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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptyQua Out 17, 2018 3:37 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Siegfried Uller Frey. A qual não possui narrador definido.


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Boreal
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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptyQua Out 31, 2018 8:22 pm

Eu seria um tolo se não admitisse que aquele jogo era realmente divertido. Apesar dos golpes e mordidas que recebia, era satisfatória a sensação de poder bater livremente no oponente, dando em seus olhos e até mesmo batendo sua cara em objetos do ambiente. Rurik, que não participava do jogo, caçoava, e em meus pensamentos eu tentava entender porque o tritão não jogava conosco.

Quando o velho Karthus adentrou o interior de sua residência, meus olhos permaneceram inertes na direção do porco. Estaria fitando-o como seu carrasco, com um ódio tão profundo, com um desejo tão grande de ferir-lhe mais e mais que alguém poderia me chamar de sádico. "Sádico é o caralho." Respondo em pensamentos ao imaginar a possibilidade. Afinal, nunca havia parado pra pensar naquilo, e não seria agora.

- Eu já disse que não tem como sair daqui vivo se nós não quisermos, porco desgraçado. - As palavras sairiam arrastadas de minha boca, sem ter direcionado os olhos para qualquer direção que não fosse os olhos do adversário. Com todo o potencial de intimidação, eu aproveitaria do tempo que o velho ficasse fora para não fazer uma mera fala repleta de inverdades, mas para alertar realmente a criatura de que qualquer forma aquela bússola diferenciada seria minha. - Se acabar vencendo, já vai estar todo fodido mesmo, e aí vai ser muito fácil para Rurik te torturar e devorar ainda vivo, assim que pisar fora desse lugar. Você vai desejar nunca ter vindo para estas terras, e sua história de merda vai acabar aqui, com você desejando a morte como nunca antes... - Uma pequena pausa, ainda não permitindo os olhos se desviarem. Ali, eu seria o próprio demônio. - Sua única chance é entregar o jogo. Mesmo que os dados te favoreçam, você não vai causar nenhum dano a mim, caso contrário... Primeiro vão ser seus olhos a primeira coisa a ser arrancada. Depois, seu pinto, se é que você ainda tem essa merda. Depois disso, vai descobrir o que uma laranja sente enquanto está sendo descascada por inteiro, se é que me entende. - Neste instante, o semblante que era fechado, mas com um toque de neutralidade, teria uma leve alteração: O sorriso bárbaro caótico brotaria entre as feições, deleitando-me em possibilidades com aquela criatura. - Agora, se entregar o jogo... Tem minha palavra de que não encostaremos em você quando deixar esse lugar. Seguiremos cada um nosso caminho, e você não terá que engolir os próprios olhos e pinto HAHAHAHAHAHAHAHA - A gargalhada me levaria a abrir a boca e levantar a cabeça, direcionando o olhar para Rurik também como quem esperava que ele me acompanhasse naquele divertimento.

E, com a volta de Karthus, posicionaria-me novamente pegando os dados e lançando-os para que os resultados brotassem. Já não diria mais nada, e pouco me importava se o velho houvesse ouvido as ameaças que proferia para meu adversário, mas assim que tomasse em mãos o objeto da sorte, o olhar voltaria por um instante para a criatura adversária, e deixaria uma piscadela transparecer, sutil, simples, e até um pouco disfarçada, para que somente ele pudesse ver, e assim entender minha sugestividade.

Agora, os golpes seriam socos. Socos poderosos e voltados contra a face do porco, como quem quisesse lhe desacordar o mais rápido possível, e convenhamos, esta era mesmo a intenção. Poderia bater-lhe em partes do ambiente, como de novo, ou até acertar mais uma vez os olhos para que ficasse esperto. O que importava era que, a cada dano, estaria olhando nos olhos feridos do inimigo, como quem passava a mensagem.

Quando fosse atacado, novamente tentaria não demonstrar nenhuma fraqueza, puxando o ar, enrijecendo o corpo e prendendo a respiração para resistir a cada um dos ataques sem fraquejar. Se estes fossem fortes como antes, o que significava que o inimigo realmente não havia entendido a ideia, e que estava escolhendo a morte, a cada golpe que recebesse, aproveitaria da proximidade para sussurrar-lhe, mesmo que isso transparecesse dor. - Você está escolhendo seu destino... - Poderia até ser repetitivo, mas com a intimidação martelaria aquilo em sua cabeça como um ferreiro moldando o metal.

Infelizmente, eu era um homem também muito orgulhoso, e no final não aceitaria perder. Com os cálculos mentais rápidos de quanto dano receberia, avaliaria se poderia acabar perdendo a consciência em meio a alguma sequência de golpes do porco e, se conseguisse premeditar essa possibilidade, não a aceitaria, ao quanto que minhas mãos, já abaixadas e posicionadas de uma maneira propícia, buscariam minhas conhecidas machadinhas. O movimento de sacar das armas seria utilizado, se possível, para bloquear os ataques da sequência do inimigo, aparando seus ataques com toda a velocidade de bloqueio que eu possuía, podendo inclusive saltar para os lados para combinar o bloqueio com a esquiva e assim tornar minha evasão mais efetiva. De qualquer maneira, tão logo as armas fossem sacadas correriam, uma após a outra, visando acertar o pescoço do inimigo e acabar com aquilo de uma vez. Como uma vinha antes da outra, se ele por um momento de sorte conseguísse se defender do primeiro ataque, o segundo seria aproveitando das brechas que ele houvesse dado em meio a esta defesa, para a certeza de que lhe acertaria.

E, lhe acertando, usaria das próprias pernas em chutes para reduzir suas capacidades de reação e, se não houvesse sido derrotado, continuaria a golpear-lhe nas partes expostas de seu corpo, focando principalmente o pescoço. Mesmo se caísse, continuaria a golpear-lhe, mesmo que o matasse, até que tivesse certeza de seu fim. O olhar seria direcionado para Karthus.

- Você não disse que não poderia atacar o oponente além dos dados. - Sorriria, como quem sabia que estava certo. É verdade que não era alguém que respeitava muito regras, mas naquele ponto tinha noção que minha justificativa estava correta. - Dê-me essa porra de bússola. - Exigiria, enquanto estaria a revirar o corpo do inimigo procurando por qualquer coisa que me interessasse, de berries a armas, e até coisas aleatórias que poderiam vir a ser úteis em algum momento.

Manteria o padrão de bloqueios já explicitado caso fosse necessário bloquear alguns golpes do porco, apesar de esperar que pelo elemento surpresa não houvesse tanta possibilidade de reação. Contudo, se mesmo com minha ideia acabasse por ficar próximo de desmaiar, no instante que sentisse que estava a perder a consciência um dos sorrisos mais intensos que já dera surgiria, e fitaria o porco dizendo. - Agora você se fodeu de mais...


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySex Nov 02, 2018 10:56 am


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

No curto período de tempo em que Karthus deixou aquela sala, Siegfried aproveitou para soltar algumas ameaças ao mink porco, que já todo arrebentado dos golpes e vendo que estava em desvantagem numérica, ficou bastante apreensivo e temeroso por sua própria vida.

Como já não bastasse um o ameaçando, o tritão também abusou de algumas palavras em acompanhamento de seu parceiro. -Vou fazer de você um lanche bem suculento, mas primeiro terei que cortar em pedaços bem pequenos para caber em uma fatia de pão! É melhor entregar o jogo, porquinho!- Disse Rurik e ficou lambendo os dedos da mão (ou seria nadadeira?) como se demonstrasse bastante fome.

Com o retorno de Karthus o jogo teve continuidade, com os dois adversários pegando seus respectivos dados e jogando, mas o mink demonstrou hesitar nas primeiras jogadas. Tendo os primeiros resultados em números, os dois começaram a trocar golpes novamente, Siegfried realizando socos no corpo do porco na intenção de tentar derrubá-lo o quanto antes, o mesmo vinha sendo realizado do lado do mink também.

E temeroso de que poderia ser ele o primeiro a cair, o bárbaro quando sentisse que ele poderia cair, sacou suas armas para desferir ataques contra o mink, mas para sua surpresa ou não… O porco acabou por se render, pois também teve o mesmo pensamento de que ele poderia ser aquele que acabaria por ficar caído e derrotado. Assim sendo os últimos dados do porco nem si quer foram jogados...

-OINC! EU ME RENDO! OINC!- Com tais palavras ditas, Karthus parou todas as ações facilmente e entregou o log pose para os vitoriosos, que no caso foi o todo arrebentado e sangrando bastante na face Siegfried e seu colega tritão. Em comemoração, Rurik deixou algumas palavras escaparem. -PORRA, CARALHO, CONSEGUIMOS, E ESSA SUA CARA TÁ BEM BONITA, SABIA? HUEHUEHEUE- Esbravejou, enquanto o porco saia correndo do local e rumando para as cavernas temeroso pela própria vida. Karthus apenas ficou sentado no sofá dando uma leve risada, ele curtiu o show.


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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySex Nov 02, 2018 2:20 pm

Se existe um gosto mais doce - num sentido figurativo - do que uma boa dose de rum descendo por sua garganta, essa é a da vitória. Serio, as sensações de que seus esforços não foram em vão, e de que és o merecedor do prêmio ao final do jogo é, no mínimo., estonteante. Mas há de se admitir que eu, apesar das provocações, reconhecia aquele porco como um bom oponente, visto que ele seguia com alguns golpes mesmo com os dizeres terríveis meus e de meu companheiro tritão.

Enfim, é válido dizer também que eu realmente achei que ele poderia insistir naquela coisa. Era uma loucura, sim, depois dos dizeres amedrontadores, mas apesar do medo, o adversário porco seguiu em golpes, ao ponto de que em dado momento eu senti que teria que utilizar minha carta na manga: uma espécie de roubo, no utilizar de minhas armas, que eu justificaria para Karthus sem problemas e sem medo de retaliações. Afinal, eu sabia que iria vencer de qualquer jeito, mas não retiro os méritos da filha da puta da criatura rosada.

No instante em que as machadinhas deixaram minha cintura, subindo para aparar o golpe - enquanto que eu meu semblante um mínimo olhar de preocupação ("Mínimo mesmo, vai se foder.") -, o ser antagônico a mim hesitou. E hesitação se entregou, enquanto que a preocupação se desmanchava no subir de um sorriso, talvez deformado pelos golpes no rosto, mas que ainda era um sorriso.

- Me dá essa porra! HAHAHAHAHA - Soltava a bela gargalhada enquanto pegava das mãos do velhote apostador a bússola especial que nos guiaria pelos mares da Grand Line. Como estrelas, meus olhos brilharam com o objeto em mãos, como se pudesse sentir a energia da própria Valhalla se intensificando mais e mais sobre mim. Era mais um passo em minha jornada bárbara.

A comemoração de Rurik no misto com o caçoar de como minhas expressões haviam ficado depois de tantos golpes veio, e eu tenho de dizer que também estava alegre, de forma que batia na perna do tritão com a palma de mão, de leve, levantando o olhar para respondê-lo. - IMAGINO MESMO HAHAHAHAHAHAHA - Diria, expressando em tom e olhar o sentimento de felicidade. Assim, enquanto a risada fosse se apagando as poucos, me voltaria novamente ao velho Karthus para lhe lançar uma pergunta. - Diga-me, seu desgraçado, qual a caverna onde terei mais chances de encontrar vermes dispostos a seguir ordens nessa porra? - Eu sabia que aquela região era cheia de coitados procurando uma forma de deixá-la, mas Don devia ser mais familiarizado, e suas informações poderiam ser valiosas. - Alias... Você tem alguns suprimentos para minha escuna por aí? O suficiente para a viagem até a próxima ilha... - E, se ele houvesse, não hesitaria em comprar, entregando o valor necessário em berries e pegando a caixa ou objeto onde estivessem os suprimentos, entregando para que Rurik levasse.

Desta maneira, deixaria o Farol, saindo provavelmente pelo mesmo lugar por onde havíamos entrado, em uma velocidade não muito rápida nem muito lenta, comum. Sequer me despediria de Karthus, afinal não tinha nenhuma relação com ele, somente havia sido uma ponte para conseguir o Log Pose, e talvez algumas informações, mas nada além disso. Alias, tomaria os rumos indicados por ele, caso ele houvesse indicado. Caso contrário, buscaria eu mesmo o caminho das cavernas enquanto procuraria uma onde houvesse homens aparentemente dispostos a navegar.

- Eu disse que ia ser fácil, sardinha enlatada de merda! - Tá, eu não disse isso, mas eu diria! De qualquer forma, este seria meu comentário, em tom levemente orgulhoso, enquanto estivéssemos no caminho, dialogando com o companheiro tritão. - É certo que nesse lugar vão haver muitos vermes malditos só buscando uma oportunidade de sair daqui, Rurik. Nós precisamos selecionar os que realmente valem a pena... - Diria, enquanto seguiria o caminho olhando para frente até então, mas agora fazendo uma pausa para olhar para o homem-peixe. - ...e os que podem virar bons lanches ou escravos. - Viriam tais dizeres junto do sorriso irônico, entre as tantas barbas que possuía.

Bem, e essa seria minha busca, com informações vindas de Karthus ou não. Estaria sempre com as machadinhas em mãos, tanto para bloquear possíveis atentos contra mim colocando-as a frente de ataques, aparando-os ou mesmo cortando-os, quanto para que o aspecto bárbaro ficasse mais a vista ainda do que já ficaria com minha simples aparência e presença Frey.

De qualquer forma, caso houvesse de encontrar homens, que não estivessem em uma condição tão ruim a ponto de sequer conseguirem utilizar sua forças, assim que entrasse no campo de visão (e audição) deles, começaria a pisar mais forte, permitindo que se ouvisse com mais força o barulho da armadura se mover junto de meu corpo. - Por Valhalla... - Sussurraria, para mim mesmo, tomando a astúcia que precisava para forçar um comportamento de mais liderança.

Tenho de admitir que nunca fui um grande líder ou coisa do tipo, apesar de ter sim uma certa predisposição natural a mandar. Nos últimos tempos, sentia que a necessidade e as condições de minhas aventuras estavam me impulsionando cada vez mais na direção do desenvolvimento de uma certa liderança, mas talvez ainda houvesse muito caminho para se trilhar, e era por isso que eu precisava reunir forçar para imperar sobre quem quer que fosse de maneira mais efetiva.

Assim, encheria os pulmões de ar, e amparados pelos dotes naturais de intimidação, marcaria a presença com um passo mais forte ainda do que os anteriores, enquanto que me esforçaria ao máximo para manter a expressão demoníaca de um fidedigno pirata, futuro herdeiro de Valhalla, apesar da certa desfiguração de minhas feições. - ESCUTEM, VERMES FILHOS DA PUTA! QUEM VOS FALA É SIEGFRIED ULLER FREY, ARROMBADOR DE VIRGENS E MARINHEIROS, ATEADOR DE FOGO EM BENS PRECISOS, UM DOS HOMENS MAIS TERRÍVEIS QUE JÁ NAVEGARAM PELOS MARES E O DEMÔNIO MAIS VIL QUE JÁ CONHECERÃO! - Distribuiria olhares endemoninhados para quem estivesse ali, fitando-os com profundidade, ao ponto de tentar sentir-lhes as próprias almas. - CASO ALGUM DE VOCÊS, DESGRAÇADOS, ACHEM QUE TEM CULHÕES O SUFICIENTE PARA ENFRENTAR A GRAND LINE JUNTO A MIM E O TRITÃO, APRESENTE-SE AGORA!

- Você, saco de esterco, venha aqui! - Apontaria para algum dos homens que houvesse ali, preferencialmente o mais franzino, caso nenhum houvesse se apresentado. Caso alguém houvesse se apresentado, seguiria da mesma forma, mas sem chamar, me direcionando em quem houvesse vindo. - Diga-me seu nome, maldito. - Encararia de forma profunda o indivíduos enquanto falasse, e enquanto ouvisse. Assim que ele falasse, permaneceria a encarar, como se sequer ligasse para o nome do mesmo, apenas olhando no fundo de seus olhos, e bufando para aumentar a intimidação.

Uma das machadinhas então subiria, tentando acertar o indivíduo de forma totalmente inesperada. A lâmina estaria virada para cima, e o trajeto visava acertar entre as pernas do alvo, realmente para lhe acertar as bolas. A partir dai, o resultado das ações ditaria o rumo do que faria em seguida: caso acabasse por acertar o homem mesmo, daria apenas um chute frontal, levantando a perna e esticando-a a frente do corpo para empurrar aquele que havia sido acertado, com um certo sentimento de desaprovação, lançando então o olhar para os outros homens que houvessem ali, para dizer. - Eu não estou brincando, porra. Quem é o próximo?

Contudo, se o homem de alguma forma conseguísse evadir o golpe, fosse bloqueando, esquivando, ou de qualquer outra maneira que não recebesse o dano, neste ponto o sorriso surgiria em meu rosto, completando. - É, acho que vai servir. - E então lançaria a mesma machadinha na direção de qualquer outro mais fraco ali, fazendo meu segundo teste.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySex Nov 02, 2018 4:59 pm


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Com o Log Pose pego em mãos, Siegfried podia observar que aquela bussola já estava marcando uma direção pre-estabelecida e não importava a direção que pudesse mover a bussola, ela prossegue apontando para a mesma direção. E assim seu destino está marcado por um ponteiro vermelho.

Log Pose Rota:
Quantidade aleatória (1,7) :
5

Agora feliz com sua vitoria contra o porco, o pirata decidiu sair daquele local e rumar em busca de novos objetivos, mas não antes de comprar alguns mantimentos para sua escuna e pedir informações ao velho Don Karthus.

O primeiro pedido então foi atendido, quando ele pegou um saco com o abastecimento adequado para uma escuna, cobrando oitenta mil por tudo, que rapidamente foi pago sem questionamentos. E Sim, o velho pediu o dobro do normal, afinal ele é o maior sacana daquele farol...

Depois lhe foi perguntado pelo bárbaro sobre onde encontrar uma possível tripulação nas cavernas, mas o velho apenas respondeu que em todas as cavernas tem pessoas nas mesmas situações. -Onde você procurar, vai achar trastes nesse lugar- E com seu abastecimento e bussola, Siegfried juntamente com Rurik saíram rumando para as cavernas.

Andaram por uma trilha de pedras, até chegar em uma caverna úmida e quase sem iluminação. Já dentro da caverna, alguns indivíduos desamparados, mal vestidos e sujos de lama estão sentados ou dormindo, quando o bárbaro chegou gritando, dizendo quem é e que busca tripulantes para levar a grande linha.

Depois chamou um infeliz qualquer, um velho com algemas nas mãos e bastante magro, que foi na direção do bárbaro, e acabou recebendo uma machada nas partes baixas, caiu para trás, mas não demostrou dor alguma. -Não tenho nome, e minhas bolas foram retiradas faz tempo, nem sinto nada mais aqui embaixo...- Resmungou baixinho.

Não dava para ter certeza se aquele sujeito servia ou não aos propósitos de Sigfried, já que não houve esquiva e nem bloqueio, mas ele demostrou resistir a dor. Seja como for, prosseguiu com seu bizarro teste, chamando quem tivesse coragem para vir, sendo eles no total de dois, um homem gordo com um barril aparentemente vazio e um humanoide macaco de cor albina; ambos conseguiram bloquear os ataques do bárbaro. -Grogy ~hiccc~ aceito ser pago com bebida- Falou o gordo. -Albo Drolerove, me dê boas razões para segui-lo- Também disse o macacão que ficou de braços cruzados.



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptyDom Nov 04, 2018 6:02 pm

- HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA RURIK O CARA NÃO TEM NOME E NEM BOLAS HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA - A reação era totalmente imediata e, convenhamos, fidedigna. Minha gargalhada surgia com uma vontade enorme de até me lançar de costas ao chão de tão engraçado que era. Sério, imagine-se você na mesma situação que eu. Por mais bonzinho que fosse, não pouparia risadas ao ver que o primeiro indivíduo no qual realizara seu "teste" não tinha exatamente a parte que lhe feriria para ser reprovado, principalmente sendo estes os culhões deste. E se você, considerando ainda a ideia do bonzinho, riria disso, imagine-se o quanto eu não me acabaria.

É certo que houve um breve momento de confusão quando o machado subiu contra ele, mas a reação de dor não veio. Por um milésimo de segundo que fosse eu imaginei que pudesse ter feito alguma coisa de errado. Mas, com a explicação, a gargalhada contínua e longa, colocando as mãos na barriga antes de dar sequência com os outros ali. Secava, inclusive, uma lágrima que estava prestes a descer de tanto rir. "Só assim para um Frey derramar lágrimas mesmo."

Me recompus. Havia de considerar se o sem-bolas tinha passado no teste depois, afinal de certa forma ele havia resistido a dor de uma machadada na pélvis, o que eu tenho que admitir que não é para qualquer um. Chamei outros ali, um deles com uma grande barba como a minha, e aparentemente um desejo por bebidas equiparável se não superior ao meu. "Não, superior não..." O outro, aparentemente um... Macaco? É, um macaco, gorila, sei lá, de pelos totalmente brancos. No mínimo curioso. Ambos passaram no teste, tendo bloqueando meu golpe, apesar do efeito surpresa ter sido perdido na primeira vez que realizava o teste, perdendo parte de sua eficiência.

Mas não retiraria os méritos daqueles homens. Eles haviam passado em minha provação, e já tinham um certo ponto de minha consideração, mesmo que ínfimo. O bêbado se apresentava como Groogy, e o primata como Aldo sei-lá-das-quantas, um pedindo por bebidas e o outro por motivos. Ora, eles queriam motivos?

- Ora, motivos? - Diria eu, com um leve toque de ironia em minha voz, confirmada pelo sorriso totalmente irônico e amarelado, com breve ar bárbaro. Giraria sobre os calcanhares, ficando de costas para os indivíduos e, provavelmente, de frente para Rurik. "Agora fodeu, que que eu vou falar pra esses desgraçados?" A virada teria sido pra esconder a reação de surpresa e despreparo, é claro, mas me esforçaria ao máximo para que estes não transparecessem. "Porra, essa coisa de liderança é muito mais difícil do que eu imaginei." Por mais um instante, permaneceria de costas, ainda dando como se fosse uma pausa dramática, para então puxar o ar pelas narinas para os pulmões, e então girar de novo sobre os calcanhares, voltando-me aos indivíduos. - AVENTURAS! RIQUEZAS! VADIAS! É DISSO QUE EU ESTOU FALANDO, PORRA! - O sorriso bárbaro estamparia minhas feições enquanto distribuiria olhares instigantes para os indivíduos ali. Na realidade, só estava enrolando para que tivesse um curto espaço de tempo para pensar em minha fala, e então ela viria. - Caso aceitem vir comigo, senhores, não lhes prometo saúde, sanidade ou segurança. Bebida, sim, isso eu garanto! - Apontaria para o homem com o barril com um semblante entusiasmado, por um instante. - ...Mas lhes garanto a glória! Garanto que seus nomes ecoarão em cantigas por todas as terras do mundo! Garanto o sangue de seus inimigos em suas mãos e fogo nas propriedades deles! Garanto o máximo de berries que conseguirem carregar nos bolsos! - O entusiasmo, apesar das palavras um pouquinho mais forçadas, era totalmente real naquele momento. O que impulsionava meu discurso não eram habilidades de oratória, por exemplo, pois eu não as tinha, mas uma pura paixão pelo mar, pela guerra e pela pirataria. - Garanto, inclusive, que se forem merecedores herdarão a eterna morada dos grandes, a almejada Valhalla! Não existe honra maior no céu, no mar, nem na terra para um guerreiro! HAHAHAHAHA - A gargalhada, desta vez, viria como um prazer, como o sentimento de esperança e expectativa que tinha na minha casa etérea para o pós-morte.

- Não importa nem se vocês já não tem mais bolas... - "Puta que o pariu, eu vou me arrepender com certeza..." - [color=brown]Importa somente o desejo de virar este mundo de ponta-cabeça! E se, como eu, vocês possuem esse desejo, ou melhor, essa ambição... - Caçaria com uma das mãos a garrafa de bebida dentro de minhas roupas, abrindo-a com um movimento do dedão que lançaria a tampa para o chão, apresentando para os indivíduos. - [b]...eu os convido a se deleitarem junto a mim na bebida da pirataria, senhores! O que me dizem? - E a ofereceria a eles, como uma forma de convite, entregando até para o homem sem-bolas, se ele aceitasse.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySeg Nov 05, 2018 8:38 pm


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Na caverna em que encontrou alguns indivíduos cheios de peculiaridades, o bárbaro de barba ruiva está a procura de alguns aliados para segui-lo em sua jornada para a Grande Linha. E acabou assim se deparando com ao menos três seres que cumpriram com seu teste de resistência, ou quem sabe talvez aquele fosse somente um teste para loucos fazerem…

O primeiro dos três é um velho de algemas, que devido sua trágica situação íntima, acabou por fazer Siegfried soltar umas boas risadas. Em suas risadas foi acompanhado por seu camarada o tritão, que ficou até com a barriga doendo de tanto rir. Já os outros dois do teste realizado, que incluem um gordo bêbado e o primata de pelagem branca, acabaram por cobrar alguma coisa do bárbaro. Sendo o questionamento do albino seu maior problema, fazendo com que ficasse surpreso e percebesse que estava despreparado para tal questão. -Sim, razão e motivo.- Indagou o macaco outra vez.

Siegfried depois de ter se virado, voltou-se na direção dos indivíduos no local e começou a falar. Fazendo com que no momento que prometeu várias coisas que incluíam inclusive bebidas, fizesse com que o gorducho erguesse seu objeto, o barril, para o alto, e depois deu alguns passos na direção do ruivo. -Uhu! ~hiccc~ bebida e diversão!- Comemorou Grogy indo ficar ao lado de Siegfried.

Mas ainda assim restava convencer os outros dois, o que ao menos por parte do sem-bolas e sem-nome poderia ser menos complicado agora que ele decidiu dizer quais são suas exigências. -Eu… Gostei dessas putarias todas, mas... Estou sangrando, algemado e nem sequer tenho um nome. Como fui escravo nunca me deram um, talvez possa me ajudar a resolver esses problemas?- Fez os seus pedidos e depois sorriu revelando os horrorosos dentes pobres que tem na boca. -Escolha sabiamente o nome desse homem, meu caro HUEHEUEHUE- Disse Rurik em tom de deboche.

Ainda restava saber então se o monólogo do barba ruiva tinha surtido efeito em Albo, mas pela cara de dúvida que o mink fazia talvez não fosse a resposta. Descruzando os braços, o macaco usou uma de suas mãos para coçar o queixo, e depois ele então começou a dialogar novamente. -Praticamente todas essas promessas são as mesmas que muitos piratas me fizeram, nenhum deles me parecia ser um capitão digno de minha lealdade!- Fez a famosa pausa dramática e depois de um leve suspiro prosseguiu -Inclusive o ultimo que tive, um porco de merda que me fez ficar ilhado aqui e deixou outros da tripulação morrer. Mas, essa tal de “valhalla” me pareceu interessante, conte-me mais sobre ela, como arqueólogo eu curto saber sobre lugares que nunca estive antes!- E finalizou seu longo dialogo pegando com os dedos o que aparentava ser um inseto em sua vasta pelagem, depois o comendo.
   



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySeg Nov 05, 2018 10:20 pm

Pra falar a verdade eu não sabia se conscientemente entendia o motivo de estar fazendo aquilo. Algo dentro de mim gritava, um desejo de ter uma tripulação, que fora mais alimentado ainda vendo aqueles indivíduos em minha frente. Mas, meu ego insistia em matar-lhes quando fosse mais propício, pelo puro desejo bárbaro. Era hora do Siegfried orgulhoso se sujeitar por um momento ao Frey sensato.

"Os Freys eram uma tripulação enorme. Ligados por sangue, sim, diferente destes homens e eu... Mas mesmo se não fossem, não acho que isso impediria eles de se unirem pelo objetivo comum..." Sorria, me perdendo por um segundo com um olhar para cima, que logo retornaria. "...Alcançar Valhalla. E com certeza eles alcançaram, juntos..."

Quando me dava conta, notava que o sem-bolas pedia para que lhe batizasse. Porra, isso soou, no primeiro momento, bastante estranho, e com o comentário de Rurik a estranheza se intensificou. Mas, enquanto observava o início da reação de Aldo, conseguia refletir por um instante e imaginar que não teria problema algum em fazer isso, apesar de não entender bem. Talvez seja um pouco do que um líder precisa entender...

O primata comparava meu discurso a de diversos outros capitães piratas, inclusive a um certo porco, o qual me remetia diretamente ao adversário na disputa de Karthus. É, provavelmente era dele mesmo que estava falando, apesar de eu não ter nenhuma comprovação irrefutável. Contudo, Aldo tocava no tema Valhalla, e ao ver o interesse dele, meus olhos só podiam brilhar.

Sim, meus olhos brilhavam como duas estrelas, erguendo as sobrancelhas e deixando o sorriso quase que infantil surgir entre as barbas castanho-ruivas. Daria um passo na direção do macaco, colocando uma das mãos em seu ombro e elevando a outra para cima, como se mostrasse uma visão da maravilhosa morada celeste.

- Valhalla! O que dá a porra do sentido às nossas vidas, Aldo! - Olharia para cima e para ele, alternadamente, enquanto emocionado proferiria o discurso proselitista, da base angular de minhas crenças bárbaras. - Uma terra além da vida e da morte, onde tudo que se vê é festa e prazeres! Por toda eternidade, os dignos viverão lutando, bebendo e transando com as mais belas mulheres! Uma casa eterna para os guerreiros que provaram sua dignidade neste plano, morrendo em batalha. A maior das honras, o grande objetivo... - Forçaria a arcada dentaria, puxando um pouco de ar, com os punhos fechados em ânimo a frente do peito. - ...A ETÉREA CASA DOS DEUSES! POOOOORRRAAAAA! - Soltaria então o grito chegando a inclinar o tronco para frente de tanta empolgação. Era aquilo que eu acreditava, e desta vez não tinha como ser mais sincero. E melhor de tudo, depois disso, havia me animado mais ainda.

- E você... Seu nome será... Ahn... Marquitos! Isso, porra, Marquitos. - Falaria, enquanto me aproximaria do individuo sem bolas, apontando para ele e deixando inclusive o dedo indicador tocar em seu peito quando dissesse o nome. - Rurik tratará de seus ferimentos, e daremos um jeito de remover as algemas. Te daremos comida, e até quem sabe algum armamento. Em troca, você jurará fidelidade ao... - Pararia, fechando os olhos por um segundo, pra ter certeza do que iria dizer. - Capitão... - Os lábios dançando para formar a palavra. - SIEGFRIEEEED ULLEEEEER FREEEEEEEEY! - "ISSO, ISSO, EU SOU UM CAPITÃO! EU SEREI UM CAPITÃO!"

E então giraria em torno do próprio eixo enquanto voltaria a me aproximar do primata, contente, com o sorriso que não saia do rosto, encarando-o frente-a-frente agora. - E Aldo, se minhas palavras não são capazes de convencê-lo... - Colocaria a destra nas costas, puxando o martelo, enquanto a canhota tomaria novamente uma das machadinhas, enquanto daria um leve impulso para trás, fechando os braços, com uma arma em cada mão. - Batalhe comigo, porra! E então verás que eu não sou um maldito pirata qualquer... - E o semblante se tornaria provocativo, instigante, escondendo o prazer típico que sentia pouco antes de uma batalha se iniciar. - ...Eu sou um Frey.

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptyQui Nov 08, 2018 6:28 am


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Ao ouvir sobre o interesse do mink em saber sobre Valhalla, os olhos do barba ruiva logo revelaram um brilho intenso, demonstrando para todos como aquele assunto o havia deixado animado. O bárbaro então caminhou na direção do macaco e pousou uma de suas mãos sobre o ombro do mesmo, e começou a falar com emoção sobre o que ele acredita ser Valhalla.

De imediato o macaco ficou surpreso, depois mudando sua expressão para empolgação, ele realmente estava gostando do discurso realizado por aquele bárbaro chamado Siegfried. -É “Albo”- Corrigiu seu nome. -Entendo, isso realmente é animador ao ponto de me fazer querer alcançar Valhalla também!- Falou bastante empolgado e olhando para os céus fechados do farol como se buscasse alguma resposta, ou talvez já tivesse achado tal resposta.

Em seguida, barba ruiva deu o nome do escravo, que agora será chamado de “Marquitos”. -Ohhh, curti.- Disse em aprovação ao seu novo nome, depois teve Rurik analisando os problemas em seu corpo, que incluíam vários hematomas nunca tratados e desnutrição, além do machucado feito por Siegfried. -Ao capitão!- Gritou Marquitos e foi seguido por um “Uhá!” solto pelo gordo Grogy e por um singelo sorriso do primata albino.

Todos pareciam bastante animados com aquela situação, mas ainda não podiam esquecer de onde estão, no Farol, um lugar onde as nuvens densas de água fazem com que um banho frio ocorresse justamente naquele momento, não que fosse algo ruim para finalizar aquela comemoração. E como visto que não seria preciso recorrer a violência, o bárbaro não teve a necessidade de utilizar seus machados, não ao menos contra o albino…

Porém, toda aquela agitação chamou a atenção de alguns indivíduos nas profundezas da caverna, que tem suas sombras enormes sendo formadas por algum tipo de luz. -Ora, ora… nós aqui dentro descansando e imaginando quem seria o infeliz escandaloso, veja só se não é um dos procurados que vínhamos caçando O "Barba Ruiva" ~Nufufufu~.- A voz ecoou de dentro da caverna para fora finalizando com uma risada tosca, e um embrulho de papel foi arremessado aos pés de Rurik, que o pegou e ao desembrulhar, viu que aquilo é um cartaz, e a face no cartaz é a de Siegfried, com seu nome logo abaixo e a recompensa de vinte e três milhões! Virou depois aquele cartaz na direção do seu capitão, para que pudesse ver. As sombras se aproximavam, ao todo quatro, pareciam enormes, como de monstros, mas corpo algum estava sendo avistado...  

Não bastasse o que poderia estar por vir, Barba Ruiva ainda está sentindo os efeitos de seus hematomas causados na disputa do Log pose e também de desconfortos nas partes mordidas de seu corpo.
   



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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptyQui Nov 08, 2018 4:26 pm

Os deuses nos enviaram águas do céu em comemoração a esta confirmação de que estava no caminho certo! Eu sorria, olhando para cima, totalmente entorpecido em felicidade, imaginando que as divindades do destino, que desenhavam meu caminho, desejavam que eu soubesse que elas estavam de acordo com aquilo.

- SIM, SIM, SIM! POR VALHALLA! - Gritava sentindo prazer incomparável da chuva molhando meus cabelos e barba enquanto como que um fogo dentro de mim ardia. Os machados, em mãos, eram erguidos para completar a comemoração. - Alguém sabe onde caralhos eu posso arrumar umas bebidas por aqui? - Me dava conta enfim que estava realmente com pouco menos que uma garrafa cheia.

Mas eis que a visão de seres imensos nos é revelada através do jogo de sombras e de luzes. Na linha do ethos místico que tinha em minha mente, no primeiro instante só conseguia presumir que era o primeiro desafio dos deuses para nossa nova tripulação. Contudo, com a fala, presumi caçadores de recompensa - o que não necessariamente invalida a tese anterior.

"Barba Ruiva?" Ao ouvir tal chamado, era fácil presumir que estavam falando de mim. Contudo, esse não era meu nome, e nunca havia sequer sido chamado disso, pra falar a verdade, apesar de minha barba ser realmente ruiva... Ou castanha-ruiva... Algo assim... "O maldito deve ter confundido os nomes. Deve haver outro Barba Ruiva desgraçado..."

Mas uma embrulhado de papel rolou aos pés de Rurik, que o leu, enquanto eu mantinha os olhos nas sombras com semblante neutro, até ele mostrar para mim. A minha imagem - "alias, muito bem capturada" - revelava ser realmente sobre mim que ele falara. "Então a Marinha me chama agora de... Barba Ruiva..." Cerrei os olhos, pensativo por um milésimo de segundo. "Eu prefiro ser conhecido pelo nome. Mas alcunhas não me incomodam..."

Agora, uma coisa que surpreendeu foi a recompensa. "23 MILHÕES?" Essa fazia abrir o sorriso, quase para rir. "Eu tinha certeza que aquele filho da puta do Eric ficou se cagando de medo de mim HAHAHAHAHA jogou minha recompensa lá para o alto só porque eu dei uma porradinha na cara dele e consegui escapar HAHAHAHA"

Com o ego inflado, e o sangue totalmente borbulhando, pegaria o cartaz e enfiaria no bolso no mesmo instante, pouco me importando se uma parte fosse ficar na mão do companheiro tritão ou não. As dores de antes ainda eram sentidas, mas o ser bárbaro me fazia forçar que fossem ignoradas, e eu sabia que com o passar de uma possível batalha, com o sangue literalmente esquentando, isso provavelmente viria a acontecer. Ergueria o corpo, com os dois machados em mãos.

O peito estufado e cabeça erguida, enquanto os olhos semi-cerrados, treinados para enxergar na penumbra, tentariam captar a primeira aparição que aqueles seres pudessem fazer. Enquanto não captasse, lançaria o brado bárbaro discursivo vindo do mais profundo de meu ser. - Vocês, malditos, não fazem ideia de com quem estão mexendo! Eu e... - daria uma leve olhada para trás, assimilando. - ...meu bando iremos rasgar-lhes ao meio e arrombar de alguma forma as duas metades de cada um de vocês, seus merdas! - Usando, é claro, de todas minhas habilidades e potencial de intimidação para lançar tais dizeres aos antagonistas.

- Rurik!... - Aquela travada de meio segundo de quem ainda não pegou totalmente o jeito de liderar. - Comigo. Como sempre. - A ideia, imaginava que o tritão entenderia, era de avançarmos lado-a-lado, como já outras vezes em diversos outros combates. - Groggy, AlBO, vamos ver do que são capazes em combate! - E, por último, um passo para junto de Marquitos. - Consegue lutar, desgraçado? - Sorriria, com EXTREMO esforço para simular um bom líder. Seguraria ambos os machados com uma mão, e sacaria um dos revólveres, entregando nas mãos algemadas ainda do ex-escravo. - Tente usar isso. Mas SÓ SE TIVER CERTEZA QUE NÃO VAI ATIRAR EM NENHUM DE NÓS!

Assumiria novamente a frente, tendo feito estas coisa de maneira mais apressada possível, abrindo os braços com os machados cada um em uma mão, lançando olhar para os inimigos, se já houvessem se revelado. Independente do olhar, gritaria. - Preparem suas bundas para receberem... - Pensava por um instante, relutante e em dúvida sobre se isso soaria bem ou não. - SIEGFRIED ULLER FREY E OS VALHARIANOS![/color][/b]

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySab Nov 10, 2018 1:15 am


~ NARRAÇÃO ~ HOMERO

Do fundo da caverna surgiram quatro sombras suspeitas que deduzindo por suas palavras acreditava ser um grupo de caçadores de recompensa, e tudo que era possível ver por enquanto são suas silhuetas tomando forma na parede por algum tipo de luz.

Siegfried que ficou animado com suas novas descobertas, que incluíam o cartaz com sua imagem e também recompensa, logo deu início aos preparos do que poderia vir a ser o começo de um grande combate. Chamou Rurik para acompanhá-lo na formação a frente, que o fez de imediato emendando algumas palavras enquanto ficava em pose de luta. -Eles chegaram em boa hora, ainda não comi nada hoje!- Esbravejou o tritão com seu machado empunhado em mãos e colocado à frente do corpo.

Algo semelhante também ocorreu com Albo e Grogy, que mantinham posturas de combate, sendo Albo de mãos vazias com os punhos fechados e Grogy segurando o seu velho barril sem conteúdo algum. Já o pobre Marquitos teve que se contentar em segurar uma pistola que lhe foi entregue mesmo algemado, não teria muito o que fazer se não tomar cuidado para não errar e acabar acertando os aliados.

Com todos em suas posições, finalmente as silhuetas tomaram forma, porém, foram formas pequenas, de quatro homenzinhos. Que tem tanto corpo, mãos quanto braços curtos, o que revelava que aquelas enormes sombras foram apenas um jogo de luz no final de tudo.

Na frente, um deles empunhava uma lança na mão direita e uma tocha na esquerda, e logo atrás outros dois vinham andando, cada qual com um tambor a frente do corpo que é batucado, já nas suas cinturas tem cada um uma espada. E por último, mas não menos importante, um dos homenzinhos com barba grisalha surgiu montado em um pônei, mas para Siegfried e os demais poderia não passar de um pequeno cavalo. Os quatro vestiam roupas semelhantes de cor verde.

-É melhor ficarem de joelhos e nos deixar capturar você, assim todos saímos ganhando. Eu com a recompensa total e você com sua mísera vida! ~Nufufufu~ Homens, avançar!- Falou o de barba grisalha no pônei, e retirou um berrante da roupa o erguendo e assoprando, fazendo o som ecoar na caverna toda enquanto galopava adiante, na sua cintura duas pistolas são avistadas.



Área da Caverna:
 

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MensagemAssunto: Re: Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda!   Cala a boca, maldito! Eu coloco o nome que quiser nessa merda! - Página 2 EmptySeg Nov 12, 2018 10:29 pm

Não havia muita surpresa em relação a aparência dos inimigos, que agora era revelada. Na realidade não esperava realmente que fossem grandes monstros ou coisa do tipo, e apesar de serem também... Malditas aberrações, eu diria, não representavam uma real ameaça. É certo que neste meu pensamento também existe um pouco de subestimação aos adversários.

Quatro indivíduos, um pequeno cavalinho. Seria fácil, e também era uma boa hora de ter nossa primeira experiência como grupo, que poderia me mostrar as características dos novos aliados e tentar conciliar suas formas de combate com as nossas.

Agora, quando o barbudinho desgraçado lançou aquela ameaça, o olhar antes fechado, como o intimador que era, se transmutou em um pseudo-sorriso, que tentava ser segurado e ocultado, mas tinha uma certa dificuldade. "O filho da puta acha que mesmo que podem nos derrotar?" Convenhamos: no mínimo cômico.

- Escute, seu maldito... - Engoliria assim a risada de vez, fechando novamente o semblante e encarando os inimigos já apertando os cabos dos machados, com o sangue ainda borbulhando pela vontade e, quem sabe, tesão, de iniciar um combate. Isso moveria-me até a aumentar o tom vocal. -
SE SOZINHO EU TENHO 23 MILHÕES... IMAGINE QUÃO PERIGOSO SOU JUNTO DE MEU BANDO, SEU DESGRAÇADO! - Os braços se retrairiam levemente enquanto tomaria o ar para o grito, já arrastando a perna esquerda um pouco para trás e flexionando-a. -
VALHARIANOS! POSICIONEM-SE COM OS INIMIGOS ENTRE VOCÊS E O LÍDER DELES PARA EVITAR OS TIROS! AVANTE!

E, no mesmo que gritaria, a perna de trás, antes flexionada, se esticaria, amparada nas capacidades de Aceleração para disparar em uma velocidade alta logo de uma vez, como em um dash. Contudo, apesar do avence rápido, tentaria manipular minha velocidade para não usar o máximo, mas quase ele, algo como uns 80% de meu potencial máximo de velocidade. Avançaria, desta forma, distribuindo saltos que se alternariam entre uma perna e outra, em um avance de corrida mas de uma forma um pouco mais imprevisível, as vezes lançando mais força em uma perna e menos em outra, para já evitar as possibilidades dos projéteis inimigos. Enquanto isso, os machados para os lados, com os braços abertos, apontariam suas lâminas na direção dos adversários, se movendo em movimentos em arco diagonais e horizontais para bloquear possíveis lançamentos que atentassem contra minha integridade física e, se fosse possível, contra a integridade física de meu companheiro tritão.

E manteria esse padrões de movimentação até alcançar os inimigos, focando diretamente nos guerreiros do corpo-a-corpo no primeiro momento, tendo como prioridade o lanceiro, mas não importando de me direcionar aos espadachins no primeiro instante caso fosse mais propício no momento do choque entre os grupos.

Assim, quando estivesse quase suficientemente próximo para atacar, ainda não utilizando do máximo de minha velocidade, um passo forte no chão daria início a movimentação. Tal passo me dispararia, agora na máxima velocidade, na direção do inimigo, enquanto o tronco se envergaria para frente, de tal a me aproximar um pouco mais da altura dos antagonistas. O avance rápido, em momento repentino, muito provavelmente geraria uma surpresa no alvo, que estaria condicionado a acreditar que minha velocidade máxima era a que estava usando até então, e isso já seria um ponto a me favorecer.

Então, com a aproximação, fecharia um dos braços realizando o movimento em arco aberto de um lado para o outro, mirando a primeira machadada em diagonal descendente no inimigo. Logo após o golpe, aproveitando ainda da cinética da movimentação deixaria o corpo seguir com o braço e girar, enquanto o outro machado já viria descendo logo em seguida contra o adversário. Durante o giro, seguiria o passo também para me aproximar mais ainda do adversário e reduzir sua chance de reação, impondo-lhe certa pressão para minimizar sua evasão.

E assim seguiria, utilizando da aceleração para manter a imprevisibilidade dos movimentos, mas sempre girando e aproveitando da cinética da movimentação anterior para encaixar golpes devastadores que mirariam, sobretudo, em zonas como o pescoço, onde imaginava que golpes poderiam ter um efeito mais fatal. Enquanto moveria-me, a movimentação proporcionaria a evasão dos golpes amparado, em primeira instância, aos saltos, passos, giros, e movimentos com o tronco, quadril e braços para fora da trajetória de qualquer ataque que fosse. Em segunda instância, o bloqueio viria de forma natural em meio a movimentação, pelo que enquanto os braços girariam em ataques também giraria em defesas, aproveitando das duas armas que utilizava, de forma a tentar aparar qualquer atento contra mim, lançando-lhe para outra direção pelo uso da parte plana da lâmina ou cortando-lhe ao meio, se fosse propício.

Ainda, em meio as movimentações, caso fosse necessário bloquear e não fosse eficiente utilizar-me dos braços para tal, moveria o corpo para os lados, rotacionando as partes que pudesse rotacionar, ou inclinando-as, para que o ataque pudesse ser direcionado para a armadura, com a qual bateria de forma a tentar aparar o ataque também, em uma forma de bloqueio.

Também, quando os braços não pudessem acompanhar as movimentações anteriores, poderia usar também de chutes, erguendo a perna e esticando-a fosse de forma frontal, reta, ou mesmo de lado, dando de canela ou pé no inimigo, mas é claro que sempre com cuidado para não acabar lançando uma parte de meu corpo diretamente em um ataque.

E, é claro, estaria tentando me mover diante de duas propostas que tentaria manter: Uma era a de usar da movimentação a nosso favor de forma defensiva, ficando sempre com os inimigos com quem lutava entre mim e o líder atirador, aumentando a dificuldade para acertar-nos sem ferir os adversários. A altura reduzida deles provavelmente tornaria esta estrategia minha um pouco menos eficiente, mas cria que com ela poderia ter algum sucesso, mínimo que fosse; A outra proposta parte do princípio de que estou lutando não sozinho, mas acompanhado, desta forma, por conhecer já o estilo de movimentação bárbaro de Rurik, tentaria manter a sincronia com o mesmo, atacando zonas quando sobrasse uma brecha entre os ataques dele, e esperando que fizesse o mesmo.

No mais, tomaria também cuidado com ataques que pudessem vir dos próprios aliados, não por uma falta de confiança (o que também seria muito justificável, convenhamos), mas por não conhecer suas formas de movimentação, e ainda não ter um entrosamento com os mesmos. Além disso, Marquitos estava com a arma, e me preocupava de ele acabar atirando em nós também, de forma que minhas defesas se estenderiam para todo tipo de ataque, inimigo ou aliado.

Ainda não tinha muita noção de como comandar o grupo em batalha, mas esperava que com o passar deste primeiro momento da batalha conseguísse analisar melhor a situação, tentando captar o máximo de informação das batalhas travadas pelos aliados.

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