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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptyQua 17 Out 2018, 15:37

Relembrando a primeira mensagem :

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptySeg 12 Nov 2018, 22:29

Não havia muita surpresa em relação a aparência dos inimigos, que agora era revelada. Na realidade não esperava realmente que fossem grandes monstros ou coisa do tipo, e apesar de serem também... Malditas aberrações, eu diria, não representavam uma real ameaça. É certo que neste meu pensamento também existe um pouco de subestimação aos adversários.

Quatro indivíduos, um pequeno cavalinho. Seria fácil, e também era uma boa hora de ter nossa primeira experiência como grupo, que poderia me mostrar as características dos novos aliados e tentar conciliar suas formas de combate com as nossas.

Agora, quando o barbudinho desgraçado lançou aquela ameaça, o olhar antes fechado, como o intimador que era, se transmutou em um pseudo-sorriso, que tentava ser segurado e ocultado, mas tinha uma certa dificuldade. "O filho da puta acha que mesmo que podem nos derrotar?" Convenhamos: no mínimo cômico.

- Escute, seu maldito... - Engoliria assim a risada de vez, fechando novamente o semblante e encarando os inimigos já apertando os cabos dos machados, com o sangue ainda borbulhando pela vontade e, quem sabe, tesão, de iniciar um combate. Isso moveria-me até a aumentar o tom vocal. -
SE SOZINHO EU TENHO 23 MILHÕES... IMAGINE QUÃO PERIGOSO SOU JUNTO DE MEU BANDO, SEU DESGRAÇADO! - Os braços se retrairiam levemente enquanto tomaria o ar para o grito, já arrastando a perna esquerda um pouco para trás e flexionando-a. -
VALHARIANOS! POSICIONEM-SE COM OS INIMIGOS ENTRE VOCÊS E O LÍDER DELES PARA EVITAR OS TIROS! AVANTE!

E, no mesmo que gritaria, a perna de trás, antes flexionada, se esticaria, amparada nas capacidades de Aceleração para disparar em uma velocidade alta logo de uma vez, como em um dash. Contudo, apesar do avence rápido, tentaria manipular minha velocidade para não usar o máximo, mas quase ele, algo como uns 80% de meu potencial máximo de velocidade. Avançaria, desta forma, distribuindo saltos que se alternariam entre uma perna e outra, em um avance de corrida mas de uma forma um pouco mais imprevisível, as vezes lançando mais força em uma perna e menos em outra, para já evitar as possibilidades dos projéteis inimigos. Enquanto isso, os machados para os lados, com os braços abertos, apontariam suas lâminas na direção dos adversários, se movendo em movimentos em arco diagonais e horizontais para bloquear possíveis lançamentos que atentassem contra minha integridade física e, se fosse possível, contra a integridade física de meu companheiro tritão.

E manteria esse padrões de movimentação até alcançar os inimigos, focando diretamente nos guerreiros do corpo-a-corpo no primeiro momento, tendo como prioridade o lanceiro, mas não importando de me direcionar aos espadachins no primeiro instante caso fosse mais propício no momento do choque entre os grupos.

Assim, quando estivesse quase suficientemente próximo para atacar, ainda não utilizando do máximo de minha velocidade, um passo forte no chão daria início a movimentação. Tal passo me dispararia, agora na máxima velocidade, na direção do inimigo, enquanto o tronco se envergaria para frente, de tal a me aproximar um pouco mais da altura dos antagonistas. O avance rápido, em momento repentino, muito provavelmente geraria uma surpresa no alvo, que estaria condicionado a acreditar que minha velocidade máxima era a que estava usando até então, e isso já seria um ponto a me favorecer.

Então, com a aproximação, fecharia um dos braços realizando o movimento em arco aberto de um lado para o outro, mirando a primeira machadada em diagonal descendente no inimigo. Logo após o golpe, aproveitando ainda da cinética da movimentação deixaria o corpo seguir com o braço e girar, enquanto o outro machado já viria descendo logo em seguida contra o adversário. Durante o giro, seguiria o passo também para me aproximar mais ainda do adversário e reduzir sua chance de reação, impondo-lhe certa pressão para minimizar sua evasão.

E assim seguiria, utilizando da aceleração para manter a imprevisibilidade dos movimentos, mas sempre girando e aproveitando da cinética da movimentação anterior para encaixar golpes devastadores que mirariam, sobretudo, em zonas como o pescoço, onde imaginava que golpes poderiam ter um efeito mais fatal. Enquanto moveria-me, a movimentação proporcionaria a evasão dos golpes amparado, em primeira instância, aos saltos, passos, giros, e movimentos com o tronco, quadril e braços para fora da trajetória de qualquer ataque que fosse. Em segunda instância, o bloqueio viria de forma natural em meio a movimentação, pelo que enquanto os braços girariam em ataques também giraria em defesas, aproveitando das duas armas que utilizava, de forma a tentar aparar qualquer atento contra mim, lançando-lhe para outra direção pelo uso da parte plana da lâmina ou cortando-lhe ao meio, se fosse propício.

Ainda, em meio as movimentações, caso fosse necessário bloquear e não fosse eficiente utilizar-me dos braços para tal, moveria o corpo para os lados, rotacionando as partes que pudesse rotacionar, ou inclinando-as, para que o ataque pudesse ser direcionado para a armadura, com a qual bateria de forma a tentar aparar o ataque também, em uma forma de bloqueio.

Também, quando os braços não pudessem acompanhar as movimentações anteriores, poderia usar também de chutes, erguendo a perna e esticando-a fosse de forma frontal, reta, ou mesmo de lado, dando de canela ou pé no inimigo, mas é claro que sempre com cuidado para não acabar lançando uma parte de meu corpo diretamente em um ataque.

E, é claro, estaria tentando me mover diante de duas propostas que tentaria manter: Uma era a de usar da movimentação a nosso favor de forma defensiva, ficando sempre com os inimigos com quem lutava entre mim e o líder atirador, aumentando a dificuldade para acertar-nos sem ferir os adversários. A altura reduzida deles provavelmente tornaria esta estrategia minha um pouco menos eficiente, mas cria que com ela poderia ter algum sucesso, mínimo que fosse; A outra proposta parte do princípio de que estou lutando não sozinho, mas acompanhado, desta forma, por conhecer já o estilo de movimentação bárbaro de Rurik, tentaria manter a sincronia com o mesmo, atacando zonas quando sobrasse uma brecha entre os ataques dele, e esperando que fizesse o mesmo.

No mais, tomaria também cuidado com ataques que pudessem vir dos próprios aliados, não por uma falta de confiança (o que também seria muito justificável, convenhamos), mas por não conhecer suas formas de movimentação, e ainda não ter um entrosamento com os mesmos. Além disso, Marquitos estava com a arma, e me preocupava de ele acabar atirando em nós também, de forma que minhas defesas se estenderiam para todo tipo de ataque, inimigo ou aliado.

Ainda não tinha muita noção de como comandar o grupo em batalha, mas esperava que com o passar deste primeiro momento da batalha conseguísse analisar melhor a situação, tentando captar o máximo de informação das batalhas travadas pelos aliados.
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptyQua 14 Nov 2018, 14:20


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Antes de iniciar suas ações, como de costume o barba ruiva decidiu responder as provocações adversárias, depois ordenando aos seus colegas de pirataria para tomar cuidado com os disparos da arma de fogo do inimigo. -HOOO!- Responderam em quase uníssono os seus aliados, ficando assim melhor posicionados antes de agirem.

Com os preparativos prontos, Siegfried saiu em disparada com sua alta aceleração e em saltos investindo contra os caçadores de recompensa, em suas mãos seus machados empunhados logo seriam utilizados para golpear os inimigos. O bárbaro fez sua aproximação, tendo o lanceiro como o primeiro obstáculo ao ficar em sua frente, confiante o caçador portando da lança realizou uma estocada contra o corpo do pirata, mas foi surpreendido ao ver, ou melhor, não ver Siegfried movendo-se mais rápido em um novo impulso e surgindo com um ataque na diagonal contra o lanceiro, que teve seu ombro cortado.

Sem perder tempo, barba ruiva seguiu pressionando o oponente com o encurtar a distância entre seus corpos, e o lanceiro ferido que manuseava sua lança, tinha dificuldades para se posicionar devido a longa arma que carregava. Os golpes prosseguiram, com áreas do corpo daquele lanceiro como o pescoço sendo uma das áreas principais de ataques, resultando em dois novos golpes no pescoço do lanceiro, que sem dúvidas é um tipo de combatente péssimo contra um bárbaro tão rápido como Siegfried.

Um dos espadachim resolveu então agir perante a decaída do lanceiro, correndo na direção do bárbaro de espada erguida, mas um outro machado se pôs em seu caminho, o de Rurik. -Uriahhh- Esbravejou o tritão ao bloquear e em seguida forçar o espadachim para trás com sua tremenda força, o fazendo cair no chão, depois saltou sobre o homenzinho de espada e o mordeu no braço, deixando seus dentes presos no mesmo.

-Idiotas! Não sejam derrotados tão facilmente, eu não os pago para passar vergonha!- Resmungou o barba grisalha que mirou no tritão e lhe acertou um tiro nas costelas, o fazendo sair de cima do espadachim. Aproveitando a oportunidade, o segundo espadachim foi para cima do bárbaro, mas levou um barril arremessado na cabeça por Grogy e um Direito de punho fechado no peito realizado pelo macaco.

O segundo espadachim cambaleou duas vezes no chão até parar e ficar encarando seus agressores. -Ufa ~hiccc~ Meu barril não quebrou, ainda deve dar pra usar hehehe- Em tom de alívio o bebum do Grogy falou ao recuperar seu querido barril. Já Marquitos, com suas mãos magras e algemado tentava mirar com dificuldade, disparando uma vez e quase caindo, seu tiro passou zunindo na orelha de Siegfried e pegando na parede da caverna. -N-não foi por mal, juro!- Explicou ele.    



Área da Caverna:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptySeg 19 Nov 2018, 18:07

Resplandecente como um astro-rei, eu me impunha diante dos inimigos da melhor maneira possível, e ficava realmente muito contente e até entusiasmado em observar a forma como meus novos aliados batalhavam junto a Rurik e eu. Como que diante do sol, eles eram subjugados por nosso poderio e força, em um belo de um trabalho conjunto.

Isso é, a maioria pelo menos. Por um instante de segundo ouvia o zunido do disparo que passava logo ao lado de minha cabeça, e como um grito repentino aquilo me acusou, fazendo até dar um leve solavanco com o corpo para trás no mesmo instante.

Os olhos arregalados encararam a figura de Marquitos com o fogo de mil infernos e os dentes a pouco de racharem pela força aplicada na mandíbula. Apertei o cabo de ambos os martelos, esbravecido, enfurecido, e ainda ouvi os dizeres do magrelo tentando se desculpar.

- PODE PARAR COM ESSA PORRA ENTÃO! - A vontade de jogar o machado contra seu pescoço era contida, mas teria de ser liberada através do grito que, apesar de não ser nenhum tipo de frase provocativa ou sequer para inimigos, teria o mesmo tom de ameaça e intimidação, sem querer, das falas que lançara aos caçadores anteriormente.

E talvez essa não fosse a posição de um líder virtuoso. Talvez o melhor fosse a cautela, a compreensão. "EU. QUERO. É. QUE. SE. FODA." Eu ainda não era um líder, pensava. Não sabia se teria que me conter mais para me tornar um, mas eu realmente desejava que se explodisse. Naquele instante eu só queria matar, e agora precisaria direcionar o incandescer de minha alma para os adversários. A eles, toda dor do mundo.

- MORRA! - Bradaria, espontaneamente, realizando o arco com um dos braços com todo o impulso no membro, toda a força típica de um caminhante de Valhalla, para liberar um dos machados bárbaros na direção de um inimigo, visando seu pescoço para matá-lo de vez. A direção na qual lançaria seria naquele inimigo que atendesse melhor aos dois critérios: proximidade (levando em conta facilidade de acerto) e debilidade (ao que o mais ferido teria maior chances de escolha). É claro, contudo, que isto seria para aqueles inimigos mais "secundários", os quais já estávamos enfrentando, e não o chefe deles. Pelo menos no primeiro momento, isso.

Assim, tão logo lançasse o machado, o impulsionar de uma das pernas tentaria me aproximar deste mesmo inimigo, em um dash de velocidade máxima, que buscava acompanhar o machado, mesmo reconhecendo que a velocidade da arma provavelmente seria bem maior. De qualquer maneira, o machado seria para matar, ou ao menos atrapalhar o inimigo, para assim facilitar mais minha próxima ação: com o aproximar, tentaria agarrar este inimigo, aproveitando de seu tamanho pequeno e das condições que estava já para fazer isso de uma forma mais fácil, apertando-o pelo pescoço (se houvesse como fazê-lo sem machucar-me com o próprio machado) ou pelos braços, com aquela mão que havia ficado livre após o lançamento.

E você talvez se pergunte o porquê disso, e eu lhe respondo logo em seguida: Este corpo seria utilizado, no primeiro instante, como um escudo; Assim que o tomasse, tentando evitar o mínimo de perda de energia cinética, o pisar do próximo pé no chão travaria o corpo e deixaria a movimentação continuar num giro sobre o calcanhar, para ficar na reta do líder atirador daqueles caçadores, e então o outro pé, que ainda não haveria tocado o chão, pisaria então me impulsionando para um veloz e poderoso salto contra o antagonista.

Assim, tentaria impor a força necessária neste impulso para que minha trajetória de queda, naquele curto espaço, alcançasse a posição do inimigo. O escudo-humano seria puxado, empurrado e girado, com o retrair, esticar e rotacionar do braço que o portava, visando assim impedir que o inimigo conseguísse atingir-me com seus tiros. Tal corpo seria colocado na trajetória dos possíveis ataques.

Quase quando o primeiro pé tocasse o chão, ou melhor, quando estivesse a uma distância de combate corpo-a-corpo, tentaria como primeiro movimento usar o próprio corpo em posses, lançando-lhe em cima do velho do cavalinho, com o objetivo de acertar-lhe de forma imprevisível, ou pelo menos provocar uma reação para ser aproveitada no próximo movimento. Independente, com o tocar da ponta do pé, o primeiro passo flexionaria a perna para absorver o impacto, enquanto o segundo, logo em seguida, me impulsionaria de novo, tentando ir para a lateral do inimigo, mesmo se ele houvesse se movimentado no instante anterior. Na verdade, acompanharia, se houvesse feito, tentando reduzir suas capacidades de reação e acerto como que flanqueando-o.

Assim, ergueria o braço com o machado ao lado do corpo, e deixaria este seguir o impulso do movimento, trazendo também o arco com este membro, de forma tentar acertar o atirador na horizontal em seu abdome ou peito.

As próximas tentativas seriam de, com o braço sem arma, como que abraçar o oponente, para segurá-lo e, talvez, prejudicar sua movimentação levando em conta o pequeno cavalo que o auxiliava em seu movimento. Imagine o cavalo se movimentando e ele segurado por mim. Logo em seguida, tentaria aplicar cabeçadas em sua testa, no que fosse possível, e outros golpes com o machado tentando assim finalizá-lo o quanto antes.

Quando fosse possível e necessário, no fim das trocações, saltaria para trás, e um pouco para o lado, para já evitar de certa forma possíveis disparos, mas não me distanciando tanto assim do inimigo, independente dele estar vencido ou não.

Durante as movimentações, a evasão seria natural porquanto as próprias movimentações de meu estilo de combate seria constantes, com passos, saltos, giros e movimentos com o tronco, quadril, braços e pernas. Contudo, quando esta evasão não fosse o suficiente para proteger minha integridade física, o machado, com sua parte plana, lâmina e cabo, seria colocado para aparar os golpes, empurrando-os para os lados, ou mesmo simplesmente protegendo certa parte de mim de forma firme, enrijecendo ainda os músculos do braço e peito para conter impactos.

Ainda, buscaria manter o padrão de movimentação que não ficaria na reta da arma do inimigo, sempre tentando pegá-lo de lado, e com cuidado para não me atrapalhar em meio as movimentações dos aliados ou com o próprio cenário, mas muito pelo contrário, tentando utilizá-los a meu próprio favor no que fosse necessário, em harmonia com tudo que ocorria em volta naquela batalha.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptyQua 21 Nov 2018, 01:45


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Tudo parecia ter ido de início conforme o que o barba ruiva almejou, o que fazia seu ânimo de imediato ter melhorado, mas o simples fato de quase ser acertado por um de seus supostos aliados, o magricelo e algemado com arma de fogo, fez ele mudar sua postura e repreender de imediato a ação imprudente do outro homem, o que gerou um pouco de pavor no magricelo, que logo largou sua arma no solo da caverna e deu dois passos para trás. Siegfried decidiu em seguida redirecionar qualquer raiva para os seus adversários, uma vez que ainda precisavam ser derrotados.

Pegou um de seus machados, e o arremessou contra o corpo de um dos espadachins, o que estava próximo do tritão e que ficava de pé com dificuldades ainda devido a abocanhada que sofreou anteriormente. -AHHHHH MALDITO!- Praguejou e tentou retirar com sua mão a arma fincada bastante fundo em seu peito que escorria sangue. Agarrou o homenzinho com bastante facilidade enquanto o mesmo estava distraído, ele não era nenhum pouco pesado afinal, e assim o bárbaro e seu escudo humano se protegiam dos disparos vindos do principal caçador que ainda montado em seu pequeno cavalo prosseguia com seus disparos.

-Um a menos para pagamento, é assim que um líder age, eliminando estorvos! e tome cuidado homem magro, seu colega fará o mesmo com você se sair dessa situação!- Exclamou sua ideia de liderança em meio aos três disparos realizados contra o ruivo. Este que manobrava seu escudo de carne para se proteger dos ataques, até que em uma melhor aproximação decidiu em um arremesso jogar o homenzinho contra seu líder. Todos os que ainda podiam ficar de pé na caverna presenciaram a cena daquele corpo sendo arremessado e rodopiando duas vezes antes de chegar no caçador, porém…

Algo ocorreu com o corpo do atirador, que mudou drasticamente seu tamanho e ficou com um aspecto animalesco, agarrando com sua grotesca nova mão o corpo voando no ar, que parecia pequeno em sua enorme garra, e no mesmo instante agarrando seu próprio animal de montaria com a outra mão, arremessou de forma feroz os dois contra Siegfried! Que apesar das possíveis esquivas, foi violentamente atingido! Os dois corpos jaziam sobre o do bárbaro caído e ainda acordado. -Existe uma boa razão para eu estar no farol; aqui tenho piratinhas de merda como você e seus amigos que quase nada sabem sobre as monstruosidades da Grand Line. E aqui está uma delas, o usuário da “Buta Buta no Mi: Modelo Javali”! Como dizem, se quer um trabalho bem feito, faça você mesmo...- Gritou de pé agora no chão, com seus enormes chifres a frente do focinho, sua couraça de tom escuro e patas com garras enormes, beirava os dois metros de comprimento e não mais empunhava sua pistola em mãos.

Os demais companheiros de Siegfried ficavam com semblantes de surpresa na face, sendo o do Magrelo o pior, que até mesmo saiu correndo da caverna... A situação ainda impedia intervenção do gordo e do macaco, que lidavam com aquele derradeiro espadachim que persistia em lutar. Rurik ao ver Barba Ruiva caído, correu até o mesmo e retirou um dos corpos de cima do mesmo em um tapa. -VAMOS CARALHO, LEVANTA E VAMOS JUNTOS CHUTAR A BUNDA DESSE SUÍNO, NÃO VAI SER A PRIMEIRA VEZ HOJE PORRA! HUEHEUEHEUE- Disse o tritão com um tom de empolgação, mas sua face esboçava preocupação.    



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptySex 23 Nov 2018, 13:09

Quando me dei conta, estava no chão, com aqueles dois seres por cima de mim. Por um milésimo de segundo, enquanto no ar, o semblante demonstrava alguma surpresa, afinal realmente não entendia o que havia acontecido no primeiro momento, mas consegui assimilar. "Então essa tal de Buta Javali deu esse poder de virar um homem-javali a ele?" Me intrigava, com a conclusão rápido e lógica que conseguia alcançar.

Com Rurik, sorri, de canto de rosto. O típico modelo de resposta do tritão me animava, o sangue borbulhando ainda não me permitiria parar mesmo que quisesse. Apertei o único machado que portava agora, e as pálpebras, por um instante, teriam se apertado junto. O barbarismo dentro de mim era estridente. Era real.

- KYAAAAAAAH! - Bradaria, bárbaro, viking, Frey, enquanto me levantaria com o máximo de força, numa impulsão enquanto tentaria empurrar para longe o que houvesse em cima de mim. Me chama queimando, e o prazer do desafio. - AGORA SIM VOCÊ FEZ VALER A PENA, DESGRAÇADO! HAHAHAHAHAHA - Assim, a mão livre buscaria as costas, o meio do cabo do grande martelo de guerra. Pela primeira vez, como um verdadeiro bárbaro, empunharia aquela arma que antes usava sua mãos, com apenas uma. Era totalmente um Frey, totalmente um futuro herdeiro de Valhalla, eu poderia sentir!

E assim, sem mais, dispararia contra o inimigo, em uma corrida que se baseava em impulsos alternados entre uma perna e outra, aplicando vezes mais força em uma, vezes mais força na outra, de forma a me mover pelo campo de batalha não simplesmente em linha reta, mas num zigue-zague desordenado, imprevisível. O martelo, tomado por uma das mãos agora no cabo, quase na extremidade mais longe da cabeça, estaria para trás, com o braço praticamente esticado, apertando quase ao ponto de ferir-me as palmas. O machadinho, a frente do peito, com sua parte plana voltada para mim, e o braço encolhido. O corpo todo levemente envergado para frente, e olhar um pouco mais levantado. A movimentação ainda disporia de saltos e giros, caso fosse necessário me esquivar de algum objeto lançado contra mim ou do próprio cenário do duelo.

Assim avançaria contra o inimigo tentando não dar-lhe a certeza de por qual lado viria, procurando assim a melhor brecha para avançar confundido suas percepções. Assim, com o impulso que me lançasse a ele, um juntar de saliva na boca, e um escarrar rápido, seriam provavelmente o suficiente para juntar uma boa quantidade de elementos na boca. Quando avançasse, cuspiria em sua cara, para tirar a concentração sim, mas para humilhá-lo, sobretudo.

E disso, próximo o suficiente, giraria o martelo, com todo seu alcance, desenhando o arco de sua cabeça, vindo quase de trás de minhas coxas e ascendendo acima da cabeça, com o girar do quadril e pernas que desempenharia uma maior impulsão para o ataque. No instante seguinte, já estaria me distanciando novamente, mas agora tentando seguir o movimento, passando pelo inimigo e indo para suas costas ou lado, sem perder a cinética do movimento. E ao mesmo, giraria sobre o próprio eixo, enquanto que já lançaria o machado, com sua lâmina para o antagonista, permitindo que ele voasse naquele curto espaço de ar tentando atingir o adversário diretamente na cara.

De novo, me impulsionaria em sua direção, saltando quando próximo e levantando uma das pernas, visando acertar-lhe com as solas brutalmente, enquanto que na verdade este seria não o ataque para causar dano em si, mas para testar sua reação, pois dependendo da direção que ele se esquivasse, fizesse sua evasão, usaria o martelo para descer sobre, assim dificultando sua reação e tentando acertar-lhe. E então, quando pousasse um dos pés no chão, já tentaria saltar me distanciando do inimigo, mas tentando passar por ele, de forma a ficar em suas costas ou lado.

E assim seguiria movimentação, num combinar de impulsos aproximando-me e circundando o inimigo, golpeando com chutes e com o martelo, aproveitando do combate a meia distância que conseguiria estabelecer com ele. Quando houvesse possibilidade por conta da proximidade, lançaria joelhadas e encontrões com o próprio corpo, usando de meu peso para causar-lhe algum dano. Tentaria também manter um padrão de sincronia com Rurik, visando acertar o inimigo em pontos que houvessem ficado expostos por suas respostas ao tritão, enquanto também tentaria gerar, com meus ataques, brechas que poderiam ser aproveitadas pelo tritão, por exemplo, atacando o lado direito do inimigo, se Rurik estivesse mais próximo do esquerdo.

Durante a movimentação, os bloqueios e evasões viriam de forma natural. O próprio padrão de impulsos e os movimentos com o tronco, quadril, braços e pernas, além dos típicos giros, tentariam evitar qualquer coisa que atentasse contra minha integridade física. Agora, ataques que não fosse possível esquivar, bloquearia, girando o próprio martelo, tentado manter a cinética da movimentação, sem paradas bruscas, usando da cabeça e do cabo para empurrar, rebater, parar ou aparar golpes que viessem contra mim, enrijecendo os músculos do braço quando fosse necessário absorver impactos. Ainda, a própria armadura me auxiliaria, no que ataques direcionados ao tronco, e até a alguma parte das pernas, braços e pescoço, seria defendidos com o movimentar da parte armadurada de mim, me movendo para direcionar a armadura, como um escudo, contra os ataques do adversário.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptySab 24 Nov 2018, 20:27


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Apesar de ter ficado intrigado com os acontecimentos recentes, nem si quer a transformação animalesca do caçador de recompensas fez com que o Bárbaro deixasse de agir como é. Sorrio de canto para seu colega tritão, e depois de um estridente grito, voltou a ficar de pé ao deixar de lado os corpos antes em cima de si ali estirados no chão. Empunhou mais firme do que nunca sua arma, recebendo em resposta um olhar de desdém do caçador em forma de javali.

-Alguns miseráveis não aprendem nunca. Mas logo sentirá o poder da minha fruta do diabo!- Praguejou o caçador ao ver que Siegfried voltava a vir disparado em sua direção. O javali movia seus olhos para lá e pra cá tentando acompanhar os movimentos aleatórios de corrida daquele bárbaro, e quando o barba ruiva fez uma aproximação melhor, realizou seu primeiro movimento contra o corpo do inimigo, que foi uma cusparada nos olhos. -Não zombe de mim!- Resmungou o javali, que girou seu braço para atingir Siegfried, mas ele já havia recuado.

Depois o javali recebeu o verdadeiro ataque de Siegfried, que tentou atingi-lo na altura de sua cabeça. Por pouco não foi efetivo seu golpe, que acabou bloqueado por um dos chifres do focinho do caçador, mas o ruivo não parou por aí! Seguiu indo para uma das laterais do oponente e depois arremessou seu machado contra a cara do javali. Este ataque que o acertou, deixando assim a arma presa em uma perfuração no meio da orelha do monstrengo, que urrou de dor enquanto o sangue escorria para além de seu pescoço.

O javali retirou o machado e quebrou o cabo da arma nos dentes tamanha era sua raiva. O combate teve continuidade com Barba Ruiva desferindo chutes no caçador, que em um rápido movimento o agarrou pela perna e pelo braço do martelo parando seus movimentos. -Te peguei HÁ!- comemorou, mas durou pouco, pois Rurik chegou com tudo desferindo um golpe com seu machado no peito do Akumado, prendendo o mesmo no local atingido, e assim não conseguiu o remover depois apesar de ficar tentando puxa-lo.

O Javali girou o braço com Siegfried como se fosse um saco de batatas e o arremessou para o alto até bater no teto da caverna, Albo então surgiu como o primitivo primata que é e o agarrou na descida em pleno ar, e depois colocou o bárbaro no chão novamente. Não houve nada muito grave se não algumas dores nas costas nas quais já estava sentindo devido a queda de antes.



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptyDom 25 Nov 2018, 16:29

Sentia meu corpo cortar o ar enquanto subia, lançado com força para cima, voando na direção do teto. Me choquei, apertando a arcada dentária, e por um mísero segundo fechando os olhos. Inspirei, em uma reação rápida, tentando, com minha mente genial, procurar maneiras de aterrizar sem me causar dano. "Não vai ter jeito, porra, argh..." Conclui, naqueles milésimos, que receberia mais um dano, pelo impacto com o chão. E já estava com dores nas costas...

Mas tão rápido quanto pensei, fui agarrado pelo companheiro primata, que me colocava seguro no chão. Tenho de admitir que no instante que ele me segurou eu simplesmente não entendi. Mas assimilei rápido. Assim que pousei meus pés no chão, soltei o ar em um certo alívio. Olharia para Albo, com as grossas sobrancelhas naturalmente abaixadas pelo momento em que estávamos, mas deixando um princípio de sorriso para o mesmo, enquanto acenava positivamente com a cabeça. - Muito bom, desgraçado, muito bom. - Como uma coruja buscando seu pequeno alvo em uma noite escura, viraria então a cabeça, e após isso o corpo, com velocidade para o caçador javali. "É isso... Temos que usar a vantagem numérica ao nosso favor..."

- VALHARIANOS! - Gritaria, batendo o cabo do martelo no chão. - JÁ PERMITIMOS QUE ESTE COMBATE SE ESTENDESSE POR TEMPO DE MAIS! É HORA DE DERROTARMOS ESTE PORQUINHO DE MERDA! - Buscaria observar onde se posicionavam cada um dos aliados naquele instante, para então projetar o que deveríamos fazer. - CADA UM ATAQUE ELE POR UM LADO. POR MAIS FORTE QUE SEJA, NÃO CONSEGUIRÁ LIDAR COM MUITOS MOVIMENTOS AO MESMO TEMPO! - E não, eu não me importaria em gritar aquilo, sabendo que o inimigo ouviria. Era a velha estrategia do flanquear, que poderia dar bem certo naquela situação.

Assim, tão logo terminasse de falar, ou melhor, antes mesmo de chegar ao fim, já estaria me lançando na direção do inimigo novamente, com a movimentação imprevisível. Tentaria agora mudar mais ainda o padrão, não só aplicando mais ou menos força nos impulsos, mas muitas vezes aplicando dois impulsos seguidos com uma perna, ou três com outra, um apenas um mesmo, mas sempre da forma mais aleatória que poderia conceber, evitar qualquer tipo de padronização naquela movimentação.

O martelo, única arma portada por mim agora, me trazia o saudosismo de quando começara minhas aventuras independente do clã Frey. Inclusive, penso que seria a oportunidade perfeita para remeter minha primeira técnica, a qual fora utilizada no combate contra Rurik, ou melhor, não diretamente com ele, mas naquele mesmo episódio. E estar com uma mão livre me abria esta oportunidade. A arma em mão estaria um pouco para trás, posicionada como antes, quando estava com o machado ainda, enquanto a mão livre, aberta, um pouco a frente do queixo e com a palma virada para o inimigo, me auxiliaria em movimentações, bloqueios, e no próprio ponderar da força e equilíbrio do corpo.

Alias, essa mão livre também me ajudaria para indicar, com sinais curtos de apontar, para meus aliados o direcionamento que poderiam tomar para que ficássemos bem posicionados. Desta forma, com estas orientações simples, e com o meu próprio movimentar, tentaria induzir o posicionamento para que ficássemos cada um vindo de um lado diferente do inimigo. Todas minhas movimentações, então, tentariam ser realizadas no mesmo momento, ou pelo menos no instante posterior, dos ataques de meus aliados, para reduzir cada vez mais as possibilidades de reação do inimigo caçador, mas é claro que sempre evitando também de, por algum truque do antagonista, acabar acertando os Valharianos.

Meu primeiro movimento de aproximação, em um impulso com um salto, giraria o braço por trás da cabeça e subiria então com o martelo, realizando o arco ascendente mirando um golpe vertical no mesmo, visando, a principio, seu queixo. Então, na sequência do ataque anterior, enquanto recuaria o martelo, iria com a outra parte do corpo, o membro livre, com o punho fechado, tentando acertar-lhe um soco em seu abdome.

Com o recuar, me prepararia então para o ataque especial: Seguraria o martelo agora com duas mãos. Enquanto uma permaneceria no cabo, deslizando para que ficasse no ponto ideal, a outra correria para a cabeça da arma, segurando-a e apertando em um ponto onde não ferisse minha palma os dedos. No que me aproximasse de novo do inimigo, saltando novamente, e como sempre, tentando achar uma brecha entre os ataques de meus aliados, ergueria a arma bárbara e desceria-a sem nenhuma dó, nenhuma piedade, contra a cabeça do inimigo, proferindo o típico - MOOOOOOOOORREEEEE, DISGRAAAAAAAAAAAÇAAAAAAAAAA! - Estaria quase sorrindo enquanto gritaria, crente totalmente de que aquilo daria certo.

Mas independente de dar, logo após isso, tomaria o próprio corpo do inimigo para me impulsionar, erguendo umas pernas flexionadas e me lançando na direção contrária do mesmo - estratégia, esta, que também utilizaria caso ele tentasse me agarrar de alguma forma de novo, tentando com isso escapar de seu agarrão. Mas neste caso sequencial a técnica, assim que me impulsionasse, fosse no inimigo, sendo possível, ou fosse no chão, ou alguma parede próxima, jogaria o martelo na direção do adversário, permitindo que rotacionasse. De novo, tomaria o devido cuidado para não lançar contra um inimigo, mas aquilo que estava fazendo era tentando aproveitar o instante depois a técnica, tendo acertado ou não.

Após isso, só tomaria o revólver e começaria a tentar atirar nele o máximo que fosse possível, erguendo meu braço e fechando um dos olhos para tentar mirar da melhor forma possível. Ressalto, mais uma vez, que não colocaria meus aliados em risco, somente atirando caso notasse que não haveria a possibilidade de acertar um Valhariano em uma defesa ou evasão do inimigo suíno. Atiraria tentando matá-lo, descarregando o revólver que ainda tinha no mesmo, mirando qualquer ponto mais exposto e fácil de acertar.

Ainda, com a possibilidade de necessitar de defesas, tirando o que já citei se ele tentasse me agarrar, em qualquer instante que fosse necessário me esquivar, tentaria fazer isso em meio a própria movimentação, seguindo com saltos, giros, impulsos, o flexionar e esticar das pernas, mover dos braços e inclinar do corpo, evitando a trajetória do que atentasse contra mim. Caso precisasse bloquear, em primeira instância o faria movendo meu corpo, com a armadura, tentando direcionar o ataque para a mesma e "apará-lo", empurrando-o em outra direção ou mesmo enrijecendo os músculos da região armadurada que fosse atingida. Se a armadura não fosse o suficiente, e ainda estivesse com o martelo, o usaria para rebater ou aparar golpes, mas se não estivesse, usaria dos próprios punhos, tentando bater nos golpes que viessem contra mim, se possível, e redirecioná-los para outra direção, enquanto já me moveria de forma evasiva, ao mesmo tempo. Na realidade que estaria em todo tempo combinando evasão e bloqueio, o quanto fosse necessário e possível.


Morre, Disgraça!:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptySeg 26 Nov 2018, 21:02


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Ao voltar para o solo da caverna são e salvo, Siegfried fez questão de elogiar da sua maneira o Mink primata por tê-lo ajudado, e depois voltou suas atenções para o javali, já percebendo que a vantagem estava a favor dele e seus companheiros que estão em maior número.

O bárbaro abriu a boca para declarar seu plano para todos na caverna escutarem, dizendo que é para todos irem atacar o inimigo por um lado diferente, o que obviamente irritou ainda mais o javali que encarava o bárbaro com frieza.

Ao lado do ruivo, o macaco albino se encontra e logo que começou sua corrida, foi acompanhado de perto pelo albino. Rurik que se encontra mais a frente também fez os preparativos para seu ataque, ao fazer a volta no javali, segurava em mãos uma de suas arcadas dentárias, já que ainda não havia recuperado o machado.

Um pouco mais longe, Grogy vinha enfiando o corpo de um espadachim dentro de seu barril sem nenhuma razão aparente, talvez apenas por diversão. Voltando para as ações de combate, Barba Ruiva seguiu com seu martelo na direção do javali, martelo este que é usado também para orientar seus comparsas a ficarem posicionados em batalha.

E assim que fez uma aproximação com salto, golpeou o queixo o Akumado, fazendo com que o impacto fizesse ele balançar para trás, depois o bárbaro realizou um chute, este que foi agarrado novamente, mas dessa vez Rurik estava no apoio e com sua mandíbula solta golpeou/mordeu o braço do javali que largou Siegfried.

O caçador então usou a outra mão para agarrar Rurik, mas o Albino logo chegou e saltou segurando seu braço, fazendo assim com que ficasse com um tubarão e um macaco impedindo que utilizasse de seus membros superiores, os braços. Visto tal cena, Barba Ruiva decidiu aplicar sua técnica ao entoar um grito que seria o nome de tal golpe.

Com o ataque aquele javali balançou para frente e para trás, até que finalmente caiu de costas com o corpo todo arrebentado e cortado de ataques dos piratas. Sua animalesca transformação se desfez logo em seguida... Eis que a vitória finalmente chegou... -Uuu? Acabou então? ~hiccc~ oba, vamos beber!- comemorou o bêbado Grogy que com seu raciocínio lento só notou no fim o que havia ocorrido.

Do lado de fora da caverna, a chuva começou a ficar mais densa, com relâmpagos e trovoadas surgindo. Logo o interior daquela caverna que fica no sobe da montanha ficaria cheia d'água, e isso estava bem claro pelo volume crescente que vinha passando pelos pés do Bárbaro e seus colegas, o que para o tritão não parecia ser um problema, mas para os demais talvez fosse.




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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptySeg 26 Nov 2018, 21:53

Toda minha força foi descarregada naquele golpe, na mais plena oportunidade que tinha desde o início do combate. A arma bárbara, antes levantada, descia, enquanto uma de minhas mãos lhe agarrava o cabo, e a outra a impulsionava pela própria cabeça. O grito, tão bárbaro como somente um verdadeiro Frey poderia lançar, seguia o mesmo ar de ofensiva do golpe. E então o choque.

O grande suíno balançou, e enquanto meus pés pousaram o chão novamente, após o salto que dera para a técnica, um sorriso bárbaro voltava a brotar entre minhas feições, e entre os tantos pelos que possuía no rosto. E o inimigo veio ao chão. - ROREAAAAAAAAAAAAAH! - Grito, tão livre quanto era, tão destinado a morada etérea de Valhalla. Groggy tirou suas conclusões sobre batalha, e então gritava por bebida, o que me fazia então voltar a realidade.

"A bebida... Está... Acabando..." Meus olhos se esbugalhariam. Notando também as condições externas, que poderiam nos trazer maiores problemas. Precisava agir rápido, e ainda comandar aquele grupo rápido. - Groggy, Albo... Peguem meu machado, o revólver, e saqueie rápido os corpos. Peguem o que encontrarem, berries, armas, tudo. - Diria, não me impondo tanto, no primeiro momento, mas então estufando um pouco o peito ao perceber a falha na posição de líder que precisava assumir. - Sardinha ambulante, me ajude a saquear o desgraçado e arrancar sua cabeça. - Apontaria então para o inimigo recém derrotado, já indo rapidamente em sua direção também. - Rápido, Valharianos! Não temos muito tempo até que este local fique totalmente alagado.

Começaria então a saquear, tomando de seus bolsos e procurando até por compartimentos escondidos em suas roupas, para levar-lhe tudo. Se possuísse alguma joia, tomaria também, e papeis, armas. Tomaria até a capa esverdeada que o grisalho utilizava, por mais pequena que fosse, para me proteger minimamente naquela chuva que teríamos que enfrentar. Cortaria sua cabeça fora com golpes do machado, se estivesse com ele, ou então permitiria que meu companheiro Rurik o fizesse, se houvesse tempo. Assim, tomaria a cabeça do homem pelos cabelos.

Enquanto houvesse tempo, tentando calcular o quanto poderíamos ficar ali sem maiores dificuldades de saída, saquearia, e tomaria o que fosse de valioso, mas quando notasse que não havia mais tempo, gritaria então para os companheiros. - Vamos, seus filhos da puta, precisamos deixar este lugar! Rurik, nos guie pelas águas com suas habilidades de sardinha humana! - Diria esta última frase, é claro, se fosse necessária a ajuda do tritão. Aproveitaria, ainda, deste instante para beber um gole de minha bebida, e passar para os outros que desejassem, de forma rápida.

E então, enfrentaria a quantidade de águas que poderiam estar vindo, utilizando da força que ainda tinha para mover as pernas com força, tentando manter-me junto do companheiro tritão, imaginando que de alguma forma isso poderia nos auxiliar. Se ele tivesse alguma recomendação que nos ajudasse naquele instante, acataria, deixando por um instante o posicionamento como líder do grupo pelo fim maior da sobrevivência. Se fosse necessário, moveria os braços em arcos, abrindo-os para me mover com maior facilidade pelas águas. Em qualquer momento, ainda, que necessitasse, agarraria os companheiros pelos pulsos ou pelas pernas, se houvesse algum risco eminente a eles.

- Vocês, malditos, sabem de algum lugar onde podemos comprar algumas bebidas, enquanto o tritão nos trata os ferimentos? - Perguntaria para os dois novos aliados, pouco me importando que Marquitos havia nos dado as costas e diminuído o número do grupo. No fundo, tinha certeza que ele não aguentaria nada, mas achava que pelo menos um lanche para Rurik ele se tornaria. - Qualquer lugar. Nós temos dinheiro o suficiente.

Visaria seguir então alguma ideia que os homens, o primata e o gordo, mais experientes com aquelas terras, poderiam ter para um local para beber. Alias, estava neste instante confiando bastante nos saberes de Groggy, de alguma forma, afinal de bebida ele parecia entender. Caso eles não soubessem algum lugar, tentaria procurar, correndo em meio a chuva, procurando pontos estratégicos onde poderia parar para olhar em volta, onde pegasse menos chuva. A capa roubada do caçador, se estivesse com ela, seria segurada acima da cabeça para poupar-me um pouco das águas. Se encontrasse alguém em meio aquele temporal, tentaria falar rapidamente. - ONDE EU ARRANJO BEBIDA NESSA PORRA? - Gritaria, provavelmente lutando com a voz contra o barulho da torrente de águas. Assim, tentaria encontrar um local, e caso encontrasse, seguro, ali nos estabeleceria por um instante.

Caso procurasse um pouco e não encontrasse, conferindo se os companheiros não sabiam/viam algum local ali próximo onde pudéssemos nos abastecer de álcool, em último caso, voltaria, dirigindo o grupo, para o local onde havia deixado o Holandês Arrombador, para entrar-lhe em sua parte interior rapidamente.

Mas, se achasse algum lugar, qualquer que fosse, onde pudesse encontrar bebidas para vender, ou minimamente um espaço seguro onde poderíamos parar para tratar nossos ferimentos, logo adentraria, como dito, nos estabelecendo, e então direcionando palavras a meu companheiro tritão bárbaro. - Amigo, veja se estão com alguns ferimentos. (Irei buscar bebidas./Após isso, trate os meus.) - No caso, a segunda frase dependeria de haver alguma forma de adquirir bebidas ali ou não. Havendo, tentaria dialogar com quem quer que fosse que pudesse nos fornecer o delicioso líquido dos deuses. - Diga-me, maldito, quantas bebidas consigo com 100.000 berries? - Questionaria, com um certo olhar interessando no produto. - Então traga para mim o triplo. - E então, mostraria os 300.000 berries, já tendo separado-os dos bolsos desde o começo do diálogo. Conseguindo comprar bebidas ou não, esperaria também um tratamento do companheiro tritão, deixando de lado por um instante a cabeça do caçador, se estivesse com ela.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptyQua 28 Nov 2018, 20:01


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Com a vitória perante os caçadores de recompensa, restava agora sair o mais rápido daquela caverna antes que ficassem todos com água até o pescoço. E notando tanto aquela nova situação, quanto o problema com falta de bebida, o líder daquele grupo, o barba ruiva, começou então a dar ordens para seu grupo saquear o que fosse possível dos derrotados.

Com acenos de cabeça de concordância as ordens dadas, cada um foi até um corpo caído depois de um gole de vinho em meio ao lamaçal que surgia e começaram a vasculhar os corpos mortos. Faziam suas buscam de forma brusca, erguendo os mortos, sacolejando para ver se caia alguma coisa e até mesmo deixando um ou outro completamente nus.

Já o próprio bárbaro optou por pegar uma lembrança inusitada do combate, a cabeça do caçador grisalho! Pegou aquela machadinha intacta que restou e decapitou a cabeça do caçador fora, deixando assim o corpo para trás sem mesmo a capa tão característica que possuía. No final o saque, todos no local já tinham dificuldade para se locomover na caverna alagada, exceto o tritão é óbvio.

Ao todo, obtiveram novecentos mil berries dos cadáveres, duas espadas, uma lança uma pistola, um dente de ouro falso e a capa esverdeada suja de sangue. Depois Siegfried foi em busca de alguém que lhe vendesse bebidas nas redondezas, mas não encontrou nada, e mesmo com a ajuda de Grogy também não foi achado nenhum lugar adequado.

-Estranho ~hiccc~ até um ano atrás tinha um cara vendendo bebidas aqui ~hiccc~ Acho- Confuso o bêbado gordo falou ao ter levado o bárbaro até um ponto sem nada no sopé da montanha. Sem muito resultado, retornaram todos para o barco pirata que havia trazido Siegfried e Rurik até o farol, tal embarcação que vinha balançando violentamente devido a agitação do mar. -Humm, que embarcação bacana, ela tem nome?- Questionou Albo.

Subiram todos para dentro do barco e em seguida um pedido para que o médico tritão fosse cuidar dos feridos acabou sendo dado. -Pode deixar comigo seu maldito!- Respondeu Rurik ao ir olhar o gordo e aquele macaco, e alguns minutos depois voltou para cuidar de Siegfried, porém, algo estava errado com ele e que foi notado quando o tritão lhe deu uma boa olhada.

-CARAAALHOOO! Seus olhos estão amarelos e sua pele tá ficando pálida como um morto! Como não vi isso antes...- Expressou sua preocupação da sua maneira o tubarão branco e… O barba ruiva caiu de forma involuntária no convés com a sua ultima visão sendo a cabeça do caçador o encarando no chão, ele desmaiou... Parece que Siegfried havia contraído algum tipo de infecção perigosa, e somada ao cansaço de suas seguidas batalhas, o resultado não foi outro se não esse...        


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 3 EmptyQua 28 Nov 2018, 21:16

Dada a ordem de que os colegas deveriam ser tratados primeiro - uma decisão que havia tomado considerando as virtudes de um líder que tenho tentado desenvolver cada vez mais -, veio a minha cabeça a ideia de voltar a mexer com aquele revólver de antes.

Assim, mesmo com o cansaço que sentia, por conta das batalhas provavelmente, uma de minhas mãos caçou a arma de fogo vestes adentro até lhe encontrar. Assim, eu teria permanecido por alguns instantes, fuçado e analisando como aquela arma havia sido feita, tentando encontrar um sentido claro para cada peça que possuía, levando em consideração os conhecimentos básicos de forja. Meus olhos, semicerrados, aproximariam-na do rosto, mas como tinha uma mínima noção de como manuseá-la, não apontaria o cano para minha cara, ou coisa do tipo.

Até passou pela minha cabeça caçar algum valor alcoólico entre os suprimentos que havíamos adquirido de Karthus. Mas não houve tempo, pois sentira-me maculado, ferido, talvez até... Doente? "Não, eu não posso estar..." E então o grito de espanto de Rurik, comentando de minha condição.

- Do que você... - A voz já saia meio preguiçosa, como se o sono estivesse a me tomar pelos braços, mesmo não sendo exatamente o caso. Queria buscar com os braços um apoio para não tombar, mas os membros não respondiam como eu desejava, ou talvez sequer houvessem respondido, eu já não sabia mais.

Dando conta, estava no chão. Apesar de tudo, perdera a consciência com o pleno sentimento de satisfação, cruzando olhares vivo-morto com o antagonista recém derrotado. Para qualquer um, seria o susto, ou até talvez, dependendo do caso, alucinações e pensamentos perdidos, com um olhar mórbido como aquele nos poucos instantes de sumir da realidade.

Mas para mim não. Afinal, eu sou Siegfried Uller Frey. E talvez não tenha uma relação tão direta quanto as outras vezes que utilizo estes termos, afinal sabia que não me assustaria porque já era acostumado de berço a ver inimigos mortos, degolados, torturados. Era comum. Assim, só sobrava o sentimento de satisfação por ter derrotado aquele inimigo, em minha mente que alguns poderiam chamar de doentia, ou ao menos, afetada.

- LEVANTA RÁPIDO, SEU ESTRUME! - Rurik gritava comigo, contudo, impedindo-me de perder a consciência então. Num salto, eu levantava, e já tomava um dos pequenos machados em mãos, mesmo sem observar quem estava ali. Mas então eu vi...

Uma caralhada de porcos como aquele de antes. Talvez uns 14, 15, e todos aqueles junto a figura suína que eu já conhecia. Naquele instante, só podia sentir ódio, apesar de me questionar de onde haviam surgido.

- Hahahahaha vocês acharam mesmo que eu ia deixar vocês escaparem? Oinc, Oinc. - Bradava o suíno, adversário no jogo de Karthus no Farol, a frente do grupo, com uma espada em sua mão, levantada.

- Não conseguiu aceitar a derrota, não é mesmo, porco-otário? - Eu caçoava, em tom que demonstrava aquilo totalmente, totalmente são de novo. Estava louco para batalha, louco para lutar, e louco gritava para o inimigo. -
CAI DENTRO ENTÃO, CARALHO!

- Piratas da Fazenda, atacar! - E então, com o grito do suíno, o combate se iniciava, com o avance dos porcos, armados alguns de espadas, outros de armas de fogo, e alguns outros desarmados.

Trocavam-se golpes entre meus aliados e os inimigos, enquanto eu girava pelo meio dos animais humanizados, dançando a arma bárbara leve por seus corpos, ferindo-lhes e matando. Estava garantido a janta daquela noite: porco.

- Não tão rápido. - Contudo, algo me surpreendeu. Aquele caçador antes derrotado, degolado, agora estava ali de novo. Não, mas ele não estava com seu corpo, era uma cabeça flutuante, pálida como morta, mas se movimentando como vida. - Minha Fruta do Demônio me deu poderes que vocês nunca poderão imaginar. Piratas da Fazenda, avante! - Ele comandou os seres ali também, rodando de um lado pelo outro, pelos ares, como pronto para atacar. "Caralho, onde eu arrumo uma dessas será?" Pensei, por um instante, sobre a tal fruta que ele tanto mencionou antes, e agora voltava a falar.

Apesar daquilo, não nos rendemos, sequer vacilamos. Seguimos firmes no combate por mais alguns instantes, mas outra surpresa havia de vir. Quando eu levantava o olhar, percebia que o porco agora também estava sem seus pés no chão, Ele flutuava, subindo cada vez mais, de braços abertos. Seus olhos estavam negros, e ele dizia. - Eu também comi uma Fruta do Demônio, idiotas! Oinc! Sintam me poder! - E então, as muitas águas que caíam do céu se converteram.

Elas estavam convertidas em pura chuva de vinho. Isso, vinho caindo do céu, e tenham certeza: eu soube que era vinho na primeira gota que caiu e minha pele, sentindo o teor alcoólico subir manifestado em cheiro para minhas narinas. O desejo era de abrir a boca e beber, ou melhor, de até colocar algum balde, alguma coisa, para não dispersar tanto vinho.

Mas, em meio a minhas distrações, veio minha ruína. Só notei a cabeça, voando em minha direção, pronta para me acertar bem na cara. Mas, de novo, eu não tinha porque temer. Era hora da melhor luta da minha vida.

- MORRA! - Gritaria então, possivelmente recuperando a consciência em um susto, um balançar rápido do corpo, erguendo o braço para bloquear aquele ataque, cortando-o ao meio com o machado.

Mas nem o machado estaria em minha mão, presumo. Por um instante, balançaria a cabeça de um lado para o outro, completamente perdido. -
Caralho. - Soltaria, apalpando o próprio corpo com as palmas das mãos rapidamente para saber se estava acordado, mas também para notar se ainda estava com todos os pertences. -
Malditos, vocês conseguiram recolher um pouco daquele vinho?

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