eu não esperava pela volta dessas turbulências." Pensava, apertando os dedos contra a madeira do timão, com os braços firmes, sentindo-me quase que como um com aquele objeto de direção.

Enquanto mantinha os pés firmes no chão, pude perceber contudo criaturas mais estranhas do que as que já havia encontrado naquele Farol. A Grand Line se mostrava capaz de me surpreender todas as vezes que começava a assimilar melhor alguns de seus conceitos. - Eita porra! - Soltava, não muito alto, quando o vento gerado pelo bater das asas daquele estranho pássaro empurrava o navio para frente com um impulso.

Rurik comentava sobre lembrá-lo de não nadar naquelas águas, e de logo responderia com velocidade, naquele mesmo tom um pouco agressivo um pouco amigável que comumente tinha com o companheiro peixe. - Larga mão de ser viadinho, Branco! HAHAHAHAHA - E assim, uma gargalhada, mas sem me permitir sequer fechar os olhos para tal. Precisava de atenção naquele mar traiçoeiro.

Assim, seguiria tentando manobrar o navio por entre as ondas, tentando seguir um serpentear, um fluir pela águas com o barco negro, evitando de ser tragado pelas marés ao máximo que pudesse pelo girar do timão no horário e no anti-horário.

- ALBO, CONSEGUE VER O FIM DA TEMPESTADE? - Bradaria ao macaco no cesto, em tom suficientemente alto para que ouvisse. Assim, dependendo do que ele dissesse, também regeria minha navegação. Se ele projetasse um caminho para fora daquelas turbulências, tentaria guiar o navio para tal, tentando não sair muito da rota do Log Pose, mas podendo sair por alguns instantes, acertando novamente depois, se assim fosse possível. De qualquer forma, era mais importante o seguir da bússola do que deixar a tempestade mesmo.

- Groggy, Rurik, as velas! - Também gritaria, em dado momento de necessidade, para os Valharianos, a depender do que fosse necessário. - Soltem-nas mais! - Poderia ser uma das coisas ditas, pelo diagnóstico que fizesse da necessidade do momento em questão. - Prendam-nas, desgraçados! - Poderia também ser uma outra das coisas ditas. Assim, manteria o padrão diante da necessidade de manobrar o Holandês cada vez mais.

Seguiria assim tentando também desviar de possíveis obstáculos em meio as águas, e contornando seres estranhos que pudessem atrapalhar nosso seguir, sempre de olhos abertos, amparados pela habilidade em ver na penumbra para enxergar melhor em meio àquela loucura.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptySex 07 Dez 2018, 14:01


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 2/3 to Terralegre

A navegação no mar turbulento da grand line prosseguiu, com momentos bizarros como de animais maritimos dando as caras e outros calmos, onde nem o vento dava as caras. E conforme o tempo mudava, Barba Ruiva vinha dando as ordens de navegador para sua tripulação nada convencional acatar. O faro agora não é nada mais que um pontinho quase apagado na direção contraria de onde saíram, e com os minutos passando nem mais a grande cadeia de montanhas da red line podia mais ser avistada...

De inicio os dois novos tripulante até ficavam atrapalhados, recebendo bronca de Rurik. -Não, porra. Ele disse abrir as velas e não girar elas!- Dizia para o bebum que mesmo mal tendo tomado alguma bebida faz um bom tempo, acabava tomando decisões erronias vez ou outra. E de tal forma, assim seguiram em sua jornada ainda sem sinal de terra firme. -Nada em nossa frente ainda, capitão!- Gritava o Albino, que na hora de avisar sobre as idas e vindas da tempestade ficava bem confuso...

Sua confusão era evidente em meio aos avisos que dava do mastro -Acabou a tempesta... Voltou, voltou... Nah, acabou agora... eita! voltou de novo!- E assim ficavam em uma correria quase sem fim. Os tais Valharianos prosseguiram escutando as ordens de Siegfried, ainda que alguns como Grogy não levassem tão a serio quanto devia. Tudo estava acontecendo de uma maneira bem natural, facilitando a liderança do bárbaro enquanto que manobrava aquela embarcação, vulgo holandês arrombador.

Em um certo momento da viagem, uma questão impertinente surgiu para com Albo. -Vocês lembram daquela transformação horrenda do caçador de recompensas? Aquilo parecia ser obra de uma fruta do diabo. Eu vi algo assim uma vez antes, mas sempre me surpreendo com tais poderes, gostaria de estudar sobre elas algum dia...- Dialogou o macaco para seus colegas, tendo inicialmente uma questão nada relevante do gordo. -Se tiver uma que me dê o poder de criar vinho ~hiccc~ to feito!- E deixou um sorriso idiota escapar.              



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptySab 08 Dez 2018, 17:05

- MAVAPAPUTAQUEPARIU! - As palavras se desenrolavam de uma maneira tão natural de minha boca, num grito profano e bárbaro, totalmente emputecido, por um instante, com aquele macaco que não sabia dizer para que caminho devíamos seguir para que o Holandês saísse enfim daquela tormenta. Com os dentes de cima apertando os debaixo - para não soltar mais coisas contra Albo -, meus olhos ficavam semicerrados em tentativa de vislumbrar eu mesmo, ainda que sem minha fiel luneta, o fim da tempestade.

Apesar daquilo, os próximos gritos foram somente ordens para os tripulantes, visando ajustar os rumos da embarcação em nosso deslizar, selvagem ou não, pelas águas da Grand Line. Até ficava, por um curto instante, receoso quanto as ordens, mas tinha de me lembrar de que aqueles eram meus piratas, os Valharianos, e que seguiriam o que eu dissesse - não só pela fidelidade, mas ali, por suas malditas vidas.

O sorriso, antes que eu me desse conta, já estava novamente em minhas feições, desenhando a formação amarela entre as barbas castanho-ruivas. Deliciava-me profundamente com o prazer de navegar, de estar naquela aventura, e de agora ter companheiros que, junto a mim, cometeriam as maiores atrocidades que este mundo já viu, trilhando sempre o caminho da almejada morada eterna: VALHALLA!

E assim a viagem seguiu. Quase não me movi, ainda sentindo-me como que conectado com aquela embarcação, como se sua madeira fizesse parte de minha carne, e suas estruturas internas meu próprio sangue e ossos. Ali, eu era Holandês, e a escuna era Siegfried, ambos arrombadores. "Pode falar, eu sei que você gostou dessa, desgraçado HAHAHAHAHA"

Mas Albo havia de dizer outra coisa que não fosse a porcaria das suas tentativas de me auxiliar na direção. De sua boca primata, vinham dizeres curiosos, que tomava parcialmente minha atenção, isso é, até ele mencionar as palavras "fruta do diabo". Fechei o cenho, recordando daquela terminologia, inclusive, em minhas alucinações/sonhos. Aquilo era ainda muito novo, mas era impossível não me lembrar das palavras de meu tio, repetidas tantas vezes, contando das loucuras que poderiam existir na Grand Line.

Na realidade, de tanto ouvir que aqui encontraria as coisas mais bizarras e incríveis do mundo, eu havia criado algo em meu consciente que travava um pouco minha curiosidade acerca de tais coisas. Eu sabia que as veria, sabia que muito provavelmente viria a enfrentar outros adversários que possuíssem frutas do diabo, e saberia que sairia vitorioso de qualquer que fosse a adversidade porque... Porque... "PORQUE EU SOU SIEGFRIED ULLER FREY, PORRA! E A GRAND LINE TREMERÁ, COM SUAS FRUTAS ENDIABRADAS E SEUS SERES MITOLÓGICOS, AO RESSOAR NÃO DE MEU NOME SIMPLESMENTE, MAS DO NOME DE MEU CLÃ QUE EU ELEVAREI ATÉ A MÁXIMA HONRA!"

Chegava a suar, o coração batendo mais rápido de animação, a esperança bárbara, a chama viva que estava em meu peito e não me permitiria desistir, independente de quão fortes fossem os adversário. E eu me manteria provavelmente pensando nisso, até Groggy, em suas bobagens, dizer algo que eu tinha de concordar. "Caralho, imagina... Bebida infinita..." As sobrancelhas até se levantavam, a boca até chegava a salivar, e então teria de responder ao outro bebum:

- Nós estaríamos feitos, desgraçado! HAHAHAHAHA - Deixaria, até, por um segundo, uma das mãos do timão, apontando com o indicador para o companheiro. E então voltaria ela para a direção, seguindo a fala, após a curta gargalhada. - Homens, quando atracarmos, seguiremos imediatamente para o primeiro bar que encontrarmos! - Faria uma curta pausa, para deixar que o sentimento de alegria brotasse nos Valharianos. - Lá conseguiremos bebidas e maiores informações sobre a ilha. Não sabemos porra nenhuma, e não temos como saber a força que a Marinha tem por lá, por isso precisaremos nos conter por alguns instantes até completarmos nosso reconhecimento. Depois disso, planejaremos qual será nosso primeiro grande ato na Grand Line!

Desta forma, seguiria, como antes, direcionando a embarcação e ajustando-a segundo o direcionamento do Log Pose, até que alcançássemos a próxima ilha. Seguiria dando as ordens necessárias aos tripulantes, e pedindo as informações que precisasse, para fazer com excelência o trabalho da navegação do Holandês Arrombador.

Assim, quando pudesse visualizar a ilha, no primeiro momento tentaria apreender o máximo de sua geografia que os meus quase nulos conhecimentos nesta área permitissem. Observaria, simples, o formato da ilha, e tentaria enxergar civilizações, ou qualquer presença humana no local. Procuraria, ainda, por um porto, ou um lugar próprio para atracar a embarcação, apenas por fins de reconhecimento.

- Albo, preciso que localize um ponto onde não teremos incômodos ao atracar! - Bradando isso para o primata no cesto, também usaria de minha visão para tentar visualizar um ponto que não fosse muito próximo de qualquer cidade ou porto, mas que ainda fosse possível parar o Holandês com segurança. Assim, direcionaria o navio aos poucos para tal local, tentando não aproximar-me o suficiente da ilha para que fossemos notados com facilidade, contornando-a o quanto fosse possível para fugir de olhares de quem quer que fosse. Caso houvesse algum sinal de hostilidade, ou algo que pudesse atentar contra nossa chegada e integridade, orientaria o Branco. - Sardinha ambulante, prepare os canhões! - E o semblante sádico haveria de brotar.

Seguiria as orientações de navegador no tocante as velas e a âncora, para manobrar uma parada segura no local que houvesse escolhido, se fosse possível. Daria uma longa olhada no local, procurando por sinais da Marinha e do Governo Mundial, e outros riscos que poderiam haver para piratas como nós ali. - E então, seus maricas... Estão prontos?

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptySeg 10 Dez 2018, 19:00


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO 3/3 to Terralegre

Em meio ao trajeto até a primeira ilha da Grand Line alguns assuntos surgiram de forma espontânea para os Valharianos comentarem, sendo sobre as supostas frutas do diabo um deles, e apesar de não demostrar muita animação inicial ao falar sobre tal assunto, o bárbaro logo percebeu que pode sim existir uma fruta que talvez o seja útil, como uma fruta que gere bebida inesgotável!

E assim eles seguiram em sua viagem, seguindo a indicação do Log Pose em meio as idas e vindas de fortes ventos e marés que confundiam Albo em suas orientações para o seu capitão... Até que finalmente avistaram um ponto de terra logo na frente de sua direção, e ao passo que foram se aproximando, a ilha de aparência nada acolhedora foi sendo revelada.

O vermelho das rochas e terra infértil podia ser avistado assim que as encostas do terreno estavam próximas. -Vamos para o outro lado capitão! Muitas rochas desse lado. E... Tem umas pessoas suspeitas na praia logo a frente, são muitas!- O que Albo viu, foi um amontoado de pessoas andando em circulo um atrás do outro, com suas faces pintadas e com roupas festivas...

Mas elas não pareciam tão felizes quanto deveriam, ao todo eram umas vinte, tudo reportado pelo Albino ao seu capitão ao longo da mudança de curso para descerem em outra encosta daquela estranha ilha. -Eles pareciam mortos-vivos...- Concluiu o Mink. E depois de fazerem uma volta tranquila, onde não havia nada e nem ninguém, onde o mar está calmo e tudo que eles tinham os observando são as imoveis pedras avermelhadas do solo, já podiam desembarcar sem maiores problemas.

A ancora foi baixada por Rurik e todos se reuniram no convés para responderem Siegfried. -Estamos prontos para botar pra foder!- Gritaram em uni sono os três, cada qual demostrando de sua maneira a empolgação perante a aventura que estaria por vir logo a frente. Apesar de terem sofrido com chuvas no farol e durante a navegação no mar, agora o clima é quente e aparenta não ter mudanças bruscas, com poucas nuvens no céu daquela manhã. Sim, eles passaram a noite navegando.
              



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyTer 11 Dez 2018, 23:08

Tenho que dizer que minhas expectativas acerca da primeira ilha da Grand Line foram por águas abaixo, ou melhor, afundaram no mar. Desde o primeiro instante que consegui reconhecer mais ou menos como aquela ilha era, toda mórbida, desértica, aquilo não me animou de maneira alguma, de forma que os pensamentos que passavam na minha mente comprovavam isso. "Essa ilha já é toda fodida... Não há como caotizar um ambiente que já todo caotizado. Essa galera ta é na merda."

Sobre parecerem mortos-vivos, como dito por Albo, pelo menos alguma coisa positiva passava pela minha mente: "Podem servir como bons escravos." Mas não seria aquilo que devolveria o brilho bárbaro esperançoso aos meus olhos. Não, aquilo não podia estar certo.

Ainda que mais ou menos no piloto automático, naquela ideia toda de estar me esforçando cada vez mais na liderança, lancei a pergunta aos subordinados sobre se estariam prontos. O canto uníssono, em meio a toda aquela merda, me dava certa inspiração, mas também não seria aquilo que me faria urrar de prazer. Precisava destruir, trucidar, matar, arrombara. Quem sabe até foder. Sim, foder seria ótimo...

- Todos já notamos como essa terra está na merda, não é mesmo, Valharianos? - Lançaria a pergunta, totalmente retórica, é claro, afinal eu estava somente utilizando aquilo para conduzir-lhes em minha linha de ideias. - E eu vos pergunto, desgraçados, o que é mais divertido... Ou melhor, o que lhes parece conferir mais honra diante dos deuses: atear fogo em uma floresta enorme, verde, cheia de vida... Ou ser o carrasco de diversos seres já condenados a morte? - Outra pergunta retórica. Afinal, estou bem retórico hoje, por sinal.

- Contudo!... Lhes prometi que invadiríamos a porra de um bar, e é isso que faremos! Pois somos piratas e precisamos de bebidas! - Levantaria um dos punhos fechado, declarando que como seu capitão, e como próprio Siegfried Uller Frey que sou, não voltaria atrás no quesito bebida. Pelo menos não naquele instante. - Apesar de eu não achar que eles tenham algum bar mesmo, é impossível que estes homens vivam sem sequer uma gota de álcool! Caralho, temos que concordar que a vida não faria sentido! - Olharia para cada um, notando que estava me desviando do foco. - Eu digo então que iremos encontrar bebidas e mulheres para levar conosco! Albo, naquele grupo haviam algumas mulheres? - E, se a resposta fosse positiva, seguiria no mesmo tom animado. - É isso. Saquearemos aquele grupo atrás de bebidas e mulheres, após isso decidiremos nossos próximos rumos! - Contudo, se ele não houvesse notado, ou mesmo dissesse que não haviam, ou qualquer coisa que não fosse positiva, seguiria ainda com o mesmo tom. - Foda-se também. Saquearemos, beberemos, e depois encontraremos mulheres ou alguma diversão.

Assim, lideraria o grupo para fora da embarcação, orientando uma formação, em todo momento, de proximidade, com Rurik e eu cobrindo a frente do grupo. Se houvesse a possibilidade, e a necessidade também, rolaria algumas pedras para que a vista do Holandês fosse ocultada de quem quer que pudesse olhar naquela direção. Assim, procuraria por um caminho, ou alguma forma de chegarmos até onde aquele grupo estava.

Mesmo que não fosse um gatuno dotado das artes da furtividade, era um estrategista, e usando estas habilidades tentaria mover-me, orientando o grupo para fazer o mesmo, de forma a, de longe, observar o ambiente onde os indivíduos estavam, e tentar se aproximar por um ponto onde não fossemos percebidos no primeiro momento. Era aquilo, tentaria nos aproximar ao máximo para, no primeiro momento, observar, tentando não ser observados.

- Calado, Groggy! - Sussurraria, dando um curto soquinho no braço do gordo, caso ele começasse a falar suas bobagens, possivelmente atrapalhando o nosso esconder de que estávamos ali. - Eles não podem nos ouvir.

Desta forma, tentara analisar tudo dos indivíduos, e observar como estavam, se possuíam armas, quem eram, e tentar inclusive entender o que estariam fazendo ali, e onde, obviamente, estava o álcool deles. Pediria a luneta de Albo, caso notasse necessidade, para tentar observar de longe os indivíduos.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptySex 14 Dez 2018, 21:42


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Agora que pararam sua embarcação próximo da praia e terra infértil de terralegre, os piratas podiam seguir com sua aventura, tendo o capitão Siegfried fazendo algumas perguntas retoricas para seus companheiros. E como o macaco é o mais curioso dos três, logo começou falando -Eu fico imaginando o que poderia ter deixado esse lugar assim. Essa cor de terreno não parece normal para nenhuma ilha do mundo- Logo que terminou suas palavras, foi a vez do tritão falar sobre o que Barba Ruiva vinha falando.

-VAMOS FODER COM PESSOAS, APESAR DE ACHAR QUE ELAS JÁ TÃO BEM FODIDAS POR AQUI HUEHEUEHUE- Disse o tritão que demostrava bastante empolgação, e os dialogos tiveram continuidade, com Albo sendo questionado sobre as pessoas no grupo que ele avistou. -Bem, lembro que sim. Mas não me pareciam tão jovens, ou, aquela pintura na face as fazia menos belas talvez.- Recordava o primata.

-Vamos para um bar ~hiccc~ é uma boa ideia!- Conclui Grogy que obviamente só pensava em encher a barriga de álcool com tal plano. Encerrado os diálogos para o que decidiriam fazer, sendo ir até o grupo de antes o novo objetivo, desceram do holandês arrombador, alguns saltando como o macaco albino e outros rolando pela rampa, no caso de Grogy. Depois Siegfried pegou algumas pedras para tentar ocultar a visão do barco de qualquer estranho, sendo ajudado por Rurik.

E por fim foram caminhando na direção que haviam avistado o estranho grupo de pessoas. Caminharam no solo avermelhado, com nada mais do que uma triste vista de montes de pedras e algumas carcaças de animais mortos pela fome marcando o caminho, e assim foi até alcançarem o grupo de pessoas, que pelo incrível que pareça ainda estavam andando em circulo, cabisbaixos, mas com sorrisos exagerados na cara.

Também podia ser constatado que alguns carregavam adagas na cintura, uns sete ao todo, e outros tinham em mãos o que seriam seringas com um liquido colorido dentro, ao todo uns três... Mas, o que poderia acabar chamando a maior atenção do Bárbaro é um sujeito no centro da roda de pessoas, um homem fantasiado de palhaço, com varias seringas na cintura, ele que vem aplicando seja lá o que for o conteúdo daquilo em quem vem lhe pedindo entre as pessoas no local. -Aproximem-se, tenho estoque de "pequenalegria" para todos! Presente do meu senhor, Feanov Un!- Exclamou o palhaço que também tem o mesmo sorriso estranho dos demais.                



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 4 EmptyTer 18 Dez 2018, 19:15

Meus olhos percorriam aquela inexistência de vida por todo lado, neutro, sem expressar realmente algum tipo de sentimento. Particularmente, aquilo, substancialmente, não me alegrava nem entristecia, de forma geral, apesar de não ser exatamente o que eu esperava da visão da primeira ilha da Grand Line. - É, tudo na merda mesmo. - Tinha de dizer aos aliados, dando de ombros, pra sentir a armadura dar uma leve saltada junto com o corpo.

Mais passos até encontrarmos aqueles indivíduos de antes. Estavam nas mesmas condições, cabisbaixos, rodando em círculos, e tenho de admitir que a primeira impressão que tive era de que fazia sentido diante do lugar de bosta que eles viviam. Não sei se isso faz muito sentido, mas por um instante pra mim fez.

Isso até que meus olhos captassem os estranhos sorrisos forçados nos rostos. Possuíam também armas, mas a expressão daqueles sorrisos cínicos chamara mais minha atenção do que qualquer coisa. "Estranho. Para. Caralho." Era minha conclusão, sem proferir no primeiro momento nenhuma palavra. Tinha o desejo de chegar atacando aqueles indivíduos, mas foi cortado quando notei então o ser no meio da roda.

Um palhaço tão estranho quanto os outros ali, alegando distribuição de uma tal "pequenalegria", que no segundo primário me remeteu álcool, de alguma forma, apesar de logo em seguida ter concebido que era mais uma droga. Talvez isso tivesse algo a ver com os estranhos sorrisos no rosto deles. "A palavra tem alegria no meio, e eles parecem tão felizes. Será que estão todos drogados?" Apesar disso, não chegava a mais nenhuma conclusão.

- Valharianos... - Meu rosto de viraria de forma a olhar para os companheiros piratas, buscando entre eles o homem-macaco de pelugem branca. - Albo, desgraçado, você vai na frente e tenta conseguir essa pequenalegria, fingindo interesse. Tente... Forçar um sorriso como o deles... Não parece tão difícil... E espere a porra do meu sinal. - E então, o olhar voltaria para os outros dois, Rurik e Groggy. - Vocês se posicionem, se possível, no entorno deles por lados diferentes. Quando Albo sacar a espada, nós atacamos e anunciamos o saque. - E nisso, puxaria com a esquerda o revólver da cintura, e o martelo das costas com a destra, firmando as mãos em ambos, tentando ao máximo encontrar o encaixe correto da mão naquela arma de fogo. -  Se necessário, mataremos todos os malditos, e roubaremos as mulheres e o álcool que houver.

Assim, apontaria para cada um dos outros dois pontos que poderiam alcançar, se houvesse possibilidade com a forma do local, visando entrar em formação de flanqueamento, vindo cada um de  nós de cada lado para surpreender o grupo, enquanto que eu próprio tentaria me mover de forma a ficar posicionado também nesta lógica, tomando cuidado para não me aproximar de mais ou fazer algum barulho que pudesse chamar a atenção dos indivíduos para nós.

Com isso, acenaria com um apontar para Albo, tentando captar o momento exato em que ele sacasse sua espada para iniciar o ataque. Se, contudo, eles desconfiassem de alguma forma dele, e atentassem contra antes mesmo do primata sacar a arma, adiantaria o avance e início do ataque.

- OREEEEEEEEEEAAAAAAAAAAAH! - Bradaria como se fosse uma fera, enquanto me lançasse na direção dos homens, erguendo a mão do martelo e o revólver um pouco a frente, já tentando projetar algum tipo de mira, ou coisa do tipo. O semblante, amparado nas natas habilidades de intimidação, buscaria o mais próximo de um misto entre o selvagem e o demoníaco, erguendo o corpo para me impor ainda mais contra aqueles homens. - SEJAM BEM VINDOS A BARCA DO INFERNO! EU SOU SIEGFRIED ULLER FREY, SOMOS OS VALHARIANOS, MAS VOCÊS PODEM NOS CHAMAR DE O PIOR PESADELO QUE JÁ TIVERAM! NÃO HÁ "PEQUENALEGRIA" QUE COMPENSE "A GRANDEDOR" IAHAHAHAHA! - Já não seria só um brado, mas um rugido, de tão feroz que seria naquele instante, como bárbaro, como Frey.

E então buscaria serpentear, rodopiar e saltar por entre os indivíduos ali, como um peão, aplicando-lhes golpes em arco com o martelo, girando-o e rotacionando-o, esticando e retraindo o braço destro para martelar aqueles que possuíssem, em primeira instância, armas visíveis, e em segunda os que parecessem mais inofensivos também. A arma bárbara dançaria de um lado para o outro, sempre atacando, mas quando errando, buscando ser redirecionada sem perder a energia cinética. Os golpes visariam desde as pernas dos inimigos, tentando desequilibrá-los junto aos golpes, como seus troncos, querendo quebrar-lhes costelas, ou até mesmo o pescoço e a cabeça.

Junto a isso, o revólver estaria posicionado para, nas oportunidades certas, atirar contra os inimigos, tentando ainda apreender mais de como utilizar aquela engenhoca bélica. Atiraria somente quando visse que este tiro não tinha chances de acertar alguns dos aliados, tentando inclusive, em todo momento, dançar junto a dança deles, ou seja, lutar em harmonia com as movimentações que estava fazendo, nem que para isso tivesse que apontar as vezes com a arma a direção que deveriam ir para que nosso ataque fosse mais efetivo.

Também, manteria os padrões de utilização das pernas em chutes para empurrar e desequilibrar os inimigos, mas também para causar dano. Levantaria as pernas, em meio as movimentações, socando contra os inimigos as canelas ou plantas dos pés, quando fosse propício e pudesse ajudar. Em meio a tudo isso, estaria buscando tentar entender o padrão de movimentação dos novos adversários, e como reagiriam, ainda mais considerando a surpresa e o posicionamento, que seriam elementos estratégicos ao nosso favor.

Num sentido de defesas, a própria movimentação propiciaria, certamente, a evasão de diversos golpes, principalmente por conta do estilo de luta diferenciado e, consequentemente, pouca noção dos inimigos de como seriam minhas movimentações. Saltos e giros, abaixadas e impulsos utilizando das habilidades de Aceleração seria primordiais para tal. Mas, quando o mover do corpo não fosse o suficiente, utilizaria do próprio martelo para golpear ataques que pudessem vir contra mim, lançando-os em outra direção e, se possível, tentando forçar a abertura de uma brecha na base do inimigo, aproveitando com um tiro ou chute. Poderia, contudo, apenas colocar o martelo a frente do ataque, dependendo de como fosse, e enrijecer os músculos para defender-me.

Ainda, por conta da armadura, conseguia uma facilidade de bloqueio extra, que seria tentando bater com a próprio estrutura metálica nas laterais de um golpe, por exemplo, para que não me acertasse em outro ponto não protegido. É claro que tomaria cuidado com pontas de lâmina, por exemplo, mas usaria o quanto pudesse a armadura para me defender.

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